UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA. Instituto de Ciências Biológicas. Departamento de Nutrição

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1 UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA Instituto de Ciências Biológicas Departamento de Nutrição SARA PEDRONI BARRETO A Importância Funcional de Nutrientes essenciais: ômega 3 e 6, zinco e selênio no Período Gestacional, uma revisão Juiz de Fora - MG

2 SARA PEDRONI BARRETO A Importância Funcional de Nutrientes essenciais: ômega 3 e 6, zinco e selênio no Período Gestacional, uma revisão Trabalho de conclusão de curso apresentado à banca examinadora do Departamento de Nutrição da Universidade Federal de Juiz de Fora, como requisito à obtenção do grau de Bacharel em Nutrição. Orientador: Profª. Dra. Cristiane Gonçalves de Oliveira Fialho Juiz de Fora - MG

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4 SARA PEDRONI BARRETO A Importância Funcional de Nutrientes essenciais: ômega 3 e 6, zinco e selênio no Período Gestacional, uma revisão Trabalho de conclusão de curso apresentado à banca examinadora do Departamento de Nutrição da Universidade Federal de Juiz de Fora, como requisito à obtenção do grau de Bacharel em Nutrição. APROVADA EM: 17 de julho de Profª. Dra. Cristiane Gonçalves de Oliveira Fialho (Orientadora) (UFJF) Profª. Dra. Cephora Maria Sabarense (Membro interno) (UFJF) Prof. Dr. Paulo Henrique Fonseca da Silva (Membro interno) (UFJF) Juiz de Fora - MG

5 A Importância Funcional de Nutrientes essenciais: ômega 3 e 6, zinco e selênio no Período Gestacional, uma revisão RESUMO O período gestacional é marcado por intensas mudanças biológicas, fisiológicas e metabólicas, portanto a necessidade da gestante em relação aos nutrientes encontra-se alterada. Muitos estudos focam na relação dos macronutrientes durante esse importante momento, porém foi observada a necessidade de estudos em relação aos micronutrientes. Neste artigo de revisão são abordados micronutrientes como o selênio, um potente antioxidante que age impedindo danos nas estruturas celulares, através da sua ação contra espécies reativas de oxigênio (ROS), incluindo complicação durante a gestação, como o desenvolvimento de pré-eclâmpsia, restrição do crescimento intrauterino e abortos espontâneos. O zinco é abordado no estudo por ser um nutriente de extrema importância ao bom funcionamento do organismo e o segundo elemento mais abundante no corpo humano, depois do ferro, na gestação o zinco é essencial no desenvolvimento cerebral do feto e sua deficiência pode acarretar vários distúrbios ao bebê, como por exemplo, espinha bífida, uma malformação congênita decorrente de defeito de fechamento do tubo neural (DFTN). Os ácidos graxos poliinsaturados essenciais, ômega-6 e ômega-3, sendo o Ω-3 o único nutriente com alegações de nutriente funcional segundo a ANVISA, e seus derivados eicosanoides são necessários para o desenvolvimento cerebral, mielinização e o crescimento dos neurônios durante o crescimento fetal, além de quando se encontram em proporções adequadas, o que é muito controverso na literatura, mantém a homeostase do organismo, evitando processos inflamatórios exacerbados e suas consequências. Mais estudos são necessários principalmente no Brasil onde a carência de micronutrientes continua sendo um dos principais problemas de saúde pública. 5

6 Palavras-chave: Selênio. Zinco. Ácidos graxos essenciais. Gestação. 1 INTRODUÇÃO O período gestacional é constituído por 40 semanas, sendo heterogêneo em seus aspectos fisiológicos, metabólicos e nutricionais (VITOLO, 2008). A gravidez é um período de aumento das demandas metabólicas com alterações fisiológicas na mulher e nas exigências crescentes do feto (WILLIAMS; MISTRY, 2011). O primeiro trimestre gestacional caracteriza-se por grandes modificações biológicas devido a intensas divisões celulares (VITOLO, 2008). A saúde do embrião vai depender da condição nutricional pré-gestacional da mãe, não apenas quanto suas reservas energéticas, mas também quanto às reservas de vitaminas, minerais e oligoelementos (VITOLO, 2008). O segundo e o terceiro trimestre integram outra fase para a gestante, em que o meio externo vai exercer influencia direta na condição nutricional do feto, o ganho de peso adequado, a ingestão de nutrientes e o estilo de vida, são fatores determinantes para o bom desenvolvimento e crescimento fetal (VITOLO, 2008). A ingestão insuficiente de vitaminas essenciais e micronutrientes pode levar a um estado de competição biológica entre mãe e o concepto, o que pode ser prejudicial para o estado de saúde de ambos (WILLIAMS; MISTRY, 2011). A deficiência de oligoelementos durante a gravidez está intimamente relacionada com a mortalidade e morbidade do recém-nascido (WILLIAMS; MISTRY, 2011). A intervenção nutricional tem como objetivo a proteção e promoção da saúde da gestante e do feto. Nesta fase, a necessidade de nutrientes sofre influencia de uma serie de fatores: fisiológico, psicológico e anatômico (SILVA; GUIMARÃES, 2003). Bem como os macronutrientes, durante a gravidez há um incremento no requerimento de micronutrientes para a reserva materna e manutenção do 6

7 desenvolvimento do feto (SILVA; GUIMARÃES, 2003). Apesar da nutrição maternofetal ser tradicionalmente focada para transferência de macronutrientes, o papel dos micronutrientes é vital para o crescimento e diferenciação celular (CARMO et al., 2010). Inicialmente no Japão em meados da década de 1980, e a partir de 1998 no Brasil, a nutrição ganhou um novo grupo de alimentos chamados de alimentos funcionais. Os quais se caracterizam por oferecer vários benéficos à saúde, além do valor nutritivo básico referente à sua composição química, na forma de alimentos comuns. Estes oferecem benefícios relacionados ao sistema gastrintestinal, cardiovascular, metabolismo de substratos, comportamento das funções fisiológicas, crescimento, desenvolvimento e diferenciação celular e ainda como antioxidante (DOLINSKY, 2009; COSTA; ROSA, 2010). A escolha dos nutrientes específicos foi devida aos ácidos graxos ômega 3 e 6 serem essenciais, ou seja, não são sintetizados pelo próprio organismo sendo necessária sua ingestão através da alimentação, e ainda os micronutrientes abordados zinco e selênio serem potentes antioxidantes, indispensáveis para o melhor funcionamento do organismo durante o período gestacional, onde há significativo aumento nas demandas metabólicas e do estresse oxidativo. 2 OBJETIVO O objetivo desta revisão é reunir estudos que relacionam os nutrientes: selênio, zinco e os ácidos graxos poliinsaturados ômegas 3 e 6 com o processo gestacional e suas influências sobre o crescimento e desenvolvimento fetal. 3 MÉTODO Revisão por meio de busca eletrônica nas bases de dados PubMed, Google acadêmico e da Plataforma SciELO. Buscaram-se trabalhos publicados até janeiro de 7

8 2014, com as seguintes palavras-chave: Selênio, Zinco, Ácidos graxos essenciais e Gestação, escritos em inglês, espanhol e português. Foram excluídos artigos com pesquisas em animais. 4 REVISÃO 4.1 Selênio (Se) O selênio é um semimetal descoberto em 1817, no decorrer dos anos sua importância foi considerada essencial aos seres humanos (COZZOLINO, 2007). É o componente essencial de pelo menos 25 selenoproteínas humanas, a maioria das quais estão envolvidas na proteção do estresse oxidativo ou manutenção do equilíbrio redox celular (YANG et al., 2014). Esse micronutriente é ainda o componente principal da enzima glutationa-peroxidase (COZZOLINO, 2007; WILLIAMS; MISTRY, 2011). A enzima glutationa-peroxidase é conhecida por proteger o DNA celular contra a ação de radicais livres, é a mais abundante em mamíferos, sendo a primeira a ser identificada, está presente tanto no meio intracelular quanto extracelular, atua na redução de peróxidos de hidrogênio (H 2 O 2 ), protege as membranas celulares contra a peroxidação lipídica, uma reação em cadeia que age enfraquecendo a membrana citoplasmática, podendo ocasionar morte celular, a associação dessa importante enzima com o selênio confere a esse micronutriente ação de importante antioxidante (RONDÓ et al., 2010; DOLINSKY, 2009 ). Várias funções já foram atribuídas ao selênio, entre elas: ação anticancerígena, conversão de T 4 em T 3, detoxificação do organismo contra metais pesados, favorece a síntese de metionina e hemocisteína, diminuindo o risco de doenças cardiovasculares, participa da proteção das células do corpo reduzindo as substâncias tóxicas causadas pelo estresse oxidativo e participação no sistema imunológico (COZZOLINO, 2007, FREITAS et al., 2013). Neutrófilos e macrófagos de animais deficientes em selênio têm 8

9 baixa concentração de glutationa-peroxidase, o que pode afetar suas propriedades antimicrobianas (TRINDADE, 2005). O selênio pode ser obtido por meio de alimentos, suplementos, água e ar. Porém a principal fonte é a alimentação (COZZOLINO, 2007). Em relação às fontes alimentares de selênio, a castanha-do-brasil é considerada a mais abundante (COZZOLINO et al., 2011). Porém esse mineral é amplamente distribuído na crosta terrestre, podendo apresentar concentrações muito variáveis em um mesmo tipo de alimento dependendo da área proveniente (COZZOLINO, 2007). Frutas e verduras em geral são pobres em selênio, com exceção dos vegetais denominados acumuladores de selênio, como alho, mostarda indiana, brócolis, couvede-bruxelas, couve rábano, couve-flor, repolho, cebola e alguns cogumelos, os quais podem fornecer quantidades importantes do mineral (COZZOLINO et al., 2011). As recomendações de selênio são variáveis de acordo com a faixa etária e estado fisiológico, no caso específico da gestação a necessidade desse micronutriente encontrase aumentada devido à demanda fetal e materna (Figura 1) (COZZOLINO et al., 2011) EAR RDA 10 0 Mulheres adultas Gestantes anos Gestantes anos Gestantes anos Figura 1. Valores de EAR e RDA em µg/dia de selênio para mulheres adultas e gestantes. Fonte: IOM,

10 A redução de selênio durante a gestação resulta na diminuição na atividade da enzima glutationa-peroxidase, gerando consequente redução da proteção antioxidante das membranas biológicas e do DNA durante os primeiros estágios de desenvolvimento embrionário, esta enzima possui a capacidade de assumir diferentes valências como transferir elétrons para equilibrar as moléculas para o processo de desintoxicação neutralizando o excesso de espécies reativas de oxigênio (ROS) impedindo danos nas estruturas celulares, incluindo complicação durante a gestação, como o desenvolvimento de pré-eclâmpsia, restrição do crescimento intrauterino e abortos espontâneos (WILLIAMS; MISTRY, 2011). Há autores que investigam a concentração de selênio durante a gestação e sua relação como parto prematuro e risco de pré-eclâmpsia. Um estudo realizado com mulheres gestantes holandesas observou que aquelas que tiveram partos prematuros, independente de ter pré-eclâmpsia, apresentavam baixos níveis de selênio sérico, ou seja, a baixa concentração desse micronutriente pode gerar ruptura precoce das membranas, devido à falta de proteção antioxidante, sendo essa uma das principais causas de parto prematuro (RAYMAN, et al., 2011). A pré-eclâmpsia é uma doença sistêmica caracterizada pelo aparecimento de hipertensão e proteinúria, por uma disfunção generalizada no endotélio da gestante, intensa resposta inflamatória, lesão endotelial, agregação plaquetária, ativação do sistema de coagulação e aumento da resistência vascular generalizada, considerando a função antioxidante da enzima glutationa-peroxidase, essa tem efeito protetor sob a lesão tecidual e diminuição da resposta inflamatória. No processo de desenvolvimento da doença há uma cascata de eventos metabólicos que irão desencadear a produção excessiva de ROS, esses radicais livres provocam danos ao DNA, a proteínas, a 10

11 carboidratos e a lipídios, comprometendo as funções celulares normais (SASS; KARUMANCHI; OLIVEIRA, 2010; BELLAMY et al., 2007). YANG et al., 2014, investigaram o efeito protetor do selênio em recém-nascidos contra a neurotoxicidade da exposição ao manganês em 933 gestantes saudáveis em 10 maternidades em Xangai, na China, e sugeriram segundo seus resultados que o Se tem um efeito protetor sobre o desenvolvimento do cérebro dos recém-nascidos contra os efeitos tóxicos da exposição pré-natal ao Mn. E ainda que a suplementação desse nutriente deve ser considerada durante a gravidez, especialmente em áreas com baixa concentração de Se natural. Esse efeito pode ser explicado devido à função antioxidante do Se e a neurotoxicidade de Mn é mediada, pelo menos em parte, por estresse oxidativo. Estudo de coorte retrospectivo de partos de 12 centros clínicos realizado nos Estados Unidos de 2002 a 2008 com mulheres gestantes asmáticas apresentou como resultados maiores chances dessas realizarem partos pré-maturo, desenvolverem préeclâmpsia, apresentarem deslocamento pré-maturo da placenta, entre outras complicações obstétricas, considerando que doenças respiratórias podem ser manifestadas quando há aumento anormal no estresse oxidativo na gravidez ou diminuição nos mecanismos endógenos para combater os radicais livres (MENDOLA et al., 2013). LEUNG et al., 2013 por meio de uma coorte com 600 gestantes, realizada no Canadá, relacionaram a suplementação de micronutrientes durante a gestação e o desenvolvimento de depressão pós parto, e obtiveram que vários fatores, incluindo a ingestão suplementar de selênio, estão associados com o risco de sintomas depressivos pós parto. 11

12 Os mecanismos de controle da passagem materno-fetal de selênio ainda não estão esclarecidos. O transporte através da placenta é limitado, de modo que a concentração no feto é relativamente baixa, correspondendo no sangue do cordão a aproximadamente 65% do nível sérico materno (TRINDADE, 2005). 4.2 Zinco (Zn) O zinco é o segundo elemento-traço mais abundante no corpo humano depois do ferro, sua essencialidade no ser humano vem sendo estudada desde É um componente essencial para a atividade de mais de 300 enzimas (COZZOLINO, 2007). Essas enzimas participam do metabolismo de hidratos de carbono e proteínas, divisão e diferenciação celular, metabolismo de DNA e RNA, tornando-se essencial à embriogênese, crescimento e desenvolvimento fetal (WILLIAMS; MISTRY, 2011; BLACK, 2003; DONANGELO; KING, 2012). É ainda fundamental em atividades do sistema imune, prevenção de formação de radicais livres, crescimento estatural, desenvolvimento sexual e cognitivo, expressão de genes e estabilização das estruturas moleculares, sendo então um nutriente essencial à saúde humana e nutrição (HESSEL; PEREIRA, 2009; GEBRESELASSIE; GASHE, 2011). Além dessas funções, o zinco é um importante estabilizador da membrana celular, exercendo papel importante na fertilidade e reprodução (CARMO et al., 2010). Algumas condições específicas podem gerar alterações na absorção do zinco, como a suplementação elevada de ferro (30mg/dia), fumo, uma dieta vegetariana rica em alimentos integrais e fitatos, o abuso de álcool também está associado à menor absorção e maior excreção de zinco (VITOLO, 2008). As principais fontes de zinco são as ostras, camarão, carnes bovinas, de frango e peixe, fígado, gérmen de trigo, grãos integrais, castanhas, cereais, legumes e tubérculos. 12

13 Vegetais, frutas e hortaliças em geral são fontes pobres desse nutriente (COZZOLINO, 2007). A recomendação de Zn varia de acordo com a faixa etária e estado fisiológico específico, no caso da gestação a necessidade encontra-se aumentada devido à diminuição normal desse nutriente. (Figura 2) (COZZOLINO, 2007) EAR RDA Mulheres adultas Gestantes 18 anos Gestantes anos Gestantes anos Figura 2. Valores de EAR e RDA em mg/dia de zinco para mulheres adultas e gestantes. Fonte: IOM, No período da gestação observa-se queda na concentração de zinco, devido a processos comuns, como a hemodiluição fisiológica e ingestão normalmente insuficiente, por isso a necessidade desse nutriente aumenta durante esse período. As necessidades do feto são dependentes da ingestão materna e quando insuficiente há mobilização do Zn da gestante, com diminuições dos seus níveis tanto maternos quanto fetais (SILVA; MURA, 2011). O zinco é essencial na fisiologia do sistema nervoso, estando presente em várias proteínas e enzimas envolvidas na sinalização celular, participando da modulação da 13

14 transmissão sináptica, da regulação na produção de oxidantes de células neuronais, da proliferação de células neurais, sobrevivência das células e diferenciação neuronal (ADAMO; OTEIZA, 2010; CAULFIELD et al., 2011). É um elemento funcional e estrutural de grande importância para o desenvolvimento cerebral, sendo que esse processo é maior durante o ultimo trimestre de gestação e nos primeiros anos de vida, na deficiência desse nutriente anormalidades no neurodesenvolvimento podem ser mais acentuadas (PEDRAZA; QUEIROZ, 2011; SILVEIRA; PROCIANOY, 2005; ADAMO; OTEIZA, 2011). Estudos comprovam que baixos níveis de zinco encontrados em gestantes do terceiro trimestre de gravidez podem ter relação com o baixo peso ao nascer dos bebês (DEVAKI et al., 2013). A deficiência desse nutriente está associada a inúmeras complicações da gestação e no parto, entre elas: o retardo no crescimento intra-uterino, ruptura prematura das membranas, deslocamento da placenta, infecções, anomalias congênitas, deficiência no desenvolvimento neurocomportamental, morte embrionária ou fetal (GEBRESELASSIE; GASHE, 2011; DONANGELO; KING, 2012). Um estudo randomizado realizado em uma população urbana pobre de Bangladesh obteve como resultados que os bebês cujas mães tinham recebido suplementos de zinco na gravidez, tinham melhorado suas funções imunes e houve uma redução na diarreia e nas doenças respiratórias que ocorrem na infância, sugerindo assim os benefícios deste nutriente sobre o sistema imunológico, competência que persistiu após o nascimento (OSENDARP et al., 2000). MERIALDI et al., 2004, em um estudo duplo-cego randomizado, avaliaram a ingestão de suplementos contendo 25mg/dia de zinco em forma de sulfato de zinco em 242 gestantes entre a 10ª e 16ª semana gestacional que receberam assistência pré-natal em um hospital na periferia da cidade de Lima no Peru, e obtiveram como resultado 14

15 dessa suplementação o benefício no crescimento ósseo fetal, sendo esse o primeiro estudo a fazer esta relação. A deficiência do zinco durante a gestação pode gerar ainda consequências como o desenvolvimento de espinha bífida, sendo essa uma malformação congênita decorrente de defeito de fechamento do tubo neural (DFTN), essa enfermidade pode se desenvolver no primeiro mês de gravidez (GAIVA; NEVES; SIQUEIRA, 2009). 4.3 Ácidos Graxos Poliinsaturados São ácidos graxos com duas ou mais ligações duplas, que desempenham importantes funções na estrutura das membranas celulares e nos processos metabólicos, entre eles estão os ácidos graxos essenciais, aqueles que não podem ser sintetizados pelo organismo sendo então necessário o consumo através da alimentação, são eles: a família do ômega-3 (alfa-linolênico; eicosapentaenoico-epa; docosa-hexaenóico-dha) e os da família ômega-6 (ácido araquidônico) (COZZOLINO, 2007; MARTIN et al., 2006; CARMO; CORREIA, 2009; DOLINSKY, 2009). A essencialidade desses ácidos graxos se da ao fato de não serem produzidos endogenamente, tanto no organismo humano quanto de alguns animais, devido à ausência de enzimas delta-12 e delta-15 dessaturases, capazes de inserir duplas ligações nos carbonos 3 e 6, a partir do radical metil da molécula dos ácidos carboxílicos (DOLINSKY, 2009). Há muitas recomendações diferentes em relação ao consumo adequado de ácidos graxos essenciais, muitas concluem que deve ser cerca de 3% do total calórico ingerido, podendo variar de acordo com outras referências que dizem ser até 10% da ingestão de energia composta por ácidos graxos poliinsaturadas (COZZOLINO, 2007). Os ácidos graxos da família ômega-3 e ômega-6 competem pelas enzimas que os convertem em seus derivados poliinsaturados através de reações de alongamento e 15

16 dessaturação, sendo então extremamente necessário para a nutrição humana estabelecer a razão entre ingestão diária desses ácidos graxos essenciais, o equilíbrio ideal entre ômega 6 e ômega 3 ainda é muito controverso e têm sido estabelecido por autores e órgãos de saúde, em diferentes países (COSTA; ROSA, 2010; MARTIN et al., 2006; DOLINSKY, 2009) Ômega-3 (Ácido linolênico) O alfa-linolênico é um ácido graxo (AG) da família ômega-3, essencial para o organismo e precursor dos ácidos DHA e EPA. Esse AG é ainda primordial para a síntese de prostaglandinas, leucotrienos e tromboxanos, com atividades antiinflamatória, anticoagulante, vasodilatadora e antiagregante (DOLINSKY, 2009; COSTA; ROSA, 2010). Os benefícios do EPA e DHA estão ligados à prevenção e tratamento de doenças cardiovasculares, hipertensão, inflamações em geral, asma, artrite, vários tipos de câncer (mama, próstata e cólon), regulação entre as concentrações de LDL e HDLcolesterol e ainda exerce efeito favorável sobre os níveis de triglicerídeos, ou seja, os Ω- 3 podem ajudar a prevenir uma variedade de doenças e complicações na saúde (SANDERS, 2000; DOLINSKY, 2009). Em relação mais especificamente ao EPA, esses competem com o ácido araquidônico na formação de prostaglandinas, tromboxanos e leucotrienos, produzem inibição plaquetária, estimulam a vasodilatação e apresentam propriedade antiinflamatória pela redução na quimiotaxia dos leucotrienos, atribuem ainda a eles o transporte reverso do colesterol, o que favorece a sua captação pelo fígado e sua eliminação via biliar (COSTA; ROSA, 2010). Os ácidos graxos Ω-3 podem ser encontrados em alimentos tanto de origem vegetal quanto animal, sendo que EPA e DHA somente são encontrados em fontes 16

17 animais, as fontes vegetais terrestres contém apenas alfa-linolênico. Dentre essas fontes são destacados os peixes de águas frias (cavala, sardinha, salmão, arenque, hadoque, entre outros), as algas, óleos vegetais e linhaça (COZZOLINO, 2007; OLIVEIRA; LUZIA; RONDÓ, 2012; COSTA; ROSA, 2010). O consumo de peixes é altamente benéfico em relação à concentração de Ω-3, pois não há necessidade de enzimas dessaturares, já que esse alimento já contém ácido eicosapentaenoico, substrato para produção de eicosanoides antiinflamatórios (prostaglandinas 3, leucotrienos da série 5 e tromboxanos A 3 ) (COZZOLINO, 2007; COSTA; ROSA, 2010). Os valores estabelecidos para definir as recomendações diárias para mulheres adultas e gestantes de ômega-3 estão representados por valores de AI - Ingestão Adequada (Figura 3). 1,6 AI 1,4 1,2 1 0,8 0,6 AI 0,4 0,2 0 Mulheres adultas Gestantes 18 anos Gestantes anos Gestantes anos Figura 3. Valores de AI em g/dia de ácido graxo ômega-3 (linolênico) para mulheres adultas e gestantes Fonte: IOM, ara o desenvolvimento cerebral, a gordura é imprescindível, pois é necessária para a mielinização e o crescimento dos neurônios, bem como para o desenvolvimento 17

18 da retina, fazendo parte de substâncias importantes da membrana celular. Na retina, encontra-se ligada aos fosfolipídios que estão associados à rodopsina, uma proteína que interage no processo de absorção da luz (SILVA; MURA, 2011; MARTIN et al., 2006). O feto não é capaz de sintetizar ácidos graxos essenciais sendo que esse suprimento é feito exclusivamente através da placenta, os AG são depositados no cérebro e retina do concepto, sendo a dieta materna de extrema importância, uma vez que irá determinar o tipo de gordura que se acumulará nos tecidos fetais, o fornecimento ideal de AG é fundamental para o crescimento cerebral, principalmente durante o terceiro trimestre, período em que esse processo é maior (SILVA; JUNIOR; SOARES, 2007; PATIN et al., 2006). Em um estudo realizado na Noruega, um modelo de regressão linear simples, com gestantes na 24ª semana gestacional, concluiu que menores concentrações de ômega-3 no final da gestação, no caso do estudo na 28ª semana gestacional, foram associadas com níveis mais elevados de sintomas depressivos nas mães no pós-parto (MARKHUS et al., 2013). Outra pesquisa também realizada na Noruega com 341 mulheres gestantes, comparou a suplementação com 10 ml de óleo de fígado de bacalhau (Ω-3) e 10 ml de óleo de milho (Ω -6) a parir de 18ª semanas de gestação e 3 meses após o parto e concluíram que aquelas crianças que receberam EPA e DHA durante o desenvolvimento na gestação e após o nascimento pela lactação, aos 4 anos de idade apresentaram melhor desenvolvimento mental comparado ao grupo que recebeu suplementação somente de Ω-6 (HELLAND et al., 2003). CARLSON et al., 2005 estudaram 350 mulheres grávidas nos Estados Unidos na cidade de Kansas avaliando a influência da suplementação de DHA e obtiveram como resultado que 600mg de DHA/dia gerou benefícios como: aumento do perímetro 18

19 cefálico, maior comprimento ao nascer, maior tempo de gestação e redução do tempo de internação dos nascidos pré-maturos (CARLSON et al., 2005). BORTOLOZO et al., 2013 na cidade de Ponta Grossa- Paraná, avaliaram o impacto da suplementação com óleo de peixe na dieta de 60 mulheres durante a gravidez e lactação, e concluíram segundo o estudo que a composição do leite materno em relação à concentração de ácidos EPA e DHA, apresentou-se mais elevada Ômega 6 (Linoleico) Após a ingestão, o ácido linoleico (AL) pode sofrer alterações de dessaturação e alongamento para formar outros ácidos graxos poliinsaturados Ômega-6, tais como os ácidos gamalinolênico e di-homo-gamalinolênico, e este último é metabolicamente convertido para o ácido araquidônico (AA), que serve de substrato para uma grande variedade de importantes metabólitos, especialmente de algumas moléculas próinflamatórias (SANTOS et al., 2013) O ácido araquidônico (AA) é em termos quantitativos, o principal ácido graxo essencial da dieta, possui tanto função estrutural como a de sinalizador celular, responsável por controlar várias atividades celulares, é o AG que mais contribui com a regulação do metabolismo da lipoproteína de baixa densidade (LDL) por meio do controle de sua produção e de seu clearance (DOLINSKY, 2009). O alto consumo de ácido linoleico favorece a resposta inflamatória do organismo, visto que há o aumento de ácido araquidônico nos fosfolipídios das membranas celulares, aumentando, consequentemente, a produção de eicosanoides próinflamatórios, como as prostaglandina E2, leucotrieno B4 e tromboxano A2, por meio de vias enzimáticas (GARÓFOLO; PETRILLI, 2006; SCHNEIDER; STEIN; FRITSCHER, 2007). 19

20 A ingestão de ácido linoleico tem aumentado significativamente desde a segunda metade do século XX, após a introdução dos óleos vegetais como de girassol, soja e milho e das margarinas nas dietas ocidentais, portanto sua concentração é maior no organismo quando comprado ao ácido linolênico, já que a ingestão de peixes permanece sem grandes alterações. Essa mudança no padrão alimentar, ou seja, aumento na proporção de Ω-6, que irão dar origem a poliinsaturados pró-inflamatórios em relação aos Ω-3 que ao contrário geram poliinsaturados antiinflamatórios, alertou estudiosos para o possível aumento da incidência de doenças alérgicas em lactentes e crianças (COSTA; ROSA, 2010; SHEK et al., 2012 ). A necessidade de ômega-6 tem muita relação com a quantidade de ômega-3 da dieta, pois é necessário que ocorra o balanço correto desses ácidos graxos essenciais (AGE), favorecendo assim a homeostase e a resposta inflamatória do organismo (Figura 4) (DOLINSKY, 2009). AI 13, ,8 12,6 12,4 12,2 12 AI 11,8 11,6 11,4 Mulheres anos Gestantes 18 anos Gestantes anos Gestantes anos Figura 4. Valores de AI em g/dia de ácido graxo ômega-6 (linoleico) para mulheres adultas e gestantes Fonte: IOM,

21 O conteúdo de poliinsaturados no cordão umbilical está relacionado diretamente com o consumo da mãe, além disso, há predomínio de ácidos graxos essenciais no leite materno que compõem fosfolipídios cerebrais, eritrócitos e bastonetes da retina, prostaglandinas e leucotrienos (GAETE; ATALAH, 2003; SILVA; MURA, 2011). O ácido araquidônico (AA) está fortemente relacionado com o desenvolvimento do cérebro e da retina durante o período gestacional e os primeiros anos de vida, embora seja encontrado no cérebro em menor concentração que o DHA. Os fosfolipídios da massa cinzenta do cérebro contêm grandes proporções de DHA e AA, sugerindo que esses têm grande importância no processo visual e neural (MARTIN et al., 2006; TINOCO et al., 2007). A ação dos ácidos graxos trans, que são aqueles formados a partir dos ácidos graxos insaturados, na deficiência de ácido linoleico pode gerar alteração na divisão das células musculares e o processo de aterogênese pode ter início ainda na vida intrauterina (CHIARA et al., 2002). Na gestação há situações que podem alterar o aporte desses ácidos essenciais como: nutrição inadequada, consumo de gordura e óleos com alta proporção de Ω-6 e muito baixo aporte de Ω-3, o que é muito comum, gestações frequentes e múltiplas que podem diminuir consideravelmente as reservas de ácidos graxos poliinsaturados. (SILVA; JÚNIOR; SOARES, 2007). 4.4 A importância dos ácidos graxos essenciais considerando a proporção de consumo entre eles A conversão dos ácidos graxos essenciais em seus derivados poliinsaturados (AA, EPA e DHA) ocorre através de reações enzimáticas que envolvem processos de dessaturação e alongamento, como o ácido linoleico e o linolênico competem pelas mesmas enzimas, é necessário que a proporção entre eles seja adequada. Deve ser 21

22 considerada a produção dos eicosanoides, sendo que os derivados do ômega-6 possuem propriedades opostas aos produzidos a partir do EPA, sendo assim a intensidade da resposta desses eicosanoides irá depender da proporção entre os seus ácidos graxos precursores (DOLINSKY, 2009). Há ainda muitas controversas em relação à proporção adequada de ômega 6 em relação ao ômega 3, podendo variar de acordo com o autor ou órgão de saúde, em diferentes países, na tabela 1 pode ser evidenciada essa divergência, considerando algumas referências utilizadas. Tabela 1. Valores recomendados para a razão entre os ácidos graxos Ω-6 e Ω-3 na dieta. País ou Instituição Razão Ω-6/Ω-3 Referência Brasil 1:1 a 4:1 DOLINSKY, 2009 Institute of Medicine 1:1 a 2:1 IOM, 2005 Espanha 5:1 OLIVER et al., 2005 Japão 2:1 COZZOLINO, 2007 Suécia/ Alemanha 5:1 COZZOLINO, 2007 World Health Organization 5:1 a 10:1 WHO, 1995 Após o período da industrialização, houve elevação significativa do consumo de ácidos graxos da família ômega 6, devido principalmente ao aumento na utilização de óleos refinados e ainda a diminuição da ingestão de alimentos que contém ômega 3. Atualmente há registros que essa proporção foi alterada para 10:1 a 20:1, podendo chegar até 50:1, esse fato pode gerar consequências para o organismo, como o desenvolvimento de doenças cardiovasculares e aumento dos processos inflamatórios (MARTIN et al., 2006). 22

ÓLEO DE CHIA REGISTRO:

ÓLEO DE CHIA REGISTRO: Ficha técnica ÓLEO DE CHIA REGISTRO: Registro no M.S. nº 6.5204.0100.001-9 CÓDIGO DE BARRAS N : 7898171286926 EMBALAGEM: Plástica, metálica e vidro. APRESENTAÇÃO COMERCIALIZADA: Embalagem de lata metálica

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