Agência Nacional de Vigilância Sanitária

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1 Heder Murari Borba Md Gerência Geral de Tecnologia em Serviço de Saúde

2 MISSÃO DA ANVISA "Proteger e promover a saúde da população garantindo a segurança sanitária de produtos e serviços e participando da construção de seu acesso."

3 GGTES GERÊNCIA GERAL DE TECNOLOGIA EM SERVIÇOS DE SAÚDE UIPEA UNIDADE DE INVESTIGAÇÃO E PREVENÇÃO DE INFECÇÕES E EVENTOS ADVERSOS

4 Qual a realidade em que trabalhamos?

5 Complexo Industrial da Saúde Fonte: Carlos Augusto Grabois Gadelha Departamento de Administração e Planejamento em Saúde, ENSP/Fiocruz.. Setores Industriais Indústrias de Base Química e Biotecnológica Ind. de Base Mecânica, Eletrônica e de Materiais Equipamentos mecânicos Equip. eletroeletrônicos Próteses e órteses Materiais de consumo Fármacos e medicamentos Vacinas Hemoderivados Reagentes para diagnóstico Setores Prestadores de Serviços Hospitais Ambulatórios Serviços de Diagn. e Tratam.

6 Sistema Nacional de Inovação em Saúde: Contexto político-institucional e produtivo Estado Complexo econômicoindustrial da saúde Instituições Setores industriais Serviços de saúde Sociedade Civil organizada População Fonte: Carlos Augusto Grabois Gadelha Departamento de Administração e Planejamento em Saúde, ENSP/Fiocruz

7 Nossa delimitação do complexo da Saúde Grupos de Atividades 1- Indústrias de Base Química e Biotecnológica 2- Indústria de Base física, mecânica, eletrônica e materiais 3- Serviços em Saúde - destino final dos bens, serviços e inovações em saúde - confere organicidade ao complexo

8 OBJETIVO Produzir, atualizar e divulgar o conhecimento e as ações em serviços de saúde, promovendo profissionais dos agentes sistema do a serviços integração de nacional saúde de dos e dos vigilância sanitária (SNVS).

9 Diretriz! Controle social

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11 Preocupação 1: Informação/Conhecimento

12 Preocupação 2: Conhecimento dos Problemas e suas relações.

13 Preocupação 3 :Estabelecimento de Prioridades!

14 Preocupação 4: Continuidade das Ações

15 Preocupação 5: Estabelecimento de Parcerias/Legitimação! VISAS CONASS CONASEMS CNS ORGANIZAÇÃO DA CÂMARA SETORIAL CONSELHOS PROFISSIONAIS,IDEC ASSOCIAÇÕES CIENTIFICAS MÍDIA MINISTÉRIO DA SAÚDE/OPAS/OMS ACADEMIA

16 Preocupação 6: Produzir ou auxiliar na produção de Ações concretas! :

17 10-Eixos Estruturantes para a ação: Serviços de Atendimento de Urgência Serviços de Diagnóstico Serviços de Atendimento do Câncer e Terapia Renal Substitutiva Saúde da Mulher e serviços de Atendimento Materno e Neonatal Qualidade Hospitalar /Infecção Hospitalar/Reprocessamento de materiais/resíduos Sistemas de Informação/Geração de Conhecimento/Pesquisa Clínica e Epidemiológica Comunicação/Educação Continuada em Saúde/ Publicações. Populações em situação de vulnerabilidade e portadores de transtornos mentais. Outros serviços relacionados à saúde que potencial risco sanitário Ações de Fiscalização Inerentes à atividades de regulação.

18 Estabelecer Mecanismos de Avaliação e controle das Ações Estabelecer Índices Nacionais de Monitoramento: indicadores demográficos; indicadores socioeconômicos; indicadores de mortalidade; indicadores de morbidade e fatores de risco; indicadores de recursos; e indicadores de cobertura. (RIPSA?) Índices de qualidade dos serviços? Infecção em UTI (Materna e Neonatal), Pneumonias? Distribuição de recursos humanos? Qualidade das CMES, Comissões de Infecção Hospitalar? Mecanismo de Avaliação de Novas Tecnologias

19 Estabelecer Mecanismos de Comunicação PORTAL GGTES (WEB 2.0), com link no Portal da Anvisa. Boletim Periódico Nacional Elaboração de um manual de boas práticas em serviços de saúde, com publicação/revisão a cada três anos) Fortalecimento da presença institucional da ANVISA/GGTES em eventos científicos da área, com maior inter-face com as sociedades científicas. Estabelecimento de parcerias com instituições de saúde, acadêmicas e de Pesquisa. Estabelecimento e fortalecimento de redes de apoio das ações junto às regiões, Estados, Municípios.

20 Reestruturação da GGTES (EM ANDAMENTO)

21 UTASS- Agenda regulatória Gerenciamento de Tecnologias Utilizadas na Prestação de Serviços de Saúde Consulta Pública Finalizada, aguardando construção de guias para publicação Guias anexos explicativos em construção Gerenciamento de Medicamentos Gerenciamento de produtos para saúde Gerenciamento de equipamentos de saúde Gerenciamento de saneantes Gerenciamento de produtos de higiene e cosméticos Funcionamento de Unidades de Terapia Intensiva Em fase final de consolidação e ajustes da Consulta Pública 21/06

22 UTASS - Agenda regulatória Revisão RDC 154/04 Funcionamento dos Serviços de diálise Prevista para 2009 Revisão da RDC 45/03 Utilização de Soluções Parenterais em Serviços de Saúde Prevista para 2009 Revisão RDC 36/08 Serviços de Atenção Obstétrica e Neonatal.

23 UTASS - Agenda regulatória Funcionamento de Serviços que Realizam Procedimentos Endoscópicos do Aparelho Digestivo Ainda não reiniciado reavaliar consulta pública nº08/03 Funcionamento dos Serviços de Saúde Em fase final de elaboração para publicação como consulta pública

24 UTASS Manuais Lavanderia Finalizado e aguardando impressão para lançamento Laboratórios clínicos Em fase de construção Publicação prevista para 2º semestre/2009.

25 UTASS Pesquisas em andamento Diagnóstico Situacional das Instituições de Longa Permanência (ILPI) no Brasil RDC 283 Avaliação da produção de Concentrado para Diálise pelas clínicas de diálise no Brasil, segundo a RDC 08/01 Situação das fontes de Co-60 nos serviços de radioterapia Avaliação do número de leitos de isolamento respiratório no Hospitais de referencia do país.

26 UTASS Capacitações Radioterapia novembro/2008 Medicina Nuclear e Momografia 18 a 22/05 regiões Sul, Sudeste e Centro-oeste 01 a 05/06 - regiões Norte e Nordeste Laboratórios fase final em MG/RS e DF

27 UTASS Influenza H1N1 Participação no Comitê de Enfrentamento de pandemia de Influenza no Brasil. Orientações para os serviços e profissionais de saúde Medidas de precaução e isolamento Cartazes sobre Medidas de Precaução Orientações e Publicações sobre Higienização das Mãos Disponibilização no site

28

29 UIPEA

30 CONTROLE DE INFECÇÃO EM SERVIÇOS DE SAÚDE Portaria nº 2616, de 12 de maio de 1998: ANEXO I ORGANIZAÇÃO l. O Programa de Controle de Infecções Hospitalares (PCIH) é um conjunto de ações desenvolvidas deliberada e sistematicamente, com vistas à redução máxima possível da incidência e da gravidade das infecções hospitalares. 2. Para a adequada execução do PCIH, os hospitais deverão constituir Comissão de Controle de Infecção Hospitalar (CCIH), órgão de assessoria à autoridade máxima da instituição e de execução das ações de controle de infecção hospitalar.

31 Portaria nº 2616, de 12 de maio de 1998 Define competências para: - A CCIH do serviço de saúde; - A autoridade máxima do serviço de saúde; - A Coordenação de Controle de Infecção Hospitalar do Ministério da Saúde (atualmente, é a UIPEA/ANVISA); - As Coordenações Estaduais e Distrital de Controle de Infecção Hospitalar; - As Coordenações Municipais de Controle de Infecção Hospitalar.

32 Fluxo de notificação das ocorrências e dos Indicadores SERVIÇO DE SAÚDE MUNICÍPIO ESTADO ANVISA

33 NOVAS DIRETRIZES PARA O CONTROLE DE INFECÇÃO EM SERVIÇOS DE SAÚDE

34 NOVAS DIRETRIZES PRINCIPAL DIRETRIZ: Criação/Reestruturação das Coordenações Estaduais/Distrital e Municipais de Controle de Infecção em Serviços de Saúde.

35 NOVAS DIRETRIZES DEFINIÇÃO DE CRITÉRIOS NACIONAIS DE INFECÇÃO EM SERVIÇOS DE SAÚDE DEFINIÇÃO DE NOVOS INDICADORES E METAS NACIONAIS CRIAÇÃO DE SISTEMA DE INFORMAÇÃO TOTALMENTE WEB DIVULGAÇÃO DE BOLETINS DE ACOMPANHAMENTO DOS INDICADORES NACIONAIS DE INFECÇÃO EM SERVIÇOS DE SAÚDE

36 DEFINIÇÃO DE CRITÉRIOS NACIONAIS DE INFECÇÃO EM SERVIÇOS DE SAÚDE - CRITÉRIOS DE INFECÇÃO EM NEONATOLOGIA - CRITÉRIOS DE INFECÇÃO EM SÍTIO CIRÚRGICO - CRITÉRIOS SANGUÍNEA DE - CRITÉRIOS DE RESPIRATÓRIO INFECÇÃO INFECÇÃO EM EM CORRENTE SISTEMA - CRITÉRIOS DE INFECÇÃO EM SISTEMA URINÁRIO

37 DEFINIÇÃO DE CRITÉRIOS NACIONAIS DE INFECÇÃO EM SERVIÇOS DE SAÚDE - OUTUBRO DE 2008: DIVULGAÇÃO DE CRITÉRIOS NACIONAIS DE INFECÇÃO EM NEONATOLOGIA - MARÇO DE 2009: DIVULGAÇÃO DE CRITÉRIOS NACIONAIS DE INFECÇÃO EM SÍTIO CIRÚRGICO

38 CRITÉRIOS NACIONAIS DE INFECÇÃO EM NEONATOLOGIA 1. INFECÇÕES RELACIONADAS À ASSISTÊNCIA À SAÚDE (IRAS) EM NEONATOLOGIA A. TRANSPLACENTÁRIAS B. INFECÇÕES RELACIONADAS À ASSISTÊNCIA À SAÚDE (IRAS) PRECOCE DE PROVÁVEL ORIGEM MATERNA C. INFECÇÕES RELACIONADAS À ASSISTÊNCIA À SAÚDE (IRAS) TARDIA DE ORIGEM HOSPITALAR D. SITUAÇÕES NAS QUAIS AS IRAS NÃO SERÃO COMPUTADAS NA VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA DA SUA INSTITUIÇÃO 2. DEFINIÇÃO DE CRITÉRIOS DE INFECÇÃO NEONATAL POR TOPOGRAFIA A - INFECÇÃO PRIMÁRIA DA CORRENTE SANGUÍNEA (IPCS) COM CONFIRMAÇÃO MICROBIOLÓGICA B - IPCS SEM CONFIRMAÇÃO MICROBIOLÓGICA - SEPSE CLÍNICA C - INFECÇÕES DO SISTEMA CARDIOVASCULAR D. IRAS DO TRATO RESPIRATÓRIO

39 CRITÉRIOS NACIONAIS DE INFECÇÃO EM NEONATOLOGIA E. INFECÇÕES DO SISTEMA NERVOSO CENTRAL F. INFECÇÃO DO TRATO URINÁRIO G. INFECÇÕES DO SISTEMA GASTROINTESTINAL H. INFECÇÃO EM OLHOS, OUVIDOS, NARIZ, GARGANTA E BOCA I. PELE E TECIDO CELULAR SUBCUTÂNEO J. INFECÇÕES OSTEOARTICULARES K. INFECÇÕES DO SÍTIO CIRÚRGICO

40 CRITÉRIOS NACIONAIS DE INFECÇÃO EM NEONATOLOGIA 3. MÉTODO DE VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA CRITÉRIOS DE INCLUSÃO NA VIGILÂNCIA DE RN DE ALTO RISCO: DEFININDO OS INDICADORES DE RESULTADO 1) Incidência Acumulada (Infecções Precoces + Tardias) 2) Densidade de Incidência (DI) 4. INDICADORES DE PROCESSO A.TIPOS DE INDICADORES DE PROCESSO: 1. Consumo de Produtos para Higienização das Mãos por RN-dia 2. Acompanhamento de Inserção de Cateter Vascular Central 5. INDICADOR DE ESTRUTURA 1. Relação de Profissional de Enfermagem/Neonato

41 CRITÉRIOS NACIONAIS DE INFECÇÃO EM NEONATOLOGIA ANEXO I DIAGNÓSTICO CLÍNICO DE INFECÇÃO EM NEONATOLOGIA ANEXO II ESCORE HEMATOLÓGICO ANEXO III PREVENÇÃO DE INFECÇÃO PRIMÁRIA DA CORRENTE SANGUÍNEA ASSOCIADA A CATETER VASCULAR CENTRAL EM NEONATOLOGIA ANEXO IV FORMULÁRIOS DE NOTIFICAÇÃO

42 CRITÉRIOS NACIONAIS DE INFECÇÃO EM SÍTIO CIRÚRGICO DEFINIÇÃO DE PACIENTE CIRÚRGICO PASSÍVEL DE VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA DE ROTINA A. CIRURGIA EM PACIENTE INTERNADO EM SERVIÇO DE SAÚDE B. B. CIRURGIA AMBULATORIAL C. C. CIRURGIA ENDOVASCULAR D. D. CIRURGIA ENDOSCÓPICA COM PENETRAÇÃO DE CAVIDADE DEFINIÇÃO DE INFECÇÕES DO SÍTIO CIRÚRGICO (ISC) PARA CIRURGIAS EM PACIENTES INTERNADOS E AMBULATORIAIS INDICADORES DE RESULTADOS

43 CRITÉRIOS NACIONAIS DE INFECÇÃO EM SÍTIO CIRÚRGICO INDICADORES DE PROCESSO E ESTRUTURA PARA A PREVENÇÃO DE INFECÇÃO DO SÍTIO CIRÚRGICO (PRÉ E INTRA-OPERATÓRIO) CIRURGIA ELETIVA COM TEMPO DE INTERNAÇÃO PRÉ OPERATÓRIA 24H TRICOTOMIA COM INTERVALO 2H TRICOTOMIA COM APARADOR OU TESOURA ANTIBIOTICOPROFILAXIA REALIZADA ATÉ 1 HORA ANTES DA INCISÃO ANTI-SEPSIA DO CAMPO OPERATÓRIO DURAÇÃO DA ANTIBIOTICOPROFILAXIA PARA CIRURGIA CARDÍACA RECOMENDA-SE A APLICAÇÃO DE UM INDICADOR DE CONTROLE GLICÊMICO NO PÓSOPERATÓRIO IMEDIATO PARA CIRURGIAS COLO-RETAIS RECOMENDA-SE A APLICAÇÃO DE UM INDICADOR DE CONTROLE TÉRMICO NO INTRA-OPERATÓRIO INSPEÇÃO DA CAIXA CIRÚRGICA INDICADOR DE ESTRUTURA

44 PROJETOS 2009 (fase final) 1. LANÇAMENTO DE MANUAL PREVENÇÃO DE INFECÇÕES EM: - CORRENTE SANGUÍNEA - SISTEMA RESPIRATÓRIO - SISTEMA URINÁRIO DE 2. DE EM LANÇAMENTO DE MANUAL PRECAUÇÕES E ISOLAMENTO SERVIÇOS DE SAÚDE

45 NOVOS PROJETOS DEFINIÇÃO DE NOVOS INDICADORES E METAS NACIONAIS - DEFINIÇÃO DE INDICADOR E META NACIONAL PARA UM PERÍODO DETERMINADO; - OBRIGATORIEDADE DO ENVIO DE DADOS SOBRE INFECÇÃO PARA ALGUNS SERVIÇOS DE SAÚDE BRASILEIROS (NÚMERO DE LEITOS DE UTI); - ANÁLISE DOS DADOS E DIVULGAÇÃO DO RESULTADO NACIONAL POR MEIO DE BOLETINS PERIÓDICOS

46 PROJETOS DESENVOLVIMENTO DE UM NOVO SISTEMA NACIONAL DE INFORMAÇÃO PARA O CONTROLE DE INFECÇÃO EM SERVIÇOS DE SAÚDE - SISTEMA WEB - ENVIO DE DADOS SERVIÇOS DE SAÚDE CONSOLIDADOS PELOS

47 NOVOS PROJETOS Criação um GT (grupo de trabalho) para elaboração de nova proposta de regulamentação para o Controle de Infecção Nacional - 1ª reunião em Abril de 2009

48 NOVOS PROJETOS Reestruturação da Rede RM Rede Nacional de Monitoramento da Resistência Microbiana em Serviços de Saúde (criada em 2006) - Fortalecimento da Rede de Monitoramento e Investigação de Surtos de Infecções em Serviços de Saúde - Continuação do Projeto de Segurança do Paciente -- Higienização das Mãos -- Cirurgia Segura

49 REPROCESSAMENTO DE PRODUTOS PARA SAÚDE

50 RESOLUÇÕES VIGENTES RDC/ANVISA nº 156, de 11 de agosto de 2006 Dispõe sobre o registro, rotulagem e reprocessamento de produtos médicos, e dá outras providências; RE/ANVISA nº2605, de 11 de agosto de 2006 Estabelece a lista de produtos médicos enquadrados como de uso único proibidos de ser reprocessados; RE/ANVISA nº 2606, de 11 de agosto de 2006 Dispõe sobre as diretrizes para elaboração, validação e implantação de protocolos de reprocessamento de produtos médicos e dá outras providências.

51 RESOLUÇÃO SOBRE CME E EMPRESAS PROCESSADORAS Formação de Grupo de Trabalho (GT) para: -Elaboração de Minuta de RDC para dispor sobre o funcionamento de serviços que realizam processamento de produtos para saúde e dá outras providências. -- Elaboração de Manual com orientações para o Processamento de Produtos para Saúde em Serviços de Saúde

52 RESOLUÇÃO SOBRE CME E EMPRESAS PROCESSADORAS - A MINUTA DESTA RDC IRÁ PARA CONSULTA PÚBLICA NO MÊS DE JUNHO DE 2009 TODOS OS PROFISSIONAIS PODEM ENCAMINHAR SUGESTÕES AO TEXTO INICIAL

53 RESOLUÇÃO Nº 08/2009

54 MICOBACTERIOSE DE CRESCIMENTO RÁPIDO : 2128 CASOS CONFIRMADOS DE MICOBACTERIOSE DE CRESCIMENTO RÁPIDO EM TODO O BRASIL. (DADOS RENISS/ANVISA)

55 Distribuição dos casos notificados por grupo de procedimento e via de acesso (2008) ANO DA CIRURGIA TIPO CIRURGIA VIA DE ACESSO TOTAL PERCENTUAL 2008 ABDOMINAL CONVENCIONAL 1 1,09 SEM INFORMAÇÃO 2 2,17 VÍDEO 28 30, ,70 7 7,61 7 7,61 1 1,09 1 1,09 1 1,09 1 1,09 ABDOMINAL TOTAL ESTÉTICA INJEÇÃO ESTETICA TOTAL ONCOLOGICA CONVENCIONAL ONCOLOGICA TOTAL PÉLVICA VIDEO PELVICA TOTAL PLÁSTICA CONVENCIONAL 23 25,00 SEM INFORMAÇÃO 2 2,17 VIDEO+CONVENCIONAL 1 1, ,26 1 1,09 1 1,09 PLASTICA TOTAL UROLÓGICA VIDEO UROLOGICA TOTAL SEM INFORMAÇÃO SEM INFORMAÇÃO 14 15,22 VIDEO 9 9, ,00 TOTAL de Vigilância Sanitária SI TOTAL Fonte: de Banco de Dados da Rede Nacional 92 de Investigação 100,00 Surtos e Eventos Adversos em Serviços de Saúde (Reniss) em

56 MICOBACTERIOSE DE CRESCIMENTO RÁPIDO - CONTEXTO GERAL - Surgimento de casos em todo país ( ) - Isolamento de cepas idênticas em todo território nacional - Deficiência no processamento de produtos para saúde nos serviços de saúde - Confirmação laboratorial de tolerância das cepas do surto ao Glutaraldeído a 2% (dados da Fiocruz)

57 MICOBACTERIOSE DE CRESCIMENTO RÁPIDO Reunião, em Brasília, com especialistas de todo país no dia 10 de Dezembro de 2008 Publicação de Consulta Pública nº 74, de 19 de dezembro de 2008 (D.O.U de 22/12/08) DURAÇÃO: 30 dias

58 RDC Nº 08/2009 RDC Nº 8, DE 27 DE FEVEREIRO DE 2009 Dispõe sobre as medidas para redução da ocorrência de infecções por Micobactérias de Crescimento Rápido - MCR em serviços de saúde.

59 RDC Nº 08/2009 Art. 1º Esta Resolução aplica-se aos serviços de saúde que realizam procedimentos cirúrgicos e diagnósticos por videoscopias com penetração de pele, mucosas adjacentes, tecidos sub-epiteliais e sistema vascular, cirurgias abdominais e pélvicas convencionais, cirurgias plásticas com o auxílio de ópticas, mamoplastias e procedimentos de lipoaspiração. Parágrafo único. Esta norma não se aplica ao instrumental óptico utilizado nos procedimentos endoscópicos para acesso às cavidades corporais, por orifícios naturais.

60 RDC Nº 08/2009 Art. 2º Fica suspensa a esterilização química por imersão, utilizando agentes esterilizantes líquidos, para o instrumental cirúrgico e produtos para saúde utilizados nos procedimentos citados no Art. 1º. Art. 3º Os acessórios utilizados para biópsias ou outros procedimentos que atravessem a mucosa são classificados como artigos críticos.

61 RDC Nº 08/2009 Art. 4º O responsável pelo Centro de Material e Esterilização - CME deve supervisionar todas as atividades relacionadas ao processamento de instrumentais e produtos para saúde, incluindo as realizadas por empresas terceirizadas. Parágrafo único. Cada etapa do processamento do instrumental cirúrgico e dos produtos para saúde deve seguir um Procedimento Operacional Padrão - POP, elaborado com base em referencial científico. Este documento deve ser amplamente divulgado no CME e estar disponível para consulta.

62 RDC Nº 08/2009 Art. 5º É proibido o processamento de instrumental cirúrgico e produtos para saúde fora do CME, exceto quando realizado por empresas terceirizadas regularizadas junto à Autoridade Sanitária. Art. 6º Todo o instrumental cirúrgico e produtos para saúde que não pertençam ao serviço de saúde devem ser encaminhados previamente ao CME para processamento, obedecendo ao prazo definido por este setor.

63 RDC Nº 08/2009 Art. 7º Os pacientes submetidos aos procedimentos referidos no art. 1º devem ser acompanhados pelo serviço de saúde que realizou o procedimento, para identificar sinais e sintomas sugestivos de infecção por MCR. Nos primeiros 90 dias, o acompanhamento deve ser mensal. Após este período, os pacientes devem ser orientados a procurar o serviço de saúde caso ocorra qualquer anormalidade relacionada ao procedimento cirúrgico, até completar 24 meses. Art. 8º Os casos suspeitos e confirmados de infecção por MCR devem ser informados à autoridade sanitária local e eletronicamente, pelo formulário de Notificação de Infecção Relacionada à Assistência à Saúde por Micobacteriose não Tuberculosa, disponível no endereço eletrônico da Anvisa ().

64 INFORMAÇÕES SOBRE MICOBACTERIOSE DE CRESCIMENTO RÁPIDO * disponível no site da Anvisa:

65 INFORMAÇÕES SOBRE MICOBACTERIOSE DE CRESCIMENTO RÁPIDO * disponível no site da Anvisa:

66 FORMULÁRIOS DE NOTIFICAÇÃO

67 INFLUENZA A H1N1

68 INFLUENZA A H1N1 O que é a influenza A / H1N1? É uma doença respiratória aguda (gripe), causada pelo vírus A (H1N1). Este novo subtipo do vírus da influenza é transmitido de pessoa a pessoa principalmente por meio de tosse ou espirro e de contato com secreções respiratórias de pessoas infectadas.

69 UTESS Seminário sobre a NR-32 do Ministério do Trabalho e Emprego para agentes do SNVS(Estabelece as diretrizes básicas para a implementação de medidas de proteção à segurança e à saúde dos trabalhadores dos serviços de saúde) Realizado 1 (um) seminário em Belém/PA 4 (quatro) seminários regionais agendados até outubro 2009

70 UTESS Estratégias de gestão dos resíduos químicos de serviços de saúde (Estabelece o manejo e descarte seguro de produtos e insumos farmacêuticos em serviços de saúde e dá outras providências) Composição do GT em fase final de elaboração e confirmação dos participantes Previsão para início dos trabalhos do GT: junho de 2009

71 UTESS Revisão da RDC/Anvisa nº. 50 de 2002(Dispõe sobre o Regulamento Técnico para planejamento, programação, elaboração e avaliação de projetos físicos de estabelecimentos assistenciais de saúde). Elaboração do texto base em andamento Previsão para início dos trabalhos do GT: agosto de 2009

72 UTESS Revisão da RDC/Anvisa nº. 189 de 2003(Dispõe sobre a regulamentação dos procedimentos de análise, avaliação e aprovação dos projetos físicos de estabelecimentos de saúde no Sistema Nacional ) Proposta em Consulta Pública, finalizada em 26/05/2009.

73 UTESS Regulamento Técnico sobre CME (Dispõe sobre o funcionamento de serviços que realizam processamento de produtos para saúde e dá outras providências.) Proposta em fase final para aprovacoa na DICOL.

74 UTESS Elaboração de roteiro de inspeção para Serviços de Medicina Hiperbárica:( adoção do emprego da oxigenoterapia hiperbárica (OHB) como procedimento terapêutico consagrado nos meios científicos e incorporado ao acervo de recursos médicos, de uso corrente em todo o País. Proposta em fase final de elaboracao

75

76 Obrigado!

CONTROLE DE INFECÇÃO EM

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