Emissions of the Brazilian power sector in case of a low-hydrology scenario until 2030

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1 Emissions of the Brazilian power sector in case of a low-hydrology scenario until 2030 Jose Miguez Brazilian Ministry of Environment PMR meeting - Barcelona, Spain May, 29th/2015

2 1) How this study related to the INDC process? Climate Change is impacting Brazilian emissions: Brazil is hydrobased, thus one of the cleanest energy matrix of the world, however when the year is drier, need to dispatch more thermal plants, thus more emissions. Thus important for any future climate change policy, in particular regarding evolution of future emissions, to quantify the risk of emissions increasing only because of low-hydrology, and how much additional emissions might result, so this uncertainty is taken into account to ensure that potential emissions targets are reasonably achievable. The study is actually simulating what would be the emissions of the power sector in case of a low-hydrology scenario until 2030 and then, the study explores what options Brazil would have to mitigate such a risk.

3 2) Progress achieved so far - consultant has been hired and already delivered several products - probability based modeling of water in-flow for 180 hydropower plants reservoirs completed, based on 80 years historical series - modeling of power dispatch associated to reference hydrology scenario already completed - modeling of emissions of the power sector associated to reference hydrology scenario already completed

4 3) On-going, next steps: - consultant is building the low-hydrology scenario for the water in-flow for 180 hydro-power plants reservoirs, based on statistical criteria - consultant will simulate power dispatch associated to the low-hydrology scenario - consultant will simulate emissions of the power sector associated to the low-hydrology scenario - consultant will explore low-carbon alternatives for the power sector which could mitigate the increase of emissions of the power sector in case of a low-hydrology scenario

5 Visão geral da metodologia Cenário Macroeconômico Evolução das Perdas Elétricas Cenário de Demanda e Consumo de Energia Cenário de Expansão da Oferta de Geração e Transmissão Cronograma de Obras no curto e médio prazo Oferta candidata para médio e longo prazo Cenários Sintéticos de Vazões PAR(p) Simulação do Sistema Hidrotérmico Fator de emissão por usina termelétrica Geração (MWh) por cenário hidrológico, mês e termelétrica Emissão de GEE por cenário hidrológico, mês e termelétrica

6 Necessidade de nova oferta Espaço para nova capacidade Incremento de oferta até 2019 devido à motorização da UHE Belo Monte. Decréscimo de oferta devido ao descomissionamento das UTEs à óleo combustível e óleo diesel.

7 Balanço Físico de Oferta e Demanda de Energia Com energia de reserva Considerando a energia já contratada e a energia de reserva, a sobra física de energia fica bastante elevada

8 Participação hidrelétrica vs demais fontes

9 Evolução da matriz elétrica Redução da participação hidrelétrica de 73,8% em 2015 para 65% em 2030 e aumento da participação eólica de 2,7% em 2015 para 11,6% em 2030.

10 Exemplo

11 Evolução da geração média anual por fonte Aumento da participação eólica Grande geração térmica devido ao baixo nível dos reservatórios

12 Emissão máxima anual por fonte Aumento das emissão em 2019/2020 devido ao leilão A-5 de 2014 que contratou térmicas a gás natural e carvão Redução das emissões devido à premissa de descomissionamento das UTEs a OD e OC após o término do contrato no ambiente regulado

13 Emissão média anual por fonte Redução das emissões devido à maior sobra de energia no sistema Apesar das emissões máximas diminuírem com o descomissionamento das usinas a óleo, as emissões médias não são afetadas significativamente, devido ao baixo fator de despacho destas fontes.

14 Distribuição de probabilidade da emissão anual por fonte Apesar da média das emissões em 2025 ser 30,8 MMton/CO2, existem 20% de probabilidade das emissões serem menores que 20 MMton/CO2 e 10% de probabilidade de serem maiores que 50 MMton/CO2. No acumulado de 2015 a 2020, existe 10% de probabilidade das emissões serem menores que 380 MMton/CO2 e 10% de probabilidade de serem maiores que 550 MMton/CO2.

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