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1 Novos resultados de pesquisas aplicáveis à pós-colheita de citros. Lenice Magali do Nascimento PqC Centro de Citricultura Sylvio Moreira IAC Maio/2015

2 Aplicação de ceras em pós-colheita de tangerinas Ponkan e Decopon e suas implicações nas alterações de sabor. INTRODUÇÃO Projeto FAPESP Embora a tangerina Ponkan(Citrus reticulata Blanco) seja uma das variedades mais consumidas no Brasil, vem crescendo a demanda por outras cultivares, tal como a Decopon, que é um híbrido de tangerinas produzidas no Japão e recentemente introduzida no Estado de São Paulo. Ambas variedades requerem tratamentos póscolheita adequados por suas sensibilidades à aplicação de ceras uma vez que estes produtos podem causar alterações de sabor. Para suprimir essa demanda por produtos adequados houve a necessidade de desenvolver novas formulações de ceras e testá-las com o objetivo de adequar novos produtos ligados à pós-colheita de citros e à transferência de tecnologias desenvolvidas para as cultivares em estudo.

3 MATERIAL E MÉTODOS Material Foram avaliados frutos de tangerina Ponkan colhidos em Paranapuã SP, Guarei SP e Madre de Deus de Minas MG e de Decopon colhidos nas regiões de Pilar do Sul - SP e de Holambra - SP, uma vez que nestas regiões os frutos apresentaram alteração de sabor quando submetidos a tratamentos com ceras de uso em pós-colheita. Métodos Diferentes tipos de ceras contendo em sua composição carnaúba, polietileno, colofonia e goma laca foram testados, nas diluições de UES 12%, UES 16%, Aruá 8%, Aruá 12%, Aruá 15%, Aruá Tropical. Depois de tratados os frutos foram armazenados em meio ambiente (25 C e 60 a 90% U. R.) e em câmara fria a 10 C e 90% U. R. Semanalmente amostras de frutos foram coletadas para análises físicos químicas. Foram realizadas também ressonância magnética nuclear em frutos, avaliações do código genético por região de colheita de folhas e teste sensorial dos frutos.

4 RESULTADOS Estaremos apresentando os resultados de apenas uma região de colheita para a cultivar Ponkan - Guareí Tabela 1: Avaliações de brilho da casca dos frutos de tangerina Ponkan submetidos a tratamentos com diferentes ceras e mantidos sob condições de meio ambiente. Resultados expressos em Unidades de Brilho Guareí Experimento - 1 Experimento - 2 Tratamento 24/05 31/05 07/06 14/06 Média 21/06 28/06 05/07 12/07 Média Testemunha 3,37 a 2,60 a 2,87 a 2,53 a 2,84 a 3,07 a 2,67 a 2,30 a 1,93 a 2,49 a UES 16% 3,87 ab 3,87 b 3,70 b 3,83 c 3,82 b 3,90 abc 4,23 bc 4,00 b 3,23 b 3,84 b UES 12% 3,97 ab 4,37 bc 3,83 b 3,10 ab 3,82 b 3,63 ab 4,07 bc 3,80 b 3,27 b 3,69 b Aruá 12% 3,97 ab 4,83 c 4,00 b 3,67 bc 4,12 b 3,93 bc 4,50 c 3,83 b 3,67 bc 3,98 b Aruá 15% 4,43 b 4,33 bc 4,37 b 3,67 bc 4,20 b 4,60 c 4,23 bc 3,90 b 4,03 c 4,19 b Aruá 8% 3,73 a 4,20 bc 3,77 b 3,27 bc 3,74 b 4,17 bc 4,10 bc 4,07 b 3,33 b 3,92 b Aruá Trop. 4,47 b 4,60 bc 3,93 b 3,63 bc 4,16 b 4,47 bc 3,70 b 3,87 b 3,83 bc 3,97 b Médias seguidas de mesma letra não diferem entre si pelo teste de Tukey, ao nível de 5% de probabilidade

5 Tabela 2: Avaliação de brilho da casca dos frutos de tangerina Ponkan submetidos a tratamentos com diferentes ceras e mantidos em condições de refrigeração. Resultados expressos em Unidades de Brilho Guarei Experimento - 1 Experimento - 2 Tratam/ 24/05 31/05 07/06 14/06 21/06 Média 21/06 28/06 05/07 12/07 19/07 Média Test. 3,37 a 3,13 a 3,73 ab 3,60 a 2,67 a 3,30 a 3,07 a 3,10 a 2,90 a 2,97 a 2,20 a 2,85 a UES 16% 3,87 ab 4,33 ab 3,47 a 4,53 b 3,03 ab 3,84 ab 3,90 abc 4,27 c 4,67 d 4,57 d 3,23 b 4,13 b UES 12% 3,97 ab 4,23 ab 3,57 a 4,13 ab 3,23 abc 3,82 ab 3,63 ab 4,17 bc 4,17 cd 3,83 bc 3,70 b 3,90 b Aruá 12% 3,97 ab 4,17 ab 3,90 ab 4,00 ab 3,37 bc 3,88 ab 3,93 bc 4,17 bc 3,70 bc 3,43 ab 3,63 b 3,77 b Aruá 15% 4,43 b 4,53 b 4,60 b 3,40 a 3,63 bcd 4,12 b 4,60 c 3,77 abc 3,63 abc 4,43 cd 3,17 b 3,92 b Aruá 8% 3,73 a 4,37 b 3,90 ab 4,50 b 3,87 cd 4,07 b 4,17 bc 3,53 ab 4,17 cd 3,87 bc 3,40 b 3,83 b Aruá Trop. 4,47 b 4,63 b 3,50 a 3,87 ab 4,30 d 4,15 b 4,47 bc 3,67 abc 3,33 ab 3,87 bc 3,53 b 3,77 b Médias seguidas de mesma letra não diferem entre si pelo teste de Tukey, ao nível de 5% de probabilidade

6 Tabela 3: Média dos teores de acetaldeído (µg g -1 ) dos frutos de tangerina Ponkan submetidos a tratamentos com diferentes ceras e mantidos sob condições de meio ambiente Guareí Ambiente Exp. 1 Ambiente Exp. 2 Tratam/ 24/05 30/05 05/06 12/06 Média 21/06 26/06 04/07 11/07 Média Test. 0,069Aa 0,285Aa 0,156Aa 0,099Aa 0,152AB 0,249Aa 0,200ABa 0,144Aa 0,247Aa 0,210A UES 12% 0,046Aa 0,079Aa 0,212Aa 0,179Aa 0,129A 0,101Aa 0,108Aa 0,183Aa 0,381Aa 0,193A UES 16% 0,052Aa 0,063Aa 0,164Aa 0,186Aa 0,116A 0,226Aa 0,324ABa 0,209Aa 0,392Aa 0,288A Aruá 12% 0,061Aa 0,295Aa 0,838 Bb 0,280Aa 0,369 C 0,305Aa 0,557 Ba 0,300Aa 0,484Aa 0,411A Aruá 15% 0,051Aa 0,152Aab 0,328A b 0,690 Bc 0,305 BC 0,254Aa 0,455ABa 0,226Aa 0,542Aa 0,369A Aruá 8% 0,058Aa 0,066Aa 0,348A b 0,145Aab 0,154AB 0,192Aa 0,263ABa 0,552Aa 0,407Aa 0,354A Aruá Trop. 0,050Aa 0,089Aa 0,294Aab 0,403A Bb 0,209ABC 0,329Aa 0,283ABa 0,368Aa 0,449Aa 0,357A Médias seguidas da mesma letra maiúscula na coluna e minúscula na linha não diferem entre si pelo teste de Tukey a 5%. Cera UES 12% apresentou o menor teor de acetaldeído em ambos os experimentos

7 Tabela 4: Média dos teores de etanol (µg g -1 ) dos frutos de tangerina Ponkan submetidos a tratamentos com diferentes ceras e mantidos sob condições de meio ambiente Guarei Ambiente Exp. 1 Ambiente Exp. 2 Tratam/ 24/05 30/05 05/06 12/06 Média 21/06 26/06 04/07 11/07 Média Test. 2,499Aa 1,720Aa 3,620Aa 1,040Aa 2,220A 1,339Aa 2,615Aa 1,722Aa 0,824Aa 1,625A UES 12% 2,010Aa 3,558Aa 2,481Aa 1,114Aa 2,290A 0,734Aa 1,578Aa 2,559ABa 0,791Aa 1,415A UES 16% 2,561Aa 2,837Aa 5,724ABCa 3,087ABa 3,552AB 0,880Aa 6,552ABa 2,166Aa 0,673Aa 2,568A Aruá 12% 2,876Aa 5,479Aab 9,401 BCb 2,304ABa 5,015 BC 2,746Aab 7,292ABb 6,116ABCab 0,719Aa 4,218 BC Aruá 15% 2,725Aa 13,047 Bb 4,250ABa 5,288ABa 6,328 C 1,010Aa 11,961 Bb 3,012ABa 3,177Aa 4,790 BC Aruá 8% 2,102Aa 1,870Aa 10,101 Cb 4,249ABa 4,580ABC 0,832Aa 3,491Aab 9,672 BCb 0,868Aa 3,716B Aruá Trop. 2,430Aa 3,671Aa 9,759 Cb 6,543Bab 5,601 BC 1,651Aa 5,013ABa 12,584 Cb 0,760a 5,002 C Médias seguidas da mesma letra maiúscula na coluna e minúscula na linha não diferem entre si pelo teste de Tukey a 5%. Cera UES 12% apresentou o menor teor de etanol em ambos os experimentos

8 Tabela 5: Média dos teores de acetaldeído (µg g -1 ) dos frutos de tangerina Ponkan submetidos a tratamentos com diferentes ceras e mantidos sob condições de refrigeração Guarei Refrigeração Exp. 1 Refrigeração Exp. 2 Tratam/ 24/05 30/05 05/06 12/06 20/06 Média 21/06 26/06 04/07 11/07 19/07 Média Test. 0,069Aa 0,053Aa 0,032Aa 0,119Aa 0,212Aa 0,097A 0,249BCb 0,082Aa 0,134Aa 0,529Bc 0,261Ab 0,251BC UES 12% 0,046Aa 0,167Aa 0,167Aa 0,129Aa 0,221ABa 0,146AB 0,101Aa 0,243Bb 0,156Aab 0,532Bc 0,184Aab 0,243BC UES 16% 0,052Aa 0,064Aa 0,116Aa 0,156Aa 0,210Aa 0,120A 0,226ABCa 0,118ABa 0,167Aa 0,534Bb 0,152Aa 0,239 BC Aruá 12% 0,061Aa 0,065Aa 0,177Aab 0,643Cc 0,333ABb 0,256C 0,305BCbc 0,138ABa 0,386Bc 0,413ABc 0,208Aab 0,290 C Aruá 15% 0,051Aa 0,090Aa 0,057Aa 0,530BCb 0,422Bb 0,230BC 0,254BCb 0,096Aa 0,163Aab 0,371Ac 0,182Aab 0,213AB Aruá 8% 0,058Aa 0,045Aa 0,436Bb 0,478Bb 0,427Bb 0,289 C 0,192ABb 0,070Aa 0,122Aab 0,357Ac 0,137Aab 0,176A Aruá Trop. 0,050Aa 0,085Aa 0,165Aa 0,454Aa 0,203Aa 0,191AB 0,329Cb 0,081Aa 0,112Aa 0,381Ab 0,191Aa 0,219AB Médias seguidas da mesma letra maiúscula na coluna e minúscula na linha não diferem entre si pelo teste de Tukey a 5%. Os maiores teores de acetaldeído foram encontrados nos tratamentos com cera Aruá 12%, 15%, 8% e Tropical.

9 Tabela 6: Média dos teores de etanol (µg g -1 ) dos frutos de tangerina Ponkan submetidos a tratamentos com diferentes ceras e mantidos sob condições de refrigeração Fazenda Ana Maria Experimento1 Refrigeração Exp. 2 Tratam/ 24/05 30/05 05/06 12/06 20/06 Média 21/06 26/06 04/07 11/07 19/07 Média Test. 2,499Aab 0,027Aa 5,292ABb 1,148Aab 1,556Aab 2,104AB 1,339Aa 0,421Aa 0,707Aa 0,408Aa 1,195Aa 0,814A UES 12% 2,010Aa 1,867Aa 5,239ABa 1,188Aa 1,660Aa 2,393AB 0,734A 1,681Aa 2,145 ABa 0,427Aa 1,678Aa 1,333A UES 16% 2,561Aa 0,903Aa 2,238Aa 0,882Aa 1,636Aa 1,644A 0,880A 1,105Aa 1,481 Aa 0,454Aa 1,249Aa 1,034A Aruá 12% 2,876Aa 2,501Aa 8,287Bb 6,376BCab 5,453ABab 5,099 C 2,746Aa 1,237Aa 7,009 Cb 0,471Aa 1,362Aa 2,565 B Aruá 15% 2,725Aa 1,971Aa 2,196Aa 4,916ABCa 9,706 Bb 4,303 BC 1,010 Aa 2,196Aa 4,524 BCb 0,461Aa 1,310Aa 1,900AB Aruá 8% 2,102Aa 1,985Aa 8,244Bb 7,585Cb 7,394 Bb 5,462 C 0,832A 0,853Aa 2,117ABa 1,047Aa 1,267Aa 1,223A Aruá Trop. 2,430Aa 1,269Aa 5,000ABa 4,489ABa 2,179Aa 3,073ABa 1,651A 0,562Aa 2,237ABa 1,146Aa 1,119Aa 1,343A Médias seguidas da mesma letra maiúscula na coluna e minúscula na linha não diferem entre si pelo teste de Tukey a 5%. Os maiores teores de acetaldeído foram encontrados nos tratamentos com cera Aruá 12%, 15%, 8% e Tropical.

10 Tabela 7: Valores médios das avaliações de degustação dos frutos de tangerina Ponkan submetidos a tratamentos com diferentes ceras e mantidos em condições de meio ambiente. Experimento 1. Resultados expressos em porcentagem Guareí Experimento 1-24/5 a 21/06 Tratam/ Verde Coloração Aparência Sabor Levemente Amarelo Amarelo Excelente Bom Regular Ruim Excelente Bom Regular Ruim Test. 0 37,5 62, ,5 42,5 42,5 12,5 UES 12% 2, , , , ,5 10 UES 16% , ,5 5 37, ,5 Aruá 12% 0 52,5 47, ,5 12, ,5 32,5 40 Aruá 15% 0 32,5 67,5 22, ,5 2,5 17,5 32,5 47,5 Aruá 8% ,5 62, ,5 32,5 37,5 Aruá Trop. 2, ,5 12,5 47, , ,5

11 Tabela 8: Valores médios das avaliações de degustação dos frutos de tangerina Ponkan submetidos a tratamentos com diferentes ceras e mantidos em condições de refrigeração. Experimento 1. Resultados expressos em porcentagem Guareí Tratam/ Verde Experimento 1 - Data: 24/05 a 21/06 Coloração Aparência Sabor Levemente Amarelo Amarelo Excelente Bom Regular Ruim Excelente Bom Regular Ruim Test. 0 2,5 97, , ,5 15 UES 12% , ,5 7,5 32, UES 16% 0 17,5 82, ,5 30 2,5 7,5 37,5 37,5 17,5 Aruá 12% , ,5 5 2,5 32,5 37,5 27,5 Aruá 15% 0 17,5 82,5 7, ,5 7, ,5 25 Aruá 8% ,5 62,5 32,5 2,5 2,5 32, Aruá Trop

12 CONCLUSÃO Os frutos de tangerina Ponkan, assim como os de Decopon, devem ser tratados com cera UES 12% a fim de evitar alteração de sabor após o processamento nas unidades de beneficiamento.

13 AVALIAÇÃO DO APARECIMENTO DE FUNGOS APÓS APLICAÇÃO DO PRODUTO SOIL SET Soil Set fertilizante que auxilia no manejo integrado de doenças cuja formulação é constituída de enzimas e minerais. Figura 1- Resultados obtidos das avaliações de crescimento de Penicillium digitatum em laranjas Peras. Resultados expressos em mm

14 Figura 2 - Resultados obtidos das avaliações de crescimento de Geotrichum candidum em laranjas Peras. Segundo experimento. Resultados expressos em mm. 2013

15 Tabela 1. Valores obtidos das avaliações de perda de cálice de lima ácida Tahiti mantidos em câmara fria a 10 C e 90% U.R. por 30 dias. Resultados expressos em % Tratamentos Experimento -1 Experimento - 2 Médias Testemunha Testemunha + IMZ Acido Giberélico Acido Giberélico + IMZ Acido Giberélico + IMZ + cera TPA 0, TPA 0, TPA 0,2 + IMZ TPA 0,4 + IMZ TPA 0,2 + IMZ + cera TPA 0,4 + IMZ + cera ,4 D 0, ,4 D 0,5 + IMZ ,4 D + IMZ + cera Soil Set Soil Set 10 + IMZ Soil Set 10 + IMZ + cera SOIL SET: Lima ácida Tahiti cx de 100 frutos - 10mL/L solução (Drencher) MA 15 dias % de frutos com Cálice 68,12% % de frutos sem Cálice 24.10%

16 AVALIAÇÃO DO APARECIMENTO DE FUNGOS APÓS APLICAÇÃO DO PRODUTO DIOXIPLUS Dioxiplus dióxido de cloro 7% + carbonato de potássio. Tabela 1 Resultados obtidos das avaliações de crescimento de Penicillium digitatum nos tratamentos por inoculação em frutos de Laranja Pera mantidos em câmara fria a 10 C e 90% de U. R. Resultados expressos em mm Tratamento 31/03 01/04 02/04 03/04 04/04 Média Testemunha 14.86a ab a a a a Dioxiplus 0, ab ab a a a a Dioxiplus 1, ab a a a a a Dioxiplus 2, ab a a a a a Imazalil 0.00 c 0.00 b 0.00 b 0.00 b 0.00 b 0.00 b Dioxiplus 1,0+ Imazalil 0.00 c 0.00 b 0.00 b 0.00 b 0.00 b 0.00 b OPP 13% 0.00 c 0.00 b 0.00 b 0.00 b 0.00 b 0.00 b Dioxiplus 1,0+ OPP13% 0.00 c 0.00 b 0.00 b 0.00 b 0.00 b 0.00 b Dioxiplus + 48 C 9.26 b ab a a a a Dioxiplus + 52 C 2.75 c ab a a a a Médias seguidas da mesma letra maiúscula na coluna e minúscula na linha não diferem entre si pelo teste de Tukey a 5%.

17 Tabela 2: Resultados obtidos das avaliações de crescimento de Geotrichum candidum nos tratamentos por inoculação em frutos de Laranja Pera mantidos em câmara fria a 10 C e 90% de U. R. Resultados expressos em mm Tratamento 22/04 23/04 24/04 25/04 Média Testemunha a a a a a Dioxiplus 0, b 8.24 ab ab ab ab Dioxiplus 1, ab 9.32 ab ab ab ab Dioxiplus 2, b 8.37 ab ab ab 9.09 ab Imazalil 0.00 c 0.00 c 0.00 c 0.00 c 0.00 c Dioxiplus 1,0+ Imazalil 0.00 c 0.00 c 0.00 c 0.00 c 0.00 c OPP 13% 0.00 c 0.00 c 0.00 c 0.00 c 0.00 c Dioxiplus 1,0 + OPP13% 0.00 c 0.00 c 0.00 c 0.00 c 0.00 c Dioxiplus + 48 C 4.02 b 7.13 b 8.44 b b 7.52 b Dioxiplus + 52 C 4.99 b 9.55 ab ab ab 9.98 ab Médias seguidas da mesma letra maiúscula na coluna e minúscula na linha não diferem entre si pelo teste de Tukey a 5%.

18 Tabela 3 - Resultados médios de aparecimento de Guignardia citricarpa de dois experimentos nos tratamentos por imersão em frutos de Laranja Pera mantidos em meio ambiente e em câmara fria a 10 C e 90% U. R. Resultados expressos porcentagem Tratamentos Exp. 1 Exp. 2 Médias M. A. C. F. M. A. C. F. M. A. C. F. Testemunha 9,33 5,33 54,67 66,67 32,00 36,00 Dioxiplus 5 26,67 9,33 72,00 33,33 49,33 21,33 Dioxiplus 10 12,00 1,33 68,00 18,67 40,00 10,00 Dioxiplus 20 12,00 12,00 26,67 8,00 19,33 10,00 Imazalil 20,00 9,33 70,67 29,33 45,33 19,33 Dioxiplus + Imazalil 10,67 4,00 48,00 29,33 29,33 16,67 OPP 13% 6,67 9,33 18,67 16,00 12,67 12,67 Dioxiplus + OPP13% 16,00 9,33 44,00 17,33 30,00 13,33 Dioxiplus + 48 C 4,00 1,33 13,33 10,67 8,67 6,00 Dioxiplus + 52 C 5,33 5,33 16,00 10,67 10,67 8,00

19 Desinfecção de câmara fria com Dioxiplus Placas mantidas em BOD 27 C / 72h - Penicillium; Botrytis e Levedura Pulverização com uma solução de 20mL Dioxiplus/10L de solução CONCLUSÃO Produto Dioxiplus apresenta-se com boa capacidade de desinfecção para superfícies tais como câmaras frias, containers, equipamentos de processamento, pisos, entre outros ambientes, contribuindo para a diminuição da carga microbiana decorrente dos frutos trazidos do campo e sem nenhum tipo de tratamento preliminar.

20 Foto: Roberto Fukugauti Consumidor Final

21 Muito obrigada! Centro de Citricultura - IAC Rodovia Anhanguera, km 158, CP 04 Cordeirópolis-SP, Brasil Tel/fax: (19) (19)

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