Consulta dos anos (início da puberdade)

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Consulta dos 12-13 anos (início da puberdade)"

Transcrição

1 Consulta dos anos (início da puberdade) Introdução A Saúde do adolescente resulta da interação e influência das vivências dos primeiros anos de vida e das mudanças biológicas, psíquicas, emocionais, familiares e sociais que acompanham a puberdade (1-4). A primeira infância e a adolescência são os dois períodos sensíveis à influência dos factores de risco ou protectores, tanto pela elevada plasticidade do SNC, como pela sua vulnerabilidade excessiva. A adolescência é o último período onde o retorno do investimento na redução de factores de risco e a promoção de factores protetores se traduz em ganhos efectivos em saúde. A partir daí o investimento só permite diminuir as consequências da doença (5-7). Calcula-se que 1% da despesa gasta nas consequências dos comportamentos de risco a curto e longo prazo dariam para sustentar um programa nacional de prevenção e promoção da saúde aos nossos adolescentes (9-10) As recentes investigações sobre a adolescência permitiram demonstrar: Experiências traumáticas e a exposição a factores de stress tóxico continuado desde os primeiros anos alteram a arquitectura definitiva do sistema nervoso central e influenciam o desenvolvimento e o comportamento futuro dos nossos adolescentes (11,12) Os fatores ambientais e as experiências traumáticas influenciam a estruturação do SNC, nomeadamente nos adolescentes. (13) A maturidade plena do SNC só se atinge cerca dos 25 anos com a maturação do córtex pré-frontal, responsável pelas funções executivas, pelo controle dos impulsos, ponderação dos riscos, capacidade de decisão e antecipação das consequências dos actos. Até lá os adolescentes são movidos pelo sistema límbico, centro do controle emocional, despertando-os para a acção muitas vezes sem preverem as consequências. Esta imaturidade biológica e o desfasamento entre os dois centros, justifica a impulsividade, a pouca capacidade de julgamento, a dificuldade em regular as emoções, a maior atracção pelo risco, o desejo de satisfação imediata e a menor capacidade para planear e decidir. (13) Os pais devem-se preparar e preparar os jovens para o processo gradual de autonomia facilitando a comunicação, antecipando cenários, treinando a capacidade de decisão, conquistando confiança, com disponibilidade e concedendo a liberdade merecida, mas com supervisão contínua dos comportamentos de risco (14,15). A promoção do suporte familiar, a qualidade da relação familiar e a garantia de que alguém se disponha a ouvir e a supervisionar a evolução do adolescente (Adulto de Referência), são os factores que mais contribuem para prevenir comportamentos de risco, de acordo com a OMS. (14,19,) A identificação de adolescentes sem fatores protetores, submetidos a factores de risco, integrados em famílias com estilos parentais críticos e sem adulto de referência é de vital importância. A referenciação destes adolescentes para escolas ou comunidades em que

2 sejam acolhidos e integrados em programas que lhes permitam dar oportunidade de expressar as suas capacidades, atenua o risco para uma adolescência mal sucedida. (20) Face a estes dados cientificamente demonstrados, as sociedades científicas internacionais recomendam o investimento em serviços preventivos e de promoção para a saúde. (14,16-19) Na consulta dos anos podem-se concretizar estes objectivos. Se Portugal tem capacidade para vigiar 90% das crianças até aos 10 anos, pode manter esta taxa de cobertura a partir dos 10 anos. A estrutura necessária é a mesma. É essencial melhorar o acesso e divulgar as consultas. Mas antes, é indispensável formar os prestadores, para que a ida ao Centro Saúde não seja uma oportunidade perdida. Deve ser aproveitada para o início de uma longa caminhada, assente num TRIPÉ constituído no vértice pelo profissional de saúde e na base pela família ou adulto de referência e o jovem, sempre em ligação com a Escola e a Comunidade. A criação de espaços próprios, que garantam confidencialidade, privacidade, um ambiente Amigo dos Adolescentes, a gratuitidade dos serviços e que acolham o adolescente na sua individualidade, são fundamentais para consolidar o acesso aos Serviços de Saúde e a Vigilância Longitudinal. A Entrevista Clínica é uma oportunidade para responsabilizar o Adolescente pela sua saúde, sendo sempre este o interlocutor principal. Objectivos da Consulta 1- Construir o TRIPÉ assistencial, fundamental para a vigilância longitudinal entre o profissional de saúde, a família e o Adolescente. 2- Informar o Adolescente e a família sobre as mudanças que ocorrem na adolescência: biológicas/ fisiológicas, cognitivas, emocionais, sociais, morais e as relacionadas com a identidade.

3 3- Avaliar a dimensão bio-psico-social através do Triângulo: DEVER-PRAZER-FAMÍLIA segundo as variáveis do (HEADSSS) ( ver anexos 1 e 2): H E DEVER / ESCOLA E A D EU FAMÍLIA PRAZER / AMIGOS S H A A,D,S,S S 3.1. FAMÍLIA: Preparar o Adulto de Referência: Informar e promover a comunicação, confiança, supervisão. Promover o Suporte Familiar, evitando o conflito. Papel do reforço positivo, do afeto, do apoio, incentivo, disponibilidade e da negociação. Identificar estilos parentais de risco (ausência de adulto de referência. E também doenças familiares nomeadamente psiquiátricas, consumos, violência Papel dos modelos. Educar pelo exemplo. Fomentar a autonomia com responsabilidade /Responsabilização e necessidade de supervisão. Respeitar a Intimidade/ Individualidade Participação activa,( não intrusiva), na vida do Adolescente: Escola, amigos, actividades 3.2. DEVER/ ESCOLA: Estudar para ser, não para satisfazer as projecções dos pais. Promover a autonomia, a responsabilidade e a capacidade de decisão e resolução de problemas com vista ao futuro. Promover a auto- motivação e a auto- valorização. Procurar desenvolver capacidades, muitas vezes desconhecidas ou não valorizadas.

4 Facilitar a integração nas actividades extracurriculares (sobretudo se ausência de adulto de referência capaz). Estabelecer as conexões (Escola, Comunidade) PRAZER/ AMIGOS: Investigar a capacidade de decisão. Necessidade de supervisão e confiança por parte do adulto de referência. Antecipação de cenários e preparação para decisões adequadas. Preparar líderes de sinal contrário. Ensinar a dizer NÃO Promover a Resiliência. Abordar significado da amizade/grupo/partilha/ afetos Abordar os cuidados com o corpo/sexualidade 4- Prevenção/Promoção da saúde (física, mental, comportamental) Rastreios da Saúde física. Exame Físico Importância do consentimento e da manutenção da privacidade. Avaliar e prevenir o equilíbrio emocional. Promover estilos de vida saudáveis. 5- Verificação e atualização do calendário vacinal. 6- Rastrear, sinalizar e referenciar as situações de risco Avaliação bio-psico-social Fundamentos para o Guião de Entrevista na Abordagem longitudinal ao Adolescente A construção de um Guião de Entrevista na Abordagem longitudinal ao Adolescente tem por objetivo fornecer ao profissional de saúde e à equipa multidisciplinar uma grelha de recolha de informação bio-psico-social. Parte do objetivo visa a prevenção e a promoção da saúde física, emocional, psicológica e relacional da vida dos adolescentes e, por outro lado, a recolha de informação para a identificação de sinais de alerta. O guião de entrevista (cf. Anexo 1) baseia-se na conceção de desenvolvimento positivo da juventude 1, na entrevista psicossocial HEEADSSS 2 para adolescentes e nas recomendações da 1 Lerner, R., Lerner, J., Almerigi, J., Theokas, C., Phelps, E., Gestsdottir, S. et al. (2005). Positive youth development, participation in community younth development programs, and community contributions of fifth-grade adolescents: Finding from the first wave of 4-h study of positive younth development. Journal of Early Adolescence, (25)1,

5 OMS 3 para a intervenção com crianças, adolescentes e suas famílias. Não há obrigatoriedade de passar por todos os pontos de forma exaustiva numa só consulta. Toda a recolha de informação é feita através de um triângulo equilátero, por este permitir explorar 4 dimensões de análise: Eu Adolescente (como constitui o âmago da avaliação está no centro do triângulo); Família, Amigos, Escola/Comunidade (cada uma destas dimensões situada nos respetivos vértices do triângulo). As questões contempladas no guião (cf. Anexo 2) servem de exemplo de como abordar as várias temáticas numa perspetiva longitudinal. Na aplicação do guião é pressuposto que inicialmente o adolescente se faça acompanhar pelos pais ou outro educador e que as primeiras questões sejam abordadas conjuntamente (cf. pontos 1,2 e 3 do Anexo 1). Ou seja, há um período em que o adolescente se acompanha e depois a sós. Posteriormente, os pais serão convidados a sair e a restante informação será tratada de forma individual com o adolescente (cf. pontos 4,5 e 6 do Anexo 1). Mas depois também se deve trabalhar com eles. Tendo em conta o período de desenvolvimento a que se destina, é da máxima importância que o profissional de saúde, explique e garanta ao adolescente, na presença dos pais, a confidencialidade de toda a informação recolhida. Os comportamentos do adolescente, analisados e observados no decorrer da entrevista, deverão ser enquadrados na história de vida e no contexto do qual ele faz parte. Os sinais de alerta ganham significado e importância do ponto de vista da patologia quando: são intensos e frequentes, persistem ao longo do desenvolvimento, estão associados a outros sintomas concomitantes, causam restrições significativas na vida do adolescente e de outros o meio envolvente se mostra disfuncional. 2 Goldenring, J. & Rosen, D. (2004). Getting into adolescent heads: an essential update. Contemporary Pediatrics, McIntyre, P. (2002). Adolescent Friendly Health Services. Geneva: WHO Picture Library.

6 Anexo 1: Guião de Entrevista na Abordagem longitudinal ao Adolescente 1. Acolhimento da família e do adolescente: Apresentação do médico. Cumprimentar o adolescente em 1º lugar. Conhecer o nome pelo qual o Adolescente prefere ser tratado. Reforçar que o Adolescente é o protagonista. Direito ao sigilo (Conhecer as situações de quebra de confidencialidade). Explicar as regras da consulta. 2. Compreensão empática do motivo da consulta Escutar com Empatia, Observar interacção do adolescente com a família, Mostrar Disponibilidade, Criar Comunicação, Estabelecer Confiança, Assumir Compromisso. 3. Enquadrar o desenvolvimento positivo da adolescência Dar Informação sobre as Principais modificações Promover a compreensão mútua e o equilíbrio emocional do Adolescente e da sua família. 3.1 No Eu Adolescente Mensagens chave: Desenvolvimento do SNC, Alterações Hormonais, Alterações Cognitivas e emocionais, Alterações Sociais e valores, Sexualidade. 3.2 Na família Mensagens chave: Pais: adultos de referência Evitar o Conflito Familiar Afecto Respeito pela Intimidade/ Individualidade Necessidade de abertura ao grupo de pares Antecipação de cenários Regras/Limite/Negociação Controlo/Supervisão Reforço Positivo Proteção

7 Disponibilidade Comunicação Confiança 3.3 AMIGOS/ PRAZER Mensagens chave: Significado da Amizade Partilha de experiências Autoafirmação Significado da pressão dos pares Tribos urbanas Prática desportiva,música, dança, ou outras de expressão, escutismo, religião/espiritualidade. 3.4 Escola/Comunidade/ Dever Mensagens chave: Professores de Referência Integração no ambiente escolar Responsabilidades acrescidas Importância de ajustar expectativas: pais-adolescente 4. Análise com o adolescente sozinho: Explorar com o adolescente questões que tenham surgido no motivo da consulta e/ou no decorrer da análise do triângulo (cf. Anexo 2: sugestões para aprofundar a avaliação bio-psico-social). Quantificação da avaliação de 0-20 (Eu-Família-Escola-Amigos). Auto-avaliação subjetiva das diferentes dimensões do triângulo O que falta para o 20? (indicador das dimensões que necessitam de intervenção na perspetiva do adolescente) Quantificação da avaliação de 0-20 (Eu-Família-Escola-Amigos). Auto-avaliação subjetiva das diferentes dimensões do triângulo O que falta para o 20? (indicador das dimensões que necessitam de intervenção na perspetiva do adolescente Avaliação da consulta: O que achou da Consulta? O que faltou? Quais as expectativas em relação às próximas consultas. Compromisso com a manutenção da Vigilância Longitudinal e definição de metas a cumprir até à próxima consulta

8 Anexo 2: Questões para completar ou aprofundar a avaliação bio-psico-social com o Adolescente Sobre o Eu Adolescente Questão Objetivo Sinais de Alerta 1. Como te tens sentido? Escolhe duas ou três emoções que definam os últimos tempos? Exploração da dimensão emocional e afetiva. Predominância de emoções/sentimentos tóxicos (raiva, tristeza, solidão). 2. EU significa Especial e Único, sabias? O que tens tu de especial e único? 3. Como sabes nem sempre as coisas nos correm bem ou como gostávamos, o que fazes quando tens algum problema? 4. Como te sentes com o teu corpo a crescer? Como vês o teu corpo? 5. É o corpo que idealizavas ter? O que gostavas de mudar nele? Avaliação da autoestima. Avaliação da resiliência e autonomia na resolução de problemas. Avaliação do suporte/adulto referência Avaliação da tolerância à frustração. Avaliação da autoestima. Avaliação do auto-conceito físico. Avaliação da autoestima. Avaliação do Autoconceito corporal. Não consegue identificar característica(s) que goste em si Poucas competências na resolução de problemas individuais. Mostra muita dependência dos adultos. Negação de crescimento. Avaliação da imagem corporal distorcida. Avaliação da imagem corporal distorcida. Acentuado desfasamento entre o real e o ideal. 6. Que tipo de alimentação tens? Avaliar se está a fazer a ingestão de alimentos nos intervalos adequados Avaliar a qualidade nutricional dos alimentos ingeridos alimentares Restrições Ingestão compulsiva de alimentos e bebidas 7. Tens um sono tranquilo? Demoras a adormecer? Quantas horas dormes? Avaliação da qualidade do sono Hábitos de higiene de sono sono Insónia Poucas horas de 8. Tens alguém especial? Como se Exploração da intimidade e sexualidade Poucas competências relacionais.

9 relacionam? Sinais de abuso e/ou violência. Comportamentos sexuais de risco. 9. Tens alguma dúvida em relação ao teu crescimento ou a algo que te está a acontecer? Exploração de dúvidas sobre o desenvolvimento Negação do crescimento 10. O que significa para ti ser adolescente? Avaliação do significado subjetivo de ser adolescente. Não ser capaz de se sentir adaptado aos novos desafios da adolescência. Sobre a Família Questão Objetivos Sinais de Alerta 1. O que achas da tua família? Avaliação do auto-conceito familiar Percepção negativa do seu papel na família. 2. Tens irmão(s)? Se sim, como te relacionas com ele(s)? Avaliação da relação com irmãos. Competências de resolução de conflitos e gestão da frustração Percepção de desvalorização na dinâmica familiar. Sem estratégias relacionais. 3. Como te relacionas com os teus pais? Quem coloca as regras lá em casa e como? Avaliação das relações familiares e estilo parental Existência crispação. Estilo parental autoritário, indiferente, permissivo. 4. Tens alguém na tua família em que sintas que podes confiar e com quem te sintas à vontade para falares de ti? Avaliação da existência do Adulto de Referência. Ausência de abertura à comunicação recíproca. Ausência de adulto de referência. 5. Como consideras o teu ambiente familiar? Quando há problemas Avaliação de conflitos familiares Existência de conflitos destrutivos.

10 como são resolvidos? Existência de violência. 6. Sentes que podes confiar nos teus pais haja o que houver? Avaliação do grau de confiança na família. Falta de confiança recíproca. 7. O que os teus pais esperam de ti? Avaliação de expectativas. Expectativas desajustadas (da ausência ao excesso). 8. Sentes que podes contribuir mais para o funcionamento da rotina familiar? 9. Há troca/partilha de mimos em tua casa? Avaliação do grau de responsabilização e dinâmica familiar Avaliação da qualidade afetiva Ausência de responsabilidade Falta de afecto Sobre os Amigos Questão Objetivos Sinais de Alerta 1. O que gostas de fazer nos tempos livres? Avaliar actividades, hobbies, interesses Desinteresse por actividades extracurriculares 2.Então e quem são os teus amigos? E melhores amigos? 3.Como te vês no teu grupo de amigos? Avaliação da rede de amigos. Avaliação de competências de integração. Auto-conceito grupal Sinais de exclusão. Ausência de competências interpessoais. Ausência de grupo de amigos ou amigos de referência. Grupos com comportamentos de risco. 4.O que costumam fazer? Exploração de eventuais comportamentos de risco. Figuras de referência escolhidas de risco. Comportamentos desviantes/risco. 5.O que fazes se eles te oferecem uma bebida ou algum tipo de droga? Ou o que farias? Antecipação de situações de risco. Ao faze-lo estamos já a promover estratégias de proteção / recusa Comportamentos risco e/ou desadaptativos

11 Aprender a dizer não pode ser testado 6.Tens alguém dentro do grupo com quem te identifiques mais? Figuras de referência Figuras de referência escolhidas de risco 7.O que pensam os teus pais do teu grupo de amigos? Avaliar a capacidade da família integrar o grupo de pares. Presença de crispação familiar Sobre a Escola Questão Objetivos Sinais de Alerta 1. Como te sentes na escola? O que mais gostas nela? Avaliação da percepção escolar. Acentuada falta de interesse. 2. Sentes-te capaz de passar de ano com bons resultados? Qual é o teu horário de estudo? Avaliação das capacidades escolares percebidas e expectativas Acentuado desfasamento entre resultados tidos VS resultados esperados. Falta de hábitos de estudo. 3. Como te relacionas com os teus professores? Gostas mais ou menos de algum? Avaliação das relações interpessoais. Identificação de Adulto de referência Crispação com professores. 4. Como te relacionas com os teus colegas? Avaliação da integração grupal Sinais de exclusão 5. O que costumam fazer nos intervalos? Avaliação da capacidade de integração Ausência de grupo Atividades de risco 6.O que te imaginas a fazer daqui a 1 ano? E 5? Posição do Eu no presente e futuro. Grau de interesse no futuro. Ausência ou excesso de objetivos. 7.Que profissão te tirava da cama mesmo nos dias de frio e chuva? Exploração de metas e objetivos pessoais. Exploração vocacional Ausência de metas e objetivos

12 Bibliografia: 1 - Sawyer SM, Afi fi RA, Bearinger LH, et al. Adolescent Health 1. Adolescence: a foundation for future health. Lancet 2012; 379: Russell M Viner, Elizabeth M Ozer, Simon Denny, Michael Marmot, Michael Resnick, Adesegun Fatusi, Candace Currie. Adolescent Health 2. Adolescence and the social determinants of health.www.thelancet.com Vol 379 April 28, Richard F Catalano, Abigail A Fagan, Loretta E Gavin, Mark T Greenberg, Charles E Irwin Jr, David A Ross, Daniel T L Shek. Adolescent Health 3 Worldwide application of prevention science in adolescent health. Lancet 2012; 379: George C Patton, Carolyn Coff ey, Claudia Cappa, Dorothy Currie, Leanne Riley, Fiona Gore, Louisa Degenhardt, Dominic Richardson, Nan Astone, Adesola O Sangowawa, Ali Mokdad, Jane Ferguson. Adolescent Health 4. Health of the world s adolescents: a synthesis of internationally comparable data. Lancet 2012; 379: Transforming The U.S. Child Health System. Neal Halfon, Helen DuPlessis, and Moira Inkelas. Health Affairs 2007; 26: ; 6 - The Foundations of Lifelong Health Are Built in Early Childhood. The Center on the Developing Child at Harvard University (2010) 7 - Investing in Maternal and Child Health: An Employer s Toolkit Campbell KP, editor. Investing in Maternal and Child Health: An Employer s Toolkit. Washington, DC: Center for Prevention and Health Services, National Business Group on Health; Hedberg VA, Bracken AC, Stashwick CA. Long-term consequences of adolescent health behaviors: implications for adolescent health services. Adolesc Med. 1999;10: Hakim RB, Bye BV. Effectiveness of compliance with pediatric preventive care guidelines among Medicaid beneficiaries. Pediatrics. 2001:108; Shonkoff JP, Garner AS; The lifelong effects of early childhood adversity and toxic stress. Pediatrics ;129:e The functional neuroanatomy of the evolving parent infant relationship. C.E. Parsons et al. / Progress in Neurobiology : Jay N. Giedd and Judith L. Rapoport. Structural MRI of Pediatric Brain Development: What Have We Learned and Where Are We Going? Neuron : WHO. Helping parents in developing countries improve adolescents health. World Health Organization, Michael D Resnick, Peter S Bearman, J Richard Udry et al. Protecting Adolescents from Harm. Findings from the National Longitudinal Study on Adolescent Health. Jama 1997;278:

13 16 - Garner AS, Shonkoff JP; Early childhood adversity, toxic stress, and the role of the pediatrician: translating developmental science into lifelong health. Pediatrics Jan;129:e Ruchi S. Gupta, Jonathan A. Finkelstein. Opportunities for Health Promotion Education in Child Care. Pediatrics 2005, 116: Hagan JR, Shaw JS, Duncan PM, eds. Bright Futures: Guidelines for Health Supervision of Infants, Children, and Adolescents, Third Edition. Elk Grove Village, IL: American Academy of Pediatrics; WHO. Adolescent friendly health services: an agenda for change.geneva: World Health Organization, Clea A.McNeely,James M Nonnemaker, Robert W Blum. Promoting School Connectedness:Evidence from the Longitudinal Study of Adolescent Health.J Sch Health. 2002,72: Burrus, B et al Person-to-person interventions targeted to parents and other caregivers to improve adolescent health. American Journal of preventive medicine. (2012) 316:326 Autores José Carlos Peixoto Pediatra Alzira Ferrão Pediatra Diana Gaspar Duarte Psicóloga Clínica Paula Jonas Psicóloga do Desenvolvimento Comissão Regional da Saúde da Mulher da Criança e do Adolescente Secção de Medicina do Adolescente da Sociedade Portuguesa de Pediatria

ACONSELHAMENTO PARA DST/AIDS NO SUS

ACONSELHAMENTO PARA DST/AIDS NO SUS ACONSELHAMENTO PARA DST/AIDS NO SUS A prática do aconselhamento desempenha um papel importante no diagnóstico da infecção pelo HIV/ outras DST e na qualidade da atenção à saúde. Contribui para a promoção

Leia mais

Escola Secundária com 3º CEB de Coruche EDUCAÇÃO SEXUAL

Escola Secundária com 3º CEB de Coruche EDUCAÇÃO SEXUAL Escola Secundária com 3º CEB de Coruche 0 EDUCAÇÃO SEXUAL INTRODUÇÃO A Educação da sexualidade é uma educação moral porque o ser humano é moral. É, também, uma educação das atitudes uma vez que, com base

Leia mais

FORMAÇÃO ACREDITADA PARA PROFESSORES 2015/2016

FORMAÇÃO ACREDITADA PARA PROFESSORES 2015/2016 FORMAÇÃO ACREDITADA PARA PROFESSORES 2015/2016 QUEM SOMOS A APF Associação para o Planeamento da Família, é uma Organização Não Governamental com estatuto de IPSS (Instituição Particular de Solidariedade

Leia mais

Escolher o futuro O papel do/a psicólogo/a clínico/a no contexto de intervenção em comunidades socioeconómicas desfavorecidas 1

Escolher o futuro O papel do/a psicólogo/a clínico/a no contexto de intervenção em comunidades socioeconómicas desfavorecidas 1 Escolher o futuro O papel do/a psicólogo/a clínico/a no contexto de intervenção em comunidades socioeconómicas desfavorecidas 1 Mário Jorge Silva (psicólogo clínico) e Marli Godinho (psicóloga clínica)

Leia mais

MINISTÉRIO DA SOLIDARIEDADE E DA SEGURANÇA SOCIAL

MINISTÉRIO DA SOLIDARIEDADE E DA SEGURANÇA SOCIAL 1942 Diário da República, 1.ª série N.º 64 2 de abril de 2013 MINISTÉRIO DA SOLIDARIEDADE E DA SEGURANÇA SOCIAL Portaria n.º 139/2013 de 2 de abril Centro de Apoio Familiar e Aconselhamento Parental A

Leia mais

Projeto de Educação Sexual 2013/2014

Projeto de Educação Sexual 2013/2014 Projeto de Educação Sexual 2013/2014 AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE ARCOZELO Equipa de Educação para a Saúde 1. INTRODUÇÃO O presente projecto, surge para dar cumprimento à lei nº 60/2010 de 6 de Agosto, regulamentada

Leia mais

Saúde Escolar. Secretaria Regional da Educação e Formação

Saúde Escolar. Secretaria Regional da Educação e Formação Saúde Escolar Secretaria Regional da Educação e Formação «Um programa de saúde escolar efectivo é o investimento de custo-benefício mais eficaz que um País pode fazer para melhorar, simultaneamente, a

Leia mais

SISTEMA DE PROTECÇÃO PORTUGUÊS

SISTEMA DE PROTECÇÃO PORTUGUÊS SISTEMA DE PROTECÇÃO PORTUGUÊS 01 - Modelo de protecção das crianças e jovens em risco 02 - O que são as CPCJ? 03 - Qual o papel/funções do Ministério Público? 04 - Modelo de intervenção 05 - Conceito

Leia mais

Intervenções para a promoção de desenvolvimento social e emocional saudável em crianças de baixa renda

Intervenções para a promoção de desenvolvimento social e emocional saudável em crianças de baixa renda Intervenções para a promoção de desenvolvimento social e emocional saudável em crianças de baixa renda Tema Baixa renda e gravidez JANE KNITZER, Ed.D. Columbia University, USA (Publicado on-line, em inglês,

Leia mais

Identificar o PHDA. Os sintomas do PHDA integram-se em três subtipos básicos:

Identificar o PHDA. Os sintomas do PHDA integram-se em três subtipos básicos: A primeira coisa que deve saber sobre o PHDA é que esta é uma condição real e tratável que afecta milhões de crianças, adolescentes e adultos. Mais importante, com diagnóstico apropriado e tratamento eficaz,

Leia mais

Comunicação em saúde. Relação Técnicos de Saúde Utentes NOTAS DIDÁCTICAS JOSÉ A. CARVALHO TEIXEIRA (*)

Comunicação em saúde. Relação Técnicos de Saúde Utentes NOTAS DIDÁCTICAS JOSÉ A. CARVALHO TEIXEIRA (*) NOTAS DIDÁCTICAS Comunicação em saúde Relação Técnicos de Saúde Utentes JOSÉ A. CARVALHO TEIXEIRA (*) 1. INTRODUÇÃO 1.1. O que é a comunicação em saúde Comunicação em saúde diz respeito ao estudo e utilização

Leia mais

PROJECTO DE LEI N.º 660/X ESTABELECE O REGIME DE APLICAÇÃO DA EDUCAÇÃO SEXUAL EM MEIO ESCOLAR

PROJECTO DE LEI N.º 660/X ESTABELECE O REGIME DE APLICAÇÃO DA EDUCAÇÃO SEXUAL EM MEIO ESCOLAR PROJECTO DE LEI N.º 660/X ESTABELECE O REGIME DE APLICAÇÃO DA EDUCAÇÃO SEXUAL EM MEIO ESCOLAR Exposição de Motivos A garantia da saúde sexual e reprodutiva na sociedade contemporânea é condição necessária

Leia mais

Worldwide Charter for Action on Eating Disorders

Worldwide Charter for Action on Eating Disorders Worldwide Charter for Action on Eating Disorders - CARTA MUNDIAL DE ACÇÃO PARA AS PARTURBAÇÕES ALIMENTARES- DIREITOS E EXPECTATIVAS PARA PESSOAS COM PERTURBAÇÕES ALIMENTARES E AS SUAS FAMÍLIAS PREÂMBULO

Leia mais

Comunicação e cuidados de saúde

Comunicação e cuidados de saúde Comunicação e cuidados de saúde Desafios para a Psicologia da Saúde (*) JOSÉ A. CARVALHO TEIXEIRA (**) i. INTRODUÇÃO Existe actualmente um consenso generalizado sobre a inadequação do sistema de saúde

Leia mais

Estudo epidemiológico realizado de 4 em 4 anos, em colaboração com a Organização Mundial de Saúde.

Estudo epidemiológico realizado de 4 em 4 anos, em colaboração com a Organização Mundial de Saúde. Mafalda Ferreira, Margarida Gaspar de Matos, Celeste Simões & Equipa Aventura Social Estudo epidemiológico realizado de 4 em 4 anos, em colaboração com a Organização Mundial de Saúde. Objectivo: Conhecer

Leia mais

GUIA PRÁTICO APOIOS SOCIAIS CRIANÇAS E JOVENS EM SITUAÇÃO DE PERIGO

GUIA PRÁTICO APOIOS SOCIAIS CRIANÇAS E JOVENS EM SITUAÇÃO DE PERIGO Manual de GUIA PRÁTICO APOIOS SOCIAIS CRIANÇAS E JOVENS EM SITUAÇÃO DE PERIGO INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P ISS, I.P. Departamento/Gabinete Pág. 1/12 FICHA TÉCNICA

Leia mais

Educação sexual no contexto escolar em Portugal: dando voz aos alunos

Educação sexual no contexto escolar em Portugal: dando voz aos alunos Educação sexual no contexto escolar em Portugal: dando voz aos alunos Autor(es): Margarida Gaspar de Matos (1) Daniel Sampaio (2) & Equipa do Projecto Aventura Social (3) (1) Faculdade de Motricidade Humana/UTL;

Leia mais

1º,2º, 3º CICLOS E SECUNDÁRIO

1º,2º, 3º CICLOS E SECUNDÁRIO LINHAS ORIENTADORAS PARA OS PROJETOS DE EDUCAÇÃO SEXUAL 1º,2º, 3º CICLOS E SECUNDÁRIO 2011/2015 Página 1 ÍNDICE Página Introdução... 3 Enquadramento legal.. 4 Temas propostos. 5 Competências/Objetivos...

Leia mais

Folheto Informativo, Vol. 4, n.º 21. idos pais. Associação

Folheto Informativo, Vol. 4, n.º 21. idos pais. Associação Folheto Informativo, Vol. 4, n.º 21. idos pais Associação promoção do desenvolvimento, tratamento e prevenção da saúde mental Associação Edição online gratuita i dos pais. Folheto Informativo. Vol. 4,

Leia mais

PLANO DE SAÚDE MENTAL PARA O CONCELHO DE BRAGA

PLANO DE SAÚDE MENTAL PARA O CONCELHO DE BRAGA PLANO DE SAÚDE MENTAL PARA O CONCELHO DE BRAGA Grupo Coordenador: Dr. Mário Freitas (Médico de Saúde Pública; UOSP/ Centro de Saúde de Braga) Dra. Joana Marques (Médica Int. Comp. Saúde Pública) Dra. Paula

Leia mais

5º Congresso Internacional dos Hospitais Serviço Nacional de Saúde. (Re)Conhecer as Mudanças

5º Congresso Internacional dos Hospitais Serviço Nacional de Saúde. (Re)Conhecer as Mudanças 5º Congresso Internacional dos Hospitais Serviço Nacional de Saúde. (Re)Conhecer as Mudanças Refletir sobre as resposta de saúde e a inclusão da família Relembrar os objetivos das famílias Questionar as

Leia mais

O papel das emoções na nossa vida

O papel das emoções na nossa vida O papel das emoções na nossa vida Ao longo da vida, os indivíduos deparam-se com uma variedade de situações que exigem o recurso a variadas competências de modo a conseguirem uma gestão eficaz das mesmas.

Leia mais

Programa de Prevenção de Maus-Tratos em Pessoas Idosas

Programa de Prevenção de Maus-Tratos em Pessoas Idosas Programa de Prevenção de Maus-Tratos em Pessoas Idosas Catarina Paulos Jornadas Litorais de Gerontologia: Intervenção Técnica no Processo de Envelhecimento Amarante, 26 de Setembro de 2007 Conteúdos Conceito

Leia mais

EDUCAÇÃO PARA A SAÚDE 09/13 INTRODUÇÃO

EDUCAÇÃO PARA A SAÚDE 09/13 INTRODUÇÃO INTRODUÇÃO A par do trabalho de transmissão de conhecimentos organizados em disciplinas, a escola deve, também, educar para os valores, promover a saúde, a formação e a participação cívica dos alunos,

Leia mais

Maus -tratos. ACÇÃO DE FORMAÇÃO ANO de 2010 FÁBIA SOUZA

Maus -tratos. ACÇÃO DE FORMAÇÃO ANO de 2010 FÁBIA SOUZA ACÇÃO DE FORMAÇÃO ANO de 2010 FÁBIA SOUZA Os maus-tratos a crianças têm uma longa história, possivelmente do tamanho da humanidade. (Martins, 2002:23). Maus - tratos Maus - tratos Maus-tratos Martínez

Leia mais

Dia Mundial da Saúde Mental - 10 de Outubro

Dia Mundial da Saúde Mental - 10 de Outubro Não Há Saúde Sem Saúde Mental Dia Mundial da Saúde Mental - 10 de Outubro 1 a 17 de Outubro de 2010 Exposição promovida pelo Departamento de Psiquiatria e Saúde Mental O QUE É A SAÚDE MENTAL? É sentir-nos

Leia mais

ÁREA COMPORTAMENTAL E DESENVOLVIMENTO PESSOAL

ÁREA COMPORTAMENTAL E DESENVOLVIMENTO PESSOAL ÁREA COMPORTAMENTAL E DESENVOLVIMENTO PESSOAL COMUNICAÇÃO E IMAGEM COMO FACTORES COMPETITIVOS A sua empresa tem problemas ao nível da comunicação interna? Promover a Comunicação assertiva no relacionamento

Leia mais

EDUCAÇÃO SEXUAL E AFETIVA

EDUCAÇÃO SEXUAL E AFETIVA Nome: N.º: Ano/Turma: A. Lê o texto da página 3, A adolescência, e assinala verdadeiro ou falso. 1. A puberdade é marcada pela entrada em funcionamento dos órgãos sexuais. 2. Os rapazes entram mais cedo

Leia mais

Psicologia da Saúde e Saúde Pública: convergência histórica

Psicologia da Saúde e Saúde Pública: convergência histórica Psicologia da Saúde e Saúde Pública: convergência histórica Margarida Gaspar de Matos Psicóloga Profª. FMH/UTL, Investigadora CMDT/UNL Junho, 2004 1- Conceitos, polémicas - Saúde /bem estar 2- ; convergência

Leia mais

REGULAMENTO DAS COMPETÊNCIAS ESPECÍFICAS DO ENFERMEIRO ESPECIALISTA EM ENFERMAGEM DE SAÚDE DA CRIANÇA E DO JOVEM

REGULAMENTO DAS COMPETÊNCIAS ESPECÍFICAS DO ENFERMEIRO ESPECIALISTA EM ENFERMAGEM DE SAÚDE DA CRIANÇA E DO JOVEM REGULAMENTO DAS COMPETÊNCIAS ESPECÍFICAS DO ENFERMEIRO ESPECIALISTA EM ENFERMAGEM DE SAÚDE DA CRIANÇA E DO JOVEM APROVADO POR MAIORIA EM ASSEMBLEIA GERAL EXTRAORDINÁRIA DE 20 DE NOVEMBRO DE 2010 Proposta

Leia mais

ADOLESCÊNCIA SEXUALIDADE

ADOLESCÊNCIA SEXUALIDADE ADOLESCÊNCIA E SEXUALIDADE Adolescência É o período de transição entre a infância e a idade adulta. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS),o período da adolescência situa-se entre os 10 e os 20 anos.

Leia mais

Indisciplina e Estratégias de Gestão de Conflitos 8ª Sessão Isabel Castro Lopes

Indisciplina e Estratégias de Gestão de Conflitos 8ª Sessão Isabel Castro Lopes Indisciplina e Estratégias de Gestão de Conflitos 8ª Sessão Isabel Castro Lopes Isabel Lopes 1 É um Distúrbio Psíquico de carácter depressivo, precedido de esgotamento físico e mental intenso, definido

Leia mais

MINISTÉRIO DO TRABALHO E DA SOLIDARIEDADE SOCIAL

MINISTÉRIO DO TRABALHO E DA SOLIDARIEDADE SOCIAL 552 Diário da República, 1.ª série N.º 12 17 de Janeiro de 2008 MINISTÉRIO DO TRABALHO E DA SOLIDARIEDADE SOCIAL Decreto-Lei n.º 11/2008 de 17 de Janeiro A Lei n.º 147/99, de 1 de Setembro, que aprovou

Leia mais

A actividade física e o desporto: um meio para melhorar a saúde e o bem-estar

A actividade física e o desporto: um meio para melhorar a saúde e o bem-estar A actividade física e o desporto: um meio para melhorar a saúde e o bem-estar A actividade física e os desportos saudáveis são essenciais para a nossa saúde e bem-estar. Actividade física adequada e desporto

Leia mais

MÓDULOS 1, 2, 3 e 4. 10º Ano de escolaridade (10º D) Curso Profissional de Nível Secundário. Componente de Formação Científica. Ano lectivo 2015-2016

MÓDULOS 1, 2, 3 e 4. 10º Ano de escolaridade (10º D) Curso Profissional de Nível Secundário. Componente de Formação Científica. Ano lectivo 2015-2016 Planificação Anual da Disciplina de Psicologia MÓDULOS 1, 2, 3 e 4 10º Ano de escolaridade (10º D) Curso Profissional de Nível Secundário Componente de Formação Científica Ano lectivo 2015-2016 MÓDULO

Leia mais

Como saber que meu filho é dependente químico e o que fazer. A importância de todos os familiares no processo de recuperação.

Como saber que meu filho é dependente químico e o que fazer. A importância de todos os familiares no processo de recuperação. Como saber que meu filho é dependente químico e o que fazer A importância de todos os familiares no processo de recuperação. Introdução Criar um filho é uma tarefa extremamente complexa. Além de amor,

Leia mais

1ª Edição do CURSO DE FORMAÇÃO DE VOLUNTARIADO Corações Capazes de Construir Iniciativa e responsabilidade da Associação Corações com Coroa (CCC)

1ª Edição do CURSO DE FORMAÇÃO DE VOLUNTARIADO Corações Capazes de Construir Iniciativa e responsabilidade da Associação Corações com Coroa (CCC) 1ª Edição do CURSO DE FORMAÇÃO DE VOLUNTARIADO Iniciativa e responsabilidade da Associação Corações com Coroa (CCC) OBJECTIVOS: Formar equipas de voluntariado da CCC. Promover o conhecimento em torno das

Leia mais

Prevenção: A Perspectiva da Medicina do Trabalho. Jorge Barroso Dias, Médico do Trabalho

Prevenção: A Perspectiva da Medicina do Trabalho. Jorge Barroso Dias, Médico do Trabalho Prevenção: A Perspectiva da Medicina do Trabalho, Médico do Trabalho Conceitos Básicos sobre o consumo de substâncias psicoativas em meio laboral Objectivos da Prevenção Primária Causas relacionadas com

Leia mais

C O M P E T Ê N C I A S A D E S E N V O L V E R :

C O M P E T Ê N C I A S A D E S E N V O L V E R : AGRUPAMENTO DE ESCOLAS JOÃO DA SILVA CORREIA ANO LETIVO 2015-2016 CURSO PROFISSIONAL DE NÍVEL SECUNDÁRIO TÉCNICO AUXILIAR DE SAÚDE DISCIPLINA: HIGIENE, SEGURANÇA E CUIDADOS GERAIS 11º ANO TURMA F DOCENTE:

Leia mais

Visualização de Plano de Ensino. Carga Horária: 60h CH Autônoma: 30h CH Coletiva: 24h CH Individual: 6h

Visualização de Plano de Ensino. Carga Horária: 60h CH Autônoma: 30h CH Coletiva: 24h CH Individual: 6h Faculdade de Medicina Departamento de Pediatria Dados de identificação Disciplina: PROMOÇÃO E PROTEÇÃO DA SAÚDE DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE Período Letivo: 2015/2 Período de Início de Validade : 2015/2

Leia mais

Estratégias de gestão dos sintomas

Estratégias de gestão dos sintomas Estratégias de gestão dos sintomas Existem várias abordagens para ajudar a controlar e a lidar com o stress: técnicas cognitivo-comportamentais, treino de aptidões sociais, técnicas de relaxamento, a terapêutica

Leia mais

PROJETO PEDAGÓGICO MUSSOC

PROJETO PEDAGÓGICO MUSSOC PROJETO PEDAGÓGICO dos Campos de Férias da MUSSOC Associação Mutualista dos Trabalhadores da Solidariedade e Segurança Social I CARATERIZAÇÃO GERAL DA MUSSOC 1. Introdução O presente documento tem como

Leia mais

O BULLYING NAS ESCOLAS PORTUGUESAS

O BULLYING NAS ESCOLAS PORTUGUESAS O BULLYING NAS ESCOLAS PORTUGUESAS Susana Fonseca Carvalhosa Universidade de Bergen, Noruega Instituto Superior de Psicologia Aplicada, Portugal scarvalhosa@netcabo.pt BULLYING EM PORTUGAL: O QUE SE PASSA

Leia mais

COMUNICAÇÃO DE MÁS NOTÍCIAS

COMUNICAÇÃO DE MÁS NOTÍCIAS COMUNICAÇÃO DE MÁS NOTÍCIAS José Filipe Farela Neves Funchal, Outubro 2012 Comunicação de más notícias Tarefa complexa, difícil. Em intensivos, frequentemente inesperada. Pouco tempo para estabelecer relação

Leia mais

Planificação Anual da Disciplina de Psicologia. MÓDULOS 1, 2, 3 e 4. 10º Ano de escolaridade (10º D) Curso Profissional de Nível Secundário

Planificação Anual da Disciplina de Psicologia. MÓDULOS 1, 2, 3 e 4. 10º Ano de escolaridade (10º D) Curso Profissional de Nível Secundário Planificação Anual da Disciplina de MÓDULOS 1, 2, 3 e 4 10º Ano de escolaridade (10º D) Curso Profissional de Nível Secundário Componente de Formação Científica Ano lectivo 2013-2014 1 MÓDULO 1 - DESCOBRINDO

Leia mais

PARECER N.º 13 / 2013

PARECER N.º 13 / 2013 PARECER N.º 13 / 2013 COMPETÊNCIAS DO ENFERMEIRO ESPECIALISTA EM SAÚDE INFANTIL E PEDIÁTRICA VS ENFERMEIRO GENERALISTA NA VIGILÂNCIA DE SAÚDE INFANTIL 1. A questão colocada Somos enfermeiras especialistas

Leia mais

A.R.P.A. ACOLHER, REPARAR E PROMOVER PARA A AUTONOMIIA. (Projeto de Pré-Autonomia do LRS)

A.R.P.A. ACOLHER, REPARAR E PROMOVER PARA A AUTONOMIIA. (Projeto de Pré-Autonomia do LRS) A.R.P.A. ACOLHER, REPARAR E PROMOVER PARA A AUTONOMIIA (Projeto de Pré-Autonomia do LRS) Sumário Apresentação... 3 Conceito(s) de Autonomia... 3 Sujeitos de Autonomia... 4 Projeto ARPA... 4 Objetivos...

Leia mais

Contracepção na Adolescência. Fátima Palma - 2007

Contracepção na Adolescência. Fátima Palma - 2007 Contracepção na Adolescência Fátima Palma - 2007 Os adolescentes são considerados um grupo de risco em termos de saúde sexual e reprodutiva OMS 1980 Educação sexual Cultura, Religião, Industrialização

Leia mais

Promoção da Educação para a Saúde - +Saúde EDUCAÇÃO SEXUAL

Promoção da Educação para a Saúde - +Saúde EDUCAÇÃO SEXUAL EDUCAÇÃO SEXUAL Distribuição de conteúdos Curriculares, tempos letivos e disciplinas intervenientes.º Ciclo 7.º Dimensão ética da sexualidade humana. Compreensão da sexualidade como uma das componentes

Leia mais

Promoção de Experiências Positivas Crianças e Jovens PEP-CJ Apresentação geral dos módulos

Promoção de Experiências Positivas Crianças e Jovens PEP-CJ Apresentação geral dos módulos Positivas Crianças e Jovens PEP-CJ Apresentação geral dos módulos Universidade do Minho Escola de Psicologia rgomes@psi.uminho.pt www.psi.uminho.pt/ www.ardh-gi.com Esta apresentação não substitui a leitura

Leia mais

GUIA DO VOLUNTÁRIO. Sociedade Central de Cervejas

GUIA DO VOLUNTÁRIO. Sociedade Central de Cervejas GUIA DO VOLUNTÁRIO Sociedade Central de Cervejas ÍNDICE 1. A RESPONSABILIDADE SOCIAL NA SCC: O NOSSO COMPROMISSO... 3 2. O NOSSO COMPROMISSO COM O VOLUNTARIADO... 4 2.1 A ESTRUTURAÇÃO DO VOLUNTARIADO EMPRESARIAL...

Leia mais

MANUAL DE GESTÃO DE SITUAÇÕES DE NEGLIGÊNCIA, ABUSOS E MAUS TRATOS (PREVENÇÃO E INTERVENÇÃO)

MANUAL DE GESTÃO DE SITUAÇÕES DE NEGLIGÊNCIA, ABUSOS E MAUS TRATOS (PREVENÇÃO E INTERVENÇÃO) DR 22.04 Versão 2 MANUAL DE GESTÃO DE SITUAÇÕES DE NEGLIGÊNCIA, ABUSOS E MAUS TRATOS (PREVENÇÃO E INTERVENÇÃO) Resposta Social: Estrutura Residencial para Idosos Prestamos Serviços de Qualidade Aldeia

Leia mais

Burnout em profissionais de atendimento à vítima: uma abordagem qualitativa

Burnout em profissionais de atendimento à vítima: uma abordagem qualitativa Burnout em profissionais de atendimento à vítima: uma abordagem qualitativa Maria José Magalhães, Ana Castro Forte & Cristina Queirós Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade do

Leia mais

Competências Parentais

Competências Parentais ExpressARTE Recursos Didácticos para Aprender a Ser Mais Guia do Formador drmadorr1manda Competências Parentais Autor: Inês Eugénio Título: Competências Parentais Coordenação da Mala Formativa: Graça Pinto,

Leia mais

A psicologia tem uma dimensão prática que se integra em vários contextos e instituições sociais: escolas, hospitais, empresas, tribunais, associações

A psicologia tem uma dimensão prática que se integra em vários contextos e instituições sociais: escolas, hospitais, empresas, tribunais, associações PSICOLOGIA APLICADA A psicologia tem uma dimensão prática que se integra em vários contextos e instituições sociais: escolas, hospitais, empresas, tribunais, associações Os níveis de intervenção vão desde

Leia mais

2010/2011 Plano Anual de Actividades

2010/2011 Plano Anual de Actividades 2010/2011 Plano Anual de Actividades Cristiana Fonseca Departamento de Educação para a Saúde 01-07-2010 2 Plano Anual de Actividades Introdução Quando em 1948 a Organização Mundial de Saúde definiu a saúde

Leia mais

Lorena Crusellas Socióloga e Presidente da Associação Prevenir. Marta Costa da Cruz Psicóloga Clínica e Adjunta da Direção da Associação Prevenir

Lorena Crusellas Socióloga e Presidente da Associação Prevenir. Marta Costa da Cruz Psicóloga Clínica e Adjunta da Direção da Associação Prevenir PREVENIR um modelo de intervenção longitudinal PREVENIR a longitudinal intervention model Lorena Crusellas Socióloga e Presidente da Associação Prevenir Marta Costa da Cruz Psicóloga Clínica e Adjunta

Leia mais

Cruz Vermelha Portuguesa

Cruz Vermelha Portuguesa FÓRUM NACIONAL ÁLCOOL E SAÚDE FORMULÁRIO DE SUBMISSÃO TÍTULO DO CAMPO Data de submissão 14 de Março 2014 NOME DA ORGANIZAÇÃO AUTORA DO COMPROMISSO Cruz Vermelha Portuguesa TÍTULO DO COMPROMISSO PREVENIR

Leia mais

Carta dos Direitos e Deveres dos Doentes

Carta dos Direitos e Deveres dos Doentes Carta dos Direitos e Deveres dos Doentes INTRODUÇÃO O direito à protecção da saúde está consagrado na Constituição da República Portuguesa, e assenta num conjunto de valores fundamentais como a dignidade

Leia mais

Benchmarking CEESIP. Enf. Esp. Carla Rocha Enf. Diana Cardoso Enf. Fátima Couto O.E. 17.10.2009

Benchmarking CEESIP. Enf. Esp. Carla Rocha Enf. Diana Cardoso Enf. Fátima Couto O.E. 17.10.2009 Benchmarking CEESIP Intervenção de Enfermagem para promover comportamentos de adaptação e melhorar níveis de adesão na Diabetes Mellitus tipo I em crianças e adolescentes. Enf. Esp. Carla Rocha Enf. Diana

Leia mais

Inteligência Emocional e Liderança

Inteligência Emocional e Liderança Inteligência Emocional e Liderança (no trabalho e na vida ) (Maio 2010) O QUE É QUE OS BONS LÍDERES FAZEM BEM? Comunicar uma visão de futuro Desencadear e gerir a mudança Planear e decidir com eficácia

Leia mais

AMAMENTAR protege dos maus-tratos da mãe à criança?

AMAMENTAR protege dos maus-tratos da mãe à criança? AMAMENTAR protege dos maus-tratos da mãe à criança? Cláudia Martins Cabido 1, Graça Rodrigues 2, Cristina Leite Pincho 3 1 Médica Interna de Formação Específica em Pedopsiquiatria, Área de Pedopsiquiatria

Leia mais

questionários de avaliação da satisfação CLIENTES, COLABORADORES, PARCEIROS

questionários de avaliação da satisfação CLIENTES, COLABORADORES, PARCEIROS questionários de avaliação da satisfação creche CLIENTES, COLABORADORES, PARCEIROS 2ª edição (revista) UNIÃO EUROPEIA Fundo Social Europeu Governo da República Portuguesa SEGURANÇA SOCIAL INSTITUTO DA

Leia mais

EESMO Carla de Medeiros EESMO Sandra Vilela Consulta de Obstetrícia

EESMO Carla de Medeiros EESMO Sandra Vilela Consulta de Obstetrícia Menina Grávida Gravidez na Adolescência EESMO Carla de Medeiros EESMO Sandra Vilela Consulta de Obstetrícia Conteúdos Breve caraterização da consulta O EESMO na Consulta Ser grávida adolescente Fatores

Leia mais

Desafios contemporâneos da clínica psicológica na promoção de saúde mental

Desafios contemporâneos da clínica psicológica na promoção de saúde mental Desafios contemporâneos da clínica psicológica na promoção de saúde mental Resumo Simpósio DESAFIOS CONTEMPORÂNEOS DA CLÍNICA PSICOLÓGICA NA PROMOÇÃO DE SAÚDE MENTAL. Neuza Cristina dos Santos Perez (Grupo

Leia mais

Como tornar a ansiedade nossa aliada?

Como tornar a ansiedade nossa aliada? Edifício do Colégio dos Jesuítas Rua do Castanheiro, Funchal E mail: servicoconsultapsicologica@uma.pt Workshop: 6 e 13 de Janeiro de 2010 Como tornar a ansiedade nossa aliada? A Ansiedade nos Exames *

Leia mais

Ter um/a namorado/a pode ser um acontecimento verdadeiramente excitante, mas também um pouco assustador.

Ter um/a namorado/a pode ser um acontecimento verdadeiramente excitante, mas também um pouco assustador. Violência no namoro Ter um/a namorado/a pode ser um acontecimento verdadeiramente excitante, mas também um pouco assustador. Poderão surgir algumas DÚVIDAS e PREOCUPAÇÕES: Será que ele/ela gosta mesmo

Leia mais

Receitas para a Escola e Família na. ou provocação? Orlanda Cruz

Receitas para a Escola e Família na. ou provocação? Orlanda Cruz Receitas para a Escola e Família na melhoria do processo educativo: verdade ou provocação? Orlanda Cruz Promovendo a Parentalidade Positiva Cruz Orlanda Parentalidade (positiva) Criar as condições (necessárias,

Leia mais

Uso de substâncias psicoativas em crianças e adolescentes

Uso de substâncias psicoativas em crianças e adolescentes Uso de substâncias psicoativas em crianças e adolescentes Alessandro Alves A pré-adolescência e a adolescência são fases de experimentação de diversos comportamentos. É nessa fase que acontece a construção

Leia mais

Espaço t Associação para o Apoio à Integração Social e Comunitária. Instituição Particular de Solidariedade Social

Espaço t Associação para o Apoio à Integração Social e Comunitária. Instituição Particular de Solidariedade Social Associação para o Apoio à Integração Social e Comunitária Instituição Particular de Solidariedade Social Missão O Espaço t Associação para Apoio à Integração Social e Comunitária, criada em 1994, é uma

Leia mais

Aspectos externos: contexto social, cultura, rede social, instituições (família, escola, igreja)

Aspectos externos: contexto social, cultura, rede social, instituições (família, escola, igreja) Lembretes e sugestões para orientar a prática da clínica ampliada e compartilhada Ampliar a clínica significa desviar o foco de intervenção da doença, para recolocá-lo no sujeito, portador de doenças,

Leia mais

AUTOVIOLÊNCIA. Dalila Santos Daniela Soares Colombi

AUTOVIOLÊNCIA. Dalila Santos Daniela Soares Colombi AUTOVIOLÊNCIA Dalila Santos Daniela Soares Colombi Automutilação Conceito: Comportamento autolesivo deliberado, causando dano tissular, com a intenção de provocar lesão não fatal para obter alívio de tensão.

Leia mais

RESOLUÇÃO DE CONFLITOS

RESOLUÇÃO DE CONFLITOS RESOLUÇÃO DE CONFLITOS Todas as relações interpessoais implicam duas pessoas distintas e únicas, pelo que é natural que possam ocorrer situações em que não se está de acordo, em que se têm opiniões e pontos

Leia mais

Conhece os teus Direitos. A caminho da tua Casa de Acolhimento. Guia de Acolhimento para Jovens dos 12 aos 18 anos

Conhece os teus Direitos. A caminho da tua Casa de Acolhimento. Guia de Acolhimento para Jovens dos 12 aos 18 anos Conhece os teus Direitos A caminho da tua Casa de Acolhimento Guia de Acolhimento para Jovens dos 12 aos 18 anos Dados Pessoais Nome: Apelido: Morada: Localidade: Código Postal - Telefone: Telemóvel: E

Leia mais

Investigação em Anatomia Patológica. Álcool e Jovens em Idade Escolar: Comportamentos e Conhecimentos Associados ao Consumo

Investigação em Anatomia Patológica. Álcool e Jovens em Idade Escolar: Comportamentos e Conhecimentos Associados ao Consumo de Janeiro de 2013 Instituto Politécnico de Lisboa Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa Investigação em Anatomia Patológica Álcool e Jovens em Idade Escolar: Comportamentos e Conhecimentos

Leia mais

O Conselho da Europa é uma organização internacional com 47 países membros. O seu trabalho afecta a vida de 150 milhões de crianças e jovens.

O Conselho da Europa é uma organização internacional com 47 países membros. O seu trabalho afecta a vida de 150 milhões de crianças e jovens. Os Serviços de Saúde Amigos das Crianças Crianças e Jovens: digam-nos o que pensam! O Conselho da Europa é uma organização internacional com 47 países membros. O seu trabalho afecta a vida de 150 milhões

Leia mais

GUARDA NACIONAL REPUBLICANA COMANDO DA ADMINISTRAÇÃO DOS RECURSOS INTERNOS DIRECÇÃO DE RECURSOS HUMANOS CENTRO DE PSICOLOGIA E INTERVENÇÃO SOCIAL

GUARDA NACIONAL REPUBLICANA COMANDO DA ADMINISTRAÇÃO DOS RECURSOS INTERNOS DIRECÇÃO DE RECURSOS HUMANOS CENTRO DE PSICOLOGIA E INTERVENÇÃO SOCIAL GUARDA NACIONAL REPUBLICANA COMANDO DA ADMINISTRAÇÃO DOS RECURSOS INTERNOS DIRECÇÃO DE RECURSOS HUMANOS CENTRO DE PSICOLOGIA E INTERVENÇÃO SOCIAL JUNHO 2013 ÍNDICE ÂMBITO... 3 INTRODUÇÃO... 4 COMO SE MANIFESTA

Leia mais

Sexualidade na infância Acção de Educação Parental

Sexualidade na infância Acção de Educação Parental Escola Básica 1º ciclo Prista Monteiro O que é a sexualidade? Sexualidade na infância Acção de Educação Parental A sexualidade tem uma vertente emocional, sendo um elemento essencial na formação da identidade

Leia mais

Uma nova vida para crianças desprotegidas

Uma nova vida para crianças desprotegidas Uma nova vida para crianças desprotegidas As Aldeias de Crianças SOS têm a sua origem na Áustria. O seu fundador Hermann Gmeiner conseguiu aplicar uma ideia fundamental e realizar um sonho: dar uma mãe,

Leia mais

Considerações em torno da competência social em jardim de infância e do papel do educador como gestor de emoções e de comportamento

Considerações em torno da competência social em jardim de infância e do papel do educador como gestor de emoções e de comportamento Considerações em torno da competência social em jardim de infância e do papel do educador como gestor de emoções e de comportamento O conceito de bem-estar tem sido estudado ao longo dos séculos através

Leia mais

EMENTAS DAS DISCIPLINAS

EMENTAS DAS DISCIPLINAS EMENTAS DAS DISCIPLINAS CURSO DE GRADUAÇÃO DE PSICOLOGIA Ementário/abordagem temática/bibliografia básica (3) e complementar (5) Morfofisiologia e Comportamento Humano Ementa: Estudo anátomo funcional

Leia mais

www.infanciaeadolescencia.com.br Ansiedade

www.infanciaeadolescencia.com.br Ansiedade www.infanciaeadolescencia.com.br Ansiedade Ansiedade, Medo e Fobias na infância e adolescência Ansiedade e medo são sinais de alerta similares disponibilizados pelo organismo para a prevenção de situações

Leia mais

A consulta do adolescente e jovem

A consulta do adolescente e jovem A consulta do adolescente e jovem Eloísa Grossman Maria Helena Ruzany Stella R. Taquette Enfoque interdisciplinar e multiprofissional da atenção. A entrevista particularidades e dificuldades. Ênfase em

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DA ALIANÇA TERAPÊUTICA NO ACOMPANHAMENTO PSICOLÓGICO DE ADOLESCENTES COM PATOLOGIAS LIMITE

A IMPORTÂNCIA DA ALIANÇA TERAPÊUTICA NO ACOMPANHAMENTO PSICOLÓGICO DE ADOLESCENTES COM PATOLOGIAS LIMITE A IMPORTÂNCIA DA ALIANÇA TERAPÊUTICA NO ACOMPANHAMENTO PSICOLÓGICO DE ADOLESCENTES COM PATOLOGIAS LIMITE Artigo sobre Dissertação de Mestrado em Aconselhamento Dinâmico (2007) Ana Cristina Ferreira da

Leia mais

PROMOÇÃO DA SAÚDE ESCOLAR. Anabela Martins. Bragança, de 20 setembro de 2014

PROMOÇÃO DA SAÚDE ESCOLAR. Anabela Martins. Bragança, de 20 setembro de 2014 PROMOÇÃO DA SAÚDE ESCOLAR Anabela Martins Bragança, de 20 setembro de 2014 PROMOÇÃO DA SAÚDE ESCOLAR Sumário Nota prévia Objetivos da Saúde Escolar Literacia em saúde Eixo estratégicos Exemplos de Boas

Leia mais

MISSÃO VISÃO. Lidamos com o contexto social em permanente mudança, procurando soluções inovadoras e criativas.

MISSÃO VISÃO. Lidamos com o contexto social em permanente mudança, procurando soluções inovadoras e criativas. MISSÃO Promover o desenvolvimento integral de cada pessoa, família, grupo ou organização, oferecendo um serviço de qualidade e contribuindo para gerar mudanças que proporcionem um maior nível de bem-estar.

Leia mais

EDUCAÇÃO PARA A SAÚDE NO ENSINO SECUNDÁRIO

EDUCAÇÃO PARA A SAÚDE NO ENSINO SECUNDÁRIO EDUCAÇÃO PARA A SAÚDE NO ENSINO SECUNDÁRIO ESCOLA BÁSICA E SECUNDÁRIA DE VELAS ANO LETIVO 2014 / 2015 ÍNDICE ÍNDICE... 1 EDUCAÇÃO PARA A SAÚDE NO ENSINO SECUNDÁRIO... 2 1. Legislação.... 2 2. Finalidades

Leia mais

Inteligência Emocional. A importância de ser emocionalmente inteligente

Inteligência Emocional. A importância de ser emocionalmente inteligente Inteligência Emocional A importância de ser emocionalmente inteligente Dulce Sabino, 2008 Conceito: Inteligência Emocional Capacidade de identificar os nossos próprios sentimentos e os dos outros, de nos

Leia mais

Fator emocional. Fertilidade Natural: Fator emocional CAPÍTULO 8

Fator emocional. Fertilidade Natural: Fator emocional CAPÍTULO 8 CAPÍTULO 8 Fator emocional O projeto comum de ter filhos, construir a própria família, constitui um momento existencial muito importante, tanto para o homem como para a mulher. A maternidade e a paternidade

Leia mais

José Costa Ramos UATLA 1

José Costa Ramos UATLA 1 A. INTRODUÇÃO 1. Objectivos 2. Conteúdos programáticos 3. Evolução do estudo do desenvolvimento B. CONCEITOS BÁSICOS 1. Períodos do ciclo de vida 2. Métodos e Modelos de Investigação José Costa Ramos UATLA

Leia mais

Ambientes de Trabalho Saudáveis e Produtividade. Samuel Antunes 25.11.15

Ambientes de Trabalho Saudáveis e Produtividade. Samuel Antunes 25.11.15 Ambientes de Trabalho Saudáveis e Produtividade Samuel Antunes 25.11.15 Local de Trabalho Saudável As Organizações que são lugares de trabalho saudáveis: Desenvolvem acções de promoção da saúde física

Leia mais

Copyright Medical Port 2015 PROGRAMA DE PERDA DE PESO!

Copyright Medical Port 2015 PROGRAMA DE PERDA DE PESO! PROGRAMA DE PERDA DE PESO Agenda O método holístico de Perda de Peso Apresentação do corpo clínico Diferentes programas de perda de peso Unidades de saúde O Método holístico de Perda de Peso The importance

Leia mais

Clientes em Acolhimento Familiar Adultos com Deficiências e Incapacidades e Pessoas Idosas

Clientes em Acolhimento Familiar Adultos com Deficiências e Incapacidades e Pessoas Idosas Introdução O desenvolvimento de um Sistema de Gestão da Qualidade aplicado aos serviços prestados pelas Respostas Sociais permite a melhoria do desempenho organizacional e da satisfação dos clientes. Tendo

Leia mais

AMBULATÓRIO DE ADOLESCENTES

AMBULATÓRIO DE ADOLESCENTES AMBULATÓRIO DE ADOLESCENTES Prof. Dr. Ronaldo Laranjeira Coordenação Geral Maria de Fátima Rato Padin/Dirce Maria Bengel de Paula Gestão em Tratamento e Coordenação de Projetos Histórico O ambulatório

Leia mais

TÍTULO: A nova lei do ruído. AUTORIA: Ricardo Pedro. PUBLICAÇÕES: TECNOMETAL n.º 166 (Setembro/Outubro de 2006) INTRODUÇÃO

TÍTULO: A nova lei do ruído. AUTORIA: Ricardo Pedro. PUBLICAÇÕES: TECNOMETAL n.º 166 (Setembro/Outubro de 2006) INTRODUÇÃO TÍTULO: A nova lei do ruído AUTORIA: Ricardo Pedro PUBLICAÇÕES: TECNOMETAL n.º 166 (Setembro/Outubro de 2006) INTRODUÇÃO Foi publicado no passado dia 6 de Setembro o Decreto-Lei n.º 182/2006 que transpõe

Leia mais

HOSPITAL DO ARCEBISPO JOÃO CRISÓSTOMO UNIDADE DE CONVALESCENÇA

HOSPITAL DO ARCEBISPO JOÃO CRISÓSTOMO UNIDADE DE CONVALESCENÇA HOSPITAL DO ARCEBISPO JOÃO CRISÓSTOMO UNIDADE DE CONVALESCENÇA PROJECTO DE MELHORIA CONTÍNUA SABER CUIDAR UM DIREITO CANTANHEDE, Janeiro de 2011 HOSPITAL DO ARCEBISPO JOÃO CRISÓSTOMO UNIDADE DE CONVALESCENÇA

Leia mais

Disciplina de Oferta Complementar. Formação Pessoal e Social

Disciplina de Oferta Complementar. Formação Pessoal e Social Disciplina de Oferta Complementar Formação Pessoal e Social Promover a cidadania Aprender a viver no mundo que nos rodeia Mod. AEVPA - Conselho Pedagógico Página 1 de 11 Disciplina de Oferta Complementar

Leia mais

9º Curso Pós-Graduado NEDO 2010. Imagem Corporal no Envelhecimento. Maria João Sousa e Brito

9º Curso Pós-Graduado NEDO 2010. Imagem Corporal no Envelhecimento. Maria João Sousa e Brito 9º Curso Pós-Graduado NEDO 2010 Imagem Corporal no Envelhecimento Maria João Sousa e Brito Envelhecimento Envelhecer não é difícil difícil é ser-se velho Goethe O prolongamento da vida coloca novos cenários,

Leia mais

TRAUMA PSÍQUICO ORIENTAÇÕES GERAIS AOS MÉDICOS NÚCLEO DE ESTUDOS E TRATAMENTO DO TRAUMA (NET-TRAUMA)

TRAUMA PSÍQUICO ORIENTAÇÕES GERAIS AOS MÉDICOS NÚCLEO DE ESTUDOS E TRATAMENTO DO TRAUMA (NET-TRAUMA) TRAUMA PSÍQUICO ORIENTAÇÕES GERAIS AOS MÉDICOS NÚCLEO DE ESTUDOS E TRATAMENTO DO TRAUMA (NET-TRAUMA) SERVIÇO DE PSIQUIATRIA HOSPITAL DE CLÍNICAS DE PORTO ALEGRE (HCPA) DEPARTAMENTO DE PSIQUIATRIA UNIVERSIDADE

Leia mais

CONSUMO DE ÁLCOOL & ESTUDANTES UNIVERSITÁRIOS

CONSUMO DE ÁLCOOL & ESTUDANTES UNIVERSITÁRIOS CONSUMO DE ÁLCOOL & ESTUDANTES UNIVERSITÁRIOS O álcool é a «droga recreativa» mais utilizada em contexto universitário. Estudos recentes revelam que mais de metade dos estudantes universitários tiveram,

Leia mais