COMPOSTOS BIOATIVOS UTILIZADOS NO TRATAMENTO NÃO MEDICAMENTOSO DA HIPERTENSÃO ARTERIAL

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1 Curso de Biomedicina Artigo de Revisão COMPOSTOS BIOATIVOS UTILIZADOS NO TRATAMENTO NÃO MEDICAMENTOSO DA HIPERTENSÃO ARTERIAL BIOACTIVE COMPOUNDS USED IN THE NON-PHARMACOLOGICAL TREATMENT OF HYPERTENSION Cintia Teresa Santos de Oliveira 1, Isla Francielly da Silva Brito 1, Nathalie Alcantara Ferreira 2 1 Alunos do Curso de Biomedicina 2 Professora Mestre do Curso de Biomedicina Resumo A hipertensão arterial (HA) é considerada uma doença crônica não transmissível (DCNT) em prevalência crescente, podendo ser considerada um dos grandes problemas de saúde pública no Brasil. Esta doença corresponde a uma pressão arterial sistólica (PAS) maior ou igual a 140 mm Hg e uma pressão arterial diastólica (PAD) maior ou igual a 90 mm Hg, em indivíduos que não estão fazendo uso de medicação anti-hipertensiva. O tratamento do paciente hipertenso pode ser não-farmacológico posteriormente associado ao tratamento farmacológico, dependendo da eficácia do primeiro. Com uma alimentação adequada principalmente contendo os compostos bioativos potássio, ácidos graxos, óxido nítrico, com exercícios físicos, sem tabagismo, álcool, sedentarismo, podendo viver por muitos anos com a vida mais saudável. Palavras-chave: Hipertensão arterial; compostos bioativos; alimentos funcionais. ABSTRACT Arterial hypertension (AH) is considered a non- communicable chronic diseases (NCDs) in increasing prevalence, and can be considered a major public health problems in Brazil. This disease corresponds to a systolic blood pressure (SBP) greater than or equal to 140 mm Hg and a diastolic blood pressure (DBP) greater than or equal to 90 mm Hg in subjects that are not making use of antihypertensive medication. The treatment of hypertensive patients may be related non-pharmacological subsequent to drug treatment, depending on the effectiveness of the former. With adequate food mainly containing the bioactive potassium compounds, fatty acids, nitric oxide, with exercise without smoking, alcohol, physical inactivity, and can live for many years with the healthiest life. Keywords: hypertension; bioactive compounds; functional foods. Contato: Introdução A hipertensão arterial (HA) é considerada uma doença crônica não transmissível e possui uma prevalência crescente, revelando-se como um dos mais importantes problemas de saúde pública de nosso país, com prevalências entre 10 e 42%, dependendo da região, subgrupo populacional ou critério diagnóstico utilizado 1. A hipertensão constitui o principal fator de risco para complicações cardiovasculares como acidente vascular cerebral e infarto agudo do miocárdio, além da doença renal crônica terminal 2,3. Essa patologia é constituída por vários riscos e gerando várias doenças cardiovasculares, podendo ser considerada como grandes problemas na saúde pública. É conceituada como uma doença sistêmica que envolve alterações nas estruturas das artérias do miocárdio, associada à disfunção endotelial e constrição musculatura lisa vascular. Os fatores de risco que podem levar essa doença são uma alimentação rica em sódio e gorduras, consumo exagerado de álcool, ausência de exercícios físicos regulares, tabagismo, etilismo e alterações psicoemocionais, ocorrendo à elevação de pressão arterial, fazendo com que se instalem as doenças cardiovasculares 4. A prevenção da HA pode ser obtida através da redução dos fatores de risco, como estilo de vida adequado que, por sua vez, inclui a prática de exercício físico, o controle do peso, da ingestão reduzida de sal e do álcool, abolição do hábito de fumar, entre outras como, por exemplo: os alimentos pobres em sódio e ricos em potássio. O tratamento do paciente hipertenso deve ser instituído quando os níveis de pressão arterial são iguais ou superiores a 140/90 mmhg. Recomenda-se para hipertensos leves, caracterizados por diastólica entre e sistólica entre mmhg 5. Mudar o estilo de vida é uma tarefa difícil por que vem acompanhada de resistências, por esse motivo a maiorias das pessoas não consegue fazer modificações e mantê-las saudáveis, no entanto a educação na saúde é fundamental para conduzir as pessoas a essa

2 mudanças, para prevenção ou controle de fatores de risco que levam doenças associadas a HA, através de hábitos e atitudes saudáveis 6. A hipertensão arterial pode ser definida como uma pressão arterial sistólica (PAS) maior ou igual a 140 mmhg e uma pressão arterial diastólica (PAD) maior ou igual a 90 mmhg, em indivíduos que não estão fazendo uso de medicação anti-hipertensiva 2. A pressão arterial de um indivíduo adulto que não esteja em uso de medicação antihipertensiva e sem co-morbidades associadas é considerada normal quando a PAS é menor ou igual a 130 mmhg e a PAD menor ou igual 85 mmhg. Valores de PAS entre 130 e 139 mmhg e/ou de PAD entre 85 e 89 mmhg são considerados limítrofes e pode ser necessário receber tratamento em alguns casos, conforme recomendação médica 2. As pessoas que têm maior risco de se tornarem hipertensas são aquelas que não têm hábitos alimentares saudáveis, com história familiar, obesidade, sedentarismo, tabagismo e etilismo 6,2. Segundo o III Consenso Brasileiro de Hipertensão Arterial, o tratamento do paciente hipertenso deve ser instituído quando os níveis de pressão arterial são iguais ou superiores a 140/90 mmhg. Recomenda-se para hipertensos leves, caracterizados por diastólica entre e sistólica entre mm Hg, tratamento nãofarmacológico (TNF) isolado durante 12 meses para pacientes do grupo de risco A (que não apresentam fatores de risco e nem lesões de órgãos-alvo) e durante 6 meses para pacientes do grupo de risco B (que apresentam fatores de risco, exceto diabetes melito, mas não apresentam lesões de órgãos-alvo). Caso não haja controle ao final deste período, deve ser associado tratamento farmacológico (TF) 7. Para pacientes do grupo de risco C (apresentam lesões de órgãos-alvo ou doença cardiovascular clinicamente identificável e/ou diabete melito) é recomendado tratamento farmacológico imediato, além do não farmacológico 7. O controle da hipertensão arterial depende de medidas farmacológicas e não farmacológicas. As medidas não farmacológicas são indicadas indiscriminadamente aos hipertensos. Entre essas medidas estão a redução do consumo de álcool, o controle da obesidade, a dieta equilibrada, a prática regular de atividade física e a cessação do tabaco 8. Do ponto de vista farmacológico, é recomendado, no início do tratamento para hipertensos leves, uma droga pertencente a uma das 6 classes de anti-hipertensivos, a saber: diuréticos, betabloqueadores, simpatolíticos de ação central, antagonistas dos canais de cálcio, inibidores da enzima conversora da angiotensina e antagonistas do receptor da angiotensina II 7. Por ser, na maior parte do seu curso, assintomática, seu diagnóstico e tratamento é frequentemente negligenciado, somando-se a isso a baixa adesão, por parte do paciente, ao tratamento prescrito 9,7. Assim, cerca de 40 a 83% da população hipertensa desconhece o seu diagnóstico, sendo que de 75 a 92% daqueles que estão em tratamento não controlam a pressão arterial (PA). Dentre os motivos para a não adesão do tratamento pode-se citar fatores emocionais, custo dos medicamentos e efeitos colaterais 9,7. O tratamento por meio de fármacos é difundido há muito tempo, entretanto hoje existem alternativas de tratamento da hipertensão arterial a partir da administração de produtos naturais como o alho, melancia, produtos que contenham oxido nítrico e ácidos graxos Omega-3. Assim, a fitoterapia associada ao tratamento farmacológico pode ser eficaz no controle da hipertensão e funciona como um preventivo nos estágios iniciais, além disso, fitoterapia é encarada como opção na busca de soluções terapêuticas, utilizada principalmente pela população de baixa renda, uma vez que consiste em uma alternativa eficiente, barata e culturalmente difundida 10,11. Assim o presente trabalho tem por objetivo investigar, na literatura, alimentos que podem ser utilizados na prevenção e no tratamento da hipertensão arterial. Materiais e Métodos O presente estudo trata-se de uma revisão crítica, sobre o tema, de artigos publicados em revistas indexadas nas bases de dados Medline, Lilacs, Scielo e Google Scholar, com ênfase nos últimos dez anos, nos idiomas português, inglês e espanhol. Utilizando-se os descritores: Alimentos funcionais, hipertensão arterial e tratamento não medicamentoso da hipertensão arterial, alimentos anti-hipertensivos. Serão selecionados estudos experimentais, clínicos randomizados, observacionais, epidemiológicos. A) Critérios de inclusão - Artigos publicados entre o período de 2001 a 2014, nos idiomas: português e inglês; - Artigos que contenham pelo menos um dos descritores selecionados; - Artigos que relatam a eficiência dos alimentos funcionais no controle e cura da hipertensão; - Estudos experimentais, in vitro, in vivo, clínicos randomizados, observacionais, epidemiológicos, entre outros, seguidos de tratamento estatístico com significância de p<0,05. B) Critérios de exclusão - Artigos em outros idiomas que não Português, Inglês e Espanhol;

3 - Estudos que não tratavam especificamente do tema; - Artigos antigos, período anterior ao ano de Hipertensão arterial A Hipertensão Arterial é um grave problema de saúde pública, sendo considerado um dos principais fatores de risco para as doenças cardiovasculares, é responsável por altas taxas de morbidades. O seu controle depende de medidas farmacológicas e não farmacológicas. As medidas não farmacológicas são indicadas indiscriminadamente aos hipertensos. A redução do consumo de álcool, o controle da obesidade, a dieta equilibrada, a prática regular de atividade física e a cessação do tabaco 12. Dados da Organização Mundial de Saúde(OMS), de 1997, indicam que as doenças cardiovasculares (DCVs), foram responsáveis por cerca de 30% de todas as mortes que ocorreram no mundo, o que corresponde a quase 15 milhões de óbitos a cada ano, sendo a maioria (9milhões) proveniente dos países em desenvolvimento 13. Esses dados colocam as DCVs como verdadeira pandemia, e para o seu tratamento exige-se a adoção de medidas preventivas efetivas tanto primárias como secundárias. A prevenção primária da HA é fundamental para a redução da morbidade e mortalidade por DCV. Tem como objetivo primordial a redução ou modificação dos fatores de risco da doença hipertensiva através da implementação políticas, apropriadas e programas educativos que busquem evitar ou retardar o desenvolvimento da doença. As mudanças resultantes do nível de comportamento da população (baixa ingestão de sal ou aumento da atividade física) podem produzir benefícios ao indivíduo, e contribuir como um todo para o controle da Pressão Arterial entre a população 13. No Brasil, as doenças cardiovasculares foram responsáveis por cerca de 300 mil mortes em 2007, 40% das aposentadorias precoces e custo econômico estimado em cerca de 475 milhões de reais apenas em internações hospitalares, que chegam a mais de um milhão por ano 14. Tal impacto está diretamente relacionado aos casos de HAS no país, cuja prevalência média estimada foi de 24% em 2007, observando-se valores mais elevados nos grupos de maior idade, atingindo cerca de 50% dos indivíduos entre 60 e 69 anos e mais de 70% daqueles acima de 70 anos 14. Para o controle adequado da pressão arterial elevada, e de suas consequências é imprescindível a identificação, o acompanhamento dos hipertensos pelos serviços de saúde, pois tratamentos farmacológicos e não farmacológicos são capazes de melhorar significativamente o prognóstico da doença e a qualidade de vida das pessoas 14. Fatores de riscos para o desenvolvimento da Hipertensão Sócio econômicos Nível socioeconômico mais baixo está associado a maior prevalência de hipertensão arterial e de fatores de risco para elevação da pressão arterial, além de maior risco de lesão em órgãos-alvo e eventos cardiovasculares 15. Hábitos dietéticos, incluindo consumo de sal e ingestão de álcool, índice de massa corpórea aumentado, estresse psicossocial, menor acesso aos cuidados de saúde e nível educacional são possíveis fatores associados. Devem incluir todos os grupos sociais, especialmente aqueles com menores possibilidades de escolha em razão da pobreza e da exclusão social Sal O excesso de consumo de sódio contribui para o surgimento de hipertensão arterial. A relação entre aumento da pressão arterial e avanço da idade é maior em populações com alta ingestão de sal 15. Povos que consomem dieta com menos conteúdo de sal, deste têm menor prevalência de hipertensão e a pressão arterial não se eleva com a idade. Entre os índios Yanomami, que têm baixa ingestão de sal, não foram observados casos de hipertensão arterial. A sociedade Brasileira de Hipertensão (SBH) recomenda a ingestão de 6 g diária, por que com o consumo do sódio no organismo faz com que aumente a HA 15, 16. Obesidade O excesso de massa corporal é um fator predisponente para hipertensão, podendo ser responsável por 20% a 30% dos casos de hipertensão arterial. 75% dos homens e 65% das mulheres apresentam hipertensão, diretamente atribuível a sobrepeso e obesidade 15. Apesar do ganho de peso estar fortemente associado com o aumento da pressão arterial, nem todos os indivíduos obesos tornam-se hipertensos 15. Álcool O consumo elevado de bebidas alcoólicas como cerveja, vinho e destilados aumenta a pressão arterial. O efeito varia com o gênero, e a magnitude está associada à quantidade de etanol e à frequência de ingestão 15. O efeito do consumo leve a moderado de

4 etanol não está definitivamente estabelecido. Verifica-se redução média de 3,3 mmhg (2,5 a 4,1 mmhg) na pressão sistólica e 2,0 mmhg (1,5 a 2,6 mmhg) na pressão diastólica com a redução no consumo de etanol 22. O consumo elevado de álcool associa-se maior mortalidade total, morte súbita arrítmica, hipertensão arterial, cardiomiopatia, acidente vascular cerebral hemorrágico, doença hepática e pancreática, e diversas formas de câncer. Uma das maiores dificuldades de ter o controle do uso de bebidas alcoólicas é o fato de existir a aceitação social da bebida 16,15. Sedentarismo O sedentarismo aumenta a incidência de hipertensão arterial. Indivíduos sedentários apresentam risco aproximado 30% maior de desenvolver hipertensão que os ativos 18. Os fatores que contribuem para os obesos apresentem alteração na função renal, predispondo, aumento da pressão por retenção de líquido, são: a resistência à insulina, alterações nas estruturas renais, alterações na estrutura e função vascular, ativação do sistema reninaangiotensina-aldosterona, ativação do sistema nervoso simpático e alterações no eixo hipotálamo-hipófise adrenal 15. O exercício aeróbio apresenta efeito hipotensor maior em indivíduos hipertensos que normotensos. O exercício resistido possui efeito hipotensor semelhante, mas menos consistente 15, 18. receptores β-adrenérgicos constituem um grupo importante de fármacos para o tratamento farmacológico da hipertensão arterial, sendo o prantonol, sendo um antagonista potente e bloqueia igualmente os receptores B1 e B2. Os mecanismos de ação dessa classe de drogas antihipertensiva, diminuição do débito cardíaco, efeitos centrais, readaptação dos barorreceptores, diminuição da liberação de renina e inibição simpática periférica 31. Bloqueadores dos canais de cálcio (Grupo II) Os antagonistas do cálcio terapeuticamente importantes atuam sobre os canais do tipo L, sendo três classes quimicamente distintas: fenilalquilaminas (verapamil), benzotiazepinas (diltiazem) e diidropiridinas, nifedipina, amlodipina). Os fármacos de cada uma dessas três classes 14. Ligam-se às subunidades no canal de cálcio cardíaco do tipo L, mas em locais distintos, interagindo entre si e com o maquinário de controle da passagem de cálcio, impedindo sua abertura e consequentemente reduzindo a entrada de cálcio. Na musculatura lisa, causam dilatação arterial/arteriolar generalizada e diminuição de sua resistência, reduzindo a pressão arterial 14. Tabagismo É bom destacar que o hábito de fumar, seja ativo ou passivo, é um dos principais fatores de risco para doenças cardiovasculares, acelerando a progressão das lesões ateroscleróticas, além da ocorrência de fenômenos trombóticos. É necessário que adotada - se estratégias integradas e sustentáveis de prevenção e controle dessas doenças, muitas vezes os indivíduos só se sentem motivados a se sair desse hábito, após apresentar algumas manifestações dessas doenças cardiovasculares 16. Tratamento Tratamento medicamentoso As principais classes de medicamentos antihipertensivos Bloqueadores adrenérgicos (Grupo I) São drogas que intervêm na transmissão simpática. A maioria dos antagonistas de receptores adrenérgicos é seletiva para os receptores α ou β, e muitos também são seletivos para seus subtipos. Os antagonistas dos Fig. 1 Ação dos antagonistas da aldosterona competindo pelo sitio de ligação (azul) desse hormônio com redução da absorção de sódio e secreção de potássio, e na região apical a ação de bloqueadores diretos dos canais de sódio com função semelhante. Diuréticos (Grupo III) Os diuréticos do grupo III, é considerada a classe de fármacos anti-hipertensivos mais utilizada, em virtude da sua eficácia terapêutica e baixo custo. Seu efeito primário consiste em diminuir a reabsorção de sódio pelos túbulos, causando natriurese (maior débito de sódio), causando diurese (maior débito de água), aumentando a perda de água secundário à excreção aumentada de sódio. já que o sódio remanescente nos túbulos age de forma osmótica, diminuindo a reabsorção de água 14. Inibidores competitivos da aldosterona

5 apresentam-se como antagonistas da aldosterona a espironolactona e esplerenona, competem com este hormônio pelos sítios receptores nas células epiteliais do túbulo coletor cortical, reduzindo absorção de sódio e secreção de potássio nesse segmento tubula, o sódio permanece no túbulo agindo como diurético osmótico, causando aumento da excreção de água e sódio 14. Diuréticos que bloqueiam canais de sódio nos túbulos coletores, a amilorida é um exemplo de fármaco que inibe a reabsorção de sódio e secreção de potássio de modo semelhante à espironolactona. No nível celular, agem diretamente bloqueando os canais de sódio da membrana luminal das células epiteliais do túbulo coletor. Os bloqueadores dos canais de sódio são considerados diuréticos poupadores de potássio 31. Tratamento não farmacológico O tratamento não-medicamentoso da hipertensão arterial consiste em estratégias que visam mudar o estilo de vida e que podem levar à diminuição da dosagem dos medicamentos ou até mesmo à sua dispensa 18. O tratamento não-medicamentoso tem, como principal objetivo, diminuir a morbidade e a mortalidade cardiovasculares por meio de modificações do estilo de vida que favoreçam a redução da pressão arterial 15. O tratamento não-farmacológicas têm sido apontadas pelo baixo custo, risco mínimo e pela eficácia na diminuição da pressão arterial. Entre elas estão: a redução do peso corporal, não consumir bebidas alcoólica, o abandono do tabagismo e a atividade física. Deste modo, a intervenção não-farmacológica presta-se ao controle dos fatores de risco e às modificações no estilo de vida, para prevenir ou deter a evolução da hipertensão arterial 15,18. Redução e/ou Controle de Peso Hipertensos com excesso de peso devem emagrecer. Uma dieta com baixa caloria e um aumento do gasto energético com atividades físicas, são fundamentais para a perda de peso. As estratégias no controle e diminuição do peso do paciente são: a identificação desse índice e da dieta real do hipertenso, a fim de tomar conhecimento do que exatamente ele come e do que modificar; traçar objetivos de peso a curto. Uma distribuição desfavorável da gordura corporal, com deposição excessiva de gordura abdominal, estaria relacionada com o desenvolvimento de doenças crônicas cardiovasculares e metabólicas, por isso que é necessário ter uma boa alimentação e fazer exercícios físicos para ser eliminada essas gorduras que provoca doenças relacionada HA 15,19. Padrão Alimentar Adequado A dieta do hipertenso deverá ser pobre em sal e rica em potássio, magnésio e cálcio. A dieta rica em potássio e magnésio poderá ser obtida através de uma ingesta rica de feijões, ervilhas, vegetais verdes escuros, banana, melão, cenoura, beterraba, frutas secas, tomates, batata inglesa e laranja. O cálcio da dieta poderá ser obtido através de derivados do leite com baixo teor de gorduras, como o leite e o iogurte desnatados e os queijos brancos. Uma composta de frutas, verduras, fibras, alimentos integrais, leite desnatado, pobre em colesterol e gorduras saturadas. São considerados alimentares adequados: ter uma dieta rica em vegetais, frutas, verduras, grãos, fibras, alimentos com baixa densidade calórica e baixo teor de gorduras saturadas (alimentos cozidos, assados, grelhados ou refogados, com temperos naturais). Limitar a ingestão de sal, álcool, gema de ovo, crustáceos e margarinas. Evitar doces, frituras e derivados do leite integral 15. Diminuição do Consumo de Sal O consumo de sal não pode ultrapassar 6g de sal por dia, o que equivale a 100 ml de sódio (4 colheres de chá). Para isso, devem ser ingeridos alimentos naturais, com pouco sal, e devem ser evitados enlatados, conservas, embutidos e defumados 20. Com a redução da ingestão do sal na dieta, reduz a pressão arterial, traz benefícios na mortalidade por acidente vascular encefálico e na regressão da hipertrofia ventricular esquerda. A restrição salina pode ainda reduzir a excreção urinária de cálcio, contribui para prevenção da osteoporose em idosos. Dessa forma, a restrição de sal na dieta é recomendada não apenas para hipertensos, mas para a população de modo geral 15, 20. Diminuição do Consumo de Álcool O hipertenso deve evitar o consumo de bebidas alcoólicas. A diminuição do consumo excessiva de bebidas alcoólicas pode diminuir a pressão arterial sistólica. A pressão arterial dependentes da quantidade ingerida 15. Claramente, uma quantidade maior de etanol eleva a pressão arterial, está associada a maiores morbidade e mortalidade cardiovasculares. Por outro lado, as evidências de correlação entre uma pequena ingestão de álcool e a consequente redução da pressão arterial ainda são frágeis e necessitam de comprovações 15. Em indivíduos hipertensos, a ingestão de álcool, agudamente e dependentemente da dose, reduz a pressão arterial, porém ocorre elevação algumas horas após o seu consumo. Tendo em

6 vista a controvérsia em relação à segurança e ao benefício cardiovascular 15. Hábito de Fumar O tabagismo aumenta muito o risco de complicações cardiovasculares em pacientes portadores de hipertensão arterial, logo, deverá ser abandonado 1. O tabagismo associado à hipertensão potencializa o risco das cardiopatias isquêmicas, e outras doenças cardiovasculares, enquanto sua abolição reduz esses ricos. O cigarro duplica o risco na doença arterial coronariana 1. A biossíntese do NO compreende as funções mais importantes do metabolismo da L- arginina no organismo. Óxido nítrico é formado a partir do nitrogênio da guanidina presente na L- arginina, sob a ação catalítica da enzima sintase do óxido nítrico, gerando concentrações equimolares de L-citrulina 21. O processo de formação do NO está ilustrado na Figura 2. Prática de Atividades Físicas As pessoas sedentárias apresentam maior probabilidade de desenvolver hipertensão quando comparadas a pessoas fisicamente ativas. Das diversas intervenções não medicamentosas, o exercício físico está associado a múltiplos benefícios, quanto ao efeito benéfico do exercício sobre a pressão arterial de indivíduos hipertensos leves e moderados. Isto é, o treinamento físico reduz significativamente a pressão arterial em pacientes com hipertensão arterial sistêmica 15,17. O exercício físico aeróbico auxilia na redução de peso e nos níveis de pressão sistólica e diastólica. Durante os exercícios, os vasos sanguíneos dos músculos da pele dilatam-se, resultando em redução da resistência vascular periférica. Devido ao aumento do débito cardíaco, a pressão sistólica tenderia aumentar, e a vasodilatação pode levar a manutenção ou até à diminuição da pressão arterial 17. Os exercícios resistidos de intensidade leve (40% a 60% da carga voluntária máxima), com um número maior de repetições também parecem ter efeito benéfico na PA, além dos benefícios comprovados sobre o sistema osteomuscular, portanto deve ser prescritos para o hipertenso desde que estejam associados aos exercícios físicos 15,17, 20. Compostos bioativos com efeitos benéficos na hipertensão arterial Óxido Nítrico O óxido nítrico é produzido pelas células endoteliais, que desempenha um papel importante no controle cardiovascular, tanto no controle da resistência periférica vascular, como na agregação plaquetária. O NO é um potente vasodilatador, seu papel no controle da PA é extremamente relevante. A hemólise resulta na liberação de hemoglobina no plasma, onde reage o consume óxido nítrico (NO) causando um estado de resistência aos efeitos vasodilatadores dependentes de NO 21,22. Fig. 2 Esquema ilustrativo da formação do óxido nítrico a partir do metabolismo da Arginina pela ativação da enzima Óxido Nítrico Sintase. Para que a síntese do NO se realize é necessário que a enzima óxido nítrico sintase seja ativada, desencadeando todo o processo de sua formação. Assim, a síntese de NO ocorre somente a partir da ativação da síntese do óxido nítrico (NOS) 21. A ativação da NOS e a consequente síntese de NO, ocorre a partir dos estímulos químicos ou físicos das células endoteliais. Os estímulos químicos são originados da interação de agonistas endógenos / exógenos com receptores específicos presentes nas células endoteliais. A interação agonista-receptor, na célula endotelial, promove a formação de inositol trifosfato (IP3), induzindo a liberação de íons Ca 2+ do retículo endoplasmático, elevando os níveis de Ca 2+ intracelular, e ocorrendo a formação do complexo cálciocamodulina, ativando a enzima NOS que irá atuar na L-arginina, gerando a formação do NO pelo endotélio. O estímulo físico é feito pela força que o sangue exerce sobre a parede das artérias 21. Uma vez liberado, o NO difunde-se rapidamente as célula geradora para a célula-alvo ou, mais particularmente, das células endoteliais para a musculatura lisa do vaso sanguíneo. Na célula muscular lisa, o NO irá ativar uma enzima catalítica, a guanilato ciclase solúvel (GCs). Essa ativação é feita pelo acoplamento do NO com o grupamento heme desta enzima (sítio receptor), que por sua vez irá formar o monofosfato de guanosina cíclico (GMPc), a partir da quebra do

7 trifosfato de guanosina (GTP). Ativação da bomba de cálcio dentro da célula muscular lisa, ocorre a partir da formação do GMPc, e a bomba de cálcio diminui as concentrações de cálcio intracelular que promoverá a redução do tonus vascular e nas plaquetas a formação de GMPc, inibi agregação plaquetária 21. A figura 3 ilustra a síntese, liberação e ação do NO e o papel da enos na sua produção. Fig. 3 Esquema ilustrativo da síntese, liberação e ação do NO e o papel da enos na sua produção. O papel do NO do sistema cardiovascular é um protetor da HA. Na disfunção endotelial, caracterizando menor produção da biodisponibilidade de NO, é um dos fatores que contribuem para o aparecimento das doenças cardiovasculares 21. Uma alimentação não adequada consumida, formando colesterol ruim (LDL-ox), esse colesterol favorece fatores graves para o organismo, causando doenças, sendo a principal aterosclerose (placa de ateroma) causando o infarto agudo e ataque cardíaca, o NO produzido pela células endoteliais desempenham importante papel protetor na aterosclerose. O NO inibe a oxidação liberadas pelas partículas de moléculas LDL colesterol, impedindo a agregação plaquetária. O mecanismo do NO impede a formação da molécula LDL-ox, dá por meio da ação antioxidante, impedindo a formação de ânions superóxidos, que promovem a oxidação pela molécula LDL colesterol. A ação antiagregante do NO é devida a ligação que ocorre com a molécula de guanilatociclase, que induz a formação de guanilato monofosfato cíclico (GMPc), promovendo a redução da concentração de íons cálcio dentro da plaqueta, inibindo a ativação e agregação. Os benefícios da atividade física regular é melhorar o perfil lipídico a longo prazo, o tipo de exercício é mais favorável na atuação do no metabolismo de lipoproteínas é o aeróbio, pois eleva a concentração sanguínea da HDL-c, para que o LDL seja eliminado do organismo 21,33. Quando descobriram a molécula de NO, viram que efeito do exercício físico sobre as células endoteliais, sobre a produção de fatores relaxantes e sobre a sua correlação com os efeitos benéficos produzidos pelo exercício físico. Estudos comprovaram que em seres humanos e em animais de laboratório mostram que o shear stress induzido pelo exercício físico é um poderoso estímulo de liberação de fatores vaso relaxantes produzidos pelo endotélio vascular, como o NO. Foi verificado que com a liberação de NO liberado pelo exercício físico ocorreu a redução dos valores de PA 33. Os efeitos benéficos da prática de exercício regular sobre as doenças cardiovasculares foram associados, principalmente, à maior produção de agentes vasodilatadores derivados do endotélio (NO), reduzindo a resistência vascular periférica, diminuição dos níveis de LDL colesterol e inibição da agregação plaquetária. O exercício físico tem efeito na proteção na integridade do endotélio, aumentando a produção de NO nos vasos sanguíneos como o endotélio íntegro. O papel do exercício físico é essencial para o controle cardiovascular, tanto para o beneficio no controle da PA, quanto inibidor da agregação plaquetária da formação de LDL- ox, atuando de forma preventiva em diversas patologias principalmente na HA. O endotelial aumenta a produção de óxido nítrico sintase, aumentando a liberação de óxido nítrico endotélio-dependente. A importância no mecanismo em razão de a hipertensão estar associada a comprometimento da vasodilatação endotélio-dependente relacionado à redução de óxido nítrico 21,23. Ácidos graxos Os ácidos graxos desempenham importantes funções na fisiologia humana, tais como de substrato energético e na estrutura de membranas celulares. Quando mobilizados do tecido adiposo, os ácidos graxos são transportados no plasma sanguíneo sob a forma não esterificada (ácidos graxos não-esterificados, AGNE), associados à albumina plasmática. No jejum, o tecido adiposo sofre mobilização e o AGNE passa a ser o principal substrato energético para o organismo. A concentração plasmática total varia de 300 a 2000 µmol/l, no período alimentado e no jejum 24. A glicose é o principal carboidrato utilizado pelo coração. Comparado à glicose, os ácidos graxos são os substratos preferidos pelas células cardíacas e correspondendo cerca de 70% do ATP gerado pelo coração. Substitui gorduras saturadas por Ácidos graxos monoinsaturadas, as concentrações de colesterol total são reduzidas e as de HDLc possivelmente aumentada 25. A obesidade abdominal associa-se ao aumento da pressão arterial que está localizada

8 na região do quadril. Em pacientes obesos, o acúmulo de gordura intra-abdominal aumenta a liberação de ácidos graxos livres (AGL) na veia porta, elevando a síntese hepática de triacilgliceróis, aumentando a resistência à insulina e a hiperinsulinemia, a hipertensão arterial é decorrente da resistência a esse hormônio e da hiperinsulinemia, contribuindo para aumento de retenção de sódio pelas células e na atividade do sistema nervoso simpático, distúrbio no transporte iônico da membrana celular aumentando a pressão sanguínea 26. As três principais causas de morte no Brasil são o infarto do miocárdio, a insuficiência cardíaca e o acidente vascular cerebral, representando 300 mil mortes anuais ou 820 por dia. O total de mortes no Brasil por doença cardiovascular é de 34,0% 26. As doenças cardiovasculares também têm origem com a hiperinsulinemia, a qual aumenta a síntese de lipoproteína de muito baixa densidade, conduzindo a hipertrigliceridemia. Com isso ocorre aumento no transporte arterial de colesterol elevando-se a síntese de lipídeos endógenos, esse procedimento aumenta na síntese de colágeno nas células da parede vascular e na formação de placas de lipídeos nas artérias associada a diminuição de sua remoção. Assim, haverá predisposição à formação do ateroma, elevando a probabilidade de ocorrência de problemas cardiovasculares 26. Os ácidos graxos ômega-3 vêm sendo alvo de diversos estudos epidemiológicos, pois reduzem os triglicerídeos séricos, melhoram a função plaquetária e promovem ligeira redução na pressão arterial (PA) em pacientes hipertensos, sendo encontrados principalmente nos óleos de peixes de águas frias e profundas como o salmão, arenque, atum e sardinhas 27. Os óleos de peixes marinhos contêm grandes quantidades de ácidos graxos poliinsaturados, são oriundos do ácido graxo linolênico que contém nas plantas que os peixes se alimentam, e com isso através da alimentação de peixe para o organismo humanos é aderidos esses ácidos graxos. Os principais ácidos graxos desta classe são o eicosapentaenoico (EPA) e docosaexaenóico (DHA), podendo representar cerca 26% dos ácidos graxos presentes em óleos de peixe. A utilização de ácidos graxos da série ω-3 apresenta grande influência no metabolismo dos triacilgliceróis, e nos níveis de colesterol LDL, interferindo na agregação plaquetária, com isso reduzindo o risco de doenças cardiovasculares 10. Os ômega-3 está sendo alvo de diversos estudos epidemiológicos, reduzem os triglicerídeos séricos, melhora a função plaquetária e promovem redução na pressão arterial (PA) em pacientes hipertensos, é encontrados principalmente em óleos de peixes de águas frias e profundas como o salmão, arenque, atum e sardinhas 33. No consumo de carboidrato reduz os níveis dos triglicerídeos, deixando mais rápida absorção. A dieta rica em cereais integrais, frutas, vegetais, melhora o perfil lipídico de pacientes com risco cardiovascular elevado. Nesses indivíduos, foi verificado de acordo com a dieta durante um ano, reduziu os níveis dos triglicerídeos e aumentou os de HDL-colesterol 11. Na redução da hipertensão arterial é necessário colocar em prática o consumo moderado de álcool, assim como o aumento da atividade física, deve fazer parte do manejo não farmacológico para a redução dos níveis dos triglicerídeos e aumento do HDL-colesterol 27. Potássio O potássio é o principal cátion do líquido intracelular das células musculares, é um eletrólito forte e desempenha um papel significativo na regulação do volume celular e na manutenção do balanço eletrolítico. Encontrado 98% do potássio no organismo estão dentro das células e estas têm um papel relevante nos mecanismos de regulação do íon 28,33. O sódio é um elemento essencial, que tem como uma das principais funções, juntamente com o potássio e o cloreto, manter um balanço eletrolítico adequado de fluidos no organismo humano. O excesso de sódio no organismo leva à acumulação de líquido, o que acarreta aumento do volume de sangue, e aumenta da pressão sanguínea. A pressão elevada sobrecarrega o coração e pode resultar em outros problemas circulatórios 33. A redução de sódio é significante para o efeito sobre a pressão arterial (PA). Com redução moderada de sal na dieta, e aumentando o consumo de alimentos ricos em potássio não apenas como um primeiro passo no tratamento de indivíduos com hipertensão, mas, sobretudo, como medida preventiva para a redução da prevalência da hipertensão arterial e suas complicações na população 29. Diversas classes de anti-hipertensivos demonstraram a redução do risco cardiovascular, na maioria dos casos, torna-se necessário associar fármacos com mecanismos de ação diferentes. Anti-hipertensivo deve ser feita em doses baixas, e com aumento gradual, evitando-se quedas tensionais que possam acarretar hipotensão ortostática ou hipofluxo em órgãos vitais 30. Suplementação de potássio promove redução da pressão arterial. Sua ingestão na dieta pode ser aumentada por de alimentos pobres em sódio e ricos em potássio, como por exemplo: feijões, ervilha, vegetais de cor verde-escuro, banana, melão, cenoura, beterraba, frutas secas, tomate, batata inglesa e laranja 15.

9 É razoável a recomendação de níveis de ingestão de potássio de 4,7 g/dia. Para a população saudável com função renal normal, a ingestão de potássio pode ser superior a 4,7 g/dia, porque o excesso será excretado pelos rins 15. Essa indicação justifica a possibilidade do potássio exercer efeito anti-hipertensivo, ter ação protetora contra danos cardiovasculares, e servir como medida auxiliar em pacientes submetidos terapia com diuréticos, desde que não existam contra indicações. Deve ter cautela no uso de suplemento medicamentoso, à base do potássio em pacientes suscetíveis a hiperpotassemia, dores da enzima conversora da angiotensina (ECA), ou bloqueadores de receptores da 15, 31 angiotensina II. cardiovasculares. Os compostos bioativos tem uma grande importância no controle da hipertensão arterial, são encontrados nos alimentos tipo fibras, frutas, vegetais, legumes, e animais. Conclusão O tratamento não medicamentoso para hipertensão arterial é de melhor escolha, sendo de baixo custo, e o resultado de uma alimentação adequada, exercícios físicos, controle sobre o álcool, tabagismo e sal, e consumir mais vegetais, frutas, grãos integrais e soja, por seu alto teor de componentes protetores da hipertensão arterial. A importância da dieta adequada e atividade física regula a redução de fatores das doenças. Referências: 1. GUS, I.; HARZHEIM, E.; ZASLAVSKY, C.; MEDINA, C.; GUS, M. Prevalência, reconhecimento e controle da hipertensão arterial sistêmica no estado do Rio Grande do Sul. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, São Paulo, v. 83, n. 5, Nov BRASIL, Ministério da Saúde. Inquérito domiciliar sobre comportamentos de risco e morbidade referida de doenças e agravos não transmissíveis. Brasília; Disponível em: <http:// /nutricao/docs/publicacoes/publicacaoinquerito22_06.pdf>. Acesso em 03/08/ SCHMIDT, M. I.; DUNCAN, B. B.; HOFFMANN, J. F.; MOURA, L.; MALTA, D. C.; CARVALHO, R. M. S. V. Prevalência de diabetes e hipertensão no Brasil baseada em inquérito de morbidade auto-referida, Brasil, Revista de Saúde Pública. v. 43, supl. 2, p , BALDISSERA,.V.D.A, et al, Adesão ao tratamento não-farmacológico entre hipertensos de um centro de saúde escola. Rev Gaúcha Enferm., Porto Alegre (RS), Acesso: 17/09/ Moretti, C.L et al., Compostos bioativos e potencialidades do uso de sementes de melancia no tratamento da hipertensão arterial, Brasília, ARAÚJO, T. L.; LOPES, M. V.O.; CAVALCANTE, T. F.; GUEDES, N. G.; MOREIRA, R. P. M.; CHAVES, E. S.; SILVA, V. M. Análise de indicadores de risco para hipertensão arterial em crianças e adolescentes. Revista da Escola de Enfermagem da USP. v. 42, n. 1, p.120-6, MION JR, D.; PIERIN,A.M.; GUIMARÃES, G. A. Tratamento da hipertensão arterial respostas de médicos brasileiros a um inquérito. Revista da Associação Médica Brasileira. v. 47, n. 3, p , LOPES; T.O, et al, Eficácia da educação em saúde no tratamento não medicamentoso da hipertensão arterial, São Paulo, DOSSE, C.; CESARINO, C. B.; MARTIN, J. F. V.; CASTEDO, M. C. A. Fatores associados à não adesão dos pacientes ao tratamento de Hipertensão arterial. Revista Latino-americana de Enfermagem. v. 17, p.3, mar.-abril MOSER, M. Effective Treatment of Hypertension Without Medication: Is It Possible? The Journal of Clinical Hypertension, v. 6, p. 5, Maio, 2004.

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