ATA DE JULGAMENTO DE RECURSOS. PREGÃO ELETRÔNICO Nº 2014/196, de 15/1/2015 PROCESSO: Proposta de Licitação nº 2013/1086, de 09/10/2013.

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1 ATA DE JULGAMENTO DE RECURSOS PREGÃO ELETRÔNICO Nº 2014/196, de 15/1/2015 PROCESSO: Proposta de Licitação nº 2013/1086, de 09/10/2013. OBJETO: CONTRATAÇÃO DE SERVIÇOS ESPECIALIZADOS DE DESENVOLVIMENTO, EVOLUÇÃO, MANUTENÇÃO, DOCUMENTAÇÃO E SUPORTE OPERACIONAL DE SISTEMAS APLICATIVOS, EM CONFORMIDADE COM AS ESPECIFICAÇÕES E CONDIÇÕES ESTABELECIDAS NO EDITAL E EM SEUS ANEXOS, NAS SEGUINTES LINHAS DE NEGÓCIOS: ITEM 1 - ADMINISTRATIVO E BI; ITEM 2 - CANAIS E SERVIÇOS BANCÁRIOS; ITEM 3 - CRÉDITO; ITEM 4 - DESENVOLVIMENTO; ITEM 5 FINANCEIRO, CONTROLADORIA E RISCO. DATA: 18/6/2015 HORÁRIO: 10h LOCAL: SALA 1 BLOCO E-1 TÉRREO Na data, horário e local acima citados, a Pregoeira e Apoio reuniram-se para apreciar as razões dos recursos interpostos, em tempo hábil, pelas licitantes IVIA SERVIÇOS DE INFORMÁTICA LTDA. contra o resultado dos ITENS 1 e 2; INDRA BRASIL SOLUÇÕES E SERVIÇOS TECNOLÓGICOS S/A. e CPM BRAXIS S.A. contra o resultado dos ITENS 2 e 3, para os quais foram sagradas vencedoras: ITEM 1: CPM BRAXIS S.A; ITEM 2: TOTVS S.A.; e ITEM 3: RESOURCE TECNOLOGIA E INFORMÁTICA LTDA. Os recursos foram objeto de impugnação, em tempo hábil, por parte das licitantes Recorridas. CONSIDERAÇÕES INICIAIS: Para melhor compreensão tanto dos recursos e impugnações quanto da análise da Pregoeira, devidamente respaldada pelos pareceres técnicos emitidos pelas respectivas áreas técnicas que ampararam as decisões ora combatidas, serão enumerados os recursos e as contrarrazões de cada empresa para cada ITEM recorrido. Além disso, serão resumidos, nesta Ata, os argumentos das licitantes (Recorrentes e Recorridas), em razão da extensão dos mesmos e, ainda, em virtude de estarem integralmente disponíveis no sistema eletrônico Comprasnet, e, portanto, disponíveis para conhecimento de qualquer interessado no presente certame. Cumpre esclarecer que, à exceção da Recorrente IVIA, que apresentou recursos separados para os ITENS 1 e 2, as Recorrentes CPM BRAXIS e INDRA BRASIL incluíram, em um mesmo recurso, suas razões de recorrer para os dois ITENS (2 e 3); ii) Feitas estas considerações iniciais, passemos aos recursos e impugnações, repetimos, aqui transcritos resumidamente pelas razões acima expostas. ITEM 1 - DO PRIMEIRO RECURSO DA EMPRESA IVIA SERVIÇOS DE INFORMÁTICA LTDA. : A Recorrente, inconformada com a decisão que classificou e habilitou, para o ITEM 1, a licitante CPM BRAXIS S/A. argumenta que: a) (...) ocorreram equívocos quanto à habilitação da empresa CPM Braxis S/A. Transcreve a Recorrente o teor do subitens ao , os quais estabelecem as exigências de qualificação técnica para o ITEM 1, afirmando que, com relação aos atestados apresentados pela Recorrida, os emitidos pelo BNB indicam a experiência referida mas não mencionam a satisfação do cliente quanto á prestação dos serviços. Por esta razão, entende que não devem ser considerados, também pelo fato de que os somatórios dos pontos de função, segundo a Recorrente, não chega aos PF/ano (onde, 1 ponto de função = 15 horas), como requer o edital, em seu subitem Entende que, diante disso, a Recorrida não conseguiu comprovar de modo hábil o preenchimento dos pontos de função (...) utilizando a tecnologia COGNOS, requisito indispensável para que possa ser considerada habilitada, em conformidade com os itens c/c do PE 2014/196 BNB.; b) (...) Em 2012, conforme indicado no website da CPM Braxis S/A CAPGEMINI, a Caixa Participações (CAIXAPAR) adquiriu 22% das ações da CAPGEMINI. Tal situação também pode ser averiguada através dos seguintes sítios eletrônicos: < 22-de-participacao-na-cpm-braxis-capgemini > e < Os atestados emitidos pelas empresas coligadas da CEF (Caixa Econômica Federal) não devem ser aceitos, tendo em vista a holding de participações da CEF, CAIXAPAR (Caixa Participações S/A, cuja criação restou autorizada pela Medida Provisória (MP) nº 433/2008, ratificada pela Lei nº /2009), figurar 1

2 no quadro societário da empresa CPM Braxis S/A, ora Recorrida. Quanto ao entendimento judicial no que concerne ao assunto em voga, cita-se: TJSP Mandado de segurança Licitação Ausência dos requisitos no instrumento convocatório Atestados de capacidade emitidos por empresa da qual é sócia a própria empresa apelante e outro que contem em seus quadros parente da sócia. Impossibilidade Inexistência de direito liquido e certo para a apelante Segurança concedida Recursos Improvidos. (TJ-SP - REEX: SP , Relator: Burza Neto, Data de Julgamento: 06/03/2013, 12ª Câmara de Direito Público, Data de Publicação: 09/03/2013) Diante disso, devem ser desconsiderados todos os atestados para comprovar a capacidade técnica da empresa CPM Braxis S/A, emitidos pelas empresas coligadas da CAIXA, consequentemente, devem ser novamente analisada a habilitação da referida empresa, a fim de se averiguar se a mesma conseguirá, ainda, comprovar o tempo mínimo exigido nesta licitação, referente à experiência nos programas demandados pelo edital.; c) (...) Quando da apresentação, pela Recorrida CPM Braxis S/A, do detalhamento da equipe, prevista no Anexo IX, (...) notadamente na Planilha de Custos e Formação de Preço, no item IV Bonificação e Outras despesas, constam as seguintes informações: IV BONIFICAÇÃO E OUTRAS DESPESAS. IV.1 Lucro e Despesas Indiretas (LDI) - R$ ,23-16,26% IV.2 Despesas Administrativas e Operacionais - R$ ,50-19,93%. (...) Insta destacar que o entendimento do BNB segue o mesmo raciocínio do STF: Ata do Pregão Eletrônico nº 00019/2015 BNB -Pregoeiro 18/03/ :07:59 Para STEFANINI CONSULTORIA E ASSESSORIA EM INFORMATICA S.A.... com base na Nota Técnica nº 1/2007 Secretaria de Controle Interno, do Supremo Tribunal Federal, a qual estima que as despesas administrativas devem corresponder a no máximo 10% e o lucro máximo de 5%;...Ata do Pregão Eletrônico nº 00165/2014 BNB. Pregoeiro 04/11/ :48:14 Recomenda a área técnica que seja realizado ajustes no item IV - Taxa de Administração da citada planilha, de forma a que o somatório do lucro e Despesas Indiretas -LDI (IV.1) e das Despesas Administrativas e Operacionais (IV.2) não ultrapasse o percentual de 15% (quinze por cento)... Pregoeiro 04/11/ :49:27...conforme disciplinado na Nota Técnica Nº 01/2007 do Supremo Tribunal Federal-STF (anexada ao parecer). (Grifou-se). Percebe-se, desse modo, que na tabela apresentada pela CPM Braxis S/A o Lucro é de 16,26% e as Despesas Administrativas e Operacionais é de 19,93%, portanto, bem superior ao percentual máximo previsto pela Nota Técnica nº 01/ Secretaria de Controle Interno (SCI), do Supremo Tribunal Federal (STF) e utilizada, como visto, pelo BNB. A Recorrente transcreve a planilha de composição de custos da empresa CPM BRAXIS e apresenta uma composição de custos que entende deveria ter sido apresentada pela Recorrida, afirmando que, comparando as duas planilhas, (...) a CPM Braxis está tendo um lucro exorbitante; e que o BNB, em razão da posição adotada nos Pregões Eletrônicos nºs 0019/2015 e 00165/2014, o BNB deveria proceder atendendo, assim, a referida nota técnica. (...) Raciocina a Recorrente que deve ser inabilitada a empresa CPM BRAXIS S/A. e, alternativamente, considerando a posição do BNB nas licitações anteriores a que se refere a Recorrida, que, em caráter de diligência, seja convocada a Recorrida para readequar sua proposta de preços, a fim de que a LDI fique, em, no máximo previsto pela Nota Técnica nº 01/2007 SCI STF. Finaliza a Recorrente solicitando: a) a revisão da decisão que habilitou a Recorrida BRAXIS, em razão das razões expostas em seu recurso, ou: b) alternativamente à decisão do BNB, que seja a CPM Braxis S/A chamada a, em caráter de diligência, readequar sua proposta de preços, a fim de que a taxa de lucro e despesas administrativas fique respectivamente, em, no máximo, 10% e 5%, também, em consonância com o entendimento aplicado pelo BNB ao longo dos anos e, inclusive, também, no ano de 2015; c) o retorno à etapa de lances, convidando a licitante melhor colocada, após a Recorrida, para que reitere sua proposta e apresente os documentos necessários. E, caso não atenda, que passe a chamar sucessivamente as demais empresas participantes do certame, pela ordem de classificação dos preços. DAS CONTRARRAZÕES DA LICITANTE CPM BRAXIS S.A. - Contrapondo as razões da Recorrente IVIA, em face da habilitação da Recorrida, esta sintetiza suas razões: Insurge-se a licitante IVIA em face da habilitação desta Recorrida no que se refere ao Item 01 do objeto licitado, onde em síntese alega: a) descumprimento ao item do Edital do PE 2014/196, por ter supostamente deixado de comprovar a satisfação do cliente no atestado técnico apresentado para a tecnologia COGNOS; e em razão do documento não contemplar o número requerido de pontos de função por ano como exigido no instrumento convocatório; b) apresentação de atestados emitidos por empresas do mesmo grupo, a sócia CAIXAPAR; e, c) desrespeito à margem de lucro e taxa administrativa estabelecidas pela Nota Técnica nº 001/2007- SCI, da Secretaria 2

3 de Controle Interno do Supremo Tribunal Federal. Por fim, como pedido principal, requer a reforma da decisão que habilitou esta Empresa. Alternativamente, requer a readequação das taxas de lucro e despesas administrativas da proposta de preços desta Empresa, para, respectivamente, 10% e 5%, ou, ainda, retorno à fase de lances [na verdade, fase de classificação das propostas], caso esta Empresa decline do redimensionamento das taxas citadas. Apesar de legítimo o exercício do direito ao apelo recursal, as alegações apresentadas não procedem: - Alega a Recorrente que os atestados apresentados pela Capgemini, destinados à comprovação da experiência em tecnologia COGNOS - emitidos pelo BNB, datados de 18/11/2014 e referentes ao Contrato 2011/137 - indicam a referida experiência. No entanto, não há menção à satisfação do cliente, razão pela qual não seriam aptos a comprovar a experiência exigida no subitem do Edital. Além disso, ainda que fossem considerados, complementa, o somatório dos pontos de função (PF) não chega aos PF/ano, como exigido no subitem Sobre não haver menção à satisfação do cliente nos atestados apresentados, basta analisar como se dá a dinâmica de emissão de atestados de capacidade técnica. (...) Sob a ótica da Administração Pública, satisfazer é cumprir as exigências contratuais, objetivamente mensurada. Portanto, o próprio atestado é uma prova in re ipsa (atendida pela apresentação do documento) de que a empresa contratada cumpriu a contento - diga-se: satisfazendo objetivamente as exigências contratuais. Caso contrário, por lógica, a Administração não poderia emitir qualquer documento de execução de serviços ou, se emitisse, deveria fazer ressalva de não execução a contento. Tal conclusão é inclusive extraída da interpretação do inciso II c/c parágrafo 1º do art. 30 da Lei 8666/93, cuja redação não exige menção à satisfação do cliente, como elemento de validade e eficácia para a comprovação de aptidão para desempenho de atividade pertinente e compatível em características, quantidades e prazos com o objeto da licitação. - Sobre a qualificação técnica, dispõe o item e seus subitens atestado(s) de capacidade técnica, expedido(s) por pessoa(s) jurídica(s) de direito público ou privado, qualificada(s) como Instituição Financeira Bancária ou Administradora de Cartões de Crédito que comprove(m) aptidão para desempenho de atividade compatível com o objeto deste Edital, de forma satisfatória, admitindo-se o somatório de 2 (dois) ou mais atestado(s) para a referida comprovação. Entende-se por compatível com o objeto deste Edital a prestação dos serviços a seguir: desenvolvimento de novos sistemas, manutenções ou implementações de novos módulos em sistemas existentes na modalidade de fábrica de software, em que o licitante tenha: i. desenvolvido projetos relacionados à linha de negócio Administrativa e BI que contemplem no mínimo 6 (seis) sistemas que possuam a mesma natureza, a mesma função, ou o mesmo efeito aos sistemas relacionados no Anexo VI-A - Sistemas da Linha de Negócio - ITEM 1 Administrativo e BI, e que comprove a realização de pelo menos (um mil e seiscentos) pontos de função ao ano, ou outra métrica equivalente (*).(*) Para efeito de equivalência, considerar 1 (um) ponto de função equivalente a 15 (quinze) horas. ii. desenvolvido projetos que comprovem a realização de pelo menos (um mil e seiscentos) pontos de função ao ano, ou outra métrica equivalente (*), utilizando: ii.1. banco de dados MS SQL SERVER ou IBM DB2; ii.2. tecnologias POWERBUILDER, JAVA, C# e COGNOS (todas as tecnologias devem ter sido utilizadas e a soma dos projetos deve chegar a PF/ano).(*) Para efeito de equivalência, considerar 1 (um) ponto de função equivalente a 15 (quinze) horas.iii. utilizado processo formal de desenvolvimento de sistema baseado no método RUP (Rational Unified Process) ou algum outro tipo de processo formal. Neste último caso, informar qual foi o processo adotado; iv. utilizado processo de testes formal (teste unitário, teste integrado de sistema e teste de carga e desempenho) suportado por ferramenta de gerenciamento de teste. O(s) atestado(s) deve(m) conter a indicação da(s) ferramenta(s) utilizada(s); v. utilizado ferramenta e processo de gerência de configuração. O(s) atestado(s) deve(m) conter a indicação da(s) ferramenta(s) utilizada(s);vi. utilizado ferramenta e processo de gerência de projetos. O(s) atestado(s) deve(m) conter a indicação da(s) ferramenta(s) utilizada(s); serviços de suporte operacional, em que o licitante tenha: prestado serviços de suporte operacional (correção de defeitos e resolução de incidentes) ao funcionamento de sistemas que contemple no mínimo 6 (seis) sistemas que possuam a mesma natureza, a mesma função, ou o mesmo efeito aos sistemas relacionados no Anexo VI-A - Sistemas da Linha de Negócio ITEM 1 Administrativo e BI, e que comprove a realização de pelo menos (doze mil) horas por ano, ou outra métrica equivalente. (...) Quanto à alegação de que não foram comprovados PFs utilizando a tecnologia COGNOS, 3

4 observa-se na redação do subitem , especificamente na alínea ii.2, a clareza da disposição: todas as tecnologias devem ter sido utilizadas e a soma dos projetos deve chegar a PF/ano. Vale dizer: em todas as tecnologias somadas, dentre as quais a COGNOS, devem ter sido utilizados PFs. Não há, portanto, qualquer vinculação de volume mínimo de PF com qualquer tecnologia específica. O Atestado é claro ao comprovar a experiência da Recorrente em PF/ano em diversas tecnologias dentre estas a tecnologia Cognos. Portanto, carece de argumentos o recurso apresentado para justificar uma eventual inabilitação desta Empresa. A. - Sobre a apresentação de atestados emitidos por empresas do mesmo grupo da sócia CAIXAPAR Alega a Recorrente que...devem ser desconsiderados todos os atestados para comprovar a capacidade técnica da empresa CPM Braxis S/A, emitidos pelas empresas coligadas da CAIXA,... em razão de a empresa CAIXAPAR (Caixa Participações S/A), figurar no quadro societário da empresa CPM Braxis S/A. Complementa no sentido de que deve...ser novamente analisada a habilitação da referida empresa, a fim de se averiguar se a mesma conseguirá, ainda, comprovar o tempo mínimo exigido nesta licitação, referente à experiência nos programas demandados pelo edital. Em que pese à falta de exatidão dos argumentos, imagina-se que Recorrente esteja se referindo a um único atestado o emitido pela CAIXA, haja vista que, dentre as demais empresas emitentes dos atestados que foram apresentados, não há qualquer outra que faça parte do mesmo grupo econômico da CAIXA. A discussão é estéril pelo motivo de que o atestado da CAIXA foi apresentado somente para conferir mais subsídios a Sra. Pregoeira e em ratificação ao atestado emitido do BNB, já que este unicamente considerado atende a todas às exigências de qualificação técnica.(...) Em seu esvaziado apelo recursal, (...) a Recorrente se vale de uma jurisprudência do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo (TJ-SP - REEX: SP , Relator: Burza Neto, data de Julgamento: 06/03/2013, 12ª Câmara de Direito Público, Data de Publicação: 09/03/2013) que não se aplica ao caso. A jurisprudência colacionada diz respeito a empresas privadas com identidade de sócios, sendo o descumprimento de exigências editalícias trecho destacado abaixo a razão principal da inabilitação, o que inviabiliza a analogia com o presente caso. Conforme se vislumbra nos autos, a apresentação dos atestados da empresa ganhadora, não contém a descrição dos serviços prestados, o valor do contrato e nem a data (fls. 45 e 49), deixando de atendar as exigências contidas no instrumento convocatório, de prévio conhecimento e aceitação, fixada de forma impessoal e em igualdade de condições para todos os concorrentes. A propósito, a Lei n 8.666/96 não veda e tampouco há no Edital disposição que impeça a apresentação de atestados emitidos pelo mesmo grupo econômico. Além disso, o art. 266 da Lei 6.404/76 dispõe que sociedades controladas, coligadas e controladoras mantêm distinção de personalidade jurídica e patrimônio, de modo a se conduzirem de forma autônoma na condução de seus negócios. A jurisprudência do Tribunal de Contas da União, a exemplo dos Acórdãos nos 451/2010 e 2241/2014, ambos do Plenário, com destaques abaixo, aponta no sentido de serem válidos atestados emitidos por empresas pertencentes ao mesmo grupo econômico. Considerando tratar-se de representação, com pedido de medida cautelar, formulada por Evermobile Ltda., com fundamento no art. 113, 1º, da Lei nº 8.666/1993, acerca de supostas irregularidades na condução do pregão Eletrônico nº 158/ , promovido pela Caixa Econômica Federal, para contratação de empresa especializada para fornecimento de solução integrada de processamento de cartões de crédito (...) Considerando que, em relação à alegação de que o atestado de capacidade técnica não poderia ter sido emitido por empresa do mesmo grupo econômico, tendo sido observado que não havia vedação na Lei de Licitações nem no edital do pregão e que controlada e controladora conservam personalidade e patrimônio distintos. (...) Os Ministros do Tribunal de Contas da União ACORDAM, por unanimidade, com fundamento nos arts. 1º, inciso II e 43, inciso I, da Lei nº 8.433, de 16 de julho de 1992, c/c os arts. 17, inciso IV; 143, inciso III; 237, inciso VII, do Regimento Interno / TCU, nos termos dos pareceres exarados nos autos, em conhecer da presente representação, para, no mérito, considerá-la improcedente (...). A afirmação da Alive de inviabilidade do atestado de capacidade técnica por ter sido emitido por empresa do mesmo grupo econômico não prospera. Em primeiro lugar, porque não há vedação na Lei n 8.666/93 e nem no edital da licitação. Em segundo lugar, porque o art. 266 da Lei 6.404/76 estabelece que as sociedades (controladora e controlada) conservam a personalidade e patrimônios distintos, além de ser um princípio da contabilidade: o princípio da entidade. Assim, não se misturam transações de uma empresa com as de outra. Mesmo que ambas sejam do mesmo grupo econômico, respeita-se a individualidade de 4

5 cada uma. Dessa forma, pelo fato de que não há vedação para que sejam aceitos atestados emitidos por empresa de mesmo grupo econômico, a alegação da Recorrente de forma não procede como fundamento jurídico para motivar a reforma da decisão que habilitou esta Empresa para os serviços do Item 01 do objeto da presente contratação. Sobre o não-atendimento à margem de lucro e à taxa administrativa estabelecidas pela Nota técnica nº 001/2007- SCI, da Secretaria de Controle Interno do Supremo Tribunal Federal, (...) alega a Recorrente que a proposta da Capgemini não atendeu à margem de lucro e taxa administrativa estabelecidas pela Nota Técnica nº 001/2007- SCI, da Secretaria de Controle Interno do Supremo Tribunal Federal. Para contrarrazoar esta alegação, há inúmeros argumentos. O argumento mais direto é o fato de que no Edital não há qualquer menção à citada Norma Técnica, quiçá de que seria obrigatória a adoção das margens de lucro e taxa administrativa consignadas no documento. O Anexo XI que trata do modelo de PLANILHA DE CUSTOS E FORMAÇÃO DE PREÇOS, especificamente a legenda (b) do item IV - BONIFICAÇÃO E OUTRAS DESPESAS da planilha é taxativa ao prever (b) Bonificação e outras despesas capazes de suprir despesas administrativas, operacionais e o lucro. Não havendo qualquer imposição ou referência a valores limites para tais rubricas. Muito pelo contrário: a previsão do valor para a rubrica deverá ser capaz de suprir despesas administrativas, operacionais e a mais valia (lucro). Ainda sobre as disposições do Edital, destaca-se o item 7.18 que trata das hipóteses de desclassificação das propostas Constituirá motivo para a desclassificação de propostas: cotação de preços excessivos ou manifestamente inexequíveis, assim considerados aqueles que não venham a ter demonstrada a sua viabilidade através de documentação que comprove sua coerência com os preços de mercado; não cotação de preço para todos os subitens que compõe o(s) ITEM(NS) do(s) qual(is) licitante esteja participando; ocorrência do disposto no subitem , referente apenas às propostas que extrapolem o volume máximo definido no subitem 7.10; [o item 7.10 e subitens tratam do direito de preferencia] descumprimento de qualquer dos requisitos estabelecidos neste Edital e seus anexos. O dispositivo ratifica a conclusão de que, dentre os motivos para uma eventual desclassificação da proposta, não há o descumprimento de margens de taxa de administração e lucro, sobretudo dos limites impostos pela Nota Técnica. Seguindo o raciocínio e o rol de argumentos contrários à pretensão da Recorrente, observa-se a definição do critério de julgamento: PREÇO GLOBAL, expressamente previsto no preâmbulo e item do Edital; e reiterado na resposta à pergunta 38 das manifestações de esclarecimento anteriores à abertura da sessão Encerrada a etapa de lances, o Pregoeiro examinará a proposta classificada em primeiro lugar quanto à compatibilidade do preço em relação ao estimado para contratação Para classificação e julgamento das propostas será adotado o critério de menor preço global por item, consoante Modelo de Proposta correspondente ao ITEM do qual o licitante participe (Anexo X-A, X-B, X-C, X-D ou X-E), o qual servirá de base para formulação da proposta, oferta de lances, bem como para definição do vencedor. O valor ofertado pela Capgemini (R$ ,00) foi o menor dentre as propostas apresentadas e está abaixo da estimativa (R$ ,33). Portanto, à luz do Edital presume-se vantajoso para a Administração. A Recorrida menciona que lhe foi solicitada, no chat do Pregão, nos dias 05/3/2015 e 16/5/2015, em caráter de diligência: o envio da discriminação dos custos da planilha de valores, com os percentuais do preço global constando a remuneração, os encargos, insumos de acordo com as rubricas registradas na planilha já apresentada, bem como os demais itens ali constantes, também a apresentação da Convenção Coletiva informada na citada planilha, uma vez que a área técnica, em seu parecer, havia informado que o detalhamento apresentado pela Capgemini não viabilizou a análise requerida pela Administração. Também é citado pela Recorrida que, no chat da sessão do dia 16/3/2015, foi novamente solicitada planilha própria de composição de custos detalhada, informando matriz salarial, estrutura da equipe para a prestação do serviço (quantitativos por perfil), e todos os demais insumos usados para definir os preços ofertados na proposta, desde que não houvesse majoração do preço global total ofertado na fase de lances. Ressalta a Recorrida que não lhe foi requerida a alteração dos percentuais de lucro e despesas administrativas. Destaca a Recorrida que, na sessão de 30/3/2015, a área técnica, conforme transcrito no chat pela Pregoeira, informou que havia necessidade de ajustes no cálculo do FAX x RAT, e nos itens 18 e 19 da planilha de encargos sociais, abrindo-se, no dia 1º/4/2015, o campo para anexação das planilhas ajustadas, conforme requerido no parecer técnico. nos item 18. Ressalta-se que, em nenhum momento, foi requerida a alteração dos valores de lucro e percentual de despesas. 5

6 A Recorrida menciona acórdão do TCU para subsidiar a possibilidade de ajustes na proposta sem majorar o preço final da proposta. Realizadas as devidas retificações, mantendo-se, por óbvio, o preço global proposto depois da fase de lances, a planilha da Capgemini foi reanalisada e concluiu-se que não foram encontrados erros, conforme mensagem no chat do dia 13/4/2015. Dessa forma, afirma a Recorrida que não procede a alegação da Recorrente quanto á não observação da margem de lucro e taxa administrativa de que trata a Nota Técnica nº 001/2007. Argui a Recorrida que: A Nota Técnica nº 001/2007- SCI, da Secretaria de Controle Interno do Supremo Tribunal Federal, mencionada pela Recorrente como fundamento de seu incipiente recurso, não se constitui elemento de cumprimento obrigatório. Limitase a ser uma referência, tão somente. Jamais cogente. Mais ainda: a aplicação da citada Nota Técnica se limita à contratação de postos de trabalho (serviço de locação de mão de obra), como o próprio documento se refere, já em seu preâmbulo.assunto: Definição de limites para BDI nas contratações de serviço com locação de mão-de-obra: 26,44% para o regime de incidência cumulativa de PIS e de COFINS e 34,69% para o regime de incidência não-cumulativa de PIS e de COFINS. Destaca a Recorrida que objeto da licitação não se destina à locação de mão de obra ou a postos de serviço. Essa constatação é extraída não só do próprio Edital, a exemplo da previsão do Anexo V (Acordo de Nível Mínimo de Serviços), incompatível com a locação de mão de obra, como reiterada na resposta à pergunta 25. Esclarecimento 13/02/ :57:01 PERGUNTA 25: Em relação ao Item , para os serviços de especificação de requisitos realizados nas dependências do BNB, serão fornecidos postos de trabalho para os profissionais da contratada, por parte do BNB? Resposta 13/02/ :57:01 RESPOSTA: Não contratamos postos de trabalho. Conforme item do anexo I, todos os custos decorrentes da alocação dos profissionais, hardware, software e materiais para prestação dos serviços, em suas dependências, se constituirão em ônus exclusivo do CONTRATADO, não sendo admitido, em nenhuma hipótese, o repasse destes custos para o BNB. Em suma: a Nota Técnica é restrita a contratos de locação de mão de obra, o que não é o caso aqui tratado. Em continuação ao raciocínio, ainda que se, por equívoco, pretendesse aplicá-la, a pretensão encontraria óbice intransponível. Basta observar o que consta no item do Edital com o modelo de planilha de custo e formação de preços do Anexo XI.No item há uma extensa gama de possibilidades e rubricas, de modo que destacá-las com precisão na planilha de preços é algo impossível e temerário, sobretudo pelo fato de o próprio modelo do Anexo XI, destinar um item genérico (IV - BONIFICAÇÃO E OUTRAS DESPESAS) para contemplar Bonificação e outras despesas capazes de suprir despesas administrativas, operacionais e o lucro, nelas incluídas o rol do item e subitens inclusão de todos os custos/despesas necessários à plena execução dos serviços, envolvendo: despesas com mão de obra administrativa, gerencial, técnica, especializada e de supervisão; impostos, encargos sociais e trabalhistas; contribuições previdenciárias, fiscais e comerciais; despesas, taxas e obrigações financeiras de qualquer natureza; viagens / deslocamentos, diárias / alimentação / estadas, horas trabalhadas extraexpediente, plantões, feriados locais, vale alimentação, vale transporte, telefone celular e quaisquer outras vantagens pagas aos empregados; os custos de todos os profissionais envolvidos na realização dos serviços; despesas, taxas administrativas, emolumentos, prêmios de seguros, material de consumo e todas as demais obrigações e despesas diretas ou indiretas, outras previstas em Lei, enfim, todos os componentes de custo dos serviços, inclusive o lucro; outros custos decorrentes ou que venham a ser devidos em razão da contratação objeto deste Edital, não cabendo ao Banco do Nordeste, quaisquer custos adicionais, representando compensação integral pela prestação dos serviços; A rubrica despesas administrativas ganha contornos diferenciados a depender da natureza dos serviços a serem prestados. Serviços caracterizados como mera locação de mão de obra (objeto da recomendação do STF), os custos indiretos se restringem praticamente aos custos do escritório central, rateado proporcionalmente ao valor de cada contrato da empresa. Raro haver intercorrências durante a execução do objeto, razão pela qual o percentual das despesas administrativas em contratos de locação de mão de obra não carece de significativos valores. Situação diversa é de contratos em que o aporte tecnológico e a complexidade da execução do objeto não permitem previamente antever seus custos, sobretudo aqueles decorrentes de eventos com ocorrência variável, da forma como são reproduzidos nos mencionados itens e A previsão de despesas administrativas e operacionais nada se refere a eventual locupletamento pela Empresa. A formação do custo de serviços com muitas variáveis envolvidas não é simples como pretende induzir a Recorrente. Além das já mencionadas ocorrências de eventos múltiplos, há 6

7 valores agregados de produtividades e a própria formatação da metodologia da contabilidade de custos é inerente e peculiar de cada empresa. (...) O julgamento da licitação foi objetivo, transparente e fiel à lei. A Recorrida finaliza sua peça requerendo, diante do exposto em suas contrarrazões, sejam julgados improcedentes os pedidos da Recorrente (principal e alternativos), mantendo-se a decisão que a declarou vencedora do ITEM 1 do certame. ITEM 2 DO SEGUNDO RECURSO DA IVIA SERVIÇOS DE INFORMÁTICA LTDA. - Inconformada com a decisão que habilitou e declarou vencedora do ITEM 2 a empresa TOTVS S/A, a Recorrente argumenta: a) que houve descumprimento da Nota Técnica nº 001/2007-SCI quando da apresentação da proposta da Recorrida. Menciona que o BNB, seguindo o mesmo raciocínio do STF, solicitou, por recomendação da área técnica, no Pregão Eletrônico nº 00019/2015, à empresa STEFANINI CONSULTORIA E ASSESSORIA EM INFORMATICA S.A., a realização de ajustes nos itens IV, IV.1 e IV.2 da planilha de custos, para que o somatório do Lucro e Despesas Indiretas-LDI e das Despesas Administrativas e Operacionais não ultrapassasse o percentual de 15%...conforme disciplinado na Nota Técnica Nº 01/2007 do Supremo Tribunal Federal-STF (anexada ao parecer). (Grifou-se) (...) na tabela apresentada pela TOTVS S/A o Lucro é de 15,54% (...). Nos mesmos termos de seu recurso contra a Recorrida CPM BRAXIS, vencedora do ITEM 1, a Recorrente transcreve a planilha de composição de custos da Recorrida TOTVS e apresenta uma composição de custos para efeito de comparação, afirmando que, assim, resta claro que a TOTVS está tendo um lucro superior a 10% e que, do mesmo modo, que em outros processos do BNB o pregoeiro solicitou que fosse feita uma revisão nos percentuais de lucro, de forma que o valor do processo foi reduzido (Pregão Eletrônico nº 00165/2014. Argui que, em razão da posição adotada pelo BNB nos Pregões Eletrônicos 19/2105 e 165/2014, deveria proceder com a alteração dos preços do edital de forma que o valor global da proposta seja de R$ ,07, atendendo, assim, a referida nota técnica, a qual é adotada pelo BNB. (...). no entendimento da ora Recorrente, nesta situação, não seria viável a utilização de diligências, para a empresa apresentar nova proposta de preços, pois acarretaria em mudança de valores (a empresa inclusive apresentou planilha detalhada de salários e custos) e, além disso, era obrigação da licitante juntar os documentos de modo satisfatório junto ao procedimento administrativo. A Recorrente entende, à vista do que ocorreu com os pregões supracitados, que a empresa TOTVS deve ser chamada, em caráter de diligência, a readequar sua proposta de preços para atender à Nota Técnica citada. Sobre a habilitação da Recorrida TOTVS, afirma, ainda, a Recorrente IVIA que a mesma deve ser considerada inabilitada em função do estabelecido no subitem do Edital, que trata da qualificação técnica de habilitação. Argumenta a Recorrente que, (...) na tentativa de comprovar a experiência em tecnologia VISUAL BASIC, a TOTVS S/A apresentou diversos atestados emitidos por empresas que já haviam contratado seus serviços, ocorre, no entanto, que, analisando os referidos atestados, verifica-se que, somente o fornecido pela UNICRED CENTRAL N/NE faz referência a essa tecnologia.ocorre que, em documentação já apresentada pelo licitante TOTVS nesse processo (Resposta à diligência realizada pelo BNB, no arquivo enviado via Comprasnet BNB_Comp_Custos_Contratos_e_Notas_Item2_TOTVS.zip, no arquivo Proposta Comercial GC146-13) a referida proposta apenas cita desenvolvedor JAVA, e não cita nenhum profissional em Visual Basic.A própria proposta comercial GC indica no seu início que: A seguir, apresentamos as condições comerciais para alocação de equipe exclusiva para desenvolvimento de customizações e melhorias na Solução TOTVS implantada na UNICRED NNE. No ANEXO VI-B do referido edital, que contém informações sobre a volumetria dos sistemas da linha de negócio Canais e Serviços Bancários, no subitem 2.4. Distribuição de Atendimento por Tecnologia, está indicado que 31,98% do volume usará a tecnologia Visual Basic. Como não há NENHUMA referência a desenvolvimento em VISUAL BASIC na proposta apresentada pela TOTVS S/A ao cliente UNICRED, NÃO HÁ POSSIBILIDADE de se considerar o referido atestado, em razão do subitem , acima transcrita, do edital em comento. Ademais, mesmo que seja considerado o referido atestado, o somatório dos pontos de função (PF) não chega aos PF/ano (onde, 1 ponto de função = 15 horas), como requer o edital, em seu subitem , porquanto, no referido atestado, indica-se horas de serviços em desenvolvimento, o que resultaria em 1.264,2 pontos, portanto, inferior, ao mínimo exigido no edital. Diante disso, a TOTVS S/A não consegue comprovar de modo hábil o preenchimento dos pontos de função quando da tentativa de comprovar a realização de serviços, utilizando a tecnologia VISUAL BASIC, requisito indispensável para que possa ser considerada habilitada, em conformidade com o PE 2014/196 BNB. A Recorrente transcreve o Art. 30 7

8 da Lei nº /2002 e o Art. 37 da CF, no que consta a exigências de qualificação técnica, dos princípios da legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e do princípio da vinculação ao instrumento convocatório. Invocando o princípio da vinculação ao edital, aduz os seguintes descumprimentos pela Recorrida, razão pela qual entende que deve ser inabilitada: i. Desrespeitou a margem de lucro estabelecida pela Nota Técnica nº 001/2007- SCI, da Secretaria de Controle Interno do Supremo Tribunal Federal, utilizada de modo corrente pelo BNB (Banco do Nordeste do Brasil S/A); ii. Foi incapaz de comprovar, habilmente, a implementação dos requisitos de capacidade técnica descritos no edital, notadamente quanto ao item Finaliza a Recorrente IVIA, em face de todo o exposto, que seu recurso seja julgado TOTALMENTE PROCEDENTE, no sentido de REFORMAR a decisão que habilitou a licitante TOTVS S/A ao item 02, ora Recorrida. DAS CONTRARRAZÕES DA LICITANTE TOTVS S/A: - Impugnando o recurso da licitante IVIA, assim se manifesta, resumidamente, a Recorrida TOTVS, declarada vencedora do ITEM 2: (...) a Recorrente alegou que a Recorrida teria descumprido a Nota Técnica n 01/2007 da Secretaria Interna e Controle (SCI) do Supremo Tribunal Federal STF, ao apresentar planilha de composição de custos e formação de preços com estimativa de lucro superior à 10% e custo administrativo superior à 5%. Além disso, a Recorrente questionou o percentual de INSS previsto nesta planilha que considerou estar em desconformidade com o art. 7, I, da Lei n /11entendendo que o percentual deveria ter sido de 2% e não os 3,5% indicados pela Recorrida. Por fim, quanto à qualificação técnica alegou que a Recorrida não comprovou ter experiência em tecnologia VISUAL BASIC. - (...) o suposto de descumprimento da Nota Técnica n 01/2007 da Secretaria Interna e Controle (SCI), é totalmente descabido, sendo imperioso deixar claro que em momento algum o Edital do Pregão Eletrônico n 2014/196 exigiu que as propostas de preços das licitantes, incluindo os custos e margem de lucros, observassem a referida Nota Técnica.De fato, a Nota Técnica n 01/2007 é aplicável somente às contratações realizadas pelo Supremo Tribunal Federal, uma vez que foi estabelecida por sua Secretaria Interna e Controle (SCI) e, portanto, deve ser utilizada, especificamente para a definição de limites para BDI nas contratações de serviço que envolvem locação de mão-de-obra, o que sob quaisquer hipóteses não se equivale ao presente caso. Neste sentido, a Nota Técnica n 01/007 não é aplicável às contratações realizadas pelo Banco do Nordeste e não existe qualquer disposição no edital neste sentido, razão pela qual a adoção da Nota Técnica nº 01/007 afronta os Princípios da Legalidade, Vinculação ao Edital, Publicidade e Julgamento Objetivo. Além do mais, a proposta de preços apresentada pela Recorrida e os documentos comprobatórios cumpriram objetivamente todos os itens exigidos e, conforme restou comprovado na fase de negociação em que foram apresentados documentos que provaram a sua exequibilidade, a precificação apresentada foi a mais vantajosa para Administração Pública, nos termos do Princípio da Economicidade. - Já em relação a qualificação técnica, a Recorrente alegou que os atestados de capacidade técnica apresentados seriam insuficientes para comprovar a expertise da Recorrida no fornecimento de tecnologia VISUAL BASIC. No entanto, a Recorrida não só possui capacidade técnica para executar os serviços contratados, como já realizou o desenvolvimento de projetos que totalizam horas, as quais podem ser convertidas em pontos de função, atendendo perfeitamente as exigências do edital.com isso, a decisão que declarou a habilitação desta Recorrida se coaduna com os princípios norteadores dos procedimentos licitatórios, notadamente, o da Legalidade, da Isonomia, da Vinculação ao Instrumento Convocatório e do Julgamento Objetivo, além de ter representado a proposta mais vantajosa à administração pública. - Preliminarmente, cumpre ressaltar que a Recorrente não cumpriu a exigência expressa no item do Edital, que exige a manifestação imediata e motivada do licitante acerca da intenção e motivos de se recorrer, sob pena de decadência desse direito, razão pela qual as intenções do recurso devem ser motivadas e justificadas, caso contrário, os mesmos não deverão ser admitidos. Com isso, a Recorrente não cumpriu a exigência prevista no art. 4º, XVIII, da Lei /02, bem como no art. 26 do Decreto 5.450/05, que determinam as regras para interposição de recurso administrativo. (...) portanto, que o Recurso interposto contra a decisão que declarou a Recorrida vencedora no pregão somente poderia ter ser conhecido se preenchidos dois pressupostos de admissibilidade, quais sejam: i) a imediatidade e ii) a apresentação dos motivos da insurgência no mesmo momento da manifestação da intenção de recorrer. (...) Nesse sentido, já decidiu o Tribunal de Contas da União: O papel do pregoeiro, em consequência, não seria o de examinar o mérito recursal, pois tal mister competiria à autoridade superior, mas sim o de verificar se os motivos consignados na intenção de recorrer possuem, em tese, um 8

9 mínimo de plausibilidade para seu seguimento. Esta seria a melhor exegese da expressão motivadamente, contido no art. 4º, XVIII, da Lei n.º /2002, porquanto, ainda conforme o relator, são inúmeros os casos em que o próprio pregoeiro tem plenas condições de negar seguimento ao recurso mediante simples exame dos fundamentos apresentados. Quanto à atuação do interessado, não seria necessário, em sua manifestação do intuito de recorrer, esgotar os fundamentos de sua irresignação, mesmo porque os prazos concedidos pela normatividade são exíguos para esse fim, mas deveria ele, dentro do possível, apresentar motivação que demonstre o mínimo da plausibilidade de seus argumentos, de sorte a justificar o seguimento do recurso. Na espécie, como a recorrente manifestara-se, no momento de apresentar a intenção de recorrer, apenas afirmando que a licitante declarada vencedora possivelmente não cumpriu com as exigências do edital não evidenciara intenção motivada de recorrer em desfavor da empresa vencedora do certame, razão pela qual, no ponto, considerou acertada a decisão do pregoeiro em não dar andamento ao recurso, apresentando voto nesse diapasão, no que contou com a acolhida do Plenário. (Acórdão n.º 600/2011- Plenário, TC /2010-0, rel. Min. José Jorge, ) (grifo nosso) A despeito disso, conforme consta da Ata de Realização do Pregão Eletrônico nº 2014/196, a ora Recorrente se limitou a mencionar de forma subjetiva que a documentação apresentada pela Recorrida não atendia ao disposto no Edital e que outros, itens, se necessário, serão analisados e também indicados na peça recursal., revestindo o recurso interposto como mera irresignação. Assim, em obediência às disposições legais supracitadas e ao entendimento do Tribunal de Contas da União ( TCU ), com a devida vênia, este Recurso Administrativo sequer deverá ser conhecido, uma vez que a intenção apresentada pela Recorrente foi genérica e subjetiva, e não dispôs claramente qual a exigência do edital que a Recorrida teria deixado de cumprir, razão pela qual se requer sua extinção sem julgamento de mérito, por ausência do pressuposto de admissibilidade.. Entretanto, caso assim não se entenda, o que se admite em atenção ao Princípio da Eventualidade, este Recurso deverá ser julgado totalmente improcedente, uma vez que representa mera irresignação da Recorrida. - (...) A Recorrente aduz em suas razões de Recurso que a Recorrida não teria apresentado sua proposta de preços conforme disposições da Nota Técnica n 01/2007 Secretaria Interna e Controle (SCI), tendo apresentado planilha de composição de custos com a indicação de lucro e custos administrativos acima do recomendado pelo STF aos contratos celebrados em sua esfera de competência. Com isso, importa esclarecer que a Nota Técnica n 01/2007 é aplicável apenas às contratações realizadas pelo Supremo Tribunal Federal, como se observa da própria redação do preâmbulo da Nota: O objetivo desta Nota Técnica é apresentar diretrizes à Administração do Supremo Tribunal Federal para a elaboração das planilhas estimativas de custos a serem utilizadas nas contratações realizadas por esta Corte, no que se refere à definição de parâmetros aceitáveis para as Bonificações e Despesas Indiretas (BDI). Assim, vale destacar que cada órgão da Administração Pública possui autonomia e diretrizes próprias aplicáveis a sua esfera de competência e que influenciam os custos e o planejamento das suas atividades. Portanto, a referida Nota Técnica não se aplica aos demais entes da Administração Pública, especificamente ao Banco do Nordeste, já que não reflete as suas especificidades. Por esta razão, os argumentos trazidos pelo Recorrente são totalmente infundados e descolados da realidade do Banco do Nordeste e da presente contratação. Ainda, o Edital do Pregão Eletrônico n 2014/196 NÃO exigiu que as propostas de preços das licitantes, incluindo os custos e margem de lucros, observassem a referida Nota Técnica e, portanto, nos termos do principio da vinculação ao instrumento convocatório não poderá ser exigido, sob pena de vicio por inadequação aos termos do edital de convocação. Nesse sentido, destaca-se que instrumento convocatório é lei entre as partes, devendo tanto a Administração Pública, quanto as empresas licitantes, seguirem à risca aquilo que nele estiver estipulado. (...) Ainda sobre a vinculação ao instrumento convocatório, é indispensável que tanto os licitantes como as próprias autoridades administrativas observem as regras do edital não havendo que se falar em desclassificação da Recorrida por não apresentar proposta de preços de acordo com parâmetros que não são aplicáveis. De fato, caso fosse a intenção que as propostas das licitantes observassem a Nota Técnica n 01/2007 Secretaria Interna e Controle (SCI), ou que a margem de lucro fosse limitada a 10%, deveria ter incluído esta informação no edital, assim como fez em relação a especificação para não inclusão de informações sobre o IRPJ e CSLL na letra d do Anexo XI- Planilha de Custos e Formação de Preços. Assim, a classificação desta Recorrida ocorreu após a comprovação do atendimento aos termos do edital conforme 9

10 orientação dos Princípios norteadores das licitações positivados na Constituição Federal e especialmente na Lei 8.666/93, notadamente os Princípios da Legalidade e Vinculação ao Instrumento convocatório, que devem ser estritamente observados pela Administração Pública. (...) O Tribunal de Contas da União já se manifestou com enorme lucidez sobre o tema: O edital de uma licitação estabelece regras que devem ser cumpridas tanto pelos concorrentes quanto pela Administração, daí comumente ser chamado de lei interna da licitação. Disso não há grandes dúvidas. Porém, deve ser entendido como regra que deve obedecer aos regulamentos superiores, ou seja, à própria Lei nº 8.666/93 e aos princípios norteadores da Administração e da Licitação. (Acórdão 1203/2011 Plenário). (...)Ainda quanto às alegações infundadas, a Recorrente informa que a Recorrida indicou percentual de INSS acima do previsto na Lei n /11 em sua proposta, aludindo que deveria ser indicado apenas 2%. Contudo, a Recorrente não cuidou de se atualizar quanto às normas aplicadas às empresas de Tecnologia da Informação, uma vez que existe Instrução Normativa da Receita Federal do Brasil desde dezembro de 2013 determinando que empresa de T.I. deverá reter 3,5% (três inteiros e cinco décimos por cento) do valor bruto da nota fiscal ou fatura de prestação de serviços:instrução Normativa RFB nº 1.436, de 30 de dezembro de 2013: Art. 9º No caso de contratação de empresas para execução de serviços relacionados no Anexo I, mediante cessão de mão de obra, na forma definida pelo art. 31 da Lei nº 8.212, de 1991, a empresa contratante deverá reter 3,5% (três inteiros e cinco décimos por cento) do valor bruto da nota fiscal ou fatura de prestação de serviços, observando-se os seguintes períodos: I - a partir de 1º de agosto de 2012, por serviços prestados por empresas: a) de TI e TIC, exceto suporte técnico em equipamentos de informática; e b) de Teleatendimento. Com isso, observa-se que a Instrução Normativa RFB nº 1.436/2013 da Receita Federal do Brasil é muito clara ao especificar o percentual de INSS a ser retido pelas empresas de T.I., de forma que fica, mais uma vez, demonstrada a incoerência das alegações da Recorrente. Ademais (...) a Recorrente, inclusive, traça uma paralelo com situações análogas e, portanto, específicas em que foi solicitada a revisão nos percentuais de lucros, de modo que o valor do processo teria sido reduzido, mencionando para tanto os Pregões Eletrônicos nºs 00165/2015 e 0019/2015. Todavia, diferente da presente situação, nestas oportunidades existiam reais e efetivos fundamentos para a revisão dos valores, os quais apresentavam diversas divergências e tiveram sua viabilidade questionada pelo pregoeiro, que inclusive determinou a comprovação de exequibilidade. Nesse sentido, as situações apresentadas nos Pregões Eletrônicos nºs 00165/2015 e 0019/2015, tratam-se de situações paralelas e que guardam pouca similaridade com este certame. - A Recorrida sagrou-se vencedora do certame em tela por ter demonstrado objetivamente em sua documentação de habilitação total capacidade para oferecer ao Banco do Nordeste serviços especializados de desenvolvimento, evolução, manutenção, documentação e suporte operacional de sistemas aplicativos, atendendo plenamente o exigido no edital, tendo apresentado toda a documentação de habilitação requerida. Contudo, mesmo tendo cumprido todas as exigências do edital foi interposto recurso contra sua habilitação pela Recorrente, alegando que os atestados de capacidade técnica apresentados não seriam suficientes para comprovar sua expetise no fornecimento de tecnologia VISUAL BASIC. Alegou, também, que no atestado de capacidade técnica emitido pela empresa UNICRED CENTRAL N/NE é informado que a Recorrida já prestou serviços para desenvolvimento de programas com a tecnologia VISUAL BASIC, mas que da análise da proposta comercial apresenta pela TOTVS para a referida empresa não existe a indicação da execução dos referidos serviços. É importante pontuar que a Recorrente baseou seu argumento na documentação enviada pela Recorrida para a Pregoeira, ainda na fase de verificação das propostas, quando foi realizada diligência para verificar a exeqüibilidade do preço ofertado (solicitação de documentos realizada pela Pregoeira dia 16/03/2015 às 14:24:57). Isso porque a Recorrida enviou, para fins de comprovação de que o preço de sua proposta estava dentro dos patamares de mercado, uma Proposta Comercial GC que havia enviado para a empresa UNICRED CENTRAL N/NE.Referida documentação tinha como objetivo tão somente a verificação da compatibilidade dos preços ofertados, não servindo para análise da capacidade técnica da licitante. Neste sentido, resta claro o equívoco na análise realizada pela Recorrente e que não está de acordo com as diretrizes do edital. (...) a Proposta Comercial GC sequer poderia, como efetivamente não foi, ser utilizada para análise de habilitação técnica da Recorrida, sob pena de grave afronta ao disposto no art. 30 da Lei n 8.666/93 e aos Princípios 10

11 da Legalidade e Vinculação ao edital. Assim, não faz sentido algum exigir-se das Licitantes como requisito para que se habilitem a participar do certame, a apresentação de atestados de capacidade técnica vinculados a apresentação de contratos, propostas de preços e outros documentos.(...) Além do mais, o documento Proposta Comercial GC , não possui todas as informações sobre os serviços prestados para a UNICRED CENTRAL N/NE, pois trata-se apenas de proposta comercial e não do Contrato com descrição de todas as cláusulas e especificação das obrigações da contratada. Portanto, é possível verificar que a alegação exarada pela Recorrente não condiz com o preceituado na Lei nº /93 para a fase de habilitação das licitações públicas, nem com a jurisprudência do TCU e dos Tribunais brasileiros. Também cumpre esclarecer que o atestado de capacidade técnica apresentado no certame pela Recorrida foi emitido pela empresa UNICRED CENTRAL N/NE., tendo sido devidamente assinado por seu Gerente de Tecnologia da Informação. No caso em comento, o atestado, além de ter sido emitido por empresa idônea, traz os dados completos desta, com o seu endereço comercial e de , assim como os dados de quem os assinou, o que comprova a boa-fé não só da Recorrida ao fornecer todas as informações a respeito dos serviços especializados de desenvolvimento, evolução, manutenção, documentação e suporte operacional de sistemas aplicativos, mas também das próprias contratantes, já que confiam nos serviços, atestando-os e recomendando-os. Além disso, é de conhecimento comum que na verificação de algum item que permita qualquer dúvida sobre a veracidade dos atestados de capacidade técnica apresentados, poderá este i. Pregoeiro(a) utilizar-se da diligência, estatuída pelo art. 43, 3 da Lei n 8.666/93, junto as mencionadas empresas, para verificar as informações prestadas.(...).por fim, a Recorrente ainda alega que o atestado de capacidade técnica elaborado pela empresa UNICRED, não apresenta pontos de função exigidos no edital. Contudo, o item do edital não existe a necessidade de comprovação de pontos de função em um único atestado, sendo facultada a apresentação de 2 ou mais atestados para referida comprovação. Assim, com fulcro no subitem II.2 do item , o total de pontos de função não é solicitado para uma única tecnologia, mas sim para as três tecnologias(cobol, VISUAL BASIC E ASP) exigidas para o lote II canais e serviços bancários. Desta forma, por todo o exposto, o conjunto de atestados apresentados pela Recorrente e emitidos pelo UNICRED, BANPARÁ e SANTANDER, comprovam a experiência da licitante no desenvolvimento de projetos que totalizam horas, convertidas em 8.243,4 pontos de função, atendendo e, até superando, a quantidade exigida no edital. A Recorrida TOTVS S.A conclui suas argumentações com os seguintes pedidos: a) a extinção sem julgamento de mérito do recurso da licitante IVIA SERVIÇOS DE INFORMÁTICA em face da não apresentação da motivação objetiva e ausência do pressuposto de admissibilidade: e b) caso assim não se entenda, que seja julgada inteiramente improcedente o recurso apresentado pela Recorrente, mantendo-se a decisão que a declarou vencedora do item 02 do certame, nos exatos termos em que foi proferida, dando-se seguimento ao processo, com a adjudicação, homologação e consequente assinatura do contrato com a Recorrida TOTVS S.A. ITENS 2 e 3 - DO PRIMEIRO RECURSO - INDRA BRASIL SOLUÇÕES E SERVIÇOS TECNOLÓGICOS S/A) a) Contra a empresa TOTVS S.A (ITEM 2) - Discorda a Recorrente do julgamento das propostas técnicas que julgou habilitada as licitantes TOTVS S.A. (ITEM 2) e RESOURCE TECNOLOGIA E INFORMÁTICA LTDA. (ITEM 3), fazendoo nos termos abaixo: (...)No que tange a comprovação da prestação de serviços na linha de negócio Canais e Serviços Bancários, a licitante TOTVS S.A. apresentou 10 atestados de capacitação técnica, emitidas por diversas instituições financeiras. Ocorre que os atestados apresentados por TOTVS S.A., equivocadamente admitidos para considerá-la habilitada no presente certame, são na sua maioria relativos ao fornecimento de uma mesma e proprietária Solução Tecnológica denominada "Core Banking", e versam sobre a realização de serviços de (i) customização; (ii) manutenção adaptativa e evolutiva; e (iii) suporte. Não se tratando, portanto, de desenvolvimento de novos sistemas, como se verifica no item 5 do edital.como se pode observar no item 5 do Edital ( Habilitação ), subitens 5.1.1, e , as licitantes deveriam apresentar atestados de capacidade técnica que comprovassem a aptidão para o desenvolvimento de atividade compatível com o objeto do Edital, entendendo-se por objeto do Edital a prestação de serviços de desenvolvimento de novos sistemas, manutenções ou implementações de novos módulos em sistemas existentes na modalidade de fábrica de software em que a licitante tenha efetivamente desenvolvido projetos relacionados à linha de negócio Administrativa e BI que comtemplem no mínimo 6 (seis) sistemas que 11

12 possuam a mesma natureza, a mesma função, ou o mesmo efeito aos sistemas relacionados no Anexo VI-A Sistemas da Linha de Negócio Item 1 Administrativo e BI, e que comprove a realização de pelo menos (um mil e seiscentos) pontos de função ao ano, ou outra métrica equivalente. (Destaque nosso).nenhum dos atestados apresentados por Totvs comprova sua habilitação no desenvolvimento de novos sistemas, manutenções ou implementações de novos módulos em sistemas existentes na modalidade de fábrica de software.ainda que tenha os atestados apresentados por Totvs sido emitidos por Instituições Financeiras e Administradora de Cartões de Crédito, estes não alcançam todo o quanto exigido pelo Edital, não comprovando, assim, a competência da Totvs na execução dos serviços licitados pelo Banco do Nordeste do Brasil S.A., não podendo ser conferido à Totvs habilitação técnica na presente concorrência.- Não obstante não ter apresentado atestados que a qualificam como prestadora de serviços ao Banco do Nordeste do Brasil S.A., a Totvs, em sua planilha de custos, novamente contrariando o Edital, atribui custo aos recursos de Supervisor Técnico e Gerente de Contrato.Veja que o item 2.7. do Anexo II do Edital Modelo de Gestão prevê que o contratado deverá alocar sem ônus para o BNB (i) 1 (um) Gerente de Contrato e (ii) 1 (um) Supervisor Técnico.Na tabela de Composição de custos referente ao Pregão Eletrônico no. 2014/196 Item 02 Linha de Negócio: Canais e Serviços Bancários apresentados pela Totvs, no item I Remuneração / Perfil, a Totvs indica a quantidade de 1 Supervisor Técnico, ao valor de R$ 6.500,00 (seis mil e quinhentos reais) ao mês; e 2 Gerentes de Projetos ao valor de R$ 7.000,00 (sete mil reais) ao mês. Desta forma, contrariando as diretrizes impostas pelo Edital não pode a Totvs permanecer como empresa habilitada no certame, já que, como demonstrou a presente signatária, por mais de uma ocasião, não atendeu as exigência do Edital, não estando, assim, qualificada e apta a prestar os serviços a serem contratados pelo Banco do Nordeste do Brasil S.A. O procedimento licitatório tem como objeto a seleção da proposta mais vantajosa para a Administração Pública. (...)É de se desatacar que a fase de habilitação visa aferir se o interessado em contratar com a Administração preenche os requisitos e as qualificações para a adequada execução do objeto licitado, tendo por fim garantir o adimplemento das obrigações firmadas no contrato administrativo.o Edital prevê a comprovação pelos licitantes de sua qualificação técnica, isso porque, é obrigação da Administração Pública, ao realizar uma contratação, certificar-se de que a mesma atenda plena e satisfatoriamente as necessidades da coletividade, razão pela qual se faz necessária a comprovação de aquele que pretende prestar serviço para Administração Pública, tenha plena capacidade de realizar os serviços que serão contratados. A comprovação da capacidade técnica das concorrentes se deu através da apresentação de atestados de capacidade técnica, em respeito ao principio da igualdade entre as partes, já que os requisitos do Edital, quanto à capacidade técnica, são compatíveis com o objeto concorrência. Assim, a ausência explicita dos atestados exigidos, por parte da Resource e Totvs as desqualificam veementemente à participação deste certame. b) Contra a empresa RESOURCE (ITEM 3)- Insurge-se a Recorrente contra a habilitação da ora Recorrida, argumentando que os atestados por ela apresentados não atendem as exigências impostas pelo Edital. 1) QUALICORP:Inicialmente cumpre esclarecer que a QUALICORP não é Instituição Financeira, tampouco administradora de Cartões de Crédito, não atendendo assim a exigência do item Assim, apenas com essa constatação, inabilitado de plano deveria estar o Atestado emitido por QUALICORP. Ademais, no que tange aos subitens, igualmente verifica-se que o Atestado não atende as exigências, veja-se: Não há sustentação e desenvolvimento, tampouco indica fábrica de software. Subitem i - Não há indicação dos 6 sistemas exigidos que possuam a mesma natureza, a mesma função, ou o mesmo efeito aos sistemas relacionados no Anexo VI-C - Sistemas da Linha de Negócio - ITEM 3 Crédito; Subiten ii - Não há comprovação de, pelo menos, (um mil e oitocentos) pontos de função ao ano, havendo simplesmente a informação de apenas de horas/ano, sem indicação do quanto dessas horas se referem à desenvolvimento e quanto se referem à suporte;subitem ii.1 Não comprova a utilização do banco de dados MS SQL SERVER ou IBM DB2;Subitem ii.2 Não comprova a utilização do Powerbuild e COBOL. Subitem iii Não comprova a utilização do processo formal de desenvolvimento de sistema baseado no método RUP (Rational Unified Process) ou algum outro tipo de processo formal, tampouco indica o processo adotado. Subitem iv. Ok; Subitem v. Não faz referência a ferramenta utilizada, apenas cita sua finalidade. Subitem vi. Não comprova que utilizou ferramenta e processo de gerência de projetos. Não havendo indicação da 12

13 ferramenta utilizada. No que tange ao item , o atestado apresentado não comprova a prestação dos serviços de suporte operacional (correção de defeitos e resolução de incidentes) ao funcionamento de sistemas que contemple no mínimo 6 (seis) sistemas que possuam a mesma natureza, a mesma função, ou o mesmo efeito aos sistemas relacionados no Anexo VI-C - Sistemas da Linha de Negócio - ITEM 3 - Crédito, tampouco comprova as (dezenove mil) horas por ano, ou outra métrica equivalente. (...)2.) ISBAN: emitiu 3 atestados de Capacidade Técnica em favor da Resource, porém ditos atestados são relacionados ao Sistema de Risco de Crédito - Sistema S253, o qual não está no ITEM 3 Crédito, e, sim, no item relacionado a ITEM 5 Financeiro, Controladoria e Risco, conforme tabela do Edital abaixo inserta (Anexo VI-E Sistema de Linha de Negócio Item 5 Financeiro, Controladoria e Risco): (...) Os três atestados fazem referencia apenas o desenvolvimento de sistemas e body shop. Não havendo indicação dos 6 sistemas exigidos que possuam a mesma natureza, a mesma função, ou o mesmo efeito aos sistemas relacionados no Anexo VI-C - Sistemas da Linha de Negócio - ITEM 3 Crédito. Subitem i - Não há indicação dos 6 sistemas exigidos que possuam a mesma natureza, a mesma função, ou o mesmo efeito aos sistemas relacionados no Anexo VI-C - Sistemas da Linha de Negócio - ITEM 3 Crédito; tampouco indicam fábrica de software Subitem ii - Não há comprovação de, pelo menos, (um mil e oitocentos) pontos de função ao ano; Subitem ii.1 Não comprova a utilização do banco de dados MS SQL SERVER ou IBM DB2; Subitem ii.2 Não comprova a utilização do Visual Basic e Powerbuild; Subitem iii Não comprova a utilização do processo formal de desenvolvimento de sistema baseado no método RUP (Rational Unified Process) ou algum outro tipo de processo formal, tampouco o processo adotado; Subitem iv. Não comprova a utilização do processo de teste unitário, teste integrado de sistema e teste de carga e desempenho, suportado por ferramenta de gerenciamento de teste; Subitem v. ok.subitem vi. Não comprova que utilizou ferramenta e processo de gerência de projetos. Não havendo indicação da ferramenta utilizada.no que tange ao item , o atestado apresentado não comprova a prestação dos serviços de suporte operacional (correção de defeitos e resolução de incidentes) ao funcionamento de sistemas que contemple no mínimo 6 (seis) sistemas que possuam a mesma natureza, a mesma função, ou o mesmo efeito aos sistemas relacionados no Anexo VI-C - Sistemas da Linha de Negócio - ITEM 3 - Crédito, tampouco comprova as (dezenove mil) horas por ano, ou outra métrica equivalente (...) na Diligencia, Isban indicou 6 (seis) sistemas, porém dois dos sistemas informados não se referem à credito, ficando, mesmo com o esclarecimento da Diligencia, inócuos os atestados apresentados. 3.) HSBC: No que tange ao atestado emitido por HSBC percebe-se que o sistema ali indicado se refere a Sistema de Cartão de Crédito equivale ao sistema o qual não está no item relativo a Torre de Crédito, e, sim, no item relativo a Torre de Canais Serviços Bancários, conforme tabela do Edital, abaixo inserta (Anexo VI-B Sistema de Linha de Negócio Item 2 Canais e Serviços Bancários):Desta forma, impróprio é o atestado apresentado, o qual deve ser totalmente desconsiderado. Ainda com referencia ao mesmo atestado: Comprovação apenas de Desenvolvimento de Projetos BUSINESS. Não havendo indicação dos 6 sistemas exigidos que possuam a mesma natureza, a mesma função, ou o mesmo efeito aos sistemas relacionados no Anexo VI-C - Sistemas da Linha de Negócio - ITEM 3 Crédito. Subitem i - Não há indicação dos 6 sistemas exigidos que possuam a mesma natureza, a mesma função, ou o mesmo efeito aos sistemas relacionados no Anexo VI-C - Sistemas da Linha de Negócio - ITEM 3 Crédito; ainda não faz referencia que o total de horas despendidas referem-se ao período de um ano. Subiten ii - Não há comprovação de, pelo menos, (um mil e oitocentos) pontos de função ao ano; Subitem ii.1 Ok.Subitem ii.2 Não comprova a utilização do POWERBUILDER, JAVA E VISUAL BASIC Subitem iii Não comprova a utilização do processo formal de desenvolvimento de sistema baseado no método RUP (Rational Unified Process) ou algum outro tipo de processo formal, tampouco o processo adotado. Subitem iv. Não comprova a utilização do processo de testes formal (teste unitário, teste integrado de sistema e teste de carga e desempenho) suportado por ferramenta de gerenciamento de teste, há somente referencia aos testes e homologação Subitem v. Não comprova a utilização de ferramenta e processo de gerência de configuração, tampouco há indicação da ferramenta utilizada;subitem vi. Não comprova que utilizou ferramenta e processo de gerência de projetos. Não havendo indicação da ferramenta utilizada.no que tange ao item , o atestado apresentado não 13

14 comprova a prestação dos serviços de suporte operacional (correção de defeitos e resolução de incidentes) ao funcionamento de sistemas que contemple no mínimo 6 (seis) sistemas que possuam a mesma natureza, a mesma função, ou o mesmo efeito aos sistemas relacionados no Anexo VI-C - Sistemas da Linha de Negócio - ITEM 3 - Crédito, tampouco comprova as (dezenove mil) horas por ano, ou outra métrica equivalente.a Diligencia neste caso comprova que o atestado não se refere ao item 3 Crédito, e sim, a cartão de Crédito. 4.) CITIBANK: Com referência aos atestados apresentados pelo Banco Citibank, Banco Citicard e Credicard Citi, apesar de se tratar de Administração de Cartões de Crédito, pontua-se os seguintes desatendimentos: Não comprova desenvolvimento de novos sistemas, manutenções ou implementações de novos módulos em sistemas existentes na modalidade de fábrica de software, havendo apenas indicação ora da prestação de serviços, ora do desenvolvimento de sistemas.subitem i - Não há indicação dos 6 sistemas exigidos que possuam a mesma natureza, a mesma função, ou o mesmo efeito aos sistemas relacionados no Anexo VI-C - Sistemas da Linha de Negócio - ITEM 3 Crédito; ainda não faz referencia que o total de horas despendidas referem-se ao período de um ano. Subiten ii - Apenas um dos atestados comprova, pelo menos, (um mil e oitocentos) pontos de função ao ano, sendo que os demais não atendem a este requisito.subitem ii.1 Não comprovam a utilização do banco de dados MS SQL SERVER ou IBM DB2 Subitem ii.2 Não comprovam a utilização do POWERBUILDER e VISUAL BASIC Subitem iii Não comprova a utilização do processo formal de desenvolvimento de sistema baseado no método RUP (Rational Unified Process) ou algum outro tipo de processo formal, tampouco o processo adotado. Subitem iv. Não comprova a utilização do processo de testes formal (teste unitário, teste integrado de sistema e teste de carga e desempenho) suportado por ferramenta de gerenciamento de teste, há somente referencia aos testes e homologação Subitem v. Não comprova a utilização de ferramenta e processo de gerência de configuração, tampouco há indicação da ferramenta utilizada;subitem vi. Não comprova que utilizou ferramenta e processo de gerência de projetos. Não havendo indicação da ferramenta utilizada.no que tange ao item , o atestado apresentado não comprova a prestação dos serviços de suporte operacional (correção de defeitos e resolução de incidentes) ao funcionamento de sistemas que contemple no mínimo 6 (seis) sistemas que possuam a mesma natureza, a mesma função, ou o mesmo efeito aos sistemas relacionados no Anexo VI-C - Sistemas da Linha de Negócio - ITEM 3 - Crédito, tampouco comprova as (dezenove mil) horas por ano, ou outra métrica equivalente. DILIGENCIA - Corroborando com o quanto argumentado, veja que o correio eletrônico trocado entre o BNB e Sr. Claudio Facó do Citibank (DOC. 12) indica claramente que a ferramenta foi utilizada apenas para Sistema de Cartão de Crédito.Enfim, totalmente ineptos são os atestados apresentados por Citibank e Credicard Citi, não havendo qualquer possibilidade que a Resource seja habilitada com base em ditos atestados.5.) CARREFOUR: O atestado emitido por Carrefour é totalmente inapto aos requisitos, vejamos: Não comprova desenvolvimento de novos sistemas, manutenções ou implementações de novos módulos em sistemas existentes na modalidade de fábrica de software, havendo apenas indicação do Desenvolvimento, Manutenção, Documentação e Sustentação.Subitem i - Não há indicação dos 6 sistemas exigidos que possuam a mesma natureza, a mesma função, ou o mesmo efeito aos sistemas relacionados no Anexo VI-C - Sistemas da Linha de Negócio - ITEM 3 Crédito; ainda não faz referencia que o total de horas despendidas referem-se ao período de um ano, tampouco é referente à Fabrica de software.subitem ii - ok.subitem ii.1 Não comprovam a utilização do banco de dados MS SQL SERVER ou IBM DB2 Subitem ii.2 Não comprovam a utilização das tecnologias COBOL, POWERBUILDER, JAVA e VISUAL BASICSubitem iii Não comprova a utilização do processo formal de desenvolvimento de sistema baseado no método RUP (Rational Unified Process) ou algum outro tipo de processo formal, tampouco o processo adotado.subitem iv. Não comprova a utilização do processo de testes formal (teste unitário, teste integrado de sistema e teste de carga e desempenho) suportado por ferramenta de gerenciamento de teste. Subitem v. Não comprova a utilização de ferramenta e processo de gerência de configuração, tampouco há indicação da ferramenta utilizada;subitem vi. Não comprova que utilizou ferramenta e processo de gerência de projetos. Não havendo indicação da ferramenta utilizada.no que tange ao item , o atestado apresentado não comprova a prestação serviços de suporte operacional (correção de defeitos e resolução de incidentes) ao funcionamento de sistemas que contemple no mínimo 6 (seis) sistemas que possuam a mesma natureza, a mesma função, ou o mesmo efeito aos sistemas relacionados no Anexo VI-C - Sistemas da Linha de 14

15 Negócio - ITEM 3 - Crédito, tampouco comprova as (dezenove mil) horas por ano, ou outra métrica equivalente. ITAÚ -O Itaú emitiu 5 atestados em favor da Resource, sendo: a.) Atestado emitido em 08/10/2009: Não comprova desenvolvimento de novos sistemas, manutenções ou implementações de novos módulos em sistemas existentes na modalidade de fábrica de software, havendo apenas indicação de serviços de Manutenções ou Implementações. Não há indicação de Fábrica de software.subitem i - Não há indicação dos 6 sistemas exigidos que possuam a mesma natureza, a mesma função, ou o mesmo efeito aos sistemas relacionados no Anexo VI-C - Sistemas da Linha de Negócio - ITEM 3 Crédito; Há apenas referencia de 19 mil horas faturadas, o que não atende o Edital.Subiten ii - Não comprova, pelo menos, (um mil e oitocentos) pontos de função ao ano, indicando apenas, como já dito, 19 mil horas faturadas.subitem ii.1 Ok. Subitem ii.2 Não comprovam a utilização do POWERBUILDER e JAVA. Subitem iii Não comprova a utilização do processo formal de desenvolvimento de sistema baseado no método RUP (Rational Unified Process) ou algum outro tipo de processo formal, tampouco o processo adotado. Subitem iv. Não comprova a utilização do processo de testes formal (teste unitário, teste integrado de sistema e teste de carga e desempenho) suportado por ferramenta de gerenciamento de teste, há somente referencia aos testes e homologação Subitem v. Não comprova a utilização de ferramenta e processo de gerência de configuração, tampouco há indicação da ferramenta utilizada;subitem vi. Não comprova que utilizou ferramenta e processo de gerência de projetos. Não havendo indicação da ferramenta utilizada. b.) Atestado emitido em 30/12/ Não comprova desenvolvimento de novos sistemas, manutenções ou implementações de novos módulos em sistemas existentes na modalidade de fábrica de software, havendo apenas indicação de serviços de Desenvolvimento e Manutenção.Subitem i - Não há indicação dos 6 sistemas exigidos que possuam a mesma natureza, a mesma função, ou o mesmo efeito aos sistemas relacionados no Anexo VI-C - Sistemas da Linha de Negócio - ITEM 3 Crédito; Há apenas referencia de horas / ano, o que não atende o Edital. Subiten ii - Não comprova, pelo menos, (um mil e oitocentos) pontos de função ao ano, indicando apenas, como já dito, horas / ano.subitem ii.1 Ok.Subitem ii.2 Não comprovam a utilização do COBOL e POWERBUILDER Subitem iii Não comprova a utilização do processo formal de desenvolvimento de sistema baseado no método RUP (Rational Unified Process) ou algum outro tipo de processo formal, tampouco o processo adotado. Subitem iv. Não comprova a utilização do processo de testes formal (teste unitário, teste integrado de sistema e teste de carga e desempenho) suportado por ferramenta de gerenciamento de teste. Subitem v. Não comprova a utilização de ferramenta e processo de gerência de configuração, tampouco há indicação da ferramenta utilizada;subitem vi. Não comprova que utilizou ferramenta e processo de gerência de projetos. Nãohavendo indicação da ferramenta utilizada. c.) Atestado emitido em 17/01/2014: Não comprova desenvolvimento de novos sistemas, manutenções ou implementações de novos módulos em sistemas existentes na modalidade de fábrica de software, havendo apenas indicação de serviços programação para desenvolvimento de sistemas.subitem i - Não há indicação dos 6 sistemas exigidos que possuam a mesma natureza, a mesma função, ou o mesmo efeito aos sistemas relacionados no Anexo VI-C - Sistemas da Linha de Negócio - ITEM 3 Crédito; Não faz referencia a fábrica de software.há apenas referencia de 100 mil horas anuais, o que não atende o Edital. Subiten ii - Ok. Subitem ii.1 Não comprova a utilização de banco de dados MS SQL SERVER ou IBM DB2 Subitem ii.2 Não comprovam a utilização do COBOL e POWERBUILDER Subitem iii Não comprova a utilização do processo formal de desenvolvimento de sistema baseado no método RUP (Rational Unified Process) ou algum outro tipo de processo formal, tampouco o processo adotado. Subitem iv. Não comprova a utilização do processo de testes formal (teste unitário, teste integrado de sistema e teste de carga e desempenho) suportado por ferramenta de gerenciamento de teste), apenas descreve que realizou o teste, o que não atende o Edital.Subitem v. Não comprova a utilização de ferramenta e processo de gerência de configuração, tampouco há indicação da ferramenta utilizada;subitem vi. Não comprova que utilizou ferramenta e processo de gerência de projetos. Não havendo indicação da ferramenta utilizada.d.) Atestado emitido em 04/05/2009: Não comprova desenvolvimento de novos sistemas, manutenções ou implementações de novos módulos em sistemas existentes na modalidade de fábrica de software, havendo apenas indicação de serviços de Desenvolviemento de atividades dentro dos padrões estabelecidos nas plataformas.subitem i - Não há indicação dos 15

16 6 sistemas exigidos que possuam a mesma natureza, a mesma função, ou o mesmo efeito aos sistemas relacionados no Anexo VI-C - Sistemas da Linha de Negócio - ITEM 3 Crédito; Não faz referencia a fábrica de software. Subiten ii - Não há comprovação do desenvolvimento de projetos que comprovem a realização de pelo menos (um mil e oitocentos) pontos de função ao ano.subitem ii.1 Não comprova a utilização de banco de dados MS SQL SERVER ou IBM DB2. Subitem ii.2 Não comprovam a utilização das tecnologias exigidas. Subitem iii Não comprova a utilização do processo formal de desenvolvimento de sistema baseado no método RUP (Rational Unified Process) ou algum outro tipo de processo formal, tampouco o processo adotado. Subitem iv. Não comprova a utilização do processo de testes formal (teste unitário, teste integrado de sistema e teste de carga e desempenho) suportado por ferramenta de gerenciamento de teste). Subitem v. Não comprova a utilização de ferramenta e processo de gerência de configuração, tampouco há indicação da ferramenta utilizada;subitem vi. Não comprova que utilizou ferramenta e processo de gerência de projetos. Não havendo indicação da ferramenta utilizada.e.) Atestado emitido em 10/01/2014: Não comprova desenvolvimento de novos sistemas, manutenções ou implementações de novos módulos em sistemas existentes na modalidade de fábrica de software, havendo apenas indicação de serviços de Desenvolvimento, Manutenção e Sustentação.Subitem i - Não há indicação dos 6 sistemas exigidos que possuam a mesma natureza, a mesma função, ou o mesmo efeito aos sistemas relacionados no Anexo VI-C - Sistemas da Linha de Negócio - ITEM 3 Crédito; Não faz referencia a fábrica de software.há indicação apenas de 31 mil horas ano, o que não atende o Edital. Subiten ii - ok.subitem ii.1 Não comprova a utilização de banco de dados MS SQL SERVER ou IBM DB2 Subitem ii.2 Não comprovam a utilização das tecnologias exigidas. Subitem iii Não comprova a utilização do processo formal de desenvolvimento de sistema baseado no método RUP (Rational Unified Process) ou algum outro tipo de processo formal, tampouco o processo adotado. Subitem iv. Não comprova a utilização do processo de testes formal (teste unitário, teste integrado de sistema e teste de carga e desempenho) suportado por ferramenta de gerenciamento de teste). Subitem v. Não comprova a utilização de ferramenta e processo de gerência de configuração, tampouco há indicação da ferramenta utilizada;subitem vi. Não comprova que utilizou ferramenta e processo de gerência de projetos. Não havendo indicação da ferramenta utilizada. No que tange ao item , os atestados apresentados não comprovam a prestação dos serviços de suporte operacional (correção de defeitos e resolução de incidentes) ao funcionamento de sistemas que contemple no mínimo 6 (seis) sistemas que possuam a mesma natureza, a mesma função, ou o mesmo efeito aos sistemas relacionados no Anexo VI-C - Sistemas da Linha de Negócio - ITEM 3 - Crédito, tampouco comprovam as (dezenove mil) horas por ano, ou outra métrica equivalente. 7.) REDECARD - Redecard emitiu 2 atestados em favor da Resource, vejamos: Não comprova desenvolvimento de novos sistemas, manutenções ou implementações de novos módulos em sistemas existentes na modalidade de fábrica de software, havendo apenas indicação de (I) Serviços de Desenvolvimento de sistemas; e (ii) Serviços de Desenvolvimento de Sistemas. Subitem i - Em um dos atestados não há indicação dos 6 sistemas exigidos que possuam a mesma natureza, a mesma função, ou o mesmo efeito aos sistemas relacionados no Anexo VI-C - Sistemas da Linha de Negócio - ITEM 3 Crédito; Não faz referencia a fábrica de software.o atestado emitido em 23/12/2009 indica a utilização de 500 pontos de função, porém não indica o período, que deveria ser de um ano. Subiten ii - Atestado emitido em 04/03/2013 ok. Atestado emitido em 23/12/2009 não atende. Subitem ii.1 Atestado emitido em 04/03/2013 não atende. Não comprova a utilização de banco de dados MS SQL SERVER ou IBM DB2. Atestado emitido em 23/12/2009 ok.subitem ii.2 Atestado emitido em 04/03/2013 não atende as tecnologias COBOL e POWERBUILD. Atestado emitido em 23/12/2009 Não atende integralmente Subitem iii Atestado emitido em 04/03/2013 ok.atestado emitido em 23/12/2009 não comprova a utilização de processo formal de desenvolvimento de sistema baseado no método RUP (Rational Unified Process) ou algum outro tipo de processo formal. Subitem iv. Não comprovam a utilização do processo de testes formal (teste unitário, teste integrado de sistema e teste de carga e desempenho) suportado por ferramenta de gerenciamento de teste). Subitem v. Não comprovam a utilização de ferramenta e processo de gerência de configuração, tampouco há indicação 16

17 da ferramenta utilizada;subitem vi. Não comprovam que utilizou ferramenta e processo de gerência de projetos. Não havendo indicação da ferramenta utilizada.no que tange ao item , o atestado apresentado não comprova a prestação dos serviços de suporte operacional (correção de defeitos e resolução de incidentes) ao funcionamento de sistemas que contemple no mínimo 6 (seis) sistemas que possuam a mesma natureza, a mesma função, ou o mesmo efeito aos sistemas relacionados no Anexo VI-C - Sistemas da Linha de Negócio - ITEM 3 - Crédito, tampouco comprova as (dezenove mil) horas por ano, ou outra métrica equivalente 8.) ORBITALL - Inicialmente cumpre esclarecer que a ORBITALL não é Instituição Financeira, tampouco administradora de Cartões de Crédito, não atendendo assim a exigência do item Assim, apenas com essa constatação, inabilitado de plano deveria estar o Atestado emitido por ORBITALL, já que se refere a empresa de processamento de informações comerciais. Ademais, no que tange aos subitens, igualmente verifica-se que o Atestado não atende as exigências, veja-se: Não comprovam plenamente o desenvolvimento de novos sistemas, manutenções ou implementações de novos módulos em sistemas existentes na modalidade de fábrica de software, havendo apenas as seguintes indicações:atestado 07/08/ indicação de Desenvolvimento e Manutenção de sistemas de Cartão de Crédito e Seguros;Atestado 23/01/2007 indicação de Desenvolvimento, Manutenção e Atividades de Suporte Técnico e Operacional.Atestado de 10/11/2008 indicação de Desenvolvimento e Manutenção de Sistemas em regime de Fabrica de Software;Atestado de 27/04/2009 Indicação de Prestação de Serviços de Programação para Desenvolvimento de sistemas.subitem i - Não há indicação dos 6 sistemas exigidos que possuam a mesma natureza, a mesma função, ou o mesmo efeito aos sistemas relacionados no Anexo VI-C - Sistemas da Linha de Negócio - ITEM 3 Crédito; a quantidade de horas indicadas não atendem o exigido no edital. Subiten ii - Não comprovam o desenvolvimento de projetos que comprovem a realização de pelo menos (um mil e oitocentos) pontos de função ao ano, ou outra métrica equivalente. Subitem ii.1 Apenas o Atestado emitido em 27/04/2009 não atende a este requisito.subitem ii.2 Não comprovam a utilização das tecnologias COBOL, POWERBUILDER e VISUAL BASIC Subitem iii Não comprova a utilização do processo formal de desenvolvimento de sistema baseado no método RUP (Rational Unified Process) ou algum outro tipo de processo formal, tampouco o processo adotado.subitem iv. Não comprova a utilização do processo de testes formal (teste unitário, teste integrado de sistema e teste de carga e desempenho) suportado por ferramenta de gerenciamento de teste. Subitem v. Apenas o atestado emitido em 07/08/2008 comprova a utilização de ferramenta e processo de gerência de configuração, os demais não atendem a este requisito.subitem vi. Não comprova que utilizou ferramenta e processo de gerência de projetos. Não havendo indicação da ferramenta utilizada.no que tange ao item , o atestado apresentado não comprova a prestação dos serviços de suporte operacional (correção de defeitos e resolução de incidentes) ao funcionamento de sistemas que contemple no mínimo 6 (seis) sistemas que possuam a mesma natureza, a mesma função, ou o mesmo efeito aos sistemas relacionados no Anexo VI-C - Sistemas da Linha de Negócio - ITEM 3 - Crédito, tampouco comprova as (dezenove mil) horas por ano, ou outra métrica equivalente A Recorrente afirma que, Diante ao exposto, verifica-se que nenhum dos atestados apresentados por Resource atendem integralmente o exigido no edital, tratando-se na sua maioria de atestados emitidos por empresas que só operam com cartão de crédito, porém, conforme previsto no Edital, e abaixo incluído, o sistema de cartão de crédito do BNB está localizado na torre de canais e serviços bancários (ITEM 2) e não na de crédito, o que desqualifica os atestados apresentados pela Resource neste interím: Há ainda que se destacar que a Resource, com base em mencionados Atestados, não comprovou a quantidade de horas mínimas para os serviços de suporte e manutenção, não qualificando-se para se manter no certame. (...) imperiosa é a reavaliação de dos atestados ora indicados, de forma que a licitante Resource seja inabilitada, e que as demais concorrentes não sejam prejudicadas no andamento do presente procedimento de concorrência em favorecimento daquela. A Recorrente INDRA conclui requerendo o provimento do seu recurso, para inabilitar as empresas RESOURCE e TOTVS. a) DAS CONTRARRAZÕES DA LICITANTE TOTVS S/A (ITEM 2) Argui a Recorrida que a licitante INDRA BRASIL SOLUÇÕES E SERVIÇOS TECNOLÓGICOS S/A alega que a TOTVS não teria atribuído custos aos recursos de Supervisor Técnico e Gerente de Contrato previstos no item 2.7 do Anexo II do Edital, o que supostamente contrariou os ditames do Instrumento Convocatório.(...) as alegações da Recorrente não merecem prosperar, devendo 17

18 o Recurso Administrativo aviado ser integralmente julgado improcedente.primeiramente, insta salientar que a Recorrida foi declarada vencedora do ITEM 2 - Canais e Serviços Bancários, sendo que para esta linha de negócios a Recorrida deveria apresentar os atestados de capacidade técnica indicados no item do Edital, sendo os mesmos do item de seu Anexo I. Não obstante, a Recorrente alegou equivocadamente em sua defesa que a Recorrida não teria apresentado os atestados de capacidade técnica exigidos no item 5, subitens e do Edital, não comprovando sua aptidão em realizar os serviços licitados, razão pela qual deveria ser desclassificada do certame.. Entretanto, este recurso pautou-se por itens do Instrumento Convocatório exigidos para a comprovação relativa ao ITEM 1 - ADMINISTRATIVO E BI do objeto do Edital, ou seja, um lote diverso do vencido por esta Recorrida.(...) o recurso interposto pela Recorrente não apresenta um objetivo visível que a mera intenção de tumultuar o procedimento licitatório. Além disso, a ausência absoluta de consistência e embasamento fático-probatório do Recurso, impede o conhecimento deste recurso frente a impossibilidade jurídica do pedido que o embasa. Assim, não há quaisquer fundamento para requerer a desclassificação da Recorrida para um item que sequer disputou, ou requerer a inabilitação da Recorrida por não apresentar atestados que não lhe são exigidos!. Ademais cumpre demonstrar que a Recorrente não cumpriu a exigência expressa no item do Edital que dispõe que a falta de manifestação imediata e motivada do licitante quanto à intenção de recorrer importará na decadência desse direito. Ou seja, as intenções de Recurso devem ser motivadas e justificadas, pois, caso contrário, os mesmos não serão admitidos. (...) a ora Recorrente se limitou a mencionar que tendo em vista irregularidades observadas na documentação apresentada pela empresa TOTVS S.A. declarada vencedora do certame referente ao item 2. Desde já, solicitamos vista do processo licitatório, com base nos arts. 3º e 63 da Lei nº 8.666/93 c/c Art. 5º inciso XXXIII da CF/88 e art. 4º, XVIII da Lei nº /02. Resta claro, portanto, que a Recorrente deixou de cumprir o ônus processual da motivação da intenção recursal, razão pela qual o presente Recurso não deve ser conhecido, por ausência de pressuposto de admissibilidade. Conforme brevemente informado acima, a Recorrida sagrou-se vencedora do certame em tela por ter apresentado a proposta de preço mais vantajosa aos cofres públicos e toda a documentação de habilitação regular. Assim, a Recorrente alegou que a Recorrida, quando do preenchimento da Composição de Custos referente ao Item 2.7 do Anexo II do Edital, indica a quantidade de 1 Supervisor técnico ao valor de R$ 6.500,00 (seis mil e quinhentos reais) ao mês; e 2 Gerentes de Projetos ao valor de R$ 7.000,00 (sete mil reais) ao mês, sustentando não ser possível alocar tais profissionais com ônus para o BNB. Entretanto, diversamente das equivocadas alegações, a exigência expressa no edital, em seu item , requer que na proposta das licitantes sejam computados as despesas com mão de obra GERENCIAL e de SUPERVISÃO, sendo que apenas os custos adicionais que não devem ser repassados ao BNB, conforme item (...) Da leitura do item com as exigências do Anexo I do Edital, observa-se que a licitante vencedora deverá oferecer sua proposta ao BNB incluindo todas as despesas com mão de obra e que os custos adicionais para alocação de um profissional Gerente de Contrato e Supervisor Técnico é que não devem ser repassados ao BNB. Ou seja, no Anexo I é informado que a alocação de profissional para atender o BNB deve ser sem ônus, o edital está se referindo às despesas como deslocamento, passagem, hospedagem, dentre outras. De fato, este representa mais um equívoco patente inserido no recurso da INDRA, que alegou ter a Recorrida cotado 2 gerentes de projetos, enquanto o edital dispõe em seu item 2.7, do anexo II ao edital, sobre o perfil Gerente de contrato e não de projetos, evidenciando novamente a ausência de fundamentos lógicos ou jurídicos a sustentar o recurso interposto.inclusive, na própria minuta de Contrato, na Cláusula Quinta, dispõe neste sentido: II - Para o serviço de suporte operacional: II.4 - caberá ao CONTRATADO a responsabilidade e o ônus financeiro pelo deslocamento dos profissionais envolvidos na prestação dos serviços de suas instalações para as instalações do BNB em Fortaleza-CE, inclusive quanto às despesas de passagem e hospedagem, não sendo admitido, em nenhuma hipótese, o repasse destes custos para o BNB. Além disso, convém salientar que, por restrição legal, nenhuma empresa pode oferecer serviços (mão de obra) para a Administração pública sem receber a devida contra prestação. Assim, caso fosse considerado que os profissionais gerentes ou supervisores prestassem serviços de forma gratuita, haveria, de alguma forma, burla ao fisco já que a prestação dos serviços por eles executados seria exigida mas não seria remunerada.(...) Assim, não há dúvidas que restou objetivamente comprovada experiência da Recorrida na execução de atividades compatíveis com o objeto do 18

19 Edital, especialmente, no que tange ao ITEM 2, razão pela qual não merecem prosperar as alegações da Recorrente. Dessa forma, a desclassificação a Recorrida que atendeu ao exigido nos termos do edital configuraria verdadeira barbárie e uma violação frontal aos Princípios norteadores das licitações, positivados na Lei 8.666/93, principalmente os Princípios da Legalidade e Vinculação ao Instrumento convocatório, que devem ser estritamente observados pela Administração Pública.; Art. 3 - A licitação destina-se a observância do princípio constitucional da isonomia e a selecionar a proposta mais vantajosa para a Administração e será processada e julgada em estrita conformidade com os princípios básicos da legalidade, da impessoalidade, da moralidade, da igualdade da publicidade, da probidade administrativa, da vinculação ao instrumento convocatório, do julgamento objetivo e dos que lhe são correlatos. No mais, considerando o Princípio da Vinculação ao Edital, positivado no artigo supra, há que se reconhecer que o Edital se torna lei interna da licitação, traçando as diretrizes para sua realização, fixando as condições para participação dos interessados e estabelecendo o processamento adequado à apreciação e julgamento das propostas, assim temos que as disposições editalícias não podem ser desobedecidas.(...). Finaliza a Recorrida requerendo a manutenção da decisão que classificou sua proposta, julgou-a habilitada e declarou-a vencedora do ITEM 2 licitado, seja pela desconsideração do recurso por falta de motivação objetiva/ausência de pressuposto de admissibilidade, seja pela total improcedência do recurso apresentado pela INDRA BRASIL SOLUÇÕES E SERVIÇOS TECNOLÓGICOS S/A. Requer, ainda, seja dado seguimento ao procedimento licitatório, sendo adjudicado e homologado o objeto licitado à Recorrida, com a consequente assinatura do contrato. b) DAS CONTRARRAZÕES DA LICITANTE RESOURCE TECNOLOGIA E INFORMÁTICA LTDA. (ITEM 3) - Contrarrazoando as alegações da Recorrente INDRA BRASIL, a Recorrida aduz, resumidamente que: Preliminarmente, frise-se que a proposta da RECORRIDA atende integralmente as exigências do Edital, inclusive aquelas referentes à Habilitação, previstas no item 8 e seus subitens do instrumento convocatório, não havendo qualquer respaldo técnico e jurídico que sustente as alegações da RECORRENTE. Não bastassem as informações constantes dos documentos apresentados na Qualificação Técnica pela RECORRIDA, as diligências efetuadas pela Comissão Especial de Licitação concluíram pelo pleno atendimento das exigências de Habilitação pela RECORRIDA, sendo que não há falar-se em inabilitação, como sustenta o Recurso Administrativo. Alega a RECORRENTE, em síntese, que a RECORRIDA deve ser inabilitada por não atendimento das exigências do Edital. (...) em uma primeira alegação afirma que houve a demonstração da capacitação pela RECORRIDA e, noutra, afirma o oposto. A alegação da RECORRENTE não tem qualquer fundamento fático ou jurídico, tendo apenas a intenção de conduzir o julgador à conclusão de favorecimento, que não ocorreu in casu. Tanto que os atestados juntados pela empresa têm datas de 2006, 2008, 2009, 2012 e 2013!! No tempo transcorrido entre a sessão de licitação e a convocação para a apresentação dos documentos ocorreram todos os trâmites internos do procedimento do Pregão, dentre eles as diligências feitas pela Comissão Especial de Licitação, para a verificação do atendimento pela RECORRIDA das exigências do Edital, que a RECORRENTE ora afirma terem sido preenchidas, ora afirma que não! Quanto ao item que trata do teor dos atestados apresentados pela RECORRIDA, há que se considerar, no mínimo, a existência de duas vertentes de interpretação nas licitações: 1) a do licitante e 2) a da Administração, sendo que a primeira quase sempre se subdivide em duas posições opostas, na medida em que o Licitante perdedor tem a visão obtusa e quase sempre frontalmente distinta do visão do Licitante vencedor. Uma delas, a do vencedor ou a do perdedor, coincidirá com a visão da Administração.(...) Neste caso, portanto, a visão da Administração coincide com a do Licitante vencedor, confrontando-se com a do Licitante perdedor, que tendo ofertado preço menos vantajoso à Administração, agarrou-se, mesmo sem razões de mérito, na via recursal, sua última tentativa para ver prevalecer sua proposta, não competitiva e mais onerosa ao BNB. A RECORRIDA apresentou nada menos que 19 (dezenove) atestados de capacidade técnica que demonstram de forma cabal o atendimento das exigências do Edital e sua capacitação técnica (como reconheceu a RECORRENTE em seu argumento temporal).(...) Nesse sentido, Joel de Menezes Niebuhr descreve que a Administração Pública, ao avaliar a qualificação técnica dos licitantes, pretende aferir se eles dispõem dos conhecimentos, da experiência e do aparato operacional suficiente para satisfazer o contrato administrativo. (NIEBUHR, Joel de Menezes, Licitação Pública e Contrato Administrativo. Curitiba: Zenite, 2008, p.233) Pelos atestados apresentados pela RECORRIDA (frise-se que o próprio Edital admitiu o somatório de 2 (dois) ou mais atestados para as comprovações das exigências de Habilitação feitas aos licitantes), (...) não há qualquer margem de 19

20 dúvida de que houve o atendimento das exigências do Edital. (...) Como bem acentuou a RECORRENTE, deve-se buscar sempre a seleção da proposta mais vantajosa para a Administração, e foi justamente este o resultado alcançado pelo Pregão nº 2014/196 do BNB. (...) Diante do exposto, requer o deferimento destas CONTRARRAZÕES para determinar o indeferimento do RECURSO ADMINISTRATIVO apresentado pela licitante INDRA BRASIL SOLUÇÕES E SERVIÇOS TECNOLÓGICOS S/A, que requeria a inabilitação da RESOURCE TECNOLOGIA E INFORMÁTICA LTDA no Pregão nº 2014/196. ITENS 2 e 3 - DO SEGUNDO RECURSO - CPM BRAXIS S.A. ( Capgemini ): a) Contra a empresa TOTVS S/A (ITEM 2) - Argumenta a ora Recorrente: Em 26 de maio de 2015, foi proferida decisão deste r. Pregoeiro declarando as empresas licitantes vencedoras de cada item, sendo declarada a empresa TOTVS S/A ( Totvs ) vencedora do item 2 Canais e Serviços Bancários e a empresa RESOURCE TECNOLOGIA E INFORMAÇÃO LTDA ( Resource ) vencedora do item 3 Crédito. Todavia, a decisão deste r. Pregoeiro em relação à declaração das licitantes Totvs e Resource nos itens supra mencionados, não merecem prosperar uma vez que a documentação apresentada para comprovação da qualificação técnica não atende aos requisitos exigidos no instrumento convocatório, não havendo qualquer fundamento fático ou jurídico que tornem os atestados aptos à comprovação das tecnologias. (...) No instrumento convocatório consta como exigência de qualificação técnica para atendimento ao item ii, relativo ao ITEM 2, a obrigatoriedade de apresentação de atestado de capacidade técnica conforme a seguir transcrito: DO SUBITEM A CONSTAM AS EXIGÊNCIAS RELATIVAS AO ITEM 2 CANAIS E SERVIÇOS BANCÁRIOS: atestado(s) de capacidade técnica, expedido(s) por pessoa(s) jurídica(s) de direito público ou privado, qualificada(s) como Instituição Financeira Bancária ou Administradora de Cartões de Crédito que comprove(m) aptidão para desempenho de atividade compatível com o objeto do Edital, de forma satisfatória, admitindo-se o somatório de 2 (dois) ou mais atestado(s) para a referida comprovação. Entende-se por compatível com o objeto do Edital a prestação dos serviços a seguir: desenvolvimento de novos sistemas, manutenções ou implementações de novos módulos em sistemas existentes na modalidade de fábrica de software, em que o licitante tenha: (...) ii. desenvolvido projetos que comprovem a realização de pelo menos (um mil e setecentos) pontos de função ao ano, ou outra métrica equivalente (*), utilizando: ii.1. banco de dados MS SQL SERVER ou IBM DB2; ii.2. tecnologias COBOL, VISUAL BASIC e ASP (todas as tecnologias devem ter sido utilizadas e a soma dos projetos devem chegar a PF/ano).(*) Para efeito de equivalência, considerar 1 (um) ponto de função equivalente a 15 (quinze) horas.iii. utilizado processo formal de desenvolvimento de sistema baseado no método RUP (Rational Unified Process) ou algum outro tipo de processo formal. Neste último caso,informar qual foi o processo adotado;iv. utilizado processo de testes formal (teste unitário, teste integrado de sistema e teste de carga e desempenho) suportado por ferramenta de gerenciamento de teste. O(s)atestado(s) deve(m) conter a indicação da(s) ferramenta(s) utilizada(s); v. utilizado ferramenta e processo de gerência de configuração. O(s) atestado(s) deve(m) conter a indicação da(s) ferramenta(s) utilizada(s);vi. utilizado ferramenta e processo de gerência de projetos. O(s) atestado(s) deve(m) conter a indicação da(s) ferramenta(s) utilizada(s); Entretanto, conforme pode ser comprovado por meio dos atestados apresentados pela Totvs para comprovação deste item, os mesmos não atendem em conjunto todas as exigências de experiência técnica solicitadas no item ii, ou seja, banco de dados MS SQL Server ou IBM DB2, com o uso da linguagens de programação COBOL, VISUAL BASIC e ASP na composição da comprovação para o atendimento de pelo menos (um mil e setecentos) pontos de função. Vejamos: Os atestados do Banpará dos contratos 082/2013 e 005/2014 não atendem ao requisito linguagens de programação nas linguagens VISUAL BASIC, COBOL e ASP, portanto deve ser desconsiderado; O atestado do Banpará do contrato 041/2007 atesta apenas a experiência na linguagem COBOL, porém sem apresentar o banco de dados utilizado, não atestando desta forma a experiência da linguagem com um dos bancos de dados solicitados, portanto deve ser desconsiderado; O atestado do Banco da Amazônia não atende aos requisitos linguagens de programação nas linguagens VISUAL BASIC, COBOL e ASP, e tampouco ao requisito banco de dados MS SQL Server ou IBM DB2, portanto deve ser desconsiderado; O atestado do Banco Bradesco apresenta apenas o uso da linguagem ASP.NET, não atendendo aos requisitos linguagens de programação nas linguagens VISUAL BASIC, COBOL e ASP, e não faz nenhuma referência a qual banco de dados foi utilizado, não atendendo ao requisito banco de 20

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