Congresso Mundial da Retina International:

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Congresso Mundial da Retina International: 2008..."

Transcrição

1 Notícias Congresso Mundial da Retina International: O 15º Congresso Mundial da Retina International será organizado pela Retina Finlândia, em Helsínquia, de 30 de Junho a 5 de Julho, RI World Congress: 2008 Helsínquia, Finlândia Índice Principal Experiências Clínicas A seguinte actualização da pesquisa foi escrita pela Drª Elaine A. Richman (Richman Associates, LLC, Baltimore, MD, EUA), baseada em apresentações feitas na Reunião Anual da ARVO 2007, realizada em Forte Lauderdale, Florida, entre 6 e 10 de Maio A Neurotech lança a experiência clínica Fase II/III para tratamento da RP, utilizando o implante ECT A terapia da célula encapsulada (ECT) consiste na inserção de um minúsculo dispositivo contendo células da retina, que libertam uma proteína chamada factor neurotrófico ciliar (CNTF), para o interior do olho. A esperança é que a proteína possa resgatar fotoreceptores e reduzir a perda de visão em pacientes com Retinose Pigmentar (RP), Usher tipo II e III, e coroideremia. Começaram as inscrições para um estudo clínico Fase II/III, com vista a analisar a eficácia e segurança da ECT, monitorizar os efeitos colaterais, compará-la com outros tratamentos comuns mais usados e compilar informações que permitam que o tratamento seja usado com segurança. A Neurotech

2 Pharmaceuticals está a realizar as experiências clínicas em 14 lugares dos EUA. W. Tao, Neurotech USA, Inc, Rhode Island, EUA A experiência clínica com terapia genética para tratamento da doença Stargardt está já planeada Pesquisadores da Oxford BioMedica e Universidade de Columbia vão iniciar um estudo clínico de uma terapia genética para tratamento da doença de Stargardt, denominada StarGen. Esta doença é causada pela mutação no gene ABCA45 necessária para a produção da proteína que faz parte do funcionamento normal da célula fotoreceptora. A terapia implica a transferência de um gene normal ABCA4 para os fotoreceptores da retina que usam o sistema de fornecimento do vector lentiviral, propriedade da Oxford BioMedica. A StarGen conseguiu resultados positivos num modelo animal da doença de Stargardt. J.Kong, S.R. Kim, K.Binley, K.Doi, S.Naylor, J.R. Sparrow, P.Gouras, R.Allikmets. Oftalmologia, Universidade de Columbia, Nova Iorque, EUA. A experiência clínica da Fase II demonstra algum benefício das células da retina em desenvolvimento, transplantadas, na RP Os pesquisadores relatam que a implantação de uma camada de células em desenvolvimento da retina e RPE (Epitélio Pigmentar da Retina) sob a fóvea em seis pacientes com Retinite Pigmentar e

3 quatro pacientes com AMD (Degeneração Molecular relacionada com a Idade) melhorou a acuidade visual em três dos pacientes de RP e dois dos pacientes com AMD. (Um paciente de RP que tinha recebido um implante havia dois anos continuava a manter melhor acuidade visual, variando de 20/800 a 20/200.) Os pesquisadores continuam a estudar esta forma de transplante da retina nos seus laboratórios em Louisville, Kentucky. N.D. Radtke, M.J. Seiler, H.M. Petry, D.Pidwell, R.B. Aramant. Retina Vitreous Resource Center, Louisville, KY, USA. Experiências com terapia genética para a LCA estão já planeadas Cientistas clínicos da Universidade da Pensilvânia vão realizar uma experiência clínica de terapia genética para tratamento da Amaurose Congénita de Leber (LCA), no Hospital de Crianças de Filadélfia. Com efeito, o tratamento, que recuperou com êxito a visão funcional em mais de 50 cães com LCA, está prestes a ser experimentado em crianças e adultos com LCA causada por alterações no gene RPE65. A terapia genética é aplicada nas células epiteliais do pigmento da retina, usando um vector de vírus adeno-associado (AAV). Na Reunião Anual ARVO 2007, os pesquisadores tiveram oportunidade de informar sobre o sucesso do seu trabalho na optimização do sistema de aplicação da referida terapia. (a) J. Benzeste. Scheie Eye Institute, Filadélfia, EUA. (b) W. Hauswirth, Dept de Oftalmologia, Universidade da Florida Colégio de Medicina, EUA. (c) Alan Robin, Oftalmologia e Saude Internacional, Universidade Johns Hopkins, Baltimore, Maryland, EUA.

4 Visão Artificial Resolução espacial em pacientes de RP com prótese de retina de Segunda Visão ( Second Sight ) Os pesquisadores pediram a pacientes cegos, em que foram implantadas próteses na retina, produzindo uma visão artificial ( Segunda Visão ou Second Sight ), para indicarem a localização de clarões ou centelhas de luz (fosfenos) que eram provocados, sempre que determinados eléctrodos na prótese eram estimulados. Eles concluíram que a localização dos clarões ou centelhas de luz eram consistentes com a posição dos eléctrodos na retina. Por outro lado, relataram haver uma evidência de uma relação directa entre desempenho visual e o número de eléctrodos activos na prótese da retina. A capacidade de resolver espacialmente os modelos de luz podia ajudar os pacientes a identificar estímulos ambientais. (a) M.J. McMahon et al. Second Sight Medical Prod Inc, ylmar, C, EUA. (b) Instituto da Retina, Instituto de Olhos Doheny, Los Angeles, CA, EUA. Estimulação do nervo óptico AV-DONE provoca fosfenos (fotopsia) em pacientes de RP Eléctrodos inseridos no nervo óptico de dois pacientes de RP que tinham a capacidade de distinguir somente luz, provocaram o

5 aparecimento de fosfenos, que os pacientes descreveram como sendo redondos ou ovais e de tamanho variando entre a cabeça de um fósforo e uma bola de futebol. A abordagem, denominada visão artificial através de eléctrodo directo no nervo óptico (AV- DONE), está ser estudada, com vista a uma utilização mais alargada. H.Sakaguchi, E.Yonezawa, H.Kanda, M.Ozawa, M.Kamei, T.Fujikado, O.Ustariz-Gonzalez, A.Solis-Vivanco, H.Quiroz- Mercado, Y.Tano. Oftalmologia, Universidade de Osaka Escola Médica, Osaka, Japão. Resposta em pacientes de RP aos conjuntos de microfotodiodos (MPDA) da Retina Implant GmbH O resultado de um outro implante subretiniano, em oito pacientes com RP um conjunto microfotodiodo (MPDA) da companhia Retina Implant GmbH foi também apresentado na Reunião Anual ARVO Embora um paciente cego há mais de 30 anos não tenha demonstrado qualquer resposta à estimulação do implante, diversos outros pacientes, em testes de percepção visual e de luminosidade, foram capazes de distinguir linhas horizontais de verticais e a direcção do movimento de pontos. Além disso, os pesquisadores referiram, que a luminosidade e tamanho das imagens eram proporcionais ao nível de voltagem aplicada, através dos eléctrodos. E. Zrenner, Oftalmologia, Centro de Oftalmologia, Universidade de Tuebingen Alemanha.

6 Estudos do gene Os microconjuntos SNP* identificam mutações novas nos pacientes com LCA e RP juvenil Até agora, as mutações em 11 genes foram associadas ao o LCA autossómico recessivo e ao RP juvenil. Os investigadores falaram sobre o sucesso do mapeamento da homozigosidade, usando conjuntos SNP* para identificar mutações em genes conhecidos e para identificar novas doenças causadoras de variações genéticas. *marcadores moleculares designados por polimorfismos nucleotídicos simples (SNPs), A.I. Den Hollander, I.Lopez, S.Yzer, K.W. Littink, M.A. Musarella, G.A. Fishman, I.H. Maumenee, K.Rohrschneider, F.P. M. Cremers, R.K. Koenekoop. Genética Ocular McGill Ctr/Oftalmologia Pediátrica, Centro de Saúde da Universidade McGill, Montreal, Canada. Microconjuntos novos para ADRP e XLRP Os investigadores relatam ter projectado e validado com sucesso dois microconjuntos genotípicos, um para a Retinose Pigmentar Autossómica Ddominante (ADRP) e o outro para a Retinose Pigmentar com lig-x (XLRP), contendo todos os genes e mutações associadas conhecidas. Dizem que este representa o primeiro chip completo da doença para ADRP e XLRP. A despistagem em grande escala poderia facilitar o diagnóstico, detectar variações genéticas novas, e identificar pacientes para ensaios clínicos e futuros tratamentos. J.Zernant, H.Roomere, I.Lopez, C.Ayuso, S.Banfi, F.P. M. Cremers, R.K. Koenekoop., R. Allikmets. Oftalmologia, Universidade de Columbia, Nova Iorque, EUA.

7 Um novo modelo de rato com perda da função do fotoreceptor dos cones Ao ensaiarem uma variedade de estirpes de ratos, os investigadores encontraram recentemente um, que mostra a perda progressiva da função do fotoreceptor dos cones. A mutação foi designada por perda 7 da função do fotoreceptor dos cones (cpfl7). (Os 7 referem a mutação que é a sétima associada com o mau funcionamento dos cones nos ratos.) Os investigadores estudaram as características anatómicas, genéticas e funcionais da retina neste tipo de rato. A análise genética revela uma mutação autossómica recessiva no seu cromossoma 19. Os pesquisadores planeiam usar este modelo animal para estudar a perda da função fotoreceptora dos cones. N.L. Hawes, B.S. Harris, R.E. Hurd, P.Ward Bailey, J.Wang, M.T. Davisson, S.Nusinowitz, J.Heckenlively, B. Chang. Laboratório Jackson, Bar Harbor, ME, EUA. Restauração pela terapia genética da função retiniana em modelos de rato, da acromatopsia humana Os investigadores relatam a restauração da visão funcional nos ratos com uma mutação num gene (Gnat2) que codifica normalmente uma proteína chamada alfa-transducin, que é necessária aos fotoreceptores dos cones, para assegurar a sua condição saudável de sobrevivência. Os ratos são usados como um modelo para estudar a perturbação da visão, conhecida como

8 acromatopsia humana. (Os indivíduos com acromatopsia têm visão Central deficiente,o que implica uma visão de cores igualmente deficiente, por causa da perda de cones). Os investigadores injectaram o gene sob a retina dos ratos. Dois meses depois, ensaiaram a actividade eléctrica nas retinas e constataram que a maioria dos ratos tinha respondido positivamente à terapia genética. W.Deng, J.J. Alexander, S.H. Min, Q.Li, J.Pang, J.Li, B.Chang, J.Lem, W.W. Hauswirth. Dept de Oftalmologia, Universidade da Florida Colégio de Medicina, Gainesville, FL, EUA. A terapia genética não evita a degenerescência dos fotoreceptores no rato rds Este tipo de rato é um modelo do RP recessivo. Falta-lhe um gene normal para fazer a proteína periferina que é necessária aos discos dos segmentos exteriores das células fotoreceptoras, bastonetes e cones. Os investigadores referiram um esforço que vem sendo feito para proteger os fotoreceptores, através da transferência de genes do factor neurotrófico ciliar (CNTF). Foi injectado AAV- CNTF intravítreo num dos olhos de ratos rds e, quatro meses mais tarde, compararam as propriedades eléctricas e o aspecto da retina, nos olhos tratados e não tratados. Verificaram que o CNTF aplicado no vítreo, através da transferência do gene, não impediu que os fotoreceptores se degenerassem. R.E. MacLaren, P.K. Buch, A.Georgiadis, M.Tschernutter, R.A. Pearson, A.J. Smith, R.R. Ali. Div de Terapia Molecular, Instituto de Oftalmologia/UCL, Londres, Inglaterra.

9 Os investigadores esperam prever as taxas da severidade e da progressão de ADRP, baseadas no tipo de mutação que afecta a proteína da rodopsina. As mutações no gene que codificam a proteína rodopsina representam até 40% dos casos da Retinose dominante Autossómica Pigmentar (ADRP). Os investigadores procuraram uma correlação entre a severidade e as taxas de progressão de ADRP e a mutação específica no gene que afecta então uma parcela discreta da molécula da rodopsina. No seu estudo de quatro famílias com mutações diferentes no gene da rodopsina, constataram que as mutações de R135L e de R135W causaram doença difusa e severa. A mutação de R135W causou uma RP mais severa, mais rápida e mais progressiva. A mutação de P180A foi relacionada com um fenótipo moderado (traços ou características perceptíveis) com variabilidade regional. A mutação de G188R conduziu à doença difusa de severidade moderada. Se caracterizarmos o impacto de mutações particulares da rodopsina, iremos melhorar o conhecimento da RP e produzir informação que poderá ajudar os médicos e pacientes a prever o rumo da doença. D.Man, K.T. Gallaher, N.Yanamala, N.Waseem, B.J. Jennings, E.Reese, K.Gerwert, S.S. Bhattacharya1, A.Iannaccone, J.Klein- Seetharaman. Genética Molecular, UCL Instituto de Oftalmologia, Londres, Inglaterra. Os investigadores mostraram igualmente que a mesma mutação em pessoas diferentes nem sempre produz o mesmo fenótipo da doença. Isto sugere que outros genes estejam a modificar a manifestação da mutação compartilhada. D.J. Sidjanin, K.Schneck, E.Reese, A.Iannaccone. Oftfhalmologia/Instituto de Olhos Hamilton, UTHSC, Memphis, TN, EUA.

10 Alterações do olfacto encontradas em alguns pacientes de LCA As mutações no gene CEP290 são comuns nos pacientes com Amaurose congénita de Leber (LCA). Depois de se ter verificado que um modelo de rato com um defeito genético similar tinha uma deficiência no sentido do olfacto, os investigadores decidiram proceder a testes em pacientes de LCA com a mutação CEP290 e em portadores da deficiência. Assim, foram realizados testes em quatro pacientes e dois portadores, sendo que todos negaram ter problemas de olfacto. Os testes, contudo, revelaram que todos os pacientes tiveram a função do olfacto significativamente afectada. Um portador teve uma redução severa no olfacto e outro teve uma redução moderada. A deficiência orgânica pode estar relacionada com a manifestação nos cílios dos neurónios olfactivos, embora nem todos os pacientes de RP com ciliopatias tenham disfunção olfactiva. Os investigadores sugerem que o teste olfactivo possa fornecer uma maneira simples de identificar um subgrupo de pacientes com esta deficiência específica. R.K. Koenekoop1, R.Hannant, H.Khanna, D.P. McEwen, P.Jenkins, C.Brown, A.I. den Hollander, F.P. M. Cremers, J.Martens, A.Swaroop. Oftalmologia/Neurologia-Neurocirurgia, Universidade McGill-Hospital de Crianças, Montreal, Canada. Estudo genético e do fenótipo de pacientes com LCA na Itália

11 Os investigadores que realizam uma análise detalhada de mutações genéticas, em pacientes italianos com LCA, e igualmente uma análise do genótipo, fenótipo, conseguiram identificar a mutação genética em 28% de 95 pacientes. RPE65, GUCY2D, e CRB1 eram as mutações mais comuns. Quase todos os pacientes RPE65 revelaram uma espessura macular normal, em Tomografias de Coerência Óptica (OCT), enquanto que aqueles com mutações CRB1 mostraram espessura macular reduzida e uma retina com uma aparência grosseiramente laminada. A fluorescência do fundo do olho, que foi observada em aproximadamente um terço dos pacientes com mutações de RPE65 e de GUCY2D, não era visível nos pacientes CRB1. Os investigadores planeiam estudos adicionais para investigar uma associação possível entre a autofluorescência do fundo do olho e os resultados das OCT s. F.Testa, S.Rossi, P.E. Bianchi, E.Fazzi, M.Fossarello, C.Ziviello, A.Auricchio, E.Rinaldi, F.Simonelli, S.Banfi. Instituto Telethon de Genética e Medicina (TIGEM), Nápoles, Itália. Pesquisa das Células Tronco ou Embrionárias As células embrionárias humanas (hesc) que ainda não se transformaram num ou outro tipo de células podem ser estimuladas a transformarem-se em células epiteliais do pigmento da retina -RPE ou células progenitoras da retina, dizem os pesquisadores que estudam maneiras de preparar as células para o transplante na retina de pessoas com doenças degenerativas. Estudaram a influência no hesc de vários ambientes de cultura, em cadinhos no laboratório; eles relataram que as células imaturas assumiram as características biológicas de RPE da retina.

12 J.Gong, O.Sagiv, H.Cai, S.H. Tsang, L.V. Del Priore. Oftalmologia, Universidade de Columbia, Nova Iorque, EUA. Outros investigadores relatam observações similares, em que usam células progenitoras da retina e as desenvolvem em ambientes especiais, no laboratório (cultura de células). As células mostraram características de gânglio retiniano e de células bipolares. O tipo da célula foi confirmado, procurando manifestações da proteína que lhe é peculiar. K.Dutt1, R.Kumar, Y.Cao. Pathology. Escola de Medicina Morehouse, Atlanta, GA, EUA. Outras Áreas Baixos níveis de DHA encontrados em glóbulos vermelhos dos pacientes com distrofias da retina O ácido Docosahexaenóico (DHA) é um ácido, gordo encontrado normalmente nas paredes das células em todo o corpo, sendo especialmente abundante na retina. Quando os investigadores consideraram os níveis de DHA no sangue, como um indicador de DHA da retina, encontraram níveis inferiores nos pacientes com RP, comparado com os normais. Os pacientes com RP Recessivo lig-x ou Autossómico tiveram os mais baixos níveis de DHA (33% abaixo do normal). Os baixos níveis foram igualmente encontrados nos pacientes com degenerescência macular de Stargardt (17% abaixo do normal), Amaurose congénita de Leber (14%), coroideremia (20%), retinosquise (26%), e distrofia das células cone (20%). O suplemento nutritivo de DHA que eleva o DHA no sangue está sob investigação para o tratamento do RP

13 D.R. Hoffman, D.K. H. Wheaton, D.G. Birch. Fundação da Retina do Sudoeste, Texas, EUA. Modelos adicionais de rato para o síndroma de Usher Novos modelos de ratos para estudar a síndroma de Usher foram desenvolvidos. Um é um modelo do rato da síndroma de Usher do tipo 2ª; o outro é um modelo de Usher do tipo 1C. Este rato tem a mesma deleção do ADN encontrado nos pacientes. Ambos os modelos de ratos têm deficiências de audição e visão e podem ser usados para estudar terapias potenciais. J.J. Lentz, W.C. Gordon, H.Farris, S.Sampath, P.D. Deininger, N.G. Bazan1, B.J. Keats. Oftalmologia e Neurociência, Centro de Serviços de Saúde LSu, Nova Orleães, LA, EUA. Pacientes com RP referem benefícios de medicina complementar e alternativa As pessoas com RP indicam frequentemente que a qualidade da sua visão é afectada pelo stress. As respostas a um questionário, colocado num fórum online, mostraram que a utilização de medicina complementar e alternativa (CAM) pode ajudar a aliviar o stress. Os inquiridos referiram o uso de suplementos nutritivos (por exemplo, luteína, uva-do-monte, palmitato da vitamina A, DHA), meditação, ioga, terapia da mente-corpo, massagem, terapias do movimento ou da energia, acupunctura, e a fitoterapia/aromaterapia. Os investigadores concluem que as

14 informações sobre a melhoria da visão, que os inquiridos atribuiram ao CAM e também as melhorias do bem-estar físico e emocional, exigem pesquisa adicional para que possam ser conclusivas. A.K. Kiser, L.Yang, G.Dagnelie. Centro de Visão de Lions, Universidade Johns Hopkins, Baltimore, MD, EUA. Autofluorescência do fundo do olho para avaliação da função visual na RP Investigadores estudaram, em 186 pacientes com RP, a correlação entre a acuidade visual melhor corrigida e a intensidade da autofluorescência do fundo do olho (FAF) na mácula. Encontraram uma correlação significativa entre as duas, indiciando que a FAF poderia ser uma ferramenta útil para avaliar a função macular na RP. A.Hagiwara, K.Ogata, K.Okada, S.Mizunoya, T.Sugawara, S.Yamamoto. Departmento de Oftalmologia, Universidade Chiba, Escola de Graduados de Medicina, Chiba, Japão. RP na Irlanda do Norte A Irlanda do Norte tem uma população de aproximadamente Entre este grupo, aproximadamente 475 têm RP (dominante autossómica 21%; recessiva autossómica 20%, 12% lig-x; 47% sem antecedentes familiares). A genotipagem revelou as mutações que envolvem genes RHO, USH, e RPGR. Os investigadores não vêem nenhuma diferença na epidemiologia do

15 RP na Irlanda do Norte e noutras partes. Propuseram a criação de uma base de dados de RP para a Irlanda do Norte. J.J. O'Neill, G.J. McKay, D.A. Simpson, G.Silvestri. Dept. de Oftalmologia, Universidade de Queens, Belfast, Belfast, Irlanda do Norte. Base de dados Pan-Européia para avaliação de dados clínicos e genéticos na AMD Uma base de dados foi desenvolvida para que clínicos e os investigadores europeus relatem e analisem convenientemente dados clínicos e genéticos dos pacientes com AMD. A base de dados é um projecto do EVI-GENORET, um consórcio de sócios académicos e industriais constituído para desenvolver uma base de dados europeia, integrada com dados do genótipo, fenótipo, em desenvolvimento e funcionais, sobre a retina, na saúde e na doença. O projecto da base de dados e o sistema de relatórios tornam esta base de fácil acesso. Não há nenhuma exigência especial de software ou de hardware para os utilizadores. Os clínicos completam um formulário electrónico seguro, padronizado que podem continuar a usar para controlar dados clínicos subsequentes. Para mais informação, veja o programa FP6 CORDIS (EC-FP ). C.Bellmann, H.P. N. Scholl, R.Wilke, A.Webster, U.Chakravarthy, F.G. Holz, O.Poch, J.Cunha-Vaz, J.A. Sahel, E.Zrenner. Oftalmologia, Centro de Oftalmologia, Universidade de Tuebingen, Alemanha.

16 Imagiologia Oftálmica A ARVO lançou três sessões este ano, como parte de um programa para membros da ARVO, cujos interesses científicos abrangem várias disciplinas. Entre estes grupos transversais, estava o grupo de Imagiologia Oftálmica presidido pelo Dr. Wolfgang Drexler da escola de Ciências da Optometria e da Visão na Universidade de Cardiff no País de Gales. O seu grupo está a desenvolver imagens subcelulares, moleculares e funcionais em 3 dimensões, para aplicações biomédicas. Entre os palestrantes na sessão especial estava o Dr. Austin Roorda da Universidade da Califórnia, Berkeley, demonstrando como um sistema óptico adaptável permite o acesso microscópico ao olho e pode ser usado para estudar as células da retina e do epitélio pigmentar retiniano (RPE). Esta tecnologia apresenta novas opções para observar a patologia do olho e o impacto dos diversos tratamentos

SÍNDROME DE USHER: ESTUDO CLÍNICO E GENÉTICO NA ESPANHA

SÍNDROME DE USHER: ESTUDO CLÍNICO E GENÉTICO NA ESPANHA SÍNDROME DE USHER: ESTUDO CLÍNICO E GENÉTICO NA ESPANHA Conceito A Síndrome de Usher é um grupo de doenças hereditárias (autossômicas recessivas) caracterizada por surdez neurosensorial com ou sem disfunção

Leia mais

CONSULTE A LISTAGEM DE TESTES MAIS ATUALIZADA NA

CONSULTE A LISTAGEM DE TESTES MAIS ATUALIZADA NA As bases genéticas da patologia oftalmológica estende-se a um número amplo e crescente de entidades clínicas. As novas tecnologias, sobretudo a Sequenciação de Nova Geração (NGS) permite obter testes de

Leia mais

Será que doses elevadas de creatina "atrasam o início clínico" da doença de Huntington? Porquê a creatina?

Será que doses elevadas de creatina atrasam o início clínico da doença de Huntington? Porquê a creatina? Notícias científicas sobre a Doença de Huntington. Em linguagem simples. Escrito por cientistas. Para toda a comunidade Huntington. Será que doses elevadas de creatina "atrasam o início clínico" da doença

Leia mais

A1 i Online ID: 55118163 02-08-2014 Audiência 8420 País: Portugal Âmbito: Informação Geral OCS: i Online Equipa liderada por cientista português avança na compreensão da doença de Parkinson URL: http://www.ionline.pt/artigos/mundo-iciencia/equipa-liderada-cientista-portuguesavanca-na-compreensao-da-doenca-parkinson/pag/-1

Leia mais

Engenharia Biomédica - UFABC

Engenharia Biomédica - UFABC Engenharia de Reabilitação e Biofeedback Deficiência Visual Professor: Pai Chi Nan 1 Anatomia do olho 2 1 Anatomia do olho Córnea Proteção Focalização 3 Íris e pupila Anatomia do olho Controle da quantidade

Leia mais

Novo software melhora os resultados dos procedimentos de retina

Novo software melhora os resultados dos procedimentos de retina 26 setembro/outubro 2013 Healio.com/Ophthalmology Novo software melhora os resultados dos procedimentos de retina Pode ser usado para controlar o tratamento com um laser de varredura padrão. pelo Dr. Daniel

Leia mais

CEGUEIRA E CATARATA. Perguntas e respostas

CEGUEIRA E CATARATA. Perguntas e respostas CEGUEIRA E CATARATA Perguntas e respostas Texto de apoio ao curso de Especialização Atividade física adaptada e saúde Prof. Dr. Luzimar Teixeira 14. O que torna a pessoa cega? Somado aos acidentes e defeitos

Leia mais

Lista de Exercícios Herança Sexual

Lista de Exercícios Herança Sexual Meus queridos alunos, preparei para vocês uma lista de atividades abordando o conteúdo estudado por nós esta semana. Espero que vocês aproveitem o final de semana para resolver esses exercícios segundo

Leia mais

AZOOR (Retinopatia zonal externa aguda oculta )

AZOOR (Retinopatia zonal externa aguda oculta ) AZOOR (Retinopatia zonal externa aguda oculta ) É a mais frequente dos síndromes AZOR. Individualizada em 1993, por Gass. O nome AZOOR integra as seguintes características típicas: - AGUDA - perda súbita

Leia mais

Visão Subnormal. Guia do Apresentador

Visão Subnormal. Guia do Apresentador Visão Subnormal Guia do Apresentador SLIDE 1 Introdução do apresentador. O propósito desta apresentação é oferecer informações sobre o que é a visão subnormal, o que pode ser feito sobre ela e onde se

Leia mais

O que acontece num Laboratório de Genética?

O que acontece num Laboratório de Genética? 12 a sua amostra seja usada para esse fim. Tal com todas as amostras clínicas armazenadas, o ADN é parte do processo clínico do paciente, e está sujeito ao sigilo médico. Isto significa que o acesso é

Leia mais

Mutação e Engenharia Genética

Mutação e Engenharia Genética Mutação e Engenharia Genética Aula Genética - 3º. Ano Ensino Médio - Biologia Prof a. Juliana Fabris Lima Garcia Mutações erros não programados que ocorrem durante o processo de autoduplicação do DNA e

Leia mais

Miopia. Miopia Patológica. pseudomiopia e miopia nocturna. Miopia elevada, associada a mudanças

Miopia. Miopia Patológica. pseudomiopia e miopia nocturna. Miopia elevada, associada a mudanças Miopia Miopia patológica, pseudomiopia e miopia nocturna Miopia elevada, associada a mudanças as degenerativas ou patológicas do pólo p posterior do olho. Comprimento axial excessivo Progressiva Alterações

Leia mais

A síndrome ocorre em cerca de um para cada 100 a 160 mil nascimentos. Especialistas atribuem o acidente genético à idade avançada dos pais.

A síndrome ocorre em cerca de um para cada 100 a 160 mil nascimentos. Especialistas atribuem o acidente genético à idade avançada dos pais. Síndrome de Apert O que é Síndrome de Apert? A síndrome de Apert é uma desordem genética que causa desenvolvimento anormal da caixa craniana. Bebês com síndrome de Apert nascem com a cabeça e a face com

Leia mais

Mutações. Escola Secundária Quinta do Marquês. Disciplina: Biologia e Geologia Professor: António Gonçalves Ano letivo: 2013/2014

Mutações. Escola Secundária Quinta do Marquês. Disciplina: Biologia e Geologia Professor: António Gonçalves Ano letivo: 2013/2014 Escola Secundária Quinta do Marquês Mutações Disciplina: Biologia e Geologia Professor: António Gonçalves Ano letivo: 2013/2014 Trabalho realizado por: Bárbara Dória, nº4, 11ºB Definição de mutação As

Leia mais

PROJECTO PARA A CONSTITUIÇÃO DE UMA REDE NACIONAL DE BANCOS DE TUMORES EM PORTUGAL

PROJECTO PARA A CONSTITUIÇÃO DE UMA REDE NACIONAL DE BANCOS DE TUMORES EM PORTUGAL PROJECTO PARA A CONSTITUIÇÃO DE UMA REDE NACIONAL DE BANCOS DE TUMORES EM PORTUGAL Preâmbulo Um Banco de Tumores (BT) é um tipo particular de biobanco que consiste na colecção organizada de amostras de

Leia mais

Genética I: Mendel, Mitose e Meiose

Genética I: Mendel, Mitose e Meiose Página 1 de 6 Genética I: Mendel, Mitose e Meiose Uma forma de estudar a função biológica é pegar um organismo/célula e dividi-lo em componentes, como as proteínas, e então estudar os componentes individuais.

Leia mais

Pesquisa com células tronco para tratamento de doenças da retina

Pesquisa com células tronco para tratamento de doenças da retina Pesquisa com células tronco para tratamento de doenças da retina O Setor de Retina da Divisão de Oftalmologia do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto- USP(HCRP-FMRP-USP) está

Leia mais

Cole o cartaz em uma parede vazia, sem janelas, a aproximadamente 1,5 metro do chão.

Cole o cartaz em uma parede vazia, sem janelas, a aproximadamente 1,5 metro do chão. Texto de apoio ao curso de Especialização Atividade física adaptada e saúde Prof. Dr. Luzimar Teixeira Descubra como está a sua visão por conta própria. Este teste não substitui o exame completo de visão

Leia mais

OS SENTIDOS AUDIÇÃO E VISÃO

OS SENTIDOS AUDIÇÃO E VISÃO OS SENTIDOS AUDIÇÃO E VISÃO Profª Ana Cláudia Reis Pedroso AUDIÇÃO O ÓRGÃO DA AUDIÇÃO: A ORELHA O órgão responsável pela audição é a orelha (antigamente denominado ouvido), também chamada órgão vestíbulo-coclear

Leia mais

Aula - Terapia Gênica. Unidade Curricular: Cultura de Células Animais. Prof. Me. Leandro Parussolo

Aula - Terapia Gênica. Unidade Curricular: Cultura de Células Animais. Prof. Me. Leandro Parussolo Aula - Terapia Gênica Unidade Curricular: Cultura de Células Animais Prof. Me. Leandro Parussolo O que é? O que não é? O que será? 1990 (EUA) - Primeiro protocolo clínico de Terapia Gênica em humanos 2

Leia mais

SUMÁRIO. Sobre o curso Pág. 3. Etapas do Processo Seletivo Pág. 5. Cronograma de Aulas Pág. 10. Coordenação Programa e metodologia; Investimento

SUMÁRIO. Sobre o curso Pág. 3. Etapas do Processo Seletivo Pág. 5. Cronograma de Aulas Pág. 10. Coordenação Programa e metodologia; Investimento 1 SUMÁRIO Sobre o curso Pág. 3 Coordenação Programa e metodologia; Investimento 3 4 6 Etapas do Processo Seletivo Pág. 5 Matrícula 9 Cronograma de Aulas Pág. 10 2 PÓS-GRADUAÇÃO EM BASES DA MEDICINA INTEGRATIVA

Leia mais

Aprendizagem por reforço e tendências motoras em crianças com síndrome de Tourette

Aprendizagem por reforço e tendências motoras em crianças com síndrome de Tourette Aprendizagem por reforço e tendências motoras em crianças com síndrome de Tourette Informação para os Encarregados de Educação Objectivo do estudo O estudo Aprendizagem por reforço e tendências motoras

Leia mais

As empresas farmacêuticas não se importam com a DH, certo?

As empresas farmacêuticas não se importam com a DH, certo? Notícias científicas sobre a Doença de Huntington. Em linguagem simples. Escrito por cientistas. Para toda a comunidade Huntington. Entrevista: Graeme Bilbe, chefe global de Neurociências na Novartis O

Leia mais

RESPOSTA RÁPIDA 300/2014 Antiangiogênicos e fotocoagulação a laser para tratamento de retinopatia diabética

RESPOSTA RÁPIDA 300/2014 Antiangiogênicos e fotocoagulação a laser para tratamento de retinopatia diabética RESPOSTA RÁPIDA 300/2014 Antiangiogênicos e fotocoagulação a laser para tratamento de retinopatia diabética SOLICITANTE DR BRENO REGO PINTO Juizado Especial da Comarca de Monte Santo de Minas/MG NÚMERO

Leia mais

AIBILI. um sonho transformado em excelência na área da Oftalmologia AIBILI

AIBILI. um sonho transformado em excelência na área da Oftalmologia AIBILI AIBILI AIBILI um sonho transformado em excelência na área da Oftalmologia É o Centro de Coordenação da Rede Europeia de Centros de Ensaios Clínicos em Oftalmologia, que inclui 78 centros europeus, e, desde

Leia mais

FOLHA DE DADOS DEFICIÊNCIA VISUAL CORTICAL O QUE É A DEFICIÊNCIA VISUAL CORTICAL?

FOLHA DE DADOS DEFICIÊNCIA VISUAL CORTICAL O QUE É A DEFICIÊNCIA VISUAL CORTICAL? FOLHA DE DADOS DEFICIÊNCIA VISUAL CORTICAL O objetivo deste folheto: Folha de Dados é: 1- Para quem ler este folheto ter um entendimento sobre: O que é a deficiência visual cortical (DVC) Causas da DVC

Leia mais

Glaucoma. O que é glaucoma? Como acontece?

Glaucoma. O que é glaucoma? Como acontece? Glaucoma O que é glaucoma? Glaucoma é uma doença crônica do olho (que dura toda a vida), que ocorre quando há elevação da pressão intra-ocular (PIO), que provoca lesões no nervo ótico e, como conseqüência,

Leia mais

Sistema Visual Humano. Carlos Alexandre Mello. Pós-Graduação em Ciência da Computação. Carlos Alexandre Mello cabm@cin.ufpe.br 1

Sistema Visual Humano. Carlos Alexandre Mello. Pós-Graduação em Ciência da Computação. Carlos Alexandre Mello cabm@cin.ufpe.br 1 Carlos Alexandre Mello Pós-Graduação em Ciência da Computação Carlos Alexandre Mello cabm@cin.ufpe.br 1 Nós somos criaturas visuais A maior parte das informações que adquirimos vem dos nossos olhos Cerca

Leia mais

O SISTEMA GENÉTICO E AS LEIS DE MENDEL

O SISTEMA GENÉTICO E AS LEIS DE MENDEL O SISTEMA GENÉTICO E AS LEIS DE MENDEL Profa. Dra. Juliana Garcia de Oliveira Disciplina: Biologia Celular e Molecular Curso: Enfermagem, Nutrição e TO Conceitos Básicos Conceitos Básicos Conceitos Básicos

Leia mais

Aula desgravada de Biopatologia DOENÇAS DEGENERATIVAS MITOCONDRIAIS E LISOSSÓMICAS INTRODUÇÃO

Aula desgravada de Biopatologia DOENÇAS DEGENERATIVAS MITOCONDRIAIS E LISOSSÓMICAS INTRODUÇÃO Aula desgravada de Biopatologia DOENÇAS DEGENERATIVAS MITOCONDRIAIS E LISOSSÓMICAS Leccionada por: Prof. Paula Duarte INTRODUÇÃO Grandes grupos de doenças: - degenerativas - inflamatórias - neoplásicas

Leia mais

RESUMO QUALIDADE DE VIDA E GESTÃO DOS RECURSOS VIVOS

RESUMO QUALIDADE DE VIDA E GESTÃO DOS RECURSOS VIVOS RESUMO QUALIDADE DE VIDA E GESTÃO DOS RECURSOS VIVOS A ciência e a tecnologia apresentam um enorme potencial de criação de riqueza para a Comunidade Europeia e os seus Estados-Membros, de contribuições

Leia mais

Processo do Serviços de Manutenção de Sistemas de Informação

Processo do Serviços de Manutenção de Sistemas de Informação Processo do Serviços de Manutenção de Sistemas de Informação 070112=SINFIC HM Processo Manutencao MSI.doc, Página 1 Ex.mo(s) Senhor(es): A SINFIC agradece a possibilidade de poder apresentar uma proposta

Leia mais

recomendações Atualização de Condutas em Pediatria

recomendações Atualização de Condutas em Pediatria Atualização de Condutas em Pediatria nº 49 Departamentos Científicos da SPSP, gestão 2007-2009. Departamento de Oftalmologia Causas de baixa visão e cegueira em crianças Departamento de Medicina do Sono

Leia mais

Retinopatia Diabética

Retinopatia Diabética Retinopatia Diabética A diabetes mellitus é uma desordem metabólica crónica caracterizada pelo excesso de níveis de glicose no sangue. A causa da hiper glicemia (concentração de glicose igual ou superior

Leia mais

Pela luz dos olhos teus

Pela luz dos olhos teus Pela luz dos olhos teus Pesquisa com medicamento, coordenada por farmacêutico brasileiro, traz esperança a portadores da Degeneração Macular Relacionada com a Idade (DMRI), principal responsável pela perda

Leia mais

Autoria: Conselho Brasileiro de Oftalmologia, Associação Médica Brasileira e Associação Brasileira de Catarata e Cirurgia Refrativa (ABCCR).

Autoria: Conselho Brasileiro de Oftalmologia, Associação Médica Brasileira e Associação Brasileira de Catarata e Cirurgia Refrativa (ABCCR). Diretriz de tratamento da Catarata Autoria: Conselho Brasileiro de Oftalmologia, Associação Médica Brasileira e Associação Brasileira de Catarata e Cirurgia Refrativa (ABCCR). Participantes: Dr. Armando

Leia mais

CERATOCONE. A palavra ceratocone se deriva de duas palavras gregas : karato que significa córnea e konos que significa cone.

CERATOCONE. A palavra ceratocone se deriva de duas palavras gregas : karato que significa córnea e konos que significa cone. Texto de apoio ao curso de Especialização Atividade Física Adaptada e Saúde Prof. Dr. Luzimar Teixeira CERATOCONE QUE É CERATOCONE? O ceratocone, ou córnea cônica é uma desordem não inflamatória, na qual

Leia mais

SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE

SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE Objectivos do Curso. No final deste os alunos deverão: Identificar os principais objectivos associados à implementação de Sistemas de Gestão da Qualidade (SGQ) Compreender

Leia mais

Introdução: Objetivo. Materiais e métodos:

Introdução: Objetivo. Materiais e métodos: Estudo das alterações citogenéticas em pacientes com suspeita clínica de síndrome mieloproliferativa e em pacientes com leucemia mielóide crônica em uso de imatinib. Experiência do laboratório Sérgio Franco

Leia mais

Portuguese Summary. Resumo

Portuguese Summary. Resumo Portuguese Summary Resumo 176 Resumo Cerca de 1 em 100 indivíduos não podem comer pão, macarrão ou biscoitos, pois eles têm uma condição chamada de doença celíaca (DC). DC é causada por uma das intolerâncias

Leia mais

PRINCÍPIOS DE GENÉTICA MÉDICA

PRINCÍPIOS DE GENÉTICA MÉDICA PRINCÍPIOS DE GENÉTICA MÉDICA Conceitos Genética / Genômica Doença genética Hereditariedade Congênito DNA / Gene / Locus / Alelo Homozigoto / Heterozigoto Cromossomos Autossomos Sexuais Dominante / Recessivo

Leia mais

Testemunha do Primer Tratamento de NewEyes Laser, Mais de 3 anos

Testemunha do Primer Tratamento de NewEyes Laser, Mais de 3 anos Testemunha do Primer Tratamento de NewEyes Laser, Mais de 3 anos Desta vez apresentamos uma testemunha muito especial. Trata-se do primeiro paciente ao que foi aplicado o tratamento de NewEyes Laser. A

Leia mais

Óptica Visual e. Instrumentação

Óptica Visual e. Instrumentação Óptica Visual e Instrumentação Trabalho elaborado por: Andreia Fonseca 13220 Elia Coelho 13846 Gonçalo Heleno 13007 Ensino de Física e Química Página 1 Objectivos: Este trabalho experimental tem como principais

Leia mais

Exame de 1ª Época Engenharia Genética 16 de Janeiro de 2009 Duração: 2h30min

Exame de 1ª Época Engenharia Genética 16 de Janeiro de 2009 Duração: 2h30min Nome: Curso: Nº Exame de 1ª Época Engenharia Genética 16 de Janeiro de 2009 Duração: 2h30min As bactérias Gram-negativas como Salmonella typhi têm de se adaptar a uma variedade de stresses ambientais extremos

Leia mais

Mini Glossário. B Blefarite Inflamação das pálpebras.

Mini Glossário. B Blefarite Inflamação das pálpebras. A Acomodação Capacidade do olho em focar a várias distâncias, desde o perto ao longe, por alteração da potência dióptrica do cristalino. Acuidade Visual Capacidade de discriminar dois pontos próximos como

Leia mais

2a. prova Simulado 5 Dissertativo 26.09.06 BIOLOGIA INSTRUÇÕES PARA REALIZAÇÃO DO SIMULADO

2a. prova Simulado 5 Dissertativo 26.09.06 BIOLOGIA INSTRUÇÕES PARA REALIZAÇÃO DO SIMULADO Simulado 5 Padrão FUVEST Aluno: N o do Cursinho: Sala: BIOLOGIA INSTRUÇÕES PARA REALIZAÇÃO DO SIMULADO 1. Aguarde a autorização do fiscal para abrir o caderno de questões e iniciar a prova. 2. Duração

Leia mais

RESPOSTA RÁPIDA 87/2014 VITALUX na Degeneração Macular Relacionada com a Idade (DMRI) forma atrófica

RESPOSTA RÁPIDA 87/2014 VITALUX na Degeneração Macular Relacionada com a Idade (DMRI) forma atrófica RESPOSTA RÁPIDA 87/2014 VITALUX na Degeneração Macular Relacionada com a Idade (DMRI) forma atrófica SOLICITANTE Dra. Denise Canêdo Pinto Juíza de Direito da Segunda Vara Cível da Comarca de Ponte Nova

Leia mais

Síndrome de Williams. microdeleções no cromossomo 7

Síndrome de Williams. microdeleções no cromossomo 7 Nos últimos anos, graças às técnicas de biologia molecular, os cientistas vêm constatando que diversas doenças caracterizadas por deficiências mentais e anormalidades físicas estão associadas à ausência

Leia mais

Projeto Genoma e Proteoma

Projeto Genoma e Proteoma Projeto Genoma e Proteoma Grupo 3: *Artur S. Nascimento *Bárbara S. Costa *Beatrice Barbosa *Tamyres S. E. Guimarães *Yara Cavalcante O que é genoma? O genoma é o conjunto de todo o material genético que

Leia mais

Profa. Dra. Claudia Regina Bonini Domingos Laboratório de Hemoglobinas e Genética das Doenças Hematológicas Departamento de Biologia Instituto de

Profa. Dra. Claudia Regina Bonini Domingos Laboratório de Hemoglobinas e Genética das Doenças Hematológicas Departamento de Biologia Instituto de Hemoglobinopatias e Talassemias Profa. Dra. Claudia Regina Bonini Domingos Laboratório de Hemoglobinas e Genética das Doenças Hematológicas Departamento de Biologia Instituto de Biociências, Letras e Ciências

Leia mais

DESENVOLVENDO HABILIDADES EM GENÉTICA - PARTE I

DESENVOLVENDO HABILIDADES EM GENÉTICA - PARTE I DESENVOLVENDO HABILIDADES EM GENÉTICA - PARTE I Leia o texto abaixo com atenção. Considere que, nos pombos, a ausência de s é condicionada geneticamente. Nos cruzamentos que um criador realizava, ele observou

Leia mais

Hereditariedade ligado ao X

Hereditariedade ligado ao X 12 Porto: Instituto de Genética Médica Tel.: (+351).22.607.03.00 Email: genetica@igm.min-saude.pt www.igm.min-saude.pt Hereditariedade ligado ao X Centro de Genética Preditiva e Preventiva IBMC, Univ.

Leia mais

O CONSENTIMENTO INFORMADO, UM PROCESSO IMPORTANTE PARA DOENTES E PARA PROFISSIONAIS DE SAÚDE

O CONSENTIMENTO INFORMADO, UM PROCESSO IMPORTANTE PARA DOENTES E PARA PROFISSIONAIS DE SAÚDE O CONSENTIMENTO INFORMADO, UM PROCESSO IMPORTANTE PARA DOENTES E PARA PROFISSIONAIS DE SAÚDE O Consentimento é a manifestação válida e consciente, expressa de livre vontade por uma pessoa capaz, ou pelo

Leia mais

HEPATITE C PCR Qualitativo, Quantitativo e Genotipagem

HEPATITE C PCR Qualitativo, Quantitativo e Genotipagem HEPATITE C PCR Qualitativo, Quantitativo e Genotipagem O Vírus da Hepatite C (HCV) é considerado o principal agente etiológico responsável por 90 a 95% dos casos de hepatite pós-transfusional não A e não

Leia mais

Cadernos de. Informação. Científica. Ano 8 nº 12 2013. Síndrome do X Frágil

Cadernos de. Informação. Científica. Ano 8 nº 12 2013. Síndrome do X Frágil Cadernos de Informação Científica Ano 8 nº 12 2013 Síndrome do X Frágil C a d e r n o s d e I n f o r m a ç ã o C i e n t í f i c a definição e causas A síndrome do X frágil (SXF), também conhecida como

Leia mais

Genética Conceitos Básicos

Genética Conceitos Básicos Genética Conceitos Básicos O que é genética? É o estudo dos genes e de sua transmissão para as gerações futuras. É dividida em: Genética Clássica Mendel (1856 1865) Genética Moderna Watson e Crick (1953).

Leia mais

Primeira Lei de Mendel e Heredograma

Primeira Lei de Mendel e Heredograma Primeira Lei de Mendel e Heredograma 1. (UFC-2006) Leia o texto a seguir. A Doença de Alzheimer (D.A.) (...) é uma afecção neurodegenerativa progressiva e irreversível, que acarreta perda de memória e

Leia mais

Dia da Propriedade Industrial. Patentes de Genes. Vanessa Fatal Examinadora de Patentes. Universidade de Évora 21.09.2010

Dia da Propriedade Industrial. Patentes de Genes. Vanessa Fatal Examinadora de Patentes. Universidade de Évora 21.09.2010 Dia da Propriedade Industrial Patentes de Genes Vanessa Fatal Examinadora de Patentes Universidade de Évora 21.09.2010 Europa 1973 EPC define que processos essencialmente biológicos não são patenteáveis

Leia mais

1.- De Mendel a Morgan. Componentes básicos das células

1.- De Mendel a Morgan. Componentes básicos das células 1.- De Mendel a Morgan Componentes básicos das células Conceitos mendelianos de genética QUESTÂO: Existe uma base celular para as características hereditárias? Período 1850-1865: Charles Darwin e Gregor

Leia mais

Mecanismos de Herança

Mecanismos de Herança Mecanismos de Herança Andréa Trevas Maciel Guerra Depto. De Genética Médica FCM - UNICAMP Mecanismo de Herança Conceitos básicos Herança Monogênica Herança mitocondrial Imprinting Autossomos (1 a 22) Autossomos

Leia mais

RESUMOS DE PROJETOS... 124 ARTIGOS COMPLETOS(RESUMOS)... 128

RESUMOS DE PROJETOS... 124 ARTIGOS COMPLETOS(RESUMOS)... 128 123 RESUMOS DE PROJETOS... 124 ARTIGOS COMPLETOS(RESUMOS)... 128 RESUMOS DE PROJETOS 124 A GENÉTICA E NEUROFISIOLOGIA DO AUTISMO... 125 PAPEL DO POLIMORFISMO IL17A (RS7747909) NA TUBERCULOSE.... 126 PAPEL

Leia mais

ATIVIDADE DE RECUPERAÇÃO PARALELA PREVENTIVA 3º Trimestre/2014 GABARITO

ATIVIDADE DE RECUPERAÇÃO PARALELA PREVENTIVA 3º Trimestre/2014 GABARITO NOME: ANO: 2º EM Nº: PROF.(A): Claudia Lobo DATA: ATIVIDADE DE RECUPERAÇÃO PARALELA PREVENTIVA 3º Trimestre/2014 GABARITO 1. A fenilcetonúria é uma doença que tem herança autossômica recessiva. Considere

Leia mais

Rede de cientistas cria "guia" do DNA

Rede de cientistas cria guia do DNA Rede de cientistas cria "guia" do DNA Pacotão de estudos faz a análise mais completa do DNA Na maior série de descobertas sobre o DNA humano desde a realização do projeto genoma humano em 2003, 442 cientistas

Leia mais

TEMA: Neovite Luteim para tratamento de descolamento de retina congênito

TEMA: Neovite Luteim para tratamento de descolamento de retina congênito NT 142/2014 Solicitante: Dra. Patrícia Bitencourt Moreira Juizado Especial da Comarca de Manhuaçu Data: 20/07/2014 Medicamento X Material Procedimento Cobertura Número do processo: 0052611-84.2014.8.13.0394

Leia mais

Projeto CAPAZ Básico Ametropias 1 Miopia e Hipermetropia

Projeto CAPAZ Básico Ametropias 1 Miopia e Hipermetropia 1 Introdução Ao assistir à aula, você teve acesso ao comportamento do olho humano, constatou quando há uma deficiência visual e como é possível corrigi-la. Vimos algumas peculiaridades, o que acontece

Leia mais

RELATÓRIO TÉCNICO-CIENTÍFICO FINAL (Observação: as informações prestadas neste relatório poderão, no todo ou em parte, ser publicadas pela FAPESC.

RELATÓRIO TÉCNICO-CIENTÍFICO FINAL (Observação: as informações prestadas neste relatório poderão, no todo ou em parte, ser publicadas pela FAPESC. RELATÓRIO TÉCNICO-CIENTÍFICO FINAL (Observação: as informações prestadas neste relatório poderão, no todo ou em parte, ser publicadas pela FAPESC.) 1. IDENTIFICAÇÃO DO PROJETO (item a ser preenchido pela

Leia mais

Resposta: Interbits SuperPro Web

Resposta: Interbits SuperPro Web 1. (Fuvest 2012) Uma mutação, responsável por uma doença sanguínea, foi identificada numa família. Abaixo estão representadas sequências de bases nitrogenadas, normal e mutante; nelas estão destacados

Leia mais

102 VIGÉSIMA SEXTA CÂMARA CÍVEL / CONSUMIDOR APELAÇÃO CÍVEL PROCESSO Nº 0008934-53.2008.8.19. ANA MARIA PEREIRA DE OLIVEIRA

102 VIGÉSIMA SEXTA CÂMARA CÍVEL / CONSUMIDOR APELAÇÃO CÍVEL PROCESSO Nº 0008934-53.2008.8.19. ANA MARIA PEREIRA DE OLIVEIRA VIGÉSIMA SEXTA CÂMARA CÍVEL / CONSUMIDOR APELAÇÃO CÍVEL APELANTE: TACIO RIBEIRO FIGUEIREDO APELADO: MED LAB CENTRO DE ANÁLISE MÉDICAS E LABORATORIAIS ME RELATOR: DES. ANA MARIA PEREIRA DE OLIVEIRA Responsabilidade

Leia mais

Guia do Professor. (Documento baseado no guião original em inglês)

Guia do Professor. (Documento baseado no guião original em inglês) Guia do Professor (Documento baseado no guião original em inglês) Nota: Este documento é apenas um resumo do conteúdo do guia do professor. Alguns itens de grande importância não estão aqui referidos,

Leia mais

SÍNDROME DE HIPER-IgM

SÍNDROME DE HIPER-IgM SÍNDROME DE HIPER-IgM Esta brochura é para ser usada pelos pacientes e pelas suas famílias e não deve substituir o aconselhamento de um imunologista clínico. 1 Também disponível: AGAMAGLOBULINEMIA LIGADA

Leia mais

Num mundo sem doenças e sem sofrimento, a experimentação animal não seria necessária.

Num mundo sem doenças e sem sofrimento, a experimentação animal não seria necessária. Num mundo sem doenças e sem sofrimento, a experimentação animal não seria necessária. Todos os animais, domésticos, selvagens e de laboratório são beneficiados por substâncias testadas em animais. Graças

Leia mais

Considerando as informações básicas sobre as células e os tecidos envolvidos no processo de formação dos dentes, responda:

Considerando as informações básicas sobre as células e os tecidos envolvidos no processo de formação dos dentes, responda: 2º Processo Seletivo/2004 3º DIA BIOLOGIA 5 05. Cientistas do King s College, de Londres, receberam recursos da ordem de R$ 2,6 milhões para ajudá-los a desenvolver dentes humanos a partir de células-tronco.

Leia mais

Referencial de Qualificação para as Profissões nos Domínios da Massagem e da Fisioterapia na Europa

Referencial de Qualificação para as Profissões nos Domínios da Massagem e da Fisioterapia na Europa Portal ECVET para a Promoção e o Reconhecimento Mútuo das Profissões nos Domínios da Massagem e da Fisioterapia na Europa MaecVET 527 330-LLP-1-2012 1 DE-Leonardo-LMP Referencial de Qualificação para as

Leia mais

PLANO DE AULA Autores: Ana Paula Farias Waltrick, Stephanie Caroline Schubert

PLANO DE AULA Autores: Ana Paula Farias Waltrick, Stephanie Caroline Schubert PLANO DE AULA Autores: Ana Paula Farias Waltrick, Stephanie Caroline Schubert 1. DADOS DE IDENTIFICAÇÃO Nível de Ensino: Ensino Médio Ano/Série: 3º ano Disciplina: Biologia Quantidade de aulas: 2 2. TEMA

Leia mais

Modelos BioMatemáticos

Modelos BioMatemáticos Modelos BioMatemáticos http://correio.fc.ul.pt/~mcg/aulas/biopop/ Pedro J.N. Silva Sala 4.1.16 Departamento de Biologia Vegetal Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa Pedro.Silva@fc.ul.pt Genética

Leia mais

Manual do Usuário Anônimo

Manual do Usuário Anônimo Manual do Usuário Anônimo esupplierconnect Versão 8.1 10 de Março, 2014 Página 1/34 10 Mar., 2014 v8.1 Sumário: 1 Introdução 3 2 Sobre o esupplierconnect 5 2.1 Acesso ao Portal 6 2.2 Estrutura do Portal

Leia mais

Tudo começou em África

Tudo começou em África Tudo começou em África (Expresso: 25-04-1998) Análises do D A confirmam a origem africana da espécie humana, uma ideia já defendida no século passado por Charles Darwin e Thomas Henry. A nossa árvore genealógica

Leia mais

O valor de testes pré-natais não invasivos (TPNI). Um suplemente ao livreto do Conselheiro Genético

O valor de testes pré-natais não invasivos (TPNI). Um suplemente ao livreto do Conselheiro Genético O valor de testes pré-natais não invasivos (TPNI). Um suplemente ao livreto do Conselheiro Genético TPNIs usam DNA livre de células. Amostra de sangue materno cfdna materno cfdna fetal TPNIs usam DNA livre

Leia mais

Medicamentos que contêm dextropropoxifeno com Autorização de Introdução no Mercado na União Europeia. Romidon 75mg/2ml Solução injectável

Medicamentos que contêm dextropropoxifeno com Autorização de Introdução no Mercado na União Europeia. Romidon 75mg/2ml Solução injectável ANEXO I LISTA DAS DENOMINAÇÕES FORMAS FARMACÊUTICAS, DOSAGENS, VIA DE ADMINISTRAÇÃO DOS MEDICAMENTOS, DOS TITULARES DAS AUTORIZAÇÕES DE INTRODUÇÃO NO MERCADO NOS ESTADOS-MEMBROS 1 Medicamentos que contêm

Leia mais

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS UNICAMP FACULDADE DE TECNOLOGIA FT PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSAS DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS UNICAMP FACULDADE DE TECNOLOGIA FT PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSAS DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS UNICAMP FACULDADE DE TECNOLOGIA FT PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSAS DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA Projeto Gene: Ambiente de Apoio à Aprendizagem de Genética Baseado em Tamagotchi

Leia mais

Pessoas com Deficiência nos Censos Demográficos Brasileiros

Pessoas com Deficiência nos Censos Demográficos Brasileiros Pessoas com Deficiência nos Censos Demográficos Brasileiros Alicia Bercovich IBGE VI Fórum Senado Debate Brasil Convenção da ONU sobre os direitos das pessoas com deficiência Painel 2: Quem são, onde estão,

Leia mais

PARECER CFM nº 1/15 INTERESSADO: ASSUNTO:

PARECER CFM nº 1/15 INTERESSADO: ASSUNTO: PARECER CFM nº 1/15 INTERESSADO: ASSUNTO: RELATOR: Santa Casa de Misericórdia de Belo Horizonte Norma da Secretaria Municipal de Saúde de Belo Horizonte, que normatiza e preconiza a obrigatoriedade de

Leia mais

CENTRO DE OSTEOPATIA MAÇÃS PLACE

CENTRO DE OSTEOPATIA MAÇÃS PLACE CENTRO DE OSTEOPATIA MAÇÃS PLACE Quem somos A nossa equipa apresenta um atendimento personalizado ao nível da Osteopatia através de uma abordagem multidisciplinar de qualidade, avaliação, diagnóstico e

Leia mais

1 ALPHA-1. O que é alfa-1? Uma história familiar... de doença pulmonar? de doença do fígado? FOUNDATION

1 ALPHA-1. O que é alfa-1? Uma história familiar... de doença pulmonar? de doença do fígado? FOUNDATION O que é alfa-1? Uma história familiar... de doença pulmonar? de doença do fígado? O que você precisa saber sobre Alfa-1 Antitripsina 1 ALPHA-1 FOUNDATION O que é alfa-1? Alfa-1 Antitripsina(Alfa-1) é uma

Leia mais

A importância da Psicologia no Desporto

A importância da Psicologia no Desporto ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE ESCOLAS DE FUTEBOL APEF A importância da Psicologia no Desporto Pedro Teques Departamento de Psicologia e Comunicação da APEF Direcção de Contacto: Pedro Teques, Departamento de

Leia mais

Índice: Introdução 3. Princípios Orientadores 3. Definição do projecto 4. Considerações Finais 8. Actividades a desenvolver 9.

Índice: Introdução 3. Princípios Orientadores 3. Definição do projecto 4. Considerações Finais 8. Actividades a desenvolver 9. Índice: Introdução 3 Princípios Orientadores 3 Definição do projecto 4 Objectivos a alcançar 5 Implementação do projecto 5 Recursos necessários 6 Avaliação do projecto 7 Divulgação Final do Projecto 7

Leia mais

A experiência Portuguesa na Incineradora de RH do Parque da Saúde de Lisboa

A experiência Portuguesa na Incineradora de RH do Parque da Saúde de Lisboa A experiência Portuguesa na Incineradora de RH do Parque da Saúde de Lisboa M. Fátima Reis Unidade de Saúde Ambiental 1 ESTRUTURA 1. Enquadramento 2. Vigilância Epidemiológica Fundamentação Componentes

Leia mais

Carlos Sinogas - Biotecnologia 2014/15

Carlos Sinogas - Biotecnologia 2014/15 Terapia genética Técnica para corrigir efeitos de genes responsáveis por patologias Métodos Inserção de gene normal para substituição de gene não funcional Correcção do gene anormal (mutações especí?icas,

Leia mais

Áudio. GUIA DO PROFESSOR Mendel, o pai da genética - Parte I. Os fundamentos da hereditariedade: Biografia de Gregor Mendel

Áudio. GUIA DO PROFESSOR Mendel, o pai da genética - Parte I. Os fundamentos da hereditariedade: Biografia de Gregor Mendel Mendel, o pai da genética - Parte I Conteúdos: Tempo: Objetivos: Descrição: Produções Relacionadas: Os fundamentos da hereditariedade: Biografia de Gregor Mendel 5 minutos para cada áudio. Avaliar se o

Leia mais

Projeto e Análise de Algoritmos Projeto de Algoritmos Heurísticas e Algoritmos Aproximados

Projeto e Análise de Algoritmos Projeto de Algoritmos Heurísticas e Algoritmos Aproximados Projeto e Análise de Algoritmos Projeto de Algoritmos Heurísticas e Algoritmos Aproximados Prof. Humberto Brandão humberto@bcc.unifal-mg.edu.br Universidade Federal de Alfenas Departamento de Ciências

Leia mais

INTERAÇÃO GÊNICA EPISTASIA POLIGENIA OU HERANÇA QUANTITATIVA. PM/Bombeiro - PR. Oromar Ciências Humanas Parte 03. Foto das cristas de galinhas

INTERAÇÃO GÊNICA EPISTASIA POLIGENIA OU HERANÇA QUANTITATIVA. PM/Bombeiro - PR. Oromar Ciências Humanas Parte 03. Foto das cristas de galinhas INTERAÇÃO GÊNICA Ocorre quando dois ou mais pares de genes, situados em cromossomos homólogos diferentes, interagem entre si para determinar uma mesma característica. FENÓTIPOS Crista ervilha Crista rosa

Leia mais

GLUT1 DEFICIENCY FOUNDATION. Em busca de um futuro melhor

GLUT1 DEFICIENCY FOUNDATION. Em busca de um futuro melhor GLUT1 DEFICIENCY FOUNDATION Em busca de um futuro melhor Oferecendo esperança Como pais, sabemos que nossos filhos dependem de nós para tudo. Nosso propósito e desejo é ajudá-los a crescer, aprender e

Leia mais