ST GAP Novos indicadores e abordagens teóricas para países de baixo rendimento

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "ST GAP Novos indicadores e abordagens teóricas para países de baixo rendimento"

Transcrição

1 ST GAP Novos indicadores e abordagens teóricas para países de baixo rendimento UNESCO III International Workshop Monitoring and Evaluation Tools for Science, Technology and Innovation (STI) Policies, Policy instruments and Governing Bodies Maputo 18/06/13 Roland Brouwer

2 PRESSUPOSTOS DO MODELO ACTUALMENTE DOMINANTE: SNI

3 O que é que e model pressupõe? Mais investimento em CETI faz crescer o PIB faz viver as pessoas (todas) melhor; Inovação é o resultado da intervenção das instituições de R&D com empresas inovadoras; É importante produzir patentes, ou seja, é melhor promover inovação fechada em vez de inovação aberta; Economias devem desenvolver aumentando a sua intensidade em termos de recursos e capital.

4 O que é que e model pressupõe? Mais investimento em CETI faz crescer o PIB faz viver as pessoas (todas) melhor; Inovação é o resultado da intervenção das instituições de R&D com empresas inovadoras; É importante produzir patentes, ou seja, é melhor promover inovação fechada em vez de inovação aberta; Economias devem desenvolver aumentando a sua intensidade em termos de recursos e capital.

5 O que é que e model pressupõe? Mais investimento em CETI faz crescer o PIB faz viver as pessoas (todas) melhor; Inovação é o resultado da intervenção das instituições de R&D com empresas inovadoras; É importante produzir patentes, ou seja, é melhor promover inovação fechada em vez de inovação aberta; Economias devem desenvolver aumentando a sua intensidade em termos de recursos e capital.

6 O que é que e model pressupõe? Mais investimento em CETI faz crescer o PIB faz viver as pessoas (todas) melhor; Inovação é o resultado da intervenção das instituições de R&D com empresas inovadoras; É importante produzir patentes, ou seja, é melhor promover inovação fechada em vez de inovação aberta; Economias devem desenvolver aumentando a sua intensidade em termos de recursos e capital.

7 Mais dúvidas.. Será que os SNI são de facto nacionais? Será que países de baixo rendimento são fundamentalmente diferentes dos países de médio e alto rendimento? Será que apenas os países pobres/africanos devem rever os indicadores? Caso for necessário se desenharem novos indicadores, quem deverá desenhá-los e o que é que deverão indicar?

8 Definições do SNI.. the elements and relationships which interact in the production, diffusion and use of new, and economically useful, knowledge... and are either located within or rooted inside the borders of a nation state. (Lundvall, 1992).. that set of distinct institutions which jointly and individually contribute to the development and diffusion of new technologies and which provides the framework within which governments form and implement policies to influence the innovation process. As such it is a system of interconnected institutions to create, store and transfer the knowledge, skills and artefacts which define new technologies. (Metcalfe, 1995)

9 SNI Escócia

10 São SNIs nacionais? NSI não são nacionais por: A natureza da ciência e conhecimento ( polinização cruzada, transversalidade ) A importância para o conceito de comércio e competição; A integração dos estados nacionais em organizações de cooperação política e económica regionais (ex.: SADC, NEPAD) e globais (WTO, WIPO); As características e recursos que os países partilham (bacia do Zambéze, gás na bacia do Rovuma), espaço aéro, zonas de pesca, etc. ); Os bens comuns globais (ex.; oceanos) e as grandes questões globais (ex.: clima)

11 Utilizadores de tecnologia NSI (OECD) Agricultura, sector informal A natureza internacional da ciência A natureza internacional das empresas Políticas implícitas Objectivos não económicos

12 SNI de Moçambique 2003 BEM ESTAR DA POPULAÇÂO Estado de saúde e nutrição Rendimento per cápita Acesso a água de qualidade TRANSFERÊNCIA DE C&T Importação de equipamento Importação de licenças de C&T INOVAÇÂO Patentes Investimentos em inovação EDUCAÇÃO Número de estudantes por área temática e género Áreas académicas nas IES Geografia das IES Docência nas IES Financiamento INVESTIGAÇÂO Áreas temáticas Fundos OGE Outros Fundos Recursos humanos (nível e área) Publicações (número e áreas) O SECTOR PRODUTIVO Peso relativo dos sectores Balanço comercial por sector Fundos dedicados a R&D por sector O sector agrário DISSEMINAÇÂO Rede de museus Acesso aos meios Volume dedicado a C&T

13 NSI incipiente (MOSTIS)

14 Visão sobre o sistema CETI em Moçambique

15

16

17 Portanto, o que é que falta? A natureza internacional da ciência; A natureza internacional das empresas e dos negócios; Processos inovadores fora das empresas e instituições R&D formais; Os impulsionadores da demanda por inovação, tecnologia, engenharia e ciência; Direitos humanos e valores globais.

18 Comentários ao SNI If the government of a poor developing country is keen to raise the level of health and the expectation of life, then it would be pretty daft to try to achieve this through raising its income per head, rather than going directly for these objectives through public policy and social change... (Sen 1984: 496). To be useful, the (NSI) framework must be adapted to the analysis of problem-solving systems rather than purely economic goals (Cozzens & Stutz 2012: 3).

19 Questões? Usa-se o conceito de NSI na política nacional de Angola, Cabo Verde e Moçambique? Caso não, acha que é um conceito útil? Porquê? Caso se usar o conceito, quais são os elementos chave na conceptualização do NSI na política de CETI? Assim, acham que o conceito é adequado? Porquê sim/não? Caso não o acharem adequado, que elementos faltam e como pretendem resolver?

20 INDICADORES

21 Modelo básico de medição de CETI Input Dinheiro para investigação e inovação Recursos humanos (docentes) Instituições Actividades Educação (nas universidades) Pesquisa, em instituições públicas e privadas de R&D Produção (nas empresas) Output # de graduados (PhD) # de artigos em revistas reconhecidas # de patentes internacionais Taxa de crescimento do PIB

22 Imagem do questionário de AOSTI

23 INSEAD Global Innovation Index

24 Um olhar na cozinha

25 Fraquezas e perigos de quadros de avaliação (indicadores compostos) «Fraquezas»: Quem selecciona os indicadores que compõem o quadro? Indicadores perversos (ex.: género; é preciso entender o mecanismo); Quem decido como medir(validade, escalas, etc.); Quem decide sobre os pesos (ponderação); O somar «ilegal» de valores de unidades o rankings diferentes. Perigos: «Ter uma universidade nacional no topo 50» (concentração dos investimentos em uma a custo das outras - Alemanha); Enfoque na «cara internacional» em vez no alcance dos objectivos de desenvolvimento nacionais; «Produzir 5% das publicações científicas internacionais» Estamos a correr todos a mesma corrida e progresso individual pode não mudar o ranking quando os outros também melhoram.

26 São os países pobres diferentes dos países ricos? Diferem na demografia, no rendimento nacional total, e na estrutura da economia: Crescimento populacional rápido; Grande segmento da população é jovem e grande parte deste segmento está desempregada; Muitos têm um nível de educação baixo, e mesmo tendo um grau formal, não têm as competências; Sector informal grande na economia; Grande parte da população vive na pobreza e em insegurança alimentar.

27 Baseado na Experiência Africana «It is important that STI survey methods and indicators in the less developed countries be adapted to reflect the local realities of STI systems and socio-economic constraints, such as the significance of the informal economy, reliance on foreign resources, intellectual property protection of indigenous knowledge, biodiversity and biotechnology, and accessibility of local journals» (Emerging challenges for research and development survey: Empirical findings from First Nigerian survey)

28 Pressupostos subjacentes dos indicadores convencionais Os indicadores convencionais respondem a uma visão particular que subestima a importância dos valores centrais da UNESCO (Paz, sustentabilidade, inclusão); Pressupõem que CETI é um processo autónomo unidireccional dum percurso comum de todas as nações, sem opções alternativas ou espaço para decisões (política for a do comando); Enfoque na empresa enquanto nos países da baixo rendimento (mais não só!) unidades de produção informais são onde ocorre a actividade económica e por isso a inovação; Em países com fortes crises económicas (Espanha, Grécia, Portugal, etc.) o sector informal tem um papel cada vez maior na sobrevivência e por isso também na inovação devido ao colapso do sector privado e de redes de segurança social estatais sob a dívida pública e privada. A África se calhar tem algo a ensinar ao mundo!

29 MOSTIS: Relação entre C&T

30 Nairobi Ministerial Declaration 7. Strive individually and collectively towards the development, review and implementation of STI policies, law, strategies, programmes and action plans at regional and national levels for enhancing STI for youth Employment, Human capital Development and Inclusive Growth. 10. Harness STI for Sustainable development by ensuring STI is used to solve societal problems, such as water, health, ICT, energy and agriculture to improve the well-being of our people; 12. Promote STI as a driver for inclusive growth and youth employment with a focus on entrepreneurship

31 Objectivo Indicadores para a Declaração Ministerial de Nairobi Estratégias,programas e planos de acção de CETI aos níveis regional e nacional para a promoção de CETI para emprego dos jovens, desenvolvimento do capital humano, e crescimento inclusivo Fortalecer CETI para desenvolvimento sustentável garantindo que CETI é usada para a resolução de problemas da sociedade como água, saúde, TIC, energia e agricultura para promover o bem-estar dos nossos povos; Promover CETI como força motriz para o crescimento inclusivo com emfoque no emprendorismo Indicador Essas estratégias, planos e programas existem Sim/Não % BDIC (GERD) em água, saúde, TIC, energia e agricultura % de artigos publicados sobre água, saúde, TIC, energia e agricultura Melhoria nas condições graças ao acesso a novas tecnologias resultantes de pesquisa Resultados de R&D criam novos empregos para os jovens Resultados de R&D criam novos empresas

32 Questões? Acham que é importante incluir no sistema de indicadores nacionais? Acham importante incluir indicadores de política nos conjuntos globais de indicadores? Caso ainda não esteja feito, como é que isso poderá ser feito?

33 CAMINHOS

34 As economias de progresso rumo espaço das possibilidades tecnológicas possíveis Percepção dominante: engenharia e mercados encontram as soluções «optimais» (funil) O rumo aparece como algo dado, autónomo: sound scientific research pro-innovation strategies market equilibrium evidence based policy technological optimisation sustainability transition From: Andy Stirling - ment_a_new_manifesto_(stigap)_en.pdf

35 Imagens da história da bicleta

36 Imagens da história da bicleta

37 Tipos de bicicletas no Wikipedia Função: 21 Desporto: 6 Estrutura do quadro: 11 Material: 6 # de condutores: 7 # de rodas: 5 # de eixos de direcção: 2 Engrenagem: 4 Cadeia de transmissão: 5

38 A política orientadora em falta Direcções múltiples e divergentes tempo direction Mas a realidade é exactamente o oposto da imagem convencional: Cada ponto de partida produzes multiples caminhos viáveis de inovação O melhor caminho não é apenas sobre «optimação», é sobre escolhas sociais e políticas - Ellul, Freeman, Perez, Nelson, Bijker, Mokyr, Karnoe, Geels From: Andy Stirling

39 Caminhos alternativas para água Depósito elevado Usar água do rio Furo com Afrodev Usar água freática Dessalinização Usar água do mar Caleiros Usar água da chuva (2011) Cisternas Tecnologia de colecta e distribuição de água, Ilha de Moçambique (Século XVIII)

40 Direitos de propriedade Patentos e outros DPIs Atrai investimentos em R&D e inovação Elevada barreira a acesso Os que não detêm os patentes não podem inovar Medicamentos patentados, variedades híbridas, Microsoft office Inovação aberta Baixo lucro? (IBM!) Baixa barreira ao acesso Risco de apropriação abusiva (existe alguém que está a vender terrenos na lua) Medicamentos genéricos, Open office, generic medicine, variedades no sistema público e «farmers privilege», Open office

41

42 Inovação aberta como um caminho novo «As importantly, these changes cannot be incremental the solutions to our most daunting challenges will require bold, creative leaps. These challenges require new thinking, new technology, and new ways of collaborating an open innovation approach to solving problems that is based on partnerships among industries, companies, national and regional governments, and research organizations and academia.»

43 Exemplos: Outros exemplos de caminhos divergentes Rede centralizada versus descentralizada; Combustíveis fósseis versus biodiesel; (primeiro diesel era óleo de amendoim!); Barcos motorizados versus barcos a vela de longa distância; Windows versus Linux, Word versus Wordperfect; Ciência formal versus conhecimento local. Factores motriz: Superioridade Receitas Eficiência Controlo.

44 Caminhos alternativos Inovação não é linear; Inovação não é sem alternativas, opções e escolhas; Dependências de caminho («Path dependencies») podem existir mas no fim das contas dependem da decisão de continuar no caminho em vez de sair.

45 Questões? Quais são os caminhos alternativos chave para os vossos países? Como o que será possível fazer visíveis opções para caminhos alternativos?

46 O QUE É INOVAÇÃO

47 Inovação Oslo: Technological Process & Product (TPP) innovation activities are all those scientific, technological, organisational, financial and commercial steps, including investment in new knowledge, which actually, or are intended to, lead to the implementation of technologically new or improved products or processes. Bogota: (Under the heading) innovation activities comes any action taken by a firm which aims to implement any concepts, ideas and methods necessary for acquiring, assimilating and incorporating new knowledge. Such action brings about a technical change in the firm, though this change may not necessarily be a strict technological innovation reflected in the firm s performance. Cozzens & Sutz (Grassroots innovation): (i) newness, (ii) adaptation, (iii) interactiveness, (iv) knowledge content, and (v) learning, scaling-up and diffusion.

48

49 Fontes de inovação

50 Inovação Privada (enfatizada em abordagens convencionais ); Pública (reconhecimento da relevância de serviços públicos); Social (transformação da organização da sociedade); Em baixo do radar ( invisível innovation UK, in formal and informal sectors and with and without capital. Frugal (o consumidor calçado como mercado exemplo: Tata s nano carro 2000 USD; Chutocool US$70 geleiro); Grassroots (Gupta s Honeybee network, Indian Institute of innovation, SRISTI, Gandhian innovation awards, 50

51 Onde e como procurar inovação fora do sector formal? Agricultores Novas variedadesm variedades de polinizaçºao aberta, culturas, ferramentas, gestão da fertilidade do solo, experimentação Carpinteiros e ferreiros Novas ferramentas, novos produtos novos mercados Novos negócios (TIC, electrónica, reciclagem de resíduos, etc.) De telefones^«estúpidos» para telefones «smart», abilidades de fazer reparações, estratégias de marketing, novas funcionalidades e serviços (Mkash, Mpeso, etc.) Sector de transportes Bicicleta, djobelas, chapas, Energia (Escadote de combustível, fontes alternativas) Uso e produção de energia pelo agregado familiar Método: inclusão em innovation surveys, agricultural surveys, etc., estudos de caso NB: Não idealizar o sector informal: baixos rendimentos, más condições de trabalho, exploração pelo sector formal

52 Apresento: Sr. Jaime Martins, reparador de telemóveis Trabalhou na área de som Estudou electricidade na Monitor Aprenda novas coisas quando vem novos modelos Adicionou extensões caseiras ao gama de produtos Não pode ir além pelo equipamento de soldagem que tem

53 Inovação sector formal Moçambique (dados não publicados) N=140

54 Inovação abaixo do radar

55 O que devemos pensar de conhecimento Conceitos chave: ontologia, epistemologia e paradigma Ontologia refere a questões relativas a que entidades podem ser ditas de existir ou como essas entidades podem ser categorizadas (ex.: materialismo versus espiritualismo); Epistemologia é a teoria da natureza e fundamentos de conhecimento em particular em relação aos seus limites e validade (ex.: Darwin vs. o Papa); Paradigma é o conjunto de práticas que definem uma disciplina científica a qualquer período no tempo (ex.: inovação é exprimida por patentes).

56 Questões sobre o conhecimento de tradicional Significa a incorporação do conhecimento tradicional nas abordagens sobre STI que é preciso aceitar a ontologia e epistemologia? Ou Será que o conhecimento tradicional deve ser encarado como conhecimento científico bruto, cuja validade ainda não foi testada apropriadamente, conhecimento fora dos limites do sistema científico, ou (caso for explicação) um paradigma alternativo, e por isso simplesmente sujeito aos métodos científicos de falsificação?

57 Medicina tradicional Fortemente conectada ao universo espiritual (antepassados, magia) Usa fármacos locais (plantas), drogas e magia; Bruxaria e adivinhação foram proibidas na época colonial (1933, 1944); OMS reconhece medicina tradicional em 1978; Moçambique cria AMETRAMO em 1990; A medicina tradicional é definida como a combinação total de conhecimento e práticas usados no diagnóstico, prevenção ou eliminação de doenças físicas, mentais ou sociais e que podem assentar exclusivamente em experiências passadas e na observação transmitida de geração em geração, oralmente ou por escrito ; A política visa a integração no sistema nacional de saúde de práticas de saúde e de medicamentos tradicionais comprovadamente seguros, eficazes e de qualidade e reclame entre outros direitos de propriedade intelectual

58 Opções: Telefonia móvel em Moçambique Lançada em 1997 com roll-out limitado a Maputo e EN1 Crescimento rápido com a intrdução da tecnologia pré-paga em 2001 Segunda operadora começa em 2003 mas copia roll-out da mcel Venda de crédito pelo sector informal (70% do volume de venda). Terceira operadora entra em 2012 e faz o roll-out na direcção oposto Em três semanas teve clientes sem fazer nenhuma publicade

59 Exemplo: Quatro projectos tecnológicos em Moçambique Subsistema Batata Doce de Polpa Alaranjada Telemóveis Insulina Open Source Software Educação As universidades nacionais formam Criação de capacidade básica de Formação de pessoal médico e Formação de especialistas em pessoal para o IIAM e para ONGs engenharia electrónica, informática e investigadores mas não em universidades e por pequenas envolvidas na transferência vertical márketing insulina ou manipulação empresas. Investigação Variedades melhoradas desenolvidas no Não se realiza investigação em IIAM, investigação realizada nas estações Moçambique de pesquisa e na machamba para seleccionar as variedades apropriadas genética. Nenhuma investigação em insulina produzida através de modificação genética e pouca sobre a prevalência de diabetes. Desenvolvimento de aplicações de OSS por pequenas empresas em Moçambique. Inovação produção Disseminação Importação tecnologia estrangeiro na de do As variedades da BDPA são sobretudo melhoradas para elevar o estado nutricional do agregado familiar do produtor e das suas crianças; as novas variedades raramente mudam os sistemas de cultivo se a batata doce já faz parte dos mesmos. A disseminação acontece horizontalmente de agricultor para agricultor, as ONGs envolvem-se em campanhas para educar as pessoas sobre nutrição e o papel da Vitamina A. A operação de serviços de telemóvel requer novas tecnologias nas mãos de dois operadores, um dos quais é Estatal; as vendas de cartões prépago e a operação de cabinas telefónicas oferece oportunidades de negócio, mas muitas ainda não são exploradas Campanhas publicitárias que promovem a utilização da tecnologia e os vários serviços associados (sms, internet); efeito da pressão dos pares (estatuto). As variedades são importadas de Todos os artefactos, software e sistemas internacionais de investigação ciência subjacente são importados. agrícola e a melhoramento e a multiplicação são supervisionadas pelo pessoal internacional/nacional empregue em Moçambique. A identificação de diabetes e o seu tratamento deverão ser elementos rotineiros do Serviço Nacional de Saúde, não se realiza nenhuma inovação específica destes sistemas. As associações de pacientes fornecem alguma informação sobre diabetes e o seu tratamento. Toda a insulina é importada quer através da agência estatal ou informalmente por pacientes individuais. Aplicação do LINUX e de bases de dados em OSS nos sistemas de gestão financeira no Governo e em empresas privadas Raramente acontece, apesar de que pequenas empresas tentam alargar o interesse e a capacidade junto de jovens interessados em TI O OSS é desenvolvido em plataformas internacionais, para as quais técnicos baseados em Moçambique podem contribuir (e contribuem) com acrescentos e adaptações.

60 Iniciativas para estimular inovação inclusiva Honeybee Network identificar e mobilizar invenções e ideias de pessoas comuns on.php Techpedia, uma inicativa da SRISTI na Índia, que pretende os problemas das empresas micro, pequenas e médias, sector informal inovadores grassroots e outros sectores na agenda de estudantes de tecnologia no país

61 Questões? Será que existem inovações nos nossos países que são importantes mas continuam invisíveis? Quais? Como modem ser encontradas e incluídas nas comtagens e medições da inovação? Como podem ser mobilizadas para contribuir para o desenvolvimento inclusivo do país? Como é que podem ser promovidas?

62 AOSTI, ASTII, UIS, GO-SPIN, STIGAP

63 GO-SPIN and STIGAP GO-SPIN Descrição da história Revisão das políticas implícitas Description of policy agencies Sumários de políticas, leis, instrumentos e agências de implementação Descrição do SNI e FOFA Ensino superior Olha de política para o sistema STIGAP Revisão do que existe e onde se que pretende chegar Definição de indicadores que descrevem o SNI em termos desta análise e objectivos Descrição dos caminhos e processos dirigidos (ou não) para os objectivos definidos e implicações pelas políticas Olha do sistema para politica

64 AOSTI, GOSPIN & STIGAP Initiativa Contribuição Manual/Fonte AOSTI/UIS Indicadores convencionais Frascati, Oslo, Bogota? GO->SPIN Instrumentos de políticas Paris STÎGAP Indicadores adicionais WB, SIPRI, entre outros, Novos Soma (+) Análise de áreas chave Uma visão integrada sobre a dinâmica à volta de CETI e as opções políticas

65 Considerações finais SNI em países de baixo rendimento são diferentes que os dos países OECD típicos; Indicadores não devem ser os pontos finais mais os motores de arranque da discussão; A questão principal é o caminho, mas questão de fundo é o destino

66 OBRIGADO

Diários Financeiros em Moçambique. 29 de Outubro de 2014

Diários Financeiros em Moçambique. 29 de Outubro de 2014 Diários Financeiros em Moçambique 29 de Outubro de 2014 1 Agenda 1. O que são Diários Financeiros? 2. O Estudo em Moçambique 3. Alguns Resultados 4. O que Esperamos Aprender 2 O que são diários financeiros

Leia mais

SME Instrument e Fast Track to Innovation

SME Instrument e Fast Track to Innovation Apoio às PME no H2020 SME Instrument e Fast Track to Innovation Horizonte 2020 Apoio às PME no H2020 H2020 (2014-2020) Três prioridades que se reforçam mutuamente ~79M 7% para o SME Instrument Projectos

Leia mais

Estimulando o investimento sustaintavel na agricultura. Catalysing sustainable Investment in Agriculture

Estimulando o investimento sustaintavel na agricultura. Catalysing sustainable Investment in Agriculture Estimulando o investimento sustaintavel na agricultura Catalysing sustainable Investment in Agriculture Oportunidade de Investmento no Corredor da Beira Quase 10 milhões de hectares de solos apropriados

Leia mais

Avaliação Ambiental Estratégica

Avaliação Ambiental Estratégica Mestrado em Engenharia do Ambiente Avaliação Ambiental Estratégica O que é a AAE? Evolução, âmbito, formas, benefícios 2 ª aula Prof. Doutora Maria do Rosário Partidário O que é a AAE? Instrumento (processo)

Leia mais

EFIÊNCIA DOS RECURSOS E ESTRATÉGIA ENERGIA E CLIMA

EFIÊNCIA DOS RECURSOS E ESTRATÉGIA ENERGIA E CLIMA INTRODUÇÃO Gostaria de começar por agradecer o amável convite para participar neste debate e felicitar os organizadores pela importância desta iniciativa. Na minha apresentação irei falar brevemente da

Leia mais

A importância dos Bancos de Desenvolvimento

A importância dos Bancos de Desenvolvimento MISSÃO PERMANENTE DA REPÚBLICA DE ANGOLA JUNTO AO OFÍCIO DAS NAÇÕES UNIDAS REPRESENTAÇÃO COMERCIAL GENEBRA - SUÍÇA NOTA DE TRABALHO A importância dos Bancos de Desenvolvimento G E NEBRA A OS 5 DE Segundo

Leia mais

SAÚDEGLOBAL. AON Portugal

SAÚDEGLOBAL. AON Portugal SAÚDEGLOBAL AON Portugal Breve Apresentação do Negócio DADOS DE CARACTERIZAÇÃO Designação Comercial Saúdeglobal N.º Colaboradores N.º de Estabelecimentos Dispersão Geográfica Nacional Facturação em 2010

Leia mais

ALIANÇA ESTRATÉGICA DA SAÚDE E AMBIENTE PARA A IMPLEMENTAÇÃO DA DECLARAÇÃO DE LIBREVILLE

ALIANÇA ESTRATÉGICA DA SAÚDE E AMBIENTE PARA A IMPLEMENTAÇÃO DA DECLARAÇÃO DE LIBREVILLE ALIANÇA ESTRATÉGICA DA SAÚDE E AMBIENTE PARA A IMPLEMENTAÇÃO DA DECLARAÇÃO DE LIBREVILLE Projecto IMCHE/2/CP2 1 ALIANÇA ESTRATÉGICA DA SAÚDE E AMBIENTE PARA A IMPLEMENTAÇÃO DA DECLARAÇÃO DE LIBREVILLE

Leia mais

Optimização das organizações através da inovação das Tecnologias

Optimização das organizações através da inovação das Tecnologias Optimização das organizações através da inovação das Tecnologias Índice Quem Somos O SGI da AMBISIG; A implementação do SGIDI na AMBISIG; Caso de Sucesso. Quem somos? Somos uma empresa com 16 anos de experiência

Leia mais

PRESSUPOSTOS BASE PARA UMA ESTRATÉGIA DE INOVAÇÃO NO ALENTEJO

PRESSUPOSTOS BASE PARA UMA ESTRATÉGIA DE INOVAÇÃO NO ALENTEJO PRESSUPOSTOS BASE PARA UMA ESTRATÉGIA DE INOVAÇÃO NO ALENTEJO ÍNDICE 11. PRESSUPOSTO BASE PARA UMA ESTRATÉGIA DE INOVAÇÃO 25 NO ALENTEJO pág. 11.1. Um sistema regional de inovação orientado para a competitividade

Leia mais

MINISTÉRIO DA PLANIFICAÇÃO E DESENVOLVIMENTO ESTRATÉGIA DE DESENVOLVIMENTO RURAL

MINISTÉRIO DA PLANIFICAÇÃO E DESENVOLVIMENTO ESTRATÉGIA DE DESENVOLVIMENTO RURAL República de Moçambique MINISTÉRIO DA PLANIFICAÇÃO E DESENVOLVIMENTO ESTRATÉGIA DE DESENVOLVIMENTO RURAL Maputo, 06 de Outubro de 2006 1 PORQUE INSISTIR NO MEIO RURAL? Representa mais de 95% do território

Leia mais

Inteligência Competitiva Uma Solução Estratégica. Jaime Quesado

Inteligência Competitiva Uma Solução Estratégica. Jaime Quesado VII Encontro da PASC Plataforma Activa da Sociedade Civil 2 de Março de 2011 Sala do Senado da Reitoria da UNL Inteligência Competitiva Uma Solução Estratégica Jaime Quesado Patrocinadores Globais Inteligência

Leia mais

Tecnologia e inovação na UE Estrategias de internacionalização

Tecnologia e inovação na UE Estrategias de internacionalização Tecnologia e inovação na UE Estrategias de internacionalização Belém, 25 de Setembro 2014 Estrutura da apresentação 1. Porque a cooperação com a União Europeia em inovação é importante para o Brasil? 2.

Leia mais

Acção Social Produtiva em Moçambique: algumas questões chave para discussão

Acção Social Produtiva em Moçambique: algumas questões chave para discussão Acção Social Produtiva em Moçambique: algumas questões chave para discussão Denise Magalhães Projecto STEP em Moçambique Maputo, 12 de Maio de 2010 1 Elementos chave na definição de um Programa Nacional

Leia mais

Fundos Comunitários. geridos pela Comissão Europeia. M. Patrão Neves. www.mpatraoneves.pt. www.mpatraoneves.pt. www.mpatraoneves.

Fundos Comunitários. geridos pela Comissão Europeia. M. Patrão Neves. www.mpatraoneves.pt. www.mpatraoneves.pt. www.mpatraoneves. Fundos Comunitários geridos pela Comissão Europeia M. Patrão Neves Fundos comunitários: no passado Dependemos, de forma vital, dos fundos comunitários, sobretudo porque somos um dos países da coesão (e

Leia mais

Empresariado Nacional e Tecnologias de Informação e Comunicação: Que Soluções Viáveis para o Desenvolvimento dos Distritos?

Empresariado Nacional e Tecnologias de Informação e Comunicação: Que Soluções Viáveis para o Desenvolvimento dos Distritos? Empresariado Nacional e Tecnologias de Informação e Comunicação: Que Soluções Viáveis para o Desenvolvimento dos Distritos? Carlos Nuno Castel-Branco Professor Auxiliar da Faculdade de Economia da UEM

Leia mais

Bom dia, Senhoras e Senhores. Introdução

Bom dia, Senhoras e Senhores. Introdução Bom dia, Senhoras e Senhores Introdução Gostaria de começar por agradecer o amável convite que o Gabinete do Parlamento Europeu em Lisboa me dirigiu para participar neste debate e felicitar os organizadores

Leia mais

Integração de uma abordagem de género na gestão de recursos hídricos e fundiários Documento de Posição de organizações e redes dos PALOPs

Integração de uma abordagem de género na gestão de recursos hídricos e fundiários Documento de Posição de organizações e redes dos PALOPs Integração de uma abordagem de género na gestão de recursos hídricos e fundiários Documento de Posição de organizações e redes dos PALOPs Isabel Dinis, ACTUAR Lisboa, 3 de Junho de 2010 ACTUAR - ASSOCIAÇÃO

Leia mais

REDE LUTA CONTRA POBREZA URBANA RLCPU PLANO ESTRATÉGICO,2015-2017

REDE LUTA CONTRA POBREZA URBANA RLCPU PLANO ESTRATÉGICO,2015-2017 REDE LUTA CONTRA POBREZA URBANA RLCPU PLANO ESTRATÉGICO,2015-2017 Adão Augusto, Consultor 12-02-2015 1. Contextualização. Os projectos sociais fazem parte de um sistema complexo de relações que envolvem

Leia mais

Desafios de Valor numa Economia Inteligente

Desafios de Valor numa Economia Inteligente Desafios de Valor numa Economia Inteligente Desafios de Valor numa Economia Inteligente Desafios de Valor numa Economia Inteligente As Novas Redes Colaborativas Os Novos Processos de Intermediação A Gestão

Leia mais

POLÍTICA DE INOVAÇÃO TECNOLÓGICA

POLÍTICA DE INOVAÇÃO TECNOLÓGICA POLÍTICA DE INOVAÇÃO TECNOLÓGICA ESTEVÃO FREIRE estevao@eq.ufrj.br DEPARTAMENTO DE PROCESSOS ORGÂNICOS ESCOLA DE QUÍMICA - UFRJ Tópicos: Ciência, tecnologia e inovação; Transferência de tecnologia; Sistemas

Leia mais

Protecção Social para um Crescimento Inclusivo. Nuno Cunha Nações Unidas

Protecção Social para um Crescimento Inclusivo. Nuno Cunha Nações Unidas Protecção Social para um Crescimento Inclusivo Nuno Cunha Nações Unidas Contexto moçambicano O País tem experienciado um crescimento económico impressionante nos últimos 15 anos Importantes progressos

Leia mais

Gestão em Farmácia. Marketing 3. Manuel João Oliveira. Identificação e Selecção da Estratégia

Gestão em Farmácia. Marketing 3. Manuel João Oliveira. Identificação e Selecção da Estratégia Gestão em Farmácia Marketing 3 Manuel João Oliveira Análise Externa Análise do Cliente Segmentação, comportamento do cliente, necessidades não-correspondidas Análise dos Concorrentes Grupos estratégicos,

Leia mais

Estratégia de Especialização Inteligente para a Região de Lisboa

Estratégia de Especialização Inteligente para a Região de Lisboa Diagnóstico do Sistema de Investigação e Inovação: Desafios, forças e fraquezas rumo a 2020 FCT - A articulação das estratégias regionais e nacional - Estratégia de Especialização Inteligente para a Região

Leia mais

Como este trabalho cabe com os esforços baseados nas comunidades?

Como este trabalho cabe com os esforços baseados nas comunidades? Morbidez e Mortalidade dos Adultos no Moçambique: Prevalência e Estratégias para os Agregados Familiares Rurais que Enfretam Adversidade D. Mather, C. Donovan, H. Marrule, e A. Alage 6 de Novembro, 2003

Leia mais

O Contributo do Cluster da Electrónica e Telecomunicações para o Desenvolvimento Económico Espanhol

O Contributo do Cluster da Electrónica e Telecomunicações para o Desenvolvimento Económico Espanhol O Contributo do Cluster da Electrónica e Telecomunicações para o Desenvolvimento Económico Espanhol O presente estudo visa caracterizar o cluster da electrónica, informática e telecomunicações (ICT), emergente

Leia mais

Soluções para SMART CITIES. Nuno Alves

Soluções para SMART CITIES. Nuno Alves Soluções para SMART CITIES Nuno Alves Agenda Contexto Organizacional Conceito e Objetivos Intergraph Smart Cities 12/7/2014 2014 Intergraph Corporation 2 Intergraph Corporation Intergraph Intergraph helps

Leia mais

Portugal 2020. Inovação da Agricultura, Agroindústria. Pedro Cilínio pedro.cilinio@iapmei.pt

Portugal 2020. Inovação da Agricultura, Agroindústria. Pedro Cilínio pedro.cilinio@iapmei.pt Portugal 2020 Inovação da Agricultura, Agroindústria e Floresta Pedro Cilínio pedro.cilinio@iapmei.pt FEDER 2020 - Prioridades Concentração de investimentos do FEDER Eficiência energética e energias renováveis

Leia mais

Moçambique Seminário PSI. Inclusão Financeira

Moçambique Seminário PSI. Inclusão Financeira Moçambique Seminário PSI Inclusão Financeira 1 Resumo 1. Definição da inclusão financeira 2. Factos estilizados 3. Experiência internacional 4. Implicações para as políticas 2 Inclusão financeira O problema:

Leia mais

7º Programa-Quadro de I&DT (2007-2013)

7º Programa-Quadro de I&DT (2007-2013) 7º Programa Quadro Tema ENERGIA O 7ºPrograma Quadro e o PPQ Eduardo Maldonado Coordenador dos Pontos de Contacto Nacionais 7º Programa-Quadro de I&DT (2007-2013) Promoção da carreira de investigação e

Leia mais

Competitividade e Inovação

Competitividade e Inovação Competitividade e Inovação Evento SIAP 8 de Outubro de 2010 Um mundo em profunda mudança Vivemos um momento de transformação global que não podemos ignorar. Nos últimos anos crise nos mercados financeiros,

Leia mais

Gestão de Conhecimento - Estudos de caso -

Gestão de Conhecimento - Estudos de caso - Gestão de Conhecimento - Estudos de caso - Irina Saur-Amaral Aveiro, 28 de Abril de 2006 Estudos de caso 1. MKS (consultoria TIC Índia): importância da cultura de conhecimento 2. Siemens AG: implementação

Leia mais

ARTIGO TÉCNICO. Os objectivos do Projecto passam por:

ARTIGO TÉCNICO. Os objectivos do Projecto passam por: A metodologia do Projecto SMART MED PARKS ARTIGO TÉCNICO O Projecto SMART MED PARKS teve o seu início em Fevereiro de 2013, com o objetivo de facultar uma ferramenta analítica de confiança para apoiar

Leia mais

Enquadramento com as políticas de Ecoinovação. Clara Lopes, 8 Maio 2012, Lisboa

Enquadramento com as políticas de Ecoinovação. Clara Lopes, 8 Maio 2012, Lisboa Enquadramento com as políticas de Ecoinovação Clara Lopes, 8 Maio 2012, Lisboa Organização da apresentação Políticas de Eco-Inovação EcoAP Plano de Acção em Eco-Inovação Fundos para Eco-Inovação Parceria

Leia mais

M Pesa. Mobile Banking Quénia

M Pesa. Mobile Banking Quénia M Pesa Mobile Banking Quénia Total de população do Quénia 43 Milhões 10 Milhões 22 Milhões O Quénia, apresenta actualmente uma população de 43 milhões de habitantes, dos quais cerca de 10 milhões tem acesso

Leia mais

\ BOAS PRÁTICAS NA ENERGIA A Gestão de Energia como Ferramenta de Gestão Empresarial

\ BOAS PRÁTICAS NA ENERGIA A Gestão de Energia como Ferramenta de Gestão Empresarial \ BOAS PRÁTICAS NA ENERGIA A Gestão de Energia como Ferramenta de Gestão Empresarial Workshop Eficiência Energética e Sustentabilidade Ambiental nas empresas CTCV 25 de Fevereiro de 2014 \ BOAS PRÁTICAS

Leia mais

Smart Cities em Portugal: Uma realidade emergente

Smart Cities em Portugal: Uma realidade emergente Smart Cities em Portugal: Uma realidade emergente Agenda Digital Local Formação Smart Cities 29 de Outubro de 2013 estrutura da apresentação Conceito de Smart City para além da tecnologia Smart Cities

Leia mais

CIDADES INTELIGENTES DIREITO DA ENERGIA RITA NORTE

CIDADES INTELIGENTES DIREITO DA ENERGIA RITA NORTE CIDADES INTELIGENTES DIREITO DA ENERGIA RITA NORTE CIDADES INTELIGENTES NOTAS INTRODUTÓRIAS As cidades - espaços de oportunidades, desafios e problemas Diagnóstico dos espaços urbanos: Transformação demográfica

Leia mais

1. Objectivos do Observatório da Inclusão Financeira

1. Objectivos do Observatório da Inclusão Financeira Inclusão Financeira Inclusão Financeira Ao longo da última década, Angola tem dado importantes passos na construção dos pilares que hoje sustentam o caminho do desenvolvimento económico, melhoria das

Leia mais

PROGRAMAS DAS UNIDADES CURRICULARES. Análise de Informação Económica para a Economia Portuguesa

PROGRAMAS DAS UNIDADES CURRICULARES. Análise de Informação Económica para a Economia Portuguesa MESTRADO EM ECONOMIA PORTUGUESA E INTEGRAÇÃO INTERNACIONAL PROGRAMAS DAS UNIDADES CURRICULARES UNIDADES CURRICULARES OBRIGATÓRIAS Análise de Informação Económica para a Economia Portuguesa 1. Identificação

Leia mais

Sua Excelência, Doutor Abrahão Gourgel, Ministro da Economia,

Sua Excelência, Doutor Abrahão Gourgel, Ministro da Economia, ANGOLA NO CONTEXTO DA INTEGRAÇAO ECONÓMICA REGIONAL 29 de Setembro, 2015 Intervenção do Doutor Paolo Balladelli, Representante Residente do PNUD em Angola Sua Excelência, Doutor Abrahão Gourgel, Ministro

Leia mais

INOVAÇÃO, EMPREENDEDORISMO E O FUTURO MINISTÉRIO DA ECONOMIA

INOVAÇÃO, EMPREENDEDORISMO E O FUTURO MINISTÉRIO DA ECONOMIA INOVAÇÃO, EMPREENDEDORISMO E O FUTURO MINISTÉRIO DA ECONOMIA Empresas INOVAÇÃO PRODUTOS DIMENSÃO MERCADO PRODUÇÃO MARKETING GESTÃO LIDERANÇA FINANCIAMENTO RH COMPETÊNCIAS Empreendedorismo VISÃO ESTRUTURADA

Leia mais

Processo nº2-responsável de Projetos (2 vagas Empresas diferentes)

Processo nº2-responsável de Projetos (2 vagas Empresas diferentes) Processo nº1-project Manager Construction Company Engenheiro Civil para ser Gerente de Projetos - Experiência de 5 anos em empresas relevantes (construção); Alto nível de habilidades organizacionais e

Leia mais

Capital Humano e Capital Social: Construir Capacidades para o Desenvolvimento dos Territórios

Capital Humano e Capital Social: Construir Capacidades para o Desenvolvimento dos Territórios UNIVERSIDADE DE LISBOA FACULDADE DE LETRAS DEPARTAMENTO DE GEOGRAFIA Capital Humano e Capital Social: Construir Capacidades para o Desenvolvimento dos Territórios Sandra Sofia Brito da Silva Dissertação

Leia mais

Maio 2013 PE2020. O papel da Engenharia como fator de competitividade. Iniciativa

Maio 2013 PE2020. O papel da Engenharia como fator de competitividade. Iniciativa Maio 2013 PE2020 O papel da Engenharia como fator de competitividade Iniciativa Agenda 1. Apresentação da Proforum e do PE2020 como plataforma colaborativa relevante e integradora 2. Contributo do PE2020

Leia mais

CARTA EUROPEIA DAS PEQUENAS EMPRESAS

CARTA EUROPEIA DAS PEQUENAS EMPRESAS CARTA EUROPEIA DAS PEQUENAS EMPRESAS As pequenas empresas são a espinha dorsal da economia europeia, constituindo uma fonte significativa de emprego e um terreno fértil para o surgimento de ideias empreendedoras.

Leia mais

Energia e Desenvolvimento A situação de Cabo Verde: Evolução, Ganhos e Perspectivas

Energia e Desenvolvimento A situação de Cabo Verde: Evolução, Ganhos e Perspectivas Energia e Desenvolvimento A situação de Cabo Verde: Evolução, Ganhos e Perspectivas Indicadores Socioeconómicos Rendimento per capita de 2010 foi de US$3.215, sendo que em 1975 era de US$190 Taxa de alfabetização:

Leia mais

CURSO SOBRE PARTICIPAÇÃO DE GRUPOS DE INTERESSE

CURSO SOBRE PARTICIPAÇÃO DE GRUPOS DE INTERESSE CURSO SOBRE PARTICIPAÇÃO DE GRUPOS DE INTERESSE CENÁRIO: GESTÃO COLABORATIVA DE PESCAS Este caso de estudo é largamente fictício e foi baseado em Horrill, J.C., n.d. Collaborative Fisheries Management

Leia mais

VII Encontro de Propriedade Intelectual e Comercialização de Tecnologia. Angela Uller

VII Encontro de Propriedade Intelectual e Comercialização de Tecnologia. Angela Uller VII Encontro de Propriedade Intelectual e Comercialização de Tecnologia Angela Uller P&D Invenção Saber C&T Descoberta Conhecimento Um dos maiores problemas para se tratar da Inovação, seja para o estabelecimento

Leia mais

INOVAÇÃO E SOCIEDADE DO CONHECIMENTO

INOVAÇÃO E SOCIEDADE DO CONHECIMENTO INOVAÇÃO E SOCIEDADE DO CONHECIMENTO O contexto da Globalização Actuação Transversal Aposta no reforço dos factores dinâmicos de competitividade Objectivos e Orientações Estratégicas para a Inovação Estruturação

Leia mais

ACQUALIVEEXPO. Painel A INTERNACIONALIZAÇÃO DO SECTOR PORTUGUÊS DA ÁGUA EVOLUÇÃO DO SECTOR DA ÁGUA NOS BALCÃS: O EXEMPLO DA SÉRVIA

ACQUALIVEEXPO. Painel A INTERNACIONALIZAÇÃO DO SECTOR PORTUGUÊS DA ÁGUA EVOLUÇÃO DO SECTOR DA ÁGUA NOS BALCÃS: O EXEMPLO DA SÉRVIA ACQUALIVEEXPO Painel A INTERNACIONALIZAÇÃO DO SECTOR PORTUGUÊS DA ÁGUA EVOLUÇÃO DO SECTOR DA ÁGUA NOS BALCÃS: O EXEMPLO DA SÉRVIA Lisboa, 22 de Março de 2012 1 1. Introdução A diplomacia económica é um

Leia mais

Trabalho de pesquisa: Afectação do Crédito para Investimento, Estabilidade e Crescimento: Lições do Banco de Desenvolvimento Brasileiro

Trabalho de pesquisa: Afectação do Crédito para Investimento, Estabilidade e Crescimento: Lições do Banco de Desenvolvimento Brasileiro O que podem os países africanos aprender com o desenvolvimento e crescimento inclusivo no Brasil? Trabalho de pesquisa: Afectação do Crédito para Investimento, Estabilidade e Crescimento: Lições do Banco

Leia mais

Declaração de Santa Cruz de la Sierra

Declaração de Santa Cruz de la Sierra Reunião de Cúpula das Américas sobre o Desenvolvimiento Sustentável Santa Cruz de la Sierra, Bolivia, 7 ao 8 de Dezembro de 1996 Declaração de Santa Cruz de la Sierra O seguinte documento é o texto completo

Leia mais

Resumo do Acordo de Parceria para Portugal, 2014-2020

Resumo do Acordo de Parceria para Portugal, 2014-2020 COMISSÃO EUROPEIA Bruxelas, 30 de julho de 2014 Resumo do Acordo de Parceria para Portugal, 2014-2020 Informações gerais O Acordo de Parceria abrange cinco fundos: Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional

Leia mais

Our innovative solutions wherever you need us. ABREU ADVOGADOS FERREIRA ROCHA & ASSOCIADOS Em parceria: Portugal Moçambique. Consolidar o Futuro

Our innovative solutions wherever you need us. ABREU ADVOGADOS FERREIRA ROCHA & ASSOCIADOS Em parceria: Portugal Moçambique. Consolidar o Futuro Our innovative solutions wherever you need us. ABREU ADVOGADOS FERREIRA ROCHA & ASSOCIADOS Em parceria: Portugal Moçambique Consolidar o Futuro Abreu Advogados Ferreira Rocha & Associados 2012 PORTUGAL

Leia mais

- Um caso de sucesso de empreendedorismo social -

- Um caso de sucesso de empreendedorismo social - - Um caso de sucesso de empreendedorismo social - 9 de Junho de 009 . O empreendedorismo social 0 O empreendedorismo social O que resultaria da fusão do sentido criativo e empreendedor de Richard Branson

Leia mais

O Modelo de Desenvolvimento Brasileiro

O Modelo de Desenvolvimento Brasileiro GESTÃO DE MACROPOLÍTICAS PÚBLICAS FEDERAIS O Modelo de Desenvolvimento Brasileiro Esther Dweck Brasília Ministério do Planejamento 04 de fevereiro de 2014 O modelo de desenvolvimento brasileiro Objetivos

Leia mais

OIT DESENVOLVIMENTO DE EMPRESA SOCIAL: UMA LISTA DE FERRAMENTAS E RECURSOS

OIT DESENVOLVIMENTO DE EMPRESA SOCIAL: UMA LISTA DE FERRAMENTAS E RECURSOS OIT DESENVOLVIMENTO DE EMPRESA SOCIAL: UMA LISTA DE FERRAMENTAS E RECURSOS FERRAMENTA A QUEM É DESTINADA? O QUE É O QUE FAZ OBJETIVOS Guia de finanças para as empresas sociais na África do Sul Guia Jurídico

Leia mais

Percepção de Portugal no mundo

Percepção de Portugal no mundo Percepção de Portugal no mundo Na sequência da questão levantada pelo Senhor Dr. Francisco Mantero na reunião do Grupo de Trabalho na Aicep, no passado dia 25 de Agosto, sobre a percepção da imagem de

Leia mais

ROSÁRIO MARQUES Internacionalizar para a Colômbia Encontro Empresarial GUIMARÃES 19/09/2014

ROSÁRIO MARQUES Internacionalizar para a Colômbia Encontro Empresarial GUIMARÃES 19/09/2014 ROSÁRIO MARQUES Internacionalizar para a Colômbia Encontro Empresarial GUIMARÃES 19/09/2014 REPÚBLICA DA COLÔMBIA POPULAÇÃO 48 Milhões SUPERFÍCIE 1.141.748 Km2 CAPITAL Bogotá 7,3 milhões PRINCIPAIS CIDADES

Leia mais

DOCUMENTO DE TRABALHO

DOCUMENTO DE TRABALHO ASSEMBLEIA PARLAMENTAR PARITÁRIA ACP-UE Comissão do Desenvolvimento Económico, das Finanças e do Comércio 27.4.2012 DOCUMENTO DE TRABALHO sobre o empreendedorismo baseado nas TIC e o seu impacto no desenvolvimento

Leia mais

Declaração de Pequim adotada pela Quarta Conferência Mundial sobre as Mulheres: Ação para Igualdade, Desenvolvimento e Paz (1995)

Declaração de Pequim adotada pela Quarta Conferência Mundial sobre as Mulheres: Ação para Igualdade, Desenvolvimento e Paz (1995) Declaração de Pequim adotada pela Quarta Conferência Mundial sobre as Mulheres: Ação para Igualdade, Desenvolvimento e Paz (1995) 1. Nós, os Governos, participante da Quarta Conferência Mundial sobre as

Leia mais

Nos estúdios encontram-se um entrevistador (da rádio ou da televisão) e um representante do Ministério da Terra, Ambiente e Desenvolvimento Rural

Nos estúdios encontram-se um entrevistador (da rádio ou da televisão) e um representante do Ministério da Terra, Ambiente e Desenvolvimento Rural Guião de Programa de Rádio e Televisão Tema: Redução de Emissões de Desmatamento e Degradação Florestal (REDD+) Nos estúdios encontram-se um entrevistador (da rádio ou da televisão) e um representante

Leia mais

DIÁLOGO NACIONAL SOBRE EMPREGO EM MOÇAMBIQUE

DIÁLOGO NACIONAL SOBRE EMPREGO EM MOÇAMBIQUE DIÁLOGO NACIONAL SOBRE EMPREGO EM MOÇAMBIQUE CRIAÇÃO DE EMPREGO NUM NOVO CONTEXTO ECONÓMICO 27-28 demarço de 2014, Maputo, Moçambique A conferência de dois dias dedicada ao tema Diálogo Nacional Sobre

Leia mais

PLANO TECNOLÓGICO DA EDUCAÇÃO

PLANO TECNOLÓGICO DA EDUCAÇÃO Governo da República de Moçambique Ministério da Educação PLANO TECNOLÓGICO DA EDUCAÇÃO Índice 1. Motivação do Plano Tecnológico da Educação (PTE) 2. Trabalhos Desenvolvidos 3. Linhas de Orientação e Pilares

Leia mais

ECONOMIA SOCIAL PORTUGUESA: PAPEL NO PÓS-TROIKA GERIR UMA FUNDAÇÃO É UM COMPROMISSO PARA O FUTURO

ECONOMIA SOCIAL PORTUGUESA: PAPEL NO PÓS-TROIKA GERIR UMA FUNDAÇÃO É UM COMPROMISSO PARA O FUTURO GERIR UMA FUNDAÇÃO É UM COMPROMISSO PARA O FUTURO Citação de Dr. Emílio Rui Vilar 2 Tempo de mudanças sociais Estamos no início de um século que se adivinha difícil e instável nos seus Problemas Globais

Leia mais

INCENTIVOS ÀS EMPRESAS

INCENTIVOS ÀS EMPRESAS INCENTIVOS ÀS EMPRESAS Gestão de Projectos info@ipn-incubadora.pt +351 239 700 300 BEST SCIENCE BASED INCUBATOR AWARD Incentivos às Empresas Objectivos: - Promoção do up-grade das empresas de PME; - Apoiar

Leia mais

Administração e Sustentabilidade

Administração e Sustentabilidade Administração e Sustentabilidade Prof. André Pereira de Carvalho andre.carvalho@fgv.br POI/ FGV-EAESP www.fgv.br/eaesp Centro de Estudos em Sustentabilidade (Gvces) www.fgv.br/ces Dilema: Falso dilema?

Leia mais

Cimeira do Fórum Índia África

Cimeira do Fórum Índia África REPÚBLICA DA GUINÉ-BISSAU Presidência da República Cimeira do Fórum Índia África Intervenção de Sua Excelência Senhor José Mário Vaz Presidente da República Nova Delhi, 29 de Outubro de 2015 Excelência,

Leia mais

MARKETING INTERNACIONAL

MARKETING INTERNACIONAL MARKETING INTERNACIONAL Produtos Ecologicamente Corretos Introdução: Mercado Global O Mercado Global está cada dia mais atraente ás empresas como um todo. A dinâmica do comércio e as novas práticas decorrentes

Leia mais

Autores: Fatima Proença, ACEP / Luís Vaz Martins, LGDH. Lisboa, 17 de Setembro de 2015

Autores: Fatima Proença, ACEP / Luís Vaz Martins, LGDH. Lisboa, 17 de Setembro de 2015 Casa dos Direitos da Guiné-Bissau Uma aposta de cooperação numa cultura de Direitos Humanos como chave para construção da Paz e a realização dos Direitos Autores: Fatima Proença, ACEP / Luís Vaz Martins,

Leia mais

DECLARAÇÃO DE SUNDSVALL

DECLARAÇÃO DE SUNDSVALL DECLARAÇÃO DE SUNDSVALL PROMOÇÃO DA SAÚDE E AMBIENTES FAVORÁVEIS À SAÚDE 3ª Conferência Internacional sobre Promoção da Saúde Sundsvall, Suécia, 9 15 de Junho de 1991 Esta conferência sobre Promoção da

Leia mais

Caminho para a dignidade 2015-2030. Uma Agenda universal e participativa

Caminho para a dignidade 2015-2030. Uma Agenda universal e participativa Caminho para a dignidade 2015-2030 Uma Agenda universal e participativa 2015 Caminho para a dignidade 2015-2030 Fusão de 6 agendas/diálogos internacionais (!) 1.Agenda do desenvolvimento e os ODM 2.Desenvolvimento

Leia mais

Às sextas na Cidade. Águeda, empresas e mobilidade urbana : Um desafio local e uma oportunidade global

Às sextas na Cidade. Águeda, empresas e mobilidade urbana : Um desafio local e uma oportunidade global Às sextas na Cidade Águeda, empresas e mobilidade urbana : Um desafio local e uma oportunidade global Índice Como pode o sector empresarial de Águeda assumir a dianteira da inovação no domínio da mobilidade

Leia mais

Nuno Vitorino Faro 22 Junho 2012

Nuno Vitorino Faro 22 Junho 2012 Iniciativa JESSICA Financiamento de Projectos Sustentáveis de Reabilitação Urbana Perspectivas para o Período 2014-2020 de Programação dos Fundos Comunitários Nuno Vitorino Faro 22 Junho 2012 JESSICA (Joint

Leia mais

VI REUNIÃO DE MINISTROS DA CIÊNCIA, TECNOLOGIA E ENSINO SUPERIOR DA COMUNIDADE DOS PAÍSES DE LÍNGUA PORTUGUESA. Maputo, 15 de Abril de 2014

VI REUNIÃO DE MINISTROS DA CIÊNCIA, TECNOLOGIA E ENSINO SUPERIOR DA COMUNIDADE DOS PAÍSES DE LÍNGUA PORTUGUESA. Maputo, 15 de Abril de 2014 VI REUNIÃO DE MINISTROS DA CIÊNCIA, TECNOLOGIA E ENSINO SUPERIOR DA COMUNIDADE DOS PAÍSES DE LÍNGUA PORTUGUESA Maputo, 15 de Abril de 2014 DECLARAÇÃO FINAL Os Ministros responsáveis pela Ciência, Tecnologia

Leia mais

GIRH como Ferramenta de Adaptação às Mudanças Climáticas. Adaptação em Gestão das Águas

GIRH como Ferramenta de Adaptação às Mudanças Climáticas. Adaptação em Gestão das Águas GIRH como Ferramenta de Adaptação às Mudanças Climáticas Adaptação em Gestão das Águas Meta e objetivos da sessão Meta considerar como a adaptação às mudanças climáticas pode ser incorporada na gestão

Leia mais

A CARTA DE BANGKOK PARA A PROMOÇÃO DA SAÚDE EM UM MUNDO GLOBALIZADO

A CARTA DE BANGKOK PARA A PROMOÇÃO DA SAÚDE EM UM MUNDO GLOBALIZADO A CARTA DE BANGKOK PARA A PROMOÇÃO DA SAÚDE EM UM MUNDO GLOBALIZADO Introdução Escopo A Carta de Bangkok identifica ações, compromissos e promessas necessários para abordar os determinantes da saúde em

Leia mais

REDE TEMÁTICA DE ACTIVIDADE FÍSICA ADAPTADA

REDE TEMÁTICA DE ACTIVIDADE FÍSICA ADAPTADA REDE TEMÁTICA DE ACTIVIDADE FÍSICA ADAPTADA Patrocinada e reconhecida pela Comissão Europeia no âmbito dos programas Sócrates. Integração social e educacional de pessoas com deficiência através da actividade

Leia mais

A importância do Agronegócio no contexto da Economia Nacional. Divanildo Monteiro (divanildo@utad.pt)

A importância do Agronegócio no contexto da Economia Nacional. Divanildo Monteiro (divanildo@utad.pt) A importância do Agronegócio no contexto da Economia Nacional Divanildo Monteiro (divanildo@utad.pt) Complexo Agroflorestal em Portugal Complexo agro-florestal: território, economia e sociedade 70% do

Leia mais

APÊNDICE C DIRETRIZES VOLUNTÁRIAS PARA A INTEGRAÇÃO DA BIODIVERSIDADE NAS POLÍTICAS, PROGRAMAS E PLANOS DE AÇÃO NACIONAIS E REGIONAIS DE NUTRIÇÃO

APÊNDICE C DIRETRIZES VOLUNTÁRIAS PARA A INTEGRAÇÃO DA BIODIVERSIDADE NAS POLÍTICAS, PROGRAMAS E PLANOS DE AÇÃO NACIONAIS E REGIONAIS DE NUTRIÇÃO APÊNDICE C DIRETRIZES VOLUNTÁRIAS PARA A INTEGRAÇÃO DA BIODIVERSIDADE NAS POLÍTICAS, PROGRAMAS E PLANOS DE AÇÃO NACIONAIS E REGIONAIS DE NUTRIÇÃO Objetivo O objetivo das Diretrizes é apoiar os países a

Leia mais

CIRCLE-2 ERA-Net Adaptação às Alterações Climáticas

CIRCLE-2 ERA-Net Adaptação às Alterações Climáticas CIRCLE-2 ERA-Net Adaptação às Alterações Climáticas Tiago Capela Lourenço SIM/CCIAM - Faculdade Ciências - Universidade Lisboa Oportunidades de Financiamento no 7ºPQ para Alterações Climáticas (Espaço,

Leia mais

Governança urbana, Estratégia 2020 e Crescimento Inteligente: Da retórica das cidades criativas à facilitação das dinâmicas criativas

Governança urbana, Estratégia 2020 e Crescimento Inteligente: Da retórica das cidades criativas à facilitação das dinâmicas criativas Governança urbana, Estratégia 2020 e Crescimento Inteligente: Da retórica das cidades criativas à facilitação das dinâmicas criativas Pedro Costa Instituto Universitário de Lisboa ISCTE-IUL (Dep. Economia

Leia mais

Mobile Banking Aboobacar Chutumia Abril de 2011

Mobile Banking Aboobacar Chutumia Abril de 2011 Mobile Banking Aboobacar Chutumia Abril de 2011 Pontos de Abordagem Serviços Financeiros Móveis Acesso - Serviços Financeiros Móveis Impacto da Rede Móvel nos SFM s mcel - pioneira na banca móvel mkesh

Leia mais

ENCONTRO DE MINISTROS DA AGRICULTURA DAS AMÉRICAS 2011 Semeando inovação para colher prosperidade

ENCONTRO DE MINISTROS DA AGRICULTURA DAS AMÉRICAS 2011 Semeando inovação para colher prosperidade ENCONTRO DE MINISTROS DA AGRICULTURA DAS AMÉRICAS 2011 Semeando inovação para colher prosperidade DECLARAÇÃO DOS MINISTROS DA AGRICULTURA, SÃO JOSÉ 2011 1. Nós, os Ministros e os Secretários de Agricultura

Leia mais

Código da Ciência, Tecnologia e Inovação (PL 2177/2011) e fomento à tecnologia

Código da Ciência, Tecnologia e Inovação (PL 2177/2011) e fomento à tecnologia Código da Ciência, Tecnologia e Inovação (PL 2177/2011) e fomento à tecnologia Roberto Nicolsky Diretor Geral da Protec Apresentação no Reunião do IPDEletron 14 de agosto de 2012, ABINEE, São Paulo, SP

Leia mais

EXPERIÊNCIA DE MOÇAMBIQUE NA IMPLEMENTAÇÃO DA SEGURANÇA SOCIAL BÁSICA

EXPERIÊNCIA DE MOÇAMBIQUE NA IMPLEMENTAÇÃO DA SEGURANÇA SOCIAL BÁSICA REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE MINISTÉRIO DA MULHER E DA ACÇÃO SOCIAL EXPERIÊNCIA DE MOÇAMBIQUE NA IMPLEMENTAÇÃO DA SEGURANÇA SOCIAL BÁSICA 16 DE OUTUBRO DE 2013 1 CONTEXTO DE MOÇAMBIQUE Cerca de 23 milhões de

Leia mais

Pequenas e Médias Empresas no Canadá. Pequenos Negócios Conceito e Principais instituições de Apoio aos Pequenos Negócios

Pequenas e Médias Empresas no Canadá. Pequenos Negócios Conceito e Principais instituições de Apoio aos Pequenos Negócios Pequenas e Médias Empresas no Canadá Pequenos Negócios Conceito e Principais instituições de Apoio aos Pequenos Negócios De acordo com a nomenclatura usada pelo Ministério da Indústria do Canadá, o porte

Leia mais

Excelência Senhor presidente da COP 19 Excelências distintos chefes de delegações aqui presentes Minhas senhoras e meus senhores (1)

Excelência Senhor presidente da COP 19 Excelências distintos chefes de delegações aqui presentes Minhas senhoras e meus senhores (1) Excelência Senhor presidente da COP 19 Excelências distintos chefes de delegações aqui presentes Minhas senhoras e meus senhores (1) Permitam que em nome do Governo de Angola e de Sua Excelência Presidente

Leia mais

Curso Agenda 21. Resumo da Agenda 21. Seção I - DIMENSÕES SOCIAIS E ECONÔMICAS

Curso Agenda 21. Resumo da Agenda 21. Seção I - DIMENSÕES SOCIAIS E ECONÔMICAS Resumo da Agenda 21 CAPÍTULO 1 - Preâmbulo Seção I - DIMENSÕES SOCIAIS E ECONÔMICAS CAPÍTULO 2 - Cooperação internacional para acelerar o desenvolvimento sustentável dos países em desenvolvimento e políticas

Leia mais

2009 BIAC Business Roundtable. Responding to the global economic crisis OECD s role in promoting open markets and job creation. 21 de Maio de 2009

2009 BIAC Business Roundtable. Responding to the global economic crisis OECD s role in promoting open markets and job creation. 21 de Maio de 2009 2009 BIAC Business Roundtable Responding to the global economic crisis OECD s role in promoting open markets and job creation 21 de Maio de 2009 Intervenção do Ministro de Estado e das Finanças Fernando

Leia mais

National Meeting on the Mozambique Case Study on Trade in Services and Sustainable Development

National Meeting on the Mozambique Case Study on Trade in Services and Sustainable Development National Meeting on the Mozambique Case Study on Trade in Services and Sustainable Development Venue: VIP Hotel, Maputo, Mozambique 6-7 November 2006 Estrutura da Apresentacao 1. Observacoes sobre a Economia

Leia mais

Inclusão Financeira Digital. Setembro 2015

Inclusão Financeira Digital. Setembro 2015 Inclusão Financeira Digital Setembro 2015 2 A inclusão financeira tem vindo a conquistar ao longo dos últimos anos um lugar de destaque no panorama mundial. Este facto é demonstrado tanto pelo foco que

Leia mais

2º Fórum Lusófono de Mulheres em Postos de Tomada de Decisão Luanda, 17-18 de Julho 2002

2º Fórum Lusófono de Mulheres em Postos de Tomada de Decisão Luanda, 17-18 de Julho 2002 2º Fórum Lusófono de Mulheres em Postos de Tomada de Decisão Luanda, 17-18 de Julho 2002 Tema: A Situação Actual da Educação das Jovens e Mulheres Leontina Virgínia Sarmento dos Muchangos Direcção Nacional

Leia mais

Como é que os locais e os territórios podem contribuir para o estímulo à Inovação Social? Pedro Saraiva - TAGUS - Ribatejo Interior

Como é que os locais e os territórios podem contribuir para o estímulo à Inovação Social? Pedro Saraiva - TAGUS - Ribatejo Interior Como é que os locais e os territórios podem contribuir para o estímulo à Inovação Social? O que é inovação social? Podemos referir que é o desenvolvimento e implementação de novas ideias (produtos, serviços

Leia mais

Plano Nacional de Saúde e as. Estratégias Locais de Saúde

Plano Nacional de Saúde e as. Estratégias Locais de Saúde Plano Nacional de Saúde e as Estratégias Locais de Saúde (versão resumida) Autores Constantino Sakellarides Celeste Gonçalves Ana Isabel Santos Escola Nacional de Saúde Pública/ UNL Lisboa, Agosto de 2010

Leia mais

* (Resumo executivo do relatório Where does it hurts? Elaborado pela ActionAid sobre o impacto da crise financeira sobre os países em

* (Resumo executivo do relatório Where does it hurts? Elaborado pela ActionAid sobre o impacto da crise financeira sobre os países em * (Resumo executivo do relatório Where does it hurts? Elaborado pela ActionAid sobre o impacto da crise financeira sobre os países em desenvolvimento) A atual crise financeira é constantemente descrita

Leia mais

Políticas de Investimento Público para Crescimento

Políticas de Investimento Público para Crescimento Seminário do Governo de Moçambique, em colaboração com o DFID, FMI e Banco Mundial, sobre "Desafios do Crescimento Económico e Emprego" Políticas de Investimento Público para Crescimento Carlos Nuno Castel-Branco

Leia mais

AULA 9. Ação pelo Ambiente

AULA 9. Ação pelo Ambiente AULA 9 Ação pelo Ambiente Roberto e o seu grupo do meio ambiente estão se preparando para a Grande Reunião que irá tratar dos problemas ambientais do planeta. Ele pede ajuda à Sofia para bolar um plano

Leia mais

PHC Recursos Humanos CS

PHC Recursos Humanos CS PHC Recursos Humanos CS A gestão total dos Recursos Humanos A solução que permite a optimização da selecção e recrutamento, a correcta descrição de funções, a execução das avaliações de desempenho e a

Leia mais