Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão

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1 Acción de Violencia de Género de EUROsocial II Políticas públicas integrales para la erradicación de la violencia de género: el rol del sector justicia Antigua - Guatemala 07 a 10 de julho de 2014

2 La violencia contra la mujer es quizás la más vergonzosa violación de los derechos humanos. No conoce límites geográficos, culturales o de riquezas. Mientras continúe, no podremos afirmar que hemos realmente avanzado hacia la igualdad, el desarrollo y la paz. Kofi Annan, Secretário Geral das Nações Unidas, Sessão Extraordinária da Assembleia Geral das Nações Unidas Mulher 2000: Igualdade entre os Sexos, Desenvolvimento e Paz no Século XXI, Nova Iorque, 5 9 de Junho

3 La participación de cada institución en la definición ey ejecución de la política nacional de lucha contra la violência de género A participação do setor da Justiça Decisões judiciais emblemáticas

4 Histórico Introdução do conceito de gênero (década de 70): as determinantes dos respectivos comportamentos, as causas das distribuições diferenciais de tarefas ou de poder na sociedade resultariam da cultura e não da natureza (determinantes biológicos). Outrora, no julgamento de crimes passionais cometidos por homens contra mulheres, o Poder Judiciário demonstrou lidar com as mulheres que fugiam ao padrão feminino de comportamento cultivado pela sociedade da época absolvendo seus agressores (sob argumento de ação em defesa da honra). Mulher: duplamente vítima, primeiro de seu companheiro, segundo do Judiciário. A superioriedade hierárquica do gênero masculino e, em conseqüência, uma inferiorização do gênero feminino se revelaria passível de mudança, por ser produto da sociedade.

5 Avanços Muito se avançou. De fato, não há como pensar a realidade jurídica brasileira isolada do caminho traçado pelos direitos humanos das mulheres (alcançado em conferências internacionais) que deu origem a uma Constituição da República Federativa do Brasil do ano de 1988, texto normativo que afirmou a existência de uma igualdade formal e material entre homens e mulheres.

6 Instrumentos institucionais de Direitos tutela do Cidadão Procuradoria Federal dos Importantes instrumentos internacionais na construção dos direitos humanos da mulher ora em destaque: Em 1979, a CEDAW (Convenção sobre a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação contra a mulher) na qual foi bem retratado o esforço e interesse dos Estados signatários em modificar os padrões sociais e culturais de conduta dos homens e mulheres, buscando eliminar os preconceitos e práticas consuetudinárias reproduzidas com base na idéia da inferioridade ou superioridade dos sexos feminino ou masculino.

7 Instrumentos internacionais de Direitos tutela do Cidadão Procuradoria Federal dos No Plano Regional, em 1995, merece importante destaque a Convenção Interamericana para Prevenir, Punir e Erradicar a Violência contra a Mulher conhecida como "Convenção de Belém do Pará". Adotada pela Assembléia Geral da Organização dos Estados Americanos (OEA), em 6 de junho de 1994, e ratificada pelo Brasil em 27 de novembro de 1995, define, em seu primeiro artigo, que deve-se entender por violência contra mulher qualquer ação ou conduta, baseada no gênero, que cause morte, dano ou sofrimento físico, sexual ou psicológico à mulher, tanto no âmbito público como privado

8 Instrumentos internacionais de Direitos tutela do Cidadão Procuradoria Federal dos Em 2002, foi criado o Protocolo Facultativo à Convenção sobre a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação Contra a Mulher (CEDAW), assinado também no mesmo ano pelo governo brasileiro, que reconhece a competência do Comitê para a Eliminação de todas as Formas de Discriminação Contra a Mulher para receber e avaliar notícias sobre violação dos direitos da mulher. Estabeleceu-se, pois, um mecanismo de fiscalização que ultrapassa as fronteiras nacionais e impõe medidas contra Estados, caso verificadas práticas condescendentes com situações discriminação e violência contra a mulher.

9 A LEI MARIA DA PENHA Lei Maria da Penha (Lei /2006) Instrumento legal de tutela da mulher vítima de violência doméstica. Implementa política protetiva da mulher mediante a criação da rede de enfrentamento ao crime praticado contra a mulher no ambiente familiar e da rede de assistência voltada ao atendimento multidisciplinar da mulher em busca de seu empoderamento e de sua reintrodução no contexto social.

10 A LEI MARIA DA PENHA Histórico: Lei 9.099/95 banalização da violência contra a mulher política do Estado mínimo intervencionista neoliberal Relatório da Comissão Interamericana de Direitos Humanos nº54/2001 Caso Heredia Consórcio de Ongs e autoridades para gestar um projeto de lei que combatesse a violência doméstica e familiar contra a mulher

11 A LEI MARIA DA PENHA Características:novo paradigma jurídico; instrumento de inclusão social; ação afirmativa (discriminação positiva) CF,art.5º,I. Objetivos: reduzir índices de violência contra as mulheres; promover mudança cultural a partir da disseminação de atitudes igualitárias e valores éticos,etc. Desafios: práticas de políticas públicas que viabilizem sua implementação; resistências de diversos segmentos

12 Participação dos setores da Direitos justiça do Cidadão Procuradoria Federal dos OS ATORES DOS SETORES DA JUSTIÇA: importante participação na efetivação dos instrumentos de tutela da mulher previstos na Lei Maria da Penha ou, ao contrário, na perpetuação da desigualdade de gênero.

13 Participação dos setores da Direitos justiça do Cidadão Procuradoria Federal dos EVITAR A VIOLÊNCIA INSTITUCIONALIZADA A ferida sara, os ossos quebrados se recuperam, o sangue seca, mas a perda da autoestima, o sentimento de menos valia, a depressão, essas são feridas que não cicatrizam. Maria Berenice Dias

14 Participação dos setores da Direitos justiça do Cidadão Procuradoria Federal dos Enfoques: avaliar se as práticas jurídicas se revelam como mecanismos de perpetuação e produção de hierarquias sociais e de gênero. avaliar qual a resposta da cultura jurídica brasileira para a questão da violência contra mulher no espaço doméstico.

15 DECISÕES JUDICIAIS Decisões judiciais emblemáticas proferidas sobre a matéria de violência contra a mulher: firmados entendimentos e/ou estabelecidas sanções adequadas e proporcionais, que configuram importantes precedentes judiciais em benefício dos direitos da mulher em situação de violência doméstica e familiar.

16 DECISÕES JUDICIAIS Questões básicas sobre o tema tratadas pela Corte Constitucional: Consagração na Lei Maria da Penha princípio explícito da dignidade da pessoa humana, bem como do art. 226, 8º, da CR/88; Não aplicabilidade dos institutos da 9.099/95, sendo admitida a constitucionalidade do artigo 43 da Lei Maria da Penha, isto é, entendeu o STF não ser aplicável aos crimes glosados pela lei discutida o que disposto na Lei 9.099/1995, de maneira que, em se tratando de lesões corporais, mesmo que de natureza leve ou culposa, praticadas contra a mulher em âmbito doméstico, a ação penal cabível seria pública incondicionada. Acentuou-se, entretanto, permanecer a necessidade de representação para crimes dispostos em leis diversas da 9.099/1995, como o de ameaça e os cometidos contra a dignidade sexual." (ADI 4.424, Rel. Min. Marco Aurélio, julgamento em , Plenário);

17 DECISÕES JUDICIAIS Na decisão da referida ADI, os ministros do STF partiram da premissa de que os dados estatísticos no tocante à violência doméstica são alarmantes, visto que, na maioria dos casos em que perpetrada lesão corporal de natureza leve, a mulher acabaria por não representar ou por afastar a representação anteriormente formalizada; Registrou-se a necessidade de intervenção estatal acerca do problema, baseada na dignidade da pessoa humana (CF, art. 1º, III), na igualdade (CF, art. 5º, I) e na vedação a qualquer discriminação atentatória dos direitos e liberdades fundamentais (CF, art. 5º, XLI), inclusive devendo o Estado garantir a assistência à família e coibir situações de violência no contexto do núcleo familiar; Assegurou que a legislação ordinária de proteção (Lei Maria da Penha) está em consonância com a Convenção sobre a Eliminação de Todas as Formas de Violência contra a Mulher e com a Convenção de Belém do Pará;

18 DECISÕES JUDICIAIS Outrossim, o Supremo Tribunal Federal reforçou o rigor da lei ao julgar a ação direta de inconstitucionalidade Por maioria de votos, os ministros decidiram que o Ministério Público poderá dar início à ação penal pública mesmo sem representação (denúncia) da vítima. A retratação em juízo põe fim à ação penal, na hipótese de crime de ação penal que exija a representação da vítima. Nos casos em que tiver ocorrido agressões físicas contra a mulher, considerando a natureza de ação penal pública incondicionada, conforme entendimento do STF, não haverá a possibilidade de renúncia. Isto porque o Supremo Tribunal Federal, no julgamento da referida ADI 4.424/DF, modificou entendimento majoritário do STJ, reconhecendo a natureza incondicionada da ação penal (não cabe renúncia) em caso de crime de lesão corporal, praticado mediante violência doméstica e familiar contra a mulher, não importando em que extensão.

19 DECISÕES JUDICIAIS Importante enfoque do STJ sobre a condição de vulnerabilidade da mulher : No recurso especial n RJ (2013/ ), provido por unanimidade para fazer incidir a Lei Maria da Penha caso concreto, o Superior Tribunal de Justiça, acolhendo a tese recursal do MP/RJ e o parecer da PGR, decidiu que ( ) a situação de vulnerabilidade e fragilidade da mulher, envolvida em relacionamento íntimo de afeto, nas circunstâncias descritas pela lei de regência, se revela ipso facto. Com efeito, a presunção de hipossuficiência da mulher, a implicar a necessidade de o Estado oferecer proteção especial para reequilibrar a desproporcionalidade existente, constitui-se em pressuposto de validade da própria lei. Vale ressaltar que, em nenhum momento, o legislador condicionou esse tratamento diferenciado à demonstração dessa presunção, que, aliás, é ínsita à condição da mulher na sociedade hodierna.

20 DECISÕES JUDICIAIS O magistério jurisprudencial: Decisão emblemática proferida pela 14ª Vara Criminal de Belo Horizonte determinou ao INSS o pagamento benefício para mulher agredida pelo marido, que precisou se afastar do trabalho em razão da aplicação de medidas protetivas que a encaminhou para um abrigo. No caso concreto, a mulher em situação de violência familiar ganhou na Justiça o direito de receber salário pelo período de três meses do Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS), com possibilidade de prorrogação por mais seis meses. O juiz entendeu que, por a Lei Maria da Penha não determinar quem seria o responsável pelo afastamento, isto é, a lei é silente quando à forma e o responsável pela remuneração da mulher, vítima de violência familiar, durante o afastamento do local de trabalho. Assim, deve o INSS incluir a mulher nestas condições no regime geral de previdência social e arcar com o salário da vítima, segundo informações do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG). O magistrado considerou que a norma a ser aplicada seria semelhante a de casos decorrentes de acidente de trabalho. A sentença abre um precedente outros casos.

21 DECISÕES JUDICIAIS As decisões acima pontuadas: Importantes precedentes do magistério jurisprudencial, em busca da efetivação da Lei Maria da Penha, que alcança todas as mulheres, independentemente de classe, raça, etnia, orientação sexual, renda, cultura, nível educacional, religião e idade. Demonstração do compromisso do Poder Judiciário com o enfrentamento à violência contra à mulher no contexto familiar.

22 La participación de cada institución en la definición ey ejecución de la política nacional de lucha contra la violência de género A participação dos Ministérios Públicos Federal e Estadual

23 Ministério Público O papel dos setores da Justiça no contexto da tutela da mulher em situação de violência doméstica ultrapassada os resultados concretos dos processos judiciais individuais e alcançam a atuação de todos os demais atores da área jurídica envolvidos na atenção e reparação da mulher vítima da violência no núcleo familiar e na prevenção da prática, com enfoque individual e coletivo, como resposta estatal para a questão da violência de gênero, dentre outras instituições: o Ministério Público

24 Ministério Público O Ministério Público é fruto do desenvolvimento do estado brasileiro e da democracia. A sua história é marcada por dois grandes processos que culminaram na formalização do parquet como instituição e na ampliação de sua área de atuação. Na Constituição de 1988, o MP está incluído nas funções essenciais à justiça. É um órgão independente e autônomo, não pertence a nenhum dos três Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário.

25 Ministério Público A organização do MP no Brasil: está dividida entre o Ministério Público da União (MPU) e o Ministério Público dos Estados (MPE). O MPU compreende os ramos: Ministério Público Federal (MPF); Ministério Público do Trabalho (MPT); Ministério Público Militar (MPM) e Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT). O MPE possui unidades representativas em todos os Estados. No plano constitucional: arts. 127 a 129, no capitulo das Funções Essencias à Justiça. O MPU é regido pela Lei Complementar n.º 75/1993 e o MP pela lei n.º 8.625/1993., sendo que a legislação garante a possibilidade de atuação conjunta entre os órgãos na defesa de interesses difusos e de meio ambiente.

26 Ministério Público atua na defesa da ordem jurídica e na fiscalização do cumprimento das leis (FISCAL DA LEI). o órgão atua como defensor do povo: defender o patrimônio nacional, o patrimônio público e social, o patrimônio cultural, o meio ambiente, os direitos e interesses da coletividade, especialmente das comunidades indígenas, a família, a mulher, a criança, o adolescente e o idoso, a pessoa com deficiência. atua no controle externo da atividade policial, promover ação penal pública, requisita a instauração de inquéritos policiais para apuração dos crimes.

27 Ministério Público DAS FUNÇÕES ESSENCIAIS À JUSTIÇA (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 80, de 2014) Seção I DO MINISTÉRIO PÚBLICO Art O Ministério Público é instituição permanente, essencial à função jurisdicional do Estado, incumbindo-lhe a defesa da ordem jurídica, do regime democrático e dos interesses sociais e individuais indisponíveis. 1º - São princípios institucionais do Ministério Público a unidade, a indivisibilidade e a independência funcional. 2º Ao Ministério Público é assegurada autonomia funcional e administrativa, podendo, observado o disposto no art. 169, propor ao Poder Legislativo a criação e extinção de seus cargos e serviços auxiliares, provendo-os por concurso público de provas ou de provas e títulos, a política remuneratória e os planos de carreira; a lei disporá sobre sua organização e funcionamento. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 19, de 1998) 3º - O Ministério Público elaborará sua proposta orçamentária dentro dos limites estabelecidos na lei de diretrizes orçamentárias. 4º Se o Ministério Público não encaminhar a respectiva proposta orçamentária dentro do prazo estabelecido na lei de diretrizes orçamentárias, o Poder Executivo considerará, para fins de consolidação da proposta orçamentária anual, os valores aprovados na lei orçamentária vigente, ajustados de acordo com os limites estipulados na forma do 3º. (Incluído pela Emenda Constitucional nº 45, de 2004) 5º Se a proposta orçamentária de que trata este artigo for encaminhada em desacordo com os limites estipulados na forma do 3º, o Poder Executivo procederá aos ajustes necessários para fins de consolidação da proposta orçamentária anual. (Incluído pela Emenda Constitucional nº 45, de 2004) 6º Durante a execução orçamentária do exercício, não poderá haver a realização de despesas ou a assunção de obrigações que extrapolem os limites estabelecidos na lei de diretrizes orçamentárias, exceto se previamente autorizadas, mediante a abertura de créditos suplementares ou especiais. (Incluído pela Emenda Constitucional nº 45, de 2004) Art São funções institucionais do Ministério Público: I - promover, privativamente, a ação penal pública, na forma da lei; II - zelar pelo efetivo respeito dos Poderes Públicos e dos serviços de relevância pública aos direitos assegurados nesta Constituição, promovendo as medidas necessárias a sua garantia; III - promover o inquérito civil e a ação civil pública, para a proteção do patrimônio público e social, do meio ambiente e de outros interesses difusos e coletivos; iv - promover a ação de inconstitucionalidade ou representação para fins de intervenção da União e dos Estados, nos casos previstos nesta Constituição; V - defender judicialmente os direitos e interesses das populações indígenas; VI - expedir notificações nos procedimentos administrativos de sua competência, requisitando informações e documentos para instruílos, na forma da lei complementar respectiva; VII - exercer o controle externo da atividade policial, na forma da lei complementar mencionada no artigo anterior; VIII - requisitar diligências investigatórias e a instauração de inquérito policial, indicados os fundamentos jurídicos de suas manifestações processuais; IX - exercer outras funções que lhe forem conferidas, desde que compatíveis com sua finalidade, sendo-lhe vedada a representação judicial e a consultoria jurídica de entidades públicas.

28 Ministério Público e Lei Maria da Penha Atuação do MP no contexto específico do combate da violência doméstica

29 Dimensões da Política Nacional PREVENÇÃO ações educativas e culturais que interfiram nos padrões sexistas COMBATE ações punitivas e de responsabilização ASSISTÊNCIA Rede de Atendimento e capacitação de agentes públicos GARANTIA DE DIREITOS Iniciativas para o empoderamento das mulheres; autonomia; e cumprimento dos tratados internacionais

30 Dimensões da Política Nacional A rede de repressão do crime de violência doméstica contra as mulheres está inserida no âmbito da atribuição das Promotorias de Justiça de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher dos Ministérios Públicos dos Estados, que atuam perante os Juizados de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher nos inquéritos policiais, processos criminais e nas medidas de proteção da Lei Maria da Penha, instaurados e em trâmite perante os Juizados especializados, quando já instalados. A atuação do Ministério Público Federal na seara criminal ganha revelo, na área criminal, em sede de recursos interpostos em processos da Lei Maria da Penha perante o STJ.

31 Na rede de assistência multidisciplinar: Ministérios Públicos Estaduais, mediante a articulação e monitoramento das políticas públicas previstas na Lei /06 junto à Administração Pública; Ministério Público Federal, especificamente a Procuradoria Federal dos -PFDC que atua colaborando para a formação de mecanismos que contribuam para o fortalecimento desta rede e para a expansão da informação e da conscientização da sociedade sobre o tema, como forma de fomentar o debate e a busca de soluções para o fim da violência de gênero.

32 Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão - PFDC Plano de Trabalho da PFDC pelos direitos das mulheres para o ano de 2014: 1. Participar das atividades da Rede Iberoamericana de Defensorías de Mulheres - Federação Iberoamericana de Ombudsman FIO. A rede busca o intercâmbio de experiências, resoluções conjuntas, capacitações, produção de conhecimento e divulgação de políticas públicas, estatísticas nacionais, avaliações, entre outras ações de compartilhamento de expertises e de uniformização de ações de tutela da mulher, com especial foco de atuação nas mulhres vítimas de violência doméstica e familiar. 2. Participar da Comissão Permanente de Combate à violência Doméstica e Familiar contra a Mulher/COPEVID, do GNDH/CNPG, colaborando para a proteção dos direitos das mulheres vitimas de violência.

33 Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão - PFDC 3. Dialogar e articular com a 2ª CCR quando do recebimento, nos fóruns de debate e nas comissões das quais participa a PFDC como a COPEVID de notícias ou demandas relacionadas à aplicação da Lei Maria da Penha, como, por exemplo, ocorrido no questionamento da situação de vulnerabilidade das mulheres em processos judiciais (quando a aplicação da Lei Maria da Penha é condicionada à análise de vulnerabilidade). 4. Participar e promover a participação das/dos PDCs na rede de assistência à mulher vítima de violência doméstica, colaborando para a cobrança da atuação do Poder Público na formação de mecanismos que contribuam para a assistência multidisciplinar das mulheres vítimas da violência doméstica, com o adequado e especializado atendimento pela rede SUS, e para o estabelecimento de mecanismos de escuta e informação à sociedade, tais como a realização de audiências públicas.

34 Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão - PFDC 5. Participar da Campanha 16 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra as Mulheres (18 de novembro) e incentivar a participação das/os PRDC. 6. Incentivar e integrar as ações dos Grupos de Trabalho e demais áreas temáticas de atuação da PFDC no que concerne aos direitos das mulheres (saúde, alimentação adequada, sistema prisional, comunicação social, direitos sexuais e reprodutivos, enfrentamento ao tráfico de pessoas, direitos dos idosos, etc.) 7. Participar do Comitê de implementação e supervisão do Programa Pró-equidade de Gênero e Raça do MPF. A adesão do MPF a este programa de promoção da igualdade de gênero no mundo do trabalho da Secretaria de Políticas para as Mulheres, da Presidência da República, foi proposta pela PFDC e aprovada pelo Procurador Geral da República, cujo Termo de compromisso foi assinado pela PGR em março de 2014.

35 Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão - PFDC 8. Considerando as lacunas de dados e conhecimento sobre a judicialização da prática do aborto (inquéritos, denúncias e condenações) e, também, a importância dos estudos e avaliações do atendimento à mulher em casos de aborto legal, buscar meios de contribuir para a realização de pesquisas nestes temas, em diálogo com o CNJ, núcleos de estudos acadêmicos e outros parceiros. 9. Elaborar um banco de dados sobre os direitos das mulheres, contendo a legislação brasileira e dados de pesquisas e estatísticas nacionais, para disponibilizá-lo na página eletrônica da PFDC. 10.Divulgar e manter atualizadas, na página eletrônica da PFDC, notícias e informações sobre políticas públicas para a promoção e proteção dos direitos das mulheres e para o enfrentamento das diversas formas de discriminação e violência contra as mulheres.

36 Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão - PFDC Para além dessa atuação de coordenação e integração voltada ao tema mulher, no intuito de zelar pelo efetivo respeito dos Poderes Públicos e dos serviços de relevância pública aos direitos constitucionais do cidadão (CF, art.127), a PFDC, as procuradoras e os procuradores regionais dos Direitos dos Cidadãos atuam: pelo direito à não-discriminação contra as mulheres nos meios de comunicação e na publicidade; pela equidade de gênero no serviço público e nos concursos públicos federais; acesso a programas federais de garantia de direitos sociais, saúde das mulheres, direitos sexuais e reprodutivos, direitos humanos das mulheres encarceradas; enfrentamento ao tráfico de pessoas para fins de exploração sexual, entre outros temas.

37 CNGJ GNDH COPEVID O Grupo Nacional de Direitos Humanos (GNDH), órgão do Conselho Nacional de Procuradores-Gerais dos Ministérios Públicos dos Estados e do Ministério Público da União (CNPG), possui em sua estrutura a Comissão Permanente de Combate à Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher (COPEVID) é comissão vinculada Objeto do GNDH: promover, proteger e defender os direitos fundamentais dos cidadãos. atuação no âmbito nacional efetivação dos direitos humanos a partir da interlocução com a sociedade civil, da articulação entre os MPs, da promoção de convênios, dentre outros meios de atuação.

38 CNGJ GNDH COPEVID A COPEVID é integrada por membros dos Ministérios Públicos dos Estados, com a participação de membros do Ministério Público do Trabalho e do Ministério Público Federal. Escopo: analisar, discutir e padronizar os entendimentos, visando auxiliar o operador jurídico que milita na área (ENUNCIADOS COPEVID). compartilhar ações de prevenção a violência doméstica, que estimulem as denúncias e deem visibilidade a um assunto até pouco tempo considerado de interesse privado e exclusivo da família, devem ser estimuladas. fiscalizar a aplicação das medidas protetivas. estimular a adoção de medidas educativas nas escolas contidas nos bairros com maior índice de violência doméstica das capitais aperfeiçoar a atuação do Ministério Público e Polícias Civil e Militar no enfrentamento à violência doméstica e familiar contra a mulher.

39 CARTILHAS Direito à Informação Procuradoria Federal dos No contexto da prática do estímulo à informação: 1. em 2011, foi lançada pela PFDC a Cartilha Lei Maria da Penha & Direitos da Mulher. De acordo com a Procuradoria Federal dos, a publicação tem como objetivo contribuir para ampliar o conhecimento sobre a Lei Maria da Penha, criada com o intuito de encorajar as mulheres a denunciar a violência no ambiente doméstico, um grave problema que permanecia invisível. 2. um dos marcos do trabalho da COPEVID reside na cartilha "O enfrentamento à violência doméstica e familiar contra a mulher: Uma construção coletiva". O documento é resultado da compilação de cartilhas desenvolvidas por todos os Ministérios Públicos. Espera-se contribuir para a ação policial no atendimento das vítimas de violência doméstica

40 CARTILHAS Direito à Informação Procuradoria Federal dos 3. Ainda com o escopo de informar e de reforçar a necessidade de atuação do corpo social na prevenção e defesa da mulher, o Grupo de Atuação de Enfrentamento à Violência Doméstica GEVID do Ministério Público do Estado de São Paulo elaborou a cartilha MUJER, DA VUELTA LA PÁGINA, especialmente voltada às mulheres bolivianas. Censo: entre 2000 e 2010, o número de bolivianos cresceu 173% na capital paulista, passando de para , considerando-se apenas imigrantes vivendo em condições legais. Mulheres bolivianas, além da vulnerabilidade em razão do gênero feminino, enfrentam a dificuldade com o idioma, com a nova cultura e com o olhar de indiferença da própria sociedade.

41 CARTILHAS Direito à Informação Procuradoria Federal dos El objetivo de elaborar la presente Cartilla fue, primero, informar a las mujeres, de forma simple y directa, sobre la dinámica de la violencia doméstica y empoderarlas con la Ley Maria da Penha. En segundo lugar, pero no menos importante, proponer una reflexión sobre la responsabilidad de la sociedad en la reproducción y perpetuación de la violencia contra la mujer.

42 Revisión de los processos de adaptación del protocolo regional de investigación de los delitos de violencia de género em Iberoamerica Brasil Fase atual e prognóstico

43 Protocolo Regional de Direitos Investigación do Cidadão Procuradoria Federal dos Tradução do protocolo para a língua portuguesa (cumprida) Adaptação jurídica do protocolo às regras e princípios do sistema jurídico normativo brasileiro. Contratada a profissional Talita Rampin pela Eurosocial para a execução da tarefa. Tarefa executada com auxílio da Comissão nomeada pela COPEVID integrada por promotores de justiça que atuam na área. Próxima reunião agendada para o dia 11/08 (em andamento)

44 Protocolo Regional de Direitos Investigación do Cidadão Procuradoria Federal dos Análise do resultado do trabalho de adaptação pela Comissão nomeada pela COPEVID para eventuais novos ajustes e elaboração do texto final (pendente). Apresentação do texto final do protocolo na reunião da COPEVID a ser realizada na primeira quinzena de setembro, no estado do Rio de Janeiro, para aprovação dos membros da COPEVID, GNDH e CNPJ (pendente). Publicação do Protocolo (pendente). Capacitação técnica para aplicação do protocolo (em fase de articulação com a Eurosocial).

45 GRACIAS! Aline Mancino da Luz Caixeta Procuradora da República no Estado do Rio de Janeiro Procuradoria Federal dos - PFDC Telefones: (61) (21) e Site: Rúbian Corrêa Coutinho Promotora de Justiça 63ª Promotoria de Justiça dos Direitos da Mulher Núcleo de Gênero da Comarca de Goiânia-Go Tel: (62)

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