TERMO DE REFERÊNCIA PA.01/2013

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1 TERMO DE REFERÊNCIA CONTRATAÇÃO DE EMPRESA ESPECIALIZADA PARA ELABORAÇÃO DO PLANO MUNICIPAL DE GESTÃO INTEGRADO DE SANEAMENTO BÁSICO CONTENDO SISTEMA DE ABASTECIMENTO DE AGUA POTAVEL, ESGOTAMENTO SANITARIO, DRENAGEM, MANEJO DAS AGUAS PLUVIAIS, LIMPEZA URBANA E MANEJO DE RESIDUOS SOLIDOS DO MUNICÍPIO DE XXXX, ESTADO DO ESPÍRITO SANTO. PA.01/2013

2 SUMÁRIO 1 OBJETO OBJETIVO DEFINIÇÕES LEGISLAÇÃO DOCUMENTO PARA CONSULTA ÁREA ABRANGIDA DESCRIÇÃO DOS SERVIÇOS A SEREM EXECUTADOS Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos PGRS Identificação da Contratante Identificação da Contratada Levantamento da Legislação Ambiental Elaboração de Diagnóstico e Estudo das Alternativas que Nortearão o PGRS Elaboração do Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos de Todo o Território do Município Plano de Emergência/Contingência Cronograma de Implementação e Avaliação do PGRS SERVIÇOS COMPLEMENTARES Manuais de Procedimentos Manual de Gerenciamento de Resíduos Sólidos Termos de Referência Metodologia para Rateio de Custos CAPACITAÇÃO TÉCNICA EXIGIDA Equipe Técnica Mínima Anotação de Responsabilidade Técnica do CREA SISTEMÁTICA PARA EXECUÇÃO DOS SERVIÇOS Plano de Trabalho Início dos Trabalhos Reuniões Relatórios e Registros... 22

3 9.5 Forma de Apresentação dos Resultados Aprovação dos Serviços Pagamento OBRIGAÇÕES DA CONTRATADA MATERIAIS, EQUIPAMENTOS E MÁQUINAS PRAZO VISITA DE AVALIAÇÃO DO LOCAL DO SERVIÇO DEFINIÇÕES

4 conceitos e abreviaturas: Foram utilizados neste documento os seguintes CONTRATANTE: CONSÓRCIO DO CAPARAÓ. CONTRATADA: Pessoa jurídica contratada para a prestação dos serviços objeto do termo. PROPONENTE: Pessoa jurídica participante do processo licitatório. LEGISLAÇÃO Leis LEI FEDERAL Nº 6.938, de 31 de agosto de 1981 Dispõe sobre a Política Nacional do Meio Ambiente, seus fins e mecanismos de formulação e aplicação, e dá outras providências; LEI FEDERAL Nº , de 5 de janeiro de Estabelece diretrizes nacionais para o saneamento básico; altera as Leis nos 6.766, de 19 de dezembro de 1979, 8.036, de 11 de maio de 1990, 8.666, de 21 de junho de 1993, 8.987, de 13 de fevereiro de 1995; revoga a Lei no 6.528, de 11 de maio de 1978; e dá outras providências. LEI FEDERAL Nº , de 2 de agosto de Institui a Política Nacional de Resíduos Sólidos; altera a Lei no 9.605, de 12 de fevereiro de 1998; e dá outras providências; DECRETO FEDERAL Nº 7.404, de 23 de dezembro de Regulamenta a Lei no , de 2 de agosto de 2010, que institui a Política Nacional de Resíduos Sólidos, cria o Comitê Interministerial da Política Nacional de Resíduos Sólidos e o Comitê Orientador para a Implantação dos Sistemas de Logística Reversa, e dá outras providências; DECRETO FEDERAL Nº 5.940, de 25 de outubro de Institui a separação dos resíduos recicláveis descartados pelos órgãos e entidades da administração pública federal direta e indireta, na fonte geradora, e a sua destinação às associações e cooperativas dos catadores de materiais recicláveis, e dá outras providências;

5 LEI ESTADUAL N.º LEI Nº 9.264, de 16 de julho de Institui a Política Estadual de Resíduos Sólidos e dá outras providências correlatas. LEI ESTADUAL Nº LEI Nº 9.265, de 16 de julho de Institui a Política Estadual de Educação Ambiental e dá outras providências.. LEI n.º 8666 de 21 de junho de Institui normas para licitações e contratos da Administração Pública. LEI nº 9974, de 06 de Junho de Dispõe sobre a Destinação Final dos Resíduos e Embalagens de Agrotóxicos; LEI n.º de 12/02/98 - Dispõe sobre as sanções penais e administrativas derivadas de condutas e atividades lesivas ao meio ambiente; RESOLUÇÃO da Diretoria Colegiada ANVISA Nº 306, de 07 de dezembro de Dispõe sobre o Regulamento Técnico para o gerenciamento de resíduos de serviços de saúde; ABNT NBR Resíduos Sólidos - Classificação. NBR Lixiviação de Resíduos. NBR Solubilização de Resíduos. NBR Amostragem de Resíduos. NBR Líquidos Livres - Verificação em Amostra de Resíduo. NBR e Sacos plásticos para acondicionamento de lixo - classificação e especificação. NBR Apresentação de Projetos de Aterros de Resíduos Industriais Perigosos. NBR Apresentação de Projetos de Aterros Sanitários de Resíduos Sólidos Urbanos. NBR Aterros de Resíduos Perigosos - Critérios para Projeto, Construção e Operação. NBR Aterros de Resíduos Não Perigosos - Critérios para Projeto, Implantação e Operação. NBR Armazenamento de Resíduos. NBR Requisitos exigíveis para projeto, implantação e operação de áreas de transbordo e triagem de resíduos da construção civil e resíduos volumosos.

6 NBR armazenamento de resíduos sólidos perigosos; NBR símbolos de risco e manuseio para o transporte e armazenamento de materiais; NBR Envelope para Transporte de Cargas Perigosas - Dimensões e Utilizações. NBR Incineração de Resíduos Sólidos Perigosos - Padrões de Desempenho (antiga NB 1265) NBR Tratamento no Solo (Landfarming) NBR 98 - Armazenamento e Manuseio de Líquidos Inflamáveis e Combustíveis NBR Armazenamento de Petróleo e seus Derivados Líquidos e Álcool Carburante. NBR Armazenamento de Resíduos Sólidos Perigosos (antiga NB-1183) NBR Armazenamento de Resíduos Classe II - Não Inertes e III - Inertes (Antiga NB-1264) NBR Resíduos de Serviços de Saúde - Terminologia NBR Resíduos de Serviços de Saúde - Classificação NBR Manuseio de Resíduos de Serviços de Saúde - Procedimento NBR Coleta de Resíduos de Serviços de Saúde Procedimento NBR Coletores para resíduos de saúde; NBR Transporte de Resíduos NBR Símbolos de Risco e Manuseio para o Transporte e Armazenagem de Materiais Simbologia. NBR Transporte de Cargas Perigosas - Terminologia NBR Transporte de Cargas Perigosas - Classificação NBR Ficha de Emergência para o Transporte de Cargas Perigosas CONAMA Resolução n. º 5-5/08/93; Resolução n. º ; Resolução n. º ; Resolução n. º ; Resolução n. º ; Resolução n. º ;

7 Resolução n. º 275 DE 25 DE ABRIL 2001 Resolução n. º 316, DE 29 DE OUTUBRO DE 2002 Resolução n. º 362, de 23 de junho de 2005 Resolução n. º 416, DE 30 DE SETEMBRO DE 2009 Normas do CNEM NE 3.01 Diretrizes básicas de radio proteção; NE 5.01 Transporte de material radioativo. Agência Nacional do Petróleo Portaria nº 125 de 30 de julho de 1999 Coleta e destinação final de óleo lubrificante usado ou contaminado; Portaria nº 127 de 30 de julho de 1999 Regulamenta a atividade de coleta de óleo lubrificante usado ou contaminado. Outras Todas demais normas aplicáveis. DOCUMENTO PARA CONSULTA O Consórcio do Caparaó disponibilizará para consulta o arquivo digital da última versão do Diagnóstico da Produção de Lixo dos Municípios da Região. É atribuição da Contratada a verificação da pertinência dessa documentação frente às eventuais alterações de normas e legislações em geral. IDENTIFICAÇÃO DA CONTRATANTE do gerenciamento de resíduos, tais como: Devem constar informações gerais do Município e a) CNPJ, razão social, nome de fantasia e outros registros legais da contratante; b) Endereço e CEP;

8 c) Dados dos representantes legais e pessoas de contato, como nome, cargo, telefone e fax; d) Autorização de Funcionamento de Empresa - AFE, para as empresas que atuam na prestação de serviços relacionados ao manejo de resíduos sólidos IDENTIFICAÇÃO DA CONTRATADA tais como: Devem constar informações gerais da contratada, a) CNPJ, razão social, nome fantasia e outros registros legais da contratada; b) Endereço e CEP; c) Dados dos representantes legais, como nome, cargo, telefone e fax; d) Responsáveis técnicos pelo PGRS, formação de nível superior e registros em conselho profissional; e) N da ART s dos Responsável(is) Técnico(s). INTRODUÇÃO O presente Termo de Referência estabelece as diretrizes para elaboração do Plano Municipal de Gestão Integrada de Saneamento Básico do Município de xxxxx (PMGISB-PMx). Estas diretrizes estão em consonância com a Lei Nacional de Saneamento Básico nº /07, Decreto Regulador Nº de 21 de junho de 2010 que estabelece as diretrizes nacionais para o saneamento básico e para a política federal de saneamento básico, e Lei nº , de 02 de agosto de 2010, Decreto Regulador nº 7.404, de 23 de dezembro de 2010 que institui a Política Nacional de Resíduos Sólidos, dispondo sobre seus princípios, objetivos e instrumentos, bem como sobre as diretrizes relativas à Gestão Integrada e ao Gerenciamento de Resíduos Sólidos, incluídos os perigosos, às responsabilidades dos

9 geradores e do poder público e aos instrumentos econômicos aplicáveis, bem como outras legislações correlatas. Ao final dos trabalhos, os documentos produzidos deverão apresentar os princípios, as diretrizes municipais, os programas e ações a serem implementadas, o equacionamento econômico-financeiro para as ações necessárias, além de mecanismos de avaliação sistemática da eficiência e eficácia das ações programadas, com a criação de indicadores: sanitários, epidemiológicos, ambientais e socioeconômicos. Área de intervenção: município de xxxxx-es. A abrangência da intervenção será a área total do O Plano deverá ser compatível com os planos regionais e municipais existentes e deve ser elaborado com horizonte de 20 (vinte) anos, avaliado anualmente e revisado a cada 4 (quatro) anos, preferencialmente em períodos coincidente com os de vigência dos planos plurianuais. Para o Plano deverá ser realizado um diagnóstico abrangente, de acordo com os principais itens listados a seguir e outros descritos na seqüência deste Termo de Referência: Localização e limites, municipais e regionais; Demografia, incluindo população histórica e atual, e sua caracterização; Topografia; Geologia; Clima; Hidrologia (Bacias de drenagem, corpos d água, chuvas intensas, etc.); Vegetação; Uso e ocupação do solo, vetores de crescimento, projeção populacional e densidades atuais e futuras; Legislação pertinente;

10 Sistema de abastecimento de água, incluindo a proximidade da tomada de água; Sistema de esgotamento sanitário; incluindo ganhos e perdas ambientais com a Implantação do sistema; Sistema de drenagem; Sistema de coleta e disposição de resíduos sólidos. Este diagnóstico deverá estar em conformidade com os estudos do Plano Diretor Participativo, aprovado pelo Município, e demais planos regionais. O conteúdo básico do PISB deve incorporar, entre outros: o uso de tecnologia apropriada e economicamente viável, de modo compatível com os respectivos planos plurianuais, os aspectos técnicos de engenharia, e os aspectos sociais e ambientais desejáveis. O desenvolvimento do plano deverá estar embasado em um desenho realista, levando sempre em conta as especificidades da realidade local. Deverá atender aos seguintes princípios básicos: Simplicidade nas soluções a serem adotadas; Desenho urbano compatível com a realidade local; Uso de tecnologias adequadas; Minimização de realocações e reassentamentos. Ainda, a Contratada deverá elaborar metodologia que norteará a realização dos serviços, considerando-se os seguintes aspectos: Articulação do planejamento municipal, com o planejamento e ações de órgãos regionais, estaduais e setoriais. Deverão ser enfatizadas nas proposições as alternativas para garantir a sustentabilidade da infra-estrutura implantada e dos serviços criados. Entendendo-se por alternativas para sustentabilidade, propostas para gestão e

11 recuperação de custos de operação e manutenção dos serviços e intervenções, de forma a compatibilizar objetivos econômicos, sociais e ambientais; A complexidade da questão urbana e ambiental deverá ser tratada considerando a multiplicidade de agentes envolvidos em ações que visem promover o desenvolvimento integrado, e a exigência de equipes multidisciplinares, soluções inovadoras e visão integradora no trato das ações e intervenções propostas. OBJETO Contratação de serviço técnico especializado para elaboração de Plano Integrado de Saneamento Básico para o município de XXXX, estado do Espírito Santo e serviços Complementares, em conformidade com a legislação sanitária e ambiental pertinente. OBJETIVOS Geral Estabelecer um planejamento Integrado de Saneamento Básico do Município de xxxxxx tornando um dos instrumentos do desenvolvimento municipal sustentável, atendendo aos princípios da política nacional, por meio de uma gestão participativa, voltado para o aumento das condições de salubridade de sua população e, conseqüentemente, da qualidade de vida de seus habitantes. Específicos

12 I) Contribuir para o desenvolvimento nacional, a redução das desigualdades regionais, a geração de emprego e de renda e a inclusão social; II) Proporcionar condições adequadas de salubridade ambiental às populações rurais e de pequenos núcleos urbanos isolados; III) Proteção da saúde pública e da qualidade ambiental; IV) Redução do volume e da periculosidade dos resíduos perigosos; V) Articulação entre as diferentes esferas do poder público, e destas com o setor Empresarial e o terceiro setor, com vistas à cooperação técnica e financeira para a gestão integrada de resíduos sólidos; VI) Incentivar a adoção de mecanismos de planejamento, regulação e fiscalização da prestação dos serviços de saneamento básico; VII) Promover alternativas de gestão que viabilizem a auto-sustentação econômica e financeira dos serviços de saneamento básico, com ênfase na cooperação federativa; VIII) Capacitação técnica continuada na área de resíduos sólidos; IX) Regularidade, continuidade, funcionalidade e universalização da prestação dos serviços públicos de limpeza urbana e de manejo de resíduos sólidos, com adoção de mecanismos gerenciais e econômicos que assegurem a recuperação dos custos dos serviços prestados, como forma de garantir sua sustentabilidade operacional e financeira, observada a Lei Federal nº , de 2007 e a lei , de 2010; X) Prioridade, nas aquisições e contratações governamentais, para: a) Produtos reciclados e recicláveis;

13 b) Bens, serviços e obras que considerem critérios compatíveis com padrões de consumo social e ambientalmente sustentáveis; XI) Promover o desenvolvimento institucional do saneamento básico, estabelecendo meios para a unidade e articulação das ações dos diferentes agentes, bem como do desenvolvimento de sua organização, capacidade técnica, gerencial, financeira e de recursos humanos contemplados as especificidades locais; XII) Estimular a adoção de alternativas de melhorias nos serviços de saneamento considerando a realidade local, tendo em vista a qualidade de vida e ambiental; XIII) Planejar a ampliação progressiva do acesso dos cidadãos e localidades de baixa renda aos serviços de saneamento básico, considerando aspectos ambientais, sociais e viabilidade técnica e econômico-financeira; XIV) Propor ações que visam a não geração, redução, reutilização, reciclagem e tratamento dos resíduos sólidos, bem como disposição final ambientalmente adequada dos rejeitos; XV) Incentivo ao desenvolvimento de sistemas de gestão ambiental e empresarial voltados para a melhoria dos processos produtivos e ao reaproveitamento dos resíduos sólidos, incluídos a recuperação e o aproveitamento energético; XVI) Estímulo à rotulagem ambiental e ao consumo sustentável. XVII) Integração dos catadores de materiais reutilizáveis e recicláveis nas ações que envolvam a responsabilidade compartilhada pelo ciclo de vida dos produtos; XVIII) Fomentar e auxiliar a formação de cooperativas e/ou associações priorizando a participação dos catadores de materiais recicláveis, nos processos de coleta seletiva e de logística reversa;

14 XIX) Incentivo à indústria da reciclagem, tendo em vista fomentar o uso de matérias primas e insumos derivados de materiais recicláveis e reciclados; XX) Incentivar o reaproveitamento criativo dos materiais, tendo em vista a educação ambiental ou o incremento da economia criativa. XXI) Buscar mecanismos que visem à sustentabilidade dos serviços de drenagem e manejo das águas pluviais; XXII) Garantir o controle social com a inserção de mecanismos de participação popular e de instrumentos institucionalizados para regulação e fiscalização da prestação de serviços; XXIII) Estabelecer mecanismos que garantam a preservação e manutenção de mananciais de abastecimento, assim como água em quantidade e qualidade adequada para o abastecimento público das presentes e futuras gerações; XXIV) Propor medidas de controle para emergências e contingências; XXV) Garantir a ampliação do sistema de esgotamento sanitário adotando práticas adequadas para tratamento do esgoto gerado, sem causar prejuízos ao meio ambiente e saúde pública; XXVI) Buscar a uniformização dos bancos de dados do Município, Comitês de Bacias Hidrográficas e Consórcios, possibilitando a a doção da bacia hidrográfica como unidade de referência para o planejamento de suas ações;

15 XXVII) Estimular o fortalecimento institucional para implantação das ações e monitoramento do PISB, tendo em vista a prestação de serviços de saneamento eficientes. XXVIII) Propor, com base nos diagnósticos efetuados, a elaboração e implementação de Programa Municipal de Educação Ambiental. PRINCÍPIOS PARA A ELABORAÇÃO DO PMISB I) Integração dos diferentes componentes da área de Saneamento Básico e outras que se fizerem pertinentes; II) Controle social, através de mecanismos e procedimentos que garantam à sociedade informações, representações técnicas e participações nos processos de formulação de políticas, de planejamento e de avaliação relacionados aos serviços públicos de saneamento básico; III) Proteção ambiental e a saúde pública; IV) Universalização do atendimento, buscando eqüidade social e territorial; V) Sustentabilidade e eficiência; VI) Adequação às peculiaridades locais e regionais; VII) Articulação com políticas de desenvolvimento urbano e regional, de habitação, de combate à pobreza e de sua erradicação, de proteção ambiental, de promoção da saúde e outras voltadas à melhoria de qualidade de vida; VIII) Transparência das ações; IX) Segurança, qualidade e regularidade.

16 METODOLOGIA DE ELABORAÇÃO DO PISB 1.1. A elaboração do Plano Integrado de Saneamento Básico- PISB - baseia-se na Lei Federal nº de 5 de janeiro de 2007 e , de Inicialmente serão constituídos dois grupos de trabalho: o Executivo e o Consultivo. Posteriormente, passa-se ao desenvolvimento das fases do PISB O Plano deve refletir as necessidades e anseios da população local, devendo, para tanto, resultar de planejamento democrático e participativo, para que o mesmo atinja sua função social. Para isso, é de responsabilidade do Município (Grupo Executivo e Consultivo) a realização da mobilização social durante a elaboração do PMGISB. 2. CONSTITUIÇÃO DOS GRUPOS DE TRABALHO 2.1. O Município deve constituir, através de decreto, os grupos de trabalho Executivo e Consultivo. O processo de construção do PISB estará sob a coordenação do Grupo Executivo, com o apoio do Grupo Consultivo e assessoria da Equipe Técnica da Empresa de CONTRATADA Grupo Executivo a. Composição: deve ser formado por consultores e técnicos da área de Saneamento e das Secretarias Municipais que tenham interfaces com saneamento (Meio Ambiente, Obras, Assistência Social, Saúde, Educação). b. Responsabilidades do Grupo Executivo: I) Colaborar para a construção do Plano, com assessoria da equipe técnica da CONTRATADA e apoio do Grupo Consultivo, fornecer informações e dados, acompanhar, analisar e auxiliar na elaboração dos estudos e propostas, mobilizar, realizar, participar

17 registrando em (ata, lista de presença e registro fotográfico) as reuniões técnicas e de mobilização social. II) Deverá ainda, em especial, colaborar com a organização dos eventos, contribuir com a promoção a divulgação dos mesmos e apoiar na infra-estrutura. III) Os produtos entregues pela CONTRATADA devem ser analisados por este grupo, o qual também poderá sugerir complementações com informações adicionais fornecidas. IV) A mobilização e divulgação das etapas preliminares a elaboração do PMGISB, dentre outras que forem necessárias e aprovadas pelo Grupo Executivo, serão de responsabilidade do Município Grupo Consultivo a. Composição: formado por representantes (autoridades e/ou técnicos) das instituições do Poder Público Municipal, Estadual e Federal relacionadas com o saneamento básico, além de membros dos Conselhos Municipais e representantes de organizações da Sociedade Civil. b. Responsabilidades do Grupo Consultivo: Deverá acompanhar todo o processo contribuindo com os trabalhos realizados pela CONTRATADA nas diferentes fases, colaborando no processo de construção do PMGISB e sugerindo alternativas CONTRATADA Tem a função de elaboração do PMGISB, dos diagnósticos, da elaboração das proposições, relatórios intermediários e volume final do PMGISB, bem como promover a capacitação dos grupos de trabalho a respeito das fases do Plano e participar de discussões técnicas. 3. FASES DO PMSB O PMGISB deverá ser desenvolvido de acordo com as seguintes fases:

18 FASE I FASE II FASE III FASE IV FASE V FASE VI FASE VII Plano de Trabalho e Plano de Mobilização Social; Diagnósticos da situação do saneamento; Sistema de Informações Geográficas (SIG) do saneamento; Objetivos, metas e ações (OMA); Ações para emergências e contingências; Mecanismos e procedimentos para avaliação sistemática das ações programadas e Institucionalização do PMGISB; Relatório do Processo de Participação da Sociedade e Volume Final FASE I - Plano de Trabalho e Plano de Mobilização Social Plano de Trabalho - O primeiro trabalho da CONTRATADA é desenvolver com o auxílio do Grupo Executivo o Plano de Trabalho, contendo: metodologia geral de construção do PMGISB, atividades necessárias para cumprir os objetivos de cada fase de elaboração do Plano, cronograma das fases, participação da sociedade e a definição das responsabilidades de todos agentes envolvidos no processo Plano de Mobilização Social - A participação da população é fundamental para garantir a co-responsabilidade entre órgão público e comunidade. Durante o desenvolvimento do trabalho a participação deve configurar como meta a ser alcançada e mantida, estimulada durante todo o processo através de estratégias adequadas para consultas públicas, como a realização de conferências durante a elaboração do PMGISB. Além da atuação efetiva dos grupos de trabalho constituídos (Executivo e Consultivo), a participação da sociedade no processo de elaboração do Plano ocorrerá através da mobilização social desenvolvida pelo Grupo Executivo e, no mínimo, duas Conferências Públicas. Estas conferências ocorrerão em duas situações diferentes.

19 A primeira contemplará a apresentação do diagnóstico do saneamento no Município e das atividades realizadas até o momento. A segunda será realizada para apresentação do resultado final do trabalho. A CONTRATADA fornecerá roteiro básico para o plano de mobilização social. O Município, através do Grupo Executivo, deverá desenvolver e executar este plano de mobilização, bem como todas as atividades pertinentes, cabendo todas as despesas com as atividades de mobilização e sistemas de divulgação ao Município. A mobilização social tem como objetivos: I) Divulgar a elaboração do Plano de Saneamento Básico para o Município; II) Envolver a população na discussão das potencialidades e dos problemas de saneamento básico no Município e suas implicações na qualidade de vida; III) Sensibilizar a comunidade para participação das atividades referentes ao PMGISB; IV) Sensibilizar a sociedade para a responsabilidade coletiva na preservação e conservação ambiental; V) Estimular os diversos atores sociais a participarem do processo de gestão ambiental; VI) Levantar diretrizes e propostas para soluções de problemas locais, através da manifestação popular, a serem consideradas na construção dos diagnósticos e propostas do plano. Para que haja a gestão participativa, é indispensável que os vários atores sociais sejam envolvidos durante a elaboração do Plano, identificando e sistematizando os interesses múltiplos, algumas vezes conflitantes. Além disso, a participação social permite obter informações que usualmente não estão

20 disponíveis nas fontes convencionais de consulta e que, por meio de técnicas especiais e de profissionais experientes, podem ser incorporadas ao Plano. O processo de mobilização deve ser definido da forma mais adequada à realidade do Município. Para isso, poderão ser realizados encontros participativos variados, como conferências, seminários, consultas públicas e/ou reuniões técnicas para discussão de problemas e soluções relativas ao saneamento básico. Os eventos da mobilização social deverão ser fotografados e registrados em ata, com lista de presença dos participantes, sendo estas atividades de responsabilidade do Grupo Executivo. Os registros, informações e dados ou propostas pertinentes resultantes do processo de mobilização social deverão ser sistematizados pelo Grupo Executivo e entregues à CONTRATADA para a inclusão nos OMA, processo participativo e/ou no diagnóstico, quando necessário. A partir daí, será elaborado o Relatório do Processo de Participação da Sociedade durante a construção do Plano de Saneamento e será parte integrante do Volume Final. Nesta fase será entregue o Produto 01: Plano de Trabalho e roteiro para elaboração do Plano de Mobilização Social FASE II - Diagnóstico da situação do saneamento A elaboração do diagnóstico deverá utilizar sistemas de indicadores sanitários, epidemiológicos, ambientais e socioeconômicos, apontando as causas das deficiências dos serviços de saneamento básico e seus impactos nas condições de vida da população. O diagnóstico dos serviços públicos de saneamento básico englobará as zonas urbana e rural e será elaborado com base nas informações bibliográficas, dados coletados pela CONTRATADA nos órgãos e secretarias pertinentes

21 e visitas aos órgãos responsáveis pelos serviços públicos de saneamento básico. Nestas visitas deverão ser realizadas entrevistas com os técnicos responsáveis pela operação dos serviços de abastecimento de água, esgotamento sanitário, limpeza pública e manejo de resíduos sólidos e de drenagem e manejo de águas pluviais. A base cartográfica a ser adotada para detalhamento do plano será fornecida pelo Município, bem como todas as informações de que é detentora ou de que possa ter acesso. O município que não tiver disponível, no ato da elaboração do PMGISB, informações e dados atualizados, poderá utilizar-se de estimativas com base em dados regionais. O diagnóstico conterá entre outros: I) Caracterização geral do Município; II) Fundamentação Legal; III) Aspectos relevantes para avaliação do saneamento (saúde, social, econômico, ambiental); IV) Caracterização, descrição, análise e avaliação dos serviços públicos de saneamento básico: abastecimento de água; esgotamento sanitário; limpeza urbana e manejo de resíduos sólidos; drenagem e manejo de águas pluviais; V) Sistematização das informações: a metodologia a ser adotada para sistematização das informações em cada setor do saneamento básico será a CDP - Condicionantes, Deficiências e Potencialidades, que classificará os principais dados diagnosticados em três categorias.

22 VI) Levantamento dos programas e ações de educação ambiental caracterizando as iniciativas em curso, identificando as instancia de governo e social que podem ter papel importante neste tema. Indicando inclusive, para auxiliar o planejamento de ações nessa direção o numero de equipes que estão atuando em programas de saúde da família e programas de agentes comunitários de saúde, além dos envolvidos em controles de endemias, vigilância sanitária e ambiental. Este estudo deve considerar e adotar, quando possível, os elementos dos planos diretores municipais e as normas das prefeituras na área de abrangência do PMGISB. Este diagnóstico deverá contemplar basicamente, as seguintes atividades para cada setor: Abastecimento de água I) Análise crítica do plano diretor de abastecimento de água do Município, quando houver; II) Descrição do sistema de abastecimento de água do Município, englobando textos, mapas, fotografias e tabelas que permitam a caracterização do sistema; III) Avaliação da situação atual do sistema de abastecimento de água do Município, incluindo todas as estruturas integrantes, desde a captação, tratamento, reservação e a distribuição; IV) Número de ligações, economias e volume consumido por categoria; V) Caracterização da cobertura do serviço, capacidade do sistema, consumo e demanda; VI) Caracterização e diagnóstico do prestador de serviços Esgotamento sanitário I) Análise crítica do plano diretor de esgotamento sanitário, quando houver;

23 II) Descrição do sistema de esgotamento sanitário englobando textos, mapas, fotografias e tabelas que permitam a caracterização do sistema; III) Avaliação da situação atual do sistema de esgotamento sanitário (Rural e Urbano), incluindo todas as estruturas integrantes, desde a coleta, tratamento até a disposição final; IV) Caracterização e índice da cobertura dos serviços, geração de esgoto e capacidade do sistema; V) Caracterização e diagnóstico de prestador de serviços. 4. Diagnóstico do Sistema de Limpeza Urbana e Manejo dos Resíduos Sólidos: Um dos enfoques importantes no diagnóstico dos resíduos sólidos, diz respeito aos aspectos sociais relacionados ao seu manejo, seja sob o ponto de vista econômico (catação) ou sob o ponto de vista ambiental (reciclagem). Na listagem abaixo seguem as informações mínimas necessárias a serem obtidas: I) Caracterização dos resíduos sólidos do Município baseada em dados secundários, desde que atualizados, e informações fornecidas pelo Município e prestadores de serviço; II) Avaliação da limpeza urbana e manejo de resíduos sólidos, compreendendo conjunto de atividades, infra-estruturas e instalações operacionais de coleta, transporte, transbordo, tratamento e destino final do lixo doméstico e do lixo originário da varrição e limpeza de logradouros e vias públicas, englobando textos, mapas, fotografias e tabelas que permitam a caracterização do sistema; III) Cobertura dos serviços públicos e identificação dos principais problemas ambientais; IV) Descrição da situação atual dos locais de destinação final dos resíduos; V) Identificação da forma da coleta seletiva (quando existir), se cooperativas, associações e carrinheiros ou outros, caracterizando-os.

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