Comparação de Ferramentas de Gerencia de Projeto

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1 Comparação de Ferramentas de Gerencia de Projeto Paulo César Gonçalves, Roberto Gonzalez Cardenete, Vitor Ricardo Pires Santos, Italo Valcy, Edivaldo Mascarenhas 1 Departamento de Ciência da Computação Universidade Federal da Bahia (UFBA) Av. Adhemar de Barros, s/n - Campus Universitário de Ondina Salvador - BA - Brazil Resumo. Um importante desafio da engenharia de software é o bom gerenciamento de projetos de software. O gerenciamento de projetos de software abrange todas as fases a que o software está sujeito e, assim, faz-se necessário a adoção de ferramentas para automatizar esse processo. Nesse contexto, o bom gerenciamento do software está condicionado à escolha de boas ferramentas para facilitar e manter a consistência dos processos durante o tempo de desenvolvimento do software. Este trabalho apresenta uma comparação entre duas ferramentas, a saber Project Pier e Red Mine, utilizando como base o documento de processos para gerencia de projetos descrito MPS-BR (parte 1, nível G). 1. Introdução O gerenciamento de projetos de software representa a primeira camada do processo de engenharia de software. O gerenciamento de projetos compreende atividades que envolvem medições, estimativas, análise de erros, programação de atividades, monitoramento e controle. É a aplicação de conhecimentos, habilidades, ferramentas e técnicas em projetos com o objetivo de atingir ou até mesmo exceder as necessidades e expectativas dos clientes e demais partes interessadas do projeto. Gerenciar todas as fases do desenvolvimento de um software manualmente pode se tornar uma tarefa árdua e levar a uma série de erros, além de exigir um tempo considerável do projeto. Para resolver esse problema, tem-se algumas ferramentas que automatizam uma série de atividades rotineiras ao gerenciamento do software. Não obstante, é interessante verificar a qualidade dessas ferramentas e seu nível de completude. Este trabalho busca comparar e avaliar ferramentas de gerência de projetos de software observando características funcionais e não funcionais na tentativa de fornecer uma visão crítica sobre a qualidade e completude de tais ferramentas, fornecendo diretivas para escolha de uma das ferramentas avaliadas ou mesmo facilitando a análise de outras ferramentas baseado nas métricas descritas nesse documento. As ferramentas usadas para a análise são Project Pier [PROJECT-PIER 2009] e Red Mine [REDMINE 2009] e serão avaliadas nas seguintes características: gerenciamento de tarefas, cronogramas, repositório, orçamento, histórico, diagrama de Gantt, PERT/CPM, segurança, suporte a outras ferramentas, consumo de hardware, suporte ao software, aparência, complexidade e instalação.

2 O restante desse trabalho está estruturado da seguinte maneira. A seção 2 apresenta uma visão geral sobre as normas no MPS-BR no que tange à gerência de projetos, algumas daquelas normas foram utilizadas na confecção de critérios de avaliação utilizados nesse trabalho. A seção 3 apresenta as ferramentas que serão avaliadas nesse trabalho. A seção 4 define os critérios para avaliação das ferramentas observando-se características funcionais e não funcionais, além de descrever a metodologia aplicada para comparação. Por fim, a seção 6 discute os resultados obtidos na avaliação das ferramentas. 2. Contextualização Para realizar a comparação entre ferramentas quaisquer é necessário a definição detalhada dos principais requisitos que tais ferramentas devem cumprir antes de iniciar a comparação propriamente dita. Em especial, quando se fala de gerencia de projetos de software, existem uma série de modelos que definem normas para uma maior qualidade no processo de software. Este trabalho fará uso de algumas normas do programa para Melhoria de Processos do Software Brasileiro - MPS-BR [MPS.BR 2006], nível G, processos para gerência de projetos. O MPS-BR tem como objetivo definir um modelo de melhoria e avaliação de processo de software, preferencialmente para as micro, pequenas e médias empresas, de forma a atender as suas necessidades de negócio e a ser reconhecido nacional e internacionalmente como um modelo aplicável à indústria de software. O Modelo de Referência MPS-BR define níveis de maturidade que são uma combinação entre processos e capacidade de processos. Os níveis de maturidade estabelecem patamares de evolução de processos, caracterizando estágios de melhoria de implementação de processos na organização. O nível de maturidade em que se encontra uma organização permite prever seu desempenho futuro em uma ou mais disciplinas. O MPS-BR define sete níveis de maturidade: A (Em Otimização), B (Gerenciado Quantitativamente), C (Definido), D (Largamente Definido), E (Parcialmente Definido), F (Gerenciado) e G (Parcialmente Gerenciado). A escala de maturidade se inicia no nível G e progride até o nível A. Em particular, estaremos interessados no nível G do MPS-BR. O nível G é composto pelos processos de Gerência de Projeto e Gerência de Requisitos satisfazendo os atributos de processo AP 1.1 e AP 2.1. O propósito do Processo Gerência de Projetos (GPR) é identificar, estabelecer, coordenar e monitorar as atividades, tarefas e recursos que um projeto necessita para produzir um produto e/ou serviço, no contexto dos requisitos e restrições do projeto. Dessa forma, usaremos alguns resultados esperados definidos pelas GPRs do nível G do MPS-BR para construir um conjunto de critérios que serão utilizados na avaliação da completude funcional das ferramentas. 3. Ferramentas de gerência de projeto em estudo Esta seção descreve em linhas gerais as ferramentas utilizadas na comparação proposta por esse trabalho, a saber Redmine e ProjectPier Redmine O Redmine [REDMINE 2009] é uma ferramenta de gerência de projetos Open Source implementado em Ruby, utilizando o framework Ruby on Rails. Isso a torna portável,

3 ou seja, a ferramenta roda em sistemas GNU/Linux, Windows, Unix e Mac, direto no browser. Algumas características importantes incluem sua facilidade de instalação, sistema de autenticação, gerencia de tarefas, etc. O sistema tem um suporte ao usuário de alta qualidade, tem um wiki onde tem-se disponível um guia completo sobre a ferramenta, desde a parte de instalação até a parte de migração, além de um tutorial completo sobre as funcionalidades do Redmine. Possui também uma coleção de plugins para aumentar a eficiência do sistema. Esses plugins podem ser instalados no próprio programa na parte repositórios. No Redmine é possivel adicionar uma nova tarefa com as seguintes características: status(nova, completa, etc.), prioridade (normal, alta, urgente, etc.), responsável pela execução da tarefa, data de início, data de término, horas estimadas até a concusão da tarefa e a parcentagem de execução da tarefa. No decorrer do projeto é possivel acompanhar e editar o andamento da atividade. A ferramenta possui gráfico de Gantt e calendário para aconpanhar das atividades, ou seja é possivel acompanhar o cronograma do projeto através de calendário gráfico que marca o dia de começo do projeto e de término. Porém, não existe uma campo específico para se estabelecer os recursos necessários, nem o perfil do membro da equipe, e ainda, só é possível atribuir uma tarefa a um único membro da equipe, além de não poder determinar fases do projeto, ou seja, só é possível dividir o projeto em tarefas individuais. A ferramenta possui um sistema de controle de versões que permite a manutenção de um histórico de mudança nos arquivos de um projeto. Uma seção interessante da ferramenta é a seção "news", onde pode-se colocar notícias sobre o projeto, relatar bugs e até riscos, mas não possui uma parte específica para estimar riscos ou para fazer acompanhamento dos mesmos, nem calcular impacto ou probabilidade de ocorrência. O gerênciamento de recursos humanos é insuficiente, pois só é possível adicionar um usuário, atribuir uma tarefa e a função que o membro vai desempenhar na mesma, porém não há como descrever características e habilidades do usuário. O Redmine não possui estimativa de custo para cada fase ou atividade nem orçamento para o projeto todo. Nem é possível usar dados históricos como base para estimativas para o projeto Project Pier ProjectPieri [PROJECT-PIER 2009] é uma aplicação escrita na linguagem PHP, software livre, criada para gerenciar tarefas, projetos e equipes através de uma intuitiva interface web. O ProjectPier é um fork da ferramenta de colaboração online activecollab, está escrito em PHP5 e baseado em uma base de dados MySQL. Como funciona na web, é um produto multiplataforma, e além disso está disponível em 24 idiomas, garantindo uma disponibilidade muito alta. Sua licença de software livre é a Affero General Public License. ProjectPier começou com a colaboração entre Jon DeGenova, Roland Woldt, e Ryan Cross a principios de Alguns outros desenvolvedores e colaboradores foram colaborando desde então. O fork foi iniciado depois de que o projeto activecollab anunciasse uma mudança em seu modelo comercial onde passa a usar uma licença proprietária, sendo objeto de numerosos protestos dos usuários. O ProjectPier começou para apoiar esses usuários e fornecer um software livre de gerencia de projetos.

4 ProjectPier é bastante diferente de outros software tradicionais de gerencia de projetos: a plataforma permite que equipes pequenas troquem mensagens, listas de tarefas e arquivos rapidamente. Sua instalação é bastante simplificada e automatizada por uma interface web disponibilizada pelo aplicativo. É preciso ter um servidor web configurado, habilitado para execução de scripts PHP, além de um banco de dados. Entre as suas características centrais destacam: Fácil de instalar; Baseado na web: versatilidade, compatibilidade, conforto e potencia da web. Organizado: o Project Pier organiza os projetos em pequenas metas, mensagens, listas de tarefas e arquivos. Confiável: ProjectPier está baseado em tecnologías de código aberto estabelecidas, maduras e confiáveis - PHP5 e MySQL. É rápido, estável e seguro. Comunidade: ProjectPier é desenvolvido por uma comunidade ativa de usuários que compartilham experiências de milhares de projetos de todo o mundo. A característica multicliente permite gerenciar projetos de diferentes clientes de maneira simultanea. Gestão de direitos em 3 níveis. Administrador Usuário da companhia proprietária. Usuário da companhia cliente. Privacidade: As mensagens, tarefas, metas, arquivos e comentários se podem marcar como privados, ocultando informação crítica dos clientes Apesar da facilidade encontrada na instalação da ferramenta, suas deficiências ficaram claras ao longo do uso. Alguns pontos observados envolvem desde a falta de representações visuais das fases do projeto, por exemplo gráfico de Gantt, até características de planejamento de recursos. Ainda, notou-se uma fraca documentação das funcionalidades da ferramenta, dificultando a usabilidade do software. Em resumo, o ProjectPier é uma iniciativa muito interesante, fácil de instalar, usável, visualmente limpa e com características que podem satisfazer muitas necesidades básicas de gerencia de projetos. Ainda assim, precisa de melhorar em muitos aspectos essenciais, como veremos no processo seguinte de análise formal da ferramenta. 4. Metodologia Para avaliar as ferramentas foram usadas opiniões do grupo e os documentos do MPS-BR Guia Geral, MPS-BR Guia de Implementação - Parte 1: Nível G e NBR-ISO-IEC A partir disto foram listadas um conjunto de características relevantes e atribuido um certo valor e peso a cada uma. Nas subseções seguintes, temos definida uma lista com requisitos funcionais e não funcionais para um software de gerenciamento de projetos. Essa lista será utilizada na comparação das ferramentas, conforme metodologia descrita na última subseção Requisitos Funcionais Deve ser analisado se o software tem ou não tem o requisito. 1. Pode-se definir e descrever o escopo do trabalho (relacionado com GPR 1) [PR. ALTA]

5 2. Pode-se dimensionar as tarefas e produtos do trabalho segundo o seu custo, tempo necessário, datas de prazo, prioridade, etc. (relacionado com GPR 2) [PR. ALTA] 3. O projeto pode ser definido e descrito em fases (relacionado com GPR 3) [PR. ALTA] 4. Pode-se estimar o esforço e custo das tarefas e produtos de trabalho, seja mediante referencias técnicas, dados históricos, etc. (relacionado com GPR 4) [PR. ALTA] 5. As estimações melhoram quando há anteriores estimações e segundo os ativos presentes atualmente (pessoal, dinheiro, tecnologia, etc.) (relacionado com GPR 4) [PR. BAIXA] 6. Pode-se estabelecer o orçamento do projeto e marcos de controle para ele, calcular os custos gerais, fazer alterações e revisões, etc. (relacionado com GPR 5) [PR. ALTA] 7. Pode-se estabelecer o cronograma do projeto e também pontos de controle para ele (relacionado com GPR 5) [PR. ALTA] 8. Pode-se determinar, descrever e documentar os riscos de projeto (relacionado com GPR 6) [PR. MEDIA] 9. Pode-se determinar o impacto, probabilidade de ocorrência e prioridade de tratamento para esses riscos de projeto (relacionado com GPR 6) [PR. BAIXA] 10. Há gerenciamento de recursos humanos, estabelecendo perfil e conhecimentos [PR. ALTA] 11. Pode-se a avaliar e ordenar a adequação dos trabalhadores em planilha para as diferentes fases e processos do projeto (relacionado com GPR 7) [PR. MEDIA] 12. Pode-se planejar tarefas, com recursos e ambiente de trabalho necessário para executá-las (relacionado com GPR 8) [PR. ALTA] 13. Há diferentes níveis ou perfis de acesso aos dados do projeto para asegurar a privacidade e segurança (relacionado com GPR 9 e GPR 14) [PR. ALTA] 14. Pode-se estabelecer um plano geral (relacionado com GPR 10) [PR. ALTA] 15. Pode-se estabelecer subplanos específicos dentro do plano geral para o projeto (relacionado com GPR 10) [PR. MEDIA] 16. Há mecanismos para estabelecer metas do projeto e modifica-las se necessário. (relacionado com GPR 11) [PR. ALTA] 17. Há mecanismos para avaliar a viabilidade de atingir as metas do projeto, segundo restrições e recursos disponíveis. (relacionado com GPR 11) [PR. BAIXA] 18. As diferentes partes interessadas podem revisar o plano de projeto (relacionado com GPR 12) [PR. MEDIA] 19. As diferentes partes interessadas podem também propor cambios ou dar a sua conformidade ao plano de projeto (relacionado com GPR 12) [PR. BAIXA] 20. Pode-se monitorar o progresso do projeto para determinar se seus objetivos de qualidade e desempenho serão atingidos (relacionado com GPR 13 e GPR 22) [PR.

6 ALTA] 21. Pode-se documentar e descrever resultados do plano do projeto geral e dos subplanos (relacionado com GPR 13) [PR. ALTA] 22. Pode-se descrever e avaliar os resultados obtidos nos pontos de controle e marcos definidos (relacionado com GPR 5 e GPR 15) [PR. MEDIA] 23. Podem-se registrar problemas e questões (relacionado com GPR 16) [PR. MEDIA] 24. Podem-se informar aos interessados esses problemas e questões, que poderão replicar e informar aos interessados (inclusive quem relata o problema o questão) (relacionado com GPR 16) [PR. BAIXA] 25. Podem-se anotar advertencias ou dicas a diferentes tarefas, planos, subplanos, etc. (relacionado com GPR 16 e GPR 17) [PR. MEDIA] 26. Pode-se também associar essas advertencias ou dicas a problemas ou questões passadas que estam devidamente registradas (relacionado com GPR 16 e GPR 17) [PR. BAIXA] 27. Pode-se definir subprocessos (o seleccionar subprocessos já definidos) para os processos a executar (relacionado com GPR 18) [PR. MEDIA] 28. Pode-se compartilhar experiencias, resultados, medidas, etc. com outras partes interessadas (relacionado com GPR 19) [PR. MEDIA] 29. Pode-se definir objetivos de qualidade e desempenho para cada um dos processos definidos (relacionado com GPR 20) [PR. MEDIA] 30. Os subprocessos existentes que podem ser seleccionados para os processos estam ou podem ser mesurados ou avaliados estatisticamente (relacionado com GPR 21, GPR 23 e GPR 24) [PR. BAIXA] 31. Há um repositório de medidas da organização e podemos incorporar dados estatísticos e de gerencia da qualidade (relacionado com GPR 25) [PR. BAIXA] 32. Possibilidade de manter todos os documentos e códigos fontes em um repositório único [PR. MEDIA] 33. Podem-se visualizar diagramas de Gantt [PR. ALTA] 34. Pode-se aplicar o método PERT/CPM [PR. ALTA] 35. Qualquer alteração no projeto é devidamente monitorada e registrada em um log [PR. BAIXA] 36. Tem compatibilidade e suporte a outras ferramentas: icalendar, Excel, Word, MS Project, dotproject, etc. [PR. BAIXA] Quando falamos que certo requisito está relacionado com GPR X, X sendo um número, entre paréntesis, queremos dizer que se refere à necessidade de um produto software descrita no GPR X do apartado de Gerência de Projeto da Guia Geral (versão 1.2) do MPS-BR - Melhoria de Processo do Software Brasileiro.

7 4.2. Requisitos Não-Funcionais Deve ser analisado a qualidade do requisito. 1. O hardware exigido para rodar o software é acorde às caraterísticas do software [PR. MEDIA] 2. Tem suporte a atualizações [PR. MEDIA] 3. Podem-se enviar relatórios de erros ao desenvolvedor [PR. MEDIA] 4. Existem facilidades para o administrador de rede [PR. BAIXA] 5. A interface Humano-Computador é usável, acessível, intuitiva e sem ambiguidades [PR. MEDIA] 6. A Aparência visual está bem seleccionada e cores e botões são conformes ao tipo de uso do software [PR. BAIXA] 7. O software está disponível em diversas plataformas [PR. BAIXA] 8. O software se instala em conformidade com a documentação de instalação [PR. MEDIA] 4.3. Regras 9. O software está documentado [PR. MEDIA] 10. Tem suporte a diferentes idiomas [PR. MEDIA] 11. Extensibilidade e suporte a plugins [PR. MEDIA] Para cada requisito da lista, definem-se dois variáveis, GR-PRIOR ou grau de importancia ou prioridade do requisito, e GR-IMPLEM ou grau de implementação atingido do requisito neste software. As variáveis, para cada requisito, podem ter os seguintes valores: GR-PRIOR - Essa variável define a prioridade do requisito em questão. Os valores possíveis são: ALTA (3 PONTOS), MEDIA (2 PONTOS) ou BAIXA (1 PONTO); GR-IMPLEM - Esta variável define uma avaliação qualitativa sobre o requisito. Em especial, é verificado o nível de implementação do requisito. Os valores possíveis são: TOTALMENTE (2 PONTOS), PARCIALMENTE (1 PONTO) ou NADA EM ABSOLUTO (0 PONTOS) Definimos o percentual de qualidade da ferramenta, de acordo aos críterios definidos nas seções anteriores, pela seguinte fórmula: P = P ONT UACAO = Σ(GR.P RIOR GR.IMP LEM) P M = P ONT UACAO.MAXIMA = Σ(GR.P RIOR 2) NF = NOT A.F INAL = (P/P M) 100

8 4.4. Aplicação da metodologia Uma vez que já definimos os críterios a serem utilizados na comparação das ferramentas, devemos especificar um conjunto de regras que será seguindo no momento da comparação das ferramentas. Esse conjunto de regras deve ser detalhado e simples o suficiente para que possa ser seguido por outra pessoa em uma segunda análise e os resultados obtidos nessa análise sejam, idealmente, os mesmos que os alcançandos nesse trabalho. Assim, definimos os seguintes passos a serem seguidos para comparação das ferramentas: Instalação das ferramentas que serão comparadas; Preenchimento da tabela de comparação das ferramentas, baseado nos críterios definidos nas seções [?] e [?] (os detalhes da construção da table são discutidos abaixo); Cálculo da porcentagem obtida por cada ferramenta a partir dos valores da distribuição apresentada na tabela construída no item anterior, para isso usa-se a fórmula definida na seção [?]; O resultado obtido anteriormente é o resultado final que será utilizado na comparação das ferramentas, o valor obtido é diretamente proporcional à qualidade da ferramenta. Para o preenchimento da tabela de comparação entre as ferramentas procedeuse da seguinte forma. Uma pessoa ficou responsável pela avaliação de cada ferramenta. Nesse momento foram observados os critérios definidos nas seções [?] e [?] e atribuido uma nota de avaliação daquele critério na ferramenta em questão, fazendo uso das regras definidas. Os avaliadores não mantiveram contato durante essa fase do trabalho para evitar qualquer influência na avaliação de uma ferramenta. Após o preenchimento da tabela e cálculo da porcentagem de qualidade de cada ferramenta, relativo às definições desse trabalho, o grupo deve discutir os números obtidos e proceder a uma interpretação desses números, conforme discutido na conclusão. 5. Estudo e Avaliação 5.1. Redmine Requisitos funcionais A tabela abaixo lista a avaliação da ferramenta Redmine quanto aos requisitos funcionais definidos anteriormente.

9 REQUISITO GR-PRIOR GR-IMPLEM GR-PRIOR x GR-IMPLEM Requisitos não-funcionais Já a tabela abaixo, lista a avaliação da ferramenta Redmine quanto aos requisitos nãofuncionais definidos anteriormente.

10 REQUISITO GR-PRIOR GR-IMPLEM GR-PRIOR x GR-IMPLEM Nota Final Por fim, temos a avaliação final da ferramenta: P = P ONT UACAO = Σ(GR.P RIOR GR.IMP LEM) = 107 P M = P ONT UACAO.MAXIMA = Σ(GR.P RIOR 2) = 188 NF = NOT A.F INAL NF = (P/P M) 100 = (P ONT UACAO/P ONT UACAO.MAXIMA) 100 NF = (93/188) 100 = Project Pier Requisitos funcionais A tabela abaixo lista a avaliação da ferramenta Project Pier quanto aos requisitos funcionais definidos anteriormente.

11 REQUISITO GR-PRIOR GR-IMPLEM GR-PRIOR x GR-IMPLEM Requisitos não-funcionais Já a tabela abaixo, lista a avaliação da ferramenta Project Pier quanto aos requisitos nãofuncionais definidos anteriormente.

12 REQUISITO GR-PRIOR GR-IMPLEM GR-PRIOR x GR-IMPLEM Nota Final Por fim, temos a avaliação final da ferramenta: P = P ONT UACAO = Σ(GR.P RIOR GR.IMP LEM) = 93 P M = P ONT UACAOMAXIMA = Σ(GR.P RIOR 2) = Conclusão NF = NOT A.F INAL = (P/P M) 100 NF = (P ONT UACAO/P ONT UACAO.MAXIMA) 100 NF = (93/188) 100 = O objetivo inicial desse trabalho foi comparar as duas ferramentas descritas, o RedMine e o ProjectPier, de maneira analática e objetiva, atendendo uma série de critérios (requisitos) tanto funcionais como não-funcionais, com a finalidade de detectar os pontos fracos e fortes das mesmas, e decidir sem preconceitos, se for necessário, qual ferramenta seria mais apta e conveniente para ser aplicada no processo de gerencia de projetos de uma organização. Não obstante ao longo do desenvolvimento do trabalho, os autores desenvolveram uma visão crítica na avaliação de ferrementas de software em geral, observando que uma boa definição das características esperadas de uma ferramenta é essencial para esse processo. A partir do estudo, aplicação da metodologia, avaliação e comparação das ferramentas, pode-se inferir que não há diferenças significativas entre as duas ferramentas. Ambas têm numerosas lacunas quanto às necessidades de uma organização, mas não deve-se esquecer que são ferramentas ainda imaturas e em constante evolução e desenvolvimento. Se bem as diferenças não são sumamente importantes, o software RedMine ganha quantitativamente, pois conseguiu pontos de um total de 100. Paralelamente,

13 a nota final do ProjectPier foi de pontos. Pode-se observar que as duas ferramentas ficaram em uma pontuação limite entre o aprovado e o suspenso, o qual denota claramente que não estamos falando sobre produtos extremamente competitivos neste sector ou nicho de mercado. Entre as deficiências principais detetadas em ambas ferramentas destacamos as seguintes: Falta da possibilidade de definir o projeto em suas fases pertinentes. Falta da possibilidade de estimar esforços e custos necessarios das tarefas de projeto, assim como seu orçamento. Em relação aos riscos, embora for possível defini-los, não seria possível determinar o seu impacto, probabilidade de ocorrência e prioridade de tratamento. Não há mecanismos para avaliar a viabilidade de atingir as metas do projeto. As diferentes partes interessadas não podem propor mudanças ou dar a sua conformidade ao plano de projeto, primeiramente porque não se pode marcar dito plano e, segundo, porque as partes interessadas não têm capacidade de opinar (através do software mesmo, claro). Por fim, é importante notar que, ainda com suas limitações, as ferramentas podem servir os propósitos de empresas de tamanho pequeno e projetos de pouca entidade e que têm, certamente, seus pontos fortes, já destacados ao longo do informe. Referências MPS.BR (2006). Melhoria de processo do software brasileiro - guia geral. Disponivel em Ultimo acesso em maio de PROJECT-PIER (2009). Project pier. REDMINE (2009). Redmine.

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