Em revista. 8º Simpósio Internacional de Esterilização e Controle de Infecção Hospitalar. Edição Especial. E mais: tecnologia. humanização.

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1 Ano 17, n o 3, jul./set ISSN Em revista tecnologia Cirurgia Robótica de Revascularização Miocárdica: em Busca de Evidência Científica no Uso da Tecnologia do Século XXI Edição Especial humanização Humanização no Centro Cirúrgico: a Percepção do Técnico de Enfermagem infecção Controle de Infecção Hospitalar no Paraná: Facilidades e Dificuldades do Enfermeiro infecção Fatores Associados à Infecção de Sítio Cirúrgico em Um Hospital na Amazônia Ocidental Brasileira assistência Síndrome Compartimental Relacionada ao Posicionamento Cirúrgico E mais: Hospital em foco: Copa D Or segue Protocolo Universal da OMS Agenda: Congressos, simpósios e cursos. Tudo isso e muito mais! Título de Especialista 8º Simpósio Internacional de Esterilização e Controle de Infecção Hospitalar O evento reuniu participantes e 64 empresas expositoras Revalidação Foto cedida pela empresa H. Strattner & Cia. Ltda Intuitive Surgical

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3 Diretoria da SOBECC - Gestão Presidente: Janete Akamine Vice-presidente: Márcia Hitomi Takeiti Primeirasecretária: Liraine Laura Farah Segunda-secretária: Andrea Alfaya Acunã Primeira-tesoureira: Simone Batista Neto Arza Segunda-tesoureira: Zuleica Fazoni Souza Diretora da Comissão de Assistência: Maria Lúcia Suriano Membros da Comissão de Assistência: Mariângela Belmonte Ribeiro e Giovana Abrahão de Araújo Moriya Diretora da Comissão de Educação: Márcia Cristina Pereira Membros da Comissão de Educação: Aparecida de Cássia Giani Peniche e Tânia Regina Zeni Diretora da Comissão de Publicação e Divulgação: Rachel de Carvalho Membros da Comissão de Publicação e Divulgação: Raquel Machado Cavalca Coutinho e Eliane da Silva Grazziano Diretor do Conselho Fiscal: Ernane de Sousa Almeida Membros do Conselho Fiscal: Kátia Aparecida Ferreira de Almeida e Mara Lúcia Leite Ribeiro Diretora da Comissão e Eventos Regionais: Lígia Garrido Calicchio. Revista SOBECC Órgão oficial da Associação Brasileira de Enfermeiros de Centro Cirúrgico, Recuperação Anestésica e Centro de Material e Esterilização. Comissão de Publicação e Divulgação - Diretora: Drª Rachel de Carvalho (Faculdade de Enfermagem do Hospital Israelita Albert Einstein FEHIAE) Membros: Drª Eliane da Silva Grazziano (Universidade Federal de São Carlos UFSCAR) e Drª Raquel Machado Cavalca Coutinho (Universidade Paulista UNIP). Conselho Editorial: Drª Ana Lúcia de Mattia (Universidade Federal de Minas Gerais UFMG), Drª Aparecida de Cássia Giani Peniche (Escola de Enfermagem da USP), Ms Dulcilene Pereira Jardim (Universidade Santo Amaro UNISA), Drª Eliane da Silva Grazziano (Universidade Federal de São Carlos UFSCAR), Drª Estela Regina Ferraz Bianchi (Escola de Enfermagem da USP), Isabel Cristina Dauth (Universidade Luterana do Brasil ULBRA), Ms Jacqueline Ramos de Andrade Antunes Gomes (Centro Universitário de Brasília UniCEUB), Ms Márcia Wanderley de Moraes (Faculdade de Enfermagem do Hospital Israelita Albert Einstein FEHIAE), Drª Maria Belén Salazar Posso (Faculdade de Enfermagem da Fundação ABC), Drª Maria Clara Padovezze (Escola de Enfermagem da USP), Drª Maria Concepcion Pezo Silva (Universidade Nacional Pedro Ruiz Gallo Peru), Drª Maria Helena Barbosa (Universidade Federal do Triângulo Mineiro UFTM), Drª Maria Isabel Pedreira de Freitas (Universidade Estadual de Campinas UNICAMP), Drª Maria Lúcia Suriano (Universidade Federal de São Paulo UNIFESP), Drª Rachel de Carvalho (Faculdade de Enfermagem do Hospital Israelita Albert Einstein FEHIAE), Drª Raquel Machado Cavalca Coutinho (Universidade Paulista UNIP), Drª Rita Catalina Aquino Caregnato (Universidade Luterana do Brasil ULBRA), Ms Verônica Cecília Calbo de Medeiros (Centro Universitário São Camilo). Equipe Técnica Revisão: Marcelo de Andrade Coordenação: Sirlene Aparecida Negri Glasenapp Administração: Veridiana Franco Produção Gráfica: Solange Mattenhauer Candido Secretária: Maria Elizabeth Jorgetti Bibliotecária: Sônia Maria Gardim Revisão em Espanhol: Drª Maria Belén Salazar Posso Revisão em Inglês: Elaine Koda Tiragem: exemplares Impressão: Editora Referência Ltda. SOBECC: Rua Vergueiro, 875, conj. 64, Liberdade (metrô Vergueiro), CEP , São Paulo, SP CGC: / Tel.: (11) Fax: (11) Site: Os artigos assinados são de responsabilidade dos autores. A SOBECC está associada à Academia Brasileira de Especialistas de Enfermagem (ABESE) desde 2000, à International Federation Perioperative Nurses (IFPN) desde 1999 e ao Fórum Mundial de Esterilização (WFHSS) desde Além disso, mantém parceria constante com a Association Operating Room Nurses (AORN). Índice 4 EDITORIAL 5 agenda 6 Acontece 28 Hospital em foco 31 revisão de literatura Cirurgia Robótica de Revascularização Miocárdica: em Busca de Evidência Científica no Uso da Tecnologia do Século XXI 43 artigo original Humanização no Centro Cirúrgico: A Percepção do Técnico de Enfermagem 50 artigo original Controle de Infecção Hospitalar no Paraná: Facilidades e Dificuldades do Enfermeiro 60 artigo original Fatores Associados à Infecção de Sítio Cirúrgico em um Hospital na Amazônia Ocidental Brasileira 71 revisão de literatura Síndrome Compartimental Relacionada ao Posicionamento Cirúrgico: um Inimigo Silencioso 81 Normas de Publicação da Revista SOBECC ISSN Revista indexada nas bases de dados LILACS, CUIDEN e CINAHAL INFORMATION SYSTEMS Rev. SOBECC, São Paulo. jul./set. 2012; 17(3) 3 3

4 Simpósio Internacional reúne mais de 2 mil participantes Iniciamos este editorial comentando sobre o sucesso de mais um importante evento científico promovido pela SOBECC. Trata-se da oitava edição do Simpósio Internacional de Esterilização e Controle de Infecção Hospitalar, que aconteceu entre os dias 26 e 28 de julho, no Palácio das Convenções do Anhembi, em São Paulo (SP), com o tema Estratégias e Boas Práticas em Saúde Focadas na Sustentabilidade. O evento reuniu participantes e 64 empresas na Exposição Tecnológica, que foi visitada por profissionais, entre representantes de vendas, gerentes e empresários. No evento também foram apresentados 123 trabalhos científicos, sob a forma de pôsteres. As novidades da programação ficaram por conta das Oficinas Temáticas, apresentadas no pré-simpósio (dia 25 de julho), da Sala Acadêmica Prof a Dr a Silma Pinheiro, dos Testes de Funcionalidade e das apresentações, em plenária, dos trabalhos premiados na sessão pôster. Destacamos e agradecemos a fundamental participação de cada pessoa que abrilhantou o 8º Simpósio Internacional. A Revista SOBECC deste trimestre traz, na sessão Hospital em Foco, a história do Copa D Or, do Rio de Janeiro (RJ), uma rede de assistência à saúde em franca expansão no País. Quanto aos cinco trabalhos aqui publicados, destacamse três estudos de campo e duas revisões sistemáticas de literatura, procedentes de autores das mais diversas regiões. Aliás, uma constante nas publicações da Revista SOBECC tem sido a autoria de trabalhos enviados pelos nossos associados de todas as regiões do Brasil e sobre os mais diversos assuntos, que tanto conhecimento e experiência agregam à Enfermagem Perioperatória. Colegas do Rio Grande do Sul discutem aspectos relacionados à humanização da assistência no Centro Cirúrgico, segundo a percepção de técnicos de Enfermagem, que estão em constante interação com o cliente e relatam suas experiências, por meio de uma pesquisa de campo qualitativa. 4 Rev. SOBECC, São Paulo. jul./set. 2012; 17(3) 4 Editorial Revista SOBECC Julho/setembro 2012 A pesquisa Controle de Infecção hospitalar no Paraná: Facilidades e Dificuldades do Enfermeiro é um estudo de campo multiprofissional, realizado por duas enfermeiras e uma médica, que identificaram as peculiaridades do trabalho de enfermeiros atuantes no serviço de controle de infecção. Partindo do sul, em direção ao norte do País, um grupo de enfermeiros do Acre realizou o estudo de campo Fatores Associados à Infecção de Sítio Cirúrgico em um Hospital na Amazônia Ocidental Brasileira, que revelou fatores predisponentes ao desenvolvimento de infecções em mais de pacientes de um Hospital de Ensino de Rio Branco e identificou as intervenções pertinentes à equipe cirúrgica. Síndrome Compartimental Relacionada ao Posicionamento Cirúrgico: um Inimigo Silencioso é uma revisão de literatura, realizada por enfermeiras cariocas, que traçam uma relação da evolução desta síndrome com a posição do paciente durante a cirurgia, por meio de discussão da fisiopatologia, apresentação dos posicionamentos de risco e dos mecanismos de prevenção, controle e intervenção. Finalmente, a tecnologia da cirurgia robótica é destacada, por meio de revisão sistemática da literatura, no trabalho Cirurgia Robótica de Revascularização Miocárdica: em Busca de Evidência Científica no Uso da Tecnologia do Século XXI. O artigo é repleto de bibliografia atual e internacional e também uma homenagem emocionante à primeira autora. Confira, ainda nesta edição, as notícias do Acontece, em especial a entrevista com a presidente do COFEN, Márcia Cristina Krempel,comentando a atualíssima Resolução 424/2012, que normatiza as atribuições dos profissionais de Enfermagem em Centro de Material e Esterilização e em empresas reprocessadoras de produtos para saúde. Aproveite a leitura, adquira novas informações, recicle seus conhecimentos! Afinal, a SO- BECC acredita que ninguém é tão grande que não possa aprender, nem tão pequeno que não possa ensinar (Esopo, escritor grego a.c.). Receba nosso abraço!

5 Agenda III Jornada de Estudos sobre Processamento de Produtos para Saúde Data: 26 de outubro de 2012 Local: Hotel Plaza São Rafael, Av. Alberto Bins, 514, Centro - Porto Alegre (RS) Informações: (51) Site: III Encontro Internacional de Pesquisa em Enfermagem Data: 29 a 31 de outubro de 2012 Local: Centro de Convenções Rebouças, Av. Dr. Enéas Carvalho Aguiar, 23, São Paulo (SP) Informações: (11) Site: XII Congresso Brasileiro de Controle de Infecção e Epidemiologia Hospitalar Data: 7 a 10 de novembro de 2012 Local: Mendes Convention Center, Avenida Francisco Glicério, 206, Santos (SP) Site: I Encontro do Polo de Enfermagem para Segurança do Paciente de São Carlos e I Jornada Científica de Segurança em Cirurgia da SOBECC Data: 1º de dezembro de 2012 Local: a confirmar Informações: (11) V Congresso Latino-Americano de Enfermagem Oncológica Data: 10 a 12 de abril de 2013 Local: Centro de Convenções Rebouças, Av. Dr. Enéas Carvalho Aguiar, 23, São Paulo (SP) Site: 11º Congresso Brasileiro de Enfermagem em Centro Cirúrgico, Recuperação Anestésica e Centro de Material e Esterilização Data: 24 a 27 de julho de 2013 Local: Palácio das Convenções do Anhembi, Av. Olavo Fontoura, 1.209, Anhembi Parque, Santana, São Paulo (SP) Informações: (11) Site: Curso de Pós-Graduação em Enfermagem: Clínica e Cirúrgica; Cardiologia e Hemodinâmica; Centro Cirúrgico, Recuperação Anestésica e Centro de Material e Esterilização; Nefrologia e Urologia; Terapia Intensiva; Urgência e Emergência; Obstetrícia e Ginecológica; Pediátrica e Neonatal Informações: (11) Site: Programe-se para o Congresso da SOBECC em 2013 A 11ª edição do Congresso Brasileiro de Enfermagem em Centro Cirúrgico, Recuperação Anestésica e Centro de Material e Esterilização já está com data marcada: será de 24 a 27 de julho de 2013, no Palácio das Convenções do Anhembi, em São Paulo (SP). Trata-se de mais um encontro com o objetivo de promover o aperfeiçoamento e a troca de experiências entre os profissionais do Brasil e de outros países acerca das ações de Enfermagem Perioperatória. Mais informações nas próximas edições da Revista SOBECC e no site Rev. SOBECC, São Paulo. jul./set. 2012; 17(3) 5 5

6 Acontece SOBECC Presidente do COFEN tira dúvidas sobre a Resolução 424/2012 Márcia Cristina Krempel, presidente do COFEN SOBECC - Qual é a visão do Conselho Federal de Enfermagem (COFEN) em relação às atribuições dos profissionais de Enfermagem em Centro de Material e Esterilização (CME)? Márcia Cristina Krempel: A Enfermagem sempre foi a detentora do trabalho em Centro de Material e Esterilização (CME). O enfermeiro, na grade curricular, quando em formação, possui uma gama de disciplinas que o habilita a planejar, coordenar, executar, supervisionar e avaliar todas as etapas relacionadas ao processamento de produtos para saúde, seja recepção, limpeza, secagem, avaliação da integridade e da funcionalidade, preparo, desinfecção ou esterilização, armazenamento e distribuição para as unidades consumidoras. A Central de Materiais e Esterilização é um dos setores decisivos para a manutenção do baixo índice de infecção hospitalar e, nesse sentido, podemos afirmar que a qualidade da assistência está intimamente relacionada à qualidade do material utilizado, como foi processado, embalado e armazenado. Considero que a CME é o coração de uma instituição de saúde, pois consiste em prestar um serviço com maior nível de segurança no processamento dos artigos hospitalares, garantindo a qualidade e proporcionando condições seguras de assistência ao paciente e na prevenção e controle da infecção hospitalar. SOBECC - Como se deu o processo de elaboração da Resolução COFEN nº 424/2012? Márcia: A minuta da Resolução, elaborada pela Câmara Técnica de Legislação e Normas do COFEN (CTLN), foi fruto de grande pesquisa junto às matérias que discorrem sobre o tema. Considerou-se ainda a RDC da ANVISA nº 15/2012, que dispõe sobre os requisitos de boas práticas para o processamento de produtos para saúde, e na Lei do Exercício Profissional da Enfermagem n o 7.498/86. SOBECC - Em quais aspectos o COFEN pode contribuir para a realização das boas práticas relacionadas ao processamento de produtos para a saúde nos CMEs do Brasil? Márcia: A Contribuição do COFEN é com a normatização e a fiscalização do exercício profissional nos serviços, visando a observância e ao cumprimento da legislação vigente. É necessário, ainda, estimular cada vez mais a educação continuada em função do avanço tecnológico nesta área de atuação, assim como dos equipamentos hospitalares sofisticados que, consequentemente, chegam para limpeza, desinfecção e esterilização. SOBECC - O fato de a Resolução COFEN nº 424/2012 normatizar as atribuições dos profissionais de Enfermagem em CME e em empresas processadoras de produtos para saúde garante a responsabilidade técnica desta área somente ao enfermeiro? Márcia: Não, tal atribuição não é privativa do enfermeiro. No entanto, como já afirmei no início, his- 6 Rev. SOBECC, São Paulo. jul./set. 2012; 17(3) 6-27

7 toricamente a Enfermagem encontra-se à frente do CME. Inclusive, pela sua importância, há especialização em Centro de Material e Esterilização e uma Associação que congrega estes especialistas. Referendo, ainda, inúmeras pesquisas na área realizada por enfermeiros, assim como publicações que contribuem para o avanço do CME. SOBECC - Com esta resolução em vigor, há alguma posição de irregularidade legal nos CMEs que estão sob coordenação de outro profissional que não o enfermeiro? Em caso afirmativo, o hospital ou a empresa pode ser autuado? Qual é a penalidade a ser imposta? Márcia: Não, o serviço não pode ser autuado desde que tenha profissionais com a competência técnica e legal. No entanto, aqui merece destaque a Lei do Exercício Profissional da Enfermagem, que trata como competência privativa do Enfermeiro a supervisão dos profissionais de Enfermagem. Portanto, onde houver técnicos e auxiliares de Enfermagem executando ações, mesmo que no Centro de Material e Esterilização, torna-se obrigatória a presença do profissional enfermeiro. Quando a instituição contrariar a Lei, os serviços de saúde podem e devem ser denunciados aos Conselhos Regionais de Enfermagem para as providências que se fizerem necessárias. A questão da exclusividade do enfermeiro firma-se devido ao seu conhecimento detalhado das ações de cuidado de Enfermagem e na capacidade de visualizar as necessidades do trabalho de outros profissionais de saúde. A SOBECC agradece a disponibilidade da Dr a Márcia Cristina Krempel, presidente do COFEN, pela concessão desta entrevista. Máxima proteção e conforto aos pacientes e à equipe cirúrgica 7

8 Acontece SOBECC SOBECC representada no VII Congresso Panamericano de Esterilização A diretora da Comissão de Educação da SOBECC, Márcia Cristina de Pereira de Oliveira, ministrou as palestras O Futuro das Centrais de Esterilização nos Hospitais e Estratégias para Melhorar as Relações entre Centro Cirúrgico e CME no VII Congresso Panamericano de Esterilização, entre 18 e 20 de julho, em Guayaquil (Equador). Além dos equatorianos, o congresso reuniu cerca de 700 participantes de vários países da América Latina, como Chile, Argentina, Bolívia, Colômbia, Costa Rica, México, Guatemala, Uruguai, Peru, Venezuela e Brasil. Maria Helena Yeckle, presidente da Associação Peruana de Enfermeiros de Esterilização, e Marcia Cristina Pereira de Oliveira, diretora da Comissão de Educação da SOBECC As palestras foram de alto nível e houve uma grande oportunidade de troca de conhecimentos entre os países latino-americanos, explica Márcia Cristina. O intercâmbio cultural nos traz a percepção de que o Brasil hoje está em um patamar de qualidade e busca pela excelência no nível dos melhores países da America Latina. Da esquerda para direita (frente): Guatemala, Equador, Peru, Chile e Argentina. Em pé: Bolívia, Colômbia, Brasil, Uruguai, Venezuela, México, Costa Rica Eleições Em 2013 haverá eleição da Diretoria da SOBECC Nacional para a gestão Em breve, você poderá conferir pela internet as condições para a elegibilidade dos candidatos. Acompanhe e participe! Práticas Recomendadas Em 2013, a SOBECC lançará a 6ª edição revisada e ampliada de suas Práticas Recomendadas. Aguarde! Errata No trabalho nº 139 Lesões de Pele Decorrentes do Posicionamento Cirúrgico do Paciente Idoso, publicado na edição abril/junho 2012, faltou citar o mini currículo da autora Maria Célia Kirchner Sundfeld, Enfermeira, graduada em Enfermagem pela Universidade Camilo Castelo Branco (UNICASTELO), Campus Descalvado (SP). 8 Rev. SOBECC, São Paulo. jul./set. 2012; 17(3) 6-27

9 Título de especialista Em 2013, será realizada a prova para obtenção de Título de Especialista pela SOBECC. Vale lembrar que os candidatos precisam ser sócios da SOBECC por dois anos consecutivos, além de terem, no mínimo, cinco anos de experiência comprovadas nas áreas de Centro Cirúrgico, Recuperação Anestésica e Centro de Material e Esterilização (Bloco Operatório). A próxima edição da Revista SOBECC apresentará mais informações sobre a prova. Acompanhe também pelo site Revalidação de Título Os associados que obtiveram o Título de Especialista em 2007 e os que revalidaram no mesmo ano, durante o Congresso Brasileiro realizado pela SOBECC em São Paulo (SP), terão a oportunidade de revalidá-lo. Para os títulos que serão revalidados em 2013, será necessária a apresentação dos três últimos comprovantes da anuidade SOBECC. A partir de 2015, será necessário a apresentação dos cincos último comprovantes. Rev. SOBECC, São Paulo. abr./jun. 2012; 17(2):

10 Acontece SOBECC Por uma CME mais sustentável Hospitais e sistemas de saúde começam a contribuir para uma economia verde Em sua 8ª edição, o Simpósio Internacional de Esterilização e Controle de Infecção Hospitalar abordou como tema central Estratégias e Boas Práticas em Saúde Focadas na Sustentabilidade, reunindo, de 26 a 28 de julho, na capital paulista, cerca de profissionais, entre enfermeiros e técnicos de Enfermagem, que puderam aprimorar o conhecimento para uma atuação mais competente na CME, além de debater assuntos relacionados à saúde do planeta. Da esquerda para direita: Dr. Luis Carlos Fonseca e Silva (ANVISA), Dr. Win Renders (WFHSS), Janete Akamine (SOBECC), Valeska Stempliuk (OPAS) e Mauro Antonio Pires Dias da Silva (COREN SP) Renomados palestrantes nacionais e especialistas convidados dos Estados Unidos, Chile, Portugal, Alemanha e Bélgica compartilharam experiências a respeito das melhores práticas no reprocessamento de material e controle de infecção hospitalar. Assuntos como novas tecnologias, leis e resoluções que normatizam os processos da CME, ações sustentáveis, métodos e recomendações de limpeza e liderança na assistência hospitalar, entre outros temas, contemplaram uma extensa programação, com mais de 20 palestras, além de simpósios-satélites e mostra tecnológica, com mais de 60 expositores. O número de participantes comprova o sucesso do evento, caracterizando-se como um encontro produtivo, contribuindo, assim, para a melhoria da qualidade da assistência da Enfermagem especializada em CME. A programação trouxe novos conhecimentos e desafios para profissionais da área, assinala a presidente da SOBECC, Janete Akamine. Sustentabilidade Janete Akamine, presidente da SOBECC O desenvolvimento da economia verde é uma missão de todos os organismos nas próximas décadas. Diminuir os impactos causados no ambiente pelas instituições de saúde é uma preocupação da SOBECC. Nesse sentido, o simpósio colocou em discussão as contribuições dos hospitais para a chamada economia verde, por meio de iniciativas que podem fazer a diferença para um futuro mais sustentável. Dr. Gonzalo Vecina Neto, Hospital Sírio-Libanês Todos sonham com um mundo melhor, mas com o padrão de consumo atual em que vivemos, não teremos condições de manter o planeta por muito tempo. Precisamos repensar tudo que estamos fazendo e como agir de forma diferente em prol do planeta, disse o superintendente do Hospital Sírio-Libanês e professor da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo, Dr. Gonzalo Vecina Neto, durante a sua apresentação, com título do tema central do simpósio. Gonzalo alertou sobre a importância de ter uma agenda de sustentabilidade na área da saúde. Questões sobre reprocessamento de material devem continuar em pauta por muito tempo. Sustentabilidade é um conceito novo nas instituições de saúde, e ainda falta a cultura de preservação no ambiente hospitalar, disse, complementando que: a preocupação da SOBECC com o impacto das 10 Rev. SOBECC, São Paulo. jul./set. 2012; 17(3) 6-27

11 CMEs no meio ambiente leva uma nova perspectiva para os profissionais, gerando uma mobilização do setor para um ambiente mais sustentável. Para ele, o grande desafio na área da saúde é ter uma agenda de sustentabilidade. Temos que ser pró-ativos na adoção de uma agenda em favor de hospitais verdes e saudáveis, e medir o que estamos fazendo. Poucos hospitais avaliam os impactos gerados no meio ambiente. E já existe um modelo de relatório para isso, ressalta Gonzalo. Entre os pontos que devem ser adotados na agenda estão: substituir o uso de produtos químicos perigosos no reprocessamento; segregar melhor os resíduos gerados, aumentando a capacidade de reciclagem; implantar iniciativas para o uso de energia renovável; reduzir o consumo de água; utilizar veículos que emitam menos carbono na atmosfera; promover nutrição segura ao paciente, com alimentos mais saudáveis; dar o destino correto dos produtos farmacêuticos; construir empreendimentos de saúde verdes, com mínimo de agressão ao meio ambiente; e exigir certificação de fornecedores para tratamento adequado dos materiais. A área da saúde pode contribuir significativamente para uma vida melhor na terra. Dentro desse propósito, muito me encanta o alto nível deste simpósio e a quantidade de participantes. A capacidade de mobilização dos profissionais reflete a vontade de melhorar e de aprender mais. Este é o caminho, conclui Gonzalo. Hospitais saudáveis Marcia Galluci Pinter, Hospital Israelita Albert Einstein Em sua palestra Políticas Institucionais que Integram o Tripé da Sustentabilidade, a coordenadora de Meio Ambiente do Hospital Israelita Albert Einstein Marcia Galluci Pinter, ressaltou: A sustentabilidade está conectada com a inter-relação dos aspectos econômicos, sociais e ambientais, cujo principal objetivo é prover o melhor para as pessoas e para o ambiente, tanto agora quanto no futuro. Para um empreendimento ser sustentável são necessários três requisitos básicos: ser ecologicamente correto, socialmente justo e economicamente viável. Marcia apontou que, no Brasil, as instituições de saúde geram cerca de toneladas de resíduos por dia. Os hospitais produzem resíduos tóxicos, Secretaria do evento Rev. SOBECC, São Paulo. jul./set. 2012; 17(3)

12 Acontece SOBECC infecciosos, radioativos, entre outros potenciais poluidores do ar e da água, exemplificou. As instituições de saúde também são responsáveis por despenderem uma alta utilização de água, ficando em segundo lugar no ranking das maiores consumidoras de energia elétrica entre os edifícios comerciais por metro quadrado, o que representa 10,6% do consumo total nacional de energia comercial no Brasil. Há emissões substanciais de gases de efeito estufa (GEEs) pelos hospitais decorrentes de combustíveis fósseis, de energia e resíduos orgânicos, alerta a palestrante. Segundo a Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública, os serviços de saúde no Brasil geram cerca de 2,7 milhões de toneladas de resíduos sólidos por ano. Desse total, 35% são incinerados, gerando dioxinas, entre outros gases tóxicos; 13% são descartados nos lixões e menos de 15% passam por processos de micro-ondas e autoclave. Na avaliação de Márcia: qualquer que seja o sistema, a liderança e o comprometimento são a chave para implantar iniciativas corretivas e de melhorias em sustentabilidade. Garrafas PET como fonte de geração de energia Segundo o pesquisador do Centro de Energias Renováveis da Universidade do Estado de São Paulo (UNESP), Teófilo Miguel de Souza, no País há cerca de hospitais, sendo 70% da iniciativa privada e 30% do setor público, contabilizando aproximadamente leitos. Teófilo Miguel de Souza, UNESP Ele apresentou em sua palestra um estudo apontando que o consumo de água quente de apenas um leito é de 125 litros por dia. Já o refeitório e departamentos similares são responsáveis pelo gasto diário de 15 litros por pessoa e a lavanderia, por 15 litros de água quente por quilo de roupa seca. Ainda de acordo com Teófilo, medidas para substituição nos procedimentos diários garantem a diminuição expressiva de custos nas redes de saúde. Uma das iniciativas indicadas nas pesquisas feitas pela universidade mostra que a utilização de lâmpadas LED em vez de incandescentes gera uma redução de 15 vezes nos custos com energia. Outro estudo feito pela UNESP aponta que a geração de energia por paineis solares é uma alternativa para a diminuição de gastos com eletricidade dos hospitais, mas ainda não é uma opção financeiramente viável. Há resistência dos hospitais quanto ao investimento inicial, que pode chegar a R$ 840 mil. Porém, este projeto gera uma economia anual no custo da eletricidade de R$ 168 mil, amortizando o investimento inicial em apenas cinco anos, afirmou Teófilo. Na busca por alternativas mais baratas para utilização de paineis solares, a Universidade encontrou uma forma de transformar garrafas PET em fontes de geração de energia solar. O Brasil é produtor de 14 bilhões de garrafas PET por ano, fator preocupante para o meio ambiente. Pensando nisso, criamos um painel feito com garrafas PET para 200 litros de água quente entre 50 o C e 64 o C que, após 5 horas de exposição ao Sol, gera de 900 a W/m 2. No painel de 100W foram investidos apenas R$ 1.000,00, explicou Teófilo. Cada metro quadrado de coletor solar, equivale a 50 litros de água quente a 50 o C. Ideal para tomar banho, lavar roupas e louças, além de cozinhar alimentos. Cada coletor solar (capacidade para 5 pessoas) com garrafas PETs evita: 216 garrafas de refrigerantes sem uso no ambiente; 200 metros quadrados de inundação de água para gerar energia elétrica que seriam para a agricultura. 12 Rev. SOBECC, São Paulo. jul./set. 2012; 17(3) 6-27

13 ISO A busca pela certificação ISO norma mundial que especifica os requisitos e os processos de um sistema de gestão ambiental é um movimento que começa a ser estimulado no setor da saúde. Isso ocorre porque à medida em que a sociedade valoriza a sustentabilidade, os hospitais e os sistemas de saúde sentem a necessidade de adequação. Aderir à ISO demonstra o comprometimento da instituição de saúde com as práticas sustentáveis e traz também benefícios de melhoria contínua nos resultados operacionais, como o desperdício de água e energia elétrica, possibilitando aos gestores realocar investimentos, enfatiza a presidente da SOBECC, Janete Akamine. De acordo com dados do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (INMETRO), no Brasil existem 267 certificações ISO validadas e, desse total, São Paulo corresponde a 124 certificações concedidas. Já nos hospitais e demais sistemas de saúde, a ISO está implantada em apenas seis instituições. Elaine Malízia Ribeiro, Hospital Santa Cecília A enfermeira especialista em Acreditação Hospitalar do Hospital Santa Cecília (SP), Elaine Malizia Ribeiro, destacou em sua palestra Certificação pela Norma ISO 14001: Meio Ambiente em Empresas de Saúde: o profissional de Enfermagem precisa desenvolver uma visão ampla e atualizada daquilo que acontece no mundo e perceber a importância da correlação entre a assistência ao paciente, a preservação e a racionalização do uso dos recursos naturais e disponíveis. Compreender a importância de ações que trazem como resultado a preservação do meio ambiente melhora a qualidade de vida de toda a comunidade. Na avaliação de Elaine, a ISO , na prática, promove uma melhor gestão de uso e disposição de recursos, reduz os riscos e melhora o desempenho de uma organização, além de ser reconhecida mundialmente como um meio de controlar os custos. RDC 15/2012: uma grande conquista da classe Outro assunto em destaque durante o 8º Simpósio Internacional foi a RDC 15/2012, publicada em março pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), que dispõe sobre requisitos de boas práticas para o processamento de produtos para saúde no CME. Antes existiam normas. Agora, os CMEs precisam seguir uma lei. A resolução oferece o respaldo legal para o procedimento operacional padrão, qualificando as condições organizacionais, o processamento adequado de produtos, a estrutura física, o armazenamento e o transporte, a segurança e a saúde no trabalho, além de regulamentar as atribuições do profissional de CME. Foi, sem dúvida, uma grande conquista da classe, destaca a presidente da SOBECC, Janete Akamine. Os serviços da saúde e as empresas processadoras abrangidas pela resolução terão 24 meses, contados a partir da data de publicação da lei, para promover as adequações necessárias estabelecidas pelo regulamento técnico. Ou seja, o prazo acaba em 15 de março de É um processo de mudança cultural, que envolve o comprometimento dos gestores para o êxito da implantação, assinala Janete. Célia Bertazzoli, CABE Arquitetura A arquiteta especializada em projetos para a área da saúde, Célia Bertazzoli, ressaltou em sua palestra que os processos devem seguir o fluxo unidirecional, da área suja, passando pela área limpa, de modo a evitar o cruzamento de materiais não processados com outros descontaminados, desinfectados ou esterilizados, bem como evitar o cruzamento do profissional da área contaminada com o da área limpa, afirmou. Para facilitar a adequação dos procedimentos e orientar o processamento dos materiais, adotou-se a classificação, que leva em consideração o risco potencial de transmissão de infecção aos pacientes. Os artigos são classificados em críticos, semicríticos e não críticos. A RDC nº15/2012 foi elaborada com base em referencial científico, acrescentou. Rev. SOBECC, São Paulo. jul./set. 2012; 17(3)

14 Acontece SOBECC Dr. Luis Carlos Fonseca e Silva, ANVISA As leis e resoluções balizam as boas práticas no CME, orientando os profissionais a seguir os procedimentos seguros. As publicações que tratam dessas regulamentações devem ser livros de cabeceira de todo profissional de enfermagem. Em serviços de saúde, qualidade e risco são indissociáveis, comenta o gerente geral de Tecnologia de Produtos para Saúde da ANVISA, Dr. Luiz Carlos da Fonseca e Silva. Os brasileiros estão trazendo as mais modernas técnicas de esterilização, afirma o arquiteto e consultor independente em processos, projetos e documentação habilitada de Esterilização e Controle de Contaminação, Fernando Bustamante. Segundo o consultor, o Brasil está inserido em vários Grupos Fernando Bustamante, ABNT de Trabalho (GTs) mundiais para discussão de normas de padrão de qualidade em saúde, por exemplo, o CE 26: esterilização de produtos para saúde. Brasil evolui no conceito de esterilização Os debates durante os três dias de simpósio apontaram para uma evolução no cenário de esterilização no Brasil, principalmente, com o respaldo das normas e leis que padronizam e qualificam o processo operacional do CME. O envolvimento da ANVISA, do Conselho Federal de Enfermagem (COFEN) e dos Conselhos Regionais de Enfermagem (COREN) tem contribuído com a busca pela excelência do CME junto aos profissionais em todo o país. Assim que a lei RDC 15/2012 for totalmente implantada, o País terá mais ganhos na área da saúde, afirmou a enfermeira da Divisão de Prevenção de Infecção do Departamento Técnico da 3M (EUA), Mary Kundus. Nesse sentido, o CME do século XXI exerce um papel fundamental na prevenção e no controle de infecção hospitalar, garantindo, ainda, a segurança do paciente cirúrgico e a qualidade da saúde em geral. O principal objetivo do profissional de CME é reduzir a propagação de doenças infecciosas. O CME foi criado para reduzir o índice de infecção hospitalar, enfatizou a palestrante especialista em Controle de Infecção Intra-Hospitalar da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS EUA), Valeska Stempliuk, explicando que a contaminação microbiana do local cirúrgico precede a infecção. Curiosidade A atividade do CME, como uma ciência, tem menos de 200 anos. Até 1940, o processo de esterilização era descentralizado e realizado por enfermeiros das próprias UHs. Já na década de 1950, o CME foi parcialmente centralizado, tendo parte dos instrumentos e artigos preparados e esterilizados no CME. Somente nas últimas décadas do século XX, o CME tornou-se centralizado e passou a ser definido como Unidade de Apoio Técnico, sendo subordinado ao serviço de Enfermagem e dirigido por enfermeiro. Nesse período, houve uma evolução da tecnologia, das técnicas cirúrgicas e dos edifícios hospitalares, resultando no aprimoramento dos processos de esterilização. Auditório Celso Furtado 14 Rev. SOBECC, São Paulo. jul./set. 2012; 17(3) 6-27

15 Valeska ressaltou que a vigilância na prevenção e no controle de infecção é, sim, uma atribuição do CME. O profissional precisa ficar atento aos processos para assegurar a esterilidade dos artigos, alertou, complementando Valeska Stempliuk, OPAS com a dica: um checklist bem feito melhora as condições para uma cirurgia segura. A especialista avalia que o Brasil tem um bom nível técnico e acesso tecnológico bastante privilegiado em relação a outros países que já visitou. Na maioria dos CMEs que visitei, constatei mais problemas nos processos do que na infraestrutura. Esterilização é um tema de vanguarda e o Brasil se encontra em um nível avançado de discussão. Por exemplo, temos a realização deste simpósio, com uma grande participação de profissionais interessados no assunto, e também a RDC 15/2012, disse. A palestrante fez uma reflexão sobre o cenário no Brasil. O País tem um longo caminho a percorrer em algumas regiões, pois a realidade dos CMEs em alguns Estados não é homogênea. Dentro desse contexto, a RDC 15/2012 é uma legislação moderna e que culmina em um processo de evolução de esterilização no Brasil. Ou seja, agora, o profissional que deseja melhorar a qualidade em sua CME tem um instrumento legal e técnico de batalha. É lei! É assim que evoluímos, tendo como base boas legislações. Para os países que não têm suas próprias normas, a Organização Mundial da Saúde (OMS) disponibiliza um manual de esterilização. Considerações finais O CME nasce a partir da necessidade de evitar infecção do cliente, e sua centralização teve a finalidade de realizar o processo de forma efetiva e em grande escala. E, assim, garantir, garantindo a qualidade e a segurança dos processos que se realizam no setor. A qualidade do trabalho do CME repercute diretamente nos índices de infecção hospitalar. Cada vez mais as doenças infecciosas constituem uma séria ameaça à saúde das pessoas. A esterilização adequada desempenha um papel essencial na tentativa de reduzir a propagação de doenças no serviço de saúde. World Forum for Hospital Sterile Supply área exposição tecnológica Rev. SOBECC, São Paulo. jul./set. 2012; 17(3)

16 Acontece SOBECC Vencedores dos temas livres na categoria pôster Foram apresentados 123 trabalhos na forma de pôsteres durante o 8º Simpósio Internacional de Esterilização e Controle de Infecção Hospitalar, com temas atuais na temática de controle de infecção hospitalar. entre todos os trabalhos, quatro foram premiados. Confira abaixo os vencedores: Primeiro lugar Pôster O Desconhecimento do Enfermeiro sobre os Processos de Limpeza e Desinfecção de Material no Hospital Público de Emergência de Belo Horizonte. Autores: Danielle Gonçalves Abrantes, Maria Lúcia Silva e Sales, Pedro Adalberto Aguiar Castro. Segundo lugar Pôster 52 - Processamento de Micronebulizadores: é Possível Oferecer Maior Segurança com Menor Custo. Autoras: Larissa de Siqueira Gutierres, Simone Garcia Lopes. Janete Akamine, presidente da SOBECC, e Maria Lúcia Silva e Sales Andréa Alfaya Acunã, segunda-secretária da SOBECC, e Larissa de Siqueira Gutierres Terceiro lugar Pôster 40 - Segurança na Esterilização: um Relato na Selva Amazônica. Autoras: Lia Jeronimo Romero, Zaida Aurora Soler, Sandra Savi Almeida. Quarto lugar Pôster 93 - Processamento de Cateteres Diagnóstico/ Terapêutico em Óxido de Etileno: Experiência de Uma Empresa Processadora do Rio Grande do Sul. Autores: Daniela Silva dos Santos, Ronaldo Torma Bernardo. Márcia Hitomi Takeiti, vice-presidente da SOBECC, e Lia Jeronimo Romero Ligia Garrido Calicchio, diretora de Eventos Regionais da SOBECC, e Daniela Silva dos Santos 16 Rev. SOBECC, São Paulo. jul./set. 2012; 17(3) 6-27

17 área Exposição dos Pôsteres Menção honrosa O nível de trabalhos enviados foi alto. Por isso, a Comissão de Premiação resolveu agraciar o trabalho abaixo pela relevância apresentada. Da esquerda para a direita: Tânia Regina Zeni Diniz, coordenadora da Comissão de Premiação; Lia Jeronimo Romero (3º lugar); Daniela Silva dos Santos(4º lugar); Larissa de Siqueira Gutierres (2º lugar); Maria Lúcia Silva e Sales (1º lugar); Giovana Abrahão de Araujo Moriya (menção honrosa) Pôster Prazo de Validade de Esterilização de Materiais Utilizados na Assistência à Saúde: um Estudo Experimental. Autoras: Giovana Abrahão de Araújo Moriya, Kazuko Uchikawa Graziano. William Pesinato (Fami) entrega o tablet à Daniele Barros, do Amapá Sorteio Além da bagagem de conhecimento, alguns congressistas sócios da SOBECC também levaram prêmios sorteados durante o evento. Ao todo, foram distribuídos, mediante sorteio, os seguintes presentes: dois home theaters; dois microsystems; uma TV LCD, oferecida pela Empresa Brasuture; um tablet oferecido pela empresa Fami. A coordenadora de marketing da Brasuture, Ana Gabriela Cardoso, e o gerente de Vendas, José Carlos Portas, entregam a TV LCD sorteada à enfermeira Marilene de Camargo, da Unicamp Rev. SOBECC, São Paulo. jul./set. 2012; 17(3)

18 Acontece SOBECC Sala Acadêmica apresenta pesquisas de três universidades A orientadora Kazuko Uchikawa Graziano e a pesquisadora Giovana Abrahão de Araújo Moriya. coletânea de pesquisas foi sucesso de público A cada ano, a SOBECC busca inovar nos eventos que realiza. No 8º Simpósio, a Prof a D ra Kazuko Uchikawa Graziano, professora titular do Departamento de Enfermagem Médico-Cirúrgica da Escola de Enfermagem da Universidade de São Paulo, coordenou a Sala Acadêmica, uma atividade que apresentou pesquisas da Universidade de São Paulo (USP), Universidade Federal de Goiás (UFG) e Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). A iniciativa foi um sucesso de público. Vale lembrar também que a Sala Acadêmica tomou emprestado o nome da Prof a Dr a Silma Pinheiro, uma homenagem da SOBECC a esta grande profissional que tanto se dedicou à Enfermagem. Sala Acadêmica Profª Drª Silma Pinheiro Teste de Funcionalidade A programação científica do Congresso também promoveu oficina para o Teste de Funcionalidade do instrumental de alguns materiais utilizados em procedimentos cirúrgicos. O conteúdo foi ministrado em aulas teóricas e práticas, coordenadas pela enfermeira mestre e doutora Giovana Abrahão de Araújo Moriya, com a colaboração do grupo de monitores, que saíram satisfeitos com o interesse dos participantes em aprender. A coordenadora Giovana Moriya e monitores da oficina de Teste de Funcionalidade Aula prática: alunos verificam materiais da rotina cirúrgica 18 Rev. SOBECC, São Paulo. jul./set. 2012; 17(3) 6-27

19 Happy hour julino Representantes das empresas patrocinadoras do happy hour e membros da Diretoria da SOBECC dão boasvindas aos participantes de mais uma animada e descontraída festa. Neste ano, o tema foi festa julina, com carrinho de pipoca, algodão doce e animada quadrilha. Da esquerda para direita: Oswaldo Araujo (Wolf Comercial), Maria Cristina Silva Cruz Garcia (Comercial 3 Albe), Gislene Reis (Mack Medical), Marcia Takeiti e Ligia Garrido Calicchio (SOBECC), Bruno Sotero (B Braun), Humerto Isidoro (Steris) e Marcus Vinicius (Wolf Comercial) Jantar de Confraternização revive anos 70 Mais de mil pessoas compareceram ao Jantar de Confraternização no Hall do Palácio de Convenções do Anhembi, no dia 27 de julho. Neste ano, ao embalo dos anos 70, houve muita descontração e animação durante a festa, que contou com decoração, alimentação de primeira e show com brincadeiras e muita diversão. Confira as fotos no site As diretoras da SOBECC, Ligia Garrido Calicchio e Marcia Hitomi Takeiti, junto com os hosts, na entrada da festa, recepcionando os convidados. Rev. SOBECC, São Paulo. jul./set. 2012; 17(3)

20 Acontece SOBECC Avaliação Pós-evento Origem dos congressistas por Estado (Total: 2177) Estado Quantidade AC 6 AL 5 AM 23 AP 3 BA 56 CE 32 DF 42 ES 42 GO 17 MA 22 MG 109 MS 4 MT 7 PA 7 PB 21 PE 87 PI 13 PR 75 RJ 454 RN 7 RO 14 RR 3 RS 102 SC 35 SE 6 SP 977 TO 2 Não informado 6 Programação Científica supera expectativa Segundo avaliação realizada após o evento, 84% dos congressistas responderam que a programação científica do evento superou as expectativas. Para 12% dos respondentes, a programação atendeu à expectativa, e 4% consideraram que o conteúdo apresentado não correspondeu às expectativas. 20 Rev. SOBECC, São Paulo. jul./set. 2012; 17(3) 6-27

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