MORFOLOGIA URBANA, SUPORTE GEO-BIO FÍSICO E O SISTEMA DE ESPAÇOS LIVRES NO RIO DE JANEIRO

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1 MORFOLOGIA URBANA, SUPORTE GEO-BIO FÍSICO E O SISTEMA DE ESPAÇOS LIVRES NO RIO DE JANEIRO Autores: ***** Vera Regina Tângari, Andréa Queiroz Rego, Maria Ângela Dias, Paulo Afonso Rheingantz, Giselle Arteiro Nielsen Azevedo, Rita de Cássia Martins Montezuma, Maria Julieta Nunes Souza, Mônica Bahia Schlee, Rogério Cardeman, Brunna Wopereis, Cauê Costa Capillé, Natalia Parahyba e Marcos Amorim. Colaboradores: Elaine Conceição de Souza Neves, Maria Alice Sampaio Silva, Guilherme Vieira Gorini, Inês Isidoro, Rubens de Andrade, Alexandre Luiz B. Melcíades e Domitila Gomes. INTRODUÇÃO Este trabalho visa compreender a qualidade e distribuição dos espaços livres públicos e privados, na cidade do Rio de Janeiro, e fornecer diretrizes para se planejar os investimentos necessários para melhor oferta, distribuição e qualificação desses espaços no território da cidade. Conforme proposto nas discussões sobre conceitos empreendidas pelo Grupo SEL-RJ, em 2008 e 2009, chegamos a algumas considerações que auxiliam no entendimento desse sistema complexo (SCHLEE et al, 2009; TÂNGARI, SCHLEE e ANDRADE, 2009). Dentre essas, consideramos que o termo espaço livre está impregnado de múltiplos significados sendo geralmente associado ao meio urbano, onde se definem pelo perfil de propriedade, acessibilidade ou uso, como públicos ou privados, minerais ou vegetados, associados às funções múltiplas de preservação, recreação, convívio ou circulação (MERLIN e CHOAY, 1988; RONCAYOLO, 2002). Miranda Magnoli (1982) define os espaços livres de edificação em meio urbano, como todo espaço não edificado e incluem: quintais, jardins públicos ou privados, ruas, avenidas, praças, parques, rios, florestas, mangues e praias urbanas, ou simples vazios urbanos. Kevin Lynch (1960) refere-se a espaços abertos em

2 contraposição aos espaços fechados das edificações. Enquanto sistema, os espaços livres urbanos apresentam relações de conectividade e complementaridade, mesmo que estes não tenham sido planejados ou implantados como tal (MACEDO et al, 2007). Estes espaços formam, conforme sugere Catharina Lima, um tecido pervasivo, que permeia todo o espaço urbano, justapondo-se ao sistema de objetos edificados e seu correspondente sistema de ações. São eles que, quase sempre, constituem o maior percentual do solo das cidades brasileiras, mesmo entre as mais populosas (LIMA, 1996). Para Raquel Tardin, os espaços livres são elementos considerados fundamentais no processo de ordenação e qualificação do território urbano e são vistos como um sistema com valores próprios e com grande potencial de reestruturação (TARDIN, 2005). Este estudo considera os espaços livres públicos como construção social e, portanto, passível de transformação coletiva. Para o Grupo SEL-RJ, os espaços livres de edificação constituem um sistema complexo, inter-relacionado com outros sistemas urbanos que podem se justapor ao sistema de espaços livres ou a eles se sobrepor, total ou parcialmente, enquanto sistemas de ações. Entre seus múltiplos papéis, destacam-se os de circulação, drenagem, atividades de lazer, conforto, preservação, conservação, requalificação ambiental e convívio social. O sistema de espaços livres de cada recorte espacial, tanto urbano como rural, pode apresentar um maior ou menor grau de planejamento e projeto, um maior ou menor interesse da gestão pública num ou noutro sub-sistema a ele relacionado. Para a análise baseada na visão sistêmica descrita acima, consideramos conjugadamente os espaços livres públicos e privados, pois os padrões de uso e qualidade dos espaços livres públicos estão diretamente associados à qualidade e oferta dos espaços privados. Nesse artigo, entretanto, nos dedicamos a realizar análise dos espaços livres privados, através do estudo de padrões de ocupação das quadras urbanas, verificados na cidade do Rio de Janeiro. Considerando a abrangência de escala e de território desta pesquisa, partimos de uma análise construída a partir do mapeamento cartográfico, entendido como um instrumento eficiente e potente que contém e gera informações, assim como serve

3 de suporte à ação política, com ênfase nos atores envolvidos na produção do território e no seu planejamento (ACSELRAD, 2008). A partir dessa abordagem e com o objetivo de compreender os processos que levam à construção de determinados cenários da relação entre espaço livre público e espaço livre privado, considera-se importante a análise da legislação urbana incidente nas áreas avaliadas. Este mapeamento e essa análise são acompanhados de estudos sobre a configuração tipo-morfológica predominante nos bairros estudados que, através da sua tradução gráfica em mapas revela fenômenos, conforme afirma Joliveau (2004), tais como a lógica imobiliária, a ideologia dos planos, a apropriação dos espaços pelas pessoas e as maneiras de construir o lugar (TARDIN, 2005). Com base nessa abordagem, podem-se sugerir quais seriam as regiões da cidade onde haveria maior pressão de transformação e ocupação, adensamento e demanda por espaços livres. Tais áreas devem ser avaliadas de forma mais detalhada em estudos posteriores, pois representam o futuro palco de grandes ações urbanas, relacionando suas condições sociais, econômicas, ambientais e históricas às suas novas demandas. 1. CONTEXTO GERAL, SUPORTE GEO-BIO-FÍSICO E ESTRUTURA URBANA 1.1. Inserção regional A cidade do Rio de Janeiro é capital do Estado de mesmo nome e em 2010, segundo os dados do IBGE, apresentava uma população de habitantes, sendo a 2ª cidade do país em população. Em termos de perímetro urbano, seu território está totalmente inserido em zona urbana, não apresentando zona rural. É sede da Região Metropolitana do Rio de Janeiro, que contava, em 2010, com habitantes, cerca de 74% da população do Estado do Rio de Janeiro e 6% da população brasileira (Figuras 1 e 2). Segundo dados da Prefeitura, o Município ocupa uma superfície de 1.264,296 km 2 e uma densidade média de habitantes/km 2. Conforme dados do DENATRAN, a cidade contém uma frota composta por veículos, com uma relação carros/habitantes de 0,31, sugerindo uma elevada mobilidade por

4 parte da população, com a ressalva de que, por trás desse índice, pequena parte da população possui mais de um veículo e há uma grande parcela que não possui veículo algum. Segundo as informações no site da Prefeitura e dados do IBGE de 2004, o Produto Interno Bruto (PIB) era de R$ ,00 e a renda per capita: R$ ,00. As principais atividades econômicas incluem: comércio, turismo, serviços, construção civil e indústria. Apresenta renda concentrada nas populações que se localizam em determinados setores da cidade (sul, sudeste, sudoeste e na área central), onde estão situados os bairros com maior valor imobiliário do solo. As rendas médias se distribuem pelas regiões a norte e nordeste, com menores rendas a noroeste e oeste. Essa tendência de segregação irá se refletir no aspecto distributivo e qualitativo do sistema de espaços livres públicos e privados, como será visto mais adiante. Figura 1 - Mapa dos Municípios da RMRJ. Fonte: Mapa editado por Inês Isidoro e Claudia Menezes sobre base Fundação Cide (2001).

5 1.2. Suporte geobiofísico Figura 2 - Mapa do Município do Rio de Janeiro Fonte: QUAPA-SEL, 2011 O relevo da região correspondente à área da Região Metropolitana do Rio de Janeiro está distribuído basicamente em duas unidades: ao norte, a Serra do Mar, que atravessa o Estado do Rio de Janeiro no sentido SO-NE, com altitudes que variam de 0 a m e encostas voltadas para diversos quadrantes; ao sul, a planície costeira composta basicamente por brejos, manguezais e matas de baixada. Entre a Serra do Mar e a Baía de Guanabara encontra-se a Região Hidrográfica da Baía de Guanabara, com uma área aproximada de km 2. A presença de serras muito íngremes fazem com que as águas dos rios desçam com grande velocidade. A extensão da planície adjacente possibilita o espraiamento dessas águas atenuando seu potencial erosivo, fazendo com que se desenvolvam grandes áreas de brejos e vegetação rasteira, característica dos ambientes de baixadas litorâneas, que, por sua vez, controlam e redistribuem as águas e os sedimentos carreados das partes mais elevadas.

6 Com isso, as duas grandes unidades de relevo as encostas da Serra do Mar e a planície também se constituem nos dois principais compartimentos geomorfológicos que delimitam o mosaico vegetacional da região, que são fundamentalmente diferentes no que se refere à biodiversidade, estrutura e funções. Enquanto que o domínio montanhoso/colinoso abriga o trecho com a maior diversidade biológica, principalmente na Reserva Biológica do Tinguá (REBIO Tinguá), Parque Nacional da Serra dos Órgãos (PARNASO) e APA de Petrópolis, a planície apresenta um quadro diametralmente oposto. Tratam-se, portanto, de espaços bastante heterogêneos se comparados entre si (Figura 3). -Maciços costeiros e interiores da ilhas da Madeira, Jaguanum e Itacuruçá (1.1.3), Pedra Branca (1.1.4), Tijuca (1.1.5) e Região dos Lagos (1.1.6); - Maciços alcalinos do Tinguá (1.2.3), Mendanha (1.2.4), Itaúna (1.2.5) e Tanguá e Rio Bonito (1.2.6); -Escarpas das Serras das Araras e Paracambi (1.4.3), do Couto e dos Órgãos (1.4.4), de Santana e Botija (1.4.5); -Depressão Intraplanáltica do Médio Vale do Rio Paraíba do Sul (1.6.1); -Bacia Sedimentar Cenozóica flúvio-marinha da Guanabara, Sepetiba e Restinga da Marambaia (2.2.2), Baixada de Jacarepaguá (2.2.3) e da Baixada da Região dos Lagos (2.2.4). Figuras 3a e 3b: Domínios morfoestruturais da Região Metropolitana do Rio de Janeiro Fonte: adaptado

7 Nesse contexto, destacamos as características da Baixada de Jacarepaguá e da Baixada Metropolitana que compõem o território metropolitano com maior incidência de urbanização. A Baixada de Jacarepaguá, na zona oeste do município do Rio de Janeiro, e a Baixada Metropolitana são delimitadas por maciços litorâneos: a primeira pelos maciços da Pedra Branca e Tijuca, respectivamente com e metros de altitude máxima. O sistema de drenagem é constituído por rios de pouca extensão que descem dos maciços atingindo altitudes próximas a metros, com mudanças bruscas de declividade ao atingirem a planície. Porém, grande parte dos rios deságua no primeiro sistema lagunar formado pelas lagoas de Jacarepaguá, Tijuca e Camorim, e outro conjunto mais externo formado pelas lagunas de Marapendi e Lagoinha. A Baixada Metropolitana tem seus limites definidos por um conjunto de maciços alcalinos intrusivos (Tinguá, Mendanha, Itaúna, Tanguá e Rio Bonito), associados ao conjunto de serras escarpadas na vertente Atlântica. Estas serras formam parte da Serra do Mar (Araras, Paracambi, do Couto, dos Órgãos, Santana e Botiga), com altitudes máximas variando entre 700 m a m. Os ecossistemas presentes são principalmente os sistemas de matas de baixada submontana, matas paludosas associada aos brejos, manguezais e restingas que, juntos, desempenham funções ambientais fundamentais como a amenização da temperatura, filtragem da poluição, ciclagem de nutrientes, regulação de elementos climáticos locais como umidade e chuvas, abastecimento de reservatórios de água, além de regularem o equilíbrio hidro-erosivo através do armazenamento e redistribuição de água e sedimentos. Face a essa condição, a ocorrência de enchentes é movimento integrante da dinâmica de fluxos de matéria e energia que constrói e modela perenemente as baixadas da costa fluminense. Todavia, embora se localizem em compartimentos de relevo específico, os ecossistemas de baixada estão intrinsecamente relacionados a sua vizinhança

8 montanhosa. Devido à topografia dos maciços costeiros e das serras, em geral os rios atingem a planície com mudanças bruscas de declividade, em alguns casos, descendo de altitudes próximas a m ou mais, no caso da Baixada de Jacarepaguá, e de mais de m em algumas áreas da Baixada Metropolitana. Este fato leva a um intenso processo natural de erosão das encostas e ao carreamento de material sólido para os cursos d água, agravado pelo processo de erosão antrópica, o que sujeita estas planícies a constantes enchentes. Na Baixada de Jacarepaguá a água excedente nos sopés dos maciços flui em direção às restingas, assim o excesso e a redistribuição são direcionados para esta porção arenosa, que por sua vez verte para as praias e o mar. Na Baixada Metropolitana brejos e manguezais são mais frequentes, estes últimos ocupam praticamente toda a orla da Baía de Guanabara, possuindo seu maior remanescente na bacia leste, nos municípios de Magé e Guapimirim. Porém, devido à sua condição plana, as áreas alagadas tem sido palco da atual expansão urbana, uma vez que são ocupados as áreas mais bem drenadas das restingas e outros terrenos interiores mais drenados. É lícito afirmar que a remoção dessas áreas implica em onerar o serviço público no que tange aos métodos de remoção e deposição do material que naturalmente aportam a essas áreas Estrutura urbana Apresenta uma mancha urbana descontínua, limitada a norte por cadeia de morros que pertencem a Serra do Mar, e a sul e leste, pelo Oceano Atlântico e Baía da Guanabara. A mancha urbana é entrecortada por maciços montanhosos florestados (Tijuca e Pedra Branca) e é definida por uma área central, situada a partir da localização do porto junto a Baía da Guanabara, e de setores urbanos que se desenvolvem ora margeando a Baía e o Oceano, a nordeste, sudeste e sudoeste, ora se espraiando em planícies costeiras e fundos de vale entre maciços, a oeste e noroeste. A cobertura vegetal originária é de Mata Atlântica. Tem como principais vetores de crescimento vias urbanas que circundam os maciços e, em alguns bairros, os cruzam, interligando-se a rodovias na direção do

9 Estado de São Paulo, a oeste, na direção do interior do Estado do Rio de Janeiro, a nordeste, e na direção da orla litorânea de Niterói, a leste. As áreas de expansão localizam-se a oeste, noroeste e nordeste, impulsionadas por investimentos recentes representados por complexos industriais (COMPERJ, CSA), portuários (Porto de Itaguaí) e de transportes (Arco Metropolitano). A mancha urbana se distribui de forma diferenciada nos setores descritos acima e apresenta distintos tecidos e densidades. Devido às condições do suporte físico, as áreas planas são compostas em diversas situações de solo arenoso e brejoso e são resultantes, em determinas situações, de solos muito transformados por desmontes e aterros. São ocupadas, de forma geral, de forma intensiva, com tecidos diferenciados, devido a distintos índices de valorização do solo e a normas urbanísticas (Figura 4). Em bairros muito valorizados do centro e da zona sul, se observam tecidos verticalizados com taxas elevadas de ocupação dos lotes e quadras. Nos bairros da zona sul, praticamente não há mais lotes vazios para serem edificados, e a legislação urbanística é restritiva quanto à verticalização. Nas zonas norte e nordeste, cuja legislação urbanística está em processo de grandes mudanças favorecendo intensa verticalização, predominam tecidos urbanos horizontais, com ocupação intensiva dos lotes e quadras e a incidência em grande escala de conjuntos habitacionais. Na zona sudoeste junto à faixa oceânica, em setores com leis urbanísticas mais recentes oriundas do Plano para a Baixada da Tijuca e Jacarepaguá desenvolvido por Lucio Costa na década de 1970, ocorrem padrões de ocupação bastante diferentes dos demais setores da cidade: condomínios residenciais multi-familiares de ocupação horizontal e vertical e complexos comerciais e de serviços, com taxas baixas de ocupação das quadras. Nessa região, a diversidade de traçados é relativa ao histórico de ocupação, pois bairros como o Jardim Oceânico e Recreio dos Bandeirantes, cujos loteamentos foram originados antes do Plano citado, apresentam tecidos mais horizontais e com maiores taxas de ocupação.

10 Na zona noroeste e oeste, nas planícies entre os Maciços da Pedra Branca e Gericinó, a ocupação é de baixa intensidade, com tecidos horizontais e grande incidência de áreas urbanizadas, mas ainda não ocupadas, incluindo também terrenos com uso agrícola e a instalações militares. Essa área encontra-se em processo de transformação gradual na medida em que grandes complexos industriais e de logística de armazenamento e de transportes, voltados à exportação, são instalados na região, como por exemplo é o caso do bairro de Santa Cruz, no limite do município. Cabe acrescentar que em todos os setores ocorrem ocupações em favelas, que seguem o padrão dos setores onde se inserem: nos setores com suporte físico mais acidentado (encostas) e maior valor do solo, as favelas apresentam tecidos verticalizados; nos setores com terrenos planos e menor valor do solo, os tecidos das favelas tem predominância horizontal. Em todos os casos, entretanto, de forma geral, a ocupação do solo é intensiva, com tecidos compactos e com pouca incidência de espaços livres. As conexões viárias são condicionadas às condições de relevo conformando-se às planícies costeiras e de fundos de vale ou aos terrenos resultantes de aterros. Apresentam também túneis que interligam os setores isolados pelos maciços montanhosos. Além dos túneis, as conexões transversais atravessam encostas e interligam os diversos setores urbanos através de vias de circulação expressa.

11 Área central Zona sul - Copacabana Zona norte - Meier Zona nordeste - Penha Zona sudoeste - Barra da Tijuca Zona sudoeste- Recreio Zona noroeste - Realengo Zona oeste- Santa Cruz Figura 4: Tecidos urbanos distintos na cidade do Rio de Janeiro Fonte: SEL-RJ,

12 2. CARACTERIZAÇÃO GERAL DO SISTEMA DE ESPAÇOS LIVRES 2.1. Características do sistema e a relação com o planejamento urbano O sistema atual de espaços livres de edificação do Rio de Janeiro, de forma geral, é fragmentado e diversificado. Em relação aos espaços livres públicos, sua distribuição na malha urbana não obedece, de maneira geral, às reais necessidades do conjunto da população, concentrando-se pelas áreas de moradia mais abastada, nos setores sudeste e sudoeste da cidade. Nesses setores, o esse sistema se estrutura principalmente ao longo da orla do oceano e das lagoas, e ao longo das vias de penetração nos bairros, sendo resultado, nesse caso dos loteamentos que os originaram. Quanto aos espaços livres privados, resultam dos distintos tecidos urbanos, descritos anteriormente, do suporte físico natural e da legislação urbanística. No caso do Rio de Janeiro, podemos estudar esse sistema de forma comparativa se associarmos a análise à concepção de planejamento urbano da cidade, que divide o território em cinco grandes Áreas de Planejamento (AP), relativas aos setores descritos anteriormente (Figura 5).: AP1 área central e arredores; AP2 - zonas sul e sudeste; AP3 - zonas norte e nordeste; AP4 zona sudoeste; AP5 - zonas noroeste e oeste A configuração dos espaços livres privados obedece a essa conformação e, nos aspectos quantitativos e distributivos, tende percentuais mais reduzidos em especial em bairros de médio e baixo poder aquisitivo, localizados na AP3 e na AP5.

13 Figura 5 - Divisão da cidade em Áreas de Planejamento Fonte: PCRJ, Analisando-se de forma comparativa, observamos que, de forma geral, na AP1 há predomínio de espaços livres privados sobre os espaços livres públicos. Futuramente este quadro pode ser revertido devido a investimentos públicos e mudanças previstas na legislação urbanística, principalmente na região portuária. Em setores mais verticalizados os espaços livres públicos tendem a ser mais generosos. A AP2 é uma área com oferta generosa de espaços livres públicos, alta incidência de verticalização e baixa incidência de espaços livres privados. Nessa região, se localizam as principais Áreas de Proteção do Ambiente Natural e Cultural.

14 Nos setores urbanos incluídos na AP1 e na AP2, a orla da Baía e das praias oceânicas polariza o sistema dos espaços livres transformando-se em extenso parque linear que atrai população de outros bairros. Nos limites com os maciços montanhosos, outros espaços, tais como praças de vizinhança, jardins de prédios públicos, jardins residenciais e clubes esportivos ajudam a configurar um ritmo compassado entre o cheio dos espaços construídos e os vazios dos espaços livres. Alguns dentre os espaços livres dessa região encontram-se incluídos no conjunto das Unidades de Conservação ou em Áreas de Proteção Ambiental Durante muito tempo, expansão horizontal predominou na ocupação da AP3, correspondendo a uma área densa, porém, pouco verticalizada. Recentemente, essa estrutura urbana se encontra em processo de mudanças, atraindo grandes interesses imobiliários e tendendo a uma futura verticalização. Nesses bairros, a constituição do suporte físico, associada a uma urbanização intensa e de caráter mais popular, não favoreceu a pré-existência de espaços livres naturais ou construídos, que ocorrem em menor escala do que na zona sul e central e de modo disperso, sendo baixa a incidência de parques, praças e clubes. Como característica, observa-se, de forma compensatória, a valorização intensa de ruas e calçadas por parte da população, que as utiliza como opção para áreas de recreação, principalmente, nos setores residenciais. O conjunto de espaços livres públicos não apresenta, de modo geral, exemplos de porte significativo no contexto da cidade, sendo sua maioria de caráter local, conhecidos pela população residente nessa região. Mesmo com dimensão reduzida, em certos casos, foram incluídos nas Unidades de Conservação, correspondendo a parques públicos, praças de vizinhança, largos, ilhas viárias, sedes de clubes, sedes de indústrias e jardins de órgãos públicos Na AP4, há uma grande incidência de espaços livres tanto privados quanto públicos, alguns destes definidos como áreas de preservação, pois correspondem a diversas unidades de conservação de grande importância. Pode-se observar também que nesse modelo de ocupação, há o predomínio dos espaços livres

15 privados e verticalização, caracterizando um modelo de ocupação que se distingue do tecido urbano tradicional, por apresentar pouca densidade e poucos espaços públicos para interação social, excetuando-se a orla marítima, principal área de recreação dessa região. Na faixa litorânea, em particular, na Barra da Tijuca e no Recreio dos Bandeirantes, ocorre de modo similar à zona sul a conjugação da orla marítima com os maciços montanhosos, através de extensa planície, limitada por lagoas e canais, onde se concentram as áreas de preservação correspondentes à maioria dos parques ecológicos municipais. Outros espaços de caráter local constituem-se em áreas livres recreativas pertencentes a condomínios residenciais de casas e edifícios, a clubes esportivos e a espaços comerciais. Ocorrem também praças de vizinhança, muitas delas originais da época de implantação do plano de ocupação da Barra da Tijuca. A AP5 representa a área de expansão da cidade no sentido oeste e ainda possui uma ocupação esparsa. Os espaços livres públicos resultam dos loteamentos implantados a partir da década de 1940 e os espaços livres privados ocupam grande superfície, pois se somam às instalações especiais, como complexos militares, industriais e portuário, uma grande quantidade de quintas de residências e plantações. As características topográficas dessa região, composta por extensas áreas planas, o desmatamento da floresta nativa para o cultivo de caca de açúcar e do café e a intensidade de urbanização, acelerada com novos loteamentos, foram fatores que levaram a uma ocupação horizontal homogênea, sem espaços livres públicos significativos, caracterizada, por uma mescla de casas unifamiliares, em lotes de boas dimensões, grandes conjuntos habitacionais e parques industriais. Quanto aos espaços livres, em determinados setores, há quantidade significativa de espaços particulares, como quintais, pomares e jardins residenciais, conservando um pouco da atmosfera rural original dessas áreas. A importância de preservação de remanescentes históricos da ocupação colonial, aliada à necessidade de manutenção e recomposição de recursos ambientais naturais, levou à implantação pela Prefeitura de Unidades de Conservação e Parques Ecológicos.

16 2.2. Espaços livres públicos Existe uma boa rede viária asfaltada, principalmente nas áreas mais valorizadas localizadas a sudeste, sudoeste e cento. A malha urbana apresenta calçadas de dimensões variáveis: estreitas nos bairros mais antigos junto ao centro, inferiores a e 2m de largura, e mais generosas nos bairros constituídos no início do século XX em diante, chegando a situações mais extremas como o calçadão da Av. Atlântica, em Copacabana, por exemplo, e diversas áreas pedestrianizadas situadas na área central, como o Largo da Carioca, por exemplo. A orla praiana do município é totalmente tratada, com pavimentação especial, arborização, ciclovia, quiosques de alimentação e sanitários públicos, e demais itens de mobiliário urbano, como bancos, lixeiras, bicicletários, dentre outros. Constitui um sistema praticamente contínuo ao longo das diversas praias, interrompido nas pontas de cada enseada. As praias são acessíveis e servidas por transportes públicos sendo utilizadas por moradores de diversos bairros e visitantes. A orla da Baía da Guanabara, no entanto, não tem o meso perfil de tratamento e utilização. Abriga atividades portuárias, aeroportuárias e hidroviárias, industriais e de infraestrutura (aterro sanitário e estação de tratamento de esgoto), encontrando-se suas águas bastante poluídas. Mesmo com essa característica de nível de poluição e por concentrar grandes extensões de áreas residenciais em favelas, os espaços públicos existentes (complexos esportivos e vilas olímpicas) são muito utilizados. Entre esses, destaca-se o Piscinão de Ramos, construído na década de 2000, e voltada para essa parcela da população que não tem a orla praiana para seu uso. Na ponta sudeste da Baía, encontra-se implantado o Parque do Flamengo, resultante de um aterro feito nos anos A orla praiana e esse parque à beira da Baía podem ser considerados o maior conjunto contínuo de espaços livres públicos para lazer na cidade.

17 Além das orlas de Baía e das praias, uma série de outros espaços livres públicos urbanos compõe um sistema que atende de forma mais abrangente e com melhor distribuição a área central e os setores a sudeste e sudoeste (AP1, AP2 e AP4). Os bairros a nordeste, norte, noroeste e oeste (AP3 e AP5) não são atendidos da mesma forma, com o agravante de sediarem a maior parcela da população. De forma geral, o sistema de espaços livres públicos abriga espaços em níveis de atendimento na escala da vizinhança, do bairro e da cidade, sendo que as praças e largos mais importantes estão na área central e nos bairros a sudeste. Alguns desses espaços foram criados no século XIX, de autores conhecidos como Glaziou, José Archimedes e Paul Villon, por exemplo. A maior parte, entretanto, foi implantada no século XX, como resultado dos loteamentos que geraram os bairros, e receberam, em muitos casos, projetos de autoria dos escritórios de Burle Marx e Fernando Chacel, dentre outros autores modernos e contemporâneos de destaque. Muitos desses esses espaços livres são tombados pelo patrimônio sendo objeto de obras de restauração e manutenção constantes. A sudoeste, principalmente no bairro da Barra da Tijuca, pode-se observar um sistema mais difuso de praças e largos, tendo em vista o padrão urbanístico adotado e o perfil dos loteamentos que foram sendo construídos a partir da década de A grande incidência de espaços livres privados com tratamento paisagístico de grande qualidade, como veremos adiante, muda a forma de distribuição e de apropriação dos espaços livres na escala da vizinhança e do bairro, uma vez que as quadras vão apresentar praças localizadas no interior dos loteamentos, cercados por grades e portões, configurando-se como condomínios fechados de uso restrito ao público. Nos demais setores da cidade (noroeste, norte e oeste), as praças e largos existentes também foram resultantes de loteamentos e, a partir das décadas de 1950 e 1960, da construção de conjuntos habitacionais de grande porte. Apresentam diversos níveis de tratamento e também de autoria, podendo-se observar em alguns desses espaços, autorias de destaque como as acima citadas. Entretanto, de forma geral, não tem o mesmo nível de manutenção e, em

18 situações extremas, quando implantados junto a comunidades carentes, são ocupados para instalação de equipamentos públicos (escolas, creches, postso de saúde) ou invadidos por moradias não legalizadas. Além desses espaços, nesses setores, observa-se grande quantidade de campos de futebol informais em terrenos particulares não edificados ou em áreas nonaedificandi, como terrenos sob linhas de transmissão ou às margens de rios e córregos. Quanto à arborização viária, é bastante significativa, tanto em número como em quantidade e extensão de plantio, também nos setores mais valorizados (a área central, os setores a sudeste e sudoeste). O que diferencia os demais setores é que, nos bairros a noroeste e oeste, há grande quantidade de quintais arborizados e plantações em chácaras, dentro de propriedades privadas. Essa incidência de massa arbórea confere um padrão de cobertura vegetal razoável, mas as ruas não apresentam essa condição. Os bairros a nordeste e norte são mais densos, com quintais mais exíguos, quando existem, observando-se, nesse setor, um grau elevado de impermeabilização dos quintais residenciais. As ruas nesses bairros, de forma geral, não apresentam condições boas de arborização, prejudicando as condições climáticas aí observadas. A cidade conta com uma rede de ciclovias de boas dimensões estendo-se, conforme descrito antes, ao longo das orlas de praias, de lagoas ede rios, e também em parques, praças e no interior de alguns bairros. Entretanto nem sempre as ciclovias estão bem articuladas a sistemas de transporte metroviário, rodoviário ou ferroviário, deixando de atender a sua função como sistema de transporte urbano para a massa de trabalhadores que usa esse veículo de forma intensiva, como observado nos setores noroeste e oeste da cidade.

19 2.3. Espaços livres privados São muitos, fragmentados e descontínuos, de portes bastante diversos, sendo resultantes das diferentes normas urbanísticas e edilícias e dos tipos de tecidos verificados na mancha urbana. O sistema compreende, dentre os espaços mais conhecidos: áreas condominiais de conjuntos residenciais horizontais e verticais; jardins e quintais residenciais; pátios de estacionamento individual e coletivo em áreas residências, comerciais e industriais; espaços residuais em lotes e glebas privadas; embasamento de edifícios; lajes de cobertura das favelas; áreas coletivas no interior de quadras residências ou comerciais; servidões em vilas. Além desses, também se destacam como espaços livres privados de grandes dimensões: grandes extensões terrenos não edificados de propriedade militar (Exercito, Marinha e Aeronáutica); cemitérios; campi universitários; áreas de estocagem e de embarque e desembarque de portos e aeroportos. A cidade é composta de forma heterogênea por tipos de quadras com diferentes perfis de construção, com tendências a quadras mais verticalizadas, em áreas mais valorizadas, a sudeste, sudoeste e na área central, e com predominância de quadras mais horizontais ou mistas, em áreas menos valorizadas ou em processo de valorização, a nordeste, norte e noroeste. Cabe acrescentar que os tecidos em favelas e loteamentos não legalizados tendem, de forma geral, a seguir o padrão dos bairros em que se inserem. Nas áreas mais de ocupação mais antiga, na área central e arredores e nos bairros a sudeste, as quadras apresentam, de forma predominante, maiores taxas de ocupação dos lotes, recuos reduzidos e são alinhadas às divisas laterais. Nos bairros a nordeste, as quadras apresentam situações mistas com incidência de taxas médias e intensivas de ocupação dos lotes e com ocorrência de casas de até 3 pavimentos, com quintais, junto a edifícios de maior gabarito construtivo. Muitos espaços privados são pouco ou parcialmente pavimentados ou ainda parcial ou totalmente eliminados com a ampliação da construção principal, com varandas e coberturas de garagens ou com a adição de outras edificações.

20 Nos bairros a sudoeste, onde incidem leis urbanísticas mais recentes, as taxas de ocupação são reduzidas, ocorrem afastamentos de maiores proporções e incidência de quadras mais homogêneas, de perfil mais horizontal, nos loteamentos unifamiliares, ou mais vertical, nos loteamentos multifamiliares. Nessa região, os espaços livres privados intraquadra são abundantes, arborizados e apresentam programas diversificados. Nas áreas de maior poder aquisitivo são comuns os jardins e piscinas, na medida em que as casas ocupam apenas parte do lote e possibilitam sua existência. Nos condomínios fechados são encontradas áreas de recreação comum com piscinas, jardins, quadras, clubes etc. Nos bairros a norte e noroeste, a mancha urbana é menos consolidada, com grande incidência de espaços livres no interior das quadras. As taxas de ocupação são variáveis com média a baixa ocupação e o perfil construtivo é horizontal, com grande incidência de loteamentos unifamiliares. Para efeito dessa análise mais detalhada, foi realizado um estudo de tipomorfologia das quadras, descrito mais adiante nesse texto, onde serão apresentados os parâmetros utilizados, o mapeamento dos tipos de quadras encontrados e a comparação entre os aspectos morfológicos de cada padrão identificado na cidade.

ATO DO SECRETÁRIO RESOLUÇÃO SMTR Nº 2432 DE 10 DE JANEIRO DE 2014

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