educativas e antidiscriminatórias de caráter nacional, elaborar o planejamento

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5 Prefácio : ganharam direito e proteção A Coornadoria Municipal Políticas para Mulheres (CMPPMulher) em parceria com a Secretaria Políticas para as Mulheres, apresentam, a partir da publicação 2012, versão atualizada com A popular (Lei /2006) é reconhecida pela ONU informações complementares sobre a realida e re atendimento do município como uma das Florianópolis. três melhores legislações do mundo no enfrentamento à violência contra as. De acordo com Artigo da Lei /2003, Art. 22 À Secretaria Políticas Resultou para as uma Mulheres luta histórica compete dos assessorar movimentos direta feministas e imediatamente e o Presinte por uma legislação da República contra na a formulação, impunida coornação no cenário nacional e articulação violência políticas doméstica para e as familiar, contra bem a mulher. como elaborar e implementar campanhas educativas e antidiscriminatórias caráter nacional, elaborar o planejamento Embora gênero a lei tenha que contribua apoio significativo na ação do governo toda a feral socieda, e mais sua esferas governo, com vistas na promoção da igualda, articular, promover e executar programas cooperação com organismos nacionais e implementação trouxe à tona muitas resistências. Resistências que internacionais, conviviam com públicos a aceitação e privados, da violência voltados doméstica à implementação como crime menor políticas por para ofensivo as. e reforçavam as relações dominação do sistema patriarcal. A CMPPMulher, criada por meio da Lei n. 7625/2008. Tem como objetivo principal Assim, a assessorar, Lei Maria da assistir, Penha apoiar, representou articular uma e acompanhar verdaira ações, guinada programas história da e projetos impunida. direcionados Por meio à la, área vidas mulher. que seriam É um perdidas órgão articulador, passaram na motivo pelo qual trabalha com toda a re atendimento do município, a ser preservadas; em situação violência ganharam direito e assessorando tanto a esfera governamental como a não governamental, no proteção; que diz fortaleceu-se respeito à saú, a autonomia segurança, das emprego,. salário, moradia, educação, agricultura, raça, etnia, comunicação, participação política; movimentos Com sociais, isso, a grupos lei cria meios atendimento e/ou liranças humanizado bairros, às, fóruns agrega valores organizações direitos não humanos governamentais, à política instituições pública e públicas, contribui privadas, educar estaduais, toda a socieda. nacionais e estrangeiras envolvidas com o assunto mulher. para Visa senvolver ações combate aos mecanismos subordinação e exclusão A Secretaria que sustentam Políticas a para socieda as Mulheres discriminatória, da Presidência objetivando da República, também em conjunto a promoção com da outros cidadania órgãos feminina do Governo e da igualda e socieda entre os civil, gêneros. vem conseguindo ampla divulgação sse importante instrumento na luta Destacam-se como principais ações realizadas em parceria com organizações pelo fim da governamentais violência contra e não as governamentais:. Tanto que a lei é conhecida e reconhecida Realização por ampla Campanhas maioria da população Socioeducativas, (84% tais popularida como:semana entre brasileiras e Combate brasileiros à - Ibope/Themis, Homofobia, 2008). Lesbofobia e Transfobia maio;comemoração Dia da Mulher Negra 25 julho; Mês Outubro fevereiro Rosa;Campanha ste ano, o 16 Supremo Dias Tribunal Ativismo Feral pelo fim (STF), da violência em uma Em manifestação contra as histórica pela novembro constitucionalida e zembro; da Suporte lei, reconheceu técnico na a elaboração materiais técnicos e educativos, como oi Plano Muflagrante sigualda ainda existente entre homens e, e 7

6 terminou nicipal que Políticas a prática para as violência Mulheres; doméstica I Plano Municipal contra as Políticas leve o Públicas agressor e a Direitos ser processado Humanos criminalmente, Lésbicas, Gays, inpenntemente Bissexuais, Travestis, Transsexuais da agredida. e Trangêneros LGBT; materiais educativos e in- autorização formacionais. Contudo, Realização a efetivação Captação sta lei recursos e da sua - aplicação Secretaria ainda Políticas tem muitos para as Mulheres (SPM); passos a seguir. Isso se dará por meio do trabalho articulado entre as Realização Seminários, Capacitação Violência e Audiências Públicas; diversas áreas dos três pores - executivo, legislativo e judiciário- em suas três Assessoria esferas a Instituições atuação. Governamentais, Não Governamentais e COMDIM na organização e captação recursos. A lei Formação completa da seis Câmara anos Técnica vigência Municipal em Comemoramos elaboração, os monitoramento aplicação e avaliação rumo a do transformações plano municipal valores políticas e comportamentos, para as avanços em sua que permitam (Decreto a n. equida 7.894, fevereiro entre homens 2010) e. está ntro da Coornadoria Mulher - Composta por representantes da socieda civil organizada, conselhos direitos e Governo Municipal (secretarias e coornadorias), Garantir o caráter mocrático e participativo. Eleonora Menicucci Ministra Estado Chefe da Secretaria Políticas para as Mulheres da Presidência da República 8

7 Prefácio : ganharam direito e proteção A popular (Lei /2006) é reconhecida pela ONU como uma das três melhores legislações do mundo no enfrentamento à violência contra as. Resultou uma luta histórica dos movimentos feministas e por uma legislação contra a impunida no cenário nacional violência doméstica e familiar contra a mulher. Embora a lei tenha apoio significativo toda a socieda, sua implementação trouxe à tona muitas resistências. Resistências que conviviam com a aceitação da violência doméstica como crime menor por ofensivo e reforçavam as relações dominação do sistema patriarcal. Assim, a representou uma verdaira guinada na história da impunida. Por meio la, vidas que seriam perdidas passaram a ser preservadas; em situação violência ganharam direito e proteção; fortaleceu-se a autonomia das. Com isso, a lei cria meios atendimento humanizado às, agrega valores direitos humanos à política pública e contribui para educar toda a socieda. A Secretaria Políticas para as Mulheres da Presidência da República, em conjunto com outros órgãos do Governo e da socieda civil, vem conseguindo ampla divulgação sse importante instrumento na luta pelo fim da violência contra as. Tanto que a lei é conhecida e reconhecida por ampla maioria da população (84% popularida entre brasileiras e brasileiros - Ibope/Themis, 2008). Em fevereiro ste ano, o Supremo Tribunal Feral (STF), em uma manifestação histórica pela constitucionalida da lei, reconheceu a flagrante sigualda ainda existente entre homens e, e 9

8 terminou que a prática violência doméstica contra as leve o agressor a ser processado criminalmente, inpenntemente autorização da agredida. Contudo, a efetivação sta lei e da sua aplicação ainda tem muitos passos a seguir. Isso se dará por meio do trabalho articulado entre as diversas áreas dos três pores - executivo, legislativo e judiciário- em suas três esferas atuação. A lei completa seis anos vigência em Comemoramos os avanços em sua aplicação rumo a transformações valores e comportamentos, que permitam a equida entre homens e. Eleonora Menicucci Ministra Estado Chefe da Secretaria Políticas para as Mulheres da Presidência da República 10

9 Lei gerou sistematização políticas públicas A surge como resultado um esforço coletivo dos movimentos e pores públicos no enfrentamento à violência doméstica e familiar e ao alto índice morte no País. Além disso, configura-se como resposta efetiva do Estado brasileiro às recomendações da Convenção Belém do Pará (Convenção Interamericana para Prevenir, Punir e Erradicar a Violência contra a Mulher) e da Convenção da ONU sobre a Eliminação Todas as Formas Discriminação contra a Mulher (CEDAW), das quais o Brasil é signatário. Soma-se a essa luta, o episódio da connação do Estado Brasileiro pela Comissão Interamericana Direitos Humanos da OEA que, na análise da núncia da impunida do crime praticado contra Maria da Penha Maia Fernans, terminou expressamente, além do julgamento do agressor, a elaboração lei específica relativa à violência contra a mulher. Por meio um longo processo discussão e a partir proposta elaborada por um consórcio ONGs feministas, reformulada por um grupo trabalho interministerial coornado pela Secretaria Políticas para as Mulheres, o executivo feral apresentou o texto ao Congresso Nacional. Este, após pequenas alterações, terminou aprovado por unanimida e foi sancionado pelo Presinte em 7 agosto Com muitas inovações, a começar pelo processo mocrático na formulação do texto da lei, a trouxe um olhar inovador, principalmente para a situação peculiar da vítima. Ao reconhecer a situação fragilida e extremo perigo em que a vítima violência doméstica e familiar se encontra, o Estado toma para si a responsabilida prevenir a violência, proteger as agredidas, ajudar na reconstrução da vida da mulher e punir os agressores. Na prevenção à violência, a Lei nº /2006 prevê políticas públicas integradas entre os órgãos responsáveis. 11

10 A primeira articulação citada na lei é a integração operacional do Por Judiciário, do Ministério Público e Defensoria Pública com as áreas segurança pública, assistência social, saú, educação, trabalho e habitação. Além ssa articulação, fundamental importância para o efetivo funcionamento dos serviços, a lei apresenta as diretrizes para as políticas públicas, como a promoção estudos e pesquisas com perspectiva gênero; o respeito, nos meios comunicação social, aos valores éticos e sociais da pessoa e da família; a promoção e realização campanhas educativas prevenção à violência doméstica e familiar; a difusão da própria lei; a capacitação dos profissionais que trabalham com o tema; e inclusão nos currículos escolares e a disseminação dos valores éticos respeito à dignida da pessoa humana com perspectiva gênero, raça e etnia. Na proteção à mulher, a lei prevê as medidas protetivas urgência, que vem ser solicitadas na legacia polícia ou ao próprio juiz, que tem o prazo 48 horas para analisar a concessão da proteção requerida. A também protege as ao estabelecer que a vítima não po entregar a intimação ou notificação ao agressor, ao tornar obrigatória a assistência jurídica à vítima e ao prever a possibilida prisão em flagrante e preventiva. Além da preocupação com a prevenção da violência e proteção das vítimas, o Estado também tem a responsabilida ajudar na reconstrução da vida das. Para isso, prevê a assistência forma articulada entre as áreas assistência social, com inclusão da mulher no cadastro programas assistenciais dos governos feral, estadual e municipal; atendimento especializado na saú, com objetivo preservar a integrida física e psicológica da vítima; além assegurar a manutenção do vínculo trabalhista, caso seja necessário o afastamento do local trabalho. No que se refere à punição do agressor, a mudou a realida processual dos crimes violência doméstica e familiar contra a mulher. Ao proibir a aplicação da Lei nº 9.099/95, impossibilitou a 12

11 punição dos agressores com penas pecuniárias (multa e cesta básica) e a aplicação dos institutos spenalizadores nela previstos, como a suspensão condicional do processo e a transação penal. A partir da, os crimes cometidos contra as vem ser julgados nos juizados/varas especializadas violência doméstica e familiar contra as, com competência civil e criminal, equipados com equipe multidisciplinar composta por psicólogos e assistentes sociais treinados para um atendimento totalizante, especializado e humanizado. Ainda na temática punição do agressor, a lei cria mecanismos específicos responsabilização e educação dos agressores, com possibilida o juiz cretar o comparecimento obrigatório do autor da agressão connado criminalmente. Como conseqüência da referida lei, passa a existir um sistema políticas públicas direcionado às. Isto somente é possível vido à união esforços diversos órgãos da administração pública feral e estadual, do por judiciário e legislativo, dos ministérios públicos estaduais e fensorias públicas. Todos eles articulados entre si comprovam que a violência doméstica, como fenômeno multidimensional que é, requer soluções igualmente complexas. 13

12 Mecanismos Torna crime a violência doméstica e familiar contra a mulher e ixa tratar a violência sofrida como algo pequeno valor; Define violência doméstica e familiar contra a mulher e estabelece suas formas: a violência física, psicológica, sexual, patrimonial e moral, que pom ser praticadas juntas ou individualmente; Cria mecanismos proteção à mulher vítima violência doméstica e familiar, com a possibilida concessão medidas protetivas urgência e encaminhamento para serviços acolhimento, atendimento, acompanhamento e abrigamento, se necessário; Determina que a violência doméstica e familiar contra a mulher é uma responsabilida do Estado brasileiro e não uma mera questão familiar; Garante a aplicação da em relações homoafetivas entre ; Proíbe a aplicação penas pecuniárias (pagamento multas ou cestas básicas) aos crimes cometidos contra as, e mais institutos spenalizadores da Lei 9.099/95; Incentiva a criação serviços especializados atendimento às, que integram a Re Atendimento à Mulher: legacias 14 especializadas atendimento à mulher, centros especializados da mulher em situação violência, fensorias especializadas na fesa da Mulher, promotorias especializadas ou núcleos gênero do Ministério Público, juizados especializados violência contra a mulher, serviços abrigamento e serviços saú especializados;

13 Prevê a prisão do agressor em três hipóteses: em flagrante, preventivamente e por connação transitada em julgado. Determina que, nos crimes que exigem a representação da vítima, como ameaça, a vítima somente po renunciar à núncia perante o juiz, em audiência marcada para esse fim e por solicitação da mulher. Cria mecanismos específicos responsabilização e educação dos agressores, com possibilida o juiz cretar o comparecimento obrigatório dos connados. Altera a estrutura judicial e prevê a criação juizados com competência para julgar os crimes e ações cíveis relacionadas à violência doméstica. Determina como obrigatória a assistência jurídica às vítimas crimes violência doméstica e familiar. 15

14 Sua vida recomeça quando a violência termina 16

15 Ligue Central Atendimento à Mulher A Central Atendimento à Mulher é um serviço do Governo Feral que auxilia e orienta as vítimas violência por meio do número utilida pública 180. As ligações pom ser feitas gratuitamente qualquer parte do território nacional. O Ligue 180 foi criado pela Secretaria Políticas para as Mulheres em Conta com quase 200 atenntes, que cobrem o período 24 horas diárias, inclusive feriados e finais semana. As atenntes da central são capacitadas em questões gênero, legislação e políticas governamentais para as. Realizam uma escuta solidária aos relatos das cidadãs que ligam e são orientadas para prestar informações sobre os serviços disponíveis no País para o enfrentamento à violência contra a mulher. Des novembro 2011, a central passou a atenr, sempre gratuitamente, brasileiras que vivem na Espanha, Portugal e Itália. O objetivo do 180 Internacional é possibilitar à brasileira que esteja sofrendo violência no exterior que ela possa ser atendida pela central no Brasil e receba informações sobre seus direitos e sobre o auxílio prestado pelos consulados brasileiros e os serviços fornecidos por esses países para um atendimento mais integral. Assim, as em situação violência na Espanha vem ligar para , fazer a opção 1 e, em seguida, informar à atennte (em português) o número Em Portugal, vem ligar para , também fazer a opção 1 e informar o número E, na Itália, as brasileiras pom ligar para o , fazer a opção 1 e, pois, informar o número Ao conhecer seus direitos legais e obter informações sobre os locais on pom ser atendidas, as terão uma possibilida real romperem o ciclo violência a que estão submetidas. Uma ligação po ser o diferencial na vida uma mulher. 17

16 terminou que a prática violência doméstica contra as leve o agressor a ser processado criminalmente, inpenntemente autorização da agredida. Contudo, a efetivação sta lei e da sua aplicação ainda tem muitos passos De acordo a seguir. com Isso a publicação se dará por I meio Plano do Municipal trabalho articulado Políticas entre para as as Mulheres Florianópolis 2012, a violência contra a mulher em todas diversas áreas dos três pores - executivo, legislativo e judiciário- em as suas modalidas (psicológica, física, moral, patrimonial, sexual) é um fenômeno suas três esferas que atinge atuação. diferentes classes sociais, regiões, estados civis, escolarida ou raças. De acordo com o art. 1º da Convenção Belém A lei completa do Pará seis (1994), anos a violência vigência contra em as Comemoramos é finida os avanços como qualquer em sua aplicação ato ou conduta, rumo a transformações baseada no gênero, valores que cause e comportamentos, morte, dano ou sofrimento que permitam físico, a equida sexual ou entre psicológica homens à e mulher,. tanto na esfera pública como na esfera privada. O Brasil ocupa 7 posição dos homicídios femininos no contexto dos 84 países do mundo. E ntre as capitais brasileiras, Florianópolis ocupa 25 posição referente Eleonora aos homicídios Menicucci feminino (Mapa da Violência 2012). Esses dados apresentam elevados níveis feminicídio acompanhados alto nível naturalização da violência contra as, Ministra Estado Chefe da Secretaria Políticas para as Mulheres muitas vezes, traduzidos da Presidência pelo imaginário da República social como forma culpabilização da vítima pela violência realizada. Isto é, a mulher foi estuprada porque estava vestida vulgarmente, transferindo assim, a responsabilida do agressor para a vítima, o que é percebido cotidianamente. A própria existência mecanismos proteção como a, indica a sigualda e vulnerabilida real existente na socieda, modo que justifica um tratamento diferenciado, tendo em vista a busca pela equida social, uma vez que é reconhecida tal sigualda ntre os iguais. Em Florianópolis, analisando os dados divulgados pelo Centro Integrado Atenção e Prevenção à Violência contra a Pessoa Idosa CIAPREVI, Serviço Enfrentamento à Violência, Abuso e Exploração Sexual contra Crianças e Adolescentes e o Protocolo Atenção às Vítimas Violência Sexual percebe-se que a violência contra mulher, inpenntemente da faixa etária, assim como no restante do país, tem aumentado a cada dia em Florianópolis. Des sua criação (2009), o Centro Referência Atendimento à Mulher em Situação Violência, já realizou aproximadamente 430 atendimentos e orientações. 18

17 Prefácio Diante do quadro internacional e nacional sobre homicídios femininos, apresentam-se, forma talhada, o levantamento estatístico dos dados referentes aos atendimentos violência doméstica e familiar nas Unidas Lei Maria Policiais da Penha: Florianópolis/SC ganharam e Centro direito Referência e proteção Atendimento às Mulheres em Situação Violência (CREMV), conforme abaixo: A popular (Lei /2006) é reconhecida pela ONU ANO como uma das três melhores legislações do mundo no enfrentamento à (Até 23/10) violência contra as. N. BO s registrados pela 6 Resultou uma luta histórica dos movimentos feministas e DPCAP por uma N. legislação BO s contra a impunida no cenário nacional violência 1310 doméstica recebidos e familiar contra a mulher. outras unidas (legacias) Embora a lei tenha apoio significativo toda a socieda, sua N. Autos implementação Prisão Flagrante trouxe à tona muitas resistências. Resistências que conviviam N. inquéritos com a aceitação da violência doméstica 1822 como 985crime 982 menor 757 instaurados por ofensivo e reforçavam as relações dominação do sistema N. Medidas patriarcal. protetivas requeridas Assim, N. Termos a Lei Maria 605da Penha 578 representou uma 198 verdaira guinada 71na circunstanciados história da impunida. Por meio la, vidas que seriam perdidas passaram N. Atendimentos a ser psicológicos preservadas; em situação violência ganharam direito e realizados proteção; fortaleceu-se a autonomia das. N. Mulheres Mortas* Com N. Mulheres isso, a lei cria - meios - atendimento humanizado 189 às 324, 423 acompanhadas pelo agrega CREMV valores direitos humanos à política pública e contribui para 1 educar toda a socieda. Desta forma, torna-se imprescindível a ampliação serviços e implantação A Secretaria programas Políticas e projetos para as Mulheres que possam da Presidência contribuir cisivamente da República, em para conjunto a construção com outros uma órgãos política do pública Governo coornada e da socieda visando civil, diminuir vem conseguindo os índices violência ampla divulgação contra as. sse importante instrumento na luta pelo fim da violência contra as. Tanto que a lei é conhecida e reconhecida Neste contexto, por ampla iniciativas maioria na da área população atendimento (84% popularida à mulher em situação violência começaram a ser senvolvidas pelo município Flo- entre brasileiras e brasileiros - Ibope/Themis, 2008). rianópolis, ainda necessitando maior investimento para a ampliação da re atendimento, conforme apresentação a seguir. Em fevereiro ste ano, o Supremo Tribunal Feral (STF), em uma manifestação histórica pela constitucionalida da lei, reconheceu a 1 Segundo CREMV, o número acompanhadas é diferente do número flagrante atendimentos sigualda realizados, ainda uma vez existente que a mulher entre po homens receber atendimento e, diversas e vezes. 19

18 terminou que a prática violência doméstica contra as leve o agressor a ser processado criminalmente, inpenntemente autorização da agredida. Contudo, a efetivação sta lei e da sua aplicação ainda tem muitos passos Centro a Referência seguir. Isso Atendimento se dará por às Mulheres meio em do Situação trabalho Violência articulado (CREMV) entre as da Prefeitura Florianópolis diversas áreas dos três pores - executivo, legislativo e judiciário- em suas três esferas atuação. A lei completa seis anos vigência em Comemoramos os avanços em sua aplicação rumo a transformações valores e comportamentos, que permitam a equida entre homens e. Eleonora Menicucci Ministra Estado Chefe da Secretaria Políticas para as Mulheres da Presidência da República Atribuição: O CREMV é um equipamento essencial do programa prevenção e enfrentamento à violência contra a mulher, oferecendo espaço acolhimento e atendimento social, psicológico e orientação jurídica individual ou em grupo, visando promover a ruptura da situação violência. Oferece espaços acolhimento, atendimento, social, psicológico e orientação jurídica, com uma equipe profissionais qualificados e comprometidos pelo fim da violência contra as do município Florianópolis. Tem como objetivos: Possibilitar à mulher refletir e tomar cisões que possam livrá-la do ciclo violência doméstica; Favorecer a inserção da mulher no mercado trabalho; Facilitar os meios acesso da mulher aos programas geração renda, formação e qualificação profissional; Assegurar os encaminhamentos para outras áreas, quando necessário; Garantir condições acesso aos programas educação formal e não formal. 20

19 Prefácio Acesso: Procura espontânea e por encaminhamento da re atendimento. Enreço: Avenida Rui Barbosa, nº 811 (fundos) Agronômica. Florianópolis : ganharam direito e proteção Telefone: (48) Plantão 24 horas. 6ª A Delegacia popular Lei Proteção Maria à da Criança, Penha Adolescente (Lei /2006) e Mulher é reconhecida pela ONU como uma das três melhores legislações do mundo no enfrentamento à Atribuição: Realização do Boletim Ocorrência e investigação da núncia. violência Acesso: Procura contra espontânea as. e por encaminhamento da re atendimento. Enreço: Avenida Rui Barbosa, nº 811 Agronômica. Florianópolis Telefone: Resultou (48) uma luta histórica dos movimentos feministas e por Instituto uma Geral legislação Perícias contra (IGP) a impunida no cenário nacional violência doméstica e familiar contra a mulher. Atribuição: Realização exames corpo e lito e situação violência Acesso: Embora Encaminhamento a lei tenha da apoio re significativo atendimento toda a socieda, sua implementação Enreço: Rua Pastor trouxe William à tona Richard muitas Schisler resistências. Filho, 590. Itacorubi. Resistências que conviviam Telefone: com a aceitação da violência doméstica como crime menor por Conselho ofensivo Municipal e dos reforçavam Direitos da Mulher as relações COMDIM dominação do sistema patriarcal. Atribuição: Recebe e examina nuncias sobre todas as formas discriminação e violência Assim, a contra Lei Maria mulher da e Penha propõe representou campanhas uma prevenção verdaira a violência guinada contra na mulher. história da impunida. Por meio la, vidas que seriam perdidas passaram Acesso: Procura espontânea e por encaminhamento da re atendimento. a Enreço: ser preservadas; Av. Mauro Ramos, N.1277, em situação 3. Andar. Centro. violência Florianópolis ganharam direito e proteção; Telefone: (48) fortaleceu-se a autonomia das. Protocolo Atenção Integral às Vítimas Violência Sexual Florianópolis Com isso, a lei cria meios atendimento humanizado às, agrega Atribuição: valores Apresenta direitos re humanos atendimento à política às vítimas pública violência e contribui sexual para educar Telefone: toda (48) a socieda. Maternida Carmela Dutra A Secretaria Políticas para as Mulheres da Presidência da República, em Atribuição: conjunto Unida com outros referência órgãos na do área Governo da saú, e da responsável socieda pelo civil, atendimento saú, ampla orientação divulgação para prevenção sse importante das DST/Aids, instrumento e se necessário, na acio- luta vem conseguindo namento da 6ª Delegacia Polícia. pelo fim da violência contra as. Tanto que a lei é conhecida e Enreço: Rua Irmã Benwarda, Centro, Florianópolis. reconhecida por ampla maioria da população (84% popularida entre Telefone: (48) brasileiras e brasileiros - Ibope/Themis, 2008). Disque Denúncia/Criança e Adolescente Atribuição: Em fevereiro Denúncia ste em ano, casos o Supremo direitos violados Tribunal (violência) Feral (STF), em uma manifestação Telefone: histórica ou pela 100constitucionalida da lei, reconheceu a flagrante sigualda ainda existente entre homens e, e 21

20 terminou que a prática violência doméstica contra as Hospital Infantil Joana Gusmão leve o agressor a ser processado criminalmente, inpenntemente autorização Atribuição: Unida agredida. referência na área da saú, responsável pelo atendimento saú, orientação para prevenção das DST/Aids, e se necessário, acionamento Contudo, da 6ª a DP efetivação e conselho sta tutelar. lei e da sua aplicação ainda tem muitos passos Enreço: a seguir. Rua: Rui Isso Barbosa, se dará 152 Agronômica, por meio do Florianópolis. trabalho articulado entre as Telefone: (48) diversas áreas dos três pores - executivo, legislativo e judiciário- em suas Hospital três Universitário esferas Polydoro atuação. Ernani São Thiago Atribuição: A lei completa Unida seis anos referência vigência na área em da saú, Comemoramos responsável pelo os avanços atendimento saú, orientação para prevenção das DST/Aids, e se necessário, acionamento da 6ª DP e conselho tutelar. em sua aplicação rumo a transformações valores e comportamentos, que Enreço: permitam Campus a equida Universitário, entre s/nº, homens Trinda e. Florianópolis. Telefone: (48) Re Atenção Integral às Vitimas da Violência Sexual Florianópolis - RAIVVS Atribuição: responsável pelo armazenamento e controle estatístico dos dados referentes aos atendimentos Eleonora prestados na Menicucci re Enreço: Ministra Av. Estado Professor Chefe Henrique da Secretaria da Silva Fontes, Políticas nº Trinda para as Mulheres Telefone: (48) da Presidência da República Atendimento ao Idoso Atribuição:Denúncia em casos direitos violados (violência) Telefone: Ministério Público Estadual (MPE) Atribuição: Sua função é fiscalizar o cumprimento da lei, fenndo os direitos individuais e difusos. Enreço: Av. Othon Gama D Eça, 611 Ed. Palas, Florianópolis/SC Telefone: (48) Promotoria Justiça da Capital Atribuição: Atua nas áreas cível e criminal perante o Juizado da Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher. Enreço: Av. Gustavo Richard, Centro Telefone: (48)

21 Prefácio Juízados e Varas especializadas em violência doméstica e contra a mulher 3 Vara Criminal e Juizado Violência contra a mulher da comarca Florianópolis. : ganharam direito e proteção Atribuição: Julga as ações dos direitos violados/ violência doméstica e familiar Enreço: Av.: Governador Gustavo Richard, 434, Fórum, Centro, Florianópolis/ SCA popular (Lei /2006) é reconhecida pela ONU como Telefone: uma (48) , das três melhores Fax: (48) legislações do mundo no enfrentamento à violência Coornadoria contra Execução as. Execução Penal e da Violência Doméstica - CEPEVID Atribuição: Resultou Coorna uma luta a elaboração histórica dos e execução movimentos das políticas feministas públicas, e no âmbito por do uma Por legislação Judiciário, contra relativas a às impunida em no situação cenário nacional violência doméstica violência e familiar; doméstica e familiar contra a mulher. Enreço: Rua Álvaro Millen da Silveira, n. 208 Torre II, 8º andar Fpolis, SC. Telefone: (48) Embora a lei tenha apoio significativo toda a socieda, sua Fórum Estadual para a Implementação da implementação trouxe à tona muitas resistências. Resistências que conviviam Atribuição: com Implementação a aceitação da da Lei violência Maria da doméstica Penha. como crime menor por Acesso: ofensivo Procura espontânea e reforçavam e por encaminhamento as relações da dominação re atendimento. do sistema patriarcal. Enreço: Conselho Regional Serviço Social Rua dos Ilhéus, 38, Ed. APLUB, sala 1005, Centro - Florianópolis Telefone: Assim, (48) a Lei / Maria da Penha representou uma verdaira guinada na história Associação da Casa impunida. Mulher Catarina Por meio la, vidas que seriam perdidas passaram a ser preservadas; em situação violência ganharam direito e Atribuição: Atua em fesa das por meio ações socioeducativas. proteção; fortaleceu-se a autonomia das. Enreço: Rua Don Joaquim, 757, sala 8, Centro, Florianópolis/SC Telefone: (48) Com isso, a lei cria meios atendimento humanizado às, agrega valores direitos humanos à política pública e contribui para educar toda a socieda. A Secretaria Políticas para as Mulheres da Presidência da República, em conjunto com outros órgãos do Governo e da socieda civil, vem conseguindo ampla divulgação sse importante instrumento na luta pelo fim da violência contra as. Tanto que a lei é conhecida e reconhecida por ampla maioria da população (84% popularida entre brasileiras e brasileiros - Ibope/Themis, 2008). Em fevereiro ste ano, o Supremo Tribunal Feral (STF), em uma manifestação histórica pela constitucionalida da lei, reconheceu a flagrante sigualda ainda existente entre homens e, e 23

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