ANDERSON CORRÊA DA SILVA FERNANDA MUNHOZ DA ROCHA LEMOS DA COSTA LUIZ GUSTAVO NUNES STEFHANY ALINE ZGODA

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "ANDERSON CORRÊA DA SILVA FERNANDA MUNHOZ DA ROCHA LEMOS DA COSTA LUIZ GUSTAVO NUNES STEFHANY ALINE ZGODA"

Transcrição

1 0 ANDERSON CORRÊA DA SILVA FERNANDA MUNHOZ DA ROCHA LEMOS DA COSTA LUIZ GUSTAVO NUNES STEFHANY ALINE ZGODA GARUPANDO APLICATIVO DE COMPARTILHAMENTO DE CARONAS PARA WINDOWS PHONE CURITIBA 2012

2 1 ANDERSON CORRÊA DA SILVA FERNANDA MUNHOZ DA ROCHA LEMOS DA COSTA LUIZ GUSTAVO NUNES STEFHANY ALINE ZGODA GARUPANDO APLICATIVO DE COMPARTILHAMENTO DE CARONAS PARA WINDOWS PHONE Trabalho apresentado ao Programa de Aplicação Profissional do Curso de Análise e Desenvolvimento de Sistemas, Centro Tecnológico da Universidade Positivo, como requisito para a conclusão do curso. Orientador: Juliana Jenny Kolb Coordenador: Nélio Kubo CURITIBA 2012

3 2 TERMO DE ANUÊNCIA Pelo presente Termo de Anuência, declaro estar de pleno acordo com as informações contidas neste projeto, o qual se apresenta apto a ser entregue à banca examinadora. Orientador: Profª. Juliana Jenny Kolb Centro Tecnológico Universidade Positivo Assinatura do Orientador Curitiba 2012

4 3 TERMO DE APROVAÇÃO ANDERSON CORRÊA DA SILVA FERNANDA MUNHOZ DA ROCHA LEMOS DA COSTA LUIZ GUSTAVO NUNES STEFHANY ALINE ZGODA GARUPANDO APLICATIVO DE COMPARTILHAMENTO DE CARONAS PARA WINDOWS PHONE Projeto de Inovação Tecnológica apresentado ao Programa de Aplicação Profissional, do Curso de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas, do Centro Tecnológico da Universidade Positivo, pela seguinte banca examinadora: Orientador: Profª. Juliana Jenny Kolb Centro Tecnológico Universidade Positivo Marcos Aurélio de Abreu Rodrigues e Silva Employer Curitiba 2012

5 4 "... uma mente necessita de livros da mesma forma que uma espada necessita de uma pedra de amolar se quisermos mantê-la afiada..." TyrionLannister - As Crônicas de Gelo e Fogo - A Guerra dos Tronos

6 5 RESUMO Este documento apresenta o aplicativo de compartilhamento de caronas para Windows Phone Garupando. O objetivo do projeto consiste em prover uma alternativa de transporte para pessoas que compartilhem rotas em comum, de forma a contribuir para a redução dos congestionamentos e da poluição, que é um dos principais problemas enfrentados atualmente pela humanidade.

7 6 ABSTRACT The present document brings thecarpooling applicationforwindows PhoneGarupando. The project goalis toprovide analternativetransportation forpeople who sharecommonroutesin order tohelp reducingcongestionand pollution, which isone of the mainproblemscurrently facedby humanity

8 7 SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA Nicho de Mercado Mobilidade Sustentabilidade Carona Solidária Smartphones Gerenciamento de Projetos PMBOK Modelagem de sistemas de software Princípios da Modelagem A Linguagem de Modelagem Unificada (UML) Modelagem de Casos de Uso Casos de Uso Diagramas de Casos de Uso Diagrama de Classes Tecnologias Utilizadas Microsoft Visual Studio C Sharp Windows Phone Microsoft Expression Blend Silverlight XAML Bing Maps SQL Server... 39

9 Windows Communication Foundation ORGANIZAÇÃO-CLIENTE Histórico DIAGNÓSTICO DO AMBIENTE Pesquisa de aceitação da Carona Solidária Caracterização da amostra OBJETIVOS DESENVOLVIMENTO CONSIDERAÇÕES FINAIS REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS APÊNDICES Apêndice A Gerenciamento do Projeto Termo de Abertura do Projeto Justificativa Visão Geral do Escopo Restrições Premissas Apêndice B - Plano de Gerenciamento do escopo Descrição Detalhada do Produto Escopo não Contemplado EAP / WBS Dicionário EAP / WBS Apêndice C Gerenciamento do tempo Cronograma Durações das Atividades Apêndice D - Gerenciamento da qualidade Apêndice E - Gerenciamento da comunicação... 77

10 9 9.6 Apêndice F Especificação dos Requisitos do Projeto Apêndice G Modelagem Cadastrar usuário Recuperar Senha Acessar Sistema Configurar Conta Gerenciar Rotas Consultar Rotas Gerenciar Mensagens Apêndice H Modelo Físico de Dados Apêndice I Documento de Diagrama de classe Apêndice J Documento de Arquitetura Objetivo Escopo Representação da Arquitetura Princípios e Restrições da Arquitetura Visão Lógica Visão Física Mecanismos arquiteturais Tecnologias utilizadas Elementos do Sistema Performance Apêndice K Questionário Carona Solidaria

11 10 ÍNDICE DE IMAGENS Figura I - Diagrama de Rede Figura II - Estrutura Analítica dos Recursos Figura III - Diagrama de caso de uso Cadastrar Usuário Figura IV - Protótipo Cadastro de usuário Figura V - Diagrama de caso de uso Recuperar Senha Figura VI - Protótipo Recuperar Senha Figura VII - Diagrama de caso de uso Acessar Sistema Figura VIII Protótipo Acessar Sistema Figura IX Diagrama caso de uso Configurar Conta Figura X Protótipo Configurar Conta Figura XI Diagrama de caso de uso Gerenciar Rotas Figura XII Protótipo Gerenciar Rotas Figura XIII Diagrama de caso de uso Consultar Rotas Figura XIV - Protótipo Consultar Rotas Figura XV Diagrama de caso de uso Gerenciar Mensagem Figura XVI - Protótipo Gerenciar Mensagem caixa de entrada Figura XVII - Protótipo Gerenciar Mensagem caixa de entrada Figura XVIII - Visão do modelo Físico de dados Figura XIX - Visão do Diagrama de Classe Figura XX Arquitetura do Aplicativo na visão do Smartphone

12 11 Figura XXI - Arquitetura do Aplicativo na visão do Web Server/Banco de Dados Figura XXII - Visão Lógica do Aplicativo Figura XXIII - Visão Física do Aplicativo

13 12 ÍNDICE DE TABELAS Tabela I -- Características da amostra Tabela II - Aspectos relacionados à carona solidária Tabela III - Informações consideradas importantes na busca por caronas Tabela IV - Critérios de aprovação Tabela V - Lista de Atividades Tabela VI - Lista de atributos das atividades Tabela VII - Lista de Marcos Tabela VIII - Recursos das Atividades Tabela IX - Requisitos e Garantia da Qualidade Tabela X - Identificação das Partes Interessadas e Estratégia de Comunicação Tabela XI - Plano de Comunicação Tabela XII - Característica de Qualidade Funcionalidade Tabela XIII - Característica de Qualidade Usabilidade Tabela XIV - Característica de Qualidade Confiabilidade Tabela XV - Característica de Qualidade Eficiência Tabela XVI - Característica de Qualidade Portabilidade Tabela XVII - Característica de Qualidade Manutenibilidade Tabela XVIII - Mapa de testes Cadastro de usuário Tabela XIX - Campos do formulário cadastro de usuário Tabela XX - Mapa de testes Recuperar Senha

14 13 Tabela XXI - Campos do formulário Recuperar Senha Tabela XXII - Mapa de testes Acessar Sistema Tabela XXIII - Campos do formulário Acessar Sistema Tabela XXIV - Mapa de testes Configurar Conta Tabela XXV- Campos do formulário Configurar Conta Tabela XXVI - Mapa de testes Gerenciar Rotas Tabela XXVII - Campos do formulário Gerenciar Rotas Tabela XXVIII - Mapa de testes Consultar Rotas Tabela XXIX - Campos do formulário Consultar Rotas Tabela XXX - Mapa de testes Gerenciar Mensagem Tabela XXXI - Campos do formulário Gerenciar Mensagem

15 14 1. INTRODUÇÃO Ao longo das últimas três décadas, os temas crescimento econômico e sustentabilidade ambiental têm sidoconstantemente debatidos no mundo inteiro.a sociedade presencia o fortalecimento econômico global, principalmente por parte dos países emergentes. Embora a preocupação com o impacto no meio ambiente tenha crescido junto com a economia mundial, pouco tem sido feito pelos governantes: as campanhas educativas sobre preservação ambiental são pífias, o investimento no transporte público não atinge um nível desejado que possibilite conforto e rapidez aos usuários e as indústrias automobilísticas, além de não investirem maciçamente em fontes de energia menos poluentes, utilizam sua imensa mão-de-obra como refém nas negociações com os governos com o intuito de reduzir impostos e maximizar os lucros. Ainda em relação ao crescimento econômico global, não se pode deixar de citar como um de seus resultados o crescimento tecnológico na área de informação que permitiu, a um baixo custo, a utilização de computadores pessoais, telefones celulares e, principalmente, a revolução na interconectividade entre pessoas do mundo inteiro através da Internet. A adoção de práticas não sustentáveis está diretamente relacionada aos graves desequilíbrios ambientais que o Planeta Terra está sofrendo. Dessa forma, a população mundial deve se conscientizar de que, para termos um futuro melhor, será necessário quebrar paradigmas sociais e mudar os hábitos de consumo das pessoas. Para compensar e regular esse consumo excessivo surgiu a TI Verde, que visa promover a utilização dos recursos computacionais de forma consciente, proporcionando a preservação ambiental e a redução dos gastos na infraestrutura da Tecnologia da Informação (TI) (ROLT et al., 2010). Baseando-se nessas premissas, os próprios softwares poderiam contribuir de outras formas além das citadas acima, para ajudar a preservação do meio ambiente.

16 15 Dessa forma, este trabalho tem como objetivo prover uma solução tecnológica que possibilite a minimização dos impactos causados pelos automóveis no meio ambiente. Essa solução consiste no desenvolvimento de um aplicativo para smartphone 1 que contribua com a diminuição no número de carros no trânsito através do processo de Carona Solidária. 1 Smartphones também conhecidos como telefones inteligentes. São celulares com funcionalidades avançadas que podem ser estendidas por meio de programas executados no seu Sistema Operacional.

17 16 2. FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA 2.1. Nicho de Mercado Mobilidade O planeta Terra vem passando por constantes e aceleradas transformações, as quais têm afetado significativamente o meio ambiente nos aspectos físico, biológico, político e social, impactando negativamente a qualidade de vida das pessoas (OLIVEIRA, 2009). Muitos pesquisadores afirmam que o aquecimento global está ocorrendo em função do aumento da emissão de gases poluentes, principalmente derivados da queima de combustíveis fósseis (gasolina, diesel, etc.) na atmosfera. Estes gases (ozônio, dióxido de carbono, metano, óxido nitroso e monóxido de carbono) formam uma camada de poluentes de difícil dispersão, causando o efeito estufa e toda a degradação ambiental associada a ele (SILVA, 2009). O setor de transporte é atualmente um dos principais responsáveis pelo lançamento de gases na atmosfera, respondendo por cerca de 20% das emissões globais de CO 2. Já no Brasil, segundo informações do Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT), o setor de transporte é responsável por cerca de 9% das emissões totais desse gás (CARVALHO, 2011). O crescimento desenfreado da frota de veículos trouxe à tona vários problemas ligados ao tráfego, como congestionamentos, crescimento no índicede acidentes de trânsito, poluição atmosférica, problemas de estacionamento, desumanização das cidades com consequente impacto na qualidade de vida, dentre outros (FERREIRA, RIBEIRO e BARBOSA, 2012). Sob esta ótica, Curitiba é a capital brasileira com o maior índice de motorização, apresentando o índice de um veículo para cada 1,58 habitante (REZENDE et al., 2011). Outro fator agravante reside no fato de que as pessoas não têm a percepção e a consciência do uso compartilhado e eficiente dos veículos, uma vez que a maioria deles é conduzido apenas pelo motorista.segundo estudo realizado por Carvalho (2011), o transporte individual responde por cerca de

18 17 35% das viagens motorizadas, e é responsável em média por quase 60% das emissões de dióxido de carbono nos centros urbanos brasileiros. Uma das principais questões do urbanismo atual está centrada na garantia da mobilidade nos centros urbanos, uma vez que a infraestrutura existente não tem capacidade de absorver, com qualidade, o fluxo de veículos proporcionalmente ao seu crescimento (ROCHA, 2007). Em decorrência disso, cada vez mais tem se buscado medidas para minimizar os problemas ligados a esse crescimento acelerado da frota. Atualmente, algumas grandes metrópoles estão desincentivando o transporte motorizado individual, e inclusive, proibindo a circulação em áreas específicas. Essas estratégias, que tem como objetivo estruturar um sistema equilibrado social, econômico e ambientalmente estão, em geral, vinculadas ao conceito de Gerenciamento da Mobilidade (KUWAHARA; BALASSIANO; SANTOS, 2012). O Gerenciamento da Mobilidade é uma técnica de planejamento de transportes que, dentre outros aspectos, busca estratégias para promover a redução dos impactos ao meio ambiente gerados pelos sistemas de transporte. Esta técnica engloba uma série de medidas que buscam modificar a forma de pensar, agir, trabalhar e locomover-se das pessoas, conscientizando-as da importância do uso de meios mais sustentáveis de transporte, e ajudando a tornar o sistema de transportes existente mais eficaz (FERREIRA; RIBEIRO; BARBOSA, 2012). Dentre as várias estratégias de Gerenciamento da Mobilidade citam-se: mudança do hábito de viagens, restrição ao uso do automóvel, sistema de rodízio, incentivo e priorização dos meios não motorizados e de transporte de massa em detrimento ao uso do transporte individual, incentivo ao compartilhamento do automóvel (Carpooling), Clube do carro (Carsharing), entre outros como forma de reduzir os impactos ambientais ocasionados pelos veículos automotores(ferreira; RIBEIRO; BARBOSA, 2012; KUWAHARA; BALASSIANO; SANTOS, 2012) Sustentabilidade

19 18 Frente à necessidade de estratégias globais para o desenvolvimento de um mundo sustentável, este trabalho analisa a necessidade de mudança dos paradigmas do deslocamento humano, tendo como foco de análise a perspectiva das pessoas em detrimento à dos veículos, orientando-se pelos princípios da qualidade de vida e da sustentabilidade (OLIVEIRA, M. F. S.; OLIVEIRA, O. J. R.; OLIVEIRA, J.F. S., 2010). O conceito de sustentabilidade consiste em atender às necessidades do presente sem comprometer, ao mesmo tempo, os interesses das gerações futuras. Na problemática da sustentabilidade, a prosperidade econômica, o desenvolvimento humano e social e a preservação do meio ambiente possuem o mesmo grau de importância (FILETO, 2009). A obtenção da sustentabilidade global sofre a ação de diversos entraves: culturais, científicos, político-econômicos, sociais, éticos, ideológicos e psicológicos. Contudo, acredita-se firmemente que os cidadãos podem modificar os seus hábitos de vida e de consumo e, dessa forma, atuar como os atores principais da mudança de paradigma da mobilidade sustentável (FILETO, 2009). Neste contexto, para que a questão da mobilidade se torne sustentável, é necessário que os problemas sejam abordados de forma mais ampla, incluindo não apenas a gestão, o desenvolvimento e a adoção de inovações tecnológicas, mas também promovendo mudanças quanto ao comportamento da sociedade, de forma a promover o crescimento da consciência ambiental (SILVA et al., 2003). Os consumidores têm um enorme potencial para impulsionar a redução das emissões de CO2 através de suas atitudes no dia-a-dia, como suas decisões sobre aquecimento e iluminação em casa, a escolha dos aparelhos elétricos e suas opções de transporte (FILETO, 2009). O sentido de pertencimento a uma comunidade e o senso de responsabilidade sobre os destinos da sociedade são fundamentais para que os indivíduos abdiquem do seu conforto particular em prol do bem-estar social (OLIVEIRA, M. F. S.; OLIVEIRA, O. J. R.; OLIVEIRA, J.F. S., 2010). A redução do uso do automóvel estimula a co-responsabilidade social na preservação do meio ambiente, chamando a atenção das pessoas sobre as consequências relacionadas à poluição do ar (JACOBI, 2003). Dessa forma, a

20 19 realização de campanhas de divulgação e conscientização, voltadas aos proprietários de veículos, para adesão a algumas alternativas são extremamente importantes (KUWAHARA; BALASSIANO; SANTOS, 2012). Como o automóvel é o meio de transporte mais utilizado, se houver uma melhora na utilização desse meio, o impacto final será de extrema relevância (SANTOS; SILVA, 2009) Carona Solidária Uma das estratégias utilizadas para reduzir os impactos ambientais causados pelos automóveis e os congestionamentos é o incentivo ao uso compartilhado dos mesmos, conhecido como Carpooling, e traduzido para o português como Carona Solidária. A carona solidária pode ser definida como a realização de uma viagem com pelo menos duas pessoas compartilhando um automóvel pertencente a um desses ocupantes, sendo que ambos são considerados praticantes da carona solidária (FERREIRA; RIBEIRO; BARBOSA, 2012). Em geral, todos os participantes são proprietários de um automóvel e alternam seu uso, economizando assim com as despesas de viagem e contribuindo para reduzir os fatores citados anteriormente (EPC, 2011). O estabelecimento de uma carona envolve encontrar pessoas com horários e rotas semelhantes. Os participantes devem estar prontos no horário e lugar combinados com a pessoa que está oferecendo a carona, requerendo dessa forma um acordo mútuo de confiança (MINETT; PEARCE, 2009, tradução nossa). O sistema de caronas é frequentemente utilizado para viagens ao trabalho, instituições de ensino superior e escolas, uma vez que há muitas pessoas viajando ao mesmo tempo para o mesmo local. A carona é flexível e pode ser usada para uma única viagem ou para viagens regulares. Este programa de Carona Solidária é utilizado há muitos anos, com bastante sucesso, em vários países como: França, Alemanha, Inglaterra, Canadá e Estados Unidos. Na França, por exemplo, um site com mais de 200 mil pessoas inscritas realizou uma pesquisa com seus usuários que relataram como vantagens das caronas a economia nos gastos com pedágio e com

21 20 gasolina e o prazer em conhecer outras pessoas e fazer novos amigos (OLIVEIRA, 2009). Além das vantagens citadas pelos usuários, a carona solidária também promove redução na demandapor estacionamento, dos congestionamentos e da poluição do ar, melhorando dessa forma o bem-estar social e reduzindo o impacto ambiental. Também é possível destacar osbenefíciossociaisa partir de umaperspectiva comportamental, como mudançasnos hábitosculturais e sociais e na mentalidade das pessoas (GALIZZI, 2004, tradução nossa). A eficiência da carona solidáriaestá condicionada à adoção de medidas que incentivem sua prática, uma vez que ela traz desvantagens como a perda da privacidade e disponibilidade, insegurança, perda da independência e a dificuldade de coordenação de viagens de pessoas diferentes (FERREIRA; RIBEIRO; BARBOSA, 2012). Com base nessas informações, percebe-se que osucesso deste programadepende de um conjunto de medidas, como o apoio das pessoas e das instituições, a realização de campanhas educativas e informativas para que a população possa conhecer e usufruir desta facilidade e assim melhorar sua mobilidade (DEWAN; AHMAD, 2007). Outra formade aumentar a adesão ao sistema de caronas consiste na oferta de benefícios ou incentivos aos participantes, comopor exemplo, uma faixa destinadapara o tráfego de veículosde alta ocupação (pelo menos dois ocupantes) e espaçospreferenciais de estacionamento(ferreira; RIBEIRO; BARBOSA, 2012) Smartphones A tecnologia móvel está se tornando cada vez mais presente no cotidiano da população envolvendo todas as classes sociais. A presença dos dispositivos móveis está revolucionando a vida das pessoas à medida que esses ficam mais acessíveis e oferecem mais serviços. Nesse sentido, o termo computação móvelé frequentemente empregado no sentido genérico de descrever a habilidade de utilizar tecnologia apropriada para obter conexão sem fio e usufruir de informação e/ou software de aplicação centralmente

22 21 encontrado através de aplicações pequenas, portáteis, e dispositivos de computação e comunicação sem fio (KLIEMANN, 2006). O Brasil está deixando de ser o país do telefone celular para ganhar o status de nação dos smartphonestabela. Essa constatação provém de uma pesquisa conduzida pela IHS isuppli, a qual revelou que a venda de smartphones deve ultrapassar a dos celulares normais em Estima-se que os chamados celulares inteligentes representarão 54% da venda total de aparelhos móveis no ano que vem. Atualmente eles representam 46% do total de vendas de celulares móveis(venda, 2012). Segundo pesquisa realizada pela Nielsen acerca do mercado de dispositivos móveis as vendas de smartphones no Brasil em 2011 registraram um crescimento de 179% em relação ao ano anterior. Ainda de acordo com a Nielsen, foi a queda de 33% no preço médio do celular inteligente em comparação a 2010, que contribuiu para o crescimento nas vendas (VENDAS, 2012). Os resultados de uma pesquisa realizada pelo IDC mostraram que nos próximos quatro anos o Windows Phone pode superar o mercado do ios e se tornar o segundo sistema operacional móvel mais usado do mundo. Dos 5,2% atuais, o Sistema Operacional da Microsoft deverá ter um aumento de 14% até 2016, enquanto o ios terá uma perda de 1,5%, ficando com 19% do mercado. No primeiro lugar está o Android que atualmente detém 61% do mercado de telefonia móvel e deve ficar com 52,9% daqui a quatro anos. No geral, o IDC estima que o mercado global de telefones móveis cresça 4% ao longo dos próximos quatro anos e que, neste ano, 1,8 bilhões de smartphones sejam enviados ao mercado (PESQUISA, 2012). No Brasil, o panorama é um pouco diferente. A empresa KantarWorldpanel Com Tech divulgou os dados de uma pesquisa, que analisou o mês de agosto de 2012, sobre a utilização de smartphones em diversos países do mundo. Os resultados indicam que a base de usuários brasileiros usando a plataforma do Google corresponde a 46.8% do mercado, já o ios 2 é apenas o quarto colocado, com 7,5% de participação, atrás do Windows Phone com quase 15% e até do Nokia Symbian 3 (22% dos aparelhos).a tendência, 2 IOS - Sistema operacionalmóvel da Apple Inc. desenvolvido originalmente para o iphone. 3 Symbian - Sistema operacional móvel (OS) e plataforma de computação, projetado para smartphones.

23 22 com o passar do tempo, é que a participação do Symbian caia em desuso e ios e Windows Phone fiquem como principais concorrentes do Android 4 na luta pelo topo deste mercado, que não para de crescer (ANDROID, 2012). O sistema operacional da Microsoft para smartphones, o Windows Phone chegou para competir com iphones e Androids, já estabelecidos no mercado há algum tempo. A interface da plataforma da Microsoft é mais intuitiva e é diferente dos demais smartphones. A maior diferença entre essas plataformas está relacionada a uma das principais características dos smartphones: a quantidade e qualidade dos aplicativos disponíveis para cada plataforma(prado, 2012). Com mais de 600 mil aplicativos disponíveis, a AppStore, da Apple, está à frente de suas concorrentes. O Google Play, substituto do Android Market, oferece algo em torno de 500 mil aplicativos. Já o MarketPlace do Windows Phone ainda está no começo, mas já conta com 120 mil aplicativos disponíveis para download (MACHADO, 2012). Um blog americano realizou uma pesquisa para comparar a venda de um software (Mortal Kombattáticas) que existe tanto para Windows Phone 7 como paraandroid, sendo que em ambas as plataformas o aplicativo demonstra as mesmas funções. A pesquisa durou 5 dias e a versão para o Windows Phone obteve um total de avaliações e uma receita de U$ 14,77. Os resultados mostraram que no 1 dia a versão para o Windows Phone já havia superado os resultados do Android, que em 5 dias obteve um total de avaliações e uma receita total de U$ 1,27 (PROGRAMAR, 2011). De acordo com essas informações, fica evidente que o mercado de aplicativos para o Windows Phone está em franca expansão Gerenciamento de Projetos A humanidade vem enfrentando inúmeras mudanças ambientais e quebras de paradigmas, os quais possibilitam o desenvolvimento de projetos motivados pelo intenso movimento de globalização do mundo dos negócios. A ciência acerca dessas transformações possibilita a condução de diversos 4 Android - Sistema operacional baseado no núcleo Linux para dispositivos móveis.

24 23 conjuntos de atividades que devem ser tratados como projetos, por suas características inovadoras e necessidades de integração (MENEZES, 2009). O desenvolvimento de produtos ou soluções novas demanda um planejamento orientado na criação, no desenvolvimento e em todas as fases intermediárias de validação do projeto, pois facilita o controle no lançamento desses produtos (MENEZES, 2009). Um projeto corresponde a um empreendimento único que apresenta objetivo bem definido, uma sequência clara e lógica de eventos, com início, meio e fim, sendo conduzido por pessoas e respeitando os parâmetros predefinidos de tempo, custo e qualidade (BRUZZI, 2002). Dessa forma, a gestão de projetos pode ser definida como o planejamento, a programação e o controle de uma série de tarefas integradas para atingir seus objetivos com êxito (KERZNER, 2006). Além disso, o gerenciamento de projetos consiste na aplicação de conhecimento, habilidades, ferramentas, e técnicas às atividades do projeto de forma a atender seus requisitos (PMI, 2008). Segundo Sommerville (2007), um bom gerenciamento não é suficiente para garantir o sucesso de um projeto. No entanto, um mau gerenciamento geralmente resulta em falha do projeto: entrega fora do prazo, custo maior do que o estimado e falha no atendimento aos requisitos. O controle e gerenciamento de um projeto estão baseados em três fatores básicos: escopo, tempo e custo, comumente conhecidos como Restrição Tripla. Eles constituem o foco do gerenciamento de projetos, concentrando toda energia e atenção do Gerente do Projeto (POSSI, 2004). Esses três parâmetros estão fortemente relacionados, de forma que se ocorrer uma mudança em um deles, provavelmente irá afetar os demais (PMI, 2008). O conhecimento das variáveis que influenciam o projeto, além dos parâmetros citados acima, também é importante. Como exemplo desses parâmetros pode-se citar a cultura local e os padrões de comportamento da população, os quais podem igualmente influenciar o projeto (MENEZES, 2009). Para que o gerenciamento de projetos seja eficiente, os mesmos devem ser segmentados em fases, constituindo o ciclo de vida do projeto. Esse ciclo inclui os principais passos do projeto, funcionando como uma ferramenta de apoio para definir o começo e o término do mesmo, através da definição de

25 24 fases, cujos subprodutos são avaliados de forma a determinar a continuidade ou não de um projeto (POSSI, 2004). O plano de gerenciamento do projeto é considerado iterativo devido ao potencial de mudança do mesmo. Ele passa por uma elaboração progressiva no decorrer do ciclo de vida do projeto. Dessa forma, conforme o projeto evolui, o nível de detalhes aumenta (PMI, 2008) PMBOK Nos últimos anos a área de gerenciamento de projetos tem ganhado cada vez mais reconhecimento e importância. Um dos principais responsáveis por essa ascensão é o Instituto de Gerenciamento de Projetos (PMI - Project Management Institute), o qual tem como objetivo a difusão do conhecimento em gerenciamento de projetos. Uma das principais iniciativas do PMI para atingir esse objetivo é a publicação de padrões globais de gerenciamento de projetos, programas e portfólio, sendo a mais popular delas o Guia do Conjunto de Conhecimentos em Gerenciamento de Projetos (Guia PMBOK - Project Management BodyofKnowledge) (D'ÁVILA, 2006). Os padrões globais publicados pelo PMI são amplamente aceitos e fornecem diretrizes, regras e características do gerenciamento de projetos. O Guia PMBOK é atualmente o principal padrão global para gerenciamento de projetos(library, 2012, tradução nossa). O PMI (2008) descreve diversos conhecimentos acerca do gerenciamento de projetos, categorizando-os em nove áreas: Gerenciamento da Integração do Projeto, Gerenciamento do Escopo do Projeto, Gerenciamento do Tempo do Projeto, Gerenciamento dos Custos do Projeto, Gerenciamento da Qualidade do Projeto, Gerenciamento dos Recursos Humanos do Projeto, Gerenciamento da Comunicação do Projeto, Gerenciamento dos Riscos do Projeto e Gerenciamento das Aquisições do Projeto. Dessas nove áreas de conhecimento, os principais determinantes para o objetivo de um projeto são o Escopo, Tempo, Custos e Qualidade: entregar um resultado de acordo com o escopo, prazo e custo definidos, com uma

26 25 qualidade adequada. Os Recursos Humanos e as Aquisições correspondem aos insumos necessários para produzir o trabalho do projeto. A Comunicação e os Riscos devem ser gerenciados continuamente, de forma a controlar as expectativas e as incertezas do projeto e garantir que o mesmo está sendo conduzido para a direção correta. Já a Integração abrange a coordenação de todos estes aspectos (D'ÁVILA, 2006) Modelagem de sistemas de software De acordo com Booch, Rumbaugh e Jacobson (2012), um software que satisfaça as necessidades de seus usuários e respectivos negócios é o principal produto de uma equipe de desenvolvimento, sendo o restante secundário. O que ocorre muitas vezes é a confusão de secundário com irrelevante. Para Bezerra (2002) a utilização da modelagem na construção de sistemas de software permite o gerenciamento da complexidade do sistema, a comunicação entre as partes envolvidas, a redução de custos no desenvolvimento e a predição do comportamento futuro do sistema. Bezerra (2002) ainda define a modelagem de sistemas como sendo: A utilização de notações gráficas e textuais com o objetivo de construir modelos que representam as partes essenciais de um sistema, considerando-se diversas perspectivas diferentes e complementares. O motivo principal para a utilização da modelagem nos sistemas de software consiste na capacidade dessa metodologia de simplificar a realidade e possibilitar uma melhor compreensão do sistema que está sendo desenvolvido. Além disso, através da modelagem é possível alcançar os seguintes objetivos: visualizar o sistema como ele é ou como gostaríamos que fosse; especificar a estrutura ou o comportamento do sistema; fornecer um guia para a construção do sistema; documentar as decisões tomadas (BOOCH; RUMBAUGH; JACOBSON, 2012).

1 UML (UNIFIED MODELING LANGUAGE)

1 UML (UNIFIED MODELING LANGUAGE) 1 UML (UNIFIED MODELING LANGUAGE) Segundo Tonsig (2003), para conseguir desenvolver um software capaz de satisfazer as necessidades de seus usuários, com qualidade, por intermédio de uma arquitetura sólida

Leia mais

Algumas propriedades dos objetos:

Algumas propriedades dos objetos: Orientação a Objetos Vivemos num mundo de objetos. Esses objetos existem na natureza, nas entidades feitas pelo homem, nos negócios e nos produtos que usamos. Eles podem ser categorizados, descritos, organizados,

Leia mais

do grego: arkhé (chefe ou mestre) + tékton (trabalhador ou construtor); tekhne arte ou habilidade;

do grego: arkhé (chefe ou mestre) + tékton (trabalhador ou construtor); tekhne arte ou habilidade; 1 ARQUITETURA E DESIGN DE SOFTWARE O que é Arquitetura? do grego: arkhé (chefe ou mestre) + tékton (trabalhador ou construtor); tekhne arte ou habilidade; do dicionário: Arte de projetar e construir prédios,

Leia mais

Sistema para gestão de restaurante

Sistema para gestão de restaurante Sistema para gestão de restaurante Luciana Tavares Rosa luciana.rosa@inf.aedb.br AEDB Fábio Rezende Dutra fabio.dutra@inf.aedb.br AEDB Resumo:O sistema para gestão de restaurante é um software desenvolvido

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ UFPR Bacharelado em Ciência da Computação

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ UFPR Bacharelado em Ciência da Computação SOFT DISCIPLINA: Engenharia de software AULA NÚMERO: 08 DATA: / / PROFESSOR: Andrey APRESENTAÇÃO O objetivo desta aula é apresentar e discutir conceitos relacionados a modelos e especificações. Nesta aula

Leia mais

Aula 2: RIA - Aplicações Ricas para Internet Fonte: Plano de Aula Oficial da Disciplina

Aula 2: RIA - Aplicações Ricas para Internet Fonte: Plano de Aula Oficial da Disciplina Programação para Internet Rica 1 Aula 2: RIA - Aplicações Ricas para Internet Fonte: Plano de Aula Oficial da Disciplina Objetivo: Identificar as principais características de uma Aplicação Internet Rica.

Leia mais

FERRAMENTAS PARA DESENVOLVIMENTO EM C#

FERRAMENTAS PARA DESENVOLVIMENTO EM C# FERRAMENTAS PARA DESENVOLVIMENTO EM C# Camila Sanches Navarro 1,2, Wyllian Fressatti 2 ¹Universidade paranaense (Unipar) Paranavaí PR Brasil sanchesnavarro@gmail.com wyllian@unipar.br Resumo. Este artigo

Leia mais

Fundamentos da Computação Móvel

Fundamentos da Computação Móvel Fundamentos da Computação Móvel (Plataformas Sistemas Operacionais e Desenvolvimento) Programação de Dispositivos Móveis Mauro Lopes Carvalho Silva Professor EBTT DAI Departamento de Informática Campus

Leia mais

Programa do Módulo 2. Processo Unificado: Visão Geral

Programa do Módulo 2. Processo Unificado: Visão Geral 9.1 Programa do Módulo 2 Orientação a Objetos Conceitos Básicos Análise Orientada a Objetos (UML) O Processo Unificado (RUP) Processo Unificado: Visão Geral 9.2 Encaixa-se na definição geral de processo:

Leia mais

Unified Modeling Language UML - Notações

Unified Modeling Language UML - Notações Unified Modeling Language UML - Notações Prof. Ms. Elvio Gilberto da Silva elvio@fmr.edu.br UML Ponto de Vista É gerada com propósito geral de uma linguagem de modelagem visual usada para especificar,

Leia mais

Eduardo Bezerra. Editora Campus/Elsevier

Eduardo Bezerra. Editora Campus/Elsevier Princípios de Análise e Projeto de Sistemas com UML 2ª edição Eduardo Bezerra Editora Campus/Elsevier Capítulo 11 Arquitetura do sistema Nada que é visto, é visto de uma vez e por completo. --EUCLIDES

Leia mais

Uma Abordagem usando PU

Uma Abordagem usando PU Uma Abordagem usando PU Curso de Especialização DEINF - UFMA Desenvolvimento Orientado a Objetos Prof. Geraldo Braz Junior Referências: Baseada em: Rational Software Corpotation G. Booch, Ivar Jacobson,

Leia mais

Com relação às áreas de conhecimento de projetos conforme o. PMBoK, julgue os itens subseqüentes.

Com relação às áreas de conhecimento de projetos conforme o. PMBoK, julgue os itens subseqüentes. De acordo com o comando a que cada um dos itens de 1 a 70 se refira, marque, na folha de respostas, para cada item: o campo designado com o código C, caso julgue o item CERTO; ou o campo designado com

Leia mais

PROGRAMAÇÃO PARA INTERNET RICA RICH INTERNET APPLICATIONS

PROGRAMAÇÃO PARA INTERNET RICA RICH INTERNET APPLICATIONS PROGRAMAÇÃO PARA INTERNET RICA RICH INTERNET APPLICATIONS Prof. Dr. Daniel Caetano 2012-1 Objetivos Apresentar o que é uma Aplicação Rica para Internet Contextualizar tais aplicações na Web e os desafios

Leia mais

UTILIZANDO ICONIX NO DESENVOLVIMENTO DE APLICAÇÕES DELPHI

UTILIZANDO ICONIX NO DESENVOLVIMENTO DE APLICAÇÕES DELPHI UTILIZANDO ICONIX NO DESENVOLVIMENTO DE APLICAÇÕES DELPHI Dr. George SILVA; Dr. Gilbert SILVA; Gabriel GUIMARÃES; Rodrigo MEDEIROS; Tiago ROSSINI; Centro Federal de Educação Tecnológica do Rio Grande do

Leia mais

UM FRAMEWORK PARA DESENVOLVIMENTO DE

UM FRAMEWORK PARA DESENVOLVIMENTO DE UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO GRADUAÇÃO EM CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO CENTRO DE INFORMÁTICA UM FRAMEWORK PARA DESENVOLVIMENTO DE APLICATIVOS EM WINDOWS MOBILE. PROPOSTA DE TRABALHO DE GRADUAÇÃO Aluno:

Leia mais

ENGENHARIA DE SOFTWARE Prof. Ricardo Rodrigues Barcelar http://www.ricardobarcelar.com.br

ENGENHARIA DE SOFTWARE Prof. Ricardo Rodrigues Barcelar http://www.ricardobarcelar.com.br - MÓDULO 3 - MODELAGEM DE SISTEMAS ORIENTADA A OBJETOS COM UML 1. INTRODUÇÃO A partir de 1980, diversos métodos de desenvolvimento de sistemas surgiram para apoiar o paradigma orientado a objetos com uma

Leia mais

Adobe Flex. Cainã Fuck dos Santos Thiago Vieira Puluceno Jonathan Kuntz Fornari Gustavo Nascimento Costa

Adobe Flex. Cainã Fuck dos Santos Thiago Vieira Puluceno Jonathan Kuntz Fornari Gustavo Nascimento Costa Adobe Flex Cainã Fuck dos Santos Thiago Vieira Puluceno Jonathan Kuntz Fornari Gustavo Nascimento Costa O que é Flex? Estrutura de Código aberto para a criação de aplicativos Web Utiliza o runtime do Adobe

Leia mais

Introduçãoa Engenhariade. Prof. Anderson Cavalcanti UFRN-CT-DCA

Introduçãoa Engenhariade. Prof. Anderson Cavalcanti UFRN-CT-DCA Introduçãoa Engenhariade Software Prof. Anderson Cavalcanti UFRN-CT-DCA O que é Software? O que é software? São programas de computadores, em suas diversas formas, e a documentação associada. Um programa

Leia mais

DESENVOLVIMENTO EM DISPOSITIVOS MÓVEIS UTILIZANDO BANCO DE DADOS

DESENVOLVIMENTO EM DISPOSITIVOS MÓVEIS UTILIZANDO BANCO DE DADOS DESENVOLVIMENTO EM DISPOSITIVOS MÓVEIS UTILIZANDO BANCO DE DADOS Leandro Guilherme Gouvea 1, João Paulo Rodrigues 1, Wyllian Fressatti 1 1 Universidade Paranaense (Unipar) Paranavaí PR Brasil leandrog.gouvea@gmail.com,

Leia mais

ARQUITETURA DE SISTEMAS. Cleviton Monteiro (cleviton@gmail.com)

ARQUITETURA DE SISTEMAS. Cleviton Monteiro (cleviton@gmail.com) ARQUITETURA DE SISTEMAS Cleviton Monteiro (cleviton@gmail.com) Roteiro Definição Documento de arquitetura Modelos de representação da arquitetura Estilos arquiteturais Arquitetura de sistemas web Arquitetura

Leia mais

Artur Petean Bove Júnior Tecnologia SJC

Artur Petean Bove Júnior Tecnologia SJC Artur Petean Bove Júnior Tecnologia SJC Objetivo O objetivo do projeto é especificar o desenvolvimento de um software livre com a finalidade de automatizar a criação de WEBSITES através do armazenamento

Leia mais

Documento de Arquitetura

Documento de Arquitetura Documento de Arquitetura A2MEPonto - SISTEMA DE PONTO ELETRÔNICO A2MEPonto - SISTEMA DE PONTO ELETRÔNICO #1 Pág. 1 de 11 HISTÓRICO DE REVISÕES Data Versão Descrição Autor 28/10/2010 1 Elaboração do documento

Leia mais

Sistema de Automação Comercial de Pedidos

Sistema de Automação Comercial de Pedidos Termo de Abertura Sistema de Automação Comercial de Pedidos Cabana - Versão 1.0 Iteração 1.0- Release 1.0 Versão do Documento: 1.5 Histórico de Revisão Data Versão do Documento Descrição Autor 18/03/2011

Leia mais

O que é o Virto ERP? Onde sua empresa quer chegar? Apresentação. Modelo de funcionamento

O que é o Virto ERP? Onde sua empresa quer chegar? Apresentação. Modelo de funcionamento HOME O QUE É TOUR MÓDULOS POR QUE SOMOS DIFERENTES METODOLOGIA CLIENTES DÚVIDAS PREÇOS FALE CONOSCO Suporte Sou Cliente Onde sua empresa quer chegar? Sistemas de gestão precisam ajudar sua empresa a atingir

Leia mais

Linha Silk: a maneira leve para testar, desenvolver e gerenciar

Linha Silk: a maneira leve para testar, desenvolver e gerenciar Linha : a maneira leve para testar, desenvolver e gerenciar Leve Criado apenas com a funcionalidade que você precisa Barato Do uso gratuito ao licenciamento flexível Eficiente Software fácil de usar e

Leia mais

DESENVOLVIMENTO DE UM APLICATIVO DO TIPO SECRETÁRIO VIRTUAL PARA A PLATAFORMA ANDROID

DESENVOLVIMENTO DE UM APLICATIVO DO TIPO SECRETÁRIO VIRTUAL PARA A PLATAFORMA ANDROID DESENVOLVIMENTO DE UM APLICATIVO DO TIPO SECRETÁRIO VIRTUAL PARA A PLATAFORMA ANDROID Maik Olher CHAVES 1 ; Daniela Costa Terra 2. 1 Graduado no curso de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas

Leia mais

DESAFIO ETAPA 1 Passo 1

DESAFIO ETAPA 1 Passo 1 DESAFIO Um dos maiores avanços percebidos pela área de qualidade de software foi comprovar que a qualidade de um produto final (software) é uma consequência do processo pelo qual esse software foi desenvolvido.

Leia mais

A Linguagem de Modelagem Unificada (UML)

A Linguagem de Modelagem Unificada (UML) Aécio Costa A Linguagem de Modelagem Unificada (UML) Percebeu-se a necessidade de um padrão para a modelagem de sistemas, que fosse aceito e utilizado amplamente. Surge a UML (Unified Modeling Language)

Leia mais

Ferramentas Web para controle e supervisão: o que está por vir

Ferramentas Web para controle e supervisão: o que está por vir Artigos Técnicos Ferramentas Web para controle e supervisão: o que está por vir Marcelo Salvador, Diretor de Negócios da Elipse Software Ltda. Já faz algum tempo que ouvimos falar do controle e supervisão

Leia mais

IBM Cognos Business Intelligence Scorecarding

IBM Cognos Business Intelligence Scorecarding IBM Cognos Business Intelligence Scorecarding Unindo a estratégia às operações com sucesso Visão Geral O Scorecarding oferece uma abordagem comprovada para comunicar a estratégia de negócios por toda a

Leia mais

Linguagem de Programação JAVA. Professora Michelle Nery Nomeclaturas

Linguagem de Programação JAVA. Professora Michelle Nery Nomeclaturas Linguagem de Programação JAVA Professora Michelle Nery Nomeclaturas Conteúdo Programático Nomeclaturas JDK JRE JEE JSE JME JVM Toolkits Swing AWT/SWT JDBC EJB JNI JSP Conteúdo Programático Nomenclatures

Leia mais

UML 2. Guia Prático. Gilleanes T.A. Guedes. Novatec. Obra revisada e ampliada a partir do título Guia de Consulta Rápida UML 2

UML 2. Guia Prático. Gilleanes T.A. Guedes. Novatec. Obra revisada e ampliada a partir do título Guia de Consulta Rápida UML 2 UML 2 Guia Prático Gilleanes T.A. Guedes Obra revisada e ampliada a partir do título Guia de Consulta Rápida UML 2 Novatec capítulo 1 Introdução à UML A UML (Unified Modeling Language ou Linguagem de Modelagem

Leia mais

FERRAMENTAS NECESSÁRIAS PARA O DESENVOLVIMENTO EM C#

FERRAMENTAS NECESSÁRIAS PARA O DESENVOLVIMENTO EM C# FERRAMENTAS NECESSÁRIAS PARA O DESENVOLVIMENTO EM C# Camila Sanches Navarro 1,2, Willian Magalhães 2 ¹Universidade paranaense (Unipar) Paranavaí PR Brasil sanchesnavarro@gmail.com wmagalhaes@unipar.br

Leia mais

EDITAL 01/2014 EDITAL DE QUALIFICAÇÃO E HABILITAÇÃO PROJETOS PESSOAIS

EDITAL 01/2014 EDITAL DE QUALIFICAÇÃO E HABILITAÇÃO PROJETOS PESSOAIS EDITAL 01/2014 EDITAL DE QUALIFICAÇÃO E HABILITAÇÃO PROJETOS PESSOAIS CAPÍTULO I Do Programa Art. 1º O BP Instituto, doravante denominado BPI, pessoa jurídica, responsável pela gestão do Condomínio Empresarial

Leia mais

Considerando-se a especificação de requisitos de um software, é INCORRETO afirmar que esse documento

Considerando-se a especificação de requisitos de um software, é INCORRETO afirmar que esse documento QUESTÕES DE TI QUESTÃO 16 Considerando-se o número de pontos de função para a estimativa do tamanho de um software, é INCORRETO afirmar que, na contagem de pontos, leva-se em consideração A) as compilações

Leia mais

Fundamentos da Computação Móvel

Fundamentos da Computação Móvel Fundamentos da Computação Móvel (O Mercado Mobile no Brasil) Programação de Dispositivos Móveis Mauro Lopes Carvalho Silva Professor EBTT DAI Departamento de Informática Campus Monte Castelo Instituto

Leia mais

Documentação de um Produto de Software

Documentação de um Produto de Software Documentação de um Produto de Software Versão 3.0 Autora: Profª Ana Paula Gonçalves Serra Revisor: Prof. Fernando Giorno 2005 ÍNDICE DETALHADO PREFÁCIO... 4 1. INTRODUÇÃO AO DOCUMENTO... 6 1.1. TEMA...

Leia mais

TÍTULO: SISTEMA MOBILE-SERVIDOR PARA GERENCIAMENTO DE DESPACHO DE EMPILHADEIRAS CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: ENGENHARIAS E TECNOLOGIAS

TÍTULO: SISTEMA MOBILE-SERVIDOR PARA GERENCIAMENTO DE DESPACHO DE EMPILHADEIRAS CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: ENGENHARIAS E TECNOLOGIAS Anais do Conic-Semesp. Volume 1, 2013 - Faculdade Anhanguera de Campinas - Unidade 3. ISSN 2357-8904 TÍTULO: SISTEMA MOBILE-SERVIDOR PARA GERENCIAMENTO DE DESPACHO DE EMPILHADEIRAS CATEGORIA: CONCLUÍDO

Leia mais

Anderson Pereira, Emerson Demetrio, Fernando Mateus, Lucas Bergmann

Anderson Pereira, Emerson Demetrio, Fernando Mateus, Lucas Bergmann Anderson Pereira, Emerson Demetrio, Fernando Mateus, Lucas Bergmann Sistema Operacional E no inicio... Windows CE: - Sistema Operacional criado pela Microsoft para dispositivos sistemas embarcados (Tablet

Leia mais

Solução sustentável de compartilhamento de veículos para o mundo escolar

Solução sustentável de compartilhamento de veículos para o mundo escolar Interbros Tecnologia e Soluções de Internet Ltda. Rua Dr. Guilherme Bannitz, 126 2º andar Conj. 21 /179 Itaim Bibi - São Paulo- SP - 04532-060 Fone: 55 11 9209-3717 / 55 11 8162-0161 Por favor, considere

Leia mais

O modelo unificado de processo. O Rational Unified Process, RUP.

O modelo unificado de processo. O Rational Unified Process, RUP. Cursos: Sistemas de Informação Disciplina: Administração ADM Prof. Jarbas Avaliação: Prova B1, 5º/6º semestres Data: 27/09/2010 Nome: Gabarito RA: Assinatura: Turma: 1) Segundo as afirmações a seguir,

Leia mais

Aplicativo de referência em tecnologias Microsoft

Aplicativo de referência em tecnologias Microsoft Aplicativo de referência em tecnologias Microsoft André Luis Voltolini Sousa Prof. Everaldo Artur Grahl- Orientador Roteiro Introdução Objetivos Fundamentação teórica Especificação Implementação Operacionalidade

Leia mais

O que é software? Software e Engenharia de Software. O que é software? Tipos de Sistemas de Software. A Evolução do Software

O que é software? Software e Engenharia de Software. O que é software? Tipos de Sistemas de Software. A Evolução do Software O que é software? Software e Engenharia de Software Programas de computador Entidade abstrata. Ferramentas (mecanismos) pelas quais: exploramos os recursos do hardware. executamos determinadas tarefas

Leia mais

fagury.com.br. PMBoK 2004

fagury.com.br. PMBoK 2004 Este material é distribuído por Thiago Fagury através de uma licença Creative Commons 2.5. É permitido o uso e atribuição para fim nãocomercial. É vedada a criação de obras derivadas sem comunicação prévia

Leia mais

Wilson Moraes Góes. Novatec

Wilson Moraes Góes. Novatec Wilson Moraes Góes Novatec Copyright 2014 Novatec Editora Ltda. Todos os direitos reservados e protegidos pela Lei 9.610 de 19/02/1998. É proibida a reprodução desta obra, mesmo parcial, por qualquer processo,

Leia mais

CONHECENDO E CONCEITUANDO SISTEMAS DE INFORMAÇÃO

CONHECENDO E CONCEITUANDO SISTEMAS DE INFORMAÇÃO CONHECENDO E CONCEITUANDO SISTEMAS DE INFORMAÇÃO Franco Vieira Sampaio 1 Atualmente a informática está cada vez mais inserida no dia a dia das empresas, porém, no início armazenavam-se os dados em folhas,

Leia mais

INTEGRE Diversas fontes de informações em uma interface intuitiva que exibe exatamente o que você precisa

INTEGRE Diversas fontes de informações em uma interface intuitiva que exibe exatamente o que você precisa INTEGRE Diversas fontes de informações em uma interface intuitiva que exibe exatamente o que você precisa ACESSE Informações corporativas a partir de qualquer ponto de Internet baseado na configuração

Leia mais

Engenharia de Software I

Engenharia de Software I Engenharia de Software I Rogério Eduardo Garcia (rogerio@fct.unesp.br) Bacharelado em Ciência da Computação Aula 05 Material preparado por Fernanda Madeiral Delfim Tópicos Aula 5 Contextualização UML Astah

Leia mais

Palavras-Chaves: estoque, modelagem, requisitos, UML, vendas.

Palavras-Chaves: estoque, modelagem, requisitos, UML, vendas. UTILIZAÇÃO DA UML NO DESENVOLVIMENTO DE SISTEMA DE CONTROLE DE VENDAS E ESTOQUE GILBERTO FRANCISCO PACHECO DOS SANTOS Discente da AEMS Faculdades Integradas de Três Lagoas JACKSON LUIZ ARROSTI Discente

Leia mais

Solução sustentável de compartilhamento de veículos para o mundo universitário

Solução sustentável de compartilhamento de veículos para o mundo universitário Interbros Tecnologia e Soluções de Internet Ltda. Rua Dr. Guilherme Bannitz, 126 2º andar Conj. 21 /179 Itaim Bibi - São Paulo- SP - 04532-060 Fone: 55 11 9209-3717 / 55 11 8162-0161 Por favor, considere

Leia mais

Introdução a UML. Hélder Antero Amaral Nunes haanunes@gmail.com

Introdução a UML. Hélder Antero Amaral Nunes haanunes@gmail.com Introdução a UML Hélder Antero Amaral Nunes haanunes@gmail.com Introdução a UML UML (Unified Modeling Language Linguagem de Modelagem Unificada) é uma linguagem-padrão para a elaboração da estrutura de

Leia mais

SISTEMA GERENCIAL TRATORPLAN

SISTEMA GERENCIAL TRATORPLAN SISTEMA GERENCIAL TRATORPLAN SIGET Fabrício Pereira Santana¹, Jaime William Dias¹, ², Ricardo de Melo Germano¹ ¹Universidade Paranaense (Unipar) Paranavaí PR Brasil fabricioblack@gmail.com germano@unipar.br

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA CURSO DE GRADUAÇÃO EM SISTEMAS DE INFORMAÇÃO. Contribuições do MDA para o desenvolvimento de software

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA CURSO DE GRADUAÇÃO EM SISTEMAS DE INFORMAÇÃO. Contribuições do MDA para o desenvolvimento de software UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA CURSO DE GRADUAÇÃO EM SISTEMAS DE INFORMAÇÃO Contribuições do MDA para o desenvolvimento de software Anna Carla Mohr Verner Helder Eugenio dos Santos Puia Florianópolis,

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO GERAL GESTÃO DE PROJETOS

ADMINISTRAÇÃO GERAL GESTÃO DE PROJETOS ADMINISTRAÇÃO GERAL GESTÃO DE PROJETOS Atualizado em 31/12/2015 GESTÃO DE PROJETOS PROJETO Para o PMBOK, projeto é um esforço temporário empreendido para criar um produto, serviço ou resultado exclusivo.

Leia mais

Histórico de Revisão Data Versão Descrição Autor 19/09/2014 1.0 Implementação de itens essenciais para futuro aprimoramento.

Histórico de Revisão Data Versão Descrição Autor 19/09/2014 1.0 Implementação de itens essenciais para futuro aprimoramento. Documento de Requisitos 1 Documento de Requisitos Versão 1.2 Histórico de Revisão Data Versão Descrição Autor 19/09/2014 1.0 Implementação de itens essenciais para futuro aprimoramento. Camilo Fernandes

Leia mais

Planejamento de TI usando Cenários Prospectivos: Tecnologias de Desenvolvimento de Sistemas

Planejamento de TI usando Cenários Prospectivos: Tecnologias de Desenvolvimento de Sistemas Planejamento de TI usando Cenários Prospectivos: Tecnologias de Desenvolvimento de Sistemas Sidnei da Silva 11 de julho de 2007 1 Sumário 1 Dados Fundamentais 3 2 Definição do Problema 3 2.1 Questão...............................

Leia mais

Introdução a Computação Móvel

Introdução a Computação Móvel Introdução a Computação Móvel Computação Móvel Prof. Me. Adauto Mendes adauto.inatel@gmail.com Histórico Em 1947 alguns engenheiros resolveram mudar o rumo da história da telefonia. Pensando em uma maneira

Leia mais

Capítulo 1. Introdução. 1.1 Linguagens. OBJETIVOS DO CAPÍTULO Ao final deste capítulo você deverá ser capaz de:

Capítulo 1. Introdução. 1.1 Linguagens. OBJETIVOS DO CAPÍTULO Ao final deste capítulo você deverá ser capaz de: i Sumário 1 Introdução 1 1.1 Linguagens....................................... 1 1.2 O que é um Compilador?................................ 2 1.3 Processadores de Programas: Compiladores, Interpretadores

Leia mais

Novas Tecnologias Microsoft. http://formacao.rumos.pt/

Novas Tecnologias Microsoft. http://formacao.rumos.pt/ Novas Tecnologias Microsoft http://formacao.rumos.pt/ Rich Internet Applications (RIA) Carlos Lima carlos.lima@rumos.pt Agenda Objectivos da sessão O que é uma RIA O que é o Silverlight Software necessário

Leia mais

A linguagem UML. UML e Diagramas de Casos de Uso e Classes. Por que usar UML? O que é modelagem?

A linguagem UML. UML e Diagramas de Casos de Uso e Classes. Por que usar UML? O que é modelagem? UML e Diagramas de Casos de Uso e Classes Prof. Ms. Luiz Alberto Contato: lasf.bel@gmail.com A linguagem UML UML (Unified Modeling Language) Linguagem de Modelagem Unificada É uma linguagem de modelagem

Leia mais

Levantamento, Análise e Gestão Requisitos. Aula 04

Levantamento, Análise e Gestão Requisitos. Aula 04 Levantamento, Análise e Gestão Requisitos Aula 04 Agenda Linguagem de Modelagem Unificada (UML) Modelagem Visual Síntese Histórica da UML Conceitos da UML Notações da UML Diagramas Estruturais Diagramas

Leia mais

Programação para Dispositivos Móveis

Programação para Dispositivos Móveis Programação para Dispositivos Móveis Fatec Ipiranga Análise e Desenvolvimento de Sistemas Aula 02 História do desenvolvimento de software para dispositivos móveis Dalton Martins dmartins@gmail.com São

Leia mais

guia prático 2a Edição Gilleanes T.A. Guedes Novatec

guia prático 2a Edição Gilleanes T.A. Guedes Novatec guia prático 2a Edição Gilleanes T.A. Guedes Novatec Copyright 2007, 2014 da Novatec Editora Ltda. Todos os direitos reservados e protegidos pela Lei 9.610 de 19/02/1998. É proibida a reprodução desta

Leia mais

SISTEMATIZAÇÂO DOS TIPOS DE INFORMAÇÂO DO PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO EMPRESARIAL E DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÂO E COMUNICAÇÂO

SISTEMATIZAÇÂO DOS TIPOS DE INFORMAÇÂO DO PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO EMPRESARIAL E DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÂO E COMUNICAÇÂO SISTEMATIZAÇÂO DOS TIPOS DE INFORMAÇÂO DO PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO EMPRESARIAL E DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÂO E COMUNICAÇÂO Danilo Freitas Silvas Sistemas de informação CEATEC danilofs.ti@gmail.com Resumo:

Leia mais

Tutorial SD. Mobile and Smart devices Development Solution - Página 1

Tutorial SD. Mobile and Smart devices Development Solution - Página 1 Mobile and Smart devices Development Solution - Página 1 Introdução Hoje em dia, está claro para a indústria de TI a relevância que têm os smartphones, tablets e dispositivos inteligentes (os chamados

Leia mais

MC302A Modelagem de Sistemas com UML. Prof. Fernando Vanini vanini@ic.unicamp.br

MC302A Modelagem de Sistemas com UML. Prof. Fernando Vanini vanini@ic.unicamp.br MC302A Modelagem de Sistemas com UML Prof. Fernando Vanini vanini@ic.unicamp.br Modelamento de Sistemas e Orientação a Objetos O paradigma de Orientação a Objetos oferece um conjunto de características

Leia mais

Modelos de Sistema. 2007 by Pearson Education. Ian Sommerville 2006 Engenharia de Software, 8ª. edição. Capítulo 8 Slide 1.

Modelos de Sistema. 2007 by Pearson Education. Ian Sommerville 2006 Engenharia de Software, 8ª. edição. Capítulo 8 Slide 1. Modelos de Sistema Ian Sommerville 2006 Engenharia de Software, 8ª. edição. Capítulo 8 Slide 1 Objetivos Explicar por que o contexto de um sistema deve ser modelado como parte do processo de RE Descrever

Leia mais

A história de UML e seus diagramas

A história de UML e seus diagramas A história de UML e seus diagramas Thânia Clair de Souza Vargas Departamento de Informática e Estatística Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) Florianópolis, SC Brazil thania@inf.ufsc.br Abstract.

Leia mais

Gerenciamento de Projetos Modulo I Conceitos Iniciais

Gerenciamento de Projetos Modulo I Conceitos Iniciais Gerenciamento de Projetos Modulo I Conceitos Iniciais Prof. Walter Cunha falecomigo@waltercunha.com http://waltercunha.com Bibliografia* Project Management Institute. Conjunto de Conhecimentos em Gerenciamento

Leia mais

UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ. Campus Ponta Grossa ANDRÉ LUIS CORDEIRO DE FARIA RELATÓRIO DE ESTÁGIO

UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ. Campus Ponta Grossa ANDRÉ LUIS CORDEIRO DE FARIA RELATÓRIO DE ESTÁGIO UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ Campus Ponta Grossa ANDRÉ LUIS CORDEIRO DE FARIA RELATÓRIO DE ESTÁGIO Ponta Grossa 2012 ANDRÉ LUIS CORDEIRO DE FARIA RELATÓRIO DE ESTÁGIO Trabalho elaborado pelo

Leia mais

Desenvolvimento de Aplicação Windows Mobile Acessando um WebService

Desenvolvimento de Aplicação Windows Mobile Acessando um WebService Faculdade de Negócios e Administração de Sergipe Disciplina: Integração Web Banco de Dados Professor: Fábio Coriolano Desenvolvimento de Aplicação Windows Mobile Acessando um WebService Professor: Fabio

Leia mais

Violin Tours Management

Violin Tours Management vtm Violin Tours Management Violin Tours Management tm vviolin Tours Management Visão Geral Bem-vindo ao Violin Tours Management, uma aplicação completa para que você automatize canais de relacionamento,

Leia mais

DMS Documento de Modelagem de Sistema. Versão: 1.4

DMS Documento de Modelagem de Sistema. Versão: 1.4 DMS Documento de Modelagem de Sistema Versão: 1.4 VERANEIO Gibson Macedo Denis Carvalho Matheus Pedro Ingrid Cavalcanti Rafael Ribeiro Tabela de Revisões Versão Principais Autores da Versão Data de Término

Leia mais

CURSO TECNOLÓGICO 2008/01 1º SEMESTRE. Programação e Estruturas de Dados Fundamentais

CURSO TECNOLÓGICO 2008/01 1º SEMESTRE. Programação e Estruturas de Dados Fundamentais 1º SEMESTRE Programação e Estruturas de Dados Fundamentais 8 Créditos Desenvolver a lógica de programação através da construção de algoritmos utilizando português estruturado Representar a solução de problemas

Leia mais

Hélio Engholm Jr. Novatec

Hélio Engholm Jr. Novatec Hélio Engholm Jr. Novatec Copyright 2013 da Novatec Editora Ltda. Todos os direitos reservados e protegidos pela Lei 9.610 de 19/02/1998. É proibida a reprodução desta obra, mesmo parcial, por qualquer

Leia mais

Interfaces Homem-Máquina

Interfaces Homem-Máquina Interfaces Homem-Máquina www.altus.com.br Muito mais que IHMs Insuperável: gráficos vetoriais em hardware de alto desempenho Interativa: comunicação com diversos dispositivos de automação Intuitiva: biblioteca

Leia mais

X3DOM E WEBGL: O 3D INDEPENDENTE NA WEB

X3DOM E WEBGL: O 3D INDEPENDENTE NA WEB X3DOM E WEBGL: O 3D INDEPENDENTE NA WEB Augusto Francisco Ferbonink¹, Willian Barbosa Magalhães 1 Universidade Paranaense (UNIPAR) Paranavaí PR Brasil aferbonink@gmail.com wmagalhães@unipar.com Resumo.

Leia mais

- Aula 1 - ARQUITETURA DE COMPUTADORES

- Aula 1 - ARQUITETURA DE COMPUTADORES - Aula 1 - ARQUITETURA DE COMPUTADORES Em arquitetura de computadores serão estudados aspectos da estrutura e do funcionamento dos computadores. O objetivo é apresentar de forma clara e abrangente a natureza

Leia mais

ENGENHARIA DE SOFTWARE Prof. Ricardo Rodrigues Barcelar http://www.ricardobarcelar.com.br

ENGENHARIA DE SOFTWARE Prof. Ricardo Rodrigues Barcelar http://www.ricardobarcelar.com.br - MÓDULO 2 - ANÁLISE DE REQUISITOS DE SOFTWARE APLICATIVO 1. INTRODUÇÃO Entender os requisitos de um problema está entre as tarefas mais difíceis na construção de um software. Na maioria das vezes o cliente

Leia mais

Roteiro para a escrita do documento de Especificação de Requisitos de Software (ERS)

Roteiro para a escrita do documento de Especificação de Requisitos de Software (ERS) Roteiro para a escrita do documento de Especificação de Requisitos de Software (ERS) Definição Geral: Disciplina de Compiladores Prof. Jorge Bidarra (UNIOESTE) A especificação de requisitos tem como objetivo

Leia mais

PRÓTOTIPO MÓVEL DE TELEMEDICINA PARA AUXILIO DE DIAGNOSTICO CARDIACO COM ECG EM CARATER EMERGENCIAL

PRÓTOTIPO MÓVEL DE TELEMEDICINA PARA AUXILIO DE DIAGNOSTICO CARDIACO COM ECG EM CARATER EMERGENCIAL PRÓTOTIPO MÓVEL DE TELEMEDICINA PARA AUXILIO DE DIAGNOSTICO CARDIACO COM ECG EM CARATER EMERGENCIAL Adson Diego Dionisio da SILVA 1, Saulo Soares de TOLEDO², Luiz Antonio Costa Corrêa FILHO³, Valderí Medeiros

Leia mais

Modelagem OO com UML. Vítor E. Silva Souza (vitorsouza@inf.ufes.br) http://www.inf.ufes.br/ ~ vitorsouza

Modelagem OO com UML. Vítor E. Silva Souza (vitorsouza@inf.ufes.br) http://www.inf.ufes.br/ ~ vitorsouza Modelagem OO com UML Vítor E. Silva Souza (vitorsouza@inf.ufes.br) http://www.inf.ufes.br/ ~ vitorsouza Departamento de Informática Centro Tecnológico Universidade Federal do Espírito Santo Modelos Maneira

Leia mais

Engenharia de Software-2003

Engenharia de Software-2003 Engenharia de Software-2003 Mestrado em Ciência da Computação Departamento de Informática - UEM Profa. Dra. Elisa H. M. Huzita eng. de software-2003 Elisa Huzita Produto de Software Conceitos Software

Leia mais

Anexo I - DAS (Documento de Arquitetura de Software) Concurso de Desenvolvimento de Jogos SEBRAE

Anexo I - DAS (Documento de Arquitetura de Software) Concurso de Desenvolvimento de Jogos SEBRAE Anexo I - DAS (Documento de Arquitetura de Software) Concurso de Desenvolvimento de Jogos SEBRAE 1 Sumário Sumário... 2 1 INTRODUÇÃO... 3 1.1 Propósito... 3 1.2 Escopo... 3 1.3 Referências... 3 2 DIRETRIZES...

Leia mais

ESPECIFICAÇÃO DO ESCOPO DE SISTEMA DE SOFTWARE A PARTIR DA UTILIZAÇÃO DA ENGENHARIA DE REQUISITOS

ESPECIFICAÇÃO DO ESCOPO DE SISTEMA DE SOFTWARE A PARTIR DA UTILIZAÇÃO DA ENGENHARIA DE REQUISITOS ESPECIFICAÇÃO DO ESCOPO DE SISTEMA DE SOFTWARE A PARTIR DA UTILIZAÇÃO DA ENGENHARIA DE REQUISITOS Rosiane da Silva Biscaia Discente do curso Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas Faculdades

Leia mais

DEFINIÇÃO DE REQUISITOS SISTEMA DE CONTROLE DE FINANÇAS WEB 1.0 MANTER FUNCIONÁRIO RELEASE 4.1

DEFINIÇÃO DE REQUISITOS SISTEMA DE CONTROLE DE FINANÇAS WEB 1.0 MANTER FUNCIONÁRIO RELEASE 4.1 DEFINIÇÃO DE REQUISITOS SISTEMA DE CONTROLE DE FINANÇAS WEB 1.0 MANTER FUNCIONÁRIO RELEASE 4.1 SUMÁRIO DEFINIÇÃO DE REQUISITOS 4 1. INTRODUÇÃO 4 1.1 FINALIDADE 4 1.2 ESCOPO 4 1.3 DEFINIÇÕES, ACRÔNIMOS

Leia mais

PDS - DATASUS. Processo de Desenvolvimento de Software do DATASUS

PDS - DATASUS. Processo de Desenvolvimento de Software do DATASUS PDS - DATASUS Processo de Desenvolvimento de Software do DATASUS Coordenação Geral de Arquitetura e Engenharia Tecnológica Coordenação de Padronização e Qualidade de Software Gerência de Padrões e Software

Leia mais

SISTEMA DE GESTÃO DE PRODUÇÃO DE EVENTOS

SISTEMA DE GESTÃO DE PRODUÇÃO DE EVENTOS SISTEMA DE GESTÃO DE PRODUÇÃO DE EVENTOS Rodrigo das Neves Wagner Luiz Gustavo Galves Mählmann Resumo: O presente artigo trata de um projeto de desenvolvimento de uma aplicação para uma produtora de eventos,

Leia mais

Um modelo é uma simplificação da realidade. Construímos modelos para compreender melhor o sistema que estamos desenvolvendo.

Um modelo é uma simplificação da realidade. Construímos modelos para compreender melhor o sistema que estamos desenvolvendo. UML - Motivação - O que é um modelo? Um modelo é uma simplificação da realidade. Construímos modelos para compreender melhor o sistema que estamos desenvolvendo. O que é um modelo? O que é um modelo? O

Leia mais

ShoeSystem 1.0 Sistema para loja de calçados

ShoeSystem 1.0 Sistema para loja de calçados Artigo apresentado ao UNIS, como parte dos requisitos para obtenção do título de tecnólogo em Análise e Desenvolvimento de Sistemas 1 ShoeSystem 1.0 Sistema para loja de calçados André Luis dos Reis Revair,

Leia mais

Pré-Projeto do Trabalho de Conclusão de Curso Tiago Garcia Pereira 1. INTRODUÇÃO

Pré-Projeto do Trabalho de Conclusão de Curso Tiago Garcia Pereira 1. INTRODUÇÃO UM PADRÃO ABERTO DE SOFTWARE PARA COMPUTAÇÃO MÓVEL: UM ESTUDO SOBRE GOOGLE ANDROID 1. INTRODUÇÃO O aumento do número usuários de dispositivos móveis atrai cada vez os desenvolvedores a produzir aplicações

Leia mais

Visão geral do XProtect

Visão geral do XProtect Milestone Systems Visão geral do Software de gerenciamento de vídeo Uma solução de vigilância que se ajusta a todas suas necessidades O da Milestone é um poderoso software de gerenciamento de vídeo (VMS)

Leia mais

OPINIÃO. O futuro. do Flash

OPINIÃO. O futuro. do Flash O futuro do Flash Testes realizados por sites de grande audiência, como YouTube (http://www.youtube.com/ html5) e Vimeo (http://vimeo.com/blog:268), no uso de players em HTML 5 trouxeram à tona as discussões

Leia mais

ANEXO 05 ARQUITETURAS TECNOLÓGICAS PROCERGS

ANEXO 05 ARQUITETURAS TECNOLÓGICAS PROCERGS ANEXO 05 ARQUITETURAS TECNOLÓGICAS PROCERGS Este anexo apresenta uma visão geral das seguintes plataformas: 1. Plataforma Microsoft.NET - VB.NET e C#; 2. Plataforma JAVA; 3. Plataforma Android, ios e Windows

Leia mais

MAPEAMENTO E LOCALIZAÇÃO DE REGIÕES DE INTERESSE UTILIZANDO REALIDADE AUMENTADA EM DISPOSITIVOS MÓVEIS COM PLATAFORMA ANDROID

MAPEAMENTO E LOCALIZAÇÃO DE REGIÕES DE INTERESSE UTILIZANDO REALIDADE AUMENTADA EM DISPOSITIVOS MÓVEIS COM PLATAFORMA ANDROID MAPEAMENTO E LOCALIZAÇÃO DE REGIÕES DE INTERESSE UTILIZANDO REALIDADE AUMENTADA EM DISPOSITIVOS MÓVEIS COM PLATAFORMA ANDROID Alessandro Teixeira de Andrade¹; Geazy Menezes² UFGD/FACET Caixa Postal 533,

Leia mais

Especificação Suplementar

Especificação Suplementar Especificação Suplementar Versão Histórico de Revisões Data Versão Descrição Autor 29/10/2014 2.0 2.1 funcionalidade e segurança de M. Vinícius acesso 30/10/2014

Leia mais

Lógica e Programação Java

Lógica e Programação Java Lógica e Programação Java Agenda Orientação a Objetos Parte 2 UML (software astah) Diagramas Estruturais Diagramas Comportamentais Diagramas de Interação astah Diagrama de Classes Antigo Jude Versão Community

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ UFPR Bacharelado em Ciência da Computação

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ UFPR Bacharelado em Ciência da Computação SOFT DISCIPLINA: Engenharia de Software AULA NÚMERO: 10 DATA: / / PROFESSOR: Andrey APRESENTAÇÃO O objetivo desta aula é apresentar e discutir os conceitos de coesão e acoplamento. DESENVOLVIMENTO Projetar

Leia mais

A estrutura do gerenciamento de projetos

A estrutura do gerenciamento de projetos A estrutura do gerenciamento de projetos Introdução O Guia do Conhecimento em Gerenciamento de Projetos (Guia PMBOK ) é uma norma reconhecida para a profissão de gerenciamento de projetos. Um padrão é

Leia mais