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1 50 ANOS DA SACROSANCTUM CONCILIUM 1

2 1. O MOVIMENTO LITÚRGICO 2. O CONCÍLIO VATICANO II E SEU PRIMEIRO DOCUMENTO 3. SACROSANCTUM CONCILIUM (SC): RESGATE DOS PRINCÍPIOS ESSENCIAIS DA LITURGIA 4. SACROSANCTUM CONCILIUM NO PERÍODO PÓS-CONCILIAR 4.1 Sacrosanctum Concilium 20 Anos Depois 4.2 Sacrosanctum Concilium no Brasil 5. ÀS VÉSPERAS DO JUBILEU DE OURO DA SC 2

3 1. O MOVIMENTO LITÚRGICO 3

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5 Sobretudo a partir do início do século XX alimentava-se na Igreja visível desejo de reforma (renovação teológica, espiritual e pastoral) no campo da Liturgia, pois esta continuava a sofrer o danoso fixismo e rubricismo de quatro séculos tridentinos, somados à forte influência das tendências litúrgicas de todo o IIº milênio, com seus acentuados deslocamentos de eixo [1] na compreensão e vivência da liturgia, como afirma e demonstra Frei José Ariovaldo da Silva, OFM: [1] SILVA J. A., Sacrosanctum Concilium e Reforma Litúrgica Pós-Conciliar no Brasil,, in A Sagrada Liturgia 40 Anos Depois,, in CNBB Doc. Estudos 87, Ed. Paulus, S. Paulo, 2003, pp

6 A centralidade da liturgia, como celebração do mistério pascal, cedera lugar às Sacramento: devoções ver e adorar; (Santíssimo santos intercessores; novenas; promessas......). As devoções ocupavam o lugar central. Os como sacramentos remédio eram para vistos curar, muito para satisfazer outras necessidades e para livrar de castigos divinos; 6

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9 A dimensão eclesial e comunitária da liturgia cedera lugar ao individualismo religioso: o padre único celebrante: era um considerado especialista realizava a ação sagrada por todos. O povo já assembléia não era orante, mais considerado sujeito da celebração; não participava (assistia, sem entender a língua: perdera-se o valor da Palavra) e ocupava-se com devoções; 9

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11 O uso da língua e dos costumes dos povos na celebração dos mistérios da liturgia cedera lugar ao centralismo romano que obrigava a adotar os moldes medievais e pós-tridentinos de celebrar. O gênio romano puro (simplicidade, sobriedade e praticidade) fora substituído pela pompa barroca, triunfalista e luxuosa, com destaque exagerado aos elementos externos do culto; 11

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15 O autor citado sintetiza assim os deslocamentos de eixo nos moldes medievais e pós-tridentinos do IIº milênio: do essencial para aspectos acidentais, do teologal para o devocional, do eclesial-comunitário comunitário para o individualismo religioso, do mistério celebrado para o cumprimento meramente exterior dos ritos, da adaptação às culturas para a uniformidade rígida e obrigatória para todos [2] [2]. [2] Idem, p. 38. É bom ter presente ainda o que o autor lembra, na mesma página: Foi com esta vivência e compreensão de liturgia... que fomos evangelizados no Brasil. Esta foi a liturgia que tomou conta do imaginário de nossa gente, que passou a compor (pelo catolicismo popular : Puebla 444) o mosaico da nossa tradição cultural. 15

16 Junto a diversas tentativas pré-conciliares de mudança profunda e geral, não faltaram muitas resistências e ataques graves, instaurando crises que provocaram a Mediator Dei de Pio XII (1947), a qual tentou esclarecer pontos positivos do movimento e apresentou críticas a aspectos menos claros e até errôneos da reforma (Tentativas de reforma: tradução dos salmos, diretamente a partir do hebraico; tradução dos rituais em vernáculo; restauração da Vigília pascal e depois de toda semana Santa; abertura ao canto em língua vernácula, simplificação de rubricas e do jejum eucarístico...). 16

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18 Em 1956, pouco antes do anúncio do Concílio Ecumênico Vaticano II, por João XXIII, o Papa Pio XII afirmou, no Congresso Eucarístico Internacional de Assis: O O movimento litúrgico apareceu como um sinal das providenciais disposições divinas em nosso tempo, como uma passagem do Espírito Santo sobre sua Igreja, para aproximar muito mais os homens dos mistérios da fé e das riquezas de graça que provêm da participação ativa dos fiéis na vida litúrgica [3] [3]. [3] NEUNHEUSER B. As Reformas Litúrgicas do Século IV ao Vaticano II,, in AA.VV. Anámnesis 2 Panorama Histórico Geral de Liturgia,, Ed. Paulinas, S. Paulo, 1987, p

19 Papa João XXIII 19

20 João XXIII Convocou o Concílio Vaticano II 20

21 2. O CONCÍLIO VATICANO II E SEU PRIMEIRO DOCUMENTO 21

22 Ninguém de nós duvida que o Concílio Vaticano II (iniciado em 11 de outubro de 1962) tenha sido um novo Pentecostes na vida da Igreja. Um dos sinais mais evidentes desta verdade é a Constituição litúrgica Sacrosanctum Concilium.. Afirma o conhecido liturgista alemão Neunheuser que o documento teve o mérito de haver, de certo modo, dado o tom fundamental que todo o Concílio iria tomar [4] [4]. [4] Idem, p

23 De forma semelhante se expressa nosso liturgista gaúcho, Pe. Marcelino Sivinski: O Concílio Vaticano II operou a maior de todas as reformas litúrgicas. E a reforma litúrgica foi uma verdadeira reforma da Igreja. A Sacrosanctum Concilium tem o merecimento de ter aberto o caminho para uma nova era na vida da Igreja [5] [5]. [5] SIVINSKI M., Importância e Atualidade da Sacrosanctum Concilium,, in Revista Centro de Pastoral Popular 17, 2002, p

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25 Para que a Constituição conciliar atingisse tamanha importância era preciso tornar a Liturgia fonte de autêntica vida cristã, excluindo dela as expressões tipicamente medievais e pós-tridentinas. Assim se tornaria possível recuperar formas expressivas mais originárias, permitindo uma adaptação ( aggiornamento ) aos novos tempos; intenção esta que já se fazia presente no movimento litúrgico. 25

26 Mesmo com algumas resistências, foi de todos os documentos o que causou menos dificuldades. Uma comissão pré-conciliar (com membros defensores do movimento litúrgico)[6] apresentou Instrumentum laboris,, já em outubro de 1962, o qual, depois de emendado mais vezes e votado pelos Padres conciliares, foi aprovado e promulgado em sessão solene presidida pelo Papa Paulo VI, em 04 de dezembro de 1963, como primeiro documento do Concílio Ecumênico Vaticano II. Na última sessão foram contabilizados votos de aprovação e apenas 04 contrários[7] [7]. [6] CHUPUNGCO A., Liturgia do futuro,, Ed. Paulinas, S. Paulo, 1992, pp [7] Compêndio do Vaticano II, Constituições, Decretos, Declarações (10ª ed.), Ed. Vozes, Petrópolis, 1983, p

27 Estava, assim, aberto o caminho do Concílio e da reforma (renovação) litúrgica na vida da Igreja. Logo se percebeu que o maior evento eclesial do séc. XX definira seu rumo, conscientemente pastoral, seguindo o princípio de que a doutrina é importante, mas existe para ser anunciada e vivida como realidade salvadora na história. A Liturgia resgatara novamente a centralidade do Mistério pascal, em todas as suas formas celebrativas, como momento histórico da salvação, a fonte mais excelente de espiritualidade cristã. O desvio dos eixos acabara de ser identificado e ratificado. 27

28 3. SACROSANCTUM CONCILIUM (SC): RESGATE DOS PRINCÍPIOS ESSENCIAIS DA LITURGIA 28

29 Com a exclusão das poeiras medievais (franco-germânicas) e pós-tridentinas da liturgia romana, voltava-se às suas características originárias: simplicidade, sobriedade e praticidade (SC 34)[8] [8]. [8] As cerimônias resplandeçam de nobre simplicidade, sejam transparentes por sua brevidade e evitem as repetições inúteis, sejam acomodadas à compreensão dos fiéis e, em geral, não careçam de muitas explicações (SC 34). 29

30 Assim também estava aberto o caminho para uma adaptação mais adequada aos novos tempos pela aculturação e inculturação, segundo o gênio e cultura de cada povo, como passo posterior (SC 37-40). A Liturgia romana clássica ou pura é acentuadamente intelectual, direta e teológica: carece de sentimento humano e de imagens[9] [9]. [9] CHUPUNGCO A., o. c., pp Cf. Também SC 34, 50 e

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37 Natureza da Liturgia: : A Liturgia se fundamenta na história da salvação (Ano Litúrgico), centralizada no Mistério pascal. Ela celebra, atua, torna presente, tanto o passado como o futuro da salvação, no hoje da história (SC 8), pela ação do Espírito Santo (SC 6), na vida dos fiéis. Torna-se, portanto, o exercício, o acontecer do múnus (serviço) sacerdotal de Jesus Cristo e de seu Corpo (SC 7). 37

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39 Ele torna-se presença pascal atuante na assembléia reunida; na Palavra proclamada, refletida e rezada; na Eucaristia e demais Sacramentos; nos ministros (SC 7). Para essa atuação dos Mistérios da salvação requer-se linguagem simbólica acessível (ritos, gestos, sinais claros e inteligíveis SC 21 e 35). 39

40 A Constituição conciliar possibilitou, portanto, um novo espírito litúrgico, centralizado no Mistério pascal de Cristo, essência e pedra angular da Liturgia, a qual é cume para o qual tende a ação da Igreja e, ao mesmo tempo, é a fonte donde emana toda a sua força (SC 10). Supera-se a visão exterior, separada e utilitarista da Liturgia para torná-la fonte primordial da espiritualidade cristã. 40

41 Participação na Liturgia: A SC, não menos de 25 vezes, usa verbos similares a participar ou substantivos com o sentido de participação, ao falar do envolvimento de todos os fiéis na celebração litúrgica. Isso, porque no passado, por razões históricas e teológico-pastorais, já conhecidas, a validade e a eficácia das celebrações eram praticamente confiadas aos ministros, que exerciam as ações sagradas com fidelidade (fiéis ao conjunto de normas, rubricas e cerimônias) em nome de todos: aqui podemos usar a famosa expressão latina: Ex opere operato (A eficácia da ação sagrada é julgada, sobretudo, a partir da fidelidade à forma de executá- la). 41

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43 A SC recomenda a participação com qualificativos bem dinâmicos e envolventes, como: sincera, ativa, frutuosa, consciente, compreensível, fácil, plena,... (SC 11, 14, 17, 19, 21, 30...). Neste contexto convém afirmar o que entendemos por participar: : ter ou tomar parte, se associar pelo pensamento e sentimento, ter traços em comum (criar comunidade), pontos de contato e, acima de tudo, ser parte somos celebrantes: Convocada por Deus, a assembléia litúrgica, expressão sacramental da Igreja, unida a Jesus Cristo, é sujeito da celebração [10] [10]. [10] CNBB Doc. 43, Animação da vida Litúrgica no Brasil,, Ed. Paulinas, São Paulo, 1989, n

44 Os fiéis são convocados a somar o Ex opere operato com o Ex opere operantis,, a fim de que a celebração não se torne em vão (O efeito da ação sagrada depende também da participação dos que a realizam)[11] [11]. [11] Aqui é bom ler o nº 11 da SC: Para que se obtenha esta plena eficácia, é mister que os fiéis se acerquem da Sagrada Liturgia com disposições de reta intenção, sintonizem a sua alma com as palavras e cooperem com a graça do alto, a fim de que não a recebam em vão. Por isso, é dever dos sagrados pastores vigiar que, na ação litúrgica, não só se observem as leis para a válida e lícita celebração, mas que os fiéis participem dela com conhecimento de causa, ativa e frutuosamente. 44

45 Adaptação Litúrgica: : Em substância a Liturgia é imutável, por ser de instituição divina, mas enquanto composição humana contém elementos que estão sujeitos a mudanças e por isto também a alterações [12] (SC 21e 23). Estas mudanças ou alterações não consistem na simples tradução dos livros litúrgicos oficiais (Edição Típica) nas diversas línguas, mas implicam em adaptação cultural mais profunda e envolve toda linguagem, ritos, sinais, símbolos. [12 NEUNHEUSER B., o. c., p

46 Os Padres conciliares querem que cultura e o gênio dos diversos povos sejam valorizados (SC 37). Entramos aqui no campo da aculturação litúrgica (elementos culturais são incorporados na Liturgia) ou da inculturação litúrgica (ritos culturais recebem cristão). A Constituição a significado apresenta critérios, graus e competências dessas transformações (SC ). 46

47 A criatividade litúrgica,, como nós a entendemos nas celebrações de nossas comunidades, que não atinge as mudanças estruturais da Liturgia, é algo que deve ser constante e, antes de tudo, é interior, mas as expressões externas contribuem decididamente para que isso aconteça (linguagem simbólica). 47

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50 Ação Comunitária: A SC traz de volta o espírito eclesial e comunitário da celebração litúrgica. O individualismo devocional cede lugar à assembléia litúrgica, que recebe importância particular, como povo sacerdotal, povo celebrante, também sujeito da celebração (Cf. nota n. 10), em virtude da graça batismal. A diversidade de ministérios e serviços na comunidade concorre para o enriquecimento de todos. Sua unidade e harmonia é tarefa importante do ministério da presidência. 50

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53 Formação Litúrgica: A Constituição recomenda vivamente a formação litúrgica do clero para que os pastores estejam profundamente imbuídos do espírito e da força da Liturgia e dela se tornarem mestres (SC 14). Recomenda-se cuidadosa preparação, tanto dos que ensinam essa disciplina como dos candidatos ao sacerdócio e vida consagrada (SC ), a fim de que possam levar os fiéis a uma maior e mais profunda participação. Os fiéis recebam também uma adequada formação litúrgica a fim de proporcionar-lhes condições para a devida participação nas celebrações (SC 19). 53

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55 Poderíamos analisar outros aspectos fundamentais da SC, como: os sacramentos, caráter bíblico da reforma, ofício divino, ano litúrgico, música e arte sacra, língua litúrgica, a liturgia nas dioceses, paróquias... Nossa intenção não é esgotar o assunto, contentando- nos com indicação de alguns temas como exemplos do documento Sacrosanctum Concilium, a fim de vermos sua importância histórica e sua atualidade, no momento em que nos preparamos para celebrar o seu cinqüentenário. 55

56 4. SACROSANCTUM CONCILIUM NO PERÍODO PÓS-CONCILIAR 56

57 O Papa Paulo VI, numa carta a um congresso pós- conciliar (21/09/1966), assim se expressava: A tarefa do Concílio Ecumênico não está completamente terminada com a promulgação de seus documentos. Esses... representam antes um ponto de partida que um alvo atingido. É preciso ainda que toda a vida da Igreja seja impregnada e renovada pelo vigor e pelo espírito do Concílio, é preciso que as sementes de vida lançadas pelo Concílio ao campo que é a Igreja cheguem a plena maturidade [13] [13]. [13] Compêndio do Vaticano II, Constituições, Decretos, Declarações,, o. c., Introdução Geral, p

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59 O Papa fora profético em suas considerações pós-conciliares, pois não bastariam novos documentos para a reforma da Igreja. Era preciso renovação de espírito e de vida, uma verdadeira conversão eclesial; e para isso se reservava uma longa história, sobretudo para a Constituição Sacrosanctum Concilium,, tanto em nível universal como em nosso país. Vejamos algumas etapas dessa caminhada: 59

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61 4.1 Sacrosanctum Concilium 20 Anos Depois Para comemorar os 20 anos da Constituição Sacrosanctum Concilium a Sagrada Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos promoveu um congresso, em Roma, com aproximadamente 200 Presidentes e Secretários das Comissões Nacionais de Liturgia (1984). O encontro visava analisar a situação da Liturgia no mundo, a partir de um questionário comum, após 20 anos de reforma-renovação.. Apresentaremos, a seguir, uma síntese desse balanço litúrgico[14] [14]. [14] Olhando a Liturgia no Mundo e no Brasil,, in Revista de Liturgia 67, 1985, pp Cf. análise mais global em CNBB Doc Estudos 42, Liturgia 20 Anos de Caminhada Pós- Conciliar,, Ed. Paulinas, S. Paulo, 1986, pp. 129ss. 61

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63 A Reforma Litúrgica em Geral: : A reforma trouxe ótimos frutos para a vida da Igreja, mais significativos em alguns países e menos em outros; mas a atenção dirigiu- se, sobretudo, para os problemas e expectativas. 63

64 Línguas e Livros Litúrgicos: : Praticamente todos os livros litúrgicos foram traduzidos nas principais línguas do mundo, mas com sérios problemas de tradução e edição, sobretudo, nos países em que as línguas se multiplicam. Houve também dificuldades em transmitir toda riqueza das Orações Eucarísticas, não sendo suficientemente acessíveis à vida dos fiéis. Manifestou-se se também a expectativa de orações adicionais que brotam da cultura dos povos. 64

65 Adaptação da Liturgia à Índole e às Tradições dos Diversos Povos: : Quase todos os relatórios manifestaram a necessidade de adaptações na Liturgia, pois o gênio romano (simplicidade, sobriedade e praticidade) não combina com a cultura de muitos povos. E para realizar esta adaptação mais profunda faltam pessoas capacitadas (antropólogos, sociólogos, teólogos, liturgistas...), sem falar na dificuldade dos países de múltiplas etnias. 65

66 Além disso, foram poucos os países que tentaram adaptações mais profundas ou suas propostas não tiveram êxito ante a Santa Sé ( Diretório para Missas com Grupos Populares )[15] [15]. Estas situações afastam fiéis vindos do paganismo ou de outras religiões. Manifestou-se se ainda a necessidade de adaptação do rito da missa para grupos particulares. [15] Diretório para Missas com Grupos Populares, CNBB, Doc. 11, Ed. Paulinas, S. Paulo, 1977, pp Cf. tb. CNBB Doc. Estudos 87, o. c., p

67 Pastoral Litúrgica: : Falta formação litúrgica geral dos agentes e dos fiéis e sente-se a ausência de mestres que atuem nesta formação, também na música e na arte. Disso decorrem várias deficiências, como a insuficiente catequese litúrgica ou o excesso de catequese nas celebrações, em detrimento dos ritos e sinais; falhas na formação homilética que conduz a sermões temáticos; dramatizações ajudam a celebrar, mas muitas vezes chamam demais atenção a detalhes que ofuscam o essencial; volta com nova força a piedade popular. 67

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69 As Funções dos Leigos na Liturgia: : A atuação dos leigos na Liturgia é marcante. Em quase todos os países há ministros extraordinários nas funções para as quais a Igreja os admite; sobretudo para celebrações dominicais na ausência de ministros ordenados. Teme-se certo clericalismo entre leigos e confusão entre ministérios destes e dos ordenados. Mulheres sempre mais assumem ministérios litúrgicos; acentua-se a importância da ordenação de homens casados e ordenação de mulheres. 69

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71 Congregação do Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos - Esperanças para o Futuro: : Deseja-se descentralização com promoção de iniciativas locais e experiências de adaptação litúrgica mais profunda, com a intermediação da Congregação (que deve ser mais internacional e reunir-se com mais freqüência); e esta promova um Sínodo sobre inculturação na Liturgia. Elabore também um compêndio com todas as normas litúrgicas, vigie mais a disciplina e dirija a reforma da religiosidade popular. Finalmente, não use mais o latim para se comunicar e crie um fundo financeiro para ajudar as Conferências mais pobres. 71

72 4.2 Sacrosanctum Concilium no Brasil Junto com a avaliação realizada pela Santa Sé na celebração dos 20 anos da Constituição Sacrosanctum Concilium,, houve semelhante iniciativa da Linha 4 Dimensão Litúrgica da CNBB, promovendo um levantamento em todo Brasil sobre a caminhada da reforma litúrgica pós-conciliar. O grande objetivo de tal pesquisa era suscitar, em todos os níveis e entre as diversas categorias dos responsáveis pela liturgia, uma reflexão profunda sobre os princípios do Vaticano II, com respeito à liturgia, para chegar a celebrações mais imbuídas do espírito do Concílio e mais adaptadas à índole do povo do Brasil [16] [16]. [16] CNBB Doc Estudos 42, Liturgia 20 Anos de Caminhada Pós-Conciliar,, o. c., p

73 Como resultado deste levantamento surgiu o texto de Estudos 42 da CNBB, já citado anteriormente: Liturgia 20 Anos de Caminhada Pós-Conciliar, o qual, por sua vez, seria o motivo do importante documento 43 da CNBB: Animação da Vida Litúrgica no Brasil [17]. [17] CNBB Doc. 43, Animação da Vida Litúrgica no Brasil,, o. c., n

74 A avaliação dos 20 anos da Sacrosanctum Concilium, em âmbito internacional e nacional (1983/1984), revelou que a reforma litúrgica já alcançara muitos e bons frutos; porém, apareceram também inúmeros desafios. Eis alguns: 74

75 Passar de uma Reforma Litúrgica para uma Renovação Litúrgica; Criar novo espírito para que os fiéis participem com maior conhecimento de causa e fé viva das celebrações litúrgicas; Exigência de formação de agentes e dos fiéis em geral; Séria e profunda adaptação litúrgica ao gênio, à cultura de cada povo, mantendo-se o rito romano como base comum de unidade; Maior espaço para a formação litúrgica na catequese, visando celebrações mais vivas e comprometidas na comunidade com os iniciados na fé. 75

76 A celebração do Ano Jubilar (25 anos) da Sacrosanctum Concilium (1987/1988) tentou responder às necessidades da renovação litúrgica no Brasil como um Ano Intensivo de Animação Litúrgica. Tentou-se ressuscitar a Sacrosanctum Concilium,, i. é, revitalizar e dinamizar a caminhada litúrgica do Brasil, fazendo chegar as riquezas do documento conciliar até o povo, suscitando reflexão e animação litúrgicas na base[18] [18]. [18] Revista Renovação 196, 1986, p. 21 e Revista de Liturgia 81, 1987, pp

77 A Década de 60: - Entusiasmo geral diante da Sacrosanctum Concilium; - Língua vernácula comunicação compreensível e face-a-face; face; - Ritos simplificados: mais compreensão e participação; - Cantos em ritmo popular e novos instrumentos musicais; - Encontros em diversos âmbitos e publicações nossas (Canto Litúrgico Pastoral); - Formação litúrgica e surgimento de Equipes de Liturgia e de Celebração; - Demora da Igreja na renovação oficial da Liturgia, com precipitações: iniciativas autônomas, por vezes, sem suficiente critério e arbitrárias; - Liturgia, cume e fonte: abandono de outras formas de culto: piedade popular. 77

78 A Década de 70: - Características: Novos livros litúrgicos, documentos pastorais e dimensão social da liturgia (Medellim Puebla); - Livros traduzidos e não adaptados; - Teologia da Libertação, Comunidades Eclesiais de Base: Povo pobre protagonista de reforma, com expressão litúrgica mais ligada com situações concretas da vida; - Documentos litúrgico-pastorais da CNBB e Introduções teológico-pastorais pouco valorizados; 78

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80 - Liturgia das Horas com tradução retardada, mas houve descoberta do valor da oração comunitária; - Os Ministérios na Assembléia litúrgica; participação maior da mulher na Liturgia e valorização da religiosidade popular; - Deficiência na formação litúrgica (Seminários, clero, leigos), carência de espiritualidade litúrgica; - Desprezo da rubricas ou surgimento de novo rubricismo (folhetos); - Confusão em relação à celebração da penitência; - Celebrações que se tornaram mentalização ideológica. 80

81 A Década de 80: - Publicação da CNBB (1986): Liturgia 20 Anos de Caminhada pós-conciliar, como resposta a questionário enviado às bases; - Certo cansaço no campo da Liturgia. Busca de soluções mais profundas: Reforma x Renovação (Mistério celebrado na vida); - Cada Regional-CNBB tem bispo responsável pela Liturgia e surgem novos organismos; 81

82 - Importância das celebrações da Palavra: Pesquisa respondida por 65% das Dioceses (1989) revela que aproximadamente 70% das Comunidades do Brasil celebram sua fé dominical, sem presença de sacerdote[19] [19]; - Formação litúrgica de agentes, ainda deficiente em vários níveis; [19] CNBB Doc. 43, Animação da Vida Litúrgica no Brasil,, o. c., n. 25. CNBB Doc. 52, Orientações para a Celebração da Palavra de Deus,, Ed. Paulinas, S. Paulo, 1994, p. 5. Cf. também CNBB Subsídios 3, Celebração da Palavra de Deus,, Ed. Paulus, S. Paulo, 1995, p

83 - Curso de Pós-graduação em Liturgia (1984): centro irradiador de animação litúrgica para o Brasil e América Latina (cursos de verão), com metodologia própria: Faculdade de Teologia N. Sa. da Assunção (São Paulo); - Realização de Semanas, Seminários e Cursos de Liturgia pelo Brasil afora; - Fundação dos Liturgistas do Brasil ASLI (1989); - Publicação da CNBB (1988): Por um Novo Impulso à Vida Litúrgica (Texto de estudo para as bases. As contribuições enviadas foram contempladas no documento do ano seguinte); - Publicação da CNBB (1989): Animação da Vida Litúrgica no Brasil. 83

84 Sacrosanctum Concilium na Passagem do Novo Milênio 40 Anos Depois: - Desafios anteriores continuam: Participação, criatividade e adaptação, civilização urbano-industrial, valorização das celebrações da Palavra de Deus, Ano litúrgico, piedade popular, aculturação/inculturação, processo de formação sistemática e permanente, mesmo que já haja mais pessoas preparadas e especializadas; - Publicação da CNBB: Orientações para a Celebração da Palavra de Deus (1994) e Celebração da Palavra de Deus Subsídio (1995); - Leitura Orante: : Conhecimento, meditação, oração, contemplação bíblica. 84

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86 - Edição didática popular comemorativa dos 40 anos da SC: A Sagrada Liturgia; - Significativa participação dos Ministérios leigos, sobretudo da mulher; - Busca de espiritualidade litúrgica coerente e comprometida (grupos menores); - Tentativas de valorização de elementos culturais nas celebrações (inculturação com rosto negro e indígena); - Valorização da arte sacra, através de encontros nacionais, restaurações e construções; - Pentecostalismo com celebrações mais vivas, espontâneas e emotivas nas comunidades; também com dificuldades para o avanço da reforma litúrgica; - Tendência para celebrações menos comprometidas com a realidade social, sem compromisso com fé comunitária; celebrações-show show em grandes concentrações; certa deformação da mídia; 86

87 5. ÀS VÉSPERAS DO JUBILEU DE OURO DA SC Chegando ao final de nossa reflexão, nos damos conta que a Contituição Sacrosanctum Concilium continua atualíssima em nosso tempo. Não envelheceu o conteúdo fundamental do documento que marcou o compasso e deu ritmo para todo o Vaticano II, e abriu novos caminhos para a vida da Igreja. A reforma então iniciada é a maior e a mais profunda acontecida ao longo de toda a história da Igreja, afirma Dom Geraldo Lyrio Rocha. 87

88 Sim, a reforma está iniciada, mas o caminho ainda é longo e não faltam desafios. Para a CNBB e alguns liturgistas os maiores desafios continuam ligados à formação e à inculturação[20]. [20] O documento Animação da Vida Litúrgica no Brasil,, após indicar vários desafios, conclui (n. 35): Todos estes desafios deixam claro quanto e como é necessário desencadear um processo de formação litúrgica sistemática e permanente. Formação que se baseia na compreensão teológica da Liturgia e faça superar tanto o neo-rubricismo quanto a improvisação arbitrária. 88

89 . O liturgista Frei José Ariovaldo da Silva afirma: Corremos o risco de continuarmos com uma Liturgia clerical, individualista, mágica e puramente devocional, sem compromisso comunitário, distante de Jesus Cristo. Sem formação litúrgica, corremos o risco de ver comprometida, de certa maneira, a reforma do concílio Vaticano II... Cabe a nós darmos continuidade a uma formação litúrgica que leve em conta nossa cultura ( catolicismo popular ), ou melhor, que dialogue com as culturas populares, num processo de mútua fecundação entre religiosidade popular e Liturgia no espírito do Concílio Vaticano II. Cf. A Sagrada Liturgia 40 Anos Depois,, o. c., p

90 De forma muito semelhante se expressa o liturgista Pe. Marcelino Sivinski, ao ser perguntado sobre o que considera como necessidades mais elementares na realidade litúrgica da Igreja no Brasil: São necessidades elementares: a formação litúrgica do clero e dos agentes de pastoral; a inculturação da liturgia e a organização de equipes de liturgia preparadas e competentes em todos os níveis. A linguagem litúrgica precisa tornar-se mais simples, poética e próxima da cultura popular. Cf. o. c., p

91 Outros desafios apontados: poder deformador da mídia; celebrações de cunho devocional, sem compromisso de fé comunitária; divórcio entre liturgia e catequese; liturgia e cultura urbana... A propósito destes desafios, ajuda-nos a reflexão que nos faz o documento de Santo Domingo, quando diz: Muito resta a ser feito para assimilar em nossas celebrações a renovação litúrgica desencadeada pelo Concílio Vaticano II... Ainda não se alcançou a plena consciência do que significa a centralidade da liturgia como fonte e cume da vida eclesial (SD 43). 91

92 DOCUMENTO DE SANTO DOMINGO (1992) 92

93 DOCUMENTO DE APARECIDA (2007) 93

94 Exortação Apostólica Pós-Sinodal VERBUM DOMINI Bento XVI: 30/09/

95 CELEBRAÇÃO DOS 50 ANOS DA SC Comissão da CNBB prepara a comemoração dos 50 anos da Sacrosanctum Concilium: 95

96 Equipe de Reflexão do Setor Pastoral Litúrgica da Comissão Episcopal Pastoral para a Liturgia da CNBB: preparação da comemoração dos 50 anos da Sacrosanctum Concilium, em comunhão com o projeto que será assumido pela CNBB, na celebração dos 50 anos do Vaticano II. Reunião com o Cardeal Antonio Cañizares Lllovera: Nesta reunião será refletido sobre a vida litúrgica no Continente, (Padre Gustavo Haas Hernaldo Pinto Farias?, assessor da comissão). 96

97 ASLI Liturgistas do Brasil Temas de Estudo: 2011: : Sacrosanctum Concilium : raízes históricas e teológicas (já realizado). 2012: : Relação entre a SC e os demais documentos do Concílio (Já realizado). 2013: : Leitura crítica da recepção da Constituição na América Latina e no Brasil, a partir dos documentos do Episcopado Latino-americano americano (Cf. NOTÍCIAS Boletim Semanal da CNBB 06-12/02/2011) 12/02/2011). 97

98 REFORMA DA REFORMA? Il Giornale entrevista Card. Antº Cañizares Llovera Prefeito da Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos: 98

99 A reforma litúrgica foi realizada com muita pressa... Não se deu tempo e espaço suficiente para acolher e interiorizar os ensinamentos do Concílio... A reforma foi entendida como obra humana... A renovação litúrgica foi vista como uma investigação de laboratório, fruto da imaginação e da criatividade, a palavra mágica de então... A liturgia não é uma ação do homem, mas de Deus

100 Não deve haver nenhuma dúvida sobre a bondade da renovação litúrgica conciliar, que trouxe grandes benefícios para a vida da Igreja, como a participação mais consciente e ativa dos fiéis e a presença enriquecida da Sagrada Escritura... A A liturgia, isso é fato, foi ferida por deformações arbitrárias, provocadas também pela secularização... Em muitas celebrações já não se coloca Deus no centro, mas o homem e seu protagonismo, sua ação criativa, o papel principal é dado à assembléia... São significativos os gestos introduzidos nas liturgias do Papa: a orientação da ação litúrgica, a cruz no centro do altar, a comunhão de joelhos, o canto gregoriano, o espaço para o silêncio, a beleza na arte sacra

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