Índice CÓDIGO FISCAL DE OPERAÇÕES E PRESTAÇÕES CFOP (ENTRADAS E SAIDA)... Pág CST (CODIGO DE SITUAÇÃO TRIBUTARIA)... Pág.

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1 Índice 1. DEPARTAMENTO FISCAL ESTADUAL SP... Pág CÓDIGO FISCAL DE OPERAÇÕES E PRESTAÇÕES CFOP (ENTRADAS E SAIDA)... Pág CST (CODIGO DE SITUAÇÃO TRIBUTARIA) Pág APLICAÇÃO DE ALÍQUOTAS INTERESTADUAIS... Pág AIDF ELETRÔNICA... Pág GNRE... Pág INFORMAÇÕES IMPORTANTES SOBRE O ECF... Pág ESCLARECIMENTOS REF. CEP NO CUPOM FISCAL... Pág SEPARAÇÃO DOS PRODUTOS DOS ECF S... Pág CF-e CUPOM FISCAL ELETRONICO E SAT-CF-e... Pág OBRIGATORIEDADE NO CNPJ E/OU CEP NO ECF... Pág CANCELAMENTO DE DOCUMENTOS FISCAIS... Pág NOTA FISCAL CONVENCIONAL... Pág CANCELAMENTO DE NOTA FISCAL ELETRÔNICA... Pág NOTAS FISCAIS-FORMULÁRIOS EMITIDOS COM INCORREÇÕES... Pág CANCELAMENTO DO CUPOM FISCAL... Pág ENCADERNAÇÕES DE NOTAS FISCAIS E LIVROS FISCAIS... Pág TAXA DE SERVIÇOS ELETRÔNICOS... Pág AQUISIÇÃO DE ATIVO IMOBILIZADO Pág IMPOSSIBILIDADE DE APROVEITAMENTO DE CRÉDITO DE ICMS... Pág NOTA FISCAL PAULISTA... Pág FALTA DE REGISTRO DO DOCUMENTO NO REDF IMPEDE CRÉDITO DO IMPOSTO ICMS... Pág VERIFICAÇÃO DA INSCRIÇÃO ESTADUAL... Pág CASSAÇÃO DA INSCRIÇÃO ESTADUAL... Pág. 67 1

2 1.20 RECOLHIMENTO EM ATRASO - ESTADUAL... Pág ITENS DAS NOTAS FISCAIS CONVENCIONAL... Pág ITENS DAS NOTAS FISCAIS ELETRÔNICAS... Pág DEC DOMICÍLIO ELETRÔNICO DO CONTRIBUINTE... Pág ENCAMINHAR PARA O DEPARTAMENTO FISCAL... Pág DOCUMENTOS FISCAIS... Pág DISTRIBUIÇÃO DE MERCADORIAS A EMPREGADOS... Pág DISTRIBUIÇÃO DE BRINDES... Pág LEI PROÍBE FUMO EM LOCAIS FECHADOS EM SÃO PAULO... Pág GERADOR DE REGISTRO FISCAL COMBUSTÍVEIS (GRF/CBT)... Pág GIA ELETRÔNICA... Pág SINTEGRA... Pág STDA - DECLARAÇÃO DO SIMPLES NACIONAL RELATIVO A SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA E AO DIFERENCIAL DE ALÍQUOTA... Pág ESCRITURAÇÃO FISCAL DIGITAL EFD... Pág CST (CÓDIGO DE SITUAÇÃO TRIBUTÁRIA PARA OPTANTES PELO SIMPLES NACIONAL)... Pág SIMPLES NACIONAL - CONTRIBUINTE USUÁRIO DE ECF - REQUISITOS PARA EMISSÃO DE CUPOM FISCAL... Pág DIFERENCIAL DE ALÍQUOTAS... Pág TRANSFERÊNCIA DE CRÉDITOS DE ICMS PELAS EMPRESAS OPTANTES PELO SIMPLES NACIONAL... Pág SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA... Pág ANEXO VI - SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA EM OPERAÇÕES OU PRESTAÇÕES INTERESTADUAIS - ESTADOS SIGNATÁRIOS DE ACORDOS...Pág SPED (SISTEMA PÚBLICO DE ESCRITURAÇÃO DIGITAL)...Pág EFD ESCRITURAÇÃO FISCAL DIGITAL... Pág NF-e NOTA FISCAL ELETRONICA... Pág

3 1.40 NOTA FISCAL ELETRÔNICA ARQUIVO XML...Pág ORIENTAÇÕES NO ARMAZENAMENTO DO ARQUIVO...Pág EMISSÃO DA NF-E EM CONTINGÊNCIA...Pág ASSUNTO: DANFE DE NF-E IRREGULAR TAMBÉM INCRIMINA DESTINATÁRIO...Pág PRAZO PARA CANCELAMENTO DA NOTA FISCAL ELETRÔNICA... Pág CARTA DE CORREÇÃO ELETRÔNICA CC-e...Pág CONSULTAR O DEC...Pág REMESSA E RETORNO DE CONSERTO...Pág REMESSA PARA DEMONSTRAÇÃO...Pág NF-E: NOTA TÉCNICA Nº 02/2012 MANIFESTAÇÃO DO DESTINATÁRIO...Pág RESUMO DO NOVO REGULAMENTO DE ISS SÃO PAULO...Pág CRÉDITO DE ICMS SOBRE ATIVO IMOBILIZADO CIAP...Pág INFORMAÇÕES SOBRE O GTIN...Pág EMPRESAS PRESTADORAS DE SERVIÇOS DE OUTROS MUNICIPIOS TERÃO QUE SE CADASTRAR EM CAMPINAS...Pág DEPARTAMENTO PREFEITURA MUNICIPAL SÃO PAULO SP... Pág DECLARAÇÃO ANUAL DE MOVIMENTO ECONÔMICO (DAME)... Pág DECLARAÇÃO DE MICROEMPRESA (DM)... Pág ALIQUOTA DO ISS/SP... Pág SP/SÃO PAULO - ISS - ISENÇÃO PROFISSIONAIS LIBERAIS E AUTÔNOMOS... Pág ISS- DAS SOCIEDADES PROFISSIONAIS (PESSOA JURÍDICA)... Pág ISS-INSCRIÇÃO EMPRESAS OUTROS MUNICÍPIOS... Pág PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS FORA DO MUNICÍPIO DE SÃO PAULO: ISS BI TRIBUTADO... Pág FUNCIONAMENTO SEM RESTRIÇÃO DE HORÁRIO... Pág REGULAMENTO TÉCNICO PARA O CONTROLE HIGIÊNICO-SANITÁRIO EM EMPRESAS DE ALIMENTOS... Pág

4 2.10 REGISTRO DO CPF... Pág CADAN... Pág REGULARIZAÇÃO DE EDIFICAÇÕES ALTERAÇÕES NA LEGISLAÇÃO... Pág TAXA DE FISCALIZAÇÃO DE ANÚNCIOS (TFA) DO MUNICÍPIO DE SÃO PAULO... Pág TAXA DE FISCALIZAÇÃO DE ESTABELECIMENTO (TFE) DO MUNICÍPIO DE SÃO PAULO... Pág COMÉRCIO VAREJISTA EM GERAL... Pág COBRANÇA DE CONSUMAÇÃO MÍNIMA PROIBIÇÃO... Pág USO MISTO POSTO DE SERVIÇOS DE ABASTECIMENTO... Pág PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE MANOBRA E GUARDA DE VEÍCULOS VALET SERVICE... Pág PLACA INFORMATIVA SOBRE GRUPO DE ESTACIONAMENTO... Pág RECOLHIMENTO EM ATRASO MUNICIPAL... Pág PAGAMENTOS DE TRIBUTOS MUNICIPAIS PELA INTERNET... Pág NOTA FISCAL ELETRÔNICA DE SERVIÇOS- NFE... Pág NOTA FISCAL ELETRÔNICA PREFEITURA... Pág AUTO DE LICENÇA DE FUNCIONAMENTO OU ALVARÁ DE FUNCIONAMENTO POSTOS DE COMBUSTÍVEIS... Pág DEFESA DO CONSUMIDOR OBRIGATORIEDADE DE IDENTIFICAÇÃO, NA MESMA DIMENSÃO, DE PREÇOS À VISTA DOS PRODUTOS COMERCIALIZADOS POR ESTABELECIMENTOS COMERCIAIS... Pág PRAZOS DE PRESCRIÇÃO... Pág PLACAS INDICATIVAS... Pág SP/TELEFONIA CELULAR-RESTRIÇÕES AO USO... Pág DECLARAÇÃO DE OPERAÇÕES DE CARTÕES DE CRÉDITO OU DÉBITO... Pág DECLARAÇÃO DE QUITAÇÃO ANUAL DE DÉBITOS... Pág COLOCAÇÃO DE TRAJASINALIZADORA... Pág DEPARTAMENTO CONTÁBIL... Pág

5 3.01 DOCUMENTOS NECESSÁRIOS PARA CONTABILIZAR... Pág ENVIO DAS NOTAS FISCAIS DE SERVIÇOS... Pág CONTRATO DE LOCAÇÃO DE IMÓVEL...Pág RENDIMENTOS SOBRE APLICAÇÕES FINANCEIRAS P.JURÍDICA... Pág GANHOS DE CAPITAL NA ALIENAÇÃO DE ATIVOS... Pág COMPRA E VENDA DE IMÓVEIS... Pág SISTEMA SIMPLES NACIONAL... Pág SISTEMA MEI MICRO EMPREENDEDOR INDIVIDUAL... Pág EIRELI EMPRESA INDIVIDUAL DE RESPONSABILIDADE LIMITADA... Pág SISTEMA LUCRO PRESUMIDO... Pág SISTEMA LUCRO REAL... Pág NFTS NOTA FISCAL ELETRÔNICA DO TOMADOR / INTERMEDIÁRIO DE SERVIÇOS... Pág RETENÇÕES NA FONTE - PIS/COFINS/CSLL (4,65%)... Pág RETENÇÃO NA FONTE DO IR ALÍQUOTA DE 1,5% e 1,0%... Pág EXEMPLO DE NOTA FISCAL DE SERVIÇO COM RETENÇÕES... Pág SPED CONTÁBIL - ESCRITURAÇÃO CONTÁBIL DIGITAL... Pág SINCO NOTAS FISCAIS... Pág DISPENSA DA UTILIZAÇÃO... Pág DEMONSTRAÇÃO DE OPERAÇÕES IMOBILIÁRIAS DOI Pág DECRED... Pág D.M.E.D. DECLARAÇÃO DE SERVIÇOS MÉDICOS E DE SAÚDE... Pág DECLARAÇÃO DE DÉBITOS E CRÉDITOS TRIBUTÁRIOS FEDERAIS DCTF... Pág DECLARAÇÃO DO IMPOSTO DE RENDA RETIDO NA FONTE DIRF... Pág DACON... Pág DECLARAÇÃO DE INFORMAÇÃO SOBRE ATIVIDADES IMOBILIÁRIAS DIMOB... Pág

6 3.26 DECLARAÇÃO DE COMPENSAÇÃO PER/DCOMP... Pág DECLARAÇÃO DE INFORMAÇÕES ECONÔMICO-FISCAIS DE PESSOAS JURÍDICAS - D.I.R.P.J... Pág DECLARAÇÃO SIMPLIFICADA DA PESSOA JURÍDICA INATIVA... Pág FCONT - CONTROLE FISCAL CONTÁBEL DE TRASIÇÃO... Pág DEFIS DECLARAÇÃO DE INFORMAÇÕES SOCIOECONOMICAS E FISCAIS... Pág D.I.T.R. DECLARAÇÃO DE IMPOSTO TERRITORIAL E RURAL... Pág DECLARAÇÃO DE AJUSTE ANUAL DE IMPOSTO DE RENDA RETIDO NA FONTE PESSOAS FÍSICAS - D.I.R.P.F.... Pág CARNÊ-LEÃO... Pág DISTRIBUIÇÃO DE LUCROS Pág RECOLHIMENTO EM ATRASO FEDERAL... Pág CERTIFICAÇÃO DIGITAL... Pág CAIXA POSTAL DO CERTIFICADO DIGITAL e-cac... Pág DTE - DOMICÍLIO TRIBUTÁRIO ELETRÔNICO... Pág TRIBUTOS E CONTRIBUIÇÕES FEDERAIS... Pág RECEITA FEDERAL INOVAÇÕES... Pág TRIBUTOS E CONTRIBUIÇÕES FEDERAIS PORTARIA AUTORIZA A INCLUSÃO DE CONTRIBUINTES INADIMPLENTES NO CADASTRO INFORMATIVO DOS CRÉDITOS NÃO QUITADOS DE ÓRGÃOS E ENTIDADES FEDERAIS CADIN... Pág SAIBA POR QUANTO TEMPO GUARDAR COMPROVANTES DE CONTAS QUITADAS... Pág IRPF CONTRIBUINTE DEVE GUARDAR DOCUMENTOS DO IMPOSTO DE RENDA POR SEIS ANOS... Pág PRAZOS DE PRESCRIÇÃO... Pág COFINS PIS/PASEP INCIDÊNCIA SOBRE AS IMPORTAÇÕES...Pág ASSUNTO: CNPJ - DOCUMENTO EMITIDO POR PESSOA JURÍDICA COM INSCRIÇÃO DECLARADA INAPTA NÃO É CONSIDERADO IDÔNEO...Pág DEPARTAMENTO TRABALHISTA PESSOAL... Pág

7 4.01 DOCUMENTOS NECESSÁRIOS PARA ADMISSÃO DE FUNCIONÁRIOS... Pág ARQUIVO DE DOCUMENTOS DOS FUNCIONÁRIOS... Pág DADOS NECESSÁRIOS PARA FECHAMENTO DA FOLHA DE PAGAMENTO... Pág º SALÁRIO PARCELA ÚNICA... Pág DEPENDENTES PARA O IMPOSTO DE RENDA... Pág RESCISÃO DE CONTRATO DE TRABALHO... Pág SOLICITAÇÃO DE FÉRIAS... Pág ASSINATURA DO PONTO DO FUNCIONÁRIO... Pág BENEFÍCIOS PARA EMPREGADOS... Pág CAT COMUNICAÇÃO DE ACIDENTE DO TRABALHO... Pág AFASTAMENTO DE FUNCIONÁRIOS DAS ATIVIDADES... Pág ESTAGIÁRIOS... Pág MENOR APRENDIZ... Pág PROGRAMA JOVEM CIDADÃO MEU PRIMEIRO EMPREGO... Pág ADMISSÃO FUNCIONÁRIO REABILITADO OU DEFICIÊNTE... Pág PCMSO - PROGRAMA DE CONTROLE MÉDICO DE SAÚDE OCUPACIONAL NR 7... Pág PPRA - PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE RISCOS AMBIENTAIS NR 9... Pág LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES DO AMBIENTE DO TRABALHO LTCAT... Pág CURSO DE FORMAÇÃO DE BRIGADA DE INCÊNDIOS NR Pág LAUDO ERGONÔMICO NR Pág LAUDO DAS INSTALAÇÕES ELÉTRICAS NR Pág ANÁLISE DA POTABILIDADE DA ÁGUA... Pág CIPA - COMISSÃO INTERNA DE PREVENÇÃO DE ACIDENTES NR 5... Pág PPP - PERFIL PROFISSIOGRÁFICO PREVIDENCIÁRIO... Pág RISCOS AMBIENTAIS DO TRABALHO RAT... Pág DÍVIDA FGTS... Pág

8 4.27 DÍVIDA INSS... Pág RECEITA FEDERAL... Pág SEFIP/GFIP - GUIA DE RECOLHIMENTO DO FGTS... Pág PROCESSO TRABALHISTA... Pág GPS INSS / PROTOCOLO SINDICATO... Pág GPS - INSS / DESCONTO E RECOLHIMENTO... Pág CESSÃO DE MÃO-DE-OBRA OU EMPREITADA... Pág EXTINÇÃO DO CARNÊ DE INSS... Pág CAGED... Pág LEI DO SIMPLES NACIONAL... Pág RAIS... Pág RAIS / PROTOCOLO SINDICATO... Pág CONTRIBUIÇÃO SINDICAL EMPREGADOS... Pág CONTRIBUIÇÃO SINDICAL EMPREGADOS / PROTOCOLO SINDICATO... Pág CONTRIBUIÇÃO SINDICAL PATRONAL... Pág REPRESENTANTE COMERCIAL AUTÔNOMO... Pág DANOS MORAIS - LEI N /98 DO MUNICÍPIO DE SÃO PAULO... Pág MOTOBOY/MOTOFRETE EXERCÍCIO DA PROFISSÃO LEI DE 29/07/ Pág PROGRAMA DE ALIMENTAÇÃO DO TRABALHADOR PAT... Pág TRABALHO EM DIA DE ELEIÇÃO...Pág AVISO PRÉVIO PROPORCIONAL - NOVAS ORIENTAÇÕES...Pág PENSÃO ALIMENTICIA... Pág DIVERSOS... Pág PAGAMENTOS EFETUADOS VIA INTERNET... Pág REMESSA DE DOCUMENTOS Pág

9 5.03 CERTIDÕES... Pág ROUBO E FUTOS DE DOCUMENTOS... Pág ESTACIONAMENTO... Pág ECAD DIREITOS AUTORAIS... Pág LEI OBRIGA OS FORNECEDORES A PROCEDER AO AJUSTE DE COBRANÇA IRREGULAR.Pág CONSELHOS REGIONAIS... Pág TELEFONES ÚTEIS... Pág S PARA CONTATO... Pág CORRETORA... Pág CORRETORA DE SEGUROS... Pág ALERTA - DISFARCES DE LADRÕES... Pág

10 1. DEPTO FISCAL ESTADUAL SP 10

11 DEPARTAMENTO FISCAL O departamento fiscal está capacitado para prestar informações em relação a toda rotina de emissão de notas fiscais e seus reflexos nos cálculos de todos os tributos sempre com base na legislação em vigor. Atuando de forma personalizada, os profissionais deste setor interagem regularmente com os clientes, procedendo à triagem de sua documentação e proporcionando uma atualização freqüente de todas as operações da empresa, além de realizar consultoria fiscal nas áreas Federal, Estadual e Municipal. A nossa responsabilidade é a escrituração e apuração do faturamento, impostos e contribuições a recolher de acordo com a legislação que envolve cada um dos nossos clientes. A carga tributária está entre as principais preocupações da administração de uma empresa, por isso a nossa equipe de colaboradores está sempre disposto há se atualizar e passar seu aprendizado a quem possa interessar. Este departamento cuida da escrituração informatizada dos livros de registros fiscais com base na documentação apresentada. São eles: Registro de Entradas, Registro de Saídas, Registro de Inventário, Registro de Apuração de ICMS, Registro de IPI, Registro de ISS (DES), etc. Cálculo e elaboração das guias de recolhimento dos seguintes impostos: ISS, ICMS, IPI, DAS, PIS, COFINS, CSLL, IRPJ, etc. Coordenação e controle das rotinas fiscais relacionadas ao atendimento das obrigações acessórias mensais como: GIA, DSN SP, SINTEGRA, DNF, DES, GISS, etc. Entre outros serviços: Orientamos e assessoramos no preenchimento de todos os tipos de notas fiscais; Solicitamos Pedido de AIDF Eletrônica - Autorização de Impressão de Documento Fiscal; Cadastramos os ECF s e suas devidas alterações, junto ao Posto Fiscal Eletrônico; Orientamos sobre o limite do Simples Nacional e suas respectivas particularidades; 11

12 GRUPO GRUPO GRUPO CÓDIGO FISCAL DE OPERAÇÕES E PRESTAÇÕES - CFOP (ENTRADAS) DESCRIÇÃO DA OPERAÇÃO OU PRESTAÇÃO COMPRAS PARA INDUSTRIALIZAÇÃO, PRODUÇÃO RURAL, COMERCIALIZAÇÃO OU PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS Compra para industrialização ou produção rural Classificam-se neste código as compras de mercadorias a serem utilizadas em processo de industrialização ou produção rural. Também serão classificadas neste código as entradas de mercadorias em estabelecimento industrial ou produtor rural de cooperativa recebidas de seus cooperados ou de estabelecimento de outra cooperativa (Nova redação - Ajuste SINIEF nº 005, de 2005). Compra para comercialização Classificam-se neste código as compras de mercadorias a serem comercializadas. Também serão classificadas neste código as entradas de mercadorias em estabelecimento comercial de cooperativa recebidas de seus cooperados ou de estabelecimento de outra cooperativa. Compra para industrialização, de mercadoria recebida anteriormente em consignação industrial Classificam-se neste código as compras efetivas de mercadorias a serem utilizadas em processo de industrialização, recebidas anteriormente a título de consignação industrial. Compra para comercialização, de mercadoria recebida anteriormente em consignação mercantil Classificam-se neste código as compras efetivas de mercadorias recebidas anteriormente a título de consignação mercantil. Compra para industrialização ou produção rural originada de encomenda para recebimento futuro Classificam-se neste código as compras de mercadorias a serem utilizadas em processo de industrialização ou produção rural, quando da entrada real da mercadoria, cuja aquisição tenha sido classificada, respectivamente, nos códigos ou "Lançamento efetuado a título de simples faturamento decorrente de compra para recebimento futuro" 12

13 (Nova redação - Ajuste SINIEF nº 005, de 2005) Compra para comercialização originada de encomenda para recebimento futuro Classificam-se neste código as compras de mercadorias a serem comercializadas, quando da entrada real da mercadoria, cuja aquisição tenha sido classificada, respectivamente, nos códigos ou "Lançamento efetuado a título de simples faturamento decorrente de compra para recebimento futuro". Compra de mercadoria para comercialização pelo adquirente originário, entregue pelo vendedor remetente ao destinatário, em venda à ordem Classificam-se neste código as compras de mercadorias já comercializadas, que, sem transitar pelo estabelecimento do adquirente originário, sejam entregues pelo vendedor remetente diretamente ao destinatário, em operação de venda à ordem, cuja venda seja classificada, pelo adquirente originário, respectivamente, nos códigos ou "Venda de mercadoria adquirida ou recebida de terceiros entregue ao destinatário pelo vendedor remetente, em venda à ordem". Compra para industrialização, em venda à ordem, já recebida do vendedor remetente Classificam-se neste código as compras de mercadorias a serem utilizadas em processo de industrialização, em vendas à ordem, já recebidas do vendedor remetente, por ordem do adquirente originário. Compra para comercialização, em venda à ordem, já recebida do vendedor remetente Classificam-se neste código as compras de mercadorias a serem comercializadas, em vendas à ordem, já recebidas do vendedor remetente por ordem do adquirente originário. Compra para industrialização em que a mercadoria foi remetida pelo fornecedor ao industrializador sem transitar pelo estabelecimento adquirente Classificam-se neste código as compras de mercadorias a serem utilizadas em processo de industrialização, remetidas pelo fornecedor para o industrializador sem que a mercadoria tenha transitado pelo estabelecimento do adquirente Industrialização efetuada por outra empresa 13

14 Classificam-se neste código as entradas de mercadorias industrializadas por terceiros, compreendendo os valores referentes aos serviços prestados e os das mercadorias de propriedade do industrializador empregadas no processo industrial. Quando a industrialização efetuada se referir a bens do ativo imobilizado ou de mercadorias para uso ou consumo do estabelecimento encomendante, a entrada deverá ser classificada, respectivamente, nos códigos ou "Compra de bem para o ativo imobilizado", ou respectivamente nos códigos ou "Compra de material para uso ou consumo" Industrialização efetuada por outra empresa quando a mercadoria remetida para utilização no processo de industrialização não transitou pelo estabelecimento adquirente da mercadoria Classificam-se neste código as entradas de mercadorias industrializadas por outras empresas, em que as mercadorias remetidas para utilização no processo de industrialização não transitaram pelo estabelecimento do adquirente das mercadorias, compreendendo os valores referentes aos serviços prestados e os das mercadorias de propriedade do industrializador empregadas no processo industrial. Quando a industrialização efetuada se referir a bens do ativo imobilizado ou de mercadorias para uso ou consumo do estabelecimento encomendante, a entrada deverá ser classificada, respectivamente, nos códigos ou "Compra de bem para o ativo imobilizado", ou respectivamente nos códigos ou "Compra de material para uso ou consumo". Compra para utilização na prestação de serviço Classificam-se neste código as entradas de mercadorias a serem utilizadas nas prestações de serviços. Compra para utilização na prestação de serviços sujeita ao ISSQN Classificam-se neste código as entradas de mercadorias a serem utilizadas nas prestações de serviços sujeitas ao ISSQN Compra para industrialização sob o regime de "drawback" Classificam-se neste código as compras de mercadorias a serem utilizadas em processo de industrialização e posterior exportação do produto resultante, cujas vendas serão classificadas no código "Venda de produção do estabelecimento sob o regime de "drawback" TRANSFERÊNCIAS PARA INDUSTRIALIZAÇÃO, PRODUÇÃO 14

15 RURAL, COMERCIALIZAÇÃO OU PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS Transferência para industrialização ou produção rural Classificam-se neste código as entradas de mercadorias recebidas em transferência de outro estabelecimento da mesma empresa, para serem utilizadas em processo de industrialização ou produção rural (Nova redação - Ajuste SINIEF nº 005, de 2005). Transferência para comercialização Classificam-se neste código as entradas de mercadorias recebidas em transferência de outro estabelecimento da mesma empresa, para serem utilizadas em processo de comercialização. Transferência de energia elétrica para distribuição Classificam-se neste código as entradas de energia elétrica recebida em transferência de outro estabelecimento da mesma empresa, para distribuição. Transferência para utilização na prestação de serviço Classificam-se neste código as entradas de mercadorias recebidas em transferência de outro estabelecimento da mesma empresa, para serem utilizadas nas prestações de serviços. DEVOLUÇÕES DE VENDAS DE PRODUÇÃO PRÓPRIA, DE TERCEIROS OU ANULAÇÕES DE VALORES Devolução de venda de produção do estabelecimento Classificam-se neste código as devoluções de vendas de produtos industrializados ou produzidos pelo próprio estabelecimento, cujas saídas tenham sido classificadas como 5.101, ou "Venda de produção do estabelecimento" (Nova redação - Ajuste SINIEF nº 005, de 2005). Devolução de venda de mercadoria adquirida ou recebida de terceiros Classificam-se neste código as devoluções de vendas de mercadorias adquiridas ou recebidas de terceiros, que não tenham sido objeto de industrialização no estabelecimento, cujas saídas tenham sido classificadas como 5.102, ou "Venda de mercadoria adquirida ou recebida de terceiros" Devolução de venda de produção do estabelecimento, 15

16 destinada à Zona Franca de Manaus ou Áreas de Livre Comércio Classificam-se neste código as devoluções de vendas de produtos industrializados ou produzidos pelo próprio estabelecimento, cujas saídas foram classificadas, respectivamente, nos códigos ou "Venda de produção do estabelecimento, destinada à Zona Franca de Manaus ou Áreas de Livre Comércio" (Nova redação - Ajuste SINIEF nº 005, de 2005) Devolução de venda de mercadoria adquirida ou recebida de terceiros, destinada à Zona Franca de Manaus ou Áreas de Livre Comércio Classificam-se neste código as devoluções de vendas de mercadorias adquiridas ou recebidas de terceiros, cujas saídas foram classificadas, respectivamente, nos códigos ou "Venda de mercadoria adquirida ou recebida de terceiros, destinada à Zona Franca de Manaus ou Áreas de Livre Comércio". Anulação de valor relativo à prestação de serviço de comunicação Classificam-se neste código as anulações correspondentes a valores faturados indevidamente, decorrentes de prestações de serviços de comunicação. Anulação de valor relativo à prestação de serviço de transporte Classificam-se neste código as anulações correspondentes a valores faturados indevidamente, decorrentes de prestações de serviços de transporte. Anulação de valor relativo à venda de energia elétrica Classificam-se neste código as anulações correspondentes a valores faturados indevidamente, decorrentes de venda de energia elétrica. Devolução de produção do estabelecimento, remetida em transferência Classificam-se neste código as devoluções de produtos industrializados ou produzidos pelo próprio estabelecimento, transferidos para outros estabelecimentos da mesma empresa (Nova redação - Ajuste SINIEF nº 005, de 2005). Devolução de mercadoria adquirida ou recebida de terceiros, remetida em transferência Classificam-se neste código as devoluções de mercadorias 16

17 adquiridas ou recebidas de terceiros, transferidas para outros estabelecimentos da mesma empresa Devolução de venda de produção do estabelecimento sob o regime de "drawback" Classificam-se neste código as devoluções de vendas de produtos industrializados pelo estabelecimento sob o regime de "drawback" COMPRAS DE ENERGIA ELÉTRICA Compra de energia elétrica para distribuição ou comercialização Classificam-se neste código as compras de energia elétrica utilizada em sistema de distribuição ou comercialização. Também serão classificadas neste código as compras de energia elétrica por cooperativas para distribuição aos seus cooperados. Compra de energia elétrica por estabelecimento industrial Classificam-se neste código as compras de energia elétrica utilizada no processo de industrialização. Também serão classificadas neste código as compras de energia elétrica utilizada por estabelecimento industrial de cooperativa. Compra de energia elétrica por estabelecimento comercial Classificam-se neste código as compras de energia elétrica utilizada por estabelecimento comercial. Também serão classificadas neste código as compras de energia elétrica utilizada por estabelecimento comercial de cooperativa. Compra de energia elétrica por estabelecimento prestador de serviço de transporte Classificam-se neste código as compras de energia elétrica utilizada por estabelecimento prestador de serviços de transporte. Compra de energia elétrica por estabelecimento prestador de serviço de comunicação Classificam-se neste código as compras de energia elétrica utilizada por estabelecimento prestador de serviços de comunicação. Compra de energia elétrica por estabelecimento de produtor rural Classificam-se neste código as compras de energia elétrica 17

18 utilizada por estabelecimento de produtor rural Compra de energia elétrica para consumo por demanda contratada Classificam-se neste código as compras de energia elétrica para consumo por demanda contratada, que prevalecerá sobre os demais códigos deste subgrupo AQUISIÇÕES DE SERVIÇOS DE COMUNICAÇÃO Aquisição de serviço de comunicação para execução de serviço da mesma natureza Classificam-se neste código as aquisições de serviços de comunicação utilizados nas prestações de serviços da mesma natureza. Aquisição de serviço de comunicação por estabelecimento industrial Classificam-se neste código as aquisições de serviços de comunicação utilizados por estabelecimento industrial. Também serão classificadas neste código as aquisições de serviços de comunicação utilizados por estabelecimento industrial de cooperativa. Aquisição de serviço de comunicação por estabelecimento comercial Classificam-se neste código as aquisições de serviços de comunicação utilizados por estabelecimento comercial. Também serão classificadas neste código as aquisições de serviços de comunicação utilizados por estabelecimento comercial de cooperativa. Aquisição de serviço de comunicação por estabelecimento de prestador de serviço de transporte Classificam-se neste código as aquisições de serviços de comunicação utilizados por estabelecimento prestador de serviço de transporte. Aquisição de serviço de comunicação por estabelecimento de geradora ou de distribuidora de energia elétrica Classificam-se neste código as aquisições de serviços de comunicação utilizados por estabelecimento de geradora ou de distribuidora de energia elétrica Aquisição de serviço de comunicação por estabelecimento de produtor rural Classificam-se neste código as aquisições de serviços de 18

19 comunicação utilizados por estabelecimento de produtor rural AQUISIÇÕES DE SERVIÇOS DE TRANSPORTE Aquisição de serviço de transporte para execução de serviço da mesma natureza Classificam-se neste código as aquisições de serviços de transporte utilizados nas prestações de serviços da mesma natureza. Aquisição de serviço de transporte por estabelecimento industrial Classificam-se neste código as aquisições de serviços de transporte utilizados por estabelecimento industrial. Também serão classificadas neste código as aquisições de serviços de transporte utilizados por estabelecimento industrial de cooperativa. Aquisição de serviço de transporte por estabelecimento comercial Classificam-se neste código as aquisições de serviços de transporte utilizados por estabelecimento comercial. Também serão classificadas neste código as aquisições de serviços de transporte utilizados por estabelecimento comercial de cooperativa. Aquisição de serviço de transporte por estabelecimento de prestador de serviço de comunicação Classificam-se neste código as aquisições de serviços de transporte utilizados por estabelecimento prestador de serviços de comunicação. Aquisição de serviço de transporte por estabelecimento de geradora ou de distribuidora de energia elétrica Classificam-se neste código as aquisições de serviços de transporte utilizados por estabelecimento de geradora ou de distribuidora de energia elétrica. Aquisição de serviço de transporte por estabelecimento de produtor rural Classificam-se neste código as aquisições de serviços de transporte utilizados por estabelecimento de produtor rural Aquisição de serviço de transporte por contribuinte substituto em relação ao serviço de transporte. Classificam-se neste código as aquisições de serviços de 19

20 transporte quando o adquirente for o substituto tributário do imposto decorrente da prestação dos serviços ENTRADAS DE MERCADORIAS SUJEITAS AO REGIME DE SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA Compra para industrialização ou produção rural em operação com mercadoria sujeita ao regime de substituição tributária Classificam-se neste código as compras de mercadorias a serem utilizadas em processo de industrialização ou produção rural, decorrentes de operações com mercadorias sujeitas ao regime de substituição tributária. Também serão classificadas neste código as compras por estabelecimento industrial ou produtor rural de cooperativa de mercadorias sujeitas ao regime de substituição tributária (Nova redação - Ajuste SINIEF nº 005, de 2005). Compra para comercialização em operação com mercadoria sujeita ao regime de substituição tributária Classificam-se neste código as compras de mercadorias a serem comercializadas, decorrentes de operações com mercadorias sujeitas ao regime de substituição tributária. Também serão classificadas neste código as compras de mercadorias sujeitas ao regime de substituição tributária em estabelecimento comercial de cooperativa. Compra de bem para o ativo imobilizado cuja mercadoria está sujeita ao regime de substituição tributária Classificam-se neste código as compras de bens destinados ao ativo imobilizado do estabelecimento, em operações com mercadorias sujeitas ao regime de substituição tributária. Compra de mercadoria para uso ou consumo cuja mercadoria está sujeita ao regime de substituição tributária Classificam-se neste código as compras de mercadorias destinadas ao uso ou consumo do estabelecimento, em operações com mercadorias sujeitas ao regime de substituição tributária Transferência para industrialização ou produção rural em operação com mercadoria sujeita ao regime de substituição tributária Classificam-se neste código as mercadorias recebidas em transferência de outro estabelecimento da mesma empresa, para serem industrializadas ou consumidas no estabelecimento, em operações com mercadorias sujeitas ao regime de substituição tributária (Nova redação - Ajuste 20

21 SINIEF nº 005, de 2005) Transferência para comercialização em operação com mercadoria sujeita ao regime de substituição tributária Classificam-se neste código as mercadorias recebidas em transferência de outro estabelecimento da mesma empresa, para serem comercializadas, decorrentes de operações sujeitas ao regime de substituição tributária. Devolução de venda de produção do estabelecimento em operação com produto sujeito ao regime de substituição tributária Classificam-se neste código as devoluções de produtos industrializados ou produzidos pelo próprio estabelecimento, cujas saídas tenham sido classificadas como ou "Venda de produção do estabelecimento em operação com produto sujeito ao regime de substituição tributária" (Nova redação - Ajuste SINIEF nº 005, de 2005). Devolução de venda de mercadoria adquirida ou recebida de terceiros em operação com mercadoria sujeita ao regime de substituição tributária Classificam-se neste código as devoluções de vendas de mercadorias adquiridas ou recebidas de terceiros, cujas saídas tenham sido classificadas como ou "Venda de mercadoria adquirida ou recebida de terceiros em operação com mercadoria sujeita ao regime de substituição tributária". Retorno de produção do estabelecimento, remetida para venda fora do estabelecimento em operação com produto sujeito ao regime de substituição tributária Classificam-se neste código as entradas, em retorno, de produtos industrializados ou produzidos pelo próprio estabelecimento, remetidos para vendas fora do estabelecimento, inclusive por meio de veículos, em operações com produtos sujeitos ao regime de substituição tributária, e não comercializadas (Nova redação - Ajuste SINIEF nº 005, de 2005). Retorno de mercadoria adquirida ou recebida de terceiros, remetida para venda fora do estabelecimento em operação com mercadoria sujeita ao regime de substituição tributária Classificam-se neste código as entradas, em retorno, de mercadorias adquiridas ou recebidas de terceiros remetidas para vendas fora do estabelecimento, inclusive por meio de veículos, em operações com mercadorias sujeitas ao regime 21

22 de substituição tributária, e não comercializadas SISTEMAS DE INTEGRAÇÃO Retorno de animal do estabelecimento produtor Classificam-se neste código as entradas referentes ao retorno de animais criados pelo produtor no sistema integrado. Retorno de insumo não utilizado na produção Classificam-se neste código o retorno de insumos não utilizados pelo produtor na criação de animais pelo sistema integrado. ENTRADAS DE MERCADORIAS REMETIDAS PARA FORMAÇÃO DE LOTE OU COM FIM ESPECÍFICO DE EXPORTAÇÃO E EVENTUAIS DEVOLUÇÕES Entrada de mercadoria recebida com fim específico de exportação Classificam-se neste código as entradas de mercadorias em estabelecimento de "trading company", empresa comercial exportadora ou outro estabelecimento do remetente, com fim específico de exportação. Entrada decorrente de devolução de produto remetido com fim específico de exportação, de produção do estabelecimento Classificam-se neste código as devoluções de produtos industrializados ou produzidos pelo próprio estabelecimento, remetidos a "trading company", a empresa comercial exportadora ou a outro estabelecimento do remetente, com fim específico de exportação, cujas saídas tenham sido classificadas, respectivamente, nos códigos ou "Remessa de produção do estabelecimento, com fim específico de exportação" (Nova redação - Ajuste SINIEF nº 005, de 2005) Devolução de mercadoria exportada que tenha sido recebida com fim específico de exportação Classificam-se neste código as devoluções de mercadorias exportadas por "trading company", empresa comercial exportadora ou outro estabelecimento do remetente, recebidas com fim específico de exportação, cujas saídas tenham sido classificadas no código "Exportação de mercadorias recebidas com fim específico de exportação" Entrada decorrente de devolução de mercadoria remetida com fim específico de exportação, adquirida ou recebida de 22

23 terceiros Classificam-se neste código as devoluções de mercadorias adquiridas ou recebidas de terceiros remetidas a "trading company", a empresa comercial exportadora ou a outro estabelecimento do remetente, com fim específico de exportação, cujas saídas tenham sido classificadas, respectivamente, nos códigos ou "Remessa de mercadoria adquirida ou recebida de terceiros, com fim específico de exportação" Entrada decorrente de devolução simbólica de mercadorias remetidas para formação de lote de exportação, de produtos industrializados ou produzidos pelo próprio estabelecimento Classificam-se neste código as devoluções simbólicas de mercadorias remetidas para formação de lote de exportação, cujas saídas tenham sido classificadas no código ou Remessa de mercadorias para formação de lote de exportação, de produtos industrializados ou produzidos pelo próprio estabelecimento. Entrada decorrente de devolução simbólica de mercadorias, adquiridas ou recebidas de terceiros, remetidas para formação de lote de exportação Classificam-se neste código as devoluções simbólicas de mercadorias remetidas para formação de lote de exportação em armazéns alfandegados, entrepostos aduaneiros ou outros estabelecimentos que venham a ser regulamentados pela legislação tributária de cada Unidade Federada, efetuadas pelo estabelecimento depositário, cujas saídas tenham sido classificadas no código ou Remessa de mercadorias, adquiridas ou recebidas de terceiros, para formação de lote de exportação. OPERAÇÕES COM BENS DE ATIVO IMOBILIZADO E MATERIAIS PARA USO OU CONSUMO Compra de bem para o ativo imobilizado Classificam-se neste código as compras de bens destinados ao ativo imobilizado do estabelecimento. Transferência de bem do ativo imobilizado Classificam-se neste código as entradas de bens destinados ao ativo imobilizado recebidos em transferência de outro estabelecimento da mesma empresa. Devolução de venda de bem do ativo imobilizado Classificam-se neste código as devoluções de vendas de bens 23

24 do ativo imobilizado, cujas saídas tenham sido classificadas, respectivamente, nos códigos 5.551, ou "Venda de bem do ativo imobilizado" Retorno de bem do ativo imobilizado remetido para uso fora do estabelecimento Classificam-se neste código as entradas por retorno de bens do ativo imobilizado remetidos para uso fora do estabelecimento, cujas saídas tenham sido classificadas, respectivamente, nos códigos ou "Remessa de bem do ativo imobilizado para uso fora do estabelecimento". Entrada de bem do ativo imobilizado de terceiro, remetido para uso no estabelecimento Classificam-se neste código as entradas de bens do ativo imobilizado de terceiros, remetidos para uso no estabelecimento. Compra de material para uso ou consumo Classificam-se neste código as compras de mercadorias destinadas ao uso ou consumo do estabelecimento. Transferência de material para uso ou consumo Classificam-se neste código as entradas de materiais para uso ou consumo recebidos em transferência de outro estabelecimento da mesma empresa CRÉDITOS E RESSARCIMENTOS DE ICMS Recebimento, por transferência, de crédito de ICMS Classificam-se neste código os lançamentos destinados ao registro de créditos de ICMS, recebidos por transferência de outras empresas. Recebimento, por transferência, de saldo credor de ICMS de outro estabelecimento da mesma empresa, para compensação de saldo devedor de ICMS Classificam-se neste código os lançamentos destinados ao registro da transferência de saldos credores de ICMS recebidos de outros estabelecimentos da mesma empresa, destinados à compensação do saldo devedor do estabelecimento, inclusive no caso de apuração centralizada do imposto. (Nova redação dada pelo Ajuste SINIEF nº 09/2003, DOU de 16/10/2003, com efeitos de 1º/01/2004.) Classificam-se neste código os lançamentos destinados ao registro da transferência de saldos credores de ICMS recebidos de outros estabelecimentos da mesma empresa, 24

25 destinados à compensação do saldo devedor do estabelecimento. (Redação dada pelo Ajuste SINIEF nº 07/2001, DOU de 04/10/2001, com efeitos de 1º/01/2003 até 31/12/2003.) Ressarcimento de ICMS retido por substituição tributária Classificam-se neste código os lançamentos destinados ao registro de ressarcimento de ICMS retido por substituição tributária a contribuinte substituído, efetuado pelo contribuinte substituto, ou, ainda, quando o ressarcimento for apropriado pelo próprio contribuinte substituído, nas hipóteses previstas na legislação aplicável. Lançamento do crédito relativo à compra de bem para o ativo imobilizado Classificam-se neste código os lançamentos destinados ao registro da apropriação de crédito de bens do ativo imobilizado. Código acrescentado pelo Ajuste SINIEF nº 005/2003, com efeitos a partir de 1º/01/2003. O Comunicado CAT n. 11, de 2003, esclareceu que este código não terá aplicação no Estado de São Paulo, não havendo disciplina específica criada por Convênio, para controle desses créditos fiscais por meio de lançamento escritural, sendo mantido, portanto, seu controle através co CIAP Controle de Crédito do ICMS do Ativo Permanente. Recebimento, por transferência, de saldo devedor de ICMS de outro estabelecimento da mesma empresa Classificam-se neste código os lançamentos destinados ao registro da transferência de saldo devedor de ICMS recebido de outro estabelecimento da mesma empresa, para efetivação da apuração centralizada do imposto. Código acrescentado pelo Ajuste SINIEF nº 3/2004, DOU de 08/04/2004, com efeitos a partir de 1º/01/2005. ENTRADAS DE COMBUSTÍVEIS, DERIVADOS OU NÃO DE PETRÓLEO E LUBRIFICANTES Compra de combustível ou lubrificante para industrialização subseqüente Classificam-se neste código as compras de combustíveis ou lubrificantes a serem utilizados em processo de industrialização do próprio produto. Código acrescentado pelo Ajuste SINIEF nº 9/2003, DOU de 16/10/2003, com efeitos a partir de 1º/01/2004. Compra de combustível ou lubrificante para comercialização Classificam-se neste código as compras de combustíveis ou 25

26 lubrificantes a serem comercializados. Código acrescentado pelo Ajuste SINIEF nº 9/2003, DOU de 16/10/2003, com efeitos a partir de 1º/01/ Compra de combustível ou lubrificante por consumidor ou usuário final Classificam-se neste código as compras de combustíveis ou lubrificantes a serem consumidos em processo de industrialização de outros produtos, na produção rural, na prestação de serviços ou por usuário final (Nova redação - Ajuste SINIEF nº 005, de 2005). Transferência de combustível e lubrificante para industrialização Classificam-se neste código as entradas de combustíveis e lubrificantes recebidas em transferência de outro estabelecimento da mesma empresa para serem utilizados em processo de industrialização do próprio produto. Código acrescentado pelo Ajuste SINIEF nº 9/2003, DOU de 16/10/2003, com efeitos a partir de 1º/01/2004. Transferência de combustível e lubrificante para comercialização Classificam-se neste código as entradas de combustíveis e lubrificantes recebidas em transferência de outro estabelecimento da mesma empresa para serem comercializados. Código acrescentado pelo Ajuste SINIEF nº 9/2003, DOU de 16/10/2003, com efeitos a partir de 1º/01/2004. Devolução de venda de combustível ou lubrificante destinado à industrialização subseqüente Classificam-se neste código as devoluções de vendas de combustíveis ou lubrificantes, cujas saídas tenham sido classificadas como Venda de combustível ou lubrificante destinado à industrialização subseqüente. Código acrescentado pelo Ajuste SINIEF nº 9/2003, DOU de 16/10/2003, com efeitos a partir de 1º/01/2004. Devolução de venda de combustível ou lubrificante destinado à comercialização Classificam-se neste código as devoluções de vendas de combustíveis ou lubrificantes, cujas saídas tenham sido classificadas como Venda de combustíveis ou lubrificantes para comercialização. Código acrescentado pelo Ajuste SINIEF nº 9/2003, DOU de 16/10/2003, com efeitos a partir de 1º/01/

27 Devolução de venda de combustível ou lubrificante destinado a consumidor ou usuário final Classificam-se neste código as devoluções de vendas de combustíveis ou lubrificantes, cujas saídas tenham sido classificadas como Venda de combustíveis ou lubrificantes por consumidor ou usuário final. Código acrescentado pelo Ajuste SINIEF nº 9/2003, DOU de 16/10/2003, com efeitos a partir de 1º/01/2004. Entrada de combustível ou lubrificante para armazenagem Classificam-se neste código as entradas de combustíveis ou lubrificantes para armazenagem. Código acrescentado pelo Ajuste SINIEF nº 9/2003, DOU de 16/10/2003, com efeitos a partir de 1º/01/2004. Retorno de combustível ou lubrificante remetido para armazenagem Classificam-se neste código as entradas, ainda que simbólicas, por retorno de combustíveis ou lubrificantes, remetidos para armazenagem. Código acrescentado pelo Ajuste SINIEF nº 9/2003, DOU de 16/10/2003, com efeitos a partir de 1º/01/2004. OUTRAS ENTRADAS DE MERCADORIAS OU AQUISIÇÕES DE SERVIÇOS Entrada para industrialização por encomenda Classificam-se neste código as entradas de insumos recebidos para industrialização por encomenda de outra empresa ou de outro estabelecimento da mesma empresa. Retorno de mercadoria remetida para industrialização por encomenda Classificam-se neste código o retorno dos insumos remetidos para industrialização por encomenda, incorporados ao produto final pelo estabelecimento industrializador. Entrada de mercadoria remetida para industrialização e não aplicada no referido processo Classificam-se neste código as entradas em devolução de insumos remetidos para industrialização e não aplicados no referido processo. Retorno de remessa para venda fora do estabelecimento Classificam-se neste código as entradas em retorno de mercadorias remetidas para venda fora do estabelecimento, 27

28 inclusive por meio de veículos, e não comercializadas Entrada de mercadoria recebida para depósito em depósito fechado ou armazém geral Classificam-se neste código as entradas de mercadorias recebidas para depósito em depósito fechado ou armazém geral. Retorno de mercadoria remetida para depósito fechado ou armazém geral Classificam-se neste código as entradas em retorno de mercadorias remetidas para depósito em depósito fechado ou armazém geral. Retorno simbólico de mercadoria remetida para depósito fechado ou armazém geral Classificam-se neste código as entradas em retorno simbólico de mercadorias remetidas para depósito em depósito fechado ou armazém geral, quando as mercadorias depositadas tenham sido objeto de saída a qualquer título e que não tenham retornado ao estabelecimento depositante. Entrada de bem por conta de contrato de comodato Classificam-se neste código as entradas de bens recebidos em cumprimento de contrato de comodato. Retorno de bem remetido por conta de contrato de comodato Classificam-se neste código as entradas de bens recebidos em devolução após cumprido o contrato de comodato. Entrada de bonificação, doação ou brinde Classificam-se neste código as entradas de mercadorias recebidas a título de bonificação, doação ou brinde. Entrada de amostra grátis Classificam-se neste código as entradas de mercadorias recebidas a título de amostra grátis. Entrada de mercadoria ou bem recebido para demonstração Classificam-se neste código as entradas de mercadorias ou bens recebidos para demonstração. Retorno em 60 dias caso haja suspensão do ICMS conforme artigo 319 do RICMS/SP Retorno de mercadoria ou bem remetido para demonstração 28

29 Classificam-se neste código as entradas em retorno de mercadorias ou bens remetidos para demonstração Retorno de mercadoria ou bem remetido para exposição ou feira Classificam-se neste código as entradas em retorno de mercadorias ou bens remetidos para exposição ou feira. Entrada de mercadoria ou bem recebido para conserto ou reparo Classificam-se neste código as entradas de mercadorias ou bens recebidos para conserto ou reparo. Retorno de mercadoria ou bem remetido para conserto ou reparo Classificam-se neste código as entradas em retorno de mercadorias ou bens remetidos para conserto ou reparo. Entrada de mercadoria recebida em consignação mercantil ou industrial Classificam-se neste código as entradas de mercadorias recebidas a título de consignação mercantil ou industrial. Devolução de mercadoria remetida em consignação mercantil ou industrial Classificam-se neste código as entradas por devolução de mercadorias remetidas anteriormente a título de consignação mercantil ou industrial. Devolução simbólica de mercadoria vendida ou utilizada em processo industrial, remetida anteriormente em consignação mercantil ou industrial Classificam-se neste código as entradas por devolução simbólica de mercadorias vendidas ou utilizadas em processo industrial, remetidas anteriormente a título de consignação mercantil ou industrial. Entrada de vasilhame ou sacaria Classificam-se neste código as entradas de vasilhame ou sacaria. Retorno de vasilhame ou sacaria Classificam-se neste código as entradas em retorno de vasilhame ou sacaria Lançamento efetuado a título de simples faturamento 29

30 decorrente de compra para recebimento futuro Classificam-se neste código os registros efetuados a título de simples faturamento decorrente de compra para recebimento futuro Entrada de mercadoria recebida do vendedor remetente, em venda à ordem Classificam-se neste código as entradas de mercadorias recebidas do vendedor remetente, em vendas à ordem, cuja compra do adquirente originário, foi classificada, respectivamente, nos códigos ou "Compra para industrialização, em venda à ordem, já recebida do vendedor remetente", ou respectivamente nos códigos ou "Compra para comercialização, em venda à ordem, já recebida do vendedor remetente". Entrada para industrialização por conta e ordem do adquirente da mercadoria, quando esta não transitar pelo estabelecimento do adquirente Classificam-se neste código as entradas de insumos recebidos para serem industrializados por conta e ordem do adquirente, nas hipóteses em que os insumos não tenham transitado pelo estabelecimento do adquirente dos mesmos. Retorno de mercadoria remetida para industrialização por conta e ordem do adquirente da mercadoria, quando esta não transitar pelo estabelecimento do adquirente Classificam-se neste código o retorno dos insumos remetidos por conta e ordem do adquirente, para industrialização e incorporados ao produto final pelo estabelecimento industrializador, nas hipóteses em que os insumos não tenham transitado pelo estabelecimento do adquirente. Lançamento efetuado a título de reclassificação de mercadoria decorrente de formação de kit ou de sua desagregação Classificam-se neste código os registros efetuados a título de reclassificação decorrente de formação de kit de mercadorias ou de sua desagregação Lançamento efetuado a título de entrada de bem sob amparo de regime especial aduaneiro de admissão temporária Classificam-se neste código os lançamentos efetuados a título de entrada de bens amparada por regime especial aduaneiro de admissão temporária. 30

31 Lançamento efetuado pelo tomador do serviço de transporte quando a responsabilidade de retenção do imposto for atribuída ao remetente ou alienante da mercadoria, pelo serviço de transporte realizado por transportador autônomo ou por transportador não inscrito na Unidade da Federação onde iniciado o serviço Classificam-se neste código exclusivamente os lançamentos efetuados pelo tomador do serviço de transporte realizado por transportador autônomo ou por transportador não inscrito na Unidade da Federação, onde iniciado o serviço, quando a responsabilidade pela retenção do imposto for atribuída ao remetente ou alienante da mercadoria. Código acrescentado pelo Ajuste SINIEF nº 3/2004, DOU de 08/04/2004, com efeitos a partir de 1º/01/2005. Aquisição de serviço de transporte iniciado em Unidade da Federação diversa daquela onde inscrito o prestador Classificam-se neste código as aquisições de serviços de transporte que tenham sido iniciados em Unidade da Federação diversa daquela onde o prestador está inscrito como contribuinte. Código acrescentado pelo Ajuste SINIEF nº 3/2004, DOU de 08/04/2004, com efeitos a partir de 1º/01/2005. Aquisição de serviço tributado pelo ISSQN Classificam-se neste código as aquisições de serviços, de competência municipal, desde que informados em Nota Fiscal, modelo 1 ou 1-A. (Nova redação Ajuste SINIEF nº 06, de 2005). Entrada simbólica de mercadoria recebida para depósito fechado ou armazém geral Classificam-se neste código as entradas simbólicas de mercadorias recebidas para depósito em depósito fechado ou armazém geral, cuja remessa tenha sido classificada pelo remetente, respectivamente, nos códigos ou Remessa simbólica de mercadoria depositada em armazém geral ou depósito fechado Lançamento efetuado a titulo de bem sob amparo de regime especial aduaneiro de admissão temporária. Classificam-se neste código os lançamentos efetuados a título de entrada de bens amparada por regime especial aduaneiro de admissão temporária. Outra entrada de mercadoria ou prestação de serviço não especificada Classificam-se neste código as outras entradas de 31

32 mercadorias ou prestações de serviços que não tenham sido especificadas nos códigos anteriores. CÓDIGO FISCAL DE OPERAÇÕES E PRESTAÇÕES - CFOP (SAÍDAS) GRUPO GRUPO GRUPO DESCRIÇÃO DA OPERAÇÃO OU PRESTAÇÃO VENDAS DE PRODUÇÃO PRÓPRIA OU DE TERCEIROS Venda de produção do estabelecimento Classificam-se neste código as vendas de produtos industrializados ou produzidos pelo próprio estabelecimento. Também serão classificadas neste código as vendas de mercadorias por estabelecimento industrial ou produtor rural de cooperativa destinadas a seus cooperados ou a estabelecimento de outra cooperativa (Nova redação - Ajuste SINIEF nº 005, de 2005). Venda de mercadoria adquirida ou recebida de terceiros Classificam-se neste código as vendas de mercadorias adquiridas ou recebidas de terceiros para industrialização ou comercialização, que não tenham sido objeto de qualquer processo industrial no estabelecimento. Também serão classificadas neste código as vendas de mercadorias por estabelecimento comercial de cooperativa destinada a seus cooperados ou estabelecimento de outra cooperativa. Venda de produção do estabelecimento, efetuada fora do estabelecimento Classificam-se neste código as vendas efetuadas fora do estabelecimento, inclusive por meio de veículo, de produtos industrializados ou produzidos pelo próprio estabelecimento. Venda de mercadoria adquirida ou recebida de terceiros, efetuada fora do estabelecimento Classificam-se neste código as vendas efetuadas fora do estabelecimento, inclusive por meio de veículo, de mercadorias adquiridas ou recebidas de terceiros para industrialização ou comercialização, que não tenham sido objeto de qualquer processo industrial no estabelecimento. Venda de produção do estabelecimento, que não deva por ele transitar 32

33 Classificam-se neste código as vendas de produtos industrializados no estabelecimento, armazenados em depósito fechado, armazém geral ou outro sem que haja retorno ao estabelecimento depositante Venda de mercadoria adquirida ou recebida de terceiros, que não deva por ele transitar Classificam-se neste código as vendas de mercadorias adquiridas ou recebidas de terceiros para industrialização ou comercialização, armazenadas em depósito fechado, armazém geral ou outro, que não tenham sido objeto de qualquer processo industrial no estabelecimento sem que haja retorno ao estabelecimento depositante. Também serão classificadas neste código as vendas de mercadorias importadas, cuja saída ocorra do recinto alfandegado ou da repartição alfandegária onde se processou o desembaraço aduaneiro, com destino ao estabelecimento do comprador, sem transitar pelo estabelecimento do importador. Venda de produção do estabelecimento, destinada a não contribuinte Classificam-se neste código as vendas de produtos industrializados ou produzidos por estabelecimento de produtor rural, destinadas a não contribuintes. Quaisquer operações de venda destinadas a não contribuintes deverão ser classificadas neste código. Venda de mercadoria adquirida ou recebida de terceiros, destinada a não contribuinte Classificam-se neste código as vendas de mercadorias adquiridas ou recebidas de terceiros para industrialização ou comercialização, que não tenham sido objeto de qualquer processo industrial no estabelecimento, destinadas a não contribuintes. Quaisquer operações de venda destinadas a não contribuintes deverão ser classificadas neste código. Venda de produção do estabelecimento, destinada à Zona Franca de Manaus ou Áreas de Livre Comércio Classificam-se neste código as vendas de produtos industrializados ou produzidos pelo próprio estabelecimento, destinados à Zona Franca de Manaus ou Áreas de Livre Comércio (Nova redação - Ajuste SINIEF nº 005, de 2005).. Venda de mercadoria adquirida ou recebida de terceiros, destinada à Zona Franca de Manaus ou Áreas de Livre Comércio Classificam-se neste código as vendas de mercadorias adquiridas ou recebidas de terceiros, que não tenham sido objeto de qualquer processo industrial no estabelecimento, destinadas à Zona Franca de Manaus ou Áreas de Livre Comércio. 33

34 Venda de produção do estabelecimento remetida anteriormente em consignação industrial Classificam-se neste código as vendas efetivas de produtos industrializados no estabelecimento remetidos anteriormente a título de consignação industrial. Venda de mercadoria adquirida ou recebida de terceiros remetida anteriormente em consignação industrial Classificam-se neste código as vendas efetivas de mercadorias adquiridas ou recebidas de terceiros, que não tenham sido objeto de qualquer processo industrial no estabelecimento, remetidas anteriormente a título de consignação industrial. Venda de produção do estabelecimento remetida anteriormente em consignação mercantil Classificam-se neste código as vendas efetivas de produtos industrializados no estabelecimento remetidos anteriormente a título de consignação mercantil. Venda de mercadoria adquirida ou recebida de terceiros remetida anteriormente em consignação mercantil Classificam-se neste código as vendas efetivas de mercadorias adquiridas ou recebidas de terceiros, que não tenham sido objeto de qualquer processo industrial no estabelecimento, remetidas anteriormente a título de consignação mercantil. Venda de mercadoria adquirida ou recebida de terceiros, recebida anteriormente em consignação mercantil Classificam-se neste código as vendas de mercadorias adquiridas ou recebidas de terceiros, recebidas anteriormente a título de consignação mercantil. Venda de produção do estabelecimento originada de encomenda para entrega futura Classificam-se neste código as vendas de produtos industrializados ou produzidos pelo próprio estabelecimento, quando da saída real do produto, cujo faturamento tenha sido classificado, respectivamente, nos códigos ou "Lançamento efetuado a título de simples faturamento decorrente de venda para entrega futura" (Nova redação - Ajuste SINIEF nº 005, de 2005) Venda de mercadoria adquirida ou recebida de terceiros, originada de encomenda para entrega futura Classificam-se neste código as vendas de mercadorias adquiridas ou recebidas de terceiros, que não tenham sido objeto de qualquer processo industrial no estabelecimento, quando da saída real da 34

35 mercadoria, cujo faturamento tenha sido classificado nos códigos ou "Lançamento efetuado a título de simples faturamento decorrente de venda para entrega futura" Venda de produção do estabelecimento entregue ao destinatário por conta e ordem do adquirente originário, em venda à ordem Classificam-se neste código as vendas à ordem de produtos industrializados pelo estabelecimento, entregues ao destinatário por conta e ordem do adquirente originário. Venda de mercadoria adquirida ou recebida de terceiros entregue ao destinatário por conta e ordem do adquirente originário, em venda à ordem Classificam-se neste código as vendas à ordem de mercadorias adquiridas ou recebidas de terceiros, que não tenham sido objeto de qualquer processo industrial no estabelecimento, entregues ao destinatário por conta e ordem do adquirente originário. Venda de mercadoria adquirida ou recebida de terceiros entregue ao destinatário pelo vendedor remetente, em venda à ordem Classificam-se neste código as vendas à ordem de mercadorias adquiridas ou recebidas de terceiros, que não tenham sido objeto de qualquer processo industrial no estabelecimento, entregues pelo vendedor remetente ao destinatário, cuja compra seja classificada, pelo adquirente originário, respectivamente nos códigos ou "Compra de mercadoria pelo adquirente originário, entregue pelo vendedor remetente ao destinatário, em venda à ordem". Venda de produção do estabelecimento remetida para industrialização, por conta e ordem do adquirente, sem transitar pelo estabelecimento do adquirente Classificam-se neste código as vendas de produtos industrializados no estabelecimento, remetidos para serem industrializados em outro estabelecimento, por conta e ordem do adquirente, sem que os produtos tenham transitado pelo estabelecimento do adquirente. Venda de mercadoria adquirida ou recebida de terceiros remetida para industrialização, por conta e ordem do adquirente, sem transitar pelo estabelecimento do adquirente Classificam-se neste código as vendas de mercadorias adquiridas ou recebidas de terceiros, que não tenham sido objeto de qualquer processo industrial no estabelecimento, remetidas para serem industrializadas em outro estabelecimento, por conta e ordem do adquirente, sem que as mercadorias tenham transitado pelo estabelecimento do adquirente. 35

36 Industrialização efetuada para outra empresa Classificam-se neste código as saídas de mercadorias industrializadas para terceiros, compreendendo os valores referentes aos serviços prestados e os das mercadorias de propriedade do industrializador empregadas no processo industrial. Industrialização efetuada para outra empresa quando a mercadoria recebida para utilização no processo de industrialização não transitar pelo estabelecimento adquirente da mercadoria Classificam-se neste código as saídas de Mercadorias industrializadas para outras empresas, em que as mercadorias recebidas para utilização no processo de industrialização não tenham transitado pelo estabelecimento do adquirente das mercadorias, compreendendo os valores referentes aos serviços prestados e os das mercadorias de propriedade do industrializador empregadas no processo industrial Venda de produção do estabelecimento sob o regime de "drawback" Classificam-se neste código as vendas de produtos industrializados no estabelecimento sob o regime de "drawback", cujas compras foram classificadas no código "Compra para industrialização sob o regime de "drawback" TRANSFERÊNCIAS DE PRODUÇÃO PRÓPRIA OU DE TERCEIROS Transferência de produção do estabelecimento Classificam-se neste código os produtos industrializados ou produzidos pelo estabelecimento em transferência para outro estabelecimento da mesma empresa (Nova redação - Ajuste SINIEF nº 005, de 2005). Transferência de mercadoria adquirida ou recebida de terceiros Classificam-se neste código as mercadorias adquiridas ou recebidas de terceiros para industrialização, comercialização ou para utilização na prestação de serviços e que não tenham sido objeto de qualquer processo industrial no estabelecimento, transferidas para outro estabelecimento da mesma empresa. Transferência de energia elétrica Classificam-se neste código as transferências de energia elétrica para outro estabelecimento da mesma empresa, para distribuição. Transferência de produção do estabelecimento, que não deva por 36

37 ele transitar Classificam-se neste código as transferências para outro estabelecimento da mesma empresa, de produtos industrializados no estabelecimento que tenham sido remetidos para armazém geral, depósito fechado ou outro, sem que haja retorno ao estabelecimento depositante Transferência de mercadoria adquirida ou recebida de terceiros, que não deva por ele transitar Classificam-se neste código as transferências para outro estabelecimento da mesma empresa, de mercadorias adquiridas ou recebidas de terceiros para industrialização ou comercialização, que não tenham sido objeto de qualquer processo industrial, remetidas para armazém geral, depósito fechado ou outro, sem que haja retorno ao estabelecimento depositante. DEVOLUÇÕES DE COMPRAS PARA INDUSTRIALIZAÇÃO, PRODUÇÃO RURAL, COMERCIALIZAÇÃO OU ANULAÇÕES DE VALORES Devolução de compra para industrialização ou produção rural Classificam-se neste código as devoluções de mercadorias adquiridas para serem utilizadas em processo de industrialização ou produção rural, cujas entradas tenham sido classificadas como ou "Compra para industrialização ou produção rural" (Nova redação - Ajuste SINIEF nº 005, de 2005). Devolução de compra para comercialização Classificam-se neste código as devoluções de mercadorias adquiridas para serem comercializadas, cujas entradas tenham sido classificadas como "Compra para comercialização". Anulação de valor relativo a aquisição de serviço de comunicação Classificam-se neste código as anulações correspondentes a valores faturados indevidamente, decorrentes das aquisições de serviços de comunicação. Anulação de valor relativo a aquisição de serviço de transporte Classificam-se neste código as anulações correspondentes a valores faturados indevidamente, decorrentes das aquisições de serviços de transporte. Anulação de valor relativo à compra de energia elétrica Classificam-se neste código as anulações correspondentes a valores faturados indevidamente, decorrentes da compra de energia elétrica. 37

38 Devolução de mercadoria recebida em transferência para industrialização ou produção rural Classificam-se neste código as devoluções de mercadorias recebidas em transferência de outros estabelecimentos da mesma empresa, para serem utilizadas em processo de industrialização ou produção rural (Nova redação - Ajuste SINIEF nº 005, de 2005). Devolução de mercadoria recebida em transferência para comercialização Classificam-se neste código as devoluções de mercadorias recebidas em transferência de outro estabelecimento da mesma empresa, para serem comercializadas. Devolução de compra para utilização na prestação de serviço Classificam-se neste código as devoluções de mercadorias adquiridas para utilização na prestação de serviços, cujas entradas tenham sido classificadas, respectivamente, nos códigos 1.126, ou "Compra para utilização na prestação de serviço". Devolução de compras para industrialização sob o regime de drawback" Classificam-se neste código as devoluções de mercadorias adquiridas para serem utilizadas em processo de industrialização sob o regime de "drawback" e não utilizadas no referido processo, cujas entradas tenham sido classificadas no código "Compra para industrialização sob o regime de "drawback" VENDAS DE ENERGIA ELÉTRICA Venda de energia elétrica para distribuição ou comercialização Classificam-se neste código as vendas de energia elétrica destinada à distribuição ou comercialização. Também serão classificadas neste código as vendas de energia elétrica destinada a cooperativas para distribuição aos seus cooperados. Venda de energia elétrica para estabelecimento industrial Classificam-se neste código as vendas de energia elétrica para consumo por estabelecimento industrial. Também serão classificadas neste código as vendas de energia elétrica destinada a estabelecimento industrial de cooperativa. Venda de energia elétrica para estabelecimento comercial Classificam-se neste código as vendas de energia elétrica para consumo por estabelecimento comercial. Também serão classificadas neste código as vendas de energia elétrica destinada a estabelecimento comercial de cooperativa. 38

39 Venda de energia elétrica para estabelecimento prestador de serviço de transporte Classificam-se neste código as vendas de energia elétrica para consumo por estabelecimento de prestador de serviços de transporte. Venda de energia elétrica para estabelecimento prestador de serviço de comunicação Classificam-se neste código as vendas de energia elétrica para consumo por estabelecimento de prestador de serviços de comunicação. Venda de energia elétrica para estabelecimento de produtor rural Classificam-se neste código as vendas de energia elétrica para consumo por estabelecimento de produtor rural. Venda de energia elétrica para consumo por demanda contratada Classificam-se neste código as vendas de energia elétrica para consumo por demanda contratada, que prevalecerá sobre os demais códigos deste subgrupo. Venda de energia elétrica a não contribuinte Classificam-se neste código as vendas de energia elétrica a pessoas físicas ou a pessoas jurídicas não indicadas nos códigos anteriores PRESTAÇÕES DE SERVIÇOS DE COMUNICAÇÃO Prestação de serviço de comunicação para execução de serviço da mesma natureza Classificam-se neste código as prestações de serviços de comunicação destinados às prestações de serviços da mesma natureza. Prestação de serviço de comunicação a estabelecimento industrial Classificam-se neste código as prestações de serviços de comunicação a estabelecimento industrial. Também serão classificados neste código os serviços de comunicação prestados a estabelecimento industrial de cooperativa. Prestação de serviço de comunicação a estabelecimento comercial Classificam-se neste código as prestações de serviços de comunicação a estabelecimento comercial. Também serão classificados neste código os serviços de comunicação prestados a estabelecimento comercial de cooperativa. 39

40 Prestação de serviço de comunicação a estabelecimento de prestador de serviço de transporte Classificam-se neste código as prestações de serviços de comunicação a estabelecimento prestador de serviço de transporte. Prestação de serviço de comunicação a estabelecimento de geradora ou de distribuidora de energia elétrica Classificam-se neste código as prestações de serviços de comunicação a estabelecimento de geradora ou de distribuidora de energia elétrica. Prestação de serviço de comunicação a estabelecimento de produtor rural Classificam-se neste código as prestações de serviços de comunicação a estabelecimento de produtor rural. Prestação de serviço de comunicação a não contribuinte Classificam-se neste código as prestações de serviços de comunicação a pessoas físicas ou a pessoas jurídicas não indicadas nos códigos anteriores PRESTAÇÕES DE SERVIÇOS DE TRANSPORTE Prestação de serviço de transporte para execução de serviço da mesma natureza Classificam-se neste código as prestações de serviços de transporte destinados às prestações de serviços da mesma natureza. Prestação de serviço de transporte a estabelecimento industrial Classificam-se neste código as prestações de serviços de transporte a estabelecimento industrial. Também serão classificados neste código os serviços de transporte prestados a estabelecimento industrial de cooperativa. Prestação de serviço de transporte a estabelecimento comercial Classificam-se neste código as prestações de serviços de transporte a estabelecimento comercial. Também serão classificados neste código os serviços de transporte prestados a estabelecimento comercial de cooperativa. Prestação de serviço de transporte a estabelecimento de prestador de serviço de comunicação Classificam-se neste código as prestações de serviços de transporte a estabelecimento prestador de serviços de comunicação. 40

41 Prestação de serviço de transporte a estabelecimento de geradora ou de distribuidora de energia elétrica Classificam-se neste código as prestações de serviços de transporte a estabelecimento de geradora ou de distribuidora de energia elétrica. Prestação de serviço de transporte a estabelecimento de produtor rural Classificam-se neste código as prestações de serviços de transporte a estabelecimento de produtor rural. Prestação de serviço de transporte a não contribuinte Classificam-se neste código as prestações de serviços de transporte a pessoas físicas ou a pessoas jurídicas não indicadas nos códigos anteriores Prestação de serviço de transporte Classificam-se neste código as prestações de serviços de transporte destinado a estabelecimento no exterior Prestação de serviço de transporte a contribuinte ou a não contribuinte quando a mercadoria transportada está dispensada de emissão de nota fiscal Classificam-se neste código as prestações de serviços de transporte a contribuintes ou a não contribuintes, exclusivamente quando não existe a obrigação legal de emissão de nota fiscal para a mercadoria transportada. Código acrescentado pelo Ajuste SINIEF nº 3/2004, DOU de 08/04/2004, com efeitos a partir de 1º/01/2005. Prestação de serviço de transporte a contribuinte substituto em relação ao serviço de transporte. Classificam-se nesse código as prestações de serviços de transporte a contribuinte ao qual tenha sido atribuída a condição de substituto tributário do imposto sobre prestação de serviços. SAÍDAS DE MERCADORIAS SUJEITAS AO REGIME DE SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA Venda de produção do estabelecimento em operação com produto sujeito ao regime de substituição tributária, na condição de contribuinte substituto Classificam-se neste código as vendas de produtos industrializados ou produzidos pelo próprio estabelecimento em operações com produtos sujeitos ao regime de substituição tributária, na condição de contribuinte substituto. Também serão classificadas neste 41

42 código as vendas de produtos industrializados por estabelecimento industrial ou produtor rural de cooperativa sujeita ao regime de substituição tributária, na condição de contribuinte substituto (Nova redação - Ajuste SINIEF nº 005, de 2005) Venda de produção do estabelecimento de produto sujeito ao regime de substituição tributária, em operação entre contribuintes substitutos do mesmo produto Classificam-se neste código as vendas de produtos sujeitos ao regime de substituição tributária industrializados no estabelecimento, em operações entre contribuintes substitutos do mesmo produto. Venda de mercadoria adquirida ou recebida de terceiros em operação com mercadoria sujeita ao regime de substituição tributária, na condição de contribuinte substituto Classificam-se neste código as vendas de mercadorias adquiridas ou recebidas de terceiros, na condição de contribuinte substituto, em operação com mercadorias sujeitas ao regime de substituição tributária. Venda de mercadoria sujeita ao regime de substituição tributária, cujo imposto já tenha sido retido anteriormente Classificam-se neste código as vendas de mercadorias sujeitas ao regime de substituição tributária, na condição de substituto tributário, exclusivamente nas hipóteses em que o imposto já tenha sido retido anteriormente. Venda de mercadoria adquirida ou recebida de terceiros em operação com mercadoria sujeita ao regime de substituição tributária, na condição de contribuinte substituído Classificam-se neste código as vendas de mercadorias adquiridas ou recebidas de terceiros em operação com mercadorias sujeitas ao regime de substituição tributária, na condição de contribuinte substituído. Transferência de produção do estabelecimento em operação com produto sujeito ao regime de substituição tributária Classificam-se neste código os produtos industrializados ou produzidos no próprio estabelecimento em transferência para outro estabelecimento da mesma empresa de produtos sujeitos ao regime de substituição tributária. Transferência de mercadoria adquirida ou recebida de terceiros em operação com mercadoria sujeita ao regime de substituição tributária Classificam-se neste código as transferências para outro 42

43 estabelecimento da mesma empresa, de mercadorias adquiridas ou recebidas de terceiros que não tenham sido objeto de qualquer processo industrial no estabelecimento, em operações com mercadorias sujeitas ao regime de substituição tributária Devolução de compra para industrialização ou produção rural em operação com mercadoria sujeita ao regime de substituição tributária Classificam-se neste código as devoluções de mercadorias adquiridas para serem utilizadas em processo de industrialização ou produção rural cujas entradas tenham sido classificadas como "Compra para industrialização ou produção rural em operação com mercadoria sujeita ao regime de substituição tributária". Devolução de compra para comercialização em operação com mercadoria sujeita ao regime de substituição tributária Classificam-se neste código as devoluções de mercadorias adquiridas para serem comercializadas, cujas entradas tenham sido classificadas como "Compra para comercialização em operação com mercadoria sujeita ao regime de substituição tributária". Devolução de bem do ativo imobilizado, em operação com mercadoria sujeita ao regime de substituição tributária Classificam-se neste código as devoluções de bens adquiridos para integrar o ativo imobilizado do estabelecimento, cuja entrada tenha sido classificada, respectivamente, nos códigos ou "Compra de bem para o ativo imobilizado cuja mercadoria está sujeita ao regime de substituição tributária". Devolução de mercadoria destinada ao uso ou consumo, em operação com mercadoria sujeita ao regime de substituição tributária Classificam-se neste código as devoluções de mercadorias adquiridas para uso ou consumo do estabelecimento, cuja entrada tenha sido classificada, respectivamente, nos códigos ou "Compra de mercadoria para uso ou consumo cuja mercadoria está sujeita ao regime de substituição tributária". Remessa de produção do estabelecimento para venda fora do estabelecimento em operação com produto sujeito ao regime de substituição tributária Classificam-se neste código as remessas de produtos industrializados ou produzidos pelo próprio estabelecimento para serem vendidos fora do estabelecimento, inclusive por meio de veículos, em operações com produtos sujeitos ao regime de substituição tributária. 43

44 Remessa de mercadoria adquirida ou recebida de terceiros para venda fora do estabelecimento, em operação com mercadoria sujeita ao regime de substituição tributária Classificam-se neste código as remessas de mercadorias adquiridas ou recebidas de terceiros para serem vendidas fora do estabelecimento, inclusive por meio de veículos, em operações com mercadorias sujeitas ao regime de substituição tributária SISTEMAS DE INTEGRAÇÃO Remessa de animal e de insumo para estabelecimento produtor Classificam-se neste código as saídas referentes à remessa de animais e de insumos para criação de animais no sistema integrado, tais como: pintos, leitões, rações e medicamentos. REMESSAS PARA FORMAÇÃO DE LOTE E COM FIM ESPECÍFICO DE EXPORTAÇÃO E EVENTUAIS DEVOLUÇÕES Remessa de produção do estabelecimento, com fim específico de exportação Classificam-se neste código as saídas de produtos industrializados ou produzidos pelo próprio estabelecimento, remetidos com fim específico de exportação a "trading company", empresa comercial exportadora ou outro estabelecimento do remetente. Remessa de mercadoria adquirida ou recebida de terceiros, com fim específico de exportação Classificam-se neste código as saídas de mercadorias adquiridas ou recebidas de terceiros, remetidas com fim específico de exportação a "trading company", empresa comercial exportadora ou outro estabelecimento do remetente. Devolução de mercadoria recebida com fim específico de exportação Classificam-se neste código as devoluções efetuadas por "trading company", empresa comercial exportadora ou outro estabelecimento do destinatário, de mercadorias recebidas com fim específico de exportação, cujas entradas tenham sido classificadas, respectivamente, nos códigos ou "Entrada de mercadoria recebida com fim específico de exportação". Remessa de mercadorias para formação de lote de exportação, de produtos industrializados ou produzidos pelo próprio estabelecimento Classificam-se neste código as remessas de mercadorias para formação de lote de exportação, de produtos industrializados ou 44

45 produzidos pelo próprio estabelecimento Remessa de mercadorias, adquiridas ou recebidas de terceiros, para formação de lote de exportação Classificam-se neste código as remessas de mercadorias, adquiridas ou recebidas de terceiros, para formação de lote de exportação EXPORTAÇÃO DE MERCADORIAS RECEBIDAS COM FIM ESPECÍFICO DE EXPORTAÇÃO Exportação de mercadorias recebidas com fim específico de exportação Classificam-se neste código as exportações das mercadorias recebidas anteriormente com finalidade específica de exportação, cujas entradas tenham sido classificadas, respectivamente, nos códigos ou Entrada de mercadoria recebida com fim específico de exportação". OPERAÇÕES COM BENS DE ATIVO IMOBILIZADO E MATERIAIS PARA USO OU CONSUMO Venda de bem do ativo imobilizado Classificam-se neste código as vendas de bens integrantes do ativo imobilizado do estabelecimento. Transferência de bem do ativo imobilizado Classificam-se neste código os bens do ativo imobilizado transferidos para outro estabelecimento da mesma empresa. Devolução de compra de bem para o ativo imobilizado Classificam-se neste código as devoluções de bens adquiridos para integrar o ativo imobilizado do estabelecimento, cuja entrada foi classificada, respectivamente, nos códigos 1.551, ou "Compra de bem para o ativo imobilizado". Remessa de bem do ativo imobilizado para uso fora do estabelecimento Classificam-se neste código as remessas de bens do ativo imobilizado para uso fora do estabelecimento. Devolução de bem do ativo imobilizado de terceiro, recebido para uso no estabelecimento Classificam-se neste código as saídas em devolução, de bens do ativo imobilizado de terceiros, recebidos para uso no estabelecimento, cuja entrada tenha sido classificada, respectivamente, nos códigos ou "Entrada de bem do ativo imobilizado de terceiro, remetido para uso no 45

46 estabelecimento" Devolução de compra de material de uso ou consumo Classificam-se neste código as devoluções de mercadorias destinadas ao uso ou consumo do estabelecimento, cuja entrada tenha sido classificada, respectivamente, nos códigos 1.556, ou "Compra de material para uso ou consumo". Transferência de material de uso ou consumo Classificam-se neste código os materiais para uso ou consumo transferidos para outro estabelecimento da mesma empresa CRÉDITOS E RESSARCIMENTOS DE ICMS Transferência de crédito de ICMS acumulado Classificam-se neste código os lançamentos destinados ao registro da transferência de créditos de ICMS para outras empresas. Transferência de saldo credor de ICMS para outro estabelecimento da mesma empresa, destinado à compensação de saldo devedor de ICMS Classificam-se neste código os lançamentos destinados ao registro da transferência de saldos credores de ICMS para outros estabelecimentos da mesma empresa, destinados à compensação do saldo devedor do estabelecimento, inclusive no caso de apuração centralizada do imposto. Ressarcimento de ICMS retido por substituição tributária Classificam-se neste código os lançamentos destinados ao registro de ressarcimento de ICMS retido por substituição tributária a contribuinte substituído, efetuado pelo contribuinte substituto, nas hipóteses previstas na legislação aplicável. Transferência de saldo devedor de ICMS de outro estabelecimento da mesma empresa Classificam-se neste código os lançamentos destinados ao registro da transferência de saldo devedor de ICMS para outro estabelecimento da mesma empresa, para efetivação da apuração centralizada do imposto. Código acrescentado pelo Ajuste SINIEF nº 3/2004, DOU de 08/04/2004, com efeitos a partir de 1º/01/ Utilização de saldo credor de ICMS para extinção por compensação de débitos fiscais Classificam-se nesse código os lançamentos destinados ao registro de utilização de saldo credor de ICMS em conta gráfica para extinção por compensação de débitos fiscais desvinculados de 46

47 conta gráfica. Código acrescentado pelo Ajuste SINIEF n 2, de 2005, com efeitos a partir de 1 /01/ SAÍDAS DE COMBUSTÍVEIS, DERIVADOS OU NÃO DE PETRÓLEO E LUBRIFICANTES Venda de combustível ou lubrificante de produção do estabelecimento destinado à industrialização subseqüente Classificam-se neste código as vendas de combustíveis ou lubrificantes industrializados no estabelecimento destinados à industrialização do próprio produto, inclusive aquelas decorrentes de encomenda para entrega futura, cujo faturamento tenha sido classificado nos códigos ou Lançamento efetuado a título de simples faturamento decorrente de venda para entrega futura. Código acrescentado pelo Ajuste SINIEF nº 9/2003, DOU de 16/10/2003, com efeitos a partir de 1º/01/2004. Venda de combustível ou lubrificante de produção do estabelecimento Classificam-se neste código as vendas de combustíveis ou lubrificantes industrializados no estabelecimento destinados ao exterior. Código acrescentado pelo Ajuste SINIEF nº 9/2003, DOU de 16/10/2003, com efeitos a partir de 1º/01/2004. Venda de combustível ou lubrificante de produção do estabelecimento destinado à comercialização Classificam-se neste código as vendas de combustíveis ou lubrificantes industrializados no estabelecimento destinados à comercialização, inclusive aquelas decorrentes de encomenda para entrega futura, cujo faturamento tenha sido classificado nos códigos ou Lançamento efetuado a título de simples faturamento decorrente de venda para entrega futura. Código acrescentado pelo Ajuste SINIEF nº 9/2003, DOU de 16/10/2003, com efeitos a partir de 1º/01/2004. Venda de combustível ou lubrificante de produção do estabelecimento destinado a consumidor ou usuário final Classificam-se neste código as vendas de combustíveis ou lubrificantes industrializados no estabelecimento destinados a consumo em processo de industrialização de outros produtos, à prestação de serviços ou a usuário final, inclusive aquelas decorrentes de encomenda para entrega futura, cujo faturamento tenha sido classificado nos códigos ou Lançamento efetuado a título de simples faturamento decorrente de venda para entrega futura. Código acrescentado pelo Ajuste SINIEF nº 9/2003, DOU de 16/10/2003, com efeitos a partir de 1º/01/ Venda de combustível ou lubrificante adquirido ou recebido de 47

48 terceiros destinado à industrialização subseqüente Classificam-se neste código as vendas de combustíveis ou lubrificantes adquiridos ou recebidos de terceiros destinados à industrialização do próprio produto, inclusive aquelas decorrentes de encomenda para entrega futura, cujo faturamento tenha sido classificado no código Lançamento efetuado a título de simples faturamento decorrente de venda para entrega futura. Código acrescentado pelo Ajuste SINIEF nº 9/2003, DOU de 16/10/2003, com efeitos a partir de 1º/01/ Venda de combustível ou lubrificante adquirido ou recebido de terceiros destinado à comercialização Classificam-se neste código as vendas de combustíveis ou lubrificantes adquiridos ou recebidos de terceiros destinados à comercialização, inclusive aquelas decorrentes de encomenda para entrega futura, cujo faturamento tenha sido classificado no código Lançamento efetuado a título de simples faturamento decorrente de venda para entrega futura. Código acrescentado pelo Ajuste SINIEF nº 9/2003, DOU de 16/10/2003, com efeitos a partir de 1º/01/2004. Venda de combustível ou lubrificante adquirido ou recebido de terceiros destinado a consumidor ou usuário final Classificam-se neste código as vendas de combustíveis ou lubrificantes adquiridos ou recebidos de terceiros destinados a consumo em processo de industrialização de outros produtos, à prestação de serviços ou a usuário final, inclusive aquelas decorrentes de encomenda para entrega futura, cujo faturamento tenha sido classificado no código ou Lançamento efetuado a título de simples faturamento decorrente de venda para entrega futura. Código acrescentado pelo Ajuste SINIEF nº 9/2003, DOU de 16/10/2003, com efeitos a partir de 1º/01/2004. Remessa de combustível ou lubrificante adquirido ou recebido de terceiros para venda fora do estabelecimento Classificam-se neste código as remessas de combustíveis ou lubrificante, adquiridos ou recebidos de terceiros para serem vendidos fora do estabelecimento, inclusive por meio de veículos. Código acrescentado pelo Ajuste SINIEF nº 9/2003, DOU de 16/10/2003, com efeitos a partir de 1º/01/

49 Transferência de combustível ou lubrificante de produção do estabelecimento Classificam-se neste código as transferências de combustíveis ou lubrificantes, industrializados no estabelecimento, para outro estabelecimento da mesma empresa. Código acrescentado pelo Ajuste SINIEF nº 9/2003, DOU de 16/10/2003, com efeitos a partir de 1º/01/2004. Transferência de combustível ou lubrificante adquirido ou recebido de terceiro Classificam-se neste código as transferências de combustíveis ou lubrificantes, adquiridos ou recebidos de terceiros, para outro estabelecimento da mesma empresa. Código acrescentado pelo Ajuste SINIEF nº 9/2003, DOU de 16/10/2003, com efeitos a partir de 1º/01/2004. Devolução de compra de combustível ou lubrificante adquirido para industrialização subseqüente Classificam-se neste código as devoluções de compras de combustíveis ou lubrificantes adquiridos para industrialização do próprio produto, cujas entradas tenham sido classificadas como Compra de combustível ou lubrificante para industrialização subseqüente. Código acrescentado pelo Ajuste SINIEF nº 9/2003, DOU de 16/10/2003, com efeitos a partir de 1º/01/2004. Devolução de compra de combustível ou lubrificante adquirido para comercialização Classificam-se neste código as devoluções de compras de combustíveis ou lubrificantes adquiridos para comercialização, cujas entradas tenham sido classificadas como Compra de combustível ou lubrificante para comercialização. Código acrescentado pelo Ajuste SINIEF nº 9/2003, DOU de 16/10/2003, com efeitos a partir de 1º/01/2004. Devolução de compra de combustível ou lubrificante adquirido por consumidor ou usuário final Classificam-se neste código as devoluções de compras de combustíveis ou lubrificantes adquiridos para consumo em processo de industrialização de outros produtos, na prestação de serviços ou por usuário final, cujas entradas tenham sido classificadas como Compra de combustível ou lubrificante por consumidor ou usuário final. Código acrescentado pelo Ajuste SINIEF nº 9/2003, DOU de 16/10/2003, com efeitos a partir de 1º/01/2004. Remessa para armazenagem de combustível ou lubrificante Classificam-se neste código as remessas para armazenagem de 49

50 combustíveis ou lubrificantes. Código acrescentado pelo Ajuste SINIEF nº 9/2003, DOU de 16/10/2003, com efeitos a partir de 1º/01/ Retorno de combustível ou lubrificante recebido para armazenagem Classificam-se neste código as remessas em devolução de combustíveis ou lubrificantes, recebidos para armazenagem. Código acrescentado pelo Ajuste SINIEF nº 9/2003, DOU de 16/10/2003, com efeitos a partir de 1º/01/2004. Retorno simbólico de combustível ou lubrificante recebido para armazenagem Classificam-se neste código os retornos simbólicos de combustíveis ou lubrificantes recebidos para armazenagem, quando as mercadorias armazenadas tenham sido objeto de saída a qualquer título e não devam retornar ao estabelecimento depositante. Código acrescentado pelo Ajuste SINIEF nº 9/2003, DOU de 16/10/2003, com efeitos a partir de 1º/01/2004. Remessa por conta e ordem de terceiros de combustível ou lubrificante recebido para armazenagem Classificam-se neste código as saídas por conta e ordem de terceiros, de combustíveis ou lubrificantes, recebidos anteriormente para armazenagem. Código acrescentado pelo Ajuste SINIEF nº 9/2003, DOU de 16/10/2003, com efeitos a partir de 1º/01/2004. Venda de combustível ou lubrificante a consumidor ou usuário final estabelecido em outra unidade da Federação. Classificam-se neste código as vendas de combustíveis ou lubrificantes a consumidor ou a usuário final estabelecido em outra unidade de Federação, cujo abastecimento tenha sido efetuado na unidade da Federação do remetente. Venda de combustível ou lubrificantes a consumidor ou usuário final estabelecido em outra unidade da Federação diferente da que ocorrer o consumo. Classificam-se neste código as vendas de combustíveis ou lubrificantes a consumidor ou a usuário final, cujo abastecimento tenho sido efetuado em unidade da Federação diferente do remetente e do destinatário Venda de combustível ou lubrificante a consumidor ou usuário final. Classificam-se neste código as vendas de e combustíveis ou lubrificantes a consumidor ou a usuário final, cuja operação tenha sido equiparada a uma exportação. 50

51 OUTRAS SAÍDAS DE MERCADORIAS OU PRESTAÇÕES DE SERVIÇOS Remessa para industrialização por encomenda Classificam-se neste código as remessas de insumos remetidos para industrialização por encomenda, a ser realizada em outra empresa ou em outro estabelecimento da mesma empresa. Retorno de mercadoria utilizada na industrialização por encomenda Classificam-se neste código as remessas, pelo estabelecimento industrializador, dos insumos recebidos para industrialização e incorporados ao produto final, por encomenda de outra empresa ou de outro estabelecimento da mesma empresa. O valor dos insumos nesta operação deverá ser igual ao valor dos insumos recebidos para industrialização. Retorno de mercadoria recebida para industrialização e não aplicada no referido processo Classificam-se neste código as remessas em devolução de insumos recebidos para industrialização e não aplicados no referido processo. Remessa para venda fora do estabelecimento Classificam-se neste código as remessas de mercadorias para venda fora do estabelecimento, inclusive por meio de veículos. Remessa para depósito fechado ou armazém geral Classificam-se neste código as remessas de mercadorias para depósito em depósito fechado ou armazém geral. Retorno de mercadoria depositada em depósito fechado ou armazém geral Classificam-se neste código os retornos de mercadorias depositadas em depósito fechado ou armazém geral ao estabelecimento depositante. Retorno simbólico de mercadoria depositada em depósito fechado ou armazém geral Classificam-se neste código os retornos simbólicos de mercadorias recebidas para depósito em depósito fechado ou armazém geral, quando as mercadorias depositadas tenham sido objeto de saída a qualquer título e que não devam retornar ao estabelecimento depositante. Remessa de bem por conta de contrato de comodato Classificam-se neste código as remessas de bens para o 51

52 cumprimento de contrato de comodato Retorno de bem recebido por conta de contrato de comodato Classificam-se neste código as remessas de bens em devolução após cumprido o contrato de comodato. Remessa em bonificação, doação ou brinde Classificam-se neste código as remessas de mercadorias a título de bonificação, doação ou brinde. Remessa de amostra grátis Classificam-se neste código as remessas de mercadorias a título de amostra grátis. Remessa de mercadoria ou bem para demonstração Classificam-se neste código as remessas de mercadorias ou bens para demonstração. Retorno em 60 dias caso haja suspensão do ICMS conforme artigo 319 do RICMS/SP Retorno de mercadoria ou bem recebido para demonstração Classificam-se neste código as remessas em devolução de mercadorias ou bens recebidos para demonstração. Remessa de mercadoria ou bem para exposição ou feira Classificam-se neste código as remessas de mercadorias ou bens para exposição ou feira. Remessa de mercadoria ou bem para conserto ou reparo Classificam-se neste código as remessas de mercadorias ou bens para conserto ou reparo. Retorno de mercadoria ou bem recebido para conserto ou reparo Classificam-se neste código as remessas em devolução de mercadorias ou bens recebidos para conserto ou reparo. Remessa de mercadoria em consignação mercantil ou industrial Classificam-se neste código as remessas de mercadorias a título de consignação mercantil ou industrial. Devolução de mercadoria recebida em consignação mercantil ou industrial Classificam-se neste código as devoluções de mercadorias recebidas anteriormente a título de consignação mercantil ou industrial. 52

53 Devolução simbólica de mercadoria vendida ou utilizada em processo industrial, recebida anteriormente em consignação mercantil ou industrial Classificam-se neste código as devoluções simbólicas de mercadorias vendidas ou utilizadas em processo industrial, que tenham sido recebidas anteriormente a título de consignação mercantil ou industrial. Remessa de vasilhame ou sacaria Classificam-se neste código as remessas de vasilhame ou sacaria. Devolução de vasilhame ou sacaria Classificam-se neste código as saídas por devolução de vasilhame ou sacaria. Lançamento efetuado a título de simples faturamento decorrente de venda para entrega futura Classificam-se neste código os registros efetuados a título de simples faturamento decorrente de venda para entrega futura. Remessa de mercadoria por conta e ordem de terceiros, em venda à ordem Classificam-se neste código as entradas simbólicas de mercadorias recebidas para depósito em depósito fechado ou armazém geral, cuja remessa tenha sido classificada pelo remetente, respectivamente, nos códigos ou Remessa simbólica de mercadoria depositada em armazém geral ou depósito fechado Remessa para industrialização por conta e ordem do adquirente da mercadoria, quando esta não transitar pelo estabelecimento do adquirente Classificam-se neste código as saídas de insumos com destino a estabelecimento industrializador, para serem industrializados por conta e ordem do adquirente, nas hipóteses em que os insumos não tenham transitado pelo estabelecimento do adquirente dos mesmos. Retorno de mercadoria recebida para industrialização por conta e ordem do adquirente da mercadoria, quando aquela não transitar pelo estabelecimento do adquirente Classificam-se neste código as remessas, pelo estabelecimento industrializador, dos insumos recebidos, por conta e ordem do adquirente, para industrialização e incorporados ao produto final, nas hipóteses em que os insumos não tenham transitado pelo estabelecimento do adquirente. O valor dos insumos nesta operação deverá ser igual ao valor dos insumos recebidos para 53

54 industrialização Lançamento efetuado a título de reclassificação de mercadoria decorrente de formação de kit ou de sua desagregação Classificam-se neste código os registros efetuados a título de reclassificação decorrente de formação de kit de mercadorias ou de sua desagregação. Lançamento efetuado a título de baixa de estoque decorrente de perda, roubo ou deterioração Classificam-se neste código os registros efetuados a título de baixa de estoque decorrente de perda, roubo ou deterioração das mercadorias. Nota: O Comunicado CAT nº 047, de 2003 DOE-SP de 15/07/2003, esclarece sobre a não-aplicação do CFOP no Estado de São Paulo, sobre os procedimentos a serem adotados na informação relativa aos casos de perda, roubo ou deterioração de mercadoria. Lançamento efetuado a título de baixa de estoque decorrente do encerramento da atividade da empresa Classificam-se neste código os registros efetuados a título de baixa de estoque decorrente do encerramento das atividades da empresa. Lançamento efetuado em decorrência de emissão de documento fiscal relativo a operação ou prestação também registrada em equipamento Emissor de Cupom Fiscal ECF Classificam-se neste código os registros relativos aos documentos fiscais emitidos em operações ou prestações que também tenham sido registradas em equipamento Emissor de Cupom Fiscal ECF Lançamento efetuado a título de devolução de bem cuja entrada tenha ocorrido sob amparo de regime especial aduaneiro de admissão temporária Classificam-se neste código os lançamentos efetuados a título de saída em devolução de bens cuja entrada tenha ocorrido sob amparo de regime especial aduaneiro de admissão temporária Lançamento efetuado em decorrência da responsabilidade de retenção do imposto por substituição tributária, atribuída ao remetente ou alienante da mercadoria, pelo serviço de transporte realizado por transportador autônomo ou por transportador não inscrito na Unidade da Federação onde iniciado o serviço Classificam-se neste código exclusivamente os lançamentos efetuados pelo remetente ou alienante da mercadoria quando lhe for atribuída a responsabilidade pelo recolhimento do imposto 54

55 devido pelo serviço de transporte realizado por transportador autônomo ou por transportador não inscrito na Unidade da Federação onde iniciado o serviço Prestação de serviço de transporte iniciada em unidade da Federação diversa daquela onde inscrito o prestador Classificam-se neste código as prestações de serviço de transporte que tenham sido iniciadas em Unidade da Federação diversa daquela onde o prestador está inscrito como contribuinte. Prestação de serviço tributado pelo ISSQN Classificam-se neste código as prestações de serviços, de competência municipal, desde que informados em Nota Fiscal modelo 1 ou 1-A. (Nova redação Ajuste SINIEF nº 06, de 2005). Outra saída de mercadoria ou prestação de serviço não especificado Classificam-se neste código as outras saídas de mercadorias ou prestações de serviços que não tenham sido especificados nos códigos anteriores. Prestação de serviço de transporte a contribuinte substituto em relação ao serviço de transporte. Classificam-se neste código as prestações de serviços de transporte a contribuinte ao qual tenha sido atribuída a condição de substituto tributário do imposto sobre a prestaç 1.02 CST ( CODIGOS SE SITUAÇÃO TRIBUTARIA) TABELA A - ORIGEM DA MERCADORIA (SIMPLES NACIONAL E RPA - REGIME PERIODICO DE APURAÇÃO) 0 - Nacional 1 - Estrangeira - Importação direta 2 - Estrangeira - Adquirida no mercado interno TABELA B - TRIBUTAÇÃO PELO ICMS CST (CÓDIGO DE SITUAÇÃO TRIBUTÁRIA PARA RPA REGIME PERIÓDICO DE APURAÇÃO) 00 - Tributada integralmente 10 - Tributada e com cobrança do ICMS por substituição tributária 55

56 20 - Com redução de base de cálculo 30 - Isenta ou não tributada e com cobrança do ICMS por substituição tributária 40 - Isenta 41 - Não tributada 50 - Suspensão 51 - Diferimento 60 - ICMS cobrado anteriormente por substituição tributária 70 - Com redução de base de cálculo e cobrança do ICMS por substituição tributária 90 - Outras CÓDIGO DA SITUAÇÃO TRIBUTÁRIA REFERENTE AO IPI (Tabela I da Instrução Normativa nº 932/2009) Código Descrição 00 - Entrada com recuperação de crédito 01 - Entrada tributada com alíquota zero 02 - Entrada isenta 03 - Entrada não-tributada 04 - Entrada imune 05 - Entrada com suspensão 49 - Outras entradas 50 - Saída tributada 51 - Saída tributada com alíquota zero 52 - Saída isenta 53 - Saída não-tributada 54 - Saída imune 55 - Saída com suspensão 99 - Outras Saídas CÓDIGO DA SITUAÇÃO TRIBUTÁRIA REFERENTE AO PIS/PASEP CST-PIS (Tabela II da Instrução Normativa nº 932/2009) Código Descrição 01 - Operação Tributável (base de cálculo = valor da operação alíquota normal (cumulativo/não cumulativo) 02 - Operação Tributável (base de cálculo = valor da operação (alíquota diferenciada) 03 - Operação Tributável (base de cálculo = quantidade vendida x alíquota por unidade de produto) 04 - Operação Tributável (tributação monofásica (alíquota zero) 06 - Operação Tributável (alíquota zero) 07 - Operação Isenta da Contribuição. 56

57 08 - Operação Sem Incidência da Contribuição 09 - Operação com Suspensão da Contribuição. 49 Outras Operações de Saída Operação com Direito a Crédito Vinculada Exclusivamente a Receita Tributada 50 no Mercado Interno Operação com Direito a Crédito Vinculada Exclusivamente a Receita Não 51 Tributada no Mercado Interno Operação com Direito a Crédito Vinculada Exclusivamente a Receita de 52 Exportação Operação com Direito a Crédito Vinculada a Receitas Tributadas e Não 53 Tributadas no Mercado Interno Operação com Direito a Crédito Vinculada a Receitas Tributadas no Mercado 54 Interno e de Exportação Operação com Direito a Crédito Vinculada a Receitas Não Tributadas no 55 Mercado Interno e de Exportação Operação com Direito a Crédito Vinculada a Receitas Tributadas e Não 56 Tributadas no Mercado Interno e de Exportação Crédito Presumido Operação de Aquisição Vinculada Exclusivamente a Receita 60 Tributada no Mercado Interno Crédito Presumido Operação de Aquisição Vinculada Exclusivamente a Receita 61 Não Tributada no Mercado Interno Crédito Presumido Operação de Aquisição Vinculada Exclusivamente a Receita 62 de Exportação Crédito Presumido Operação de Aquisição Vinculada a Receitas Tributadas e 63 Não Tributadas no Mercado Interno Crédito Presumido Operação de Aquisição Vinculada a Receitas Tributadas no 64 Mercado Interno e de Exportação Crédito Presumido Operação de Aquisição Vinculada a Receitas Não Tributadas 65 no Mercado Interno e de Exportação Crédito Presumido Operação de Aquisição Vinculada a Receitas Tributadas e 66 Não Tributadas no Mercado Interno e de Exportação 67 Crédito Presumido Outras Operações 70 Operação de Aquisição sem Direito a Crédito 71 Operação de Aquisição com Isenção 72 Operação de Aquisição com Suspensão 73 Operação de Aquisição a Alíquota Zero 74 Operação de Aquisição sem Incidência da Contribuição 75 Operação de Aquisição por Substituição Tributária 98 Outras Operações de Entrada 99 Outras Operações CÓDIGO DA SITUAÇÃO TRIBUTÁRIA REFERENTE À COFINS CST-COFINS (Tabela III da Instrução Normativa nº 932/2009) Código Descrição 01 - Operação Tributável (base de cálculo = valor da operação (alíquota normal (cumulativo/não cumulativo) 02 - Operação Tributável (base de cálculo = valor da operação (alíquota diferenciada) 57

58 03 - Operação Tributável (base de cálculo = quantidade vendida (alíquota por unidade de produto) 04 - Operação Tributável (tributação monofásica (alíquota zero) 06 - Operação Tributável (alíquota zero) 07 - Operação Isenta da Contribuição Operação Sem Incidência da Contribuição Operação com Suspensão da Contribuição. 49 Outras Operações de Saída Operação com Direito a Crédito Vinculada Exclusivamente a Receita 50 Tributada no Mercado Interno Operação com Direito a Crédito Vinculada Exclusivamente a Receita Não 51 Tributada no Mercado Interno Operação com Direito a Crédito Vinculada Exclusivamente a Receita de 52 Exportação Operação com Direito a Crédito Vinculada a Receitas Tributadas e Não 53 Tributadas no Mercado Interno Operação com Direito a Crédito Vinculada a Receitas Tributadas no 54 Mercado Interno e de Exportação Operação com Direito a Crédito Vinculada a Receitas Não Tributadas no 55 Mercado Interno e de Exportação Operação com Direito a Crédito Vinculada a Receitas Tributadas e Não 56 Tributadas no Mercado Interno e de Exportação Crédito Presumido Operação de Aquisição Vinculada Exclusivamente a 60 Receita Tributada no Mercado Interno Crédito Presumido Operação de Aquisição Vinculada Exclusivamente a 61 Receita Não Tributada no Mercado Interno Crédito Presumido Operação de Aquisição Vinculada Exclusivamente a 62 Receita de Exportação Crédito Presumido Operação de Aquisição Vinculada a Receitas Tributadas 63 e Não Tributadas no Mercado Interno Crédito Presumido Operação de Aquisição Vinculada a Receitas Tributadas 64 no Mercado Interno e de Exportação Crédito Presumido Operação de Aquisição Vinculada a Receitas Não 65 Tributadas no Mercado Interno e de Exportação Crédito Presumido Operação de Aquisição Vinculada a Receitas Tributadas 66 e Não Tributadas no Mercado Interno e de Exportação 67 Crédito Presumido Outras Operações 70 Operação de Aquisição sem Direito a Crédito 71 Operação de Aquisição com Isenção 72 Operação de Aquisição com Suspensão 73 Operação de Aquisição a Alíquota Zero 74 Operação de Aquisição sem Incidência da Contribuição 75 Operação de Aquisição por Substituição Tributária 98 Outras Operações de Entrada 99 Outras Operações 58

59 1.03 APLICAÇÃO DE ALIQUOTAS INTERESTADUAIS 1.04 AIDF ELETRÔNICA A Portaria CAT nº. 23/2005 disciplinou que a Autorização para Impressão de Documentos Fiscais fosse solicitada eletronicamente desde 31/03/2005. A AIDF ELETRÔNICA será solicitada pelo CONTADOR à Secretaria da Fazenda por meio do Posto Fiscal Eletrônico (www.pfe.fazenda.sp.gov.br) que ficará aguardando uma resposta do FISCO para autorização, assim sendo alertamos para que a solicitação de impressos fiscais seja feita com antecedência, pois existe um prazo de no mínimo 15 (quinze) dias contados da data da solicitação para a apreciação do requerimento junto ao Chefe do Posto Fiscal. 59

60 Haverá restrições pelo Chefe do Posto Fiscal para autorizar a confecção de notas fiscais tais como: quantidade de impressos, situação irregular sobre informações fornecidas ao Posto Fiscal, débitos junto ao Estado, etc. Obs. Este documento somente é para os contribuintes que ainda não estão obrigados a emissão da NFe 1.05 GNRE A Guia Nacional de Recolhimento de Tributos Estaduais - GNRE tem sido um documento de uso habitual por todos os contribuintes que realizam operações de vendas interestaduais sujeitas à substituição tributária. Neste site você encontrará: informações de como gerar suas guias; respostas para as dúvidas mais comuns; consultas às tabelas de receita, detalhamento das receitas e produto; além de outras informações e recursos para facilitar a emissão de suas guias INFORMAÇÕES IMPORTANTES SOBRE O ECF O Decreto número /98 obrigou todas as empresas que efetuem vendas; para não Contribuintes (Consumidor) à utilizarem equipamento Emissor de Cupom Fiscal. Conforme inclusão na legislação posteriores ao Decreto, o governo do estado de São Paulo possibilitou ao Contribuinte optar pela emissão de notas fiscais modelo 1 ou 1-A pelo sistema eletrônico de processamento de dados, dispensando assim a obrigatoriedade de se ter o ECF. OBS: - ECF não é obrigatório para ME que não ultrapasse o valor de R$ ,00 (cento e vinte mil reais) anual. IMPORTANTE: O sistema para emitir as notas fiscais por processamento de dados deve estar nos moldes da Secretaria da Fazenda, caso não estiver não será motivo de dispensa de se ter o ECF. O prazo para fazer a lacração do ECF (equipamento emissor de cupom fiscal), após a sua aquisição é de 30 dias. No caso de não ser cumprido esse prazo e surgir à fiscalização, a empresa poderá ser multada conforme exposto na lei. Lembramos que a multa é de 2% sobre o faturamento, sendo que esta nunca poderá ser menor que R$ 1.000,00, ou seja: Ex. Faturamento anual de R$ ,00 Multa de R$ 2.000,00 O equipamento que tenha lacre externo violado em hipótese não prevista deverá ser retirado de uso, somente podendo ser relacrado mediante autorização do Chefe do Posto Fiscal a que estiver vinculado o estabelecimento usuário. Os lacres deverão ser de modelo e numeração seqüencial únicos e este modelo deverá ser original homologado ou registrado na COTEPE/ICMS, para poder realizar a intervenção técnica em equipamentos em uso. O lacre deverá ser de material rígido, com fechamento e travamento em metal ou policarbonato, não permitindo sua abertura sem dano aparente. Conforme portaria Cat 36/2006 o contribuinte que tenha solicitado autorização para uso do ECF até 01/03/2006 deverá realizar intervenção técnica para fins de relacração do equipamento até 31/03/2007. O ECF não relacrado será considerado como não autorizado para fins fiscais, sujeitando os contribuintes às penalidades previstas na legislação. No momento da relacração será atualizada a 60

61 versão do Software Básico, de acordo com a relação constante na página do Posto Fiscal eletrônico na internet. ATENÇÃO: O protocolo ECF nº 04/2001, dispõe sobre o fornecimento de informações, prestados por administradoras de cartão de crédito ou de débito, nos termos do Convênio ECF 01/01, sobre as operações realizadas com estabelecimentos de contribuintes do ICMS. Conforme o referido protocolo, as administradoras de cartões de crédito e, ou de débito, à partir do mês de Novembro de 2001 passaram a informar à Secretaria da Fazenda do Estado, o valor das vendas efetuadas no mês anterior de cada pessoa jurídica que tenha se utilizado deste sistema e que seja contribuinte do ICMS. Lembramos ainda que aqueles contribuintes que efetuem vendas por meio de cartões de crédito ou débito, são obrigados a ter de forma integrada o ECF e a máquina da operadora dos cartões. Em outras palavras, o fisco estadual passou a comparar os valores declarados na GIA (guia de informação de ICMS), com os valores que as administradoras de cartões estão lhe passando. A empresa Glandata, possui programas que facilitam a vida do cliente nos controle de estoque, contas à pagar/receber e principalmente na emissão de notas fiscais, estando sempre atualizados com o mercado. Contato: (11) e Luciane Locci (Departamento Comercial) ESCLARECIMENTOS REF. CPF NO CUPOM FISCAL As empresas responsáveis pelo desenvolvimento do programa aplicativo de frente de caixa, que permite o registro do CPF do consumidor, deverão observar que essa informação não deverá ser impressa na área de mensagem promocional do Cupom Fiscal, mas em campo próprio previsto em leiaute, no início ou no fim do Cupom Fiscal e pré-formatado para o CPF, a cargo do software básico do ECF SEPARAÇÃO DOS PRODUTOS NOS ECF S Devido a falta de informações exatas referentes às vendas de alguns produtos que fazem parte do mesmo CFOP, como por exemplo, (5405) Bebidas / Cigarros / Sorvetes, (5656) Gasolina Comum, Gasolina Supra, Álcool, Biodiesel, Gás Natural / Lubrificantes estamos encontrando dificuldades para efetuarmos os lançamentos com precisão. Para evitarmos problemas futuros com fiscalizações, solicitamos que entre em contato com os técnicos da máquina de ECF para que eles separem os produtos com os mesmos CFOP s. Sabemos que é possível a separação destes valores na configuração dos produtos, para que sejam impressos na Redução Z ou na leitura X CF-e - CUPOM FISCAL ELETRÔNICO E SAT-CF-e Dando continuidade ao projeto de implementação de documentos fiscais eletrônicos, por meio do Ajuste SINIEF nº 11/2010 de , foi criado o CF-e - Cupom Fiscal Eletrônico modelo 59, bem como o Sistema de Autenticação e Transmissão de Cupom Fiscal Eletrônico - SAT-CF-e, que será utilizado para os contribuintes transmitirem as informações relativas aos cupons fiscais emitidos. O Cupom Fiscal Eletrônico (CF-e) é um documento fiscal cuja emissão e armazenamento serão efetuados exclusivamente por meio eletrônico e assinado mediante assinatura digital gerada com base em certificado digital e deverá ser emitido em substituição ao Cupom Fiscal já conhecido pelos contribuintes. O cupom será considerado emitido a partir do momento em que o SAT-CF-e gerar a assinatura digital do arquivo digital do CF-e e será considerado inidôneo, perante a legislação estadual: 61

62 a partir do momento em que o fisco não confirmar o eletronicamente o processamento; ainda que regularmente emitido for constatada fraude, dolo, simulação ou erro e isto resultar na falta de pagamento do imposto ou em outra vantagem indevida em favor do contribuinte ou de terceiro. Fica vedada a emissão de Cupom Fiscal ou de Nota Fiscal de Venda a Consumidor, modelo 2, para os contribuintes que estiver obrigados à emissão do CF-e. Para fins da emissão do CF-e, serão utilizados: I - equipamento (hardware) do SAT-CF-e, no qual já deverá estar instalado o programa (software básico) de autenticação e transmissão do CF-e; II - programa aplicativo comercial compatível com o SAT-CF-e; III - equipamento de processamento de dados cuja configuração técnica permita a utilização do programa aplicativo comercial de que trata o inciso II, bem como a comunicação deste com o SAT-CF-e; IV - equipamento de impressão por meio do qual possa ser impresso o extrato do CF-e V - meio de comunicação que permita o acesso à Internet. O equipamento (hardware) do SAT-CF-e deverá antecipadamente: I - ter seu modelo registrado pelo fabricante perante o fisco da unidade federada do contribuinte; II - ser ativado pelo contribuinte mediante acesso remoto ao ambiente de processamento de dados do fisco, desde que previamente registrado. O registro do modelo do equipamento (hardware) do SAT-CF-e perante o fisco abrangerá a versão do programa (software básico) de autenticação e transmissão do CF-e que estiver instalada naquele equipamento. O programa (software básico) de autenticação e transmissão do CF-e instalado no equipamento do SAT-CF-e será atualizável nos seguintes termos: I - o fabricante deverá, antes de disponibilizar uma nova versão do referido programa, requerer o registro dessa nova versão perante o fisco da unidade federada do contribuinte; II - cada versão do referido programa deverá ser ativada no equipamento (hardware) do SAT-CF-e, pelo fisco da unidade federada do contribuinte, a partir do momento em que for disponibilizada pelo fabricante, desde que este a tenha registrado. A obrigatoriedade de emissão do CF-e obedecerá ao cronograma da legislação estadual. O Ajuste Sinief autoriza inicialmente os Estados de Alagoas, Mato Grosso, Minas Gerais, Paraná, São Paulo e Sergipe a implementar o CF-e e as disposições serão válidas a partir de 1º de janeiro de Para os estabelecimentos o benefício será representado por: Facilidade na instalação e utilização (plug and play); Possibilidade de impressão do documento fiscal em impressora comum; Eliminação do uso de lacres e de custos decorrente do interventor técnico; Redução dos custos com a aquisição de papel e impressão; Eliminação de armazenagem do documento fiscal na empresa, uma vez que essas informações estarão na base de dados da Sefaz-SP; Simplificação de obrigações acessórias; Diminuição da concorrência desleal baseada na sonegação de impostos OBRIGATORIEDADE DO CNPJ E/OU CPF NO ECF 62

63 Conforme Portaria Cat nº 97 de 03/10/2007 ficam obrigados à indicação no Cupom Fiscal (ECF), Máquina Registradora (MR) e Terminal de Ponto de Venda (PDV) a indicação no cupom fiscal quando exigido pelo consumidor do número de Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ) ou do Cadastro de Pessoa Física (CPF). Portanto, os contribuintes que tiverem ECF deverão entrar em contato com o Programador para verificarem as necessidades de cada máquina para que possam disponibilizar o campo para preenchimento e estarem atualizadas às legislações CANCELAMENTO DE DOCUMENTOS FISCAIS NOTA FISCAL CONVENCIONAL Uma vez emitida a Nota Fiscal, ela servirá para acompanhar o trânsito das mercadorias, assim como para documentar o seu ingresso no estabelecimento destinatário, e para uma eventual fiscalização. Podem ocorrer situações que obrigam o contribuinte a cancelar a Nota Fiscal quando esta ainda não saiu da empresa. Podemos citar como exemplos: erros no preenchimento; adoção de modelo errado na emissão da nota fiscal (troca de série); rasuras ou emendas no preenchimento; e erro de impressão (impressora ao imprimir deixou falhas). A legislação determina que quando o documento fiscal for cancelado, temos que conservar no talonário ou formulário contínuo todas as vias correspondentes à nota fiscal cancelada, e terá que fazer na própria nota fiscal cancelada a seguinte declaração determinando os motivos do cancelamento e quando esta for substituída por outra nota fiscal, escrever que está sendo substituída pela nota fiscal nº 000. A exigência em causa é imposta com o objetivo de resguardar os interesses da fiscalização, sendo indispensável, portanto, a manutenção de todas as vias da Nota Fiscal cancelada. A ausência de qualquer uma das vias poderá levar o Fisco a supor que o documento fiscal (cancelado) surtiu efeitos fiscais correspondentes, ou seja, que foi utilizado para acobertar saídas de mercadorias. Caso o contribuinte não seguir a legislação, fica responsável e ciente por eventuais transtornos como fiscalização, multas, que futuramente poderá ocasionar CANCELAMENTO DE NOTA FISCAL ELETRÔNICA A determinação do prazo máximo de 24 horas para cancelamento da NF-e, que passaria a vigorar a partir de , foi prorrogado para , conforme Portaria CAT nº 01/2011 publicado em 08/01/2011. Desta forma, em 2011, continua valendo o prazo máximo de 168 horas para o cancelamento da NF-e, contado do momento da autorização. Importante: Para que não haja escrituração de DANFE inválida, é necessário que seja verificado o DANFE no site da nota fiscal eletrônica (https://www.fazenda.sp.gov.br/nfe/), a fim de certificar sua validade, principalmente após as 168 horas de emissão da mesma. Caso verifiquem notas com divergência após terem nos encaminhado favor entrar em contato. Abaixo exemplo de nota válida. 63

64 SITUAÇÃO ATUAL: Autorizada Ocorrência Autorizada Protocolo Data Hora 16/12/2010 às 17:57: NOTAS FISCAIS-FORMULÁRIOS EMITIDOS COM INCORREÇÕES O formulário deverá ser cancelado quando emitido com incorreções, desde que ainda não tenha sido transformado em documento fiscal. Quando os formulários destinados à emissão dos documentos fiscais forem inutilizados antes de se transformarem em documentos fiscais, deverão ser enfeixados em grupos uniformes de até 200 jogos, em ordem numérica seqüencial CANCELAMENTO DO CUPOM FISCAL CANCELAMENTO DO CUPOM FISCAL É PERMITIDO DESDE QUE: a) imediatamente após a emissão do cupom fiscal a ser cancelado; b) o cupom fiscal cancelado contenha as assinaturas do operador do equipamento e do supervisor do estabelecimento; Obs.: A empresa que cancelar o cupom conforme mencionado deverá escriturar o Mapa Resumo, ao qual deverão ser anexados os cupons relativos a esta operação ENCADERNAÇÕES DE NOTAS FISCAIS E LIVROS FISCAIS Empresas que utilizarem Notas e Livros Fiscais, por sistema eletrônico de processamento de dados são de obrigatoriedade a encadernação das notas fiscais ou folhas em grupos de até 500 (quinhentas), obedecendo a sua ordem numérica seqüencial sendo que devem ser encadernadas separadamente as entradas das saídas (as vias fixas) TAXA DE SERVIÇOS ELETRÔNICOS Ficam facultados ao pagamento de Taxa Anual Única, em substituição à cobrança das taxas previstas em tabela com valores individuais para cada serviço a ser utilizado no Posto Fiscal. Esta taxa será de 12 (doze) UFESPs, deverá ser paga anualmente da seguinte forma: Integral, no mês de Janeiro, quando se tratar de que já consta no cadastro de contribuintes do ICMS; Proporcional, a partir do mês subseqüente ao da inscrição no cadastro de contribuinte do ICMS, e terá que ser recolhido até a data de pedido da AIDF. Estão dispensadas desta Taxa as empresas optantes pelo Simples Nacional AQUISIÇÃO DE ATIVO IMOBILIZADO Alertamos para a necessidade de que sempre que houver aquisição de ativo (mesas, cadeiras, computadores, armários, etc.) sem nota fiscal deve-se emitir uma nota fiscal de entrada para regularizar a escrituração fiscal. Para aquisição de ativo imobilizado ou consumo de fora do Estado deverá recolher GARE ICMS diferencial de alíquota. 64

65 Lembramos que na aquisição de bens e mercadorias para uso/consumo de fora do estado é necessário recolher a diferença das alíquotas, ou seja, recolher a diferença entre a alíquota interna do produto tributada no estado de São Paulo, com a alíquota interestadual IMPOSSIBILIDADE DE APROVEITAMENTO DE CRÉDITO DE ICMS Conforme comunicado CAT nº 36 de 29/07/2004, esclarece a impossibilidade de aproveitamento dos créditos do ICMS provenientes de operações ou prestações amparadas por benefícios fiscais de ICMS não autorizados por convênio celebrado nos termos da Lei Complementar nº 24, de 07/01/1975. Para o contribuinte de São Paulo somente será admitido o crédito do ICMS até o montante em que o imposto tenha sido efetivamente cobrado pela Unidade Federativa de origem. Atenção: Informamos ainda, que o contribuinte DO ESTADO DE SÃO PAULO, tem que observar as operações com outros Estados, somente poderá se creditar do mesmo valor que foi recolhido pelo Estado. Exemplo: SE DESTACOU 12% ICMS NA NOTA FISCAL MAS SÓ RECOLHEU 4% DEVIDO ALGUM BENEFÍCIO DE OUTROS ESTADOS, SÃO PAULO SÓ PODERÁ SE CREDITAR EM 4% CONFORME BENEFÍCIO. E caso tenha algum convênio de redução, benefício ou suspensão terá que ser verificado junto ao fornecedor para que façamos o devido crédito do ICMS, nos passando as devidas informações. Caso contrário estaremos creditando ICMS a maior, ficando sob sua responsabilidade quando do levantamento e verificação fiscal NOTA FISCAL PAULISTA A Secretária da Fazenda de São Paulo institui através da Lei Estadual nº /2007 um programa de estimulo à cidadania fiscal no Estado de São Paulo chamado Nota Fiscal Paulista, que tem por objetivo estimular os consumidores a solicitar o documento fiscal no ato da compra e informar o seu CPF ou CNPJ para que possam ter benefícios, sendo eles o recebimento do crédito de até 30% do valor do ICMS pago pelo estabelecimento comercial, proporcional ao valor da sua nota fiscal. A lei que criou a Nota Fiscal Paulista determina multa de 100 UFESP para cada nota que o estabelecimento comercial se recusar a emitir com o CPF/CNPJ do consumidor, ou por não transmiti-las à Secretaria da Fazenda. O projeto de lei enviado ao Legislativo amplia essa penalidade para os estabelecimentos comerciais que dificultarem ao consumidor o exercício dos seus direitos, seja por meio de omissão de informações ou pela criação de obstáculos que induzam, por qualquer meio, o consumidor a não receber os seus direitos. Todas as empresas contribuintes do ICMS deverão participar e serão identificadas através de um adesivo em local visível dentro do estabelecimento, ficando o contribuinte obrigado a enviar periodicamente as informações para a Secretária da Fazenda, que calculará o crédito do consumidor. Esse crédito poderá ser utilizado pelo consumidor de diversas formas, tais como redução do valor do IPVA, crédito em conta corrente, depósito em cartão de crédito, ou mesmo transferido para outra pessoa física. O contribuinte que emitir NOTA FISCAL de VENDA a CONSUMIDOR deverá digitar na opção DIGITAR NOTA FISCAL MODELO 2 manualmente todas as informações para o site Já os contribuintes que emitirem NOTA FISCAL MODELO 1 ou 1-A (processamento de dados) e com regime de Apuração RPA estão obrigados a informar os dados das notas no prazo de 4 (quatro) dias contados da data de emissão. Para enviar as informações para a Secretária é necessário gerar um arquivo digital contendo os dados da nota fiscal na forma texto, importar arquivo digital para o programa de transmissão de dados para o registro eletrônico TED-REDF, validar a estrutura do arquivo importado e transmitir eletronicamente para a Secretaria da Fazenda por meio da opção transmitir. Segue link e site para possa ser baixado o programa Gerenciador de Aplicações de Notas Fiscais, e site para maiores informações e consultas: 65

66 A partir de Setembro / 2009 todos os contribuintes que não estavam citados conforme cronograma estão obrigados 1.17 FALTA DE REGISTRO DO DOCUMENTO NO REDF IMPEDE CRÉDITO DO IMPOSTO - ICMS O REDF (Registro Eletrônico de Documento Fiscal) é um aplicativo distribuído pela Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo (SEFAZ-SP) para a validação e envio de arquivos digitais contendo os dados da Nota Fiscal modelo 1 ou 1-A para fins do programa da Nota Fiscal Paulista conforme regras estabelecidas pela Portaria CAT 85, de , que também envolve Nota Fiscal de Venda a Consumidor, modelo 2, e o Cupom Fiscal, emitido por meio de Equipamento Emissor de Cupom Fiscal - ECF. Um detalhe muito importante que deve ser observado relaciona-se com o aproveitamento do crédito do imposto destacado nos documentos fiscais. Este aproveitamento somente é admitido se o respectivo documento teve seu REDF regularmente gerado. Em outras palavras, o contribuinte que constar como destinatário nos documentos fiscais fica impedido de se creditar do imposto caso o registro não tenha sido efetivado, conforme dispõe os artigos 61, 14, 67, inciso VII e 212-P, 7º, do Regulamento do ICMS-SP veja abaixo: Artigo Na hipótese em que o documento fiscal deva ser registrado eletronicamente na Secretaria da Fazenda, nos termos do artigo 212-P, o crédito somente será admitido se, observadas as demais condições previstas na legislação: 1 - o respectivo Registro Eletrônico de Documento Fiscal - REDF tiver sido regularmente gerado; 2 - na ausência ou havendo divergências do respectivo Registro Eletrônico de Documento Fiscal REDF, o destinatário deverá comunicar o fato à Secretaria da Fazenda, nos termos de disciplina por esta estabelecida; Artigo 67 - Salvo disposição em contrário, o contribuinte deverá proceder o estorno do imposto de que se tiver creditado, sempre que o serviço tomado ou a mercadoria entrada no estabelecimento (Lei 6.374/89, arts. 41 e 42, o primeiro na redação da Lei /00, art. 1º, XXI): VII - estiver acobertada por documento fiscal que, após decorridos os prazos de que trata o 2 do artigo 212-P, não tenha sido registrado ou apresente divergências entre os dados nele constantes e as informações contidas no respectivo Registro Eletrônico de Documento Fiscal - REDF. Artigo 212-P O contribuinte que constar como destinatário nos documentos fiscais de que trata o "caput", deverá verificar se o respectivo Registro Eletrônico de Documento Fiscal - REDF foi regularmente gerado, e na hipótese de constatar, após os prazos de que trata o 2º, a ausência do REDF ou a divergência entre as informações nele contidas e os dados constantes no respectivo documento fiscal, deverá nos termos de disciplina estabelecida pela Secretaria da Fazenda, alternativamente: 1 - comunicar o fato à Secretaria de Fazenda; 2 - estornar o crédito relativo ao respectivo documento fiscal, nos termos do artigo 67. IMPORTANTE: Em razão do exposto, é fundamental que, ao receber qualquer documento fiscal que possa gerar crédito do ICMS, o contribuinte faça a devida verificação se foi gerado o REDF dos documentos fiscais, após essa verificação e caso constar o documento no REDF o imposto poderá ser creditado. Para verificação é necessário acessar o site: informar os dados da empresa como usuário e senha; LEMBRANDO que Nota Fiscal emitida com valor acima de R$ 1.000,00 o REDF deverá ser gerado em até 4 dias contados da emissão; 66

67 Os contribuintes que emitem Nota Fiscal Eletrônica conforme Portaria CAT 162/2008 está dispensado da entrega do REDF VERIFICAÇÃO DA INSCRIÇÃO ESTADUAL Verifiquem se seus fornecedores e clientes estão com a Inscrição Estadual habilitadas ou cassadas, através da internet acessar no lado esquerdo Informações SINTEGRA; Cadastro de contribuintes; Repita os caracteres ao lado; Consulta por CNPJ ou Inscrição Estadual. Caso seja consulta de outro Estado é só descer a tela onde encontrará: Acessar cadastro de outro Estado essa consulta vai informar Identificação da empresa; Endereço Correto; Informações Complementares: Atividade Econômica, Situação Cadastral Vigente = se é Habilitado, Data da Situação Cadastral. Caso a empresa não for aberta no Estado não será possível acessar esse cadastro CASSAÇÃO DA INSCRIÇÃO ESTADUAL Conforme a Lei de 19/01/2007 DOE 20/01/2007 será cassada a eficácia da inscrição, no cadastro de contribuintes do Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação ICMS, dos bares, hotéis, restaurantes e similares que venderem bebidas alcoólicas a menores de idade ou forem flagrados consentindo ou comercializando drogas. A falta de regularidade da inscrição no cadastro de contribuintes do ICMS inabilita o estabelecimento à pratica de operações relativas à circulação de mercadorias e de prestações de serviços de transportes interestadual e intermunicipal e de comunicação. A cassação da eficácia da inscrição do cadastro de contribuintes do ICMS, prevista nesta lei, implicará aos sócios, pessoas físicas ou jurídicas, em conjunto ou separadamente, do estabelecimento penalizado: I. O impedimento de exercerem o mesmo ramo de atividade, mesmo que em estabelecimento distinto daquele; II. A proibição de entrarem com pedido de inscrição de nova empresa, no mesmo ramo de atividade; As restrições previstas nos incisos prevalecerão pelo prazo de dez anos, contados da data de cassação. O Poder Executivo divulgará através do Diário Oficial a relação dos estabelecimentos comerciais penalizados com base no disposto nesta lei, fazendo constar os respectivos CNPJ Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas, nome completo dos sócios e endereços de funcionamento. Esta lei entra em vigor na data de sua publicação RECOLHIMENTO EM ATRASO - ESTADUAL Multa O valor do imposto declarado ou transcrito pelo fisco, quando não recolhido no prazo estabelecido na legislação, fica sujeito a multa moratória, calculada sobre o valor do imposto ou da parcela, de: - 2% (dois por cento), até o 30º (trigésimo) dia contado da data em que deveria ter sido feito o recolhimento; - 5% (cinco por cento), do 31º (trigésimo primeiro) ao 60º (sexagésimo) dia contado da data em que deveria ter sido feito o recolhimento; - 10% (dez por cento), a partir do 60º (sexagésimo) dia contado da data em que deveria ter sido feito o recolhimento. - 20% (vinte por cento), a partir da data em que tiver sido inscrito na Dívida Ativa. A multa prevista acima: - na hipótese de parcelamento de débito fiscal, será calculada até a data em que for protocolado o respectivo pedido. 67

68 - aplica-se aos demais débitos fiscais relativos ao imposto, enquanto não exigidos por meio de auto de infração. Base legal: Artigo 87 da Lei nº 6.374/89, alterada pela Lei nº /09. Juros Considerando o Artigo 96, 1º da Lei nº 6.374/89, com a redação dada pela Lei nº /09, o Estado divulgará através de Comunicado DA as Tabelas Práticas para Cálculo dos Juros de Mora aplicáveis aos débitos de ICMS ITENS DAS NOTAS FISCAIS CONVENCIONAL Os contribuintes usuários de sistema eletrônico de processamento de dados devem fornecer à Confidence os devidos arquivos contendo todas as informações necessárias para o registro e cadastro dos itens das notas fiscais. Esta solicitação é necessária devido às normas estabelecidas na PORTARIA CAT 62, onde todas as operações de entrada, de saída, das aquisições e prestações realizadas, a qualquer título, deverão ser escrituradas no exercício de apuração para que possa ser gerado o arquivo magnético para entrega ao fisco quando solicitado. Portanto é necessário que enviem-nos via arquivo, os registros das notas de entrada, saída, com os itens das notas, e, caso utilizem Cupom Fiscal, enviar o arquivo da redução Z. As empresas novas tem o prazo de 30 dias para envio do mesmo à Confidence. Caso não sejam enviados, cada CONTRIBUINTE ficará sujeito a multa de 2% sobre o faturamento e outras penalidades que o fisco paulista possa vir exigir. O arquivo deverá ser gerado conforme especificações técnicas contidas no layout que está disponível no site da CONFIDENCE (www.confidence.com.br), na área de clientes ITENS DAS NOTAS FISCAIS ELETRÔNICAS Itens da nota fiscal é a digitação de cada mercadoria ou produto comercializado constante no documento fiscal. Os contribuintes devem entrar em contato com os seus programadores para se certificarem da possibilidade dos programas gerarem os itens das notas fiscais emitidas ou recebidas para a entrega da obrigação mensal o Sintegra (SISTEMA INTEGRADO DE INFORMAÇÕES SOBRE OPERAÇÕES INTERESTADUAIS COM MERCADORIAS E SERVIÇOS), arquivo exigido pelo Fisco Paulista e de outras UF (Unidade Federal), esta obrigatoriedade serve para os emissores da nota fiscal eletrônica e também para as notas fiscais convencionais. Lembramos que o arquivo XML contém os itens exigidos para a entrega do Sintegra, porém para efetivarmos a entrega é necessário que todas as notas fiscais de entradas e saídas tenham os itens digitados, em caso de FISCALIZAÇÃO a empresa terá um prazo de 5 (cinco) dias para atender as exigências. Os registros são: Registro Tipo 54 (Registro de Produto / Mercadoria) Registro Tipo 75 (Registro de Código de Produto, Mercadoria ou Serviço). Caso os programas não gerem os arquivos cada contribuinte ficará sujeito à multa equivalente a 10 % que anteriormente era de 2% sobre o valor de cada operação. Por isso é recomendável que as notas fiscais sejam enviadas através do nosso layout (INTEGRAÇÃO) conforme solicitações anteriores DEC DOMICÍLIO ELETRÔNICO DO CONTRIBUINTE 68

69 De acordo com a Portaria Cat nº 140 de 09/09/2010 é necessário que as empresas inscritas no Cadastro de Contribuintes do ICMS e que emitem NF-e se credencie obrigatoriamente perante a Secretaria de Fazenda, para recebimento de comunicação eletrônica por meio do Domicílio Eletrônico do Contribuinte DEC Toda empresa terá único cadastro, que será irrevogável, com prazo de validade indeterminado e válido para todos os estabelecimentos com o mesmo CNPJ base. O credenciamento poderá ser efetuado voluntariamente pela pessoa jurídica a partir da publicação desta portaria, de ofício para os emitentes de Nota Fiscal Eletrônica NF-e entre 1º e 31 de janeiro de 2011 e obrigatório conforme cronograma a ser estabelecido pela Secretaria da Fazenda. A Secretaria da Fazenda poderá, a seu critério, credenciar de ofício a pessoa jurídica para recebimento de comunicação eletrônica por meio do DEC, sendo que a notificação desse ato de ofício dar-se-á, alternativamente, com a publicação no Diário Oficial do Estado - D.O., encaminhamento via postal com aviso de recebimento ou, ainda, entrega pessoal pelo Agente Fiscal de Rendas. O acesso ao DEC será através do site: https://www.fazenda.sp.gov.br/dec/ e requer utilização do certificado digital. Importante salientar que, de acordo com a Portaria, há a possibilidade de credenciamento de ofício da pessoa jurídica que não se cadastrar no prazo estabelecido pelo cronograma e a mensagem será considerada recebida pela SEFAZ-SP em três situações: no dia em que a empresa efetivar a consulta eletrônica, se for feita em dia útil; no primeiro dia útil seguinte ao da efetivação da consulta, quando se deu em dia não útil; no término do prazo quando a consulta não for efetivada em até 10 dias contados da data de envio Portanto, orientamos que o contribuinte tenha cuidado com o cadastrado para recebimento dessas comunicações eletrônicas do DEC, pois todas as mensagens serão consideradas entregues. Alertamos que as consultas a essas mensagens serão de responsabilidade expressa de cada contribuinte, não ficando a CONFIDENCE responsável pelas mensagens não lidas ENCAMINHAR PARA O DEPARTAMENTO FISCAL DOCUMENTOS FISCAIS Deverão nos encaminhar para o Departamento fiscal (semanalmente) os documentos abaixo, após o dia 30 ou 31 enviar até o 1º dia útil do mês seguinte. Notas fiscais (DANFES) emitidas pelo contribuinte; Notas fiscais (DANFES) dos fornecedores; Cupons Fiscais (REDUÇÃO Z), juntamente com relatório gerencial com as mercadorias discriminadas, caso houver vendas de: combustíveis, bebidas frias, bebidas destiladas, e mercadorias na sistemática da substituição tributária de ICMS; Notas fiscais de serviços prestados emitidas eletronicamente; Recibos; Arquivos XML das notas fiscais emitidas e recebidas nos enviar através do Nota fiscal de energia elétrica; Contratação de fretes - CTRC (conhecimento de transporte); Nota fiscal de telefonia (móvel e fixo); Nota fiscal de Comunicação (Ex. NET); Nota fiscal de gás; Relatório das notas fiscais canceladas, inutilizadas ou denegadas; 69

70 Estoque nos encaminhar mensalmente para confrontarmos com a EFD-ICMS/IPI. IMPORTANTE: Caso nos encaminhar XEROX de conta de telefone e/ou energia é necessário nos encaminhar a parte onde trás informações dos dados da nota fiscal como, por exemplo; nº da nota fiscal, CFOP e valor total da nota fiscal. OBS: Sempre no 1º dia útil do mês haverá a visita de um portador para retirar as notas fiscais restantes do mês anterior para que haja tempo hábil para efetuarmos o fechamento do mês e o envio dos devidos impostos DISTRIBUIÇÃO DE MERCADORIAS A EMPREGADOS Informamos através desta que a Portaria CAT nº 154 de 03/12/2008 estabelece procedimento a ser adotado por contribuinte na aquisição de mercadoria para distribuição a seus empregados: Artigo 1 - Nas operações relacionadas com mercadorias que, não constituindo objeto normal de sua atividade, são adquiridas com a finalidade exclusiva de distribuição a qualquer título a seus empregados, para consumo final, visando atender as suas necessidades básicas de alimentação, vestuário, higiene e saúde, o contribuinte deverá adotar o seguinte procedimento: I - emitir, no ato da entrada da mercadoria no estabelecimento e relativamente a cada documento fiscal correspondente à aquisição, Nota Fiscal com destaque do valor do imposto utilizando a alíquota incidente nas operações internas, incluindo na sua base de cálculo o valor do Imposto sobre Produtos Industrializados - IPI lançado no documento fiscal de aquisição, e fazendo constar, além dos demais requisitos: a) no campo nome/razão social do quadro Destinatário/Remetente, a expressão Diversos - Distribuição de mercadoria a empregados e os dados do emitente nos demais campos do mesmo quadro; b) no campo Código Fiscal de Operações e Prestações - CFOP, o código 5.949; c) no campo Informações Complementares, a expressão Nota Fiscal emitida nos termos da Portaria CAT XX/08 - Nota Fiscal de aquisição nº..., de.../.../..; II - registrar a nota de que trata o inciso I no livro Registro de Saídas, na forma prevista no Regulamento do ICMS. Parágrafo único - Na hipótese de a distribuição da mercadoria ocorrer por valor superior ao constante do documento fiscal emitido na forma do inciso I, o valor total da Nota Fiscal de que trata este artigo deverá corresponder ao valor da operação de saída. Artigo 2º - Quando da efetiva saída das mercadorias a que se refere esta portaria, o contribuinte adotará o seguinte procedimento: I - na hipótese de o contribuinte, por si próprio ou por terceiros, efetuar o transporte das mercadorias para entrega a seus empregados, emitirá Nota Fiscal correspondente a toda a carga a ser transportada, nela mencionando-se, além dos demais requisitos: a) no campo nome/razão social do quadro Destinatário/Remetente, a expressão Diversos - Distribuição de mercadoria a empregados e os dados do emitente nos demais campos do mesmo quadro; b) no campo Código Fiscal de Operações e Prestações - CFOP, o código 5.949; c) no campo Informações Complementares, a expressão Nota Fiscal emitida nos termos do artigo 3º da Portaria CAT xx/08 - Nota Fiscal emitida na entrada nº..., de.../.../... ; II - na hipótese de as mercadorias serem retiradas pelos empregados, o contribuinte fica dispensado da emissão da Nota Fiscal correspondente. Parágrafo único - A Nota Fiscal emitida nos termos do inciso I deverá ser registrada no livro Registro de Saídas, com a utilização apenas das colunas relativas a Documento Fiscal e Observações, anotandose nesta a expressão Remessa de mercadorias distribuídas a empregados. 70

71 Artigo 3º - Fica revogada a Portaria CAT-32, de 30 de julho de Artigo 4º - Esta portaria entra em vigor na data de sua publicação DISTRIBUIÇÃO DE BRINDES Vimos através deste informar que por intermédio do Decreto nº /2009, publicado no DOE SP, foram introduzidas alterações no art. 456 do RICMS-SP/2000, que dispõe sobre o tratamento fiscal nas operações com distribuição de brindes. Considera-se brinde a mercadoria que, não constituindo objeto normal da atividade do contribuinte, tiver sido adquirida para distribuição gratuita a consumidor ou usuário final. Sendo que, o contribuinte que adquirir brindes para distribuição direta a consumidor ou usuário final deverá: a) Emitir, no ato da entrada da mercadoria no estabelecimento, nota fiscal com destaque do valor do imposto, incluindo na base de cálculo o valor do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) lançado no documento fiscal de aquisição, e fazendo constar, além dos demais requisitos, no quadro Destinatário/Remetente, no campo Nome/Razão Social, a expressão Diversos - Brindes e, nos demais campos, os dados do emitente; b) no campo Código Fiscal de Operações e Prestações - CFOP, o código 5.949; c) no campo Informações Complementares, a expressão Nota Fiscal emitida nos termos do inciso II do art. 456 do RICMS - Nota Fiscal de aquisição nº..., de... /.../.... O contribuinte que efetuar o transporte de brindes para distribuição direta a consumidor ou usuário final deverá observar o seguinte: a) deve ser emitida nota fiscal relativa a toda a carga transportada, nela mencionando, além dos demais requisitos: a.1) no quadro Destinatário/Remetente, no campo Nome/Razão Social, a expressão Diversos - Remessa de Brindes, e nos demais campos, os dados do emitente; a.2) no campo Código Fiscal de Operações e Prestações - CFOP, o código 5.910; a.3) no campo Informações Complementares, a expressão Nota Fiscal emitida nos termos do 2º do art. 456 do RICMS - Nota Fiscal emitida na entrada nº..., e.../.../... ; b) a nota fiscal mencionada na letra a será registrada no livro Registro de Saídas, com a utilização apenas das colunas Documento Fiscal e Observações, anotando-se nesta a expressão: Remessa de brindes LEI PROÍBE FUMO EM LOCAIS FECHADOS EM SÃO PAULO A Assembléia Legislativa de São Paulo aprovou em maio de 2009 o projeto do governador José Serra (PSDB) que proíbe o fumo em lugares fechados, públicos ou privados. Agora, só será permitido fumar dentro de casa ou na rua. Estão proibidos os fumódromos e as áreas separadas para fumantes em bares, restaurantes, casas noturnas, ambiente de trabalho, instituições de saúde, shoppings, praças de alimentação, táxi, escolas, áreas comuns de hotéis e pousadas, áreas comuns em condomínios e outros recintos de uso coletivo, públicos ou privados. Os infratores poderão ser convidados pela polícia a se retirar do local. Os estabelecimentos que não cumprirem com a medida poderão receber multa de até R$ 3 milhões e ainda ter o registro cassado. O governo do Estado de São Paulo vai criar um grupo especial para fiscalizar o cumprimento da lei, que deverá entrar em vigor 90 dias após ser publicada no Diário Oficial do Estado. Ao todo serão cerca de 250 agentes que irão visitar os estabelecimentos e treinar outros fiscais. O grupo também realizará uma campanha educativa prévia nos bares e restaurantes. Somente será permitido o fumo em alguns locais como: aos locais de culto religioso, às instituições de tratamento da saúde, às vias públicas, aos espaços ao ar livre, às residências, aos estabelecimentos 71

72 específica e exclusivamente destinados ao consumo no próprio local de cigarros, cigarrilhas, charutos e cachimbos, desde que essa condição esteja anunciada, de forma clara, na respectiva entrada. PLACAS DE AVISO - LEI ANTIFUMO A placa indicativa do aviso deverá ter 25 cm de largura por 20 cm de comprimento. Veículos de transporte coletivo, táxis e viaturas oficiais poderão ter avisos com as medidas reduzidas, com largura mínima de 10 cm e 7 cm de altura. Em todos os casos, as cores e proporções do modelo deverão ser mantidas. Para ambientes com pouca iluminação que necessitam manter o aviso no estabelecimento uma solução é o PVC fotoluminescente. A fixação pode ser feita com adesivo dupla face ou com furos para rebite / parafusos. Para acessar o modelo da placa entre no site Atenção: Os estabelecimentos que não respeitarem a lei antifumo receberão multa na primeira vez em que forem flagrados. Na segunda, a multa será dobrada. Em caso de nova reincidência o estabelecimento será interditado por 48 horas e, caso seja flagrado uma quarta vez, a interdição será de um mês. Para fiscalizar o cumprimento da nova legislação, o departamento de comunicação da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo informou que haverá 250 fiscais da vigilância sanitária estadual e 250 fiscais do Procon-SP, sendo que as multas podem chegar a R$ 1.585, GERADOR DE REGISTRO FISCAL COMBUSTÍVEIS (GRF/CBT) Os contribuintes que adquirirem combustíveis para o consumo em quantidade superior a (dez mil litros) no mês, deverão informar para a Secretária da Fazenda através da GRF-CBT (Gerador de Registro Fiscal Combustível), as aquisições acobertadas por Nota Fiscal Modelo 1 ou 1-A e Nota Fiscal Eletrônica NF-e, modelo 55. Os revendedores de combustíveis (postos de gasolina) deverão emitir as notas fiscais diariamente aos seus clientes, pois eles necessitarão para a entrega da obrigação conforme Portaria CAT 95/2003, prazo para entrega é até o dia 15 do mês subseqüente da apuração GIA ELETRÔNICA A GIA Eletrônica relativa ao mês de referência deverá ser apresentada por meio da Internet (www.pfe.fazenda.sp.gov.br), no mês seguinte ao da referência, até os dias abaixo descrito, conforme o último dígito do nº de sua inscrição estadual: 0 e 1 dia 16 do mês seguinte do fato gerador; 2,3 e 4 dia 17 do mês seguinte do fato gerador; 5,6 e 7 dia 18 do mês seguinte do fato gerador; 8 e 9 dia 19 do mês seguinte do fato gerador SINTEGRA O Sintegra (Sistema Integrado de Informações sobre Operações Interestaduais com Mercadorias e Serviços) é um programa de troca de informações entre empresas e estados. Inicialmente, o Sintegra foi proposto apenas para agilizar a troca de informações das operações interestaduais, mas hoje é também utilizado para as operações internas.. As empresas que emitem nota fiscal ou fazem a escrita fiscal por processamento de dados (na própria empresa ou na contabilidade) são obrigadas a entregar mensalmente o arquivo do Sintegra para cada estado que mantém operações. As obrigatoriedades estão descritas no Convênio ICMS 57/95 (e suas posteriores alterações), e define quem é considerado contribuinte usuário de sistema de processamento eletrônico de dados, disciplina 72

73 as obrigações a serem cumpridas por estes contribuintes e estabelece o padrão de arquivo magnético para entrega ao Fisco. Do lado dos contribuintes, o propósito é o de simplificar e homogeneizar as obrigações de fornecimento de informações relativas às operações de compra, venda e prestação de serviços interestaduais. Já do lado dos fiscos estaduais, o objetivo é o de propiciar maior agilidade e confiabilidade ao tratamento das informações recebidas dos contribuintes e à troca de dados entre as diversas UFs. Informamos que a qualquer momento a empresa pode ser notificada pela Secretaria de Estado dos Negócios da Fazenda de São Paulo e passar a ter a obrigação permanente de entregar mensalmente os arquivos para a SEFAZ/SP. Pedimos que caso recebam esta notificação, nos enviar a mesma por fax, ou através da visitada, pois a penalidade pelo não cumprimento desta exigência implicará na restrição e até mesmo à cassação da Autorização para Uso do Sistema Eletrônico de Processamento de Dados. Sua entrega é todo dia 15 do mês seguinte ao fato gerador STDA - DECLARAÇÃO DO SIMPLES NACIONAL RELATIVO A SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA E AO DIFERENCIAL DE ALÍQUOTA A STDA é uma declaração das operações interestaduais realizadas por contribuintes paulistas do Simples Nacional, que envolve diferencial de alíquotas, antecipação tributária e de operações internas de substituição tributária. A prestação das informações é por estabelecimentos. O aplicativo é de preenchimento on-line, e os contribuintes paulistas do Simples Nacional irão declarar mensalmente e por estado, o valor do ICMS devido nas operações ESCRITURAÇÃO FISCAL DIGITAL - EFD O que é: A Escrituração Fiscal Digital - EFD é um arquivo digital, que se constitui de um conjunto de escriturações de documentos fiscais e de outras informações de interesse dos fiscos das unidades federadas e da Receita Federal do Brasil, bem como de registros de apuração de impostos referentes às operações e prestações praticadas pelo contribuinte. Este arquivo deverá ser assinado digitalmente e transmitido, via Internet, ao ambiente SPED. Como Funciona: A partir de sua base de dados, a empresa deverá gerar um arquivo digital de acordo com leiaute estabelecido em Ato COTEPE, informando todos os documentos fiscais e outras informações de interesse dos fiscos federal e estadual, referentes ao período de apuração dos impostos ICMS e IPI. Este arquivo deverá ser submetido à importação e validação pelo Programa Validador e Assinador (PVA) fornecido pelo SPED. Programa Validador e Assinador PVA Como pré-requisito para a instalação do PVA é necessária a instalação da máquina virtual do Java. Após a importação, o arquivo poderá ser visualizado pelo próprio Programa Validador, com possibilidades de pesquisas de registros ou relatórios do sistema. Outras funcionalidades do programa: digitação, alteração, assinatura digital da EFD, transmissão do arquivo, exclusão de arquivos, geração de cópia de segurança e sua restauração. Para baixar o Programa Validador e Assinador e o Ajuda do Validador acesse Apresentação do arquivo 73

74 A periodicidade de apresentação é mensal e será até o 25º dia do mês subseqüente ao das operações ou prestações CST (CÓDIGO DE SITUAÇÃO TRIBUTÁRIA PARA OPTANTES PELO SIMPLES NACIONAL) Conforme o Ajuste SINIEF nº. 3 de os emitentes da NF-e, obrigatoriamente, a partir de 1º de Outubro de 2010 deverão indicar na NF-e o CÓDIGO DE REGIME TRIBUTÁRIO CRT e quando for o caso, o CÓDIGO DE SITUAÇÃO DA OPERAÇÃO NO SIMPLES NACIONAL CSOSN, conforme segue abaixo: Anexo Único - Códigos de Detalhamento do Regime e da Situação TABELA A Código de Regime Tributário CRT 1 Simples Nacional 2 Simples Nacional excesso de sublimite da receita bruta 3 Regime Normal NOTAS EXPLICATIVAS: O código 1 será preenchido pelo contribuinte quando for optante pelo Simples Nacional. O código 2 será preenchido pelo contribuinte optante pelo Simples Nacional mas que tiver ultrapassado o sublimite de receita bruta fixado pelo estado/df e estiver impedido de recolher o ICMS/ISS por esse regime, conforme arts. 19 e 20 da LC 123/06. O código 3 será preenchido pelo contribuinte que não estiver na situação 1 ou 2. TABELA B Código de Situação da Operação no Simples Nacional CSOSN 101 Tributada pelo Simples Nacional com permissão de crédito - Classificam-se neste código as operações que permitem a indicação da alíquota do ICMS devido no Simples Nacional e o valor do crédito correspondente. 102 Tributada pelo Simples Nacional sem permissão de crédito - Classificam-se neste código as operações que não permitem a indicação da alíquota do ICMS devido pelo Simples Nacional e do valor do crédito, e não estejam abrangidas nas hipóteses dos códigos 103, 203, 300, 400, 500 e Isenção do ICMS no Simples Nacional para faixa de receita bruta - Classificam-se neste código as operações praticadas por optantes pelo Simples Nacional contemplados com isenção concedida para faixa de receita bruta nos termos da Lei Complementar nº. 123, de Tributada pelo Simples Nacional com permissão de crédito e com cobrança do ICMS por substituição tributária - Classificam-se neste código as operações que permitem a indicação da alíquota do ICMS devido pelo Simples Nacional e do valor do crédito, e com cobrança do ICMS por substituição tributária. 202 Tributada pelo Simples Nacional sem permissão de crédito e com cobrança do ICMS por substituição tributária - Classificam-se neste código as operações que não permitem a indicação da alíquota do ICMS devido pelo Simples Nacional e do valor do crédito, e não estejam abrangidas nas hipóteses dos códigos 103, 203, 300, 400, 500 e 900, e com cobrança do ICMS por substituição tributária. 203 Isenção do ICMS no Simples Nacional para faixa de receita bruta e com cobrança do ICMS por substituição tributária - Classificam-se neste código as operações praticadas por optantes pelo Simples Nacional contemplados com isenção para faixa de receita bruta nos termos da Lei Complementar nº. 123, de 2006, e com cobrança do ICMS por substituição tributária. 300 Imune - Classificam-se neste código as operações praticadas por optantes pelo Simples Nacional contempladas com imunidade do ICMS. 74

75 400 Não tributada pelo Simples Nacional - Classificam-se neste código as operações praticadas por optantes pelo Simples Nacional não sujeitas à tributação pelo ICMS dentro do Simples Nacional. 500 ICMS cobrado anteriormente por substituição tributária (substituído) ou por antecipação - Classificam-se neste código as operações sujeitas exclusivamente ao regime de substituição tributária na condição de substituído tributário ou no caso de antecipações. 900 Outros - Classificam-se neste código as demais operações que não se enquadrem nos códigos 101, 102, 103, 201, 202, 203, 300, 400 e 500. NOTA EXPLICATIVA: O Código de Situação da Operação no Simples Nacional CSOSN será usado na Nota Fiscal Eletrônica exclusivamente quando o Código de Regime Tributário CRT for igual a 1, e substituirá os códigos da Tabela B Tributação pelo ICMS do Anexo Código de Situação Tributária CST do Convênio s/nº de 15 de dezembro de SIMPLES NACIONAL - CONTRIBUINTE USUÁRIO DE ECF - REQUISITOS PARA EMISSÃO DE CUPOM FISCAL O contribuinte, sujeito às normas do Simples Nacional, usuário de equipamento Emissor de Cupom Fiscal (ECF) deverá emitir o cupom fiscal mediante a indicação de todos os requisitos normalmente exigidos e, em especial, da alíquota incidente na operação ou prestação, conforme previsto nos arts. 52 a 55 do Regulamento do ICMS, aprovado pelo Decreto nº /2000, o qual deverá conter, também, a expressão "ICMS a ser recolhido conforme Lei Complementar nº 123/ Simples Nacional", no espaço destinado à impressão de mensagens promocionais. A indicação dessa expressão será feita com observância dos prazos a seguir mencionados, nos termos dos arts. 15-A e 111-D da Portaria CAT nº 55/1998, na redação dada pela Portaria CAT nº 152/2008: a) no período de a , na hipótese de o contribuinte já estar sujeito às normas do Simples Nacional; ou b) no prazo de 30 dias contados da data da opção pelo Simples Nacional, na hipótese de o contribuinte vir a sujeitar-se às normas do Simples Nacional após a data da publicação da Portaria CAT nº 152/2008 ( ). O contribuinte que for excluído do Simples Nacional, seja por opção, seja de ofício, deverá desabilitar a funcionalidade do ECF, desenvolvida para atender ao disposto no parágrafo único do art. 15-A da Portaria CAT nº 55/1998, no prazo de 30 dias contados da data da comunicação da exclusão do regime ou da expedição do termo de exclusão, conforme o caso DIFERENCIAL DE ALÍQUOTAS Conforme Decreto nº /2008 às empresas optantes pelo Simples Nacional que adquirirem mercadorias ou serviços de fora do Estado para qualquer destinação deverão pagar o Diferencial de Alíquotas apenas pela diferença entre o estado remetente e o adquirente mesmo que o remetente seja optante pelo Simples Nacional. Desta forma, o Decreto nº /2007 foi alterado e desobriga os contribuintes a recolherem a diferença de 1,25 % (menor alíquota da Tabela de Simples Nacional) para 18 % quando essas mercadorias forem adquiridas de optantes pelo Simples Nacional de fora do estado. O vencimento da Gare será todo dia 15 do mês subseqüente com o código

76 TRANSFERÊNCIA DE CRÉDITOS DE ICMS PELAS EMPRESAS OPTANTES PELO SIMPLES NACIONAL As empresas OPTANTES PELO SIMPLES NACIONAL deverão transferir créditos de ICMS correspondente à alíquota aplicável no cálculo do DAS (Documento de Arrecadação do Simples Nacional) do mês anterior ao da operação. As mesmas não farão jus a apropriação de créditos, somente irão transferir créditos de ICMS proporcional. O crédito é permitido somente pelas empresas RPA (Regime Periódico de Apuração) por aquisições destinadas à comercialização ou a industrialização, desde que seja expressa em nota fiscal o crédito permitido. Fica vedado o crédito em cartas de correção ou nota fiscal complementar. As empresas optantes pelo Simples Nacional deverão emitir documento fiscal com direito ao crédito no campo destinado a informações complementares ou, em sua falta, no corpo do documento, por qualquer meio gráfico indelével (carimbo, por processamento) a expressão: PERMITE O APROVEITAMENTO DO CRÉDITO DE ICMS NO VALOR DE R$..., CORRESPONDENTE A ALÍQUOTA DE..., NOS TERMOS DO ARTIGO 23 DA LEI COMPLEMENTAR 123. OBSERVAÇÃO: Será enviado mensalmente informativo aos clientes para informar o valor da alíquota correspondente ao crédito a ser utilizado no mês seguinte SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA ORIENTAÇÕES IMPORTANTES SOBRE: SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA A Substituição Tributária (ST) é o regime pelo qual a responsabilidade pelo ICMS devido em relação às operações é atribuída a outro contribuinte. Dentro deste regime encontramos o substituto e o substituído. SUBSTITUTO: É o contribuinte eleito como responsável pela retenção e recolhimento do ICMS devido por terceiro. SUBSTITUÍDO: É o contribuinte que sofre a retenção do imposto pelo substituto. Exemplo: PADARIA KIBON (substituto) RESTAURANTE TIO DA PRAIA SORVETERIA (substituído) CONSUMIDOR FINAL Neste exemplo a Kibon se torna responsável do recolhimento do imposto pelas operações que vierem a ser realizada dos próximos contribuintes da cadeia de comercialização com a mesma mercadoria, até que essa chegue ao consumidor final. 76

77 É NECESSÁRIO OBSERVAR IMPORTANTES PONTOS DA SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA: ESTOQUE: Deverá ser efetuado levantamento de estoque no dia anterior á entrada em vigor do regime ST das mercadorias enquadradas na substituição. Este valor deverá ser enviado a contabilidade para cálculo do valor a ser pago que poderá ser divido conforme portaria em vigor. Para levantamento do estoque considera-se para determinação da base de cálculo, o valor da entrada mais recente da mercadoria. As indústrias e os importadores não precisam levantar estoque, pois na venda será aplicada à substituição. OBRIGAÇÕES ACESSÓRIAS: Encaminhar planilha das mercadorias levantadas no estoque, desenvolvidas através do leiaute obtido no site: / Validador do Arquivo dos Estoques - versão para as empresas optantes pelo RPA (Regime Periódico de Apuração, já para as optantes pelo SIMPLES NACIONAL manter planilha durante 5 (cinco) anos para apresentação ao fisco caso solicitado. ANTECIPAÇÃO TRIBUTÁRIA: É o imposto que deve ser recolhido pela entrada no território paulista de mercadoria adquirida em outro estado que não se aplica a substituição. VENDAS INTERESTADUAIS: No caso das vendas efetuadas para fora do estado, é necessário observar se o estado em questão faz parte de protocolo ou convênio e as normas da legislação de destino. Caso faça parte de protocolo ou convênio o remetente mesmo sendo comércio (substituído) fica responsável pela retenção e pagamento por GNRE em favor do estado de destino. PROTOCOLO: É quando alguns estados participam da substituição tributária. CONVÊNIO: É quando todos os estados entram na substituição tributária, tornando assim um único tratamento. GNRE: (Guia Nacional de Recolhimentos Especiais) É o documento onde deverá ser recolhido o imposto por substituição quando ocorrer venda para outros estados que fazem parte de Protocolo ou Convênio. A GNRE pode ser emitida através do site: (Dowload / Fazer dowload) para todos os estados, com exceção do estado do Mato Grosso. DAR: (Documento de Arrecadação) É o documento onde deverá ser recolhido o imposto por substituição para o estado do Mato Grosso através do site: (Emis. Doc Arrec. / DAR-1 Diversos / Pessoa Jurídica não Inscrita ). GARE: É o documento onde deverá ser recolhido o imposto por ANTECIPAÇÃO TRIBUTÁRIA no caso de mercadorias adquiridas de outros estados. O código para esse recolhimento será 063-2(recolhimentos especiais). O pagamento da Gare deverá ser antes da entrada da mercadoria na empresa. Emitir através do site: EMISSÃO DE NOTAS FISCAIS: Alteração do processo de emissão em relação aos CFOP S, SITUAÇÃO TRIBUTÁRIA, NATUREZA DA OPERAÇÃO, DADOS ADICIONAIS, em alguns casos BASE DE CÁLCULO DO ICMS SUBSTITUIÇÃO E VALOR DO ICMS SUBSTITUIÇÃO. ECF: Deverá atualizar o cadastro de produtos e se necessário chamar o técnico interventor para alterações na máquina, caso não seja possível a alteração pelo próprio estabelecimento. CÓDIGO DE SITUAÇÃO TRIBUTÁRIA: É o que determina a tributação do produto, onde são classificados da seguinte forma: CONTRIBUINTE SUBSTITUTO Tributada a operação própria e com cobrança do ICMS por substituição tributária: 010 mercadoria nacional; 020 mercadoria importada diretamente; 210 mercadoria estrangeira adquirida no mercado interno. Isenta ou não tributada a operação própria e com cobrança do ICMS por substituição tributária: 030 mercadoria nacional; 130 mercadoria importada diretamente; 77

78 230 mercadoria estrangeira adquirida no mercado interno. Com redução da base de cálculo da operação própria e com cobrança do ICMS por substituição tributária: 070 mercadoria nacional; 170 mercadoria importada diretamente; 270 mercadoria estrangeira adquirida no mercado interno. CONTRIBUINTE SUBSTITUÍDO ICMS cobrado anteriormente por substituição tributária 060 mercadoria nacional; 160 mercadoria importada diretamente; 260 mercadoria estrangeira adquirida no mercado interno. DEVOLUÇÃO: As mercadorias devolvidas após entrada em vigor da substituição tributária, deverão voltar para o estoque com crédito de ICMS, pois na venda houve o débito. Porém, após entrar novamente ao estoque este valor deverá ser considerado objeto de levantamento de estoque e deverá ser recolhida GARE, pois quando esta for vendida novamente já deverá sair como produto substituído. VEJA ABAIXO OS SETORES DA SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA: Máquinas e aparelhos Autopeças mecânicos, elétricos, Artigo O eletromecânicos e automáticos Artigo 313 Z11 Artefatos de uso doméstico Artigo 313 Z15 Medicamentos e contraceptivos Artigo A Brinquedos Artigo 313 Z9 Operações com produtos eletrônicos, eletroeletrônicos e eletrodomésticos Artigo 313 Z19 Bebidas alcoólicas, exceto cerveja e chope Artigo C Bicicletas, suas partes e acessórios Artigo 313 Z5 Papel Artigo U Pilhas e baterias novas Artigo Q Ferramentas e congêneres Artigo 313 Z3 Produtos alimentícios Artigo W Instrumentos musicais, suas partes e acessórios Artigo 313 Z7 Produtos de colchoaria Artigo 313 Z1 Produtos de limpeza Artigo K Lâmpadas elétricas Artigo S Produtos de papelaria Artigo 313 Z13 Materiais de construção e congêneres Artigo 313 -Y Produtos de perfumaria Artigo E 78

79 Produtos fonográficos Artigo M Materiais elétricos Artigo 313 Z17 Tintas, vernizes e outras mercadorias da indústria química Artigo 312 Ração pet para animais domésticos Artigo I Operações com sorvete Artigo 296 Higiene pessoal Artigo G A SUBSTITUIÇÃO NÃO SE APLICA: Transferências entre estabelecimentos industriais da mesma empresa, e nas remessas efetuadas pela indústria para sua filial atacadista; Entre sujeitos passivos por substituição da mesma mercadoria; Saídas para outros estados não signatários de convênios ou protocolos; Para utilização em processo de industrialização ou consumo; Quando a operação subseqüente estiver amparada por isenção ou não-incidência; Venda ao consumidor final. OBSERVAÇÕES GERAIS: O FISCO a qualquer momento pode incluir novos setores na cadeia da substituição tributária, é necessário ficar atento aos nossos comunicados e circulares. Embora o ICMS ST componha o valor total da nota fiscal, este não entrará para cálculo dos impostos federais. Quando houver devolução com GNRE (ICMS-ST) paga esta não poderá ser recuperada visto que, as vendas para fora com protocolo terão a GNRE paga no momento da venda, e em favor do outro estado. Portanto, aconselhamos que informe aos clientes que caso haja devolução só será devolvido o valor das mercadorias e não o valor do ICMS ST, pois o mesmo foi pago em favor do estado de destino. EXEMPLOS DE CÁLCULOS: OPERAÇÃO INTERNA (RPA) Preço de Fábrica...680,00 + IPI...272,00 + FRETE...48,00 = TOTAL DA N.F ,00 + MARGEM DE LUCRO DE 140% ,00 BASE DE CÁLCULO DA ST ,00 X ALÍQUOTA INTERNA...X18% =...432,00 - IMPOSTO PRÓPRIO (18% X 728,00)...131,04 = IMPOSTO RETIDO ICMS-ST...300,96 OPERAÇÃO INTERNA (SIMPLES NACIONAL) Preço de Fábrica...500,00 + FRETE...30,00 = TOTAL DA N.F...530,00 79

80 + MARGEM DE LUCRO DE 40%...212,00 BASE DE CÁLCULO DA ST...742,00 X ALÍQUOTA INTERNA...X18% =...133,56 - IMPOSTO PRÓPRIO (18% X 530,00)...95,40 = IMPOSTO RETIDO ICMS-ST...38,16 OPERAÇÃO INTERESTADUAL SP X CEARÁ Preço de Fábrica...680,00 + IPI...272,00 + FRETE...148,00 = TOTAL DA N.F ,00 + MARGEM DE LUCRO DE 140% ,00 BASE DE CÁLCULO DA ST ,00 X ALÍQUOTA INTERNA...X17% =...448,80 - IMPOSTO PRÓPRIO (7% X 828,00)...57,96 = IMPOSTO RETIDO ICMS-ST...390,84 IVA AJUSTADO 1 IVA-ST original é o IVA-ST aplicável na operação interna 2 ALQ INTER é a alíquota interestadual aplicada pelo remetente 3 ALQ INTRA é a alíquota aplicável à mercadoria neste Estado Quando o produto tiver a alíquota interna de 18% IVA-ST AJUSTADO = [(1+IVA-ST ORIGINAL) X (1- ALQ INTER) / (1- ALQ INTRA)]-1 IVA-ST AJUSTADO = [(1+ 38,90%) X (1-12%) / (1-18%)]-1 IVA-ST AJUSTADO = [(1+ 38,90%) X 0,88 / 0,82]-1 IVA-ST AJUSTADO = [1,3890 X 0,88 / 0,82]-1 IVA-ST AJUSTADO = 1, IVA-ST AJUSTADO = 0,4906 OU 49,06% ANTECIPAÇÃO TRIBUTÁRIA (após encontrar o IVA AJUSTADO) 1 IA é o imposto a ser recolhido por antecipação; 2 VA é o valor constante no documento fiscal relativo à entrada, acrescido dos valores correspondentes a frete, carreto, seguro, impostos e outros encargos suportados pelo contribuinte; 3 IVA-ST é o Índice de Valor Adicionado; 4 ALQ é a alíquota interna aplicável; 5 IC é o imposto cobrado na operação anterior; 6 IVA-ST ajustado IA = VA X (1 + IVA-ST AJUSTADO) X ALQ IC IA = 1.000,00 X (1 + 49,06) X 18% 120,00 IA = 1.000,00 X 1,4906 X 18% 120,00 IA = 1.490,06 X 18% 120,00 IA = 1.490,06 X 18% 120,00 IA = 268,21 120,00 IA = 148,21 LEVANTAMENTO DE ESTOQUE BASE DE CÁLCULO X IVA-ST X ALÍQUOTA INTERNA RPA 80

81 VALOR DO ESTOQUE ,00 IVA-ST (EXEMPLO) 40% , ,00 ALÍQUOTA INTERNA (18%) ,00 * Não abate crédito, pois já utilizou quando da entrada da mercadoria. SIMPLES NACIONAL VALOR DO ESTOQUE ,00 IVA-ST (EXEMPLO) 40% ,00 ALÍQUOTA INTERNA (18%) s/o IVA...720,00 * O Simples Nacional paga ICMS do estoque somente sobre o IVA, pois não tinha se creditado quando da entrada da mercadoria. FONTES PARA PESQUISA: Conselho Nacional de Política Fazendária (protocolos / convênios) Secretaria da Fazenda de São Paulo (legislação / tributária) Secretária da Fazenda de Pernambuco (dowload) Secretária da Fazenda de Mato Grosso (Emis. Doc Arre) 1.38 ANEXO VI - SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA EM OPERAÇÕES OU PRESTAÇÕES INTERESTADUAIS - ESTADOS SIGNATÁRIOS DE ACORDOS (Redação dada ao anexo pelo Decreto , de ; DOE ) Este anexo relaciona os acordos vigentes entre o Estado de São Paulo e as demais unidades federadas, relativos ao regime jurídico-tributário da substituição tributária em operações ou prestações interestaduais. Seu teor meramente informativo visa a facilitar a pesquisa e o cumprimento das obrigações fiscais e não substitui, em cada caso, a confirmação pela consulta às publicações do Diário Oficial da União. Os textos completos dos convênios e protocolos, referidos neste anexo estão disponíveis no site do Conselho Nacional de Política Fazendária - CONFAZ (www.fazenda.gov.br/confaz). TABELA I - CIMENTO DE QUALQUER ESPÉCIE (artigo 291, II, deste regulamento) Parte I - Acordos que prevêem a substituição tributária nas operações promovidas por contribuinte paulista com destino a contribuinte localizado em outra unidade federada. ITEM ESTADO ACORDO EFEITOS 1 Acre Protocolo ICMS-20/89, de a partir de Alagoas Protocolo ICM-22/87, de a partir de Amapá Protocolo ICMS-18/92, de a partir de Bahia Protocolo ICM-11/85, de a partir de Ceará Protocolo ICM-22/87, de a partir de Distrito Federal Protocolo ICMS-45/02, de a partir de Espírito Santo Protocolo ICM-11/85, de a partir de Goiás Protocolo ICMS-07/03, de a partir de Maranhão Protocolo ICMS-30/97, de a partir de

82 10 Mato Grosso Protocolo ICMS-30/97, de a partir de Mato Grosso do Sul Protocolo ICM-25/85, de a partir de Minas Gerais Protocolo ICM-11/85, de a partir de Pará Protocolo ICMS-55/91, de a partir de Paraíba Protocolo ICM-3/86, de a partir de Paraná Protocolo ICM-11/85, de a partir de Pernambuco Protocolo ICMS-30/97, de a partir de Piauí Protocolo ICMS-30/97, de a partir de Rio de Janeiro Protocolo ICM-11/85, de a partir de Rio Grande do Norte Protocolo ICMS-30/97, de a partir de Rio Grande do Sul Protocolo ICM-37/85, de a partir de Rondônia Protocolo ICM-11/87, de a partir de Roraima Protocolo ICMS-30/97, de a partir de Santa Catarina Protocolo ICMS-36/92, de a partir de Sergipe Protocolo ICM-22/87, de a partir de Tocantins Protocolo ICMS-30/97, de a partir de Parte II - Acordos que prevêem a substituição tributária nas operações promovidas por remetente localizado em outra unidade federada com destino a estabelecimento paulista. ITEM ESTADO ACORDO EFEITOS 1 Acre Protocolo ICMS-20/89, de a partir de Alagoas Protocolo ICM-22/87, de a partir de Amapá Protocolo ICMS-18/92, de a partir de Bahia Protocolo ICM-11/85, de a partir de Ceará Protocolo ICM-22/87, de a partir de Distrito Federal Protocolo ICMS-45/02, de a partir de Espírito Santo Protocolo ICM-11/85, de a partir de Goiás Protocolo ICMS-07/03, de a partir de Maranhão Protocolo ICMS-30/97, de a partir de Mato Grosso Protocolo ICMS-30/97, de a partir de Mato Grosso do Sul Protocolo ICM-25/85, de a partir de Minas Gerais Protocolo ICM-11/85, de a partir de Pará Protocolo ICMS-55/91, de a partir de Paraíba Protocolo ICM-3/86, de a partir de Paraná Protocolo ICM-11/85, de a partir de Pernambuco Protocolo ICMS-30/97, de a partir de Piauí Protocolo ICMS-30/97, de a partir de Rio de Janeiro Protocolo ICM-11/85, de a partir de Rio Grande do Norte Protocolo ICMS-30/97, de a partir de Rio Grande do Sul Protocolo ICM-37/85, de a partir de

83 21 Rondônia Protocolo ICM-11/87, de a partir de Roraima Protocolo ICMS-30/97, de a partir de Santa Catarina Protocolo ICMS-36/92, de a partir de Sergipe Protocolo ICM-22/87, de a partir de Tocantins Protocolo ICMS-30/97, de a partir de TABELA II - REFRIGERANTE, CERVEJA, INCLUSIVE CHOPE E ÁGUA (artigo 293, II, deste regulamento) Parte I - Acordos que prevêem a substituição tributária nas operações promovidas por contribuinte paulista com destino a contribuinte localizado em outra unidade federada. ITEM ESTADO ACORDO EFEITOS 1 Acre Protocolo ICMS-11/91, de a partir de Alagoas Protocolo ICMS-7/97, de a partir de Amapá Protocolo ICMS-34/92, de a partir de Amazonas Protocolo ICMS-30/99, de a partir de Bahia Protocolo ICMS-11/91, de a partir de Ceará Protocolo ICMS-05/04, de a partir de Distrito Federal Protocolo ICMS-49/92, de a partir de Espírito Santo Protocolo ICMS-11/91, de a partir de Goiás Protocolo ICMS-19/97, de a partir de Maranhão Protocolo ICMS-30/99, de a partir de Mato Grosso Protocolo ICMS-11/91, de a partir de Mato Grosso do Sul Protocolo ICMS-11/91, de a partir de Minas Gerais Protocolo ICMS-11/91, de a partir de Pará Protocolo ICMS-59/91, de a partir de Paraíba Protocolo ICMS-29/96, de a partir de Paraná Protocolo ICMS-11/91, de a partir de Pernambuco Protocolo ICMS-4/96, de a partir de Piauí Protocolo ICMS-6/99, de a partir de Rio de Janeiro Protocolo ICMS-11/91, de a partir de Rio Grande do Norte Protocolo ICMS-34/03, de a partir de Rio Grande do Sul Protocolo ICMS-11/91, de a partir de Rondônia Protocolo ICMS-9/95, de a partir de Roraima Protocolo ICMS-10/00, de a partir de Santa Catarina Protocolo ICMS-11/91, de a partir de Sergipe Protocolo ICMS-08/04, de a partir de Tocantins Protocolo ICMS-19/97, de a partir de Parte II - Acordos que prevêem a substituição tributária nas operações promovidas por remetente localizado em outra unidade federada com destino a estabelecimento paulista. 83

84 ITEM ESTADO ACORDO EFEITOS 1 Acre Protocolo ICMS-11/91, de a partir de Alagoas Protocolo ICMS-7/97, de a partir de Amapá Protocolo ICMS-34/92, de a partir de Amazonas Protocolo ICMS-30/99, de a partir de Bahia Protocolo ICMS-11/91, de a partir de Ceará Protocolo ICMS-05/04, de a partir de Distrito Federal Protocolo ICMS-49/92, de a partir de Espírito Santo Protocolo ICMS-11/91, de a partir de Goiás Protocolo ICMS-19/97, de a partir de Maranhão Protocolo ICMS-30/99, de a partir de Mato Grosso Protocolo ICMS-11/91, de a partir de Mato Grosso do Sul Protocolo ICMS-11/91, de a partir de Minas Gerais Protocolo ICMS-11/91, de a partir de Paraíba Protocolo ICMS-29/96, de a partir de Paraná Protocolo ICMS-11/91, de a partir de Pernambuco Protocolo ICMS-4/96, de a partir de Piauí Protocolo ICMS-6/99, de a partir de Rio de Janeiro Protocolo ICMS-11/91, de a partir de Rio Grande do Norte Protocolo ICMS-34/03, de a partir de Rio Grande do Sul Protocolo ICMS-11/91, de a partir de Rondônia Protocolo ICMS-9/95, de a partir de Roraima Protocolo ICMS-10/00, de a partir de Santa Catarina Protocolo ICMS-11/91, de a partir de Sergipe Protocolo ICMS-08/04, de a partir de Tocantins Protocolo ICMS-19/97, de a partir de TABELA III - SORVETE DE QUALQUER ESPÉCIE (artigo 295, II, deste regulamento) Parte I - Acordos que prevêem a substituição tributária nas operações promovidas por contribuinte paulista com destino a contribuinte localizado em outra unidade federada. ITEM ESTADO ACORDO EFEITOS 1 Alagoas Protocolo ICMS 31/05, de a partir de Amapá Protocolo ICMS 31/05, de a partir de Amazonas Protocolo ICMS 61/08, de a partir de Bahia Protocolo ICMS 8/07, de a partir de Distrito Federal Protocolo ICMS 31/05, de a partir de Espírito Santo Protocolo ICMS 31/05, de a partir de Mato Grosso Protocolo ICMS 40/08, de a partir de Mato Grosso do Sul Protocolo ICMS-5/06, de a partir de

85 9 Minas Gerais Protocolo ICMS 20/05, de a partir de Paraíba Protocolo ICMS 31/05, de a partir de Paraná Protocolo ICMS 20/05, de a partir de Pernambuco Protocolo ICMS 31/05, de a partir de Piauí Protocolo ICMS 31/05, de a partir de Rio de Janeiro Protocolo ICMS 20/05, de a partir de Rio Grande do Norte Protocolo ICMS 31/05, de a partir de Rio Grande do Sul Protocolo ICMS 31/05, de a partir de Rondônia Protocolo ICMS 31/05, de a partir de Roraima Protocolo ICMS 61/08, de a partir de Santa Catarina Protocolo ICMS 31/05, de a partir de Sergipe Protocolo ICMS 31/05, de a partir de Tocantins Protocolo ICMS 31/05, de a partir de Parte II - Acordos que prevêem a substituição tributária nas operações promovidas por remetente localizado em outra unidade federada com destino a estabelecimento paulista. ITEM ESTADO ACORDO EFEITOS 1 Alagoas Protocolo ICMS 31/05, de a partir de Amapá Protocolo ICMS 31/05, de a partir de Amazonas Protocolo ICMS 61/08, de a partir de Bahia Protocolo ICMS 8/07, de a partir de Distrito Federal Protocolo ICMS 31/05, de a partir de Espírito Santo Protocolo ICMS 31/05, de a partir de Mato Grosso Protocolo ICMS 40/08, de a partir de Mato Grosso do Sul Protocolo ICMS-5/06, de a partir de Minas Gerais Protocolo ICMS 20/05, de a partir de Paraíba Protocolo ICMS 31/05, de a partir de Paraná Protocolo ICMS 20/05, de a partir de Pernambuco Protocolo ICMS 31/05, de a partir de Piauí Protocolo ICMS 31/05, de a partir de Rio de Janeiro Protocolo ICMS 20/05, de a partir de Rio Grande do Norte Protocolo ICMS 31/05, de a partir de Rio Grande do Sul Protocolo ICMS 31/05, de a partir de Rondônia Protocolo ICMS 31/05, de a partir de Roraima Protocolo ICMS 61/08, de a partir de Santa Catarina Protocolo ICMS 31/05, de a partir de Sergipe Protocolo ICMS 31/05, de a partir de Tocantins Protocolo ICMS 31/05, de a partir de TABELA IV - VEÍCULOS (artigo 301 deste regulamento) Todos os Estados Convênio ICMS-132/92, de a partir de

86 TABELA V - PETRÓLEO, COMBUSTÍVEIS OU LUBRIFICANTES, DELE DERIVADOS, e ÁLCOOL CARBURANTE (artigos 412, IV, 413, 414, 1º, 2, e 418, II, deste regulamento) Todos os Estados Convênio ICMS-3/99, de , a partir de NOTA - V. Convênio ICMS 110/2007, de que revogou o Convênio ICMS 03/99 TABELA VI - VEÍCULOS DE DUAS RODAS MOTORIZADOS - (artigo 299 deste regulamento) Todos os Estados Convênio ICMS-52/93, de , a partir de TABELA VII - CIGARROS E OUTROS PRODUTOS DERIVADOS DO FUMO - (artigo 289, 1º, 1, deste regulamento) Todos os Estados Convênio ICMS-37/94, de , a partir de TABELA VIII - TINTAS, VERNIZES E OUTROS PRODUTOS DA INDÚSTRIA QUÍMICA (artigo 312, II, deste regulamento) Todos os Estados Convênio ICMS-74/94, de , a partir de TABELA IX - VENDA REALIZADA PORTA-A-PORTA ("MARKETING" DIRETO) OU EM BANCA DE JORNAL (artigo 288, II, deste regulamento) Todos os Estados Convênio ICMS-45/99, de , a partir de TABELA X - PNEUMÁTICOS E AFINS - (artigo 310 deste regulamento) Todos os Estados Convênio ICMS-85/93, de , a partir de TABELA XI - FILME FOTOGRÁFICO E CINEMATOGRÁFICO E SLIDE Parte I - Acordos que prevêem a substituição tributária nas operações promovidas por contribuinte paulista com destino a contribuinte localizado em outra unidade federada. ITEM ESTADO ACORDO EFEITOS 1 Acre Protocolo ICMS-24/00, de a partir de Alagoas Protocolo ICMS-15/94, de a partir de Amapá Protocolo ICMS-5/99, de a partir de Amazonas Protocolo ICM-15/85, de a partir de Bahia Protocolo ICMS-14/97, de a partir de Ceará Protocolo ICMS-15/94, de a partir de Distrito Federal Protocolo ICMS-46/02, de a partir de Espírito Santo Protocolo ICMS-27/98, de a partir de Maranhão Protocolo ICMS-27/99, de a partir de Mato Grosso Protocolo ICMS-16/00, de a partir de Mato Grosso do Sul Protocolo ICM-26/85, de a partir de Minas Gerais Protocolo ICMS-17/98, de a partir de Pará Protocolo ICMS-56/91, de a partir de Paraíba Protocolo ICM-4/86, de a partir de Paraná Protocolo ICMS-35/98, de a partir de Pernambuco Protocolo ICMS-8/00, de a partir de Piauí Protocolo ICMS-15/00, de a partir de

87 18 Rio de Janeiro Protocolo ICM-15/85, de a partir de (restabelecido pelo Decreto /07) 19 Rio Grande do Norte Protocolo ICMS-16/96, de a partir de Rio Grande do Sul Protocolo ICMS-5/99, de a partir de Rondônia Protocolo ICMS-5/99, de a partir de Roraima Protocolo ICMS-33/00, de a partir de Santa Catarina Protocolo ICMS-31/08, de a partir de Sergipe Protocolo ICMS-14/97, de a partir de Tocantins Protocolo ICMS-27/99, de a partir de TABELA XII - LÂMINA DE BARBEAR, APARELHO DE BARBEAR DESCARTÁVEL E ISQUEIRO (Redação dada à tabela pelo Decreto , de ; DOE ) Parte I - Acordos que prevêem a substituição tributária nas operações promovidas por contribuinte paulista com destino a contribuinte localizado em outra unidade federada. ITEM ESTADO ACORDO EFEITOS 1 Acre Protocolo ICMS-23/00, de a partir de Alagoas Protocolo ICMS-25/00, de a partir de Amapá Protocolo ICMS-4/99, de a partir de Amazonas Protocolo ICM-16/85, de a partir de Bahia Protocolo ICMS-15/97, de a partir de Ceará Protocolo ICMS-15/97, de a partir de Distrito Federal Protocolo ICMS-47/02, de a partir de Espírito Santo Protocolo ICMS-28/98, de a partir de Goiás Protocolo ICMS-18/01, de a partir de Maranhão Protocolo ICMS-26/99, de a partir de Mato Grosso Protocolo ICMS-17/00, de a partir de Mato Grosso do Sul Protocolo ICM-26/85, a partir de Minas Gerais Protocolo ICMS-18/98, de a partir de Pará Protocolo ICMS-56/91, de a partir de Paraíba Protocolo ICM-4/86, de a partir de Paraná Protocolo ICMS 129/08, de a partir de Pernambuco Protocolo ICMS-9/01, de a partir de Piauí Protocolo ICMS-5/00, de a partir de Rio de Janeiro Protocolo ICM-16/85, de a partir de (restabelecido pelo Decreto /07) 20 Rio Grande do Norte Protocolo ICMS-47/00, de a partir de Rio Grande do Sul Protocolo ICMS-4/99, de a partir de Rondônia Protocolo ICMS-4/99, de a partir de Roraima Protocolo ICMS-31/00, de a partir de Santa Catarina Protocolo ICMS-32/08, de a partir de

88 25 Sergipe Protocolo ICMS-15/97, de a partir de Tocantins Protocolo ICMS-26/99, de a partir de TABELA XII - LÂMINA DE BARBEAR, APARELHO DE BARBEAR DESCARTÁVEL E ISQUEIRO Parte I - Acordos que prevêem a substituição tributária nas operações promovidas por contribuinte paulista com destino a contribuinte localizado em outra unidade federada. ITEM ESTADO ACORDO EFEITOS 1 Acre Protocolo ICMS-23/00, de a partir de Alagoas Protocolo ICMS-25/00, de a partir de Amapá Protocolo ICMS-4/99, de a partir de Amazonas Protocolo ICM-16/85, de a partir de Bahia Protocolo ICMS-15/97, de a partir de Ceará Protocolo ICMS-15/97, de a partir de Distrito Federal Protocolo ICMS-47/02, de a partir de Espírito Santo Protocolo ICMS-28/98, de a partir de Goiás Protocolo ICMS-18/01, de a partir de Maranhão Protocolo ICMS-26/99, de a partir de Mato Grosso Protocolo ICMS-17/00, de a partir de Mato Grosso do Sul Protocolo ICM-26/85, a partir de Minas Gerais Protocolo ICMS-18/98, de a partir de Pará Protocolo ICMS-56/91, de a partir de Paraíba Protocolo ICM-4/86, de a partir de Paraná Protocolo ICMS 129/08, de a partir de Pernambuco Protocolo ICMS-9/01, de a partir de Piauí Protocolo ICMS-5/00, de a partir de Rio de Janeiro Protocolo ICM-16/85, de a partir de (restabelecido pelo Decreto /07) 20 Rio Grande do Norte Protocolo ICMS-47/00, de a partir de Rio Grande do Sul Protocolo ICMS-4/99, de a partir de Rondônia Protocolo ICMS-4/99, de a partir de Roraima Protocolo ICMS-31/00, de a partir de Santa Catarina Protocolo ICMS-32/08, de a partir de Sergipe Protocolo ICMS-15/97, de a partir de Tocantins Protocolo ICMS-26/99, de a partir de Parte II - Acordos que prevêem a substituição tributária nas operações promovidas por remetente localizado em outra unidade federada com destino a estabelecimento paulista. ITEM ESTADO ACORDO EFEITOS 1 Acre Protocolo ICMS-23/00, de a partir de Alagoas Protocolo ICMS-25/00, de a partir de Amapá Protocolo ICMS-14/00, de a partir de

89 4 Amazonas Protocolo ICMS-14/00, de a partir de Bahia Protocolo ICMS-14/00, de a partir de Ceará Protocolo ICMS-14/00, de a partir de Distrito Federal Protocolo ICMS-47/02, de a partir de Espírito Santo Protocolo ICMS-14/00, de a partir de Goiás Protocolo ICMS-18/01, de a partir de Maranhão Protocolo ICMS-14/00, de a partir de Mato Grosso Protocolo ICMS-17/00, de a partir de Mato Grosso do Sul Protocolo ICMS- 14/00, de a partir de Minas Gerais Protocolo ICMS-14/00, de a partir de Pará Protocolo ICMS-14/00, de a partir de Paraíba Protocolo ICMS-14/00, de a partir de Paraná Protocolo ICMS 129/08, de a partir de Pernambuco Protocolo ICMS-9/01, de a partir de Piauí Protocolo ICMS-14/00, de a partir de Rio de Janeiro Protocolo ICM-16/85, de a partir de (restabelecido pelo Decreto /07) 20 Rio Grande do Norte Protocolo ICMS-47/00, de a partir de Rio Grande do Sul Protocolo ICMS-14/00, de a partir de Rondônia Protocolo ICMS-14/00, de a partir de Roraima Protocolo ICMS-31/00, de a partir de Santa Catarina Protocolo ICMS-32/08, de a partir de Sergipe Protocolo ICMS-14/00, de a partir de Tocantins Protocolo ICMS-14/00, de a partir de TABELA XIII - LÂMPADA ELÉTRICA Parte I - Acordos que prevêem a substituição tributária nas operações promovidas por contribuinte paulista com destino a contribuinte localizado em outra unidade federada. ITEM ESTADO ACORDO EFEITOS 1 Acre Protocolo ICMS-23/00, de a partir de Alagoas Protocolo ICMS-27/00, de a partir de Amapá Protocolo ICMS-4/99, de a partir de Amazonas Protocolo ICM-17/85, de a partir de Bahia Protocolo ICMS-16/97, de a partir de Ceará Protocolo ICMS-07/96, de a partir de Distrito Federal Protocolo ICMS-48/02, de a partir de Espírito Santo Protocolo ICMS-28/98, de a partir de Goiás Protocolo ICMS-26/01, de a partir de Maranhão Protocolo ICMS-26/99, de a partir de Mato Grosso Protocolo ICMS-17/00, de a partir de Mato Grosso do Sul Protocolo ICM-26/85, a partir de

90 13 Minas Gerais Protocolo ICMS-18/98, de a partir de Pará Protocolo ICM-56/91, de a partir de Paraíba Protocolo ICM-04/86, de a partir de Paraná Protocolo ICMS 130/08, de a partir de Pernambuco Protocolo ICMS-10/01, de a partir de Piauí Protocolo ICMS-05/00, de a partir de Rio de Janeiro Protocolo ICM-17/85, de a partir de (restabelecido pelo Decreto /07) 20 Rio Grande do Norte Protocolo ICMS-48/00, de a partir de Rio Grande do Sul Protocolo ICMS-4/99, de a partir de Rondônia Protocolo ICMS-4/99, de a partir de Roraima Protocolo ICMS-31/00, de a partir de Santa Catarina Protocolo ICMS-33/08, de a partir de Sergipe Protocolo ICMS-16/97, de a partir de Tocantins Protocolo ICMS-26/99, de a partir de Parte II - Acordos que prevêem a substituição tributária nas operações promovidas por remetente localizado em outra unidade federada com destino a estabelecimento paulista. ITEM ESTADO ACORDO EFEITOS 1 Acre Protocolo ICMS-42/08, de a partir de Alagoas Protocolo ICMS-42/08, de a partir de Amapá Protocolo ICMS-42/08, de a partir de Amazonas Protocolo ICMS-42/08, de a partir de Bahia Protocolo ICMS-42/08, de a partir de Ceará Protocolo ICMS-42/08, de a partir de Distrito Federal Protocolo ICMS-42/08, de a partir de Espírito Santo Protocolo ICMS-42/08, de a partir de Goiás Protocolo ICMS-42/08, de a partir de Maranhão Protocolo ICMS-42/08, de a partir de Mato Grosso Protocolo ICMS-42/08, de a partir de Mato Grosso do Sul Protocolo ICMS-42/08, de a partir de Minas Gerais Protocolo ICMS-42/08, de a partir de Pará Protocolo ICMS-42/08, de a partir de Paraíba Protocolo ICMS-42/08, de a partir de Paraná Protocolo ICMS 130/08, de a partir de Pernambuco Protocolo ICMS-42/08, de a partir de Piauí Protocolo ICMS-42/08, de a partir de Rio de Janeiro Protocolo ICMS-42/08, de a partir de Rio Grande do Norte Protocolo ICMS-42/08, de a partir de Rio Grande do Sul Protocolo ICMS-42/08, de a partir de

91 22 Rondônia Protocolo ICMS-42/08, de a partir de Roraima Protocolo ICMS-42/08, de a partir de Santa Catarina Protocolo ICMS-33/08, de a partir de Sergipe Protocolo ICMS-42/08, de a partir de Tocantins Protocolo ICMS-42/08, de a partir de TABELA XIV - PILHA E BATERIA ELÉTRICA Parte I - Acordos que prevêem a substituição tributária nas operações promovidas por contribuinte paulista com destino a contribuinte localizado em outra unidade federada. ITEM ESTADO ACORDO EFEITOS 1 Acre Protocolo ICMS-18/00, de a partir de Alagoas Protocolo ICMS-26/00, de a partir de Amapá Protocolo ICMS-3/99, de a partir de Amazonas Protocolo ICM-18/85, de a partir de Bahia Protocolo ICMS-17/97, de a partir de Ceará Protocolo ICMS-27/01, de a partir de Distrito Federal Protocolo ICMS-49/02, de a partir de Espírito Santo Protocolo ICMS-29/98, de a partir de Goiás Protocolo ICMS-27/01, de a partir de Maranhão Protocolo ICMS-25/99, de a partir de Mato Grosso Protocolo ICMS-21/00, de a partir de Mato Grosso do Sul Protocolo ICMS-26/85, a partir de Minas Gerais Protocolo ICMS-19/98, de a partir de Pará Protocolo ICMS-56/91, de a partir de Paraíba Protocolo ICMS-04/86, de a partir de Paraná Protocolo ICMS-131/08, de a partir de Pernambuco Protocolo ICMS-12/93, de a partir de Piauí Protocolo ICMS-6/00, de a partir de Rio de Janeiro Protocolo ICM-18/85, de a partir de (restabelecido pelo Decreto /07) 20 Rio Grande do Norte Protocolo ICMS-49/00, de a partir de Rio Grande do Sul Protocolo ICMS-3/99, de a partir de Rondônia Protocolo ICMS-3/99, de a partir de Roraima Protocolo ICMS-34/00, de a partir de Santa Catarina Protocolo ICMS-34/08, de a partir de Sergipe Protocolo ICMS-17/97, de a partir de Tocantins Protocolo ICMS-25/99, de a partir de Parte II - Acordos que prevêem a substituição tributária nas operações promovidas por remetente localizado em outra unidade federada com destino a estabelecimento paulista. ITEM ESTADO ACORDO EFEITOS 91

92 1 Acre Protocolo ICMS-43/08, de a partir de Alagoas Protocolo ICMS-43/08, de a partir de Amapá Protocolo ICMS-43/08, de a partir de Amazonas Protocolo ICMS-43/08, de a partir de Bahia Protocolo ICMS-43/08, de a partir de Ceará Protocolo ICMS-43/08, de a partir de Distrito Federal Protocolo ICMS-43/08, de a partir de Espírito Santo Protocolo ICMS-43/08, de a partir de Goiás Protocolo ICMS-43/08, de a partir de Maranhão Protocolo ICMS-43/08, de a partir de Mato Grosso Protocolo ICMS-43/08, de a partir de Mato Grosso do Sul Protocolo ICMS-43/08, de a partir de Minas Gerais Protocolo ICMS-43/08, de a partir de Pará Protocolo ICMS-43/08, de a partir de Paraíba Protocolo ICMS-43/08, de a partir de Paraná Protocolo ICMS-131/08, de a partir de Pernambuco Protocolo ICMS-43/08, de a partir de Piauí Protocolo ICMS-43/08, de a partir de Rio de Janeiro Protocolo ICMS-43/08, de a partir de Rio Grande do Norte Protocolo ICMS-43/08, de a partir de Rio Grande do Sul Protocolo ICMS-43/08, de a partir de Rondônia Protocolo ICMS-43/08, de a partir de Roraima Protocolo ICMS-43/08, de a partir de Santa Catarina Protocolo ICMS-34/08, de a partir de Sergipe Protocolo ICMS-43/08, de a partir de Tocantins Protocolo ICMS-43/08, de a partir de TABELA XV - DISCO FONOGRÁFICO, FITA VIRGEM OU GRAVADA Parte I - Acordos que prevêem a substituição tributária nas operações promovidas por contribuinte paulista com destino a contribuinte localizado em outra unidade federada. ITEM ESTADO ACORDO EFEITOS 1 Acre Protocolo ICMS-11/98, de a partir de Alagoas Protocolo ICMS-15/94, de a partir de Amapá Protocolo ICMS-2/99, de a partir de Amazonas Protocolo ICM-19/85, de a partir de Bahia Protocolo ICMS-18/97, de a partir de Ceará Protocolo ICMS-15/94, de a partir de Distrito Federal Protocolo ICMS-18/97, de a partir de Espírito Santo Protocolo ICMS-30/98, de a partir de Goiás Protocolo ICMS-19/01, de a partir de

93 10 Maranhão Protocolo ICMS-50/00, de a partir de Mato Grosso Protocolo ICMS-51/00, de a partir de Mato Grosso do Sul Protocolo ICMS-26/85, a partir de Minas Gerais Protocolo ICMS-20/98, de a partir de Pará Protocolo ICMS-56/91, de a partir de Paraíba Protocolo ICM-4/86, de a partir de Paraná Protocolo ICMS-38/98, de a partir de Pernambuco Protocolo ICMS-57/91, de a partir de Piauí Protocolo ICMS-32/97, de a partir de Rio de Janeiro Protocolo ICM-19/85, de a partir de (restabelecido pelo Decreto /07) 20 Rio Grande do Norte Protocolo ICMS-6/96, de a partir de Rio Grande do Sul Protocolo ICMS-2/99, de a partir de Rondônia Protocolo ICMS-2/99, de a partir de Roraima Protocolo ICMS-32/00, de a partir de Santa Catarina Protocolo ICMS-35/08, de a partir de Sergipe Protocolo ICMS-18/97, de a partir de Tocantins Protocolo ICMS-29/99, de a partir de Parte II - Acordos que prevêem a substituição tributária nas operações promovidas por remetente localizado em outra unidade federada com destino a estabelecimento paulista. ITEM ESTADO ACORDO EFEITOS 1 Acre Protocolo ICMS-44/08 de a partir de Alagoas Protocolo ICMS-44/08 de a partir de Amapá Protocolo ICMS-44/08 de a partir de Amazonas Protocolo ICMS-44/08 de a partir de Bahia Protocolo ICMS-44/08 de a partir de Ceará Protocolo ICMS-44/08 de a partir de Distrito Federal Protocolo ICMS-44/08 de a partir de Espírito Santo Protocolo ICMS-44/08 de a partir de Goiás Protocolo ICMS-44/08 de a partir de Maranhão Protocolo ICMS-44/08 de a partir de Mato Grosso Protocolo ICMS-44/08 de a partir de Mato Grosso do Sul Protocolo ICMS-44/08 de a partir de Minas Gerais Protocolo ICMS-44/08 de a partir de Pará Protocolo ICMS-44/08 de a partir de Paraíba Protocolo ICMS-44/08 de a partir de Paraná Protocolo ICMS-44/08 de a partir de Pernambuco Protocolo ICMS-44/08 de a partir de Piauí Protocolo ICMS-44/08 de a partir de

94 19 Rio de Janeiro Protocolo ICMS-44/08 de a partir de Rio Grande do Norte Protocolo ICMS-44/08 de a partir de Rio Grande do Sul Protocolo ICMS-44/08 de a partir de Rondônia Protocolo ICMS-44/08 de a partir de Roraima Protocolo ICMS-44/08 de a partir de Santa Catarina Protocolo ICMS-35/08 de a partir de Sergipe Protocolo ICMS-44/08 de a partir de Tocantins Protocolo ICMS-44/08 de a partir de TABELA XVI - ÓLEOS COMESTÍVEIS Parte I - Acordos que prevêem a substituição tributária nas operações promovidas por contribuinte paulista com destino a contribuinte localizado em outra unidade federada. ITEM ESTADO ACORDO EFEITOS 1 Espírito Santo Protocolo ICMS-24/89, de a partir de TABELA XVII - AÇÚCAR DE CANA Parte I - Acordos que prevêem a substituição tributária nas operações promovidas por contribuinte paulista com destino a contribuinte localizado em outra unidade federada. ITEM ESTADO ACORDO EFEITOS 1 Bahia Protocolo ICMS-35/91, de a partir de Espírito Santo Protocolo ICMS-21/91, de a partir de Mato Grosso Protocolo ICMS-21/91, de a partir de Mato Grosso do Sul Protocolo ICMS-21/91, de a partir de A Minas Gerais (Item acrescentado pelo Decreto , de ; DOE ) Protocolo ICMS-21/91, de e Protocolo ICMS-45/11, de a partir de Pará Protocolo ICMS-2/92, de a partir de Rio de Janeiro Protocolo ICMS-21/91, de a partir de TABELA XVIII - PRODUTOS DE VENDA A DOMICÍLIO Parte I - Acordos que prevêem a substituição tributária nas operações promovidas por contribuinte paulista com destino a contribuinte localizado em outra unidade federada. ITEM ESTADO ACORDO EFEITOS 1 Distrito Federal Protocolo ICMS-19/92, de a partir de TABELA XIX - AÇÚCAR, FARINHA DE TRIGO, AGUARDENTE DE CANA, CERVEJA, CHOPE, REFRIGERANTE E XAROPE Parte I - Acordos que prevêem a substituição tributária nas operações promovidas por contribuinte paulista com destino a contribuinte localizado em outra unidade federada. ITEM ESTADO ACORDO EFEITOS 1 Rio Grande do Norte Protocolo ICMS-46/92, de a partir de

95 TABELA XX - LEITE EM PÓ Parte I - Acordos que prevêem a substituição tributária nas operações promovidas por contribuinte paulista com destino a contribuinte localizado em outra unidade federada. ITEM ESTADO ACORDO EFEITOS 1 Ceará Protocolo ICMS-12/96, de a partir de TABELA XXI - PRODUTOS FARMACÊUTICOS, SOROS E VACINAS Parte I - Acordos que prevêem a substituição tributária nas operações promovidas por contribuinte paulista com destino a contribuinte localizado em outra unidade federada. ITEM ESTADO ACORDO EFEITOS 1 Alagoas Protocolo ICMS-35/07, de a partir de Bahia 3 Bahia (Redação dada ao item pelo Decreto , de ; DOE ) Ceará (Redação dada ao item pelo Decreto , de ; DOE ) Protocolo ICMS-105/09, de Protocolo ICMS-105/09, de a partir de a partir de Protocolo ICMS-23/08, de a partir de Ceará Protocolo ICMS-23/08, de a partir de Espírito Santo Protocolo ICMS-25/09, de a partir de Mato Grosso Protocolo ICMS-7/08, de a partir de Mato Grosso do Sul Protocolo ICMS-12/07, de a partir de Minas Gerais Protocolo ICMS-37/09, de a partir de Pernambuco 9 Rio de Janeiro Protocolo ICMS-95/08, de Protocolo ICMS-68/07, de Vide Cláusula décima nona a partir de Parte II - Acordos que prevêem a substituição tributária nas operações promovidas por remetente localizado em outra unidade federada com destino a estabelecimento paulista. ITEM ESTADO ACORDO EFEITOS 1 Bahia 2 2 Ceará 3 Ceará (Redação dada ao item pelo Decreto , de ; DOE ) Mato Grosso (Redação dada ao item pelo Decreto , de ; DOE ) Protocolo ICMS-105/09, de Protocolo ICMS-23/08, de Protocolo ICMS-23/08, de Protocolo ICMS-7/08, de a partir de Vide Cláusula décima nona a partir de Vide Cláusula décima nona 3 Mato Grosso Protocolo ICMS-7/08, de a partir de

96 4 Minas Gerais 5 Pernambuco 6 Rio de Janeiro (Redação dada ao item pelo Decreto , de ; DOE ) 6 Rio de Janeiro Protocolo ICMS-37/09, de Protocolo ICMS-95/08, de Protocolo ICMS-68/07, de Protocolo ICMS-68/07, de a partir de Vide Cláusula décima nona Vide Cláusula oitava a partir de TABELA XXII - CAMA, COLCHÕES, TRAVESSEIROS E PILLOW Parte I - Acordos que prevêem a substituição tributária nas operações promovidas por contribuinte paulista com destino a contribuinte localizado em outra unidade federada. ITEM ESTADO ACORDO EFEITOS 1 Alagoas (Redação dada ao item pelo Decreto , de ; DOE ) 1 Alagoas 1-A Bahia (Dispositivo acrescentado pelo Decreto , de , DOE ) Protocolo ICMS-107/08, de Protocolo ICMS-107/08, de a partir de a partir de Protocolo ICMS-26/11, de Vide cláusulas segunda e nona. 2 Ceará Protocolo ICMS-20/08, de a partir de A Espírito Santo (Item acrescentado pelo Decreto , de ; DOE ) Protocolo ICMS-49/11, de a partir de Minas Gerais Protocolo ICMS-30/09, de a partir de Paraná Protocolo ICMS-03/09, de a partir de Pernambuco Protocolo ICMS-92/08, de Vide Cláusula oitava 6 Rio Grande do Sul Protocolo ICMS-85/09, de (revogado o Protocolo ICMS- 102/07, de ) a partir de até Parte II - Acordos que prevêem a substituição tributária nas operações promovidas por remetente localizado em outra unidade federada com destino a estabelecimento paulista. ITEM ESTADO ACORDO EFEITOS 1 Revogado pelo Decreto , de (DOE ). 1 Alagoas Protocolo ICMS-107/08, de a partir de

97 2 Ceará Protocolo ICMS-20/08, de Vide Parágrafo único da Cláusula oitava 3 Minas Gerais Protocolo ICMS-30/09, de a partir de Paraná Protocolo ICMS-03/09, de a partir de Pernambuco Protocolo ICMS-92/08, de Vide Cláusula oitava 6 Rio Grande do Sul Protocolo ICMS-85/09, de (revogado o Protocolo ICMS- 102/07, de ) a partir de Vide Parágrafo único da Cláusula oitava TABELA XXIII - COSMÉTICOS, PERFUMARIA, ARTIGOS DE HIGIENE PESSOAL E TOUCADOR Parte I - Acordos que prevêem a substituição tributária nas operações promovidas por contribuinte paulista com destino a contribuinte localizado em outra unidade federada. ITEM ESTADO ACORDO EFEITOS 1 Alagoas (Redação dada ao item pelo Decreto , de ; DOE ) Protocolo ICMS-106/08, de a partir de Alagoas Protocolo ICMS-106/08, de a partir de Ceará Protocolo ICMS-13/08, de a partir de Mato Grosso Protocolo ICMS-10/08, a partir de Minas Gerais Protocolo ICMS-36/09, de a partir de Paraná (Redação dada ao item pelo Decreto , de ; DOE ) Protocolo ICMS 77/10, de a partir de Paraná Protocolo ICMS-02/09, de a partir de Pernambuco Protocolo ICMS-93/08, de Vide Cláusula oitava 7 Rio Grande do Sul Protocolo ICMS-101/07, de (revogado) Protocolo ICMS-98/09, de a partir de a partir de Roraima Protocolo ICMS-25/91, de a partir de Parte II - Acordos que prevêem a substituição tributária nas operações promovidas por remetente localizado em outra unidade federada com destino a estabelecimento paulista. ITEM ESTADO ACORDO EFEITOS 1 Alagoas (Redação dada ao item pelo Decreto , de ; DOE ) Protocolo ICMS-106/08, de Vide 3º da Cláusula primeira 1 Alagoas Protocolo ICMS-106/08, de a partir de Ceará Protocolo ICMS-13/08, de Mato Grosso Protocolo ICMS-10/08,de Vide Parágrafo único da Cláusula oitava Vide Parágrafo único da Cláusula décima nona 97

98 4 Minas Gerais Protocolo ICMS-36/09, de a partir de Paraná (Redação dada ao item pelo Decreto , de ; DOE ) Protocolo ICMS 77/10, de a partir de Paraná Protocolo ICMS-02/09, de a partir de Pernambuco Protocolo ICMS-93/08, de Vide Cláusula oitava 7 Rio Grande do Sul Protocolo ICMS-98/09, de a partir de Roraima Protocolo ICMS-25/91, de a partir de TABELA XXIV - MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO Parte I - Acordos que prevêem a substituição tributária nas operações promovidas por contribuinte paulista com destino a contribuinte localizado em outra unidade federada. ITEM ESTADO ACORDO EFEITOS 1 Acre Protocolo ICMS-15/01, de a partir de Alagoas (Redação dada ao item pelo Decreto , de ; DOE ) Protocolo ICMS-104/08, de a partir de Alagoas Protocolo ICMS-104/08, de a partir de Amapá Protocolo ICMS-7/01, de a partir de Bahia 5 Ceará 6 Distrito Federal (Redação dada ao item pelo Decreto , de ; DOE ) Protocolo ICMS-104/09, de Protocolo ICMS-38/93, de e Protocolo ICMS-21/08, de Protocolo ICMS-14/93, de , e Protocolo ICMS-25/11, de a partir de a partir de e a partir de A partir de e vide cláusula nona 6 Distrito Federal Protocolo ICMS-14/93, de a partir de Espírito Santo Protocolo ICMS-31/98, de a partir de Goiás Protocolo ICMS-39/93, de a partir de Mato Grosso Protocolo ICMS-42/92, de e Protocolo ICMS-11/08, a partir de e a partir de Mato Grosso do Sul Protocolo ICMS-32/92, de a partir de Minas Gerais Protocolo ICMS-32/92, de e protocolo ICMS-32/09, de a partir de e a partir de Pará Protocolo ICMS-20/00, de a partir de Paraná Protocolo ICMS-32/92, de a partir de Pernambuco Protocolo ICMS-96/08- de Vide Cláusula oitava 15 Rio de Janeiro Protocolo ICMS-32/92, de a partir de Rio Grande do Sul Protocolo ICMS-32/92, de Protocolo ICMS-92/09, de a partir de e a partir de

99 17 Santa Catarina Protocolo ICMS-32/92, de a partir de Sergipe Protocolo ICMS-20/00, de a partir de Tocantins Protocolo ICMS-39/93, de a partir de Parte II - Acordos que prevêem a substituição tributária nas operações promovidas por remetente localizado em outra unidade federada com destino a estabelecimento paulista. ITEM ESTADO ACORDO EFEITOS 1 Alagoas (Redação dada ao item pelo Decreto , de ; DOE ) Protocolo ICMS-104/08, de Vide 3º da Cláusula primeira 1 Alagoas Protocolo ICMS-104/08, de a partir de Bahia Protocolo ICMS-104/09, de Ceará Protocolo ICMS-21/08, de Mato Grosso Protocolo ICMS-11/08, de a partir de Vide Parágrafo único da Cláusula oitava Vide Parágrafo único da Cláusula décima nona 5 Minas Gerais Protocolo ICMS-32/09, de a partir de Pernambuco Protocolo ICMS-96/08, de Vide Cláusula oitava 7 Rio Grande do Sul Protocolo ICMS-92/09, de a partir de TABELA XXV - BEBIDAS QUENTES Parte I - Acordos que prevêem a substituição tributária nas operações promovidas por contribuinte paulista com destino a contribuinte localizado em outra unidade federada. ITEM ESTADO ACORDO EFEITOS 1 Alagoas Protocolo ICMS-37/07, de a partir de Bahia Protocolo ICMS-107/09, de a partir de Ceará Protocolo ICMS-14/08, de a partir de A 3-B Espírito Santo (Item acrescentado pelo Decreto , de ; DOE ) Goiás (Item acrescentado pelo Decreto , de ; DOE ) Protocolo ICMS-48/11, de a partir de Protocolo ICMS-11/11, de a partir de Mato Grosso Protocolo ICMS-6/08, de a partir de Mato Grosso do Sul Protocolo ICMS-14/07, de a partir de Pernambuco Protocolo ICMS-91/08, de a partir de

100 7 Rio Grande do Sul Protocolo ICMS-96/09, de a partir de Parte II - Acordos que prevêem a substituição tributária nas operações promovidas por remetente localizado em outra unidade federada com destino a estabelecimento paulista. ITEM ESTADO ACORDO EFEITOS 1 Bahia Protocolo ICMS-107/09, de Ceará Protocolo ICMS-14/08, de Mato Grosso Protocolo ICMS-6/08, de a partir de Vide Parágrafo único da Cláusula oitava Vide Parágrafo único da Cláusula décima nona 46 Pernambuco Protocolo ICMS-133/08, de a partir de Rio Grande do Sul Protocolo ICMS-96/09, de a partir de TABELA XXVI - ELETRODOMÉSTICOS, ELETROELETRÔNICOS E EQUIPAMENTOS DE INFORMÁTICA Parte I - Acordos que prevêem a substituição tributária nas operações promovidas por contribuinte paulista com destino a contribuinte localizado em outra unidade federada. ITEM ESTADO ACORDO EFEITOS 1 Alagoas Protocolo ICMS-38/07, de a partir de Ceará Protocolo ICMS-19/08, de a partir de Mato Grosso Protocolo ICMS-8/08, de a partir de Mato Grosso do Sul Protocolo ICMS-15/07, de a partir de Minas Gerais Protocolo ICMS-31/09, de a partir de Pernambuco Protocolo ICMS-94/08, de Vide Cláusula oitava 7 Rio Grande do Sul Protocolo ICMS-88/09, de a partir de Parte II - Acordos que prevêem a substituição tributária nas operações promovidas por remetente localizado em outra unidade federada com destino a estabelecimento paulista. ITEM ESTADO ACORDO EFEITOS 1 Ceará Protocolo ICMS-19/08, de Mato Grosso Protocolo ICMS-8/08, de Minas Gerais 4 Pernambuco 5 Rio Grande do Sul Protocolo ICMS-31/09, de Protocolo ICMS-94/08, de Protocolo ICMS-88/09, de Vide Parágrafo único da Cláusula oitava Vide Parágrafo único da Cláusula décima nona a partir de Vide Cláusula oitava a partir de TABELA XXVII - VINHOS E SIDRAS Parte I - Acordos que prevêem a substituição tributária nas operações promovidas por contribuinte paulista com destino a contribuinte localizado em outra unidade federada. ITEM ESTADO ACORDO EFEITOS 100

101 1 Ceará 2 Pernambuco Protocolo ICMS-15/08, de Protocolo ICMS-99/08, de a partir de 1º Vide Cláusula oitava Parte II - Acordos que prevêem a substituição tributária nas operações promovidas por remetente localizado em outra unidade federada com destino a estabelecimento paulista. ITEM ESTADO ACORDO EFEITOS 1 Ceará Protocolo ICMS-15/08, de Vide Parágrafo único da Cláusula oitava 2 Pernambuco Prot. ICMS-99/08, de Vide Cláusula oitava TABELA XXVIII - AGUARDENTES Parte I - Acordos que prevêem a substituição tributária nas operações promovidas por contribuinte paulista com destino a contribuinte localizado em outra unidade federada. ITEM ESTADO ACORDO EFEITOS 1 Ceará Protocolo ICMS-16/08, de a partir de Pernambuco Prot. ICMS-100/08, de Vide Cláusula oitava Parte II - Acordos que prevêem a substituição tributária nas operações promovidas por remetente localizado em outra unidade federada com destino a estabelecimento paulista. ITEM ESTADO ACORDO EFEITOS 1 Ceará Protocolo ICMS-16/08, de Vide Parágrafo único da Cláusula oitava 2 Pernambuco Prot. ICMS-100/08, de Vide Cláusula oitava TABELA XXIX - MATERIAIS DE LIMPEZA Parte I - Acordos que prevêem a substituição tributária nas operações promovidas por contribuinte paulista com destino a contribuinte localizado em outra unidade federada. ITEM ESTADO ACORDO EFEITOS 1 Alagoas (Redação dada ao item pelo Decreto , de ; DOE ) Protocolo ICMS-105/08, de a partir de Alagoas Protocolo ICMS-105/08, de a partir de Bahia Protocolo ICMS-106/09, de a partir de Ceará Protocolo ICMS-18/08, de a partir de Mato Grosso Protocolo ICMS-12/08, de a partir de Minas Gerais Protocolo ICMS-33/09, de a partir de Pernambuco Protocolo ICMS-97/08, de Vide Cláusula oitava 7 Rio Grande do Sul Protocolo ICMS-93/09, de a partir de

102 Parte II - Acordos que prevêem a substituição tributária nas operações promovidas por remetente localizado em outra unidade federada com destino a estabelecimento paulista. ITEM ESTADO ACORDO EFEITOS 1 Alagoas (Redação dada ao item pelo Decreto , de ; DOE ) Protocolo ICMS-105/08, de Vide 3º da Cláusula primeira 1 Alagoas Protocolo ICMS-105/08, de a partir de Bahia Protocolo ICMS-106/09, de Ceará Protocolo ICMS-18/08, de Mato Grosso Protocolo ICMS-12/08, de a partir de Vide Parágrafo único da Cláusula oitava Vide Parágrafo único da Cláusula décima nona 5 Minas Gerais Protocolo ICMS-33/09, de a partir de Pernambuco Protocolo ICMS-97/08, de Vide Cláusula oitava 7 Rio Grande do Sul Protocolo ICMS-93/09, de a partir de TABELA XXX - AUTOPEÇAS Parte I - Acordos que prevêem a substituição tributária nas operações promovidas por contribuinte paulista com destino a contribuinte localizado em outra unidade federada. ITEM ESTADO ACORDO EFEITOS 1 Alagoas Protocolo ICMS-119/08, de a partir de Amapá Protocolo ICMS-41/08, de a partir de Amazonas Protocolo ICMS-41/08, de a partir de Bahia Protocolo ICMS-41/08, de a partir de Ceará 6 Distrito Federal (Redação dada ao item pelo Decreto , de ; DOE ) 6 Distrito Federal Protocolo ICMS-22/08, de Protocolo ICMS-5/11, de Protocolo ICMS-41/08, de (denunciado) a partir de Vide cláusulas quarta e quinta a Espírito Santo Protocolo ICMS-24/09, de a partir de A Goiás (Dispositivo acrescentado pelo Decreto , de , DOE ) Protocolo ICMS-5/11, de Vide cláusulas primeira e quinta. 8 Maranhão Protocolo ICMS-41/08, de a partir de Mato Grosso Protocolo ICMS-41/08, de a partir de

103 10 Minas Gerais Protocolo ICMS-41/08, de a partir de Pará Protocolo ICMS-41/08, de a partir de Paraná Protocolo ICMS-41/08, de a partir de Pernambuco Protocolo ICMS-101/08, de Vide Cláusula oitava 14 Piauí Protocolo ICMS-41/08, de a partir de Rio de Janeiro Protocolo ICMS-17/09, de a partir de Rio Grande do Sul Protocolo ICMS-41/08, de a partir de Santa Catarina Protocolo ICMS-41/08, de a partir de Parte II - Acordos que prevêem a substituição tributária nas operações promovidas por remetente localizado em outra unidade federada com destino a estabelecimento paulista. ITEM ESTADO ACORDO EFEITOS 1 Alagoas Protocolo ICMS-119/08, de a partir de Amapá Protocolo ICMS-41/08, de 4/04/08 a partir de Amazonas Protocolo ICMS-41/08, de 4/04/08 a partir de Bahia Protocolo ICMS-41/08, de a partir de Ceará Protocolo ICMS-22/08, de Distrito Federal 6-A Goiás (Dispositivo acrescentado pelo Decreto , de , DOE ) Protocolo ICMS-41/08, de (denunciado) Protocolo ICMS-5/11, de Vide o Parágrafo único da Cláusula oitava a Vide cláusulas primeira e quinta. 7 Maranhão Protocolo ICMS-41/08, de a partir de Mato Grosso Protocolo ICMS-41/08, de a partir de Minas Gerais Protocolo ICMS-41/08, de a partir de Pará Protocolo ICMS-41/08, de a partir de Paraná Protocolo ICMS-41/08, de a partir de Pernambuco Protocolo ICMS-101/08, de Vide Cláusula oitava 13 Piauí Protocolo ICMS-41/08, de a partir de Rio de Janeiro Protocolo ICMS-17/09, de a partir de Rio Grande do Sul Protocolo ICMS-41/08, de a partir de Santa Catarina Protocolo ICMS-41/08, de a partir de TABELA XXXI - RAÇÕES PARA ANIMAIS Parte I - Acordos que prevêem a substituição tributária nas operações promovidas por contribuinte paulista com destino a contribuinte localizado em outra unidade federada. ITEM ESTADO ACORDO EFEITOS 1 Acre Protocolo ICMS-45/08, de a partir de

104 2 Alagoas 3 Amapá 4 Amazonas 5 Bahia 6 Ceará 7 Distrito Federal 8 Espírito Santo 8-A Goiás (Item acrescentado pelo Decreto , de ; DOE ) 9 Maranhão 10 Mato Grosso 11 Mato Grosso do Sul 12 Minas Gerais 13 Pará 14 Paraíba 15 Paraná 16 Pernambuco 17 Piauí 18 Rio de Janeiro 19 Rio Grande do Norte 20 Rio Grande do Sul 21 Rondônia 22 Roraima 08 Protocolo ICMS-45/08, de Protocolo ICMS-45/08, de Protocolo ICMS-45/08, de Protocolo ICMS-63/08, de Protocolo ICMS-45/08, de Protocolo ICMS-45/08, de Protocolo ICMS-45/08, de Protocolo ICMS-39/11, de Protocolo ICMS-45/08, de Protocolo ICMS-45/08, de Protocolo ICMS-45/08, de Protocolo ICMS-45/08, de Protocolo ICMS-45/08, de Protocolo ICMS-45/08, de Protocolo ICMS-45/08, de Protocolo ICMS-45/08, de Protocolo ICMS-45/08, de Protocolo ICMS-45/08, de Protocolo ICMS-45/08, de Protocolo ICMS-45/08, de Protocolo ICMS-45/08, de Protocolo ICMS-45/08, de a partir de a partir de a partir de a partir de a partir de a partir de a partir de a partir de a partir de a partir de a partir de a partir de a partir de a partir de a partir de a partir de a partir de a partir de a partir de a partir de a partir de a partir de Santa Catarina Protocolo ICMS-45/08, de a partir de

105 24 Sergipe 25 Tocantins 08 Protocolo ICMS-45/08, de Protocolo ICMS-45/08, de a partir de a partir de Parte II - Acordos que prevêem a substituição tributária nas operações promovidas por remetente localizado em outra unidade federada com destino a estabelecimento paulista. ITEM ESTADO ACORDO EFEITOS 1 Acre Protocolo ICMS-45/08, de a partir de Alagoas Protocolo ICMS-45/08, de a partir de Amapá Protocolo ICMS-45/08, de a partir de Amazonas Protocolo ICMS-45/08, de a partir de Bahia Protocolo ICMS-63/08, de a partir de Ceará Protocolo ICMS-45/08, de a partir de Distrito Federal Protocolo ICMS-45/08, de a partir de Espírito Santo Protocolo ICMS-45/08, de a partir de A Goiás (Item acrescentado pelo Decreto , de ; DOE ) Protocolo ICMS-39/11, de a partir de Maranhão Protocolo ICMS-45/08, de a partir de Mato Grosso Protocolo ICMS-45/08, de a partir de Mato Grosso do Sul Protocolo ICMS-45/08, de a partir de Minas Gerais Protocolo ICMS-45/08, de a partir de Pará Protocolo ICMS-45/08, de a partir de Paraíba Protocolo ICMS-45/08, de a partir de Paraná Protocolo ICMS-45/08, de a partir de Pernambuco Protocolo ICMS-45/08, de a partir de Piauí Protocolo ICMS-45/08, de a partir de Rio de Janeiro Protocolo ICMS-45/08, de a partir de Rio Grande do Norte Protocolo ICMS-45/08, de a partir de Rio Grande do Sul Protocolo ICMS-45/08, de a partir de Rondônia Protocolo ICMS-45/08, de a partir de Roraima Protocolo ICMS-45/08, de a partir de Santa Catarina Protocolo ICMS-45/08, de a partir de Sergipe Protocolo ICMS-45/08, de a partir de Tocantins Protocolo ICMS-45/08, de a partir de TABELA XXXII - FERRAMENTAS Parte I - Acordos que prevêem a substituição tributária nas operações promovidas por contribuinte paulista com destino a contribuinte localizado em outra unidade federada. ITEM ESTADO ACORDO EFEITOS 105

106 1 Minas Gerais Protocolo ICMS-27/09, de a partir de Rio Grande do Sul Protocolo ICMS-89/09, de a partir de Parte II - Acordos que prevêem a substituição tributária nas operações promovidas por remetente localizado em outra unidade federada com destino a estabelecimento paulista. ITEM ESTADO ACORDO EFEITOS 1 Minas Gerais Protocolo ICMS-27/09, de a partir de Rio Grande do Sul Protocolo ICMS-89/09, de a partir de TABELA XXXIII PRODUTOS ALIMENTÍCIOS Parte I - Acordos que prevêem a substituição tributária nas operações promovidas por contribuinte paulista com destino a contribuinte localizado em outra unidade federada. ITEM ESTADO ACORDO EFEITOS 1 Minas Gerais 2 Rio Grande do Sul Protocolo ICMS-28/09, de Protocolo ICMS-95/09, de a partir de a partir de Parte II - Acordos que prevêem a substituição tributária nas operações promovidas por remetente localizado em outra unidade federada com destino a estabelecimento paulista. ITEM ESTADO ACORDO EFEITOS 1 Minas Gerais Protocolo ICMS-28/09, de a partir de Rio Grande do Sul Protocolo ICMS-95/09, de a partir de TABELA XXXIV - BICICLETAS Parte I - Acordos que prevêem a substituição tributária nas operações promovidas por contribuinte paulista com destino a contribuinte localizado em outra unidade federada. ITEM ESTADO ACORDO EFEITOS 1 Bahia Protocolo ICMS-110/09, de a partir de Minas Gerais Protocolo ICMS-29/09, de a partir de Rio Grande do Sul Protocolo ICMS-87/09, de a partir de Parte II - Acordos que prevêem a substituição tributária nas operações promovidas por remetente localizado em outra unidade federada com destino a estabelecimento paulista. ITEM ESTADO ACORDO EFEITOS 1 Bahia Protocolo ICMS-110/09, de a partir de Minas Gerais Protocolo ICMS-29/09, de a partir de Rio Grande do Sul Protocolo ICMS-87/09, de a partir de TABELA XXXV ARTEFATOS DE USO DOMÉSTICOS 106

107 Parte I - Acordos que prevêem a substituição tributária nas operações promovidas por contribuinte paulista com destino a contribuinte localizado em outra unidade federada. ITEM ESTADO ACORDO EFEITOS 1 Minas Gerais Protocolo ICMS-34/09, de a partir de Rio Grande do Sul Protocolo ICMS-86/09, de a partir de Parte II - Acordos que prevêem a substituição tributária nas operações promovidas por remetente localizado em outra unidade federada com destino a estabelecimento paulista. ITEM ESTADO ACORDO EFEITOS 1 Minas Gerais Protocolo ICMS-34/09, de a partir de Rio Grande do Sul Protocolo ICMS-86/09, de a partir de TABELA XXXVI - BRINQUEDOS Parte I - Acordos que prevêem a substituição tributária nas operações promovidas por contribuinte paulista com destino a contribuinte localizado em outra unidade federada. ITEM ESTADO ACORDO EFEITOS 1 Bahia Protocolo ICMS-108/09, de a partir de Minas Gerais Protocolo ICMS-35/09, de a partir de Rio Grande do Sul Protocolo ICMS-97/09, de a partir de Parte II - Acordos que prevêem a substituição tributária nas operações promovidas por remetente localizado em outra unidade federada com destino a estabelecimento paulista. ITEM ESTADO ACORDO EFEITOS 1 Bahia Protocolo ICMS-108/09, de a partir de Minas Gerais Protocolo ICMS-35/09, de a partir de Rio Grande do Sul Protocolo ICMS-97/09, de a partir de TABELA XXXVII INSTRUMENTOS MUSICAIS Parte I - Acordos que prevêem a substituição tributária nas operações promovidas por contribuinte paulista com destino a contribuinte localizado em outra unidade federada. ITEM ESTADO ACORDO EFEITOS 1 Minas Gerais Protocolo ICMS-38/09, de a partir de Rio Grande do Sul Protocolo ICMS-90/09, de a partir de Parte II - Acordos que prevêem a substituição tributária nas operações promovidas por remetente localizado em outra unidade federada com destino a estabelecimento paulista. ITEM ESTADO ACORDO EFEITOS 1 Minas Gerais Protocolo ICMS-38/09, de a partir de Rio Grande do Sul Protocolo ICMS-90/09, de a partir de TABELA XXXVIII MATERIAIS ELÉTRICOS Parte I - Acordos que prevêem a substituição tributária nas operações promovidas por contribuinte paulista com destino a contribuinte localizado em outra unidade federada. (Redação dada à Parte I pelo Decreto , de ; DOE ) 107

108 ITEM ESTADO ACORDO EFEITOS 1 Distrito Federal Protocolo ICMS-22/11, de Vide cláusula nona 2 Minas Gerais Protocolo ICMS-39/09, de a partir de Rio Grande do Sul Protocolo ICMS-91/09, de a partir de Parte II - Acordos que prevêem a substituição tributária nas operações promovidas por remetente localizado em outra unidade federada com destino a estabelecimento paulista. ITEM ESTADO ACORDO EFEITOS 1 Minas Gerais Protocolo ICMS-39/09, de a partir de Rio Grande do Sul Protocolo ICMS-91/09, de a partir de TABELA XXXIX ARTIGOS DE PAPELARIA Parte I - Acordos que prevêem a substituição tributária nas operações promovidas por contribuinte paulista com destino a contribuinte localizado em outra unidade federada. ITEM ESTADO ACORDO EFEITOS 1 Bahia Protocolo ICMS-109/09, de a partir de Minas Gerais Protocolo ICMS-40/09, de a partir de Rio Grande do Sul Protocolo ICMS-94/09, de a partir de Parte II - Acordos que prevêem a substituição tributária nas operações promovidas por remetente localizado em outra unidade federada com destino a estabelecimento paulista. ITEM ESTADO ACORDO EFEITOS 1 Bahia Protocolo ICMS-109/09, de a partir de Minas Gerais Protocolo ICMS-40/09, de a partir de Rio Grande do Sul Protocolo ICMS-94/09, de a partir de TABELA XL - MÁQUINAS E APARELHOS MECÂNICOS, ELÉTRICOS, ELETROMECÂNICOS E AUTOMÁTICOS (Tabela acrescentada pelo Decreto , de ; DOE ) Parte I - Acordos que prevêem a substituição tributária nas operações promovidas por contribuinte paulista com destino a contribuinte localizado em outra unidade federada. ITEM ESTADO ACORDO EFEITOS 1 Minas Gerais Protocolo ICMS-159/09, de a partir de Parte II - Acordos que prevêem a substituição tributária nas operações promovidas por remetente localizado em outra unidade federada com destino a estabelecimento paulista. ITEM ESTADO ACORDO EFEITOS 1 Minas Gerais Protocolo ICMS-159/09, de a partir de

109 1.39 SPED (SISTEMA PÚBLICO DE ESCRITURAÇÃO DIGITAL) EFD ESCRITURAÇÃO FISCAL DIGITAL A Escrituração Fiscal Digital - EFD é um arquivo digital, que se constitui de um conjunto de escriturações de documentos fiscais e de outras informações de interesse dos fiscos das unidades federadas e da Receita Federal do Brasil, bem como de registros de apuração de impostos referentes às operações e prestações praticadas pelo contribuinte. Sendo obrigatório para todos os contribuintes do ICMS ou do IPI. Certificação digital: O arquivo que contenha a EFD deverá ser assinado digitalmente de acordo com as Normas da Infra-estrutura de Chaves Públicas Brasileira ICP Brasil pelo contribuinte, por seu representante legal ou por quem a legislação indicar. OBSERVAÇÃO: A assinatura digital, além de obrigatória, se faz necessária para conferir validade jurídica à Escrituração Fiscal Digital, nos termos da MP nº de A ICP Brasil é um conjunto de técnicas, práticas e procedimentos, a ser implementado pelas organizações governamentais e privadas brasileiras com o objetivo de garantir a autenticidade, a integridade e a validade jurídica de documentos em forma eletrônica, das aplicações de suporte e das aplicações habilitadas que utilizem certificados digitais, bem como a realização de transações eletrônicas seguras. Livros abrangidos: Com a EFD fica dispensada a impressão dos livros: registro de entradas, saídas, inventário, apuração do ICMS e apuração do IPI, dentre outras obrigações acessórias. Obrigatoriedade: As empresas obrigadas a EFD estarão disponíveis no sítio do CONFAZ (www.fazenda.gov.br/confaz) no protocolo ICMS 77/2008, identificado como Lista_Obrigados_EFD_2009.pdf e terá como chave de codificação digital a seqüência f56f841facd737305e2d4be8c20bd8f7, obtida com a aplicação do algoritmo MD5 - "Message Digest" 5. O Convênio ICMS nº. 143, de 15 de dezembro de 2006 estabelece que o contribuinte mantenha todos os documentos fiscais que deram origem à escrituração, na forma e prazos estabelecidos para a guarda de documentos fiscais na legislação tributária, observados os requisitos de autenticidade e segurança nela previstos. Para cada estabelecimento, o contribuinte deverá gerar e manter uma EFD, devendo esta conter todas as informações referentes aos períodos de apuração do(s) imposto(s), o arquivo deverá estar de acordo com as especificações técnicas do leiaute, conforme o Ato COTEPE/ICMS nº. 09, de 18 de abril de 2008, e suas atualizações. A Escrituração Fiscal Digital - EFD deverá ser gerada e transmitida mensalmente até o 25º dia do mês subseqüente ao da apuração, pelos contribuintes do ICMS e do IPI elencados no Protocolo Confaz nº. 77/2008, e para estes tornou-se obrigatória desde 01 de janeiro de Lembrando que para a entrega da EFD o arquivo deverá ser gerado e validado SEM ERROS, caso contrário não será possível enviar o arquivo para o ambiente Nacional do SPED que será administrado pela Secretaria da Receita Federal do Brasil, a falta da entrega ou atraso do arquivo acarretará multa no valor de R$ 5.000,00 a cada mês. PRINCIPAIS EXIGÊNCIAS DA EFD Digitação dos itens de toda a movimentação da empresa referente a notas fiscais de entradas e saídas; Informar os códigos dos países constantes na tabela elaborada pelo Banco Central do Brasil, que são toda parte de cadastro de clientes e fornecedores com a indicação do país; Informar os códigos da tabela de municípios que é a identificação dos municípios brasileiros pelo IBGE; 109

110 Informar o CEP (código de endereçamento postal), conforme tabela do correio; Informar o gênero de serviço/mercadoria, conforme tabela correspondente aos capítulos da NCM constante na TIPI (tabela de produto industrializado); Informar o código de situação tributária, que é a identificação em todas as notas fiscais de entradas e saídas da situação tributária da operação, referente ao PIS, COFINS, ICMS e IPI; Informar a NCM (Nomenclatura Comum do Mercosul) que é a relação de classificações fiscais que identificam as mercadorias, mesmo que a empresa não seja contribuinte do IPI; Informar a autenticidade dos pagamentos referente a títulos pagos e recebidos; Informar a quantidade de parcelas ou duplicatas das vendas e compras de mercadorias; Informar o número do conhecimento de transporte e dados da carga das mercadorias entregue pela transportadora, dentre outras exigências NFE NOTA FISCAL ELETRÔNICA NFE Nota Fiscal Eletrônica (modelo 55) é um modelo de documento fiscal, de existência apenas digital, cuja validade jurídica é garantida pela assinatura digital, e foi criada para substituir a nota fiscal modelos 1 ou 1-A pelos contribuintes do ICMS e IPI. DANFE (Documento Auxiliar da NF-e) não é uma nota fiscal apenas poderá ser utilizado para transitar com as mercadorias após a concessão da Autorização de Uso da NF-e, o DANFE contém chave de acesso que permite ao detentor desse documento confirmar a efetiva existência da NF-e, por meio do site da Sefaz autorizada ou da Receita Federal. A NF-e foi instituída pelo Ajuste SINIEF 07/2005 e vem sendo adotada de forma voluntária por contribuintes do ICMS desde 2006, até se tornar obrigatória. Arquivo: O emitente e o destinatário deverão manter em arquivo digital as NF-e s pelo prazo estabelecido na legislação tributária para a guarda dos documentos fiscais, devendo ser apresentadas à administração tributária, quando solicitado. Caso o destinatário não seja contribuinte credenciado para a emissão de NF-e, alternativamente a guarda do documento em arquivo digital, deverá manter o DANFE em arquivo, devendo ser apresentado à administração tributária, quando solicitado. Obrigatoriedade: Conforme o Protocolo ICMS 10/2007, posteriormente alterado pelos Protocolos ICMS nº. 24/2008 e nº. 68/2008 e a Portaria CAT 162/08 que estabeleceram a obrigatoriedade de utilização da NF-e nos diversos setores da economia com vigência a partir de 01/04/2008. Em decorrência do grande número de questionamentos referentes à ampliação da obrigatoriedade de emissão da NF-e, a partir da publicação do Protocolo ICMS 42/2009 (abaixo), a coordenação técnica do projeto, esclarece: O protocolo ICMS 42/09 objetiva escalonar a ampliação da obrigatoriedade de uso da NF-e de forma que, até o final de 2010, estejam alcançados por esta obrigatoriedade todos os contribuintes do ICMS que se enquadrem em pelo menos uma das seguintes situações: 1. Desenvolvam atividade industrial; 2. Desenvolvam atividade de comércio atacadista ou de distribuição; 3. Pratiquem saídas de mercadorias com destino a outra unidade da Federação; 4. Forneçam mercadorias para a Administração Pública. Para escalonar esta ampliação de obrigatoriedade de emissão, o anexo único do Protocolo 42/09 dividiu as atividades de indústria, comércio atacadista e distribuição ao longo de três períodos (respectivamente, abril, julho e outubro de 2010), através de descrições baseadas na Codificação Nacional de Atividade Econômica (CNAE), tendo estabelecido uma quarta etapa, em dezembro, para as operações interestaduais e de venda para a Administração Pública. Muitas destas atividades repetem produtos já descritos nas fases do Protocolo 10/07. Por este motivo, existe no Protocolo 42/09 um dispositivo que diz que Ficam mantidas as obrigatoriedades e prazos estabelecidos no Protocolo ICMS nº 10/07, de 18 de abril de 2007, ou seja: Os prazos do Protocolo 42/09 não se aplicam para aquelas empresas já alcançadas pela obrigatoriedade de uso da NF-e em razão de algum dispositivo do Protocolo 10/07, mesmo que 110

111 cumulativamente pratiquem operações descritas por alguma CNAE listada no anexo único do Protocolo 42/09. Anexo I Data de início de obrigatoriedade Contribuinte de emissão de NF-e I - fabricantes de cigarros 1º de abril de 2008 II distribuidores ou atacadistas de cigarros 1º de abril de 2008 III - produtores, formuladores e importadores de combustíveis líquidos, assim definidos e autorizados por órgão federal 1º de abril de 2008 competente IV - distribuidores de combustíveis líquidos, assim definidos e 1º de abril de 2008 autorizados por órgão federal competente V - transportadores e revendedores retalhistas TRR, assim 1º de abril de 2008 definidos e autorizados por órgão federal competente VI - fabricantes de automóveis, camionetes, utilitários, caminhões, 1º de dezembro de 2008 ônibus e motocicletas VII - fabricantes de cimento 1º de dezembro de 2008 VIII fabricantes, distribuidores e comerciantes atacadistas de 1º de dezembro de 2008 medicamentos alopáticos para uso humano IX frigoríficos e atacadistas que promoverem as saídas de carnes frescas, refrigeradas ou congeladas das espécies bovinas, suínas, 1º de dezembro de 2008 bufalinas e avícola X - fabricantes de bebidas alcoólicas inclusive cervejas e chopes 1º de dezembro de 2008 XI fabricantes de refrigerantes 1º de dezembro de 2008 XII agentes que, no Ambiente de Contratação Livre (ACL), vendam 1º de dezembro de 2008 energia elétrica a consumidor final XIII fabricantes de semi-acabados, laminados planos ou longos, 1º de dezembro de 2008 relaminados, trefilados e perfilados de aço XIV fabricantes de ferro-gusa 1º de dezembro de 2008 XV - importadores de automóveis, camionetes, utilitários, 1º de abril de 2009 caminhões, ônibus e motocicletas XVI - fabricantes e importadores de baterias e acumuladores para 1º de abril de 2009 veículos automotores XVII - fabricantes de pneumáticos e de câmaras-de-ar 1º de abril de 2009 XVIII fabricantes e importadores de autopeças 1º de abril de 2009 XIX - produtores, formuladores, importadores e distribuidores de solventes derivados de petróleo, assim definidos e autorizados por 1º de abril de 2009 órgão federal competente XX comerciantes atacadistas a granel de solventes derivados de 1º de abril de 2009 petróleo XXI - produtores, importadores e distribuidores de lubrificantes e graxas derivados de petróleo, assim definidos e autorizados por 1º de abril de 2009 órgão federal competente XXII - comerciantes atacadistas de lubrificantes e graxas derivados ou não de petróleo 1º de abril de 2010 (Redação dada ao item pela Portaria CAT-173/09, de ; 111

112 DOE ; efeitos a partir de 1º de abril de 2010) NOTA - Efeitos a partir de XXIII - produtores, importadores, distribuidores a granel, engarrafadores e revendedores atacadistas a granel de álcool para 1º de abril de 2009 outros fins XXIV produtores, importadores e distribuidores de GLP gás liquefeito de petróleo ou de GLGN - gás liquefeito de gás natural, 1º de abril de 2009 assim definidos e autorizados por órgão federal competente XXV produtores, importadores e distribuidores de GNV gás natural veicular, assim definidos e autorizados por órgão federal 1º de abril de 2009 competente XXVI - atacadistas de produtos siderúrgicos e ferro gusa 1º de abril de 2009 XXVII - fabricantes de alumínio, laminados e ligas de alumínio 1º de abril de 2009 XXVIII fabricantes de vasilhames de vidro, garrafas PET e latas 1º de abril de 2009 para bebidas alcoólicas e refrigerantes XXIX - fabricantes e importadores de tintas, vernizes, esmaltes e 1º de abril de 2009 lacas XXX fabricantes e importadores de resinas termoplásticas 1º de abril de 2009 XXXI distribuidores, atacadistas ou importadores de bebidas 1º de abril de 2009 alcoólicas, inclusive cervejas e chopes XXXII distribuidores, atacadistas ou importadores de refrigerantes 1º de abril de 2009 XXXIII - fabricantes, distribuidores, atacadistas ou importadores de 1º de abril de 2009 extrato e xarope utilizados na fabricação de refrigerantes XXXIV - atacadistas de bebidas com atividade de fracionamento e 1º de abril de 2009 acondicionamento associada XXXV atacadistas de fumo 1º de abril de 2009 XXXVI fabricantes de cigarrilhas e charutos 1º de abril de 2009 XXXVII fabricantes e importadores de filtros para cigarros 1º de abril de 2009 XXXVIII fabricantes e importadores de outros produtos do fumo, 1º de abril de 2009 exceto cigarros, cigarrilhas e charutos XXXIX processadores industriais do fumo 1º de abril de 2009 XL - fabricantes de cosméticos, produtos de perfumaria e de higiene 1º de setembro de 2009 pessoal XLI - fabricantes de produtos de limpeza e de polimento 1º de setembro de 2009 XLII - fabricantes de sabões e detergentes sintéticos 1º de setembro de 2009 XLIII - fabricantes de alimentos para animais 1º de setembro de 2009 XLIV - fabricantes de papel 1º de setembro de 2009 XLV - fabricantes de produtos de papel, cartolina, papel-cartão e 1º de setembro de 2009 papelão ondulado para uso comercial e de escritório XLVI - fabricantes e importadores de componentes eletrônicos 1º de setembro de 2009 XLVII - fabricantes e importadores de equipamentos de informática 1º de setembro de 2009 e de periféricos para equipamentos de informática XLVIII - fabricantes e importadores de equipamentos transmissores 1º de setembro de 2009 de comunicação, pecas e acessórios XLIX - fabricantes e importadores de aparelhos de recepção, 1º de setembro de 2009 reprodução, gravação e amplificação de áudio e vídeo 112

113 L - estabelecimentos que realizem reprodução de vídeo em qualquer suporte 1º de setembro de 2009 LI - estabelecimentos que realizem reprodução de som em qualquer suporte 1º de setembro de 2009 LII - fabricantes e importadores de mídias virgens, magnéticas e ópticas 1º de setembro de 2009 LIII - fabricantes e importadores de aparelhos telefônicos e de outros equipamentos de comunicação, peças e acessórios 1º de setembro de 2009 LIV - fabricantes de aparelhos eletromédicos e eletroterapeuticos e 1º de setembro de 2009 equipamentos de irradiação LV - fabricantes e importadores de pilhas, baterias e acumuladores 1º de setembro de 2009 elétricos, exceto para veículos automotores LVI - fabricantes e importadores de material elétrico para instalações em circuito de consumo 1º de setembro de 2009 LVII - fabricantes e importadores de fios, cabos e condutores elétricos isolados 1º de setembro de 2009 LVIII - fabricantes e importadores de material elétrico e eletrônico 1º de setembro de 2009 para veículos automotores, exceto baterias LIX - fabricantes e importadores de fogões, refrigeradores e 1º de setembro de 2009 maquinas de lavar e secar para uso domestico, peças e acessórios LX - estabelecimentos que realizem moagem de trigo e fabricação 1º de setembro de 2009 de derivados de trigo LXI - atacadistas de café em grão 1º de setembro de 2009 LXII - atacadistas de café torrado, moído e solúvel 1º de setembro de 2009 LXIII - produtores de café torrado e moído, aromatizado 1º de setembro de 2009 LXIV - fabricantes de óleos vegetais refinados, exceto óleo de milho 1º de setembro de 2009 LXV - fabricantes de defensivos agrícolas 1º de setembro de 2009 LXVI - fabricantes de adubos e fertilizantes 1º de setembro de 2009 LXVII - fabricantes de medicamentos homeopáticos para uso humano 1º de setembro de 2009 LXVIII - fabricantes de medicamentos fitoterápicos para uso humano 1º de setembro de 2009 LXIX - fabricantes de medicamentos para uso veterinário 1º de setembro de 2009 LXX - fabricantes de produtos farmoquímicos 1º de setembro de 2009 LXXI - atacadistas e importadores de malte para fabricação de bebidas alcoólicas 1º de setembro de 2009 LXXII - fabricantes e atacadistas de laticínios 1º de setembro de 2009 LXXIII - fabricantes de artefatos de material plástico para usos industriais 1º de setembro de 2009 LXXIV - fabricantes de tubos de aço sem costura 1º de setembro de 2009 LXXV - fabricantes de tubos de aço com costura 1º de setembro de 2009 LXXVI - fabricantes e atacadistas de tubos e conexões em PVC e cobre 1º de setembro de 2009 LXXVII - fabricantes de artefatos estampados de metal 1º de setembro de 2009 LXXVIII - fabricantes de produtos de trefilados de metal, exceto padronizados 1º de setembro de

114 LXXIX - fabricantes de cronômetros e relógios 1º de setembro de 2009 LXXX - fabricantes de equipamentos e instrumentos ópticos, peças 1º de setembro de 2009 e acessórios LXXXI - fabricantes de equipamentos de transmissão ou de rolamentos, para fins industriais 1º de setembro de 2009 LXXXII - fabricantes de máquinas, equipamentos e aparelhos para 1º de setembro de 2009 transporte e elevação de cargas, peças e acessórios LXXXIII - fabricantes de aparelhos e equipamentos de ar condicionado para uso não-industrial 1º de setembro de 2009 LXXXIV - serrarias com desdobramento de madeira 1º de setembro de 2009 LXXXV - fabricantes de artefatos de joalheria e ourivesaria 1º de setembro de 2009 LXXXVI - fabricantes de tratores, peças e acessórios, exceto agrícolas 1º de setembro de 2009 LXXXVII -fabricantes e atacadistas de pães, biscoitos e bolacha 1º de setembro de 2009 LXXXVIII - fabricantes e atacadistas de vidros planos e de segurança 1º de setembro de 2009 LXXXIX - atacadistas de mercadoria em geral, com predominância 1º de setembro de 2009 de produtos alimentícios XC - concessionários de veículos novos 1º de setembro de 2009 XCI fabricantes e importadores de pisos e revestimentos cerâmicos 1º de setembro de 2009 XCII - tecelagem de fios de fibras têxteis 1º de setembro de 2009 XCIII - preparação e fiação de fibras têxteis 1º de setembro de 2009 Anexo II CNAE Descrição CNAE Data de início da obrigatoriedade de emissão da NF-e Extração de minério de estanho 01/04/ Beneficiamento de minério de estanho 01/04/ Frigorífico - abate de bovino 01/04/ Frigorífico - abate de eqüino 01/04/ Frigorífico - abate de ovinos e caprinos 01/04/ Frigorífico - abate de bufalinos 01/04/ Abate de aves 01/04/ Abate de pequenos animais 01/04/ Frigorífico - abate de suínos 01/04/ Fabricação de produtos de carne 01/04/ Preparação de subprodutos do abate 01/04/ Fabricação de conservas de frutas 01/04/ Fabricação de óleos vegetais refinados, exceto óleo de milho 01/04/ Fabricação de margarina e outras gorduras vegetais e de óleos nãocomestiveis de animais 01/04/ Preparação do leite 01/04/ Fabricação de laticínios 01/04/ Fabricação de sorvetes e outros gelados comestíveis 01/04/

115 Moagem de trigo e fabricação de derivados 01/04/ Fabricação de farinha de mandioca e derivados 01/04/ Fabricação de farinha de milho e derivados, exceto óleos de milho 01/04/ Fabricação de alimentos para animais 01/04/ Moagem e fabricação de produtos de origem vegetal não especificados anteriormente 01/04/ Fabricação de açúcar em bruto 01/04/ Beneficiamento de café 01/04/ Torrefação e moagem de café 01/04/ Fabricação de produtos a base de café 01/04/ Fabricação de produtos de panificação 01/04/ Fabricação de biscoitos e bolachas 01/04/ Fabricação de produtos derivados do cacau e de chocolates 01/04/ Fabricação de frutas cristalizadas, balas e semelhantes 01/04/ Fabricação de massas alimentícias 01/04/ Fabricação de outros produtos alimentícios não especificados anteriormente 01/04/ Fabricação de aguardente de cana-de-açúcar 01/04/ Fabricação de outras aguardentes e bebidas destiladas 01/04/ Fabricação de vinho 01/04/ Fabricação de malte, inclusive malte uísque 01/04/ Fabricação de cervejas e chopes 01/04/ Fabricação de refrigerantes 01/04/ Fabricação de refrescos, xaropes e pos para refrescos, exceto refrescos de frutas 01/04/ Processamento industrial do fumo 01/04/ Fabricação de cigarros 01/04/ Fabricação de cigarrilhas e charutos 01/04/ Fabricação de filtros para cigarros 01/04/ Fabricação de outros produtos do fumo, exceto cigarros, cigarrilhas e charutos 01/04/ Preparação e fiação de fibras de algodão 01/04/ Preparação e fiação de fibras têxteis naturais, exceto algodão 01/04/ Fiação de fibras artificiais e sintéticas 01/04/ Fabricação de linhas para costurar e bordar 01/04/ Tecelagem de fios de algodão 01/04/ Tecelagem de fios de fibras têxteis naturais, exceto algodão 01/04/ Tecelagem de fios de fibras artificiais e sintéticas 01/04/ Fabricação de tecidos de malha 01/04/ Serrarias com desdobramento de madeira 01/04/ Fabricação de papel 01/04/ Fabricação de cartolina e papel-cartao 01/04/ Fabricação de embalagens de papel 01/04/ Fabricação de embalagens de cartolina e papel-cartao 01/04/

116 Fabricação de chapas e de embalagens de papelão ondulado 01/04/ Fabricação de formulários contínuos 01/04/ Fabricação de produtos de papel, cartolina, papel-cartao e papelão ondulado para uso comercial e de escritório. 01/04/ Fabricação de fraldas descartáveis 01/04/ Fabricação de produtos de papel para uso domestico e higienicosanitario não especificados anteriormente 01/04/ Fabricação de produtos de pastas celulósicas, papel, cartolina, papelcartao e papelão ondulado não especificados anteriormente 01/04/ Reprodução de som em qualquer suporte 01/04/ Reprodução de vídeo em qualquer suporte 01/04/ Coquerias 01/04/ Fabricação de produtos do refino de petróleo 01/04/ Formulação de combustíveis 01/04/ Rerrefino de óleos lubrificantes 01/04/ Fabricação de outros produtos derivados do petróleo, exceto produtos do refino 01/04/ Fabricação de álcool 01/04/ Fabricação de bicombustíveis, exceto álcool 01/04/ Fabricação de adubos e fertilizantes 01/04/ Elaboração de combustíveis nucleares 01/04/ Fabricação de outros produtos químicos inorgânicos não especificados anteriormente 01/04/ Fabricação de produtos petroquímicos básicos 01/04/ Fabricação de intermediários para plastificantes, resinas e fibras 01/04/ Fabricação de produtos químicos orgânicos não especificados anteriormente 01/04/ Fabricação de resinas termoplásticas 01/04/ Fabricação de resinas termofixas 01/04/ Fabricação de fibras artificiais e sintéticas 01/04/ Fabricação de defensivos agrícolas 01/04/ Fabricação de sabões e detergentes sintéticos 01/04/ Fabricação de produtos de limpeza e polimento 01/04/ Fabricação de cosméticos, produtos de perfumaria e de higiene pessoal 01/04/ Fabricação de tintas, vernizes, esmaltes e lacas 01/04/ Fabricação de tintas de impressão 01/04/ Fabricação de impermeabilizantes, solventes e produtos afins 01/04/ Fabricação de adesivos e selantes 01/04/ Fabricação de aditivos de uso industrial 01/04/ Fabricação de catalisadores 01/04/ Fabricação de outros produtos químicos não especificados anteriormente 01/04/ Fabricação de produtos farmoquimicos 01/04/

117 Fabricação de medicamentos alopáticos para uso humano 01/04/ Fabricação de medicamentos homeopáticos para uso humano 01/04/ Fabricação de medicamentos fitoterápicos para uso humano 01/04/ Fabricação de medicamentos para uso veterinário 01/04/ Fabricação de pneumáticos e de câmaras-de-ar 01/04/ Fabricação de laminados planos e tubulares de material plástico 01/04/ Fabricação de embalagens de material plástico 01/04/ Fabricação de tubos e acessórios de material plástico para uso na construção 01/04/ Fabricação de artefatos de material plástico para usos industriais 01/04/ Fabricação de vidro plano e de segurança 01/04/ Fabricação de embalagens de vidro 01/04/ Fabricação de cimento 01/04/ Fabricação de produtos cerâmicos refratários 01/04/ Fabricação de azulejos e pisos 01/04/ Fabricação de artefatos de cerâmica e barro cozido para uso na construção, exceto azulejos e pisos 01/04/ Fabricação de produtos cerâmicos não-refratarios não especificados anteriormente 01/04/ Produção de ferro-gusa 01/04/ Produção de semi-acabados de aço 01/04/ Produção de laminados planos de aço ao carbono, revestidos ou não 01/04/ Produção de laminados planos de aços especiais 01/04/ Produção de tubos de aço sem costura 01/04/ Produção de laminados longos de aço, exceto tubos 01/04/ Produção de arames de aço 01/04/ Produção de relaminados, trefilados e perfilados de aço, exceto arames 01/04/ Produção de tubos de aço com costura 01/04/ Produção de outros tubos de ferro e aço 01/04/ Produção de alumínio e suas ligas em formas primarias 01/04/ Produção de laminados de alumínio 01/04/ Metalurgia do cobre 01/04/ Produção de artefatos estampados de metal 01/04/ Fabricação de embalagens metálicas 01/04/ Fabricação de produtos de trefilados de metal, exceto padronizados 01/04/ Fabricação de outros produtos de metal não especificados anteriormente 01/04/ Fabricação de componentes eletrônicos 01/04/ Fabricação de equipamentos de informática 01/04/ Fabricação de periféricos para equipamentos de informática 01/04/ Fabricação de equipamentos transmissores de comunicação, pecas e acessórios 01/04/ Fabricação de aparelhos telefônicos e de outros equipamentos de comunicação, pecas e acessórios 01/04/

118 Fabricação de aparelhos de recepção, reprodução, gravação e amplificação de áudio e vídeo 01/04/ Fabricação de aparelhos e equipamentos de medida, teste e controle 01/04/ Fabricação de cronômetros e relógios 01/04/ Fabricação de aparelhos eletromedicos e eletroterapeuticos e equipamentos de irradiação 01/04/ Fabricação de equipamentos e instrumentos ópticos, pecas e acessórios 01/04/ Fabricação de aparelhos fotográficos e cinematográficos, pecas e acessórios 01/04/ Fabricação de mídias virgens, magnéticas e ópticas 01/04/ Fabricação de pilhas, baterias e acumuladores elétricos, exceto para veículos automotores 01/04/ Fabricação de baterias e acumuladores para veículos automotores 01/04/ Fabricação de material elétrico para instalações em circuito de consumo 01/04/ Fabricação de fios, cabos e condutores elétricos isolados 01/04/ Fabricação de fogões, refrigeradores e maquinas de lavar e secar para uso domestico, pecas e acessórios 01/04/ Fabricação de rolamentos para fins industriais 01/04/ Fabricação de equipamentos de transmissão para fins industriais, exceto rolamentos 01/04/ Fabricação de maquinas, equipamentos e aparelhos para transporte e elevação de cargas, pecas e acessórios 01/04/ Fabricação de aparelhos e equipamentos de ar condicionado para uso não-industrial 01/04/ Fabricação de tratores, pecas e acessórios, exceto agrícolas 01/04/ Fabricação de maquinas e equipamentos para uso industrial especifico não especificados anteriormente, pecas e acessórios 01/04/ Fabricação de automóveis, camionetas e utilitários 01/04/ Fabricação de chassis com motor para automóveis, camionetas e utilitários 01/04/ Fabricação de motores para automóveis, camionetas e utilitários 01/04/ Fabricação de caminhões e ônibus 01/04/ Fabricação de motores para caminhões e ônibus 01/04/ Fabricação de cabines, carrocerias e reboques para caminhões 01/04/ Fabricação de carrocerias para ônibus 01/04/ Fabricação de cabines, carrocerias e reboques para outros veículos automotores, exceto caminhões e ônibus 01/04/ Fabricação de pecas e acessórios para o sistema motor de veículos automotores 01/04/ Fabricação de pecas e acessórios para os sistemas de marcha e transmissão de veículos automotores 01/04/ Fabricação de pecas e acessórios para o sistema de freios de veículos automotores 01/04/ Fabricação de pecas e acessórios para o sistema de direção e 01/04/

119 suspensão de veículos automotores Fabricação de material elétrico e eletrônico para veículos automotores, exceto baterias 01/04/ Fabricação de bancos e estofados para veículos automotores 01/04/ Fabricação de outras pecas e acessórios para veículos automotores não especificadas anteriormente 01/04/ Fabricação de motocicletas, pecas e acessórios 01/04/ Fabricação de artefatos de joalheria e ourivesaria 01/04/ Fabricação de produtos diversos não especificados anteriormente 01/04/ Produção de gás, processamento de gás natural 01/04/ Comércio a varejo de automóveis, camionetas e utilitários novos 01/04/ Comércio por atacado de automóveis, camionetas e utilitários novos e usados 01/04/ Comércio por atacado de caminhões novos e usados 01/04/ Comércio por atacado de reboques e semi-reboques novos e usados 01/04/ Comércio por atacado de ônibus e microônibus novos e usados 01/04/ Representantes comerciais e agentes do comércio de veículos automotores 01/04/ Comércio sob consignação de veículos automotores 01/04/ Comércio por atacado de peças e acessórios novos para veículos automotores 01/04/ Comércio por atacado de pneumáticos e câmaras-de-ar 01/04/ Representantes comerciais e agentes do comércio de peças e acessórios novos e usados para veículos automotores 01/04/ Comércio por atacado de motocicletas e motonetas 01/04/ Comércio por atacado de peças e acessórios para motocicletas e motonetas 01/04/ Comércio a varejo de motocicletas e motonetas novas 01/04/ Representantes comerciais e agentes do comércio de motocicletas e motonetas, peças e acessórios 01/04/ Comércio sob consignação de motocicletas e motonetas 01/04/ Representantes comerciais e agentes do comercio de combustíveis, minerais, produtos siderúrgicos e químicos 01/04/ Representantes comerciais e agentes do comercio de maquinas, equipamentos, embarcações e aeronaves 01/04/ Representantes comerciais e agentes do comercio de mercadorias em geral não especializado 01/04/ Comércio atacadista de café em grão 01/04/ Comércio atacadista de fumo em folha não beneficiado 01/04/ Comércio atacadista de alimentos para animais 01/04/ Comércio atacadista de leite e laticínios 01/04/ Comércio atacadista de cereais e leguminosas beneficiados 01/04/ Comércio atacadista de farinhas, amidos e féculas 01/04/ Comércio atacadista de cereais e leguminosas beneficiados, farinhas, 01/04/

120 amidos e féculas, com atividade de fracionamento e acondicionamento associado Comércio atacadista de frutas, verduras, raízes, tubérculos, hortaliças e legumes frescos 01/04/ Comércio atacadista de aves vivas e ovos 01/04/ Comércio atacadista de carnes bovinas e suínas e derivados 01/04/ Comércio atacadista de aves abatidas e derivados 01/04/ Comércio atacadista de pescados e frutos do mar 01/04/ Comércio atacadista de carnes e derivados de outros animais 01/04/ Comércio atacadista de cerveja, chope e refrigerante 01/04/ Comércio atacadista de bebidas com atividade de fracionamento e acondicionamento associada 01/04/ Comércio atacadista de bebidas não especificadas anteriormente 01/04/ Comércio atacadista de fumo beneficiado 01/04/ Comércio atacadista de cigarros, cigarrilhas e charutos 01/04/ Comércio atacadista de café torrado, moído e solúvel 01/04/ Comércio atacadista de açúcar 01/04/ Comércio atacadista de óleos e gorduras 01/04/ Comércio atacadista de pães, bolos, biscoitos e similares 01/04/ Comércio atacadista de massas alimentícias 01/04/ Comércio atacadista de sorvetes 01/04/ Comércio atacadista de chocolates, confeitos, balas, bombons e semelhantes 01/04/ Comércio atacadista especializado em outros produtos alimentícios não especificados anteriormente 01/04/ Comércio atacadista de produtos alimentícios em geral 01/04/ Comércio atacadista de produtos alimentícios em geral, com atividade de fracionamento e acondicionamento associada 01/04/ Comércio atacadista de medicamentos e drogas de uso humano 01/04/ Comércio atacadista de cosméticos e produtos de perfumaria 01/04/ Comércio atacadista de equipamentos elétricos de uso pessoal e domestico 01/04/ Comércio atacadista de aparelhos eletrônicos de uso pessoal e domestico 01/04/ Comércio atacadista de produtos de higiene, limpeza e conservação domiciliar 01/04/ Comércio atacadista de outros equipamentos e artigos de uso pessoal e domestico não especificados anteriormente 01/04/ Comércio atacadista de equipamentos de informática 01/04/ Comércio atacadista de suprimentos para informática 01/04/ Comércio atacadista de componentes eletrônicos e equipamentos de telefonia e comunicação 01/04/ Comércio atacadista de maquinas, aparelhos e equipamentos para uso agropecuário, partes e pecas 01/04/ Comércio atacadista de maquinas, equipamentos para 01/04/

121 terraplenagem, mineração e construção, partes e pecas Comércio atacadista de tintas, vernizes e similares 01/04/ Comércio atacadista de vidros, espelhos e vitrais 01/04/ Comércio atacadista de álcool carburante, biodiesel, gasolina e demais derivados de petróleo, exceto lubrificantes, não realizado 01/04/ Comércio atacadista de combustíveis realizado por transportador retalhista (TRR) 01/04/ Comércio atacadista de combustíveis de origem mineral em bruto 01/04/ Comércio atacadista de lubrificantes 01/04/ Comércio atacadista de gás liquefeito de petróleo (GLP) 01/04/ Comércio atacadista de solventes 01/04/ Comércio atacadista de outros produtos químicos e petroquímicos não especificados anteriormente 01/04/ Comércio atacadista de produtos siderúrgicos e metalúrgicos, exceto para construção 01/04/ Comércio atacadista de resíduos e sucatas metálicos 01/04/ Comércio atacadista especializado em outros produtos intermediários não especificados anteriormente 01/04/ Comércio atacadista de mercadorias em geral, com predominância de produtos alimentícios 01/04/ Comércio atacadista de mercadorias em geral, sem predominância de alimentos ou de insumos agropecuários 01/04/ Fabricação de sucos de frutas, hortaliças e legumes, exceto concentrados 01/07/ Fabricação de óleos vegetais em bruto, exceto óleo de milho 01/07/ Fabricação de especiarias, molhos, temperos e condimentos 01/07/ Fabricação de águas envasadas 01/07/ Fabricação de artefatos têxteis para uso domestico 01/07/ Confecção de pecas do vestuário, exceto roupas intimas e as confeccionadas sob medida 01/07/ Curtimento e outras preparações de couro 01/07/ Fabricação de calcados de couro 01/07/ Fabricação de madeira laminada e de chapas de madeira compensada, prensada e aglomerada 01/07/ Impressão de material para outros usos 01/07/ Serviços de pre-impressão 01/07/ Fabricação de artefatos de borracha não especificados anteriormente 01/07/ Fabricação de artefatos de material plástico para uso pessoal e domestico 01/07/ Fabricação de artefatos de material plástico para uso na construção, exceto tubos e acessórios 01/07/ Fabricação de artefatos de material plástico para outros usos não especificados anteriormente 01/07/ Fabricação de artefatos de fibrocimento para uso na construção 01/07/

122 Preparação de massa de concreto e argamassa para construção 01/07/ Fabricação de outros artefatos e produtos de concreto, cimento, fibrocimento, gesso e materiais semelhantes 01/07/ Fabricação de material sanitário de cerâmica 01/07/ Fabricação de cal e gesso 01/07/ Fabricação de outros produtos de minerais não-metalicos não especificados anteriormente 01/07/ Metalurgia de outros metais não-ferrosos e suas ligas não especificados anteriormente 01/07/ Fundição de ferro e aço 01/07/ Fundição de metais não-ferrosos e suas ligas 01/07/ Fabricação de esquadrias de metal 01/07/ Metalurgia do pó 01/07/ Serviços de usinagem, solda, tratamento e revestimento em metais 01/07/ Fabricação de ferramentas 01/07/ Fabricação de produtos de trefilados de metal padronizados 01/07/ Fabricação de artigos de metal para uso domestico e pessoal 01/07/ Fabricação de transformadores, indutores, conversores, sincronizadores e semelhantes, pecas e acessórios 01/07/ Fabricação de motores elétricos, pecas e acessórios 01/07/ Fabricação de aparelhos e equipamentos para distribuição e controle de energia elétrica 01/07/ Fabricação de lâmpadas 01/07/ Fabricação de outros aparelhos eletrodomésticos não especificados anteriormente, pecas e acessórios 01/07/ Fabricação de outros equipamentos e aparelhos elétricos não especificados anteriormente 01/07/ Fabricação de motores e turbinas, pecas e acessórios, exceto para aviões e veículos rodoviários 01/07/ Fabricação de equipamentos hidráulicos e pneumáticos, pecas e acessórios, exceto válvulas 01/07/ Fabricação de válvulas, registros e dispositivos semelhantes, pecas e acessórios 01/07/ Fabricação de compressores para uso não industrial, pecas e acessórios 01/07/ Fabricação de fornos industriais, aparelhos e equipamentos nãoeletricos para instalações térmicas, pecas e acessórios 01/07/ Fabricação de outras maquinas e equipamentos de uso geral não especificados anteriormente, pecas e acessórios 01/07/ Fabricação de tratores agrícolas, pecas e acessórios 01/07/ Fabricação de maquinas e equipamentos para a agricultura e pecuária, pecas e acessórios, exceto para irrigação 01/07/ Fabricação de maquina-ferramenta, pecas e acessórios 01/07/ Fabricação de maquinas para a industria metalúrgica, pecas e acessórios, exceto maquina-ferramenta 01/07/ Fabricação de bicicletas e triciclos não-motorizados, pecas e 01/07/

123 acessórios Fabricação de moveis com predominância de madeira 01/07/ Fabricação de moveis com predominância de metal 01/07/ Fabricação de outros brinquedos e jogos recreativos não especificados anteriormente 01/07/ Fabricação de materiais para medicina e odontologia 01/07/ Fabricação de canetas, lápis e outros artigos para escritório 01/07/ Distribuição de combustíveis gasosos por redes urbanas 01/07/ Representantes comerciais e agentes do comercio de produtos alimentícios, bebidas e fumo 01/07/ Comércio atacadista de agua mineral 01/07/ Comércio atacadista de instrumentos e materiais para uso medico, cirúrgico, hospitalar e de laboratórios 01/07/ Comércio atacadista de produtos de higiene pessoal 01/07/ Comércio atacadista de artigos de escritório e de papelaria 01/07/ Comércio atacadista de livros, jornais e outras publicações 01/07/ Comércio atacadista de filmes, cds, dvds, fitas e discos 01/07/ Comércio atacadista de maquinas e equipamentos para uso industrial, partes e pecas 01/07/ Comércio atacadista de maquinas, aparelhos e equipamentos para uso odonto-medico-hospitalar, partes e pecas 01/07/ Comércio atacadista de outras maquinas e equipamentos não especificados anteriormente, partes e pecas 01/07/ Comércio atacadista de ferragens e ferramentas 01/07/ Comércio atacadista de material elétrico 01/07/ Comércio atacadista de cimento 01/07/ Comércio atacadista de materiais de construção em geral 01/07/ Comércio atacadista de papel e papelão em bruto 01/07/ Extração de carvão mineral 01/10/ Beneficiamento de carvão mineral 01/10/ Extração de petróleo e gás natural 01/10/ Extração e beneficiamento de xisto 01/10/ Extração e beneficiamento de areias betuminosas 01/10/ Extração de minério de ferro 01/10/ Pelotização, sinterização e outros beneficiamentos de minério de ferro 01/10/ Extração de minério de alumínio 01/10/ Beneficiamento de minério de alumínio 01/10/ Extração de minério de manganês 01/10/ Beneficiamento de minério de manganês 01/10/ Extração de minério de metais preciosos 01/10/ Beneficiamento de minério de metais preciosos 01/10/ Extração de minerais radioativos 01/10/ Extração de minérios de niobio e titânio 01/10/ Extração de minério de tungstênio 01/10/

124 Extração de minério de níquel 01/10/ Extração de minérios de cobre, chumbo, zinco e outros minerais metálicos não-ferrosos não especificados anteriormente 01/10/ Beneficiamento de minérios de cobre, chumbo, zinco e outros minerais metálicos não-ferrosos não especificados anteriormente 01/10/ Extração de ardósia e beneficiamento associado 01/10/ Extração de granito e beneficiamento associado 01/10/ Extração de mármore e beneficiamento associado 01/10/ Extração de calcário e dolomita e beneficiamento associado 01/10/ Extração de gesso e caulim 01/10/ Extração de areia, cascalho ou pedregulho e beneficiamento associado 01/10/ Extração de argila e beneficiamento associado 01/10/ Extração de saibro e beneficiamento associado 01/10/ Extração de basalto e beneficiamento associado 01/10/ Beneficiamento de gesso e caulim associado à extração 01/10/ Extração e britamento de pedras e outros materiais para construção e beneficiamento associado 01/10/ Extração de minerais para fabricação de adubos, fertilizantes e outros produtos químicos 01/10/ Extração de sal marinho 01/10/ Extração de sal-gema 01/10/ Refino e outros tratamentos do sal 01/10/ Extração de gemas (pedras preciosas e semipreciosas) 01/10/ Extração de grafita 01/10/ Extração de quartzo 01/10/ Extração de amianto 01/10/ Extração de outros minerais não-metalicos não especificados anteriormente 01/10/ Atividades de apoio a extração de petróleo e gás natural 01/10/ Atividades de apoio a extração de minério de ferro 01/10/ Atividades de apoio a extração de minerais metálicos não-ferrosos 01/10/ Atividades de apoio a extração de minerais não-metalicos 01/10/ Matadouro - abate de reses sob contrato - exceto abate de suínos 01/10/ Matadouro - abate de suínos sob contrato 01/10/ Preservação de peixes, crustáceos e moluscos 01/10/ Fabricação de conservas de peixes, crustáceos e moluscos 01/10/ Fabricação de conservas de palmito 01/10/ Fabricação de conservas de legumes e outros vegetais, exceto palmito 01/10/ Fabricação de sucos concentrados de frutas, hortaliças e legumes 01/10/ Beneficiamento de arroz 01/10/ Fabricação de produtos do arroz 01/10/ Fabricação de amidos e féculas de vegetais 01/10/

125 Fabricação de óleo de milho em bruto 01/10/ Fabricação de óleo de milho refinado 01/10/ Fabricação de açúcar de cana refinado 01/10/ Fabricação de açúcar de cereais (dextrose) e de beterraba 01/10/ Fabricação de alimentos e pratos prontos 01/10/ Fabricação de vinagres 01/10/ Fabricação de pos alimentícios 01/10/ Fabricação de fermentos e leveduras 01/10/ Fabricação de gelo comum 01/10/ Fabricação de produtos para infusão (cha, mate, etc.) 01/10/ Fabricação de adoçantes naturais e artificiais 01/10/ Fabricação de cha mate e outros chás prontos para consumo 01/10/ Fabricação de outras bebidas não-alcoolicas não especificadas anteriormente 01/10/ Estamparia e texturização em fios, tecidos, artefatos têxteis e pecas do vestuário 01/10/ Alvejamento, tingimento e torção em fios, tecidos, artefatos têxteis e pecas do vestuário 01/10/ Outros serviços de acabamento em fios, tecidos, artefatos têxteis e pecas do vestuário 01/10/ Fabricação de artefatos de tapeçaria 01/10/ Fabricação de artefatos de cordoaria 01/10/ Fabricação de tecidos especiais, inclusive artefatos 01/10/ Fabricação de outros produtos têxteis não especificados anteriormente 01/10/ Confecção de roupas intimas 01/10/ Facção de roupas intimas 01/10/ Confecção, sob medida, de pecas do vestuário, exceto roupas intimas 01/10/ Facção de pecas do vestuário, exceto roupas intimas 01/10/ Confecção de roupas profissionais, exceto sob medida 01/10/ Confecção, sob medida, de roupas profissionais 01/10/ Facção de roupas profissionais 01/10/ Fabricação de acessórios do vestuário, exceto para segurança e proteção 01/10/ Fabricação de meias 01/10/ Fabricação de artigos do vestuário, produzidos em malharias e tricotagens, exceto meias 01/10/ Fabricação de artigos para viagem, bolsas e semelhantes de qualquer material 01/10/ Fabricação de artefatos de couro não especificados anteriormente 01/10/ Acabamento de calcados de couro sob contrato 01/10/ Fabricação de tênis de qualquer material 01/10/ Fabricação de calcados de material sintético 01/10/ Fabricação de calcados de materiais não especificados anteriormente 01/10/ Fabricação de partes para calcados, de qualquer material 01/10/

126 Serrarias sem desdobramento de madeira 01/10/ Fabricação de casas de madeira pré-fabricadas 01/10/ Fabricação de esquadrias de madeira e de pecas de madeira para instalações industriais e comerciais 01/10/ Fabricação de outros artigos de carpintaria para construção 01/10/ Fabricação de artefatos de tanoaria e de embalagens de madeira 01/10/ Fabricação de artefatos diversos de madeira, exceto moveis 01/10/ Fabricação de artefatos diversos de cortiça, bambu, palha, vime e outros materiais trancados, exceto moveis 01/10/ Fabricação de celulose e outras pastas para a fabricação de papel 01/10/ Fabricação de absorventes higiênicos 01/10/ Impressão de jornais 01/10/ Impressão de livros, revistas e outras publicações periódicas 01/10/ Impressão de material de segurança 01/10/ Impressão de material para uso publicitário 01/10/ Serviços de acabamentos gráficos 01/10/ Reprodução de software em qualquer suporte 01/10/ Fabricação de cloro e alcalis 01/10/ Fabricação de intermediários para fertilizantes 01/10/ Fabricação de gases industriais 01/10/ Fabricação de elastômeros 01/10/ Fabricação de desinfetantes domissanitarios 01/10/ Fabricação de pólvoras, explosivos e detonantes 01/10/ Fabricação de artigos pirotécnicos 01/10/ Fabricação de fósforos de segurança 01/10/ Fabricação de chapas, filmes, papeis e outros materiais e produtos químicos para fotografia 01/10/ Fabricação de preparações farmacêuticas 01/10/ Reforma de pneumáticos usados 01/10/ Fabricação de artigos de vidro 01/10/ Fabricação de estruturas pré-moldados de concreto armado, em serie e sob encomenda 01/10/ Fabricação de artefatos de cimento para uso na construção 01/10/ Fabricação de casas pré-moldados de concreto 01/10/ Britamento de pedras, exceto associado a extração 01/10/ Aparelhamento de pedras para construção, exceto associado a extração 01/10/ Aparelhamento de placas e execução de trabalhos em mármore, granito, ardósia e outras pedras 01/10/ Decoração, lapidação, gravação, verificação e outros trabalhos em cerâmica, louca, vidro e cristal 01/10/ Produção de ferroligas 01/10/ Metalurgia dos metais preciosos 01/10/ Produção de zinco em formas primarias 01/10/

127 Produção de laminados de zinco 01/10/ Produção de soldas e anodos para galvanoplastia 01/10/ Fabricação de estruturas metálicas 01/10/ Fabricação de obras de caldeiraria pesada 01/10/ Fabricação de tanques, reservatórios metálicos e caldeiras para aquecimento central 01/10/ Fabricação de caldeiras geradoras de vapor, exceto para aquecimento central e para veículos 01/10/ Produção de forjados de aço 01/10/ Produção de forjados de metais não-ferrosos e suas ligas 01/10/ Fabricação de artigos de cutelaria 01/10/ Fabricação de artigos de serralheria, exceto esquadrias 01/10/ Fabricação de equipamento bélico pesado, exceto veículos militares de combate 01/10/ Fabricação de armas de fogo e munições 01/10/ Serviços de confecção de armações metálicas para a construção 01/10/ Fabricação de geradores de corrente continua e alternada, pecas e acessórios 01/10/ Recondicionamento de baterias e acumuladores para veículos automotores 01/10/ Fabricação de luminárias e outros equipamentos de iluminação 01/10/ Fabricação de aparelhos elétricos de uso pessoal, pecas e acessórios 01/10/ Fabricação de eletrodos, contatos e outros artigos de carvão e grafita para uso elétrico, eletroimas e isoladores 01/10/ Fabricação de equipamentos para sinalização e alarme 01/10/ Fabricação de compressores para uso industrial, pecas e acessórios 01/10/ Fabricação de estufas e fornos elétricos para fins industriais, pecas e acessórios 01/10/ Fabricação de maquinas, equipamentos e aparelhos para transporte e elevação de pessoas, pecas e acessórios 01/10/ Fabricação de maquinas e aparelhos de refrigeração e ventilação para uso industrial e comercial, pecas e acessórios 01/10/ Fabricação de aparelhos e equipamentos de ar condicionado para uso industrial 01/10/ Fabricação de maquinas e equipamentos para saneamento básico e ambiental, pecas e acessórios 01/10/ Fabricação de maquinas de escrever, calcular e outros equipamentos não-eletronicos para escritório, pecas e acessórios 01/10/ Fabricação de equipamentos para irrigação agrícola, pecas e acessórios 01/10/ Fabricação de maquinas e equipamentos para a prospecção e extração de petróleo, pecas e acessórios 01/10/ Fabricação de outras maquinas e equipamentos para uso na extração mineral, pecas e acessórios, exceto na extração de petróleo 01/10/ Fabricação de maquinas e equipamentos para terraplenagem, pavimentação e construção, pecas e acessórios, exceto tratores 01/10/

128 Fabricação de maquinas e equipamentos para as industrias de alimentos, bebidas e fumo, pecas e acessórios 01/10/ Fabricação de maquinas e equipamentos para a industria têxtil, pecas e acessórios 01/10/ Fabricação de maquinas e equipamentos para as industrias do vestuário, do couro e de calcados, pecas e acessórios 01/10/ Fabricação de maquinas e equipamentos para as industrias de celulose, papel e papelão e artefatos, pecas e acessórios 01/10/ Fabricação de maquinas e equipamentos para a industria do plástico, pecas e acessórios 01/10/ Recondicionamento e recuperação de motores para veículos automotores 01/10/ Construção de embarcações de grande porte 01/10/ Construção de embarcações para uso comercial e para usos especiais, exceto de grande porte 01/10/ Construção de embarcações para esporte e lazer 01/10/ Fabricação de locomotivas, vagões e outros materiais rodantes 01/10/ Fabricação de pecas e acessórios para veículos ferroviários 01/10/ Fabricação de aeronaves 01/10/ Fabricação de turbinas, motores e outros componentes e pecas para aeronaves 01/10/ Fabricação de veículos militares de combate 01/10/ Fabricação de equipamentos de transporte não especificados anteriormente 01/10/ Fabricação de moveis de outros materiais, exceto madeira e metal 01/10/ Fabricação de colchões 01/10/ Lapidação de gemas 01/10/ Cunhagem de moedas e medalhas 01/10/ Fabricação de bijuterias e artefatos semelhantes 01/10/ Fabricação de instrumentos musicais, pecas e acessórios 01/10/ Fabricação de artefatos para pesca e esporte 01/10/ Fabricação de jogos eletrônicos 01/10/ Fabricação de mesas de bilhar, de sinuca e acessórios não associada a locação 01/10/ Fabricação de mesas de bilhar, de sinuca e acessórios associada a locação 01/10/ Fabricação de instrumentos não-eletronicos e utensílios para uso medico, cirúrgico, odontológico e de laboratório 01/10/ Fabricação de mobiliário para uso medico, cirúrgico, odontológico e de laboratório 01/10/ Fabricação de aparelhos e utensílios para correção de defeitos físicos e aparelhos ortopédicos em geral sob encomenda 01/10/ Fabricação de aparelhos e utensílios para correção de defeitos físicos e aparelhos ortopédicos em geral, exceto sob encomenda 01/10/ Serviços de prótese dentaria 01/10/ Fabricação de artigos ópticos 01/10/

129 Fabricação de artefatos de tecido não tecido para uso odontomedico-hospitalar 01/10/ Fabricação de escovas, pinceis e vassouras 01/10/ Fabricação de roupas de proteção e segurança e resistentes a fogo 01/10/ Fabricação de equipamentos e acessórios para segurança pessoal e profissional 01/10/ Fabricação de guarda-chuvas e similares 01/10/ Fabricação de letras, letreiros e placas de qualquer material, exceto luminosos 01/10/ Fabricação de painéis e letreiros luminosos 01/10/ Fabricação de aviamentos para costura 01/10/ Recuperação de sucatas de alumínio 01/10/ Recuperação de materiais metálicos, exceto alumínio 01/10/ Recuperação de materiais plásticos 01/10/ Usinas de compostagem 01/10/ Recuperação de materiais não especificados anteriormente 01/10/ Representantes comerciais e agentes do comercio de matériasprimas agrícolas e animais vivos 01/10/ Representantes comerciais e agentes do comercio de madeira, material de construção e ferragens 01/10/ Representantes comerciais e agentes do comercio de eletrodomésticos, moveis e artigos de uso domestico 01/10/ Representantes comerciais e agentes do comercio de têxteis, vestuário, calcados e artigos de viagem 01/10/ Representantes comerciais e agentes do comercio de medicamentos, cosméticos e produtos de perfumaria 01/10/ Representantes comerciais e agentes do comercio de instrumentos e materiais odonto-medico-hospitalares 01/10/ Representantes comerciais e agentes do comercio de jornais, revistas e outras publicações 01/10/ Outros representantes comerciais e agentes do comercio especializado em produtos não especificados anteriormente 01/10/ Comércio atacadista de soja 01/10/ Comércio atacadista de animais vivos 01/10/ Comércio atacadista de couros, lãs, peles e outros subprodutos nãocomestiveis de origem animal 01/10/ Comércio atacadista de algodão 01/10/ Comércio atacadista de cacau 01/10/ Comércio atacadista de sementes, flores, plantas e gramas 01/10/ Comércio atacadista de sisal 01/10/ Comércio atacadista de matérias-primas agrícolas com atividade de fracionamento e acondicionamento associada 01/10/ Comércio atacadista de matérias-primas agrícolas não especificadas anteriormente 01/10/ Comércio atacadista de coelhos e outros pequenos animais vivos 01/10/

130 para alimentação Comércio atacadista de tecidos 01/10/ Comércio atacadista de artigos de cama, mesa e banho 01/10/ Comércio atacadista de artigos de armarinho 01/10/ Comércio atacadista de artigos do vestuário e acessórios, exceto profissionais e de segurança 01/10/ Comércio atacadista de roupas e acessórios para uso profissional e de segurança do trabalho 01/10/ Comércio atacadista de calcados 01/10/ Comércio atacadista de bolsas, malas e artigos de viagem 01/10/ Comércio atacadista de medicamentos e drogas de uso veterinário 01/10/ Comércio atacadista de próteses e artigos de ortopedia 01/10/ Comércio atacadista de produtos odontológicos 01/10/ Comércio atacadista de bicicletas, triciclos e outros veículos recreativos 01/10/ Comércio atacadista de moveis e artigos de colchoaria 01/10/ Comércio atacadista de artigos de tapeçaria, persianas e cortinas 01/10/ Comércio atacadista de lustres, luminárias e abajures 01/10/ Comércio atacadista de produtos de higiene, limpeza e conservação domiciliar, com atividade de fracionamento e acondicionamento 01/10/ Comércio atacadista de jóias, relógios e bijuterias, inclusive pedras preciosas e semipreciosas lapidadas 01/10/ Comércio atacadista de maquinas e equipamentos para uso comercial, partes e pecas 01/10/ Comércio atacadista de bombas e compressores, partes e pecas 01/10/ Comércio atacadista de madeira e produtos derivados 01/10/ Comércio atacadista de mármores e granitos 01/10/ Comércio atacadista especializado de materiais de construção não especificados anteriormente 01/10/ Comércio atacadista de combustíveis de origem vegetal, exceto álcool carburante 01/10/ Comércio atacadista de defensivos agrícolas, adubos, fertilizantes e corretivos do solo 01/10/ Comércio atacadista de resinas e elastômeros 01/10/ Comércio atacadista de embalagens 01/10/ Comércio atacadista de resíduos de papel e papelão 01/10/ Comércio atacadista de resíduos e sucatas não-metálicos, exceto de papel e papelão 01/10/ Comércio atacadista de produtos da extração mineral, exceto combustíveis 01/10/ Comércio atacadista de fios e fibras têxteis beneficiados 01/10/ Comércio atacadista de mercadorias em geral, com predominância de insumos agropecuários 01/10/

131 Importante: Ficam obrigados a emitir Nota Fiscal Eletrônica NF-e, modelo 55, em substituição à Nota Fiscal, modelo 1 ou 1-A, a partir de 1º de dezembro de 2010, os contribuintes que, independentemente da atividade econômica exercida, realizem operações destinadas a: I - Administração Pública direta ou indireta, inclusive empresa pública e sociedade de economia mista, de qualquer dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios; II destinatário localizado em unidade da Federação diferente daquela do emitente, exceto, a critério de cada UF, se o contribuinte emitente for enquadrado exclusivamente nos códigos da CNAE relativos às atividades de varejo. Parágrafo único. Caso o contribuinte não se enquadre em outra hipótese de obrigatoriedade de emissão da NF-e, a obrigatoriedade de seu uso em substituição à Nota Fiscal, modelo 1 ou 1-A, ficará restrita às operações dirigidas aos destinatários previstos nesta cláusula NOTA FISCAL ELETRÔNICA ARQUIVO XML Todos os contribuintes ao emitir ou receber Nota Fiscal Eletrônica NF-e, deverão armazenar o arquivo XML durante 5 (cinco) anos para o Fisco. Lembrando que, o DANFE não é uma nota fiscal, nem substitui uma nota fiscal, servindo apenas para acompanhar o trânsito da mercadoria e como instrumento auxiliar para consulta da NF-e, pois contém a chave de acesso da NF-e, que permite confirmar a efetiva existência da NF-e através do Ambiente Nacional (RFB) ou site da SEFAZ na Internet. O contribuinte emissor da nota fiscal eletrônica tem dever de enviar ou disponibilizar o arquivo XML para o adquirente da mercadoria, caso não receba o arquivo XML entre em contato com seu fornecedor e solicite, ou sendo o emissor deverá enviar ou disponibilizar este arquivo para o seu cliente armazenar. O emitente da NF-e, além de obrigatoriamente, encaminhar ou disponibilizar download do arquivo da NF-e e seu respectivo Protocolo de Autorização de Uso ao destinatário deve também obrigatoriamente encaminhar ou disponibilizar ao transportador contratado, imediatamente após o recebimento da autorização de uso da NF-e. Portanto, o contribuinte emissor da NF-e ao contratar serviços de uma transportadora deverá enviar ou disponibilizar o arquivo XML e o Protocolo de Autorização de Uso para a contratada de acordo com a legislação. Vale ressaltar que as notas fiscais devem ser emitidas com o preenchimento de todos os dados do cliente de forma correta (Nome, CNPJ, CPF, Inscrição Estadual ou Isento de Inscrição Estadual, Endereço, etc), pois a falta destas informações ou informações incorretas poderá acarretar diversas multas aos contribuintes, conforme será exposto nesta apostila. Informamos que a partir de 09/2011 os arquivos não enviados juntamente com o DANFE serão devidamente escriturados, porém será cobrado R$ 15,00 (quinze reais) para cada nota fiscal composta com até 5 (cinco) itens e R$ 25,00 (vinte e cinco reais) para cada nota fiscal com itens acima de 5 (cinco) ORIENTAÇÕES NO ARMAZENAMENTO DO ARQUIVO: Aconselhamos que os arquivos XML S que deverão ser arquivados durante 5 (cinco) anos na empresa emissora ou recebedora, além de serem armazenados no computador seja feita cópia de segurança em meio magnético separado (Dvd s RW, Hds externos, CD s RW), para evitar problemas futuros com a fiscalização em caso da falta dos arquivos ou problemas de leitura dos mesmos. Caso o armazenamento não esteja sendo feito da forma correta isso acarretará penalidades futuras, ou seja, multas conforme artigo 527 do RICMS/00. SUGESTÃO DE ARMAZENAMENTO: 1. Criar uma pasta com o nome de ARQUIVO XML FORNECEDORES ; 131

132 2. Dentro da pasta ARQUIVO XML FORNECEDORES criar pastas com o nome dos fornecedores individuais; 3. Dentro destas pastas, criar pastas mensais (Exemplo: 01/2011, 02/2011); Após a criação destas pastas deverá ser feita uma cópia de segurança (Pen Drive, Backup, CD, HD Externo, etc) Importante: É necessário encaminhar semanalmente estes arquivos para Confidence no No caso das empresas contratarem terceiros para efetuar a guarda destes arquivos, verificar a quantidade de notas constantes em contrato, assim como o período de renovação e certificarse da eficácia do armazenamento. Ao receber um arquivo XML é necessário verificar: a) A validade da assinatura digital e a autenticidade do arquivo digital da NF-e; b) A concessão da Autorização de Uso da NF-e, mediante consulta eletrônica à Secretaria da Fazenda, no site Na hipótese de o destinatário não ser contribuinte credenciado a emitir NF-e: a) Alternativamente ao arquivo digital, poderá ser conservado o DANFE relativo à NF-e; b) A escrituração da NF-e poderá ser efetuada com base nas informações contidas no DANFE. Ressalta-se que na hipótese do item acima, estando desobrigado a NF-e e a guarda do arquivo digital, o contribuinte continua obrigado a verificar a autenticidade da NF-e e a existência da respectiva autorização de uso da NF-e. Observa-se que, deverão também ser escrituradas nos livros fiscais, sem valores monetários e de acordo com a legislação pertinente, as informações relativas: a) As NF-e emitidas e posteriormente canceladas; b) Aos números de NF-e que tiverem sido inutilizados; c) Aos números de NF-e utilizada em arquivos digitais que tiveram a Autorização de Uso de NF-e denegada. Para emissão das notas fiscais aconselhamos que o estabelecimento tenha equipamentos de segurança para manter a estabilidade de conexão do equipamento com o site emissor ou para a autorização, como: no-breaks e/ou gerador de energia; por exemplo, a empresa ficará impossibilitada de emitir nota quando houver queda de energia caso não possua o gerador EMISSÃO DA NF-E EM CONTINGÊNCIA A obtenção da autorização de uso da NF-e é um processo que envolve diversos recursos de infraestrutura, hardware e software. O mau funcionamento ou a indisponibilidade de qualquer um destes recursos poderá prejudicar o processo de autorização da NF-e, que fica impossibilitado de obter a prévia autorização de uso da NF-e exigido na legislação para a emissão do DANFE para acompanhar a circulação da mercadoria, havendo a necessidade de alternativas para a emissão da NF-e, onde chamamos de nota fiscal eletrônica em contingência que poderá ser Contingência em Formulário de Segurança FS, Contingência SCAN, Contingência Eletrônica com o uso da Declaração Prévia de Emissão em Contingência SCE/DPEC ou Contingência em Formulário de Segurança para impressão de Documento Auxiliar de Documento Fiscal Eletrônico FS-DA ASSUNTO: DANFE DE NF-E IRREGULAR TAMBÉM INCRIMINA DESTINATÁRIO SENHORES CLIENTES a fim de evitar problemas junto ao fisco estadual fique atento a alguns aspectos básicos da Nota Fiscal Eletrônica: 132

133 A entrada em vigor da versão 2.0 da Nota Fiscal Eletrônica (NF-e), além de cumprir com o seu objetivo maior de evitar fraudes e sonegação, obriga as empresas a ter atenção redobrada às suas ferramentas de gestão fiscal e tributária. Nestes novos tempos, erros de preenchimento e irregularidades com CNPJ ou Inscrição Estadual do emitente podem levar a emissão a ser rejeitada ou denegada pela autoridade tributária, causando problemas maiores ainda para o destinatário que aceite um DANFE (Documento Auxiliar da Nota Fiscal Eletrônica) com tal origem. Uma situação, por incrível que pareça ainda freqüente, pois valendo-se de uma liberalidade da lei que permite emitir o DANFE antes que a nota em si esteja autorizada pela Secretaria da Fazenda correspondente, ainda há quem o gere de forma aparentemente correta, porém sem qualquer validade. O que fazer, então, ao descobrir ter colocado dentro de casa uma mercadoria nessa circunstância? Fruto de cancelamento, ou decorrente de uma tentativa frustrada de emissão que tenha sido rejeitada ou denegada pelo Fisco? Esta situação é muito mais freqüente do que se possa imaginar nos dias de hoje, em função de práticas ilícitas intencionais ou então da simples negligência. A recomendação recorrente do Fisco, ao se constatar esses casos, tem sido a denúncia espontânea, até mesmo para descaracterizar conivência. Mas compete a quem realmente pretenda evitar problemas nessa área estar atento a alguns aspectos básicos. Deve saber, por exemplo, que o emitente sempre é obrigado a encaminhar ou colocar à disposição do seu cliente o arquivo XML da NF-e, fazendo o mesmo com relação ao transportador. Ambos, por sua vez, podem usar as várias opções de sistemas já existentes no mercado, ou então o aplicativo Visualizador, da própria Receita Federal, para verificar a validade da assinatura e dos dados digitais contidos no documento. Só mesmo com ferramentas desse tipo é possível checar rapidamente informações que, ao ser processadas manualmente, teriam apuração demorada e, ainda por cima, flagrantemente vulnerável, sobretudo para quem recebe muitas entregas. A adoção de procedimentos novos, baseados em tecnologia digital, reduz riscos e custos administrativos. A guarda dos documentos eletrônicos pelo prazo legal previsto é igualmente fundamental em todo esse processo, colocando novamente em evidência a necessidade de uma estrutura de TI, seja interna ou terceirizada, capaz de suportar essa e as muitas outras exigências atuais do Fisco. As conseqüências para quem menospreze tais regras em suas vendas incluem pesadas multas sobre o valor da mercadoria comercializada, conforme a legislação de cada Estado. Os varejistas e demais clientes que adquiram produtos dessa forma ficam também sujeitos a verificação aos créditos tributários a que normalmente teriam direito numa transação legítima, além de estarem sujeitos a autuações. A quem ainda não entendeu a fundo o alcance e a seriedade de todas essas mudanças, tampouco investiu de forma acertada no armazenamento e na conferencia da NF-e, só cabe a esta altura buscar a ajuda profissional de empresas especializadas o mais rápido possível, independentemente do seu porte, perfil ou natureza. IMPORTANTE: A responsabilidade pela consulta e autenticidade do DANFE é de obrigatoriedade do contribuinte, não ficando a CONFIDENCE responsável pela escrituração de um documento fiscal inidôneo, partindo do principio que o Danfe deverá ser consultado na hora do recebimento da mercadoria e após 168 horas, devido o prazo para o seu cancelamento PRAZO PARA CANCELAMENTO DA NOTA FISCAL ELETRÔNICA A determinação do prazo máximo de 24 horas para cancelamento da NF-e, que passaria a vigorar a partir de , foi prorrogado para , conforme Portaria CAT nº 01/2011 publicado em 08/01/

134 Desta forma, em 2011, continua valendo o prazo máximo de 168 horas para o cancelamento da NF-e, contado do momento da autorização. Para que não haja escrituração de DANFE inválida, é necessário que seja verificado o DANFE no site da nota fiscal eletrônica (https://www.fazenda.sp.gov.br/nfe/), a fim de certificar sua validade, principalmente após as 168 horas de emissão da mesma. Caso verifiquem notas com divergência após terem nos encaminhado favor entrar em contato. Abaixo exemplo de nota válida. SITUAÇÃO ATUAL: Autorizada Ocorrência Autorizada Protocolo Data Hora 16/12/2010 às 17:57: CARTA DE CORREÇÃO ELETRÔNICA CC-e Conforme Portaria CAT nº 109 de 20/07/2011 fica previsto que o saneamento de erro na NF-e poderá ser feito por meio de carta de correção em papel até 31 de dezembro de 2011, devendo, após essa data, ser feito exclusivamente por meio da Carta de Correção Eletrônica - CC-e. Após a concessão da Autorização de Uso da NF-e, durante o prazo estabelecido em Ato COTEPE (168 horas), o emitente poderá sanar erros em campos específicos da NF-e, por meio de Carta de Correção Eletrônica - CC-e, transmitida à Secretaria da Fazenda. 1 - Não poderão ser sanados erros relacionados: 1 - às variáveis consideradas no cálculo do valor do imposto, tais como: valor da operação ou da prestação, base de cálculo e alíquota; 2 - a dados cadastrais que impliquem alteração na identidade ou no endereço do remetente ou do destinatário; 3 - à data de emissão da NF-e ou à data de saída da mercadoria; 4 - ao número e série da NF-e. 2 - A Carta de Correção Eletrônica - CC-e deverá: 1 - observar o leiaute estabelecido em Ato COTEPE; 2 - conter assinatura digital do emitente, certificada por entidade credenciada pela Infra-estrutura de Chaves Públicas Brasileira - ICP-Brasil, contendo o número de inscrição no CNPJ de qualquer dos estabelecimentos do contribuinte, a fim de garantir a autoria do documento digital; 3 - ser transmitida via Internet, com protocolo de segurança ou criptografia. 3 - A comunicação da recepção da CC-e pela Secretaria da Fazenda: 1 - será efetuada pela Internet, mediante protocolo disponibilizado ao emitente ou a terceiro por ele autorizado, contendo, conforme o caso, o número do protocolo, a chave de acesso, o número da NF-e e a data e a hora do recebimento; 2 - não implica validação das informações contidas na CC-e ou da admissibilidade da respectiva hipótese de emissão. 4 - Quando houver mais de uma CC-e para uma mesma NF-e, deverão ser consolidadas na última CCe todas as informações retificadas anteriormente. PRORROGADO O PRAZO PARA UTILIZAÇÃO DA CARTA DE CORREÇÃO EM PAPEL EM SÃO PAULO O Fisco paulista promoveu diversas alterações relativas à emissão da Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) e do Documento Auxiliar da Nota Fiscal Eletrônica (Danfe), dentre as quais destacamos as prorrogações do prazo para utilização da carta de correção em papel, até , e da obrigatoriedade de emissão 134

135 da NF-e para os contribuintes enquadrados nos seguintes códigos da CNAE: , , e , que ocorrerá a partir de 1º CONSULTAR O DEC DEC Domicílio Eletrônico do Contribuinte é um ambiente online que permite o recebimento de comunicação eletrônica enviada pela Secretaria da Fazenda do Estado, toda empresa terá único cadastro, com prazo indeterminado e válido para todos os estabelecimentos com o mesmo CNPJ base. Portanto, orientamos aos contribuintes que tenham cuidado com o cadastrado para recebimento dessas comunicações eletrônicas do DEC, pois todas as mensagens serão consideradas entregues pelo governo estadual e fazer uma rotina na sua empresa para verificação periodicamente deste meio de comunicação do Fisco e contribuinte, devido que as mensagens ficarão no máximo 10 dias postadas REMESSA E RETORNO DE CONSERTO INTRODUÇÃO Segue análise dos aspectos fiscais relativos às operações de remessa e retorno de bens para conserto, tendo como fundamento os art. 7º, IX e X do RICMS - Decreto nº /2000. Além da remessa e do retorno do bem decorrente do conserto, essa operação envolve também uma prestação de serviço, visto estar prevista na lista de serviços sujeitos ao ISS anexa à LC nº 116/ DOS CONCEITOS 1. Conserto é a operação que tem por finalidade colocar em bom estado algo que estava danificado ou estragado, ou seja, algo que será reparado ou restaurado. 2. Quando mandamos algo para conserto, pressupomos que haverá um retorno desse bem, sob pena de ser descaracterizada a operação caso isso não ocorra. 3. Vale ressaltar que o bem enviado para conserto deve ser de uso do próprio contribuinte remetente, caso contrário, se for mercadoria de estoque, a operação será de remessa para industrialização, e não remessa para conserto. 2. TRATAMENTO FISCAL a) Remessa para Conserto 4. Na regra geral, a saída de mercadoria de estabelecimento de contribuinte caracteriza fato gerador do ICMS, e, para que não ocorra a cobrança desse imposto, deve haver disposição legal que determine a não tributação. Nesse sentido, o art. 7º, IX do RICMS/SP prevê a não-incidência do ICMS na saída de máquinas, equipamentos, ferramentas ou objetos de uso do contribuinte, bem como de suas partes e peças, com destino a outro estabelecimento para lubrificação, limpeza, revisão, conserto, restauração ou recondicionamento, desde que os referidos bens voltem ao estabelecimento de origem. 5. Ressalte-se que a legislação paulista não determina um prazo para que ocorra o retorno desses bens ao estabelecimento de origem, apenas condiciona a não incidência a que ocorra o retorno. 6. Essa não-incidência será aplicada tanto nas operações internas como nas interestaduais, conforme art. 7º, IX do RICMS/SP. Nota Fiscal 7. Na saída em remessa de bem para conserto, o contribuinte do ICMS deverá emitir Nota Fiscal referente a essa operação, sem destaque do ICMS. Considerando que a operação de remessa para conserto está amparada por não incidência do imposto, não há que se falar em base de cálculo. No entanto, para preenchimento da Nota Fiscal, faz-se necessário informar o valor da operação. 135

136 8. Para tanto, podemos utilizar as regras previstas para apuração da base de cálculo na falta de valor da operação, conforme disciplina o artigo 38 do RICMS/SP, ou seja, em regra utiliza-se o valor atribuído ao bem no mercado. 9. A Nota Fiscal deverá conter, além dos requisitos normalmente exigidos, o seguinte: i) CFOP: (operação interna) ou (operação interestadual), conforme o caso; ii) natureza da operação: "Remessa para conserto ou reparo"; iii) no campo "Informações Complementares" a expressão: "Não-incidência do ICMS, conforme art. 7º, IX do RICMS/SP". b) Retorno de Conserto 10. No retorno de mercadoria enviada para conserto também não haverá incidência do imposto. Tratando-se de operação realizada dentro do Estado de São Paulo o dispositivo que prevê a não incidência é o art. 7º, X do RICMS/SP. 11. Se porventura, forem aplicadas partes ou peças no conserto do bem, estas serão normalmente tributadas no retorno, uma vez que a não-incidência prevista no art. 7º, incisos IX e X do RICMS, aplica-se somente na remessa e no retorno do bem objeto do conserto, de acordo com o art. 7º, X do RICMS/SP. i) Base de Cálculo 12. A base de cálculo do ICMS no retorno de conserto corresponderá ao valor das partes e peças eventualmente empregadas, conforme art. 37, I, do RICMS/SP. ii) Partes e Peças 13. Com relação às partes e peças deverão ser observados os seguintes procedimentos: ii.1) sendo utilizada cola, tinta, verniz ou quaisquer outros produtos não caracterizados como parte ou peça do bem, não sendo, portanto, integrados a este efetivamente, não há que se falar em incidência do ICMS, pois esses produtos comporão o preço do serviço e ficarão sujeitos à incidência do ISS; ii.2) a sujeição à tributação do ICMS se aplicará apenas quando as partes e peças utilizadas no conserto fizerem parte do todo consertado. c) Nota Fiscal de ICMS 14. Assim como a remessa, o retorno também será acobertado por Nota Fiscal, modelo 1 ou 1-A, que, além dos requisitos normalmente exigidos, conterá: i) CFOP: (operação interna) ou (operação interestadual), conforme o caso; ii) natureza da operação: "Retorno de conserto ou reparo"; iii) base de cálculo: o valor correspondente às partes e peças aplicadas; iv) destaque do imposto relativo às partes e peças aplicadas, calculado mediante a aplicação da alíquota correspondente sobre a base de cálculo; v) no campo "Informações Complementares", a expressão: "não-incidência do ICMS, conforme art. 7º, X, do RICMS", referente ao retorno do bem anteriormente remetido para conserto. d) Nota Fiscal de Serviços 15. Além da Nota Fiscal, modelo 1 ou 1-A, será emitida também Nota Fiscal de Serviços, para acobertar a prestação de serviço (mão-de-obra) relativa ao conserto, devendo ser indicado nesse documento o valor cobrado correspondente ao serviço. 16. Assim sendo, o serviço de conserto sujeita-se à tributação do ISS, com exceção das partes e peças empregadas, que ficam sujeitas à tributação do ICMS. 17. Considerando que conserto é prestação de serviço, a base de cálculo do ISS será o valor cobrado pela mão-de-obra. e) Nota Fiscal Conjugada 18. Há a possibilidade de ao invés de emitir a Nota Fiscal, modelo 1 ou 1-A, e a Nota Fiscal de Serviços, emitir uma nota fiscal conjugada. 19. Esta nota deve ser utilizada quando numa mesma operação houver a circulação de mercadorias e a prestação de serviços sujeitos ao ISS. A Nota Fiscal Conjugada nada mais é do que a Nota Fiscal, modelo 1 ou 1-A, com campo para lançamento das informações relativas ao ISS. Ressalte-se ainda que 136

137 esse documento deve ser autorizado tanto pelo Estado, quanto pelo Município onde o prestador do serviço estiver estabelecido, conforme art. 127, 13 do RICMS/SP. 3. ESCRITURAÇÃO FISCAL 20. A Nota Fiscal de remessa para conserto deve ser escriturada no Livro Registro de Saídas do estabelecimento emitente lançando-se os valores correspondentes nas colunas "Valor Contábil", "Operações sem Débito do Imposto" e "Isentos ou Não Tributados". 21. O estabelecimento que receber a mercadoria para conserto deverá escriturar a Nota Fiscal de remessa, no seu livro Registro de Entradas, também nas colunas, "Valor Contábil", "Operações sem Crédito do Imposto" e "Isentos ou Não Tributados". 22. No que se refere à Nota Fiscal de retorno de conserto, deve ser escriturada pelo emitente no seu livro Registro de Saídas nas colunas próprias, em quantas linhas forem necessárias, da seguinte forma: a) Lançamento referente ao retorno do bem remetido para conserto, nas colunas: i) "Documento Fiscal"; ii) "Valor Contábil", o valor correspondente ao bem remetido para conserto; iii) "Isentas ou não tributadas", o mesmo valor relativo ao bem remetido para conserto"; iv) "CFOP": (operação interna) ou (operação interestadual). b) Lançamento referente às partes e peças aplicadas: i) "Documento Fiscal"; ii) "Valor Contábil", o valor correspondente às peças; iii) "Base de Cálculo" e "Imposto debitado"; iv) "CFOP": 5.101/5102 (operação interna) ou 6.101/6.102 (operação interestadual). 23. Caso tenha sido emitida Nota Fiscal Conjugada, os dados correspondentes ao serviço de conserto também devem constar no livro Registro de Saídas do estabelecimento que procedeu ao conserto, sob o CFOP ou A nota fiscal de retorno de conserto deverá também ser escriturada, pelo estabelecimento que remeteu a mercadoria para conserto, no Livro Registro de Entradas, da seguinte forma: a) Lançamento referente ao retorno do bem remetido para conserto, nas colunas: i) "Documento Fiscal"; ii) "Valor Contábil", o valor correspondente ao bem remetido para conserto; iii) "Isentas ou não tributadas", o mesmo valor relativo ao bem remetido para conserto"; iv) "CFOP": (operação interna) ou (operação interestadual). b) Lançamento referente às partes e peças aplicadas: i) "Documento Fiscal"; ii) "Valor Contábil", o valor correspondente às peças; iii) "Outras", o mesmo valor; iv) "CFOP": (operação interna) ou (operação interestadual). 25. Caso tenha sido emitida Nota Fiscal Conjugada, os dados correspondentes ao serviço de conserto também devem constar no livro Registro de Entradas, sob o CFOP ou Remessa para Conserto por Não Contribuinte do ICMS 26. Quando a remessa para conserto for realizada por não contribuinte do ICMS, este não está obrigado a emitir nota fiscal, assim, caberá ao estabelecimento que receber a mercadoria para conserto, emitir nota fiscal correspondente à entrada do bem recebido. 27. No retorno da mercadoria consertada o estabelecimento que procedeu ao retorno deverá emitir nota fiscal de retorno. INTRODUÇÃO 1.48 REMESSA PARA DEMONSTRAÇÃO 137

138 1. A legislação do ICMS, estabelece um tratamento específico com procedimentos especiais a serem observados pelos contribuintes do imposto, quando tratar-se desse tipo de operação em comento. Dessa forma, com base na legislação paulista, serão analisados quais são esses procedimentos. 1. REMESSA EM DEMONSTRAÇÃO 2. O lançamento do imposto incidente na saída, para o território do Estado de São Paulo, de mercadoria remitida para demonstração, inclusive com destino a consumidor final, fica suspenso, devendo ser efetivado no momento em que ocorrer a transmissão de sua propriedade. 3. A condição de suspensão permanece até o retorno da mercadoria ao estabelecimento de origem, dentro de 60 (sessenta) dias, contados da data de saída, se nesse prazo não for realizada a transmissão de sua propriedade. 4. Assim, dentro do prazo estabelecido acima, sem que ocorra a transmissão da propriedade ou o retorno da mesma, permanece sua condição de suspensão do imposto. 5. Entretanto, decorrido o prazo mencionado de 60 (sessenta) dias, sem que ocorra a transmissão da propriedade ou o retorno da mercadoria, o imposto será exigido por ocasião da saída, sujeitando-se o recolhimento espontâneo à atualização monetária e os acréscimos legais, na forma prevista em nosso item 3. OBS: A suspensão compreende, também, a saída da mercadoria promovida pelo destinatário em retorno ao estabelecimento de origem (art. 319 do RICMS/SP). 2. EMISSÃO DA NOTA FISCAL 6. Na saída de mercadoria a título de demonstração, promovida por estabelecimento comercial ou industrial, deverá ser emitida Nota Fiscal, sem destaque do valor do imposto (art. 320, do RICMS/SP). 3. DECURSO DO PRAZO DE 60 DIAS SEM QUE OCORRA O RETORNO 7. Decorrido o prazo fixado de 60 (sessenta) dias, deverá ser emitida, no 61º (sexagésimo primeiro) dia, contado da saída original, outra Nota Fiscal para efeito de: a) recolhimento do imposto devido, que se fará por guia de recolhimento especiais (GARE), com atualização monetária e acréscimos legais; b) transmissão, quando for o caso, do correspondente crédito ao destinatário (art. 320, 1º, do RICMS/SP). 4. EMISSÃO DA NOTA FISCAL 8. Deverão constar da Nota Fiscal, além da data de emissão e dos dados relativos ao destinatário, apenas: a) o número de ordem, a série e a data de emissão da Nota Fiscal original; b) a expressão Emitida nos termos do Artigo 320 do RICMS ; c) o número, a data e o valor da guia de recolhimentos especiais mencionada o item a do item 2; d) o destaque do valor do imposto recolhido (art. 320, 2º, do RICMS/SP). 5. LIVRO REGISTRO DE SAÍDAS 9. A Nota Fiscal acima mencionada deverá ser lançada no Livro Registro de Saídas, mediante utilização, apenas, das colunas Documento Fiscal e Observações, devendo nesta constar a expressão Emitida nos termos do Artigo 320 do RICMS (art. 320, 3º, do RICMS/SP). 6. RETORNO DE MERCADORIA REMETIDA A PARTICULAR OU PRODUTOR 10. O estabelecimento que receber, em retorno, mercadoria remetida em demonstração a particular ou a produtor ou, ainda, a qualquer pessoa natural ou jurídica não considerada contribuinte ou não obrigada à emissão de documentos fiscais, deverá: a) emitir Nota Fiscal relativa à mercadoria que retorna, indicando o número de ordem, a série, a data da emissão e o valor do documento fiscal original, bem como a identificação da pessoa que promover o retorno, anotando a espécie e o número do respectivo documento; 138

139 b) registrar a Nota Fiscal no livro Registro de Entradas, na coluna ICMS Valores Fiscais Operações ou Prestações sem Crédito do Imposto. Obs: Quando ocorrido o recolhimento do ICMS em decorrência do decurso do prazo de 60 dias, na forma do tópico 2., a Nota Fiscal relativa à mercadoria que retorna será lançada no livro Registro Entradas, na coluna ICMS Valores Fiscais Operações ou Prestações com Crédito do Imposto. 11. A citada Nota Fiscal servirá acompanhar a mercadoria em seu retorno ao estabelecimento de origem. 12. No caso de retorno efetuado por produtor, no entanto, deverá ser emitida Nota Fiscal de Produtor para acompanhar a mercadoria em seu transporte, devendo o estabelecimento de origem emitir Nota Fiscal para o registro da operação (art. 321 do RICMS/SP). 7. TRANSMISSÃO DA PROPRIEDADE DA MERCADORIA A PARTICULAR OU PRODUTOR 13. A transmissão da propriedade de mercadoria remetida para demonstração a particular ou a produtor ou, ainda, a qualquer pessoa natural ou jurídica não-contribuinte ou não obrigada à emissão de documentos fiscais, em que tenha retornado ao estabelecimento de origem, acarretará a este as seguintes exigências: a) emitir Nota Fiscal, identificada como de entrada de mercadoria, na qual consignará, como natureza da operação Retorno Simbólico de Mercadoria em Demonstração mencionando o número de ordem, a série, bem como a data de emissão e o valor, tanto na Nota Fiscal emitida por ocasião da remessa para demonstração, como da emitida nos termos do item c abaixo; b) registrar esse documento fiscal no livro Registro de Entradas, na coluna ICMS Valores Fiscais Operações ou Prestações sem Crédito do Imposto ; c) emitir Nota Fiscal com o nome do adquirente como destinatário, com destaque do valor do imposto, mencionando o número, a série, a data da emissão e o valor do documento fiscal da remessa para demonstração, e a natureza da operação Transmissão da Propriedade ; d) registrar essa Nota Fiscal no livro Registro de Saídas (art. 322 do RICMS/SP). 8. RETORNO DE MERCADORIA REMETIDA A CONTRIBUINTE DO ICMS 14. O estabelecimento comercial, industrial ou qualquer outro obrigado à emissão de Nota Fiscal que remeter, em retorno ao estabelecimento de origem, mercadoria recebida para demonstração, deverá emitir Nota Fiscal sem destaque do valor do imposto, que conterá, além dos demais requisitos, o número, a série, a data de emissão e o valor da Nota Fiscal pela qual tiver recebido a mercadoria em seu estabelecimento (art. 323, do RICMS/SP). 9. TRANSMISSÃO DE CRÉDITO DO IMPOSTO 15. Na transmissão de crédito do imposto em decorrência do decurso do prazo de 60 dias, a Nota Fiscal será emitida com destaque do valor do imposto, devendo nele constar, também, o número, a série e a data da emissão da Nota Fiscal de que trata o item 3 (art. 323, único, do RICMS/SP). 10. TRANSMISSÃO DA PROPRIEDADE DA MERCADORIA A CONTRIBUINTE DO ICMS 16. Na transmissão da propriedade de mercadoria remetida para demonstração a estabelecimento comercial, industrial, ou qualquer outro obrigado à emissão da Nota Fiscal, sem que tenha retornado ao estabelecimento de origem, observarão as seguintes disposições: a) o estabelecimento adquirente deverá: a.1) emitir Nota Fiscal com o nome do estabelecimento de origem como destinatário, na qual consignará, como natureza da operação, Retorno Simbólico de Mercadoria em Demonstração, sem destaque do valor do imposto, mencionando, ainda, o número, a série, a data da emissão e o valor da Nota Fiscal pela qual tiver recebido a mercadoria em seu estabelecimento; a.2) registrar essa Nota Fiscal no livro Registro de Saídas; a.2) registrar no livro Registro de Entradas a Nota Fiscal de que trata o subitem b.2 ; b) o estabelecimento transmitente deverá: b.1) registrar no livro Registro de Entradas a Nota Fiscal emitida nos termos do subitem a.1 ; 139

140 b.2) emitir Nota Fiscal com o nome do estabelecimento adquirente como destinatário, com destaque do valor do imposto, mencionando o número, a série, a data da emissão e o valor do documento fiscal emitido por ocasião da remessa para demonstração e, como natureza da operação, Transmissão da Propriedade ; b.3) registrar essa Nota Fiscal no livro Registro de Saídas (art. 324, caput, do RICMS/SP). 11. TRANSMISSÃO DE CRÉDITO DO IMPOSTO 17. Na transmissão de crédito do imposto em decorrência do decurso de prazo de 60 dias, observar-se-á o seguinte: a) o estabelecimento adquirente emitirá a Nota Fiscal prevista no subitem a.1 do tópico anterior com destaque do valor do imposto, devendo nela constar, também, o número, a série e a data da emissão da Nota Fiscal; b) o estabelecimento transmitente registrará essa Nota Fiscal no livro Registro de Entradas, na coluna ICMS Valores Fiscais Operações ou Prestações com Crédito do Imposto (art. 324, único, do RICMS/SP). 12. OPERAÇÕES COM MERCADORIAS ISENTAS OU NÃO TRIBUTADAS 18. O disposto nesta matéria aplica-se, no que couber, às operações relativas à demonstração de mercadorias isentas ou não tributadas, bem como àquelas efetuadas por contribuintes optantes do Regime Especial Unificado de Arrecadação de Tributos e Contribuições devidos pelas Microempresas e Empresas de Pequeno Porte - Simples Nacional (art. 325 do RICMS/SP) (NOVO) NF-E: NOTA TÉCNICA N 02/2012 MANIFESTAÇÃO DO DESTINATÁRIO Foi divulgada pelo ENCAT- Encontro Nacional de Coordenadores e Administradores Tributários Estaduais a Nota Técnica 2012/002, que contem as especificações técnicas necessárias para a implementação de novos eventos vinculados à Nota Fiscal Eletrônica modelo 55, com relação à Manifestação do Destinatário do referido documento. O objetivo da distribuição desta nota é possibilitar às empresas destinatárias de NF-e o desenvolvimento de suas aplicações, visando os testes que serão realizados, a partir de julho/2012, na área de homologação do Ambiente Nacional da NF-e. Este serviço permite que o destinatário da Nota Fiscal eletrônica confirme a sua participação na operação acobertada pela Nota Fiscal eletrônica emitida para o seu CNPJ, através do envio da mensagem de: Confirmação da operação - confirmando a ocorrência da operação e o recebimento da mercadoria (para as operações com circulação de mercadoria); Desconhecimento da operação - declarando o Desconhecimento da Operação; Operação não Realizada - declarando que a Operação não foi Realizada (com Recusa do Recebimento da mercadoria e outros) e a justificativa porque a operação não se realizou; Ciência da operação - declarando ter ciência da operação destinada ao CNPJ, mas ainda não possuem elementos suficientes para apresentar uma manifestação conclusiva, como as acima citadas. A mensagem XML do evento será assinada com o certificado digital que tenha o CNPJ base do Destinatário da NF-e. A ciência da operação é um evento opcional que pode ser utilizado pelo destinatário para declarar que tem ciência da existência da operação, mas ainda não tem elementos suficientes para apresentar uma manifestação conclusiva. O destinatário deve apresentar uma manifestação conclusiva dentro de um prazo máximo definido, contados a partir da data de autorização da NF-e. Este prazo é parametrizável e atualmente está definido pelo ENCAT em 180 dias. 140

141 Os eventos vinculados à Manifestação do Destinatário serão disponibilizados, em ambiente de produção, a partir do dia 01/08/2012. Entretanto, importa observar que até esta data o prazo acima não foi oficialmente divulgado por ato normativo, podendo ser prorrogado (NOVO) RESUMO DO NOVO REGULAMENTO DE ISS SÃO PAULO Conforme Decreto nº de segue abaixo as principais alterações no Regulamento do ISS: Artigo 6: Retenção - pelo tomador, desde que o tomador e o prestador estejam em SP e serviço realizado em SP: subitens 1.01, 1.02, 1.03, 1.04, 1.05, 1.06, 1.07, 1.08, 14.05, 17.01, 17.06, e 17.19, conforme cronograma a ser estabelecido pela Secretaria Municipal de Finanças - pelos hotéis e motéis, quando tomarem ou intermediarem os serviços de tinturaria e lavanderia, desde que o prestador seja de São Paulo Artigo 7: Dispensa de retenção quando o prestador: - autônomo estiver em SP - gozar de isenção e estiver em SP - for MEI, inclusive na hipótese de retenção em razão do CPOM Artigo 11: Responsabilidade solidária ao estabelecimento que disponibilizar para seus clientes ou se beneficiar dos serviços de manobra e guarda de veículos ("valet service"). Artigo 18: A alíquota de 2,5% foi excluída; agora são previstas alíquotas de 2%, 3% e 5%. Artigo 19: Definidas outras hipóteses de exclusão da empresa no regime especial de sociedades uniprofissionais. As sociedades uniprofissionais são obrigadas à emissão de NFS-e ou outro documento exigido pela Administração Tributária, na forma, prazo e condições estabelecidas pela Sefin. Artigo 56: Estabelecida forma de cálculo do ISS para Registros Públicos, Cartorários e Notariais. Artigo 57: Estabelecida forma de cálculo do ISS para Planos de Saúde e obrigatoriedade de apresentação de Declaração do Plano de Saúde - DPS informando o valor das deduções. Artigo 58: Os órgãos da administração pública direta da União, dos Estados e do Município de São Paulo, bem como suas autarquias, fundações, empresas públicas, sociedades de economia mista e demais entidades controladas direta ou indiretamente pela União, pelos Estados ou pelo Município, localizados no Município de São Paulo, estão obrigados a proceder à sua inscrição no CCM. Artigo 75: Obrigatoriedade de manutenção apenas do Livro modelo 57 (Livro Registro de Recebimento de Impressos Fiscais e Termos de Ocorrências). Artigo 81 3 : As pessoas jurídicas domiciliadas no Município de São Paulo que estiverem inadimplentes em relação ao recolhimento do ISS serão impedidas de emitir a NFS-e para as pessoas jurídicas e os condomínios edilícios residenciais ou comerciais estabelecidos no Município de São Paulo. 141

142 Artigo 82: Obrigatoriedade da emissão da NFTS, por ocasião da contratação de cada serviço pelas pessoas jurídicas e pelos condomínios edilícios residenciais ou comerciais, ainda que não haja obrigatoriedade de retenção na fonte do ISS, nas hipóteses previstas no artigo 117 deste regulamento. Artigo 84: Mudança da sigla de NF-e para NFS-e. Artigo A opção voluntária à NFs-e dependerá de autorização da Secretaria Municipal de Finanças, devendo ser solicitada no endereço eletrônico "http://www.prefeitura. sp.gov.br", mediante a utilização da Senha Web ou certificado digital, conforme o caso. Artigo O contribuinte que emitir NFS-e deverá fazê-lo para todos os serviços prestados, exceto para os serviços de diversões públicas em que haja a obrigatoriedade de emissão de ingresso e para os serviços de guarda e estacionamento de veículos terrestres automotores, do tipo "valet service, obrigados a emissão do Cupom de Estacionamento. Artigo 90: O RPS poderá ser confeccionado ou impresso em sistema próprio do contribuinte, ou, emitido eletronicamente por meio do equipamento autenticador e transmissor de documentos eletrônicos, devendo conter todos os dados que permitam a sua substituição por NFS-e. Artigo Para quem já é emitente de nota fiscal convencional, o RPS deverá manter a sequência numérica do último documento fiscal emitido, exceto se o emitente for obrigado à emissão eletrônica por meio do equipamento autenticador e transmissor de documentos eletrônicos. Artigo 93: Parágrafo único - O recolhimento do Imposto, referente às NFS-e, deverá ser feito exclusivamente por meio de documento de arrecadação emitido pelo sistema. Não se aplica às sociedades constituídas na forma do artigo 19 (SUP) deste regulamento, relativamente aos serviços prestados. Artigo 95: A NFS-e poderá ser substituída na forma e condições estabelecidas pela Secretaria Municipal de Finanças. Artigos 96 a 100: Disciplina e estabelece os procedimentos para a execução do Programa Nota Fiscal Paulistana. Artigos 101 a 103: Consta agora em regulamento a mesma disposição anteriormente utilizada através do Decreto /2011 (referente a créditos da Nota Fiscal Paulistana). Artigos 104 a 107: O crédito anteriormente utilizado exclusivamente para abatimento do IPTU, agora alem de tal abatimento poderá ser solicitado apropriação direta segundo estabelece o artigo 104, II, porem estabelece o 7º que a utilização dos créditos ocorrerá conforme cronograma a ser estabelecido pela Secretaria Municipal de Finanças: Art O crédito a que se refere o artigo 101 deste regulamento poderá ser utilizado para: (...) II - solicitar o depósito dos créditos em conta corrente ou poupança mantida em instituição do Sistema Financeiro Nacional. Artigos 108 a 112: Estabelece a obrigatoriedade de todos os contribuintes que optarem ou forem obrigados à emissão de NFS-e a recolher o Imposto com base no movimento econômico, exceto as sociedades constituídas na forma do artigo 19 deste regulamento e os micro empreendedores individuais - MEI optantes pelo Sistema de Recolhimento em Valores Fixos Mensais dos Tributos abrangidos pelo Simples Nacional - SIMEI. 142

143 Obs: Para não gerar qualquer duvida os parágrafos 1º e 2º do artigo 108 esclarece que se tais sociedades anteriormente desobrigadas que utilizam o regime especial optarem pela utilização da NFSe estarão desenquadradas do regime especial, consequentemente efetuar o recolhimento com base no movimento econômico. Artigos 113 a 114: Estabelece à prestação de serviços de guarda e estacionamento de veículos terrestres automotores do tipo "Valet Service" já regulamentado pela prefeitura através da Instrução Normativa SF/SUREM 006/2012. Artigos 115 a 116: Estabelece a utilização do equipamento autenticador e transmissor de documentos eletrônicos destina-se à emissão e transmissão de RPS eletrônico e à realização de controles de natureza fiscal, referentes a prestações de serviços sujeitas ao Imposto. Porém conforme regulamenta o artigo 116 a utilização de equipamento autenticador e transmissor de documentos eletrônicos será implementada na forma, prazos e demais condições estabelecidos pela Secretaria Municipal de Finanças. Artigos 117 a 121: Disciplina e estabelece em regulamento os procedimentos para a utilização da Nota Fiscal Eletrônica do Tomador/Intermediário de Serviços. Declaração extinta através da Lei /2011 (Declaração Eletrônica de Serviços). Declaração extinta através da Lei /2011 (Declaração Anual de Movimento Econômico DAME) Declaração extinta através da Lei /2011 (Declaração Mensal de Serviços DMS) Artigos 132 a 142: Acrescidas penalidades no artigo 134, V, "E a H", VI e VII referente a NFTS e o "Valet Service" e infrações relativas à utilização de equipamento autenticador e transmissor de documentos fiscais eletrônicos disposto no artigo 134, X. Artigo 145: Condiciona a utilização da isenção: 1. Aplica-se a isenção do "caput" aos empreendimentos habitacionais, destinados à população com renda familiar de até 6 (seis) salários mínimos, incluídos no Programa Minha Casa, Minha Vida - PMCMV; E estabelece a utilização da NFS-e em tais prestações: 3. O prestador dos serviços descritos no "caput" deste artigo deverá emitir NFSe, anotando, no campo "Discriminação do Serviço", o número do Alvará de Aprovação e Execução ou o número do Certificado de Obras de Interesse Social e a expressão "ISENTA - HIS". Artigos 147 a 149: Disciplina e estabelece em regulamento os procedimentos para Setor Artístico, Cultural e Cinematográfico que funcionem em imóveis cujo acesso direto seja por logradouro público ou em espaços semipúblicos de circulação em galerias. Artigo 151: São isentas do Imposto às prestações de serviços à Prefeitura do Município de São Paulo ou a outros entes públicos, efetuadas pelas empresas São Paulo Transporte S.A. - SPTrans, Companhia de Engenharia de Tráfego - CET, São Paulo Urbanismo - SPUrbanismo e São Paulo Obras - SP-Obras,. Artigo 152: São isentas do Imposto às prestações de serviços a entes públicos, realizadas pela Empresa de Tecnologia da Informação e Comunicação do Município de São Paulo - PRO- DAM-SP S.A. e pela São Paulo Turismo S.A. - SPTuris, quando não caracterizada a execução de atividade econômica sujeita à concorrência. 143

144 Artigo 153: As isenções previstas nos artigos 151 e 152 deste regulamento não exoneram as beneficiárias do cumprimento das obrigações acessórias a que estão sujeitas. Artigos 160 a 162: Disciplina e estabelece em regulamento os procedimentos para conceder incentivos fiscais para construção de estádio que venha a ser aprovado pela Federação Internacional de Futebol Associado FIFA Artigos 166 a 168: O artigo 166 regulamenta a entrega da extinta DES aos estabelecimentos obrigados até a incidência julho de Esclarece o artigo 167 a guarda dos Livros Registro de Impressão de Documentos Fiscais (modelo 58), devendo ser conservados até que ocorra a prescrição dos créditos tributários decorrentes dos documentos fiscais a que se refiram. Estabelece o artigo 168 continuar a ser utilizados na forma do disposto nos artigos 75 a 80 deste regulamento, os Livros Registro de Recebimento de Impressos Fiscais e Termos de Ocorrências (modelo 57) (NOVO) CRÉDITO DE ICMS SOBRE ATIVO IMOBILIZADO CIAP Desde 01/01/2011 a apresentação do CIAP dentro do SPED FISCAL (EFD) passou a ser uma condição para que as empresas aproveitem os créditos de ICMS. Os contribuintes que hoje usufruem dos créditos de ICMS sobre o Ativo Imobilizado que não apresentarem o CIAP eletrônico perderão este benefício. Em resumo, para a empresa poder fazer jus a este crédito deverá respeitar as seguintes regras: A nota fiscal para acobertar este crédito deverá ser a última nota fiscal emitida no mês e, O valor do crédito deverá ser calculado mediante a proporcionalidade das saídas tributadas e não tributadas pelo ICMS no mês de apuração. Sendo assim vimos através deste, deixá-los cientes que para podermos informar aos senhores o valor correto a ser creditado no mês, precisaremos do fechamento (arquivos XML de notas de entradas / saídas, DANFE S e demais notas fiscais e/ou documentos) dois dias antes do término do mês de apuração. Ou seja, a empresa deverá deixar de faturar e comprar nos últimos dois dias do mês. Caso contrário, não conseguiremos em tempo hábil, calcular o valor correto a ser creditado, para a emissão da nota fiscal. Informamos também, que caso o valor creditado no mês de apuração seja incorreto por falta das informações necessárias, não conseguiremos gerar o SPED FISCAL BLOCO CIAP ELETRÔNICO, ficando a empresa responsável pela glosa dos valores creditados incorretamente (NOVO) INFORMAÇÕES SOBRE O GTIN A obrigatoriedade da aplicação do código de barras na emissão da nota fiscal eletrônica está em vigor desde 01/11/2011. Vale ressaltar que se o produto comercializado na NF-e possuir código de barras com GTIN ele deve ser destacado no documento, seja o documento gerado pelo fabricante, distribuidor, revendedor, varejista, etc. 144

145 Esclarecemos ainda que no Ajuste SINIEF nº 06/2010 não consta obrigatoriedade de criação de um código de barras para o produto, mas sim a informação do mesmo na NF-e caso o produto possua este código. Os intermediários da cadeia de comercialização de mercadorias deverão informar estes códigos, caso conste no produto, mesmo que esse não tenha constado na NF-e de compra, cumprindo, desta forma, a obrigação acessória na saída da mercadoria. Novamente segue as informações de sobre o GTIN (código de barras). 1. O que é o GTIN? GTIN, acrônimo para Global Trade Item Number é um identificador para itens comerciais desenvolvido e controlado pela GS1, antiga EAN/UCC. GTINs, anteriormente chamado códigos EAN, são atribuidos para qualquer item (produto ou serviço) que pode ser precificado, pedido ou faturado em qualquer ponto da cadeia de suprimentos. O GTIN é utilizado para recuperar informação pré-definida e abrange desde as matérias primas até produtos acabados. GTIN é um termo guarda-chuva para descrever toda a familia de identificação das estruturas de dados GS1 para itens comerciais (produtos e serviços). GTINs podem ter o tamanho de 8, 12, 13 ou 14 digitos e podem ser construidos utilizando qualquer uma das quatro estruturas de numeração dependendo da aplicação. O GTIN-8 é codificado no código de barras EAN-8. GTIN-12 é mais comumente utilizado no código de barras UPC-A, o GTIN-13 é codificado no EAN-13 e o GTIN-14 no ITF O que é cean? Código de barras GTIN (antigo código EAN) do produto que está sendo faturado na NF-e. O GTIN poderá ser GTIN-8 (antigo EAN-8), GTIN-12 (antigo UPC), GTIN-13 (antigo EAN), GTIN-14 (antigo DUN-14). 3. O que é o ceantrib? Código de barras GTIN (antigo código EAN) do produto tributável, ou seja, a unidade que é utilizada para calcular o ICMS de Substituição Tributária, como por exemplo a unidade de venda no varejo. GTIN poderá ser GTIN-8 (antigo EAN-8), GTIN-12 (antigo UPC), GTIN-13 (antigo EAN), GTIN-14 (antigo DUN-14). 4. Qual a diferença entre cean e ceantrib? Quando o produto faturado for o mesmo que o produto tributável o código enviado no cean e no ceantrib será o mesmo, caso sejam diferentes o cean é o código de barras GTIN (antigo código EAN) do produto que está sendo faturado na NF-e e o ceantrib será o código de barras GTIN (antigo EAN) do produto tributável, ou seja, a unidade que é utilizada para calcular o ICMS de Substituição Tributária. Por exemplo: Compra de um palete com 12 caixas de produtos e cada caixa contém 9 latinhas, onde a venda (faturamento) foi realizado em caixas e a unidade tributável é a lata. O cean será o código de barras da caixa com 9 latas e o ceantrib o código da lata. 5. Como é a estrutura do GTIN-13? 6. Quem é o responsável pela atribuição dos GTINs? A GS1 é a responsável pelas atribuições dos GTINs. No Brasil, a GS1 Brasil, antiga EAN Brasil é sua representante. e (11)

146 7. Meu produto não possui o GTIN, preciso me filiar à GS1 Brasil por causa da obrigatoriedade na NF-e? Caso a empresa queira ter o controle automatizado, e fazer a referência entre o código de barras do produto e a NF-e, a dona da marca deste produto deverá se filiar para obter o GTIN e aplicar o código de barras, mas pelo ajuste SINIEF não existe a obrigatoriedade. 8. Quais os benefícios do GTIN na NF-e? Automação no Recebimento, Melhoria no Controle de estoque, Conferencia do Pedido enviado com a NF-e recebida, Código único para controle de produtos, Rastreabilidade. 9. Para produtos importados, posso utilizar o código da origem como GTIN? Sim. 10. Como sei se o produto faturado na NF-e tem o GTIN? Se a dona da marca for associada a GS1 Brasil o GTIN será iniciado por 789 ou 790. Entre em contato com a GS1 do país em que a detentora da marca é associada para mais informações: GS1 Brasil ou (11) GS1 no Mundo Não sou o fabricante do produto, preciso preencher os campos cean e ceantrib? Sim. Se o produto comercializado na NF-e possuir código de barras com GTIN ele deve ser destacado no documento, seja o documento gerado pelo fabricante, distribuidor, revendedor, varejista, etc (NOVO) EMPRESAS PRESTADORAS DE SERVIÇOS DE OUTROS MUNICIPIOS TERÃO QUE SE CADASTRAR EM CAMPINAS De acordo com a Instrução Normativa nº 01 02/07/2012 a partir de 1º de setembro, as empresas que prestam serviços em Campinas, mas estão sediadas em outros municípios terão que aderir ao CENE (Cadastro de Empresas Não Estabelecidas em Campinas). O cadastramento é simples e será feito exclusivamente pela internet. O CENE é uma solução web, que tem como objetivo o cadastro e aprovação de empresas que são prestadoras de serviços no município, porém possuem inscrição municipal em outra cidade. A partir da implantação dessa ferramenta, o prestador de serviços que emitir nota fiscal autorizada por outro município para tomadores de serviços em Campinas fica obrigado a efetivar o cadastro no CENE. Para se inscrever, basta preencher o formulário disponível no endereço Concluído o preenchimento, o contribuinte deve transmitir, no próprio sistema, o requerimento e os documentos exigidos. A efetivação definitiva se dará após conferência, pelos técnicos da Prefeitura, de todas as informações e documentos enviados via internet. De acordo com o diretor de Receitas Mobiliárias, Max Ramm, essa ação também visa evitar a evasão fiscal, promover a justiça fiscal sem aumentar os tributos ao proteger os contribuintes estabelecidos em Campinas de uma competição desleal e recuperar o ISSQN Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza que é devido ao município. 146

147 O cadastro é simples e sem custos para a empresa. Estamos implementando uma série de ações que visam justamente a recuperação dos impostos que são devidos ao município, sem aumentar a carga tributária, explicou. Ramm lembrou, também, que em outras cidades brasileiras o cadastro já foi implantado. Este procedimento já foi adotado em São Paulo, Rio de Janeiro e Porto Alegre, disse. A estimativa do Departamento de Receitas Mobiliárias (DRM) é de que pelo menos 5 mil empresas de fora do município devam se cadastrar. Para esclarecer os objetivos e a importância do CENE, o DRM preparou uma série de palestras. Os encontros serão realizados 12 e 13 de setembro, das 19h às 21h, no Sindicato dos Contabilistas; em agosto também foram realizados dois encontros. Para participar basta se inscrever no site do Sindicato, no endereço 147

148 2. DEPTO. PREFEITURA MUNICIPAL SÃO PAULO SP 148

149 DEPARTAMENTO LEGAL / EXPEDIÇÃO Este é o departamento onde tudo começa, onde o futuro cliente recebe todo o suporte necessário para a constituição de sua nova empresa, possuímos parceria junto aos órgãos, na busca de registros, certidões e documentos diversos, o que possibilita assistir as múltiplas necessidades das empresas, objetivando proporcionar eficiência e rapidez, ante a complexa burocracia que envolve os negócios em geral. Realizando e acompanhando todo o processo de abertura, alterações ou encerramento de empresas em âmbito Federal, Estadual e Municipal, visando o correto trâmite legal em todos os órgãos necessário. Atendemos empresas de grande, médio e pequeno porte, microempresas, sociedades civis profissionais liberais, entre outros. Dispomos de um departamento altamente qualificado, desembaraçando assuntos em repartições públicas desde processos simples bem como constituições de empresas nacionais e internacionais. Prestamos os seguintes serviços: Elaboração de Contratos Sociais, Estatutos Sociais e Atas de Assembléias; Estudo para abertura, alteração e encerramentos de empresas; Estudo para viabilizar empresas em dificuldades, com cisões, fusões, sucessões ou incorporações de sociedades; Assessoria na constituição de empresa quanto ao Capital Social, analisando juntamente a disponibilidade da pessoa física para não comprometer ambos junto ao Fisco Federal. Registro de Importador/Exportador (RADAR); Registro de Marcas e Patentes; Registro junto a Vigilância Sanitária Estadual, ANVISA, IBAMA e CETESB; Levantamento de débitos tributários junto ao Fisco Federal, Previdenciário, Estadual e Municipal; Certidões Negativas, Positivas e Positivas com efeitos de Negativa, para pessoas físicas e jurídicas em todas as esferas. 149

150 2.01 DECLARAÇÃO ANUAL DE MOVIMENTO ECONÔMICO (DAME) A apresentação da DAME, pelos contribuintes enquadrados no Regime de Estimativa, na totalidade ou fração do período compreendido de 01/janeiro a 31/dezembro, nos códigos de serviços: e Estão, também, obrigados à apresentação da DAME os contribuintes que, enquadrados no mencionado Regime de Estimativa, tenham feito opção pelo SIMPLES, nos termos da Lei Federal nº 9.317/1996. O arquivo com a declaração gerada pelo programa DAME deverá ser transmitido por meio da Internet ou ser gravado em Disquete e transmitido na Secretária de Finanças e Desenvolvimento Econômico (Portaria SF nº 002/2004). A entrega da DAME sempre ocorre nos meses de Fevereiro e Março DECLARAÇÃO DE MICROEMPRESA (DM) A DM deverá ser entregue por todos os contribuintes no CCM como ME (Microempresa), informando todo seu faturamento de Janeiro a Dezembro. O formulário, bem como as instruções para seu preenchimento, está disponível no site Habitualmente a Prefeitura de São Paulo edita norma que fixa o prazo para sua apresentação, divulgado por Ato Normativo. Exemplo: somente empresa que é aberta na Prefeitura como ME ALIQUOTA DO ISS/SP A tributação do ISS Imposto sobre serviços no município de São Paulo é obtida pela aplicação da alíquota de 5% sobre o valor dos serviços na maioria dos casos. Algumas atividades são tributadas em 2%, 2,5% ou 3%. Prestação de serviços profissionais com profissão regulamentada possui regras específicas para pagamento trimestral do ISS por estimativa e quantidade de profissionais SP/SÃO PAULO - ISS - ISENÇÃO - PROFISSIONAIS LIBERAIS E AUTÔNOMOS A Lei nº /2008, publicada no DOM SP de , dispõe que ficam isentos do pagamento do ISS, a partir de 1º de janeiro de 2009, os profissionais liberais e autônomos que tenham inscrição como pessoa física no Cadastro de Contribuintes Mobiliários (CCM) quando prestarem os serviços descritos na lista do caput do art. 1º da Lei nº /2003, com as alterações posteriores, não se aplicando o benefício às cooperativas e sociedades uniprofissionais. A isenção não se aplica aos de legatários de serviço público que prestam os serviços descritos no subitem (SERVIÇOS DE REGISTROS PÚBLICOS, CARTORÁRIOS E NOTARIAIS) constante da referida lista de serviços. Note-se, no entanto, que a isenção não exime os profissionais liberais e os autônomos da inscrição e atualização de seus dados no CCM e do cumprimento das demais obrigações acessórias. 150

151 2.05 ISS- DAS SOCIEDADES PROFISSIONAIS (PESSOA JURÍDICA) Os profissionais que exerçam pessoalmente e em caráter privado, atividade por delegação do Poder Público, e as Sociedades Uniprofissionais deverão recolher o imposto TRIMESTRALMENTE, com vencimento no dia 10 do mês subseqüente a cada trimestre, conforme tabela: Janeiro, Fevereiro e Março : 10/Abril; Abril, Maio e Junho : 10/Julho; Julho, Agosto e Setembro : 10/Outubro; Outubro, Novembro e Dezembro : 10/Janeiro/ ano seguinte. Ao receberem os ISS TRIMESTRAIS PROFISSIONAIS enviados pela Prefeitura via correio, nos envie para que possamos verificar se os dados e o cadastro junto ao órgão estão corretos. Vale ressaltar que, no envio de alguns ISS a prefeitura se equivocou no preenchimento da quantidade de sócios que ao contrário de outros anos este ano estão preenchidos, sendo assim será necessário a verificação para que não haja pagamentos indevidos ISS-INSCRIÇÃO EMPRESAS OUTROS MUNICÍPIOS A Lei Municipal nº /2005, de 30/08/2005, estabeleceu obrigatoriamente de Inscrição na Secretaria de Finanças de São Paulo para empresas sediadas em outro município que vierem a prestar serviços em São Paulo. A inscrição será efetuada somente pela internet no endereço: REQUERIMENTO DE INSCRIÇÃO DE PESSOA JURÍDICA DE OUTRO MUNICÍPIO, onde há regras para envio de documentos e demais disposições. A prefeitura deverá se manifestar em 30 dias, a partir da data de entrega dos documentos, caso não o faça, o prestador estará automaticamente incluído no cadastro. Se o cadastro for recusado, este terá 15 dias para recorrer. Empresas tomadoras de serviços, estabelecidas na capital de São Paulo, ainda que imunes ou isentas, devem efetuar consulta pela internet, sobre a regularidade cadastral de empresas com sede em outros municípios, orientando estes prestadores quanto ao cadastramento obrigatório acima. A falta desse cadastro obrigará o pagamento de imposto nos dois municípios. Uma vez que as tomadoras dos serviços ficarão obrigadas a reter o valor do ISS na nota fiscal no caso de falta desse cadastro. Atentar para outras situações onde o código de serviço obrigue ou não esteja cadastrado conforme previsto em tabela anexa a lei. Esta medida produzirá efeitos para as notas fiscais emitidas a partir de 01/jan/2006. Esta medida produzirá efeitos para as notas fiscais emitidas a partir de 01/jan/ PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS FORA DO MUNICÍPIO DE SÃO PAULO: ISS BI TRIBUTADO Ao prestarem serviços para OUTROS MUNICÍPIOS verifiquem as exigências, pois a legislação municipal poderá ser diferente do município de São Paulo. Um dos exemplos que citaremos é do município do Rio de Janeiro. Ao prestador de serviços que emite nota fiscal autorizado por outro município para tomador estabelecido no Município do Rio de Janeiro, torna-se obrigatório o fornecimento de informações à Secretaria Municipal de Fazenda SMF para que seja inscrito no CEPOM, conforme disposto no art. 14- A da Lei nº 691 de 24/12/1984, introduzido pela Lei nº 4.452, de 27/12/2006. Todo tomador de serviço estabelecido no Rio de Janeiro deverá consultar, via internet, se o prestador está devidamente cadastrado na Prefeitura do Rio de Janeiro, caso o mesmo não esteja regular, o tomador deverá reter o ISS na alíquota do município e o prestador deverá recolher este tributo novamente no seu município (sofrendo assim a BI-TRIBUTAÇÃO). 151

152 Alertamos que para ser feito este cadastro, o prestador deverá fornecer uma série de documentos a prefeitura do município do Rio de Janeiro, como por exemplo: fotos do estabelecimento, Rais, informações referente energia elétrica, telefone entre outras. Os cadastros que surgirem para a prestação de serviços em outros municípios são de responsabilidade de cada empresa, caso queiram que a Confidence providencie os mesmos será cobrado uma taxa para cada cadastro FUNCIONAMENTO SEM RESTRIÇÃO DE HORÁRIO Conforme Lei nº de 03/02/2004 fica determinado que todos os Restaurantes, Lanchonetes, Choperias, Churrascarias e Pizzarias no município de São Paulo, poderão funcionar sem restrição de horário para início e término de suas atividades desde que estejam com a documentação regular (Alvará) para funcionamento perante a Prefeitura REGULAMENTO TÉCNICO PARA O CONTROLE HIGIÊNICO-SANITÁRIO EM EMPRESAS DE ALIMENTOS Informamos que este Regulamento é de inteira e total responsabilidade do cliente, pois, o Escritório de Contabilidade não tem como fiscalizar e fazer tal procedimento, por isto tem que ser feito pelo proprietário ou alguém indicado por este. Este Regulamento terá que ser feito através de cadastro junto a Prefeitura com a entrega de um FORMULÁRIO DE CADASTRO MUNICIPAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA CMVS. Pedimos aos senhores Clientes que tomem conhecimento desta Portaria que será muito importante, pois se a fiscalização for ao estabelecimento e pegar algo errado aplicará uma multa que irá de R$ 2 mil a R$ 1,5 milhão ou em casos até de fechamento do estabelecimento. Conforme portaria 2.535/03-SMS. G, todos que realizam as seguintes atividades: produção, fabricação, importação, manipulação, fracionamento, armazenamento, distribuição, venda para consumo final e transporte de produtos na área de alimentos, terão que se adequar ao novo regulamento. Terá que haver um responsável técnico pela execução do regulamento, sendo que para as empresas EPP e ME poderá ser o proprietário ou pessoa por ele designada, e as demais deverá haver um responsável técnico. Sendo que este terá que acompanhar passo a passo da elaboração, implantação e verificação das condições de transporte e armazenamento. Os funcionários terão um programa de treinamento, programa de saúde, higiene pessoal, uniforme fechado, higiene das mãos, água utilizada para o reparo na produção, equipamentos, móveis e utensílios, recebimento, armazenamento, temperatura, embalagem, distribuição, consumo, e sua validade, todos estão explicados na Portaria 2.535/03. Com relação às sobras dos alimentos, terão que ser doados desde que não tenham passado de sua validade. Todos os produtos terão que em sua embalagem conter, data de validade, denominação de venda, lista de ingredientes e conteúdo líquido, nº lote e/ou data de fabricação e/ou prazo de validade, número de registro no órgão oficial, quando for o caso, nome e endereço do produtor, fracionário, importador, temperatura do alimento. Quanto às temperaturas dos alimentos, devem ser mantidas: Armazenamento sob congelados 18º C Armazenamento sob refrigeração como - hortifruti e outros produtos até 10º C carnes até 4º C pescado até 2º C. A temperatura ambiente ou de acordo com as recomendações do fabricante e as propriedades intrínsecas do alimento. Caso a empresa tenha um (a) nutricionista este será o Responsável técnico, desde que este possua registro profissional. O formulário terá que ser entregue ANVISA Agente Nacional de Vigilância Sanitária, e Terá que ser feito curso através do SENAC SENAI SEBRAE. Maiores informações pelos Telefones Disque Saúde Tel. (061) ou no SIND. DOS HOTEIS, RESTAURANTES, BARES E SIMILARES DE SÃO PAULO Tel. (011) c/dr. Martins

153 REGISTRO DO CPF Vimos através desta, solicitar a regularização (se necessário) dos dados cadastrais das pessoas físicas referente ao COF Cadastro: Nacional de Pessoa Física se estão atualizados conforme situação atual (casado e ou solteiro). Orientamos que os dados sejam verificados, pois caso venham se tornar sócios de empresa deve estar com os dados corretos para não terem problemas junto a Receita Federal do Brasil. Para solicitar alteração dos dados cadastrais, procurar uma das Agências do Banco do Brasil, ou da CEF ou dos Correios, levando: O cartão CPF; Documento de identificação (com filiação); Título de eleitor (se houver); Documento que comprove a alteração (ex.: certidão de casamento para comprovar alteração de solteiro(a) para casado(a), ou de casado(a) para solteiro(a), quando houver separação judicial, desde que esta alteração esteja averbada na própria certidão de casamento, etc.). Essa operação terá um custo de R$ 5,70. Observação: Não é necessária a comprovação de endereço para solicitar a alteração de endereço. Ao receber o cartão, confira as informações impressas atentamente. Caso haja algum erro, mesmo que de uma letra ou número, procure o local onde se inscreveu para a correção. A taxa não será cobrada novamente. Atenção: Algumas alterações cadastrais são feitas em duas etapas: iniciam-se sempre na entidade conveniada e a conclusão será realizada posteriormente em uma unidade da Receita Federal CADAN A Prefeitura de São Paulo vem se empenhando em fiscalizar todos os anúncios publicitários, afim de que os mesmos sejam regularizados. Para qualquer tipo de anúncio (no local, ou em locais de terceiros como em prédios, casas, painéis, mesmo localizados) torna-se necessária a obtenção de um registro denominado CADAN, registro esse que deve ser obtido junto a Prefeitura por intermédio de empresa ou engenheiro especializado, tendo em vista a obrigatoriedade de registro no Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura CREA. A não obtenção desse registro de forma correta poderá acarretar multas altíssimas por parte do Fisco Municipal. Caso vossa empresa já possui algum registro de CADAN o mesmo deve ser atualizado também por empresa especializada, pois o prazo de validade é por 03 (três) anos. Não podendo esquecer-se dos anúncios de Terceiros; em casas, prédios, painéis, outdoor; também terão que fazer suas renovações de CADAN. AS MULTAS SERÃO APLICADAS DA SEGUINTE FORMA: I.Primeira multa correspondente a R$ 1.000,00 para anúncios com área até 10 m². II.Para cada metro quadrado que exceder os 10 m² será acrescido R$ 50,00 parágrafo 1º - no caso do anúncio apresentar risco iminente, a segunda multa, bem como as reaplicações subseqüentes, se dará a cada 24 horas a partir da lavratura da multa anterior. III.Não se esquecendo do tigrão que é um carro da prefeitura que vai tirando fotos pelas ruas. Verifique se o seu anúncio já possui a licença ou se a mesma não está vencendo, ou seja, se precisa ser renovada, caso não tenha, terá que providenciar com urgência REGULARIZAÇÃO DE EDIFICAÇÕES ALTERAÇÕES NA LEGISLAÇÃO Com a edição da Lei nº de 23/07/2004, fora alterada a Lei nº /2003, que dispõe sobre a regularização de edificações. 153

154 A nova redação dada ao artigo 7º para dispor que as indústrias, os comércios, os serviços, os locais de reunião com lotação igual ou superior a 100 pessoas e as edificações com área construída acima de 750 m², por ocasião do pedido de regularização, deverão apresentar: Auto de Vistoria Final do Corpo de Bombeiros (AVCB) em vigência ou Atestado Técnico emitido por profissional habilitado sobre a perfeita instalação e o funcionamento dos equipamentos de combate a incêndio, de acordo com as Normas Técnicas Oficiais (NTO), para: a) Indústrias, comércios e serviços que depositem e / ou manipulem produtos químicos perigosos; b) Edificações com área superior a 750 m², que necessitem do Sistema Básico de Segurança, nos termos da lei nº /1992 (Código de Obras e Edificações COE); c) Edificações residenciais verticais com altura superior a 9 m; d) Edificações térreas com lotação superior a 100 pessoas, que atendam ao disposto no Capítulo 12 do Anexo I da Lei nº /1992 (COE) e que não ultrapassem os limites previstos em sua Tabela ; I. Alvará de Funcionamento de Local de Reunião (AFLR), para Locais de Reunião com capacidade superior a 100 pessoas. II. Auto de Verificação de Segurança (AVS), Certificado de Manutenção ou Alvará de Funcionamento de Equipamentos de Segurança, para as edificações com altura superior a 9 m ou que contenham pavimento com capacidade superior a 100 pessoas e necessite de Sistema Especial de Segurança, nos termos da Lei nº /1992 (COE), exceto as de uso residencial. Destacamos, ainda, a nova redação dada ao artigo 14 para dispor que o recolhimento do Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISS), exigido conforme alínea c do inciso III do artigo 8º da Lei, no valor de R$ 8,35 por metro quadrado, deverá ser efetuado na forma definida em regulamento e de uma só vez ou em até 5 (cinco) parcelas fixas mensais, iguais e sucessivas, e nenhuma delas poderá ser inferior a R$ 50,00 (cinqüenta reais) TAXA DE FISCALIZAÇÃO DE ANÚNCIOS (TFA) DO MUNICÍPIO DE SÃO PAULO O contribuinte deverá calcular a TFA com base nas Tabelas Atualizadas, poderá ser paga em quota única ou em 06 (seis) quotas mensais iguais, sendo que a quota única ou 1ª quota vence em 10 de Julho de cada ano TAXA DE FISCALIZAÇÃO DE ESTABELECIMENTO (TFE) DO MUNICÍPIO DE SÃO PAULO O contribuinte deverá efetuar o enquadramento no código da TFE correspondente e calcular o seu valor com base nas Tabelas Atualizadas, poderá ser paga em quota única ou em 06 (seis) quotas mensais e iguais, sendo que a quota única ou 1ª quota vence em 10 de Julho de cada ano COMÉRCIO VAREJISTA EM GERAL Conforme Lei nº de 26/12/2002 e alterada pelo Decreto nº de 29/12/2004, estabelece normas regulamentares para a concessão de autorização de funcionamento do comércio varejista em geral aos Domingos. Para fins de obtenção da autorização, o interessado deverá protocolar na Secretaria Municipal das Subprefeituras requerimento subscrito pelos Sindicatos representativos das respectivas categorias Patronais, este fará todo o processo. O prazo de validade da autorização corresponderá aquele de vigência da Convenção ou do Acordo Coletivo do Trabalho. A fiscalização caberá a Subprefeitura em cuja área de atuação estiver situado o estabelecimento comercial. 154

155 O descumprimento das disposições previstas na Lei sujeitará o infrator ao Cancelamento da Autorização, sem prejuízo da aplicação das demais sanções previstas. Os modelos de requerimento e autorização serão padronizados pela entidade sindical junto com a Subprefeitura COBRANÇA DE CONSUMAÇÃO MÍNIMA PROIBIÇÃO O governador do Estado de São Paulo, através da Lei nº de 01/03/2005, estabelece Proibição da Cobrança da Consumação Mínima nos Bares, Boates e Congêneres em todo o estado. A proibição estende-se a todo e qualquer subterfúgio (oferecimento de drinks, vales de toda espécie, brindes, etc.) utilizando pelas Casas Noturnas para, mesmo disfarçadamente, efetuar a cobrança citada USO MISTO POSTO DE SERVIÇOS DE ABASTECIMENTO A Lei nº de 30/12/2004, regulamenta o uso misto de postos de serviços de abastecimento, lubrificantes e/ou lavagem de veículos em lotes e edificações localizadas em qualquer zona de uso desde que se trate de usos permitidos na zona, e sejam atendidas, em cada caso, as disposições desta Lei e as características e exigências estabelecidas em legislação pertinente. Para a aprovação deverão ser atendidas as disposições: o posto de serviço deverá estar instalado em edificação isolada daquela que abrigar qualquer dos usos como loja de conveniência casa lotérica farmácia drogaria floricultura jornais- revistas livraria papelaria casa de café lanchonete supermercados hipermercados locadora de fitas de vídeo e locadora de DVD; as bombas de abastecimento deverão estar distantes no mínimo de 20 (vinte) metros das demais edificações que abrigarem os usos listados anteriormente; e atender toda a legislação pertinente aos postos de gasolina e vigor PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE MANOBRA E GUARDA DE VEÍCULOS VALET SERVICE Conforme a Lei nº de 19/janeiro/2004, as empresas que prestarem serviços de manobra e guarda de veículos também conhecido como Valet Service no município de São Paulo ou os estabelecimentos que contratarem mesmo que verbalmente esse serviço tais como Restaurantes, Bares, Danceterias, Boates, Teatros, Lojas, Institutos de beleza, Clínicas, Buffets serão solidariamente responsáveis por quaisquer danos decorrentes dos serviços causados aos veículos, dos clientes e de terceiros. Onde estabelece normas para a prestação de serviços de manobra e guarda de veículos (Valet Service) PLACA INFORMATIVA SOBRE GRUPO DE ESTACIONAMENTO Conforme o decreto nº que regulamenta a Lei nº de , as empresas que possuem estacionamentos, inclusive de shopping centers, lojas de departamento, supermercados, etc., que possuam seguro para a cobertura dos automóveis, devem informar o número da apólice, o nome da seguradora, a data do término do contrato e quais os riscos compreendidos. Caso o estabelecimento não tenha esta cobertura, tal fato também deverá ser comunicado. Estas informações deverão ser veiculadas por meio de placa, faixa, painel eletrônico, pintura ou similar, que não poderá ultrapassar 1,0 m² (um metro quadrado) e muito menos divulgar qualquer conteúdo de caráter publicitário ou promocional. 155

156 Com a regulamentação da lei, os estabelecimentos referidos terão 30 dias para atender às novas exigências, sob pena de imposição de multa diária até a sua regularização, lembrando que a fiscalização ficará a cargo das Subprefeituras RECOLHIMENTO EM ATRASO MUNICIPAL ISS Tributos Municipais Formas de recolhimentos; ISS TFE e TFA podem ser pagos pelo Sistema de Pagamento Online ou por meio de Documento de Arrecadação (DAMSP). Os bancos que aceitam o pagamento no Guichê e Caixa Eletrônico até o vencimento: CEF ITAÚ BRADESCO UNIBANCO e SAFRA. Após o vencimento só será recolhido com DAMSP, nos seguintes Bancos: BANESPA CEF BRADESCO ITAÚ SANTANDER UNIBANCO SAFRA e BOSTON PAGAMENTOS DE TRIBUTOS MUNICIPAIS PELA INTERNET A Prefeitura de São Paulo, não está localizando os pagamentos feitos on-line, principalmente das guias de ISS Eletrônico serviços prestados e tomados. Algumas empresas estão com débitos na Prefeitura, sendo que as mesmas possuem as guias pagas pela internet. Sendo assim, temos que gerar um processo na Prefeitura para a baixo do débito, onde para isto a Prefeitura cobra por folha de processo, sendo R$ 13,10 até 03 folhas e R$ 1,30 por folha adicional. Pedimos uma atenção especial para estes pagamentos, evitando futuros problemas junto a Prefeitura NOTA FISCAL ELETRÔNICA DE SERVIÇOS- NFE A Portaria Cat 72 de 06/06/2006, instituiu a emissão obrigatória da Nota Fiscal Eletrônica de Serviços NFE para prestadores de serviços, que tenham tido como faturamento bruto no ano calendário 2005 valor superior a ,00 (duzentos e quarenta mil reais), conforme tabela constante no site: As atividades de prestação de serviços constantes da tabela gerarão crédito para o tomador de serviços, de 10% para as pessoas jurídicas e 30% para as pessoas físicas, da parcela do ISS devidamente recolhido e constante da NFE onde a soma destes serviços não poderá ultrapassar de 50% para abatimento Imposto sobre Propriedade Predial e Territorial Urbana IPTU. O tomador deverá indicar no sistema a ser adotado pela prefeitura os imóveis que aproveitarão os créditos gerados, sendo que não poderão ser indicados os imóveis que constarem no CADIN MUNICIPAL na data de indicação. Os créditos gerados serão totalizados em 31 de outubro de cada exercício, para aproveitamento e abatimento no IPTU do exercício seguinte, sendo que o saldo devido de IPTU deve ser recolhido no seu prazo normal para aproveitamento do crédito NOTA FISCAL ELETRÔNICA PREFEITURA Aos PRESTADORES DE SERVIÇO DO ESTADO DE SÃO PAULO, a partir de MAIO/2008 as notas fiscais de serviços devem ser emitidas eletronicamente conforme prevê a Portaria SF nº 72 que instituiu a emissão e a obrigatoriedade para prestadores de serviços. Ressaltamos que a nossa solicitação se dá porque mesmo desobrigados alguns clientes receberam solicitação da Prefeitura para ingressar no sistema eletrônico, ficando após essa solicitação, obrigado e sujeito a multa caso descumprir a legislação. Para preenchimento do perfil e pedido da autorização junto a Prefeitura entre em contato com a Confidence para que possamos auxiliá-los no cadastro. 156

157 Maiores esclarecimentos poderão ser obtidos no site da prefeitura de São Paulo: e com Sr. Eduardo. Obs.: Aos que optarem pela Nota Fiscal Eletrônica, ficam dispensados do Livro da DES para serviços prestados AUTO DE LICENÇA DE FUNCIONAMENTO OU ALVARÁ DE FUNCIONAMENTO POSTOS DE COMBUSTÍVEIS Foi regulamentada pelo decreto de 09/02/2006 a Lei nº 14,009 de 23/06/2005 que dispõe sobre a cassação do Auto de Licença de Funcionamento ou do Alvará de Funcionamento de postos de gasolina no município de São Paulo. O estabelecimento que adquirir, distribuir, transportar, estocar ou revender derivados de petróleo, gás natural e suas frações recuperáveis, álcool etílico hidratado carburante e demais combustíveis líquidos carburantes, em desconformidade com as especificações estabelecidas pela Agência Nacional do Petróleo (ANP), terá cassado seu Auto de Licença de Funcionamento ou o Alvará de Funcionamento. Considera-se em desconformidade pela ANP os combustíveis adquiridos, distribuídos, transportados, estocados ou revendidos por estabelecimentos autuados ou interditados pela ANP por problemas de qualidade dos combustíveis. A competência para a fiscalização das disposições constantes deste decreto e da Lei nº , de 2005 fica atribuída à Supervisão de Fiscalização da Coordenadoria de Planejamento e Desenvolvimento Urbano CPDU das subprefeituras. A irregularidade pode ser denunciada por qualquer cidadão diretamente à Subprefeitura em cujo território estiver situado o estabelecimento supostamente infrator, bem como intermédio da Central de Atendimento 156, da Secretaria Municipal de Gestão. Todas as denúncias recebidas serão encaminhadas às Subprefeituras, que solicitarão da ANP as providências fiscaliza tórias necessárias à constatação da qualidade dos combustíveis. As subprefeituras deverão solicitar, trimestralmente, à ANP a comunicação das desconformidades constatadas nos estabelecimentos comerciais fiscalizados por aquela agência, procedendo, para cada desconformidade comunicada DEFESA DO CONSUMIDOR OBRIGATORIEDADE DE IDENTIFICAÇÃO, NA MESMA DIMENSÃO, DE PREÇOS À VISTA DOS PRODUTOS COMERCIALIZADOS POR ESTABELECIMENTOS COMERCIAIS Esta Lei dispõe sobre a obrigatoriedade de identificação, na mesma dimensão, de preços à vista dos produtos comercializados por lojas; restaurantes, supermercados e outros estabelecimentos comerciais. A pena de multa será aplicada mediante procedimento administrativo instaurado pelo órgão de proteção ao consumidor (Procon) PRAZOS DE PRESCRIÇÃO DEPARTAMENTO MUNICIPAL Guias de Recolhimento do ISS DAMSP / DARM Livro de Registro de Impressão de Documentos Fiscais Livro de Registro de Notas Fiscais de Serviços Prestados Livro de Registro de Notas Fiscais-Fatura de Serviços Prestados a Terceiros Livro de Registro de Recebimento de Impressos Fiscais e Termos de Ocorrências Notas Fiscais de Serviços / NF-e / RPS Notas Fiscais-Faturas de Serviços 05 anos 05 anos 05 anos 05 anos 05 anos 05 anos 05 anos

158 PLACAS INDICATIVAS Os estabelecimentos comerciais ou similares, localizados no município de São Paulo, quando de sua abertura terá que constar placas, avisos, conforme manda a legislação. Sendo placas do SIMPLES NACIONAL, PROCON, EMISSÃO DE NOTAS FISCAIS dentre outras e caso forem danificadas terão que ser trocadas por novas. Quanto aos revestimentos de seus pisos internos e externos forem escorregadios ou se encontrarem molhados, deverão colocar placas indicativas, visando contribuir para a segurança das pessoas que por eles transitam. Caso não cumpra com as exigências fiscais, a penalidade ficará por conta de vossa empresa arcar com as devidas multas. Obs: estas placas deverão ser colocadas em locais visíveis ao público SP/TELEFONIA CELULAR-RESTRIÇÕES AO USO Conforme a Lei nº de 18/11/2004 publicada no Diário Oficial do Estado de São Paulo, fica proibido efetuar e receber ligações em aparelhos de telefonia celular e congêneres no interior dos teatros, cinemas, casas de espetáculos, bibliotecas, igrejas e templos de qualquer culto. Esta proibição é para o Município de São Paulo, e o descumprimento acarretará multa no valor de R$ 400,00 (quatrocentos reais) e este poderá ser atualizado anualmente pela variação do IPCA, ao infrator, sem prejuízo de sua retirada do recinto, o que se fará com o auxílio de força policial, se necessário DECLARAÇÃO DE OPERAÇÕES DE CARTÕES DE CRÉDITO OU DÉBITO Vimos através desta informar que através da Instrução Normativa SF/ Surem nª 10/2009 ficou estabelecido que as administradoras de cartões de créditos ou débitos deverão fornecer informações sobre as operações efetuadas á Prefeitura de São Paulo. A declaração deverá conter todas as operações realizadas com cartões de crédito ou de débito, com ou sem transferência eletrônica de fundos, em estabelecimentos credenciados, prestadores de serviços, localizados no Município de São Paulo, compreendendo os montantes globais por estabelecimento, de acordo com leiaute dos registros da Declaração de Operações de Cartões de Crédito ou Débito (DOC). A DOC deverá ser elaborada mensalmente e entregue até o dia 25 do mês subseqüente ao da ocorrência das operações com cartões de crédito ou de débito. As administradoras que deixarem de apresentarem a declaração fora do prazo ou fizerem com dados inexatos ou incompletos ficam sujeitas a penalidade previstas na legislação municipal DECLARAÇÃO DE QUITAÇÃO ANUAL DE DÉBITOS As prestadoras de serviços públicas ou privadas estão obrigadas a fornecer uma declaração de quitação anual de débitos aos clientes conforme previsto na Lei publicada no Diário Oficial da União do dia 30/07/2009. Segundo a lei, a declaração de quitação anual de débitos compreenderá os meses de janeiro a dezembro de cada ano, tendo como referência a data do vencimento da respectiva fatura. Somente terão direito à declaração de quitação anual de débitos os consumidores que quitarem todos os débitos relativos ao ano em referência. O texto diz ainda que, caso o consumidor não tenha usado os serviços durante todos os meses do ano anterior, terá direito à declaração de quitação dos meses em que houve faturamento de débitos. Se algum debito estiver sendo questionado judicialmente, o consumidor terá direito à declaração de quitação dos meses em que houve faturamento dos débitos. O recibo deverá incluir ainda a declaração de que as informações prestadas substituem os documentos mensais para comprovação de quitação das faturas. 158

159 2.31 COLOCAÇÃO DE TARJA SINALIZADORA A Prefeitura do Município de São Paulo através do Decreto Nº , de 3 de maio de 2010, regulamenta a Lei nº , de 14 de janeiro de 2009, que dispõe sobre a obrigatoriedade de colocação de tarja sinalizadora. Os estabelecimentos comerciais em geral, inclusive shopping centers, prédios públicos e privados que tenham em seu exterior ou interior, vitrines e assemelhados deverão colocar tarja sinalizadora que esteja de acordo com as especificações legais deste ato. As vitrines e assemelhados previstos na Lei , de , são aquelas que apresentam características de transparência capazes de dificultar sua delimitação, podendo causar acidentes às pessoas. Entendem-se por assemelhados todos os obstáculos ou barreiras confeccionados com material que apresente as características mencionadas nesta circular, tais como paredes, portas e divisórias. A TARJA SINALIZADORA DEVERÁ ATENDER ÀS SEGUINTES ESPECIFICAÇÕES I estar instalada ao longo de toda a vitrine ou assemelhada, podendo variar sua altura entre 0,50m (cinqüenta centímetros) e 1,50m (um metro e cinqüenta centímetros), medida a partir do ponto mais alto do solo ou do passeio imediatamente abaixo da vitrine ou assemelhado; II possuir largura mínima de 0,02m (dois centímetros); III apresentar cor ou textura que a destaque na vitrine ou assemelhado. A tarja sinalizadora poderá conter anúncio indicativo, desde que atenda à legislação específica. PENALIDADES DO NÃO CUMPRIMENTO DA LEI A não inobservância das disposições constantes da Lei nº , de 2009, e deste decreto acarretará ao infrator a aplicação de multa no valor de R$ 500, 00, (quinhentos reais), dobrada em caso de reincidência, podendo ser reajustada anualmente pela variação do Índice de Preços ao Consumidor Amplo IPCA, apurado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística IBGE, acumulada no exercício anterior, ou por outro índice que vier a substituí-lo. Compete às Subprefeituras, no âmbito de seus respectivos territórios, fiscalizarem o cumprimento das disposições contidas na Lei nº , de 2009, e neste decreto, bem como aplicar as sanções cabíveis. 159

160 3. DEPTO. CONTÁBIL 160

161 DEPARTAMENTO CONTÁBIL O Departamento Contábil está apto a atender todas as questões relativas aos dados contábeis de sua empresa, é o responsável pela execução, o assessoramento, a supervisão, a avaliação e o controle nas áreas orçamentária, financeira e patrimonial da Instituição. Procuramos sempre estar nos reciclando, seguindo a programação do desenvolvimento profissional do CRC-SP e vários outros cursos ou palestras sobre a parte contábil. A administração contábil exige rigor e precisão permanente. Mais do que simplesmente resolver problemas, nosso conceito de trabalho consiste em oferecer soluções, os melhores resultados dependem sempre de informações precisas da contabilidade que não consiste apenas em lançamentos de notas fiscais e apurações de impostos. Atribuições do Departamento: Sistema de contabilidade totalmente informatizado e integrado; Apresentação de balancete de acordo com a necessidade; Balanço elaborado de acordo com as normas legais; Escrituração do LALUR (Livro de Apuração do Lucro Real); Elaboração do livro Diário e Razão; Orientação periódica da situação contábil-fiscal; Pesquisa industrial, comercial e prestação de serviços (IBGE); Elaboração das guias de IRPJ (Imposto de Renda Pessoa Jurídica), Contribuição social das empresas optantes pelo Lucro Real e IRRF Aluguéis e Pessoa Jurídica. Pedido de parcelamento de impostos federais; Elaboração e entrega de declaração da Receita Federal (DACON, DCTF, DIPJ, DASN, etc.). Nosso sistema operacional contábil aceita a importação de dados, de outros sistemas. Desta forma nossos clientes podem ter uma contabilidade perfeita e transparente, onde o escritório poderá fazer uma auditoria contábil eliminando possíveis inconsistências no setor financeiro que poderá ocasionar atuações nas entregas das declarações digitais (SPED). 161

162 3.01 DOCUMENTOS NECESSÁRIOS PARA CONTABILIZAR Providenciar semanalmente os seguintes documentos relacionados abaixo: Cópias de cheque emitidas no mês, individualizadas, com os devidos documentos; Cópias das despesas diversas: água, luz, telefone, IPTU, aluguel, etc... Apólice de seguros, contratos de leasing ou empréstimos; Extratos das contas e movimentações bancárias e de aplicações; Pagamento de fornecedores / duplicatas descontadas; Recebimento de clientes; Compras de Ativo Imobilizado ou Investimentos; Cópia de controle interno; Cópia do livro caixa movimento em dinheiro; Cópia das Guias pagas de todos os Impostos e Contribuições, etc... devem ser colocadas na pasta do contador semanalmente, ficando à disposição de nosso visitador para que o mesmo as traga ao escritório para serem contabilizadas ENVIO DAS NOTAS FISCAIS DE SERVIÇOS Solicitamos que nos enviem semanalmente através do Visitador as notas fiscais de ENTRADAS, SAÍDAS, REDUÇÃO Z, DESPESAS EM GERAL, RPA (RECIBO AUTÔNOMO), SERVIÇOS PRESTADOS E SERVIÇOS TOMADOS (CONTRATADOS). Solicitamos que não atrasem o envio, pois existem notas de serviços que sofrem retenção de IRRF, CSLL, ISS, PIS, COFINS e INSS. Se tratando das notas com retenção nos envie antecipadamente por fax ou . Lembramos que o RPA ou NF de pessoa física deve ser lançado na folha de pagamento no mês da emissão da nota. Caso isso não ocorra estaremos lançando fora do prazo, sujeitando-se a multa por cada lançamento fora do prazo, e a empresa também poderá recolher os impostos retidos com multa e juros. Quando receberem apenas 1 (uma) VIA da nota de serviços tomados tire cópia para seu controle e nos encaminhe a via original, não a deixe grampeada com o boleto Vale ressaltar que no primeiro dia útil do mês seguinte o nosso portador retira as últimas notas do mês anterior para o encerramento CONTRATO DE LOCAÇÃO DE IMÓVEL Com relação ao seu contrato de locação do imóvel comercial, quando houver qualquer alteração, tipo: valores, vencimentos, descontos, cancelamento, renovação, proprietários, e quando houver aditamento dos Contratos, nos informe imediatamente, já que algumas informações são de suma importância para os lançamentos contábeis, inclusive recolhimento do IRRF, se for o caso. Lembramos que no caso de renovação do contrato terá que solicitar com 06 (seis) meses de antecedência do termino do Contrato de Locação, para evitar problemas futuros com o Locador. 162

163 3.04 RENDIMENTOS SOBRE APLICAÇÕES FINANCEIRAS P.JURÍDICA O cliente deverá informar a contabilidade caso possua aplicação financeira em nome da Pessoa Jurídica. Os rendimentos sobre aplicação financeira são considerados como Outras Receitas e devem ser declarados e tributados. A instituição financeira enviará o Informe de Rendimento trimestralmente informando os valores dos rendimentos auferidos. Estes informes devem ser encaminhados imediatamente a contabilidade. Sobre tais rendimentos a Pessoa Jurídica deve recolher para a Receita Federal os seguintes impostos: IRPJ Alíquota de 15% (podendo ser compensado o Imposto de Renda Retido na Fonte pela Instituição Financeira). Contribuição Social Alíquota de 9% 3.05 GANHOS DE CAPITAL NA ALIENAÇÃO DE ATIVOS O Imposto de Renda e a Contribuição Social incidente sobre os ganhos de capital obtidos na alienação de ativos, deverão ser pagos até o último dia útil do mês subseqüente ao da ocorrência dos fatos geradores, utilizando-se o DARF comum com códigos específicos conforme IN SRF nº 355/2003, art. 5º 3º a 6º. Obs.: Quando houver ganho de capital para Pessoa Física e Empresa optante pelo Simples será recolhido apenas o Imposto de Renda. Quando a empresa não for optante pelo Simples será recolhido a Contribuição Social e o Imposto de Renda sobre o lucro COMPRA E VENDA DE IMÓVEIS Sempre nos enviar cópia da escritura de compra e venda de imóveis, pertencentes à empresa para podermos manter uma contabilidade atualizada. Sempre que houver uma compra ou uma venda, a empresa deve nos fornecer a cópia no prazo de 05 dias após a escritura, para podermos contabilizar no prazo previsto. Neste caso teremos que calcular o seu ganho ou perda de capital na compra ou venda, e caso haja ganho teremos que calcular os devidos impostos. TRIBUTAÇÃO NAS VENDAS DE IMÓVEIS OU MÓVEIS DO ATIVO IMOBILIZADO OU INTEGRALIZAÇÃO DE CAPITAL Na venda do bem que faz parte do ativo imobilizado da empresa incidirão os seguintes impostos: CSLL - 9% IRPJ - 15% (+ adicional de 10% caso a base de cálculo do trimestre ultrapasse ,00) Exemplo: Compra do ativo: R$ ,00 Venda do ativo: R$ ,00 Diferença: R$ ,00 (ou seja, base de cálculo do imposto) CSLL: R$ 900,00 IRPJ: R$ 1.500,00 Importante: Neste caso não é possível reavaliar o bem. Fundamento Legal: Artigo 521 do Regulamento do Imposto de Renda TRIBUTAÇÃO NAS VENDAS DE IMÓVEIS DO ESTOQUE - (LUCRO PRESUMIDO) Na venda de imóvel que faz parte do estoque da empresa incidirão os seguintes impostos: PIS -0,65% 163

164 COFINS - 3% CSLL 1,08% IRPJ 1,20% (+ adicional de 10% caso a base de cálculo do trimestre ultrapasse ,00) Exemplo: Compra do ativo: R$ ,00 Venda do ativo: R$ ,00 Base de Cálculo: R$ ,00 PIS: R$ 130,00 COFINS: R$ 600,00 CSLL: R$ 216,00 IRPJ: R$ 240,00 COMPARAÇÃO DE RECEBIMENTO DE ALUGUEL NA PESSOA FISICA X PESSOA JURIDICA Exemplo de quando uma pessoa física recebe aluguel, seja de outra pessoa física (carnê leão) ou seja de uma pessoa jurídica (retenção de IR na fonte), neste caso utilizar a seguinte tabela: Base de cálculo mensal em R$ Alíquota % Parcela a deduzir do imposto em R$ Até 1.637, De 1.637,12 até 2.453,40 7,5 122,78 De 2.453,51 até 3.271,38 15,0 306,80 De 3.271,39 até 4.087,65 22,5 552,15 Acima de 4.087,65 27,5 756,53 Recebimento de aluguel no valor de R$ 5.000,00 R$ 5.000,00 x 27,50%= R$ 1.375,00 R$ 1.375,00 R$ 756,53= R$ 618,47 R$ 618,47 (IR RETIDO NA FONTE OU CARNÊ LEÃO) Exemplo de quando uma pessoa jurídica recebe aluguel, seja de uma pessoa física ou seja de outra pessoa jurídica: Recebimento de aluguel no valor de R$ 5.000, ,00 x 11,33% (0,65%-PIS, 3% COFINS, 4,80% IRPJ E 2,88% CSLL) = R$566, SISTEMA SIMPLES NACIONAL O Simples Nacional é um regime unificado de pagamento de impostos (PIS, COFINS, IRPJ, CSLL, INSS, ICMS, ISS e IPI) devido pelas Microempresas e Empresas de Pequeno Porte e passou a vigorar desde 01/07/2007, sendo que em algumas situações o recolhimento de tributos poderá ser a parte. Para fazer parte do Simples Nacional como microempresa a pessoa jurídica deverá receber em cada ano calendário receita bruta igual ou inferior a ,00. Já no caso das empresas de pequeno porte enquadram-se a pessoa jurídica que receba em cada ano calendário receita bruta igual ou inferior a ,00. A opção pelo Simples Nacional somente poderá ser realizada no mês de janeiro ou empresas com início de atividade no ano-calendário da opção, a ME e a EPP poderão efetuar a opção no prazo de até 10 dias contados do último deferimento de inscrição cadastral, seja Estadual ou Municipal. Sendo irretratável para todo o ano-calendário. As pessoas jurídicas e aquelas a elas equiparadas pela legislação tributária não optantes pelo Simples Nacional terão direito a crédito correspondente ao ICMS incidente sobre suas aquisições de mercadorias de microempresas ou empresa de pequeno porte optante pelo Simples Nacional, desde que destinadas à comercialização ou industrialização e observado, como limite, o ICMS efetivamente devido pelas optantes pelo Simples Nacional em relação a essas aquisições. 164

165 A alíquota aplicável ao cálculo deste crédito deverá ser informada no documento fiscal e corresponderá ao percentual de ICMS previsto nos Anexos I ou II da Lei do Simples Nacional para a faixa de receita bruta a que a microempresa ou a empresa de pequeno porte estiver sujeita no mês anterior ao da operação. Porém quando adquirirem mercadorias de outro estado com destinação ao seu Uso, Consumo ou Ativo Imobilizado deverão recolher no momento da aquisição o ICMS referente ao diferencial de alíquotas. O recolhimento será através de Gare Outros recolhimentos especiais com código e seu vencimento será até o último dia útil da 1ª quinzena do mês subseqüente ao da entrada da mercadoria. Não poderá recolher os tributos na forma do Simples Nacional a ME ou EPP que tenha auferido, no ano-calendário imediatamente anterior ou no ano-calendário em curso, receita bruta superior a R$ ,00 (três milhões e seiscentos mil reais) no mercado interno ou superior ao mesmo limite em exportação de mercadorias, observado o disposto nos 2º e 3º do art. 2º e 1º e 2º do art. 3º; (Lei Complementar nº 123, de 2006, art. 3º, inciso II e 2º, 9º, 9º- A, 10, 12 e 14) de cujo capital participe pessoa física que seja inscrita como empresário ou seja sócia de outra empresa que receba tratamento jurídico diferenciado nos termos da Lei Complementar nº 123, de 2006, desde que a receita bruta global ultrapasse um dos limites máximos de que trata o inciso I do caput; (Lei Complementar nº 123, de 2006, art. 3º, 4º, inciso III, 14) cujo titular ou sócio participe com mais de 10% (dez por cento) do capital de outra empresa não beneficiada pela Lei Complementar nº 123, de 2006, desde que a receita bruta global ultrapasse um dos limites máximos de que trata o inciso I do caput; (Lei Complementar nº 123, de 2006, art. 3º, 4º, inciso IV, 14) cujo sócio ou titular seja administrador ou equiparado de outra pessoa jurídica com fins lucrativos, desde que a receita bruta global ultrapasse um dos limites máximos de que trata o inciso I do caput; (Lei Complementar nº 123, de 2006, art. 3º, 4º, inciso V, 14) Devemos destacar que há três hipóteses em que devemos observar a soma das receitas (receita bruta global) para empresa optar ou permanecer no Simples: a) Participação em mais de uma empresa do Simples Nacional; b) Participação em uma empresa que não está no Simples Nacional; c) Participação como Administrador. B. PARTICIPAÇÃO EM MAIS DE UMA EMPRESA DO SIMPLES Conforme art. 15, inciso IV, da Resolução CGSN n 94 de 2011, não poderá recolher os tributos na forma do Simples Nacional a ME ou EPP de cujo capital participe pessoa física que seja inscrita como empresário ou seja sócia de outra empresa do Simples Nacional, desde que a receita bruta global ultrapasse um dos limites máximos: a) R$ ,00 (três milhões e seiscentos mil reais) de receita bruta, no ano-calendário imediatamente anterior, no mercado interno; b) R$ ,00 (três milhões e seiscentos mil reais) de receita bruta, no ano-calendário imediatamente anterior, em exportação de mercadorias. B.1. Exemplos de Impedimento - Mercado Interno I - José da Silva é sócio-cotista da Empresa ALPHA do Simples Nacional e entrará como sócio na Empresa BETA do Simples Nacional, desta forma temos algumas situações: a) Participação de 50% na Empresa ALPHA com receita bruta no mercado interno de R$ ,01 no ano-calendário de 2011; b) Participação de 50% na Empresa BETA com receita bruta no mercado interno de R$ ,00 no ano-calendário de Empresa ALPHA Empresa BETA Receita Bruta Global (Soma) 165

166 Receita Bruta no Ano-calendário R$ R$ R$ ,01 (mercado interno) , ,00 José da Silva (Participação) 50% 50% Observação: Nesta hipótese a soma das receitas ultrapassa o limite de ,00 e as duas empresas NÃO PODERÃO ser optantes pelo Simples Nacional em II - Fulano de Tal é sócio-cotista da Empresa ALPHA do Simples Nacional e entrará como sócio na Empresa BETA do Simples Nacional, desta forma temos algumas situações: a) Participação de 50% na Empresa ALPHA com receita bruta no mercado interno de R$ ,01 no ano-calendário de 2011; b) Participação de 9% na Empresa BETA com receita bruta no mercado interno de R$ ,00 no ano-calendário de Empresa Receita Bruta Global Empresa BETA ALPHA (Soma) Receita Bruta no Ano-calendário R$ R$ R$ ,01 (mercado interno) , ,00 Fulano de Tal (Participação) 50% 9% Observações: Nesta hipótese a soma das receitas ultrapassa o limite de ,00 no mercado interno e as duas empresas juntas NÃO PODERÃO ser optantes pelo Simples Nacional em 2012, pois neste caso independe do percentual, ou seja, tendo participação em duas empresas do Simples Nacional deverá considerar a soma das receitas. Entretanto a Empresa ALPHA poderia ser optante pelo Simples Nacional, caso a Empresa BETA fosse optante pelo Lucro Presumido/Real, visto que a participação na Beta é inferior a 10%, e não haveria a necessidade de considerar a receita bruta global. III - Maria do Rosário é titular de empresa individual do Simples Nacional e também é sócia na Empresa BETA do Simples Nacional, desta forma temos algumas situações: a) Empresa Individual de Maria do Rosário com receita bruta de R$ ,00 no ano-calendário de 2011; b) Participação de 50% na Empresa BETA com receita bruta R$ ,00 no ano-calendário de Empresa Individual Maria Receita Bruta Global Empresa BETA do Rosário (Soma) Receita Bruta no Ano-calendário R$ R$ ,00 R$ ,00 (mercado interno) ,00 Maria do Rosário (Participação) 100% 50% Observação: Nesta hipótese a soma das receitas ultrapassa o limite de ,00 e as duas empresas NÃO PODERÃO ser optantes pelo Simples Nacional em B.2. Exemplo de Impedimento - Receita em Exportação José da Silva é sócio-cotista da Empresa ALPHA do Simples Nacional e entrará como sócio na Empresa BETA do Simples Nacional, desta forma temos algumas situações: a) Participação de 50% na Empresa ALPHA com receita bruta no ano-calendário de 2011: - no mercado interno de R$ ,00; - em exportação de R$ ,00. b) Participação de 50% na Empresa BETA com receita bruta no ano-calendário de 2011: - mercado interno de R$ ,00; - em exportação de ,00. Empresa ALPHA Empresa BETA Receita Bruta Global (Soma) Receita Bruta no Ano-calendário R$ ,00 R$ ,00 R$ ,00 166

167 (mercado interno) Receita Bruta no Ano-calendário R$ ,00 R$ ,00 R$ ,00 (em exportação) José da Silva (Participação) 50% 50% Nesta hipótese a soma das receitas de exportação ultrapassa o limite de ,00 e as duas empresas NÃO PODERÃO ser optantes pelo Simples Nacional em B.3. Exemplo de Permissão - Mercado Interno I - José da Silva é sócio-cotista da Empresa ALPHA do Simples Nacional e entrará como sócio na Empresa BETA, desta forma temos algumas situações: a) Participação de 50% na Empresa ALPHA com receita bruta no mercado interno de R$ ,00 no ano-calendário de 2011; b) Participação de 50% na Empresa BETA com receita bruta no mercado interno R$ ,00 no ano-calendário de Empresa ALPHA Empresa BETA Receita Bruta Global (Soma) Receita Bruta no Ano-calendário R$ ,00 R$ ,00 R$ ,00 (mercado interno) José da Silva (Participação) 50% 50% Observação: Nesta hipótese a soma das receitas do mercado interno não ultrapassa o limite de ,00 e as duas empresas PODERÃO ser optantes pelo Simples Nacional em II - Maria do Rosário é titular de empresa individual do Simples Nacional e também é sócia na Empresa BETA, desta forma temos algumas situações: a) Empresa Individual de Maria do Rosário com receita bruta no mercado interno de R$ ,00 no ano-calendário de 2011; b) Participação de 50% na Empresa BETA com receita bruta no mercado interno de R$ ,00 no ano-calendário de Receita Bruta no Anocalendário (mercado interno) Fulano de Tal (Participação) Empresa Individual Maria do Rosário R$ ,00 Empresa BETA R$ ,00 100% 50% Receita Bruta Global (Soma) R$ ,00 Observação: Nesta hipótese a soma das receitas não ultrapassa o limite de ,00 e as duas empresas PODERÃO ser optantes pelo Simples Nacional em B.4. Exemplo de Permissão - Receita em Exportação José da Silva é sócio-cotista da Empresa ALPHA do Simples Nacional e entrará como sócio na Empresa BETA do Simples Nacional, desta forma temos algumas situações: a) Participação de 50% na Empresa ALPHA com receita bruta no ano-calendário de 2011: - no mercado interno de R$ ,00; - em exportação de R$ ,00. b) Participação de 50% na Empresa BETA com receita bruta no ano-calendário de 2011: - mercado interno de R$ ,00; - em exportação de ,00. Empresa ALPHA (Simples) Empresa BETA (Simples) Receita Bruta Global (Soma) 167

168 Receita Bruta no Anocalendário R$ ,00 R$ ,00 R$ ,00 (mercado interno) Receita Bruta no Anocalendário R$ ,00 R$ ,00 R$ ,00 (em exportação) José da Silva (Participação) 50% 50% Nesta hipótese não ultrapassa nenhum dos limites da receita bruta global de ,00 e as duas empresas PODERÃO ser optantes pelo Simples Nacional em C. PARTICIPAÇÃO EM UMA EMPRESA QUE NÃO ESTÁ NO SIMPLES NACIONAL Conforme art. 15, inciso V, da Resolução CGSN n 94 de 2011, não poderá recolher os tributos na forma do Simples Nacional a ME ou EPP cujo titular ou sócio participe com mais de 10% (dez por cento) do capital de outra empresa não beneficiada pela Lei Complementar nº 123, de 2006 (Lucro Presumido ou Real), desde que a receita bruta global ultrapasse um dos limites máximos: a) R$ ,00 (três milhões e seiscentos mil reais) de receita bruta, no ano-calendário imediatamente anterior, no mercado interno; b) R$ ,00 (três milhões e seiscentos mil reais) de receita bruta, no ano-calendário imediatamente anterior, em exportação de mercadorias. C.1. Exemplos de Impedimento - Mercado Interno I - José da Silva é sócio-cotista da Empresa ALPHA do Simples Nacional e entrará como sócio na Empresa GAMA do Lucro Presumido, desta forma temos algumas situações: a) Participação de 50% na Empresa ALPHA com receita bruta no mercado interno de R$ ,01 no ano-calendário de 2011; b) Participação de 11% na Empresa GAMA do Lucro Presumido com receita bruta no mercado interno de R$ ,00 no ano-calendário de Empresa ALPHA (Simples Nacional) Receita Bruta no Anocalendário (mercado interno) José da Silva (Participação) Empresa GAMA (Presumido) Receita Bruta Global (Soma) R$ , ,00 R$ ,01 50% 11% Observação: Nesta hipótese, devido ao fato de que João da Silva ter mais de 10% no capital da empresa de Lucro Presumido, deverá somar as receitas. Como soma das receitas (receita bruta global) ultrapassa o limite de R$ ,00, as duas empresas NÃO PODERÃO ser optantes pelo Simples Nacional em II - Fulano de Tal é sócio-cotista da Empresa ALPHA do Simples Nacional e entrará como sócio na Empresa DÓLLAR do Lucro Real, desta forma temos algumas situações: a) Participação de 50% na Empresa ALPHA com receita bruta no mercado interno de R$ ,00 no ano-calendário de 2011; b) Participação de 60% na Empresa DÓLLAR do Lucro Real com receita bruta no mercado interno de R$ ,00 no ano-calendário de Empresa ALPHA (Simples Nacional) Empresa DÓLLAR (Lucro Real) Receita Bruta Global (Soma) Receita Bruta no Anocalendário R$ , ,00 R$ ,00 (mercado interno) Fulano de Tal 50% 60% 168

169 (Participação) Observação: Nesta hipótese, devido ao fato de que João da Silva ter mais de 10% no capital da empresa de Lucro Real, deverá somar as receitas. Como soma das receitas (receita bruta global) ultrapassa o limite de ,00, as duas empresas NÃO PODERÃO ser optantes pelo Simples Nacional em C.2. Exemplo de Impedimento - Receita em Exportação José da Silva é sócio-cotista da Empresa ALPHA do Simples Nacional e entrará como sócio na Empresa GAMA do Lucro Presumido, desta forma temos algumas situações: a) Participação de 50% na Empresa ALPHA com receita bruta no ano-calendário de 2011 de: - no mercado interno de R$ ,00; - em exportação de R$ ,00. b) Participação de 11% na Empresa GAMA do Lucro Presumido com receita bruta no ano-calendário de 2011: - mercado interno de R$ ,00; - em exportação de ,00. Empresa ALPHA (Simples Nacional) Empresa GAMA (Presumido) Receita Bruta Global (Soma) Receita Bruta no Anocalendário R$ , ,00 R$ ,00 (mercado interno) Receita Bruta no Anocalendário R$ , ,00 R$ ,00 (Em exportação) José da Silva (Participação) 50% 11% Observação: Nesta hipótese, devido ao fato de que João da Silva ter mais de 10% no capital da empresa de Lucro Presumido, deverá somar as receitas. Como soma das receitas em exportação (receita bruta global) ultrapassa o limite de R$ ,00, as duas empresas NÃO PODERÃO ser optantes pelo Simples Nacional em C.3. Exemplo de Permissão - Mercado Interno I - José da Silva é sócio-cotista da Empresa ALPHA do Simples Nacional e entrará como sócio-cotista na Empresa GAMA do Lucro Presumido, desta forma temos algumas situações: a) Participação de 50% na Empresa ALPHA com receita bruta no mercado interno de R$ ,00 no ano-calendário de 2011; b) Participação de 9% na Empresa GAMA do Lucro Presumido com receita bruta no mercado interno de R$ ,00 no ano-calendário de Empresa ALPHA (Simples Nacional) Empresa GAMA (Presumido) Receita Bruta no Ano-calendário R$ ,00 R$ ,00 (mercado interno) José da Silva (Participação) 50% 9% Observação: Nesta hipótese, devido ao fato de José da Silva não ter mais de 10% no capital da empresa de Lucro Presumido, não será necessário somar as receitas considerando a receita bruta global. Portanto a Empresa ALPHA poderá ser optante pelo Simples Nacional em A Empresa GAMA não poderá ser optante pelo Simples Nacional devido à sua própria receita bruta. II - Fulano de Tal é sócio-cotista da Empresa ALPHA do Simples Nacional e entrará como sócio na Empresa DÓLLAR do Lucro Real, desta forma temos algumas situações: 169

170 a) Participação de 50% na Empresa ALPHA com receita bruta no mercado interno de R$ ,00 no ano-calendário de 2011; b) Participação de 8% na Empresa DÓLLAR do Lucro Real com receita bruta no mercado interno de R$ ,00 no ano-calendário de Empresa ALPHA (Simples Nacional) Empresa DÓLLAR (Lucro Real) Receita Bruta no Ano-calendário R$ , ,00 Fulano de Tal (Participação) 50% 8% Observação: Nesta hipótese, devido ao fato de Fulano de Tal não ter mais de 10% no capital da empresa de Lucro Real, não será necessário somar as receitas considerando a receita bruta global. Portanto a Empresa ALPHA poderá ser optante pelo Simples Nacional em A Empresa DÓLLAR não poderá ser optante pelo Simples Nacional devido à sua própria receita bruta. C.4. Exemplo de Permissão - Receita em Exportação José da Silva é sócio-cotista da Empresa ALPHA do Simples Nacional e entrará como sócio na Empresa BETA do Lucro Presumido, desta forma temos algumas situações: a) Participação de 50% na Empresa ALPHA com receita bruta no ano-calendário de 2011: - no mercado interno de R$ ,00; - em exportação de R$ ,00. b) Participação de 50% na Empresa BETA com receita bruta no ano-calendário de 2011: - mercado interno de R$ ,00; - em exportação de ,00. Empresa ALPHA (Simples) Empresa BETA (Presumido) Receita Bruta Global (Soma) Receita Bruta no Anocalendário R$ ,00 R$ ,00 R$ ,00 (mercado interno) Receita Bruta no Anocalendário R$ ,00 R$ ,00 R$ ,00 (em exportação) José da Silva (Participação) 50% 50% Nesta hipótese não ultrapassa nenhum dos limites da receita bruta global de ,00 e as duas empresas PODERÃO ser optantes pelo Simples Nacional em D. PARTICIPAÇÃO COMO ADMINISTRADOR Conforme art. 15, inciso VI, da Resolução CGSN n 94 de 2011, não poderá recolher os tributos na forma do Simples Nacional a ME ou EPP cujo sócio ou titular seja administrador ou equiparado de outra pessoa jurídica com fins lucrativos, desde que a receita bruta global ultrapasse um dos limites máximos: a) R$ ,00 (três milhões e seiscentos mil reais) de receita bruta, no ano-calendário imediatamente anterior, no mercado interno; b) R$ ,00 (três milhões e seiscentos mil reais) de receita bruta, no ano-calendário imediatamente anterior, em exportação de mercadorias. De nada adianta, ter participação não superior a 10% em uma empresa de lucro presumido ou real e o sócio for administrador destas empresas, pois neste caso deverá considerar a soma da receitas devido ao fato de ser sócio-administrador. Também será somado a receita se o sócio ou titular de uma empresa do Simples Nacional for administrador não-sócio de uma empresa de lucro presumido, lucro real ou até mesmo outra empresa do Simples Nacional. 170

171 D.1. Exemplo de Impedimento - Mercado Interno José da Silva é sócio-cotista da Empresa ALPHA do Simples Nacional e entrará como SÓCIO- ADMINISTRADOR na Empresa GAMA do Lucro Presumido, desta forma temos algumas situações: a) Participação de 50% na Empresa ALPHA com receita bruta no mercado interno de R$ ,00 no ano-calendário de 2011; b) Administrador com participação de 9% na Empresa GAMA do Lucro Presumido com receita bruta no mercado interno de R$ ,00 no ano-calendário de Empresa ALPHA (Simples Nacional) Receita Bruta no Ano-calendário R$ ,00 Empresa GAMA (Presumido) R$ ,00 Receita Bruta Global (Soma) R$ ,00 José da Silva - Administrador 50% 9% (Participação) Observação: Nesta hipótese, devido ao fato de José da Silva não ter mais de 10% no capital da empresa de Lucro Presumido, não seria necessário somar as receitas considerando a receita bruta global. Entretanto, devido ao fato de José da Silva ser SÓCIO-ADMINISTRADOR deverá somar as receitas considerando a receita bruta global. Portanto a Empresa ALPHA NÃO poderá ser optante pelo Simples Nacional em 2012, pois a soma das receitas (receita bruta global) ultrapassa o limite de o limite de R$ ,00. D.2. Exemplo de Impedimento - Receita em Exportação José da Silva é sócio-cotista da Empresa ALPHA do Simples Nacional e entrará como SÓCIO- ADMINISTRADOR na Empresa GAMA do Lucro Presumido, desta forma temos algumas situações: a) Participação de 50% na Empresa ALPHA com receita bruta no ano-calendário de 2011 de: - no mercado interno de R$ ,00; - em exportação de R$ ,00. b) Administrador com participação de 5% na Empresa GAMA do Lucro Presumido com receita bruta no ano-calendário de 2011: - mercado interno de R$ ,00; - em exportação de ,00. Empresa ALPHA (Simples Nacional) Receita Bruta no Anocalendário (mercado interno) Receita Bruta no Anocalendário (Em exportação) José da Silva (Participação) Empresa GAMA (Presumido) Receita Bruta Global (Soma) R$ , ,00 R$ ,00 R$ , ,00 R$ ,00 50% 5% D.3. Exemplo de Permissão - Mercado Interno Maria do Rosário é titular de empresa individual do Simples Nacional e está como ADMINISTRADORA na Empresa BETA, desta forma temos algumas situações: a) Empresa Individual de Maria do Rosário com receita bruta no mercado interno de R$ ,00 no ano-calendário de 2011; b) Administradora na Empresa BETA com receita bruta no mercado interno de R$ ,00 no anocalendário de

172 Empresa Individual Maria do Rosário Empresa BETA Receita Bruta Global (Soma) Receita Bruta no Anocalendário R$ ,00 R$ ,00 R$ ,00 (Mercado Interno) Maria do Rosário 100% Apenas Administradora Observação: Nesta hipótese, pelo simples fato de ser administradora em outra empresa deverá considerar a soma da receita (receita bruta global). Entretanto a soma das receitas não ultrapassa o limite de ,00, conseqüentemente as duas empresas PODERÃO ser optantes pelo Simples Nacional em D.4. Exemplo de Permissão - Receita em Exportação José da Silva é sócio-cotista da Empresa ALPHA do Simples Nacional e entrará como SÓCIO- ADMINISTRADOR na Empresa GAMA do Lucro Presumido, desta forma temos algumas situações: a) Participação de 50% na Empresa ALPHA com receita bruta no ano-calendário de 2011 de: - no mercado interno de R$ ,00; - em exportação de R$ ,00. b) Administrador na Empresa GAMA do Lucro Presumido com receita bruta no ano-calendário de 2011: - mercado interno de R$ ,00; - em exportação de ,00. Empresa ALPHA (Simples Nacional) Empresa GAMA (Presumido) Receita Bruta Global (Soma) Receita Bruta no Anocalendário R$ , ,00 R$ ,00 (mercado interno) Receita Bruta no Anocalendário R$ , ,00 R$ ,00 (Em exportação) José da Silva 50% Apenas Administrador Nesta hipótese não ultrapassa nenhum dos limites da receita bruta global de ,00 e as duas empresas PODERÃO ser optantes pelo Simples Nacional em A partir de 01/01/2012 caso a receita bruta não ultrapasse o valor de R$ ,00 (superior a 20% do limite) - os efeitos da exclusão será a partir do ano-calendário subsequente, conforme 9ºA, do art. 3º, da Lei Complementar 123/2006 com redação dada pela Lei Complementar 139/2011. b) Caso a receita bruta ultrapasse o valor de R$ ,00 (superior a 20% do limite) - os efeitos da exclusão será a partir do mês subsequente à ocorrência do excesso, conforme 9º, do art. 3º, da Lei Complementar 123/2006 com redação dada pela Lei Complementar 139/2011. A microempresa e a empresa de pequeno porte que no decurso do ano-calendário de início de atividade ultrapassarem o limite de R$ ,00 (trezentos mil reais) multiplicados pelo número de meses de funcionamento nesse período estarão excluídas do Simples Nacional, com efeitos retroativos ao início de suas atividades, conforme 10, do art. 3º, da Lei Complementar 123/2006. A Exclusão só não terá efeitos retroativos caso a receita bruta não ultrapasse em 20% do limite proporcional, sendo assim, os efeitos da exclusão será a partir do ano-calendário subsequente, conforme 12º, do art. 3º, da Lei Complementar 123/2006 com redação dada pela Lei Complementar 139/2011. Deverá multiplicar o valor de R$ ,00 (trezentos mil reais) pelo número de meses de funcionamento para identificar o limite em caso de empresa em início de atividade. ANEXO I DA LEI COMPLEMENTAR N o 123, DE 14 DE DEZEMBRO DE 2006 (vigência: 01/01/2012) 172

173 Alíquotas e Partilha do Simples Nacional Comércio Receita Bruta em 12 meses (em ALÍQUOTA IRPJ CSLL COFINS PIS/PASEP CPP ICMS R$) De ,01 a ,00 11,61% 0,54%0,54% 1,60% 0,38% 4,60%3,95% Receita bruta no ano-calendário de Mercado interno de R$ ,00. Receita bruta no ano-calendário de Mercado externo de R$ ,00. Poderá enquadrar no Simples Nacional, entretanto está sujeito a majoração da alíquota. A receita do mês de apuração terá os percentuais da última faixa majorada em 20% Receita do Mercado Interno no período de apuração aplicando percentual de 13,93% (IRPJ, CSLL, COFINS, PIS, CPP e ICMS), última faixa de R$ ,01 a R$ ,00 com alíquota de 11,61% + 20%. Receita do Mercado Externo no período de apuração aplicando percentual de 6,82% (IRPJ, CSLL e CPP), última faixa de R$ ,01 a R$ ,00 com alíquota de 5,68% + 20%. Subclasse CNAE 2.0 CÓDIGOS PREVISTOS NO CNAE IMPEDITIVOS AO SIMPLES NACIONAL DENOMINAÇÃO /00 ATIVIDADES DE APOIO À EXTRAÇÃO DE PETRÓLEO E GÁS NATURAL /01 FABRICAÇÃO DE AGUARDENTE DE CANA-DE-AÇÚCAR /02 FABRICAÇÃO DE OUTRAS AGUARDENTES E BEBIDAS DESTILADAS /00 FABRICAÇÃO DE VINHO /01 FABRICAÇÃO DE MALTE, INCLUSIVE MALTE UÍSQUE /02 FABRICAÇÃO DE CERVEJAS E CHOPES /01 FABRICAÇÃO DE REFRIGERANTES /01 FABRICAÇÃO DE CIGARROS /02 FABRICAÇÃO DE CIGARRILHAS E CHARUTOS /03 FABRICAÇÃO DE FILTROS PARA CIGARROS /01 FABRICAÇÃO DE PÓLVORAS, EXPLOSIVOS E DETONANTES /01 FABRICAÇÃO DE EQUIPAMENTO BÉLICO PESADO, EXCETO VEÍCULOS MILITARES DE COMBATE /02 FABRICAÇÃO DE ARMAS DE FOGO, OUTRAS ARMAS E MUNIÇÕES /01 FABRICAÇÃO DE AUTOMÓVEIS, CAMIONETAS E UTILITÁRIOS /01 FABRICAÇÃO DE MOTOCICLETAS /01 GERAÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA /02 ATIVIDADES DE COORDENAÇÃO E CONTROLE DA OPERAÇÃO DA GERAÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA /00 TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA /00 COMÉRCIO ATACADISTA DE ENERGIA ELÉTRICA /00 DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA /01 CAPTAÇÃO, TRATAMENTO E DISTRIBUIÇÃO DE ÁGUA /00 GESTÃO DE REDES DE ESGOTO 173

174 3821-1/00 TRATAMENTO E DISPOSIÇÃO DE RESÍDUOS NÃO-PERIGOSOS /00 TRATAMENTO E DISPOSIÇÃO DE RESÍDUOS PERIGOSOS /00 DESCONTAMINAÇÃO E OUTROS SERVIÇOS DE GESTÃO DE RESÍDUOS /00 INCORPORAÇÃO DE EMPREENDIMENTOS IMOBILIÁRIOS /01 ADMINISTRAÇÃO DE OBRAS /01 REPRESENTANTES COMERCIAIS E AGENTES DO COMÉRCIO DE VEÍCULOS AUTOMOTORES / / / / / / / / / / / / / /00 REPRESENTANTES COMERCIAIS E AGENTES DO COMÉRCIO DE PEÇAS E ACESSÓRIOS NOVOS E USADOS PARA VEÍCULOS AUTOMOTORES REPRESENTANTES COMERCIAIS E AGENTES DO COMÉRCIO DE MOTOCICLETAS E MOTONETAS, PEÇAS E ACESSÓRIOS REPRESENTANTES COMERCIAIS E AGENTES DO COMÉRCIO DE MATÉRIAS-PRIMAS AGRÍCOLAS E ANIMAIS VIVOS REPRESENTANTES COMERCIAIS E AGENTES DO COMÉRCIO DE COMBUSTÍVEIS, MINERAIS, PRODUTOS SIDERÚRGICOS E QUÍMICOS REPRESENTANTES COMERCIAIS E AGENTES DO COMÉRCIO DE MADEIRA, MATERIAL DE CONSTRUÇÃO E FERRAGENS REPRESENTANTES COMERCIAIS E AGENTES DO COMÉRCIO DE MÁQUINAS, EQUIPAMENTOS, EMBARCAÇÕES E AERONAVES REPRESENTANTES COMERCIAIS E AGENTES DO COMÉRCIO DE ELETRODOMÉSTICOS, MÓVEIS E ARTIGOS DE USO DOMÉSTICO REPRESENTANTES COMERCIAIS E AGENTES DO COMÉRCIO DE TÊXTEIS, VESTUÁRIO, CALÇADOS E ARTIGOS DE VIAGEM REPRESENTANTES COMERCIAIS E AGENTES DO COMÉRCIO DE PRODUTOS ALIMENTÍCIOS, BEBIDAS E FUMO REPRESENTANTES COMERCIAIS E AGENTES DO COMÉRCIO DE MEDICAMENTOS, COSMÉTICOS E PRODUTOS DE PERFUMARIA REPRESENTANTES COMERCIAIS E AGENTES DO COMÉRCIO DE INSTRUMENTOS E MATERIAIS ODONTO-MÉDICO-HOSPITALARES REPRESENTANTES COMERCIAIS E AGENTES DO COMÉRCIO DE JORNAIS, REVISTAS E OUTRAS PUBLICAÇÕES OUTROS REPRESENTANTES COMERCIAIS E AGENTES DO COMÉRCIO ESPECIALIZADO EM PRODUTOS NÃO ESPECIFICADOS ANTERIORMENTE REPRESENTANTES COMERCIAIS E AGENTES DO COMÉRCIO DE MERCADORIAS EM GERAL NÃO ESPECIALIZADO /02 COMÉRCIO ATACADISTA DE CERVEJA, CHOPE E REFRIGERANTE /99 COMÉRCIO ATACADISTA DE BEBIDAS NÃO ESPECIFICADAS ANTERIORMENTE /02 COMÉRCIO ATACADISTA DE CIGARROS, CIGARRILHAS E CHARUTOS /01 TRANSPORTE FERROVIÁRIO DE PASSAGEIROS INTERMUNICIPAL E INTERESTADUAL / / /02 TRANSPORTE RODOVIÁRIO COLETIVO DE PASSAGEIROS, COM ITINERÁRIO FIXO, INTERMUNICIPAL EM REGIÃO METROPOLITANA TRANSPORTE RODOVIÁRIO COLETIVO DE PASSAGEIROS, COM ITINERÁRIO FIXO, INTERMUNICIPAL, EXCETO EM REGIÃO METROPOLITANA TRANSPORTE RODOVIÁRIO COLETIVO DE PASSAGEIROS, COM ITINERÁRIO FIXO, INTERESTADUAL 174

175 4929-9/ / /99 TRANSPORTE RODOVIÁRIO COLETIVO DE PASSAGEIROS, SOB REGIME DE FRETAMENTO, INTERMUNICIPAL, INTERESTADUAL E INTERNACIONAL ORGANIZAÇÃO DE EXCURSÕES EM VEÍCULOS RODOVIÁRIOS PRÓPRIOS, INTERMUNICIPAL, INTERESTADUAL E INTERNACIONAL OUTROS TRANSPORTES RODOVIÁRIOS DE PASSAGEIROS NÃO ESPECIFICADOS ANTERIORMENTE /02 TRANSPORTE MARÍTIMO DE CABOTAGEM - PASSAGEIROS /02 TRANSPORTE POR NAVEGAÇÃO DE TRAVESSIA, INTERMUNICIPAL /00 TERMINAIS RODOVIÁRIOS E FERROVIÁRIOS /01 ADMINISTRAÇÃO DA INFRA-ESTRUTURA PORTUÁRIA /00 ATIVIDADES DE AGENCIAMENTO MARÍTIMO /01 OPERAÇÃO DOS AEROPORTOS E CAMPOS DE ATERRISSAGEM /01 COMISSARIA DE DESPACHOS /02 ATIVIDADES DE DESPACHANTES ADUANEIROS /03 AGENCIAMENTO DE CARGAS, EXCETO PARA O TRANSPORTE MARÍTIMO /04 ORGANIZAÇÃO LOGÍSTICA DO TRANSPORTE DE CARGA /05 OPERADOR DE TRANSPORTE MULTIMODAL - OTM /01 ATIVIDADES DO CORREIO NACIONAL /02 ATIVIDADES RELACIONADAS À TELEVISÃAO POR ASSINATURA, EXCETO PROGRAMADORAS /00 CONSULTORIA EM TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO /00 BANCO CENTRAL /00 BANCOS COMERCIAIS /00 BANCOS MÚLTIPLOS, COM CARTEIRA COMERCIAL /00 CAIXAS ECONÔMICAS /01 BANCOS COOPERATIVOS /02 COOPERATIVAS CENTRAIS DE CRÉDITO /03 COOPERATIVAS DE CRÉDITO MÚTUO /04 COOPERATIVAS DE CRÉDITO RURAL /00 BANCOS MÚLTIPLOS, SEM CARTEIRA COMERCIAL /00 BANCOS DE INVESTIMENTO /00 BANCOS DE DESENVOLVIMENTO /00 AGÊNCIAS DE FOMENTO /01 SOCIEDADES DE CRÉDITO IMOBILIÁRIO /02 ASSOCIAÇÕES DE POUPANÇA E EMPRÉSTIMO /03 COMPANHIAS HIPOTECÁRIAS /00 SOCIEDADES DE CRÉDITO, FINANCIAMENTO E INVESTIMENTO - FINANCEIRAS /00 SOCIEDADES DE CRÉDITO AO MICROEMPREENDEDOR /01 BANCOS DE CÂMBIO /99 OUTRAS INSTITUIÇÕES DE INTERMEDIAÇÃO NÃO-MONETÁRIA NÃO ESPECIFICADAS ANTERIORMENTE 175

176 6440-9/00 ARRENDAMENTO MERCANTIL /00 SOCIEDADES DE CAPITALIZAÇÃO /00 HOLDINGS DE INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS /00 HOLDINGS DE INSTITUIÇÕES NÃO-FINANCEIRAS /00 OUTRAS SOCIEDADES DE PARTICIPAÇÃO, EXCETO HOLDINGS /01 FUNDOS DE INVESTIMENTO, EXCETO PREVIDENCIÁRIOS E IMOBILIÁRIOS /02 FUNDOS DE INVESTIMENTO PREVIDENCIÁRIOS /03 FUNDOS DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIOS /00 SOCIEDADES DE FOMENTO MERCANTIL - FACTORING /00 SECURITIZAÇÃO DE CRÉDITOS /01 CLUBES DE INVESTIMENTO /02 SOCIEDADES DE INVESTIMENTO /03 FUNDO GARANTIDOR DE CRÉDITO /04 CAIXAS DE FINANCIAMENTO DE CORPORAÇÕES /05 CONCESSÃO DE CRÉDITO PELAS OSCIP /99 OUTRAS ATIVIDADES DE SERVIÇOS FINANCEIROS NÃO ESPECIFICADAS ANTERIORMENTE /01 SEGUROS DE VIDA /02 PLANOS DE AUXÍLIO-FUNERAL /00 SEGUROS NÃO-VIDA /00 SEGUROS-SAÚDE /00 RESSEGUROS /00 PLANOS DE SAÚDE /00 PREVIDÊNCIA COMPLEMENTAR FECHADA /00 PREVIDÊNCIA COMPLEMENTAR ABERTA /01 BOLSA DE VALORES /02 BOLSA DE MERCADORIAS /03 BOLSA DE MERCADORIAS E FUTUROS /04 ADMINISTRAÇÃO DE MERCADOS DE BALCÃO ORGANIZADOS /01 CORRETORAS DE TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS /02 DISTRIBUIDORAS DE TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS /03 CORRETORAS DE CÂMBIO /04 CORRETORAS DE CONTRATOS DE MERCADORIAS /05 AGENTES DE INVESTIMENTOS EM APLICAÇÕES FINANCEIRAS /00 ADMINISTRAÇÃO DE CARTÕES DE CRÉDITO /01 SERVIÇOS DE LIQUIDAÇÃO E CUSTÓDIA /02 CORRESPONDENTES DE INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS /03 REPRESENTAÇÕES DE BANCOS ESTRANGEIROS /04 CAIXAS ELETRÔNICOS /05 OPERADORAS DE CARTÕES DE DÉBITO /99 OUTRAS ATIVIDADES AUXILIARES DOS SERVIÇOS FINANCEIROS NÃO ESPECIFICADAS 176

177 ANTERIORMENTE /01 PERITOS E AVALIADORES DE SEGUROS /02 AUDITORIA E CONSULTORIA ATUARIAL / /00 CORRETORES E AGENTES DE SEGUROS, DE PLANOS DE PREVIDÊNCIA COMPLEMENTAR E DE SAÚDE ATIVIDADES AUXILIARES DOS SEGUROS, DA PREVIDÊNCIA COMPLEMENTAR E DOS PLANOS DE SAÚDE NÃO ESPECIFICADAS ANTERIORMENTE /00 ATIVIDADES DE ADMINISTRAÇÃO DE FUNDOS POR CONTRATO OU COMISSÃO /02 ALUGUEL DE IMÓVEIS PRÓPRIOS /03 LOTEAMENTO DE IMÓVEIS PRÓPRIOS /01 CORRETAGEM NA COMPRA E VENDA E AVALIAÇÃO DE IMÓVEIS /02 CORRETAGEM NO ALUGUEL DE IMÓVEIS /01 SERVIÇOS ADVOCATÍCIOS /02 ATIVIDADES AUXILIARES DA JUSTIÇA /03 AGENTE DE PROPRIEDADE INDUSTRIAL /00 CARTÓRIOS /02 ATIVIDADES DE CONSULTORIA E AUDITORIA CONTÁBIL E TRIBUTÁRIA /00 ATIVIDADES DE CONSULTORIA EM GESTÃO EMPRESARIAL, EXCETO CONSULTORIA TÉCNICA ESPECÍFICA /00 SERVIÇOS DE ARQUITETURA /00 SERVIÇOS DE ENGENHARIA /01 SERVIÇOS DE CARTOGRAFIA, TOPOGRAFIA E GEODÉSIA /02 ATIVIDADES DE ESTUDOS GEOLÓGICOS /04 SERVIÇOS DE PERÍCIA TÉCNICA RELACIONADOS À SEGURANÇA DO TRABALHO /99 ATIVIDADES TÉCNICAS RELACIONADAS À ENGENHARIA E ARQUITETURA NÃO ESPECIFICADAS ANTERIORMENTE /00 TESTES E ANÁLISES TÉCNICAS /00 PESQUISA E DESENVOLVIMENTO EXPERIMENTAL EM CIÊNCIAS FÍSICAS E NATURAIS /00 PESQUISA E DESENVOLVIMENTO EXPERIMENTAL EM CIÊNCIAS SOCIAIS E HUMANAS /00 AGÊNCIAS DE PUBLICIDADE /01 CRIAÇÃO DE ESTANDES PARA FEIRAS E EXPOSIÇÕES /04 CONSULTORIA EM PUBLICIDADE /00 PESQUISAS DE MERCADO E DE OPINIÃO PÚBLICA /01 DESIGN /01 SERVIÇOS DE TRADUÇÃO, INTERPRETAÇÃO E SIMILARES /03 SERVIÇOS DE AGRONOMIA E DE CONSULTORIA ÀS ATIVIDADES AGRÍCOLAS E PECUÁRIAS / / /99 ATIVIDADES DE INTERMEDIAÇÃO E AGENCIAMENTO DE SERVIÇOS E NEGÓCIOS EM GERAL, EXCETO IMOBILIÁRIOS AGENCIAMENTO DE PROFISSIONAIS PARA ATIVIDADES ESPORTIVAS, CULTURAIS E ARTÍSTICAS OUTRAS ATIVIDADES PROFISSIONAIS, CIENTÍFICAS E TÉCNICAS NÃO ESPECIFICADAS ANTERIORMENTE 177

178 7500-1/00 ATIVIDADES VETERINÁRIAS /00 GESTÃO DE ATIVOS INTANGÍVEIS NÃO-FINANCEIROS /00 SELEÇÃO E AGENCIAMENTO DE MÃO-DE-OBRA /00 LOCAÇÃO DE MÃO-DE-OBRA TEMPORÁRIA /00 FORNECIMENTO E GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS PARA TERCEIROS /00 ATIVIDADES DE INVESTIGAÇÃO PARTICULAR /00 CONDOMÍNIOS PREDIAIS /02 EMISSÃO DE VALES-ALIMENTAÇÃO, VALES-TRANSPORTE E SIMILARES /04 LEILOEIROS INDEPENDENTES /05 SERVIÇOS DE LEVANTAMENTO DE FUNDOS SOB CONTRATO /00 ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA EM GERAL /00 REGULAÇÃO DAS ATIVIDADES DE SAÚDE, EDUCAÇÃO, SERVIÇOS CULTURAIS E OUTROS SERVIÇOS SOCIAIS /00 REGULAÇÃO DAS ATIVIDADES ECONÔMICAS /00 RELAÇÕES EXTERIORES /00 DEFESA /00 JUSTIÇA /00 SEGURANÇA E ORDEM PÚBLICA /00 DEFESA CIVIL /00 SEGURIDADE SOCIAL OBRIGATÓRIA /00 EDUCAÇÃO SUPERIOR - GRADUAÇÃO /00 EDUCAÇÃO SUPERIOR - GRADUAÇÃO E PÓS-GRADUAÇÃO /00 EDUCAÇÃO SUPERIOR - PÓS-GRADUAÇÃO E EXTENSÃO /00 EDUCAÇÃO PROFISSIONAL DE NÍVEL TECNOLÓGICO /01 ADMINISTRAÇÃO DE CAIXAS ESCOLARES /02 ATIVIDADES DE APOIO À EDUCAÇÃO, EXCETO CAIXAS ESCOLARES / / /01 UTI MÓVEL ATIVIDADES DE ATENDIMENTO HOSPITALAR, EXCETO PRONTO-SOCORRO E UNIDADES PARA ATENDIMENTO A URGÊNCIAS ATIVIDADES DE ATENDIMENTO EM PRONTO-SOCORRO E UNIDADES HOSPITALARES PARA ATENDIMENTO A URGÊNCIAS /02 SERVIÇOS MÓVEIS DE ATENDIMENTO A URGÊNCIAS, EXCETO POR UTI MÓVEL / /02 ATIVIDADE MÉDICA AMBULATORIAL COM RECURSOS PARA REALIZAÇÃO DE PROCEDIMENTOS CIRÚRGICOS ATIVIDADE MÉDICA AMBULATORIAL COM RECURSOS PARA REALIZAÇÃO DE EXAMES COMPLEMENTARES /03 ATIVIDADE MÉDICA AMBULATORIAL RESTRITA A CONSULTAS /04 ATIVIDADE ODONTOLÓGICA /06 SERVIÇOS DE VACINAÇÃO E IMUNIZAÇÃO HUMANA /07 ATIVIDADES DE REPRODUÇÃO HUMANA ASSISTIDA /99 ATIVIDADES DE ATENÇÃO AMBULATORIAL NÃO ESPECIFICADAS ANTERIORMENTE 178

179 8640-2/03 SERVIÇOS DE DIÁLISE E NEFROLOGIA /10 SERVIÇOS DE QUIMIOTERAPIA /11 SERVIÇOS DE RADIOTERAPIA /12 SERVIÇOS DE HEMOTERAPIA /13 SERVIÇOS DE LITOTRIPSIA /14 SERVIÇOS DE BANCOS DE CÉLULAS E TECIDOS HUMANOS /99 ATIVIDADES DE SERVIÇOS DE COMPLEMENTAÇÃO DIAGNÓSTICA E TERAPÊUTICA NÃO ESPECIFICADAS ANTERIORMENTE /01 ATIVIDADES DE ENFERMAGEM /02 ATIVIDADES DE PROFISSIONAIS DA NUTRIÇÃO /03 ATIVIDADES DE PSICOLOGIA E PSICANÁLISE /04 ATIVIDADES DE FISIOTERAPIA /05 ATIVIDADES DE TERAPIA OCUPACIONAL /06 ATIVIDADES DE FONOAUDIOLOGIA /07 ATIVIDADES DE TERAPIA DE NUTRIÇÃO ENTERAL E PARENTERAL /99 ATIVIDADES DE PROFISSIONAIS DA ÁREA DE SAÚDE NÃO ESPECIFICADAS ANTERIORMENTE /00 ATIVIDADES DE APOIO À GESTÃO DE SAÚDE /01 ATIVIDADES DE PRÁTICAS INTEGRATIVAS E COMPLEMENTARES EM SAÚDE HUMANA /02 ATIVIDADES DE BANCOS DE LEITE HUMANO /03 ATIVIDADES DE ACUPUNTURA /04 ATIVIDADES DE PODOLOGIA /99 OUTRAS ATIVIDADES DE ATENÇÃO À SAÚDE HUMANA NÃO ESPECIFICADAS ANTERIORMENTE /01 CLÍNICAS E RESIDÊNCIAS GERIÁTRICAS /03 ATIVIDADES DE ASSISTÊNCIA A DEFICIENTES FÍSICOS, IMUNODEPRIMIDOS E CONVALESCENTES /04 CENTROS DE APOIO A PACIENTES COM CÂNCER E COM AIDS /01 ATIVIDADES DE CENTROS DE ASSISTÊNCIA PSICOSSOCIAL / /99 ATIVIDADES DE ASSISTÊNCIA PSICOSSOCIAL E À SAÚDE A PORTADORES DE DISTÚRBIOS PSÍQUICOS, DEFICIÊNCIA MENTAL E DEPENDÊNCIA QUÍMICA NÃO ESPECIFICADAS ANTERIORMENTE ATIVIDADES DE ASSISTÊNCIA SOCIAL PRESTADAS EM RESIDÊNCIAS COLETIVAS E PARTICULARES NÃO ESPECIFICADAS ANTERIORMENTE /00 SERVIÇOS DE ASSISTÊNCIA SOCIAL SEM ALOJAMENTO /01 ATIVIDADES DE ARTISTAS PLÁSTICOS, JORNALISTAS INDEPENDENTES E ESCRITORES /00 ATIVIDADES DE ORGANIZAÇÕES ASSOCIATIVAS PATRONAIS E EMPRESARIAIS /00 ATIVIDADES DE ORGANIZAÇÕES ASSOCIATIVAS PROFISSIONAIS /00 ATIVIDADES DE ORGANIZAÇÕES SINDICAIS /00 ATIVIDADES DE ASSOCIAÇÕES DE DEFESA DE DIREITOS SOCIAIS /00 ATIVIDADES DE ORGANIZAÇÕES RELIGIOSAS /00 ATIVIDADES DE ORGANIZAÇÕES POLÍTICAS 179

180 9493-6/00 ATIVIDADES DE ORGANIZAÇÕES ASSOCIATIVAS LIGADAS À CULTURA E À ARTE /00 ATIVIDADES ASSOCIATIVAS NÃO ESPECIFICADAS ANTERIORMENTE /00 ORGANISMOS INTERNACIONAIS E OUTRAS INSTITUIÇÕES EXTRATERRITORIAIS CÓDIGOS PREVISTOS NO CNAE QUE ABRANGEM CONCOMITANTEMENTE ATIVIDADE IMPEDITIVA E PERMITIDA AO SIMPLES NACIONAL Subclasse CNAE 2.0 Denominação /99 ATIVIDADES DE APOIO À AGRICULTURA NÃO ESPECIFICADAS ANTERIORMENTE /01 SERVIÇO DE INSEMINAÇÃO ARTIFICAL EM ANIMAIS /00 ATIVIDADES DE APOIO À PRODUÇÃO FLORESTAL /01 ATIVIDADES DE APOIO A EXTRAÇÃO DE MINÉRIO DE FERRO /02 ATIVIDADES DE APOIO À EXTRAÇÃO DE MINERAIS METÁLICOS NÃO-FERROSOS /03 ATIVIDADES DE APOIO À EXTRAÇÃO DE MINERAIS NÃO-METÁLICOS / /99 FABRICAÇÃO DE REFRESCOS, XAROPES E PÓS PARA REFRESCOS, EXCETO REFRESCOS DE FRUTAS FABRICAÇÃO DE OUTRAS BEBIDAS NÃO-ALCOÓLICAS NÃO ESPECIFICADAS ANTERIORMENTE /02 DISTRIBUIÇÃO DE COMBUSTÍVEIS GASOSOS POR REDES URBANAS / / /02 COMÉRCIO ATACADISTA DE BEBIDAS COM ATIVIDADE DE FRACIONAMENTO E ACONDICIONAMENTO ASSOCIADA COMÉRCIO ATACADISTA DE OUTROS PRODUTOS QUÍMICOS E PETROQUÍMICOS NÃO ESPECIFICADOS ANTERIORMENTE TRANSPORTE FERROVIÁRIO DE PASSAGEIROS MUNICIPAL E EM REGIÃO METROPOLITANA /03 TRANSPORTE METROVIÁRIO /00 TRANSPORTE ESCOLAR /00 TRENS TURÍSTICOS, TELEFÉRICOS E SIMILARES /02 TRANSPORTE POR NAVEGAÇÃO INTERIOR DE PASSAGEIROS EM LINHAS REGULARES, INTERMUNICIPAL, INTERESTADUAL E INTERNACIONAL, EXCETO TRAVESSIA /01 TRANSPORTE AQUAVIÁRIO PARA PASSEIOS TURÍSTICOS /99 OUTROS TRANSPORTES AQUAVIÁRIOS NÃO ESPECIFICADOS ANTERIORMENTE /00 TRANSPORTE AÉREO DE PASSAGEIROS REGULAR /01 SERVIÇO DE TÁXI AÉREO E LOCAÇÃO DE AERONAVES COM TRIPULAÇÃO /99 OUTROS SERVIÇOS DE TRANSPORTE AÉREO DE PASSAGEIROS NÃO-REGULAR /01 SERVIÇOS DE APOIO AO TRANSPORTE POR TÁXI, INCLUSIVE CENTRAIS DE CHAMADA /99 OUTRAS ATIVIDADES AUXILIARES DOS TRANSPORTES TERRESTRES NÃO ESPECIFICADAS ANTERIORMENTE /00 DESENVOLVIMENTO DE PROGRAMAS DE COMPUTADOR SOB ENCOMENDA /00 DESENVOLVIMENTO E LICENCIAMENTO DE PROGRAMAS DE COMPUTADOR CUSTOMIZÁVEIS 180

181 6203-1/ / /00 DESENVOLVIMENTO E LICENCIAMENTO DE PROGRAMAS DE COMPUTADOR NÃO- CUSTOMIZÁVEIS SUPORTE TÉCNICO, MANUTENÇÃO E OUTROS SERVIÇOS EM TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO TRATAMENTO DE DADOS, PROVEDORES DE SERVIÇOS DE APLICAÇÃO E SERVIÇOS DE HOSPEDAGEM NA INTERNET /00 GESTÃO E ADMINISTRAÇÃO DA PROPRIEDADE IMOBILIÁRIA /02 ESCAFANDRIA E MERGULHO /00 OPERADORES TURÍSTICOS /99 OUTRAS ATIVIDADES DE SERVIÇOS PRESTADOS PRINCIPALMENTE ÀS EMPRESAS NÃO ESPECIFICADAS ANTERIORMENTE COMERCIAL EXPORTADORA A comercial exportadora que adquirir mercadorias de pessoas jurídicas optante pelo Simples Nacional, com o fim especifico de exportação para o exterior, que, no prazo de 180 dias contados da data da emissão da nota fiscal pela revendedora, não comprovar o seu embarque para o exterior ficará sujeita ao pagamento de todos os impostos e contribuições que deixaram de ser pagos pela empresa vendedora, acrescidos de juros de mora e multa, de mora ou de oficio, calculados na forma da legislação que rege a cobrança do tributo não pago, aplicável à própria comercial exportadora. CÁLCULO No caso de início de atividade no próprio ano calendário: a pessoa jurídica utilizará como receita bruta total acumulada, a receita do próprio mês de apuração, multiplicada por doze. Nos onze meses posteriores ao do início da atividade, o sujeito passivo utilizará a média aritmética da receita bruta total dos meses anteriores ao do período de apuração, multiplicada por doze. Ou seja, os limites de ME e de EPP serão, respectivamente, de R$ ,00 e de R$ ,00 multiplicados pelo número de meses compreendido entre o início da atividade e o final do respectivo ano-calendário, consideradas as frações de meses como um mês inteiro. No caso de início de atividade em ano calendário anterior: a pessoa jurídica utilizará nos onze meses posteriores ao do início da atividade, a média aritmética da receita bruta total dos meses anteriores ao do período de apuração, multiplicada por doze, até alcançar treze meses de atividade, quanto então passará a calcular a receita bruta total acumulada nos últimos doze meses anteriores ao mês da apuração. Para efeito de determinação da alíquota, o sujeito passivo utilizará a receita bruta acumulada nos 12 (doze) meses anteriores ao do período de apuração. Já o valor devido mensalmente, a ser recolhido pela ME ou EPP, será o resultante da aplicação da alíquota correspondente sobre a receita bruta mensal auferida. Foi disponibilizado no Portal do Simples Nacional aplicativo específico para o cálculo do valor devido e geração do Documento de Arrecadação do Simples Nacional (DAS). O vencimento do Das será todo dia 20 do mês subseqüente. PGDAS-D PROGRAMA GERADOR DO DAS DECLARATÓRIO Os créditos tributários abrangidos pelo Simples Nacional, a partir do ano-calendário 2012, passam a ser declarados, mensalmente, por meio do sistema eletrônico de cálculo (Programa Gerador do Documento de Arrecadação do Simples Nacional Declaratório PGDAS-D) que será disponibilizado para os períodos de apuração a partir de 01/2012. As Informações prestadas no PGDAS-D têm caráter declaratório, constituindo confissão de dívida e instrumento hábil e suficiente para exigência dos tributos e contribuições. 181

182 TABELAS DE CÁLCULO As tabelas para cálculo do simples nacional se encontram no site e cada uma delas corresponde a um tipo de receita. Segue abaixo as principais tabelas: Receita Bruta em 12 meses (em R$) ANEXO I DA LEI COMPLEMENTAR N o 123, DE 14 DE DEZEMBRO DE 2006 (vigência: 01/01/2012) Alíquotas e Partilha do Simples Nacional - Comércio Alíquota IRPJ CSLL Cofins PIS/Pasep CPP ICMS Até ,00 4,00% 0,00% 0,00% 0,00% 0,00% 2,75% 1,25% De ,01 a ,00 De ,01 a ,00 De ,01 a ,00 De ,01 a ,00 De ,01 a ,00 De ,01 a ,00 De ,01 a ,00 De ,01 a ,00 De ,01 a ,00 De ,01 a ,00 De ,01 a ,00 De ,01 a ,00 De ,01 a ,00 De ,01 a ,00 De ,01 a ,00 De ,01 a ,00 5,47% 0,00% 0,00% 0,86% 0,00% 2,75% 1,86% 6,84% 0,27% 0,31% 0,95% 0,23% 2,75% 2,33% 7,54% 0,35% 0,35% 1,04% 0,25% 2,99% 2,56% 7,60% 0,35% 0,35% 1,05% 0,25% 3,02% 2,58% 8,28% 0,38% 0,38% 1,15% 0,27% 3,28% 2,82% 8,36% 0,39% 0,39% 1,16% 0,28% 3,30% 2,84% 8,45% 0,39% 0,39% 1,17% 0,28% 3,35% 2,87% 9,03% 0,42% 0,42% 1,25% 0,30% 3,57% 3,07% 9,12% 0,43% 0,43% 1,26% 0,30% 3,60% 3,10% 9,95% 0,46% 0,46% 1,38% 0,33% 3,94% 3,38% 10,04% 0,46% 0,46% 1,39% 0,33% 3,99% 3,41% 10,13% 0,47% 0,47% 1,40% 0,33% 4,01% 3,45% 10,23% 0,47% 0,47% 1,42% 0,34% 4,05% 3,48% 10,32% 0,48% 0,48% 1,43% 0,34% 4,08% 3,51% 11,23% 0,52% 0,52% 1,56% 0,37% 4,44% 3,82% 11,32% 0,52% 0,52% 1,57% 0,37% 4,49% 3,85% De ,01 a 11,42% 0,53% 0,53% 1,58% 0,38% 4,52% 3,88% 182

183 ,00 De ,01 a ,00 De ,01 a ,00 11,51% 0,53% 0,53% 1,60% 0,38% 4,56% 3,91% 11,61% 0,54% 0,54% 1,60% 0,38% 4,60% 3,95% Receita Bruta em 12 meses (em R$) ANEXO II DA LEI COMPLEMENTAR N o 123, DE 14 DE DEZEMBRO DE 2006 (vigência: 01/01/2012) Alíquotas e Partilha do Simples Nacional - Indústria Alíquota IRPJ CSLL Cofins PIS/Pasep CPP ICMS IPI Até ,00 4,50% 0,00% 0,00% 0,00% 0,00% 2,75% 1,25% 0,50% De ,01 a ,00 De ,01 a ,00 De ,01 a ,00 De ,01 a ,00 De ,01 a ,00 De ,01 a ,00 De ,01 a ,00 De ,01 a ,00 De ,01 a ,00 De ,01 a ,00 De ,01 a ,00 De ,01 a ,00 De ,01 a ,00 De ,01 a ,00 De ,01 a ,00 5,97% 0,00% 0,00% 0,86% 0,00% 2,75% 1,86% 0,50% 7,34% 0,27% 0,31% 0,95% 0,23% 2,75% 2,33% 0,50% 8,04% 0,35% 0,35% 1,04% 0,25% 2,99% 2,56% 0,50% 8,10% 0,35% 0,35% 1,05% 0,25% 3,02% 2,58% 0,50% 8,78% 0,38% 0,38% 1,15% 0,27% 3,28% 2,82% 0,50% 8,86% 0,39% 0,39% 1,16% 0,28% 3,30% 2,84% 0,50% 8,95% 0,39% 0,39% 1,17% 0,28% 3,35% 2,87% 0,50% 9,53% 0,42% 0,42% 1,25% 0,30% 3,57% 3,07% 0,50% 9,62% 0,42% 0,42% 1,26% 0,30% 3,62% 3,10% 0,50% 10,45% 0,46% 0,46% 1,38% 0,33% 3,94% 3,38% 0,50% 10,54% 0,46% 0,46% 1,39% 0,33% 3,99% 3,41% 0,50% 10,63% 0,47% 0,47% 1,40% 0,33% 4,01% 3,45% 0,50% 10,73% 0,47% 0,47% 1,42% 0,34% 4,05% 3,48% 0,50% 10,82% 0,48% 0,48% 1,43% 0,34% 4,08% 3,51% 0,50% 11,73% 0,52% 0,52% 1,56% 0,37% 4,44% 3,82% 0,50% De ,01 a 11,82% 0,52% 0,52% 1,57% 0,37% 4,49% 3,85% 0,50% 183

184 ,00 De ,01 a ,00 De ,01 a ,00 De ,01 a ,00 11,92% 0,53% 0,53% 1,58% 0,38% 4,52% 3,88% 0,50% 12,01% 0,53% 0,53% 1,60% 0,38% 4,56% 3,91% 0,50% 12,11% 0,54% 0,54% 1,60% 0,38% 4,60% 3,95% 0,50% ANEXO III DA LEI COMPLEMENTAR N o 123, DE 14 DE DEZEMBRO DE 2006 (vigência: 01/01/2012) Alíquotas e Partilha do Simples Nacional - Receitas de Locação de Bens Móveis e de Prestação de Serviços não relacionados nos 5 o -C e 5 o -D do art. 18 desta Lei Complementar. Receita Bruta em 12 meses (em R$) Alíquota IRPJ CSLL COFINS PIS/Pasep CPP ISS Até ,00 6,00% 0,00% 0,00% 0,00% 0,00% 4,00% 2,00% De ,01 a ,00 De ,01 a ,00 De ,01 a ,00 De ,01 a ,00 De ,01 a ,00 De ,01 a ,00 De ,01 a ,00 De ,01 a ,00 De ,01 a ,00 De ,01 a ,00 De ,01 a ,00 De ,01 a ,00 De ,01 a ,00 De ,01 a ,00 8,21% 0,00% 0,00% 1,42% 0,00% 4,00% 2,79% 10,26% 0,48% 0,43% 1,43% 0,35% 4,07% 3,50% 11,31% 0,53% 0,53% 1,56% 0,38% 4,47% 3,84% 11,40% 0,53% 0,52% 1,58% 0,38% 4,52% 3,87% 12,42% 0,57% 0,57% 1,73% 0,40% 4,92% 4,23% 12,54% 0,59% 0,56% 1,74% 0,42% 4,97% 4,26% 12,68% 0,59% 0,57% 1,76% 0,42% 5,03% 4,31% 13,55% 0,63% 0,61% 1,88% 0,45% 5,37% 4,61% 13,68% 0,63% 0,64% 1,89% 0,45% 5,42% 4,65% 14,93% 0,69% 0,69% 2,07% 0,50% 5,98% 5,00% 15,06% 0,69% 0,69% 2,09% 0,50% 6,09% 5,00% 15,20% 0,71% 0,70% 2,10% 0,50% 6,19% 5,00% 15,35% 0,71% 0,70% 2,13% 0,51% 6,30% 5,00% 15,48% 0,72% 0,70% 2,15% 0,51% 6,40% 5,00% 184

185 De ,01 a ,00 De ,01 a ,00 De ,01 a ,00 De ,01 a ,00 De ,01 a ,00 16,85% 0,78% 0,76% 2,34% 0,56% 7,41% 5,00% 16,98% 0,78% 0,78% 2,36% 0,56% 7,50% 5,00% 17,13% 0,80% 0,79% 2,37% 0,57% 7,60% 5,00% 17,27% 0,80% 0,79% 2,40% 0,57% 7,71% 5,00% 17,42% 0,81% 0,79% 2,42% 0,57% 7,83% 5,00% ANEXO IV DA LEI COMPLEMENTAR N o 123, DE 14 DE DEZEMBRO DE 2006 (vigência: 01/01/2012) Alíquotas e Partilha do Simples Nacional - Receitas decorrentes da prestação de serviços relacionados no 5 o -C do art. 18 desta Lei Complementar. Receita Bruta em 12 meses (em R$) Alíquota IRPJ CSLL Cofins PIS/Pasep ISS Até ,00 4,50% 0,00% 1,22% 1,28% 0,00% 2,00% De ,01 a ,00 De ,01 a ,00 De ,01 a ,00 De ,01 a ,00 De ,01 a ,00 De ,01 a ,00 De ,01 a ,00 De ,01 a ,00 De ,01 a ,00 De ,01 a ,00 De ,01 a ,00 De ,01 a ,00 De ,01 a ,00 6,54% 0,00% 1,84% 1,91% 0,00% 2,79% 7,70% 0,16% 1,85% 1,95% 0,24% 3,50% 8,49% 0,52% 1,87% 1,99% 0,27% 3,84% 8,97% 0,89% 1,89% 2,03% 0,29% 3,87% 9,78% 1,25% 1,91% 2,07% 0,32% 4,23% 10,26% 1,62% 1,93% 2,11% 0,34% 4,26% 10,76% 2,00% 1,95% 2,15% 0,35% 4,31% 11,51% 2,37% 1,97% 2,19% 0,37% 4,61% 12,00% 2,74% 2,00% 2,23% 0,38% 4,65% 12,80% 3,12% 2,01% 2,27% 0,40% 5,00% 13,25% 3,49% 2,03% 2,31% 0,42% 5,00% 13,70% 3,86% 2,05% 2,35% 0,44% 5,00% 14,15% 4,23% 2,07% 2,39% 0,46% 5,00% 185

186 De ,01 a ,00 De ,01 a ,00 De ,01 a ,00 De ,01 a ,00 De ,01 a ,00 De ,01 a ,00 14,60% 4,60% 2,10% 2,43% 0,47% 5,00% 15,05% 4,90% 2,19% 2,47% 0,49% 5,00% 15,50% 5,21% 2,27% 2,51% 0,51% 5,00% 15,95% 5,51% 2,36% 2,55% 0,53% 5,00% 16,40% 5,81% 2,45% 2,59% 0,55% 5,00% 16,85% 6,12% 2,53% 2,63% 0,57% 5,00% ANEXO V DA LEI COMPLEMENTAR N o 123, DE 14 DE DEZEMBRO DE (vigência: 01/01/2012) Alíquotas e Partilha do Simples Nacional - Receitas decorrentes da prestação de serviços relacionados no 5 o -D do art. 18 desta Lei Complementar. 1) Será apurada a relação (r) conforme abaixo: (r) = Folha de Salários incluídos encargos (em 12 meses) Receita Bruta (em 12 meses) 2) Nas hipóteses em que (r) corresponda aos intervalos centesimais da Tabela V-A, onde "<" significa menor que, ">" significa maior que, " " significa igual ou menor que e " " significa maior ou igual que, as alíquotas do Simples Nacional relativas ao IRPJ, PIS/Pasep, CSLL, Cofins e CPP corresponderão ao seguinte: Receita Bruta em 12 meses (em R$) (r)<0,10 0,10 (r) e (r) < 0,15 TABELA V-A 0,15 (r) e (r) < 0,20 0,20 (r) e (r) < 0,25 0,25 (r) e (r) < 0,30 0,30 (r) e (r) < 0,35 0,35 (r) e (r) < 0,40 (r) 0,40 Até ,00 17,50% 15,70% 13,70% 11,82% 10,47% 9,97% 8,80% 8,00% De ,01 a ,00 De ,01 a ,00 De ,01 a ,00 De ,01 a ,00 De ,01 a ,00 De ,01 a ,00 17,52% 15,75% 13,90% 12,60% 12,33% 10,72% 9,10% 8,48% 17,55% 15,95% 14,20% 12,90% 12,64% 11,11% 9,58% 9,03% 17,95% 16,70% 15,00% 13,70% 13,45% 12,00% 10,56% 9,34% 18,15% 16,95% 15,30% 14,03% 13,53% 12,40% 11,04% 10,06% 18,45% 17,20% 15,40% 14,10% 13,60% 12,60% 11,60% 10,60% 18,55% 17,30% 15,50% 14,11% 13,68% 12,68% 11,68% 10,68% De ,01 a 18,62% 17,32% 15,60% 14,12% 13,69% 12,69% 11,69% 10,69% 186

187 ,00 De ,01 a ,00 De ,01 a ,00 De ,01 a ,00 De ,01 a ,00 De ,01 a ,00 De ,01 a ,00 De ,01 a ,00 De ,01 a ,00 De ,01 a ,00 De ,01 a ,00 De ,01 a ,00 De ,01 a ,00 18,72% 17,42% 15,70% 14,13% 14,08% 13,08% 12,08% 11,08% 18,86% 17,56% 15,80% 14,14% 14,09% 13,09% 12,09% 11,09% 18,96% 17,66% 15,90% 14,49% 14,45% 13,61% 12,78% 11,87% 19,06% 17,76% 16,00% 14,67% 14,64% 13,89% 13,15% 12,28% 19,26% 17,96% 16,20% 14,86% 14,82% 14,17% 13,51% 12,68% 19,56% 18,30% 16,50% 15,46% 15,18% 14,61% 14,04% 13,26% 20,70% 19,30% 17,45% 16,24% 16,00% 15,52% 15,03% 14,29% 21,20% 20,00% 18,20% 16,91% 16,72% 16,32% 15,93% 15,23% 21,70% 20,50% 18,70% 17,40% 17,13% 16,82% 16,38% 16,17% 22,20% 20,90% 19,10% 17,80% 17,55% 17,22% 16,82% 16,51% 22,50% 21,30% 19,50% 18,20% 17,97% 17,44% 17,21% 16,94% 22,90% 21,80% 20,00% 18,60% 18,40% 17,85% 17,60% 17,18% 3) Somar-se-á a alíquota do Simples Nacional relativa ao IRPJ, PIS/Pasep, CSLL, Cofins e CPP apurada na forma acima a parcela correspondente ao ISS prevista no Anexo IV. 4) A partilha das receitas relativas ao IRPJ, PIS/Pasep, CSLL, Cofins e CPP arrecadadas na forma deste Anexo será realizada com base nos parâmetros definidos na Tabela V-B, onde: (I) = pontos percentuais da partilha destinada à CPP; (J) = pontos percentuais da partilha destinada ao IRPJ, calculados após o resultado do fator (I); (K) = pontos percentuais da partilha destinada à CSLL, calculados após o resultado dos fatores (I) e (J); (L) = pontos percentuais da partilha destinada à Cofins, calculados após o resultado dos fatores (I), (J) e (K); (M) = pontos percentuais da partilha destinada à contribuição para o PIS/Pasep, calculados após os resultados dos fatores (I), (J), (K) e (L); (I) + (J) + (K) + (L) + (M) = 100 (N) = relação (r) dividida por 0,004, limitando-se o resultado a 100; (P) = 0,1 dividido pela relação (r), limitando-se o resultado a 1. Receita Bruta em 12 meses (em R$) TABELA V-B CPP IRPJ CSLL COFINS PIS/Pasep I J K L M 187

188 Até ,00 N x 0,9 0,75 X (100 - I) X P 0,25 X (100 - I) X P 0,75 X (100 - I - J - K) I - J - K - L De ,01 a ,00 N x 0,875 0,75 X (100 - I) X P 0,25 X (100 - I) X P 0,75 X (100 - I - J - K) I - J - K - L De ,01 a ,00 N x 0,85 0,75 X (100 - I) X P 0,25 X (100 - I) X P 0,75 X (100 - I - J - K) I - J - K - L De ,01 a ,00 N x 0,825 0,75 X (100 - I) X P 0,25 X (100 - I) X P 0,75 X (100 - I - J - K) I - J - K - L De ,01 a ,00 N x 0,8 0,75 X (100 - I) X P 0,25 X (100 - I) X P 0,75 X (100 - I - J - K) I - J - K - L De ,01 a ,00 N x 0,775 0,75 X (100 - I) X P 0,25 X (100 - I) X P 0,75 X (100 - I - J - K) I - J - K - L De ,01 a ,00 N x 0,75 0,75 X (100 - I) X P 0,25 X (100 - I) X P 0,75 X (100 - I - J - K) I - J - K - L De ,01 a ,00 N x 0,725 0,75 X (100 - I) X P 0,25 X (100 - I) X P 0,75 X (100 - I - J - K) I - J - K - L De ,01 a ,00 N x 0,7 0,75 X (100 - I) X P 0,25 X (100 - I) X P 0,75 X (100 - I - J - K) I - J - K - L De ,01 a ,00 N x 0,675 0,75 X (100 - I) X P 0,25 X (100 - I) X P 0,75 X (100 - I - J - K) I - J - K - L De ,01 a ,00 N x 0,65 0,75 X (100 - I) X P 0,25 X (100 - I) X P 0,75 X (100 - I - J - K) I - J - K - L De ,01 a ,00 N x 0,625 0,75 X (100 - I) X P 0,25 X (100 - I) X P 0,75 X (100 - I - J - K) I - J - K - L De ,01 a ,00 N x 0,6 0,75 X (100 - I) X P 0,25 X (100 - I) X P 0,75 X (100 - I - J - K) I - J - K - L De ,01 a ,00 N x 0,575 0,75 X (100 - I) X P 0,25 X (100 - I) X P 0,75 X (100 - I - J - K) I - J - K - L De ,01 a ,00 N x 0,55 0,75 X (100 - I) X P 0,25 X (100 - I) X P 0,75 X (100 - I - J - K) I - J - K - L 188

189 De ,01 a ,00 N x 0,525 0,75 X (100 - I) X P 0,25 X (100 - I) X P 0,75 X (100 - I - J - K) I - J - K - L De ,01 a ,00 N x 0,5 0,75 X (100 - I) X P 0,25 X (100 - I) X P 0,75 X (100 - I - J - K) I - J - K - L De ,01 a ,00 N x 0,475 0,75 X (100 - I) X P 0,25 X (100 - I) X P 0,75 X (100 - I - J - K) I - J - K - L De ,01 a ,00 N x 0,45 0,75 X (100 - I) X P 0,25 X (100 - I) X P 0,75 X (100 - I - J - K) I - J - K - L De ,01 a ,00 N x 0,425 0,75 X (100 - I) X P 0,25 X (100 - I) X P 0,75 X (100 - I - J - K) I - J - K - L EXCLUSÃO ESPONTÂNEA Será feita mediante comunicação da ME ou da EPP quando a mesma, espontaneamente, desejar deixar de ser optante pelo Simples Nacional (exclusão por opção) com efeitos a partir de Janeiro. EXCLUSÃO OBRIGATÓRIA Deverá ser feita por comunicação quando a ME ou a EPP tiver ultrapassado o limite proporcional de EPP ou ME no ano de início de atividade ou ter auferido, no ano-calendário imediatamente anterior, receita bruta superior a R$ ,00 p/ EPP ou R$ ,00 p/ ME ou ter incorrido em alguma situação de vedação. Poderão ser excluídas do Simples Nacional as pessoas jurídicas que tiverem despesas superiores a 20% do seu faturamento. Compras de valor superior a 80% do total de suas vendas e não provar que faz parte do seu estoque durante o ano calendário. A exclusão se dará a partir do próprio mês em que forem incorridas as irregularidades, por um período de 3 anos calendários seguintes. EXCLUSÃO POR OFICIO A exclusão por oficio das empresas optantes pelo Simples Nacional dar-se á quando: 1) Verificado a falta de comunicação de exclusão obrigatória; 2) For oferecido embaraço à fiscalização; 3) For oferecida resistência à fiscalização; 4) A sua constituição ocorrer por interposta pessoa; 5) Pratica reinterada de infração a lei complementar 123 de 2006; 6) A pessoa jurídica for declarada inapta pela lei de 1996 e alterações posteriores artigo 81/82; 7) Comercializar mercadorias, objeto de contrabando ou descaminho; 8) Houver a falta de escrituração do livro Caixa ou movimentação financeira; 9) For constatado que durante o ano-calendário o valor das despesas pagas supera em 20% (vinte por cento) o valor de ingressos de recursos no mesmo período, excluído o ano de início de atividade; 10) For constatado que durante o ano-calendário o valor das aquisições de mercadorias para comercialização ou insdustrialização, ressalvadas hipóteses justificadas de aumento de estoque, for superior a 80 % (oitenta por cento) dos ingressos de recursos no mesmo período, excluídos o ano de início de atividade; 11) For constatado, quando do ingresso no Regime do Simples Nacional, que a ME ou a EPP incorria em algumas das hipóteses de vedação; 189

190 12) For constatada declaração inverídica prestada no momento da opção do 2º do art. 7º e do 3º do art. 9º da Resolução CGSN nº 4, de 2007; 13) Não emitir documento fiscal de venda ou prestação de serviço; 14) Omitir da folha de pagamento da empresa ou de documento de informações previsto pela legislação previdenciária, trabalhista ou tributária, segurado empregado, trabalhador avulso ou contribuinte individual que lhe preste serviço; 15) Houver descumprimento, no caso dos escritórios de serviços contábeis do MEI (Microempreendedor individual) SISTEMA MEI MICRO EMPREENDEDOR INDIVIDUAL Considera-se MEI (Micro Empreendedor Individual) o empresário individual que atenda cumulativamente às seguintes condições: I tenha auferido receita bruta acumulada no ano-calendário anterior de até R$ ,00 (sessenta mil reais); II seja optante pelo Simples Nacional; III exerça tão-somente atividades permitidas para este regime; IV possua um único estabelecimento; V não participe de outra empresa como titular, sócio ou administrador; VI não contrate mais de um empregado. O Micro empreendedor Individual (MEI) poderá optar pelo Sistema de Recolhimento em Valores Fixos Mensais dos Tributos abrangidos pelo Simples Nacional (SIMEI), independentemente da receita bruta por ele auferida no mês. Lembrando que o MEI poderá faturar somente R$ ,00 (sessenta mil reais) por ano. A opção por este sistema: I será irretratável para todo o ano-calendário; II para a empresa já constituída, deverá ser realizada no mês de janeiro, até seu último dia útil, produzindo efeitos a partir do primeiro dia do ano-calendário da opção, em aplicativo disponibilizado no Portal do Simples Nacional. O optante pelo SIMEI recolherá, por meio do Documento de Arrecadação do Simples Nacional (DAS), valor fixo mensal correspondente à soma das seguintes parcelas: I R$ 31,10 (trinta e um reais e dez centavos), a título de contribuição para a Seguridade Social, relativa à pessoa do empresário, na qualidade de contribuinte individual. II R$ 1,00 (um real), a título de ICMS, caso seja contribuinte desse imposto; III R$ 5,00 (cinco reais), a título de ISS, caso seja contribuinte desse imposto. CONTRATAÇÃO DE EMPREGADO O MEI poderá contratar um único empregado que receba exclusivamente 01 (um) salário mínimo ou o piso salarial da categoria profissional. O MEI deverá: I reter e recolher a contribuição previdenciária relativa ao segurado a seu serviço na forma da lei, observados prazo e condições estabelecidos pela RFB; II fica obrigado a prestar informações relativas ao segurado a seu serviço, devendo cumprir o disposto no inciso IV do art. 32 da Lei nº 8.212, de 1991; III está sujeito ao recolhimento da Contribuição Patronal Previdenciária (CPP) para a Seguridade Social, a cargo da pessoa jurídica, calculada à alíquota de 3% (três por cento) sobre o salário de contribuição. CESSÃO OU LOCAÇÃO DE MÃO-DE-OBRA O MEI não poderá realizar cessão ou locação de mão-de-obra. 190

191 1º Cessão ou locação de mão-de-obra é a colocação à disposição da empresa contratante, em suas dependências ou nas de terceiros, de trabalhadores, inclusive o MEI, que realizem serviços contínuos relacionados ou não com sua atividade fim, quaisquer que sejam a natureza e a forma de contratação. 2º Dependências de terceiros são aquelas indicadas pela empresa contratante, que não sejam as suas próprias e que não pertençam à empresa prestadora dos serviços. 3º Serviços contínuos são aqueles que constituem necessidade permanente da contratante, que se repetem periódica ou sistematicamente, ligados ou não a sua atividade fim, ainda que sua execução seja realizada de forma intermitente ou por diferentes trabalhadores. 4º Por colocação à disposição da empresa contratante entende-se a cessão do trabalhador, em caráter não eventual, respeitados os limites do contrato. Esta vedação não se aplica à prestação de serviços de hidráulica, eletricidade, pintura, alvenaria, carpintaria e de manutenção ou reparo de veículos. Para ter acesso as atividades permitidas a ingressar neste regime acesse na página da receita federal: no link do Simples Nacional a Resolução CGSN nº 78 de 13/09/2010 Anexo Único EIRELI EMPRESA INDIVIDUAL DE RESPONSABILIDADE LIMITADA Conforme Lei nº /2011, publicada no DOU de , foi alterada a Lei nº /2002 (Código Civil), a fim de ser instituída a Empresa Individual de Responsabilidade Limitada (Eireli), trazendo assim um grande progresso para a economia do país, pois este novo tipo de empresa procura inibir a criação de "sociedades fantasmas", ou seja, aquelas constituídas por um único sócio, sendo que a existência de outro ou de outros na sociedade, era apenas mera formalidade no papel, pois eles contribuíam com uma parcela ínfima na formação do capital social. Será permitida a constituição da Eireli por uma única pessoa titular da totalidade do capital social, devidamente integralizado, não inferior a 100 vezes o maior salário-mínimo vigente no País, sendo aplicadas, no que couber, as regras previstas para as sociedades limitadas. A Eireli assim constituída adquire personalidade jurídica, passando a ter patrimônio próprio, distinto do patrimônio do seu titular, cuja responsabilidade pessoal fica limitada ao montante do capital que a ela for atribuído. Depois de integralizado o capital, o titular da firma individual, por sua vez, isenta-se de qualquer outra obrigação perante a sua empresa e os credores dela. Saliente-se que as obrigações contraídas pela Eireli são de exclusiva responsabilidade dela, e se o seu patrimônio for insuficiente para a resolução, ficará a mesma sujeita ao regime falimentar. O titular da Eireli só responderá pelas dívidas sociais se ficar provado que houve o cometimento atos ilícitos no exercício da administração, observado o que dispõe Decreto-Lei nº 3.708/1919, art. 10; e a Lei nº 6.404/1976, arts. 117 e SISTEMA LUCRO PRESUMIDO Empresas com faturamento anual superior a R$ ,00 (três milhões e seiscentos mil reais) e até o limite de R$ ,00 (quarenta e oito milhões reais) ou com atividades impedidas para o SIMPLES. Sujeita aos demais impostos federais: PIS, COFINS, IRPJ e CSLL. IRPJ Imposto de Renda Pessoa Jurídica Alíquota: A alíquota do IRPJ é de 15%, porém se o valor do Lucro presumido obtido no trimestre for superior à R$ ,00, a alíquota será de 25%, percentuais aplicados sobre o Lucro Presumido. Lucro Presumido: É obtido mediante a aplicação dos percentuais abaixo sobre as receitas, que servirá de base de cálculo para aplicação das alíquotas de IRPJ : 8% sobre a receita bruta das vendas de produtos e mercadorias. 16% sobre a receita bruta de serviços de transportes e empresas que sejam exclusivamente prestadoras de serviços com faturamento anual inferior à R$ ,

192 32% sobre a receita bruta das prestações de serviços, desde que não se enquadrem na alíquota de 16%. CSLL Contribuição Social sobre o Lucro Líquido Alíquota: A alíquota da CSLL é de 9%, percentual a ser aplicado sobre o Lucro Liquido Presumido da CSLL. Lucro Líquido Presumido da CSLL: É obtido mediante a aplicação dos percentuais abaixo sobre as receitas. 12% sobre a receita bruta das vendas de produtos e mercadorias. 32% sobre a receita bruta das prestações de serviços. ALÍQUOTAS (diretas sobre o faturamento) - IMPOSTOS FEDERAIS LUCRO PRESUMIDO Imposto PIS COFINS IRPJ CSLL Base de Cálculo Receita Bruta Vencimento dos impostos: PIS e COFINS: dia 25 CSLL e IRPJ: dia 30/31 Receita Bruta Receita de Venda 3.11 SISTEMA LUCRO REAL Sistema de tributação onde o Imposto de Renda Pessoa Jurídica - IRPJ e a Contribuição Social sobre o Lucro Líquido - CSLL, serão calculados sobre o Lucro apurado na escrituração contábil. ALÍQUOTAS - IMPOSTOS FEDERAIS LUCRO REAL Receita de Serviços até R$ ,00 anuais (exceto hospitais, transporte e profissões regulament as) Receita de Serviços acima de R$ ,00 anuais e profissões regulament as (Receita Bruta compos ta por Venda) (Receita Bruta compos ta de Serviços ) Alíquota 0,65% 3,0% 1,2% 2,4% 4,8% 1,08% 2,88% IRPJ : 15% sobre o Lucro Contábil (a alíquota do IRPJ é de 15%, porém se o valor do Lucro Contábil no trimestre for superior à R$ ,00, sobre a diferença, a alíquota passará a ser de 25%) CSLL : 9% sobre o Lucro Contábil PIS : 1,65% sobre o faturamento; sendo permitido compensação de 1,65% sobre o valor das compras de mercadorias e produtos importados ou não, pagamentos de aluguéis de prédios, máquinas e equipamentos pagos à pessoas jurídicas; COFINS : 7,6% sobre o faturamento; sendo permitido compensação de 7,6% sobre o valor das compras de mercadorias e produtos importados ou não, pagamentos de aluguéis de prédios, máquinas e equipamentos pagos à pessoas jurídicas 192

193 3.12 NFTS NOTA FISCAL ELETRÔNICA DO TOMADOR / INTERMEDIÁRIO DE SERVIÇOS A Nota Fiscal Eletrônica do Tomador/Intermediário de Serviços NFTS foi instituída pela Lei Nº , de 8 de julho de 2011 e regulamentada através do Decreto de 31 de agosto de 2011, e se destina à declaração dos serviços tomados ou intermediados pelas pessoas jurídicas e pelos condomínios edilícios residenciais ou comerciais por ocasião da contratação de serviços. Deverão emitir a Nota Fiscal Eletrônica do Tomador/Intermediário de Serviços NFTS todas as pessoas jurídicas e os condomínios edilícios residenciais ou comerciais por ocasião da contratação de serviços, ainda que não haja obrigatoriedade de retenção na fonte do Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza ISS, nas seguintes hipóteses: I quando os serviços tiverem sido tomados ou intermediados de prestador estabelecido fora do Município de São Paulo; II quando responsáveis tributários nos termos do 1º do art. 7º da Lei /2003, no caso dos serviços terem sido tomados ou intermediados de pessoa jurídica estabelecida no Município de São Paulo que não emitir NFS-e, Cupom Fiscal Eletrônico ou outro documento fiscal cuja obrigatoriedade esteja prevista na legislação. A obrigatoriedade se estende a todos as pessoas jurídicas que tomarem serviços, mesmo que imunes ou isentas, inclusive às sociedades de profissionais. As empresas optantes pelo Simples Nacional não estão dispensadas da emissão, já o Microempreendedor Individual - MEI, optante pelo Sistema de Recolhimento em Valores Fixos Mensais dos Tributos abrangidos pelo Simples Nacional SIMEI, está desobrigado da emissão da Nota Fiscal Eletrônica do Tomador/Intermediário de Serviços NFTS. A obrigatoriedade da emissão da NFTS será a partir de 01/09/2011 e deverá ser emitida até o dia 2º dia útil do mês seguinte ao do recebimento do serviço contratado ou intermediado. O tomador de serviços deverá emitir uma NFTS para cada serviço tomado, sendo vedada a emissão de uma mesma NFTS que englobe serviços enquadrados em mais de um código de serviço. A NFTS deve ser emitida on-line, por meio da internet, no endereço eletrônico mediante a utilização da Senha Web ou Certificado Digital. A utilização de certificado digital válido, somente será obrigatória para todas as pessoas jurídicas que emitirem a Nota Fiscal Eletrônica do Tomador/Intermediário de Serviços e que também forem emitentes de Nota Fiscal de Serviços Eletrônica - NFS-e, exceto as optantes pelo Simples Nacional. As pessoas físicas não devem declarar os serviços tomados ou intermediados por meio da emissão da NFTS. Na hipótese da pessoa física ser responsável pelo recolhimento do ISS, deverá emitir a guia de recolhimento diretamente no portal de pagamentos. Somente após sua emissão será possível emitir o documento de arrecadação utilizando exclusivamente o aplicativo da NFTS. É possível cancelar uma guia de recolhimento emitida pelo sistema da NFTS desde que o ISS não tenha sido recolhido. Após o recolhimento do imposto pelo tomador de serviços, a NFTS somente poderá ser cancelada por meio de processo administrativo. As penalidades pelas infrações relativas aos documentos fiscais são: multa equivalente a 50% (cinqüenta por cento) do valor do imposto devido, observada a imposição mínima de R$ 1.075,08 (mil e setenta e cinco reais e oito centavos), aos tomadores de serviços responsáveis pelo pagamento do imposto que deixarem de emitir ou o fizerem com importância diversa do valor dos serviços ou com dados inexatos, nota fiscal eletrônica do tomador/intermediário de serviços; multa de R$ 74,11 (setenta e quatro reais e onze centavos), por documento, aos tomadores de serviços não obrigados à retenção e recolhimento do imposto que deixarem de emitir ou o fizerem com importância diversa do valor dos serviços ou com dados inexatos, nota fiscal eletrônica do tomador/intermediário de serviços. 193

194 Não é necessário solicitar autorização para emissão da NFTS. A emissão já está disponível para todas as pessoas jurídicas devidamente inscritas no Cadastro de Contribuintes Mobiliários CCM. O contratante estabelecido no Município de São Paulo que tomar serviços de prestador que emitir nota fiscal ou outro documento fiscal equivalente autorizado por outro Município ou pelo Distrito Federal, referente aos serviços descritos no artigo 9º A da Lei nº , de 24 de dezembro de 2003, ao declarar o serviço tomado por meio da emissão da Nota Fiscal do Tomador/Intermediário de Serviços, o sistema da NFTS verificará se o CNPJ do prestador possui inscrição no Cadastro de Empresas de Fora do Município CPOM. Em caso negativo o tomador deverá reter e recolher o valor do ISS. As NFTS emitidas pelo tomador de serviços não dão direito ao crédito e participação em sorteio. No caso do prestador de serviço ser optante pelo Simples Nacional e o tomador tiver que efetuar a retenção, a alíquota do ISS digitada no ato de emissão da NFTS será conforme alíquotas vigentes na Lei do Simples Nacional. Caso não possua a SENHA WEB para acesso ao sistema e emissão da NFTS, favor solicitar através dos s: ou Obs: As mesmas deverão ser anexadas junto à nota fiscal de origem caso seja acobertada após o prazo descrito, nos informar para que seja providenciada a guia RETENÇÕES NA FONTE - PIS/COFINS/CSLL (4,65%) O recolhimento dos 4,65% referente ao PIS/COFINS/CSLL é quinzenal (ref. ao período de 1 a 15 o vencimento é todo dia 15 e ref. ao período de 16 a 31 é no ultimo dia útil do mês), e o valor mínimo de pagamentos sujeitos a retenção é de R$ 5.000,01 por mês. Passamos alguns exemplos: Se o valor dos pagamentos na 1ª quinzena for inferior a R$ 5.000,01 não haverá retenção. Se somados os pagamentos da 1ª quinzena com os da 2ª quinzena ainda não totalizar R$ 5.000,01 neste mês o fornecedor dos serviços não sofrerá retenção. Não acumulando para o mês seguinte. 1ª quinzena R$ 3.000,00 2ª quinzena R$ Soma do mês R$ (não terá a retenção dos 4,65%por não atingir R$ 5.000,01) Se o valor dos pagamentos na 1ª quinzena for inferior a R$ 5.000,01 não haverá retenção. Se somados os pagamentos da 1ª quinzena com os da 2ª quinzena restar valor superior a R$ 5.000,01 deverá ser recolhida a soma do mês, com período de apuração da 2ª quinzena deste mês. 1ª quinzena R$ 3.000,00 2ª quinzena R$ 4.000,00 Soma do mês R$ 7.000,00 (haverá retenção dos 4,65% correspondente a R$ 325,50 referente a 1ª e a 2ª quinzena e deverá recolher até o último dia útil da quinzena seguinte ou quinzena do pagamento). Se o valor dos pagamentos da 1ª quinzena for superior a R$ 5.000,00 haverá retenção e o recolhimento é até o último dia útil da quinzena seguinte ou quinzena do pagamento. Se na quinzena seguinte do mesmo mês houver qualquer pagamento haverá retenção, que deverá ser recolhida no último dia útil da quinzena seguinte ou quinzena do pagamento. 1ª quinzena R$ 6.000,00 x 4,65% = R$ 279,00 2ª quinzena R$ 4.000,00 x 4,65% = R$ 186,00 Soma do mês R$ ,00 (a retenção será por quinzena, por atingir o limite de R$ 5.000,01 para cálculo da 2ª quinzena mesmo sendo o valor menor de R$ 5.000,00, mas é que a soma do mês é de R$ ,00) RETENÇÃO NA FONTE DO IR ALÍQUOTA DE 1,5% e 1,0% Informamos que em cumprimento da Instrução Normativa Nº. 25/1996, que regula a obrigatoriedade da Retenção do Imposto de Renda na Fonte sobre a prestação de serviço, fica a prestadora obrigada a reter sobre os serviços prestados o Imposto de Renda na Fonte, podendo ser 1,0% ou 1,5% 194

195 dependendo do serviço prestado. O vencimento deste imposto é dia 20 de cada mês (antecipar o recolhimento quando o vencimento ocorrer em feriado ou fim de semana) EXEMPLO DE NOTA FISCAL DE SERVIÇO COM RETENÇÕES As Notas Fiscais de Serviços emitidas cujo valor do serviço for superior a R$ 5.000,00 deverá no corpo da Nota Fiscal, estar discriminado (caso esteja obrigada a fazê-lo) os seguintes descontos : - PIS 0,65% - COFINS 3,0% - Contribuição Social 1,0% - IRRF 1,5% (se for devido) O valor a ser pago ao prestador do serviço é o valor Bruto menos as Retenções SPED CONTÁBIL - ESCRITURAÇÃO CONTÁBIL DIGITAL Por meio da Instrução Normativa RFB nº 787/2007, foi instituída a Escrituração Contábil Digital (ECD), para fins contábeis, fiscais e previdenciários. A ECD compreende a versão digital dos seguintes livros: Livro Diário e seus auxiliares se houver; Livro Razão e seus auxiliares se houver, Livros Balancetes Diários, balanços e fichas de lançamento comprobatórias dos assentamentos neles transcritos. Os livros contábeis emitidos em forma eletrônica deverão ser assinados digitalmente pelo sócio responsável perante a JUNTA COMERCIAL, utilizando-se do Certificado Digital e-cpf de segurança mínima tipo A3. Estão obrigadas a adotar o Sped Contábil: Em relação aos fatos contábeis ocorridos a partir de 01/01/2008, as pessoas jurídicas que possuem um acompanhamento econômico tributário diferenciado por parte da Receita Federal e que são sujeitas a tributação do Imposto de Renda com base no Lucro Real. Em relação aos fatos contábeis ocorridos a partir de 01/01/2009, as demais pessoas jurídicas sujeitas a tributação do Imposto de Renda com base no Lucro Real. O SPED CONTÁBIL é transmitido anualmente até o último dia do mês de Junho do ano seguinte ao ano calendário a que se refira a escrituração, (com uso obrigatório do Certificado Digital e-cpf do sócio responsável perante a Junta Comercial e o e-cpf do contador responsável). A não apresentação da ECD no prazo estipulado acarretará a aplicação de multa no valor de R$ 5.000,00 por mês calendário ou fração. O Contribuinte deve ficar muito atento quando da entrega do SPED CONTÁBIL, tendo em vista que após a sua entrega através do SPED e da Autenticação Digital do Livro Diário pela Junta Comercial, fica impedida a retificação de qualquer dado informado incorretamente. Os lançamentos contábeis deverão obrigatoriamente ser escriturados: - Em contas analíticas; - Dentro do período de escrituração; - Conter data, histórico, valor, indicador de número de documento e número de lançamento. O SPED tem como objetivo: - A eliminação de papel; - Simplificação das obrigações acessórias; - Uniformização das informações que o contribuinte presta as diversas unidades federadas; - Redução do envolvimento involuntário em práticas fraudulentas; - Redução do tempo despendido com a presença de auditores fiscais nas instalações do contribuinte; 195

196 - Fortalecimento do controle e da fiscalização por meio de intercâmbio de informações entre as administrações tributárias; - Rapidez no acesso as informações, - Aperfeiçoamento do combate à sonegação. Com o SPED CONTÁBIL a Receita Federal terá maior possibilidade de realização de ações fiscais coordenadas e integradas, maior possibilidade de intercâmbio de informações fiscais e maior cruzamento de dados entre todos os órgãos federais, estaduais e municipais. CUIDADOS QUE OS CONTRIBUINTES OBRIGADOS A ECD DEVEM TER: - Não possuir informações contábeis inconsistentes; - Os fatos geradores de tributos realizados hoje poderão ser fiscalizados por LEIS ainda desconhecidas, que irão ser publicadas nos próximos anos e estas LEIS poderão alterar o mecanismo de fiscalização de tributos de acordo com as realidades tecnológicas do futuro; - Possuir uma regular base contábil e fiscal de sua empresa; - Ter uma posição extremamente conservadora quanto ao pagamento de tributos; - Caso optem pelo não pagamento de algum tributo, que o façam mediante ação judicial preventiva; - Fazer um planejamento tributário da empresa, considerando ao máximo as tendências tecnológicas de fiscalização para prever de forma mais objetiva o risco das decisões tomadas; - Conhecer o novo cenário Fiscal e Tributário SPED, - Avaliar os processos internos da empresa para adequação do SPED. Sendo assim, alertamos da necessidade das empresas optantes pelo LUCRO REAL, possuírem uma escrituração contábil perfeita, sem margens de erros, visto que todas as informações fiscais, contábeis e previdenciárias estarão sendo enviadas diretamente a Receita Federal. Alertamos também que empresas que possuem outro regime de tributação seja ele LUCRO PRESUMIDO ou OPTANTE PELO SIMPLES NACIONAL, já comecem a estudar a possibilidade de em um futuro próximo esta obrigatoriedade ser para todos os regimes de tributação SINCO NOTAS FISCAIS O programa gerador de dados do Sistema Integrado de Coleta - PGD Sinco deve ser utilizado pelas pessoas jurídicas obrigadas a manter à disposição da Secretaria da Receita Federal do Brasil os arquivos digitais e sistemas para quando for solicitado, via intimação da Secretaria da Receita Federal do Brasil. O programa possibilita a importação, validação e transmissão dos arquivos de notas fiscais de entrada e/ou de saída das pessoas jurídicas obrigadas pela legislação federal. Contempla ainda, a função de digitar os registros, quando o contribuinte não dispor de um sistema que atenda adequadamente à legislação, apresentando os totais de compras e/ou vendas de cada arquivo ao qual o informante deverá confirmar, antes de gravá-lo para transmissão e faz as críticas aos campos a serem preenchidos, de acordo com a legislação pertinente DISPENSA DA UTILIZAÇÃO As empresas que eram optantes pelo Sistema Integrado de Pagamento de Impostos e Contribuições das Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Simples Nacional), estão dispensadas do cumprimento desta obrigação DEMONSTRAÇÃO DE OPERAÇÕES IMOBILIÁRIAS - DOI A entrega da Declaração de Operações Imobiliárias é para a Receita Federal, conforme IN. SRF nº 196

197 324/2003, e deve ser entregue por Cartórios de Ofício de Notas, de Registro de Imóveis e de Registro de Títulos e Documentos. Será entregue mensalmente referente as operações do mês anterior, tanto para Pessoas Físicas como para Pessoas Jurídicas. Para a entrega da DOI é obrigatória a assinatura digital da declaração mediante utilização do certificado digital válido DECRED A DECRED é uma declaração entregue pelas administradoras de cartões de crédito. As administradoras de cartão prestarão, por intermédio da DECRED, informações sobre as operações efetuadas com cartão de crédito, compreendendo a identificação dos usuários de seus serviços e os montantes globais mensalmente movimentados. As administradoras de cartões ficam dispensadas de prestar informações em relação aos seguintes titulares: No caso de Pessoa Física: que gaste menos de R$ 5.000,00 por mês; No caso de Pessoa Jurídica: que gaste menos de R$ ,00 por mês; A multa para as administradoras de cartão de crédito pela falta de entrega da declaração é de R$ 5.000,00 por mês. Sua entrega é Semestral referente ao Semestre anterior. Esta declaração será confrontada com a DIPJ (entregue pelas Pessoas Jurídicas), a fim de comprovarem se as empresas estão declarando as receitas oriundas de vendas com cartão de crédito D.M.E.D. DECLARAÇÃO DE SERVIÇOS MÉDICOS E DE SAÚDE A DMED deve ser entregue por todas as pessoas jurídicas e equiparadas, prestadoras de serviços de saúde, como hospitais, laboratórios, clínicas odontológicas, de fisioterapia, terapia ocupacional, psicologia, e clínicas médicas de qualquer especialidade, e operadoras de planos privados de assistência à saúde, com funcionamento autorizado pela Agência Nacional de Saúde Suplementar. O objetivo da Declaração de Serviços Médicos é fornecer informações para validar as despesas médicas declaradas pelas pessoas físicas e assim evitar a retenção, em malha fiscal, das declarações D.I.R.P.F. A partir de 2011, a pessoa física poderá verificar se suas despesas médicas declaradas foram informadas na DMED por meio da consulta ao extrato da Declaração do Imposto de Renda, disponível na internet. Cabe salientar que estão desobrigados da Declaração os profissionais liberais pessoas físicas, que prestem serviços de saúde, mas não estejam equiparados a pessoa jurídicas e planos públicos de assistência à saúde DECLARAÇÃO DE DÉBITOS E CRÉDITOS TRIBUTÁRIOS FEDERAIS - DCTF É entregue pelas Pessoas Jurídicas em geral, inclusive as equiparadas. Deverá ser transmitida mensalmente pela Internet, com programa específico da Receita Federal. E sempre será entregue pela matriz quando houver mais de uma empresa. O correto preenchimento da DCTF é essencial para evitar o recebimento de Intimações Fiscais. As informações são fornecidas mensalmente. Estão isentas da entrega as: Microempresas Empresas de Pequeno Porte as Inativas e as empresas sem débitos a declarar. Para a entrega da DCTF é obrigatório uso do Certificado Digital. 197

198 3.23 DECLARAÇÃO DO IMPOSTO DE RENDA RETIDO NA FONTE DIRF É uma Declaração Anual, entregue a Receita Federal via Internet, por todas as Pessoas Jurídicas e Pessoas Físicas que tinham pago ou creditado rendimentos que tenham sofridos retenção do imposto de renda retido na fonte e tenham distribuído lucros ou dividendos. Sua entrega é sempre referente ao ano anterior. A DIRF deve ser entregue sempre até o último dia útil de Fevereiro de cada ano DACON A DACON visa apurar o PIS/PASEP e COFINS, sendo de apresentação obrigatória para as Pessoas Jurídicas em geral, tributadas pelo imposto de renda com base no Lucro Real e Lucro Presumido. Esse demonstrativo deve ser apresentado pelo estabelecimento matriz da Pessoa Jurídica mensalmente. O sujeito passivo que deixar de apresentar o DACON ou entregá-lo após o prazo estará sujeito à multa de R$ 500,00 por mês-calendário. Caso o apresente com incorreções ou omissões, estará sujeito à multa de cinco por cento, não inferior a R$ 100,00 sobre o valor das transações comerciais ou das operações financeiras. Para a entrega da DACON, é obrigatório o uso do Certificado Digital DECLARAÇÃO DE INFORMAÇÃO SOBRE ATIVIDADES IMOBILIÁRIAS DIMOB A DIMOB deve ser entregue à Secretaria da Receita Federal do Brasil pelas pessoas jurídicas e equiparadas: 1. Que comercializarem imóveis que houverem construído, loteado ou incorporado para esse fim; 2. Que intermediarem aquisição, alienação ou aluguel de imóveis; 3. Que realizarem sublocação de imóveis; 4. Constituídas para a construção, administração, locação ou alienação do patrimônio próprio, de seus condôminos ou sócios. As pessoas jurídicas e equiparadas de que trata o item 1 apresentarão as informações relativas a todos os imóveis comercializados ainda que tenha havido a intermediação de terceiros. As pessoas jurídicas e equiparadas que não tenham realizado operações imobiliárias no ano-calendário de referência estão desobrigadas da apresentação da DIMOB DECLARAÇÃO DE COMPENSAÇÃO PER/DCOMP O sujeito passivo que apurar crédito relativo a tributo ou contribuição administrado pela SRF, passível de restituição ou de ressarcimento, poderá utilizá-lo na compensação de débitos próprios, vencidos ou vincendos, relativos a quaisquer tributos ou contribuições sob administração da SRF. Constatada pela SRF a compensação indevida de tributo ou contribuição já confessado ou lançado de ofício, o sujeito passivo será comunicado da não-homologação da compensação e intimado a efetuar o pagamento do débito no prazo de 30 (trinta) dias, contado da ciência do procedimento. A Per/Dcomp deverá ser transmitida através do certificado digital da Pessoa Jurídica DECLARAÇÃO DE INFORMAÇÕES ECONÔMICO-FISCAIS DE PESSOAS JURÍDICAS - D.I.R.P.J Estão obrigadas a entrega da DIPJ, as pessoas jurídicas sujeitas ao Imposto de Renda com base no Lucro Real, Lucro Presumido ou Lucro Arbitrado. A declaração deve ser entregue pela Internet, sendo o prazo de entrega no mês de Junho de cada ano. 198

199 A falta de apresentação da declaração ou sua apresentação fora do prazo fixado sujeitar-se-á à multa, e esta vem direto da Receita Federal. Para a entrega D.I.R.P.J é obrigatório o uso do Certificado Digital DECLARAÇÃO SIMPLIFICADA DA PESSOA JURÍDICA INATIVA Considera-se inativa a Pessoa Jurídica que não efetuou qualquer atividade operacional, nãooperacional, financeiro ou patrimonial, que não tenha exercido atividades desde o início do período até a data do evento, (durante todo o período abrangido pela declaração). A Declaração de Inatividade deve ser entregue até o último dia útil do mês de Março de cada ano. A falta de apresentação da Declaração de Inatividade, ou a sua apresentação fora do prazo fixado, sujeitar-se-á à multa de R$ 200, FCONT - CONTROLE FISCAL CONTÁBEL DE TRASIÇÃO Conforme a Instrução Normativa RFB n o 949/09, o FCONT (Controle Fiscal Contábil de Transição) é uma escrituração das contas patrimoniais e de resultado, em partidas dobradas, que considera os métodos e critérios contábeis aplicados pela legislação tributária em 31 de dezembro de Portanto, as alterações introduzidas pela Lei nº , de 28 de dezembro de 2007, e pelos arts. 37 e 38 da Lei nº , de 27 de maio de 2009, que modifiquem o critério de reconhecimento de receitas, custos e despesas computadas na escrituração contábil, para apuração do lucro líquido do exercício definido no art. 191 da Lei nº 6.404, de 15 de dezembro de 1976, não terão efeitos para fins de apuração do lucro real e da base de cálculo da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) da pessoa jurídica sujeita ao RTT, devendo ser considerados, para fins tributários, os métodos e critérios contábeis vigentes em 31 de dezembro de A apresentação dos dados a que se refere o art. 1º também será exigida da Pessoa Jurídica que se encontre na situação prevista no 4º do art. 8º da Instrução Normativa RFB nº 949, de 16 de junho de Fica instituído o Controle Fiscal Contábil de Transição (FCONT) para fins de registros auxiliares previstos no inciso II do 2º do art. 8º do Decreto-Lei nº 1.598, de 1977, destinado obrigatória e exclusivamente às pessoas jurídicas sujeitas cumulativamente ao lucro real e ao RTT. A elaboração do FCONT é obrigatória, mesmo no caso de não existir lançamento com base em métodos e critérios diferentes daqueles prescritos pela legislação tributária, baseada nos critérios contábeis vigentes em 31 de dezembro de 2007, nos termos do art. 2º. Portanto, a partir do ano-calendário 2010, estão obrigadas à apresentação do Fcont, as pessoas jurídicas que apurem a base de cálculo do IRPJ pelo lucro real, mesmo no caso de não existir lançamento com base em métodos e critérios diferentes daqueles prescritos pela legislação tributária, baseada nos critérios contábeis vigentes em 31 de dezembro de DEFIS DECLARAÇÃO DE INFORMAÇÕES SOCIOECONOMICAS E FISCAIS A partir do ano-calendário 2012, as informações socioeconômicas e fiscais, que antes eram prestadas na DASN, passam a ser declaradas anualmente por meio da Declaração de Informações Socioeconômicas e Fiscais Defis, que estará disponível em módulo específico no PGDAS-D. A partir do ano-calendário 2012, a Declaração de Informações Socioeconômicas e fiscais DEFIS deverá ser entregue a RFB, por meio de módulo do aplicativo PGDAS-D, até 31 de março do ano-calendário subsequente ao da ocorrência dos fatos geradores dos tributos previstos no Simples Nacional. Nas hipóteses em que a ME ou EPP tenha sido incorporada, cindida, total ou parcialmente, extinta ou fundida, a DEFIS relativa à situação especial deverá ser entregue: no último dia do mês de junho, quando o evento ocorrer no primeiro quadrimeste do ano-calendário; 199

200 no último dia do mês subsequente ao do evento, nos demais casos D.I.T.R. DECLARAÇÃO DE IMPOSTO TERRITORIAL E RURAL Estão obrigados a Entrega da DITR: A pessoa física ou jurídica que, em relação ao imóvel rural, inclusive o imune ou isento, seja na data da efetiva apresentação: Proprietário; Titular do domínio útil; Possuidora a qualquer titulo, inclusive a usufrutuário A D.I.T.R. poderá ser entregue com o uso do computador ou em formulário. O prazo de entrega é ate o ultimo dia útil do mês de setembro. O pagamento da 1º quota ou quota única também deverá ser feita até o ultimo dia útil do mês de setembro. Pode ser entregue pela Internet Disquete ou Formulário para a Receita Federal DECLARAÇÃO DE AJUSTE ANUAL DE IMPOSTO DE RENDA RETIDO NA FONTE PESSOAS FÍSICAS - D.I.R.P.F. Estão obrigados a entregar a D.I.R.P.F., a pessoa física que: Receberam durante o ano valores tributados ou isentos, superiores ou iguais ao limite divulgado pela Receita Federal. Obteve, em qualquer mês, ganho de capital na alienação de bens e direitos, ou realizau operações em bolsas de valores, de mercadorias, de futuros de assemelhadas. Optou pela isenção do imposto sobre a renda incidente sobre o ganho de capital auferido na venda de imóveis residenciais. Recebeu durante o ano valor relativo à atividade rural, superior ou igual ao limite divulgado pela Receita Federal. Teve posse ou propriedade durante o ano, de bens e direitos, inclusive terra nua, de valor superior ao limite divulgado pela Receita Federal. Passou a condição de residente no Brasil em qualquer mês e nessa condição se encontrava em 31 de dezembro. O prazo de entrega é até o último dia útil do mês de abril e nesta data vence também a primeira quota ou quota única do imposto, caso houver CARNÊ-LEÃO Ficam sujeitas ao recolhimento mensal obrigatório do Imposto de Renda (carnê-leão) as pessoas físicas, residentes ou domiciliadas no Brasil, que receberem de outras pessoas físicas ou de fontes situadas no exterior rendimentos tributáveis não sujeitos ao desconto do imposto na fonte. O imposto deverá ser recolhido até o último dia útil do mês subseqüente àquele em que os rendimentos houverem sido percebidos. Na declaração de ajuste anual os rendimentos serão incluídos como tributáveis e o imposto pago mensalmente será compensado DISTRIBUIÇÃO DE LUCROS Os rendimentos oriundos de distribuição de lucros são rendimentos isentos desde que as empresas estejam rigorosamente em dia com os recolhimentos de impostos federais. 200

201 As pessoas jurídicas, enquanto estiverem em débito, não garantido, por falta de recolhimento de imposto no prazo legal, não poderão: I distribuir quaisquer bonificações a seus acionistas ou sócios; II dar ou atribuir participação de lucros a seus sócios ou quotistas, bem como a seus diretores e demais membros de órgãos dirigentes, fiscais ou consultivos. Obs.: Artigo 889 e Lei nº 4.357, de 1964, artigo 32. Ainda presume-se distribuição disfarçada de lucros no negócio quando a pessoa jurídica; a) aliena, por valor notoriamente inferior ao de mercado, bem como do seu ativo a pessoa ligada; b) adquire, por valor notoriamente superior ao de mercado, bem de pessoa ligada; c) perde, em decorrência do não-exercício de direito à aquisição de bem e em benefício de pessoa ligada, sinal, depósito em garantia ou importância paga para obter opção de aquisição; d) transfere a pessoa ligada, sem pagamento ou por valor inferior ao de mercado, direito de preferência à subscrição de valores mobiliários (por exemplo: ações e debêntures) de emissão de companhia; e) paga a pessoa ligada aluguéis, royalties ou assistência técnica em montante que excede notoriamente ao valor de mercado; f) realiza com pessoa ligada qualquer outro negócio em condições de favorecimento, assim entendidas condições mais vantajosas para a pessoa ligada do que as que prevaleçam no mercado ou que a pessoa jurídica contrataria com terceiros. Os valores recebidos a título de pró-labore são rendimentos tributáveis na fonte, pela aplicação da tabela progressiva de Imposto de Renda RECOLHIMENTO EM ATRASO FEDERAL A falta de recolhimento ou o recolhimento a menor, nos prazos previstos na legislação, e desde que não iniciado o procedimento fiscal, implicará a incidência de Multa moratória, calculada à razão de 0,33% por dia de atraso, sobre o valor do imposto, até o limite de 20%. Os Juros moratórios serão calculados à razão de 1% no primeiro mês subseqüente ao vencimento sobre o montante do débito e a partir do segundo mês subseqüente ao vencimento será corrigido pela taxa SELIC CERTIFICAÇÃO DIGITAL É um conjunto de dados de computador, gerados por uma Autoridade Certificadora, em observância à Recomendação Internacional ITUT X.509, que se destina a registrar, de forma única, exclusiva e intransferível, a relação existente entre uma chave de criptografia e uma pessoa física, jurídica, máquina ou aplicação. Os certificados digitais possuem assinatura eletrônica de uma instituição reconhecida e confiável. A criptografia empregada impede falsificação, adulteração ou cópia da assinatura eletrônica, tornandoa inviolável. Garante-se, assim, que a assinatura e identificação sejam verdadeiras. A Certificação Digital garante autenticidade, privacidade e inviolabilidade. Em suma, o documento eletrônico gerado por quem possui um Certificado Digital não pode ser contestado nem alterado, valendo como se fosse uma assinatura de próprio punho em documento em papel. CERTIFICADO DO TIPO A1 E S1 É o certificado em que a geração das chaves criptográficas é feita por software e seu armazenamento pode ser feito em hardware ou repositório protegido por senha, cifrado por software. Sua validade máxima é de um ano, sendo a freqüência de publicação da Lista de Certificados Revogados no máximo de 48 horas e o prazo máximo admitido para conclusão do processo de revogação de 72 horas. 201

202 CERTIFICADO DO TIPO A2 E S2 É o certificado em que a geração das chaves criptográficas é feita em software e as mesmas são armazenadas em cartão inteligente ou token, ambos sem capacidade de geração de chave e protegidos por senha. As chaves criptográficas têm no mínimo 1024 bits. A validade máxima do certificado é de dois anos, sendo a freqüência de publicação da Lista de Certificados Revogados no máximo de 36 horas e o prazo máximo admitido para conclusão do processo de revogação de 54 horas. CERTIFICADO DO TIPO A3 E S3 É o certificado em que a geração e o armazenamento das chaves criptográficas são feitos em cartão inteligente ou token, ambos com capacidade de geração de chaves e protegidos por senha ou hardware criptográfico aprovado pela ICP-Brasil. As chaves criptográficas têm no mínimo 1024 bits. A validade máxima do certificado é de três anos, sendo a freqüência de publicação da Lista de Certificados Revogados no máximo de 24 horas e o prazo máximo admitido para conclusão do processo de revogação de 36 horas. CERTIFICADO DO TIPO A4 E S4 É o certificado em que a geração e o armazenamento das chaves criptográficas são feitos em cartão inteligente ou token, ambos com capacidade de geração de chaves e protegidos por senha ou hardware criptográfico aprovado pela ICP-Brasil. As chaves criptográficas têm no mínimo 2048 bits. A validade máxima do certificado é de três anos, sendo a freqüência de publicação da Lista de Certificados Revogados no máximo de 12 horas e o prazo máximo admitido para conclusão do processo de revogação de 18 horas. A Certificação Digital é fornecida por empresas homologadas à Receita Federal, (veja lista no site e servirá para acesso ao portal e-cac (Centro Virtual de Atendimento ao Contribuinte) que foi criado com o intuito de disponibilizar atendimento ao contribuinte de forma interativa. As empresas, no ato da aquisição da Certificação Digital, devem fazer uma Procuração Digital para autorizar o Contador a estar realizando os trabalhos mensais e anuais. Importante: O certificado A3 é válido por um três anos, e é o mais indicado para os clientes, já que este é válido para as obrigações federais, trabalhista e estatuais são entregues via certificação digital. Alertamos nossos clientes da necessidade de manterem sues certificados digitais vigentes, caso contrario não conseguiremos cumprir com as obrigações junto aos órgãos, ocasionando multas e intimações as empresas. ENTIDADES CREDENCIADAS:

203 CAIXA POSTAL DO CERTIFICADO DIGITAL e-cac Todos os contribuintes que adquiriram o Certificado Digital da Receita Federal (e-cpf ou o e-cnpj) possuem acesso a um serviço eletrônico chamado Caixa Postal, que encontra-se no e-cac (página da Receita Federal). Este serviço possibilita ao contribuinte certificado acessar e gerenciar as mensagens enviadas pela Secretaria da Receita Federal para sua caixa postal. Isso possibilita a comunicação de forma centralizada, segura e sigilosa entre a Administração Tributária e o Contribuinte, de forma a consolidar as informações sobre diversos sistemas relacionados à interação Fisco-Contribuinte. O contribuinte certificado - pessoa física ou jurídica - poderá obter informações a respeito de processamentos realizados pelos sistemas informatizados da Secretaria da Receita Federal, tanto sobre dados de seu interesse pessoal, como também receber comunicados de ordem geral, lembretes para cumprimento de obrigações acessórias e aviso sobre vencimento de tributos, bem assim de pendências existentes nos sistemas da Secretaria da Receita Federal. Atualmente, a aplicação permite ao detentor da caixa postal o acesso à sua lista de mensagens recebidas, bem como sua exclusão e leitura individuais. Solicitamos a todos os clientes que possuem o Certificado Digital e a devida leitora que acessem a Caixa Postal do seu certificado digital ao menos 02 vezes por mês, a fim de verificarem possíveis comunicados por parte da Receita Federal, visto que uma vez enviado a Caixa Postal do contribuinte, a Receita NÃO enviará o comunicado via correio. Informamos que a Confidence NÃO TEM ACESSO a caixa postal individual de cada cliente através da Procuração Eletrônica. A Receita lembra mais uma vez que não envia s, ou qualquer outro tipo de correspondência através da Internet, solicitando o fornecimento de suas informações fiscais, bancárias e cadastrais, fora deste ambiente certificado. Acesse sua caixa postal sempre e mantenha-se bem informado! 3.38 DTE - DOMICÍLIO TRIBUTÁRIO ELETRÔNICO Com o objetivo de melhor atendê-lo, a Receita Federal do Brasil colocou à sua disposição a opção pelo Domicílio Tributário Eletrônico (DTE). O DTE está previsto no art. 23 do Decreto /72, que trata do processo administrativo fiscal. Optando pelo DTE, você terá várias facilidades, tais como: redução no tempo de trâmite dos processos administrativos digitais, desburocratização de procedimentos, garantia quanto ao sigilo fiscal, maior agilidade no recebimento de atos e termos do processo administrativo fiscal produzido eletronicamente, tudo isso com total segurança contra o extravio de informações. Além disso, ao optar pelo DTE você terá acesso, na íntegra, a todos os processos digitais existentes em seu nome, que estão tramitando no âmbito da Receita Federal, da Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional e do Conselho de Recursos Fiscais. E mais: de acordo com as regras estabelecidas pelo Decreto /72, com o DTE você será considerado intimado 15 dias após o registro da comunicação em sua caixa postal. Somente após esses 15 dias é que iniciará o prazo para que você atenda à intimação recebida. Assim, você terá 15 dias a mais para preparar suas impugnações, seus recursos, etc. 203

204 Uma outra vantagem da opção pelo DTE é a possibilidade de recebimento de mensagens genéricas, via serviço SMS, que informam o envio de mensagens à sua Caixa Postal. Para isso, no Termo de Opção você poderá cadastrar até três números de celulares e uma palavra-chave. Assim, até três diferentes pessoas na sua empresa, como por exemplo, o administrador, o seu funcionário de confiança e o advogado, podem receber simultaneamente mensagens SMS, informando da comunicação. Para adotar o DTE, você só precisa ter a certificação digital e fazer a opção pelo site da Receita no endereço seguindo esses passos: entrar no Portal e-cac -> Serviços Disponíveis -> Caixa Postal -> Termo de Opção por Domicílio Tributário Eletrônico, e pronto: você será conduzido a uma tela que informará as normas e as condições de utilização e manutenção do DTE TRIBUTOS E CONTRIBUIÇÕES FEDERAIS Acompanhamento econômico-tributário diferenciado das pessoas jurídicas Disposições: A Secretaria da Receita Federal, por meio de suas unidades, efetuará, mensalmente, acompanhamento econômico-tributário diferenciado das pessoas jurídicas, destacando-se que: o acompanhamento deverá verificar os níveis de arrecadação de tributos e contribuições federais administrados pela SRF, em função do potencial econômico-tributário das pessoas jurídicas; o acompanhamento levará em conta o comportamento dos seguintes tributos e contribuições : IRPJ IPI (exceto Importação) IRRF IOF CSLL COFINS PIS-Pasep Cide-Combustíveis e Cide- Remessa para o Exterior e contribuições Previdenciárias ; as pessoas jurídicas objeto do acompanhamento serão indicadas pela COMAC (Coordenação Especial de Acompanhamento dos Maiores Contribuintes), com base nas informações relativas à receita bruta constante da DIPJ, aos débitos declarados nas DCTF, na DACON, massa salarial constantes na GFIP, e débitos totais declarados na GFIP e representatividade na arrecadação de tributos administrados pela RFB; a pessoa jurídica receberá até o último dia útil do mês de janeiro de cada ano, notificação do chefe da unidade da SRF de sua jurisdição comunicando sua indicação para o acompanhamento diferenciado. Este acompanhamento será efetuado por intermédio do monitoramento da arrecadação e do tratamento das informações relacionadas com o crédito tributário, utilizando-se os dados disponíveis nos sistemas informatizados da SRF, inclusive as informações coletadas junto a fontes externas RECEITA FEDERAL - INOVAÇÕES MONITORAMENTO DE CONTAS BANCÁRIAS PELO BANCO CENTRAL É importante que você tenha conhecimento que suas contas bancárias estão sendo monitoradas pelo Governo. Apelidado de Hal, o cérebro eletrônico mais poderoso de Brasília fiscalizará as contas bancárias de todos os brasileiros. Desde 05/2009 este computador trabalha sem cessar no quinto subsolo do Banco Central e foi instalado especialmente para reunir, atualizar e fiscalizar todas as contas bancárias das 182 instituições financeiras instaladas no País. Seu nome oficial é Cadastro de Clientes do Sistema Financeiro Nacional - CCS na sigla abreviada, já apelidado de HAL. A primeira carga de informações que o computador recebeu durou quatro dias. 204

205 Ao final do processo, ele havia criado nada menos que 150 milhões de diferentes pastas uma para cada correntista do País, interligadas por CPF's e CNPJ's aos nomes dos titulares e de seus procuradores. A cada dia, Hal acrescentará a seus arquivos cerca de um milhão de novos registros, em informações providas pelo sistema bancário. Quando o sistema se estabilizar, o CCS deverá responder a cerca de 3 mil consultas diárias. Toda conta que for aberta, fechada, movimentada ou abandonada, em qualquer banco do País, estará armazenada ali, com origem, destino e nome do proprietário. São três servidores e cinco CPU's de diversas marcas trabalhando simultaneamente, no que se costuma chamar de cluster. Este conjunto é o novo coração de um grande sistema de processamento que ocupa um andar inteiro do edifício-sede do Banco Central. Seu poderio não vem da capacidade bruta de processamento, mas do software que o equipa. Desenvolvida pelo próprio BC, a inteligência artificial do Hal consumiu a maior parte dos quase R$ 20 milhões destinados ao projeto - gastos principalmente com a compra de equipamentos e o pagamento da mão-de-obra especializada. Só há dois sistemas parecidos no planeta. Um na Alemanha, outro na França, mas ambos são inferiores ao brasileiro. No alemão, por exemplo, a defasagem entre a abertura de uma conta bancária e seu registro no computador é de dois meses. Aqui, o prazo é de dois dias. Não por acaso, para chegar perto do Hal, é preciso passar por três portas blindadas, com código de acesso especial. Visto em perspectiva, o sistema é o complemento tecnológico do Sistema Brasileiro de Pagamentos (SBP), que uniformizou as relações entre os bancos, as pessoas, empresas e o governo. Com o Hal, o Banco Central ganha uma ferramenta tecnológica a altura de um sistema financeiro altamente informatizado e moderno. Recuperamos o tempo perdido", diz o diretor de Administração do BC, João Antônio Fleury. O supercomputador promete, também, ser uma ferramenta decisiva no combate a fraudes, caixa dois e lavagem de dinheiro no Brasil. ' "Vamos abrir senha para que os juízes possam acessar diretamente o computador", informa Fleury. O banco de dados do Hal remete aos movimentos dos últimos cinco anos. Antes de sua chegada, quando a Justiça solicitava uma quebra de sigilo bancário, o Banco Central era obrigado a encaminhar ofício a 182 bancos, solicitando informações sobre um CPF ou CNPJ. Multiplique-se isso por três mil pedidos diários. São 546 mil pedidos de informações à espera de meio milhão de respostas. Em determinados casos, o pedido de quebra de sigilo chegava ao BC com um mimo: "Cumpra-se em 24 horas, sob pena de prisão". A partir da estréia do Hall, com um simples clique, COAF, Ministério Público, Polícia Federal e qualquer juiz têm acesso a todas as contas que um cidadão ou uma empresa mantêm no Brasil. R$ 20 milhões foi o orçamento da criação do cadastro de clientes do sistema financeiro. Sob controle 182 bancos 150 milhões de contas 1 milhão de dados bancários por dia... RECEITA FEDERAL APERTA O CERCO CONTRA OS CONTRIBUINTES Todos devem começar a acertar a sua situação com o leão, pois o fisco começou a cruzar mais informações e e dentro em breve irá cruzar tudo. As informações que envolvam o CPF ou CNPJ serão cruzadas on-line com: CARTÓRIOS: Checar os bens imóveis - terrenos, casas, aptos, sítios, construções; DETRANS: Registro de propriedade de veículos, motos, barcos, jet-skis e etc.; BANCOS: Cartões de crédito, débito, aplicações, movimentações, financiamentos; EMPRESAS EM GERAL: Além das operações já rastreadas (Folha de pagamentos, FGTS, INSS, IRRF e etc,), passam a ser cruzadas as operações de compra e venda de mercadorias e serviços em geral, incluídos os básicos (luz, água, telefone, saúde), bem como os financiamentos em geral. Tudo através da Nota Fiscal Paulista, Nota Fiscal Eletrônica e Nota Fiscal Paulistana. 205

206 TUDO ISSO NOS ÂMBITOS MUNICIPAL, ESTADUAL E FEDERAL, amarrando pessoa física e pessoa jurídica através destes cruzamentos inclusive os últimos 5 anos. Este sistema é um dos mais modernos e eficientes já construídos no mundo e logo estará operando por inteiro. Só para se ter uma idéia, as operações relacionadas com cartão de crédito e débito já estão sendo cruzadas e várias empresas e pessoas físicas já sofreram autuações, pois as informações fornecidas pelas operadoras de cartões ao fisco (que são obrigados a entregar a movimentação), não coincidiram com as declaradas pelos lojistas / consumidores. Sua empresa é optante pelo SIMPLES? Então veja esta curiosidade inquietante: TRIBUTAÇÃO PELO LUCRO REAL: Maioria das empresas de grande porte. Representam apenas 6% das empresas do Brasil e são responsáveis por 85% de toda arrecadação nacional; TRIBUTAÇÃO PELO LUCRO PRESUMIDO: Maioria das empresas de pequeno e médio porte. Representa 24% das empresas do Brasil e são responsáveis por 9% de toda arrecadação nacional; TRIBUTAÇÃO PELO SIMPLES NACIONAL: 70% das empresas do Brasil e respondem por apenas 6% de toda arrecadação nacional, ou seja, é nas empresas do SIMPLES que o FISCO vai focar seus esforços, pois é nela onde se concentra a maior parte da informalidade. A recomendação é de que as empresas devem se esforçar cada vez mais no sentido de ir acertando os detalhes que faltam para minimizar problemas com o FISCO. FISCO APERTA O CONTROLE DOS CONTRIBUINTES O T-Rex, um supercomputador montado nos Estados Unidos que leva o nome do devastador Tiranossauro Rex, e o software Harpia, desenvolvido por engenheiros do ITA (Instituto Tecnológico de Aeronáutica) e da Unicamp e batizado com o nome da ave de rapina mais poderosa do país, são as mais novas armas da Receita Federal do Brasil para combater a sonegação fiscal e elevar a arrecadação. E os primeiros alvos já estão definidos: empresas brasileiras que importam e exportam. Desde janeiro de 2006, a Receita colocou em operação um equipamento capaz de cruzar informações - com rapidez e precisão - de um número de contribuintes equivalente ao do Brasil, dos EUA e da Alemanha juntos. O projeto de aquisição e instalação do T-Rex, fabricado pela IBM e que pesa aproximadamente uma tonelada, levou seis meses. Está instalado no Serpro (Serviço Federal de Processamento de Dados), em São Paulo. O novo software, vai permitir que, a partir de uma técnica de inteligência artificial (combinação e análise de informações de contribuintes), sejam identificadas as operações de baixo e alto riscos para o fisco - isto é, se há ou não indícios de fraude. Esse programa de computador faz parte do projeto Harpia, que vai integrar e sistematizar as bases de dados da Receita, além de receber informações de outras fontes, como secretarias estaduais da Fazenda, e de investigações já realizadas, como a CPI do Banestado. Informação em segundos "Com esse computador e software, a Receita terá uma análise do contribuinte em segundos. Processos de empresas que levam até um ano para ser analisados poderão ser concluídos em uma semana", afirma Paulo Ricardo de Souza Cardoso, secretário-adjunto da Receita, responsável pela área de fiscalização, tecnologia e administração tributária. Na primeira fase, o supercomputador e o novo software cuidarão da área aduaneira. O setor de comércio externo foi escolhido por causa do aumento dos negócios entre o Brasil e o exterior, do peso das exportações e das importações na economia e do grande número de fraudes envolvendo o comércio internacional. Carlos Henrique Costa Ribeiro, chefe do Departamento de Teoria da Computação do ITA, que coordena uma equipe de 20 técnicos que trabalham na elaboração do software, diz que a novidade do sistema é a capacidade que ele terá de aprender com o "comportamento" dos contribuintes para detectar irregularidades. 206

207 "A partir de informações de várias fontes, o sistema vai analisar os relacionamentos das empresas, tanto com pessoas físicas (como um advogado) como com jurídicas. Terá condição de identificar se o contribuinte negocia com 'laranjas' ou empresas 'fantasmas'", afirma o pesquisador do ITA. O novo banco de dados da Receita vai armazenar informações sobre as empresas e seus negócios, como tributos recolhidos por ela e seus sócios, exportações e importações realizadas, ocorrências de falhas nas operações de compra e venda no mercado externo e até se há envolvimento com atividades ilícitas, como contrabando de armas e narcotráfico. Esses dados vão compor um histórico de cada contribuinte. Cardoso informa que todo o arsenal tecnológico será utilizado para combater diversos crimes --lavagem de dinheiro, tráfico de drogas, contrabando de armas e uso de "fantasmas" para importar ou exportar. "É preciso ter um controle estrito sobre os fluxos cambiais. As infrações, como lavagem de dinheiro, acabam funcionando como uma espécie de incentivo a atividades criminosas, devendo ser rigorosamente combatidas." A Receita quer evitar, segundo Cardoso, que as empresas tragam dinheiro "sujo" para a economia, com operações super ou subfaturadas no mercado externo. Casos como o da exportação fictícia de açúcar e de derivados de soja, que causaram rombo de cerca de R$ 2 bilhões aos cofres públicos, como revelou a Folha, e o da Daslu, maior loja de artigos de luxo do país, suspeita de subfaturar importações, poderiam ser detectados por esse novo sistema, segundo a Folha apurou com técnicos da Receita em São Paulo. Novos alvos A Receita já faz cruzamento de dados, mas ainda não dispunha de um serviço "inteligente" de análise de risco de cada contribuinte. Em uma segunda etapa do projeto, a nova tecnologia será estendida a todas as pessoas físicas e jurídicas --e não só às que operam no comércio internacional. Serão analisadas as informações sobre a capacidade econômica das pessoas --rendimento, movimentação financeira, gastos com cartão de crédito e aquisição de bens, como imóveis, carros, aeronaves e barcos-- e das empresas. Essa análise não será isolada em um determinado ano fiscal --vai considerar o histórico de informações de cada contribuinte. "Dessa forma, será possível acompanhar de perto setores que apresentam problemas, como bebidas, cigarros e combustíveis [considerados campeões de sonegação]. Se a carga tributária de um determinado setor não for compatível com a arrecadação estimada, será possível identificar quais empresas estão com 'desvio de conduta'. E a fiscalização, nesse caso, será acionada", afirma o secretário-adjunto da Receita TRIBUTOS E CONTRIBUIÇÕES FEDERAIS PORTARIA AUTORIZA A INCLUSÃO DE CONTRIBUINTES INADIMPLENTES NO CADASTRO INFORMATIVO DOS CRÉDITOS NÃO QUITADOS DE ÓRGÃOS E ENTIDADES FEDERAIS CADIN A portaria PGFN de nº 810 de 13/05/2009 dispõe sobre a inclusão dos devedores de créditos federais no Cadin. Alertamos que com a edição desta portaria, não apenas o Serasa, mas outros órgãos, como o Serviço de Proteção a Crédito (SPC), também terão acesso aos dados dos contribuintes inadimplentes 3.42 SAIBA POR QUANTO TEMPO GUARDAR COMPROVANTES DE CONTAS QUITADAS Comprovantes referentes à quitação de contas têm um tempo específico para ficarem guardados. O período varia conforme a situação. E, como geralmente no início de cada ano a tendência é fazer uma faxina nas gavetas, a Fundação Procon-SP, órgão vinculado à Secretaria da Justiça e da Defesa da Cidadania, relaciona abaixo os prazos para descartar estes documentos, especificamente, em casos de problemas relativos a consumo. ÁGUA, LUZ, TELEFONE E DEMAIS CONTAS DE CONSUMO DE SERVIÇOS ESSENCIAIS - cinco anos 207

208 CONDOMÍNIO - os recibos de pagamento de condomínio não devem ser inutilizados por todo o período em que o morador estiver no imóvel. Para que não haja um volume grande de documentos, a cada ano, o condômino pode solicitar à imobiliária uma declaração de que está em dia com suas contas. COMPRA DE IMÓVEL - a proposta, o contrato e todos os comprovantes de pagamento devem ser conservados pelo comprador até a lavratura e registro imobiliário da escritura (somente para casos onde haja uma efetiva relação de consumo contratos entre particulares são de natureza jurídica diferente). CONSÓRCIO - o prazo estende-se até o encerramento das operações financeiras do grupo. SEGURO - a proposta, apólice e os recibos de pagamento devem ser guardados por mais um ano após o tempo em que estiver vigorando. CONVÊNIO MÉDICO - a proposta, o contrato e, no mínimo, os recibos referentes aos 12 meses anteriores ao último reajuste devem ser guardados por todo o período de contratação. MENSALIDADE ESCOLAR - recibos e contrato devem ser guardados pelo período de cinco anos. CARTÃO DE CRÉDITO - as faturas e os respectivos comprovantes de pagamento devem ser guardados pelo período de um ano. NOTAS FISCAIS - as notas fiscais de compra de produtos e serviços duráveis devem ser guardadas pelo prazo da vida útil do produto/serviço, a contar da aquisição do bem, uma vez que, mesmo após o término da garantia contratual, ainda há possibilidade de aparecerem vícios ocultos. CERTIFICADO DE GARANTIA - por serem um ato contratual, tanto de compra de mercadoria, quanto de serviços prestados, têm relevância durante o tempo de validade impresso no documento. Contudo, a guarda deve seguir a mesma regra das notas fiscais. CONTRATOS - contratos em geral precisam ser conservados até que o vínculo entre as partes seja desfeito e em se tratando de financiamento, até que todas as parcelas estejam quitadas e o bem desalienado. ALUGUEL - o locatário deve guardar o contrato e os recibos até sua desocupação e conseqüente recebimento do termo de entrega de chaves, por três anos, desde que não haja qualquer pendência. Os técnicos da Fundação Procon-SP enfatizam que, todos estes prazos estipulados são somente para problemas relativos a consumo. Outras situações e/ou entidades podem ter regras próprias (Receita Federal, DETRAN, Prefeitura, Cartórios, Fóruns, Tribunais de Pequenas Causas, etc.) Os postos de atendimento pessoal da Fundação Procon-SP localizam-se dentro do Poupa tempo Sé (Pça. do Carmo, s/n), Poupa tempo Santo Amaro (Rua Amador Bueno,176/258) e Poupa tempo 208

209 Itaquera (Av. do Contorno, 60 ao lado da Estação Itaquera do Metrô). A comunicação por cartas deve ser encaminhada À Caixa Postal 3050, CEP e por fax ao telefone (11) O telefone para informações é 151 (não atende reclamações). Caso o consumidor queira consultar se uma determinada empresa tem reclamações no Procon-SP é o IRPF CONTRIBUINTE DEVE GUARDAR DOCUMENTOS DO IMPOSTO DE RENDA POR SEIS ANOS Vimos através desta informar que ao fazer a Declaração de Imposto de Renda de Pessoa Física em março não significa que o contribuinte estará livre para dar fim ao monte de papel acumulado durante o ano anterior. Nem de seis anos antes: especialistas recomendam que se guardem recibos e documentação fiscal por pelo menos seis anos. Isso ocorre, porque a Receita Federal tem até cinco anos para homologar a declaração feita pelo contribuinte. Como é o próprio contribuinte que lança os valores, a Receita tem que conferir. Durante esse tempo, o Fisco cruza e investiga detalhadamente dados das declarações de empresas e pessoas físicas, caso não haja divergência alguma entre as declarações de um empregado e seu empregador, ou de um prestador de serviço e seu cliente, a homologação se dá automaticamente após o fim do prazo. Se algum dado declarado não "bater", o contribuinte é chamado pelo Leão para explicar o ocorrido.. Guardar a documentação por seis anos, e não cinco, é um resguardo contra suspeita de fraude: quando a Receita vê indício do crime, ela tem cinco anos contados a partir da data do documento fraudado para apurar a irregularidade PRAZOS DE PRESCRIÇÃO DEPARTAMENTO FEDERAL Arquivo em meio Magnético Balanços Patrimoniais Bilhete de Passagem Aquaviário/Ferroviário/Rodoviário e Bagagem 05 anos 10 anos 05 anos Cofins - Contribuição Financiamento da Seguridade Social (Inclusive o DARF) 05 anos Contribuição Social sobre Lucro D.C.T.F. D.I.R.F. D.I.R.P.F. 10 anos 05 anos 05 anos 05 anos 209

210 D.I.R.P.J. DECORE 05 anos 05 anos Demonstração de Resultados Documentos Relativos a Declarações em Geral Extinção de Debêntures FINSOCIAL - Fundo de Investimento Social I.R.R.F. DARF Livro de Apuração do Lucro Real LALUR Livro de Registro de Inventário Livro Diário Livro Razão Novação Mercantil Pagamentos Mercantis PER/DCOMP PIS - Programa de Integração Social (Inclusive DARF) PIS/Pasep S/A - Títulos ou Contratos de Investimento Coletivo Títulos de Capitalização - Documentos Originais Títulos de Capitalização - Informação de Valores 10 anos 05 anos 05 anos 10 anos Permanent e Permanent e 05 anos Permanent e 10 anos 20 anos 20 anos 05 anos 10 anos 10 anos 08 anos 20 anos 20 anos 3.45 COFINS PIS/PAS EP INCIDÊN CIA SOBRE AS IMPORT AÇÕES Essas contribui ções incidirão sobre a importaç ão de produtos estrangei ros ou sobre serviços e serão devidas, generica mente, pelas alíquotas de 1,65% em se tratando de PIS/PASE P e 7,6% no caso da COFINS. Os serviços que se refere são os provenientes do exterior prestados por pessoa física ou pessoa jurídica residente ou domiciliada no exterior; executados no país; executados no exterior, cujo resultado se verifique no país; bens nacionais ou nacionalizados exportados, que retornem ao país; os equipamentos, as máquinas, os veículos, os aparelhos e os instrumentos, bem como as partes, as peças, os acessórios e os componentes, de fabricação nacional, adquiridos no mercado interno pelas empresas nacionais de engenharia, e exportados para a execução de obras contratadas no exterior, na hipótese de retornarem ao país. Não incidem sobre: 210

211 bens estrangeiros que, chegarem ao país por erro inequívoco ou comprovado de expedição, e que forem redestinados ou devolvidos para o exterior; bens estrangeiros idênticos, em igual quantidade e valor, e que se destinam a reposição de outros anteriormente importados que tenham revelado, após o desembaraço aduaneiro, defeituosos ou imprestáveis para o fim a que se destinavam; bens estrangeiros devolvidos para o exterior antes do registro da declaração de importação bens estrangeiros que tenham sido objeto de pena de perdimento ( perda), exceto em que não sejam localizados, tenham sido consumidos ou revendidos pescado capturado fora das águas territoriais do país, por empresa localizada no seu território, desde que satisfeitas as exigências que regulam a atividade pesqueira; bens aos quais tenha sido aplicado o regime de exportação temporária; bens ou serviços importados pelas entidades beneficentes de assistência social, nos termos do 7º do art. 195 da constituição, observando o disposto no art. 10 da lei nº de bens em trânsito aduaneiro de passagem, acidentalmente destruídos; bens avariados ou que se revelem imprestáveis para os fins a que se destinavam, desde que destruídos sob controle aduaneiro, antes do despachos para consumo, sem ônus para a fazenda nacional; o custo do transporte internacional e de outros serviços, que tiverem sido computados no valor aduaneiro que serviu de base de cálculo da contribuição O fato gerador será; a entrada de bens estrangeiros no território nacional; o pagamento, o crédito, a entrega, o emprego ou a remessa de valores a residente ou domiciliados no exterior como contra-prestação por serviço prestado. Não se aplica: as malas e as remessas postais internacionais; a mercadoria importada a granel. Para efeito do cálculo das contribuições, considera se ocorrido de fato gerador: na data do registro da declaração de importação de bens submetidos a despacho para consumo; no dia do lançamento do crédito tributário, cujo extravio ou avaria for apurado pela autoridade aduaneira; na data do vencimento do prazo de permanência dos bens em recinto alfandegário; na data do pagamento, do crédito, da entrega, do emprego ou remessa de valores na hipótese de importação de serviços. Da base de cálculo: O valor aduaneiro, assim entendido o valor que servi ou que serviria de base para cálculo do imposto de importação acrescido do valor do Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestação de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação (ICMS) incidente no desembaraço aduaneiro e do valor das próprias contribuições, na incidência sobre a importação de bens; O valor pago, creditado, entregue, empregado ou remetido para o exterior, antes da retenção do imposto de renda, acrescido do Imposto sobre Serviços de qualquer Natureza (ISS) e do valor das próprias contribuições, na incidência sobre a importação de serviços; e No caso de prêmios de resseguro cedidos ao exterior, a base de cálculo é de oito por cento do valor pago, creditado, entregue, empregado ou remetido. Das alíquotas: 1,65% para o PIS/PASEP - Importação; 7,6 % para a COFINS - Importação; Observação: Existem alguns produtos que estão sujeitos a alíquotas diferenciadas e alíquotas reduzidas para o Pis e Cofins importação. 211

212 Estes produtos estão relacionados na lei de Recentemente foram alteradas também as alíquotas para o Pis importação e Cofins importação sobre os produtos da indústria têxtil Plano Brasil Maior. Do crédito: As Pessoas Jurídicas no regime de apuração pelo Lucro Real, sujeitas a apuração da contribuição para o PIS/PASEP e da COFINS, poderão descontar crédito em relação as importações nas seguintes hipóteses: bens adquiridos para revenda; bens e serviços utilizados como insumo na prestação de serviços e na produção ou fabricação de bens ou produtos destinados a venda, inclusive combustível e lubrificantes; energia elétrica aluguel (prédio ou máquinas) ASSUNTO: CNPJ - DOCUMENTO EMITIDO POR PESSOA JURÍDICA COM INSCRIÇÃO DECLARADA INAPTA NÃO É CONSIDERADO IDÔNEO O documento emitido por pessoa jurídica cuja inscrição no CNPJ foi declarada inapta é considerado inidôneo e não produz efeitos tributário em favor de terceiro interessado, assim considerado a pessoa física ou entidade beneficiária do documento. Nesse caso, os valores constantes do documento não poderão ser: a) deduzidos como custo ou despesa, na determinação da base de cálculo do Imposto de Renda Pessoa Jurídica e da Contribuição Social sobre o Lucro; b) deduzidos na determinação da base de cálculo do Imposto de Renda das Pessoas Físicas; c) utilizados como crédito do IPI e das contribuições para o PIS-Pasep e Cofins não cumulativos; d) utilizados para justificar qualquer outra dedução, abatimento, redução, compensação ou exclusão relativa aos tributos administrados pela Receita Federal do Brasil (RFB). Para verificação do CNPJ acesse o site: 212

213 4.DEPTO.TRABALHISTA PESSOAL DEPARTAMENTO DE PESSOAL O Departamento Pessoal está capacitado para prestar todo e qualquer serviço relativo à administração de pessoal para sua empresa. Basicamente desde a admissão de colaboradores, passando por toda a rotina da folha de pagamento, encargos sociais, obrigações trabalhistas e previdenciárias, até a rescisão de contrato de trabalho. É competência do Departamento De Pessoal a execução das seguintes atividades: admissão, pagamento de pessoal, administração do cadastro e da folha, atualização cadastral, desligamentos, concessão de licenças, de afastamentos, de férias e outros. Nossa finalidade é prestar total assessoria e acompanhamento das relações entre empregados e empregadores, contribuinte e governo, com ótimo atendimento em consultoria trabalhista. São serviços pertinentes a este departamento: Registro de empregados nas admissões e serviços correlatos; Elaboração da folha de pagamento dos empregados, Pró-labore e 13º Salário, bem como das guias de recolhimento dos encargos sociais, tributos e afins; Rescisões Contratuais; 213

214 Aviso e Recibo de Férias; Entrega do CAGED; DARF s/ Imposto de Renda Trabalhador Assalariado / Autônomo / Pró-Labore; Orientação das Leis do Trabalho, bem como Previdência Social, PIS, FGTS e outros; Acompanhamento junto aos Sindicatos das classes, com relação aos acordos coletivos e a orientação sobre os reajustes anuais etc.; DIRF; RAIS; Informe de Rendimento; Contribuição Sindical (Empregado e Patronal); Cadastro de funcionários junto aos PIS 214

215 4.01 DOCUMENTOS NECESSÁRIOS PARA ADMISSÃO DE FUNCIONÁRIOS 01 Foto 3 x 4 Carteira de Trabalho Atestado Médico Admissional (feito pelo médico do trabalho) Cópia do RG Cópia do Título de Eleitor Cópia da Reservista Cópia do CPF Cópia da Certidão de Nascimento (para solteiros) Cópia da Certidão de Casamento Cópia de Comprovante de Residência (Conta de Luz / Água ou Telefone, etc) Cópia do Cartão do PIS ou Cartão Cidadão Cópia da Certidão de Nascimento dos filhos de até 21 anos Carteira de Vacinação de filhos de 07 anos Declaração de Freqüência Escolar de filhos de 07 a 14 anos Requerimento de Antecedentes Criminais (opcional) Nenhum funcionário poderá ser contratado se o mesmo não for portador do C.P.F. (Cadastro de Pessoa Física) próprio. Os principais motivos da obrigatoriedade do CPF no registro de um funcionário são: Abertura de conta salário. IRRF (imposto de renda retido na fonte). Cadastramento do PIS. Entrega da RAIS. O PIS também é um documento obrigatório na admissão, salvo quando for o primeiro emprego. Toda admissão deve ser feita através do RH-WEB e todos os campos preenchidos corretamente. Estabelecemos o dia 20 de cada mês, como prazo limite para entrega de documentos admissionais, refere-se as admissões ocorridas em meados do mês, quando ocorrer admissões no início do mês, os documentos devem ser enviados antes desta data, ou seja, tão logo é confirmada a admissão de um funcionário, os documentos devem ser entregues ao nosso visitador. Nenhum funcionário poderá ser contratado se o mesmo não for portador do C.P.F. (Cadastro de Pessoa Física) próprio. Os principais motivos da obrigatoriedade do CPF no registro de um funcionário são: Abertura de conta salário. IRRF (imposto de renda retido na fonte). Cadastramento do PIS. Entrega da RAIS. - Havendo a contratação de um funcionário que já tenha o cartão do PIS, o registro só poderá ser feito com a apresentação do mesmo, já que é obrigatório o registro do número do PIS na GFIP (guia de recolhimento do FGTS). - Se houver pendências nos registros de funcionários, tais como cópia do cartão do PIS, Foto, Atestados, ou qualquer outro que já fora apontado por nós, os mesmos devem nos ser enviados com urgência. - Caso haja algum funcionário registrado, que não tenha C.P.F. próprio, deve-se solicitar ao mesmo que providencie a expedição do documento. 215

216 4.02 ARQUIVO DE DOCUMENTOS DOS FUNCIONÁRIOS Os funcionários registrados terão pastas em ordem, com todos os documentos de sua referência juntos, para que quando houver fiscalização do trabalho, fique fácil o acesso, por isso, manter as pastas enviadas por nós no mesmo lugar DADOS NECESSÁRIOS PARA FECHAMENTO DA FOLHA DE PAGAMENTO Enviar via RH-WEB todas as informações necessárias para a confecção da Folha de Pagamento, tais como: vales, faltas, atrasos, horas extras, rescisão, etc., até o dia 20 de cada mês; O pagamento de salários deve ser feito até o 5º dia útil de cada mês e o adiantamento ate o dia 20 Depois de transmitida a folha de pagamento pelo RH Web, não tem como alterar, incluir ou excluir nenhum item, por isso solicitamos que antes de enviar, conferir se todos os dados estão corretos e se não foram esquecidos nenhum item. Abaixo tabela dos principais eventos de folha de pagamento necessários, caso necessitem de outros lançamentos é só entrar em contato com o Depto. D e Pessoal. RELAÇÃO DE EVENTOS CÓDIGO DESCRIÇÃO TIPO 1042 Ajuda Combustível Provento 44 Diferença de Salário Provento 28 Gorjeta Provento 1046 Gratificação Adicional Provento 40 Hora Extra 100% Provento 41 Hora Extra 130% Provento 42 Hora Extra 150% Provento 35 Hora Extra 50% Provento 36 Hora Extra 60% Provento 1010 Hora Extra 65% Provento 37 Hora Extra 70% Provento 38 Hora Extra 80% Provento 39 Hora Extra 90% Provento 21 Horas Adicional Noturno Provento 1030 Reembolso Provento 1040 Vale Transporte Provento 45 Valor Ajuda de Custo Provento 4 Valor das Comissões Provento 29 Valor do Prêmio Provento 9 Valor Pago ao Autônomo Provento 1005 Assistência Odontológica Desconto 501 Atrasos Desconto 1006 Café/Lanche Desconto 531 Dias de Faltas Desconto 1043 Empréstimo Desconto 1009 Outros Descontos Desconto 1062 Vales Desconto 503 Valor Assistência Médica Desconto 516 Valor de Cesta Básica Desconto 216

217 511 Valor Seguro de Vida Desconto 504 Valor Vale Refeição Desconto º SALÁRIO PARCELA ÚNICA Conforme decreto nº /65, as empresas não poderão conceder o pagamento do 13º salário em uma única parcela mesmo sendo seu pagamento em novembro. A 1º parcela vence no ultimo dia útil de novembro e a segunda no dia 20 de dezembro (se o vencimento ocorrer em finais de semanas ou feriados antecipar) O INSS do 13º vence todo dia 20 de dezembro (se o vencimento ocorrer em finais de semanas ou feriados antecipar) 4.05 DEPENDENTES PARA O IMPOSTO DE RENDA É de responsabilidade do trabalhador, informar a empresa, sobre a inclusão, alteração e exclusão de dependentes, pois o conceito de dependentes pra fins de imposto de renda é muito complexo e tem que ser estudado caso a caso. Os dependentes cadastrados no nosso sistema de folha de pagamento efletem no imposto retido sobre as verbas recebidas. Os IRS gerados sobre salário, férias, rescisão vencem no dia 20 do mês subseqüente ao recebimento (se cair em finais de semanas e feriados antecipar) 4.06 RESCISÃO DE CONTRATO DE TRABALHO PARA MENOS DE 01 ANO As homologações de funcionários com menos de 1 (um) ano de registro, serão feitas na própria empresa, demissões como pedido ou aviso prévio indenizado o prazo para pagamento são de dez dias corridos contanto a data do desligamento e para aviso trabalhado o prazo é o primeiro dia útil seguinte ao término do aviso. PARA MAIS DE 01 ANO As homologações de funcionários com mais de 1 (um) ano de registro, devem que ser realizadas nos Sindicatos por preposto da empresa ou o próprio sócio. Homologação realizada pela Confidence terá um custo estimado de R$ 40,00 pelo deslocamento de um funcionário qualificado, que paralisará suas atividades por um período muito grande em conseqüência do volume de homologações e a lentidão dos sindicatos. TÉRMINO DE CONTRATO DE EXPERIÊNCIA Com relação ao término do contrato de experiência nos avisar com antecedência mínima de 05 dias para gerarmos a GRRF, pois a mesma terá que ser paga no dia seguinte ao término. ATENÇÃO: Evitar demitir funcionários após o dia 20 de cada mês, ou que pelo menos nos avise com antecedência, porque em muitos casos temos que reabrir a folha de pagamento, gerenciando assim atrasos. As empresas que costumam dar baixa na Carteira de Trabalho de seus funcionários sem solicitar orientação da contabilidade, ao demitir sem justa causa com aviso prévio indenizado informar no campo data de saída: a data da projeção dos 30 dias do aviso prévio indenizado contando a partir do dia seguinte a demissão; e na página de anotações gerais texto abaixo: 217

218 Conforme Instrução Normativa do SRT nº 15, de 14/07/2010 artigo 17 do MTE, a data projetada do aviso prévio é / / e a data do último dia efetivamente trabalhado foi / /. Carimbo e Assinatura da Empresa Exemplo: funcionário demitido com aviso indenizado em 02/06/2011. Data da Saída / Projeção do Aviso Prévio: 01/07/2011 A empresa não pode fazer anotações na CTPS que desabone o funcionário, exemplo: Demissão por justa causa não pode constar em carteira. ATENÇÃO: Antes de dispensar seu funcionário, entre em contato conosco, para verificar se o mesmo não se encontra em estabilidade, pois devido a nova lei de 13/10/2011 referente ao Aviso Prévio Proporcional com limite de ate 90 dias, na será mais possível estabelecer uma data limite para demissão prevendo as estabilidades de: o DISSÍDIO COLETIVO o APOSENTADORIA o FÉRIAS o LICENÇA MATERNIDADE o MEMBRO DA CIPA o EXÉRCITO o AUXÍLIO DOENÇA o AUXÍLIO ACIDENTE DE TRABALHO, etc. Porque para cada colaborador será feita a contagem considerando a efetiva data de admissão SOLICITAÇÃO DE FÉRIAS As solicitações de Férias pelo RH-WEB devem ser enviadas até o dia 15 de cada mês, para gozo no mês seguinte, ou seja, exemplo: Férias para o mês de Abril/2011, informar até o dia 15/03/2011, para que seja feita corretamente a compra e distribuição de Vale-Transporte e outros benefícios do mês seguinte, evitando assim, qualquer problema futuro referente à Fiscalização do Trabalho. A solicitação das Férias por Lei tem que ser de 30 Dias Antes do Gozo, a data acima citada é para podermos continuar prestando bons serviços. O ideal é conceder férias de 30 dias para evitar problemas futuros. ATENÇÃO Conforme sentença aplicada pelo TRT/MG, que condenou uma empresa a pagar férias em dobro referente os 10 dias de abono pecuniário, pois a reclamante alegou e provou através de testemunhas, que foi impedida pela empresa de gozar os 30 dias. Este julgamento foi baseado no Art. 143 da CLT, que diz que o objetivo das férias é o descanso e a preservação da saúde do trabalhador, a conversão de 1/3 do período de férias em 10 dias em dinheiro, deve ser solicitada única e exclusivamente pelo trabalhador, não podendo ser imposta pelo empregador. Orientamos a todos nossos clientes, para que concedam aos seus funcionários, na devida época, férias de 30 dias de descanso. Somente em casos excepcionais, conceder férias de 20 dias, desde que solicitada de próprio punho pelo funcionário e datada de 15 dias antes do vencimento do período aquisitivo. Portanto, orientamos que nos envie cópia da solicitação do funcionário, para que possamos verificar se foi datada corretamente. Vencimento do pagamento das férias será sempre 2 dias úteis antes do inicio do gozo 218

219 4.08 ASSINATURA DO PONTO DO FUNCIONÁRIO Conforme determina o Artigo 74, Parágrafo 2 o da CLT (Consolidação das Leis do Trabalho), toda empresa com mais de 10 trabalhadores, é obrigada anotar a hora de entrada e saída do seu empregado, bem como o período de repouso, pôr meio de registro manual (livro de ponto), mecânico (relógio de ponto), ou eletrônico, (cartão magnético). Pode-se observar que o referido artigo, não menciona sobre a obrigatoriedade da assinatura do empregado nesses controles, porém, o que se verifica em algumas decisões judiciais, é o parecer negativo sobre a veracidade desses controles, ou seja, o entendimento de alguns juizes é que somente com a concordância expressa do empregado, é que tornariam válidas essas anotações. Mediante a controversa desse assunto, recomendamos aos nossos clientes recolher assinatura dos seus empregados, nesses controles, visando assim, resguardar-se de eventuais problemas futuros. MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO DECRETO Nº /2009 DE 21/08/2009 Para todas as empresas que utilizam registro eletrônico de ponto. - No que se refere à marcação de ponto: O relógio deve registrar fielmente as marcações efetuadas, não sendo permitida qualquer ação que desvirtue os fins legais a que se destinam, tais como: I - restrições de horário à marcação do ponto; II - marcação automática do ponto, utilizando-se horários predeterminados ou o horário contratual; III - exigência, por parte do sistema, de autorização prévia para marcação de sobre jornada; e IV - existência de qualquer dispositivo que permita a alteração dos dados registrados pelo empregado. O empregador usuário do Sistema de Registro Eletrônico de Ponto deverá se cadastrar no MTE (Ministério do Trabalho e Emprego) via internet informando seus dados, equipamentos e softwares utilizados. O empregador deverá prontamente disponibilizar os arquivos gerados e relatórios emitidos pelo "Programa de Tratamento de Dados do Registro de Ponto" aos Auditores - Fiscais do Trabalho. O REP (Registro eletrônico de Ponto) deve sempre estar disponível no local da prestação do trabalho para pronta extração e impressão de dados pelo Auditor-Fiscal do Trabalho. O empregador deverá prontamente disponibilizar os arquivos gerados e relatórios emitidos pelo Programa de Tratamento de Dados do Registro de Ponto aos Auditores-Fiscais do Trabalho. O MTE credenciará órgãos técnicos para a realização da análise de conformidade técnica dos equipamentos REP à legislação. - No que se refere ao fabricante do equipamento: (Atender passo à passo todas as exigências contidas nesta Portaria anexa ). O fabricante do REP deverá se cadastrar junto ao Ministério do Trabalho e Emprego, e solicitar o registro de cada um dos modelos de REP que produzir. Para o registro do modelo do REP no MTE o fabricante deverá apresentar "Certificado de Conformidade do REP à Legislação" emitido por órgão técnico credenciado e "Atestado Técnico e Termo de Responsabilidade" previsto no art. 17. Qualquer alteração no REP certificado, inclusive nos programas residentes, ensejará novo processo de certificação e registro. Toda a documentação técnica do circuito eletrônico, bem como os arquivos fontes dos programas residentes no equipamento, deverão estar à disposição do Ministério do Trabalho e Emprego, Ministério Público do Trabalho e Justiça do Trabalho, quando solicitado. O fabricante do equipamento REP deverá fornecer ao empregador usuário um documento denominado "Atestado Técnico e Termo de Responsabilidade" assinado pelo responsável técnico e pelo responsável legal pela empresa, afirmando expressamente que o equipamento e os programas nele embutidos atendem às determinações desta portaria, especialmente que: 219

220 I - não possuem mecanismos que permitam alterações dos dados de marcações de ponto armazenados no equipamento; II - não possuem mecanismos que restrinjam a marcação do ponto em qualquer horário; III - não possuem mecanismos que permitam o bloqueio à marcação de ponto; IV - possuem dispositivos de segurança para impedir o acesso ao equipamento por terceiros. No "Atestado Técnico e Termo de Responsabilidade" deverá constar que os declarantes estão cientes das conseqüências legais, cíveis e criminais, quanto à falsa declaração, falso atestado e falsidade ideológica. O REP deve sempre estar disponível no local da prestação do trabalho para pronta extração e impressão de dados pelo Auditor-Fiscal do Trabalho. O empregador deverá prontamente disponibilizar os arquivos gerados e relatórios emitidos pelo "Programa de Tratamento de Dados do Registro de Ponto" aos Auditores-Fiscais do Trabalho. O MTE credenciará órgãos técnicos para a realização da análise de conformidade técnica dos equipamentos REP à legislação BENEFÍCIOS PARA EMPREGADOS Para qualquer desconto no salário do funcionário, salvo quando estiver no acordo coletivo, como: assistência médica/odontológica, farmácia, refeição, e outros visando beneficiar os empregados e seus dependentes, deve a empresa obter autorização prévia e expressa do empregado (por uma única vez), estabelecendo limite máximo de compras ou desconto pôr mês, para que não ultrapasse 30% da remuneração líquido do empregado CAT COMUNICAÇÃO DE ACIDENTE DO TRABALHO Quando um funcionário se acidenta na empresa durante sua jornada de trabalho, ou no seu trajeto (ida/volta) no limite de no máximo 02:00 horas. Antes da entrada ou 02:00 horas. Após a saída, a empresa deve informar a Confidence do ocorrido imediatamente, para elaboração e entrega da CAT aos órgãos competentes no prazo máximo de 12:00 horas após o acidente. O atraso na entrega da CAT, acarretará à empresa multa, e possivelmente uma fiscalização pelo Ministério do Trabalho AFASTAMENTO DE FUNCIONÁRIOS DAS ATIVIDADES Assim que ocorrer o afastamento enviar no ato do acontecimento o do atestado medico. Todo funcionário que ficar afastado de suas atividades, em razão de auxílio doença, acidente de trabalho, licença maternidade e prestação de serviço militar, deverá fazer exame médico, quando do retorno ao trabalho, garantindo o estado físico do funcionário para a empresa. O mesmo procedimento deverá ser feito, quando houver alteração na função. Funcionários que estão sob custódia do INSS por motivo de doença ou acidente de trabalho não poderão ser desligados da empresa. Esse desligamento só poderá ser efetuado por concessão de aposentadoria definitiva do mesmo, ou seja, por tempo de serviço ou idade. Em caso de falecimento de funcionário será efetuada a demissão com pagamento das verbas rescisórias e demais direitos sindicais por convenção ESTAGIÁRIO Lei nº de 25/09/2008 define novos parâmetros para as contratações de Estagiários, abaixo os principais: Obs.: Contratos emitidos e assinados até 25/09/2008 permanecem regidos pela Legislação anterior, até a sua expiração, renovação ou alteração. 220

221 Qualquer aluno, a partir de dezesseis anos, dos anos finais do ensino fundamental ou profissional, do ensino médio regular ou profissional e estudante de nível superior, pode ser estagiário; A contratação é formalizada e regulamentada exclusivamente pelo Termo de Compromisso de Estágio que deverá ser assinado pela Empresa, pelo Aluno e pela Instituição de Ensino; A jornada de trabalho é de no máximo 6 horas diárias e 30 horas semanais, o tempo máximo de estágio na mesma Empresa é de dois anos, exceto quando tratar-se de Estagiário portador de deficiência. Não existe um piso de bolsa-estágio preestabelecido, mas a remuneração, bem como o auxíliotransporte, são obrigatórios, e não pode ser descontado, exceto para estágios com carga horária exigida pelo próprio curso. Estagiário tem direito ao recesso remunerado - trinta dias - após doze meses de estágio na mesma empresa ou, o proporcional ao tempo de estágio, se menos de um ano; preferencialmente durante as férias escolares.. O valor da bolsa-estágio é definido por livre acordo entre as partes; o estagiário deverá assinar mensalmente o Recibo de Pagamento de Bolsa-estágio; O estagiário, a exclusivo critério da Empresa, pode receber os mesmos benefícios concedidos a funcionários, sem que o procedimento estabeleça vínculo empregatício e poderá ter seu contrato rescindido a qualquer momento, por qualquer das partes, sem ônus, multas ou sanções. O estagiário, obrigatoriamente, deverá estar coberto por um Seguro de Acidentes Pessoais compatível com os valores de mercado; A ausência do Termo de Compromisso de Estágio e/ou do Seguro de Acidentes Pessoais caracteriza vínculo empregatício e sujeita a Empresa às sanções previstas na CLT MENOR APRENDIZ Todas as empresas, exceto as optantes pelo Simples Nacional, ou seja, ME ou EPP e empresas com atividade de periculosidade, a partir de 07 funcionários independentes do ramo de atividade é obrigatório a manter no seu quadro de funcionários o menor aprendiz na proporção de no mínimo 5% e no máximo 15% dos trabalhadores existentes na empresa. Em caso de redução no quadro de funcionários a empresa não poderá por este motivo rescindir o contrato antes do prazo PROGRAMA JOVEM CIDADÃO MEU PRIMEIRO EMPREGO O Governo do Estado de São Paulo estendeu a possibilidade de estágios, no PROGRAMA JOVEM CIDADÃO MEU PRIMEIRO EMPREGO, para estudantes entre 16 a 21 anos, que cursem o ensino médio das instituições de ensino público estadual. Esta parceria consiste numa bolsa-estágio no valor estipulado pelo governo pôr quatro horas de estágio entre 6:00 e 22:00 horas, cinco dias por semana, durante 6 (seis) meses, sendo 50% mais o seguro de vida e acidentes pessoais pagos pelo Governo do Estado de São Paulo e o restante da bolsa, ou seja, 50% mais o auxílio transporte quando necessário serão pagos pela empresa. Não se trata de obrigação, a empresa poderá por liberalidade, implantá-lo ADMISSÃO FUNCIONÁRIO REABILITADO OU DEFICIÊNTE Conforme a Portaria N. 4677/98, a empresa com 100 ou mais empregados está obrigada a preencher de 2% a 5% dos seus funcionários com beneficiários reabilitados ou pessoas portadoras de deficiência, habilitadas, na seguinte proporção: 221

222 1) de 100 a 200 empregados 2% de empregados 2) de 201 a 500 empregados 3% de empregado 3) de 501 a 1000 empregados 4% de empregados 4) mais de 1000 empregados 5% de empregados Consideram-se beneficiários reabilitados todos os segurados, que estavam sob custódia do INSS, por motivo de doença ou ficaram deficientes, portanto com autorização do INSS para trabalhar. Consideram-se pessoas portadoras de deficiências, habilitadas, quando a pessoa já nasce com a deficiência, sendo assim, com autorização do INSS para trabalhar. A dispensa de empregado na condição estabelecida neste artigo, após 90 dias, por contrato indeterminado, somente poderá ocorrer após a contratação de substituto em condições semelhantes. Os funcionários admitidos nestas condições terão o mesmo direito trabalhista, como qualquer outro funcionário, conforme a CLT ou ACORDO COLETIVO DO SINDICATO PCMSO - PROGRAMA DE CONTROLE MÉDICO DE SAÚDE OCUPACIONAL NR 7 Controle periódico e diagnóstico precoce de possíveis doenças ocasionadas no ambiente de trabalho, que deve ser feito por uma empresa especializada onde haja um médico do trabalho que será responsável pela coordenação do programa na sua empresa, pela avaliação clínica e análise dos seus funcionários e os atestados solicitados pela NR 7. Admissional; Periódico; Retorno ao trabalho; Mudança de função; e Demissional. O não cumprimento deste programa acarretará multa PPRA - PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE RISCOS AMBIENTAIS NR 9 Esta norma regulamentadora estabelece a obrigatoriedade da elaboração e implementação por parte de todos os empregadores e instituições que admitam trabalhadores como empregados, visando à preservação da saúde e da integridade dos trabalhadores, através da antecipação, reconhecimento, avaliação e conseqüente controle da ocorrência de riscos ambientais existentes ou que venham a existir no ambiente de trabalho, tendo em consideração a proteção do meio ambiente e dos recursos naturais. Esta norma é elaborada por engenheiro habilitado, através de relatório anual, desde que a empresa possua funcionário. O não cumprimento deste programa acarretará multa LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES DO AMBIENTE DO TRABALHO - LTCAT É um laudo detalhado por função, elaborado pelo engenheiro habilitado. O enquadramento da infração passa a constar do inciso I, alínea g, do art.283, do Decreto 3.048/91. O não cumprimento deste programa acarretará multa CURSO DE FORMAÇÃO DE BRIGADA DE INCÊNDIOS NR 23 É executado na própria empresa, ministrado por Técnico de Segurança ou Oficial do Corpo de Bombeiros, sendo um curso anual referente à brigada de incêndio. O não cumprimento deste programa acarretará multa. 222

223 4.20 LAUDO ERGONÔMICO NR 17 É um laudo detalhado por atividade e local de trabalho do colaborador, elaborado pelo engenheiro habilitado, conforme estabelece a NR 17 do Ministério do Trabalho. O não cumprimento deste programa acarretará multa LAUDO DAS INSTALAÇÕES ELÉTRICAS NR 10 É executado por Engenheiro Elétrico devidamente habilitado para fazer a avaliação e verificação das condições de segurança das instalações elétricas da Empresa, conforme estabelece a NR 10 do Ministério do Trabalho. O laudo é executado de 02 em 02 anos. O não cumprimento deste programa acarretará multa ANÁLISE DA POTABILIDADE DA ÁGUA Coleta e análise anual da portabilidade da água da Empresa, feito por laboratório especializado, juntamente com o Laudo de PPRA, visando avaliar a qualidade e identificar eventuais problemas. A legislação é seguida pela Lei nº 1.380/1977 e 3.718/1983. O não cumprimento deste programa acarretará multa CIPA - COMISSÃO INTERNA DE PREVENÇÃO DE ACIDENTES NR 5 Toda a empresa que possua mais de 20 funcionários é obrigada a elaborar a CIPA, e isto deve ser feito mediante a contratação de empresa especializada. No caso da empresa possuir menos de 20 funcionários deve-se preencher formulário modelo do DRT (Delegacia Regional do Trabalho) constando que um determinado funcionário seja responsável pelos primeiros socorros, tendo este que efetuar treinamento para a determinada função. O não cumprimento deste programa acarretará multa. Foi alterada a Norma Regulamentadora nº 5 (NR 5) sobre a Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (Cipa) para dispor que: a) a documentação referente ao processo eleitoral da Cipa, incluindo as atas de eleição e de posse e o calendário anual das reuniões ordinárias, deve ficar no estabelecimento à disposição da fiscalização do Ministério do Trabalho e Emprego; b) a documentação descrita na letra "a" deve ser encaminhada ao Sindicato dos Trabalhadores da categoria, quando solicitada; c) o empregador deve fornecer cópias das atas de eleição e posse aos membros titulares e suplentes da Cipa, mediante recibo; d) a vacância definitiva de cargo, ocorrida durante o mandato, será suprida por suplente, obedecida a ordem de colocação decrescente que consta na ata de eleição, devendo os motivos ser registrados em ata de reunião; e) caso não existam suplentes para ocupar o cargo vago, o empregador deve realizar eleição extraordinária, cumprindo todas as exigências estabelecidas para o processo eleitoral, exceto quanto aos prazos, que devem ser reduzidos pela metade; f) o mandato do membro eleito em processo eleitoral extraordinário deve ser compatibilizado com o mandato dos demais membros da Cipa; g) o treinamento de membro eleito em processo extraordinário deve ser realizado no prazo máximo de 30 dias, contados a partir da data da posse. 223

224 4.24 PPP - PERFIL PROFISSIOGRÁFICO PREVIDENCIÁRIO Todas as empresas deverão ter elaborado o PPP Perfil Profissiográfico Previdenciário, de todos os funcionários individualmente, abrangendo as atividades desenvolvidas pelo empregado, histórico médico e dados do LTCAT (Laudo técnico das condições do ambiente de trabalho). Será fornecida ao funcionário uma via quando da rescisão do contrato de trabalho ou requerimento de benefícios na Previdência Social. Sendo assim, esclarecemos que para a realização de homologação junto ao Sindicato de Classe, será imprescindível à apresentação deste documento. O PPP deverá ser atualizado anualmente ou na alteração de função ou local de trabalho e ficar à disposição de uma eventual fiscalização. A não elaboração e entrega do documento ao funcionário, conforme instruções acima acarretará multa nos termos da Portaria nº 525/02 do MPAS de , alínea o, inciso II do artigo 283, do RPS e artigo. 92 do PCSS Instruímos que contatem o médico de trabalho responsável pelo PCMSO para o cumprimento destas exigências RISCOS AMBIENTAIS DO TRABALHO - RAT Antes de a empresa efetuar seu enquadramento para fins de definição da contribuição destinada ao financiamento da Aposentadoria Especial e dos benefícios concedidos em razão do grau de incidência de incapacidade laborativa decorrentes dos riscos ambientais do trabalho, convém confirmá-lo no órgão de arrecadação do INSS, conforme cada caso específico de recolhimento previdenciário. De acordo com o art. 202 do Regulamento da Previdência Social RPS, aprovado pelo Decreto nº 3.048/1999, a contribuição da empresa, destinada ao financiamento da Aposentadoria Especial, nos termos dos artigos. 64 a 70 do mesmo regulamento, e dos benefícios concedidos em razão do grau de incidência de incapacidade laborativa. Correspondente à aplicação dos seguintes percentuais, incidentes sobre o total da remuneração paga, devida ou creditada a qualquer título, no decorrer do mês, ao segurado empregado e trabalhador avulso: a) 1% para a empresa em cuja atividade preponderante o risco de acidente do trabalho seja considerado leve Grau de Risco 1; b) 2% para empresa em cuja atividade preponderante o risco de acidente do trabalho seja considerado médio Grau de Risco 2; ou c) 3% para empresa em cuja atividade preponderante o risco de acidente do trabalho seja considerado grave Grau de Risco 3. Desde de 01/2010, o percentual da alíquota do RAT que atualmente é de 1,2 ou 3% conforme acima será alterado para maior ou menor conforme FAP (Fator Acidentário de Prevenção). O FAP variará anualmente e serão calculados sempre os 02 últimos anos de todos os históricos dos registros acidentários de prevenção DÍVIDA FGTS Empresa em mora com o FGTS, não poderá pagar honorário, gratificação, pro labore ou qualquer outro tipo de retribuição ou retirada a seus diretores, sócios, gerentes ou empresários, distribuir quaisquer lucros, bonificações, dividendos ou interesses a seus sócios, titulares, acionistas, ou membros de órgãos dirigentes, fiscais ou consultivos, conforme determina os arts. 50 a 52 do RFGTS decreto nº /

225 Os diretores, sócios, gerentes, membros de órgãos fiscais ou consultivos, titulares de firma individual ou quaisquer outros dirigentes de empresa responsável por infração do disposto no Art. 1, incisos I e II, (empresas em débitos com o FGTS) estarão sujeitos à pena de detenção de um mês a um ano DÍVIDA INSS A empresa em débito para com a Previdência Social está proibida de distribuir bonificação ou dividendo e atribuir cota ou participação no lucro ao sócio ou diretor, ainda que a título de adiantamento. A infração sujeitará o responsável à multa de 50% das quantias que tiverem sido pagas, com juros atualizados pela taxa SELIC. De acordo com a Lei nº , no caso de apropriação indébita de contribuições previdenciárias quando retido sobre funcionários, pró-labore, autônomos e Nota Fiscal, e a empresa não repassa os valores ao INSS, os sócios não precisarão mais se preocupar com o bloqueio de seus bens pessoais para garantir os débitos ou com sua inscrição em certidões da dívida ativa. A responsabilidade pessoal só pode ocorrer quando comprovado excesso de poderes ou infração à lei, ao contrato social ou ao estatuto da empresa pelo administrador ou sócio. Conforme Art. 168-A do Código Penal, deixar de repassar à previdência social as contribuições retidas dos contribuintes a penalidade é de reclusão, de 2 (dois) a 5 (cinco) anos, e multa RECEITA FEDERAL Desde15/08/2005, a Receita Federal passará a denominar-se RECEITA FEDERAL DO BRASIL, que passa a receber algumas atribuições do INSS, tais como: processos administrativos fiscais, arrecadar, fiscalizar, administrar e lançar os recolhimentos das contribuições sociais das empresas, dos empregadores domésticos e dos trabalhadores. - Os demais serviços como: pagamento de benefícios, atendimento aos segurados e emissão de certidão relativa a tempo de contribuição, continuam sobre a responsabilidade da Previdência Social FGTS / CONECTIVIDADE SOCIAL O FGTS sobre folha de pagamento vence todo dia 7 de cada mês (se o vencimento cair nos finais de semana ou feriados antecipar) As empresas que possuem somente pró-labore são obrigadas a entregar a GFIP até o 5º dia útil, e as empresas sem nenhum movimento devem entregar no final do ano a GFIP da competência 13, caso contrário a empresa estará sujeita a multa e fiscalização. Para a entrega da GFIP e recolhimento do FGTS já está disponível a nova versão do canal eletrônico da Conectividade Social ICP (canal CAIXA que é utilizado para transmissão, via internet do FGTS e também acesso a informações dos trabalhadores vinculados à empresa, bem como a realização de alterações cadastrais, comunicações de afastamento, etc.) Para a nova versão toda empresa (independente do seu tipo de tributação, com ou sem funcionários e pró-labore) será obrigada adquirir o certificado digital e através deste certificado outorgar uma procuração para que possamos realizar todos os serviços acima mencionados. A procuração deverá ser outorgada diretamente pelo cliente utilizando o certificado digital e a leitora (que deverá ser adquirida junto com certificado), a validade desta procuração é de 01 (um) ano a partir da data de emissão e deverá ser sempre renovada pelo próprio cliente. A empresa que não possui o certificado digital deverá procurar as empresas cadastradas no site Não será possível a utilização do certificado do tipo E-CPF para os sócios que possuem mais de uma empresa, mas empresas que possuem filiais podem utilizar o E-CNPJ da matriz para movimentações em nome das filiais. 225

226 Abaixo algumas empresas credenciadas a emitir este Certificado Digital: - Imprensa Oficial Telefone: Serasa Telefone: / Certising Telefone: Sescon Telefone: / 4505 /4504 A validade do certificado digital é de 01 a 03 anos, conforme a preferência da empresa, orientamos que optem pela validade de 03 anos, pois acaba sendo mais em conta para o cliente. A emissão e/ou renovação do certificado a empresa deve verificar se não há em andamento nenhuma alteração do sócio responsável PROCESSO TRABALHISTA Processo trabalhista, movido por ex-funcionário, onde são enviados todos os documentos referentes ao autor, informamos que no término deste processo, solicite ao advogado responsável a devolução dos mesmos, pois tais documentos devem ser arquivados na Empresa. Após a quitação do mesmo deve ser encaminhada à Contabilidade uma cópia da sentença para a emissão (se houver) dos impostos (INSS, IR, GFIP) Cópia da guia quitada deve ser apresentada em tempo legal ao órgão judicial após o acordo trabalhista GPS INSS / PROTOCOLO SINDICATO Em conseqüência de uma fiscalização mais intensa na área trabalhista, comunicamos que na ausência das guias de INSS, protocoladas pelo Sindicato predominante, acarretará multas altíssimas pôr cada competência em falta, ou protocolada em atraso. Por isso, solicitamos o envio de cópia das mesmas até o dia 25, por fax ou . O não cumprimento terá multa de acordo com a fiscalização GPS - INSS / DESCONTO E RECOLHIMENTO A Empresa que reter a contribuição do INSS do funcionário, e não repassar ao INSS, os sócios não teram os seus bens bloqueados, porém poderão ser penalizados com multas e também com prisão por apropriação em débito. A Empresa optante pelo Simples Nacional que não repassar esta contribuição além das penalidades acima citadas poderá ser excluída da condição do SIMPLES. O valor mínimo para arrecadação da contribuição do INSS é de R$ 10,00 junto aos agentes arrecadadores. Empregados depois de algum tempo recebendo beneficio por incapacidade e são considerados aptos pela perícia médica do INSS, mas inaptos pelo médico do trabalho da empresa. A responsabilidade pelo pagamento dos salários e demais verbas trabalhista no período após a alta do INSS é do empregador, pois o funcionário não pode, ficar sem receber o salário e nem o beneficio previdenciário. O INSS sobre folha de pagamento vence todo dia 20 de cada mês (se o vencimento cair nos finais de semana ou feriados antecipar) 4.33 CESSÃO DE MÃO-DE-OBRA OU EMPREITADA Serviços sujeitos à Retenção Previdenciária, por meio da Instrução Normativa nº 100 de 02/01/2004, alterada pela Instrução Normativa DP nº 103/2004, a Diretoria Colegiada do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) divulgou novas normas gerais de tributação providenciaria e de arrecadação das contribuições sociais administradas pelo INSS. 226

227 Obrigatoriedade da Retenção Previdenciária, a empresa contratante de serviços prestados mediante cessão de mão-de-obra ou empreitada (inclusive em regime de trabalho temporário, bem como as empresas optantes de Sistema Integrado de Pagamento de Impostos e Contribuições das Microempresas e Empresas de Pequeno Porte Simples), deverá reter 11% do valor bruto da nota fiscal, da fatura ou do recibo de prestação de serviço e recolher ao INSS, até o dia 10 do mês subseqüente, a importância retida em documento de arrecadação identificado com a denominação social e o Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ) da empresa contratada. Dedução da Base de Cálculo de Retenção de INSS, IR e ISS sobre Nota Fiscal, o valor utilizado a título de material pela empresa prestadora de serviços pode ser descontado da base de cálculo de retenção sobre Nota Fiscal desde que previstos em contrato e discriminados na nota. O valor do material fornecido não poderá ser superior ao valor de aquisição, e a empresa contratada deverá manter em seu poder as notas fiscais do material comprado para apresentar a fiscalização. Se a atividade exercida pelo segurado empregado na empresa contratante o expuser aos agentes nocivos, de forma que possibilite a concessão de aposentadoria especial após 15, 20 ou 25 anos de trabalho em condições especiais que prejudiquem a saúde ou a integridade física, o percentual da retenção aplicado sobre o valor da nota fiscal, da fatura ou do recibo de prestação de serviços deve ser acrescido de 4%, 3% ou 2%, respectivamente, perfazendo a alíquota total de 15%, 14% ou 13%, incidindo sobre o valor dos serviços prestados por esses segurados. Cessão de mão-de-obra é a colocação à disposição da empresa contratante, em suas dependências ou nas de terceiros, de trabalhadores que realizem serviços contínuos, relacionados ou não com sua atividade-fim, quaisquer que sejam a natureza e a forma de contratação, inclusive por meio de trabalho temporário na forma da Lei nº 6.019/1974. São: a) dependências de terceiros; b) serviços contínuos; c) colocação à disposição da empresa. Empreitada é a execução, contratualmente estabelecida, de tarefa, de obra ou de serviço, por preço ajustado, com ou sem fornecimento de material ou uso de equipamentos, que podem ou não ser utilizados, realizada nas dependências da empresa contratante, nas de terceiros ou nas da empresa contratada, tendo como objeto um resultado pretendido. Serviços contratados mediante Cessão ou Empreitada de Mão-de-Obra, sujeitos a retenção previdenciária: a) Limpeza, conservação ou zeladoria, que se constituam em varrição, lavagem, orçamento, desinfecção, desentupimento, dedetização ou em outros serviços destinados a manter a higiene, o asseio ou a conservação de praias, jardins, rodovias, monumentos, edificações, instalações, de pendências, logradouros, vias públicas, pátios ou de áreas de uso comum; b) Vigilância ou segurança, que tenham por finalidade a garantia da integridade física de pessoas ou a preservação de bens patrimoniais; c) Construção civil que envolva a construção, a demolição, a reforma ou o acréscimo de edificações ou de qualquer benfeitoria agregada ao solo ou ao subsolo ou obras complementares que se integram a esse conjunto, tais como a reparação de jardins ou passeios, a colocação de grades ou de instrumentos de recreação, de urbanização ou de sinalização de rodovias ou de vias públicas; d) Natureza rural, que se constituam em desmatamento, extração de produtos de origem animal ou vegetal, bem como a industrialização rudimentar; e) Digitação, que compreendam a inserção de dados em meio informatizado por operação de teclados ou de similares; f) Preparação de dados para processamento, executados com visitas a viabilizar ou a facilitar o processamento de informações, tais como o escaneamento manual ou a leitura ótica. Serviços contratados mediante Cessão de Mão-de-Obra, sujeitos a retenção providenciaria: a) Acabamento, que envolvam a conclusão, o preparo final; b) Embalagem, relacionados com o preparo de produtos; 227

228 c) Acondicionamento, que compreendem os serviços envolvidos no processo de colocação ordenada dos produtos no seu armazenamento; d) Cobrança, que objetivem o recebimento de quaisquer valores devidos à empresa contratante, ainda que executados periodicamente; e) Coleta ou reciclagem de lixo ou de resíduos, que envolvam a busca, o transporte, a separação, o tratamento ou a transformação; f) Copa, que envolvam a preparação, o manuseio e a distribuição de todo ou de qualquer produto alimentício; g) Hotelaria, em hotel, pousada, paciente em hospital, clínica; h) Corte ou ligação de serviços públicos, que tenham como objetivo a interrupção ou a conexão do fornecimento de água, de esgoto, de energia elétrica, de gás ou de telecomunicações; i) Distribuição, que se constituam em entrega, em locais predeterminados, mesmo que distribuídos no mesmo período a vários contratantes; j) Treinamento e ensino, na transmissão de conhecimento para a instrução ou para a capacitação de pessoas; k) Entrega de contas e de documentos, que tenham como finalidade fazer chegar ao destinatário documentos diversos; l) Ligações de medidores, a instalação de equipamentos destinados a aferir o consumo; m) Leitura de medidores, para a coleta das informações aferidas por esse equipamento; n) Manutenção de instalações de máquinas ou de equipamentos, quando indispensáveis ao seu funcionamento regular e permanente e desde que mantida equipe à disposição da contratante; o) Montagem, em processos industriais ou artesanais, de modo que possa funcionar ou atingir o fim a que se destina; p) Operação de máquinas, de equipamentos e de veículos; q) Operação de pedágio ou terminal de transportes; r) Operação de transporte de passageiros; s) Portaria, recepção ou ascensorista, controle de trânsito de pessoas, distribuição de encomendas ou de documentos; t) Recepção, triagem ou movimentação, relacionada ao recebimento, à contagem, à conferência, à seleção ou ao remanejamento de materiais; u) Promoção de vendas ou de eventos, que tenham por finalidade colocar em evidência as qualidades de produtos ou realização de shows, de férias, de convenções, de rodeios, de festas ou de jogos; v) Secretaria e expediente, quando relacionados com o desempenho de rotinas administrativas; w) Saúde, quando prestados por empresas da área da saúde e direcionados ao atendimento de pacientes, tendo em vista avaliar, recuperar, manter ou melhorar o estado físico, mental ou emocional desses pacientes; x) Telefonia ou de telemarketing, que envolvam a operação de centrais ou de aparelhos telefônicos ou de tele atendimento. Dispensa da Retenção, a empresa ficará dispensada quando: a) O valor correspondente a 11% dos serviços contidos em cada nota fiscal fatura ou recibo de prestação de serviços for inferior ao limite mínimo estabelecido pelo INSS o qual é equivalente a R$ 29,00; b) A contratada não possuir empregados, o serviço prestado é pelo titular ou sócio e o seu faturamento do mês anterior for igual ou inferior a duas vezes o limite máximo do saláriode-contribuição (atualmente R$ 2.508,72); c) A contratação envolver somente serviços profissionais relativos ao exercício de profissão regulamentada por legislação federal. 228

229 ANTENÇÃO: Quando receber qualquer nota fiscal ou recibo de pessoa física, passar-nos imediatamente, fax da mesma, e também o n.º de inscrição do carne do INSS, que deverá ser informado pelo prestador. Como identificar se é uma pessoa física, ou seja, autônomo? Na NF ou recibo consta o n.º do CPF e não do CNPJ. Observar que na NF ou recibo, deve constar a retenção de 11% de INSS, e que a data limite para envio da mesma é todo dia 25. Vale salientar que os procedimentos acima são necessários para a elaboração da folha de autônomo, bem como seus impostos, conforme Instrução Normativa n.º 87/2003 revogada pela 89/ EXTINÇÃO DO CARNÊ DE INSS Previdência Social Recolhimento de INSS Extinção do Carnê (recolhimento avulso) em alguns casos A promulgação da lei /2003 e a da IN 87 de 27/-3/2003 trouxeram varias mudanças no recolhimento para a Previdência Social: Todas as pessoas Físicas que prestarem serviços para Pessoas Jurídicas, tanto como aqueles que receberem remuneração a título de Pró-labore, terão retenção de 11% dos seus rendimentos na fonte, valor este que deverá ser obrigatoriamente recolhido pela pessoa jurídica, juntamente com sua guia de recolhimento ao INSS. Para esses contribuintes considerados Individuais, fica extinto o recolhimento do carnê, somente para os casos em que estes prestarem serviços exclusivamente para pessoas jurídicas, pois o valor do INSS ficará fixado em 11% e será retido na fonte conforme disposto no item anterior. Não existirá mais a possibilidade de complementação dos recolhimentos de forma facultativa ou espontânea (antigo contribuinte em dobro) para efeito de aposentadoria. A contribuição através dos recolhimentos avulsos (antigo carnê) deverá ser feita apenas em alguns casos: Obrigatória quando o contribuinte individual prestar serviços como autônomo para pessoas físicas. Como complemento obrigatório para completar o valor de 1 salário mínimo de contribuição nos casos em que os valores recebidos no mês originados de pessoas jurídicas forem inferiores à um salário mínimo. PS:Em todos os casos acima o percentual a ser recolhido sobre os valores serão de 20% (vinte por cento) O valor máximo para base de cálculo tanto da retenção de 11% pelas pessoas jurídicas, como para o recolhimento de 20% através do carnê será o teto máximo. Não existirão mais classes e prazos mínimos de recolhimentos para o contribuinte individual. As empresas continuam a ser obrigadas a recolher 20% dos valores pagos a pessoas físicas por serviços prestados de autônomo e retirada pró-labore, além dos 11% que devem ser retidos. Conclusões: Diante dessas mudanças o INSS fez com que a responsabilidade pelo recolhimento dos valores dos contribuintes individuais (valores que valem para a aposentadoria, antigos carnês e recolhimentos avulsos) passasse a ser retidos na fonte pelas empresas (11%) ficando extinto o recolhimento dos carnês nesses casos, exemplo: retirada pró-labore e prestação de serviços autônomos para empresas. Nos casos em que exista o serviço autônomo (comprovadamente inscrito) prestados para pessoas físicas pode-se recolher o carnê (recolhimento avulso). Com isso o valor do recolhimento do INSS diminuiu para 11% (valor retido) nos casos dos pagamentos pelas P. Jurídicas, porém em contra partida o mesmo deve ser base de cálculo para o recolhimento da parte da empresa junto ao INSS (que é de 20%), exemplo do pró-labore que agora deverá ser o valor correto pago para efeito de aposentadoria, ou seja, a empresa além de reter do sócio 11% ainda terá que recolher mais 20% sobre os valores que remunerou seus sócios ou administradores. 229

230 Como a complementação facultativa foi extinta, sócios de empresas com retirada pró-labore que tiverem interesse em manter o valor base para a aposentadoria que vinha sendo recolhido pelo carnê (recolhimento avulso), devem saber que será necessário declarar esse valor como pró-labore na folha de pagamento da empresa onerando a mesma a recolher além os 11% a ser retido, mais 20% de parte da empresa. Uma alternativa seria para complementar o valor seria recolher o carnê (contribuição avulsa) como prestação de serviços para pessoas físicas, porém haverá a necessidade de comprovar a condição de prestador de serviços autônomo, com a inscrição na Prefeitura CAGED Cadastro Geral de Empregados e Desempregados, entregue no mês subseqüente ao fato gerador, quando houver entrada ou saída de empregados. Entregue por meio eletrônico até o dia 07 de cada mês, e caso seja Sábado, Domingo ou feriado antecipar sua entrega. O não cumprimento terá multa de acordo com a Lei em vigor LEI DO SIMPLES NACIONAL No dia 15/08/2007 foi publicada a Lei Complementar nº 127, alterando a Lei Complementar nº 123 de 14/12/06, referente ao SIMPLES NACIONAL como segue: EXCLUSÃO: A empresa que tiver omissão da folha de autônomos e empregados, despesa superior a 20% do seu faturamento e compras de valor superior a 80% do total de suas vendas e não provar que faz parte do estoque durante o ano calendário, será excluído a partir do próprio mês em que incorridas as irregularidades por um período de 03 anos calendário seguintes. As empresas optantes pelo Simples Nacional, que atrasem ou não paguem seus impostos podem ser multadas e ou automaticamente excluídas do Simples. VEDAÇÃO DE INSS: Algumas atividades de prestação de serviços que estavam obrigadas a recolher o INSS a parte, foram beneficiadas por esta lei, ficando isentas desta contribuição do empregador. CONTRIBUINTE INDIVIDUAL: Para o empresário com receita bruta anual no ano-calendário anterior de até R$36.000,00, está isento do pagamento das contribuições: INSS 20% de parte empresa, terceiros e contribuição sindical patronal RAIS Relação Anual de Informações Sociais, entregue uma vez ao ano no mês de fevereiro do ano seguinte, constando os valores dos Salários, Férias, 13º Salário, valores de Rescisões, Data de Admissão e Data de Demissão dos Funcionários, etc. O não cumprimento terá multa de acordo com a Lei em vigor RAIS / PROTOCOLO SINDICATO Em conseqüência do acordo coletivo ou dissídio coletivo, conforme cláusula deverá protocolar junto ao Sindicato no mês seguinte da sua entrega. O não cumprimento terá multa de acordo com a fiscalização. 230

231 4.39 CONTRIBUIÇÕES EMPREGADOS SINDICAL - seu desconto se dá todo mês de março, com vencimento no último dia útil de abril e para admitidos após esta data o desconto será no mês subseqüente ao de admissão, com vencimento no último dia útil do mês seguinte. ASSISTENCIAL, CONFEDERATIVA e outros tem que ser verificada caso a caso no Acordo Coletivo. O não recolhimento gerará multa e juros, estipulado pelo próprio Sindicato CONTRIBUIÇÃO SINDICAL EMPREGADOS / PROTOCOLO SINDICATO Conforme Portaria MTb nº 3.233/1983, art. 2º e parágrafo único. A empresa deve protocolar a guia de Contribuição Sindical no sindicato da categoria. Por isso solicitamos o envio das mesmas por fax ou e- mail até 05 dias após o pagamento. O não cumprimento terá multa de acordo com a fiscalização CONTRIBUIÇÕES PATRONAIS SINDICAL seu pagamento é feito no último dia útil de janeiro, calculado um percentual sobre o valor do Capital Social da empresa, de acordo com a tabela do Sindicato. Para novas empresas o pagamento deve ser feito até 30 dias da data da abertura. ASSISTENCIAL, CONFEDERATIVA e outros tem que ser verificada caso a caso no Acordo Coletivo. O não recolhimento gerará multa e juros, estipulado pelo próprio Sindicato REPRESENTANTE COMERCIAL AUTÔNOMO A Representação Comercial Autônoma é regida pela Lei 4.886, de 1965, constando no art. 1 º. O conceito de Representante Comercial Autônomo, como sendo a PESSOA FÍSICA OU JURÍDICA, sem relação de emprego que desempenha em caráter não eventual pôr conta de uma ou mais pessoas, para a realização de negócios mercantis, agenciando propostas ou pedidos, para transmiti-los aos representados, praticando ou não atos relacionados com a execução dos negócios. Para que o contrato seja considerado como de representação comercial, deverá constar obrigatoriamente, além dos elementos comuns, os itens do Art. 27 da Lei acima, tais com: 1. Condições e requisitos gerais da representação; 2. Indicação genérica ou especificar os produtos ou artigos objeto da representação; 3. Prazo determinado ou indeterminado da representação; 4. Indicação da zona ou zonas em que será exercida a representação, bem como da permissibilidade ou não de a representada ali poder negociar diretamente; 5. Garantia ou não, parcial ou total, ou pôr certo prazo, da exclusividade de zona ou setor de zona; 6. Retribuição e época do pagamento, pelo exercício da representação, dependente da efetiva realização dos negócios, e recebimento, ou não, pelo representado, dos valores respectivos; 7. Os casos em que se justifique a restrição de zona concedida com exclusividade; 8. Obrigações e responsabilidades das partes contratantes; 9. Exercício exclusivo ou não da representação a favor do representado; 10. Indenização devida ao representante, pela rescisão do contrato fora dos casos previstos no art. 34, cujo montante não será inferior 01/20 avos do total. 231

232 Caso contrário configurará o VÍNCULO EMPREGATÍCIO, mesmo assim, se o representante comercial, estiver subordinado ao representado, ou seja, exercer horário estipulado, cumprindo ordens, etc, como funcionário normal, passará a ser trabalhista e regida pela CLT DANOS MORAIS - LEI N /98 DO MUNICÍPIO DE SÃO PAULO A referida lei determina o que segue: Art. 1- Fica proibido o uso da expressão boa aparência ou outras similares, na divulgação de anúncios visando a concurso e seleção de pessoal. Parágrafo único O disposto neste artigo aplica-se as empresas publicas, de economia mista, privadas, firma individuais, entidades beneficentes, fundações e pessoas físicas, instaladas ou domiciliadas no município que determinarem a publicação de anúncios previstos no caput deste artigo. Art. 2- É obrigatório constar dos anúncios referidos no caput do art. 1 o número de vagas disponíveis para cada função, bem como todas as qualificações exigidas para seu preenchimento. Art. 3- Os infratores serão punidos com as seguintes penalidades: I multa; II suspensão temporária da autorização de funcionamento III cassação da autorização de funcionamento; Parágrafo único A multa estabelecida no inciso I deste artigo será de UFIRs, ou outra unidade que venha substituí-la, cobrada em dobro em caso de reincidência. Comentário sobre a Lei Conforme Publicação no Jornal Diário do Comércio de Julho/2004 saiu reportagem referente a DANOS MORAIS. Cuidado para não expor ninguém ao ridículo. As empresas estão sendo alvo de ações por Danos Morais de trabalhadores que enfrentaram situações constrangedoras. Exemplo: UM GERENTE OBRIGOU OS VENDEDORES DE SUA EMPRESA A USAR SAIA COMO CASTIGO POR NÃO TEREM ATINGIDO A META ESTABELECIDA. Outro caso: UMA EMPRESA FEZ A ELEIÇÃO DO EMPREGADO TARTARUGA PARA HOMENAGEAR O TRABALHADOR QUE SEMPRE CHEGAVA ATRASADO. A saída, segundo especialistas, é a prevenção. Dicas para prevenção: 1. Não publicar anúncio exigindo Experiência ; 2. Cuidados nos critérios de desclassificação de candidatos; 3. As dinâmicas de grupo devem ser formuladas com cautela; 4. Não divulgar testes psicológicos, entrevistas e laudos; 5. Evitar suspender a contratação do candidato após comunicar sua aprovação; 6. Não exigir do trabalhador atos vexatórios que o exponham ao ridículo perante colegas; 7. Cuidados prévios para implantação da revista de controle; 8. Evitar que os superiores tenham condutas ameaçadoras ou façam repressões em público; 9. Evitar atos discriminatórios em geral; 10. Na despedida sem justa causa deve-se preservar a intimidade do trabalhador; 11. Na dispensa por justa causa, devem-se seguir corretamente as normas do artigo 482 da CLT que tratam sobre o assunto; 12. Não participar da elaboração de listas negras; 13. Não divulgar informações negativas do ex-empregado; 14. É importante a elaboração de uma política de prevenção, fiscalização e combate na empresa; 15. Os empregados devem ter alguém da empresa para denunciar os fatos; 16. A empresa deve sempre verificar a veracidade dos fatos e evitar alegações de perseguição a certos empregados; 232

233 17. O agente do assédio moral deve ser punido; 18. É proibido o uso da expressão BOA APARÊNCIA ou outras similares, na divulgação de anúncios visando a concurso e seleção de pessoal = isto se aplica às empresas públicas, de economia mista, privadas, firmas individuais, entidades beneficentes, fundações e pessoas físicas, instaladas ou domiciliadas no município que determinarem a publicação de anúncios previstos no artigo 1 da Lei nº /1998; 19. Preferência de sexo, raça ou religião; 20. A exigência ou a obtenção, por superior hierárquico, mediante coação ou ameaça de demissão, de promessa de admissão, de promoção ou de qualquer outra vantagem, de favor sexual de candidato a emprego; 21. A adoção de quaisquer medidas restritivas ao emprego feminino não previstas em lei, especialmente a exigência de comprovação de esterilização, de exame ginecológico, exames de urina ou de sangue, para admissão ou permanência no emprego MOTOBOY/MOTOFRETE Exercício da Profissão Lei de 29/07/2009 Para o exercício destas atividades estes profissionais deverão obedecer ao que segue: - É necessário ter completado 21 anos. - Possuir habilitação por pelo menos 02 (dois) anos na categoria. - Ser aprovado em curso especializado nos termos da regulamentação do CONTRAN. - Estar vestido com colete de segurança dotado de refletores e de botas apropriadas. - A moto deve conter protetor de motor mata-cachorro, antena corta-pipas, placa especial e baú. O prazo para adequação das exigências acima é de 365 dias a contar da data de sua publicação, inclusive para os funcionários já registrados nesta função. O Curso Especial de Treinamento e Orientação para Condutor de Moto frete/moto boy está sendo disponibilizado gratuitamente pela Prefeitura de São Paulo, através da Secretaria Municipal dos Transportes. Para se cadastrar para fazer o curso gratuitamente*, visite o endereço abaixo. Você precisará fornecer dados pessoais como CPF, RG, Registro da Carteira de Habilitação e dados do veículo. Você poderá escolher a região e horário em deseja fazer o curso. Cadastre-se para fazer o curso gratuitamente, acesse www3.prefeitura.sp.gov.br/smt/condumoto EXISTE TAMBÉM OPÇÃO DE SERVIÇO PAGO - Relação de escolas credenciadas: 01M - CETET-CET Av. Marquês de São Vicente, Barra Funda Fone: / / M2 - GOLDEN CAR - CENTRO DE FORMAÇÃO DE CONDUTORES Rua Leopoldo de Freitas, Vila Matilde Fone: / M1 - SEST/SENAT - SERVIÇO SOCIAL DO TRANSPORTE/SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM DO TRANSPORTE Av. Candido Portinari, Vila Jaguará Fone: /

234 05M3 - SEST/SENAT - SERVIÇO SOCIAL DO TRANSPORTE/SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM DO TRANSPORTE Rua Alfredo Guedes, Carandiru Fone: / / / 012M - SD TRANS - SERVIÇO DE DESENVOLVIMENTO PROFISSIONAL DO TRANSPORTE S/C LTDA. Av. Antônio Estevão de Carvalho, sobreloja - Cidade Patriarca Fone: / M - MARCO ZERO Rua Oscar Freire, Cerqueira César Fone: PROGRAMA DE ALIMENTAÇÃO DO TRABALHADOR - PAT As Pessoas Jurídicas beneficiárias do PAT deverão recadastrar-se no período de 01 de março a 31 de maio de cada ano, conforme Portaria TEM/SIT nº 66/2003. O recadastramento deve ser efetuado por meio eletrônico, utilizando-se o formulário constante da página do Ministério do Trabalho e Emprego na Internet (www.mte.gov.br/pat). O não-recadastramento no PAT no prazo estipulado implicará o cancelamento automático do registro ou inscrição TRABALHO EM DIA DE ELEIÇÃO Para funcionários convocados a trabalhar na eleição, a empresa dará 2 (dois) dias de folgas por turno trabalhado (a empresa e o funcionário deve entrar em comum acordo para definir os dias das folgas) que não podem coincidir com sua folga semanal, caso o funcionário esteja de férias serão devidas as folgas após o seu retorno. Para os funcionários que trabalham aos domingos, além da empresa liberar o funcionário para votar, deverá pagar o domingo de eleição em dobro (hora extra 100%) ou conceder uma folga a mais na semana NOVO AVISO PRÉVIO PROPORCIONAL - NOVAS ORIENTAÇÕES - NOTA TÉCNICA Nº 184/2012/CGRT/SRT/MTE Com a publicação da Lei , de 11 de outubro de 2011, no Diário Oficial União de 13/10/2011, que trata do aviso prévio proporcional, a Secretaria das Relações do Trabalho vem recebendo muitos questionamentos quanto aos procedimentos a serem adotados pelos empregadores e empregados nas rescisões de contrato de trabalho. Em princípio a Secretária expediu o Memorando Circular n 10 de 2011, cuja finalidade era orientar as Superintendências quanto aos procedimentos a serem adotados pelos servidores das Relações do Trabalho que exercem atividades relativas à assistência a homologação das rescisões de contrato de trabalho. Porém, foram realizados novos estudos, debates e discussões a respeito do tema. Assim, a SRT concluiu pela necessidade de apresentar uma nota técnica sobre o assunto em questão. Trata-se da Nota Técnica CGRT/SRT/MTE nº 184/2012, que entre outras informações, aborda a contagem da proporcionalidade do aviso conforme o tempo de vínculo empregatício: A SRT modificou o entendimento anterior informado no Memorando Circular n 10 de 2011 (itens 5 e 6), apresentando novo quadro demonstrativo, conforme abaixo: 234

235 Tempo de Serviço Aviso Prévio Proporcional ao Tempo de Serviço (anos completos) (n de dias) NOVO PENSÃO ALIMENTÍCIA Assim que receber o ofício enviar uma cópia para o departamento Pessoal e arquivar o original no prontuário do funcionário. A pensão deve ser depositada na conta constante no ofício no mesmo dia do pagamento de salário do funcionário. 235

236 5. DIVERSOS 236

237 5.01 PAGAMENTOS EFETUADOS VIA INTERNET Sabendo que hoje, os pagamentos de impostos e contribuições podem ser feitos via internet, e que cada dia que passa isso se torna mais comum, alertamos para os seguintes aspectos: Prestar muita atenção no preenchimento dos campos, tais como (cnpj, inscrição estadual, código de receita, valores, etc), pois um erro de preenchimento, ocasionará o não encontro do referido pagamento nos sistemas da Receita Federal, INSS e Secretaria da Fazenda, sendo assim o contribuinte será obrigado a solicitar a retificação da guia, o que significa pagar taxas altas (em alguns casos ficando mais barato pagar novamente o imposto), e complicações no momento da solicitação de uma certidão negativa de débitos, já que uma retificação de Darf por exemplo pode demorar até 5 anos para ser resolvida. Informamos que ao requisitarmos de V.Sas. quaisquer documentos e/ou guias para nosso uso, estas deverão ser solicitadas por escrito através de Ordem de Serviço ou pelo telefone, devidamente autorizado pelos encarregados. Solicitamos que seja feito um protocolo para vosso controle interno dos documentos enviados ou sugerimos que vossa empresa adquira um arquivo com chaves e forneça somente uma cópia ao nosso visitador semanal para que não haja extravio ou perda de documentos. Quando fornecer as chaves favor comunicar a diretoria. Somente efetue qualquer tipo de pagamento à este escritório mediante apresentação do competente recibo, representado por nossa FICHA DE EXPEDIENTE, uma vez que a Confidence não poderá ser responsabilizada por pagamentos efetuados sem a emissão desta. Alertamos ainda, que nenhum de nossos funcionários está autorizado a receber valores relativos ao pagamento de impostos ou quaisquer outras taxas se a emissão da citada FICHA DE EXPEDIENTE. Nos pagamentos da mensalidade efetuados após o dia 05 será cobrado a título de multa de mora 5% REMESSA DE DOCUMENTOS O visitador de cada empresa está apto a reconhecer os documentos que devem ser retirados, porém quando for moto-boy que vai entregar ou retirar algum documento, enviar por ele somente os documentos solicitados, emitindo no ato da entrega um protocolo. Ao enviar documentos para a Confidence através de moto-boy, faça um protocolo em (02) duas vias endereçado ao destinatário, e caso haja no mesmo envelope, documentos para serem entregues em outro departamento, favor fazer protocolo individual identificando setor/pessoa. Tal procedimento é para evitar que documentos urgentes fiquem parados em outras áreas CERTIDÕES Favor não solicitar nenhuma certidão, seja ela do INSS, FGTS, PREFEITURA, ESTADO, RECEITA, etc., sem nos consultar antes, pois se for solicitado uma certidão antes do prazo de vencimento, além de não ser emitida, será necessário comparecer ao órgão emitente com toda documentação para a devida regularização, sem previsão de obter tal certidão ROUBO E FURTOS DE DOCUMENTOS Comunicamos a todos, que caso forem Roubados, Furtados ou tiverem Extraviados seus documentos, tais como: RG CPF Título de Eleitor, deverão providenciar com urgência Boletim de Ocorrência e Anuncio em Jornal de Grande Circulação por 03 (três) dias, guardando a folha inteira do jornal publicado, bem como o Boletim de Ocorrência. Isto com o intuito de evitar que pessoa com má índole, em poder destes documentos, utilize-os para fazer Aberturas ou Transferências de Empresas que tenham Débitos e/ou Protestos, estes com valores altos. 237

238 Comunicamos a todos, que caso forem Roubados, Furtados ou tiverem Extraviados seus documentos, tais como: RG CPF Título de Eleitor, deverão providenciar com urgência Boletim de Ocorrência e Anuncio em Jornal de Grande Circulação por 03 (três) dias, guardando a folha inteira do jornal publicado, bem como o Boletim de Ocorrência. Isto com o intuito de evitar que pessoa com má índole, em poder destes documentos, utilize-os para fazer Aberturas ou Transferências de Empresas que tenham Débitos e/ou Protestos, estes com valores altos ESTACIONAMENTO Conforme o Decreto nº que regulamenta a Lei nº de , as empresas que possuem estacionamentos, inclusive de shopping centers, lojas de departamento, supermercados, etc., que possuam seguro para a cobertura dos automóveis, devem informar o número da apólice, o nome da seguradora, a data do término do contrato e quais os riscos compreendidos. Caso o estabelecimento não tenha esta cobertura, tal fato também deverá ser comunicado. Estas informações deverão ser veiculadas por meio de placa, faixa, painel eletrônico, pintura ou similar, que não poderá ultrapassar 1,0 m2 um metro quadrado e muito menos divulgar qualquer conteúdo de caráter publicitário ou promocional. Com a regulamentação da lei, a partir de hoje, , os estabelecimentos referidos terão 30 dias para atender às novas exigências, sob pena de imposição de multa diária no valor de R$ 1.000,00 (mil reais) até a sua regularização, lembrando que a fiscalização ficará a cargo das Subprefeituras ECAD DIREITOS AUTORAIS Empresas que se utilizam publicamente de música mecânica ou ao vivo, são obrigadas a se cadastrar e recolher taxas para o ECAD. O Regulamento classifica o nível de importância da música para a atividade estabelecimento, como indispensável, necessária ou secundária. Considera ainda periodicidade da utilização (se permanente ou eventual) e se a apresentação é feita com música mecânica ou ao vivo, com ou sem dança. O valor a ser pago é calculado de acordo com o (realizado a partir das informações fornecidas pelo mesmo) e da forma de cobrança, determinada em função do parâmetro físico ou de percentual incidente sobre a receita bruta (NOVO) LEI OBRIGA OS FORNECEDORES A PROCEDER AO AJUSTE DE COBRANÇA IRREGULAR De acordo com a Lei de 09/04/2012 a partir de 09 de maio de 2012 os fornecedores que fizerem cobranças indevidas a maior, deverão proceder com o imediato ajuste da cobrança, para que o consumidor pague apenas o valor efetivamente devido. A cobrança indevida é considerada como qualquer valor cobrado do consumidor que esteja em desacordo com a oferta anunciada, com o contrato pactuado ou com as demais normas de proteção ao consumidor, seja com relação ao montante cobrado ou com a data ou forma de cobrança. Sendo constatada a cobrança indevida a maior, o fornecedor deverá emitir nova fatura com no mínimo 5 (cinco) dias úteis após a data da verificação da irregularidade da cobrança. Vale lembrar que o consumidor deve noticiar a cobrança indevida ao fornecedor por meio de contato telefônico, resguardando-se com os números de protocolos, e enviando uma notificação extrajudicial por meio de carta postal AR ou Telegrama com cópia e aviso de recebimento. 238

239 CRC Conselho Regional de Contabilidade CONSELHOS REGIONAIS CREME Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo CRA Conselho Regional de Administração de São Paulo CRO Conselho Regional de Odontologia de São Paulo CRP Conselho Regional de Psicologia de São Paulo CORECON Conselho Regional de Economia de São Paulo CREA Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia do Estado de São Paulo COREN Conselho Regional de Enfermagem de São Paulo CRF - Conselho Regional de Farmácia do Estado de São Paulo CREF Conselho Regional de Educação Física de São Paulo CRECI Conselho Regional de Corretores de Imóveis CRMV Conselho Regional de Medicina Veterinária do Estado de São Paulo CORCESP Conselho Regional dos Representantes Comerciais do Estado de São Paulo CRQ Conselho Regional de Química de São Paulo SCIESP Sindicato dos Corretores de Imóveis do Estado de São Paulo SENAC Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial 239

240 OMB Ordem dos Músicos de São Paulo OAB Ordem dos Advogados do Brasil PROCON Proteção e Defesa do Consumidor CFM Conselho Federal de Medicina APDESP Associação dos Protéticos Dentários do Estado de São Paulo AASP Associação dos Advogados de São Paulo ACSP Associação Comercial de São Paulo AMB Associação Médica Brasileira APM Associação Paulista de Medicina CEESP Conselho Estadual de Educação do Estado de São Paulo FUNDAÇÃO CASA Centro de Atendimento Sócio-Educativo ao Adolescente SINDHOSP Sindicato dos Hospitais de São Paulo ANP Associação Nacional de Petróleo SINAENCO Sindicato das Empresas de Arquitetura e Engenharia Consultiva ABNT Associação Brasileira de Normas Técnicas JUCESP Junta Comercial do Estado de São Paulo SRF Secretaria da Receita Federal de São Paulo 240

241 SF Secretaria da Fazenda do Estado PMSP Prefeitura Municipal de São Paulo PRODAM Companhia de Processamentos de Dados do Município de São Paulo SINPSI SP Sindicato dos Psicólogos no Estado de São Paulo ANVISA Agencia Nacional de Vigilância Sanitária ANTT Associação Nacional de Transportes Terrestres de São Paulo TELEFONES ÚTEIS Os telefones relacionados abaixo, são referentes ao município de São Paulo, e podem lhe ser úteis para qualquer eventualidade. Alcoólicos Anônimos (AA) Acidentes e Informações de Trânsito 194 Água e Esgoto 195 Ambulância / Pronto Socorro 192 ANATEL (Telefonia) Aneel (Energia) Auxílio a Listas Aeroporto de Congonhas Aeroporto de Cumbica Aeroporto Campo de Marte Cadastro Nacional de Veículos Roubados Centro de Controle de Zoonose COMGÁS Corpo de Bombeiros

242 Correios Chamadas Internacionais Via Telefonista CPTM Defesa Civil 199 Delegacia 147 Despertador Automático 134 DETRAN 1514 Disque AIDS Disque Buraco 156 Disque DERSA Disque Denúncia Disque Drogas Disque Saúde 1520 ELETROPAULO Bandeirantes (GSP) Farmácias de Plantão 136 Interurbano Via Telefônica 101 Hora Certa 130 Hospital das Clínicas Hospital da Santa Casa Hospital Universitário (USP) IML INFRAERO (Cumbica) INFRAERO (Congonhas) Instituto Adolfo Lutz Instituto Butantã

243 Instituto Pasteur Instituto do Coração (Incor) Meteorologia/Tempo 132 Polícia Federal Polícia Militar 190 Polícia Rodoviária Estadual Poupa tempo Prevfone (INSS) PROCON 1512 Receita Federal 146 e Saúde dos Portos (Vacinação) Serasa Serviço de Verificação de Óbitos (SVO) Serviço Funerário Serviço de Intermediação Surdo/Ouvinte 1402 SENAC SENAI SOS Criança 1407 Subprefeitura da Mooca Subprefeitura da Vila Prudente Telegrama Fonado Terminais Rodoviários Embarques Informações Transporte Aéreo Nacional Transporte Aéreo Internacional Transporte Urbano Metrô e Ônibus Itinerários

244 TER Tribunal Regional Eleitoral S PARA CONTATO Departamentos e seus respectivos s para contato: GERENCIA Funcionária: Cleuza. DEPARTAMENTO PESSOAL Descrição: Registros, Baixas, etc. Funcionários: Sonia, Ronniely, Paula, Karine, José, Bianca e Camila. DEPARTAMENTO FISCAL Descrição: Entradas, Saídas, Compras, Vendas, Impostos, etc. Funcionários: Eliete, Rose, Railton, Nicoli, Renata, Heberte e Thais. e DEPARTAMENTO CONTÁBIL Descrição: Balanços, Cadastros de Bancos, etc. Funcionários: Michele, Cristiane, Denise, Jéssica, Jacqueline, Camila, Suzana e Verônica. e EXPEDIÇÃO Descrição: Cópia de Documentos, Certidões, Abertura, Alteração e Cancelamento, etc. Funcionários: Airton e Jameson e CORRETORA DE SEGUROS Descrição: Auto, Saúde, Vida, Previdência, etc. Funcionários: Aline, Márcio e DIRETORIA Eduardo Mauricio SUPORTE INFORMÁTICA Marcos SECRETÁRIA Funcionária: Marina 244

245 6. CORRETORA 245

246 246

247 6.01 CORRETORA DE SEGUROS A Confidencia Corretora de Seguros atua a mais de 10 anos no mercado, com especialização em seguros: Automóvel, Saúde, Empresarial, Vida, Previdência, Residência, Condomínio, Fiança, entre outros. Aproveitamos para lembrar que toda a empresa, independente do seu porte, terá que fazer um Seguro Empresarial, para se prevenir de futuros prejuízos. Somos credenciados e representamos as principais Cias de Seguros do mercado, dentre elas: Porto Seguro, Sul América, Marítima, Itaú, Bradesco, etc... Por este motivo, sempre poderemos oferecer as melhores opções em cada ramo de seguro para os segurados. Dispomos de sede própria e infra-estrutura com sistemas totalmente informatizados, para elaboração de orçamentos de maneira ágil e segura, e ainda transmissão das propostas e coberturas via comunicação de dados. Por sermos coligada a uma empresa de consultoria contábil, a Confidence Consultoria, Auditoria, e Perícia Contábil, têm a certeza de poder oferecer nossos serviços de maneira diferenciada a nossos clientes. CONFIDENCIA CORRETORA DE SEGUROS LTDA Sede Própria: RUA LEOCÁDIA CINTRA, nº 80/86 Mooca São Paulo Tel: e fax

248 6.02 ALERTA - DISFARCES DE LADRÕES O DISFARCE COMO ENTRAM COMO EVITAR Func. de Concessionárias de Serviços Públicos ( água, energia elétrica, telefone, gás, correio ) Banhistas O bem vestido O conhecido Funcionário de instituição de caridade Corretor de imóveis Alegam ter de fazer reparo dentro de algumas unidades, ou no caso do carteiro, ter de entregar em mão determinada correspondência Casos no Rio de Janeiro. Geralmente em dupla, de sunga e chinelo invadem o prédio e levam o produto de furto em uma mochila Homem de Terno entra a pé pela entrada de pedestres ou pela garagem quando um morador chegava com seu carro. O porteiro não desconfia de nada porque o homem esta bemvestido, logo em seguida é rendido pelo invasor, que o obriga a abrir o portão para seus comparsas. Aproveita-se da entrada de uma pessoa no prédio para pegar uma carona no portão aberto de pedestres. Para não despertar suspeitas, diz alguma coisapara a pessoa que está entrando, parecendo ao porteiro que ambos se conhecem. Caso relatado no Rio. O ladrão tinha uma lista com pessoas que freqüentemente faziam doações a instituições, e anunciou o apartamento e o nome de uma senhora que queria visitar. A condômina autorizou a entrada e foi assaltada. Bem vestido, em geral num grupo de dois ou três, apresenta-se como corretor de imóveis e diz que vai visitar determinado apartamento. Pedir crachá com foto Não permitir a entrada nas unidades, se o serviço não foi solicitado pelo morador O porteiro tem de estar bem atento e conhecer os moradores do prédio Não abrir o portão para estranhos antes de obter autorização de unidade a que se dirigem Orientar o porteiro para não mudar os procedimentos de segurança. De acordo com as vestimentas das pessoas ou aparência de status social. Outra vez, vale atenção do porteiro. Se ficar na duvida se conhece ou não a pessoa que entrou, deve abordála e perguntar para que unidade se dirigem. Confirmar se o morador requisitou a presença do funcionário. Se não, não permitir a entrada, mesmo que o morador autorize. Confirmar se o morador requisitou a presença do corretor, se não, não permitir a entrada, mesmo que o morador permita 248

249 Dona Ana Entregador de Encomendas (pizzas, flores, estas de café da manhã e outros ) Apresenta-se na portaria e diz que vai no apartamento da Dona Ana. Como este é um nome muito comum, alguns porteiros tem caído no golpe. De dois modos: - Diz que vai subir em determinada unidade para entregar - Chama o condômino ou um empregado seu para receber, e o rende assim que a porta é aberta. Alertar porteiros para não deixar desconhecidos entrarem, mesmo que estejam bem vestidos. Só permitir a entrada após autorização do morador. Não permitir a subida de entregadores às unidades, em nenhuma hipótese. Antes de abrir o portão para receber a encomenda, o porteiro deve confirmar se o respectivo condômino a aguarda. No caso de flores e presentes surpresa, o melhor é que o próprio porteiro receba Outra garantia é instalar um passador nesses casos. Confidencia Corretora de Seguros Ltda BENEFÍCIOS PARA SEU CARRO, SUA CASA E PARA VOCÊ. 249

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