The management challenges of building a World Cup stadium in the Amazon the case of the Amazon Arena (Brazil) FERNANDES, José Antonio Grajeda;

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "The management challenges of building a World Cup stadium in the Amazon the case of the Amazon Arena (Brazil) FERNANDES, José Antonio Grajeda;"

Transcrição

1 The management challenges of building a World Cup stadium in the Amazon the case of the Amazon Arena (Brazil) FERNANDES, José Antonio Grajeda; LIMA, Carlos Henrique dos Reis; MATTOS, Aldo Dórea ALVES, Gláucia Regina ABSTRACT Hosting the soccer 2014 FIFA World Cup is a major challenge for Brazil, a country with widespread infrastructure problems, including the lack of suitable stadiums in most of the 12 host cities. In Manaus, the Amazon Arena with a 44,000 seating capacity is currently under construction, boasting an innovative architectural design marked by singular precast concrete elements and a complex steel supporting framework for the overhead tensile membrane covering. Located in the middle of the Amazon Rain Forest, Manaus is reached only by river or air, and has extreme temperatures throughout the year, combined with excessive relative humidity of air and continuous rainfall, which have a strong influence on production rates and hence on cost estimating. In addition to the complicate logistics and tight schedule, FIFA dictated several adjustments to the scope of work originally contracted by public tender, including adherence to LEED energy efficiency requirements and adoption of new visibility parameters, resulting in many change orders with strong pressure on the budget approved by the State of Amazonas and on the schedule of the works. To cope with all these changes, the contractor resorted to a state-of-the-art method of measuring and improving productivities conceived according to lean construction philosophy, as well as modern field construction technology. In this paper, the authors present the technical aspects of such an audacious project, pointing out the particularities of scope, time and cost management and emphasizing the main achievements of the managing team. INTRODUÇÃO O Brasil se prepara para sediar a Copa do Mundo de 2014 e tem pela frente uma série de desafios a serem superados para que o evento ocorra. Pela primeira vez, uma Copa será realizada em 12 cidades-sede espalhadas por um país de dimensões continentais.

2 Ao se dispor a realizar um evento de tal magnitude, o Brasil assumiu a grande responsabilidade de reformar seus estádios ou reconstruí-los totalmente, tarefa difícil pela exiguidade do prazo, pela complexidade dos projetos, pelos altos recursos envolvidos e pela ingerência política que se faz obviamente presente. Em Manaus, uma das doze cidades-sede, está sendo erguida a Arena da Amazônia, estádio com capacidade para espectadores e arrojado projeto de engenharia onde se destacam os muitos elementos pré-moldados e a complexa estrutura metálica de fachada e cobertura, revestida em membrana. A Arena é hoje um dos maiores empreendimentos de construção no Brasil. Única cidade-sede da Região Norte, situada no meio da floresta amazônica e acessível apenas por via fluvial e aérea, Manaus apresenta condições climáticas que reduzem consideravelmente a produtividade em relação aos índices de referência do país. Isto se dá principalmente devido às elevadas temperaturas (entre 24 e 37 ), umidade relativa do ar (entre 76% e 89%) e pluviosidade de 2300 mm/ano da região. Com estes fatores, tornam-se complexas as estimativas de custos da obra. Outro fator agravante na execução da obra é a baixa qualificação da mão-de-obra local e o alto turnover (hoje da ordem de 11,4%). Além das naturais dificuldades de logística e tempo, várias foram as alterações de escopo do projeto impostas pela FIFA depois de contratada a obra, acarretando forte impacto no custo do empreendimento, que é uma obra pública estadual. Mesmo com aumento de serviço e custo, a construtora permaneceu firme no propósito de atender ao prazo improrrogável. 1. O CONTRATO A construção da Arena da Amazônia é uma obra pública licitada pelo Estado do Amazonas, de acordo com a legislação nacional (Lei 8666/93 Lei de Licitações), a partir de um projeto básico. O escopo do contrato inclui a demolição do estádio existente, elaboração do projeto executivo e construção da nova arena. A licitação foi vencida pela Construtora Andrade Gutierrez, que apresentou proposta de 500 milhões de reais. O contrato prevê um prazo de execução de 36 meses, com conclusão em junho de O regime de contratação é de preço unitário. É importante registrar que na época da contratação da obra, ainda não se sabia quais das 12 cidades sediariam a Copa das Confederações, torneio da FIFA a ser realizado em junho de Caso Manaus fosse uma das escolhidas, a conclusão da obra se daria exatamente na época da competição. Os estádios da Copa foram licitados quase todos em 2009, com projeto básico feito de acordo com os requerimentos da FIFA de 2007 (os mesmos que nortearam a construção dos estádios sul-africanos da Copa passada). 2. O PROJETO O projeto executivo do estádio foi contratado pela Andrade Gutierrez ao escritório alemão GMP (Architekten von Gerkan, Marg und Partner).

3 Fig. 1 Vista externa e interna da Arena da Amazônia O estádio é uma moderna arena multiuso, de esporte, lazer e compras. O objetivo é que o local seja frequentado pela população durante toda a semana, e não apenas durante eventos esportivos e culturais. O projeto incorpora avançados conceitos de arquitetura sustentável, em que se destaca o sistema de coleta de água da chuva captada por um dreno no telhado, a água ficará armazenada em um reservatório e será utilizada na irrigação do gramado e descarga dos banheiros. O projeto prevê a certificação LEED, dada pelo Green Building Council, que atesta a sustentabilidade do empreendimento, desde sua fase de projeto até a utilização e manutenção do mesmo. Além disso, a construtora conseguiu reaproveitar mais de 95% do material demolido/removido do anterior estádio, numa importante ação de responsabilidade ambiental. O estádio tem formato circular, compreendendo dois anéis de concreto armado onde serão instalados os assentos. A estrutura metálica (fachada e cobertura) é revestida por uma membrana de PFTE que carece de fornecedores nacionais. Esta estrutura é baseada em um cesto indígena, sendo composta de perfis caixão soldados. Este perfis não possuem formato comercial padrão, sendo fabricados exclusivamente para a Arena através de processo de caldeiraria. Os nós de conexão da estrutura são muito complexos, por exemplo, o nó tridimensional entre fachada e cobertura possui mais de 10 vistas isométricas de solda para demonstrar sua fabricação. A estrutura não é autoportante durante sua montagem, e somente ao final da colocação do anel superior (de compressão) é que a mesma consegue se suportar sem o auxílio de pilares (as torres de escoramento serão retiradas). Ela possui uma sequência de montagem definida, não podendo ser feita aleatoriamente, influindo diretamente no andamento de toda a obra.

4 Outro ponto de grande dificuldade é a execução dos degraus de arquibancada prémoldados visto que estes possuem grandes variações dimensionais entre si, necessitando de constantes paradas para ajustes das formas metálicas na sua execução. 3. A CONSTRUÇÃO O planejamento da obra precisou levar em conta taxas de produtividade realistas, que são, conforme explicitado anteriormente, notadamente inferiores às de outras cidades-sede. Por serem as precipitações atmosféricas intensas e frequentes, praticamente diárias, várias são as interrupções dos serviços durante o dia, com perda de tempo na retomada do trabalho e com reflexo negativo na produtividade geral da obra. Além disso, Manaus é uma cidade onde a disponibilidade de mão de obra é baixa. A dificuldade de encontrar oficiais da construção em número e qualificação suficiente, e de não ser muita prática no país a transferência de grandes contingentes de trabalhadores de outra praças, levou a construtora a implementar no canteiro de obras uma verdadeira escola de operários. Dada a distância de Manaus dos grandes centros produtores do país (aproximadamente 3500 km de São Paulo) e os grandes quantitativos envolvidos (volume de concreto armado de ,89 m³), a construtora optou por instalar no canteiro de obras uma central de pré-moldados de concreto, uma central de armação e uma usina de concreto a fim de atingir a produção requerida para um cronograma tão apertado. A central de pré-moldados hoje produz 880 peças por mês, entre degraus de arquibancada, vigas planas, lajes Pi e vigas inclinadas. (Fig. 3). Fig. 3 Visão geral da estrutura

5 4. PLANEJAMENTO A obra da Arena optou por um acompanhamento da obra por Building Information Modeling (BIM) 4D. Primeiramente, o projeto é ilustrado em 3D com a utilização do software ArchCad e Google Sketchup e, a partir daí, acoplado ao MS Project para se ter o 4D (3D com inclusão do tempo) (Fig. 6). A técnica BIM ainda é incipiente no Brasil, sobretudo na modalidade 4D. Muitos são os ganhos com o BIM: melhor definição da logística, identificação de interferências, verificação de acessibilidade, simulação de cenários e visualização do status da obra. Além disso, é possível gerar uma animação das atividades para instrução das equipes de campo. Fig. 6 Planejamento e Acompanhamento 4D da Arena 5. PROBLEMAS DE ESCOPO E CUSTO Os problemas de escopo na Arena da Amazônia têm várias causas, porém quase todas derivadas de uma raiz comum: o termo de compromisso firmado entre a FIFA e cada cidade-sede. O termo é muito claro ao estabelecer que as cidades-sede ficam obrigadas a obedecer a todos os requisitos técnicos definidos, reservando o Comitê Organizador e a FIFA a faculdade de modificar, suprimir ou adicionar novas exigências a qualquer momento, até a data da competição. Isso quer dizer que o Comitê Organizador Local (LOC) da Copa e a FIFA, além de não bancarem um centavo sequer da construção dos estádios, podem a qualquer tempo exigir modificações no projeto original, mesmo que isso gere custo adicional para os responsáveis pela construção, que são os governos estaduais ou os detentores do direito de exploração do estádio no caso das PPPs. É justamente durante o detalhamento do projeto que surgem as tais mudanças de especificação ditadas pelo LOC ou pela FIFA. No caso brasileiro, a chamada curva

6 de visibilidade dos estádios foi alterada já na fase de projeto executivo para adequar as arquibancadas a novos parâmetros. As placas de propaganda, por exemplo, tiveram sua altura aumentada de 0,9m para 1m, assim como a distância à linha demarcatória do gramado reduzida de 5m para 4m (Fig. 4). Como é forçoso que todos os assentos da arena tenham visão total das quatro linhas do campo, um rápido exercício de geometria mostra que essa simples mudança dimensional afeta o arranjo das arquibancadas e, com isso, muitos são os reflexos na dimensão dos degraus, quantidade de assentos, locação dos blocos de fundação, etc. Ainda com o intuito de melhorar a visibilidade, a FIFA determinou também que de nenhum lugar do estádio o torcedor pode deixar de ver a bola a uma altura de 20m do chão. No caso de Manaus, esse preciosismo acarretou um abaixamento da cota do gramado da ordem de 4m, impactando no volume de escavação e transporte de solo, na solução arquitetônica de escadas, rampas e acessos em geral, assim como surgindo a necessidade de implantação de muro de contenção, obviamente afetando o prazo da obra e o custo do estádio (Fig. 5). Fig. 4 Alteração da curva de visibilidade devido às placas de publicidade

7 Fig. 5 Rebaixamento do gramado para adequação da curva de visibilidade Após todas alterações de escopo e ajustes de projeto, os quantitativos subiram bastante, porém tendo que ser executados no mesmo prazo: DESCRIÇÃO DO SERVIÇO UND. PROJETO BÁSICO PROJETO EXECUTIVO DEMOLIÇÃO m³ , ,83 TERRAPLENAGEM m³ , ,00 ESTACA ɸ80 m , ,00 CONCRETO ESTRUTURAL m³ , ,89 ARMADURA CA-50 T 4.072, ,14 FORMA m² , ,74 ESTRUTURA METÁLICA T 3.862, ,00 MEMBRANA PTFE m² , ,00 Outra mudança de escopo se deu a partir da exigência de o estádio obedecer à certificação LEED (Leadership in Energy and Environmental Design), que demonstra o perfil sustentável desde a fase de projeto passando pela construção e até mesmo operação de um empreendimento. Essa imposição teve como resultado um representativo aumento nos custos. Com todos os percalços de escopo e de custo, a única maneira encontrada pela construtora foi recorrer a: (i) engenharia de valor; (ii) construção enxuta (lean). 6. ENGENHARIA DE VALOR Diversos estudos de Engenharia de Valor (Value Engineering) foram elaborados para negociação com o cliente. A ideia é usar soluções técnicas inovadoras para compensar o impacto da aceleração da obra, garantindo a viabilidade econômica do empreendimento e o resultado financeiro da Construtora. Os estudos de Value Engeneering foram realizados para escolha dos tipos de lajes, contenção, gruas, estacas e sistema de drenagem da obra. Como o projeto executivo é de responsabilidade da Contratada, buscou-se trazer ao cliente diversas opções que atendessem à qualidade e às especificações do projeto com os respectivos custos de cada uma destas opções. O objetivo dessa engenharia de valor, além da garantia da melhor solução técnico-econômica, é o embassamento por via documental de que as soluções adotadas foram pensadas e buscaram os menores custos. Em uma obra pública, estas atitudes se tornam de grande valia em caso de contestações adivindas de orgãos de controle e até mesmo da própria população. No caso específico do estudo das gruas, verificou-se que a previsão dada pela planilha contratual (utilização de 6 gruas fixas H=45m com lança de 55m) não teria capacidade de atender ao volume de lançamentos necessários para a obra. Considerando-se gruas de mesma especificação e calculando-se o número real necessário para atendimento do volume de lançamentos, verificou-se a necessidade

8 de mais duas gruas fixas, totalizando 8 gruas. Ao ser feita a análise econômica desta solução, observou-se que poderiam ser utilizadas duas gruas sobre trilhos, uma do lado leste e outra do lado oeste, as quais representariam uma redução de custos de aproximadamente 8% em relação ao uso das 8 gruas fixas necessárias. Assim, após análise e validação com o cliente, adotou-se a solução das duas gruas sobre trilhos. Gruas rolantes nunca haviam sido utilizadas nessa região do país. A vantagem reside no fato de que o custo de instalação dos equipamentos se reduz e se consegue maior simultaneidade no lançamento dos pré-moldados da estrutura. A aprovação dessa solução garante manter a conclusão da estrutura no prazo original. Também foram resultado dos estudos de value engeneering as soluções dadas às vigas e lajes, que passaram a ser executadas pré moldadas e não mais in loco como previsto inicialmente, permitindo assim maior agilidade na obra e a evolução dos trabalhos mesmo em dias de chuva. Além disto, a mudança no ciclo de cada setor e nível tornou-se mais rápida, uma vez que o cimbramento deixou de ser necessário, não ocupando assim as áreas de atividades posteriores à estrutura de concreto. 7. A SOLUÇÃO LEAN Por se tratar de um projeto com data de conclusão improrrogável, embora com sucessivos aumentos de escopo e custo, a Arena da Amazônia inovou ao aplicar os princípios da Excelência Operacional Enxuta (EOE), visando a reduzir os desperdícios e gerar uma gestão rápida e eficaz dos processos da obra. O aumento da produtividade e a redução de custos são consequências da utilização destes princípios. A produção enxuta baseia-se na redução de desperdícios focando a priorização de atividades que agregam valor, com foco na eliminação de qualquer tipo de trabalho que seja considerado desnecessário na produção de um determinado produto, a fim de se alcançar aumento de produtividade. A Excelência Operacional Enxuta vai além do Lean Construction, abrangendo itens como a gestão de parceiros, o suprimento de materiais, a logística, gestão de pessoas, dentre outros. Para o caso específico da construção da Arena da Amazônia, o diagrama da Fig. 7 ilustra o processo. Fig. 7 Excelência Operacional Enxuta

9 As atividades de um serviço são divididas em três tipos: 1. Atividades que agregam valor: São as operações estritamente necessárias à realização do serviço; 2. Desperdícios ocultos ou necessários: São operações auxiliares necessárias à realização das atividades que agregam valor; 3. Desperdícios evidentes: São operações que ocorrem, mas que deveriam ser eliminadas, tais como esperas, estocagem e correção de defeitos. Para a construção civil, especificamente, verificaram-se 9 tipos principais de desperdício: espera, movimentação, processos desnecessários, área inutilizada, transporte, estoque, super produção, defeito e atraso. Até a data presente, os trabalhos envolveram quatro frentes produtivas (central de armação, fábrica de pré moldados, estruturas de concreto in loco e laboratório) e todas as áreas de apoio e administração. No caso da central de armação, por exemplo, onde são executados os serviços de corte, dobra e montagem de aço com produção média de 600 t/mês, a aplicação da EOE foi concebida a partir de um meticuloso diagnóstico dos fluxos de serviço na central. Os passos para implementação nesta área foram: 1. Definição das famílias de produto e fluxograma de produção mapeamento de todas as atividades dos serviços de armação das estacas hélice, degraus pré-moldados, vigas pré-moldadas e blocos de fundação; 2. Avaliação qualitativa dos desperdícios identificação dos 9 tipos de desperdício. Verificou-se que a maior parcela dos desperdícios e encontrava armação das estacas hélice; 3. Medição das distâncias percorridas todos os deslocamentos efetuados ao longo dos processos produtivos foram medidos e plotados em planta (Fig.8); 4. Filmagem das atividades para cada operário da central foi feita uma cronoanálise minuto a minuto, buscando-se identificar a distribuição do tempo em função da agregação de valor. Verificou-se que 40% das operações agregavam valor, 20% eram desperdícios ocultos e 20%, desperdícios evidentes (Fig. 8); 5. Otimização de layout observou-se que o arranjo espacial das baias de estocagem, bancadas de trabalho e local de estocagem não era o mais adequado. Com a otimização do arranjo, conseguiu-se reduzir em 87% o deslocamento total dos funcionários durante o dia de trabalho; 6. Emissão de procedimentos operacionais os procedimentos ilustram as frentes de trabalho, rotas de fornecimento e fluxos de produção, com fotografias das ações e tempo previsto para cada operação por operador; 7. Montagem de quadros de controle após a definição da microprogramação por operário, isto é, a sucessão de operações com a respectiva duração desejada, foram criados quadros de acompanhamento do ritmo produtivo e gerados os indicadores de desempenho. Estes quadros

10 mostram o status produtivo em qualquer horário do dia em relação à meta daquela frente de serviço através de cartões Kanban. Sempre que uma meta não é realizada, o cartão Kanban não é girado e instantaneamente é elaborado o plano de ação para resolver a causa-raiz daquele problema; 8. Gerenciamento das perdas com a utilização do pensamento lean, tornouse possível a criação de um novo plano de cortes que reduziu as perdas de aço em 50%; 9. Aplicação de Sinalização para Paradas (Andon) consiste em um sinal colorido que mostra aos encarregados de produção se os operários estão atingindo as metas de produção ao longo do dia. Isso permite rápida reação aos problemas, gerando maior eficiência da equipe de apoio. Fig. 8 Diagrama Spaguetti, Filmagem e Perfil de Desperdícios da Central de Armação 8. CONCLUSÃO Sob o ponto de vista contratual, o que se toma como lição aprendida é que a autorização expressa para que o COL e a FIFA tenham a faculdade de modificar, suprimir ou adicionar novas exigências a qualquer momento representa um risco de grandes proporções para os proprietários dos estádios e para os construtores, trazendo impacto no custo e no prazo das obras. Com essa real probabilidade de alteração deliberada de escopo, é preciso que os empreendimentos sejam orçados com contingências de tempo e dinheiro, com razoável reserva gerencial nem sempre à disposição do quem financia e contrata os projetos. Uma obra de grande porte, realizada em local de condições de tempo adversas, com mão de obra pouco qualificada, baixa disponibilidade de operários, longa distância dos centros produtores e com sucessivas alterações de projeto só pode ser dominada gerencialmente mediante exaustivo processo de planejamento e controle.

11 No caso específico da Arena da Amazônia, como as variáveis são muitas e as produtividades precisam ser monitoradas com grande detalhe, a utilização dos conceitos de produção enxuta trouxeram enormes benefícios à obra, permitindo à equipe gestora controlar melhor o cronograma do empreendimento, melhorar o fluxo de comunicação, aumentar a produtividade e adequar os processos com foco na redução de desperdícios. A aplicação da Excelência Operacional Enxuta proporcionou às frentes de serviço em que foi ela foi aplicada um aumento de produtividade de aproximadamente 20%. Além disto, a utilização do Value Engineering trouxe soluções mais econômicas para a obra, não comprometendo a qualidade dos serviços.

Obras de Modernização do Mineirão

Obras de Modernização do Mineirão Obras de Modernização do Mineirão Agenda 1. Planejamento Estratégico Integrado 2. Contrato de Concessão Administrativa do Complexo do Mineirão 3. Premissas da Modernização 4. Evolução das obras Agenda

Leia mais

Análise Dinâmica da Estrutura de um Estádio de Futebol

Análise Dinâmica da Estrutura de um Estádio de Futebol Análise Dinâmica da Estrutura de um Estádio de Futebol Débora Cardoso dos Santos 1, Sergio Hampshire C. Santos 2, Rodrigo G. Martins 3 1 Eng. Civil / Casagrande Engenharia/ PPE/UFRJ / deborac_santos@poli.ufrj.br

Leia mais

LOGÍSTICA DE OBRAS. Eng. GUILHERME COELHO DE ANDRADE

LOGÍSTICA DE OBRAS. Eng. GUILHERME COELHO DE ANDRADE LOGÍSTICA DE OBRAS Eng. GUILHERME COELHO DE ANDRADE Integração Sistêmica GESTÃO DA IMPLANTAÇÃO DO PROCESSO CONSTRUTIVO NA EMPRESA Parede Controles, Indicadores de desempenho Laje Organização lay-out, fluxo

Leia mais

Capa da Medição ESTADO DO AMAZONAS

Capa da Medição ESTADO DO AMAZONAS Capa da Medição Bem Público : ARENA DA AMAZÔNIA Contrato : CT-00044/2010-SEINF Objeto : Contratação de pessoa jurídica para execução das obras civis,estrutura de cobertura metálica, estruturas elétricas,

Leia mais

Code-P0. 4º Balanço de Ações para a Copa (1º Ciclo) Cidade-sede de Manaus. Dezembro de 2012

Code-P0. 4º Balanço de Ações para a Copa (1º Ciclo) Cidade-sede de Manaus. Dezembro de 2012 Code-P0 4º Balanço de Ações para a Copa (1º Ciclo) Cidade-sede de Manaus Dezembro de 2012 Manaus: Distribuição dos Investimentos por Tema e Fonte de Recursos Referência Nov/12, Distribuição dos investimentos

Leia mais

Profª. Angela A. de Souza DESENHO DE ESTRUTURAS

Profª. Angela A. de Souza DESENHO DE ESTRUTURAS DESENHO DE ESTRUTURAS INTRODUÇÃO A estrutura de concreto armado é resultado da combinação entre o concreto e o aço. Porém, para a sua execução, não é suficiente apenas a presença desses dois materiais;

Leia mais

Coberturas duráveis, com galvanização

Coberturas duráveis, com galvanização Coberturas duráveis, com galvanização A Fifa definiu que a Copa do Mundo de Futebol no Brasil, em 2014, deverá perseguir o que chamou de Green goals, ou seja, metas verdes, numa alusão à desejada sustentabilidade

Leia mais

INFLUÊNCIAS DO PROJETO DE PRODUÇÃO E DO PROJETO DE CANTEIRO NO SISTEMA LOGÍSTICO DA CONSTRUÇÃO DE EDIFÍCIOS

INFLUÊNCIAS DO PROJETO DE PRODUÇÃO E DO PROJETO DE CANTEIRO NO SISTEMA LOGÍSTICO DA CONSTRUÇÃO DE EDIFÍCIOS INFLUÊNCIAS DO PROJETO DE PRODUÇÃO E DO PROJETO DE CANTEIRO NO SISTEMA LOGÍSTICO DA CONSTRUÇÃO DE EDIFÍCIOS Otávio José de OLIVEIRA M.Sc., Eng., Professor da UNINOVE e UNIBAN - Rua Vasco Cinquini, 70 Bl.:2B

Leia mais

BIM BIM. Building Information Modeling no Projeto Estrutural. Impactos e benefícios potenciais. Modelagem de Informação do Edifício Projeto Estrutural

BIM BIM. Building Information Modeling no Projeto Estrutural. Impactos e benefícios potenciais. Modelagem de Informação do Edifício Projeto Estrutural BIM Building Information Modeling no Impactos e benefícios potenciais Nelson Covas BIM Building Information Modeling ou Modelagem de Informação da Construção ou Modelagem de Informação do Edifício Premissas

Leia mais

3. O projeto fornecido para a modelagem paramétrica 3D

3. O projeto fornecido para a modelagem paramétrica 3D 3. O projeto fornecido para a modelagem paramétrica 3D Com finalidade de avaliar alguns aspectos da metodologia BIM e algumas das ferramentas computacionais envolvidas, buscou-se um projeto de engenharia

Leia mais

Virtualização da Construção em Fase Orçamentária Construction Virtualization in Budget Phase

Virtualização da Construção em Fase Orçamentária Construction Virtualization in Budget Phase Virtualização da Construção em Fase Orçamentária Construction Virtualization in Budget Phase Morgana Braga Universidade de Brasília Obras Militares do Exército Brasileiro, Brasil morganabraga@yahoo.com.br

Leia mais

ENSINO PARA A PRÁTICA DE PROJETO DE ESTRUTURAS

ENSINO PARA A PRÁTICA DE PROJETO DE ESTRUTURAS ENSINO PARA A PRÁTICA DE PROJETO DE ESTRUTURAS Henrique Innecco Longo hlongo@civil.ee.ufrj.br Universidade Federal do Rio de Janeiro - UFRJ, Escola de Engenharia Rua Brigadeiro Trompowsky s/n, Centro de

Leia mais

Realização: Caso de obra: Arena Corinthians

Realização: Caso de obra: Arena Corinthians Realização: Caso de obra: Arena Corinthians Frederico Marcos de Almeida Horta Barbosa Odebrecht Infraestrutura APRESENTAÇÃO APRESENTAÇÃO: Frederico Marcos de Almeida Horta Barbosa Nascido em 1957 Pedra

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO JOÃO DEL REI PREFEITURA DE CAMPUS - SETOR DE OBRAS COMPOSIÇÃO DO BDI PARA OBRA DE CONSTRUÇÃO DO PRÉDIO DO CAMAT - 1ª etapa

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO JOÃO DEL REI PREFEITURA DE CAMPUS - SETOR DE OBRAS COMPOSIÇÃO DO BDI PARA OBRA DE CONSTRUÇÃO DO PRÉDIO DO CAMAT - 1ª etapa UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO JOÃO DEL REI PREFEITURA DE CAMPUS - SETOR DE OBRAS COMPOSIÇÃO DO BDI PARA OBRA DE CONSTRUÇÃO DO PRÉDIO DO CAMAT - 1ª etapa (BÔNUS E DESPESAS INDIRETAS) Itens de valor percentual

Leia mais

Ferramenta BIM para Projetos de Estruturas Pré-Fabricadas

Ferramenta BIM para Projetos de Estruturas Pré-Fabricadas Ferramenta BIM para Projetos de Estruturas Pré-Fabricadas Marco Moschini CSG Engineering Local: UNIDAVI - Rio do Sul / SC BIM ( Building Information Modeling ) ( Modelagem da Informação da Construção )

Leia mais

APLICAÇÃO DO MAPEAMENTO DE FLUXO DE VALOR VERDE NO SETOR DA CONSTRUÇÃO CIVIL

APLICAÇÃO DO MAPEAMENTO DE FLUXO DE VALOR VERDE NO SETOR DA CONSTRUÇÃO CIVIL APLICAÇÃO DO MAPEAMENTO DE FLUXO DE VALOR VERDE NO SETOR DA CONSTRUÇÃO CIVIL Caio Luciano Migliato Faculdade de Engenharia Ambiental e Sanitária CEATEC Centro de Ciências Exatas, Ambientais e de Tecnologias

Leia mais

poder de compra x custo da construção poder de compra:

poder de compra x custo da construção poder de compra: w ALVENARIA ESTRUTURAL COM BLOCOS DE CONCRETO poder de compra x custo da construção poder de compra: - Conceito Geral - Engenheiro Civil - Ph.D. (85)3244-3939 (85)9982-4969 luisalberto1@terra.com.br custo

Leia mais

Oportunidades de ganhos gerados pela adoção de Sistemas Estruturais em Aço e mistos Aço-Concreto

Oportunidades de ganhos gerados pela adoção de Sistemas Estruturais em Aço e mistos Aço-Concreto Oportunidades de ganhos gerados pela adoção de Sistemas Estruturais em Aço e mistos Aço-Concreto XI Fórum Técnico Gestão do Processo Construtivo Sinduscon-DF, 21 de novembro de 2013 Oportunidades oferecidas

Leia mais

JUST-IN-TIME & KANBAN

JUST-IN-TIME & KANBAN JUST-IN-TIME & KANBAN Prof. Darli Rodrigues Vieira darli@darli.com.br 1 OBJETIVO DA AULA OBJETIVO: EVIDENCIAR O QUE É JUST IN TIME E QUAL É SUA UTILIDADE EM PROJETOS DE OTIMIZAÇÃO DE RECURSOS EM OPERAÇÕES

Leia mais

A CONSTRUTIBILIDADE NAS FASES DE ENGENHARIA E SUPRIMENTO PARA A CONSTRUÇÃO E MONTAGEM INDUSTRIAL

A CONSTRUTIBILIDADE NAS FASES DE ENGENHARIA E SUPRIMENTO PARA A CONSTRUÇÃO E MONTAGEM INDUSTRIAL A CONSTRUTIBILIDADE NAS FASES DE ENGENHARIA E SUPRIMENTO PARA A CONSTRUÇÃO E MONTAGEM INDUSTRIAL Lessandro Teixeira Rodrigues (UNESA) lessandrors@gmail.com Antonio Augusto Goncalves (UNESA) augusto@inca.gov.br

Leia mais

O Panorama do BIM como Ferramenta de Gestão

O Panorama do BIM como Ferramenta de Gestão BIM Building Information Modeling O Panorama do BIM como Ferramenta de Gestão Prof. Dr. Eduardo Toledo Santos Escola Politécnica da USP A Modelagem da Informação da Construção (BIM) é o processo de produção,

Leia mais

RELATO DE EXPERIÊNCIA EM GERENCIAMENTO DE INTEGRAÇÃO DE PROJETOS TÉCNICOS NUMA EMPRESA DE CONSTRUÇÃO CIVIL

RELATO DE EXPERIÊNCIA EM GERENCIAMENTO DE INTEGRAÇÃO DE PROJETOS TÉCNICOS NUMA EMPRESA DE CONSTRUÇÃO CIVIL RELATO DE EXPERIÊNCIA EM GERENCIAMENTO DE INTEGRAÇÃO DE PROJETOS TÉCNICOS NUMA EMPRESA DE CONSTRUÇÃO CIVIL Áurea Araujo Bruel, Msc candidate Engenheira Civil, Mestranda do PPGCC/UFPR e-mail aabruel@yahoo.com.br

Leia mais

PROC-IBR-EDIF 046/2015 Análise de Projeto de Estrutura Metálica

PROC-IBR-EDIF 046/2015 Análise de Projeto de Estrutura Metálica INSTITUTO BRASILEIRO DE AUDITORIA DE OBRAS PÚBLICAS IBRAOP INSTITUTO RUI BARBOSA IRB / COMITÊ OBRAS PÚBLICAS PROC-IBR-EDIF 046/2015 Análise de Projeto de Estrutura Metálica Primeira edição válida a partir

Leia mais

Benefícios da Utilização do BIM no desenvolvimento da Orçamentação na Construção Civil

Benefícios da Utilização do BIM no desenvolvimento da Orçamentação na Construção Civil Instituto de Educação Tecnológica Pós-graduação Gerenciamento de Projetos/turma 149 29 de julho de 2015 Benefícios da Utilização do BIM no desenvolvimento da Orçamentação na Construção Civil Flávia Ciqueira

Leia mais

PROC IBR EDIF 01.02.004/2014

PROC IBR EDIF 01.02.004/2014 INSTITUTO BRASILEIRO DE AUDITORIA DE OBRAS PÚBLICAS IBRAOP INSTITUTO RUI BARBOSA IRB / COMITÊ OBRAS PÚBLICAS PROC IBR EDIF 01.02.004/2014 01 - Fase Licitatória 01.02 - Análise das especificações, quantidades

Leia mais

AUBR-83 Dicas e Truques. Objetivos:

AUBR-83 Dicas e Truques. Objetivos: [AUBR-83] BIM na Prática: Implementação de Revit em Escritórios de Arquitetura e Engenharia Paulo Henrique Giungi Galvão Revenda TECGRAF Consultor técnico Revit da Revenda TECGRAF AUBR-83 Dicas e Truques

Leia mais

Relatório Comparativo do Contratado x Executado

Relatório Comparativo do Contratado x Executado Obra : 01 - Contratação de pessoa jurídica para execução das obras civis Dimensão : 0,000 UN Bem Público: : ARENA DA AMAZÔNIA Município : Manaus - 100,00% Grupo de Serviço : 200 - SERVIÇOS INICIAIS BÁSICOS

Leia mais

MEMO Nº 022/ENG/IFC/2010 Blumenau, 15 de julho de 2010. Do: Departamento de Engenharia do Instituto Federal Catarinense

MEMO Nº 022/ENG/IFC/2010 Blumenau, 15 de julho de 2010. Do: Departamento de Engenharia do Instituto Federal Catarinense MEMO Nº 022/ENG/IFC/2010 Blumenau, 15 de julho de 2010. Ao: Pró Reitor de Desenvolvimento Institucional ANTÔNIO A. RAITANI JÚNIOR Do: Departamento de Engenharia do Instituto Federal Catarinense Assunto:

Leia mais

ISF 219: PROJETO DE PASSARELA PARA PEDESTRES. O Projeto de passarela para pedestres será desenvolvido em duas fases:

ISF 219: PROJETO DE PASSARELA PARA PEDESTRES. O Projeto de passarela para pedestres será desenvolvido em duas fases: ISF 219: PROJETO DE PASSARELA PARA PEDESTRES 1. OBJETIVO Definir e especificar os serviços constantes do Projeto de Passarela para Pedestres em Projetos de Engenharia Ferroviária. 2. FASES DO PROJETO O

Leia mais

SAPATAS ARMADAS Fundações rasas Solos arenosos

SAPATAS ARMADAS Fundações rasas Solos arenosos SAPATAS ARMADAS Fundações rasas Solos arenosos Prof. Marco Pádua Se a superestrutura do edifício for definida por um conjunto de elementos estruturais formados por lajes, vigas e pilares caracterizando

Leia mais

INSTRUÇÃO TÉCNICA 02 PROJETOS DE INFRAESTRUTURA : FUNDAÇÃO

INSTRUÇÃO TÉCNICA 02 PROJETOS DE INFRAESTRUTURA : FUNDAÇÃO INSTRUÇÃO TÉCNICA 02 PROJETOS DE INFRAESTRUTURA : FUNDAÇÃO 1. OBJETIVO 1.1. Estas Instruções Normativas de Projeto apresentam os procedimentos, critérios e padrões a serem adotados para elaboração dos

Leia mais

TENDÊNCIA DA INDUSTRIALIZAÇÃO DAS ESTRUTURAS DE CONCRETO ARMADO

TENDÊNCIA DA INDUSTRIALIZAÇÃO DAS ESTRUTURAS DE CONCRETO ARMADO TENDÊNCIA DA INDUSTRIALIZAÇÃO DAS ESTRUTURAS DE CONCRETO ARMADO Engº José Zamarion Ferreira Diniz Zamarion e Millen Consultores S/S Ltda São Paulo SP Outubro - 2007 A industrialização da execução de edifícios

Leia mais

ANÁLISE DA PRODUTIVIDADE EM SERVIÇOS DE EXECUÇÃO DE ESTRUTURAS DE CONCRETO ARMADO ESTUDO DE CASO EM FLORIANÓPOLIS

ANÁLISE DA PRODUTIVIDADE EM SERVIÇOS DE EXECUÇÃO DE ESTRUTURAS DE CONCRETO ARMADO ESTUDO DE CASO EM FLORIANÓPOLIS ANÁLISE DA PRODUTIVIDADE EM SERVIÇOS DE EXECUÇÃO DE ESTRUTURAS DE CONCRETO ARMADO ESTUDO DE CASO EM FLORIANÓPOLIS Rodrigo Vieira Kotzias 1 ; Fernanda Fernandes Marchiori 2 1 UFSC, e-mail: rkotzias@hotmail.com

Leia mais

CAMINHOS. PARA A GESTÃO PARA OS PROFISSIONAIS PARA A TECNOLOGIA

CAMINHOS. PARA A GESTÃO PARA OS PROFISSIONAIS PARA A TECNOLOGIA CAMINHOS. PARA A GESTÃO PARA OS PROFISSIONAIS PARA A TECNOLOGIA Alguns conceitos GESTÃO PROFISSIONAIS TECNOLOGIA 2D Gestão de Informação documental (digital 2D ou impressa) ESCRITORIO DE ARQUITETURA EMPRESA

Leia mais

Imagem: Aflalo e Gasperini Arquitetos

Imagem: Aflalo e Gasperini Arquitetos Caracterização do Empreendimento: - Localização: São Paulo/SP - Área das torres: 98.500m2 - Construção: Wtorre Engenharia - Arquitetura: Aflalo/Gasperini Arquitetos - Tipologia: Escritórios corporativos

Leia mais

GESTÃO DE ESTRUTURAS RACIONALIZADAS DE CONCRETO P R O M O Ç Ã O

GESTÃO DE ESTRUTURAS RACIONALIZADAS DE CONCRETO P R O M O Ç Ã O GESTÃO DE ESTRUTURAS RACIONALIZADAS DE CONCRETO P R O M O Ç Ã O GESTÃO DE ESTRUTURAS RACIONALIZADAS DE CONCRETO FÔRMAS E CIMBRAMENTO FÔRMAS E CIMBRAMENTO FÔRMA: Modelo, molde de qualquer coisa; EXIGÊNCIAS:

Leia mais

PRÉ-MOLD RM PRÉ-MOLD RM PRÉ-MOLD RM PRÉ-MOLD RM

PRÉ-MOLD RM PRÉ-MOLD RM PRÉ-MOLD RM PRÉ-MOLD RM Com mais de 20 anos de experiência na fabricação de pré-moldados em concreto, a PRÉ-MOLD RM oferece uma completa linha de produtos para a dinamização de sua obra. Laje Treliçada Bidirecional; Laje Treliçada

Leia mais

PRIDE IPIRANGA RELATÓRIO DE ANDAMENTO DAS OBRAS CIVIS PERÍODO OUTUBRO DE 2015

PRIDE IPIRANGA RELATÓRIO DE ANDAMENTO DAS OBRAS CIVIS PERÍODO OUTUBRO DE 2015 PERÍODO OUTUBRO DE 2015 Andamento das Obras Execução dos barracões e Mobilização de canteiro de obras quantidade a executar 70% - quantidade acumulada ao final do período 70%; Durante o período executaremos

Leia mais

LOCALIZAÇÃO 12 CIDADES DA COPA 2014

LOCALIZAÇÃO 12 CIDADES DA COPA 2014 ARENA PANTANAL LOCALIZAÇÃO 12 CIDADES DA COPA 2014 LOCALIZAÇÃO 8 Km Aeroporto INFORMAÇÕES DE CONTRATO CONTRATO CONTRATO AGECOPA : Nº 009/2010/AGECOPA DATA ASSINATURA CONTRATO: 20 /04 /2010 VALOR CONTRATADO:

Leia mais

O Brasil tem utilizados desses equipamentos em todas as obras como os Estádios de Futebol, Portos, Aeroportos, Construção Civil, etc.

O Brasil tem utilizados desses equipamentos em todas as obras como os Estádios de Futebol, Portos, Aeroportos, Construção Civil, etc. GRUAS Os modernos Canteiros de Obras se utilizam de GRUAS para reduzirem o número de operários, auxiliar no cumprimento de prazos apertados e viabilizar a implantação de diversos sistemas de pré-moldados

Leia mais

Planejamento e Controle da Produção

Planejamento e Controle da Produção Planejamento e Controle da Produção Conceitos básicos Aula 09 Conteúdo do Módulo Aula 1 (30/04): Conceitos básicos Importância do Planejamento Lean Construction: conceitos e exemplos práticos Aula 2 (05/05):

Leia mais

PRÉ-FABRICAÇÃO EM OBRAS DE ALVENARIA ESTRUTURAL

PRÉ-FABRICAÇÃO EM OBRAS DE ALVENARIA ESTRUTURAL PRÉ-FABRICAÇÃO EM OBRAS DE ALVENARIA ESTRUTURAL APRESENTAÇÃO REALIZAÇÃO A portoferraz... Ser referência no mercado imobiliário, desenvolvendo projetos que transformem a ocupação urbana, de maneira criativa

Leia mais

MARACANÃ 2014. Acompanhamento das obras do Maracanã. 23.08.2012 Ícaro Moreno Júnior

MARACANÃ 2014. Acompanhamento das obras do Maracanã. 23.08.2012 Ícaro Moreno Júnior MARACANÃ 2014 Acompanhamento das obras do Maracanã 23.08.2012 Ícaro Moreno Júnior MARACANÃ 2014 O PROJETO CORTE OESTE C A CORTE NORTE A C CORTE LESTE 5º PAVIMENTO CAMPO A EXISTENTE C NOVO 2010 Janeiro

Leia mais

DINOP / CENOP LOGÍSTICA CURITIBA (PR) ESCLARECIMENTO N.º 03

DINOP / CENOP LOGÍSTICA CURITIBA (PR) ESCLARECIMENTO N.º 03 Curitiba, 12 de Dezembro de 2014. DINOP / CENOP LOGÍSTICA CURITIBA (PR) ESCLARECIMENTO N.º 03 TOMADA DE PREÇOS 2014/15001(7419) - Contratação de reforma, sem ampliação, incluindo pavimentação, alvenaria,

Leia mais

C o n s t r u t o r a

C o n s t r u t o r a C o n s t r u t o r a Trabalhamos em todo território nacional, com equipes qualificadas, supervisão diária, trazendo qualidade, preço, prazo e excelência em sua obra. Clientes Principais Serviços Projetos

Leia mais

VIABILIDADE E RESULTADOS OBTIDOS COM O USO DO BLOCO DE CONCRETO EM ALVENARIA DE VEDAÇÃO - Construtora Dacaza. Elaine Valentim

VIABILIDADE E RESULTADOS OBTIDOS COM O USO DO BLOCO DE CONCRETO EM ALVENARIA DE VEDAÇÃO - Construtora Dacaza. Elaine Valentim VIABILIDADE E RESULTADOS OBTIDOS COM O USO DO BLOCO DE CONCRETO EM ALVENARIA DE VEDAÇÃO - Construtora Dacaza Elaine Valentim CONSTRUTORA DACAZA CENÁRIO - 2005 Mais de 20 anos no mercado; Focada na qualidade

Leia mais

COPA DO MUNDO FIFA 2014 Belo Horizonte Brasil. Ações do Governo de Minas Gerais

COPA DO MUNDO FIFA 2014 Belo Horizonte Brasil. Ações do Governo de Minas Gerais COPA DO MUNDO FIFA 2014 Belo Horizonte Brasil Ações do Governo de Minas Gerais 27 de Outubro de 2009 Roteiro Estratégia de Execução Modernização do Mineirão Reforma dos Estádios Alternativos Mobilidade

Leia mais

Leia dicas infalíveis para aumentar a produtividade do seu time e se manter competitivo no mercado da construção civil.

Leia dicas infalíveis para aumentar a produtividade do seu time e se manter competitivo no mercado da construção civil. Leia dicas infalíveis para aumentar a produtividade do seu time e se manter competitivo no mercado da construção civil. 2 ÍNDICE SOBRE O SIENGE INTRODUÇÃO 01 PROMOVA A INTEGRAÇÃO ENTRE AS ÁREAS DE SUA

Leia mais

MRP / MRP II / ERP (capítulos 11 e 12)

MRP / MRP II / ERP (capítulos 11 e 12) MRP / MRP II / ERP (capítulos 11 e 12) As siglas MRP, MRP II e ERP são bastante difundidas e significam: MRP Materials Requirements Planning Planejamento das Necessidades de Materiais; MRP II Resource

Leia mais

TQSN EWS. Integração: Projeto Estrutural, Arquitetura, Geotecnia, Construção e Centrais de C&D com os Sistemas CAD/TQS - V12

TQSN EWS. Integração: Projeto Estrutural, Arquitetura, Geotecnia, Construção e Centrais de C&D com os Sistemas CAD/TQS - V12 Edição especial Dezembro de 2006 Integração: Projeto Estrutural, Arquitetura, Geotecnia, Construção e Centrais de C&D com os Sistemas CAD/TQS - V12 Prezados clientes, Com o processo acelerado da globalização

Leia mais

Gerenciamento dos Custos

Gerenciamento dos Custos Gerenciamento dos Custos Baseado no PMBOK Guide 2000 Hermano Perrelli hermano@cin.ufpe.br Objetivos desta aula Apresentar os processos, ferramentas e técnicas utilizadas para gerenciar os custos de um

Leia mais

Catálogo de Produtos FÔRMAS E ESCORAMENTOS

Catálogo de Produtos FÔRMAS E ESCORAMENTOS Catálogo de Produtos FÔRMAS E ESCORAMENTOS Apresentação Fundada no ano de 000, a TEMEC Terra Maquinas Equipamentos e Construções LTDA é uma empresa especializada no fornecimento de Soluções de Engenharia

Leia mais

QUANDO CONSTRUIR EM AÇO?

QUANDO CONSTRUIR EM AÇO? QUANDO CONSTRUIR EM AÇO? Roteiro para escolha do sistema estrutural mais adequado Fernando Ottoboni Pinho Engenheiro Consultor da Gerdau Açominas A pergunta Quando construir em aço? é freqüentemente repetida.

Leia mais

ESTUDO DE CASO SOBRE A APLICAÇÃO DE ESTRUTURAS EM AÇO EM EDIFÍCIO RESIDENCIAL VERTICAL DE MÉDIO PADRÃO EM PRESIDENTE PRUDENTE

ESTUDO DE CASO SOBRE A APLICAÇÃO DE ESTRUTURAS EM AÇO EM EDIFÍCIO RESIDENCIAL VERTICAL DE MÉDIO PADRÃO EM PRESIDENTE PRUDENTE Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão, Presidente Prudente, 22 a 25 de outubro, 2012 221 ESTUDO DE CASO SOBRE A APLICAÇÃO DE ESTRUTURAS EM AÇO EM EDIFÍCIO RESIDENCIAL VERTICAL DE MÉDIO PADRÃO EM PRESIDENTE

Leia mais

MEMORIAL DESCRITIVO SISTEMA DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA NA VILA CARÁS NO MUNICIPIO DE FARIAS BRITO-CE

MEMORIAL DESCRITIVO SISTEMA DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA NA VILA CARÁS NO MUNICIPIO DE FARIAS BRITO-CE MEMORIAL DESCRITIVO OBJETIVO: SISTEMA DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA NA VILA CARÁS NO MUNICIPIO DE FARIAS BRITO-CE RESERVATÓRIO ELEVADO Estrutura - Toda a estrutura do reservatório será em concreto armado utilizando

Leia mais

ANEXO I TERMO DE REFERÊNCIA

ANEXO I TERMO DE REFERÊNCIA ANEXO I TERMO DE REFERÊNCIA TERMO DE REFERÊNCIA 1. INTRODUÇÃO 1.1. O objetivo deste Termo de Referência é disponibilizar aos interessados em atender a solicitação de propostas da PPP ESPLANADA SUSTENTÁVEL

Leia mais

PANTHEON - ROMA. Construído em 118 128 d.c. (1887 anos atrás) Cúpula de 5.000 toneladas Altura e o diâmetro do interior do Óculo é de 43,3 metros.

PANTHEON - ROMA. Construído em 118 128 d.c. (1887 anos atrás) Cúpula de 5.000 toneladas Altura e o diâmetro do interior do Óculo é de 43,3 metros. EMPREENDIMENTOS PANTHEON - ROMA Construído em 118 128 d.c. (1887 anos atrás) Cúpula de 5.000 toneladas Altura e o diâmetro do interior do Óculo é de 43,3 metros. CHRONOS RESIDENCIAL CARACTERIZAÇÃO DO

Leia mais

TRABALHO PRÁTICO. Objetivo: acompanhamento da execução de uma obra de um edifício.

TRABALHO PRÁTICO. Objetivo: acompanhamento da execução de uma obra de um edifício. TRABALHO PRÁTICO Objetivo: acompanhamento da execução de uma obra de um edifício. Grupos: grupos de TRÊS ou QUATRO participantes, necessariamente todos da mesma turma (Turma AC - manhã e Turma BD - tarde

Leia mais

Generated by Foxit PDF Creator Foxit Software http://www.foxitsoftware.com For evaluation only. Planejamento e Controle da Produção

Generated by Foxit PDF Creator Foxit Software http://www.foxitsoftware.com For evaluation only. Planejamento e Controle da Produção Planejamento e Controle da Produção 1 Por que planejamento é importante? Eliminação de problemas relacionados à incidência de perdas e baixa produtividade Aumento da transparência dos processos (possibilidade

Leia mais

DIRETRIZES PARA ELABORAÇÃO

DIRETRIZES PARA ELABORAÇÃO OBJETIVO DIRETRIZES PARA ELABORAÇÃO Fornecer diretrizes para a elaboração e apresentação de orçamentos que compõem o Projeto Executivo. FINIÇÕES O orçamento executivo abrange a elaboração dos elementos

Leia mais

INSTRUÇÕES NORMATIVAS PARA ELABORAÇÃO DE PROJETOS ESTRUTURAIS EM CONCRETO ARMADO, ESTRUTURAS METÁLICAS OU ESTRUTURAS EM MADEIRA

INSTRUÇÕES NORMATIVAS PARA ELABORAÇÃO DE PROJETOS ESTRUTURAIS EM CONCRETO ARMADO, ESTRUTURAS METÁLICAS OU ESTRUTURAS EM MADEIRA INSTRUÇÕES NORMATIVAS PARA ELABORAÇÃO DE PROJETOS ESTRUTURAIS EM CONCRETO ARMADO, ESTRUTURAS METÁLICAS OU ESTRUTURAS EM MADEIRA Blumenau, maio de 2010. 1. RESUMO... 3 2. OBJETIVO... 3 3. INTRODUÇÃO...

Leia mais

Aços Longos. Soluções Belgo Pronto

Aços Longos. Soluções Belgo Pronto Aços Longos Soluções Belgo Pronto Belgo Pronto Mais que um serviço de Corte e Dobra de aço, Belgo Pronto é um conjunto de soluções em aço para a execução da etapa estrutural de obras de todos os portes

Leia mais

VIABILIDADE TÉCNICA E ECONÔMICA DA ALVENARIA ESTRUTURAL COM BLOCOS DE CONCRETO

VIABILIDADE TÉCNICA E ECONÔMICA DA ALVENARIA ESTRUTURAL COM BLOCOS DE CONCRETO VIABILIDADE TÉCNICA E ECONÔMICA DA ALVENARIA ESTRUTURAL COM BLOCOS DE CONCRETO 1a. parte: TÉCNICA Engenheiro Civil - Ph.D. 85-3244-3939 9982-4969 la99824969@yahoo.com.br skipe: la99824969 de que alvenaria

Leia mais

Code-P1. 5º Balanço de Ações para a Copa (1º Ciclo) Cidade-sede: Manaus. Setembro/2013

Code-P1. 5º Balanço de Ações para a Copa (1º Ciclo) Cidade-sede: Manaus. Setembro/2013 CodeP1 5º Balanço de Ações para a Copa (1º Ciclo) Cidadesede: Manaus Setembro/2013 Manaus: Distribuição dos Investimentos por Tema e Fonte de Recursos CodeP2 Referência Set/13, Distribuição dos investimentos

Leia mais

CRONOGRAMA FÍSICO-FINANCEIRO

CRONOGRAMA FÍSICO-FINANCEIRO Serviço: 1ª FASE DO LABORATÓRIO DE ESCOAMENTOS DE MULTIFÁSICOS INDUSTRIAIS - ESTRUTURA E COBERTURA DATA: 9 de novembro de 2010 CRONOGRAMA FÍSICO-FINANCEIRO DESCRIÇÃO UNID. QUANT. PREÇO MAT. (UNIT.)(R$)

Leia mais

PAINÉIS DE CONCRETO PRÉ-MOLDADOS E SOLUÇÕES COMPLEMENTARES PARA O SEGMENTO ECONÔMICO

PAINÉIS DE CONCRETO PRÉ-MOLDADOS E SOLUÇÕES COMPLEMENTARES PARA O SEGMENTO ECONÔMICO PAINÉIS DE CONCRETO PRÉ-MOLDADOS E SOLUÇÕES COMPLEMENTARES PARA O SEGMENTO ECONÔMICO Augusto Guimarães Pedreira de Freitas PEDREIRA DE FREITAS LTDA COMUNIDADE DA CONSTRUÇÃO RECIFE/PE AGRADECIMENTO ESPECIAL

Leia mais

5. ESTUDO DO LAY-OUT DE CANTEIRO

5. ESTUDO DO LAY-OUT DE CANTEIRO Soluções Consultoria 22 5. ESTUDO DO LAY-OUT DE CANTEIRO Foi feito um projeto específico para o canteiro de obras, conforme anexo. O engenheiro da obra iniciou sua participação nesta fase do processo.

Leia mais

GREEN BUILDING COUNCIL BRASIL Building a Sustainable Future

GREEN BUILDING COUNCIL BRASIL Building a Sustainable Future GREEN BUILDING COUNCIL BRASIL Building a Sustainable Future "Desenvolver a indústria da construção sustentável no país, utilizando as forças Visão de mercado do GBC para conduzir Brasil a adoção (Sonho

Leia mais

Como funciona uma usina solar fotovoltaica?

Como funciona uma usina solar fotovoltaica? Como funciona uma usina solar fotovoltaica? Porque o Mineirão Solar? Disponibilidade de radiação solar Exemplos da Europa (Eurocopa) - Estádios solares Projeto Telhados Solares Experiência da Cemig Liderança

Leia mais

ESTRUTURAS MISTAS: AÇO - CONCRETO

ESTRUTURAS MISTAS: AÇO - CONCRETO ESTRUTURAS MISTAS: AÇO - CONCRETO INTRODUÇÃO As estruturas mistas podem ser constituídas, de um modo geral, de concreto-madeira, concretoaço ou aço-madeira. Um sistema de ligação entre os dois materiais

Leia mais

USO DE FERRAMENTAS BIM PARA O MELHOR PLANEJAMENTO DE OBRAS DA CONSTRUÇÃO CIVIL

USO DE FERRAMENTAS BIM PARA O MELHOR PLANEJAMENTO DE OBRAS DA CONSTRUÇÃO CIVIL USO DE FERRAMENTAS BIM PARA O MELHOR PLANEJAMENTO DE OBRAS DA CONSTRUÇÃO CIVIL Denize Valéria Santos Baia (Estudante-UnB): denizebaia@yahoo.com.br Antônio Carlos de Oliveira Miranda (Orientador-UnB): acmiranda@unb.br

Leia mais

TÚNEL RASO SOB FUNDAÇÕES DIRETAS DE EDIFICAÇÃO NO PACAEMBÚ, SÃO PAULO : UM CASO PRÁTICO DE UTILIZAÇÃO DE CONCRETO PROJETADO COM FIBRAS DE AÇO

TÚNEL RASO SOB FUNDAÇÕES DIRETAS DE EDIFICAÇÃO NO PACAEMBÚ, SÃO PAULO : UM CASO PRÁTICO DE UTILIZAÇÃO DE CONCRETO PROJETADO COM FIBRAS DE AÇO TÚNEL RASO SOB FUNDAÇÕES DIRETAS DE EDIFICAÇÃO NO PACAEMBÚ, SÃO PAULO : UM CASO PRÁTICO DE UTILIZAÇÃO DE CONCRETO PROJETADO COM FIBRAS DE AÇO ROBERTO KOCHEN 1 ; ALBERTO CASATI ZIRLIS 2 & CAIRBAR AZZI PITTA

Leia mais

RELATÓRIO DE ACOMPANHAMENTO DOS TRABALHOS NO 1 SEMESTRE DE 2012.

RELATÓRIO DE ACOMPANHAMENTO DOS TRABALHOS NO 1 SEMESTRE DE 2012. PROJETO: 4 - ESTÁDIO JOAQUIM AMÉRICO - ARENA DO CLUBE ATLÉTICO PARANAENSE Objetivo: Acompanhar as obras do Estádio Joaquim Américo - Arena do Clube Atlético Paranaense. Justificativa: Desde o ano de 2007

Leia mais

FORMAS E ARMADURAS. Prof. MSc. Eng. Eduardo Henrique da Cunha Engenharia Civil 7º Período Turma A01 Disc. Construção Civil I

FORMAS E ARMADURAS. Prof. MSc. Eng. Eduardo Henrique da Cunha Engenharia Civil 7º Período Turma A01 Disc. Construção Civil I FORMAS E ARMADURAS Prof. MSc. Eng. Eduardo Henrique da Cunha Engenharia Civil 7º Período Turma A01 Disc. Construção Civil I CUSTO DA ESTRUTURA (SABBATINI, et. Al, 2007) CUSTO DOS ELEMENTOS DA ESTRUTURA

Leia mais

Comitê Organizador da Copa de 2014 visita o Vivaldão, em Manaus

Comitê Organizador da Copa de 2014 visita o Vivaldão, em Manaus Page 1 of 5 12/05/2010 19h53 - Atualizado em 12/05/2010 20h28 Série A Comitê Organizador da Copa de 2014 visita o Vivaldão, em Manaus Demolição do estádio, que passará a se chamar a Arena da Amazônia,

Leia mais

Notas de aulas - Concreto Armado. Lançamento da Estrutura. Icléa Reys de Ortiz

Notas de aulas - Concreto Armado. Lançamento da Estrutura. Icléa Reys de Ortiz Notas de aulas - Concreto Armado 2 a Parte Lançamento da Estrutura Icléa Reys de Ortiz 1 1. Lançamento da Estrutura Antigamente costumava-se lançar vigas sob todas as paredes e assim as lajes ficavam menores

Leia mais

Desenvolvimento de Tecnologia Wood Frame para Habitações de Interesse Social

Desenvolvimento de Tecnologia Wood Frame para Habitações de Interesse Social Desenvolvimento de Tecnologia Wood Frame para Habitações de Interesse Social INTRODUÇÃO Reportagem de julho/2011 do Estado de São Paulo afirma que das 1 milhão de residências do Programa Minha Casa, Minha

Leia mais

CHRONOS RESIDENCIAL CARACTERIZAÇÃO DO EMPREENDIMENTO:

CHRONOS RESIDENCIAL CARACTERIZAÇÃO DO EMPREENDIMENTO: EMPREENDIMENTOS CHRONOS RESIDENCIAL CARACTERIZAÇÃO DO EMPREENDIMENTO: Localizado em Novo Hamburgo RS; 18000 m² de área construída; 72 Unidades 3 e 2 dormitórios; 26 Pavimentos; Tratamento e reutilização

Leia mais

Título do Slide Máximo de 2 linhas

Título do Slide Máximo de 2 linhas Título do Slide 13ª Seminário Internacional de Gerenciamento de Projetos Desafios gerenciais da construção da Arena da Amazônia Aldo Dórea Mattos, MSc, PMP, CCP 16/09/13 Título Autores do Slide Aldo Dórea

Leia mais

Relatório de Estágio Curricular. Rafael Menezes Albuquerque

Relatório de Estágio Curricular. Rafael Menezes Albuquerque Instituto Tecnológico de Aeronáutica Divisão de Engenharia de Infra-Estrutura Aeronáutica Relatório de Estágio Curricular Rafael Menezes Albuquerque São José dos Campos Novembro2005 Relatório de Estágio

Leia mais

Como melhorar o projeto em BIM utilizando informações de obras anteriores

Como melhorar o projeto em BIM utilizando informações de obras anteriores Como melhorar o projeto em BIM utilizando informações de obras anteriores Marlon Camara Garrido Campestrini Gestão de Projetos Tiago Francisco Campestrini Campestrini Gestão de Projetos Objetivo de aprendizado

Leia mais

Por Francisco Pedro Oggi - EEUM 78

Por Francisco Pedro Oggi - EEUM 78 Por Francisco Pedro Oggi - EEUM 78 CONCRETO ARMADO UM POUCO MAIS DE UM SÉCULO PIER LUGI NERVI DESDE A DÉCADA DE 30 O BRASIL NO CENÁRIO MUNDIAL DO CONCRETO ARMADO ENGENHARIA BRASILEIRA EM DESTAQUE NA DÉCADA

Leia mais

superações o espetáculo das bate-papo Marco Lentini, presidente do FSC O esporte como protagonista da sustentabilidade

superações o espetáculo das bate-papo Marco Lentini, presidente do FSC O esporte como protagonista da sustentabilidade SET/OUT 2013 ANO II Nº 07 R E V I S TA A REVISTA DA CONSTRUÇÃO SUSTENTÁVEL o espetáculo das O esporte como protagonista superações da sustentabilidade bate-papo Marco Lentini, presidente do FSC Retrofit

Leia mais

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS A respeito das especificações de materiais, julgue os itens a seguir. 51 Os cimentos CP III cimentos portland de alto-forno e CP IV cimento portland pozolânico são menos porosos e resistentes, sendo ideais

Leia mais

INOVAÇÃO TECNOLÓGICA PARA O DESENVOLVIMENTO NACIONAL

INOVAÇÃO TECNOLÓGICA PARA O DESENVOLVIMENTO NACIONAL INOVAÇÃO TECNOLÓGICA PARA O DESENVOLVIMENTO NACIONAL Ponte Octávio Frias de Oliveira - SP Ponte sobre o rio Negro - AM Ponte estaiada Octavio Frias de Oliveira (São Paulo - SP) Construtora: O.A.S Projeto

Leia mais

A Empresa. Mais de 6,0 mil unidades habitacionais entregues. Hoje em construção são mais de 4100 unidades

A Empresa. Mais de 6,0 mil unidades habitacionais entregues. Hoje em construção são mais de 4100 unidades A Empresa Completou 20 anos em Março 2015 Aproximadamente 500 mil m² de área construída Experiência em obras habitacionais, comerciais e industriais 01 A Empresa Atuação regional no interior do estado

Leia mais

TEC 159 TECNOLOGIA DAS CONSTRUÇÕES I

TEC 159 TECNOLOGIA DAS CONSTRUÇÕES I TEC 159 TECNOLOGIA DAS CONSTRUÇÕES I Aula 9 Fundações Cristóvão C. C. Cordeiro Fundações usuais em relação ao porte dos edifícios Pequenos edifícios (casas e sobrados) pequenas cargas Rasas Blocos e alicerces,

Leia mais

Gestão tecnológica em obras de Alvenaria Estrutural

Gestão tecnológica em obras de Alvenaria Estrutural Gestão tecnológica em obras de Alvenaria Estrutural Estudo de caso : Conjunto Residencial Primavera - Itaquera Canteiro com múltiplos edifícios Eng. Leonardo Manzione Março de 2004 Agradecimentos Ao amigo

Leia mais

APLICABILIDADE DE ESTRUTURAS EM AÇO EM EDIFÍCIO RESIDENCIAL VERTICAL DE MÉDIO PADRÃO NO MUNICÍPIO DE PRESIDENTE PRUDENTE-SP

APLICABILIDADE DE ESTRUTURAS EM AÇO EM EDIFÍCIO RESIDENCIAL VERTICAL DE MÉDIO PADRÃO NO MUNICÍPIO DE PRESIDENTE PRUDENTE-SP APLICABILIDADE DE ESTRUTURAS EM AÇO EM EDIFÍCIO RESIDENCIAL VERTICAL DE MÉDIO PADRÃO NO MUNICÍPIO DE PRESIDENTE PRUDENTE-SP Autores: Nayra Yumi Tsutsumoto (1); Cesar Fabiano Fioriti (2) (1) Aluna de Graduação

Leia mais

ANEXO I - MEMORIAL DESCRITIVO

ANEXO I - MEMORIAL DESCRITIVO ANEXO I - MEMORIAL DESCRITIVO RAMPA NAÚTICA DE ARAGARÇAS-GO O presente memorial descritivo tem por objetivo fixar normas específicas para CONSTRUÇÃO DE UMA RAMPA NAÚTICA - RIO ARAGUAIA, em área de 3.851,89

Leia mais

PROJETOS EM ALVENARIA ESTRUTURAL: MODULAÇÃO E COMPATIBILIZAÇÃO

PROJETOS EM ALVENARIA ESTRUTURAL: MODULAÇÃO E COMPATIBILIZAÇÃO PROJETOS EM ALVENARIA ESTRUTURAL: MODULAÇÃO E COMPATIBILIZAÇÃO PRINCIPÍOS BÁSICOS PARA PROJETOS/ MODULAÇÃO E COMPATIBILIZAÇÃO EM ALVENARIA ESTRUTURAL EM BLOCOS DE CONCRETO ARQUITETA NANCI CRUZ MODULAÇÃO

Leia mais

Escopo Geral de Serviços de Engenharia Geotécnica.

Escopo Geral de Serviços de Engenharia Geotécnica. Escopo Geral de Serviços de Engenharia Geotécnica. A seguir explicitam-se todas as etapas do trabalho de engenharia geotécnica recomendáveis para parecer técnico e ou projeto deste tipo, a fim de: - Orientar

Leia mais

MUDANÇAS NA CONSTRUÇÃO COM A APLICAÇÃO DO CONCEITO DE SUSTENTABILIDADE

MUDANÇAS NA CONSTRUÇÃO COM A APLICAÇÃO DO CONCEITO DE SUSTENTABILIDADE CONSTRUMETAL 2010 CONGRESSO LATINO-AMERICANO DA CONSTRUÇÃO METÁLICA SÃO PAULO BRASIL 31 DE AGOSTO A 2 DE SETEMBRO 2010 MUDANÇAS NA CONSTRUÇÃO COM A APLICAÇÃO DO CONCEITO DE SUSTENTABILIDADE Monique Cordeiro

Leia mais

Oferece soluções de engenharia viáveis tecnicamente que proporcionam maior economia e flexibilidade no cronograma.

Oferece soluções de engenharia viáveis tecnicamente que proporcionam maior economia e flexibilidade no cronograma. A mais de 20 anos no mercado, a Econômica Engenharia atua no mercado da construção com PROJETOS, PLANEJAMENTOS E GERENCIAMENTOS de obras residenciais, comerciais e industriais. Tem como principal objetivo

Leia mais

Painéis de concreto pré-moldados e soluções complementares para o segmento econômico. Otávio Pedreira de Freitas Pedreira Engenharia Ltda

Painéis de concreto pré-moldados e soluções complementares para o segmento econômico. Otávio Pedreira de Freitas Pedreira Engenharia Ltda Painéis de concreto pré-moldados e soluções complementares para o segmento econômico Otávio Pedreira de Freitas Pedreira Engenharia Ltda Painéis de concreto pré-moldados e soluções complementares para

Leia mais

GESTÃO DA TECNOLOGIA: USO DO SISTEMA BIM PARA A COMPATIBILIZAÇÃO DE PROJETOS

GESTÃO DA TECNOLOGIA: USO DO SISTEMA BIM PARA A COMPATIBILIZAÇÃO DE PROJETOS GESTÃO DA TECNOLOGIA: USO DO SISTEMA BIM PARA A COMPATIBILIZAÇÃO DE PROJETOS leila soares viegas barreto chagas (IF Sertão) leila_viegas@hotmail.com marcos antonio padilha junior (IF Sertão) jr_padilhamarcos@hotmail.com

Leia mais

PRODUÇÃO DA ARMADURA PRODUÇÃO DE ARMADURAS. Barras e fios de aço destinados à armadura. Barras e fios de aço destinados à armadura

PRODUÇÃO DA ARMADURA PRODUÇÃO DE ARMADURAS. Barras e fios de aço destinados à armadura. Barras e fios de aço destinados à armadura DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA DE CONSTRUÇÃO CIVIL PCC 2435 - Tecnologia da Construção de Edifícios I PRODUÇÃO DA ARMADURA PRODUÇÃO DE ARMADURAS Qual a função das armaduras? Estruturar o concreto simples Profs.

Leia mais

CLASSIFICAR EMPRESAS CONSTRUTORAS QUANTO AO GRAU DE APLICAÇÃO DE FERRAMENTAS LEAN

CLASSIFICAR EMPRESAS CONSTRUTORAS QUANTO AO GRAU DE APLICAÇÃO DE FERRAMENTAS LEAN ISSN 1984-9354 CLASSIFICAR EMPRESAS CONSTRUTORAS QUANTO AO GRAU DE APLICAÇÃO DE FERRAMENTAS LEAN HELOIZA PIASSA BENETTI (UTFPR) Ildeivan da Silva Junior (UTFPR) Eduardo Bellei (UTFPR) Resumo Nesta pesquisa,

Leia mais

ANEXO AO COMUNICADO Nº 45 GT PETROBRAS-ABEMI-ABCE. ANEXO... - REQUISITOS BÁSICOS PARA INSTALAÇÃO PROVISÓRIA DE CANTEIRO DE OBRAS Rev.

ANEXO AO COMUNICADO Nº 45 GT PETROBRAS-ABEMI-ABCE. ANEXO... - REQUISITOS BÁSICOS PARA INSTALAÇÃO PROVISÓRIA DE CANTEIRO DE OBRAS Rev. ANEXO AO COMUNICADO Nº 45 GT PETR-ABEMI-ABCE ANEXO... - REQUISITOS BÁSICOS PARA Rev. 0 SUMÁRIO 1 OBJETIVO 2 2 PREMISSAS GERAIS 2 3 CÓDIGOS, NORMAS E MANUAIS APLICÁVEIS 3 4 REQUISITOS PARA ARQUITETURA,

Leia mais

O QUE SIGNIFICA RACIONALIZAR?

O QUE SIGNIFICA RACIONALIZAR? Escola Politécnica Universidade Federal da Bahia Tecnologia da Construção Civil AULA 3 ALVENARIAS: EXECUÇÃO, Prof. Dr. Luiz Sergio Franco Escola Politécnica da USP Dep. de Engenharia de Construção Civil

Leia mais