Boletim Informativo Por tuário

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1 Boletim Informativo Portuário As estatísticas de movimentação portuária do terceiro trimestre de 2014 mostram que os portos organizados e terminais de uso privado 1 movimentaram 251,1 milhões de toneladas brutas, o que representou um crescimento de 1% em relação ao terceiro trimestre de 2013, totalizando um acréscimo de 2,4 milhões de toneladas movimentadas. Os portos organizados apresentaram umaqueda de 1,5% no terceiro trimestre de 2014quando comparado com o terceiro trimestre de 2013, enquanto os terminais de uso privado apresentaram um aumento de 2,4% no mesmo período. períodoimediatamente anterior, percebe-se um incremento da ordem de 4,9%, o que representou um aumento absoluto de 4,1 milhões de toneladas movimentadas. Além do minério de ferro, os granéis agrícolas mostraram um desempenho mais fraco neste trimestre. A movimentação de milho apresentou uma forte queda quando comparado ao mesmo período do ano anterior (2,1 milhões de toneladas a menos, um decréscimo de 21,5%).Outro grupo de mercadoria que apresentou redução de movimentação foi o açúcar, quenesse mesmo período apresentou1,3 milhão de toneladas a menos, representando queda de 12,2%. A movimentação de soja também sofreu redução da ordem de 4,6%, equivalente a 600 mil toneladas a menos. O granel sólido continua com sua participação substancial na movimentação total de cargas do país, conforme se pode observar na figura 2. Ao se analisar os dez principais grupos de mercadorias movimentados nas instalações portuárias do país, que responderam por 88,5% da tonelagem de cargas no trimestre, percebe-se que sete são granéis sólidos, sendo que minério de ferro, sozinho, corresponde a 35,5% da movimentação total de cargas nos portos brasileiros. Figura 1 Total geral de cargas Movimentação trimestral Na comparação doterceiro trimestre de 2014 com o terceiro trimestre do ano anterior, osincrementos absolutos mais significativos entre os grupos de mercadoria de maiores movimentações no período foram observados na movimentação de combustíveis (3,3 milhões de toneladas, acréscimo de 6,8%), contêineres(1,7 milhão de toneladas, 6,4% de aumento) e carvão mineral (1,2 milhão de toneladas, cerca de 29% de aumento). Por outro lado, no terceiro trimestre de 2014, o desempenho do minério de ferro foi negativo comparativamente ao terceiro trimestre do ano anterior, apresentando uma redução de dois milhões de toneladas, o que significou uma queda de 2,2%. Entretanto, quando se compara o resultado trimestral ao 1 Do universo de 115 instalações portuárias autorizadas pela Antaq que movimentaram carga no 3º trimestre de 2014, são terminais de uso privado e 5 são estações de transbordo de carga. Ao longo do texto, a análise da movimentação dessas 115 instalações portuárias autorizadas será realizada sob a denominação de terminais de uso privado. Figura 2 Distribuição das Principais Mercadorias 3º Trim. de Conforme citado inicialmente, observou-se umaquedapor parte dos portos organizados em termos de tonelagem movimentada no comparativo trimestral de 1,4 milhões de toneladas. Esse resultado foi bem diferente daquele obtido nas comparações relativas ao segundo trimestre dos anos de 2013 e 2014, quando então os portos mostraram um aumento de 2,9 milhões. 1

2 Houve um incremento nosterminais de uso privadona quantidade de carga de 3,8 milhões de toneladas. Responsáveis pela maior parte da movimentação de cargas do Brasil, observa-se que63,6% da movimentação se concentraramnessas nessas instalações, enquanto36,4% foram movimentadasnos portos organizados. Da análise das mercadorias movimentadas por esse grupo de portos, observou-se que, no Porto de Itaqui, o destaque foi o desempenho da movimentação de combustíveis (2 milhões de toneladas) e carvão mineral (280 mil toneladas). Já no Porto de Vila do Condeos destaques foram a movimentação de bauxita (1,5 milhão de toneladas) e alumina (1,2 milhão de toneladas). O Porto de Vitória também apresentou um desempenho positivo que merece destaque. Houve um aumento de 24,3% na movimentação de cargas no terceiro trimestre de 2014 quando comparado com o mesmo período em Esse bom resultado foi consequência direta da movimentação de contêineres no período, que mostrou um aumento da ordem de 31,2%. Figura 3 Distribuição da Carga por Tipo de Instalação (%) PORTOS ORGANIZADOS Conforme se pode observar na Figura 1, no terceiro trimestre de 2014 os portos organizados movimentaram91,4 milhões de toneladas de carga bruta, o que significou umaqueda de 1,5% em relação ao mesmo trimestre de Os dez portos listados na Tabela1 concentraram 87% da movimentação dos portos organizados.em termos de crescimento demovimentação em números absolutosdestacaram-se os portos de Itaqui (incremento de 1,1milhão de toneladas, representando um aumento de 28,8%) evila do Conde (incremento de700 mil toneladas, representando um aumento de 20,4%).O Porto de Santos apresentou uma significativa queda de sua movimentação no comparativo trimestral (2 milhões de toneladas, o que representou uma redução percentual de 7,3%). Essa é a segunda queda forte em termos de movimentação no maior porto do Brasil.Houve redução acentuada também no Porto de Paranaguá (835 mil toneladas, representando uma redução percentual de 7,1%).Contribuíram também para o baixo desempenho dos portos organizados nesse período os portosde São Francisco do Sul (389 mil toneladas a menos, representando uma redução percentual de 10,6%) e Rio de Janeiro (433 mil toneladas a menos, representando uma redução percentual de 19,6%). A queda de movimentação de cargas no Porto de Santos foi guiada pela redução na movimentação de açúcar (-14,8%), soja (-22,3%) e milho (-25,6%).A movimentação de contêineres, por sua vez, apresentou um incremento significativo de 6,9% no comparativo trimestral, movimentando 9,4 milhões de toneladas neste importante grupo de mercadorias. No Porto de Paranaguá, um comportamento semelhante foi observado. Houve uma grande queda de movimentação em importantes granéis agrícolas como açúcar (-10,7%), farelo de soja (-13,8%) e soja (-52,5%). A movimentação de combustíveis também sofreu uma redução importante nesse período (-43,3%). Os destaques positivos do porto ficam por conta da movimentação de 2,5 milhões de toneladas de contêineres (aumento de 13,1%) e 2,2 milhões de toneladas de fertilizantes (aumento de 12,2%). RANKING DE PORTOS ORGANIZADOS - 3º Trimestre 2014 Milhões de toneladas Var. % III / III Santos 25,8-7,3% Itaguaí (Sepetiba) 16,6-0,7% Paranaguá 11,0-7,1% Rio Grande 6,5 8,1% Itaqui 5,1 28,8% Vila do Conde 4,1 20,4% Suape 3,5-1,0% São Francisco do Sul 3,3-10,6% Vitória 1,8 24,3% Rio de Janeiro 1,8-19,6% Outros Portos 1,6-4,6% Todos os Portos 91,4-1,5% Tabela 1 Ranking dos Portos Organizados. A figura 4 mostra as dez principais mercadorias movimentadas nos portos organizados, excluindo-se a tara dos contêineres. A grande maioria é movimentada a granel. Desses grupos, apenas três possuem uma parte 2

3 significativa movimentada em contêineres: produtos químicos orgânicos, plásticos e produtos siderúrgicos. Figura 5 Contêineres Movimentados nos Portos Organizados (%). Considerando-se se o total do peso bruto dos contêineres, os nove portos organizados apresentados na Figura 5concentraram96,6% da movimentação total de contêineres do terceirotrimestretrimestre nos portos organizados. Levando-se em conta o total da tonelagem brasileira (incluindo osterminais de uso privado),a participação desses portos no mercado de contêineres representou68,9% da movimentação no trimestre. TERMINAIS DE USO PRIVADO (TUP) Os terminais de uso privado movimentaram159,7 milhões de toneladas brutas no terceiro trimestre de 2014, o que representou umcrescimento de 2,4%frente ao mesmo período de 2013, como se pode observar na figura 1. Figura 4 Distribuição das Mercadorias Movimentadas nos Portos Organizados (). No terceirotrimestre de 2014, a movimentação de contêineres por parte dos portos organizados aumentou3,4% em termos de TEUs (unidade equivalente a 20 ).Entre os nove principais portos que movimentaram contêineres no período, os portos de Paranaguá (13,1% no comparativo trimestral, com incremento de 24,5 mil TEUs), Suape (9,3%, com incremento de 8,8 mil TEUs) e Vitória(32,6%, com incremento de 15,4 mil TEUs) apresentaram as maiores taxas de crescimento frente ao mesmo período do ano anterior. Os dez principais pais terminais, apresentados na Tabela 2, concentraram 71,2% das cargas movimentadas nos terminais de uso privado. No comparativo trimestral, entre os terminais que movimentaram a maior quantidade de cargas, destacaram-se os TUPs: Almirante Barroso (crescimento de 5,1%, incremento de 673 mil toneladas), Almirante Maximiniano da Fonseca(132,2%, incremento de 5 milhão de toneladas) e Ponta de Ubu (26,3%, incremento de 1,5 milhão de toneladas). RANKING DE TERMINAIS PRIVADOS - 3º Trimestre de 2014 Milhões de toneladas Var. % I / I TUP CVRD TUBARÃO TUP PONTA DA MADEIRA TUP ALMIRANTE BARROSO TUP TERMINAL DA ILHA GUAÍBA TUP ALMIRANTE MAXIMIANO DA FONSECA TUP PONTA DE UBU TUP MADRE DE DEUS TUP PORTO TROMBETAS TUP ALMIRANTE SOARES DUTRA TUP ALUMAR Outros Terminais Todos os Terminais Privados 29,0 26,3 13,9 11,7 8,8 7,0 5,2 4,6 3,6 3,6 46,1 159,7-3,4% -10,5% 5,1% -1,1% 132,2% 26,3% -25,7% 4,8% -3,8% 11,9% 5,0% 2,4% Tabela 2 Ranking de Terminais Privados - Movimentação Trimestral. 3

4 No terceirotrimestre de 2014, 90,8% da movimentação de cargas dos TUPsconcentraram-se em um conjunto o de dez grupos de mercadorias (Figura 6). As movimentações de minério de ferro e decombustíveis e óleos minerais responderam por aproximadamente 73,4% do total da movimentação dos TUPs no terceiro trimestre de As principais cargas movimentadas pelos TUPs foram: minério de ferro, combustíveis, bauxita, soja e carvão mineral, conforme se pode observar na figura 6. Figura 7 Granel Sólido Movimentação Trimestral (milhões de toneladas). Dentro deste segmento de cargaso minério de ferro continua sendo o grupo de maior relevância nessa natureza de carga, seguido pela soja, bauxita e fertilizantes, conforme se pode observar na figura 8. Figura 8 Granel Sólido Distribuição da Movimentação de Mercadorias (%). Figura 6 Distribuição da Tonelagem Movimentada (%) - Terminais Privados (). Os TUPs foram responsáveis pela movimentação de 64,3% dos granéis sólidos, enquanto os portos organizados tiveram participação de 35,7% do montante movimentado pelas instalações portuárias brasileiras. GRANÉIS SÓLIDOS A movimentação de granéis sólidos no terceirotrimestre de 2014alcançou a marca de 153,8 milhões de toneladas brutas, o que representou umaredução de 2% em relação ao mesmo período do ano anterior. Os granéis sólidos responderam pela maior parte da tonelagem de cargas movimentadas no Brasil nesse período(61,3%), fato relacionado à forte participação decommoditiesagrícolas e minerais na pauta exportadora do país. Figura 9 Granel Sólido Distribuição da Carga por Tipo de Instalação (%) 4

5 GRANÉIS LÍQUIDOS No terceiro trimestre de 2014foram movimentados 58,3 milhões de toneladas de granéis líquidos, valor 5,8% superior ao montante movimentado no mesmo período do ano anterior. Figura 12 Carga Geral Movimentação Trimestral (milhões de toneladas). (i) Carga Geral Solta Figura 10 Granel Líquido Movimentação Trimestral. Entre os granéis líquidos, a movimentação de combustíveis e óleos minerais representou 89,2% de toda a movimentação do trimestre, apresentando um aumento de 6,8% em relação ao mesmo período de 2013 (3,3 milhões de toneladas em valores absolutos). No terceiro trimestre de 2014,foram movimentadas11,7 milhões de toneladas de mercadorias classificadas como carga geral solta, o que representou umaumento de 6% em relação ao mesmo período do ano anterior. Neste segmento de carga há predominância de movimentação por parte dos terminais de uso privado. A movimentação de 78,2% dos granéis líquidos ocorreu nessas instalações portuárias. Figura 13 Carga Geral Solta Movimentação Trimestral. As principais mercadorias movimentadas, em termos de tonelagem bruta, foram: produtos siderúrgicos, celulose,semirreboque baú e madeira, conforme se pode observar na figura 14. Figura 11 Granel Líquido Distribuição da Carga por Tipo de Instalação (%) CARGA GERAL No segmento de carga geral (carga geral solta e carga geral conteinerizada), foram movimentados 39 milhões de toneladas noterceirotrimestretrimestre de Esse resultado foi 6,3% superiorà movimentaçãoalcançada no terceiro trimestre de Figura 14 Carga Geral Solta Distribuição da Movimentação de Mercadorias (%). 5

6 (ii) Movimentação de contêineres (apoio portuário e marítimo) com 0,6%. No terceiro trimestre de 2014, foram movimentados 2,5 milhões de TEUs, o que representou um incremento de 6,4% em relação aos mesmo período de Em termos de peso bruto, a movimentação de contêineres atingiu a marca de 27,3 milhões de toneladas no trimestre. Figura 17 Tipo de Navegação (%) 3 Trimestre/2014. Figura 15 Contêineres Movimentados TEUs. Fonte: SIG/ANTAQ. Consulta realizada em 29/4/2014. A movimentação de contêineres ocorre predominantemente nos portos organizados. No terceiro trimestre,74,4% da tonelagem bruta embarcada e desembarcada ocorreu nessas instalações portuárias. No comparativo do terceiro trimestre de 2014com o mesmo período de 2013, a navegação de longo curso apresentou uma redução de 0,5% na movimentação de cargas. Entretanto as navegações de cabotagem e interior apresentaram um desempenho muito bom no período em estudo (4% e 7,0% respectivamente). O desempenho das importações no terceiro trimestre de 2014 mostrou um crescimento de1,6% em relação ao mesmo período do ano passado. Já as exportações tiveram uma redução de 1% nesse período. Figura 16 Peso Bruto dos Contêineres Distribuição por tipo de instalação (%) Figura 18 Movimentação de Longo Curso Movimentação Trimestral TIPO DE NAVEGAÇÃO Como apresentado anteriormente, a movimentação de cargas nas instalações portuárias brasileirascresceu1% no terceiro trimestre de 2014, alcançando a marca de251,1milhões de toneladas. A movimentação de cargas relacionada à navegação de longo curso foi responsável por 73,9%do total de cargas movimentadas no terceiro trimestre de Em seguida, temos a cabotagem com 21,5%, a navegação interior com 4% e os outros tipos de navegação A movimentação de minério de ferro foi responsável por 60,2% do volume total de exportações, e comparativamente ao terceiro trimestre de 2013 diminuiu em 2,1%. A soja teve importante participação no resultado negativo das exportações brasileiras, com umaredução de 10,4% na movimentação. Contudo, as cargas conteinerizadasforam no sentido oposto. Com participação nas exportações correspondente a 8,1%, mostrou um crescimento de 18,9% em relação ao mesmo período do ano anterior. 6

7 PRINCIPAIS GRUPOS DE MERCADORIAS NA EXPORTAÇÃO 2013-III 2014-III Tabela 3 Comparativo de mercadorias movimentadas na exportação. Evolução ton % ton % % 1 MINÉRIO DE FERRO ,8% ,2% -2,1% 2 CONTÊINERES ,7% ,1% 18,9% 3 SOJA ,0% ,3% -10,4% 4 MILHO ,9% ,7% -20,3% 5 AÇÚCAR ,1% ,5% -12,4% OUTROS GRUPOS ,5% ,2% 11,8% TOTAL ,0% ,0% -1,0% As maiores parcelas das importações brasileiras ocorreramcom a movimentação de combustíveis e contêineres, responsáveis por 25,9% e 23,7% respectivamentedo volume total. Houve uma queda na importação de contêineres no trimestre de 2,3%, mas em contrapartida a movimentação de combustível apresentou 3,8% de aumento. Nota-se também uma forte queda de na movimentação de coque de petróleo (- 30,9%) e uma forte alta na movimentação de carvão mineral, da ordem de 29,2%. PRINCIPAIS GRUPOS DE MERCADORIAS NA IMPORTAÇÃO 2013-III 2014-III Tabela 4 Comparativo de mercadorias movimentadas na importação. Evolução ton % ton % % 1 CONTÊINERES ,9% ,9% -2,3% 2 COMBUSTÍVEIS ,7% ,2% 3,8% 3 FERTILIZANTES ,0% ,1% 8,2% 4 CARVÃO MINERAL ,8% ,4% 29,2% 5 COQUE DE PETRÓLEO ,4% ,7% -30,9% OUTROS GRUPOS ,3% ,8% -6,9% TOTAL ,0% ,0% 1,6% Na navegação de cabotagem, as principais mercadorias movimentadas no terceiro trimestre de 2014 foram combustíveis (66,0%), bauxita (14,4%) econtêineres (10,1%).Comparativamente ao terceiro trimestre de 2013, é importante destacar que a movimentação de contêineres na cabotagem apresentou um crescimento 8,6% (o que corresponde a 420 mil toneladas). Na navegação interior, as principais mercadorias movimentadas foram combustíveis (20,1%), minério de ferro (19,8%) e soja (18,9%). 7

8 Tabela 1 Movimentação total de cargas nos Portos Organizados e Terminais Privados MOVIMENTAÇÃO TOTAL DE CARGAS NOS PORTOS ORGANIZADOS E TERMINAIS DE USO PRIVADO (t) PORTOS ORGANIZADOS Movimentação Total (t) Angra dos Reis Antonina Aratu Areia Branca Belém Cabedelo Estrela Forno Fortaleza Ilhéus Imbituba Itaguaí (Sepetiba) Itajaí Itaqui Macapá Maceió Natal Niterói Paranaguá Pelotas Porto Alegre Porto Velho Recife Rio de Janeiro Rio Grande Salvador Santarém Santos São Francisco do Sul São Sebastião Suape Vila do Conde Vitória TOTAL Terminais de Uso Privado Movimentação Total (t) TUP CVRD TUBARÃO TUP PONTA DA MADEIRA TUP ALMIRANTE BARROSO TUP TERMINAL DA ILHA GUAÍBA TUP ALMIRANTE MAXIMIANO DA FONSECA TUP PONTA DE UBU TUP MADRE DE DEUS TUP PORTO TROMBETAS TUP ALMIRANTE SOARES DUTRA TUP ALUMAR TUP ALMIRANTE TAMANDARÉ (ILHA D ÁGUA) TUP SÃO FRANCISCO DO SUL TUP CVRD PRAIA MOLE TUP PECÉM TUP PORTOCEL TUP PORTONAVE TUP PORTO ITAPOÁ TUP TERMINAL PORTUÁRIO TKCSA TUP PRAIA MOLE TUP MANAUS OUTROS TERMINAIS TOTAL Fonte: Administração dos TUPs junto ao Sistema de Desempenho Portuário da ANTAQ - SDP 8

9 Tabela 2 Movimentação de Granel Sólido nos Portos Organizados e Terminais Privados MOVIMENTAÇÃO DE GRANEL SÓLIDO NOS PORTOS ORGANIZADOS E TERMINAIS DE USO PRIVADO (t) PORTOS ORGANIZADOS Granel Sólido (t) Angra dos Reis Antonina Aratu Areia Branca Belém Cabedelo Estrela Forno Fortaleza Ilhéus Imbituba Itaguaí (Sepetiba) Itajaí Itaqui Macapá Maceió Natal Niterói Paranaguá Pelotas Porto Alegre Porto Velho Recife Rio de Janeiro Rio Grande Salvador Santarém Santos São Francisco do Sul São Sebastião Suape Vila do Conde Vitória TOTAL Terminais de Uso Privado Granel Sólido (t) TUP CVRD TUBARÃO TUP PONTA DA MADEIRA TUP TERMINAL DA ILHA GUAÍBA TUP PONTA DE UBU TUP PORTO TROMBETAS TUP ALUMAR TUP CVRD PRAIA MOLE TUP BIANCHINI TUP COTEGIPE TUP OMNIA TUP GREGÓRIO CURVO TUP PECÉM TUP HERMASA GRANELEIRO TUP GRANEL QUÍMICA TUP CEVAL TUP TERMINAL PORTUÁRIO TKCSA TUP TERFRON TUP YARA BRASIL FERTILIZANTES TUP USIMINAS TUP TERMINAL MARÍTIMO LUIZ FOGLIATTO OUTROS TERMINAIS TOTAL Fonte: Administração dos TUPs junto ao Sistema de Desempenho Portuário da ANTAQ - SDP 9

10 Tabela 3 Movimentação de Granel Líquido nos Portos Organizados e Terminais Privados MOVIMENTAÇÃO DE GRANEL LÍQUIDO NOS PORTOS ORGANIZADOS E TERMINAIS DE USO PRIVADO (t) PORTOS ORGANIZADOS Granel Líquido (t) Angra dos Reis Antonina Aratu Areia Branca Belém Cabedelo Estrela Forno Fortaleza Ilhéus Imbituba Itaguaí (Sepetiba) Itajaí Itaqui Macapá Maceió Natal Niterói Paranaguá Pelotas Porto Alegre Porto Velho Recife Rio de Janeiro Rio Grande Salvador Santarém Santos São Francisco do Sul São Sebastião Suape Vila do Conde Vitória TOTAL Terminais de Uso Privado Granel Líquido (t) TUP ALMIRANTE BARROSO TUP ALMIRANTE MAXIMIANO DA FONSECA TUP MADRE DE DEUS TUP ALMIRANTE SOARES DUTRA TUP ALMIRANTE TAMANDARÉ (ILHA D ÁGUA) TUP SÃO FRANCISCO DO SUL TUP MANAUS TUP GUAMARÉ TUP DE GNL DA BAÍA DA GUANABARA TUP CATTALINI TUP EQUADOR LOG ITACOATIARA TUP CARMÓPOLIS TUP SOLIMÕES TUP PECÉM TUP NORTE CAPIXABA TUP PORTO MURUCUPI TUP BRASKEM ALAGOAS TUP ALUMAR TUP SUCOCÍTRICO CUTRALE TUP CVRD TUBARÃO OUTROS TERMINAIS TOTAL Fonte: Administração dos TUPs junto ao Sistema de Desempenho Portuário da ANTAQ - SDP 10

11 Tabela 4 Movimentação de Carga Geral Solta nos Portos Organizados e Terminais Privados MOVIMENTAÇÃO DE CARGA GERAL SOLTA NOS PORTOS ORGANIZADOS E TERMINAIS DE USO PRIVADO (t) PORTOS ORGANIZADOS Granel Geral Solta (t) Angra dos Reis Antonina Aratu Areia Branca Belém Cabedelo Estrela Forno Fortaleza Ilhéus Imbituba Itaguaí (Sepetiba) Itajaí Itaqui Macapá Maceió Natal Niterói Paranaguá Pelotas Porto Alegre Porto Velho Recife Rio de Janeiro Rio Grande Salvador Santarém Santos São Francisco do Sul São Sebastião Suape Vila do Conde Vitória TOTAL Terminais de Uso Privado Granel Geral Solta (t) TUP PORTOCEL TUP PRAIA MOLE TUP TERMINAL PORTUÁRIO TKCSA TUP FIBRIA TUP MARITIMO DE BELMONTE TUP BERTOLINI BELÉM TUP PECÉM TUP USIMINAS TUP SANTA CLARA TUP J. F. OLIVEIRA BELÉM TUP IBEPAR MANAUS TUP J. F. OLIVEIRA MANAUS TUP T.M. BARCAÇAS OCEÂNICAS TUP SAIPEM ETC ATR LOGÍSTICA - CHIBATÃO TUP PASSARÃO TUP TRANSPORTES CARINHOSO TUP TEPORTI TUP CAULIM DA AMAZÔNIA TUP CMPC GUAÍBA OUTROS TERMINAIS TOTAL Fonte: Administração dos TUPs junto ao Sistema de Desempenho Portuário da ANTAQ - SDP 11

12 Tabela 5 Movimentação de Contêineres nos Portos Organizados e Terminais Privados INSTALAÇÃO 3º Trim./ º Trim./ 2014 No ano 2014 PORTUÁRIA (un.) (TEU) (t) (un.) (TEU) (t) (un.) (TEU) (t) Belém Cabedelo Fortaleza Imbituba Itaguaí (Sepetiba) Itajaí Itaqui Macapá Natal Paranaguá Porto Alegre Porto Velho Recife Rio de Janeiro Rio Grande Salvador Santarém Santos São Francisco do Sul São Sebastião Suape Vila do Conde Vitória TUP CHIBATÃO TUP EMBRAPORT TUP PECÉM TUP PORTO ITAPOÁ TUP PORTONAVE TUP SUPER TERMINAIS TUP TEPORTI TOTAL Tabela 6 Principais Cargas Movimentadas GRUPO/ MERCADORIA Quantidade movimentada (t) 1 MINÉRIO DE FERRO COMBUSTÍVEIS E ÓLEOS MINERAIS E PRODUTOS CONTÊINERES SOJA BAUXITA FERTILIZANTES ADUBOS MILHO AÇÚCAR CARVÃO MINERAL PRODUTOS SIDERÚRGICOS

13 Tabela 7 Principais Cargas Movimentadas Portos e Terminais de Destaque MINÉRIO DE FERRO (t) 1 TUP CVRD TUBARÃO TUP PONTA DA MADEIRA Itaguaí (Sepetiba) COMBUSTÍVEIS E ÓLEOS MINERAIS (t) 1 TUP ALMIRANTE BARROSO TUP ALMIRANTE MAXIMIANO DA FONSECA TUP MADRE DE DEUS CONTÊINERES (t) 1 Santos Paranaguá TUP PORTONAVE SOJA (t) 1 Rio Grande Paranaguá Itaqui BAUXITA (t) 1 TUP PORTO TROMBETAS TUP ALUMAR Vila do Conde FERTILIZANTES E ADUBOS (t) 1 Paranaguá Santos Rio Grande MILHO (t) 1 Santos Paranaguá São Francisco do Sul AÇÚCAR (t) 1 Santos Paranaguá Maceió CARVÃO MINERAL (t) 1 TUP CVRD PRAIA MOLE TUP PECÉM Itaguaí (Sepetiba) PRODUTOS SIDERÚRGICOS (t) 1 TUP PRAIA MOLE TUP TERMINAL PORTUÁRIO TKCSA São Francisco do Sul

14 Tabela 8 Movimentação total de cargas nos Portos Organizados e Terminais Privados, por Tipo de Navegação. MOVIMENTAÇÃO POR TIPO DE NAVEGAÇÃO NOS PORTOS ORGANIZADOS E TERMINAIS DE USO PRIVADO (t) Longo Curso (t) Cabotagem (t) Navegação Interior (t) PORTOS ORGANIZADOS Longo Curso (t) Cabotagem (t) Navegação Interior (t) Angra dos Reis Antonina Aratu Areia Branca Belém Cabedelo Estrela Forno Fortaleza Ilhéus Imbituba Itaguaí (Sepetiba) Itajaí Itaqui Macapá Maceió Natal Niterói Paranaguá Pelotas Porto Alegre Porto Velho Recife Rio de Janeiro Rio Grande Salvador Santarém Santos São Francisco do Sul São Sebastião Suape Vila do Conde Vitória TOTAL Não inclui os dados relativos às movimentações de apoio marítimo e apoio portuário. TERMINAIS DE USO PRIVADO Longo Curso (t) Cabotagem (t) Navegação Interior (t) TUP CVRD TUBARÃO TUP PONTA DA MADEIRA TUP ALMIRANTE BARROSO TUP TERMINAL DA ILHA GUAÍBA TUP ALMIRANTE MAXIMIANO DA FONSECA TUP PONTA DE UBU TUP MADRE DE DEUS TUP PORTO TROMBETAS TUP ALMIRANTE SOARES DUTRA TUP ALUMAR TUP ALMIRANTE TAMANDARÉ (ILHA D ÁGUA) TUP SÃO FRANCISCO DO SUL TUP CVRD PRAIA MOLE TUP PECÉM TUP PORTOCEL TUP PORTONAVE TUP PORTO ITAPOÁ TUP TERMINAL PORTUÁRIO TKCSA TUP PRAIA MOLE TUP MANAUS OUTROS TERMINAIS TOTAL Não inclui os dados relativos às movimentações de apoio marítimo e apoio portuário. 14

15 Tabela 9 Sentido da Movimentação de Cargas no Longo Curso nos Portos Organizados e Terminais Privados MOVIMENTAÇÃO NO LONGO CURSO POR SENTIDO NOS PORTOS ORGANIZADOS E TERMINAIS DE USO PRIVADO (t) Exportação (t) Importação (t) PORTOS ORGANIZADOS Exportação (t) Importação (t) Angra dos Reis Antonina Aratu Areia Branca Belém Cabedelo Forno Fortaleza Ilhéus Imbituba Itaguaí (Sepetiba) Itajaí Itaqui Macapá Maceió Natal Niterói Paranaguá Porto Alegre Recife Rio de Janeiro Rio Grande Salvador Santarém Santos São Francisco do Sul São Sebastião Suape Vila do Conde Vitória TERMINAIS DE USO PRIVADO Exportação (t) Importação (t) TUP ALMIRANTE BARROSO TUP ALMIRANTE MAXIMIANO DA FONSECA TUP ALMIRANTE SOARES DUTRA TUP ALMIRANTE TAMANDARÉ (ILHA D ÁGUA) TUP ALUMAR TUP CVRD PRAIA MOLE TUP CVRD TUBARÃO TUP MADRE DE DEUS TUP MANAUS TUP PECÉM TUP PONTA DA MADEIRA TUP PONTA DE UBU TUP PORTO ITAPOÁ TUP PORTO TROMBETAS TUP PORTOCEL TUP PORTONAVE TUP PRAIA MOLE TUP SÃO FRANCISCO DO SUL TUP TERMINAL DA ILHA GUAÍBA TUP TERMINAL PORTUÁRIO TKCSA OUTROS TERMINAIS TOTAL Fonte: Administração dos TUPs junto ao Sistema de Desempenho Portuário da ANTAQ - SDP 15

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