UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO CENTRO DE ARTES E COMUNICAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM LETRAS

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1 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO CENTRO DE ARTES E COMUNICAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM LETRAS UMA ABORDAGEM DIACRÔNICO-COMPARATIVA DA ABREVIAÇÃO EM DIFERENTES GÊNEROS, SUPORTES E TECNOLOGIAS Tese apresentada ao Programa de Pós-Graduação em Letras da UFPE como requisito básico para obtenção do grau de Doutor em Lingüística. Aluna: Fabiana de Souza Silva Orientador: Prof. Dr. Phil. Marlos de Barros Pessoa Recife, maio de 2006.

2 Silva, Fabiana de Souza Uma abordagem diacrônico-comparativa da abreviação em diferentes gêneros, suportes e tecnologias/ Fabiana de Souza Silva. Recife: O Autor, folhas: ii., quadros, tab., graf. Tese (doutorado) Universidade Federal de Pernambuco. CAC. Programa de Pós-Graduação em Letras e Lingüística, Inclui bibliografia. 1. Lingüística. 2. Diacronia. 3.Abreviação. 4. Gênero textual. I. Título. 801 CDU (2.ed.) UFPE 410 CDD (22.ed.) CAC

3 UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBCO CENTRO DE ARTES E COMUNICAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM LETRAS UMA ABORDAGEM DIACRÔNICO-COMPARATIVA DA ABREVIAÇÃO EM DIFERENTES GÊNEROS, SUPORTES E TECNOLOGIAS BANCA EXAMINADORA: Prof. Dr. Phil. Marlos de Barros Pessoa Universidade Federal de Pernambuco Prof. Dr. Phil. Dermeval da Hora Oliveira Universidade Federal da Paraíba Prof. Dr. Antonio Carlos dos Santos Xavier Universidade Federal de Pernambuco Prof.ª Dr.ª Stella Virgínia Telles de Araújo Pereira Universidade Federal de Pernambuco Prof.ª Dr.ª Virgínia Maria Almoêdo de Assis Universidade Federal de Pernambuco Tese apresentada ao Programa de Pós-Graduação em Letras da UFPE como requisito básico para obtenção do grau de Doutor em Lingüística.

4 Ao Profº Luis Antônio Marcuschi, exemplo de homem, profissional, amigo, por ter-me incentivado a prosseguir com esse tema, transformando um sonho em realidade.

5 AGRADECIMENTOS Há pessoas que nos falam e nem as escutamos; há pessoas que nos ferem e nem cicatrizes deixam; mas há pessoas que simplesmente aparecem em nossa vida e nos marcam para sempre. (Cecília Meireles) A Deus, único e suficiente Salvador de nossa alma, pelo perdão; A meu pai, Nivaldo Rodrigues da Silva, pela paixão que despertou em nós pelas letras; A minha mãe, Maria Landelina de Souza Silva, pelo real exemplo da autêntica mulher virtuosa; A Landivaldo, Edvânia, David Lucas e Anna Karollinne, pelos inúmeros e inesquecíveis favores prestados; A Patrícia, pelo regresso ao lar; A Jorgevaldo, pela paciência infinita com o meu constante mau humor; A Marylane, por ser espontaneamente minha defensora extra judicial; A Junior, pelas ricas lições bíblicas trocadas em nossas incontáveis noites de insônia; A Betânia, pela honra da sua companhia inefável em nossas viagens em seu carro ao Recife; A Fátima, amiga em todas as horas, por ser minha conselheira sentimental; A Medianeira, por tão carinhosamente ter-me acolhido em seu apartamento no Cordeiro;

6 Ao casal Ravic e Regina Rolim, pelo sorriso que ostento; A UFPB, por conceder-me o afastamento para a capacitação docente; A UFPE, pelo trabalho sério e competente ali desempenhado; A CAPES, pela oportunidade a mim outorgada de realizar minha pesquisa; Ao Prof. Dr. Marlos de Barros Pessoa, orientador incondicional, pelos preciosos ensinamentos ao longo do curso; Ao Prof. Dr. Phd. Dermeval da Hora, professor na graduação, orientador no mestrado, examinador no doutorado, pelo currículo que tenho; À Profª Drª Ângela Dionísio, pelo espaço aberto para mim em seu SPA; Ao Prof. Dr. Luis Antônio Marcuschi, pelos sábios conselhos; A Diva e Eraldo, profissionais e amigos em toda hora; Aos colegas do DLCV, por levarem durante os quatro anos o fardo que era meu; A Drª Margarete Trigueiro, por ter abreviado o meu sofrimento, agilizando o meu divórcio; A Marcos Antonio Mendes de Araújo por, não mais que de repente, ter transformado o meu pranto em riso; Enfim, a todos quantos fizeram parte da minha longa e renhida história rumo ao Doutorado.

7 Apenas preservando a inteligência da cultura do códex podemos gozar a felicidade extravagante prometida pela tela. Roger Chartier

8 RESUMO O objetivo central deste trabalho é apresentar o uso da abreviação numa perspectiva histórico-comparativa, a fim de provar que a ocorrência desse fenômeno, ao contrário do que se pensa, não é uma criação do texto eletrônico, mas teve início no século VI a.c. devido ao alto custo do pergaminho, material utilizado para a escrita. À luz da teoria dos gêneros textuais, testamos se há maior ou menor uso desse recurso, dependendo do suporte e gênero utilizados, além de outras variáveis sociointerativas, entre elas o propósito comunicativo e o estilo. Analisamos ainda quatro variáveis estruturais, quais sejam: extensão do texto, extensão do vocábulo, classes de palavras e tonicidade da sílaba. Por último, verificamos quatro variáveis, desta vez sociais, a saber: faixa etária, grau de escolaridade, sexo e profissão. O corpus analisado consta de cartas, diários, blogs, s e SMSs. Os dois primeiros gêneros situam-se entre os séculos XVIII e XIX, pertencentes a três Estados da região nordeste: PB, PE e BA. O material correspondente aos gêneros digitais foi coletado de seis provedores da Internet: UOL, IG, TERRA, IBEST, YAHOO e HOTMAIL, além de três empresas de telefonia celular: OI, TIM e CLARO. Observamos que o gênero textual, seguido do propósito comunicativo, determina o estilo do texto, promovendo ou não a ocorrência da abreviação. PALAVRAS-CHAVE: abreviação, gênero, estilo, propósito comunicativo.

9 ABSTRACT The central objective of this work is to present the use of the abbreviation in a perspective comparative-historically, in order to prove that the incident was giving phenomenon, on the contrary of what one thinks, it is not a creation of the electronic text, but it had beginning in the century VI, due to the high cost of the parchment, material used for the writing. By the light of the theory of the textual types, we test a bigger or less use of this resource, depending on the support and type when the communicative purpose and the style were used, besides other variables sociointerativas, between them. We analyse still four structural, what variables be: extension of the text, extension of the word, classes of words and tonicity of the syllable. For last, we check four variables, this time social, knowing: age group, degree of schooling, sex and profession. The analysed corpus consists of letters, diaries, blogs, s and SMSs. The first two types are situated between the centuries XVIII and XIX pertaining to three States of the northeast region: PB, PE and BA. The corresponding material to the digital types was collected of six providers of the Internet: UOL, IG, TERRA, IBEST, YAHOO and HOTMAIL, besides three enterprises of cellular telephony: OI, TIM and CLARO. We notice that the textual type, followed by the communicative purpose, determines the style of the text, promoting or not the incident of the abbreviation. KEY WORDS: abbreviation, type, style, communicative purpose.

10 RÉSUMÉ L'objectif central de ce travail est présenter l'utilisation de l'abréviation dans une perspective histórico-comparativa, afin de prouver que la présence de ce phénomène, dont au contraire se pense, n'est pas une création du texte électronique, mais a eu du début dans le siècle VI, dû au haut coût du parchemin, du matériel utilisé pour l'écriture. À la lumière de la théorie des types littéraux, nous expérimentons une plus grande ou moindre utilisation de cette ressource, dépendant du support et du type utilisés, outre autres variables sociointerativas, entre elles l'intention comunicativo et le style. Nous analysons encore quatre variables structurelles, lequel soient : extension du texte, extension du vocable, classes de mots et tonicité de la syllabe. Finalement, nous vérifions quatre variables, cette fois sociales, à desavoir : bande étaire, degré de scolarité, sexe et profession. Le corpus analysé consiste de lettres, quotidiennes, blogs, s et de SMSs. Les deux premiers types se placent entre les siècles XVIII et XIX, appartenant à trois États de la région nord-est : PB, PE et BA. Le matériel correspondant aux types digitaux a été rassemblé de six fournisseurs de l'internet : UOL, IG, TERRA, IBEST, YAHOO et HOTMAIL, outre trois sociétés de téléphonie cellulaire : OI, TIM et CLARO. Nous observons que le type littéral, suivant de l'intention comunicativo, détermine le style du texte, promouvant ou non la présence de l'abréviation. MOTS CLÉ: abréviation, type, style, intention comunicativo.

11 LISTA DE QUADROS, GRÁFICOS E TABELAS QUADROS PÁGINA Quadro 1 44 Quadro 2 46 Quadro 3 78 Quadro 4 79 Quadro 5 81 Quadro Quadro GRÁFICOS PÁGINA Gráfico 1 47 Gráfico Gráfico Gráfico Gráfico Gráfico Gráfico Gráfico Gráfico Gráfico Gráfico Gráfico TABELAS PÁGINA Tabela Tabela 2 224

12 LISTA DE ABREVIAÇÕES E SIGLAS Sr. Senhor Dr. Doutor lh Lhe q Que Illmos Ilustríssimos Exmos Excelentíssimos verde. Verdade kd Cadê ligô Ligou prosperide Prosperidade VMgde. Vossa Magestade Itamca. Itamaracá Sta. Santa porq Porque impreitro Empreiteiro pa. para da. dita juramto. Juramento Fazda. Fazenda cappnia. Capitania de poimo. depoimento do. dito ne = / cessro. necessário pagamo. pagamento mto. Muito deligca. diligência engenros. engenheiros Sargto. Sargento gde. guarde Des. Deus fundamos. fundamentos ans. anos ampo. amparo pr por mma mesma va vila redo reverendo pe padre segdo segundo qm quem Ant Frz Antonio Ferraz Perra da Sa Pereira da Silva Doq do que Offs ofícios Segte seguinte Pra primeira Re. Recife Pernco. Pernambuco Dezro. Dezembro Bjs. Beijos Ksa. Casa Tbm. Também

13 Flo. Falou Hje. Hoje Nu. No Xopi. Shopping Fze. Fazer Ñ. Não Qdo. Quando Msg Mensagens Cmg comigo Vc você Fev fevereiro Tel telefone +tard mais tarde D de Credt crédito V ver Cel celular Sl sala C d ser de Bb bebê Mar março Cm com Spcial especial Fliz feliz D+ demais Pq porque D - de menos s/ sem kda cada fce face bok boca t ter findi fim de semana dpois depois cviço serviço td tudo diz dizer ngm ninguém krak caraca gral geral msm mesmo aki aqui ksa casa depre depressão psor professor mó maior c com abs abraço ch chamada s.sul shopping sul Land Landivaldo Ed1 Edvânia 1 Ed 2 Edvânia 2 + ou - mais ou menos Blxinha belezinha

14 SUMÁRIO INTRODUÇÃO 16 OBJETIVO 20 HIPÓTESES 22 METODOLOGIA 22 A) A PESQUISA 23 B) A SELEÇÃO 23 b.1) O período 23 b.2) O local 24 b.3) O material 25 b.3.1) Tipologia 25 b.3.2) A autoria 29 b.3.3) A amostra (distribuição geográfica e temporal) 29 b.3.4) A seleção dos informantes 29 C) VARIÁVEIS ANALISADAS 31 c.1) Variáveis sociointerativas 32 Gênero 32 Estilo 32 Instância de realização 33 Participantes 33 Propósito comunicativo 33 Suporte 33 C.2) VARIÁVEIS ESTRUTURAIS 34 Extensão do texto 34 Extensão do vocábulo 34 Classes de palavras 34 Tonicidade da sílaba 35 C.3) VARIÁVEIS SOCIAIS: 35 Faixa etária 35 Grau de escolaridade 35 Sexo 35 Profissão 36 CAPÍTULO 1 37 O CONTINUUM FALA/ESCRITA: VERSO E REVERSO DA MESMA MOEDA O CONCEITO DE LÍNGUA O CONCEITO DE TEXTO CONCEITO DE FALA E ESCRITA PERSPECTIVAS DE ANÁLISE O CONTINUUM ENTRE ALGUNS GÊNEROS TRADICIONAIS NA FALA E NA ESCRITA O CONTINUUM DE GÊNEROS NA COMUNICAÇÃO DIGITAL MEDIADA POR COMPUTADOR 49 CAPÍTULO 2 52

15 ABREVIAÇÃO: DA GÊNESE À DISSEMINAÇÃO CONCEITO DE ABREVIAÇÃO ABREVIAÇÃO X ABREVIATURA A TRADIÇÃO DAS ABREVIAÇÕES: UM POUCO DE HISTÓRIA ABREVIAÇÃO E OS SINAIS ABREVIATIVOS CLASSIFICAÇÃO DAS ABREVIAÇÕES A ABREVIAÇÃO E AS NOTAS TIRONIANAS OU TAQUIGRAFIA A ABREVIAÇÃO E A SIMPLIFICAÇÃO LINGÜÍSTICA A ABREVIAÇÃO NAS GRAMÁTICAS E HOME PAGES 70 CAPÍTULO 3 85 A ABREVIAÇÃO E AS TECNOLOGIAS: DO MANUSCRITO AO TEXTO DIGITAL_ O MANUSCRITO O IMPRESSO O ELETRÔNICO 96 CAPÍTULO A ABREVIAÇÃO E OS GÊNEROS TEXTUAIS: DA CARTA AO ORIGEM DO TERMO TIPO TEXTUAL X GÊNERO TEXTUAL 104 Tipo textual 104 Gênero textual BREVÍSSIMO HISTÓRICO GÊNEROS EMERGENTES X GÊNEROS PREEXISTENTES O GÊNERO CARTA Definição Classificação Visão panorâmica Cartas pessoais X cartas oficiais O GÊNERO DIÁRIO Origem Definição A tradição dos diários A classificação dos diários O GÊNERO Origem Definição Características A linguagem dos s s pessoais X s comerciais O GÊNERO SMS Origem Definição Como funciona o SMS SMS pessoal e empresarial Principais benefícios do SMS Aplicações do SMS Marketing 135

16 4.2.5 O GÊNERO BLOG Origem Definição Como funciona o blog Blogs pessoais e empresariais A linguagem nos blogs: tá td blz! A ABREVIAÇÃO E O SUPORTE DE GÊNEROS TEXTUAIS DEFINIÇÃO CATEGORIAS DE SUPORTES TEXTUAIS SUPORTES CONVENCIONAIS SUPORTES INCIDENTAIS SERVIÇOS 144 CAPÍTULO ANÁLISE DOS DADOS 146 CONSIDERAÇÕES FINAIS 238 REFERÊNCIAS 242

17 INTRODUÇÃO Embora existam ainda em nossos dias opiniões formadas de que estudar a história de uma língua é algo sem sentido, sabemos que é com um olhar voltado para o passado que encontraremos explicações para os processos de variação e mudança da língua. Sem abordagem diacrônica é impossível desvendar as complexidades que cada período de uma língua registra, e mencionar a importância que a documentação correspondente às várias fases da língua representa para o conhecimento desta. Não raras vezes, são os dados concretos de períodos passados que fornecerão elementos para a compreensão de fenômenos que ocorrem no presente. Para tanto, faz-se necessário conhecer não apenas o objeto de estudo, a língua, mas aspectos da sociedade na qual aquela era utilizada como meio de expressão. Afinal, por ser um instrumento de comunicação imprescindível, a língua passa por constante mudança, ocasionando inovações a todo instante em sua própria essência. A rapidez ou a lentidão das mudanças da língua é determinada pela estrutura da sociedade, ou seja, são as condições sociológicas que favorecem o acúmulo e a integral realização da complexa evolução por que passam as línguas no tempo e no espaço (SILVA NETO, 1970, p. 13). Desta forma, diz-se que a evolução se deu no tempo, quando se imitam os modelos do passado, reproduzindo-se os seus modos de dizer; no espaço, quando indivíduos, que estão em estágios lingüísticos diferentes, se interpenetram mutuamente.

18 Assim, a vida social encontra-se em constante oscilação entre a imitação dos antigos e a difusão das inovações. Estas últimas podem ser lentas e complexas, sujeitas a múltiplos e variadíssimos fatores. Entretanto, como lembra Silva Neto (1970), só vingam as inovações que consultam o espírito da evolução. Por isso é que muitas abortam, não passam dos primeiros movimentos: afoga-as o ridículo ou a indiferença coletiva. Com isso, não queremos dizer que inovar implica evoluir, tampouco afirmar que toda evolução resulta em avanços, melhoras. Ou seja, tomando por base o sentido de evolução enquanto processo de desenvolvimento e aperfeiçoamento de um saber, de uma ciência etc (HOUAISS, 2001, p. 1278), podemos assegurar que há inovações que não resultam em evoluções, restringindo-se ao seu sentido de dicionário, ou seja, são apenas coisas novas, novidades, algo que não havia antes e que, por isso mesmo, não indica evolução, uma vez que não houve desenvolvimento ou aperfeiçoamento. Serão as inovações e as imitações observáveis na língua que nortearão nossa pesquisa, em especial aquelas relacionadas às abreviações que, já comuns no século VI a.c., ganham destaque outra vez no século XX, com o texto digital. Assim, buscaremos traçar uma comparação entre as abreviações utilizadas em períodos anteriores e nos dias atuais, analisando as regras utilizadas para abreviar, as siglas correspondentes a cada palavra, os sinais abreviativos, entre outros, a fim de classificarmos em inovações/imitações ou evoluções as abreviações existentes no passado e que se mantiveram até hoje. Como podemos ler em Martins (1996, p.174), as invenções são apenas transformações ou aperfeiçoamentos de coisas anteriormente conhecidas, ou de pedaços de invenções anteriormente tentadas. E acrescenta: os primeiros aviões aspiram a ser monstruosas libélulas ou enormes gafanhotos; os primeiros automóveis parecem muito mais com as carruagens de cavalos do que com os automóveis atuais. Para David Crystal (2001, p.2), é uma ilusão pensar que a cada nova tecnologia o mundo todo se renova por completo. Segundo ele, novidades podem até acontecer, mas com o tempo percebe-se que não era tão novo aquilo que foi tido como tal. Ou seja, são novidades com algum gosto do 17

19 conhecido. Conforme lemos em Todorov (1980), os gêneros simplesmente vêm de outros gêneros. Segundo esse autor, não há gênero novo, mas sim uma transformação de um ou vários gêneros antigos. E essa transformação se dá ou por inversão, ou por deslocamento ou por combinação. No dizer de Xavier (2002, p.66), Não há vácuos invencionistas em toda a história humana, isto é, toda invenção é, via de regra, uma reinvenção de outras invenções bem sucedidas; o nada não cria, tudo vai se transformando sob a batuta inventiva da mente humana. Com base nessas informações, faremos uma análise das abreviações enquanto um legado do manuscrito ou uma criação da era digital, em especial do texto eletrônico 1, já que muitas vezes é a ele associada a imputação pelo uso expressivo daquelas. Para tanto, observaremos o número de ocorrência destas nas tecnologias: a manuscrita, a impressa e a digital; testaremos se a ocorrência delas dá-se em todas as classes de palavras; se o fator extensão do vocábulo é relevante para aplicação da regra; se a tonicidade é ou não favorável à abreviação e, por fim, verificar se a economia lingüística é o que rege o uso das abreviações, ou se há outro(s) fator(es) envolvido(s) nesse processo. Assim, a Introdução trará os objetivos, as hipóteses e a metodologia utilizada ao longo do nosso trabalho, bem como as variáveis analisadas, a saber: estruturais (classes de palavra iremos verificar se o uso da abreviação ocorre independente da classe de palavra: substantivo, adjetivo, advérbio etc, ou se a incidência do fenômeno em estudo é maior em algumas que em outras; extensão do vocábulo - nessa variável, o objetivo da análise será fundamentado no princípio da economia lingüística, que registrará um número de aplicação da regra mais freqüente em palavras polissílabas que em monossílabas, caso seja esse o fator que rege o uso da abreviação; tonicidade da sílaba com base no princípio da saliência fônica, buscaremos explicações para uma maior freqüência em sílabas tônicas que em átonas, fato já observado em uma primeira análise dos dados; extensão do texto numa 1 Aqui usamos indistintamente os termos eletrônico, digital ou virtual. 18

20 primeira observação dos dados, os textos que apresentavam um maior número de linhas (escritas), conseqüentemente traziam um número maior de abreviações que os textos com menos linhas escritas); sociointerativas (estilo essa variável permitiu-nos dividir os textos em formais e informais, a fim de detectar se o grau de formalidade do texto inibe ou favorece a aplicação da regra; instância de realização esse fator classifica os textos em privadas (pessoais) e públicas (empresariais). Com base nele, apresentaremos a probabilidade maior de ocorrência da abreviação em um ou outro tipo de texto; propósito comunicativo ao que parece, os textos cujo objetivo era o de divertir, ao contrário daqueles que objetivavam informar, são mais propensos a usar abreviações dado o teor lúdico; gênero textual tendo como premissa a tese de que as palavras são selecionadas segundo as especificidades de um gênero (BAKHTIN,1992, p. 312), demonstraremos qual dos gêneros trabalhados apresenta um maior número de abreviações, independente do período de uso; suporte textual Xavier (2002, p.75) garante que boa parte da excelência intelectual alcançada pela escrita alfabética ao longo dos séculos deve ser creditada também a evolução dos suportes nos quais ela se abrigou. A partir dessa informação, iremos verificar se os suportes exercem alguma influência sobre os gêneros, no nosso caso, promovendo a existência de abreviações no texto; e participantes o fato de haver menos pessoas envolvidas no processo de comunicação favorece o uso de abreviações ao longo da produção textual); e sociais (faixa etária no que tange aos gêneros por nós analisados, a idade do produtor do texto destaca-se como relevante quando o texto abordado é virtual. Buscaremos, pois, demonstrar se é categórico esse resultado ou se também ocorre nos demais gêneros; grau de escolaridade com base numa primeira observação dos dados, vimos que quanto mais escolarizado o autor, menos abreviações são notadas em seus textos. Assim, veremos se o inverso também ocorre na utilização desse recurso da língua, a abreviação; sexo como a literatura aponta as mulheres como mais conservadoras que os homens e mais inovadoras quando se trata de uma variante de prestígio, utilizaremos essa variável a fim de comprovar ou não tais afirmações; e profissão embora seja considerada relevante na ocorrência de determinados fatores, no uso de abreviações, a profissão, ao menos na primeira observação dos dados, não foi considerada determinante, sendo 19

21 possível encontrar tal recurso em textos de autores de profissões as mais variadas possíveis). Dedicaremos o Capítulo I ao continuum fala/escrita, por entendermos o processo de abreviação como um recurso da fala interferindo na escrita, visto que muitas formas abreviadas buscam representar a palavra escrita da forma como ela é pronunciada, o que resulta algumas vezes na alteração de grafemas (ex: cadê por kd). Veremos a definição de cada termo, bem como as várias perspectivas de análise, observando como contrapostos os contínuos entre alguns gêneros tradicionais na fala e na escrita, e na comunicação digital mediada por computador. No Capítulo II, iremos tratar da origem das abreviações, o conceito que lhes é pertinente, a sistemática e tradição, sua classificação, o tratamento dado àquelas pelas gramáticas e sites específicos. A relação que há entre a abreviação e o meio (manuscrito, impresso, digital) no qual ela é reproduzida será abordada no Capítulo III. O Capítulo IV trará a abreviatção e os gêneros textuais (emergentes e preexistentes). Veremos o conceito, origem e propagação destes, além da diferença entre gênero e tipo textual. Para tanto, tomaremos como objeto de análise a carta, o , o diário, o blog e o SMS. Traremos também as implicações do suporte textual e o uso de abreviações, a fim de constatar se há ou não alguma relação entre ambos. Para tanto, traremos a definição de suporte bem como exemplos de suportes convencionais e incidentais. A análise e os resultados serão expressos no Capítulo V. Nele, nossa tarefa será a de corroborar nossas hipóteses testadas, a fim de, em seguida, apresentarmos as constatações da nossa pesquisa que buscou oferecer uma contribuição, ainda que incipiente, para estudiosos da área. Objetivo Este trabalho tem como objetivo analisar um dos aspectos da língua portuguesa, a redução, aqui entendida como todo fenômeno de representação parcial dos vocábulos, seja literal parcial ( p. por página ), literal-algarísmica ( m 2 por metro(s) quadrado(s) ), pictográfica realista ( por sol, picto- 20

22 ideográfico simbólica ( por amor, paixão ), numa perspectiva diacrônicocomparativa, a fim de comprovarmos que fenômenos observáveis sincronicamente têm origem e explicação em estados remotos da história da língua; como também que são restritos a uma região ou, por tratar-se de variação da língua, passíveis de observação em outras localidades. E, a partir daí, afirmarmos em que aspectos se podem flagrar inovações e em que outros perpetuam-se usos ou características das abreviações nos gêneros analisados. O aspecto diacrônico diz respeito ao período compreendido entre o século XVIII e o início dos estudos sincrônicos, enquanto o comparativo referese a três Estados da região Nordeste do Brasil, quais sejam Paraíba, Pernambuco e Bahia. Escolhemos o século XVIII como o ponto de partida, por ser a partir desse período que é possível levantar documentos ainda em condições de manusear-se, ao contrário dos séculos anteriores. Atravessamos o século XIX e nos estendemos até o XX pelo surgimento e propagação do texto eletrônico, atual responsável por tamanha divulgação das abreviações nos textos, em especial nos blogs, chats e s 2. No que tange aos três Estados selecionados, Paraíba, Pernambuco e Bahia, buscamos traçar um perfil da região Nordeste, a fim de sabermos se havia uma regularidade quanto ao uso das abreviações contidas em cartas produzidas naqueles Estados. A abreviação é uma espécie de redução de uso geralmente circunstancial, variável de obra para obra, de autor para autor, a qual, quando de uso geral, passa à categoria das abreviaturas (HOUAISS, 1983, p ). Buscaremos mostrar onde e quando teve início esse recurso da língua; quais as características que lhe são peculiares, ou seja, as regras e/ou princípios utilizados para abreviar, os símbolos usados para representar a palavra abreviada; quais as pessoas que fazem uso dele e, finalmente, descobrir se o texto eletrônico, seu propagador atual, é responsável pelo surgimento e uso da abreviação, ou se se trata apenas de uma retomada nos séculos XX e XXI de um processo já existente anteriormente. Ainda, tentarmos responder à seguinte questão: se o uso das abreviações tem interferido em diferentes gêneros, uma 2 Observando-se as variáveis formal X informal; público X privado, conforme vemos no capítulo referente à análise. 21

23 vez que estes são determinados socio-historicamente (BAKHTIN, 1992, p.285,302). Hipóteses Com base em autores como Spina (1977), Acioli (1994), Mendonça (1987), Berwanger (1995) e Martins (1996) e, numa primeira observação do corpus, levantamos para o nosso trabalho sobre as abreviações as seguintes hipóteses: 1. Esse recurso da língua foi larga e amplamente difundido no passado, permeando os mais variados gêneros; ou seja, seu uso, ao que parece, não se restringiu a uma região específica, mas, ao contrário, espraiou-se por diversos locais do país e do mundo; 2. Seus princípios de utilização, apesar de toda mudança lingüística e social, são mantidos ainda hoje, com algumas alterações no que concerne à representação de alguns itens lexicais; 3. O princípio da economia parece ter sido um fator determinante da ocorrência de abreviações, não apenas nos séculos em que teve início, mas também nos dias atuais; 4. O número de ocorrências das abreviações também está ligado ao grau de formalidade do texto, ao gênero textual, ao suporte textual, ao propósito comunicativo e à comunidade discursiva 3 ; 5. Parece haver certa regularidade nas abreviações que permite uma recuperação da palavra abreviada sem muito esforço por parte do leitor, não apenas atualmente, mas em períodos anteriores. Metodologia 3 Uma comunidade discursiva usa mecanismos de participação para uma série de propósitos: para prover o incremento da informação e do feedback; para canalizar a inovação; para manter os sistemas de crenças e de valores da comunidade; para aumentar seu espaço profissional [...] 22

24 a) A pesquisa A história primeira deste trabalho teve início em julho de 2002, quando do recebimento, da nossa parte, de várias mensagens de texto, via web, anunciadas no nosso celular. O fato de não conhecermos o (a) autor (a) era instigante, contudo, o que nos deixou curiosos, no decorrer do envio dessas, foi o nosso desconhecimento em relação a alguns vocábulos ali registrados: uma das mensagens dizia: + TARD TC C VC. BJS 4. De imediato, começamos uma busca por alguém que pudesse decodificar essa linguagem, até então, misteriosa, para nós. No início, não sabíamos se se tratava de abreviação ou sigla; começamos a associá-la a um novo tipo de linguagem dos jovens. Após algumas aulas sobre as referidas mensagens, e já familiarizados com as abreviações, passamos a atribuir a esse novo meio de comunicação web o uso daquelas por parte de quem as utiliza. Entretanto, de volta ao ambiente acadêmico, desta vez fazendo o levantamento do corpus com o qual iríamos trabalhar em nossa tese, descobrimos nas leituras não apenas a ocorrência de abreviações, mas também, até certo ponto, um uso acentuado delas em cartas (documentos em geral) escritas no século XVIII. Nasce então a curiosidade e o desejo de sabermos 5 o quem, quando, onde, como e por que da origem da abreviação, já que agora tínhamos a certeza de que esse processo não é algo restrito a nossa época e, em particular, ao texto digital. Demos início a nossa pesquisa, que sempre priorizou o feitio diacrônico e também comparativo. b) A seleção b.1) O período 4 Por estarem em maiúsculas, pensamos tratar-se das iniciais do nome do remetente. 5 Segundo Pe. Antonio Vieira, quem não pergunta não quer saber; quem não quer saber quer ignorar. 23

25 Quando do início propriamente dito da pesquisa, vimos que o desejo pelo tema nascera com a incitante mensagem de texto recebida pelo celular e, mais tarde, a constatação das abreviações já em manuscritos do século XVIII. Restaram apenas os impressos. Foi quando optamos então por enveredar por este caminho que nos leva dos textos manuscritos, atravessa os impressos, até chegar aos textos digitais. Sabedores da dificuldade em encontrar um considerável número de textos anteriores ao século XVIII que estivessem pelo menos em bom estado de conservação 6, portanto, passíveis de leitura, optamos por analisar manuscritos do século XVIII, textos impressos do século XIX, e textos digitais dos séculos XX e XXI. b.2) O local Restava o lugar. A escolha não foi difícil. Iríamos utilizar material da Paraíba, cujo corpus pertence à tese defendida em 2003 pela Professora Maria Cristina de Assis Pinto, intitulada Caracterização Lingüística de Cartas Oficiais da Paraíba dos Séculos XVIII e XIX; do Recife, por aqui estarmos cursando o doutorado, trabalhamos com o material do Projeto Ortografia e Pontuação em manuscritos do século XVIII, coordenado pelo Prof. Marlos de Barros Pessoa; e, por fim, o Estado da Bahia, para não só termos um perfil de Estados do Nordeste, como também por sediar aquele Estado um bom banco de dados, organizado pela Profª Tânia Lobo, a saber: Cartas baianas setecentistas, fruto do Projeto de Pesquisa das Fontes para o Estudo da História da Língua Portuguesa no Brasil. Assim, preservaríamos a veia diacrônico-comparativa a que se propõe a pesquisa. 6 Há de se ter claro que existem, embora raros, materiais pertencentes a períodos anteriores passíveis de manuseio. 24

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