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1 Clipping de Notícias Tuck na mídia Brasileira Tuck Alumni Club Brazil Ano 2007

2 Índice Data Fonte Título Julho/2007 Estado de São Paulo Por que os executivos erram Maio/2007 Valor Econômico Tuck aposta na vantagem de ser pequena e tradicional Valor Econômico Brasileiros querem ficar nos EUA para atuar em bancos Abril/2007 Portal Exame A Faria Lima bate Wall Street Vida Executiva Você S/A Você S/A Leitura da Vez - Entre erros e acertos Pesca no Exterior Os bons duram mais Março/2007 Valor Econômico Estudantes brasileiros de cursos de MBA não querem voltar ao país Folha de S.Paulo Novembro/2006 Valor Econômico Liderança é o nosso principal foco O equilíbrio entre a dívida e o valor agregado Janeiro/2006 Valor Econômico Mais brasileiros fazem empréstimos para estudar no exterior Março/2005 Valor Econômico Serão os MBAs os grandes culpados?

3 Por que os executivos erram Pesquisa mostra que, de 51 presidentes de empresas afastados em meio a crises, apenas dois ficaram no mercado Ana Paula Lacerda Eles são experientes, inteligentes, muito bem preparados e já comandaram empresas de peso. Ainda assim, erram - a ponto de levar uma empresa à beira da falência. 'Infelizmente todo executivo, por mais preparado que seja, por melhor que seja seu currículo, é um ser humano. E seres humanos erram', diz o pesquisador americano Sydney Finkelstein, professor do MBA do Dartmouth College. Nos últimos anos, Finkelstein pesquisou as razões pelas quais CEOs de grandes companhias cometeram erros que abalaram seriamente suas empresas - seja com grandes prejuízos, como na Motorola nos anos 90, ou escândalos de corrupção, como na Enron. Um de seus livros - Por que executivos inteligentes falham - lista 51 casos de grandes empresas (como Sony, Iridium e DaimlerChrysler) que passaram por crises e explica os motivos pelo qual ocorreram. 'Existem quatro razões principais que levam um executivo a cometer erros', diz ele. 'A visão distorcida dos fatos, a ilusão, falhas de comunicação e alguns hábitos dos executivos (ver ao lado). A maioria dos grandes erros empresariais se encaixa em uma destas situações.' Como exemplo do primeiro caso - a visão distorcida - ele cita a Motorola. Em meados de 1994, a empresa ficou meses desenvolvendo tecnologia analógica para celulares, quando outras desenvolviam tecnologia digital. 'E, mesmo vendo o resultado de outras empresas, levou tempo para que a Motorola mudasse sua estratégia', diz o pesquisador. 'O próprio Gary Tooker, CEO da empresa naquela época, me disse posteriormente que os líderes estavam muito concentrados em resultados a curto prazo e não pensaram o suficiente no futuro.' Neste caso, porém, uma estratégia errada pode ser corrigida, e a Motorola continua hoje sendo uma das gigantes de celulares. 'Em geral, é possível corrigir erros de gestão. Mas em casos que ferem a ética, como o da Enron, ou da empresa japonesa Snow Brand Food, que demorou a assumir que havia ocorrido uma contaminação em seus produtos, não há como recuperar a magem ou mesmo a empresa.' Para evitar crises, ele aconselha nunca trabalhar de maneira automática. 'O executivo, especialmente o CEO, deve se perguntar se aquilo que está fazendo é o melhor para a companhia.' Das 51 empresas pesquisadas por Finkelstein (situadas na América do Norte, Europa, Ásia e Oceania), todas dispensaram seus CEOs. E 49 deles não conseguiram recolocação. 1

4 RECOLOCAÇÃO 'É muito difícil seguir com a carreira depois de passar por uma crise', diz a consultora de carreiras sênior Mara Turolla, da Carreer Center. 'Vai depender muito de onde a pessoa está na estrutura da empresa. O presidente é sempre o primeiro a ser responsabilizado.' No Brasil, ela diz que um dos casos mais emblemáticos seja o ocorrido com o Banco Santos, cujo controlador Edemar Cid Ferreira foi condenado por evasão de divisas, formação de quadrilha e gestão fraudulenta. 'Os executivos de lá certamente enfrentaram perguntas difíceis em entrevistas de emprego posteriores.' Mara diz que aqueles executivos que passaram por momentos de crise e foram afastados da empresa - ou foram afastados - devem esperar alguns dias antes de buscar recolocação. 'Primeiro, a poeira deve baixar para a própria pessoa, para ela avaliar o que aprendeu com a situação. E ela deve saber falar sobre seus erros mas também sobre suas conquistas.' OS PRINCIPAIS ERROS Visão errada: Ocorre quando o executivo analisa erroneamente as informações que lhe são passadas, ou não percebe algum fato que pode influenciar resultados e processos Ilusão: Por vezes, o executivo está tão convencido de que tomou a decisão certa que não debate com a equipe ou não avalia se esta é realmente a melhor opção Falhas de Comunicação: Quando, simplesmente, alguma informação não chega aos diretores, ou chega truncada Hábitos: Cada executivo tem sua maneira de agir, sua formação e sua experiência. Às vezes, atitudes específicas - como a maneira de tratar colegas - podem influenciar nos resultados Como evitar estes problemas: Finkelstein afirma que os executivos devem fazer perguntas a si mesmos para detectar sinais de alerta. Por exemplo: a estratégia, a contabilidade e o palavreado usado na empresa são desnecessariamente complicados? Há detalhes ou problemas pequenos que a gerência parece desprezar? Tenho dúvidas sobre o CEO? Fonte: Estado de São Paulo 05/07/2007 2

5 A vantagem de ser pequena e tradicional Stela Campos 07/05/2007 Primeira escola de negócios do mundo, criada em 1900 dentro do Dartmouth College, a Tuck prepara uma reforma curricular onde deverá personalizar ainda mais seu curso de MBA, oferecendo classes com oito estudantes. Situada em Hanover, interior dos EUA, a escola conta com apenas 480 alunos. A Tuck ocupa lugar de destaque em todos os rankings de MBAs do mundo. Ser pequena é o que a diferencia de outras renomadas escolas americanas. Sua meta não é crescer, mas ter mais estrangeiros. 3

6 Tuck aposta na vantagem de ser pequena e tradicional Por Stela Campos 07/05/2007 Ao contrário das outras renomadas escolas de negócios com as quais divide as primeiras colocações nos principais rankings dos melhores cursos de MBA do mundo, Tuck não tem planos para crescer. Situada dentro do campus do Dartmouth College, na minúscula cidade de Hanover, na charmosa região dos lagos no estado de New Hampshire, seu objetivo no futuro é manter-se exatamente do mesmo tamanho. Stela Campos/Valor Estudantes aproveitam o calor da primavera nos jardins da escola 4

7 Primeira escola de negócios do mundo, criada em 1900, Tuck encara como seu maior desafio hoje tornar-se mais internacional. Quer ter 40% de alunos estrangeiros em suas classes, hoje eles são apenas 34%. Mas quer fazer isso mantendo o espírito familiar e interiorano que acredita ser o seu maior diferencial em relação às outras grandes escolas americanas. Tuck abriga no curso de MBA 480 alunos. São sempre 240 alunos por turma, nos dois anos do curso, nenhum a mais ou a menos. Cerca de 60% deles moram no campus. Os estudantes do MBA, junto com os do Dartmouth College, compõe a maioria da população de Hanover, que tem 10 mil habitantes. A cidade fica há duas horas de carro de Boston. Quem não vive em um dos dormitórios patrocinados pela escola está no máximo há três ou quatro quilômetros dali, na cidade de Lebanon ou em algum lugar no estado de Vermont, cuja divisa fica há dois quilômetros do campus. A disputa pelas poucas vagas na escola é grande. Este ano, 2,6 mil candidatos concorrem por um lugar na turma de O sistema de seleção é rigoroso. A escola não exige uma nota mínima no GMAT (exame internacional que testa o inglês e conceitos de administração), mas uma nota acima de 710 é desejável. É necessário ter pelo menos cinco anos de experiência no mercado. Mas, na hora "h" o que conta pontos mesmo são as habilidades pessoais e a impressão dos examinadores. "O candidato tem que ter iniciativa, ser persuasivo e se fracassou alguma vez não deve esconder isso e sim contar como superou a crise", recomenda Christie St-John, diretora da área de recrutamento e seleção de Tuck. Dos estudantes deste ano, 40% são casados e 15% trouxeram os filhos para viver com eles. Existem inclusive cinco casais fazendo o curso. Tuck só oferece o MBA "full time", modelo mais tradicional, com dois anos de duração. "Como a cidade é pequena, todos ficam muito próximos", diz a diretora. O número de alunos estrangeiros ainda é pequeno, mas vem crescendo. Aumentar esta participação é a grande meta da escola para os próximos anos e uma questão de honra para o reitor Paul Danos. Desde que assumiu o comando de Tuck há oito anos, ele tem se empenhado pessoalmente para que a escola se torne mais internacional. Todo ano faz cerca de 15 viagens para a Europa, Ásia e América Latina, com a intenção de promover o nome da escola, conhecida no mercado americano, mas praticamente desconhecida em muitos países. Aos poucos, o reitor vem conseguindo plantar sua semente. O percentual de alunos estrangeiros em sua gestão passou de 11% para 34%. Mas, ele quer ir além. Sua ambição é equilibrar a distribuição de nacionalidades nas salas de aula. "Queremos mais diversidade", diz. Hoje apenas 10% dos estudantes são latino-americanos e 40% são chineses. Diversidade também significa ter mais mulheres. Hoje elas representam 33% dos alunos. Para 2012, Danos quer promover algumas mudanças no currículo de Tuck. As últimas aconteceram em "Não será nada radical", explica Robert G. Hansen, reitor associado. A intenção é oferecer no segundo ano, a oportunidade para os estudantes desenvolverem as matérias eletivas em classes bem pequenas, com no máximo oito 5

8 alunos. "Queremos nos aperfeiçoar naquilo que já sabemos fazer, que é oferecer um ensino mais personalizado", diz o reitor. Para adotar esse novo modelo de ensino, Tuck terá que aumentar o número de professores. Hoje existem 60 professores, com 70% deles atuando em tempo integral. No geral, eles dão aulas durante cinco meses e o resto do ano dedicam-se exclusivamente a pesquisas. "Isso é crítico para nossa escola", diz Dave Pyke, reitor associado, responsável pelo MBA. Encontrar este tipo de docente não é fácil e custa caro. Eles recebem, em média, US$ 300 mil por ano. Para bancar as novas contratações, a escola está lançando uma campanha para arrecadar US$ 95 milhões, nos próximos três anos. Esse dinheiro será desvinculado do que já é recolhido anualmente entre os 8 mil ex-alunos. Ano passado, 65% deles doaram à escola US$ 5 milhões. A generosidade dos ex-alunos está relacionada com o alto grau de satisfação após o curso, um dos destaques da escola no ranking do jornal "Financial Times". A empregabilidade dos formandos também é alta. "O fato da escola ser pequena ajuda", diz Robert Hansen. O salário médio gira em torno de US$ 150 mil por ano. Mas quem decidiu fazer o MBA em Tuck apostou alto. O custo do curso, estimado para 2008, incluindo moradia, está em US$ 142,5 mil. Se o estudante levar a família este valor pode subir para US$ 162,5 mil. A escola tem poucas bolsas de estudo, apenas 7% dos alunos deste ano utilizam este recurso. Quase metade dos estudantes conseguem pagar o MBA através de empréstimos realizados com instituições financeiras através da escola. Os outros usam recursos próprios ou são custeados pela família ou empresa. O brasileiro André Bueno, 34 anos, conta que conseguiu um empréstimo de U$ 140 mil através da escola, em apenas três horas, após ter sido aprovado no curso. "Isso sem avalista", lembra. Esta é mais uma das iniciativas de Tuck que está ajudando a atrair mais estrangeiros. Porém, muito ainda precisa ser feito para que o nome da escola soe familiar em outros continentes, assim como Harvard ou Stanford. "Estamos trabalhando para isso", diz Danos. Fonte: Valor Econômico 07/05/2007 6

9 Brasileiros querem ficar nos EUA para atuar em bancos De São Paulo 07/05/2007 Fazer o MBA no exterior, para a maioria dos executivos brasileiros, significa investir numa carreira internacional. E, se possível, um emprego em um banco de investimentos em Nova York ou algo que o valha. Quase 80% dos formandos da escola de negócios Tuck, do Dartmouth College, têm a intenção de trabalhar nos Estados Unidos após o curso. Stela Campos/Valor Grupo de alunos brasileiros do curso de MBA de Tuck, junto ao prédio na escola de negócios em Hanover "Para o profissional brasileiro trabalhar em um banco internacional, em Nova York, significa estabelecer um bom relacionamento com a matriz, o que é extremamente importante para a carreira dentro da instituição", diz Andre Bueno, estudante do primeiro ano do MBA em Tuck. Ele trabalhou na área financeira da Ford no Brasil e nos Estados Unidos. Fez o mestrado em finanças na Universidade de Michigan. "Vim para Tuck com a intenção de fazer uma transição da área automotiva para a de bancos de investimentos", conta. Bueno diz que no Brasil essa mudança seria mais difícil. "Os headhunters sempre me veriam como alguém do setor automotivo", diz. Ele conseguiu um "summer job" (trabalho realizado entre o primeiro e o segundo ano do MBA) na Merril Lynch, em Nova York. "Vou trabalhar com fusões e aquisições. Era o que eu queria", comemora. 7

10 Como o conteúdo do MBA em Tuck é mais tradicional e generalista, focado no ensino da administração, boa parte dos estudantes tem intenção de migrar para outro setor após o curso. Cerca de 40% seguem para consultorias e bancos de investimentos. Este ano, por exemplo, 25% dos alunos foram recrutados pela McKinsey. A escola também tem sido bastante procurada por fundos de private equity. O brasileiro Benny Finzi, 29 anos, ex-consultor da Accenture, diz que o fato de existir um Centro de Private Equity e Empreendedorismo em Tuck foi um dos fatores que ajudou a aumentar seu interesse pelo MBA. "Gostaria de trabalhar nessa área", diz. O estudo sobre liderança também é outro carro-chefe da escola. "Nossos alunos querem dar uma guinada na carreira e em dez anos chegar ao cargo de CEO", diz David Pyke, reitor associado de Tuck, responsável pelo MBA. Encontrar um bom "summerjob", entre o primeiro e segundo ano do MBA, é uma forma de tentar antecipar um contrato de trabalho após o curso. No período de 8 a 10 semanas em que os alunos atuam nas companhias, eles recebem, em média, luvas na assinatura do contrato temporário no valor de US$ 5 mil, mais um salário de US$ 18 mil. Paulo Almeida, 33 anos, que está se formando este ano, fez o "summerjob" no Citibank em Nova York e já tem emprego garantido no banco quando terminar o curso. "Foi uma oferta irresistível para ficar", conta. Outra maneira de alavancar a carreira dos estudantes do MBA durante o curso são os trabalhos realizados para a Tuck Global Consultancy, consultoria criada pela escola, em 1997, para prestar serviços para empresas. No ano passado, foram realizados 15 projetos, do qual participaram 100 estudantes. "Como são poucas vagas, existe uma grande disputa entre os alunos para entrar nos projetos", diz Pyke. Os trabalhos realizados pela consultoria duram entre quatro e seis semanas e o preço médio cobrado pela escola é US$ 28 mil. Arnaldo Romera, 29 anos, é um dos alunos que está pleiteando um espaço na consultoria da escola. Ele veio para Tuck com o curso financiado pela empresa italiana Value Partners, onde trabalha no Brasil. O fato de poder realizar trabalhos em grupo menores, na sua opinião, é uma das vantagens de estudar em Tuck. "Sempre trabalhei em equipes pequenas onde existia uma maior exposição e isso também acontece aqui", diz. O ambiente interiorano de Hanover também acaba sendo um atrativo a mais para quem quer se focar nos estudos. O engenheiro Alexandre Perlingeiro, 32 anos, foi um que buscou a escola não só por ela ser bem reconhecida no mercado financeiro, mas também para fugir da vida agitada dos grandes centros. "Vou ter que morar em São Paulo ou Nova York depois, quero aproveitar a tranqüilidade da cidade", diz. Rogério Cafruni, 29 anos, ex-consultor da Arthur Andersen e da Deloitte diz que o fato de poder morar em uma cidade do interior também o animou. "Sou casado e pelo fato da escola ter uma comunidade bastante coesa, achei que isso iria ajudar na adaptação da minha família", diz. (SC) Fonte: Valor Econômico 07/05/2007 8

11 A Faria Lima bate Wall Street Os salários nos bancos de investimento do Brasil passam os dos Estados Unidos Por Giuliana Napolitano EXAME Como seria de esperar da maior economia do mundo, os Estados Unidos reinam quando o assunto é mercado financeiro. No ano passado, um terço de todos os lançamentos de ações e quase 40% das operações de fusões e aquisições de empresas do mundo aconteceram em Wall Street, o maior centro financeiro do planeta. Também são americanos os bancos de investimento responsáveis por estruturar a maior parte dessas transações -- que movimentaram a cifra recorde de 1,7 trilhão de dólares. o Tina Fineberg / APhoto Surpreende, portanto, que um país emergente consiga superar os Estados Unidos em algum quesito nessa área. Mas é o que ocorre com o Brasil, pelo menos no que diz respeito à remuneração dos profissionais -- e pelo menos por enquanto. Apesar de o mercado de capitais brasileiro ainda representar uma tímida fração do americano, os salários e os bônus pagos por bancos de investimento já ultra passam os valores de Nova York. Atualmente, presidentes, diretores e até trainees das instituições que operam no país ganham cerca de 20% mais do que seus colegas nos Estados Unidos, segundo estimativas das maiores consultorias de recrutamento e de executivos dos principais bancos ouvidos por EXAME. "A Faria Lima bateu Wall Street", afirma um headhunter, referindo-se à Brigadeiro Faria Lima, avenida da zona oeste de São Paulo onde estão localizados os escritórios dos principais bancos de investimento do país. As cifras são milionárias. No Brasil, o ganho anual de um presidente de banco de investimentos é de cerca de 4 milhões de dólares. Essa é a média. Executivos top de linha podem receber mais de 10 milhões de dólares no mesmo período. Diretores dos principais bancos recebem, em média, cerca de 2 milhões de dólares por ano, e um analista recém-saído da faculdade ganha dólares. O que explica essa surpreendente remuneração dos brasileiros é a falta de mão-de-obra num mercado superaquecido. As operações de compra e fusão de empresas e também as ofertas de ações nas bolsas de valores são dois filões que crescem a taxas chinesas no país. No ano passado, o segmento 9

12 movimentou 55 bilhões de dólares, mais que o dobro do volume de 2005, segundo um levantamento da consultoria Thomson Financial. "O Brasil é um dos poucos países que fazem cerca de 35 aberturas de capital por ano", diz Gabriel Alonso, vice-presidente executivo do Santander, referindo-se à média dos últimos anos -- em 2007, estima-se que o número de aberturas de capital chegue a 70. "Por isso, é natural que a maioria dos bancos esteja olhando para cá. Nós também estamos investindo." Para entregar esse crescimento, a maioria dos executivos dos bancos de investimento trabalha freneticamente num ritmo superior ao registrado pela média dos bancos nos Estados Unidos. Como 90% do contracheque desses profissionais depende de bônus, mais trabalho quer dizer mais dinheiro no bolso. Recompensa milionária O mercado financeiro americano é bem maior que o brasileiro (1)... Brasil EUA Ofertas de ações 13 bilhões de dólares 215 bilhões de dólares Fusões e aquisições 42 bilhões de dólares 1,5 trilhão de dólares Número de bancos de investimento(2) mas quem trabalha em bancos de investimento no Brasil ganha mais (remuneração anual em dólares) (3) Brasil EUA Presidente 4 milhões 3,2 milhões Diretor 2 milhões 1,5 milhão Analista (1) Números de 2006 (2) Número estimado de bancos que atuam em ofertas de ações e de dívida e em fusões e aquisições (3) Inclui salário e bônus pagos em 2006 Fontes: bancos,dealogic, headhunters,thomson Financial A euforia nos bancos de investimento começou em 2004, com a arrancada da Bolsa de Valores de São Paulo. Nessa época, apenas três bancos de investimento -- Credit Suisse, UBS e Pactual -- mostraram capacidade de atender à nova demanda de empresas, que precisavam de quem estruturasse seus lançamentos de ações. Com a compra do Pactual pelo UBS no ano passado, o mercado ficou ainda mais concentrado. Como esse é um segmento invejavelmente rentável -- calcula-se que as margens de lucro sejam de impressionantes 50% --, as instituições que ficaram de fora do mercado tiveram de ir à luta. Resultado: há uma verdadeira guerra pelos talentos no mercado. "Vivemos uma escassez crônica 10

13 de pessoal", diz Bruno Padilha, diretor executivo do banco de investimentos do Unibanco. Os bancos que ainda estão engatinhando nesse mercado sabem que a única maneira de entrar rapidamente no jogo é buscar talentos na concorrência. "Com o mercado bastante aquecido, não há tempo hábil para formar pessoas", diz Jorge Maluf Filho, sócio da consultoria Korn/Ferry International. O momento atual tem produzido mudanças curiosas na cultura de alguns bancos. O Bradesco, a maior instituição financeira privada do país, abriu seu banco de investimentos no ano passado e não vacilou em fazer contratações de peso. Para ser o diretor-geral da nova área, destacou Bernardo Parnes, expresidente do Merrill Lynch e responsável pelo family office do banqueiro José Safra até então. O movimento quebrou uma tradição. Foi a primeira vez que o Bradesco preencheu um cargo de alto escalão com um executivo que não veio de seus próprios quadros ou de uma instituição adquirida. O banco também foi a mercado para contratar outros três executivos para sua área de investimento -- Bruno Boetger, que saiu do Citigroup em Nova York, Renato Ejnisman, vindo do Bank of America, e Jaime Singer, ex-credit Suisse e Pactual. "São reforços necessários à nossa estratégia de crescer nessa área", diz José Luiz Acar Pedro, vice-presidente executivo responsável pelo banco de investimentos. Antes do Bradesco, o Itaú BBA já tinha feito uma incursão na equipe do UBS (hoje UBS Pactual) em março de 2005, levando três executivos. Diferentemente dos bancos de varejo -- que investem pesado em tecnologia para tentar reduzir os gastos com pessoal --, os bancos de investimento dependem quase que exclusivamente da qualidade de seus profissionais. Mais do que em qualquer outra área do mercado financeiro, nesse setor o relacionamento pessoal entre os executivos das empresas e dos bancos pesa tanto ou mais do que a placa de uma instituição financeira na hora de fechar negócios. "Cativar o cliente é vital em nosso ramo", diz Ricardo Stern, presidente do JP Morgan no Brasil. Segundo especialistas, a maioria das companhias só toma a decisão de abrir capital ou de comprar outras empresas depois de ouvir essa sugestão de um banco de investimentos. Foi o que ocorreu com a rede de laboratórios Diagnósticos da América (Dasa) em A idéia de fazer uma segunda oferta de ações partiu das instituições financeiras que estruturaram o negócio -- UBS, Itaú BBA, JP Morgan e Unibanco. "Seguimos a recomendação porque confiamos na avaliação dos bancos e, principalmente, nos profissionais que cuidavam da nossa operação", diz Odélio Arouca Filho, diretor da Dasa. O vigor do mercado transformou os bancos de investimento em uma das primeiras opções de quem está saindo da faculdade. Um exemplo é Ricardo Castro, de 22 anos, recém-formado em administração de empresas na Universidade de São Paulo e analista do JP Morgan. "Quando comecei o curso, queria trabalhar no setor público, mas os bancos de investimento me chamaram a atenção porque oferecem chances reais de crescimento", diz. A rotina, porém, é pesada. São longas jornadas de trabalho que facilmente se estendem pelas madrugadas e pelos finais de semana. Além disso, o ambiente é bastante competitivo. Os profissionais são avaliados constantemente, porque os bônus dependem não só do resultado financeiro dos bancos mas também do desempenho individual de cada um. "Por isso, essas instituições procuram pessoas determinadas, ágeis, que queiram crescer rapidamente mas tenham capacidade de trabalhar longas horas sob pressão", diz Jaqueline Giordano, responsável pela área de carreiras do Ibmec São Paulo. 11

14 O cenário é tão positivo que, pela primeira vez em décadas, jovens profissionais que saíram do Brasil para cursar MBAs ou trabalhar no exterior começam a voltar para o país. É o caso de Guilherme Steagall Gertsenchtein. Depois de concluir um MBA na Tuck School of Business, uma das principais escolas de negócios dos Estados Unidos, ele passou uma temporada de dois anos e meio no Morgan Stanley em Nova York. Agora, está sendo transferido para trabalhar em São Paulo. "A opção pelo Brasil está cada vez mais comum -- e ela parte não apenas dos alunos mas também dos bancos", diz o americano Jonathan Masland, diretor da Tuck. "As instituições querem seus profissionais onde os negócios acontecem, e hoje esse lugar é o Brasil." Por enquanto, poucos profissionais reúnem o que os bancos de investimento precisam. A consultoria de recursos humanos Mercer estima que os bancos não consigam preencher um quarto das vagas que abrem. É o caso da cadeira de presidente do Morgan Stanley no Brasil. Até o fechamento desta edição, o banco não havia encontrado um sucessor para Rodrigo Lowndes, que saiu no fim de fevereiro para montar um fundo de private equity. É natural que uma fase tão próspera -- e atípica -- comece a suscitar dúvidas sobre sua sustentabilidade. A maioria dos executivos prevê alguma piora no futuro. "O mercado de capitais é cíclico. Saltos geralmente são seguidos por quedas", diz Marcos Grodetzky, chefe do banco de investimentos do HSBC. Se isso ocorrer, os salários vão cair e alguns bancos podem até voltar a demitir profissionais, como ocorreu no passado. Ao menos para este ano, porém, as perspectivas são otimistas. "Pelo menos por ora, a Faria Lima deve seguir superando Wall Street", acredita um banqueiro. Fonte: Portal Exame 19/04/

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19 Estudantes brasileiros de cursos de MBA não querem voltar ao país Por Stela Campos 26/03/2007 Dos alunos brasileiros do cursos de MBA da renomada Tuck School of Business, escola de negócios da universidade de Dartmouth, 80% optam por trabalhar em companhias americanas ou européias após a formatura. Destes, 60% permanecem nos Estados Unidos no setor bancário. A maioria rejeita propostas de empresas nacionais, com salários similares, apenas para não ter que voltar para o Brasil. Há quem diga que esse movimento pode levar a uma "fuga de cerébros". Ele se repete em quase todos os melhores programas internacionais. Para tentar ajudar recrutadores e educadores brasileiros a encontrarem saídas para essa rejeição dos alunos, Paul Danos, reitor da escola americana -que está entre as dez melhores do mundo, segundo o "Financial Times"- esteve semana passada em São Paulo. Ele participou de mesa redonda, organizada pela Fundação Estudar. Na ocasião, concedeu uma entrevista exclusiva ao Valor. Danos, que desde 2005 comanda com outros reitores um blog sobre educação executivaum dos mais populares entre acadêmicos de todo o mundo- costuma viajar muito para descobrir as causas de alguns fenômenos, como o que está acontecendo hoje com os brasileiros. Para ele, atrair os talentos de volta é uma questão a ser pensada, mas nada deve impedir a ida dos jovens brasileiros para o mundo. "As empresas hoje buscam um perfil multicultural, com facilidade para lidar com pessoas, como o dos brasileiros", lembra. Os estudantes de MBA, segundo ele, estão voltando a ser cobiçados por recrutadores interessados em gestores para empresas globais. Os salários estão disparando. Em Tuck, os formandos receberam, em média, no ano passado, US$ 155 mil. A seguir alguns trechos da entrevista: Valor: Como está o recrutamento de alunos de MBA este ano? Paul Danos: Depois da recessão do começo de 2001 até 2002, no ano passado houve uma explosão na demanda por alunos. Foi um recorde para Tuck. Acho que aconteceu com todos os melhores programas do mundo. Hoje existe uma grande procura por gerentes para a área de finanças, marketing, estratégia, para atuar em todo tipo de companhia. Vivemos um mercado muito saudável. 17

20 Valor: O senhor acredita que os MBAs estão retomando o prestígio que tinham há dez anos? Danos: Acho que eles têm até mais prestígio hoje porque existem muito mais empresas globais com operações na China, na Índia, na América Latina. Existem mais empresas atuando de uma forma multinacional. Elas precisam de pessoas que tenham uma visão de mundo. Então acho que os principais programas de MBA foram beneficiados com este saudável crescimento da comunidade internacional. Valor: Os salários dos alunos também subiram? Danos: Eles aumentaram gradualmente. Eu acredito que este ano teremos um novo aumento. No ano passado, nossos alunos alcançaram os melhores salários na história da Tuck. A remuneração total deles em 2006 ficou em US$ 155 mil, mas deve subir ainda mais este ano. É bom lembrar que nossos estudantes são profissionais com experiência, na faixa dos 28 aos 30 anos de idade. Valor: Na sua opinião, a expectativa de quem faz um MBA hoje é diferente do que há dez anos? Danos: Eu acho que a expectativa dos estudantes hoje transcende o lado educacional. Eles não querem apenas quantificar as habilidades que aprendem. Mas ter a experiência completa de como dirigir um negócio e interagir com a sociedade. Valor: A presença de alunos latino-americanos em Tuck cresceu? Danos: Os alunos internacionais hoje representam um terço dos alunos em nossas classes. Em toda a escola, temos 35% de alunos vindos de outros países. O percentual cresceu no ano passado e deve crescer mais este ano. Os alunos latino-americanos têm sido muito bem sucedidos. As pessoas que empregam em Tuck valorizam suas atitudes. Valor: Os estudantes brasileiros são muito cobiçados pelas companhias americanas? Danos: Se vierem dos melhores cursos de MBA, os estudantes latino-americanos podem se dar tão bem nos EUA quanto os americanos. Agora, o foco dos recrutadores são pessoas capazes de administrar companhias internacionais, de todos os tipos, da área de finanças, marketing, consultoria. Eles precisam de executivos que possam atuar em qualquer parte do mundo. Os latino-americanos são, no geral, multiculturais, falam várias línguas, têm tudo para serem bem sucedidos. Valor: Qual a característica que chama a atenção dos recrutadores para os brasileiros? Danos: Em primeiro lugar, são pessoas que gostam de pessoas, são dedicados à família, não só ao seu núcleo familiar. Eles gostam de fazer amizades, de cooperar. Criam um 18

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