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1 AFRICAN UNION UNION AFRICAINE UNIÃO AFRICANA P. O. Box 3243, Addis Ababa, ETHIOPIA Tel.: (251-11) Fax: (251-11) DOCUMENTO-SÍNTESE SOBRE A PROMOÇÃO DO COMÉRCIO INTRA- AFRICANO E ACELERAÇÃO DA CRIAÇÃO DE UMA ZONA DE COMÉRCIO LIVRE CONTINENTAL Introdução PROJECTO REVISTO 1. O objectivo principal deste Documento-síntese é fornecer um resumo do conteúdo de três documentos conexos, nomeadamente: o Documento Temático, o Plano de Acção e o Documento-Quadro, o Roteiro e a Arquitectura para a Aceleração da Criação de uma Zona de Comércio Livre Continental (ZCLC), elaborados simultaneamente para dar resposta aos trabalhos de promoção do comércio intra-africano e elaboração de modalidades para a aceleração da criação de uma Zona de Comércio Livre Continental. Antecedentes: Resumo das características do Comércio Intra-africano 2. O comércio é amplamente reconhecido como uma força motriz importante do crescimento económico e desenvolvimento. Há muitas regiões e países do mundo que foram capazes de tirar o seu povo da pobreza e colocá-lo no caminho da prosperidade através do comércio. Embora a economia africana seja caracterizada por um nível de abertura relativamente elevado tendo, em 2009,registado um rácio entre exportações e importações em relação ao PIB na ordem de 55.7%, o comércio não tem servido como um instrumento forte para o alcance do crescimento económico e desenvolvimento rápido e sustentável para muitos países. Como consequência, África continua a ser o continente mais dependente da ajuda do mundo, incapaz de erradicar a pobreza através do comércio. 3. Uma característica fundamental do comércio africano, que tem tido algumas implicações negativas no tocante ao seu impacto sobre o crescimento económico e desenvolvimento, é a sua elevada orientação externa e nível de comércio intraregional relativamente baixo. O volume do comércio intra-africano é de cerca de 10 por cento comparativamente ao de 60, 40 e 30 por cento do comércio intra-regional que foi alcançado pela Europa, América do Norte e ASEAN, respectivamente. Mesmo se se tomar em consideração o comércio transfronteiriço informal não incluído nas estatísticas oficiais em África, o volume total do comércio intra-africano não seria provavelmente superior a 20 por cento, que continuaria ainda inferior a de outras grandes regiões do mundo. 4. O facto dos países africanos não terem fortes relações comerciais uns com os outros é um indicador de que estes não têm sido capazes de aproveitar 1

2 plenamente as sinergias e as complementaridades das suas economias e tirar o máximo proveito das economias de escala e outros benefícios (como a geração de receitas e de emprego) que uma maior integração do mercado teria oferecido. Há casos em que produtos e serviços poderiam ter sido obtidos de forma competitiva de outros países africanos, mas que foram adquiridos fora do continente. 5. Devido ao facto de África fazer o grosso das suas trocas comerciais com o mundo exterior e as exportações estarem fortemente concentradas em produtos de base primários, o continente tem sido particularmente vulnerável a choques macroeconómicos externos e políticas comerciais proteccionistas. Este facto tornase evidente se tomarmos em consideração a recente crise económica e financeira mundial que, embora não tenha originado nos países africanos, tem tido um impacto negativo sobre o desempenho económico do continente. Na actual economia mundial cada vez mais interdependente, África não pode desligar-se das suas relações comerciais com o mundo externo. Todavia, o continente pode reduzir a sua vulnerabilidade a choques externos e melhorar o seu desempenho comercial e económico através do reforço da integração do mercado africano e aumento das trocas comerciais externas entre os países africanos. Portanto, uma lição importante a ser tirada dos choques sistemáticos na economia mundial é a necessidade de África promover o comércio intra-regional. 6. A promoção do comércio intra-africano e o reforço da integração dos mercados regionais constituem uma resposta necessária aos desafios que África enfrenta no sistema multilateral de comércio e na economia global. A promoção da competitividade entre os países africanos irá igualmente ajudar a melhorar a sua capacidade e a prepará-los para competir com maior eficácia no mercado global. Base para uma nova visão, dinâmica e acção: Definição da agenda 7. Durante muito tempo, a integração regional esteve no topo da agenda de desenvolvimento dos países africanos. O continente tem um número de programas de integração relativamente elevado. Apesar disso, o processo de integração dos mercados em África é fraco e o nível do comércio intra-africano continua relativamente baixo como indicado acima. É neste contexto que a 6ª Sessão Ordinária da Conferência dos Ministros do Comércio tomou a decisão de acelerar a criação de uma Zona de Comércio Livre Continental (ZCLC). Esta foi posteriormente seguida da decisão da Conferência da UA dos Chefes de Estado e de Governo de incidir a sua Sessão Ordinária de Janeiro de 2012 sobre o tema Promoção do Comércio Intra-africano Promoção do Comércio Intra-africano e Aceleração da criação de uma ZCLC: Novas modalidades para acção 8. De modo a responder a estas tarefas, a Comissão da União Africana e os seus parceiros de colaboração, a UNECA, o BAD, as CER e outros parceiros, começaram a trabalhar na elaboração de propostas destinadas a enfrentar os desafios associados à promoção do comércio intra-africano, bem como à aceleração da criação de uma Zona de Comércio Livre Continental. Os resultados são a elaboração de um Documento Temático, um Plano de Acção e um Documento-quadro para o lançamento do processo de aceleração da criação 2

3 (concretização) de uma ZCLC. Todos os três documentos formam a base para a definição da agenda para a promoção do Comércio Intra-africano e aceleração da criação de uma ZCLC. 9. O Documento Temático destina-se a levantar a questão do baixo desempenho do comércio Intra-africano, e apresenta deste modo as principais questões que estão por detrás do baixo nível do comércio intra-africano. Estas são as mesmas questões bem conhecidas que foram destacadas na parte introdutória do presente documento-síntese e, consequentemente, o objectivo do Documento. O Documento Temático não procura abordar em detalhe todas estas questões, particularmente devido ao facto de que a "Quarta" edição da Avaliação de Integração Regional em África (ARIA IV), a publicação em série conjunta UA, UNECA e BAD dedicam-se ao tema de comércio intra-africano, onde é feita uma análise detalhada das questões que debilitam o comércio intra-africano. O Documento Temático é, portanto, um resumo da ARIA IV e serve como uma referência prática no que concerne os desafios do comércio intra-africano. Em conformidade com esta orientação e, em particular, com a necessidade de responder à tarefa de elaborar as modalidades para realizar os objectivos estabelecidos na Cimeira, o Documento Temático incide, portanto, sobre questões que deverão ser tratadas como prioritárias. Estas estão divididas em duas categorias, nomeadamente, o primeiro conjunto de prioridades que necessita de acções imediatas, de curto e médio prazos, e o segundo conjunto de prioridades que terá de ser abordado a médio e longo prazos. O Documento Temático apresenta ainda uma série de recomendações para enfrentar os desafios identificados em cada conjunto (cluster) de prioridades. 10. Estas recomendações estão igualmente reflectidas no Plano de Acção desenvolvido para promover o comércio intra-africano, a fim de assegurar que os documentos estejam efectivamente ajustados, em consonância e complementamse. Neste sentido, pode-se afirmar que o Documento Temático identifica as questões, estabelece as premissas ou a base para acções, e o Plano de Acção define as acções, as actividades e os programas que deverão ser implementados com vista a realizar o objectivo de promoção do Comércio Intra-africano. 11. Como o próprio nome nos leva a crer, o Plano de Acção é mais orientado para acções, enquanto o seu conceito responde ao objectivo geral de promover o comércio intra-africano, que é transversal. No entanto, de acordo com a necessidade de priorizar as acções, o Plano de Acção restringe o âmbito a uma matriz, bem como a uma série de áreas de acção prioritárias que afectam vários sectores. Portanto, importa referir que estas prioridades estão em consonância com as destacadas no Documento Temático. A matriz do Plano de Acção destaca o "programa ou actividade", o "objectivo fundamental", o "resultado a alcançar ou meta" almejado e como estes devem ser alcançados; o "prazo previsto" para a implementação (de imediato a curto e médio prazos) e os "níveis de responsabilidade" onde a implementação terá lugar, nomeadamente: nacional (Estados-membros), Regional (CER), Continental (CUA) Intervenientes (Sector Privado) e Parceiros (Parceiros de Desenvolvimento). 3

4 12. Os clusters de acções prioritárias identificados são os seguintes: Política de Comércio: destinado a incorporar a política de comércio para a aceleração do desenvolvimento do comércio intra-africano; Facilitação do Comércio: destinado a reduzir os custos e o tempo de transporte de bens para os seus destinos; Capacidade de Produção: destinado a criar cadeias de valores regionais/continentais, aumentar a produção local e o comércio de bens produzidos em África; Infra-estruturas relacionadas com o Comércio: destinado a desenvolver mecanismos inovadores para projectos plurinacionais de infra-estruturas, bem como priorizar iniciativas/programas continentais de desenvolvimento de infra-estruturas, por exemplo, energia, transporte; Financiamento do Comércio: destinado a desenvolver/reforçar as instituições/mecanismos financeiros africanos para promover o comércio intra-africano e o investimento; Informação sobre o Comércio: destinado a melhorar o acesso à informação sobre o comércio com vista a aumentar as oportunidades de comércio; e Integração dos Mercados de Factores de Produção: destinado a harmonizar os regulamentos e a mobilidade dos factores de produção a nível intra-regional. 13. O terceiro documento, o Documento-quadro para a aceleração da criação de uma ZCLC, aborda o ambicioso programa de lançamento da ZCL Continental. Propõe um Roteiro para o processo de aceleração, uma Arquitectura Institucional, Mecanismos de Monitorização e Avaliação e um Mecanismo de Resolução de Litígios. O amplo espectro do roteiro proposto enquadra-se nos dois princípios ou conceitos-chave, nomeadamente: "acelerar o processo e ser, portanto, ambicioso" e "inspirar-se e basear-se nos progressos já alcançados", tendo em conta, particularmente, a experiência impressionante da Zona de Comércio Livre Tripartida COMESA-CEA-SADC. Toma igualmente em consideração o facto de que o Tratado de Abuja que institui a Comunidade Económica Africana (CEA) apresenta uma lacuna pelo facto de não prever uma zona de comércio livre a nível continental, mas procura consolidar a integração continental dos mercados ao nível da União Aduaneira, com a convergência das CER na União Aduaneira Continental em Assim, partindo da premissa de basear-se no "Acervo" dos actuais níveis de liberalização de tarifas nas CER, o Roteiro propõe "uma abordagem de fase única, e com três vertentes" com um prazo "indicativo", como indicado abaixo: Conclusão da iniciativa de ZCL Tripartida CEA-COMESA-SADC até 2014; Conclusão da criação de ZCL(s) pelas CER não Partes à iniciativa Tripartida, através de acordos paralelos similares à Iniciativa Tripartida CEA-COMESA- 4

5 SAD ou que reflectem as preferências dos seus Estados-membros, até 2012 e 2014; Consolidação das ZCL Tripartidas e de outras ZCL regionais numa iniciativa de Zona de Comércio Livre Continental (ZCLC) entre 2015 e 2016; e Criação da Zona de Comércio Livre Continental (ZCLC) até 2017, em conformidade com o calendário e etapas do Tratado de Abuja, com a opção de revê-la de acordo com os progressos feitos. 14. Outra característica fundamental do Documento-quadro é a Arquitectura proposta. A Arquitectura contém uma série de organismos, cujas funções de coordenação irão ajudar na implementação com êxito dos processos ZCLC. Estes incluem o Comité Africano de Alto Nível para o Comércio, a Conferência dos Ministros do Comércio, o Fórum de Negociações sobre a ZCLC, o Mecanismo de Resolução de Litígios, o Mecanismo de Monitorização e Avaliação, o Conselho Empresarial Africano, o Fórum Africano do Comércio e um Observatório do Comércio. A maioria das actividades estará, portanto, centrada na Comissão da UA, que servirá como o Secretariado dos processos de implementação. Ao propor-se o supracitado, tomou-se em consideração as preocupações em relação à criação de novos organismos ou órgãos e os respectivos constrangimentos foram, tanto quanto possível, estudados. Por exemplo, a Conferência dos Ministros do Comércio já existe, assim como o Tribunal Africano de Justiça, ao abrigo do qual o Tribunal de Arbitragem irá funcionar como parte do mecanismo de resolução de litígios. O Fórum Empresarial é dirigido pelo sector privado e não tem, portanto, qualquer implicação de custo para a UA. O Fórum Africano do Comércio já existe e serve como um fórum aberto para as partes interessadas contribuírem para a formulação de políticas de comércio, enquanto o Observatório do Comércio é um sistema de recolha de informações sobre o comércio que irá basear-se nos mecanismos existentes. Os únicos órgãos principais, aparentemente recém-criados, são o Comité de Alto Nível para o Comércio e o Fórum de Negociações sobre a ZCLC. Quanto ao Fórum de Negociações, se a ZCLC deve ser criada, então há certamente necessidade de um fórum para que as negociações sejam realizadas. 15. O órgão que é igualmente digno de nota dentro da Arquitectura, é o Comité Africano de Alto Nível para o Comércio, que será composto pelos Presidentes em exercício (Chefes de Estado) das oito CER reconhecidas. Servirá como um órgão da Conferência dos Chefes de Estado e, nesse âmbito, irá desempenhar o papel de promotor da aceleração da criação de uma ZCLC e reforço do comércio intraafricano. Servirá ainda como um fórum para partilhar experiências e boas práticas; coordenação e harmonização das acções para a realização do objectivo de criação da ZCLC e implementação do Plano de Acção. O Comité irá reunir-se anualmente na véspera das sessões regulares da Cimeira de Junho/Julho e apresentar um relatório de actividades à Cimeira. 16. Tanto o Plano de Acção como o Documento-quadro para a ZCLC destacam igualmente os próximos passos a serem tomados após a aprovação formal das propostas destacadas anteriormente para promover o comércio intra-africano e o lançamento da ZCLC, tais como o desenvolvimento de uma estratégia de implementação detalhada que incidirá sobre as modalidades de negociação sobre a 5

6 ZCLC; Redução Gradual de Tarifas; Harmonização das Regras de Origem; Simplificação da Nomenclatura e dos Procedimentos Aduaneiros; Eliminação de Barreiras Não Tarifárias, Concepção de Medidas de Defesa Comercial Apropriadas; Mecanismos de Ajustamento de Custos, Indicadores, Referências e Marcos, a partir dos quais uma monitorização e avaliação efectiva poderá ser feita. O caso da Zona de Comércio Livre Continental (ZCLC) 17. Além do exposto acima, e tendo em conta a consciência existente em relação às preocupações e receios que surgem no processo de criação de zonas de comércio livre ou união aduaneira, particularmente os relacionados com a perda de receitas, domínio por parte dos países vizinhos e maiores, bem como outros aspectos de ordem política, o Documento-quadro defende os ganhos que reverterão a favor dos Estados-membros, apontando uma série de elementos positivos, ou seja, os potenciais benefícios da ZCLC; benefícios específicos acumuláveis e lições de histórias de sucesso. Os potenciais benefícios da ZCLC 18. Uma série de potenciais benefícios que podem advir da criação de uma ZCL é descrita abaixo: Entre 2000 e 2010, a criação da ZCL da COMESA fez com que o comércio a nível da COMESA aumentasse seis vezes. Prevê-se que a concretização da ZCL Tripartida irá levar a um maior crescimento do comércio intra-africano, e que a ZCL continental baseie-se nos sucessos alcançados e permita que África participe no comércio global como um parceiro eficaz e respeitado. Num possível cenário de dois grupos de ZCL, ou seja, grupo de ZCL do Sudeste de África (COMESA-CEA-SADC e IGAD, ou S-E) e grupo de ZCL da África do Norte-Ocidental-Central (CEDEAO, CENSAD, CEEAC/UMA ou N- W-C), ficou evidente que a taxa média de protecção global é tão elevada, situando-se em 7.7% para o grupo de ZCL S-E, 8.2% para o grupo de ZCL N- W-C, e 8.7% para todo o continente. Actualmente há um nível elevado de protecção que inibe o comércio. A consolidação da ZCL dos dois grupos/regiões iria reduzir simultaneamente a protecção global de África em 68.7%, reduzindo consequentemente a protecção média do comércio intraafricano de 8.7% para 2.7%. Para alguns países africanos, o comércio na região representa uma parcela significativa das suas exportações, portanto, uma possível ZCL continental irá proporcionar benefícios ainda maiores que levarão ao aumento das trocas comerciais dentro do continente. Estudos sobre a atracção de investimentos em África prevêem que o IED irá alcançar uma meta de 150 mil milhões $EU até 2015, um montante muito acima dos 84 mil milhões $EU registados em 2010, com a possibilidade de criar mais de empregos por ano, tanto directos como indirectos; 6

7 Além da previsão favorável do IDE, o potencial mercado pan-africano, com mais de mil milhão de pessoas e sem fronteiras internas, irá despertar o enorme potencial económico e de desenvolvimento de África, enquanto um mercado regional maior, mais integrado e em crescimento, irá aumentar o IED e fornecer a base para o reforço do comércio intra-africano, o que irá reforçar as vantagens regionais das economias de escala, melhorar a concorrência, aumentar a diversificação e reforçar a especialização regional no domínio da produção. Benefícios Específicos 19. Entre outros benefícios específicos que reverterão a favor dos países africanos como resultado da criação da ZCL continental destacam-se os seguintes: Aumento da segurança alimentar através da redução da taxa de protecção sobre o comércio de produtos agrícolas entre os países africanos; Aumento da competitividade dos produtos industriais de África através do aproveitamento por parte das economias de escala de um mercado continental grande com cerca de mil milhões de pessoas; Aumento da taxa de diversificação e transformação da economia de África e reforço da capacidade do continente para suprir as suas necessidades de importação usando os seus próprios recursos; Melhor alocação de recursos, aumento da concorrência e redução das diferenças de preços entre os países africanos; Crescimento do comércio Intra-industrial e desenvolvimento da especialização numa base geográfica em África; Redução da vulnerabilidade de África aos choques de comércio externos; e Maior participação de África no comércio mundial e redução da dependência do continente da ajuda e empréstimos externos. Histórias actuais de sucesso das ZCL regionais 20. Experiências específicas de ZCL existentes no mundo são igualmente descritas abaixo: A criação do mercado interno da UE levou a um aumento do nível do comércio intra-ue, que situa-se actualmente em cerca de 63% e contribuiu para o crescimento do PIB e do emprego. 7

8 Na CEA, dados de comércio indicam que o comércio interno na região mais do que duplicou de 1,6 mil milhões $EU em 2004 para 3,5 mil milhões $EU em No passado, o receio de perda de receitas pautais constituía um obstáculo à liberalização do comércio intra-africano. Todavia, experiências recentes a nível regional mostram que as receitas do governo podem realmente aumentar com a remoção ou redução das tarifas sobre o comércio intraregional. Isto é aplicável tanto a economias pequenas como grandes. Por exemplo, na sequência da adesão do Ruanda à ZCL da COMESA, a receita do governo aumentou como resultado da cobrança de IVA sobre as importações da região. Os dados de Comércio mostram igualmente que há mais sofisticação dos produtos do comércio intra-africano do que dos produtos que África exporta para o resto do mundo. Evidências mostram ainda que, apesar do nível existente de protecção Intra-africana de bens não-agrícolas, estas exportações representam ainda uma parcela significativa das exportações de cada país em África. Dimensão política 21. Todavia, adicionado ao supracitado está a dimensão política como destacado a seguir na forma de valores comuns, experiências e soluções comuns, bem como a actual boa vontade internacional que pode ser aproveitada tendo em conta o duplo objectivo de acelerar a criação da ZCLC e promover o Comércio Intra-africano. Valores comuns, sustentação da dinâmica: recentemente, África registou um conjunto de sucessos que continua a ser aclamado no mundo inteiro. Estes sucessos são em termos de aumento da experiência democrática, níveis concretos de boa gestão macroeconómica e níveis significativos de desempenho económico. Este clima positivo de prosperidade tem tido efeitos secundários sobre o continente em geral, promovendo assim o valor comum no domínio de prosperidade comum, com base nas inspirações obtidas do exemplo inovador da Iniciativa de ZCL Tripartida, e culminou com o compromisso renovado dos líderes políticos africanos de promover o comércio intra-africano. Portanto, é muito oportuno tirar proveito da iniciativa, resultante dos efeitos secundários dos recentes sucessos socioeconómicos, para sustentar a dinâmica do valor comum no domínio de prosperidade comum. Experiências e soluções comuns: as experiências com a crise económica mundial continuam a expor a vulnerabilidade de África a choques externos. A opinião consensual subscreve veementemente a necessidade de África desenvolver soluções africanas para os problemas africanos, a fim de mitigar os efeitos adversos da crise, entre outros. A principal recomendação para enfrentar este desafio é o reforço do processo de integração dos mercados em África. 8

9 Boa vontade da Comunidade Internacional: além da dimensão política referida acima, houve uma reavaliação das estratégias para promover o desenvolvimento de África, tanto por parte dos parceiros de desenvolvimento de África como dos bancos multilaterais de desenvolvimento, em particular o Banco Mundial. Existe a convicção generalizada de que uma forma clara de sustentar os esforços de desenvolvimento pode ser através de um apoio coordenado forte aos processos de integração regional, especialmente com o entusiasmo renovado criado pela Iniciativa de ZCL Tripartida, bem como pelos programas de corredor de trânsito, entre outros. Portanto, é oportuno tirar proveito da actual boa vontade internacional para concluir as iniciativas de ZCLC. Conclusão 22. Com base na perspectiva positiva referida acima, apoiada pela forte vontade e compromisso político de promover o comércio intra-africano, que resulta da dinâmica criada pelos Ministros do Comércio e pelo endosso subsequente da Cimeira, existe uma forte convicção de que a criação de uma ZCL continental levará a um crescimento significativo do comércio intra-africano e ajudará África a usar o comércio de forma mais eficaz como o motor de crescimento e desenvolvimento sustentável. 9

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