CLIMA ESCOLAR CLIMA ESCOLAR

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "CLIMA ESCOLAR CLIMA ESCOLAR"

Transcrição

1 CLIMA ESCOLAR CLIMA ESCOLAR 1

2 Universidade da Amazônia Universidade da Amazônia - UNAMA Prof. Antonio de Carvalho Vaz Pereira Superintendência de Extensão SUPEX / UNAMA Prof. Vera Lúcia Pena Carneiro Soares Agenda Criança Amazônia Profª. Ms. Maria Lúcia Dias Gaspar Garcia (Coordenadora) Gleicilene Lima de Abreu (Voluntária) Luciana do Nascimento Castello (Bolsista de extensão) Maria Alice Lobato Ribeiro Bentes (Bolsista de aperfeiçoamento) Maria Lucineide de Oliveira Gomes (Bolsista de aperfeiçoamento) Observatório de Violências nas Escolas Prof. Dr. Dirk Jürgen Oesselmann (Coordenador ) Prof. Ms. Maria Lúcia Dias Gaspar Garcia (Pesquisadora ) Prof. Esp. Manoel Delmo Silva de Oliveira (Pesquisador ) Prof. Ms. Ivone Maria Xavier de Amorim Corrêa (Pesquisadora ) Fundação Instituto para o Desenvolvimento da Amazônia FIDESA Marlene Coeli Vianna (Presidente) Odília Solange Salbé Reis (Gerente Geral) Apoio Ministério da Justiça Equipe responsável pelo relatório Prof. Dr. Dirk Jürgen Oesselmann Prof. Ms. Ivone Maria Xavier de Amorim Corrêa Colaboradora Prof. Ms. Maria Lúcia Dias Gaspar Garcia Sistematização dos dados da pesquisa Prof. Dr. Dirk Jürgen Oesselmann Prof. Ms. Maria Lúcia Dias Gaspar Garcia Prof. Ms.Ivone Maria Xavier de Amorim Corrêa Bolsistas Colaboradoras Luciana do Nascimento Castello (2004) Antônia Rosemar Teixeira Borges (2004) Liliane Afonso de Oliveira (2008) Construção e Alimentação da Base de Dados Prof. Ms. Francisco do Nascimento Felix Coordenadores de Trabalho de Campo Prof. Dr. Dirk Jürgen Oesselmann Prof. Ms. Maria Lúcia Dias Gaspar Garcia Formatação do Relatório Adriana Monteiro Azevedo (Técnica ) Marly Carneiro Sobral Teixeira (Técnica ) Revisão de Texto Prof. Esp. Raymundo Jurandy Wangham 2

3 CLIMA ESCOLAR DIRK JÜRGEN OESSELMANN (Coordenador) CLIMA ESCOLAR Belém UNAMA

4 Universidade da Amazônia CLIMA ESCOLAR 2009, UNIVERSIDADE DA AMAZÔNIA REITOR Antonio de Carvalho Vaz Pereira VICE-REITOR Henrique Heidtmann Neto PRÓ-REITOR DE ENSINO Mário Francisco Guzzo PRÓ-REITORA DE PESQUISA, PÓS-GRADUAÇÃO E EXTENSÃO Núbia Maria de Vasconcellos Maciel SUPERINTENDENTE DE PESQUISA Ana Célia Bahia EXPEDIENTE EDIÇÃO: Editora UNAMA COORDENADOR: João Carlos Pereira SUPERVISÃO: Helder Leite NORMALIZAÇÃO: Maria Miranda CAPA: Agência Unama de Comunicação e Marketing FORMATAÇÃO GRÁFICA: Elailson Santos Campus Alcindo Cacela Av. Alcindo Cacela, Belém-Pará Fone geral: (91) Fax: (91) Campus BR Rod. BR-316, km Ananindeua-Pa Fone: (91) Fax: (91) Campus Senador Lemos Av. Senador Lemos, Belém-Pará Fone: (91) Fax: (91) Campus Quintino Trav. Quintino Bocaiúva, Belém-Pará Fone: (91) Fax: (91) Catalogação na fonte O286c Oesselmann, Dirk Clima escolar / Dirk Oesselmann (Coord.). Belém: Unama, p. ISBN Educação. 2. Violências nas escolas. 3. Vida escolar. I. Título. CDD

5 Sumário CLIMA ESCOLAR APRESENTAÇÃO... 7 INTRODUÇÃO (RE) SIGNIFICANDO O TERMO VIOLÊNCIA ENQUANTO OBJETO DE ESTUDO O PAPEL DA ESCOLA FACE À VIOLÊNCIA A ESCOLA E A VIOLÊNCIA SIMBÓLICA DA REALIZAÇÃO DA PESQUISA CLIMA ESCOLAR ELABORAÇÃO DO PROJETO DE PESQUISA APLICAÇÃO DOS INSTRUMENTAIS DE COLETA DE DADOS TABULAÇÃO E ANÁLISE DOS DADOS COLETADOS A PERCEPÇÃO DOS SUJEITOS SOCIAIS INVESTIGADOS A PERCEPÇÃO DOS SUJEITOS INVESTIGADOS ACERCA DO AMBIENTE ESCOLAR, DO BAIRRO E FATORES MOTIVACIONAIS A PERCEPÇÃO DOS SUJEITOS INVESTIGADOS ACERCA DOS RELACIONAMENTOS NA VIDA ESCOLAR A PERCEPÇÃO DOS SUJEITOS INVESTIGADOS ACERCA DAS DISCRIMINAÇÕES DAS VIOLÊNCIAS A PERCEPÇÃO DOS SUJEITOS INVESTIGADOS ACERCA DA FORMA DE PARTICIPAÇÃO CONSIDERAÇÕES FINAIS REFERÊNCIAS

6 6 Universidade da Amazônia

7 CLIMA ESCOLAR APRESENTAÇÃO AUniversidade da Amazônia, através da Superintendência de Extensão e do Projeto Observatório de Violência nas Escolas Brasil Núcleo Pará, vem investindo desde 2004 em pesquisas e ações compartilhadas para a compreensão e prevenção de um dos mais graves problemas socioeducacionais da atualidade: a escalada de violências nas escolas. A parceria com a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO), desde a primeira hora do projeto, hoje ampliada pela presença na Cátedra UNESCO de Juventude, educação e sociedade, sediada na Universidade Católica de Brasília, denuncia o alto grau de responsabilidade social envolvida nesta iniciativa. O Observatório de violências nas escolas da UNAMA, desde sua criação, produziu conhecimentos inéditos sobre o problema da violência nas escolas de Belém, organizou e participou de eventos em nível local, nacional e internacional, protagonizou ações de extensão universitária em conjunto com entidades públicas e privadas, e, em consequência passou a ser uma das principais referências institucionais sobre o tema da violência nas escolas e violência urbana, se constituindo hoje num grupo de pesquisa certificado pela instituição no CNPq. Nada disso teria sido possível alcançar sem o protagonismo inicial do professor doutor Dirk Jürgen Oesselmann, (primeiro coordenador do Observatório), com o indispensável apoio da Superintendente de Extensão professora Vera Lucia Pena Carneiro Soares e da professora Maria Lucia Dias Gaspar Garcia, coordenadora do projeto Agenda Criança, que em 2004 tiveram a lucidez de realizar a pesquisa Geração da Paz nas escolas de Belém, que nasceu articulada ao programa Educação e cultura pela paz da UNESCO e financiada pela Secretaria Especial dos Direitos Humanos / Presidência da República. 7

8 Universidade da Amazônia O relatório Clima Escolar, que em bom momento vem a público, reflete as relações cotidianas estabelecidas em 15 escolas públicas estaduais localizadas na Região Metropolitana de Belém, privilegiando o olhar dos sujeitos da comunidade escolar (alunos, professores, pessoal de apoio, técnicos e pais) no que tange ao problema da violência nas escolas e das escolas. Apesar dos anos que se passaram da realização da pesquisa, seus dados continuam úteis e válidos para se aquilatar a gravidade do problema, servirem de parâmetro comparativo para a verificação dos patamares atuais do fenômeno e principalmente para se pensar em estratégias de prevenção. Conscientes de que a construção de uma política de Educação de elevada qualidade - que nossa cidadania desassistida exige a tanto tempo - passa pela desconstrução do clima de violências nas escolas e pela construção de um clima de paz, que somente se dará através da implantação de políticas públicas emancipatórias, é que se coloca a presente publicação à disposição de todos que se interessam e/ou fazem a educação, que, na sua singeleza e rigor, traduz os elevados compromissos ético-políticos de seus realizadores. Prof. Reinaldo Nobre Pontes Coordenador do Observatório de Violências nas Escolas/Brasil Núcleo/Pará 8

9 CLIMA ESCOLAR INTRODUÇÃO Este relatório é resultado da realização de estudos durante o desenvolvimento do Projeto intitulado: Geração de Paz nas Escolas de Belém 1 financiado pela Presidência da República - Secretaria Especial dos Direitos Humanos Programa Nacional Paz nas Escolas / Ministério da Justiça, tendo como entidade proponente a Fundação Instituto para o Desenvolvimento da Amazônia (FIDESA), contribuindo para uma maior sensibilidade nas escolas e na polícia especializada em vista de uma cultura de paz. As atividades de geração de paz nas escolas de Belém denominado Clima Escolar, desenvolvido pelos Projetos Agenda Criança Amazônia e Observatório de Violências nas Escolas Brasil / Núcleo Pará 2, ambos vinculados à Superintendência de Extensão da Universidade da Amazônia (UNAMA), articulado ao programa Educação e cultura pela Paz da organização das Nações Unidas para a Educação, a ciência e a cultura (UNESCO) Observatório de Violência nas Escolas-Brasil. O Programa Educação e Cultura pela Paz visa estimular a integração da comunidade com a escola (através da abertura do espaço escolar da comunidade nos finais de semana, com atividades voltadas para o esporte, a cultura e o lazer) e a elaboração do Programa de Mediação que objetiva a melhoria do relacionamento escolar através da interação pacífica da disponibilidade para o diálogo e da transformação de escolas consideradas de risco em escolas protetoras. 1 A pesquisa intitulada Geração de Paz nas Escolas de Belém foi coordenada pelo profº Dr. Dirk Jürgen Oesselmann que, na mesma época, também coordenava o Observatório de violências nas escolas Brasil / Núcleo Pará. 2 Este projeto é articulado ao programa Educação e Cultura pela Paz da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO). 9

10 Universidade da Amazônia Neste sentido, a pesquisa sobre o Clima Escolar se constitui em uma das etapas do programa Educação e Cultura pela Paz 3 que, em uma fase preliminar, procurou detectar aspectos do cotidiano de quinze escolas públicas, localizadas na Região Metropolitana de Belém (RMB), para elaboração de um possível diagnóstico acerca do cotidiano dessas escolas, sobretudo, em relação aos aspectos que indicam manifestações de atos ou estados de violência. A verificação do clima escolar concentrou a observação em três eixos distintos: a observação do dia a dia na escola, problemas/motivações e perspectivas. O primeiro eixo destaca impressões quanto ao ambiente físico do prédio escolar, sentimentos em relação ao cotidiano, relação com gestores, professores, colegas e participação da família na escola. O segundo eixo refere-se às impressões decorrentes das motivações existentes na escola, no contexto ou entorno da mesma, constatando percepção da discriminação, identificação de problemas como: violência física, uso de drogas, brigas entre alunos, abuso de poder, pichação, depredação, furto, porte de arma, violência sexual, dentre outros. Já o terceiro eixo considera a percepção de como a escola é vista na sua comunidade, bem como seu nível de participação no cotidiano escolar. Os dados foram obtidos a partir da aplicação de um questionário próprio junto a alunos, servidores, professores, técnicos e gestores, tendo sido posteriormente dispostos graficamente e analisados quantitativamente a partir de uma abordagem estatística. Neste caso, antes de se considerar este relatório como uma resposta segura à problemática da violência observada nas escolas, ele é um indicador, um mecanismo a mais que permite reflexões em torno do fenômeno violência, já que se constitui em uma etapa preliminar para a implantação do Programa Educação e Cultura pela Paz, que, em sua fase posterior, deverá agregar novos parceiros que unirão esforços em prol do desenvolvimento de estratégias de prevenção e combate à violência escolar. 3 O Programa Educação e Cultura pela Paz visa estimular a integração da comunidade com a escola (através da abertura do espaço escolar da comunidade nos finais de semana, com atividades voltadas para o esporte, a cultura e o lazer) e a elaboração do Programa de Mediação que objetiva a melhoria do relacionamento escolar através da interação pacífica da disponibilidade para o diálogo e da transformação de escolas consideradas de risco em escolas protetoras. 10

11 CLIMA ESCOLAR A estrutura organizacional desse relatório compreende cinco seções distintas, porém complementares: 1 uma (re) significação do termo violência enquanto objeto de estudo; 2 os procedimentos metodológicos adotados na execução da pesquisa Clima Escolar; 3 a percepção dos sujeitos investigados (alunos, professores, equipe técnica, pessoal de apoio, pais/comunidade) no cotidiano escolar; 4 uma análise geral e comparativa entre as escolas e 5 considerações finais. Na seção 1 (Re) significando a violência enquanto objeto de estudo busca-se subsídio teórico em autores das Ciências Sociais (Velho ; Dumont ; Sodré ; Foucault & Sposato ), acerca da temática violência no sentido macro. Procurando compreender a manifestação desse fenômeno nas escolas, subdividiu-se esta seção em dois pontos, a saber: o papel da escola face à violência e, a escola e a violência simbólica. Na seção 2, que trata da realização da pesquisa Clima Escolar, é apresentada toda a etapa de execução da pesquisa, compreendendo desde a elaboração do projeto de pesquisa até a aplicação dos instrumentos de coleta de dados e a tabulação e análise dos dados coletados. A seção 3 traz um quadro geral da percepção dos sujeitos sociais investigados. Trabalha-se a visão das categorias investigadas (alunos, professores, equipe técnica, pessoal de apoio, pais/comunidade) sobre os seguintes tópicos: a escola, o bairro, a participação da família/ comunidade na vida escolar, a existência de discriminação na escola, os problemas observados na escola e propostas para melhorar o cotidiano escolar. Na construção desse tópico, foram utilizados 29 gráficos que serviram de referência para a leitura desenvolvida. Na seção 4 faz-se uma análise geral que diferencia a violência por escola, cruza os resultados internos e desenha quadros comparativos, aprofundando o trato e as formas com as quais as diferentes escolas, dentro da sua situação contextual, agem sobre o desafio da violência. Fica evidente nas reflexões qual é a importância do clima escolar. Indicam-se possíveis caminhos que podem ser seguidos pelas escolas no sentido de minimizar a problemática da violência. E um dos possíveis caminhos apresentados é a implantação do projeto Educação pela Cultura da Paz, já que: 11

12 Universidade da Amazônia Despertar a cultura de paz é promover as transformações necessárias e indispensáveis para que a paz seja o princípio governante de todas as relações sociais. O que não significa a inexistência de conflitos, inerentes ao processo de transformação e, portanto, à vida. Significa, sim, a busca da resolução destes de forma justa e ética. Significa trabalhar de forma integrada em prol das grandes mudanças ansiadas pela maioria: justiça social, igualdade de direitos entre gêneros, gerações, categorias profissionais, orientações afetivo-sexuais, classes sociais, eliminação da intolerância religiosa, respeito a todas as minorias, educação universal, equilíbrio ecológico e liberdade política. (PROGRAMA PRÓ-PAZ, 2005, p. 5). 1 (RE) SIGNIFICANDO O TERMO VIOLÊNCIA ENQUANTO OBJETO DE ES- TUDO 4 No Brasil, assim como em outros países, a violência e suas diversas formas de manifestação tem se constituído, nas últimas décadas, temática de diversificados estudos científicos, sobretudo nas áreas das Ciências Sociais, com destaque para a Sociologia e Antropologia Social. Para Velho (2000), a vida social, em todas as formas que conhecemos na espécie humana, não está imune à prática da violência, isto é, ao uso agressivo da força física de indivíduos ou de grupos contra outros. Entretanto, a violência não se limita ao uso da força física, mas a possibilidade ou ameaça de usá-la constitui dimensão fundamental de sua natureza, manifestando-se em diversas situações que envolvem as intrincadas relações sociais vivenciadas pelos sujeitos históricos e sociais. Uma das categorias sociológicas que possibilita explicações para a materialização da violência é o termo diferença. Certamente, diferença é uma noção ampla e imprecisa. A própria vida sociocultural se dá em múltiplos domínios. Frise-se que, embora tenham sua especificidade, esses diferentes domínios se relacionam com maior ou menos grau de articulação. 4 A Introdução e esta parte é de autoria da Professora Ms. Ivone Maria Xavier de Amorim Corrêa que contou com a colaboração da assistente social Marly Carneiro Sobral Teixeira. 12

13 CLIMA ESCOLAR De um modo ou de outro, quando se fala em diferença, nos vários domínios da vida social, lidamos com atores, indivíduos ou grupos que podem ser distinguidos, esquematicamente, como aliados, competidores ou, mesmo, adversários potenciais. Na sociedade ocidental moderna, a unidade mínima social foi cada vez mais marcadamente o indivíduo em suas diferentes versões ideológicas. Conjuntos de indivíduos formam outro nível de realidade. São coletividades que não dissolvem os indivíduos (VELHO, 2000, p. 13). Neste caso, considerando Dumont (1993), a individualização se constitui em uma das principais características das sociedades complexas, assim como tal complexidade é, ao mesmo tempo, consequência e produtora das diferenças. Ou seja, a partir de um determinado momento 5, como na divisão social do trabalho, as diferenças geram diferenças, num processo de especialização contínua. Assim, uma das diferenças associadas diretamente à produção de tensão e conflito é a desigualdade social. A possibilidade de legitimá-la ideologicamente está ligada à existência de universos simbólicos mais ou menos abrangentes (VELHO, 2000.) São esses universos simbólicos existentes nas diversas instituições sociais do Estado à escola pautados em valores individualizantes que, direta ou indiretamente, irão instaurar e legitimar a violência social. Partindo desse princípio, o fenômeno violência assume múltiplas dimensões, podendo ser diferenciadas, por um lado, numa dimensão silenciosa, invisível (SODRÉ, 1992), e, por outro numa dimensão visível e concreta. A primeira refere-se propriamente àquela violência, frequentemente ignorada, dos poderes instituídos: a violência das instituições burocráticas do poder público (MAFFESOLI, 1987). Neste caso, a violência é invisível, permeada nas estruturas estabelecidas pelos autores políticos e culturais, isto é: [...] uma condição contínua, estrutural e irrebatível. Este fenômeno cujos signos podem ser lidos, a exemplo da antena parabólica no posto médico deriva de um efeito de inércia sobre os indivíduos, imposto por uma ordem cosmopolita, que é a do Estado com seus aparelhos e articulações sociais (SODRÉ, 1992, p. 11). 5 Mais precisamente pós-revolução industrial, quando se instaura a lógica produtiva centrada na especialização do trabalho. 13

14 Universidade da Amazônia Na segunda perspectiva, entra a questão da violência visível ou violência anômica 6, entendida como a ruptura, pela força desordenada e explosiva, da ordem jurídico-social, e que dá lugar à delinquência, à marginalidade ou aos muitos ilegalismos coibíveis pelo poder de Estado. De acordo com Sodré (1992), inscreve-se neste campo o ato de violência, que implica os crimes de morte, os assaltos, os massacres e outras variantes. Ao contrário do estado de violência, o ato de violência comporta resposta, entrando, portanto, na dimensão da luta, que integra a dinâmica de toda estruturação social 7. Neste sentido, a violência social, que ocorre de fato em todos os planos (econômico, político, cultural, social, psicológico) da existência, quando considerada em suas formas externas de manifestação, apresenta dois tipos básicos: a violência direta, que é o emprego imediato de força física; e a violência indireta (latente), que inclui os diversos modos de pressão (econômicos, políticos, psicológicos...) ou então, a ameaça do emprego da força. Esta classificação insere-se na mesma linha de raciocínio que considera os aspectos de ato e estado no fenômeno da violência. Mas, como compreender ou interpretar o fenômeno da violência social no cotidiano social, ou seja, em uma dada instituição social, como, por exemplo, a família e a escola? Analisar a manifestação da violência em instituições sociais implica uma leitura articulada entre três questões, a saber: a primeira, de ordem estrutural; a segunda, de ordem política, e finalmente, a de ordem cultural. A de ordem estrutural volta-se para a estrutura social desenvolvida pelas sociedades complexas. No caso específico da sociedade brasileira, sua estrutura social pauta-se no modelo da complexidade que, em seu interior, reforça as diferenças como consequência da acirrada desigualdade social. Por sua vez, a estrutura social possui, a seu serviço, 6 Anômica é uma derivação do conceito de anomia muito utilizado por Durkheim no estudo da Patologia social, significando ausência de regras. 7 Acentuar os aspectos ato e estado no que diz respeito à violência, não implica, a rigor, afirmar nada de novo. Pode-se, por exemplo, associar Kant, Jean Nabert e Paul Ricoeur para mostrar que se inscrevem numa linha de pensamento a respeito da violência e do mal, em que a violência se situa como algo já-aí (um estado), no entanto identificado e condenado pela consciência individual. Este já-aí, ininteligível para a racionalidade, é colocado por Kant numa inclinação, que estaria presente no âmago da liberdade; por Nabert, na própria estrutura da consciência; por Ricoeur, na falibilidade do sentimento humano (LAPLANTINE, 1992, p. 23). 14

15 CLIMA ESCOLAR um aparelho ideológico que camufla as diferenças, procurando neutralizá-las, ou, em uma visão mais extremista, naturalizá-la. Neste caso, o conceito de cidadania que em outras sociedades complexas foi implantado com sucesso, no caso do Brasil, trata-se claramente de uma situação em que a cidadania não se impôs como valor nem implementou mecanismos democráticos que possibilitassem o desenvolvimento de um sistema sociopolítico minimamente satisfatório para a maior parte da população do País. Do ponto de vista estrutural, a desigualdade social é uma das variáveis fundamentais para se compreender a violência na sociedade brasileira, uma vez que essa desigualdade está acompanhada de um: Esvaziamento de conteúdos culturais, particularmente os éticos, no sistema de relações sociais. Ou seja, a pobreza tomada isoladamente não explica a perda de referenciais éticos que sustentem as interações entre grupos e indivíduos. Isto fica mais evidente nas grandes cidades, devido à exacerbação da iniqüidade social gerada pelo contraste agudo dos modos de vida (VELHO, 2000). Consequentemente, a violência está intimamente ligada ao estabelecimento de relações do poder 8. De acordo com Foucault (1993), o poder não está inscrito apenas na macroesfera de uma sociedade, ao contrário, ele também se espalha nas fímbrias das relações sociais, no cotidiano dos atores sociais. Nesta perspectiva, as relações sociais produzidas no cotidiano de uma sociedade tendem a reproduzir a estrutura hierarquizante que acentua as desigualdades sociais entre grupos e classes sociais. Assim, o ato ou estado de violência, a violência direta ou indireta podem também ser compreendidos como reflexo das relações de poder, quando se enfatiza a possibilidade de imposição de vontade, desejo ou projeto de um ator sobre o outro (VELHO, 2000, p.11). Tais aspectos podem ser identificados no interior das diversas instituições sociais (família e escola, por exemplo), na medida em que as relações produzidas reforçam a hierarquia contida nos modelos estruturais vigentes na tessitura social. 8 A compreensão do termo poder aqui trabalhada está referendada na análise efetuada por Michael Foucault na obra Microfísica do poder. Graal: Rio de Janeiro,

16 Universidade da Amazônia Aliado às questões de ordem estrutural e política, ainda há possibilidade de se compreender o fenômeno da violência social através da vertente cultural: Entende-se a cultura por uma rede de significados interpretáveis na qual sempre existe a necessidade de negociar interesses e pontos de vista diferentes. A coexistência de modelos culturais diferenciados de construção da realidade evidencia-se, de modo nítido, em sociedades complexas na tensão entre múltiplas visões de mundo. Neste sentido, as culturas existentes no interior da sociedade brasileira são elaboradas a partir das especificidades históricas e sociais dos diferentes grupos e classes sociais. Em situação de interesses conflitantes, a diferença é percebida e reforçada como algo negativo, ameaçador às estruturas modelares da sociedade. Na busca de uma homogeneização, os atores hegemônicos utilizam-se da cultura de massa como elemento de construção de referências generalizantes capazes de encobrir os conflitos da exclusão sócio-cultural entre grupos distintos. O não reconhecimento da diferença e o direito de expressar culturalmente a sua percepção e o seu interesse gera, por sua vez, a intolerância que, em uma abordagem cíclica, também é capaz de desencadear a violência social em suas múltiplas dimensões. A escola, por ser a instituição social responsável pelo processo de socialização de indivíduos, se constitui em um espaço onde as diferenças (étnicas, econômicas, sociais e culturais) se materializam, se concretizam cotidianamente. Todavia, se a escola não desenvolver estratégias pedagógicas que suscitem o reconhecimento e o respeito às diferenças, longe de se tornar um espaço democrático de construção da cidadania, ela repassa as relações sociais de exclusão, tornando-se um local marcado pela intolerância e um cenário propício ao exercício da violência. Diante disso, o que talvez seja mais grave, ela desenvolve e reforça situações em que o fenômeno da violência passe a ser encarado como algo natural, em vez de ser percebido como um fenômeno de ordem social. 1.1 O PAPEL DA ESCOLA FACE À VIOLÊNCIA De acordo com o Art. 205 da Constituição Federal Brasileira de 1988, a escola possui como papel fundamental a formação intelectual e ética dos cidadãos, o que significa a transmissão, a construção e sociali- 16

17 CLIMA ESCOLAR zação do saber, do conhecimento. Assim, a escola tem o objetivo de fundamentar uma percepção de cidadania dentro de um processo de formação de pessoas-cidadãs aptas a contribuir para a sociedade, respeitando os direitos dos demais. Por conseguinte, a violência escolar, relacionada com fenômenos de violência existentes na própria sociedade, é considerada como um duplo desafio: por um lado, ameaça o cotidiano do trabalho educativo, subjulgando-o à administração de conflitos constantes, por outro lado, distancia a escola do seu papel fundamental na formação para a cidadania. Todavia, a materialização da violência nas escolas se concretiza, em um primeiro plano, no descumprimento dos direitos constitucionais assegurados aos jovens, gerando atitudes de arbítrio, discriminação e exclusão social. Sobre esse aspecto, temos: Em primeiro lugar as escolas devem ser estritas no cumprimento de suas responsabilidades em relação aos alunos e à comunidade. A partir do momento em que os jovens percebem que as suas autoridades educacionais estão deixando de cumprir as promessas feitas (por intermédio da Constituição, das leis e da própria relação professor/ aluno, dentro da sala de aula), os jovens também se vêem desobrigados a cumprir as regras do mundo do adulto. Pior do que isso, se forem socializados num ambiente de desrespeito sistemático de seus direitos, não terão razão alguma para respeitar os direitos das demais pessoas, pois não foram socializados a partir deste código ético básico. (SPOSATO, 2001, p. 36). A Lei de Diretrizes e Bases (LDB) nº 9.394/96 atribui a cada escola em particular a competência da autonomia no sentido de, dentro dos limites definidos na própria legislação e Diretrizes e Parâmetros da Educação Básica, solucionar seus problemas e elaborar suas propostas pedagógicas e educativas de trabalho. Isso permite à comunidade definir e traçar normas no que se refere à disciplina interna da escola. Neste sentido, a tendência é o respeito às regras estabelecidas, elaboradas no coletivo da escola, assim como a construção de regras de convivência e até disciplinares pela própria comunidade escolar. Isto deve favorecer o respeito a esse direito, diminuir os atos 17

18 Universidade da Amazônia de violência, e reduzir a necessidade do emprego da repressão, que, quando aplicada dentro dos limites estabelecidos pela própria comunidade, não será vista como ilegítima. Em uma compreensão ampla do fenômeno da violência, a identificação de quem é ator e quem é vítima se mistura. Jovens e professores fazem parte de um contexto maior, tentando sobreviver nele, reproduzindo-o e recriando-o. É fundamental que os jovens alunos participem junto aos professores do processo de construção dessas regras ou normas disciplinares, como uma alternativa de minimização da violência no interior da escola. Esta ação é essencial no processo educacional comprometido com a formação de uma cidadania ativa, consciente e responsável. O fortalecimento dos Grêmios Estudantis e a efetiva atuação dos Conselhos Escolares constituem ações e/ou estratégias eficazes no processo de minimização da violência escolar, pois permitem a ampla participação da comunidade na discussão e deliberação de propostas quanto a este problema. A escola não é uma unidade fechada, especialmente quando se trata de resolver questões como a violência. É importante ter clareza de que a escola propicia a formação e o desenvolvimento de uma comunidade bastante peculiar, que é a comunidade escolar. Há hoje um conjunto de instâncias, como APMs (Associação de Pais e Mestres o autor) os Colegiados de Escola com a participação de funcionários, e, externamente à escola, os Conselhos Municipais de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente, organizações não governamentais, associações de bairro, Ministério Público, Secretaria de Educação e órgãos associados na esfera federal, estadual e municipal que devem ser convocados para discutir e ajudar na solução das questões da violência. (SPOSATO, 2001, p.36). A autoridade escolar, contudo, deverá se fundamentar em mecanismos instituídos no coletivo da escola em relação às questões internas de disciplina e convivência entre os diversos segmentos intra e extra-escolares. Os professores, técnicos e demais educadores que atuam na escola também possuem atuação decisiva, uma vez que lidam diretamente com a implementação da proposta pedagógica da escola. Processualmente, esta proposta representa o próprio objetivo da insti- 18

19 CLIMA ESCOLAR tuição, no sentido de combater as diferentes formas de violência em seu interior. Neste sentido, é necessário que os gestores, servidores e professores não transfiram sua competência e autoridade em questões disciplinares para a autoridade policial. A autoridade disciplinar é indissociável da autoridade educacional, quando construída democraticamente no coletivo da escola, a partir de estratégias de análise e discussão de mecanismos internos de controle e disciplina. Estas questões são de suma importância no processo educacional vivenciado no interior da escola, sendo necessárias à construção de estratégias coletivas, capazes de resgatar e garantir a autoridade educacional quando esta estiver enfraquecida ou desacreditada. 1.2 A ESCOLA E A VIOLÊNCIA SIMBÓLICA Já nas aproximações anteriores com as escolas, ao realizar pesquisa junto com o Observatório de Violência nas Escolas-Brasil/ Núcleo Pará 9, destacou-se um quadro complexo de violência e implícitas ameaças e abandonos. No entanto, houve diferenças claramente percebíveis ao lidar com este contexto. Observamos, em alguns casos, que a violência se impõe em tudo que acontece, dominando o conjunto das atividades educativas e sociais no interior da escola. Em outros casos, percebe-se um ambiente difícil e, ao mesmo tempo, respeitoso, mesmo que as ameaças das diferentes formas de violência não sejam menores. Isso nos levou a dirigir nossa atenção ao conjunto das ações e relações, que permeiam a escola, pensando e refletindo sobre o que nós chamamos de Clima Escolar. Ao chegar à escola pública, muitas crianças já são vencedoras de várias batalhas: em primeiro lugar, venceram a batalha contra a desnutrição, a desidratação, as verminoses. Depois, conseguiram resistir à tentação da rua, que seduz com a ilusão da liberdade e, principalmente, elas estão apostando na escola, nessa primeira rodada da injusta competição entre escola e trabalho infantil. Por tudo isso, ao adentrar pela primeira vez os portões de uma escola de Ensino Fundamental, a criança deveria ser recebida como 9 Pesquisa realizada com o apoio da UNESCO- Brasil, UNAMA e FIDESA sobre Violência e Discriminação nas Escolas,

20 Universidade da Amazônia heroína. Mas não é o que costuma acontecer. Ela ainda vai ter de enfrentar a violência da própria escola, muitas vezes sutilmente disfarçada, para preservar sua imagem da demolição sistemática engendrada pelo preconceito de colegas e professores. Apelidos maldosos e brincadeiras embaraçosas são exemplos de situações humilhantes que levam muitos alunos menos adaptados a se sentirem como forasteiros rejeitados. Essas atitudes marcam alguns alunos com o estigma do fracasso e muitas vezes selam seu destino de excluídos. A expectativa do professor sobre o sucesso ou o fracasso dos alunos é decisiva: aqueles em cujo sucesso o professor acredita tendem realmente a ter resultados melhores. O problema é que, na maioria dos casos, as expectativas do professor se baseiam em indicadores falsos e preconceituosos, como a aparência física da criança, o grau de asseio de suas roupas, sua capacidade de concentração ou de expressão. Carvalho & Silva (2001) argumentam que as escolas desenvolvem, frequentemente, como resposta a um conjunto de sobrecarga, falta de apoio e desafios contextuais, relações de poder que expressam violência explícita e implícita, ligadas a muitas expressões do antagonismo, do autoritarismo, do preconceito, da intolerância e de abordagens pedagógicas inapropriadas. Os autores afirmam que há professores que no início do ano profetizam quem passa e quem não passa. Outros menosprezam a linguagem, os hábitos e atitudes das crianças pobres. Em muitas classes, os professores se irritam porque as crianças estão desinteressadas, porque não conseguem acompanhar a matéria, porque são dispersivas, imaturas e, o modo mais fácil de explicar esses comportamentos é chamá-las de preguiçosas, indisciplinadas ou, simplesmente, carentes. O professor, que ironiza o aluno, que o minimiza, que o humilha, transgride princípios fundamentais da ética. O diálogo e o respeito às diferenças devem nortear qualquer princípio pedagógico. Um professor pedante, autoritário e triste não pode passar com gosto a sua disciplina e nem tampouco motivar alguém. E é a partir dessa impotência pedagógica que ele cria sistemas de coação, punição e ameaça através de provas, castigos, testes-surpresa e tarefas estafantes, instaurando o terrorismo pedagógico. O ato de educar deve ser o oposto. Ele não pode ser uma tortura e sim um ato prazeroso e edificante para ambos, professor e aluno. Tem que ser um ato de encontro e de 20

Instituto Mundo Melhor 2013. A Educação para a Paz como caminho da infância

Instituto Mundo Melhor 2013. A Educação para a Paz como caminho da infância Instituto Mundo Melhor 2013 por um MUNDO MELHOR A Educação para a Paz como caminho da infância PROJETO O PROGRAMA INFÂNCIA MUNDO MELHOR O Projeto Infância Mundo Melhor investe na capacitação e na formação

Leia mais

A VIOLÊNCIA NAS ESCOLAS E O DESAFIO DA EDUCAÇÃO PARA A CIDADANIA.

A VIOLÊNCIA NAS ESCOLAS E O DESAFIO DA EDUCAÇÃO PARA A CIDADANIA. A VIOLÊNCIA NAS ESCOLAS E O DESAFIO DA EDUCAÇÃO PARA A CIDADANIA. NOGUEIRA, Ione da Silva Cunha - UNESP/Araraquara Uma educação conscientizadora e emancipadora, que garanta qualidade de ensino e acesso

Leia mais

PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO EM DIREITOS HUMANOS

PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO EM DIREITOS HUMANOS PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO EM DIREITOS HUMANOS EDUCAÇÃO BÁSICA ENSINO SUPERIOR EDUCAÇÃO NÃO-FORMAL EDUCAÇÃO DOS PROFISSIONAIS DO SISTEMA DE JUSTIÇA E SEGURANÇA EDUCAÇÃO E MÍDIA Comitê Nacional de Educação

Leia mais

MULHERES EM ASCENSÃO: ESTUDO COMPARATIVO DE TRAJETÓRIAS EDUCACIONAIS DE MULHERES NEGRAS E BRANCAS NA PÓS-GRADUAÇÃO DA UFF PINTO

MULHERES EM ASCENSÃO: ESTUDO COMPARATIVO DE TRAJETÓRIAS EDUCACIONAIS DE MULHERES NEGRAS E BRANCAS NA PÓS-GRADUAÇÃO DA UFF PINTO MULHERES EM ASCENSÃO: ESTUDO COMPARATIVO DE TRAJETÓRIAS EDUCACIONAIS DE MULHERES NEGRAS E BRANCAS NA PÓS-GRADUAÇÃO DA UFF PINTO, Giselle UFF giselleuff@yahoo.com.br GT: Afro-Brasileiros e Educação / n.21

Leia mais

DESMISTIFICANDO A EDUCAÇÃO NÃO-FORMAL

DESMISTIFICANDO A EDUCAÇÃO NÃO-FORMAL DESMISTIFICANDO A EDUCAÇÃO NÃO-FORMAL Lisandra Marisa Príncepe Faculdade Sumaré lisandra.marisa@sumare.edu.br Juliana Diamente Faculdade Sumaré juliana.diamente@sumare.edu.br RESUMO: Neste texto, discutem-se

Leia mais

Grêmio em Forma: o fomento à participação dos jovens na escola como estratégia de prevenção da violência

Grêmio em Forma: o fomento à participação dos jovens na escola como estratégia de prevenção da violência Grêmio em Forma: o fomento à participação dos jovens na escola como estratégia de prevenção da violência (Artigo publicado no livro Violência & Juventude, editora Hucitec, 2010) Este texto pretende apresentar

Leia mais

AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL: ELEMENTOS PARA DISCUSSÃO 1

AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL: ELEMENTOS PARA DISCUSSÃO 1 AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL: ELEMENTOS PARA DISCUSSÃO 1 Sandra M. Zákia L. Sousa 2 As demandas que começam a ser colocadas no âmbito dos sistemas públicos de ensino, em nível da educação básica, direcionadas

Leia mais

Gênero, ética e sentimentos: A resolução de conflitos no campo da educação

Gênero, ética e sentimentos: A resolução de conflitos no campo da educação PROGRAMA ÉTICA E CIDADANIA construindo valores na escola e na sociedade Gênero, ética e sentimentos: A resolução de conflitos no campo da educação Valéria Amorim Arantes 1 Brigitte Ursula Stach Haertel

Leia mais

Gestão escolar e certificação de diretores das Escolas Públicas Estaduais de Goiás: alguns apontamentos

Gestão escolar e certificação de diretores das Escolas Públicas Estaduais de Goiás: alguns apontamentos Gestão escolar e certificação de diretores das Escolas Públicas Estaduais de Goiás: alguns apontamentos Profª Edvânia Braz Teixeira Rodrigues Coordenadora de Desenvolvimento e Avaliação Secretaria de Estado

Leia mais

O SERVIÇO SOCIAL NA UNIVERSIDADE CASTELO BRANCO: ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO NA CONSTRUÇÃO DE UM PROJETO DE CIDADANIA.

O SERVIÇO SOCIAL NA UNIVERSIDADE CASTELO BRANCO: ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO NA CONSTRUÇÃO DE UM PROJETO DE CIDADANIA. O SERVIÇO SOCIAL NA UNIVERSIDADE CASTELO BRANCO: ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO NA CONSTRUÇÃO DE UM PROJETO DE CIDADANIA. Profa. Elizabeth Rodrigues Felix 1 I- INTRODUÇÃO Com dezoito anos de existência, o

Leia mais

CURSO DE PEDAGOGIA EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE PEDAGOGIA

CURSO DE PEDAGOGIA EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE PEDAGOGIA 1 CURSO DE EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS BRUSQUE (SC) 2012 2 SUMÁRIO 1ª FASE... 4 01 BIOLOGIA EDUCACIONAL... 4 02 INVESTIGAÇÃO PEDAGÓGICA: DIVERSIDADE CULTURAL NA APRENDIZAGEM... 4 03 METODOLOGIA CIENTÍFICA...

Leia mais

CURSO EDUCAÇÃO, RELAÇÕES RACIAIS E DIREITOS HUMANOS

CURSO EDUCAÇÃO, RELAÇÕES RACIAIS E DIREITOS HUMANOS CURSO EDUCAÇÃO, RELAÇÕES RACIAIS E DIREITOS HUMANOS MARTA LÚCIA DA SILVA ROSANA CAPPUTI BORGES Educação Infantil: desigualdades de idade e raça, um grande desafio a ser conquistado. São Paulo 2012 EDUCAÇÃO

Leia mais

Ementário do Curso de Pedagogia, habilitações: Educação Infantil e Séries Iniciais 2010.2

Ementário do Curso de Pedagogia, habilitações: Educação Infantil e Séries Iniciais 2010.2 01 BIOLOGIA EDUCACIONAL Fase: 1ª Carga Horária: 30 h/a Prática: 30 h/a Créditos: 4 A biologia educacional e os fundamentos da educação. As bases biológicas do crescimento e desenvolvimento humano. A dimensão

Leia mais

O PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGICO NO CONTEXTO DA GESTÃO ESCOLAR 1

O PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGICO NO CONTEXTO DA GESTÃO ESCOLAR 1 O PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGICO NO CONTEXTO DA GESTÃO ESCOLAR 1 Janete Maria Lins de Azevedo 2 Falar sobre o projeto pedagógico (PP) da escola, considerando a realidade educacional do Brasil de hoje, necessariamente

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO DE CARATINGA

CENTRO UNIVERSITÁRIO DE CARATINGA CENTRO UNIVERSITÁRIO DE CARATINGA RELAÇÃO DE RESUMOS DE MONOGRAFIAS E ARTIGOS DE PÓS- GRADUAÇÃO Lato sensu Curso: Língua Inglesa/2005 Nome Aluno(a) Título Monografia/Artigo Orientador/Banca Annelise Lima

Leia mais

sonhando nova escola nova sociedade com uma e uma Atividade de leitura de clássicos da literatura. Pai voluntário em sala de aula.

sonhando nova escola nova sociedade com uma e uma Atividade de leitura de clássicos da literatura. Pai voluntário em sala de aula. Atividade de leitura de clássicos da literatura. Pai voluntário em sala de aula. 01_IN_CA_FolderTecnico180x230_capa.indd 3 sonhando com uma nova escola e uma nova sociedade 7/24/13 2:16 PM comunidade de

Leia mais

COLÉGIO ESTADUAL PEDRO ARAÚJO NETO Ensino Fundamental e Médio PLANO DE TRABALHO PEDAGÓGICO

COLÉGIO ESTADUAL PEDRO ARAÚJO NETO Ensino Fundamental e Médio PLANO DE TRABALHO PEDAGÓGICO Secretaria de Estado da Educação Estado do Paraná Núcleo Regional de Educação de União da Vitória COLÉGIO ESTADUAL PEDRO ARAÚJO NETO Ensino Fundamental e Médio Rua Presidente Kennedy, 200 Fone: (42) 3552

Leia mais

A ESCOLA COMO ESPAÇO DE SOCIALIZAÇÃO DA CULTURA EM DIREITOS HUMANOS

A ESCOLA COMO ESPAÇO DE SOCIALIZAÇÃO DA CULTURA EM DIREITOS HUMANOS A ESCOLA COMO ESPAÇO DE SOCIALIZAÇÃO DA CULTURA EM DIREITOS HUMANOS Adelaide Alves Dias * * Psicóloga. Mestre em Psicologia Social e Doutora em Educação. Professora do Centro de Educação e pesquisadora

Leia mais

EDUCAÇÃO INFANTIL E RELAÇÕES ÉTNICO-RACIAIS: A LEI NO PAPEL, A LEI NA ESCOLA Aline de Assis Augusto UFJF

EDUCAÇÃO INFANTIL E RELAÇÕES ÉTNICO-RACIAIS: A LEI NO PAPEL, A LEI NA ESCOLA Aline de Assis Augusto UFJF EDUCAÇÃO INFANTIL E RELAÇÕES ÉTNICO-RACIAIS: A LEI NO PAPEL, A LEI NA ESCOLA Aline de Assis Augusto UFJF Resumo A presente pesquisa se debruça sobre as relações étnico-raciais no interior de uma escola

Leia mais

Padrões de Competências para o Cargo de Coordenador Pedagógico

Padrões de Competências para o Cargo de Coordenador Pedagógico Padrões de Competências para o Cargo de Coordenador Pedagógico O Coordenador Pedagógico é o profissional que, na Escola, possui o importante papel de desenvolver e articular ações pedagógicas que viabilizem

Leia mais

RELATÓRIO PARCIAL DA AUTO-AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL 2012/01

RELATÓRIO PARCIAL DA AUTO-AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL 2012/01 COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO Curso de Engenharia da Computação RELATÓRIO PARCIAL DA AUTO-AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL 2012/01 CATEGORIAS & DIMENSÕES AVALIADAS: Discentes: Desempenho docente e Projeto Pedagógico

Leia mais

A construção participativa da Base Nacional Comum Curricular

A construção participativa da Base Nacional Comum Curricular Ministério da Educação Secretaria de Educação Básica A construção participativa da Base Nacional Comum Curricular Direitos e Objetivos de Aprendizagem e Desenvolvimento Diretrizes Curriculares Nacionais

Leia mais

Projeto Música e Cidadania no CAp: Extensão, Universidade, Comunidade

Projeto Música e Cidadania no CAp: Extensão, Universidade, Comunidade 1 Projeto Música e Cidadania no CAp: Extensão, Universidade, Comunidade Maria Helena de Lima helenal@terra.com.br/helena.lima@ufrgs.br Universidade Federal do Rio Grande do Sul Resumo. Este artigo constitui

Leia mais

CHAMADA PÚBLICA SIMPLIFICADA FACULDADE DE PSICOLOGIA/UFAM Nº 03/2013 SELEÇÃO DE PROFISSIONAIS PARA ATUAÇÃO POR CURTO PRAZO

CHAMADA PÚBLICA SIMPLIFICADA FACULDADE DE PSICOLOGIA/UFAM Nº 03/2013 SELEÇÃO DE PROFISSIONAIS PARA ATUAÇÃO POR CURTO PRAZO UNIVERSIDADE FEDERAL DO AMAZONAS FACULDADE DE PSICOLOGIA Núcleo de Formação Continuada de Conselheiros dos Direitos e Conselheiros Tutelares do Estado do Amazonas Escola de Conselhos do Amazonas CHAMADA

Leia mais

TCC2036. fevereiro de 2006. Pricila Kohls dos Santos. Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul PUCRS. pricilas.ead@pucrs.

TCC2036. fevereiro de 2006. Pricila Kohls dos Santos. Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul PUCRS. pricilas.ead@pucrs. 1 O PEDAGOGO EM MULTIMEIOS E INFORMÁTICA EDUCATIVA E SUA CONTRIBUIÇÃO PARA A EFICÁCIA DA UTILIZAÇÃO DAS TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO NA EDUCAÇÃO TCC2036 fevereiro de 2006 Pricila Kohls dos Santos

Leia mais

GESTÃO EDUCACIONAL: REFLEXÃO SOBRE O PROCESSO DE CONSTRUÇÃO DO PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO

GESTÃO EDUCACIONAL: REFLEXÃO SOBRE O PROCESSO DE CONSTRUÇÃO DO PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO GESTÃO EDUCACIONAL: REFLEXÃO SOBRE O PROCESSO DE CONSTRUÇÃO DO PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO Ana Paula Martins Costa Graduanda de Pedagogia- UEPB Aline Carla da Silva Costa - Graduanda de Pedagogia- UEPB

Leia mais

Proposta Curricular do Estado de São Paulo para a Disciplina de Sociologia

Proposta Curricular do Estado de São Paulo para a Disciplina de Sociologia Proposta Curricular do Estado de São Paulo para a Disciplina de Ensino Médio Elaborar uma proposta curricular para implica considerar as concepções anteriores que orientaram, em diferentes momentos, os

Leia mais

Por uma Cultura da Paz Vera Maria Candau

Por uma Cultura da Paz Vera Maria Candau Por uma Cultura da Paz Vera Maria Candau Não é fácil situar-nos diante da questão da paz na atual situação do mundo e do nosso país. Corremos o risco ou de negar a realidade ou de não reconhecer o sentido

Leia mais

PROJETO PEDAGÓGICO DO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO

PROJETO PEDAGÓGICO DO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO PROJETO PEDAGÓGICO DO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO APRESENTAÇÃO O Projeto Político Pedagógico da Escola foi elaborado com a participação da comunidade escolar, professores e funcionários, voltada para a

Leia mais

VERSÃO APROVADA Tradução de cortesia ANEXO 4

VERSÃO APROVADA Tradução de cortesia ANEXO 4 ANEXO 4 RELATÓRIO PRELIMINAR DO CEED AO CONSELHO DE DEFESA SUL- AMERICANO SOBRE OS TERMOS DE REFERÊNCIA PARA OS CONCEITOS DE SEGURANÇA E DEFESA NA REGIÃO SUL- AMERICANA O é uma instância de conhecimento

Leia mais

EDUCADOR INFANTIL E O PROCESSO FORMATIVO NA CONSTRUÇÃO DE ATORES REFLEXIVOS DA PRÁTICA PEDAGÓGICA

EDUCADOR INFANTIL E O PROCESSO FORMATIVO NA CONSTRUÇÃO DE ATORES REFLEXIVOS DA PRÁTICA PEDAGÓGICA GT-1 FORMAÇÃO DE PROFESSORES EDUCADOR INFANTIL E O PROCESSO FORMATIVO NA CONSTRUÇÃO DE ATORES REFLEXIVOS DA PRÁTICA PEDAGÓGICA RESUMO Maria de Lourdes Cirne Diniz Profa. Ms. PARFOR E-mail: lourdinhacdiniz@oi.com.br

Leia mais

RELATÓRIO PARCIAL DA AUTO-AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL 2012/01

RELATÓRIO PARCIAL DA AUTO-AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL 2012/01 COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO Curso de Bacharelado em Odontologia RELATÓRIO PARCIAL DA AUTO-AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL 2012/01 CATEGORIAS & DIMENSÕES AVALIADAS: Discentes: Desempenho Docente e Projeto Pedagógico

Leia mais

Profa. Rosemara Soares de Souza Caires. Unidade II SERVIÇO SOCIAL

Profa. Rosemara Soares de Souza Caires. Unidade II SERVIÇO SOCIAL Profa. Rosemara Soares de Souza Caires Unidade II SERVIÇO SOCIAL INTERDISCIPLINAR Aproximações entre o Serviço Social e a Interdisciplinaridade A interdisciplinaridade se manifesta na profissão por meio

Leia mais

AS TRÊS DIMENSÕES DA INCLUSÃO

AS TRÊS DIMENSÕES DA INCLUSÃO r 02.qxp 5/6/2008 16:15 Page 1 293 SANTOS, MÔNICA PEREIRA; PAULINO, MARCOS MOREIRA (ORGS.). INCLUSÃO EM EDUCAÇÃO: CULTURAS, POLÍTICAS E PRÁTICAS. SÃO PAULO: CORTEZ, 2006. 168 P. JANETE NETTO BASSALOBRE*

Leia mais

POLÍTICA DE EDUCAÇÃO,PREVENÇÃO,ATENÇÃO E ATENDIMENTO ÁS VIOLÊNCIAS NA ESCOLA-ESTADO DE SANTA CATARINA.

POLÍTICA DE EDUCAÇÃO,PREVENÇÃO,ATENÇÃO E ATENDIMENTO ÁS VIOLÊNCIAS NA ESCOLA-ESTADO DE SANTA CATARINA. POLÍTICA DE EDUCAÇÃO,PREVENÇÃO,ATENÇÃO E ATENDIMENTO ÁS VIOLÊNCIAS NA ESCOLA-ESTADO DE SANTA CATARINA. JULIA SIQUEIRA DA ROCHA jsiqueiradarocha@gmail.com IONE RIBEIRO VALLE Ione.valle@ufsc.br ELEMENTOS

Leia mais

FORMULÁRIO DE AÇÃO DE EXTENSÃO

FORMULÁRIO DE AÇÃO DE EXTENSÃO Pró-Reitoria de Pós-Graduação, Pesquisa e Extensão Proppex Supervisão de Extensão FORMULÁRIO DE AÇÃO DE EXTENSÃO 1. IDENTIFICAÇÃO DA ORIGEM 1.1. TÍTULO: PROJETOS POLÍTICO-PEDAGÓGICOS (PPP) DAS ESCOLAS

Leia mais

sua terceira versão, o PNDH-3 lançado em 2009 governo do ex-presidente Lula (2003-2010).

sua terceira versão, o PNDH-3 lançado em 2009 governo do ex-presidente Lula (2003-2010). FORMAÇÃO CONTINUADA NA LIDA DO POLICIAL CIVIL: estudo sobre as estratégias de formação continuada de policiais civis para o atendimento aos grupos vulneráveis Bárbara Aragão Teodoro Silva UFMG Este pôster

Leia mais

REFLEXÕES SOBRE AS POTENCIALIDADES DE UM PROJETO DE EXTENSÃO

REFLEXÕES SOBRE AS POTENCIALIDADES DE UM PROJETO DE EXTENSÃO REFLEXÕES SOBRE AS POTENCIALIDADES DE UM PROJETO DE EXTENSÃO Fátima Aparecida Queiroz Dionizio UEPG faqdionizio@hotmail.com Joseli Almeida Camargo UEPG jojocam@terra.com.br Resumo: Este trabalho tem como

Leia mais

Rede de Áreas Protegidas, Turismo e Inclusão Social: de uma perspectiva da América do Sul para uma perspectiva global

Rede de Áreas Protegidas, Turismo e Inclusão Social: de uma perspectiva da América do Sul para uma perspectiva global Rede de Áreas Protegidas, Turismo e Inclusão Social: de uma perspectiva da América do Sul para uma perspectiva global (texto extraído da publicação IRVING, M.A.; BOTELHO, E.S.; SANCHO, A.; MORAES, E &

Leia mais

CONTROLE SOCIAL: ESTUDOS E VIVÊNCIAS NO MUNICÍPIO DE GUARAPUAVA - PR. PALAVRAS-CHAVE Democracia. Controle Social. Observatório Social.

CONTROLE SOCIAL: ESTUDOS E VIVÊNCIAS NO MUNICÍPIO DE GUARAPUAVA - PR. PALAVRAS-CHAVE Democracia. Controle Social. Observatório Social. 12. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ÁREA TEMÁTICA: ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( X ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( ) SAÚDE ( ) TRABALHO ( ) TECNOLOGIA CONTROLE

Leia mais

ENFRENTAMENTO DA VIOLÊNCIA CONTRA CRIANÇAS E ADOLESCENTES: BALANÇO DE UMA DÉCADA

ENFRENTAMENTO DA VIOLÊNCIA CONTRA CRIANÇAS E ADOLESCENTES: BALANÇO DE UMA DÉCADA ENFRENTAMENTO DA VIOLÊNCIA CONTRA CRIANÇAS E ADOLESCENTES: BALANÇO DE UMA DÉCADA Área Temática: Direitos Humanos e Justiça Liza Holzmann (Coordenadora da Ação de Extensão) Liza Holzmann 1 Palavras Chave:

Leia mais

Curso de Formação de Conselheiros em Direitos Humanos Abril Julho/2006

Curso de Formação de Conselheiros em Direitos Humanos Abril Julho/2006 Curso de Formação de Conselheiros em Direitos Humanos Abril Julho/2006 Realização: Ágere Cooperação em Advocacy Apoio: Secretaria Especial dos Direitos Humanos/PR Módulo III: Conselhos dos Direitos no

Leia mais

CURSO DE PEDAGOGIA EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS 2015.1 BRUSQUE (SC) 2015 1 EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE PEDAGOGIA

CURSO DE PEDAGOGIA EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS 2015.1 BRUSQUE (SC) 2015 1 EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE PEDAGOGIA 1 CURSO EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS 2015.1 BRUSQUE (SC) 2015 2 SUMÁRIO 1ª FASE... 4 01 INVESTIGAÇÃO DA PRÁTICA DOCENTE I... 4 02 LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTO... 4 03 PROFISSIONALIDADE DOCENTE... 4 04 RESPONSABILIDADE

Leia mais

VIII Jornada de Estágio de Serviço Social A PRÁTICA PROFISSIONAL DO SERVIÇO SOCIAL NA ASSOCIAÇÃO DE PAIS E AMIGOS DOS EXCEPCIONAIS - APAE DE PALMEIRA

VIII Jornada de Estágio de Serviço Social A PRÁTICA PROFISSIONAL DO SERVIÇO SOCIAL NA ASSOCIAÇÃO DE PAIS E AMIGOS DOS EXCEPCIONAIS - APAE DE PALMEIRA VIII Jornada de Estágio de Serviço Social A PRÁTICA PROFISSIONAL DO SERVIÇO SOCIAL NA ASSOCIAÇÃO DE PAIS E AMIGOS DOS EXCEPCIONAIS - APAE DE PALMEIRA Apresentador: Mayara Lucia Martins. MARTINS, Mayara

Leia mais

UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO ESCOLA DE EDUCAÇÃO FÍSICA E ESPORTE. Curso: Licenciatura em Educação Física Projeto Pedagógico

UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO ESCOLA DE EDUCAÇÃO FÍSICA E ESPORTE. Curso: Licenciatura em Educação Física Projeto Pedagógico UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO ESCOLA DE EDUCAÇÃO FÍSICA E ESPORTE Curso: Licenciatura em Educação Física Projeto Pedagógico Ingressantes em 2007 Dados: Sigla: Licenciatura em Educação Física Área: Biológicas

Leia mais

HELENA NAVARRO GIMENEZ

HELENA NAVARRO GIMENEZ HELENA NAVARRO GIMENEZ O ASSISTENTE SOCIAL NA GESTÃO ESTADUAL DA POLÍTICA DE ASSISTÊNCIA SOCIAL E A APLICABILIDADE DO CÓDIGO DE ÉTICA PROFISSIONAL NESSE ESPAÇO DE ATUAÇÃO O presente artigo tem por objetivo

Leia mais

Agenda dos Adolescentes Brasileiros 1

Agenda dos Adolescentes Brasileiros 1 DECLARAÇÃO NACIONAL DO PARLAMENTO JUVENIL DO MERCOSUL Brasília, Brasil 14-16 setembro de 2010 Grupos 1 e 2 Tema: Inclusão Educativa Agenda dos Adolescentes Brasileiros 1 Exclusão de estudantes com deficiência

Leia mais

1 Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística

1 Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística 1 EDUCAÇÃO E PRECONCEITO RACIAL: CONVERGÊNCIAS E DIVERGÊNCIAS NAS PERCEPÇÕES DAS FAMÍLIAS NEGRAS E BRANCAS NO MUNICIPIO DE CUIABÁ MONTEIRO, Edenar Souza UFMT edenar.m@gmail.com GT-21: Afro-Brasileiros

Leia mais

PORTARIA NORMATIVA INTERMINISTERIAL Nº- 17, DE 24 DE ABRIL DE 2007

PORTARIA NORMATIVA INTERMINISTERIAL Nº- 17, DE 24 DE ABRIL DE 2007 PORTARIA NORMATIVA INTERMINISTERIAL Nº- 17, DE 24 DE ABRIL DE 2007 Institui o Programa Mais Educação, que visa fomentar a educação integral de crianças, adolescentes e jovens, por meio do apoio a atividades

Leia mais

Curso de Especialização Gestão Educacional 5ª Edição

Curso de Especialização Gestão Educacional 5ª Edição Curso de Especialização Gestão Educacional 5ª Edição EMENTA DAS DISCIPLINAS Gestão Educacional e organização do trabalho pedagógico pressupostos teórico - metodológicos Alberto Albuquerque Gomes Total

Leia mais

A FORMAÇÃO DE SUJEITOS CRÍTICOS NO ENSINO SUPERIOR: UM POSSÍVEL CAMINHO PARA A TRANSFORMAÇÃO SOCIAL. Marijara de Lima Monaliza Alves Lopes

A FORMAÇÃO DE SUJEITOS CRÍTICOS NO ENSINO SUPERIOR: UM POSSÍVEL CAMINHO PARA A TRANSFORMAÇÃO SOCIAL. Marijara de Lima Monaliza Alves Lopes A FORMAÇÃO DE SUJEITOS CRÍTICOS NO ENSINO SUPERIOR: UM POSSÍVEL CAMINHO PARA A TRANSFORMAÇÃO SOCIAL Marijara de Lima Monaliza Alves Lopes FACULDADE ALFREDO NASSER INSTITUTO SUPERIOR DE EDUCAÇÃO III PESQUISAR

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DAS PROPOSTAS PEDAGÓGICAS PARA A EFETIVAÇÃO DE PRÁTICAS QUE RESPEITEM OS DIRETOS DAS CRIANÇAS.

A IMPORTÂNCIA DAS PROPOSTAS PEDAGÓGICAS PARA A EFETIVAÇÃO DE PRÁTICAS QUE RESPEITEM OS DIRETOS DAS CRIANÇAS. 712 A IMPORTÂNCIA DAS PROPOSTAS PEDAGÓGICAS PARA A EFETIVAÇÃO DE PRÁTICAS QUE RESPEITEM OS DIRETOS DAS CRIANÇAS. Indira Aparecida Santana Aragão ¹, Gilza Maria Zauhy Garms ² ¹ Aluna do curso de Pedagogia

Leia mais

Ações Socioeducativas

Ações Socioeducativas AÇÕES SOCIOEDUCATIVAS NA POLÍTICA DE ASSISTÊNCIA SOCIAL Assistência Social Ações Socioeducativas Garantia dos direitos Inclusão social Desenvolvimento do protagonismo Desenvolvimento da autonomia individual

Leia mais

Lei N X.XXX de XX de XXXXX de XXX

Lei N X.XXX de XX de XXXXX de XXX Lei N X.XXX de XX de XXXXX de XXX Dispõe sobre a Educação Ambiental, institui a Política Estadual de Educação Ambiental e dá outras providências. A GOVERNADORA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE: FAÇO SABER

Leia mais

2. Disseminar o conhecimento gerado no Instituto Federal do Amazonas.

2. Disseminar o conhecimento gerado no Instituto Federal do Amazonas. Extensão ETENSÃO A implementação da politica de Extensão, no Instituto Federal do Amazonas reafirma a missão deste Instituto e seu comprometimento com o desenvolvimento local e regional promovendo a integração

Leia mais

O PEDAGOGO ENQUANTO GESTOR ESCOLAR: UM ESTUDO BIBLIOGRÁFICO SOBRE AS ATRIBUIÇÕES PROFISSIONAIS

O PEDAGOGO ENQUANTO GESTOR ESCOLAR: UM ESTUDO BIBLIOGRÁFICO SOBRE AS ATRIBUIÇÕES PROFISSIONAIS O PEDAGOGO ENQUANTO GESTOR ESCOLAR: UM ESTUDO BIBLIOGRÁFICO SOBRE AS ATRIBUIÇÕES PROFISSIONAIS Kely-Anee de Oliveira Nascimento Graduanda em Pedagogia - UFPI Patrícia Sara Lopes Melo Mestre em Educação

Leia mais

AS FUNÇÕES DA INTERVENÇÃO EM CASOS DE INDISCIPLINA NA ESCOLA

AS FUNÇÕES DA INTERVENÇÃO EM CASOS DE INDISCIPLINA NA ESCOLA AS FUNÇÕES DA INTERVENÇÃO EM CASOS DE INDISCIPLINA NA ESCOLA GARCIA, Joe UTP joe@sul.com.br Eixo Temático: Violências nas Escolas Agência Financiadora: não contou com financiamento Resumo Este trabalho

Leia mais

A COORDENAÇÃO E A GESTÃO DE CURSO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO: Um estudo de caso em faculdade privada RESUMO

A COORDENAÇÃO E A GESTÃO DE CURSO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO: Um estudo de caso em faculdade privada RESUMO A COORDENAÇÃO E A GESTÃO DE CURSO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO: Um estudo de caso em faculdade privada Wesley Antônio Gonçalves 1 RESUMO O MEC, ao apontar padrões de qualidade da função de coordenador de

Leia mais

PROGRAMA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL

PROGRAMA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL Prefeitura Municipal de Cachoeiro de Itapemirim - ES PROGRAMA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL Introdução O Programa Municipal de Educação Ambiental estabelece diretrizes, objetivos, potenciais participantes, linhas

Leia mais

O processo de planejamento participativo da unidade escolar

O processo de planejamento participativo da unidade escolar O processo de planejamento participativo da unidade escolar Pedro GANZELI 1 Resumo: Nos últimos anos, com o avanço das políticas educacionais que postulam a descentralização, a gestão da unidade escolar

Leia mais

Introdução. I o desenvolvimento da capacidade de aprender, tendo como meios básicos o pleno domínio da leitura, da escrita e do cálculo;

Introdução. I o desenvolvimento da capacidade de aprender, tendo como meios básicos o pleno domínio da leitura, da escrita e do cálculo; Apresentação A entrada das famílias populares nas escolas públicas brasileiras, sobretudo a partir da década 1970, representa um dos fenômenos mais importantes para a construção de uma sociedade democrática,

Leia mais

Grupo de pesquisa JOVEDUC. Jovens, violência e educação

Grupo de pesquisa JOVEDUC. Jovens, violência e educação Grupo de pesquisa JOVEDUC Jovens, violência e educação Projetos de Pesquisa Financiamento FAPESP Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo. Linha de pesquisa : Programas Especiais - Ensino Público

Leia mais

ESTA PALESTRA NÃO PODERÁ SER REPRODUZIDA SEM A REFERÊNCIA DO AUTOR.

ESTA PALESTRA NÃO PODERÁ SER REPRODUZIDA SEM A REFERÊNCIA DO AUTOR. ESTA PALESTRA NÃO PODERÁ SER REPRODUZIDA SEM A REFERÊNCIA DO AUTOR. ÉTICA E SERVIÇO SOCIAL: Elementos para uma breve reflexão e debate. Perspectiva de Análise Teoria Social Crítica (Marx e alguns marxistas)

Leia mais

de Ciências do Ambiente e Sustentabilidade na Amazônia

de Ciências do Ambiente e Sustentabilidade na Amazônia Anais do I Seminário Internacional de Ciências do Ambiente e Sustentabilidade na Amazônia A CONTRIBUIÇÃO DA DIDÁTICA CRÍTICA NA INTERLIGAÇÃO DE SABERES AMBIENTAIS NO PROCESSO DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES

Leia mais

A individualização e a flexibilidade na construção de contextos educacionais inclusivos

A individualização e a flexibilidade na construção de contextos educacionais inclusivos A individualização e a flexibilidade na construção de contextos educacionais inclusivos ARANHA, M.S.F.. A individualização e a flexibilidade na construção de contextos educacionais inclusivos. Resumo de

Leia mais

DIRETRIZES GERAIS DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE PEDAGOGIA

DIRETRIZES GERAIS DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE PEDAGOGIA DIRETRIZES GERAIS DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE PEDAGOGIA INTRODUÇÃO O Estágio Curricular foi criado pela Lei 6.494, de 7 de dezembro de 1977 e regulamentado pelo Decreto 87.497, de 18 de agosto

Leia mais

INTRODUÇÃO. Sobre o Sou da Paz: Sobre os Festivais Esportivos:

INTRODUÇÃO. Sobre o Sou da Paz: Sobre os Festivais Esportivos: 1 INTRODUÇÃO Sobre o Sou da Paz: O Sou da Paz é uma organização que há mais de 10 anos trabalha para a prevenção da violência e promoção da cultura de paz no Brasil, atuando nas seguintes áreas complementares:

Leia mais

Texto base para discussão na Jornada Pedagógica julho/2009 O PLANO DE ENSINO: PONTE ENTRE O IDEAL E O REAL 1

Texto base para discussão na Jornada Pedagógica julho/2009 O PLANO DE ENSINO: PONTE ENTRE O IDEAL E O REAL 1 Texto base para discussão na Jornada Pedagógica julho/2009 O PLANO DE ENSINO: PONTE ENTRE O IDEAL E O REAL 1 É comum hoje entre os educadores o desejo de, através da ação docente, contribuir para a construção

Leia mais

Realização. Estados Vizinhos Convidados

Realização. Estados Vizinhos Convidados Relatório-síntese do III Seminário de Articulação Nacional e Construção de Diretrizes para a Educação no Sistema Penitenciário Regional Sul Centro Administrativo Porto Alegre - RS 6 e 7 de março de 2006

Leia mais

GESTÃO DAS POLÍTICAS DE RECURSOS HUMANOS NOS GOVERNOS ESTADUAIS BRASILEIROS

GESTÃO DAS POLÍTICAS DE RECURSOS HUMANOS NOS GOVERNOS ESTADUAIS BRASILEIROS Inter-American Development Bank Banco Interamericano de Desarrollo Banco Interamericano de desenvolvimento Banque interámericaine de développment BR-P1051 Departamento de Países do Cone Sul (CSC) Rascunho

Leia mais

ÉTICA, EDUCAÇÃO E CIDADANIA

ÉTICA, EDUCAÇÃO E CIDADANIA ÉTICA, EDUCAÇÃO E CIDADANIA Marconi Pequeno * * Pós-doutor em Filosofia pela Universidade de Montreal. Docente do Programa de Pós-Graduação em Filosofia e membro do Núcleo de Cidadania e Direitos Humanos

Leia mais

RELATÓRIO PARCIAL DA AUTO-AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL 2012/01

RELATÓRIO PARCIAL DA AUTO-AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL 2012/01 COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO Curso de Bacharelado em Enfermagem RELATÓRIO PARCIAL DA AUTO-AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL 2012/01 CATEGORIAS & DIMENSÕES AVALIADAS: Discentes: Desempenho Docente e Projeto Pedagógico

Leia mais

MATERIAL DE DIVULGAÇÃO DA EDITORA MODERNA

MATERIAL DE DIVULGAÇÃO DA EDITORA MODERNA MATERIAL DE DIVULGAÇÃO DA EDITORA MODERNA Professor, nós, da Editora Moderna, temos como propósito uma educação de qualidade, que respeita as particularidades de todo o país. Desta maneira, o apoio ao

Leia mais

Gestão de Redes Sociais

Gestão de Redes Sociais Gestão de Redes Sociais Célia Schlithler Introdução Gerir é administrar, dirigir, governar. Então seria este o termo mais apropriado para as redes sociais? Do mesmo modo que governança, este termo está

Leia mais

A POLÍTICA, AS RELAÇÕES DE PODER NA ESCOLA E A FORMAÇÃO PARA A CIDADANIA

A POLÍTICA, AS RELAÇÕES DE PODER NA ESCOLA E A FORMAÇÃO PARA A CIDADANIA A POLÍTICA, AS RELAÇÕES DE PODER NA ESCOLA E A FORMAÇÃO PARA A CIDADANIA Maria do Socorro da Cunha Pontifícia Universidade Católica do Paraná Resumo: A presente texto tem, como objetivo, tecer considerações

Leia mais

RENOVAR PARA INOVAR! Plano de Gestão. Proposta de plano de gestão do candidato Érico S. Costa ao cargo de Diretor do Campus

RENOVAR PARA INOVAR! Plano de Gestão. Proposta de plano de gestão do candidato Érico S. Costa ao cargo de Diretor do Campus RENOVAR PARA INOVAR! Plano de Gestão Proposta de plano de gestão do candidato Érico S. Costa ao cargo de Diretor do Campus 2013-2016 0 1 Sumário Apresentação... 2 Análise Situacional... 2 Programas Estruturantes...

Leia mais

AÇÕES DE COMBATE A HOMOFOBIA NAS ESCOLAS DO PÓLO DO CEFAPRO (CENTRO DE FORMAÇÃO E ATUALIZAÇÃO DE PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO) DE TANGARÁ DA SERRA-MT

AÇÕES DE COMBATE A HOMOFOBIA NAS ESCOLAS DO PÓLO DO CEFAPRO (CENTRO DE FORMAÇÃO E ATUALIZAÇÃO DE PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO) DE TANGARÁ DA SERRA-MT AÇÕES DE COMBATE A HOMOFOBIA NAS ESCOLAS DO PÓLO DO CEFAPRO (CENTRO DE FORMAÇÃO E ATUALIZAÇÃO DE PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO) DE TANGARÁ DA SERRA-MT RELATO DE EXPERIÊNCIA Introdução Marcos Serafim Duarte

Leia mais

MUDANÇAS NO CONTEXTO FAMILIAR

MUDANÇAS NO CONTEXTO FAMILIAR 1 MUDANÇAS NO CONTEXTO FAMILIAR 1 SOUZA, M. A. 2 ZAMPAULO, J. 3 BARROS, D. R. B. Resumo: Com esse breve estudo buscou se refletir sobre as mudanças que a família tem vivenciado no contexto social. Procura

Leia mais

EDUCAR PARA OS DIREITOS HUMANOS

EDUCAR PARA OS DIREITOS HUMANOS EDUCAR PARA OS DIREITOS HUMANOS Sandra Regina Paes Padula * Gostaria aqui fazer um breve histórico de como surgiu os Direitos Humanos para depois entendermos como surgiu a Educação em Direitos Humanos.

Leia mais

Red Derechos Humanos y Educación Superior Taller 1 Metodología de la enseñanza de los DDHH en la Educación Superior (Lima, 16-17 de julio de 2012)

Red Derechos Humanos y Educación Superior Taller 1 Metodología de la enseñanza de los DDHH en la Educación Superior (Lima, 16-17 de julio de 2012) Red Derechos Humanos y Educación Superior Taller 1 Metodología de la enseñanza de los DDHH en la Educación Superior (Lima, 16-17 de julio de 2012) O Ensino de Direitos Humanos da Universidade Federal do

Leia mais

FACESI EM REVISTA Ano 3 Volume 3, N. 2 2011 - - ISSN 2177-6636

FACESI EM REVISTA Ano 3 Volume 3, N. 2 2011 - - ISSN 2177-6636 PEDAGOGIA EMPRESARIAL E APRENDER BRINCANDO E A IMPORTÂNCIA DO JOGO: DIFERENTES TEMAS NA ÁREA EDUCACIONAL Ana Flávia Crespim da Silva Araújo ana.crespim@hotmail.com Elaine Vilas Boas da Silva elainevb2010@hotmail.com

Leia mais

Construindo uma cultura de paz. Tornando-se política pública

Construindo uma cultura de paz. Tornando-se política pública Construindo uma cultura de paz Em 2000, no marco do Ano Internacional para uma cultura de paz, a Representação da UNESCO no Brasil lançou o Programa Abrindo Espaços: educação e cultura para a paz, uma

Leia mais

COORDENADORA: Profa. Herica Maria Castro dos Santos Paixão. Mestre em Letras (Literatura, Artes e Cultura Regional)

COORDENADORA: Profa. Herica Maria Castro dos Santos Paixão. Mestre em Letras (Literatura, Artes e Cultura Regional) COORDENADORA: Profa. Herica Maria Castro dos Santos Paixão Mestre em Letras (Literatura, Artes e Cultura Regional) Universidade Federal de Roraima UFRR Brasil Especialista em Alfabetização (Prática Reflexiva

Leia mais

Justificativa: Cláudia Queiroz Miranda (SEEDF 1 ) webclaudia33@gmail.com Raimunda de Oliveira (SEEDF) deoliveirarai@hotmail.com

Justificativa: Cláudia Queiroz Miranda (SEEDF 1 ) webclaudia33@gmail.com Raimunda de Oliveira (SEEDF) deoliveirarai@hotmail.com 1 COMO COLOCAR AS TEORIAS ESTUDADAS NA FORMAÇÃO DO PNAIC EM PRÁTICA NA SALA DE AULA? REFLEXÕES DE PROFESSORES ALFABETIZADORES SOBRE O TRABALHO COM O SISTEMA DE NUMERAÇÃO DECIMAL Cláudia Queiroz Miranda

Leia mais

II ENCONTRO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO DO MINISTÉRIO PÚBLICO DA BAHIA A EDUCAÇÃO COMO MATRIZ DE TODAS AS RELAÇÕES HUMANAS E SOCIAIS SALVADOR, BA 2013

II ENCONTRO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO DO MINISTÉRIO PÚBLICO DA BAHIA A EDUCAÇÃO COMO MATRIZ DE TODAS AS RELAÇÕES HUMANAS E SOCIAIS SALVADOR, BA 2013 II ENCONTRO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO DO MINISTÉRIO PÚBLICO DA BAHIA A EDUCAÇÃO COMO MATRIZ DE TODAS AS RELAÇÕES HUMANAS E SOCIAIS SALVADOR, BA 2013 TEMÁTICA: EDUCAÇÃO, QUESTÃO DE GÊNERO E DIVERSIDADE EDUCAÇÃO

Leia mais

INDICADORES ETHOS. De Responsabilidade Social Empresarial Apresentação da Versão 2000

INDICADORES ETHOS. De Responsabilidade Social Empresarial Apresentação da Versão 2000 INDICADORES ETHOS De Responsabilidade Social Empresarial Apresentação da Versão 2000 Instrumento de avaliação e planejamento para empresas que buscam excelência e sustentabilidade em seus negócios Abril/2000

Leia mais

RE SIGNIFICANDO A AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL

RE SIGNIFICANDO A AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL RE SIGNIFICANDO A AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL Maria Celina Melchior Dados da autora Mestre em Educação, Avaliadora Institucional do INEP/SINAES/MEC, atuou como avaliadora in loco do Prêmio Inovação em Gestão

Leia mais

Quanto aos meios, trata-se de uma pesquisa bibliográfica, documental, telematizada e pesquisa de campo, conforme descrito abaixo:

Quanto aos meios, trata-se de uma pesquisa bibliográfica, documental, telematizada e pesquisa de campo, conforme descrito abaixo: 3 METODOLOGIA Apresenta-se a seguir a descrição da metodologia utilizada neste trabalho com o objetivo de expor os caminhos que foram percorridos não só no levantamento dos dados do estudo como também

Leia mais

3.3. Conselho escolar e autonomia: participação e democratização da gestão administrativa, pedagógica e financeira da educação e da escola

3.3. Conselho escolar e autonomia: participação e democratização da gestão administrativa, pedagógica e financeira da educação e da escola 3.3. Conselho escolar e autonomia: participação e democratização da gestão administrativa, pedagógica e financeira da educação e da escola João Ferreira de Oliveira - UFG Karine Nunes de Moraes - UFG Luiz

Leia mais

Ao começar a escrita deste artigo é importante considerar alguns pontos

Ao começar a escrita deste artigo é importante considerar alguns pontos EDUCAÇÃO CONTRA O TRABALHO INFANTOJUVENIL: CONSIDERAÇÕES SOBRE MÉTODO E VULNERABILIDADES Felipe Pitaro * Ao começar a escrita deste artigo é importante considerar alguns pontos de partida. O primeiro diz

Leia mais

Fragmentos do Texto Indicadores para o Desenvolvimento da Qualidade da Docência na Educação Superior.

Fragmentos do Texto Indicadores para o Desenvolvimento da Qualidade da Docência na Educação Superior. Fragmentos do Texto Indicadores para o Desenvolvimento da Qualidade da Docência na Educação Superior. Josimar de Aparecido Vieira Nas últimas décadas, a educação superior brasileira teve um expressivo

Leia mais

EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR E ESPORTE: CONTRIBUIÇÕES PARA A INCLUSÃO

EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR E ESPORTE: CONTRIBUIÇÕES PARA A INCLUSÃO EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR E ESPORTE: CONTRIBUIÇÕES PARA A INCLUSÃO Priscila Reinaldo Venzke Luciano Leal Loureiro RESUMO Este trabalho é resultado da pesquisa realizada para a construção do referencial teórico

Leia mais

MINISTERIO DA DEFESA DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO E CULTURA DO EXERCITO DIRETORIA DE EDUCAÇÃO PREPARATÓRIA E ASSISTENCIAL

MINISTERIO DA DEFESA DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO E CULTURA DO EXERCITO DIRETORIA DE EDUCAÇÃO PREPARATÓRIA E ASSISTENCIAL APROVO Em conformidade com as Port. 38-DECEx, 12ABR11 e Port 137- Cmdo Ex, 28FEV12 MINISTERIO DA DEFESA DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO E CULTURA DO EXERCITO DIRETORIA DE EDUCAÇÃO PREPARATÓRIA E ASSISTENCIAL

Leia mais

A educação em geral e a educação para a cidadania, em especial, devem se tornar uma questão de Estado. Xesús Jares. Entrevista Escuela. Número 3.

A educação em geral e a educação para a cidadania, em especial, devem se tornar uma questão de Estado. Xesús Jares. Entrevista Escuela. Número 3. Entrevista Escuela Número 3.734 1 de fevereiro de 2007 Xesús Rodrigues Jares, coordenador de Educadores para a Paz, há poucos meses lançou seu livro Pedagogia da Convivência, obra concebida a partir de

Leia mais

Experiência: O novo olhar sobre a gestão de pessoas do setor público, na nova idade da democracia no Brasil.

Experiência: O novo olhar sobre a gestão de pessoas do setor público, na nova idade da democracia no Brasil. Experiência: O novo olhar sobre a gestão de pessoas do setor público, na nova idade da democracia no Brasil. RADIOBRÁS Empresa Brasileira de Comunicação S. A. Diretoria de Gestão de Pessoas e Administração

Leia mais

AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL E ELABORAÇÃO DO PROJETO EDUCATIVO ESCOLAR

AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL E ELABORAÇÃO DO PROJETO EDUCATIVO ESCOLAR Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão, Presidente Prudente, 22 a 25 de outubro, 2012 1245 AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL E ELABORAÇÃO DO PROJETO EDUCATIVO ESCOLAR Maria Luiza de Sousa Pinha, José Camilo dos

Leia mais

Tema: Criminalidade e Cotidiano. Título: A violência na História do Brasil.

Tema: Criminalidade e Cotidiano. Título: A violência na História do Brasil. Arquivo do Estado de SP O Uso dos Documentos de Arquivo na Sala de Aula Tema: Criminalidade e Cotidiano. Título: A violência na História do Brasil. Mariana Ramos Apolinário 2º semestre 2013 São Paulo SP

Leia mais

Apresentação das pesquisas

Apresentação das pesquisas 1 A EDUCAÇÃO DE ADOLESCENTES, JOVENS E ADULTOS NA REDE MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE GOIÂNIA - A PROPOSTA: A ESCOLA, O PROFESSOR E O ALUNO GOMES, Dinorá de Castro UCG gomes.diza@gmail.com COSTA, Cláudia Borges

Leia mais

GESTÃO AMBIENTAL E CIDADANIA

GESTÃO AMBIENTAL E CIDADANIA GESTÃO AMBIENTAL E CIDADANIA João Sotero do Vale Júnior ¹ a) apresentação do tema/problema: A questão ambiental está cada vez mais presente no cotidiano da população das nossas cidades, principalmente

Leia mais

O BRASIL SEM MISÉRIA APRESENTAÇÃO

O BRASIL SEM MISÉRIA APRESENTAÇÃO APRESENTAÇÃO O BRASIL SEM MISÉRIA O Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome decidiu organizar este livro por vários motivos. Um deles é evitar que o histórico da construção do Plano Brasil

Leia mais