CADERNO DE RESUMOS TURMA 2014

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "CADERNO DE RESUMOS TURMA 2014"

Transcrição

1 CADERNO DE RESUMOS TURMA 2014

2

3 SUMÁRIO APRESENTAÇÃO 7 PROGRAMAÇÃO 9 LINHA DE PESQUISA 11 GRÁFICA DIGITAL APLICADA A ARQUITETURA E URBANISMO CONSEQUENCIAS DE REESTRUTURAÇÕES CURRICULARES EM DISCIPLINAS DE REPRESENTAÇÃO FRENTE À PRÁTICA PROJETUAL Cristiane dos Santos Nunes Orientadora: Adriane Borda Almeida da Silva O PARAMETRISMO ENTRE GAUDÍ E GEHRY Juçara Silva Orientadora: Adriane Borda Almeida da Silva O ENSINO/APRENDIZAGEM DE GEOMETRIA PROJETIVA: um panorama de estratégias didáticas a partir das tecnologias de representação Tatiane Brisolara Nogueira Orientadora: Adriane Borda Almeida da Silva LINHA DE PEQUISA PERCEPÇÃO E AVALIAÇÃO DO AMBIENTE PELO USUÁRIO A PRESERVAÇÃO HISTÓRICA CONSIDERANDO A IDENTIDADE LOCAL E A PERCEPÇÃO DO USUÁRIO EM CIDADES HISTÓRICAS Adriane Alves Orientadora: Adriana Araújo Portella DE 2014 SEGUNDO A PERCEPÇÃO DA POPULAÇÃO DEVIDO AS OBRAS DE MOBILIDADE NA CIDADE DE PORTO ALEGRE Gabriela Costa da Silva Orientadora: Adriana Araújo Portella VITRINAS E VISUAL MERCHANDISING: QUAIS VARIÁVEIS INFLUENCIAM NA QUALIDADE VISUAL DAS RUAS COMERCIAIS DE PELOTAS SEGUNDO A PERCEPÇÃO DO USUÁRIO Manoela Neves Siewerdt Orientadora: Adriana Araújo Portella ARTE E A CONDIÇÃO DE URBANIDADE. A relação entre Arte e Arquitetura e Urbanismo: O caso de Pelotas Cássia Correa Pereira Orientadora: Natalia Naoumova CONSTRUINDO A CIDADE E A CIDADANIA- PROGRAMA DE ACELERAÇÃO DO CRESCIMENTO NA COMUNIDADE DO PAC ANGLO- PELOTAS RS Janice Jara Conceição Dutra

4 Orientadora: Nirce Saffer Medvedovski AVALIAÇÃO DOS USUÁRIOS DE HABITAÇÕES DE INTERESSE SOCIAL DO PROGRAMA MINHA CASA MINHA VIDA QUANTO AO FORNECIMENTO DE EQUIPAMENTOS E SERVIÇOS URBANOS ACESSÍVEIS E DE QUALIDADE PARA O SEU USO Estudos de caso dos Residenciais Jardins do Obelisco e Haragano Jones Vieira Pinto Orientadora: Nirce Saffer Medvedovski LINHA DE PESQUISA URBANISMO CONTEMPORANEO CASA: TERRITÓRIO DE SUBJETIVIDADES Um percurso sobre sensibilidade e arquitetura nos condomínios fechados Carolina Magalhães Falcão Orientador: Eduardo Rocha Co-orientador: André Torres Carrasco CIDADE COMO ESPAÇO CÊNICO Narrativas do Espaço Urbano através do...avoa! Núcleo Artístico Débora Souto Allemand Orientador: Eduardo Rocha OS MUSEUS DA UFPEL Território vizinho e hospitalidade Talita Corrêa Vieira Silva Orientador: Eduardo Rocha LINHA DE PESQUISA TEORIA E CRITICA DA ARQUITETURA E URBANISMO PRÉ-URBANISMO EM FORTALEZA: CÓDIGOS E PLANOS DE 1818 A 1933 Larry Andelmo Silva de Andrade Orientadora: Célia Helena Castro Gonsales O PAPEL DA MAQUETE FÍSICA COMO PROCESSO DE IDEALIZAÇÃO DE PROJETO Aplicações na Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Federal de Pelotas Lessandro Machado da Rosa Orientadora: Laura Lopes Cezar CONCURSOS DE ARQUITETURA NO RIO GRANDE DO SUL Matheus Gomes Chemello Orientador: Sylvio A. Dick Jantzen MATERIALIDADE E SIGNIFICADO NO CONJUNTO HISTÓRICO E PAISAGÍSTICO DE JAGUARÃO/RS Critérios de Preservação Roseli Maria Comissoli de Sá Orientador: Sylvio Arnoldo Dick Jantzen

5 LINHA DE PESQUISA CONFORTO E SUSTENTABILIDADE DO AMBIENTE CONSTRUIDO AVALIAÇÃO DOS PARÂMETROS DE DESEMPENHO TÉRMICO DA NBR PARA AS ZONAS BIOCLIMÁTICAS 1, 4 E 7 PARA HABITAÇÕES DE INTERESSE SOCIAL Alexandre Espindola de Felippe Orientador: Antônio Cesar Silveira Baptista da Silva POSSIBILIDADES PARA O EMPREGO DO SISTEMA DE FACHADA VENTILADA EM EDIFÍCIOS COMERCIAIS NAS OITO ZONAS BIOCLIMÁTICAS DO BRASIL Carlos Leodário Monteiro Krebs Orientador: Eduardo Grala da Cunha SUSTENTABILIDADE EM EDIFICAÇÕES PÚBLICAS O Processo de Expansão do Instituto Federal Sul-rio-grandense César Rodeghiero Rosa Orientador: Antônio César Silveira Baptista da Silva Co-orientadora: Lisandra Fachinello Krebs ANÁLISE DAS CONDIÇÕES DE USO E OCUPAÇÃO DE HIS PRECONIZADAS NO RTQ-R NO MÉTODO DE SIMULAÇÃO COMPUTACIONAL Raquel Ramos Silveira da Mota Orientador: Eduardo Grala da Cunha ANÁLISE DA EVOLUÇÃO DO DIREITO AO SOL NO I, II E III PLANO DIRETOR DE PELOTAS RS Saionara Dias Vianna Orientadora: Celina Britto Correa A AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO TÉRMICO DE TIPOLOGIAS DE HABITAÇÕES DE INTERESSE SOCIAL NOS PROGRAMAS MCMV E PAC EM PELOTAS(RS) Thelma de Ávila Camargo Orientador: Eduardo Grala da Cunha LINHA DE PESQUISA TECNOLOGIA E CONSERVAÇÃO DO AMBIENTE CONSTRUÍDO PROPOSTA DE METODOLOGIA PARA ANÁLISE DE MANIFESTAÇÕES PATOLÓGICAS EM FACHADAS NA CIDADE DE PELOTAS/RS Aretusa Oliveira Rodrigues Orientadora: Ariela da Silva Torres Co-orientador: Charlei Marcelo Paliga

6 AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO TÉRMICO, LUMÍNICO E ACÚSTICO, DE HABITAÇÃO DE INTERESSE SOCIAL: O caso da Casa Palete Cassius Baumgarten Orientadora: Isabel Tourinho Salamoni MÉTODOS DE ENSAIOS NÃO DESTRUTIVOS PARA DIAGNÓSTICO DE MANIFESTAÇÕES PATOLÓGICAS DE EDIFICAÇÕES. ESTUDO DE CASO DAS FACHADAS DA ESTAÇÃO RODOVIÁRIA DE PELOTAS/RS Fernando Wulff Al Alam Co-orientador: Charlei Marcelo Paliga Orientadora: Ariela da Silva Torres PROPOSIÇÃO DE DIRETRIZES PARA A IMPLEMENTAÇÃO DA TECNOLOGIA BIM (BUILDING INFORMATION MODELING) NO APOIO À GESTÃO DE ESPAÇOS EM INSTITUIÇÕES FEDERAIS DE ENSINO SUPERIOR (IFES) Gianine Pivetta Mello Orientador: Fábio Kellermann Schramm

7 APRESENTAÇÃO O V Seminário Anual da Pós-Graduação em Arquitetura e Urbanismo da UFPel acontece nos dias 19, 20 e 21 de novembro de 2014, no Programa de Pós-Graduação em Arquitetura e Urbanismo (PROGRAU), da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAUrb), da Universidade Federal de Pelotas (UFPel). Além de ser um evento importante para o fortalecimento do PROGRAU, também é de grande relevância para a região sul do Rio Grande do Sul, ao abordar temas relacionados ao universo da pesquisa em arquitetura e urbanismo. Os eixos temáticos foram organizados a partir das seguintes áreas e linhas de pesquisa: Área de Concentração Arquitetura, Patrimônio e Sistemas Urbanos Urbanismo Contemporâneo; História da Arquitetura e da Cidade; Percepção e Avaliação do Ambiente pelo Usuário; Teoria História e Crítica da Arquitetura e Urbanismo e; Área de Concentração Qualidade e Tecnologia do Ambiente Construído Conforto e Sustentabilidade do Ambiente Construído e; Tecnologia e Conservação do Ambiente Construído. Por meio de sessões de comunicações os discentes da turma 2014 apresentam suas propostas de pesquisa promovendo o debate acadêmico e fomentando discussões sobre as diferentes possibilidades, práticas, metodologias e resultados nas linhas de pesquisa oferecidas pelo PROGRAU. Prof. Dr. Eduardo Rocha Coordenador do PROGRAU 7

8

9 PROGRAMAÇÃO MESTRANDO ORIENTACAO HORARIO BANCA Linha de Pesquisa: Gráfica Digital Aplicada a Arquitetura e Urbanismo e Percepção e Avaliação do Ambiente pelo Usuário dia 19 de novembro de 2014 quarta-feira Cristiane dos Santos Nunes Adriane Borda Almeida da Silva 17h00min- 17h30min Adriane B. Almeida da Silva Sylvio Arnoldo Dick Jansen Juçara Nunes da Silva Adriane Borda Almeida da Silva 17h30min- 18h00min Adriane B. Almeida da Silva Sylvio Arnoldo Dick Jansen Tatiane Brisolara Nogueira Adriane Borda Almeida da Silva 18h00min- 18h30min Adriane B. Almeida da Silva Sylvio Arnoldo Dick Jansen Adriane Luiz Alves Adriana Araújo Portela 18h30min- 19h00min Adriana Araújo Portela Eduardo Rocha Gabriela Costa da Silva Adriana Araújo Portela 19h00min- 19h30min Adriana Araújo Portela Nirce Saffer Medvedovski Manoela Neves Siewerdt Adriana Araújo Portela 19h30min- 20h00min Adriana Araújo Portela Natalia Naumova Cássia Correa Pereira Natalia Naumova 20h00min- 20h30min Natalia Naumova Adriana Araújo Portela Janice Jara Conceição Nirce Saffer Medvedovski 20h30min- Nirce Saffer Medvedovski Dutra 21h00min Jones Vieira Pinto Nirce Saffer Medvedovski 21h00min- Nirce Saffer Medvedovski 21h30min Linhas de Pesquisa: Urbanismo Contemporâneo e Teoria e Crítica da Arquitetura e Urbanismo dia 20 de novembro de 2014 quinta-feira Matheus Gomes Chemello Sylvio Arnoldo Dick Jansen 16h00min- 16h30min Sylvio Arnoldo Dick Jansen Eduardo Rocha Roseli Maria Comissoli de Sá Sylvio Arnoldo Dick Jansen 16h30min- 17h00min Sylvio Arnoldo Dick Jansen Ana Lucia Oliveira Carolina Cabreira Magalhães Falcão Eduardo Rocha 17h00min- 17h30min André Torres Carrasco Juan Manuel Tetamanti Débora Souto Allemand Eduardo Rocha 17h30min- 18h00min Mauricio Polidori Juan Manuel Tetamanti Talita Corrêa Vieira Silva Eduardo Rocha 18h00min- 18h30min André Torres Carrasco Juan Manuel Tetamanti Larry Andelmo Silva de Andrade Celia Gonsales 18h30min- 19h00min Celia Gonsales Laura Lopes Cesar Lessandro Machado da Rosa Laura Lopes Cesar 19h00min- 19h30min Laura Lopes Cesar Natalia Naumova Linhas de Pesquisa: Conforto e Sustentabilidade do Ambiente Construído/ Tecnologia e Conservação do Ambiente Construído dia 21 de novembro de 2014 sexta-feira 9

10 Carlos Leodário Monteiro Krebs Eduardo Grala da Cunha 15h00min- 15h30min Raquel Ramos Silveira Eduardo Grala da Cunha 15h30minda Mota 16h00min Thelma de Ávila Eduardo Grala da Cunha 16h00min- Camargo 16h30min Gianine Pivetta Mello Fabio Schramm 16h30min- 17h00min Alexandre Espindola de Antonio Cesar B. da Silva 17h00min- Felippe 17h30min Saionara Dias Vianna Profa. Dra. Celina Maria 17h30min- Brito Correa 18h00min INTERVALO César Rodeghiero Rosa Antonio Cesar B. da Silva 19h00min- 19h30min Cassiús Baumgarten Isabel Salamoni 19h30min- Vieira 20h00min Aretusa Oliveira Ariela da Silva Torres 20h00min- Rodrigues 20h30min Fernando Wulff Al Alam Ariela da Silva Torres 20h30min- 21h00min Eduardo Grala da Cunha Antonio Cesar B. da Silva Eduardo Grala da Cunha Antonio Cesar B. da Silva Eduardo Grala da Cunha Antonio Cesar B. da Silva Fabio Schramm Eduardo Grala da Cunha Antonio Cesar B. da Silva Celina Maria Brito Correa Isabel Salamoni Antonio Cesar B. da Silva Isabel Salamoni Celina Maria Brito Correa Ariela da Silva Torres Rosilena Martins Peres Ariela da Silva Torres Rosilena Martins Peres

11 GRÁFICA DIGITAL APLICADA A ARQUITETURA E URBANISMO 11

12

13 CONSEQUENCIAS DE REESTRUTURAÇÕES CURRICULARES EM DISCIPLINAS DE REPRESENTAÇÃO FRENTE À PRÁTICA PROJETUAL Cristiane dos Santos Nunes 1 Orientadora: Adriane Borda Almeida da Silva 2 Palavras-chave: representação gráfica e digital; geometria; reestruturação curricular. O ensino de Geometria, no contexto de ensino da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAUrb) da Universidade Federal de Pelotas (UFPel), esteve centrado desde a sua criação basicamente na compreensão e execução de métodos projetivos. Apoiava-se, essencialmente, em técnicas tradicionais de representação e, considerando-se a exigência de tais técnicas de um laborioso trabalho braçal para a transformação da forma através do controle de determinados parâmetros, as atividades de ensino restringiam-se ao estudo de formas genéricas e com pouca complexidade, como pode-se ver em Kremer (2008). Raramente havia espaço para o estudo de casos concretos de formas arquitetônicas complexas, pois exigia uma carga horária exaustiva e de difícil equacionamento dentro do currículo. Desta maneira, o conteúdo que era ministrado para este curso de Arquitetura e Urbanismo não se diferenciava muito do que era tratado no âmbito de outras formações, tais como para as Engenharias e para o Design. Havia assim pouco direcionamento para o apoio às práticas de projeto arquitetônico. É recente a inserção de tecnologias digitais como apoio para as disciplinas de Geometria no contexto referido, a qual foi formalizada a partir de uma reforma curricular, criando uma seqüência de disciplinas de caráter obrigatório, as quais passaram a tratar de geometria gráfica e digital, desde o primeiro semestre de formação. Com a mudança de currículo do curso, os conteúdos buscam alcançar a interdisciplinaridade desejada, unindo geometria, projeto e informática, de acordo com estruturas de saber pertinentes ao contexto de ensino/aprendizagem em arquitetura, delimitadas a partir de Valderrama (1999), Celani (2003) e Pottmann et al (2007). Hoje elas têm como principais estratégias de ensino a representação gráfica digital de obras de arquitetura exemplares e identificação de conceitos geométricos aplicados. Com o presente estudo busca-se compreender se estas transformações curriculares estão contribuindo para facilitar o estabelecimento de métodos projetuais pelos estudantes. Busca-se verificar se o conhecimento sistematizado de geometria, e agora aplicado, promove um diferencial na postura projetual dos estudantes. Se o uso de conceitos geométricos no momento de projetar está se dando de maneira consciente e intencional, ou se seguem sendo aplicados intuitivamente. Deve-se considerar que a intuição é construída a partir da aquisição de um repertório visual, teórico e técnico, que neste caso pode ser inicializado através de disciplinas de representação gráfica. Os resultados devem subsidiar o processo de avaliação da reforma curricular e provocar a discussão sobre a necessidade de revisão de um discurso didático no âmbito de disciplinas de representação, buscando avançar em um 1 Arquiteta e Urbanista, mestranda no PROGRAU. 2 Professora Dra. do Departamento de Arquitetura e Urbanismo FAUrb/UFPel. 13

14 discurso atualizado que contraponha àquele de liberdade formal, tendo em vista uma abordagem tecnológica como sinônimo de maturidade projetual. Este estudo está sendo desenvolvido a partir das seguintes etapas: revisão teórica; análise da produção das disciplinas de projeto anteriores e posteriores às mudanças curriculares; aplicação de questionários aos autores dos projetos; entrevistas com autores dos projetos; entrevistas com professores responsáveis pelas disciplinas de projeto; sistematização dos resultados obtidos. REFERÊNCIAS CELANI, G. Cad Criativo. Rio de Janeiro: Editora Campus, KREMER, R. Exercícios de Geometria Descritiva Curvas e Superfícies. Brasil: Editora e Gráfica Universitária, POTTMANN, A. ASPERL, A. HOFER, M. KILLIAN, A. Architectural Geometry. Exton: Bentley Institute Press, VALDERRAMA, Fernando. Tutoriales de Informáticapara Arquitectura. 2ª Edición. Madrid: Celeste Ediciones SA, 2001.

15 O PARAMETRISMO ENTRE GAUDÍ E GEHRY Juçara Silva 3 Orientadora: Adriane Borda Almeida da Silva 4 Palavras-chave: gráfica digital, modelagem geométrica, modelagem paramétrica. Este trabalho concentra a pesquisa na identificação dos processos utilizados na elaboração de dois projetos icônicos, que utilizaram estudos baseados na modelagem paramétrica, em momentos temporais distintos. As obras escolhidas são o Templo Sagrada Família, em Barcelona, de Antoni Gaudí e o Museu Guggenheim, em Bilbao, do Frank Gehry. Utiliza-se como metodologia a captura dos discursos, de aspectos referidos a elaboração destes projetos e seus pontos de contato. Esta aproximação teórica pretende-se compreender e aprofundar os conceitos inerentes à implementação das novas tecnologias digitais e capturar a essência geométrica destes processos. Tem como objetivo a identificação dos processos projetuais, caminho que estará baseado na identificação da essência geométrica, sugerindo uma trajetória didática, que replique para outras alternativas formais. Assistimos uma evolução importante na apropriação da linguagem processual digital e sua estrutura lógica para resolver problemas e sugerir soluções. A introdução de novas formas de desenhar subverte a forma tradicional de projetar, utilizando um novo código de regras, relações lógicas, geométricas e paramétricas. A evolução de Gaudí nos processos projetivos, baseada numa exaustiva geometrização, mesclando técnicas industriais tradicionais, desenvolveu material gráfico e protótipos que puderam guiar a conclusão de sua obra Por outro lado, outra quebra de paradigma é o Museu Guggenheim, de Gerhy, que, por sua complexidade formal, exigiu trabalho minucioso para modelagem digital. A geração digital eliminou diversas restrições dos sistemas tradicionais de desenho, facilitando o emprego de geometrias complexas. Na última década, a modelagem paramétrica deixou de ser um truque matemático para se transformar numa forma regular de prática arquitetônica (KOLAREVIC, 2001). Foi encaminhada parcialmente a revisão teórica e a pesquisa na literatura existente. REFERÊNCIAS KOLAREVIC, B. - Digital morphogenesis and computational architectures. In: X CONGRESS OF THE IBEROAMERICAN SOCIETY OF DIGITAL GRAFICS, 2000, Rio de Janeiro, Anais Rio de Janeiro, Arquiteta e Urbanista - 4 Arquiteta e Urbanista - 15

16

17 O ENSINO/APRENDIZAGEM DE GEOMETRIA PROJETIVA: um panorama de estratégias didáticas a partir das tecnologias de representação. Tatiane Brisolara Nogueira 5 Orientadora: Adriane Borda Almeida da Silva 6 Palavras-chave: ensino; geometria projetiva; tecnologias digitais; desenho paramétrico. A permanente inquietação acerca das práticas didáticas que visam o desenvolvimento do raciocínio geométrico projetivo, revelado pela persistência do tema em fóruns de produção científica demonstra o quanto este tema segue sendo alvo de investigações. Diferentes modelos didáticos são constantemente testados em diversos contextos acadêmicos em busca de resultados mais efetivos e novas tecnologias são inseridas sistematicamente. As diversas estratégias didáticas são testadas na tentativa de promover o desenvolvimento deste raciocínio que se observa carente na formação dos novos profissionais. Os conteúdos de geometria descritiva, que promovem o desenvolvimento deste raciocínio geométrico projetivo, se sedimentaram tradicionalmente como um conjunto de ações protocoladas tornando o processo mecânico, através da execução de um passo a passo, e excluindo deste processo o raciocínio proporcionado pela resolução de problemas através de um sistema abstrato de visualização espacial. Gani (2005) exemplifica tal situação quando compara as lições de Monge e o livro Elementos de Geometria Descritiva da coleção F.I.C. Neste contexto a pergunta que se faz busca entender o quanto as tecnologias digitais podem incrementar as disciplinas que almejam o desenvolvimento deste raciocínio geométrico projetivo ou não? E, sobretudo, o quanto que a parametrização como tecnologia de apoio pode resgatar o raciocínio que se perdeu com a procedimentação destes conteúdos? Nesse sentido busca-se entender o quanto as tecnologias ampliam as estruturas do saber. É objetivo geral deste trabalho, a compreensão da evolução das estratégias didáticas que abordam conteúdos de geometria projetiva frente à inserção de tecnologias de representação gráfica digital. Pretende-se, com isto, uma contribuição para prática docente através de disponibilização de repertório de materiais didáticos onde possam ser destacados: público alvo, tecnologias utilizadas e tipos de resultados obtidos. Trabalha-se sobre a hipótese de que o desenho paramétrico resgata a origem da disciplina que é a matemática, como afirma Panisson (2007) em sua tese de doutorado. A metodologia proposta compreende: revisão bibliográfica da produção científica na área; sistematização das estratégias didáticas destacadas; classificação destas estratégias; e análise da evolução até os dias de hoje. Para tal, elegeu-se como fórum científico o GRAPHICA, evento realizado bianualmente pela Associação Brasileira de Expressão Gráfica. As análises compreendem os registros de anais dos eventos que foram realizados entre os anos de 1996 e O processo de revisão bibliográfica sistematizada está em fase de 5 Mestranda em Arquitetura e Urbanismo no PROGRAU. FAUrb - UFPel. 6 Profa. Dra. Adjunta na UFPel. FAUrb - PROGRAU. 17

18 desenvolvimento. Estão sendo observados, para cada contexto: o marco teórico adotado; os modelos didáticos propostos; os recursos que estão sendo utilizados; e os resultados obtidos. Acredita-se que através das análises de recorrência e permanência possam ser identificadas as estratégias didáticas que foram validadas ao longo destes anos. REFERÊNCIAS PANISSON, E. Gaspard Monge e a sistematização da representação na arquitetura p. Tese (doutorado em Arquitetura) Programa de Pesquisa e Pós-Graduação em Arquitetura, UFRGS, Porto Alegre, GANI, D. C. Geometria descritiva: um contraste entre as lições de monge e o livro por F.I.C. In: GRAPHICA Anais. Recife: 2005.

19 PERCEPÇÃO E AVALIAÇÃO DO AMBIENTE PELO USUÁRIO 19

20

21 A PRESERVAÇÃO HISTÓRICA CONSIDERANDO A IDENTIDADE LOCAL E A PERCEPÇÃO DO USUÁRIO EM CIDADES HISTÓRICAS Adriane Alves 7 Orientadora: Adriana Araújo Portella 8 Palavras-chave: patrimônio; preservação; identidade; centro histórico; percepção ambiental. Esta pesquisa tem como objetivo analisar o comportamento dos usuários no centro histórico da cidade contemporânea, investigando o grau de satisfação desses com a aparência e preservação do lugar, bem como se há algum grau de comprometimento por parte dessas pessoas com a manutenção da identidade da cidade. A escolha do centro histórico de Bagé no Rio Grande do Sul como objeto de estudo se deu devido à importância dessa cidade na formação das fronteiras do estado e do Brasil. Para desenvolver este trabalho são utilizados métodos e técnicas da área de pesquisa Ambiente-Comportamento. Segundo HAMACHEK (1979), o ambiente que visualizamos apresenta um significado para cada pessoa em particular e é construído conforme os conhecimentos e vivências de cada indivíduo. Inicialmente foi realizada uma ampla revisão da literatura sobre o tema, e posteriormente a história de Bagé. Foi feito mapeamento do grau de manutenção e descaracterização dos prédios históricos, levantamento fotográfico, entrevistas e mapas mentais. O objetivo é comparar as diferentes percepções desses grupos quanto à aparência e preservação do centro histórico. REFERÊNCIAS HAMACHEK, Don E. Encontros com o self. 2 ed. Rio de Janeiro: Interamericana, p

22

23 DE 2014 SEGUNDO A PERCEPÇÃO DA POPULAÇÃO DEVIDO AS OBRAS DE MOBILIDADE NA CIDADE DE PORTO ALEGRE Gabriela Costa da Silva 9 Orientadora: Adriana Araújo Portella 10 Palavras-chave: Copa do Mundo; remoção; moradia adequada; cidade; legado. Sediar eventos esportivos da magnitude de Copas do Mundo implica em altos investimentos para atender as exigências da FIFA. Porto Alegre foi escolhida uma das cidades-sede para os jogos de 2014 e a maioria das obras está vinculadas à mobilidade, tendo ligação direta com problemas sociais da região. Teve-se como estudo de caso a duplicação da Avenida Tronco, localizada próximo ao estádio Beira- Rio, palco dos jogos. As obras na via puseram-se contra os princípios de Gehl (2013), visto que um planejamento urbano deve se preocupar com a escala humana, atraindo as pessoas para permanecer no espaço. Outro problema é a remoção de famílias no caminho do legado da Copa. A principal questão debatida é a forma com que essas estão sendo tratadas, não havendo respeito quanto aos direitos de moradia adequada (ROLNIK, 2009). No mesmo raciocínio, Lynch (2011) acredita que a imagem da cidade gerada tem relação com sua cultura e vida social, logo, as famílias que residem no local não deveriam sair do bairro como está acontecendo, pois fazem parte da história daquele lugar. Portanto, a temática a ser abordada analisa a percepção da população removida, daquelas que não passam por esse processo e pela futura geração em Porto Alegre devido à Copa do Mundo, através da comparação com a imagem que a mídia, o governo e a FIFA divulgam do megaevento. Assim, o estudo pretende contribuir para um melhor entendimento sobre o legado deixado por esse megaevento para a capital. O objetivo geral da pesquisa é comparar a percepção de diferentes grupos de usuários quanto a Copa de 2014 e o legado deixado para Porto Alegre, a fim de definir as variáveis que devem ser consideradas no processo de preparação de cidades para megaeventos. Para isso, analisa-se a imagem sobre o megaevento gerada por parte do governo e mídia, pelas famílias que não sofrem remoção, bem como as que sofrem e pela futura geração. Para chegar até os resultados, optou-se pela realização de entrevistas com a Prefeitura, questionários via internet na maioria com pessoas que não estão sendo removidas e focus group com moradores dos bairros atingidos. Além disso, para analisar a percepção de crianças que moram e estudam na região optou-se pela aplicação de desenhos, analisados pelos métodos de Piaget e Di Leo. Como resultados parciais, 70% das pessoas que responderam os questionários acharam o megaevento em Porto Alegre positivo e organizado, todavia a maioria desses desconhece os problemas enfrentados pelas remoções. Já por parte do governo, destacam-se os benefícios que a Copa do Mundo trouxe para a cidade, que resolveu todos os problemas com relação às remoções de forma digna. O focus group apontou a insatisfação das comunidades com as desapropriações, pelo fato de muitos irem

24 morar fora da cidade e pela falta de diálogo e informação por parte do governo. A maioria dos trabalhos infantis refletiu um trauma em relação às remoções vividas e observadas, mostrando grande parte dos desenhos sua própria casa com tons escuros, além de representações de agressividade e abuso psicológico. REFERÊNCIAS GEHL, J. Cidades para pessoas. São Paulo: Prerspectiva, LYNCH, K. A imagem da cidade. São Paulo: WMF Martins Fontes, ROLNIK, R. Moradia adequada é um direito. Blog da Raquel Rolnik. São Paulo, 19 out Disponível em: (http://raquelrolnik.wordpress.com/2009/10/19/moradia-adequada-e-um-direito/), acesso em 10 nov

25 VITRINAS E VISUAL MERCHANDISING: QUAIS VARIÁVEIS INFLUENCIAM NA QUALIDADE VISUAL DAS RUAS COMERCIAIS DE PELOTAS SEGUNDO A PERCEPÇÃO DO USUÁRIO Manoela Neves Siewerdt 11 Orientadora: Adriana Araújo Portella 12 Palavras-chave: vitrinas; visual merchandising; percepção ambiental; arquitetura comercial. O trabalho tem como tema a composição de vitrinas situadas em centros comerciais, buscando compreender o papel dessas na atividade de venda e sua contribuição para a qualidade visual das ruas, sob a percepção do usuário. O objetivo geral da pesquisa é identificar através da percepção do usuário, quais elementos formais e simbólicos devem ser considerados na composição estética de vitrinas, para que sejam atendidas tanto as necessidade de consumo da sociedade contemporânea, quanto a avaliação positiva dos usuários do ambiente composto pelas vitrinas. Para a revisão bibliográfica, foram estudados os principais conceitos de percepção ambiental, bem como de Visual Merchandising e Vitrinismo. Segundo Morgan (2011, p.42), uma boa vitrine não só é capaz de atrair consumidores para o interior da loja, como também reforça a imagem da marca. O estudo de caso é o centro comercial da cidade de Pelotas, que em um primeiro momento foi mapeado e teve seus lotes separados em quatro categorias: residência, serviço, comércio sem vitrina, comércio com vitrina. Logo após, todas as quadras que obtiveram mais de 40% dos seus lotes com vitrinas, tiveram suas vitrinas fotografas e analisadas em 20 quesitos referentes às técnicas de Visual Merchandising. As etapas que sucedem o estudo, centram-se na aplicações de questionários online para compreender o ponto de vista do usuário em relação aos locais estudados e a realização de entrevistas com proprietários dos estabelecimentos em questões com o intuito de compreender qual é, sob o ponto de vista deles, a importância do Visual Merchandisign na composição de vitrinas e como elas são pensadas. REFERÊNCIAS MORGAN, Tony. Visual Merchandising Vitrines e interiores comerciais. Editora Gustavo Gili: Barcelona, Especialista em Gestão de Eventos. 12 Prof. Dr. em Oxford. 25

26

27 ARTE E A CONDIÇÃO DE URBANIDADE. A relação entre Arte e Arquitetura e Urbanismo: O caso de Pelotas Cássia Correa Pereira 13 Orientadora: Natalia Naoumova 14 Palavras-chave: arte; sensibilidade; desurbanismo; espaço público; Há muito tempo a arte é revista através dos projetos artísticos elaborados para o espaço público urbano. Neste sentido, a arte atinge uma dimensão estética, espacial e sociológica, e torna-se um dispositivo de (re) ação da cidade. A razão da adoção dessa nova realidade é a ausência da civilidade do convívio urbano, produto de uma arquitetura e urbanismo hostil. Hostilidade equivalente à falta de equipamentos e dispositivos que favoreçam a sensação de pertencimento e apropriação da cidade, a hospitalidade, que foge da dinâmica modernista enrijecida no velho discurso da cidade pragmática. Esta pesquisa investiga nos espaços públicos da cidade de Pelotas, a terceira cidade mais populosa do estado, a existência de processos desurbanos com base no conceito de Desurbanismo de Lucas Figueiredo, e da teoria de Genius Loci, de Norberg-Schulz. Além de traçar paralelos entre os ensaios sobre a Arquitetura e Hospitalidade de Fernando Fuão e a Cidade do desejo de Sandra Pesavento. Tem por objetivos analisar e classificar as intervenções artísticas urbanas, obras temporárias e permanentes que enriquecem a cidade, a partir da atuação e da produção de artistas contemporâneos. Com metodologias de estudo de arquivo e estudo in loco (a catalogação e a classificação de intervenções artísticas urbanas; a observação e a produção fotográfica; a elaboração de time-lapse; e a aplicação de entrevistas e questionários) procura-se constituir um estudo capaz de oferecer dados relevantes sobre o imaginário urbano para a idealização de novos projetos artísticos, arquitetônicos e urbanísticos. REFERÊNCIAS AGUIAR, D. & NETTO, V. M. (Org.). Urbanidades. Rio de Janeiro: Folio Digital, Mestranda, Programa de Pós-Graduação em Arquitetura e Urbanismo-PROGRAU/UFPEL. 14 Prof.ª, Programa de Pós-Graduação em Arquitetura e Urbanismo-PROGRAU/UFPEL. 27

28

29 CONSTRUINDO A CIDADE E A CIDADANIA- PROGRAMA DE ACELERAÇÃO DO CRESCIMENTO NA COMUNIDADE DO PAC ANGLO - PELOTAS RS Janice Jara Conceição Dutra 15 Orientadora: Nirce Saffer Medvedovski 16 Palavras-chave: Cidade; cidadania; Comunidade do PAC Anglo. A futura dissertação de mestrado objetiva avaliar o processo de gestão pós-ocupação do PAC Anglo, que faz parte do Programa de Urbanização de Assentamentos Precários, inserido no Programa de Aceleração do Crescimento do governo federal. Parte da hipótese de que o processo de promoção impactará as práticas de gestão de uso, operação e manutenção dos espaços públicos e privados desta comunidade. O atendimento às regras do programa federal, à forma de execução pelo poder municipal e às demandas da comunidade influenciará no uso cotidiano, na gestão destes espaços e na percepção dos usuários. O primeiro objetivo específico é investigar o histórico da promoção do PAC Anglo, relatado por seus moradores e compará-lo com as informações das etapas de projeto e execução fornecidas pela Unidade de Gerenciamento de Projetos, órgão da Prefeitura Municipal de Pelotas responsável pela sua promoção. Ou seja, comparar as percepções da comunidade e do poder público sobre o desenrolar do processo de requalificação urbana e regularização fundiária da ocupação. O segundo é avaliar as práticas de uso do espaço público e investigar as relações entre estas e o processo de promoção da requalificação e regularização do loteamento. O estudo de caso é a Ocupação Anglo, loteamento irregular formado por famílias de baixa renda. Esta gleba era considerada como área de risco e não possuía infraestrutura básica. Foi incluída, em 2008, no projeto PAC Farroupilha, do qual ainda faziam parte outros empreendimentos. Para o Anglo, foi prevista a construção de 93 casas populares, saneamento básico e obras complementares. (VOLOSKI, 2014). Parte de seus moradores teve que sair provisoriamente de suas residências no período das obras, mas foi evitada remoção e migração entre bairros na cidade. Dessa forma, o empreendimento reassentou as mesmas famílias que já moravam no local. O projeto está sendo desenvolvido através de Avaliação Pós-Ocupação, conjunto de métodos e técnicas utilizado para conhecer, diagnosticar e elaborar diretrizes para a produção e consumo do ambiente construído, desenvolvendo soluções futuras de projeto, construção e manutenção para as edificações (REIS; LAY, 1995). Esta pesquisa encontra-se ainda na etapa inicial, com a revisão bibliográfica em andamento e em fase de conclusão das análises dos dados secundários. Para o registro e comparação entre as informações coletadas, foi feita uma linha do tempo com o 15 Janice Jara Conceição Dutra,mestranda em arquitetura e urbanismo, na área da Arquitetura,Patrimônio e Sistemas urbanos, dentro da linha da Percepção e Avaliação do ambiente pelo usuário. 16 Prof. Dra Nirce Saffer Medvedovski, Professora associada na UFPEL_ Pesquisadora UFPEL_ 29

A Interdisciplinaridade como Metodologia de Ensino INTRODUÇÃO

A Interdisciplinaridade como Metodologia de Ensino INTRODUÇÃO A Interdisciplinaridade como Metodologia de Ensino O bom professor é o que consegue, enquanto fala trazer o aluno até a intimidade do movimento de seu pensamento. Paulo Freire INTRODUÇÃO A importância

Leia mais

Diretrizes Projetuais para Habitação Social Sustentável em Moçambique

Diretrizes Projetuais para Habitação Social Sustentável em Moçambique PROJETO DE PESQUISA Diretrizes Projetuais para Habitação Social Sustentável em Moçambique Mestranda: Arq. Martina Joaquim Chissano Orientador: Prof. Dr. Antonio M.N. Castelnou PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO

Leia mais

O programa de urbanização de favelas da prefeitura de São Paulo um estudo de caso da favela de Heliópolis

O programa de urbanização de favelas da prefeitura de São Paulo um estudo de caso da favela de Heliópolis O programa de urbanização de favelas da prefeitura de São Paulo um estudo de caso da favela de Heliópolis Fabiana Cristina da Luz luz.fabiana@yahoo.com.br Universidade Cruzeiro do Sul Palavras-chave: Urbanização

Leia mais

ARQUITETURA E URBANISMO

ARQUITETURA E URBANISMO FEAR -Faculdade de Engenharia e Arquitetura FEAR CAMPUS Fig.1 Mapa Campus I (Adaptado pela autora) Fonte: WebSite www.upf.com.br FEAR ENSINO O curso de Arquitetura e Urbanismo da UPF, iniciou suas atividades

Leia mais

ABORDAGEM DA HABITAÇÃO DE INTERESSE SOCIAL NA UNIVERSIDADE DE PASSO FUNDO

ABORDAGEM DA HABITAÇÃO DE INTERESSE SOCIAL NA UNIVERSIDADE DE PASSO FUNDO X ENCONTRO ANUAL DA UNIÃO LATINO-AMERICANA DE CÁTEDRAS DE VIVENDA Pelotas - 2004 Tema: A Universidade e a Habitação de Interesse Social Interdisciplinaridade e Inserção Sistemática nos Currículos ABORDAGEM

Leia mais

PROGRAMA INSTITUCIONAL DE RESPONSABILIDADE SOCIAL

PROGRAMA INSTITUCIONAL DE RESPONSABILIDADE SOCIAL CENTRO DE ENSINO ATENAS MARANHENSE FACULDADE ATENAS MARANHESE DIRETORIA ACADÊMICA NÚCLEO DE ASSESSORAMENTO E DE DESENVOLVIMENTO PEDAGÓGICO - NADEP PROGRAMA INSTITUCIONAL DE RESPONSABILIDADE SOCIAL SÃO

Leia mais

PLANO DE ENSINO DE DISCIPLINA

PLANO DE ENSINO DE DISCIPLINA PLANO DE ENSINO DE DISCIPLINA CURSO DE ARQUITETURA E URBANISMO Disciplina: Projeto Urbano e Paisagístico I PUP I Carga horária: 80 horas Ano Letivo: 2012 Série: 2ª Série Justificativa da Inclusão da Disciplina

Leia mais

CONSIDERAÇÕES SOBRE O PROCESSO DE ENSINO APRENDIZAGEM DO ESPORTE NA ESCOLA POR MEIO DE UM ESTUDO DE CASO

CONSIDERAÇÕES SOBRE O PROCESSO DE ENSINO APRENDIZAGEM DO ESPORTE NA ESCOLA POR MEIO DE UM ESTUDO DE CASO CONSIDERAÇÕES SOBRE O PROCESSO DE ENSINO APRENDIZAGEM DO ESPORTE NA ESCOLA POR MEIO DE UM ESTUDO DE CASO FINCK, Silvia Christina Madrid (UEPG) 1 TAQUES, Marcelo José (UEPG) 2 Considerações iniciais Sabemos

Leia mais

A prática da Educação Patrimonial:

A prática da Educação Patrimonial: A prática da Educação Patrimonial: uma experiência no município de Restinga Sêca / RS HELIANA DE MORAES ALVES E LAURO CÉSAR FIGUEIREDO Introdução O presente trabalho é um breve relato sobre uma prática

Leia mais

Utilização de Mapas Colaborativos para auxilio de requalificação urbana da Zona da Balsa, em Pelotas/RS.

Utilização de Mapas Colaborativos para auxilio de requalificação urbana da Zona da Balsa, em Pelotas/RS. Utilização de Mapas Colaborativos para auxilio de requalificação urbana da Zona da Balsa, em Pelotas/RS. CASTRO, Jéssica Helena P. 1 ; SCHULZE, Rafael Faleiro²; MIDON, Márcio 3 ; SILVA, Adriane Borda Almeida

Leia mais

Projeto Escola com Celular

Projeto Escola com Celular Projeto Escola com Celular Rede Social de Sustentabilidade Autores: Beatriz Scavazza, Fernando Silva, Ghisleine Trigo, Luis Marcio Barbosa e Renata Simões 1 Resumo: O projeto ESCOLA COM CELULAR propõe

Leia mais

Agora é Que São Elas! A Construção da Associação das Mulheres do Dunas Fundos

Agora é Que São Elas! A Construção da Associação das Mulheres do Dunas Fundos Agora é Que São Elas! A Construção da Associação das Mulheres do Dunas Fundos Noé Vega Cotta de Mello Joseane da Silva Almeida Projeto de Extensão Habitação de Interesse Social Curso de Arquitetura e Urbanismo

Leia mais

UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CENTRO-OESTE - UNICENTRO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM MÍDIAS NA EDUCAÇÃO

UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CENTRO-OESTE - UNICENTRO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM MÍDIAS NA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CENTRO-OESTE - UNICENTRO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM MÍDIAS NA EDUCAÇÃO FERNANDA SERRER ORIENTADOR(A): PROFESSOR(A) STOP MOTION RECURSO MIDIÁTICO NO PROCESSO DE ENSINO E DE APRENDIZAGEM

Leia mais

Lições Aprendidas em Urbanizações de Favelas

Lições Aprendidas em Urbanizações de Favelas Lições Aprendidas em Urbanizações de Favelas World Urban Forum 2010 Side Event Principais Conclusões do Eixo Físico-Urbanístico Consultor Sênior - Prof. Dr. João Sette Whitaker Ferreira Antecedentes históricos

Leia mais

PARCERIA UNIVERSIDADE-GOVERNO COMO FONTE DE DIFUSÃO DO CONHECIMENTO PARA O MEIO PROFISSIONAL E ACADÊMICO

PARCERIA UNIVERSIDADE-GOVERNO COMO FONTE DE DIFUSÃO DO CONHECIMENTO PARA O MEIO PROFISSIONAL E ACADÊMICO PARCERIA UNIVERSIDADE-GOVERNO COMO FONTE DE DIFUSÃO DO CONHECIMENTO PARA O MEIO PROFISSIONAL E ACADÊMICO Arq. MSc. Eduardo Grala da Cunha Universidade de Passo Fundo/RS, Unochapecó/SC, e-mail: egcunha@terra.com.br.

Leia mais

RELATÓRIO SÍNTESE DA CPA (COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO) - 2014

RELATÓRIO SÍNTESE DA CPA (COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO) - 2014 A CPA (Comissão Própria De Avaliação) apresentou ao MEC, em março de 2015, o relatório da avaliação realizada no ano de 2014. A avaliação institucional, realizada anualmente, aborda as dimensões definidas

Leia mais

48 Os professores optaram por estudar a urbanização, partindo dos espaços conhecidos pelos alunos no entorno da escola. Buscavam, nesse projeto, refletir sobre as características das moradias existentes,

Leia mais

NÚCLEO DE EDUCAÇÃO MATEMÁTICA E ENSINO DE FÍSICA E AS NOVAS TECNOLOGIAS NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES

NÚCLEO DE EDUCAÇÃO MATEMÁTICA E ENSINO DE FÍSICA E AS NOVAS TECNOLOGIAS NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES NÚCLEO DE EDUCAÇÃO MATEMÁTICA E ENSINO DE FÍSICA E AS NOVAS TECNOLOGIAS NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES Edson Crisostomo dos Santos Universidade Estadual de Montes Claros - UNIMONTES edsoncrisostomo@yahoo.es

Leia mais

Contribuir para a implantação de programas de gestão e de educação ambiental em comunidades e em instituições públicas e privadas.

Contribuir para a implantação de programas de gestão e de educação ambiental em comunidades e em instituições públicas e privadas. TÍTULO: EDUCAÇÃO AMBIENTAL: ESTRATÉGIA PARA O CONHECIMENTO E A INCLUSÃO SOCIAL AUTORES: Chateaubriand, A. D.; Andrade, E. B. de; Mello, P. P. de; Roque, W. V.; Costa, R. C. da; Guimarães, E. L. e-mail:

Leia mais

MEMÓRIA URBANA DE PALMAS-TO: LEVANTAMENTO DE INFORMAÇÕES E MATERIAL SOBRE O PLANO DE PALMAS E SEUS ANTECEDENTES

MEMÓRIA URBANA DE PALMAS-TO: LEVANTAMENTO DE INFORMAÇÕES E MATERIAL SOBRE O PLANO DE PALMAS E SEUS ANTECEDENTES MEMÓRIA URBANA DE PALMAS-TO: LEVANTAMENTO DE INFORMAÇÕES E MATERIAL SOBRE O PLANO DE PALMAS E SEUS ANTECEDENTES Tânia de Sousa Lemos 1 ; Ana Beatriz Araujo Velasques 2 1 Aluna do Curso de Arquitetura e

Leia mais

A importância do papel do gestor local na garantia da sustentabilidade do PMCMV

A importância do papel do gestor local na garantia da sustentabilidade do PMCMV A importância do papel do gestor local na garantia da sustentabilidade do PMCMV Mesa Técnica: Sustentabilidade do PMCMV da aprovação do projeto ao pós-ocupação, sob os aspectos da inserção urbana, trabalho

Leia mais

Estado da Arte: Diálogos entre a Educação Física e a Psicologia

Estado da Arte: Diálogos entre a Educação Física e a Psicologia Estado da Arte: Diálogos entre a Educação Física e a Psicologia Eixo temático 1: Fundamentos e práticas educacionais Telma Sara Q. Matos 1 Vilma L. Nista-Piccolo 2 Agências Financiadoras: Capes / Fapemig

Leia mais

Dreamshaper, Jovens empreendedores construindo o futuro.

Dreamshaper, Jovens empreendedores construindo o futuro. Dreamshaper, Jovens empreendedores construindo o futuro. E.E. Prof. José Pereira Éboli Sala 12 - Sessão 2 Professor(es) Apresentador(es): Meire Regina de Almeida Siqueira Maria Regina Nunes de Campos Realização:

Leia mais

MAPEAMENTO E ORGANIZAÇÃO DOS PROGRAMAS E PROJETOS DE EXTENSÃO PARA A CONSTRUÇÃO DO CATÁLOGO DE EXTENSÃO DA FURG 2009-2012

MAPEAMENTO E ORGANIZAÇÃO DOS PROGRAMAS E PROJETOS DE EXTENSÃO PARA A CONSTRUÇÃO DO CATÁLOGO DE EXTENSÃO DA FURG 2009-2012 MAPEAMENTO E ORGANIZAÇÃO DOS PROGRAMAS E PROJETOS DE EXTENSÃO PARA A CONSTRUÇÃO DO CATÁLOGO DE EXTENSÃO DA FURG 2009-2012 Simone Machado Firme FURG 1 Karine Vargas Oliveira FURG 2 Michele Fernanda Silveira

Leia mais

RELATÓRIO DE TRABALHO DOCENTE OUTUBRO DE 2012 EREM JOAQUIM NABUCO

RELATÓRIO DE TRABALHO DOCENTE OUTUBRO DE 2012 EREM JOAQUIM NABUCO UNIVERSIDADE CATÓLICA DE PERNAMBUCO PIBID PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSA DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA CÍCERO WILLIAMS DA SILVA EMERSON LARDIÃO DE SOUZA MARIA DO CARMO MEDEIROS VIEIRA ROBERTO GOMINHO DA SILVA

Leia mais

PROGRAMA ULBRASOL. Palavras-chave: assistência social, extensão, trabalho comunitário.

PROGRAMA ULBRASOL. Palavras-chave: assistência social, extensão, trabalho comunitário. PROGRAMA ULBRASOL Irmo Wagner RESUMO Com a intenção e o propósito de cada vez mais fomentar e solidificar a inserção da Universidade na Comunidade em que encontra-se inserida, aprimorando a construção

Leia mais

O trabalho compreende a análise de três TCC - Trabalho de Conclusão de Curso.

O trabalho compreende a análise de três TCC - Trabalho de Conclusão de Curso. III Congresso Internacional III Congresso Internacional, I Simpósio Ibero-Americano e VIII Encontro Nacional de Riscos Guimarães RISCO AMBIENTAL E VULNERABILIDADE: DISCUSSÃO CONCEITUAL A PARTIR DE TRABALHOS

Leia mais

O PROGRAMA ASSISTÊNCIA SÓCIO-JURÍDICA E OS DIREITOS DO IDOSO

O PROGRAMA ASSISTÊNCIA SÓCIO-JURÍDICA E OS DIREITOS DO IDOSO O PROGRAMA ASSISTÊNCIA SÓCIO-JURÍDICA E OS DIREITOS DO IDOSO Maria Salete da Silva Josiane dos Santos O Programa Assistência Sócio-Jurídica, extensão do Departamento de Serviço Social, funciona no Núcleo

Leia mais

RECOMENDAÇÃO GT/HIS Nº 02, de 26 de novembro de 2014

RECOMENDAÇÃO GT/HIS Nº 02, de 26 de novembro de 2014 RECOMENDAÇÃO GT/HIS Nº 02, de 26 de novembro de 2014 Inquérito Civil Público nº 1.22.000.002106/2010-13 O MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL, por intermédio do Grupo de Trabalho Intercameral Habitação de Interesse,

Leia mais

MEMÓRIA URBANA DE PALMAS-TO: LEVANTAMENTO DE INFORMAÇÕES E MATERIAL SOBRE O PLANO DE PALMAS E SEUS ANTECEDENTES

MEMÓRIA URBANA DE PALMAS-TO: LEVANTAMENTO DE INFORMAÇÕES E MATERIAL SOBRE O PLANO DE PALMAS E SEUS ANTECEDENTES MEMÓRIA URBANA DE PALMAS-TO: LEVANTAMENTO DE INFORMAÇÕES E MATERIAL SOBRE O PLANO DE PALMAS E SEUS ANTECEDENTES Nome dos autores: Gislaine Biddio Rangel¹; Ana Beatriz Araujo Velasques². 1 Aluna do Curso

Leia mais

Reflexões sobre as dificuldades na aprendizagem de Cálculo Diferencial e Integral

Reflexões sobre as dificuldades na aprendizagem de Cálculo Diferencial e Integral III Mostra de Pesquisa da Pós-Graduação PUCRS Reflexões sobre as dificuldades na aprendizagem de Cálculo Diferencial e Integral Marcelo Cavasotto, Prof.ª Dra. Ruth Portanova (orientadora) Mestrado em Educação

Leia mais

Revisão Participativa dos Instrumentos de Planejamento e Gestão da Cidade de São Paulo Volume 1

Revisão Participativa dos Instrumentos de Planejamento e Gestão da Cidade de São Paulo Volume 1 Revisão Participativa dos Instrumentos de Planejamento e Gestão da Cidade de São Paulo Volume 1 Entenda quais são os Instrumentos de Planejamento e Gestão Urbana que serão revistos Revisão Participativa

Leia mais

Santo, Brasil - LPP/UFES, engel@npd.ufes.br; labproj@npd.ufes.br

Santo, Brasil - LPP/UFES, engel@npd.ufes.br; labproj@npd.ufes.br A ADOÇÃO DA METODOLOGIA DE AVALIAÇÃO PÓS- OCUPAÇÃO ENQUANTO INSTRUMENTO DE DIAGNÓSTICO DA ESTAÇÃO ANTÁRTICA COMANDANTE FERRAZ, BRASIL: RESULTADOS PRELIMINARES. Arq. Drª. Cristina Engel de Alvarez (1) Arq.

Leia mais

PESQUISA-AÇÃO COMO ESTRATÉGIA PARA A EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA: DESAFIOS DA FORMAÇÃO ACADÊMICA QUE BUSCA TRANSFORMAR REALIDADES SOCIAIS

PESQUISA-AÇÃO COMO ESTRATÉGIA PARA A EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA: DESAFIOS DA FORMAÇÃO ACADÊMICA QUE BUSCA TRANSFORMAR REALIDADES SOCIAIS PESQUISA-AÇÃO COMO ESTRATÉGIA PARA A EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA: DESAFIOS DA FORMAÇÃO ACADÊMICA QUE BUSCA TRANSFORMAR REALIDADES SOCIAIS Adriana Do Amaral - Faculdade de Educação / Universidade Estadual de

Leia mais

Fragmentos do Texto Indicadores para o Desenvolvimento da Qualidade da Docência na Educação Superior.

Fragmentos do Texto Indicadores para o Desenvolvimento da Qualidade da Docência na Educação Superior. Fragmentos do Texto Indicadores para o Desenvolvimento da Qualidade da Docência na Educação Superior. Josimar de Aparecido Vieira Nas últimas décadas, a educação superior brasileira teve um expressivo

Leia mais

MESTRADO EM MEMÓRIA SOCIAL E BENS CULTURAIS. 1.1 Matriz Curricular Disciplinas obrigatórias

MESTRADO EM MEMÓRIA SOCIAL E BENS CULTURAIS. 1.1 Matriz Curricular Disciplinas obrigatórias MESTRADO EM MEMÓRIA SOCIAL E BENS CULTURAIS 1.1 Matriz Curricular Disciplinas obrigatórias C/H Memória Social 45 Cultura 45 Seminários de Pesquisa 45 Oficinas de Produção e Gestão Cultural 45 Orientação

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO ESTÁCIO RADIAL DE SÃO PAULO SÍNTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO 1

CENTRO UNIVERSITÁRIO ESTÁCIO RADIAL DE SÃO PAULO SÍNTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO 1 SÍNTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO 1 CURSO: LICENCIATURA EM ARTES VISUAIS MISSÃO DO CURSO O Curso de Licenciatura em Artes Visuais busca formar profissionais habilitados para a produção, a pesquisa

Leia mais

LENDO IMAGENS A PARTIR DE PROPOSTAS DE AÇÃO EDUCATIVA EM EVENTOS DE ARTE CONTEMPORÂNEA EM GOIÁS.

LENDO IMAGENS A PARTIR DE PROPOSTAS DE AÇÃO EDUCATIVA EM EVENTOS DE ARTE CONTEMPORÂNEA EM GOIÁS. LENDO IMAGENS A PARTIR DE PROPOSTAS DE AÇÃO EDUCATIVA EM EVENTOS DE ARTE CONTEMPORÂNEA EM GOIÁS. ARAÚJO, Haroldo de 1; Prof.Dr. Costa, Luis Edegar de Oliveira 2;. Palavras chaves: Arte contemporânea; curadoria;

Leia mais

CONSELHO DE CLASSE DICIONÁRIO

CONSELHO DE CLASSE DICIONÁRIO CONSELHO DE CLASSE O Conselho de Classe é um órgão colegiado, de cunho decisório, presente no interior da organização escolar, responsável pelo processo de avaliação do desempenho pedagógico do aluno.

Leia mais

NÚCLEO DE ESTUDOS E PESQUISAS HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO EM PERNAMBUCO: 13 ANOS DE HISTÓRIA

NÚCLEO DE ESTUDOS E PESQUISAS HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO EM PERNAMBUCO: 13 ANOS DE HISTÓRIA NÚCLEO DE ESTUDOS E PESQUISAS HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO EM PERNAMBUCO: 13 ANOS DE HISTÓRIA Margarete Maria da Silva meghamburgo@yahoo.com.br Graduanda em Pedagogia e membro do NEPHEPE Universidade Federal de

Leia mais

SUSTENTABILIDADE AMBIENTAL: SENSIBILIZANDO ALUNOS DO ENSINO FUNDAMENTAL

SUSTENTABILIDADE AMBIENTAL: SENSIBILIZANDO ALUNOS DO ENSINO FUNDAMENTAL SUSTENTABILIDADE AMBIENTAL: SENSIBILIZANDO ALUNOS DO ENSINO FUNDAMENTAL Paloma Rodrigues Cunha¹, Larissa Costa Pereira¹, Luã Carvalho Resplandes², Renata Fonseca Bezerra³, Francisco Cleiton da Rocha 4

Leia mais

TREINAMENTO ONLINE PARA O SISTEMA DE APOIO À GESTÃO AMBIENTAL RODOVIÁRIA FEDERAL (SAGARF)

TREINAMENTO ONLINE PARA O SISTEMA DE APOIO À GESTÃO AMBIENTAL RODOVIÁRIA FEDERAL (SAGARF) TREINAMENTO ONLINE PARA O SISTEMA DE APOIO À GESTÃO AMBIENTAL RODOVIÁRIA FEDERAL (SAGARF) Maio de 2007 Maria Rachel Barbosa Fundação Trompovsky (Apoio ao NEAD CENTRAN) rachel@centran.eb.br Vanessa Maria

Leia mais

FORMULÁRIO DAS AÇÕES DE EXTENSÃO

FORMULÁRIO DAS AÇÕES DE EXTENSÃO FORMULÁRIO DAS AÇÕES DE EXTENSÃO 1. IDENTIFICAÇÃO DA ORIGEM 1.1. TÍTULO DO PROJETO: Programa História e Memória Regional 1.2. CURSO: Interdisciplinar 1.3. IDENTIFICAÇÃO DO(A) PROFESSOR(A) /PROPONENTE 1.3.1.

Leia mais

4 Cursos de nível superior no Brasil para formação de Designers de Games

4 Cursos de nível superior no Brasil para formação de Designers de Games 4 Cursos de nível superior no Brasil para formação de Designers de Games Este Capítulo apresenta o levantamento realizado dos cursos de nível superior no Brasil voltados para a formação de Designers de

Leia mais

Plano de Ensino IDENTIFICAÇÃO

Plano de Ensino IDENTIFICAÇÃO Plano de Ensino IDENTIFICAÇÃO EIXO TECNOLÓGICO: Turismo, Hospitalidade e Lazer CURSO: Gestão de Turismo FORMA/GRAU:( )integrado ( )subsequente ( ) concomitante ( ) bacharelado ( ) licenciatura ( X) tecnólogo

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR RESOLUÇÃO Nº 2, DE 17 DE JUNHO DE 2010 (*)

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR RESOLUÇÃO Nº 2, DE 17 DE JUNHO DE 2010 (*) MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR RESOLUÇÃO Nº 2, DE 17 DE JUNHO DE 2010 (*) Institui as Diretrizes Curriculares Nacionais do curso de graduação em Arquitetura

Leia mais

EDUCAÇÃO E PROGRESSO: A EVOLUÇÃO DO ESPAÇO FÍSICO DA ESCOLA ESTADUAL ELOY PEREIRA NAS COMEMORAÇÕES DO SEU JUBILEU

EDUCAÇÃO E PROGRESSO: A EVOLUÇÃO DO ESPAÇO FÍSICO DA ESCOLA ESTADUAL ELOY PEREIRA NAS COMEMORAÇÕES DO SEU JUBILEU 1 EDUCAÇÃO E PROGRESSO: A EVOLUÇÃO DO ESPAÇO FÍSICO DA ESCOLA ESTADUAL ELOY PEREIRA NAS COMEMORAÇÕES DO SEU JUBILEU Resumo Rodrigo Rafael Pinheiro da Fonseca Universidade Estadual de Montes Claros digasmg@gmail.com

Leia mais

SEMINÁRIO NACIONAL DE SERVIÇO SOCIAL NA PREVIDÊNCIA SOCIAL

SEMINÁRIO NACIONAL DE SERVIÇO SOCIAL NA PREVIDÊNCIA SOCIAL SEMINÁRIO NACIONAL DE SERVIÇO SOCIAL NA PREVIDÊNCIA SOCIAL SERVIÇO SOCIAL E A SAÚDE DO TRABALHADOR: ATUAÇÃO NO BENEFÍCIO POR INCAPACIDADE Profª Drª: Jussara Maria Rosa Mendes Professora do Curso de Serviço

Leia mais

OBJETIVO Reestruturação de dois laboratórios interdisciplinares de formação de educadores

OBJETIVO Reestruturação de dois laboratórios interdisciplinares de formação de educadores OBJETIVO Reestruturação de dois laboratórios interdisciplinares de formação de educadores Laboratório Multidisciplinar de Ensino de Ciências e Matemática (LabMEC), vinculado ao Instituto de Ciências Exatas:

Leia mais

Rompendo os muros escolares: ética, cidadania e comunidade 1

Rompendo os muros escolares: ética, cidadania e comunidade 1 PROGRAMA ÉTICA E CIDADANIA construindo valores na escola e na sociedade Rompendo os muros escolares: ética, cidadania e comunidade 1 Ulisses F. Araújo 2 A construção de um ambiente ético que ultrapasse

Leia mais

a Resolução CONAMA nº 422/2010 de 23 de março de 2010, que estabelece diretrizes para as campanhas, ações e projetos de educação ambiental;

a Resolução CONAMA nº 422/2010 de 23 de março de 2010, que estabelece diretrizes para as campanhas, ações e projetos de educação ambiental; Portaria Normativa FF/DE N 156/2011 Assunto: Estabelece roteiros para elaboração de Plano Emergencial de Educação Ambiental e de Plano de Ação de Educação Ambiental para as Unidades de Conservação de Proteção

Leia mais

Planejamento Urbano no Brasil, Estatuto da Cidade e o GIS

Planejamento Urbano no Brasil, Estatuto da Cidade e o GIS ALÍCIA FERNANDINO RODRIGUES aliciarodrigues@terra.com.br Título: Planejamento Urbano no Brasil, Estatuto da Cidade e o GIS GRUPO 1 : Planos Diretores e Sustentabilidade urbano-ambiental Planejamento Urbano

Leia mais

ATUAÇÃO DO PIBID NA ESCOLA: (RE) DESCOBRINDO AS PRÁTICAS LÚDICAS E INTERDISCIPLINARES NO ENSINO FUNDAMENTAL

ATUAÇÃO DO PIBID NA ESCOLA: (RE) DESCOBRINDO AS PRÁTICAS LÚDICAS E INTERDISCIPLINARES NO ENSINO FUNDAMENTAL ATUAÇÃO DO PIBID NA ESCOLA: (RE) DESCOBRINDO AS PRÁTICAS LÚDICAS E INTERDISCIPLINARES NO ENSINO FUNDAMENTAL Adriana do Nascimento Araújo Graduanda Pedagogia - UVA Francisca Moreira Fontenele Graduanda

Leia mais

Plano de Trabalho Docente - 2015. Ensino Médio. Habilitação Profissional: Técnico em Informática para Internet Integrado ao Ensino Médio

Plano de Trabalho Docente - 2015. Ensino Médio. Habilitação Profissional: Técnico em Informática para Internet Integrado ao Ensino Médio Plano de Trabalho Docente - 2015 Ensino Médio Código: 0262 ETEC ANHANQUERA Município: Santana de Parnaíba Área de Conhecimento: CIÊNCIAS DA NATUREZA Componente Curricular: BIOLOGIA Série: 1ª Eixo Tecnológico:

Leia mais

Projeto Pedagógico Institucional PPI FESPSP FUNDAÇÃO ESCOLA DE SOCIOLOGIA E POLÍTICA DE SÃO PAULO PROJETO PEDAGÓGICO INSTITUCIONAL PPI

Projeto Pedagógico Institucional PPI FESPSP FUNDAÇÃO ESCOLA DE SOCIOLOGIA E POLÍTICA DE SÃO PAULO PROJETO PEDAGÓGICO INSTITUCIONAL PPI FUNDAÇÃO ESCOLA DE SOCIOLOGIA E POLÍTICA DE SÃO PAULO PROJETO PEDAGÓGICO INSTITUCIONAL PPI Grupo Acadêmico Pedagógico - Agosto 2010 O Projeto Pedagógico Institucional (PPI) expressa os fundamentos filosóficos,

Leia mais

DOUTORADO EM MEMÓRIA SOCIAL E BENS CULTURAIS

DOUTORADO EM MEMÓRIA SOCIAL E BENS CULTURAIS DOUTORADO EM MEMÓRIA SOCIAL E BENS CULTURAIS DISCIPLINAS OBRIGATÓRIAS Tópicos Avançados em Memória Social 45 Tópicos Avançados em Cultura 45 Tópicos Avançados em Gestão de Bens Culturais 45 Seminários

Leia mais

A influência das Representações Sociais na Docência no Ensino Superior

A influência das Representações Sociais na Docência no Ensino Superior A influência das Representações Sociais na Docência no Ensino Superior Eixo temático 2: Formação de professores e cultura digital ZAIDAN, Lílian Araújo Ferreira 1 VIEIRA, Vânia Maria de Oliveira 2 No ensino

Leia mais

XI Encontro de Iniciação à Docência

XI Encontro de Iniciação à Docência 4CCHSADCSAMT04 A MONITORIA COMO SUBSÍDIO AO PROCESSO DE ENSINO-APRENDIZAGEM: O CASO DA DISCIPLINA ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA NO CCHSA-UFPB Moisés de Assis Alves Soares (1) ; Kadidja Ferreira Santos (3) ;

Leia mais

OFICINAS DE APOIO À EDUCAÇÃO INCLUSIVA: CONSTRUINDO A INCLUSÃO SOCIAL. PROPOSTA DE FORMAÇÃO CONTÍNUA DE EDUCADORES EM SERVIÇO

OFICINAS DE APOIO À EDUCAÇÃO INCLUSIVA: CONSTRUINDO A INCLUSÃO SOCIAL. PROPOSTA DE FORMAÇÃO CONTÍNUA DE EDUCADORES EM SERVIÇO OFICINAS DE APOIO À EDUCAÇÃO INCLUSIVA: CONSTRUINDO A INCLUSÃO SOCIAL. PROPOSTA DE FORMAÇÃO CONTÍNUA DE EDUCADORES EM SERVIÇO GLEIDIS ROBERTA GUERRA (CEMEI CLEBERSON DA SILVA - PMM), DEIGLES GIACOMELLI

Leia mais

PLANO DE AÇÃO FÓRUM DO MUNICÍPIO QUE EDUCA

PLANO DE AÇÃO FÓRUM DO MUNICÍPIO QUE EDUCA PLANO DE AÇÃO FÓRUM DO MUNICÍPIO QUE EDUCA PROPOSTA DE AÇÃO Criar um fórum permanente onde representantes dos vários segmentos do poder público e da sociedade civil atuem juntos em busca de uma educação

Leia mais

REGULAMENTO DE VIAGEM DE ESTUDOS

REGULAMENTO DE VIAGEM DE ESTUDOS REGULAMENTO DE VIAGEM DE ESTUDOS CURSO DE ARQUITETURA E URBANISMO Florianópolis (SC), 2013 1 ESTRUTURA ORGANIZACIONAL DA INSTITUIÇÃO Mantenedora: Sistema Barddal de Ensino Grupo UNIESP Mantida: Faculdades

Leia mais

RESOLUÇÃO. Artigo 3º - O Plano de Implantação, Conteúdo Programático e demais características do referido Curso constam do respectivo Processo.

RESOLUÇÃO. Artigo 3º - O Plano de Implantação, Conteúdo Programático e demais características do referido Curso constam do respectivo Processo. RESOLUÇÃO CONSEPE 59/2001 ALTERA O CURRÍCULO DO CURSO DE ARQUITETURA E URBANISMO, DO CÂMPUS DE ITATIBA, DA UNIVERSIDADE SÃO FRANCISCO. O Presidente do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão - CONSEPE,

Leia mais

Metodologia. Resultados

Metodologia. Resultados ENCONTRO INTERNACIONAL PARTICIPAÇÃO, DEMOCRACIA E POLÍTICAS PÚBLICAS: APROXIMANDO AGENDAS E AGENTES UNESP SP 23 a 25 de abril de 2013, UNESP, Araraquara (SP) AGENTES SOCIAIS E A PRODUÇÃO DO ESPAÇO URBANO

Leia mais

As práticas do historiador: experiências do Laboratório de Documentação do Curso de História da Universidade Cruzeiro do Sul UNICSUL

As práticas do historiador: experiências do Laboratório de Documentação do Curso de História da Universidade Cruzeiro do Sul UNICSUL As práticas do historiador: experiências do Laboratório de Documentação do Curso de História da Universidade Cruzeiro do Sul UNICSUL Profa. Dra. Ana Barbara A. Pederiva Professora da Universidade Cruzeiro

Leia mais

GUIA DE IMPLEMENTAÇÃO DO CURRICULO ANO 2 - APROFUNDAMENTO

GUIA DE IMPLEMENTAÇÃO DO CURRICULO ANO 2 - APROFUNDAMENTO ESTRUTURA GERAL DOS ROTEIROS DE ESTUDOS QUINZENAL Os roteiros de estudos, cujo foco está destacado nas palavras chaves, estão organizados em três momentos distintos: 1º MOMENTO - FUNDAMENTOS TEÓRICOS -

Leia mais

DISTRIBUIÇÃO GEOGRÁFICA DA PÓS-GRADUAÇÃO: ESTUDO DE INDICADORES

DISTRIBUIÇÃO GEOGRÁFICA DA PÓS-GRADUAÇÃO: ESTUDO DE INDICADORES DISTRIBUIÇÃO GEOGRÁFICA DA PÓS-GRADUAÇÃO: ESTUDO DE INDICADORES Maria Helena Machado de Moraes - FURG 1 Danilo Giroldo - FURG 2 Resumo: É visível a necessidade de expansão da Pós-Graduação no Brasil, assim

Leia mais

RELATÓRIO DAS ATIVIDADES 2004

RELATÓRIO DAS ATIVIDADES 2004 RELATÓRIO DAS ATIVIDADES 2004 1. Palestras informativas O que é ser voluntário Objetivo: O voluntariado hoje, mais do que nunca, pressupõe responsabilidade e comprometimento e para que se alcancem os resultados

Leia mais

A CONSTRUÇÃO DE ESPAÇOS E MATERIAIS DIGITAIS PARA A EDUCAÇÃO MATEMÁTICA: O USO DO SMARTPHONE NO ENSINO DA GEOMETRIA

A CONSTRUÇÃO DE ESPAÇOS E MATERIAIS DIGITAIS PARA A EDUCAÇÃO MATEMÁTICA: O USO DO SMARTPHONE NO ENSINO DA GEOMETRIA A CONSTRUÇÃO DE ESPAÇOS E MATERIAIS DIGITAIS PARA A EDUCAÇÃO MATEMÁTICA: O USO DO SMARTPHONE NO ENSINO DA GEOMETRIA Autores : Agata RHENIUS, Melissa MEIER. Identificação autores: Bolsista IFC-Campus Camboriú;

Leia mais

RELATÓRIO DAS ATIVIDADES 2003

RELATÓRIO DAS ATIVIDADES 2003 RELATÓRIO DAS ATIVIDADES 2003 1. Palestras informativas O que é ser voluntário Objetivo: O voluntariado hoje, mais do que nunca, pressupõe responsabilidade e comprometimento e para que se alcancem os resultados

Leia mais

PRODUÇÃO DE MATERIAL DIDÁTICO A DISTÂNCIA: A EXPERIÊNCIA DA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE PELOTAS UCPEL VIRTUAL

PRODUÇÃO DE MATERIAL DIDÁTICO A DISTÂNCIA: A EXPERIÊNCIA DA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE PELOTAS UCPEL VIRTUAL PRODUÇÃO DE MATERIAL DIDÁTICO A DISTÂNCIA: A EXPERIÊNCIA DA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE PELOTAS UCPEL VIRTUAL Gabriela Jurak de Castro UCPel gabriela.jurak@ucpel.tche.br Letícia Marques Vargas UCPel lvargas@ucpel.tche.br

Leia mais

Palavras-chave: Projeto de ensino; reprovação em Matemática; monitoria.

Palavras-chave: Projeto de ensino; reprovação em Matemática; monitoria. REPROVAÇÃO EM MATEMÁTICA NO ENSINO SUPERIOR: UMA TENTATIVA DE REDUZIR OS ALTOS ÍNDICES Profa. Dra. Camila Pinto da Costa Universidade Federal de Pelotas camila.ufpel@gmail.com Profa. Dra. Rejane Pergher

Leia mais

A EXTENSÃO EM MATEMÁTICA: UMA PRÁTICA DESENVOLVIDA NA COMUNIDADE ESCOLAR. GT 05 Educação Matemática: tecnologias informáticas e educação à distância

A EXTENSÃO EM MATEMÁTICA: UMA PRÁTICA DESENVOLVIDA NA COMUNIDADE ESCOLAR. GT 05 Educação Matemática: tecnologias informáticas e educação à distância A EXTENSÃO EM MATEMÁTICA: UMA PRÁTICA DESENVOLVIDA NA COMUNIDADE ESCOLAR GT 05 Educação Matemática: tecnologias informáticas e educação à distância Nilce Fátima Scheffer - URI-Campus de Erechim/RS - snilce@uri.com.br

Leia mais

Vínculo institucional: FADERS e PUCRS Faculdade de Serviço Social / Atuação: Professora e Pesquisadora da FSS/ graduação e pós-graduação

Vínculo institucional: FADERS e PUCRS Faculdade de Serviço Social / Atuação: Professora e Pesquisadora da FSS/ graduação e pós-graduação PROJETO DE PESQUISA: Condições de Acesso das Pessoas com Deficiência às Universidades do RS Responsável: Profa Dra Idília Fernandes Vínculo institucional: FADERS e PUCRS Faculdade de Serviço Social / Atuação:

Leia mais

INSTITUTOS SUPERIORES DE ENSINO DO CENSA PROGRAMA INSTITUCIONAL DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA PROVIC PROGRAMA VOLUNTÁRIO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA

INSTITUTOS SUPERIORES DE ENSINO DO CENSA PROGRAMA INSTITUCIONAL DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA PROVIC PROGRAMA VOLUNTÁRIO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA INSTITUTOS SUPERIORES DE ENSINO DO CENSA PROGRAMA INSTITUCIONAL DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA PROVIC PROGRAMA VOLUNTÁRIO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA IMPACTO DA CONSTRUÇÃO CIVIL NO PRODUTO INTERNO BRUTO BRASILEIRO

Leia mais

O Trabalho do Assistente Social no Contexto Hospitalar em Porto Alegre: Uma Análise na Perspectiva do Trabalho em Equipe

O Trabalho do Assistente Social no Contexto Hospitalar em Porto Alegre: Uma Análise na Perspectiva do Trabalho em Equipe 1378 O Trabalho do Assistente Social no Contexto Hospitalar em Porto Alegre: Uma Análise na Perspectiva do Trabalho em Equipe V Mostra de Pesquisa da Pós- Graduação Cristiane Ferraz Quevedo de Mello 1,

Leia mais

PROJETO DE AUTO-AVALIAÇÃO DA FACULDADE DE TECNOLOGIA SAINT PASTOUS. Comissão Própria de Avaliação

PROJETO DE AUTO-AVALIAÇÃO DA FACULDADE DE TECNOLOGIA SAINT PASTOUS. Comissão Própria de Avaliação PROJETO DE AUTO-AVALIAÇÃO DA FACULDADE DE TECNOLOGIA SAINT PASTOUS Comissão Própria de Avaliação Porto Alegre, março de 2005. 1 Diretora Vera Lucia Dias Duarte Coordenador do Curso Dr. Dakir Lourenço Duarte

Leia mais

TRANSDISCIPLINARIDADE NA PRÁTICA: RELATO DE EXPERIÊNCIA CONCEIÇÃO COSTA E SILVA 1

TRANSDISCIPLINARIDADE NA PRÁTICA: RELATO DE EXPERIÊNCIA CONCEIÇÃO COSTA E SILVA 1 TRANSDISCIPLINARIDADE NA PRÁTICA: RELATO DE EXPERIÊNCIA SOBRE O PROJETO DIGA SIM À PAZ NA ESCOLA ESTADUAL CONCEIÇÃO COSTA E SILVA 1 Cintiara Maia 2 Nadson Castro 3 ; Joseane Leão 4 Virginia Albuquerque

Leia mais

EDUCAÇÃO PATRIMONIAL A PARTIR DE JOGOS DIDÁTICOS: UMA EXPERIÊNCIA EXTENSIONISTA NO MUNICÍPIO DE RESTINGA SÊCA/RS/Brasil

EDUCAÇÃO PATRIMONIAL A PARTIR DE JOGOS DIDÁTICOS: UMA EXPERIÊNCIA EXTENSIONISTA NO MUNICÍPIO DE RESTINGA SÊCA/RS/Brasil EDUCAÇÃO PATRIMONIAL A PARTIR DE JOGOS DIDÁTICOS: UMA EXPERIÊNCIA EXTENSIONISTA NO MUNICÍPIO DE RESTINGA SÊCA/RS/Brasil Heliana de Moraes Alves Graduanda em Geografia Bacharelado da Universidade Federal

Leia mais

crítica na resolução de questões, a rejeitar simplificações e buscar efetivamente informações novas por meio da pesquisa, desde o primeiro período do

crítica na resolução de questões, a rejeitar simplificações e buscar efetivamente informações novas por meio da pesquisa, desde o primeiro período do Dimensão 2 As políticas para o ensino, a pesquisa, a pós-graduação, a extensão e as respectivas normas de operacionalização, incluídos os procedimentos para estímulo à produção acadêmica, as bolsas de

Leia mais

CAPACITAÇÃO PARA IMPLANTAÇÃO DE CADASTRO TÉCNICO MULTIFINALITÁRIO EM MUNICÍPIOS DA PARAÍBA

CAPACITAÇÃO PARA IMPLANTAÇÃO DE CADASTRO TÉCNICO MULTIFINALITÁRIO EM MUNICÍPIOS DA PARAÍBA CAPACITAÇÃO PARA IMPLANTAÇÃO DE CADASTRO TÉCNICO MULTIFINALITÁRIO EM MUNICÍPIOS DA PARAÍBA XAVIER, Ana Paula Campos 1 COSTA, Antônio Carlos Brito Vital 2 DANTAS, José Carlos 3 OLIVEIRA, Nádja Melo 4 SILVA,

Leia mais

O USO DE TECNOLOGIAS NAS AULAS DE MATEMÁTICA E CRENÇAS SOBRE A SUA APRENDIZAGEM

O USO DE TECNOLOGIAS NAS AULAS DE MATEMÁTICA E CRENÇAS SOBRE A SUA APRENDIZAGEM O USO DE TECNOLOGIAS NAS AULAS DE MATEMÁTICA E CRENÇAS SOBRE A SUA APRENDIZAGEM Justificativa ABREU,Tamires de Sá 1 BARRETO, Maria de Fátima Teixeira² Palavras chave: crenças, matemática, softwares, vídeos.

Leia mais

CONSELHO REGIONAL DE PSICOLOGIA DO RIO GRANDE DO SUL CENTRO DE REFERÊNCIA TÉCNICA EM PSICOLOGIA E POLÍTICAS PÚBLICAS

CONSELHO REGIONAL DE PSICOLOGIA DO RIO GRANDE DO SUL CENTRO DE REFERÊNCIA TÉCNICA EM PSICOLOGIA E POLÍTICAS PÚBLICAS CONSELHO REGIONAL DE PSICOLOGIA DO RIO GRANDE DO SUL CENTRO DE REFERÊNCIA TÉCNICA EM PSICOLOGIA E POLÍTICAS PÚBLICAS FORMAÇÃO EM PSICOLOGIA E POLITICAS PÚBLICAS: UMA APROXIMAÇÃO DO CRPRS COM O MEIO ACADÊMICO

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO COLEGIADO: CES

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO COLEGIADO: CES PARECER CNE/CES 1.302/2001 - HOMOLOGADO Despacho do Ministro em 4/3/2002, publicado no Diário Oficial da União de 5/3/2002, Seção 1, p. 15. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO INTERESSADO:

Leia mais

RÁDIO ESCOLAR: UMA AÇÃO MULTIDISCIPLINAR COM ARTE E ENGENHARIA

RÁDIO ESCOLAR: UMA AÇÃO MULTIDISCIPLINAR COM ARTE E ENGENHARIA RÁDIO ESCOLAR: UMA AÇÃO MULTIDISCIPLINAR COM ARTE E ENGENHARIA Área Temática: Tecnologia e Produção Prof. Reginaldo da Nóbrega Tavares 1 (Coordenador da Ação de Extensão) Prof. Reginaldo da Nóbrega Tavares

Leia mais

10º Congreso Argentino y 5º Latinoamericano de Educación Física y Ciencias

10º Congreso Argentino y 5º Latinoamericano de Educación Física y Ciencias 10º Congreso Argentino y 5º Latinoamericano de Educación Física y Ciencias O Programa Esporte e Lazer da Cidade e o seu processo formativo para egressos do curso de educação física da Universidade Federal

Leia mais

PROGRAMA DE PÓS GRADUAÇÃO STRICTO SENSU EM POLÍTICAS PÚBLICAS, ESTRATÉGIAS E DESENVOLVIMENTO

PROGRAMA DE PÓS GRADUAÇÃO STRICTO SENSU EM POLÍTICAS PÚBLICAS, ESTRATÉGIAS E DESENVOLVIMENTO PROGRAMA DE PÓS GRADUAÇÃO STRICTO SENSU EM POLÍTICAS PÚBLICAS, ESTRATÉGIAS E DESENVOLVIMENTO LINHA DE PESQUISA: POLÍTICAS PÚBLICAS DE CULTURA JUSTIFICATIVA O campo de pesquisa em Políticas Públicas de

Leia mais

principalmente na UFES (três), na UFSCar (dois) e a UERJ (dois). Em 2005 a produção tem ápice com doze estudos em diferentes universidades.

principalmente na UFES (três), na UFSCar (dois) e a UERJ (dois). Em 2005 a produção tem ápice com doze estudos em diferentes universidades. A PRODUÇÃO CIENTÍFICA EM EDUCAÇÃO ESPECIAL/INCLUSÃO ESCOLAR NA PERSPECTIVA DA PESQUISA-AÇÃO: REFLEXÕES A PARTIR DE SEUS CONTEXTOS Mariangela Lima de Almeida UFES Agência Financiadora: FAPES Num contexto

Leia mais

REPRESENTAÇÃO DO MEIO AMBIENTE MAPAS MENTAIS UMA LINGUAGEM NO ENSINO DA GEOGRAFIA

REPRESENTAÇÃO DO MEIO AMBIENTE MAPAS MENTAIS UMA LINGUAGEM NO ENSINO DA GEOGRAFIA REPRESENTAÇÃO DO MEIO AMBIENTE MAPAS MENTAIS UMA LINGUAGEM NO ENSINO DA GEOGRAFIA Kelli Carvalho Melo Mestre em Geografia - PPGG/UNIR. Pesquisadora do Grupo de Estudos e Pesquisas Modos de Vidas e Culturas

Leia mais

Etapa 01 Proposta Metodológica

Etapa 01 Proposta Metodológica SP Etapa 01 Proposta Metodológica ConsultGEL - Rua: : José Tognoli, 238, Pres., 238, Pres. Prudente, SP Consultores Responsáveis, SP Élcia Ferreira da Silva Fone: : (18) 3222 1575/(18) 9772 5705 João Dehon

Leia mais

CENTRO BRASILEIRO DE REFERÊNCIA EM TECNOLOGIA SOCIAL INSTITUTO DE TECNOLOGIA SOCIAL

CENTRO BRASILEIRO DE REFERÊNCIA EM TECNOLOGIA SOCIAL INSTITUTO DE TECNOLOGIA SOCIAL CENTRO BRASILEIRO DE REFERÊNCIA EM TECNOLOGIA SOCIAL INSTITUTO DE TECNOLOGIA SOCIAL Curso: Tecnologia Social e Educação: para além dos muros da escola Resumo da experiência de Avaliação do Programa "Apoio

Leia mais

COMUNICADO n o 001/2012 ÁREA DE ENSINO ORIENTAÇÕES PARA NOVOS APCNS 2012 Brasília, 22 de maio de 2012

COMUNICADO n o 001/2012 ÁREA DE ENSINO ORIENTAÇÕES PARA NOVOS APCNS 2012 Brasília, 22 de maio de 2012 COMUNICADO n o 001/2012 ÁREA DE ENSINO ORIENTAÇÕES PARA NOVOS APCNS 2012 Brasília, 22 de maio de 2012 IDENTIFICAÇÃO ÁREA DE AVALIAÇÃO: Ensino PERÍODO DE AVALIAÇÃO: 2012 ANO DE PUBLICAÇÃO DESTE DOCUMENTO:

Leia mais

RESUMOS DE PROJETOS... 1202 RELATOS DE EXPERIÊNCIA... 1205 ARTIGOS COMPLETOS (RESUMOS)... 1207

RESUMOS DE PROJETOS... 1202 RELATOS DE EXPERIÊNCIA... 1205 ARTIGOS COMPLETOS (RESUMOS)... 1207 1201 RESUMOS DE PROJETOS... 1202 RELATOS DE EXPERIÊNCIA... 1205 ARTIGOS COMPLETOS (RESUMOS)... 1207 1202 RESUMOS DE PROJETOS ENSINO, APRENDIZAGEM E FORMAÇÃO DE PROFESSORES EM LETRAS: IDENTIDADES E CRENÇAS

Leia mais

OLIMPÍADAS DE CIÊNCIAS EXATAS: UMA EXPERIÊNCIA COM ALUNOS DO ENSINO PÚBLICO E PRIVADO

OLIMPÍADAS DE CIÊNCIAS EXATAS: UMA EXPERIÊNCIA COM ALUNOS DO ENSINO PÚBLICO E PRIVADO ISSN 2177-9139 OLIMPÍADAS DE CIÊNCIAS EXATAS: UMA EXPERIÊNCIA COM ALUNOS DO ENSINO PÚBLICO E PRIVADO André Martins Alvarenga - andrealvarenga@unipampa.edu.br Andressa Sanches Teixeira - andressaexatas2013@gmail.com

Leia mais

LURDINALVA PEDROSA MONTEIRO E DRª. KÁTIA APARECIDA DA SILVA AQUINO. Propor uma abordagem transversal para o ensino de Ciências requer um

LURDINALVA PEDROSA MONTEIRO E DRª. KÁTIA APARECIDA DA SILVA AQUINO. Propor uma abordagem transversal para o ensino de Ciências requer um 1 TURISMO E OS IMPACTOS AMBIENTAIS DERIVADOS DA I FESTA DA BANAUVA DE SÃO VICENTE FÉRRER COMO TEMA TRANSVERSAL PARA AS AULAS DE CIÊNCIAS NO PROJETO TRAVESSIA DA ESCOLA CREUSA DE FREITAS CAVALCANTI LURDINALVA

Leia mais

PLANO DE TRABALHO CAMPUS DE FRANCISCO BELTRÃO QUATRIÊNIO 2016-2019

PLANO DE TRABALHO CAMPUS DE FRANCISCO BELTRÃO QUATRIÊNIO 2016-2019 PLANO DE TRABALHO CAMPUS DE FRANCISCO BELTRÃO QUATRIÊNIO 2016-2019 Candidato Gilmar Ribeiro de Mello SLOGAN: AÇÃO COLETIVA Página 1 INTRODUÇÃO Considerando as discussões realizadas com a comunidade interna

Leia mais

PRATICANDO TRABALHO COM PROJETOS NA EDUCAÇÃO MATEMÁTICA

PRATICANDO TRABALHO COM PROJETOS NA EDUCAÇÃO MATEMÁTICA PRATICANDO TRABALHO COM PROJETOS NA EDUCAÇÃO MATEMÁTICA Fernanda Pimentel Dizotti Academia de Ensino Superior fernandadizotti@gmail.com Norma Suely Gomes Allevato Universidade Cruzeiro do Sul normallev@uol.com.br

Leia mais

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE SÃO PAULO Programa de Estudos Pós-Graduados em Ciências Sociais

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE SÃO PAULO Programa de Estudos Pós-Graduados em Ciências Sociais 1 PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE SÃO PAULO Programa de Estudos Pós-Graduados em Ciências Sociais PROJETO DE PESQUISA PALAFITAS SERÃO APARTAMENTOS: Concepções, mecanismos e limites da participação

Leia mais

Portfólio de Criação Espaço Experiência 1. Gabriel Godinho CARRARO 2 Julia Meinhardt TELLES 3 Jarissa Maguatini Pinto COGOY 4 Vinícius MANO 5

Portfólio de Criação Espaço Experiência 1. Gabriel Godinho CARRARO 2 Julia Meinhardt TELLES 3 Jarissa Maguatini Pinto COGOY 4 Vinícius MANO 5 Portfólio de Criação Espaço Experiência 1 Gabriel Godinho CARRARO 2 Julia Meinhardt TELLES 3 Jarissa Maguatini Pinto COGOY 4 Vinícius MANO 5 Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul, Porto

Leia mais

Reconstruindo o Conceito de Moradia: A Experiência do Plano Local de Habitação de Interesse Social em Paiçandu

Reconstruindo o Conceito de Moradia: A Experiência do Plano Local de Habitação de Interesse Social em Paiçandu Beatriz Fleury e Silva bfsilva@iem.br Msc. Engenharia Urbana. Docente curso de arquitetura Universidade Estadual de Maringá Reconstruindo o Conceito de Moradia: A Experiência do Plano Local de Habitação

Leia mais

Texto para Coluna do NRE-POLI na Revista Construção e Mercado Pini Novembro 2014

Texto para Coluna do NRE-POLI na Revista Construção e Mercado Pini Novembro 2014 Texto para Coluna do NRE-POLI na Revista Construção e Mercado Pini Novembro 2014 PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO EM EMPRESAS DE CONSTRUÇÃO CIVIL DE MÉDIO PORTE NO BRASIL. Elisabete Maria de Freitas Arquiteta

Leia mais