Universidade Estadual Vale do Acaraú CCET - Centro de Ciências Exatas e Tecnologia

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Universidade Estadual Vale do Acaraú CCET - Centro de Ciências Exatas e Tecnologia"

Transcrição

1 Universidade Estadual Vale do Acaraú CCET - Centro de Ciências Exatas e Tecnologia Coordenação de Matemática Mini CursodeIntrodução aor Prof o. Nilton José NevesCordeiro João Paulo Prado Almeida De28 desetembroa03 deoutubro

2 2

3 Sumário 1 O SoftwareR 5 2 Alguns comandos básicos do R 7 3 Matrizes 9 4 Arquivo de Dados 13 5 Estatística Descritiva 15 6 Construíndo Gráficos no R 19 3

4 4 SUMÁRIO

5 Capítulo 1 OSoftware R O R é um software gratuito, isso é, pode ser obtido sem nenhum custo financeiro de direitos autorais. Sua origem é de um software estatístico, mas com atuações de vários colaboradores, o R passou a ser utilizado para fins mais diversificados. No website oficial do R (www.r-project.org), define o software como uma linguagem e ambiente para estatística computacional e gráfica. Podemos obter o R gratuitamente através de vários espelhos existentes em diversos países. No Brasil, por exemplo, podemos conseguir o código fonte em link de instituições como a Fundação Oswaldo Cruz, a Universidade de São Paulo e as Universidades Federais do Paraná e Viçosa. São disponibilizadas constantemente novas versões do software R para as plataformas Windows, Linux e Macintosh, que torna possível o uso em quase todos os microcomputadores. Um dos grandes diferenciais do software é que podemos obter dicas diretamente com membros da equipe do R Core Team, bastando enviar mensagem por (vide link Mailing Lists no website oficial para receber uma sugestão). No mesmo website podemos encontrar manuais com vasto material e uma busca por alguns assuntos e dúvidas mais freqüente.todas as funções e conjuntos de dados do R são armazenados em packages. Isto é feito com muita eficiência e permite a inclusão de novas rotinas e implementações através da contribuição de vários autores de diversas áreas,além da estatística. O uso e a flexibilidade dos packages podem ser visto de maneira acessível em R Developmente Core Team. Considero como as principais qualidades do R: - é um software gratuito e de livre distribuição; - a sua implementação poder ser estendida através de packages adicionais que são continuamente disponibilizados por colaboradores; -épermitida acriaçãoemodificaçãodefunções; - é usado nas plataformas Windows, Linux e Macintosh; - constantemente surgem versões mais atuais e completas; - engloba várias áreas de conhecimento(estatística, Matemática, Matemática Financeita, Atuária, Economia, etc.). 5

6 6 CAPÍTULO 1. O SOFTWARE R

7 Capítulo 2 Alguns comandos básicos do R O comando help(rotina) ou?rotina é utilizado para se obter uma ajuda rápida sobre determinada rotina. A documentação do R pode ser aberta no navegador padrão através do comando help.start(). Para procurar em quais rotinas aparece determinado assunto, deve-se digitar help.search( assunto ). Para instalarmos os pacotes usamos o comando install.packages( nome do pacote ) e para ativar o pacote instalado usamos library(nome do pacote). ORignoratudooqueestiveràdireitadosinal #,interpretandooconteúdocomo um comentário. Considerando que>éaindicação que o R está pronto para receber os comandos e = o operador de igualdade, ilustra-se a de algumas rotinas com os respectivos comentários contendo as explicações: > 2*3+2 3/2 # retorna o valor10 > sqrt(9) #retorna comoresposta araiz quadradede 9 queéovalor 3 > x=2 # armazenando um escalar [1]2 > x=c(1,9,-15,8)# constrói um vetor > x [1] > x=c(-3,x,6)# amplia o vetor anterior > x [1] > c(-3,x,6)#se nãoarmazenanum objeto, oresultado já é apresentado [1] > 1:6#seqüênciade números [1] > 6:1#aocontrário [1] > seq(0,1,0.1)#aseqüênciacomeça em0evai até 1,com espaçamentode0.1 [1] > seq(0.1,1,0.2)# não necessariamente termina em 1 [1] > rep(2,5)#repete o1 o argumento onúmero devezesindicadono2 o argumento [1]

8 8 CAPÍTULO 2. ALGUNS COMANDOS BÁSICOS DO R >rep(c(1,3),4) [1] > c(rep(1,3),rep(0,4)) [1] > rep(c(0,2,5),c(1,3,4))# pode-se utilizar um vetor em cada argumento [1] >x[4] # extrai o4 o elementodex [1]-15 >x[2:4] #extrai do2 o ao4 o elementode x [1]19-15 >x[c(1,3:4)] # extrai os elementos1, 3e4dex [1] >x[-3] # reproduz x sem o3 o elemento [1] >x[-c(1,4)] # reproduz xsem o1 o e o4 o elementos [1]1986 Operação com vetores >x=1:10 #cria um vetor xcom elementosde1a10 >x+2 # retorna a cadaelementodovetor xadicionado2 >sqrt(x) # retorna araiz quadrada decada elementodovetor x >y=1:10 #cria um vetor ycom elementosde1a10 >x+y #soma cadaelementosdo vetor xcom oselementosdovetor y * Se os vetores tiverem tamanhos diferentes, os elementos do menor vetor até atingir o domaiorvetor. > y=c(1,2,3) >x; y; x+y [1] [1]123 [1]

9 Capítulo 3 Matrizes Existem várias maneiras disponíveis para se construir matrizes. As mais simples são por meio dos comandos rbind() e cbind() que empilham escalares, vetores ou matrizes em, respectivamente, linhas e colunas. Outra possibilidade é utilizar o comando matrix() que recebe um vetor e pelo menos uma das dimensões da matriz. Veja os exemplos: > x1=rbind(1:3,c(1,3,-1)) > x1 [,1][,2][,3] [1,]123 [2,]13-1 > x2=cbind(c(1,3),c(0,4)) > x2 [,1][,2] [1,]10 [2,]34 > cbind(x2,x1) [,1][,2][,3][,4][,5] [1,]10123 [2,] > matrix(1:6,nrow=3)#este comando utiliza o argumento byrow com F(False) como padrão.. [,1][,2] [1,]14 [2,]25 [3,]36 > matrix(1:6,ncol=3)#que faz com que o vetor seja preenchido por coluna na matriz [,1][,2][,3] [1,]135 [2,]246 > matrix(1:6,ncol=3,byrow=t) #utilizando a opção T (True), preenche-se por linha 9

10 10 CAPÍTULO 3. MATRIZES [,1][,2][,3] [1,]123 [2,]456 >x1[2,] #extrai a 2alinha dex1 [1]13-1 >x1[,2] #extrai a 2acoluna dex1 [1]23 > x1[,2:3]#extrai uma submatriz de x1 [,1][,2] [1,]23 [2,]3-1 >x1[,-1] #outra maneira [,1][,2] [1,]23 [2,]3-1 > x1[,c(1,3)] #outra submatriz [,1][,2] [1,]13 [2,]1-1 Os sinais+,,,/ e representam as operações básicas de adiçãoo, subtração, multiplicação, divisão e potência.ao utilizar estes sinais entre vetores ou matrizes, a operação é realizada elemento a elemento. O mesmo acontece com logaritmos neperianos e exponenciais, representadas pelas rotinas log() e exp(), repectivamente. A operação A% %B realiza a multiplicação matricial, t(a) transpõe e solve(a) inverte. Ao receber como argumento uma matriz quadrada, a rotina exp() extrai sua diagonal principal. Se, no entanto, receber como argumento um vetor, a rotina criará uma matriz quadrada com os elementos do vetor na diagonal principal. Por fim, se a rotina receber como argumento um número n, uma matriz identidade de ordem n é retornada. > x1=matrix(1:9,nrow=3) > x2=matrix(9:1,nrow=3) >t(x1) [,1][,2][,3] [1,]123 [2,]456 [3,]789 >x1 [,1][,2][,3] [1,]147 [2,]258 [3,]369 >x2

11 11 [,1][,2][,3] [1,]963 [2,]852 [3,]741 > x1*x2 [,1][,2][,3] [1,]92421 [2,] [3,] > x1%*%x2 [,1][,2][,3] [1,] [2,] [3,] > solve(x1*x2) [,1][,2][,3] [1,] [2,] [3,] > diag(x1) [1]159 > diag(c(1,3,4)) [,1][,2][,3] [1,]100 [2,]030 [3,]004 > diag(2.5) [,1][,2] [1,]10 [2,]01 Nomear linhas e colunas de uma matriz > x=matrix(1:10,5) >dimnames(x)=list(c( a1, a2, a3, a4, a5 ),c( b1, b2 ))#nomeialinhasecolunas

12 12 CAPÍTULO 3. MATRIZES

13 Capítulo 4 Arquivo de Dados Para ilustrar as pontencialidades do programa R, será usado o arquivo de dados tratamento1.txt. Inicialmente será carregado o pacote foreign, que permitirá importar arquivos de diversos outros programas. Importando arquivo de dados > require(foreign) # carregar o pacote foreign (não necessariamente para arquivos tipo textos). > d=read.table( /home/aluno/r/tratamento1.txt,hearder=true) # Ler o arquivo tratamento1.txt > d#mostrar na telaoarquivo Criando Arquivo de Dados HámaisdeumamaneiradecriarumarquivodedadosnoR.Apresentaremosduas delas Função: scan() Procedimento: Digite a função e aperte a tecla ENTER. O programa esperará pela entradado valor. AcadavaloraperteateclaENTER;parafinalizaraperteaENTER duas vez. Abaixo é mostrado um exemplo. > m=scan() 1:10 2:20 3:30 4:40 5:50 6: Read5items > m [1] > is.vector(m) [1] TRUE > p=scan() 1:

14 14 CAPÍTULO 4. ARQUIVO DE DADOS 2: 200 3: 300 4: 400 5: 500 6: Read8items >p [1] > is.vector(p) [1] TRUE Podemos agora, fazer uso da função data.frame para criar o arquivo de dados. > dados=data.frame(m,p) >dados m p Vejamos uma forma mais conviniete: > dados=edit(data.frame()) # Criar um data.frame em branco para edição. > dados=edit(dados) # para editarmos dados Salvando Arquivo de dados Função: write.table() > write.table(d, /home/aluno/r/teste.txt ) >?write.table # Obtem ajuda para a função. Mais sobre arquivos de dados Para importa arquivos da planilha EXCEL salve a planilha com formato do tipo texto formatado (separado por espaços) (a extensão será.prn) ou CSV(separado por vírgula) ou CSV(MS-DOS). A leitura(importação) do arquivo pelo R pode ser feita pela função read.table. Veja exemplos abaixo: > dados1=read.table( /home/aluno/r/teste.prn,dec=, ); dados1 # Se o arquivo tiver cabeçalho, acrescente a opção header=true. > dados2=read.table( /home/aluno/r/teste.csv,dec=,,sep= ; ); dados2 Nocasodosformatos CSV,oarquivoésalvo(noExcel)usandocomo separadorde registro o ponto-e-vírgula. Por isso, na leitura pelo R, usa-se a opção sep para importar de forma conveniente. Se o arquivo tiver cabeçalho, acrescente a opção header=true. Para salvararquivos de dadosdornoformato de planilhaexcel, faça: > write.table(d,file= /home/aluno/r/teste.csv, sep= ;, row.names=false)

15 Capítulo 5 Estatística Descritiva fazer a leitura do arquivo, caso não tenha sido feita anteriormente. > d=read.table( /home/aluno/r/tratamento1.txt, header=true, dec=, ) > d=edit(d)# Apresenta os dados na tela(planilha) > attach(d) # Anexa o objeto d; permite acessar o arquivo de dado pelo nome das variáveis. > names(d)# Mostrar os objetos (nomes das variáveis) associadas a d. > str(d) #mostra aestrutura doarquivo > summary(rede) # Quartis, mínimo e mázimo # Se o arquivo não estiver anexado (attach(d)) é necessário usar o nome do arquivo seguido do símbolo $ antes do nome da variável: summary(d$rede). > range(rede)# mínimo e máximo > min(rede);max(rede) > quantile(rede)# Quartis > quantile(rede,probs=seq(0,1,0.10)) Decis; a opção probs permite obter os percentis. > mean(rede)# Média aritmética de cada variável rede > mean(rede, na.rm=true) # Média aritmética da variável rede, excluíndo os possíveis dados perdidos > mean(rede, trim=0.05)# Média aritmética aparada(5%) > mean(d)#médiaaritmética de todasasvariáveis doarquivo d. > mean(d[,2:4])# Média aritmética das variáveis(colunas) 2 até 4. # Um exemplo como Média ponderada. > notas=c(5,6,9) > pesos=c(1,2,3) > weighted.mean(notas,pesos) > sd(rede); var(rede)# Desvio-padrão e variância Tabela de frequêcia Adicioneaoarquivodavariávelsetorcom calores fecheaplanilha. Para isso, use ocódigo abaixo > d=edit(d) > str(d) #ver aestrutura doarquivo > d$setor=as.factor(d$setor) # Setor é uma variável qualitativa ( factor ) > levels(setor)=c( r1, r2, r3, r3 ) 15

16 16 CAPÍTULO 5. ESTATÍSTICA DESCRITIVA >str(d) >attach(d) > table(setor) # Tabela de frequência > prop.table(table(setor)) # obetendo precentuais para a tabela acima. > t=as.data.frame(table(setor)) No exemplo acaima, o objeto resultante da table(setor) (tipo array) é lido como um data.frame e armazenado em tab. > t1= cbind(t, perc =t[,2]/sum(t[,2])*100) # acrescentando percentuais. > t1=cbind(t, perc =round(t[,2]/sum(t[,2])*100,2))# Função round: controla o nume de casas decimais. O primeiro argumento é o valor a ser arrendondado e o segundo é o número de casas decimais. >str(t1) # Verifica a estrutura doobjeto t1 > print(t1,digits=2) > y=tapply(pea, setor, mean)# retorna a média da variável pea para cada valor(categoria) da variável setor. > barplot(y) # Gráfico de colunas Adicioneaoarquivodavariávelsubsetorcom valores >d=edit(d) > d$subsetor=as.factor(d$subsetor) > levels(d$subsetor)=c( sub1, sub2 ) >attach(d) > tapply(pea,list(setor,subsetor),mean) No exemplo acima, a média da variável pea é apresentada para cada combinação dos valores(categorias) das variáveis setor e subsetor. > tapply(passo,list( setor =setor, subsetor ),length) # Tabela de dupla entrada Noexemploacima,afunçãolengthretornaonúmerodecasosdavariávelpeapara cada combinação dos valores(categorias) das variáveis setor e subsetor. > addmargins(table (setor,subsetor)) # substituímos ftable por table > ftable=(setor,subsetor) # Tabela de Contingência > ftable=(titanic, row.vars=1:2, col.vars= Survived ) # Outro exemplo com ftable. > help(titanic)# Informações sobre o arquivo de dados Titanic > require(nlme) > data(orthodont) > help(orthodont) >x=ftable(orthodont[c( age, Sex )]) > d1=edit(orthodont) # Faça alteralções no arquivo >x=table(d1[( age, Sex )]) > addmargins(x) Função: aggregate() Esta função estabelece subgrupos de dados e calcula estatísticas para cada um deles. Use o R para reproduzir(digitar) o arquivo abaixo:

17 17 As variáveis do arquivo mostrado acima são: região(reg), indústria(ind), setor(set), pressão(pres), nível de carbono(carb) e temperatura(temp) > dados=edit(data.frame()) > dados > write.table(dados, /home/aluno/aggr.txt,sep=,row.names=false) > attach(dados) > y=aggregate(dados[,3:5], list( reg =reg, ind =ind), FUN=mean)# para combinação dasvariáveisregeindécalculadaamédiaaritmética dasvariáveis(colunas) 3,4e5do data.frame dados. > print(agrregate(dados[,3:5], list( reg =reg, ind =ind), FUN=mean), digits=3) # Uma opção para controlar o número mínimo de dígitos significativos a serem impressos para a função especificada. > options(digits=6) # muda o número mínimo de dígitos significativos a serem impressos para os resultados posteriores. O default é digits=7.

18 18 CAPÍTULO 5. ESTATÍSTICA DESCRITIVA

19 Capítulo 6 Construíndo Gráficos no R Funções gráficas de alto nível UmadasfunçõesmaisusadasnoRéafunçãoplot(),queéumafunçãogenéricaeo tipodegráficoqueécriadodependedotipooudaclassedoprimeiroargumentodado àfunção. Se x e y são vetores, plot(x,y) cria um gráfico de pontos ou diagrama de dispersão de y em função de x. O mesmo efeito é obtido dando apenas um argumento ou uma lista contendo doiselementos xeyou uma matriz de duascolunas. plot(x,y) Sexéumasériedeobservaçãoaolongodotempo,estecomandoproduzumgráfico desérietemporal;sexéumvetornumérico,ocomandocriaumgráficodosvaloresdo vetor sobre os respectivos índices; se x é um vetor complexo, é produzido um gráfico da parte imaginária versus a parte real dos elementos. plot(x) Argumentos das funções gráficas de alto nível É possível definir uma série de argumentos para as funções gráficas de alto nível, entre os quais: add= TRUE Obriga a portar-se como se tratasse de uma função de baixo nível, de modo que o gráfico criado será sobreposto ao gráfico atual, em vez de o apagar previamente, ressaltando que só está disponível para algumas funções. axes=false Elimina os eixos. Esta opçãoéútil para quem a defina, e personalize os eixos com a função axes(). Por definição a opção é axes=true que define automaticamente os eixos. log= x log= y log= xy Transforma o eixo x, o eixo y ou ambos, em escala logarítmica. Não funciona em alguns tipos de gráficos. type= Este argumento controla o tipo de gráfico produzido, de acordo com as seguinte especificações: type= p Representa os pontos individualmente(por definição) type= l Gráfico de linhas type= b Pontos unidos por linha type= o Pontos e linhas, com estas sobrepostas aos pontos 19

20 20 CAPÍTULO 6. CONSTRUÍNDO GRÁFICOS NO R type= h Representa linhas verticais desde os pontos ao eixo x=0, assim teremos um gráficos conhecido por hastes. type= n Não se produz qualquer gráfico; são apenas desenhados os eixos (por definição) e são representadas as coordenadas de acordo com os dados. xlab = string ylab = string Definem os nomes para os eixos x e y, respectivamente, para substituição dos nomes definidos por definição, que normalmente são os nomes dos objetos utilizados para acriaçãodográfico. main=string Define o título do gráfico, colocando-o no topo, em letras de tamanho grande. sub=string Define o subtítulo do gráfico, colocando-o abaixo do eixo x em letras de tamanho pequeno. Funções gráficas de baixo nível Pode acontecer que algumas funções gráficas de alto nível não produzam exatamenteotipodegráficopretendido. Nessecaso,oscomandosdebaixonívelpodemser usados para adicionar informações, tal como pontos, linhas ou texto ao gráfico atual. Algumas das funções de baixo nível mais usadas são: points(x,y) lines(x,y) Acrescenta pontos ou linhas no gráfico atual. A opção type da função plot() pode ser usada nesta função(os valores pré-definidos são p para points() e l para lines()). text(x,y,...) Acrescenta texto aoponto (x,y) legend(x,y,...) Aplica a legenda ao gráfico atual, na posição especificada. As fontes a usar, estilo de linhas, cores, etc., são definidos no vetor legenda. Especificando algumas características, tais como se segue: legend(...,fill= ) Cores de preenchimento; legend(...,col= )Corespara linhasou pontos; legend(...,lty= )Tipodelinha; legend(...,lwd= )Espessura dalinha; Ressaltandoqueaescolha da cor deveserdefinida eminglês. title(main,sub) Aplica o título principal, main, na parte superior do gráfico, em caracteres grandes e o subtítulo, sub, na parte inferior, em fontes menores.

21 21 Produzindo Gráficos no ambiente R De posse dos conteúdos apresentado neste trabalho, produziremos alguns gráficos no software R. Gráficos de pontos individuais Quando definimos um objeto x, como vetor numérico, a função plot(x) fará por definição, pontos do tipo para cada valor. Para especificar o tipo de ponto, utilizaremos o argumento pch, que utiliza 25 (vinte e cinco) caracteres pré-estabelecido, conforme mostra o quadro abaixo, ou qualquer caractere entre aspas. Gráficos em linha Para transformar o gráfico de pontos individuais para gráfico de linha, basta acrescentar o argumento type= l e para melhorarmos o visual do gráfico, faremos uso do argumento col para definir a cor da linha do gráfico, sabendo que por definição do próprioprogramaéacorpreta(black). Segueoexemplodecomandosparaumgráfico de linha azul. > x=c(10,15,30,20,25) > plot(x,type= l,col= blue ) Gráficos de colunas O R utiliza a função barplot() para a construção de gráficos de colunas. São adicionadas título e subtítulo com o comando title(main,sub) e texto ou etiqueta no gráfico com o comando text() (este deveremos informar as coordenadas para que o caractere central do texto ou etiqueta deve aparecer). Com os argumentos density e angle pode-se preencher com textura as colunas do gráfico. O argumento density define quantas retas cabem em uma parte da coluna,

22 22 CAPÍTULO 6. CONSTRUÍNDO GRÁFICOS NO R caso esse número seja 0 (zero), não terá nenhuma reta e conforme o número seja maior, maisretas caberão. Oargumentoangledefineoânguloemqueasretasserão traçadas. >x=c(10,15,30,20,25) >barplot(x, density=c(15,10,5,25,3),angle=c(10,30,15,60,90)) >title(main= Titulo do Gráfico,sub= Subtítulo do Gráfico ) >text(2,20, Texto para exemplificar ) Gráficos de barras Assim como o gráfico de colunas é parecido com o gráfico de barras, os comandos nortambémosão,adiferençaqueoargumentohorizserádefinocomotrue,poispor definição é False. Os textos que devem aparecer nos eixos podem ser definidos pelos os argumentos xlab eylab, respectivamente, eixoxeeixo y. Caso seja necessário o uso de gráficos de colunas conjugadas, o uso do argumento beside=true, assim as colunas ficaram ao lado, de acordo com os dados atribuídos no vetor. Com os mesmos comandos do exemplo anterior e acrescentando os argumentos horiz, xlab e ylab, construiremos o gráfico gerado pelos comandos: >x=c(10,15,30,20,25) >barplot(x,horiz=true,density=c(15,10,5,25,3),angle=c(10,30,15,60,90),xlab= Eixo +dox, ylab= EixodoY ) >title(main= Título do Gráfico, Subtítulo do Gráfico ) >text(2,20, Texto para exemplificar ) Gráficos de setor A função pie() produz o gráfico de setor ou pizza e assim como algumas outras funções, ela aceita o argumento main e sub, para adicionarmos o título e o subtítulo, o argumento col para definir as cores de cada setor e o argumento label para nomear os setores da circunferência, quando for label=na, não adicionará nenhum nome aos setores. Paraaplicarumalegendaseránecessárioafunçãolegend(x,y,...),ondeoparordenado (x,y) indica onde o quadro da legenda irá aparecer e o argumento fill preenche com as cores esses quadrados. Teremos um gráfico de setor dos comandos abaixo: > x=c(10,15,30,20,25) >pie(x,col=c( green, red, light blue, yellow, orange ),main= Título do +Gráfico,sub= Subtítulo do Gráfico, label=c( Brasil, Bolivia, Argentina, + México, Chile )) >legend(0.8,1, c( Brasil, Bolivia, Argentina, México, Chile ),

23 23 +fill=c( green, red, lightblue, yellow, orange )) Histograma A função hist() produz o histograma, que é uma distribuição de freqüência, como já vimos. O histograma produzido conforme o comando abaixo: > x=c(rep(5,10),rep(6.5,4),rep(7.5,8),rep(8.5,3),rep(9.5,1)) > hist(x, main= Histograma das média de outubro de 2008,xlab= Médias,ylab= + Quantidade de Alunos )

UFERSA Universidade Federal Rural do Semi-Árido. R Project R Project Criando e manipulando objetos.

UFERSA Universidade Federal Rural do Semi-Árido. R Project R Project Criando e manipulando objetos. UFERSA Universidade Federal Rural do Semi-Árido R Project R Project Criando e manipulando objetos. Conteúdo 1 2 3 Iniciando o R Manipulando Objetos Objetos especiais Introdução O R é uma importante ferramenta

Leia mais

Linguagem R R-Gui e R-Commander

Linguagem R R-Gui e R-Commander Linguagem R R-Gui e R-Commander 1 INSTALAÇÃO DO PROGRAMA BÁSICO E PACOTES O sistema é formado por um programa básico (R-Gui) e muitos pacotes com procedimentos adicionais. Tudo é gratuito e com código

Leia mais

Linguagem R R-Gui e R-Commander

Linguagem R R-Gui e R-Commander Linguagem R R-Gui e R-Commander 1 INSTALAÇÃO DO PROGRAMA BÁSICO E PACOTES O sistema é formado por um programa básico (R-Gui) e muitos pacotes com procedimentos adicionais. Tudo é gratuito e com código

Leia mais

Software R - introdução

Software R - introdução Software R - introdução Monitoria de Econometria Avançada Paloma Vaissman Uribe Como instalar o software R O R é um software livre para análise estatística que está disponível para as plataformas UNIX,

Leia mais

Capítulo 2. A Linguagem R. Gustavo Mello Reis José Ivo Ribeiro Júnior. Universidade Federal de Viçosa Departamento de Informática Setor de Estatística

Capítulo 2. A Linguagem R. Gustavo Mello Reis José Ivo Ribeiro Júnior. Universidade Federal de Viçosa Departamento de Informática Setor de Estatística Capítulo 2 A Linguagem R Gustavo Mello Reis José Ivo Ribeiro Júnior Universidade Federal de Viçosa Departamento de Informática Setor de Estatística Viçosa 2007 Capítulo 2 A Linguagem R Gustavo Mello Reis

Leia mais

Probabilidade e Estatística I Antonio Roque Aula 8. Introdução ao Excel

Probabilidade e Estatística I Antonio Roque Aula 8. Introdução ao Excel Introdução ao Excel Esta introdução visa apresentar apenas os elementos básicos do Microsoft Excel para que você possa refazer os exemplos dados em aula e fazer os projetos computacionais solicitados ao

Leia mais

CICLO DE APERFEIÇOAMENTO PROFISSIONAL DOS SERVIDORES MUNICIPAIS DE MARICÁ- RJ EDITOR DE TEXTO - WORD

CICLO DE APERFEIÇOAMENTO PROFISSIONAL DOS SERVIDORES MUNICIPAIS DE MARICÁ- RJ EDITOR DE TEXTO - WORD Faculdade de Administração, Ciências Contábeis e Turismo Pós-Graduação em Gestão de Negócios CICLO DE APERFEIÇOAMENTO PROFISSIONAL DOS SERVIDORES MUNICIPAIS DE MARICÁ- RJ EDITOR DE TEXTO - WORD EMENTA

Leia mais

Módulo III. Folhas de Cálculo

Módulo III. Folhas de Cálculo Módulo III Ferramentas do Office Folhas de Cálculo Ferramentas de produtividade 1 Folhas de Cálculo O que é: Uma Folha de Cálculo é, por tradição, um conjunto de células que formam uma grelha ou tabela

Leia mais

Lidar com números e estatísticas não é fácil. Reunir esses números numa apresentação pode ser ainda mais complicado.

Lidar com números e estatísticas não é fácil. Reunir esses números numa apresentação pode ser ainda mais complicado. , ()! $ Lidar com números e estatísticas não é fácil. Reunir esses números numa apresentação pode ser ainda mais complicado. Uma estratégia muito utilizada para organizar visualmente informações numéricas

Leia mais

Oficina de MATLAB Nível Básico Aula 1

Oficina de MATLAB Nível Básico Aula 1 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA CAMPUS SÃO JOSÉ SANTA CATARINA Oficina de MATLAB Nível Básico Aula 1 Prof. Jeremias

Leia mais

Resumo da Matéria de Linguagem de Programação. Linguagem C

Resumo da Matéria de Linguagem de Programação. Linguagem C Resumo da Matéria de Linguagem de Programação Linguagem C Vitor H. Migoto de Gouvêa 2011 Sumário Como instalar um programa para executar o C...3 Sintaxe inicial da Linguagem de Programação C...4 Variáveis

Leia mais

ÍNDICE... 2 INTRODUÇÃO... 3. A série... 3

ÍNDICE... 2 INTRODUÇÃO... 3. A série... 3 WORD 2007 E 2010 ÍNDICE ÍNDICE... 2 INTRODUÇÃO... 3 A série... 3 01 CAPTURAS DE TELA WORD 2010... 3 02 IMAGENS 2007/2010... 5 03 NOTAS DE RODAPÉ... 13 04 NUMERAÇÃO DE PÁGINAS... 15 05 CONTAR PALAVRAS...

Leia mais

O que é o R? Introdução à Aplicação. Iniciar uma sessão de R. Instalar o R. Comandos elementares. RGui

O que é o R? Introdução à Aplicação. Iniciar uma sessão de R. Instalar o R. Comandos elementares. RGui O que é o R? Departamento de Ciências e Engenharia de Biossistemas Agrupamento de Matemática Matemática II Introdução à Aplicação 2012/2013 (F. Valente e M. Mesquita) É um conjunto integrado de ferramentas

Leia mais

ÍNDICE... 2 INTRODUÇÃO... 4

ÍNDICE... 2 INTRODUÇÃO... 4 Mic crosoft Excel 201 0 ÍNDICE ÍNDICE... 2 INTRODUÇÃO... 4 Interface... 4 Guias de Planilha... 5 Movimentação na planilha... 6 Entrada de textos e números... 7 Congelando painéis... 8 Comentários nas Células...

Leia mais

Microsoft Excel 2003

Microsoft Excel 2003 Associação Educacional Dom Bosco Faculdades de Engenharia de Resende Microsoft Excel 2003 Professores: Eduardo Arbex Mônica Mara Tathiana da Silva Resende 2010 INICIANDO O EXCEL Para abrir o programa Excel,

Leia mais

Lista de Funções do R

Lista de Funções do R Lista de Funções do R Esta é apenas e tão somente uma lista das funções utilizadas nesse curso introdutório. Glossário Antes da lista de funções per se, faz-se necessário apresentar o glossário dos termos

Leia mais

1.4.4 Configurar serviços de armazenamento

1.4.4 Configurar serviços de armazenamento 1.4.4 Configurar serviços de armazenamento Esta versão do Office permite guardar os documentos na nuvem do OneDrive, de modo que possa posteriormente aceder aos seus conteúdos a partir de qualquer dispositivo

Leia mais

Apostila do Minicurso: Software R

Apostila do Minicurso: Software R Universidade do Estado do Rio de Janeiro UERJ Instituto de Matemática e Estatística Departamento de Estatística Projeto: Software Livre para Alunos de Estatística IX SEMANA DE ESTATÍSTICA DA UERJ 3 rd

Leia mais

Delphi 7 Aula 01 Área do Triângulo

Delphi 7 Aula 01 Área do Triângulo Delphi 7 Aula 01 Área do Triângulo Prof. Gilbert Azevedo da Silva I. Objetivos Conhecer o Ambiente Integrado de Desenvolvimento (IDE) do Delphi 7, Desenvolver a primeira aplicação no Delphi 7, Aprender

Leia mais

RESUMO DA AULA PRÁTICA DE EXCEL

RESUMO DA AULA PRÁTICA DE EXCEL PARA CONSTRUIR TABELAS: RESUMO DA AULA PRÁTICA DE EXCEL Vai em ; Em seguida irá abrir a janela: Na parte Selecione os dados ou somente a variável que deseja analisar, por exemplo: Em seguida marque a opção

Leia mais

1. Tipos de variáveis e organização dos dados

1. Tipos de variáveis e organização dos dados 1. Tipos de variáveis e organização dos dados 2012 1.1 ARREDONDAMENTO Algarismo significativo é qualquer algarismo sobre o qual temos certeza na sua determinação. Em inglês: significant digit ou significant

Leia mais

Informática para concursos 1

Informática para concursos 1 Informática para concursos 1 BrOffice.org Calc Conhecimentos gerais (teoria) Arquivo: Pasta de Trabalho (arquivo de planilhas) Extensão: ods (podemos salvar como pdf, xls e etc) Planilhas: 3 (padrão) Uma

Leia mais

Gerente de Tecnologia: Ricardo Alexandre F. de Oliveira Marta Cristiane Pires M. Medeiros Mônica Bossa dos Santos Schmid WORD 2007

Gerente de Tecnologia: Ricardo Alexandre F. de Oliveira Marta Cristiane Pires M. Medeiros Mônica Bossa dos Santos Schmid WORD 2007 WORD 2007 PREFEITURA DO MUNICÍPIO DE LONDRINA SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO GERÊNCIA DE TECNOLOGIA Gerente de Tecnologia: Ricardo Alexandre F. de Oliveira Marta Cristiane Pires M. Medeiros Mônica Bossa

Leia mais

Tutorial do Iniciante. Excel Básico 2010

Tutorial do Iniciante. Excel Básico 2010 Tutorial do Iniciante Excel Básico 2010 O QUE HÁ DE NOVO O Microsoft Excel 2010 é um programa de edição de planilhas eletrônicas muito usado no mercado de trabalho para realizar diversas funções como;

Leia mais

Excel para concursos Prof. André Aparecido da Silva Disponível em: http://www.oxnar.com.br/aulas

Excel para concursos Prof. André Aparecido da Silva Disponível em: http://www.oxnar.com.br/aulas Excel para concursos Prof. André Aparecido da Silva Disponível em: http://www.oxnar.com.br/aulas São as principais fórmulas do Excel: Soma; Multiplicação; Mínimo; Máximo; condição SE; Média; PROCV. Porém,

Leia mais

Microsoft Office Excel 2007

Microsoft Office Excel 2007 1 Microsoft Office Excel 2007 O Excel é um programa dedicado a criação de planilhas de cálculos, além de fornecer gráficos, função de banco de dados e outros. 1. Layout do Excel 2007 O Microsoft Excel

Leia mais

Universidade Federal de Santa Catarina CAPÍTULO 6 GRÁFICOS NO EXCEL.

Universidade Federal de Santa Catarina CAPÍTULO 6 GRÁFICOS NO EXCEL. CAPÍTULO 6 GRÁFICOS NO EXCEL. Um gráfico no Excel é uma representação gráfica dos números de sua planilha - números transformados em imagens. O Excel examina um grupo de células que tenham sido selecionadas.

Leia mais

O GEM é um software 100% Web, ou seja, você poderá acessar de qualquer local através da Internet.

O GEM é um software 100% Web, ou seja, você poderá acessar de qualquer local através da Internet. Olá! Você está recebendo as informações iniciais para utilizar o GEM (Software para Gestão Educacional) para gerenciar suas unidades escolares. O GEM é um software 100% Web, ou seja, você poderá acessar

Leia mais

Práticas Empresariais em Excel. Professor: Pádua

Práticas Empresariais em Excel. Professor: Pádua Práticas Empresariais em Excel Professor: Pádua SUMÁRIO 1 FÓRMULAS... 4 2 FUNÇÕES... 5 2.1 Data e hora... 5 2.1.1 Hoje... 5 2.1.2 Dia, Mês e... 5 2.1.3 Agora... 5 2.1.4 Hora, Minuto e Segundo... 5 2.2

Leia mais

Aplicações Computacionais em Exploração e Análise de Dados: Visualização Descritiva

Aplicações Computacionais em Exploração e Análise de Dados: Visualização Descritiva Aplicações Computacionais em Exploração e Análise de Dados: Visualização Descritiva Leandro Vitral Andraos (Bolsista IC, Departamento de Estatística, UFJF) Marcel de Toledo Vieira (Professor, Departamento

Leia mais

Algoritmos com VisuAlg

Algoritmos com VisuAlg Algoritmos com VisuAlg Prof Gerson Volney Lagemann Depto Eng de Produção e Sistemas UDESC - CCT Algoritmos com VisuAlg Introdução A linguagem VisuAlg é simples, seu objetivo é disponibilizar um ambiente

Leia mais

Dicas para usar melhor o Word 2007

Dicas para usar melhor o Word 2007 Dicas para usar melhor o Word 2007 Quem está acostumado (ou não) a trabalhar com o Word, não costuma ter todo o tempo do mundo disponível para descobrir as funcionalidades de versões recentemente lançadas.

Leia mais

Vetores, Matrizes e Gráficos

Vetores, Matrizes e Gráficos Programação de Computadores I UFOP DECOM 2013 2 Aula prática 3 Vetores, Matrizes e Gráficos Resumo Nesta aula você irá utilizar vetores para resolver diversos tipos de problemas. Para expressar a solução

Leia mais

Excel MATERIAL COMPLEMENTAR 1º ANO TECNOLOGIAS APLICADAS AOS NEGÓCIOS

Excel MATERIAL COMPLEMENTAR 1º ANO TECNOLOGIAS APLICADAS AOS NEGÓCIOS TECNOLOGIAS APLICADAS AOS NEGÓCIOS MATERIAL COMPLEMENTAR 1º ANO PROFESSOR: JOÃO SOBRENOME Excel 2015 Este material complementar apresenta a descrição de alguns recursos e comandos relacionados à elaboração

Leia mais

2008 mdsaraiv@umich.edu. Mini-manual do SAS

2008 mdsaraiv@umich.edu. Mini-manual do SAS Mini-manual do SAS Este mini-manual do SAS tem a finalidade de apenas ensinar alguns comandos de estatísticas comuns e dar possibilidade de se iniciar a manusear dados. Abrindo o SAS A inteface do SAS

Leia mais

Folha de cálculo. Excel. Agrupamento de Escolas de Amares

Folha de cálculo. Excel. Agrupamento de Escolas de Amares Folha de cálculo Excel Agrupamento de Escolas de Amares Índice 1. Funcionalidades básicas... 3 1.1. Iniciar o Excel... 3 1.2. Criar um livro novo... 3 1.3. Abrir um livro existente... 3 1.4. Inserir uma

Leia mais

Universidade de São Paulo/Faculdade de Saúde Pública Curso de Saúde Pública Disciplina: HEP 147 Informática I. Aula Excel

Universidade de São Paulo/Faculdade de Saúde Pública Curso de Saúde Pública Disciplina: HEP 147 Informática I. Aula Excel Universidade de São Paulo/Faculdade de Saúde Pública Curso de Saúde Pública Disciplina: HEP 147 Informática I Aula Excel O que é o Excel? O Excel é um aplicativo Windows - uma planilha eletrônica - que

Leia mais

2. ENTRADA DE DADOS 2.1. TEXTOS

2. ENTRADA DE DADOS 2.1. TEXTOS 2. ENTRADA DE DADOS Os dados digitados em uma célula são divididos em duas categorias principais: constantes ou fórmulas. Um valor constante é um dado digitado diretamente na célula e que não é alterado.

Leia mais

FEMA Fundação Educacional Machado de Assis INFORMÁTICA Técnico em Segurança do Trabalho P OW ERPOI NT. Escola Técnica Machado de Assis Imprensa

FEMA Fundação Educacional Machado de Assis INFORMÁTICA Técnico em Segurança do Trabalho P OW ERPOI NT. Escola Técnica Machado de Assis Imprensa P OW ERPOI NT 1 INTRODUÇÃO... 3 1. Iniciando o PowerPoint... 3 2. Assistente de AutoConteúdo... 4 3. Modelo... 5 4. Iniciar uma apresentação em branco... 6 5. Modo de Exibição... 6 6. Slide Mestre... 7

Leia mais

CRUZAMENTO DE VARIÁVEIS, ANÁLISE BIVARIADA E GRÁFICOS

CRUZAMENTO DE VARIÁVEIS, ANÁLISE BIVARIADA E GRÁFICOS Sphinx APRENDIZ - p.201 8 ANÁLISES CRUZADAS E MÚLTIPLAS CRUZAMENTO DE VARIÁVEIS, ANÁLISE BIVARIADA E GRÁFICOS O sistema permite que sejam feitos cruzamentos dos mais diversos tipos de variáveis. Os cruzamentos,

Leia mais

1 Revisão: Construção de fórmulas

1 Revisão: Construção de fórmulas 1 Revisão: Construção de fórmulas Vinicius A. de Souza va.vinicius@gmail.com São José dos Campos, 2011. 1 Sumário Tópicos em Microsoft Excel 2007 Introdução...3 Como efetuar uma operação...3 Construindo

Leia mais

Microsoft Excel 2007

Microsoft Excel 2007 Microsoft Excel 2007 O Microsoft Excel é um aplicativo para a construção e edição de planilhas eletrônicas, que permite o trabalho com: formulários, tabelas, gráficos e outros. 2.1 CONCEITOS INICIAIS:

Leia mais

Formato de mais fácil utilização para se importar questões para o ambiente do PORTAL

Formato de mais fácil utilização para se importar questões para o ambiente do PORTAL 2010 1 4-IMPORTAR LIÇÕES Essa função permite que o professor carregue um arquivo externo para dentro do Portal, e que o mesmo vire questões. Só serão aceitos alguns formatos predefinidos pela própria comunidade

Leia mais

Capítulo I Preliminares: Visual Basic na planilha eletrônica Excel.

Capítulo I Preliminares: Visual Basic na planilha eletrônica Excel. Capítulo I Preliminares: Visual Basic na planilha eletrônica Excel. 1.1. Editor do Visual Basic do Excel (VBA) A maioria dos problemas desse livro será resolvida com o VBA da planilha eletrônica Excel,

Leia mais

Estatística Usando EXCEL

Estatística Usando EXCEL Universidade Federal de Minas Gerais Instituto de Ciências Exatas Departamento de Estatística Estatística Usando EXCEL Distribuição de alunos segundo idade e sexo > =23 60% 40% 21 ---23 67% 33% 19 ---21

Leia mais

indicadas por letras e 65.536 linhas, indicadas por números. Para selecionar uma planilha para uso, devemos utilizar a guia de planilhas:

indicadas por letras e 65.536 linhas, indicadas por números. Para selecionar uma planilha para uso, devemos utilizar a guia de planilhas: Pasta de trabalho: Planilha: É um arquivo do Calc. Pode conter várias planilhas. Ao criar uma nova Pasta de trabalho, automaticamente 3 planilhas em branco são inseridas na Pasta. Uma planilha contém 256

Leia mais

Introdução à Linguagem

Introdução à Linguagem Introdução à Linguagem Curso de Nivelamento do PPGMNE Janeiro / 2011 Juliano J. Scremin jjscremin@jjscremin.t5.com.br Um pouco de história Um pouco de história: Nascimento do Python Um pouco de história:

Leia mais

APOIO À ATIVIDADE DE ANÁLISE DESCRITIVA DESENVOLVIDA NA OFICINA ESTATÍSTICA PARA TODOS"

APOIO À ATIVIDADE DE ANÁLISE DESCRITIVA DESENVOLVIDA NA OFICINA ESTATÍSTICA PARA TODOS APOIO À ATIVIDADE DE ANÁLISE DESCRITIVA DESENVOLVIDA NA OFICINA ESTATÍSTICA PARA TODOS" ANÁLISE DOS DADOS COLETADOS usando o RCOMMANDER (associado ao R) Lisbeth K. Cordani& Ângela Tavares Paes (2013) A

Leia mais

http://www.excelpratico.com

http://www.excelpratico.com http://www.excelpratico.com Direitos Autorais: - Este E-book é cortesia do site excelpratico.com, a sua venda está proibida. - Este material não deve ser modificado, no entanto pode ser distribuído livremente.

Leia mais

Microsoft Excel 2010

Microsoft Excel 2010 Microsoft Excel 2010 Feito por Gustavo Stor com base na apostila desenvolvida por Marcos Paulo Furlan para o capacitação promovido pelo PET. 1 2 O Excel é uma das melhores planilhas existentes no mercado.

Leia mais

UFPR/PROGEPE MICROSOFT EXCEL 2007

UFPR/PROGEPE MICROSOFT EXCEL 2007 Curitiba, 2012 UFPR/PROGEPE MICROSOFT EXCEL 2007 Instrutora: Andrea Roseli Moreira Cruz Jankoski 1. Conceito O Excel for Windows é uma planilha eletrônica capaz de armazenar dados, executar cálculos, gerar

Leia mais

Banco de Dados Microsoft Access: Criar tabelas. Vitor Valerio de Souza Campos

Banco de Dados Microsoft Access: Criar tabelas. Vitor Valerio de Souza Campos Banco de Dados Microsoft Access: Criar tabelas Vitor Valerio de Souza Campos Objetivos do curso 1. Criar uma tabela no modo de exibição Folha de Dados. 2. Definir tipos de dados para os campos na tabela.

Leia mais

Tutorial de Matlab Francesco Franco

Tutorial de Matlab Francesco Franco Tutorial de Matlab Francesco Franco Matlab é um pacote de software que facilita a inserção de matrizes e vetores, além de facilitar a manipulação deles. A interface segue uma linguagem que é projetada

Leia mais

A Estação da Evolução

A Estação da Evolução Microsoft Excel 2010, o que é isto? Micorsoft Excel é um programa do tipo planilha eletrônica. As planilhas eletrônicas são utilizadas pelas empresas pra a construção e controle onde a função principal

Leia mais

PROJETO DE PLACAS DE CIRCUITO IMPRESSO

PROJETO DE PLACAS DE CIRCUITO IMPRESSO PROJETO DE PLACAS DE CIRCUITO IMPRESSO COM O SOFTWARE EAGLE 2 A PARTE: O SOFTWARE EAGLE EWALDO LUIZ DE MATTOS MEHL DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELÉTRICA UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ Esta obra é licenciada

Leia mais

IIIIIIII HAND INVENTORY

IIIIIIII HAND INVENTORY MANUAL DE OPERAÇÃO IIIIIIII HAND INVENTORY INVENTÁRIO GENÉRICO e-mail: comercial@mobilitysistemas.com.br site: www.mobilitysistemas.com.br Índice 1 - Introdução... 2 2 - Instalação... 2 2.1. Palm Desktop...

Leia mais

Histórico. Software estatístico utilizado em mais de 80 países por pesquisadores, engenheiros, analistas empresariais, professores, estudantes.

Histórico. Software estatístico utilizado em mais de 80 países por pesquisadores, engenheiros, analistas empresariais, professores, estudantes. MINITAB 14 Histórico Software estatístico utilizado em mais de 80 países por pesquisadores, engenheiros, analistas empresariais, professores, estudantes. Possui ferramentas para diversos tipos de análise

Leia mais

&XUVRGH,QWURGXomRDR (GLWRUGH3ODQLOKDV([FHO

&XUVRGH,QWURGXomRDR (GLWRUGH3ODQLOKDV([FHO Universidade Federal de Viçosa Departamento de Informática &XUVRGH,QWURGXomRDR (GLWRUGH3ODQLOKDV([FHO Flaviano Aguiar Liziane Santos Soares Jugurta Lisboa Filho (Orientador) PROJETO UNESC@LA Setembro de

Leia mais

Neste capítulo veremos como se trabalha com fórmulas e funções que são as ferramentas que mais nos ajudam nos cálculos repetitivos.

Neste capítulo veremos como se trabalha com fórmulas e funções que são as ferramentas que mais nos ajudam nos cálculos repetitivos. Fórmulas e Funções Neste capítulo veremos como se trabalha com fórmulas e funções que são as ferramentas que mais nos ajudam nos cálculos repetitivos. Operadores matemáticos O Excel usa algumas convenções

Leia mais

O Excel é um software de Planilha Eletrônica integrante dos produtos do Microsoft Office.

O Excel é um software de Planilha Eletrônica integrante dos produtos do Microsoft Office. EXCEL O Excel é um software de Planilha Eletrônica integrante dos produtos do Microsoft Office. É composto das seguintes partes: Pasta de Trabalho um arquivo que reúne várias planilhas, gráficos, tabelas,

Leia mais

GRS Gerador de Redes Sistêmicas. (outubro/2004)

GRS Gerador de Redes Sistêmicas. (outubro/2004) 116 APÊNDICE A MANUAL DO GRS Universidade Federal do Rio de Janeiro UFRJ Departamento de Ciência da Computação DCC Instituto de Matemática IM / Núcleo de Computação Eletrônica NCE GRS Gerador de Redes

Leia mais

Aula 2P - Comandos básicos do Matlab aplicados a PDS

Aula 2P - Comandos básicos do Matlab aplicados a PDS Aula 2P - Comandos básicos do Matlab aplicados a PDS Bibliografia HAYKIN, S. S.; VAN VEEN, B. Sinais e sistemas, Bookman, 2001. ISBN 8573077417. Páginas 71-76. INGLE, V. K.; PROAKIS, J. G. Digital signal

Leia mais

ANÁLISE DE DADOS EXPERIMENTAIS USANDO SOFTWARE LIVRE

ANÁLISE DE DADOS EXPERIMENTAIS USANDO SOFTWARE LIVRE ANÁLISE DE DADOS EXPERIMENTAIS USANDO SOFTWARE LIVRE Lorena Alves 1, Rodrigo Cardoso de Carvalho 2, Sueli Martins de Freitas Alves 3 1 Bolsista PBIC/UEG, graduanda do Curso de Engenharia Agrícola, Unidade

Leia mais

PROVA DE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS PROFESSOR II INFORMÁTICA

PROVA DE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS PROFESSOR II INFORMÁTICA 17 PROVA DE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS PROFESSOR II INFORMÁTICA QUESTÃO 21 Analise as seguintes afirmativas sobre as ferramentas disponíveis no Painel de Controle do Microsoft Windows XP Professional, versão

Leia mais

( JUDE Community 5.1 2006/2007 ) Por Denize Terra Pimenta Outubro/2007

( JUDE Community 5.1 2006/2007 ) Por Denize Terra Pimenta Outubro/2007 Tutorial JUDE ( JUDE Community 5.1 2006/2007 ) Por Denize Terra Pimenta Outubro/2007 Ferramenta CASE UML Índice Introdução... 2 Download e Instalação... 2 Apresentação da Ferramenta... 2 Salvando o Projeto...

Leia mais

Status. Barra de Título. Barra de Menu. Barra de. Ferramentas Padrão. Caixa de nomes. Barra de. Ferramentas de Formatação. Indicadores de Coluna

Status. Barra de Título. Barra de Menu. Barra de. Ferramentas Padrão. Caixa de nomes. Barra de. Ferramentas de Formatação. Indicadores de Coluna O que é uma planilha eletrônica? É um aplicativo que oferece recursos para manipular dados organizados em tabelas. A partir deles pode-se gerar gráficos facilitando a análise e interpretação dos dados

Leia mais

Microsoft Office Excel

Microsoft Office Excel 1 Microsoft Office Excel Introdução ao Excel Um dos programas mais úteis em um escritório é, sem dúvida, o Microsoft Excel. Ele é uma planilha eletrônica que permite tabelar dados, organizar formulários,

Leia mais

Guia de Início Rápido

Guia de Início Rápido Guia de Início Rápido O Microsoft PowerPoint 2013 parece diferente das versões anteriores, por isso criamos este guia para ajudar você a minimizar a curva de aprendizado. Encontre o que você precisa Clique

Leia mais

Como criar e editar Blogs. Manual Básico do. Mario Roberto Barro Jerino Queiroz Ferreira Profª Drª Salete Linhares Queiroz

Como criar e editar Blogs. Manual Básico do. Mario Roberto Barro Jerino Queiroz Ferreira Profª Drª Salete Linhares Queiroz Como criar e editar Blogs Manual Básico do Mario Roberto Barro Jerino Queiroz Ferreira Profª Drª Salete Linhares Queiroz São Carlos Setembro / 2008 Sumário Introdução...3 Criando um Blog no Edublogs...4

Leia mais

ESTRUTURA DE UM PROGRAMA EM C++ Estrutura de um Programa em C++

ESTRUTURA DE UM PROGRAMA EM C++ Estrutura de um Programa em C++ ESTRUTURA DE UM PROGRAMA EM C++ Estrutura de um Programa em C++ #include { Este trecho é reservado para o corpo da função, com a declaração de suas variáveis locais, seus comandos e funções

Leia mais

Banco de Dados Microsoft Access: Criar tabelas

Banco de Dados Microsoft Access: Criar tabelas Banco de Dados Microsoft Access: Criar s Vitor Valerio de Souza Campos Objetivos do curso 1. Criar uma no modo de exibição Folha de Dados. 2. Definir tipos de dados para os campos na. 3. Criar uma no modo

Leia mais

2 Um Primeiro Programa em C

2 Um Primeiro Programa em C 2 Um Primeiro Programa em C Ronaldo F. Hashimoto, Carlos H. Morimoto e José A. R. Soares OobjetivodessaaulaéintroduzirvocêàlinguagemCemambienteLinux,primeiramentemostrandoasua estrutura, e a seguir com

Leia mais

Criando e usando Gráficos

Criando e usando Gráficos DANDO A LARGADA Criando e usando Gráficos Mathcad torna fácil para você criar um gráfico de x-y de uma expressão. Para isto, digite uma expressão que depende de uma variável, por exemplo, sin(x), e então

Leia mais

Estatística. Introdução à Aplicação R

Estatística. Introdução à Aplicação R Estatística Introdução à Aplicação R 2008/2009 O que é o R? É um conjunto integrado de ferramentas computacionais que permitem a manipulação e análise de dados, o cálculo numérico e a produção de gráficos.

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO PAULO ESCOLA DE FILOSOFIA, LETRAS E CIÊNCIAS HUMANAS

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO PAULO ESCOLA DE FILOSOFIA, LETRAS E CIÊNCIAS HUMANAS UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO PAULO ESCOLA DE FILOSOFIA, LETRAS E CIÊNCIAS HUMANAS GUIA DO MODELO DE MONOGRAFIA - EFLCH/UNIFESP: PARA MS OFFICE VERSÃO 2 GUARULHOS 2014 2 1 INTRODUÇÃO 1.1 REQUISITOS 1.2 CONVENÇÕES

Leia mais

e à Linguagem de Programação Python

e à Linguagem de Programação Python Introdução a Algoritmos, Computação Algébrica e à Linguagem de Programação Python Curso de Números Inteiros e Criptografia Prof. Luis Menasché Schechter Departamento de Ciência da Computação UFRJ Agosto

Leia mais

20 Escola Digital Manual do Utilizador Professor

20 Escola Digital Manual do Utilizador Professor 20 Escola Digital Manual do Utilizador Professor Manual do Utilizador Professor... 1 1. Conhecer o 20 Escola Digital... 4 2. Autenticação... 6 2.1. Criar um registo na LeYa Educação... 6 2.2. Aceder ao

Leia mais

ÍNDICE. Microsoft Excel. Informações Gerais. Pasta de Trabalho. Formatando Página. Formatar Células. Gráficos. Criando Operações Básicas

ÍNDICE. Microsoft Excel. Informações Gerais. Pasta de Trabalho. Formatando Página. Formatar Células. Gráficos. Criando Operações Básicas ÍNDICE Microsoft Excel Informações Gerais Pasta de Trabalho Formatando Página Formatar Células Gráficos Criando Operações Básicas Sobre as Funções de Planilha Operadores em Fórmulas do Excel Operadores

Leia mais

BEM VINDOS AO DHL WEB SHIPPING GUIA DE USO

BEM VINDOS AO DHL WEB SHIPPING GUIA DE USO Envio de Remessas Online BEM VINDOS AO DHL WEB SHIPPING GUIA DE USO webshipping.dhl.com ACESSE O DHL WEB SHIPPING DE QUALQUER LUGAR DO MUNDO. Ideal para qualquer empresa com acesso à internet, o DHL Web

Leia mais

Treinamento para o acesso a Informação Científica e Tecnológica em Saúde Excel

Treinamento para o acesso a Informação Científica e Tecnológica em Saúde Excel Treinamento para o acesso a Informação Científica e Tecnológica em Saúde Excel O Excel é um software de planilha eletrônica que integra o pacote dos produtos Microsoft Office, que pode ser utilizado para

Leia mais

Software Régua e Compasso

Software Régua e Compasso 1 COORDENAÇÃO DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO CPPG TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO NO PROCESSO DE ENSINO- APRENDIZAGEM DE MATEMÁTICA 1ª Parte - Consulta Rápida Software Régua e Compasso A primeira

Leia mais

Apostila de CmapTools 3.4

Apostila de CmapTools 3.4 Apostila de CmapTools 3.4 Índice Definição do software... 3 Criando um novo mapa... 3 Adicionando um conceito... 3 Alterando a formatação das caixas (Barra de Ferramentas Estilos Paleta Styles)... 7 Guia

Leia mais

Planilhas Eletrônicas EXCEL

Planilhas Eletrônicas EXCEL Planilhas Eletrônicas EXCEL Pasta de Trabalho Quando você inicia o excel ele automaticamente cria uma pasta de trabalho. Esta pasta de trabalho é um arquivo que pode ter até 255 planilhas. Cada planilha

Leia mais

0079 - Relatórios Protheus

0079 - Relatórios Protheus Relatórios Todos os direitos autorais reservados pela TOTVS S.A. Proibida a reprodução total ou parcial, bem como a armazenagem em sistema de recuperação e a transmissão, de qualquer modo ou por qualquer

Leia mais

PASSO A PASSO GOOGLE DOCS - FORMULÁRIOS GOOGLE DOCS

PASSO A PASSO GOOGLE DOCS - FORMULÁRIOS GOOGLE DOCS CEEBJA - PALOTINA CENTRO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO BÁSICA PARA JOVENS E ADULTOS NRE- Toledo MUNICÍPIO: PALOTINA PASSO A PASSO GOOGLE DOCS - FORMULÁRIOS GOOGLE DOCS O Google Docs é uma das recentes ferramentas

Leia mais

ÍNDICE. 1. Introdução...2. 2. O que é o Sistema Mo Porã...2. 3. Como acessar o Site Mo Porã...3. 4. Cadastro do Sistema Mo Porã...

ÍNDICE. 1. Introdução...2. 2. O que é o Sistema Mo Porã...2. 3. Como acessar o Site Mo Porã...3. 4. Cadastro do Sistema Mo Porã... ÍNDICE 1. Introdução...2 2. O que é o Sistema Mo Porã...2 3. Como acessar o Site Mo Porã...3 4. Cadastro do Sistema Mo Porã...4 5. Navegando no Site Mo Porã...6 5. 1 Manual de ajuda do sistema Mo Porã...7

Leia mais

Tutorial Administrativo (Backoffice)

Tutorial Administrativo (Backoffice) Manual - Software ENTRANDO NO SISTEMA BACKOFFICE Para entrar no sitema Backoffice, digite no seu navegador de internet o seguinte endereço: http://pesquisa.webbyapp.com/ Entre com o login e senha. Caso

Leia mais

Algoritmos e Estrutura de Dados. Introdução a Linguagem Python (Parte I) Prof. Tiago A. E. Ferreira

Algoritmos e Estrutura de Dados. Introdução a Linguagem Python (Parte I) Prof. Tiago A. E. Ferreira Algoritmos e Estrutura de Dados Aula 1 Introdução a Linguagem Python (Parte I) Prof. Tiago A. E. Ferreira Linguagem a ser Utilizada? Nossa disciplina é de Algoritmos e Estrutura de Dados, e não de linguagem

Leia mais

criar u u = E(:,1) criar b b=a(:,3)

criar u u = E(:,1) criar b b=a(:,3) Tutorial do MATLAB São necessários alguns comandos básicos para usar o programa MATLAB. Este tutorial resumido descreve esses comandos. Você precisa criar vetores e matrizes, alterá-los e operar com eles.

Leia mais

Basicão de Estatística no EXCEL

Basicão de Estatística no EXCEL Basicão de Estatística no EXCEL Bertolo, Luiz A. Agosto 2008 2 I. Introdução II. Ferramentas III. Planilha de dados 3.1 Introdução 3.2 Formatação de células 3.3 Inserir ou excluir linhas e colunas 3.4

Leia mais

COINF. Roteiro de Treinamento 0800Net. Versões e Revisões deste Documento. Índice. 1. Nome do Projeto. 2. Roteiro. Roteiro Treinamento Solicitante

COINF. Roteiro de Treinamento 0800Net. Versões e Revisões deste Documento. Índice. 1. Nome do Projeto. 2. Roteiro. Roteiro Treinamento Solicitante Versões e Revisões deste Documento Data Comentário FEV/2009 Roteiro Treinamento Solicitante Autor Índice 1. Nome do Projeto...1 2. Roteiro...1 Entrando no sistema...1 Menu de Opções Meu Cadastro...2 Tela

Leia mais

3 Processamento de Dados e Sistemas de Informações Contábil-Financeiros, 12

3 Processamento de Dados e Sistemas de Informações Contábil-Financeiros, 12 Apresentação, xiii Prefácio, xv Parte I Introdução ao Problema, 1 1 Introdução, 3 1.1 Problema, 3 1.2 Proposta, 5 2 A Organização, 7 2.1 Visão da empresa, 7 2.2 Sistema empresa, 9 3 Processamento de Dados

Leia mais

TRIBUNAL DE JUSTIÇA - SC. MICROSOFT OFFICE - EXCEL 2007 Pág.: 1

TRIBUNAL DE JUSTIÇA - SC. MICROSOFT OFFICE - EXCEL 2007 Pág.: 1 EXCEL 2007 O Excel 2007 faz parte do pacote de produtividade Microsoft Office System de 2007, que sucede ao Office 2003. Relativamente à versão anterior (Excel 2003), o novo programa introduz inúmeras

Leia mais

Portal Contador Parceiro

Portal Contador Parceiro Portal Contador Parceiro Manual do Usuário Produzido por: Informática Educativa 1. Portal Contador Parceiro... 03 2. Acesso ao Portal... 04 3. Profissionais...11 4. Restrito...16 4.1 Perfil... 18 4.2 Artigos...

Leia mais

Conceitos básicos da linguagem C

Conceitos básicos da linguagem C Conceitos básicos da linguagem C 2 Em 1969 Ken Thompson cria o Unix. O C nasceu logo depois, na década de 70. Dennis Ritchie, implementou-o pela primeira vez usando o sistema operacional UNIX criado por

Leia mais

Manual Email marketing v.240215

Manual Email marketing v.240215 1º Passo Acessar a página www.marketing.vardigital.com.br e fazer login com os seguintes dados: Usuário: email@dominio Senha: var@emkt 2º Passo A página seguinte é o painel geral de administração, sendo

Leia mais

Manual de Utilização do Sistema Protocolo

Manual de Utilização do Sistema Protocolo Manual de Utilização do Sistema Protocolo Setembro/2013. Introdução: Leia o manual Leia com atenção este manual e guarda-o para futuras consultas Lendo o manual, você conseguirá obter o rendimento máximo

Leia mais

MICROSOFT WORD 2007. George Gomes Cabral

MICROSOFT WORD 2007. George Gomes Cabral MICROSOFT WORD 2007 George Gomes Cabral AMBIENTE DE TRABALHO 1. Barra de título 2. Aba (agrupa as antigas barras de menus e barra de ferramentas) 3. Botão do Office 4. Botão salvar 5. Botão de acesso à

Leia mais