SUBSTITUI O TRIBUT RIA

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1 SUBSTITUI O TRIBUT RIA ENTENDENDO O REGIME Regras gerais do Regime de Substituição Tributária Conheça as regras gerais concernentes ao regime de substituição tributária do ICMS de forma a permitir a correta aplicação da norma aos casos concretos CONCEITO DE SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA O regime de substituição tributária está previsto na Constituição Federal de 1988, artigo 150, 7º, o qual estabelece que a lei poderá atribuir a sujeito passivo de obrigação tributária a condição de responsável pelo pagamento de imposto ou contribuição, cujo fato gerador deva ocorrer posteriormente, assegurada a imediata e preferencial restituição da quantia paga, caso não se realize o fato gerador presumido. Em outras palavras, a lei elege uma terceira pessoa para cumprimento da obrigação tributária, em lugar do contribuinte natural. Para um melhor entendimento, podemos dizer que este regime consiste, basicamente, na cobrança do imposto devido em operações subsequentes, antes da ocorrência do fato gerador. Ou seja, antes de uma posterior saída ou circulação da mercadoria, o imposto correspondente deve ser retido e recolhido. Este tipo regime é comumente chamado de substituição tributária para frente. Os produtos sujeitos ao regime de substituição tributária são relacionados em Convênios, Protocolos e legislações estaduais. Assim, por exemplo, na venda de mercadoria sujeita ao regime de substituição tributária efetuada por industrial ao distribuidor, o industrial deverá reter e recolher o ICMS que será gerado nas operações subsequentes com esta mercadoria, ou seja, deverá ser retido o ICMS que será devido na venda do distribuidor para o varejista e na venda do varejista para o consumidor final.

2 A quem se destina O regime de substituição tributária do ICMS atinge a qualquer contribuinte do ICMS. Considera-se contribuinte deste imposto qualquer pessoa, física ou jurídica, que realize, com habitualidade ou em volume que caracterize intuito comercial, operações de circulação de mercadoria ou prestações de serviços de transporte interestadual e intermunicipal e de comunicação, ainda que as operações e as prestações se iniciem no exterior. OUTRAS MODALIDADES DE SUBSTITUIÇÃO Existem ainda outras duas formas de aplicação do regime de substituição tributária, são elas: 2.1. Antecedente ou Para Trás Comumente chamada de diferimento, acontece quando o recolhimento do ICMS é adiado para um momento futuro, transferindo-se a responsabilidade deste imposto para terceiro. Como exemplo, podemos citar as operações internas com sucata realizada por sucateiro, pessoa física. Mesmo que ocorra o fato gerador do ICMS (circulação da mercadoria), este imposto será diferido até que ocorra a venda da sucata para a indústria ou empresa atacadista, sendo o imposto correspondente à esta operação de responsabilidade do comprador Concomitante Caracteriza-se pela atribuição da responsabilidade pelo pagamento do imposto a outro contribuinte, e não àquele que esteja realizando a operação/prestação, concomitantemente a ocorrência do fato gerador. Como exemplo, podemos citar os casos de contratação, por contribuinte do ICMS, de serviços transporte de cargas realizado por profissional autônomo, sem inscrição no Cadastro Estadual ou não contribuinte do imposto. Nesta a operação onde ocorre o fato gerador do ICMS onde a responsabilidade seria do próprio prestador de serviço por força da legislação, o tomador de serviço fica sendo o responsável pelo pagamento

3 3. 3 deste imposto. CONTRIBUINTES DO REGIME 3.1. Substituto Aquele que assume a condição de responsável pela retenção e pagamento do imposto é chamado de substituto tributário, contribuinte substituto, ou, simplesmente, responsável Substituído Os demais envolvidos na cadeia de circulação da mercadoria, ou seja, aqueles que receberão a mercadoria do substituto e sofrerão a retenção, são chamados de substituídos. OPTANTES PELO SIMPLES NACIONAL O regime de substituição tributária se sobrepõe a qualquer outra forma de tributação a que esteja submetido o contribuinte. Portanto, este regime também se aplica às empresas optantes pelo Simples Nacional, tanto na condição de substituto quanto na condição de substituído. As operações realizadas com mercadorias tributadas no regime de substituição tributária são excluídas da receita total na hora do cálculo do ICMS pelo Simples Nacional. Se um industrial, varejista ou distribuidor de cimento, por exemplo, optar pelo Simples Nacional, ele não terá benefício algum em relação ao ICMS, pois toda a sua receita será tributada pelo regime de substituição tributária. Para o cálculo do ICMS ST dos optantes pelo SIMPLES consulte o item 5- CÁLCULO DO ICMS - ST CÁLCULO DO ICMS- ST 5.1. Cálculo do ICMS a ser Retido Por ocasião da saída da mercadoria, o ICMS a ser retido pelo substituto deverá ser calculado como segue: SUBSTITUTO ENQUADRADO NO SIMPLES NACIONAL 1. Sobre a base de cálculo apurada, deverá ser aplicada a alíquota interna do produto prevista no Estado para onde irá a mercadoria. O resultado do cálculo corresponde ao ICMS total incidente na operação do substituído;

4 2. Do ICMS total incidente na operação deve ser deduzido o ICMS da própria operação. No caso de contribuinte enquadrado no Simples Nacional não existe ICMS da própria operação destacado na NF. Assim, apenas para cálculo da retenção, deverá ser presumido o ICMS da própria operação, mediante aplicação da alíquota devida por contribuinte tributado, ou seja, não optante pelo Simples Nacional; 3. O resultado no item 2 é o ICMS a ser retido e recolhido SUBSTITUTO NÃO ENQUADRADO NO SIMPLES NACIONAL 1. Sobre a base de cálculo apurada, deverá ser aplicada a alíquota interna do produto, vigente no Estado para onde irá a mercadoria. O resultado deste cálculo corresponde ao ICMS total incidente na operação do substituído; 2. Do ICMS total incidente na operação deve ser deduzido o ICMS da própria operação (ICMS normal destacado na Nota Fiscal que o substituto emitir); 3. O resultado apurado no item 2 é o ICMS a ser retido e recolhido Base de Cálculo A base de cálculo, para fins de substituição tributária em operações subsequentes, regra geral, será obtida pelo somatório das parcelas relacionadas a seguir: a) do valor da operação ou prestação própria realizada pelo substituto tributário ou pelo substituído; b) do montante dos valores de seguro, de frete e de outros encargos cobrados ou transferíveis aos adquirentes ou tomadores de serviço; c) da margem de valor agregado, inclusive lucro, relativa às operações ou prestações subsequentes, determinada em cada legislação estadual ou em Protocolos e Convênios que determinam a aplicação do regime. AO CONSULTAR O SISTEMA ST VOCÊ JÁ OBTERÁ A MARGEM DE VALOR AGREGADO BASEADA NA LEGISLAÇÃO DE SEU ESTADO Margem de Valor Agregado A Margem de Valor Agregado MVA, chamada em alguns estados de Índice de Valor Agregado IVA, é estabelecida com base em preços usualmente praticados no mercado considerado, obtidos por levantamento, ainda que por amostragem, ou através de informações e outros elementos fornecidos por entidades representativas dos respectivos setores, adotando-se a média ponderada dos preços coletados. Encontramos a MVA em percentuais já prontos para aplicação direta, chamada de margem original, normalmente utilizada nas operações internas, e de margem ajustada, que é obtida através de solução de uma fórmula estabelecida nos atos específicos, ou seja, representa um ajuste dos valores em função das alíquotas aplicadas nas operações FÓRMULAS PARA CÁLCULO DA MVA A seguir apresentamos as formulas para cálculo da MVA Ajustada: MVA ajustada = [(1+ MVA ST original) x (1 - ALQ inter) (1- ALQ intra)] -1, Onde: MVA ST original é a margem de valor agregado prevista na legislação do Estado do destinatário para suas operações internas com produto sujeito ao regime de substituição tributária; ALQ inter é o coeficiente correspondente à alíquota interestadual aplicável à operação;

5 6. 6 ALQ intra é o coeficiente correspondente à alíquota interna ou percentual de carga tributária efetiva. Exemplo do uso da fórmula de MVA ajustada: Calculo da MVA Ajustada, usando a fórmula citada, onde a MVA original é de 34,87%, alíquota Interestadual (ALQ Inter) = 12%, e alíquota Interna (ALQ Intra) = 25%. Para facilitar o cálculo, é necessário: Transformar os percentuais ( Alíquotas e MVA original) em números decimais. Logo, 34,87 % =0,3487, 12% = 0,12, 25% = 0,25. Resolver a fórmula por parte: [(1+ MVA ST original) x (1 - ALQ inter) (1- ALQ intra)] -1, onde temos : MVA ajustada = ((A x B) 1) x100 A = (1+ MVA-ST original) B = (1 - ALQ inter) / (1 - ALQ intra) A = (1 + MVA-ST original) A = (1 + 0,3487) A = 1,3487 B = (1 - ALQ inter) : (1 - ALQ intra) B = (1 0,12) : (1 0,25) B = 0,88 : 0,75 B = 1,1733 MVA Ajustada = ((A X B) 1) x 100 = ((1,3487 x 1,1733) -1) x 100 = 58,24 % MVA ajustada. Atenção! Nas operações interestaduais em que o optante pelo Simples Nacional esteja na condição de substituto tributário não será aplicada a MVA ajustada, para determinação da base de cálculo da ST, devendo, nessa hipótese, ser utilizada a MVA original estabelecida no ato legal. Nos casos em que a responsabilidade pelo recolhimento for atribuída ao destinatário, não será aplicado o ajuste do MVA quando o fornecedor for optante pelo Simples Nacional Outras formas de apuração da base de cálculo Para alguns casos específicos, poderão ser adotados os seguintes valores como base de cálculo do ICMS substituição tributária: preço estabelecido por órgão público competente, nos casos em que a mercadoria tenha preço final a consumidor, único ou máximo, estabelecido pelo referido órgão; nos casos de produtos nos quais as práticas comerciais preveem a existência de preço final a consumidor sugerido pelo fabricante ou importador, a legislação também pode estabelecer como base de cálculo este preço; o preço a consumidor final usualmente praticado no mercado considerado, relativamente à mercadoria ou sua similar, em condições de livre concorrência, estabelecido com base em preços usualmente praticados no mercado considerado, obtidos por levantamento, ainda que por amostragem ou através de informações e outros elementos fornecidos por entidades representativas dos respectivos setores, adotando-se a média ponderada dos preços coletados, devendo os critérios para sua fixação ser previstos em Lei. FALTA DE RETENÇÃO DO ICMS Nos casos de aquisição de mercadorias sujeitas ao regime de substituição tributária, sem a devida retenção do ICMS, por desconhecimento do remetente ou por qualquer outro motivo, o adquirente deverá efetuar a

6 antecipação do respectivo imposto, por ocasião da entrada da mercadoria. Para tanto, deverá proceder como segue Fornecedor não Enquadrado no Simples Nacional 1- Considerando os dados constantes da NF do fornecedor, o adquirente e agora responsável pelo pagamento do ICMS pela entrada, determinará a base de cálculo para retenção de acordo com as regras aplicáveis ao produto; 2- Sobre a base de cálculo da retenção, deverá ser aplicada a alíquota interna do produto prevista naquele Estado. O resultado do cálculo corresponde ao ICMS total incidente na operação ; 3- Do ICMS total incidente na operação, deve ser deduzido o ICMS da própria operação destacado na nota fiscal do remetente; O resultado do item 3 é o ICMS a ser recolhido por antecipação Fornecedor Enquadrado no Simples Nacional 1- Considerando os dados constantes da NF do fornecedor, o adquirente e agora responsável pelo pagamento do ICMS pela entrada, determinará a base de cálculo para retenção de acordo com as regras aplicáveis ao produto; 2- Sobre a base de cálculo da retenção, obtida na 1ª fase, aplicar a alíquota interna do produto prevista naquele Estado. O resultado do cálculo corresponde ao ICMS total incidente na operação ; 3- Do ICMS total incidente na operação deve ser deduzido o ICMS da própria operação do fornecedor. Neste caso o fornecedor é contribuinte enquadrado no Simples Nacional e não tem ICMS da própria operação destacado na NF. Assim, apenas para cálculo da antecipação, deverá ser presumido o ICMS da própria operação, mediante aplicação da alíquota devida por contribuinte tributado, ou seja, não optante pelo Simples Nacional, sobre o valor da operação do fornecedor, que consta na NF dele; 4- O resultado da dedução (ICMS total incidente na operação (-) ICMS da própria operação) obtido na 3ª fase, é o ICMS a ser recolhido por antecipação, de acordo com o decêndio de entrada. CÁLCULO INCORRETO DO IMPOSTO Caso alguma parcela que deva compor a base de cálculo da retenção, não seja incluída, por exemplo: IPI, seguros, MVA/IVA menor, frete FOB, e etc), ou quem fez a retenção tinha aplicado uma alíquota menor de ICMS ou de IPI, o adquirente também deve realizar um cálculo na entrada para antecipação complementar do ICMS não retido pelo substituto e deverá observar, no que couberem, as regras gerais para antecipação pela entrada que comentamos neste item. RECOLHIMENTO/PRAZO O recolhimento do ICMS ST deve ser realizado por aquele contribuinte que estiver caracterizado como responsável naquela situação de substituição, ou seja, pode ser o remetente ou o destinatário, conforme o caso. É importante ressaltar que o ICMS recolhido por substituição tributária é sempre um recolhimento à parte, não se confundindo com os recolhimentos relativos a outras operações Documento de Arrecadação Para fins de recolhimento em operações internas são utilizados documentos de arrecadação e códigos de

7 arrecadação específicos, de acordo com cada estado Guia Nacional de Recolhimentos de Tributos Estaduais Nos casos em que o contribuinte de um estado realiza recolhimento de ICMS por substituição tributária para outro Estado, o documento de arrecadação a ser utilizado é a GNRE que poderá ser preenchida pelo contribuinte, via internet. Na GNRE deverá ser informado: Campo 1 - Código da unidade federada favorecida; Campo 2 - Código da Receita: será preenchido pelo contribuinte, conforme especificado em tabela impressa no verso da GNRE; Campo 3 - CNPJ/CPF do contribuinte: será identificado o número do CNPJ /MF ou CPF/MF, conforme o caso; Campo 4 - Nº do Documento de Origem: será identificado somente o número do auto de infração, do parcelamento, da inscrição como dívida ativa ou da declaração da importação, conforme o caso, atendendo as necessidades de cada UF; Campo 5 - Período de Referência ou Nº Parcela: será indicado o mês e ano (no formato MM/AAAA) referente à ocorrência do fato gerador do tributo ou o número da parcela, quando se tratar de parcelamento; Campo 6 - Valor Principal: será indicado o valor nominal histórico do tributo; Campo 7 - Atualização Monetária: será indicado o valor da atualização monetária incidente sobre o valor principal; Campo 8 - Juros: será indicado o valor dos juros de mora; Campo 9 - Multa: será indicado o valor da multa de mora ou da multa aplicada em decorrência da infração; Campo 10 - Total a Recolher: será indicado o valor do somatório dos campos 6 a 9; Campo 11 - Reservado: para uso das UFs; Campo 12 - Microfilme; Campo 13 - UF Favorecida: será indicado o nome e a sigla da unidade da Federação favorecida; Campo 14 - Data de Vencimento: indicar o dia, mês e ano (no formato DD/MM/AAAA) em que o tributo deverá ser recolhido; Campo 15 - Número do Convênio ou Protocolo/Especificação da Mercadoria: será indicado o número do Convênio ou Protocolo que criou a obrigação tributária e especificada a mercadoria correspondente ao pagamento do tributo; Campo 16 - Nome, Firma ou Razão Social: será indicado o nome, a firma ou a razão social, do contribuinte; Campo 17 - Inscrição Estadual na UF Favorecida: o contribuinte indicará o número de sua inscrição estadual na unidade da Federação favorecida; Campo 18 - Endereço Completo: será indicado o logradouro, o número e complemento do endereço do contribuinte; Campo 19 - Município: será indicado o Município do contribuinte; Campo 20 - UF: será indicada a sigla da unidade da Federação do contribuinte; Campo 21 - CEP: será indicado o Código de Endereçamento Postal do contribuinte; Campo 22 - DDD/Telefone: será indicado o número do telefone do contribuinte; Campo 23 - Informações Complementares: reservado a outras informações exigidas pela legislação tributária ou que se façam necessárias; Campo 24 - Autenticação: espaço para aposição da chancela indicativa do recolhimento da receita pelo agente arrecadador; Campo 25 - Código de Barras: espaço reservado para impressão do Código de Barras. Confira aqui a GNRE- a ser utilizada PRAZOS

8 O ICMS relativo à substituição tributária tem prazos específicos previstos nas legislações de cada estado. Os Convênios e Protocolos que tratam de substituição tributária entre estados normalmente trazem prazos específicos para as mercadorias que deles fazem parte. A seguir, relacionamos os prazos de recolhimento do ICMS por substituição tributária nos Estados especificados RIO DE JANEIRO ICMS/SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA - Vencimento até o dia 9 do mês subsequente ao fato gerador Recolhimento do imposto retido a favor do Estado do Rio de Janeiro, relativo às operações internas e interestaduais sujeitas ao regime de substituição tributária, referente aos fatos geradores ocorridos no mês, exceto aquelas com prazo específico ICMS/SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA Vencimento até o dia 10 do mês subseqüente Recolhimento do imposto retido a favor do RJ, relativo às operações com cimento, gasolina automotiva, óleo diesel, combustível e lubrificante, gás liquefeito de petróleo e natural, álcool hidratado, aditivos, agentes de limpeza e anticorrosivos, relativamente aos fatos geradores ocorridos no mês SÃO PAULO ICMS/SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA - Vencimento até o 3º dia útil do mês subsequente ao fato gerador Recolhimento do imposto retido, referente às operações realizadas no mês, com cimento, refrigerante, cerveja, chope e água (exceto água natural, mineral, gasosa ou não, ou potável, em embalagem com capacidade igual ou superior a ml que possui vencimento específico) ICMS/SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA - Vencimento até o dia 9 do mês subsequente ao fato gerador ICMS/SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA/CÓDIGO DE PRAZO DE RECOLHIMENTO Recolhimento do imposto retido, referente às operações realizadas, no mês com tintas, vernizes e outros produtos químicos, energia elétrica, veículo novo, veículo automotor de duas rodas, pneumáticos, câmaras de ar e protetores de borracha, fumo e seus sucedâneos manufaturados, sorvete de qualquer espécie e preparado para fabricação de sorvete em máquina, bem como pelo contribuinte enquadrado em código de Cnae-Fiscal que não identifique a mercadoria a que se refere a sujeição passiva por substituição ICMS/SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA/CÓDIGO DE PRAZO DE RECOLHIMENTO 1090 Vencimento até o último dia do segundo mês subsequente ao fato gerador, recolhimento do imposto retido inclusive pelos optantes do Simples Nacional, referente às operações realizadas no mês, com medicamentos e contraceptivos, bebida alcoólica, exceto cerveja e chope, produtos de perfumaria e produtos de higiene pessoal, ração tipo pet para animais domésticos, produtos de limpeza, produtos fonográficos, autopeças, pilhas e baterias novas, lâmpadas elétricas, papel, produtos da indústria alimentícia, materiais de construção, colchoaria, ferramentas, bicicletas e suas partes, instrumentos musicais, brinquedos, máquinas e aparelhos mecânicos, elétricos, eletromecânicos e automáticos, produtos de papelaria, artefatos de uso doméstico, material elétrico e produtos eletrônicos, eletroeletrônicos e eletrodomésticos, água natural, mineral, gasosa ou não, ou potável, em embalagem com capacidade igual ou superior a ml ICMS/SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA/ME E EPP OPTANTES DO SIMPLES NACIONAL Vencimento até o até o último dia útil da primeira quinzena do mês subseqüente ao fato gerador para o recolhimento do imposto devido por substituição tributária, referente às operações realizadas no mês. Este prazo não será aplicado para as as seguintes mercadorias que possuem vencimentos específicos como: medicamentos e contraceptivos, bebida alcoólica, exceto

9 cerveja e chope, produtos de perfumaria e produtos de higiene pessoal, ração tipo pet para animais domésticos, produtos de limpeza, produtos fonográficos, autopeças, pilhas e baterias novas, lâmpadas elétricas, papel, produtos da indústria alimentícia, materiais de construção, colchoaria, ferramentas, bicicletas e suas partes, instrumentos musicais, brinquedos, máquinas e aparelhos mecânicos, elétricos, eletromecânicos e automáticos, produtos de papelaria, artefatos de uso doméstico, material elétrico e produtos eletrônicos, eletroeletrônicos e eletrodomésticos, água natural, mineral, gasosa ou não, ou potável, em embalagem com capacidade igual ou superior a ml MINAS GERAIS ICMS/SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA POR SAÍDAS - vencimento até o dia 09 do mês subsequente ao fato gerador Recolhimento do imposto retido a favor do Estado de Minas Gerais, referente às operações e prestações realizadas no mês, com as mercadorias e serviços sujeitos a esse regime, exceto aqueles com prazo específico ICMS/SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA - Vencimento até o último dia do mês subsequente ao da saída da mercadoria Recolhimento do imposto retido a favor do Estado de Minas Gerais, referente às operações realizadas no mês, pelos responsáveis classificados nas CNAEs /01 (frigorífico abate de bovinos), /01 (abate de aves), /02 (abate de pequenos animais), /03 (frigorífico abate de suínos), /01 (fabricação de produtos de carne), /00 (fabricação de laticínios), /00 (fabricação de águas envasadas), /00 (fabricação de produtos farmoquímicos), /01 (fabricação de medicamentos alopáticos para uso humano), /03 (fabricação de produtos fitoterápicos para uso humano), /00 (fabricação de preparações farmacêuticas), /00 (fabricação de colchões), /00 (comércio atacadista de leite e laticínios), /01(comércio atacadista de carnes bovinas e suínas e derivadas) e /02 (comércio atacadista de aves abatidas e derivados) SANTA CATARINA ICMS/SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA - Vencimento até o dia 10 do mês subsequente ao fato gerador Recolhimento do imposto retido a favor de Santa Catarina, referente às operações realizadas diversos produtos que não tenham prazos específicos no mês ICMS/SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA - Vencimento até o dia 20 do mês seguinte ao da apuração DISTRIBUIDOR OU ATACADISTA DETENTOR DE REGIME ESPECIAL - Recolhimento do imposto retido por substituição tributária, relativo às entradas de rações tipo pet para animais domésticos, cosméticos, perfumaria, artigos de higiene pessoal e de toucador, aparelho de barbear, lâmina de barbear descartável e isqueiro, pilhas e baterias elétricas, produtos alimentícios, artefatos de uso doméstico, material de limpeza, artigos de papelaria e brinquedos, provenientes de outras unidades da federação, ocorridas no mês anterior ICMS/SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA - Vencimento até o 7º dia subsequente a emissão do Docuemnto fiscal SUBSTITUÍDOS LOCALIZADOS EM SANTA CATARINA - Recolhimento do imposto retido por substituição tributária, relativo às entradas de mercadorias sujeitas a substituição tributária acobertadas por nota fiscal desacompanhadas de GNRE ou DARE-SC ESPÍRITO SANTO ICMS/SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA - Vencimento até o dia 09 do mês subsequente ao fato gerador Recolhimento do imposto retido a favor do Espírito Santo, relativo às operações realizadas no mês, com: derivados do fumo; cerveja, chope, refrigerante, água mineral ou potável e gelo classificados nas posições a NBM/SH; açúcar;

10 produtos farmacêuticos; picolés, sorvetes e acessórios ou componentes destinados a integrar ou acondicionar o sorvete, tais como: casquinhas, coberturas, copos ou copinhos, palitos, pazinhas, taças, recipientes, xaropes e outros; pneumáticos, câmaras de ar e protetores de borracha, classificados nas posições 4011 e 4013 e na subposição da NCM/SH; tintas, vernizes e outras mercadorias da indústria química; veículos novos com seus respectivos acessórios; filme fotográfico e cinematográfico e slide; aparelhos de barbear, lâminas de barbear e isqueiros de bolso, a gás, não recarregáveis; lâmpada elétrica e eletrônica; reator e starter; pilhas e baterias elétricas, e acumuladores elétricos; disco fonográfico, fita virgem ou gravada e outros suportes para reprodução ou gravação de som ou imagem; material de construção telhas, cumeeiras e caixas d'água de cimento, amianto, fibrocimento, polietileno e fibra de vidro, inclusive suas tampas; rações tipo pet para animais domésticos; aparelhos celulares e cartões inteligentes; autopeças; vermute e outros vinhos de uvas frescas, aromatizados por plantas ou substâncias aromáticas, classificados na posição 22.05, e bebidas alcoólicas quentes, classificadas na posição da NCM/SH; colchoaria; bebidas quentes, material de construção e material de limpeza, a partir do mês de maio ICMS/SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA - Vencimento até o dia 10 do mês subsequente ao fato gerador Recolhimento do imposto retido a favor do Espírito Santo, referente às operações ocorridas no mês, com: cimento de qualquer tipo, exceto o branco e derivados ou não de petróleo operações internas e interestaduais ICMS/SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA - Vencimento até o dia 15 do mês subseqüente ao fato gerador Recolhimento do imposto retido a favor do Espírito Santo, relativo às operações ocorridas no mês, com: café torrado ou moído; biscoito; pães industrializados e massas de qualquer espécie (derivados de farinha de trigo); óleos comestíveis, inclusive azeite DISTRITO FEDERAL ICMS/SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA CIMENTO - Vencimento até o dia 10 do mês subsequente ao fato gerador Recolhimento do imposto retido a favor do Distrito Federal, relativo às operações referente aos fatos geradores ocorridos no mês ICMS/SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA ENTRADAS ORIUNDAS DE ESTADOS NÃO SIGNATÁRIOS DE CONVÊNIOS OU PROTOCOLOS Prazo para recolhimento até o dia 20 do mês que ocorreu a entrada da mercadoria Recolhimento do imposto referente às entradas de mercadorias sujeitas ao regime de substituição tributária oriundas de Estados não signatários de convênios ou protocolos, ocorridas na 1ª quinzena do mês, adquiridas por contribuintes em situação cadastral regular. Prazo para recolhimento até o dia 05 do mês subsequente que ocorreu a entrada da mercadoria Recolhimento do imposto referente às entradas de mercadorias sujeitas ao regime de substituição tributária oriundas de Estados não signatários de convênios ou protocolos, ocorridas na 2ª quinzena do mês, adquiridas por contribuintes em situação cadastral regular ICMS/SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA PRODUTOS DIVERSOS - Vencimento até o dia 9 do mês subsequente ao fato gerador Recolhimento do imposto retido a favor do Distrito Federal, relativo às operações referente aos fatos geradores ocorridos no mês com os seguinyes produtos: veículos, inclusive de duas rodas motorizados (motocicletas); pneumáticos, câmaras de ar e protetores de borracha; medicamentos;

11 tintas e vernizes e outros produtos da indústria química; materiais de construção; cigarros e artigos correlatos; farinha de trigo; disco fonográfico e fita virgem ou gravada; sorvete; aparelho e lâmina de barbear; isqueiro descartável; filme fotográfico e cinematográfico; slide; lâmpada elétrica ou eletrônica, reator e starter; rações tipo pet para animais domésticos; bateria e pilha elétrica; energia elétrica não destinada à comercialização ou à industrialização; materias de construção, acabamento, bricolagem ou adorno; peças de automóveis e materiais elétricos RIO GRANDE DO SUL ICMS/SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA - CIMENTO - APURAÇÃO MENSAL Vencimento até o dia 10 do mês subsequente ao fato gerador, recolhimento do imposto retido a favor do Rio Grande do Sul, referente ao mês nas operações com cimento ICMS/SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA - CIMENTO - APURAÇÃO DECENDIAL Vencimento até o dia 10 do mês subsequente ao fato gerador, recolhimento do imposto decorrente de operações interestaduais realizadas no 3º decêndio do mês de ocorrência do fato gerador ICMS/SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA - CIMENTO - APURAÇÃO DECENDIAL Vencimento até o dia 20 do mês corrente ao fato gerador, recolhimento do imposto decorrente de operações interestaduais realizadas no 1º decêndio do mês de ocorrência do fato gerador ICMS/SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA - CIMENTO - APURAÇÃO DECENDIAL Vencimento até último dia do mês corrente ao fato gerador, recolhimento do imposto decorrente de operações interestaduais realizadas no 1º decêndio do mês de ocorrência do fato gerador ICMS/SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA Vencimento até o dia 9 do mês subseqüente ao fato gerador Recolhimento do imposto retido a favor do Rio Grande do Sul, referente às operações realizadas no mês, pelos contribuintes substitutos em geral, exceto os que tenham prazos específicos.

12 ICMS/SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA OPTANTES PELO SIMPLES NACIONAL Vencimento até o dia 23 do segundo mês subsequente ao fato gerador, recolhimento do imposto retido a favor do Rio Grande do Sul, pelos substitutos tributários optantes pelo Simples Nacional inscritos no CGC/TE, referente às operações realizadas no mês ICMS/SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA Vencimento até o dia 23 do segundo mês subsequente ao fato gerador Vencimento até o dia 23 do segundo mês subsequente ao fato gerador, recolhimento do imposto retido a favor do Rio Grande do Sul, pelos substitutos tributários optantes pelo Simples Nacional inscritos no CGC/TE, referente às operações realizadas no mês. Recolhimento do imposto retido a favor do Rio Grande do Sul, referente às operações internas realizadas no mês, com: a) rações tipo pet para animais domésticos; b) autopeças; c) artigos de colchoaria; d) cosméticos, perfumaria, artigos de higiene pessoal e de toucador; e) ferramentas; f) materiais elétricos; g) materiais de construção, acabamento, bricolagem ou adorno; h) bicicletas; i) brinquedos; j) materiais de limpeza; l) produtos alimentícios; m) artefatos de uso doméstico; n) bebidas quentes; o) artigos de papelaria; p) instrumentos musicais; q) produtos eletrônicos, eletroeletrônicos e eletrodomésticos; r) máquinas e aparelhos mecânicos, elétricos, eletromecânicos e automáticos; s) artigos para bebê; t) artigos de vestuário u) carnes e demais produtos comestíveis frescos, resfriados e congelados, resultantes do abate de aves e de suínos PARANÁ ICMS/SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA - Vencimento até o dia 9 do mês subsequente ao fato gerador Recolhimento do imposto retido a favor do Paraná, relativo aos fatos geradores ocorridos no mês, nas operações com água mineral ou potável, gelo, refrigerante e cerveja, inclusive chope; sorvetes de qualquer espécie e de preparados para fabricação de sorvetes em máquina; veículos; pneumáticos; câmaras de ar e protetores de borracha; cigarro e outros produtos derivados de fumo, classificados na posição 2402 e no código da NBM/SH; tintas, vernizes e outras mercadorias da indústria química; filme fotográfico e cinematográfico, slide, disco fonográfico e fita virgem ou gravada; rações tipo pet para animais domésticos; colchoaria; cosméticos, artigos de perfumaria, de higiene pessoal e de toucador; peças, componentes e acessórios, para veículos automotores e outros fins; produtos farmacêuticos; lâminas de barbear, aparelhos de barbear descartáveis e isqueiros; lâmpadas elétricas; pilhas e baterias elétricas; aparelhos celulares e cartões inteligentes (Smart Cards e Sim Card); produtos eletrônicos, eletroeletrônicos e eletrodomésticos; e materiais de construção; acabament; bricolagem ou adorno ICMS/SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA - Vencimento até o dia 15 do mês subsequente ao fato gerador Recolhimento do imposto retido a favor do Paraná, relativo aos fatos geradores ocorridos no mês, nas operações com cimento BAHIA ICMS/SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA - Vencimento até o dia 9 do mês subsequente ao fato gerador Recolhimento do imposto retido a favor do Estado da Bahia, relativo às operações interestaduais sujeitas ao regime de substituição tributária por contribuinte localizado em outra unidade da federação e inscrito no cadastro na condição de substituto, quando não houver prazo estabelecido no convênio ou protocolo referente aos fatos geradores ocorridos no mês ICMS/SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA - Vencimento até o dia 15 do mês subsequente ao fato gerador Recolhimento do imposto em favor do Estado da Bahia, devido pelo responsável em decorrência de substituição tributária, relativo às saídas de mercadorias do estabelecimento, fatos geradores ocorrido no mês.

13 9. 9 OBRIGAÇÕES ACESSÓRIAS Separamos, por tipo de contribuinte, as obrigações acessórias inerentes ao regime de substituição tributária INDUSTRIAIS E IMPORTADORES A seguir, relacionamos as regras para emissão e escrituração de documentos fiscais pelos contribuintes substitutos tradicionais, ou seja, os Industriais e importadores EMISSÃO DE NOTA FISCAL - CONTRIBUINTE NORMAL NÃO ENQUADRADO NO SIMPLES NACIONAL O contribuinte substituto, no desempenho desta função, ou seja, quando realizar a retenção do ICMS, deve emitir Nota Fiscal, no modelo 1 ou 1-A ou, NF-e, por ocasião da saída da mercadoria sujeita à substituição, que contenha: a) as indicações gerais exigidas na legislação, e no quadro Cálculo do Imposto : base de cálculo do ICMS de sua própria operação; nas hipóteses em que a operação do substituto seja tributada; valor do ICMS de sua própria operação, nas hipóteses em que a operação do substituto seja tributada; valor do frete, seguros e outras despesas acessórias, caso sejam cobradas; b) e, em relação à substituição tributária: no Campo CFOP: código específico de operação sujeita à substituição (Veja relação no item de CFOP); no quadro Dados do Produto : preenchimento normal, com preocupação específica para aposição de CST de operação sujeita à substituição; no quadro Cálculo do Imposto :Campo Base de Cálculo ICMS Substituição : o valor que serviu de base de cálculo para a retenção; e Campo Valor do ICMS Substituição : o valor do imposto retido EMISSÃO DE NOTA FISCAL CONTRIBUINTE ENQUADRADO NO SIMPLES NACIONAL O contribuinte substituto enquadrado no Simples Nacional, no desempenho desta função, ou seja, quando realizar a retenção do ICMS nas saídas, deve emitir Nota Fiscal, no modelo 1 ou 1-A, ou NF-e, por ocasião da saída da mercadoria sujeita à substituição, que deverá conter as indicações gerais exigidas na legislação, observado o que segue: a) no quadro Cálculo do Imposto, os campos: - base de cálculo do ICMS de sua própria operação: nenhum valor será lançado, de acordo com a legislação do Simples Nacional; - valor do ICMS de sua própria operação: nenhum valor será lançado, de acordo com a legislação do Simples Nacional; - valor do frete, seguros e outras despesas acessórias, caso sejam cobradas: os respectivos valores deverão ser lançados normalmente. b) e em relação à substituição tributária: no Campo "CFOP": lançar código específico de substituto realizando operação sujeita à substituição. (Veja relação no item CFOP); no quadro Dados do Produto : preenchimento normal, com preocupação específica para aposição de CST de operação sujeita à substituição; No preenchimento da Nota Fiscal Eletrônica (NF-e), além de indicar o Código de Situação Tributária (CST), o contribuinte

14 também deverá indicar o Código do Regime Tributário (CRT) e o Código de Situação da Operação no Simples Nacional (CSOSN), conforme o regime de apuração do contribuinte e a situação da mercadoria. (Acesse o item CST, onde esgotamos as possibilidades sobre o assunto); no quadro Cálculo do Imposto : Campo Base de Cálculo ICMS Substituição ; o valor que serviu de base de cálculo para a retenção; e Campo Valor do ICMS Substituição o valor do imposto retido ESCRITURAÇÃO DO LIVRO REGISTRO DE SAÍDAS As instruções a seguir não se aplicam às empresas enquadradas no Simples Nacional, pois estas são dispensadas de escrituração do Livro Registro de Saídas (LRS). Sendo assim, as Notas Fiscais emitidas pelo substituto tributário não enquadrado no Simples Nacional, com produtos sujeitos ao regime de ST, na qual este seja o responsável pela retenção, devem ser lançadas normalmente no Livro Registro de Saídas, observando-se, em especial, o que segue: a) nas colunas do quadro ICMS Valores Fiscais : lançar os dados relativos à sua própria operação; b) em relação aos valores do imposto retido e da respectiva base de cálculo para retenção, o substituto deve adotar o seguinte critério: no caso de contribuinte que utilize o sistema eletrônico de processamento de dados, estes valores devem ser lançados na linha abaixo do lançamento da operação própria, sob o título comum Substituição Tributária ou código ST ; no caso de contribuinte que não utilize o sistema eletrônico de processamento de dados, estes valores devem ser lançados na coluna Observações na mesma linha do lançamento da Nota Fiscal, utilizando colunas distintas para tais indicações, sob o título comum Substituição Tributária ; c) os valores constantes nas colunas relativas ao imposto retido e base de cálculo, mencionados na letra b devem ser totalizados no último dia do período de apuração para lançamento no livro Registro de Apuração do ICMS (LRAICMS), separando-se as operações internas e as operações interestaduais, quando for o caso. No caso de empresa enquadrada no Simples Nacional, como não escrituram o LRAICMS, nem o LRS, o controle dessas operações deve ser feito à parte ESCRITURAÇÃO DO LIVRO REGISTRO DO LIVRO DE ENTRADAS ESCRITURAÇÃO DO LIVRO REGISTRO DE ENTRADAS O Livro Registro de Entradas deve ser escriturado normalmente pelos substitutos tributários, observadas as regras aplicáveis à respectiva forma de tributação, empresa normal ou optante pelo Simples Nacional, exceto em relação à entrada de mercadoria em devolução (devolução de venda), cujo imposto tenha sido por eles retido anteriormente, que deverá observar o que segue. CONTRIBUINTE NORMAL NÃO ENQUADRADO NO SIMPLES NACIONAL a) a Nota Fiscal que acobertou a devolução deve ser escriturada normalmente, nas colunas relativas ao documento e ao valor contábil e, em especial, na coluna Operações com Crédito do Imposto ; b) em relação ao valor da base de cálculo da retenção e do ICMS retido, relativos à devolução, deve ser observado o que segue: se o contribuinte utilizar sistema eletrônico de processamento de dados deverá lançar tais valores na linha abaixo do lançamento da operação própria, sob o título comum Substituição Tributária ou ST ; se o contribuinte não utilizar o sistema eletrônico de processamento de dados deverá lançar estes valores separadamente na coluna Observações, na mesma linha do lançamento da Nota Fiscal de devolução, sob o título comum Substituição Tributária ou ST. Os valores relativos à base de cálculo da retenção e ao ICMS retido, ambos da devolução, devem ser totalizados no último dia do período de apuração, para lançamento no LRAICMS CONTRIBUINTE NORMAL NÃO ENQUADRADO NO SIMPLES NACIONAL a) a Nota Fiscal que acobertou a devolução deve ser escriturada normalmente, nas colunas relativas ao documento e ao valor contábil e, em especial, na coluna Operações com Crédito do Imposto ; b) em relação ao valor da base de cálculo da retenção e do ICMS retido, relativos à devolução, deve ser observado o que segue: se o contribuinte utilizar sistema eletrônico de processamento de dados deverá lançar tais valores na linha abaixo do lançamento da operação própria, sob o título comum Substituição Tributária ou ST ; se o contribuinte não utilizar o sistema eletrônico de processamento de dados deverá lançar estes valores separadamente na coluna Observações, na mesma linha do lançamento da Nota Fiscal de devolução, sob o título comum Substituição Tributária ou ST. Os valores relativos à base de cálculo da retenção e ao ICMS retido, ambos da devolução, devem ser totalizados no último dia do período de

15 apuração, para lançamento no LRAICMS CONTRIBUINTE NORMAL ENQUADRADO NO SIMPLES NACIONAL a) a Nota Fiscal que acobertou a devolução deve ser escriturada normalmente, nas colunas relativas ao documento e ao valor contábil. A coluna Operações com Crédito do Imposto não deve ser escriturada, pois a legislação do Simples Nacional não permite o aproveitamento de créditos; b) em relação ao valor da base de cálculo da retenção e do ICMS retido, relativos à devolução, devem ser observado o que segue: se o contribuinte utilizar sistema eletrônico de processamento de dados deverá lançar tais valores na linha abaixo do lançamento da operação própria, sob o título comum Substituição Tributária ou ST ; se o contribuinte não utilizar o sistema eletrônico de processamento de dados deverá lançar estes valores separadamente na coluna Observações, na mesma linha do lançamento da Nota Fiscal de devolução, sob o título comum Substituição Tributária ou ST. No último dia do período de apuração, os enquadrados no Simples Nacional devem somar os valores relativos à base de cálculo da retenção e ao ICMS retido, relativos à devolução, mantendo um controle à parte, pois não escrituram o LRAICMS ESCRITURAÇÃO DO LIVRO REGISTRO DE APURAÇÃO DO ICMS Os contribuintes enquadrados no Simples Nacional não escrituram o LRAICMS e fazem seus controles de apuração à parte. Assim, o contribuinte substituto não enquadrado no Simples Nacional deve escriturar o Livro Registro de Apuração do ICMS (LRAICMS) de forma diferenciada, pois, a cada mês, deve utilizar pelo menos duas folhas do Livro, da seguinte forma: 1ª folha Para apuração do ICMS das operações próprias Nesta folha é feita a apuração normal dos débitos e créditos do substituto. 2ª folha Para apuração do ICMS retido em operações internas Nesta folha, o substituto deve apurar os valores relativos ao ICMS retido, no último dia do respectivo período, com a indicação da expressão Substituição Tributária, utilizando, no que couber, os quadros Débitos do Imposto, Crédito do Imposto e Apuração dos Saldos, conforme a seguir: no quadro Débitos do Imposto, no Campo Por Saídas com Débito do Imposto : deve ser lançado o somatório do ICMS retido no mês, escriturado no campo Observações do Livro Registro de Saídas; no quadro Créditos do Imposto, no campo Por Entradas com Crédito do Imposto : deve ser lançado o somatório do ICMS retido, relativo às devoluções de venda que porventura ocorrerem no período, escriturado no campo Observações do Livro Registro de Entradas; no quadro Apuração dos Saldos : deve ser lançada a diferença entre os débitos e os créditos do imposto. 3ª folha Para apuração do ICMS retido em operações interestaduais O registro deve ser feito pelos valores totais, detalhando os valores relativos a cada unidade da Federação nos quadros Entrada e Saída, nas colunas Base de Cálculo (para base de cálculo do imposto retido), Imposto Creditado e Imposto Debitado (para imposto retido, identificando a unidade da Federação na coluna Valores Contábeis ) DISTRIBUIDORES Os distribuidores devem proceder, da forma descrita a seguir, quando estiverem na condição de substituídos, ou seja, nas situações em que tenha recebido o produto já com o ICMS retido EMISSÃO DE NOTA FISCAL O estabelecimento distribuidor, não enquadrado no Simples Nacional, na condição de contribuinte substituído quando der saída interna à mercadoria recebida com ICMS retido e não destinada a processo industrial deve emitir Nota Fiscal no modelo 1 ou 1-A, contendo as indicações gerais exigidas na legislação e, em especial: no Campo CFOP o código específico de operação sujeita à substituição; no quadro Dados do Produto : preenchimento normal, com preocupação específica para aposição de CST de operação sujeita à substituição; no quadro Cálculo do Imposto : no Campo Base de Cálculo ICMS : não preencher; no Campo Valor do ICMS : não preencher; no Campo Base de Cálculo ICMS Substituição : não preencher; no Campo Valor do ICMS Substituição : não preencher; nos Campos Valor do Frete, Valor do Seguro e Outras Despesas Acessórias : preencher caso estejam sendo cobrados; nos demais campos: preenchimento normal; no quadro Dados Adicionais : no Campo Informações Complementares : apor a seguinte declaração ou equivalente: Imposto retido por substituição.

16 ESCRITURAÇÃO DO LIVRO REGISTRO DE SAÍDAS As instruções a seguir não se aplicam às empresas enquadradas no Simples Nacional, pois estas são dispensadas de escrituração do Livro Registro de Saídas (LRS). Sendo assim, o estabelecimento distribuidor, não enquadrado no Simples Nacional, na condição de contribuinte substituído, deve lançar as Notas Fiscais que emitir relativas a estes produtos nas colunas: Valor Contábil e Outras, de Operações sem Débito do Imposto, do livro Registro de Saídas. As operações com produtos sujeitos à tributação normal e demais hipóteses de saídas devem ser escrituradas normalmente ESCRITURAÇÃO DO LIVRO REGISTRO DE ENTRADAS O estabelecimento distribuidor, enquadrado ou não no Simples Nacional, quando receber mercadoria com o ICMS retido, ou seja, com informação da retenção na NF do fornecedor, deve escriturar a Nota Fiscal do fornecedor nas colunas Valor Contábil e Outras, de Operações sem Crédito do Imposto. As operações com produtos sujeitos à tributação normal, e demais hipóteses de entradas, devem ser escrituradas normalmente ESCRITURAÇÃO DO LIVRO REGISTRO DE APURAÇÃO DO ICMS Se o distribuidor agir apenas como contribuinte substituído, ou seja, receber mercadoria já com o ICMS retido, com informação da retenção na NF do fornecedor, e realizar operações com produtos sujeitos a outras formas de tributação, deverá escriturar o LRAICMS com os dados colhidos nos Livros Registro de Entradas e de Saídas ATACADISTAS Os atacadistas devem proceder da forma descrita a seguir quando estiverem na condição de substituídos, ou seja, nas situações em que tenham recebido o produto já com o ICMS retido EMISSÃO DE NOTA FISCAL Estabelecimento distribuidor ou atacadista, não enquadrado no Simples Nacional, na condição de contribuinte substituído quando der saída interna à mercadoria recebida com ICMS retido e não destinada a processo industrial deve emitir Nota Fiscal no modelo 1 ou 1-A, contendo as indicações gerais exigidas na legislação e, em especial: no Campo CFOP o código específico de operação sujeita à substituição; no quadro Dados do Produto : preenchimento normal, com preocupação específica para aposição de CST de operação sujeita à substituição; no quadro Cálculo do Imposto : no Campo Base de Cálculo ICMS : não preencher; no Campo Valor do ICMS : não preencher; no Campo Base de Cálculo ICMS Substituição : não preencher; no Campo Valor do ICMS Substituição : não preencher; nos Campos Valor do Frete, Valor do Seguro e Outras Despesas Acessórias : preencher caso estejam sendo cobrados; nos demais campos: preenchimento normal; no quadro Dados Adicionais : no Campo Informações Complementares : apor a seguinte declaração ou equivalente: Imposto retido por substituição ESCRITURAÇÃO DO LIVRO DE SAÍDAS As instruções a seguir não se aplicam às empresas enquadradas no Simples Nacional, pois estas são dispensadas de escrituração do Livro Registro de Saídas (LRS). Sendo assim, o estabelecimento atacadista, não enquadrado no Simples Nacional, na condição de contribuinte substituído

17 deve lançar as Notas Fiscais que emitir relativas a estes produtos nas colunas: Valor Contábil e Outras, de Operações sem Débito do Imposto, do livro Registro de Saídas. As operações com produtos sujeitos à tributação normal e demais hipóteses de saídas devem ser escrituradas normalmente ESCRITURAÇÃO DO LIVRO REGISTRO ENTRADAS O estabelecimento atacadista, enquadrado ou não no Simples Nacional, quando receber mercadoria com o ICMS retido, ou seja, com informação da retenção na NF do fornecedor, deve escriturar a Nota Fiscal do fornecedor nas colunas Valor Contábil e Outras, de Operações sem Crédito do Imposto. As operações com produtos sujeitos à tributação normal e demais hipóteses de entradas devem ser escrituradas normalmente ESCRITURAÇÃO DO LIVRO REGISTRO DE APURAÇÃO DO ICMS Se o atacadista agir apenas como contribuinte substituído, ou seja, receber mercadoria já com o ICMS retido, com informação da retenção na NF do fornecedor, e realizar operações com produtos sujeitos a outras formas de tributação, deverá escriturar o LRAICMS com os dados colhidos nos Livros Registro de Entradas e de Saídas VAREJISTA Os varejistas, enquadrados ou não no Simples Nacional, na condição de substituídos, devem proceder da forma descrita a seguir, nas hipóteses de terem sofrido retenção do ICMS ou de terem pago o ICMS pela entrada da mercadoria por recebimento sem retenção EMISSÃO DE DOCUMENTO FISCAL 1ª Hipótese: Emissão de Notas Fiscais nos Modelos 1, 1-A ou NF-e Nas situações em que o varejista tenha que emitir documentos fiscais nestes modelos, estes devem conter as indicações gerais exigidas na legislação e, em especial: no Campo CFOP: o código específico de operação sujeita à substituição; no quadro Dados do Produto : preenchimento normal, com preocupação específica para aposição de CST de operação sujeita à substituição cujo imposto já foi pago; no quadro Cálculo do Imposto : no Campo Base de Cálculo ICMS : não preencher; no Campo Valor do ICMS : não preencher; no Campo Base de Cálculo ICMS Substituição : não preencher; no Campo Valor do ICMS Substituição : não preencher; nos Campos Valor do Frete, Valor do Seguro e Outras Despesas Acessórias : preencher caso estejam sendo cobrados; nos demais campos: preenchimento normal; no quadro Dados Adicionais : no Campo Informações Complementares : apor a seguinte declaração ou equivalente: Imposto retido por substituição. 2ª Hipótese: Emissão de Nota Fiscal no Modelo 2 (Nota Fiscal de Venda a Consumidor) Os contribuintes que emitirem documentos fiscais neste modelo devem preenchê-los normalmente e lançar no corpo a seguinte declaração ou equivalente ICMS retido por substituição tributária. 3ª Hipótese: Contribuintes Obrigados ao Uso de ECF Os contribuintes obrigados ao Uso de ECF devem emitir os documentos fiscais por este sistema nas hipóteses determinadas pela legislação e as mercadorias sujeitas ao regime de substituição tributária devem estar cadastradas como ST nos ECF dos usuários destes equipamentos ESCRITURAÇÃO DO LIVRO REGISTRO DE SAÍDAS As empresas enquadradas no Simples Nacional são dispensadas de escrituração do Livro Registro de Saídas (LRS). Assim, o estabelecimento varejista, não enquadrado no Simples Nacional, na condição de contribuinte substituído, por ter recebido a mercadoria com o ICMS já retido, deve lançar as Notas Fiscais que emitir, relativas a estes produtos, nas colunas Valor Contábil e Outras, de Operações sem Débito do Imposto, do livro Registro de Saídas. As operações com produtos sujeitos à tributação normal e demais hipóteses de saídas devem ser escrituradas normalmente.

18 ESCRITURAÇÃO DO LIVRO REGISTRO DE ENTRADAS O estabelecimento varejista, enquadrado ou não no Simples Nacional, quando receber mercadoria com o ICMS retido, ou seja, com informação da retenção na NF do fornecedor, deve escriturar a Nota Fiscal do fornecedor nas colunas Valor Contábil " e Outras, de Operações sem Crédito do Imposto ESCRITURAÇÃO DO LIVRO REGISTRO DE APURAÇÃO DO ICMS Este livro não é escriturado pelos enquadrados no Simples Nacional. Se o varejista, não enquadrado no Simples Naiconal, agir apenas como contribuinte substituído, ou seja, receber mercadoria com o ICMS retido, com informação da retenção na NF do fornecedor, e realizar operações com produtos sujeitos a outras formas de tributação, deverá escriturar o LRAICMS com os dados colhidos nos Livros Registro de Entradas e de Saídas GIA ST Os contribuintes que são substitutos por saídas nas operações para outros Estados estão sujeitos à entrega da Gia ST. A GIA-ST deve ser utilizada para a informação e apuração do ICMS devido por substituição tributária à Unidade Federada diversa daquela do domicílio fiscal do substituto. Portanto, se um contribuinte do Rio de Janeiro possuir inscrição como contribuinte substituto em outro Estado, deverá transmitir a GIA-ST para aquele Estado Prazo para apresentação A GIA-ST deve ser remetida pelo substituto tributário à repartição fiscal de circunscrição no Estado, até o dia 10 do mês subsequente ao da apuração do imposto, ainda que no período não tenham ocorrido operações sujeitas à substituição tributária, hipótese em que deverá assinalar o campo 1 correspondente à expressão GIA-ST SEM MOVIMENTO Meio de apresentação A GIA-ST deve ser apresentada por transmissão eletrônica de dados ou em meio magnético, a critério do fisco de cada Estado, após ser validada pelo programa de computador aprovado pela Cotepe/ICMS. DIFERENÇA ENTRE ALÍQUOTA INTERNA E INTERESTADUAL A substituição tributária também se aplica à diferença entre a alíquota interna (do Estado de destino da mercadoria) e a interestadual (do remetente da mercadoria) sobre a base de cálculo da operação própria, nos casos em que a mercadoria sujeita ao regime é adquirida para consumo ou ativo permanente do contribuinte do ICMS, cabendo observar que a aplicação no caso de ativo permanente se aplica a alguns estados. Exemplo: Uma empresa estabelecida em SP vende uma mercadoria para outra empresa localizada no RJ, contribuinte do ICMS, e este produto está sujeito ao regime de substituição tributária. Estes estados firmaram acordo para aplicação do regime atribuindo a responsabilidade pelo pagamento do imposto por substituição tributária à empresa que está remetendo a mercadoria, inclusive nos casos do diferencial de alíquotas. Alíquotas aplicadas : Alíquota aplicada nas operações interestaduais entre contribuintes: 12% Alíquota aplicada na operação interna no estado do RJ para a mercadoria (-) 19% Diferencial a ser recolhido a título de substituição tributária: 7%

19 Deverá ser recolhido 7% a título de diferencial de alíquota em favor do estado do RJ, sobre a base de cálculo da operação própria, incluídos, quando for o caso, os valores de frete, seguro, impostos, e outros encargos transferíveis ou cobrados do destinatário. PREENCHIMENTO DA NOTA FISCAL Os contribuintes do ICMS são obrigados a observar regras específicas ao preencherem a Nota Fiscal de venda de mercadorias sujeitas ao regime de substituição tributária. Tais regras referem-se à necessidade ou não de aposição de inscrição estadual de substituto, ao CST, ao CFOP, ao preenchimento ou não dos campos relativos à base de cálculo para retenção, e ao ICMS da operação própria, bem como de menção ou não do imposto retido, ou da condição de que a mercadoria já sofreu retenção CFOP Para emissão das Notas Fiscais e escrituração dos livros fiscais de entrada, saída e apuração do ICMS, os contribuintes que realizarem operações com produtos sujeitos à substituição tributária deverão utilizar CFOP específicos, conforme relacionamos a seguir: Nas entradas Os códigos iniciados com o algarismo 1 representam entradas internas e os iniciados com 2 entradas interestaduais ENTRADAS DE MERCADORIAS SUJEITAS AO REGIME DE SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA 1.401/ Compra para industrialização ou produção rural em operação com mercadoria sujeita ao regime de substituição tributária Classificam-se neste código as compras de mercadorias a serem utilizadas em processo de industrialização ou produção rural, decorrentes de operações com mercadorias sujeitas ao regime de substituição tributária. Também serão classificadas neste código as compras por estabelecimento industrial ou produtor rural de cooperativa de mercadorias sujeitas ao regime de substituição tributária / Compra para comercialização em operação com mercadoria sujeita ao regime de substituição tributária Classificam-se neste código as compras de mercadorias a serem comercializadas, decorrentes de operações com mercadorias sujeitas ao regime de substituição tributária. Também serão classificadas neste código as compras de mercadorias sujeitas ao regime de substituição tributária em estabelecimento comercial de cooperativa / Compra de bem para o ativo imobilizado cuja mercadoria está sujeita ao regime de substituição tributária Classificam-se neste código as compras de bens destinados ao ativo imobilizado do estabelecimento, em operações com mercadorias sujeitas ao regime de substituição tributária / Compra de mercadoria para uso ou consumo cuja mercadoria está sujeita ao regime de substituição tributária Classificam-se neste código as compras de mercadorias destinadas ao uso ou consumo do estabelecimento, em operações com mercadorias sujeitas ao regime de substituição tributária / Transferência para industrialização ou produção rural em operação com mercadoria sujeita ao regime de substituição tributária Classificam-se neste código as mercadorias recebidas em transferência de outro estabelecimento da mesma empresa, para serem industrializadas ou consumidas na produção rural no estabelecimento, em operações com mercadorias sujeitas ao regime de substituição tributária / Transferência para comercialização em operação com mercadoria sujeita ao regime de substituição tributária Classificam-se neste código as mercadorias recebidas em transferência de outro estabelecimento da mesma empresa, para serem comercializadas, decorrentes de operações sujeitas ao regime de substituição tributária / Devolução de venda de produção do estabelecimento em operação com produto sujeito ao regime de substituição tributária Classificam-se neste código as devoluções de produtos industrializados ou produzidos pelo próprio estabelecimento, cujas saídas tenham sido classificadas como "Venda de produção do estabelecimento em operação com produto sujeito ao regime de substituição tributária" / Devolução de venda de mercadoria adquirida ou recebida de terceiros em operação com mercadoria sujeita ao regime de substituição tributária Classificam-se neste código as devoluções de vendas de mercadorias adquiridas ou recebidas de terceiros, cujas saídas tenham sido classificadas como "Venda de mercadoria adquirida ou recebida de terceiros em operação com mercadoria sujeita ao regime de substituição tributária" / Retorno de produção do estabelecimento, remetida para venda fora do estabelecimento em operação com produto sujeito ao regime de substituição tributária Classificam-se neste código as entradas, em retorno, de produtos industrializados ou produzidos pelo próprio estabelecimento, remetidos para vendas fora do estabelecimento, inclusive por meio de veículos, em operações com produtos sujeitos ao regime de substituição tributária, e não comercializadas.

20 1.415/ Retorno de mercadoria adquirida ou recebida de terceiros, remetida para venda fora do estabelecimento em operação com mercadoria sujeita ao regime de substituição tributária Classificam-se neste código as entradas, em retorno, de mercadorias adquiridas ou recebidas de terceiros remetidas para vendas fora do estabelecimento, inclusive por meio de veículos, em operações com mercadorias sujeitas ao regime de substituição tributária, e não comercializadas / Ressarcimento de ICMS retido por substituição tributária Classificam-se neste código os lançamentos destinados ao registro de ressarcimento de ICMS retido por substituição tributária a contribuinte substituído, efetuado pelo contribuinte substituto, nas hipóteses previstas na legislação aplicável Nas saídas Os iniciados em 5 representam saidas internas e os iniciados em 6 as interestaduais 5.401/ Venda de produção do estabelecimento em operação com produto sujeito ao regime de substituição tributária, na condição de contribuinte substituto Classificam-se neste código as vendas de produtos industrializados ou produzidos pelo próprio estabelecimento em operações com produtos sujeitos ao regime de substituição tributária, na condição de contribuinte substituto. Também serão classificadas neste código as vendas de produtos industrializados por estabelecimento industrial ou produtor rural de cooperativa sujeitos ao regime de substituição tributária, na condição de contribuinte substituto / Venda de produção do estabelecimento de produto sujeito ao regime de substituição tributária, em operação entre contribuintes substitutos do mesmo produto Classificam-se neste código as vendas de produtos sujeitos ao regime de substituição tributária industrializados no estabelecimento, em operações entre contribuintes substitutos do mesmo produto / Venda de mercadoria adquirida ou recebida de terceiros em operação com mercadoria sujeita ao regime de substituição tributária, na condição de contribuinte substituto Classificam-se neste código as vendas de mercadorias adquiridas ou recebidas de terceiros, na condição de contribuinte substituto, em operação com mercadorias sujeitas ao regime de substituição tributária Venda de mercadoria sujeita ao regime de substituição tributária, cujo imposto já tenha sido retido anteriormente Classificam-se neste código as vendas de mercadorias sujeitas ao regime de substituição tributária, na condição de substituto tributário, exclusivamente nas hipóteses em que o imposto já tenha sido retido anteriormente Venda de mercadoria adquirida ou recebida de terceiros em operação com mercadoria sujeita ao regime de substituição tributária, na condição de contribuinte substituído Classificam-se neste código as vendas de mercadorias adquiridas ou recebidas de terceiros em operação com mercadorias sujeitas ao regime de substituição tributária, na condição de contribuinte substituído / Transferência de produção do estabelecimento em operação com produto sujeito ao regime de substituição tributária Classificam-se neste código os produtos industrializados ou produzidos no próprio estabelecimento em transferência para outro estabelecimento da mesma empresa de produtos sujeitos ao regime de substituição tributária / Transferência de mercadoria adquirida ou recebida de terceiros em operação com mercadoria sujeita ao regime de substituição tributária Classificam-se neste código as transferências para outro estabelecimento da mesma empresa, de mercadorias adquiridas ou recebidas de terceiros que não tenham sido objeto de qualquer processo industrial no estabelecimento, em operações com mercadorias sujeitas ao regime de substituição tributária / Devolução de compra para industrialização ou produção rural em operação com mercadoria sujeita ao regime de substituição tributária Classificam-se neste código as devoluções de mercadorias adquiridas para serem utilizadas em processo de industrialização ou produção rural cujas entradas tenham sido classificadas como "Compra para industrialização ou produção rural em operação com mercadoria sujeita ao regime de substituição tributária" / Devolução de compra para comercialização em operação com mercadoria sujeita ao regime de substituição tributária Classificam-se neste código as devoluções de mercadorias adquiridas para serem comercializadas, cujas entradas tenham sido classificadas como "Compra para comercialização em operação com mercadoria sujeita ao regime de substituição tributária" / Devolução de bem do ativo imobilizado, em operação com mercadoria sujeita ao regime de substituição tributária Classificam-se neste código as devoluções de bens adquiridos para integrar o ativo imobilizado do estabelecimento, cuja entrada tenha sido classificada, respectivamente, nos códigos ou "Compra de bem para o ativo imobilizado cuja mercadoria está sujeita ao regime de substituição tributária" Devolução de mercadoria destinada ao uso ou consumo, em operação com mercadoria sujeita ao regime de substituição tributária Classificam-se neste código as devoluções de mercadorias adquiridas para uso ou consumo do estabelecimento, cuja entrada tenha sido classificada, respectivamente, nos códigos ou "Compra de mercadoria para uso ou consumo cuja mercadoria está sujeita ao regime de substituição tributária" / Remessa de produção do estabelecimento para venda fora do estabelecimento em operação com produto sujeito ao regime de substituição tributária Classificam-se neste código as remessas de produtos industrializados ou produzidos pelo próprio estabelecimento para serem vendidos fora do estabelecimento, inclusive por meio de veículos, em operações com produtos sujeitos ao regime de substituição tributária / Remessa de mercadoria adquirida ou recebida de terceiros para venda fora do estabelecimento, em operação com mercadoria sujeita ao regime de substituição tributária Classificam-se neste código as remessas de mercadorias adquiridas ou recebidas de terceiros para serem vendidas fora do estabelecimento, inclusive por meio de veículos, em operações com mercadorias sujeitas ao regime de substituição tributária.

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