[Fonte: INE] Sexo Masculino Sexo Feminino. Espanha França

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2 Pirâmide etária (1979/27) [Fonte: INE] 1979 Sexo Masculino 27 Sexo Feminino PORTUGAL 91,6 85,8 8, 74,8 Espanha 8, 78,2 59,7 54,6 França 5, 49,2 36,1 34,7 População (%) com apenas 6 anos ou menos de escolaridade (fonte: OCDE) PORTUGAL Espanha França PIB per capita em USD ppp (fonte: OCDE) Em Portugal, 1979, maiores de 8 havia 148. pessoas; em 24 eram Em 198, 11,4% da população tinha 65 e mais anos; em 25 eram 17%. Pirâmide etária (1979/27) Ao longo dos últimos 3 anos, dentre a população europeia, a p o r t u g u e s a c o n h e c e u u m envelhecimento dos mais rápidos. D e n t r e o s f a c t o r e s q u e contribuíram para isso, destacam-se melhoria das condições de vida que t a m b é m s e r e p e r c u t e m e m diminuição da mortalidade infantil, controlo de várias doenças e redução d a s i n i s t r a l i d a d e ; r e d u ç ã o d a natalidade e aumento da longevidade. O SNS, através da universalidade e d a q u a l i d a d e d o s c u i d a d o s prestados, não pode ignorar-se. Ao proceder a comparações com o intuito de apreciar o desempenho do nosso SNS importa recordar o atraso relativo no que se refere a rendimento per capita e a literacia, d e t e r m i n a n t e s e m muitos indicadores de saúde.

3 Esperança de vida à nascença, homens e mulheres Esperança de vida à nascença (Homens e Mulheres) [Fonte: INE] Esperança de País Ano vida à nascença Homens Mulheres Luxemburgo ,8 77,8 Áustria ,3 78,9 Bélgica ,1 79,8 Holanda ,3 8,3 Dinamarca ,6 77,8 Suécia ,2 81,4 Reino Unido ,1 79,3 França ,7 81,8 Itália ,6 81, Finlândia , 8,5 Alemanha , 8,3 Irlanda ,3 81,6 Espanha 2 75,8 82,5 Grécia 23 76,5 81,3 PORTUGAL 25 74,9 81,4 (fonte: OCDE) Aos 65 anos Aos 8 anos H M H M ,8 17, 5,6 6, ,1 17,3 5,9 7, ,6 18,1 6,1 7, ,7 19,4 6,8 8, ,6 2,2 7,3 8,7 (fonte: OCDE) Os portugueses vivem cada vez mais tempo e melhor. Apesar do atraso ancestral face aos que nos estão mais próximo, a evolução tem sido promissora. Esperança de vida à nascença, homens e mulheres Nas últimas décadas, na U.E. a esperança de vida à nascença, indicador global de saúde, tem progredido embora as discrepâncias entre sexos se mantenham. Portugal não é excepção. A confrontação da esperança de vida à nascença no ano em que o PIB per capita em ppp ultrapassou os 2. USD é sugestiva da relevância do SNS enquanto factor de desenvolvimento social. Aos 65 e sobretudo aos 8 anos, a esperança de vida reflecte o suporte social, incluindo os cuidados médicos que a sociedade presta aos seus cidadãos seniores e suas famílias.

4 Taxa de mortalidade infantil (por mil nados vivos) [Fonte: INE,/DGS] Em Portugal, nos últimos anos, foi possível atingir taxas de mor talidade infantil cujos valores são dos mais baixos, a nível mundial. Taxa de mortalidade infantil Nas últimas décadas, a evolução da taxa de mortalidade infantil representa uma das áreas da saúde em que os ganhos têm sido mais significativos. Ao atingir, em 27, um valor de 3,7/ NV, enquanto que, em 1975, se situava nos 38,9/, este indicador, para além da melhoria global do contexto socioeconómico e cultural da população portuguesa, traduz o sucesso de um conjunto de medidas, a nível da Saúde, que merece ser destacado. Assim, neste domínio, ao êxito até aqui obtido não são, certamente, alheias iniciativas como: a criação do Serviço Médico à Periferia e a colocação de especialistas das áreas da Ginecologia, Obstetrícia e Pediatria a nível distrital; o incremento do Diagnóstico Pré-Natal e do parto intra-hospitalar; o desenvolvimento do Programa Nacional de Vacinação e do Programa-Tipo em Saúde Infantil e Juvenil; o estabelecimento e reforço das Consultas de Planeamento Familiar, Saúde Materna e Saúde Infantil; a criação das Unidades Coordenadoras Funcionais (UCF) e do sistema informativo da Notícia de Nascimento.

5 Taxa de mortalidade perinatal (por 1 nados vivos) 3 23 Programa de Saúde Materno-Infantil 15 Programa de Diagnóstico Pré-Natal Mortalidade Perinatal. Desenvolvimento do Programa de Saúde Materno-Infantil (PNSMI) e do Programa Nacional de Diagnóstico Pré-Natal (PNDPN) [Fonte: INE/DGS] E m o o b j e c t i v o primordial era a melhoria dos c u i d a d o s e c o n d i ç õ e s assistenciais: pré-concepcional, pré e perinatal e infantil, com a diminuição da morbilidade e mortalidade materna, fetal, neonatal e infantil. Mortalidade Perinatal.. Os cuidados de saúde materno-infantis implicam áreas de saber multidisciplinares e envolvem uma estrutura muito vasta e complexa de profissionais e serviços de nível primário e hospitalar. Ao longo dos anos foi incrementado um vultuoso programa de investimentos, incidindo na melhoria das instalações e recursos técnicos e humanos dos serviços de obstetrícia e neonatalogia, assim como do equipamento de centros de saúde, referente às acções de vigilância da gravidez e puerpério, planeamento familiar e saúde infantil. Tendo em conta que as malformações congénitas eram a 2ª causa de morte perinatal e infantil e um importante factor de morbilidade, com a introdução do PNDPN conseguiu-se uma nova redução na mortalidade perinatal.

6 Programa Nacional de Vacinação / / /9 1. Varíola 1. Varíola 2. Difteria 2. Difteria 1. Difteria 1. Difteria 1. Difteria 1. Difteria 1. Difteria 1. Difteria 1. Difteria 1. Difteria 3. Tétano 3. Tétano 2. Tétano 2. Tétano 2. Tétano 2. Tétano 2. Tétano 2. Tétano 2. Tétano 2. Tétano 4. T. Conv. 4. T. Conv. 3. T. Conv. 3. T. Conv. 3. T. Conv. 3. T. Conv 3. T. Conv. 3. T. Conv 3. T. Conv 3. T. Conv 5. TB 5. TB 4. TB 4. TB 4. TB 4. TB 4. TB 4. TB 4. TB 4. TB 6. Polio 6. Polio 5. Polio 5. Polio 5. Polio 5. Polio 5. Polio 5. Polio 5. Polio 5. Polio 7.Sarampo 6.Sarampo 6. Sarampo 7. Rubéola 7. Rubéola Hepatite B 9. Hepatite B 9. Hepatite B 9. Hepatite B [Fonte: DGS] 1. Hib 1. Hib 1. Hib 11. MenC 11. MenC 12. HPV N o s s e u s 4 4 a n o s d e e x i s t ê n c i a o P r o g r a m a Nacional de Vacinação (PNV) permitiu salvar milhares de vidas. Programa Nacional de Vacinação Em 1965, surge o Programa Nacional de Vacinação (PNV), para reduzir a morbilidade e a mortalidade por doenças infecciosas. O PNV é universal e gratuito para o utilizador, tem um esquema vacinal recomendado - receita universal -, é gerido pela Direcção-Geral da Saúde e os seus resultados são avaliados pelo controlo ou eliminação das doenças alvo. Em 44 anos foram vacinadas cerca de 1 milhões de crianças e milhões de adultos e a maioria da população está imunizada. O PNV inclui, à data, as 12 vacinas com maior impacte na saúde pública, das quais se administram, anualmente, múltiplas doses a cerca de 45. crianças e a centenas de milhares de adultos. Em campanhas de repescagem como a de 26/27 para a doença meningocócica C, foram administradas cerca de 1 milhão de doses da vacina por ano. O êxito do Programa deve-se aos profissionais de saúde em todo o País e aos cidadãos, cuja confiança na vacinação tem sido inexcedível e permitiu s a l v a r m i l h a re s d e v i d a s, sobretudo crianças.

7 Taxa de mortalidade materna (por 1 nados vivos) [Fonte: INE/DGS] N a s ú l t i m a s 3 d é c a d a s registou-se em Portugal uma significativa redução da taxa de m o r t a l i d a d e m a t e r n a, classificada actualmente entre as mais baixas da Europa. Redução da Mortalidade Materna Nas últimas 3 décadas registou-se em Portugal uma significativa redução da taxa de mortalidade materna, classificada actualmente entre as mais baixas da Europa. Em 1979 morriam por complicações relacionadas com a gravidez e o parto 42,9/1 mil mulheres. Hoje, a situação é bem diferente. A implementação de um Sistema Nacional de Saúde, de um Programa de Saúde Materno-Infantil, com criação de uma Rede de Referenciação e articulação entre os diferentes níveis de cuidados, a acessibilidade ao planeamento familiar com contracepção gratuita, a instituição de orientações técnicas para a vigilância pré-natal e do puerpério, a fiscalização das condições sanitárias de funcionamento, a par de um aumento do número de partos assistidos por profissionais especializados e da diminuição das complicações por aborto, são responsáveis pela redução tão expressiva nos valores deste indicador.

8 Utilização de contracepção em mulheres em idade fértil 1% 6% 12% 28% 6% 4% 5% 42% 1% 7% 2%3%4% 39% 5% 8% 26% 9% 8% 15% 6% 198* 1987* 1997** 6% 3% 2% 4% 8% 12% 65% [Fonte: INE] Pílula DIU Laqueação Outros Preservativo Coito Interrompido Abstinência Periódica * Dados referentes apenas a mulheres casadas entre os 15 e os 49 anos * * Dados referentes a todas as mulheres entre os 15 e os 49 anos. 27** A implementação progressiva do Planeamento Familiar (PF), representou e permanece como um elemento basilar p a r a a m e l h o r i a d o s indicadores de saúde materna e infantil. Utilização de contracepção em mulheres em idade fértil Nos últimos 3 anos, cresceu a utilização de contracepção eficaz em mulheres em idade reprodutiva. Garantir o fácil acesso a meios contraceptivos e consultas de Planeamento Familiar (PF) é um dos objectivos da prestação de cuidados em saúde sexual e reprodutiva. Através dos dados do INE verifica-se uma mudança, ao longo dos anos, do tipo de contracepção utilizado por mulheres e homens que realizam PF. Actualmente a Pílula, o Preservativo e o DIU constituem os métodos mais utilizados. Estes dados evidenciam a importância de que se reveste, por um lado, uma distribuição facilitada desses contraceptivos como forma de favorecer a continuidade do uso e, por outro, o aconselhamento contraceptivo cuidado e adequado às características da/o utente, promovendo uma utilização correcta e consistente.

9 Consumo anual de medicamentos Consumo anual de medicamentos per capita ( ) Consumo anual de medicamentos genéricos per capita ( ) [Fonte: INFARMED] A evolução anual dos gastos per capita em medicamentos m a n t é m u m a t e n d ê n c i a regular. É de realçar o crescimento acentuado dos g a s t o s p e r c a p i t a e m medicamentos genéricos. Gastos anuais de medicamentos per capita E s t e i n d i c a d o r r e v e l a - n o s u m crescimento gradual dos gastos per capita em medicamentos. Em 23 o seu valor era de 275 euros aproximadamente, representando em 27 cerca de 325 euros. Verifica-se que este crescimento ocorre nos vários sectores do mercado de medicamentos. A nível do Serviço Nacional de Saúde, a expressividade deste indicador traduz-se numa variação de 234 euros em 23 para 266 em 27, enquanto no mercado dos subsistemas de saúde, assistimos a uma oscilação menos perceptível, com uma capitação de 26 euros em 23 e 214 euros em 27. É nos gastos com os medicamentos genéricos que se observa uma evolução mais acentuada neste período. Na realidade, transitamos de um valor ainda baixo em 22, o qual se torna já visível em 23, verificando-se a partir daí fortes acréscimos anuais, sendo de sublinhar aquele que ocorre entre 24 e 25.

10 Auto apreciação do estado de saúde (homens e mulheres) Muito bom ou bom Razoável Mau ou muito mau [Fonte: INE] 1998/99, H 1998/99, M 25/6, H 25/6, M Há uma tendência para as mulheres atribuírem, em menor percentagem, uma apreciação positiva da sua saúde, contrariamente aos homens, que tendem a p r i v i l e g i a r e s s a m e s m a apreciação. Auto apreciação do estado de saúde A percentagem da população portuguesa que refere considerar o seu estado de saúde Muito bom ou bom aumentou de forma um pouco acentuada de 1998/99 para 25/6 (5,3%, nos homens; 6,9%, nas mulheres). Na percentagem relativa à população que considera o seu estado de saúde Razoável registou-se um decréscimo, tanto nos homens como nas mulheres. O aumento da qualificação positiva do estado de saúde é acompanhado de um decréscimo das pessoas que consideram o seu estado de saúde Mau ou muito mau. Em síntese, na população portuguesa, tanto nos homens como nas mulheres, parece registar-se uma mudança positiva da auto-apreciação do estado de saúde. Apesar disso, salienta-se que, no que concerne às mulheres, estas tendem a considerar o seu estado de saúde de forma positiva em menor percentagem do que os homens e, paralelamente, de forma negativa em maior p e r c e n t a g e m. O s r e s u l t a d o s evidenciam uma relevância de género a diferenciação homens/ mulheres não é apenas biológica mas também é social e cultural.

11 Número de médicos (por 1 habitantes) [Fonte: Ordem dos Médicos] Tem sido significativa a melhoria da relação entre o número de médicos e o número de habitantes. No período em análise, o país quase duplicou o valor do indicador. Número de médicos por 1 habitantes O número de médicos em Portugal aumentou substancialmente nas últimas três décadas. Transitou-se de um cenário de cerca de 18 médicos, para u m v a l o r a p r o x i m a d o d e 3 5 profissionais por 1 habitantes. O i n d i c a d o r m a n t e ve u m a e vo l u ç ã o regular ao longo de todo o período, havendo contudo a assinalar acréscimos mais significativos em alguns anos da década de 8. Para 26, o valor assinalado corresponde a um total de m é d i c o s i n s c r i t o s n a r e s p e c t i v a organização profissional, dos quais uma par te significativa (cerca de 75%) e x e r c e a s u a a c t i v i d a d e e m estabelecimentos do Serviço Nacional de Saúde.

12 Número de enfermeiros (por 1 habitantes) [Fonte: Ordem dos Enfermeiros] O país registou uma melhoria significativa deste indicador. No período em referência, assistese ao crescimento do seu valor em cerca de 1,5 vezes. Número de enfermeiros por 1 habitantes. O número de profissionais de enfermagem registou um crescimento significativo ao longo do período em referência. O país dispunha de pouco mais de 2 enfermeiros por 1 habitantes, apresentando actualmente cerca de 48 profissionais para igual número de habitantes, o que equivale a cerca de 1,5 vezes mais, o valor de A evolução d e s t e i n d i c a d o r t eve c o n t u d o u m comportamento irregular. Até final da d é c a d a d e 8, a p re s e n t a a l g u m a s inconstâncias, as quais são também observáveis nos finais da década seguinte. É sobretudo a partir do ano 2 que melhor se clarifica a evolução deste indicador, caracterizada por um crescimento regular. O país conta na actualidade (26) com cerca de 51 profissionais de enfermagem, dos quais mais de 8% p r e s t a m c u i d a d o s e m estabelecimentos do Serviço Nacional de Saúde.

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