Auditoria Interna no Brasil Nos fundamentos da governança e da estratégia

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Auditoria Interna no Brasil Nos fundamentos da governança e da estratégia"

Transcrição

1 Auditoria Interna no Brasil Nos fundamentos da governança e da estratégia Pesquisa 2014

2 A Auditoria Interna como agente estratégico e fortalecedor das organizações A área de Auditoria Interna vem ganhando cada vez mais importância como uma ferramenta para a avaliação e a mitigação de riscos e para o aperfeiçoamento das operações das organizações. Práticas fortalecidas e independentes podem auxiliar na geração de valor e na execução de objetivos estratégicos, avaliando e mensurando a eficácia de processos de controle, gestão de riscos e de Governança Corporativa. A pesquisa Auditoria Interna no Brasil Nos fundamentos da governança e da estratégia é o segundo levantamento da Deloitte sobre a área e, nesta edição, contou com mais de 200 respondentes. O estudo propõe mensurar o estágio de maturidade da Auditoria Interna nas empresas, identificando as melhores práticas que apoiam o crescimento sustentado, além dos pontos nos quais a estrutura pode se aprimorar em seus processos de gestão e na comunicação com as demais áreas de negócios. O estudo propõe mensurar o estágio de maturidade da Auditoria Interna nas empresas, identificando as melhores práticas que apoiam o crescimento sustentado, além dos pontos nos quais a estrutura pode se aprimorar em seus processos de gestão e na comunicação com as demais áreas de negócio. O estudo oferece um panorama do atual cenário da área no País, além de apontar as principais estratégias e o grau de aderência das organizações às melhores práticas. Os resultados também evidenciam a relevância da área para o tratamento de questões relacionadas a controles internos e eficiência operacional. Nesse contexto, a Auditoria Interna deverá estar cada vez mais preparada para demonstrar sua importância na consecução das estratégias de negócio da organização e na criação de valor. É cada vez mais evidente a valorização de mecanismos de gestão de riscos nas organizações. Nesse contexto, as empresas têm se organizado para criar estruturas formais dedicadas a funções como a Auditoria Interna. A área vive um período de mudança e vem sendo ampliada para além do mero reporte de questões internas e operacionais, em uma abordagem integrada à gestão de riscos. O fortalecimento desses mecanismos também é uma resposta às normas de compliance e de responsabilização em casos de atos ilícitos, como a chamada Lei Anticorrupção, que entrou em vigor em Estes também ajudam a corroborar a necessidade de estruturas robustas e que consigam prever e mitigar essas questões, relacionadas ao atendimento às normas e aderência às leis e regulamentações. 2

3 Bases sólidas em um cenário de incertezas A partir da crise que abalou a economia ao redor do mundo em 2008, o governo norte-americano adotou uma política de compra de dólares e recompra de títulos hipotecários. Com isso, cresceu a oferta de dólares no mercado, o que diminuiu a cotação da moeda. Porém, a partir de 2014, com a redução gradual do programa de recompensa de títulos públicos adotado pelos Estados Unidos, um grande desafio apareceu no panorama econômico global, impactando empresas e países. Até a mudança do cenário, a grande questão era avaliar o risco de captação de empréstimos em moeda estrangeira, além de lidar com o câmbio com sua moeda nacional valorizada, o que problematiza a exportação. Na atual circunstância, e muito provável no médio prazo, o contexto é o oposto: as empresas têm dificuldade para importar e devem ser cuidadosas para não aumentarem suas dívidas em moeda estrangeira. Do contrário, é possível aumentar o risco e a dificuldade de captar recursos no exterior. O cenário econômico mundial apresenta, de tempos em tempos, momentos de incerteza. Por isso, cabe às empresas criar a capacidade de identificação e resposta para gerenciar os riscos empresariais. Os fatores são diversos e podem mudar, mas a necessidade de estruturas fortalecidas para lidar com esses desafios permanece. Índice Metodologia e amostra...4 Auditoria Interna e boas práticas empresariais...6 Uma visão abrangente das práticas de Auditoria Interna no Brasil...10 As interações entre a Auditoria Interna e as demais áreas da organização...18 Os próximos desafios da Auditoria Interna...27 Auditoria Interna no Brasil 3

4 Metodologia e amostra A pesquisa Auditoria Interna no Brasil foi realizada por meio de questionários aplicados de forma eletrônica, entre dezembro de 2013 e janeiro de Participaram da pesquisa 227 empresas, de origem majoritariamente familiar (40%), seguidas pelas subsidiárias de grupos empresariais e pelas organizações de controle pulverizado, empatadas com 27%. As empresas de origem familiar, que representam uma fatia considerável da amostra, são aquelas que neste momento estão priorizando a estruturação do processo de governança e independência nos reportes da Auditoria Interna. A busca pela maturidade dessas práticas é reflexo da gradativa profissionalização e conhecimento dos papéis e responsabilidades dessas áreas, observadas em empresas dos mais diferentes portes. Presidentes e diretores financeiros representam 21% da amostra. Diretores e superintendentes de outras áreas também contabilizaram cerca de um quarto dos respondentes. Os conselheiros representam 3% do total dos entrevistados uma participação também importante da mais alta instância de Governança sobre a Auditoria Interna. A área de atuação dos respondentes é majoritariamente a de Auditoria Interna, com 58%. Profissionais de Controles Internos representam 12%, enquanto Compliance e Gestão de Riscos figuram com 6% cada. As empresas são, em sua maioria, brasileiras (72%). Entre aquelas que contam com capital estrangeiro (27%), a metade tem origem norte-americana, francesa ou japonesa Origem do controle da empresa (em % da amostra) 6 27 Familiar Controle pulverizado Subsidiária de grupo empresarial Investidor institucional 40 Setores de atuação (em % da amostra) Atividades financeiras Informática, TI e internet Construção Prestação de serviços Alimentos Energia elétrica, gás e saneamento Transportes Madeira, papel e celulose Veículos e autopeças Mineração Bebidas Indústria química Varejo Telecomunicações Serviços especializados Propaganda e publicidade Eletroeletrônicos de consumo Turismo, hotelaria e lazer Perfumaria e cosméticos Outros* *Outros: Siderurgia e metalurgia; Produtos de consumo; Petróleo e gás; Açúcar e álcool. A participação dessas empresas internacionais representa a incorporação na pesquisa de organizações que adotam normas globais de reporte financeiro de suas matrizes no exterior. Isso, porém, não significa que essas empresas contem com estruturas independentes de Auditoria Interna, mesmo que globais. O reporte da área pode se dar diretamente à Alta Administração no Brasil, sem o vínculo formal de gestão de estruturas independentes como Centros de Governança ou o Conselho de Administração, que fortalecem o trabalho dos auditores, dando-lhes maior independência de atuação. Empresas de atividades financeiras, que possuem intensa regulação e, por isso, precisam estar sempre bem alinhadas com as melhores práticas de Auditoria, foram as principais respondentes da pesquisa e representaram 18% do total. Em seguida estão as empresas de informática, tecnologia da informação e internet (11%) e construção (8%). Estes setores já perceberam e reconhecem a importância da área de Auditoria Interna e como esta vem agregando valor ao negócio. Tendo como fundamento a estratégia empresarial da organização e a integração com as demais áreas de governança, gestão de riscos, controles internos e compliance é construída uma base sólida de melhoria contínua na estrutura de gestão e controles internos.

5 A definição da Auditoria Interna, de acordo com o Instituto de Auditores Internos (IIA) A Auditoria Interna é uma atividade independente, de garantia e de consultoria, destinada a acrescentar valor e a melhorar as operações de uma organização. Assiste a organização na consecução dos seus objetivos, através de uma abordagem sistemática e disciplinada, para a avaliação e melhoria da eficácia dos processos de gestão de risco, controle e governança. Perfil dos respondentes (em % da amostra) Área de atuação (em % da amostra) Presidente/CEO Vice-presidente financeiro/cfo Diretor/Superintendente Gerente Supervisor/Coordenador Outros (Analista, Assistente e Conselheiro) 18 Auditoria Interna Áreas de negócio Controles Internos Compliance Gestão de Riscos Controle de capital (em % da amostra) 27 Principais países de origem (em % dos respondentes) Estados Unidos 30 França 12 Japão 9 73 Brasileiro Estrangeiro Auditoria Interna no Brasil 5

6 Auditoria Interna e boas práticas empresariais A Governança Corporativa é o sistema pelo qual as organizações são dirigidas, monitoradas e incentivadas, envolvendo os relacionamentos entre os sócios ou acionistas, Conselho de Administração, diretoria e órgãos de controle, de acordo com a definição do Instituto Brasileiro de Governança Corporativa (IBGC). As boas práticas de governança corporativa têm a finalidade de preservar e otimizar o valor da organização, facilitando seu acesso ao capital e contribuindo para a sua longevidade. Para que as boas práticas de governança se tornem efetivas as organizações vêm implementando ao longo dos anos estruturas robustas com finalidade de gerir, fiscalizar e aprimorar seus processos. Além disso, também é uma ferramenta para estabelecer controles, identificar e mitigar riscos e garantir o compliance com os órgãos reguladores e políticas internas, além de obter um parecer independente de sua estrutura de controles e demonstrações financeiras. Nesse contexto, seguindo os princípios estabelecidos pelo Instituto de Auditores Internos (IIA, na sigla em inglês), a área de Auditoria Interna é um dos principais pilares estabelecido pelas organizações para sustentar a sua Governança Corporativa. Um dos atuais modelos que representa uma das melhores práticas em termos de estrutura da Governança Corporativa Organizacional, estabelece as responsabilidades, as interações e os reportes das principais estruturas de governança da organização. O cerne desse modelo consiste em três linhas de defesa, conforme o gráfico abaixo. O objetivo da atual pesquisa foi analisar o papel dos auditores internos, a terceira linha de defesa. Desta forma, utilizamos uma amostra composta por auditores internos, executivos C-Level, demais áreas de governança e membros de conselhos e comitês, incluindo o de auditoria. Entre os 227 respondentes, 3% são membros de Conselho e comitês e somente 11% correspondem a profissionais que ocupam cargos de coordenação ou supervisão. Os demais possuem cargo de gerentes (40%), diretores ou superintendentes (23%), CEO e CFOs (21%); outros cargos tiveram apenas 2% das respostas. A pesquisa também demonstrou que 23%, o equivalente a 59 respondentes, informaram que suas organizações não possuem área formal de Auditoria Interna. Estes compreendem principalmente empresas de pequeno e médio portes, com faturamento de até R$ 500 milhões por ano, com controle familiar ou de fundos de investimentos. O modelo das Três Linhas de Defesa Órgão de Governança/Conselho/Comitê de Auditoria Alta Administração 1ª linha de defesa 2ª linha de defesa 3ª linha de defesa Controle financeiro Controles da gerência Medidas de controle interno Segurança Gerenciamento de riscos Qualidade Inspeção Conformidade Fonte: Adaptação da Guidance on the 8th EU Company Law Directive da ECIIA/FERMA, artigo 41 Auditoria Interna Auditoria externa Regulador 6

7 Entre os 23% de respondentes que afirmaram não possuir uma estrutura de Auditoria Interna, 53% têm a intenção de implementar uma estrutura nos próximos dois anos. São diversos os motivos, apontados pelos respondentes, para inexistência de uma estrutura de Auditoria Interna em sua empresa. Qual a principal estrutura de Governança Corporativa de sua empresa? (em %*) Auditoria Interna 54 Controles Internos 34 Gestão de Riscos 32 *Respostas múltiplas A pesquisa apontou também que nem todos os integrantes da amostra possuem uma estrutura robusta em termos de governança e auditoria, composta por uma área independente. Sua empresa possui uma área de Auditoria Interna? (em % dos respondentes) Como é estruturada a área de Auditoria Interna por tipo de controle da empresa (em % dos respondentes) Familiar Controle pulverizado Investidor institucional (fundo de investimentos) Subsidiária de grupo empresarial Possui estrutura de Auditoria Interna com estrutura local Possui estrutura de Auditoria Interna com estrutura global Não possui estrutura de Auditoria Interna Sim, com estrutura local Sim, com estrutura global Não Motivos para a não implementação da área de Auditoria Interna (em % dos respondentes) A minha organização não possui cultura de ter Auditoria Interna A área tem um custo elevado, e sem benefício claro A área de Auditoria Interna não possui valor agregado, portanto não há necessidade de ela existir Desconheço os papéis e responsabilidade de uma área de Auditoria Interna, bem como seus benefícios Não concordo Concordo parcialmente Concordo Concordo plenamente Auditoria Interna no Brasil 7

8 A responsabilidade da Auditoria Interna nas outras áreas de governança corporativa A área de Auditoria Interna também é responsável por outras funções? (em % dos respondentes) Quais são as outras funções? (em % dos respondentes) Gestão de riscos 59 Controles internos Compliance Prevenção de perdas Outros (Respostas múltiplas) Sim Não As áreas de Auditoria, Gestão de Riscos e Controles Internos utilizam o mesmo framework de riscos e controle? (em %) Não há padronização Ambos os frameworks Só o framework de controles internos As estruturas de Auditoria Interna estão documentando suas atividades e formas de executar os processos e estabelecendo novos métodos na busca permanente de entender as demandas e responder rapidamente à Alta Administração. Alex Borges, sócio da área de Consultoria em Gestão de Riscos da Deloitte Para 44% das organizações que possuem Auditoria Interna, essa área também é responsável por outras funções, como gestão de riscos, controles internos e compliance. Essa situação ocorre, por exemplo, em 52% das empresas com faturamento abaixo de R$ 100 milhões. A limitação orçamentária é um dos principais motivos para o acúmulo de funções. Já nas empresas que possuem as três linhas de defesa claramente definidas percebe-se a busca de forma contínua pelo fortalecimento da interação entre as áreas de Auditoria Interna, Controles Internos e Gestão de Riscos. A pesquisa apontou que ainda há um caminho a ser percorrido para a melhora da interação dessas áreas, a fim de estabelecer uma similaridade de reporte, com o uso de uma mesma linguagem de riscos e de controles. Quando questionados sobre a interação entre as áreas de Auditoria Interna e Gestão de Riscos, as respostas indicam que há oportunidade de aprimoramento da sinergia de ambas as áreas, principalmente no alinhamento das estratégias para mitigação de riscos. Em relação à integração entre as áreas de Auditoria Interna e Controles Internos, os respondentes também apontaram que há oportunidade de aprimoramento da sinergia. 8

9 Uma visão comparativa entre a Auditoria Interna e os outros pilares da Governança (em % dos respondentes) Auditoria Interna e Gestão de Riscos As áreas de AI e GR trabalham em conjunto para definir estratégias de mitigação de riscos eficazes e eficientes A minimização da exposição da organização aos riscos é feita de maneira conjunta entre as áreas de AI e GR Há um trabalho em conjunto das áreas de AI e GR no processo de definição de indicadores de riscos Os planos de ação para as exceções identificadas pela AI são discutidos previamente com GR Alta Administração Concordo plenamente Concordo parcialmente Não concordo Auditoria Interna Concordo plenamente Concordo parcialmente Não concordo Auditoria Interna e Controles Internos As áreas de AI e CI trabalham em conjunto, visando o aprimoramento dos controles de acessos e limites de alçadas O processo de condução de Control Self Assessment (CSA) é apoiado e utilizado pela área de AI O resultado do CSA é utilizado pela área de AI para direcionar e otimizar seus trabalhos A implementação dos planos de ação definidos pela área de CI é acompanhado pela AI e vice-versa Auditoria Interna Concordo plenamente Concordo parcialmente Não concordo Alta Administração Concordo plenamente Concordo parcialmente Não concordo Auditoria Interna no Brasil 9

10 Uma visão abrangente das práticas de Auditoria Interna no Brasil 11 Os dados obtidos com a pesquisa nos permitem ter uma visão abrangente da estrutura das práticas de Auditoria Interna no Brasil. O principal instrumento para o posicionamento da Auditoria Interna como um pilar da governança corporativa e uma efetiva linha de defesa é a definição e a comunicação de seus papéis e responsabilidades na organização. A principal ferramenta utilizada para essa função é o estabelecimento e aprovação de um regulamento, política ou charter. Para quem a Auditoria Interna se reporta funcionalmente? (em % dos respondentes) Comitê de Auditoria Presidente executivo Conselho de Administração Vice-presidente financeiro (CFO) Conselho Fiscal Controller Outros 33 Dentre os respondentes da nossa pesquisa, 65% das empresas já possuem tal documento, o que demonstra um ambiente de governança corporativa em amadurecimento. Outro aspecto que merece destaque são as linhas de reporte da Auditoria Interna. O reporte adequado é uma peça importante para manutenção da independência e objetividade da função de Auditoria Interna, e as melhores práticas preconizam que o reporte funcional da Auditoria Interna deve ser realizado para o Comitê de Auditoria ou Conselho de Administração. Um reporte eficaz e independente dos auditores internos Demonstrando um grau relativamente elevado de maturidade no ambiente de negócios no Brasil, o reporte da Auditoria Interna em sua maioria é realizado para conselhos e comitês (53%), sendo que 33% se reportam a um Comitê de Auditoria e 20% diretamente ao Conselho de Administração. A segunda principal linha de reporte é o presidente executivo (25%) seguido pelo vice-presidente financeiro (11%). Independente das linhas de reporte da Auditoria Interna, os auditores internos sentem que têm o acesso adequado às informações necessárias para a realização de seu trabalho. A maioria dos auditores internos percebe que a Alta Administração lhes dá a devida autonomia para a execução de suas funções. O relacionamento entre a Auditoria Interna e a Alta Administração (em % dos respondentes) A visão dos profissionais de Auditoria Interna A Auditoria Interna possui acesso irrestrito a documentos, informações, localidades e funcionários? A Auditoria Interna possui o empowerment necessário de seus superiores? Concordo plenamente Concordo parcialmente Não concordo 10

11 Atualmente, existem três modelos usados para o desempenho e gestão da Auditoria Interna: as organizações optam por realizar as atividades com funcionários próprios, terceirizam parte das atividades, em uma prática denominada de cosourcing, ou terceirizam totalmente suas atividades no formato de outsourcing. Os métodos de cosourcing e outsourcing são utilizados por cerca de 34% das participantes. A estruturação da área de Auditoria Interna Qual é o modelo de Auditoria Interna utilizado pelas empresas? (em % dos respondentes) 5 Porcentagem de horas do Plano de Auditoria destinado ao parceiro (em % dos respondentes) Com profissionais da própria empresa Com profissionais da própria empresa e terceirizados (cosourcing) Com profissionais terceirizados (outsourcing) Entre 10 e 25% Entre 26 e 40% Entre 41 e 60% Entre 61 e 75% Acima de 75% Auditoria Interna no Brasil 11

12 Para desempenharem suas funções, as empresas contam em média com oito funcionários na área de Auditoria Interna, e o volume médio do plano de auditoria é de 13 mil horas. O investimento para as áreas de Auditoria Interna variam de acordo com o porte das organizações. É possível notar que as organizações reconhecem a importância da Auditoria Interna em seus organogramas, o que se percebe pela expectativa de crescimento dos investimentos nesta função para o ano de 2014, mais acentuadamente notado na faixa entre R$ 1 milhão e 5 milhões. O tamanho da área de Auditoria Interna nas empresas Quantos funcionários a área de Auditoria Interna da sua empresa possui no Brasil? (em % dos respondentes) 5 Qual o volume de horas do plano de Auditoria Interna da sua empresa? (em % dos respondentes) funcionário Entre 2 e 5 Entre 6 e 10 Entre 10 e 15 Acima de Abaixo de Entre e Entre e Entre e Entre e Entre e Entre e Acima de Investimentos na área de Auditoria Interna (em % dos respondentes) * De 0 a R$ 500 mil De R$ 500 mil a 1 milhão De R$ 1 milhão a 5 milhões Acima de R$ 5 milhões * Projeção 12

13 A elaboração de um plano anual de Auditoria Interna A principal forma de direcionar as atividades da Auditoria Interna e alinhá-las às necessidades e expectativas da organização é a definição de um plano de auditoria claro, formal e divulgado, utilizado por 91% dos respondentes. O plano de Auditoria Interna contempla, em sua maioria, trabalhos com foco operacional e financeiro. Porém, cada vez mais, as empresas precisam de uma atuação mais preventiva e alinhada às ações empresariais, que não tenha foco somente em aspectos operacionais, mas também estratégicos e regulatórios. O desafio é estabelecer este equilíbrio, com recursos limitados e crescentes necessidades por parte das empresas e do mercado. A migração ou balanceamento do foco da Auditoria Interna também depende do nível de senioridade da equipe, o que também representa um desafio para os profissionais da área. Um fator importante é o envolvimento de especialistas na realização dos trabalhos, e com o desejado equilíbrio do tempo de projeto, entre planejar, executar e reportar. Qual é o foco do plano de Auditoria Interna das organizações? (em % dos respondentes) Operacional Financeiro Tecnologia da Informação Gestão de Riscos Compliance Investigação de fraude Auditoria de projetos Estratégico 13 (Respostas múltiplas) Alocação de profissionais e senioridade para a realização dos trabalhos Auditoria de gestão e estratégia Revisão estrutural de riscos e controles Análise de irregularidades Auditoria operacional e de Compliance Número de profissionais envolvidos Nível de sensibilidade Estratégico Tático Operacional Auditoria Interna no Brasil 13

14 Quais são os principais instrumentos para a estruturação do plano de Auditoria Interna? (em % dos respondentes) Avaliação de riscos realizada pela Auditoria Interna com principais executivos da empresa Experiência do gestor de Auditoria Interna Objetivos estratégicos Necessidades do Comitê de Auditoria 34 Materialidade 31 Demandas do CEO 28 Solicitações da área de negócio 24 Avaliação de riscos realizada por outra área da empresa Demandas do CFO Necessidades do auditor externo 6 Ouvidoria 4 (Respostas múltiplas) Foi observado que para a preparação do plano de Auditoria Interna são utilizadas diversas ferramentas. A principal delas é uma avaliação de riscos, seguida pelo julgamento profissional do gestor da Auditoria Interna e pelos objetivos estratégicos da organização. A melhor prática para a construção de um plano de auditoria está baseada no enfoque ao planejamento estratégico da organização, além dos riscos que apresentam maior vulnerabilidade e que possam gerar maior impacto. Os principais tipos de trabalhos a serem contemplados no plano são a revisão com foco em riscos, Audit Analytics, trabalhos preventivos contra irregularidades. A definição dos trabalhos tem como origem desde um Risk Assessment, como histórico dos trabalhos e a relevância financeira dos temas e processos selecionados. As diferentes etapas do processo de Auditoria Interna Planejamento estratégico (stakeholders, governança e gestão corporativa) Riscos empresariais Análise geral de riscos Ouvidoria Materialidade (relevância contábil) Revisão com foco em riscos Gestão de consequências e follow-up Plano de Auditoria Interna Trabalhos especiais Principais trabalhos Audit Analytics Compliance Trabalhos realizados Trabalhos preventivos contra irregularidades Modelo de execução: Riscos Teste de controle interno Recomendação FUP Implementação e validação Teste do plano de ação 14

15 O fato de a avaliação de riscos ser um dos principais instrumentos da elaboração de um plano de auditoria interna reforça a percepção de que a função se torna cada vez mais uma aliada consultiva da administração para a mitigação de riscos empresariais e para a priorização dos trabalhos. Plataforma utilizada para o monitoramento contínuo (em % dos respondentes) Dado o crescimento da complexidade e do volume dos trabalhos das auditorias internas, os gestores têm cada vez mais recorrido a ferramentas e sistemas de gestão, utilizado por 55% das organizações. Como forma de estar à frente dos fatos no dia a dia das empresas, a realização da Audit Analytics é uma tendência que ganha cada vez mais importância. Notamos que, entre os respondentes de nossa pesquisa, a realização dos primeiros passos já foi dada por meio da implantação do monitoramento contínuo em 47% das organizações e o início da transformação para o Audit Analytics. As principais ferramentas para auxílio nessa rotina são os softwares de análise de dados ACL, IDEA ou AX9 (45%), seguidos de ferramentas como Excel e Access (38%). 38 Ferramentas de Auditoria Interna (ACL, IDEA e AX9) Outros (Excel, Active Data for Excel e Access) Ferramentas de BI (B.O., MicroStrategy, Cognos e SQL) Ferramentas de GRC (SAP, Open Pages e Bwise) Ferramentas de Data Discovery (QuickView e Tableaux) Quais áreas recebem monitoramento contínuo da Auditoria Interna? (em % dos respondentes) Contas a pagar Folha de pagamento Contas a receber Faturamento Estoques Tesouraria Vendas Logística/Fretes Impostos 22 Outros (Respostas múltiplas) 41 Auditoria Interna no Brasil 15

16 A quem é divulgado o resultado do monitoramento? (em % dos respondentes) 20 8 Qual é o envolvimento da área de Auditoria Interna na apuração de relatos recebidos no canal para reporte dos desvios de conduta e de ética dos seus funcionários e fornecedores? (em % dos respondentes) Área de negócio dona do processo monitorado Comitê de Auditoria CFO Resultado utilizado somente pela área de Auditoria Interna É responsável por apurar todos os relatos recebidos Só é envolvida após a designação de um comitê de conduta Não é envolvida na apuração dos relatos recebidos Dentro do conceito de auditoria consultiva e sinergia com as demais áreas da organização, o resultado do monitoramento contínuo é reportado principalmente para as áreas de negócio, seguido pelo Comitê de Auditoria Interna. Apuração de irregularidades e canal de denúncia Outra ferramenta importante das linhas de defesa das organizações é a existência de um canal para reporte dos desvios de seus funcionários e fornecedores, no formato de uma ouvidoria. Entre os nossos respondentes, somente 19% ainda não possuem nenhuma estrutura dessa natureza. A existência desse mecanismo é mais comum em empresas de maior porte. Como forma de manter um equilíbrio nas estruturas de governança, os envolvimentos da Auditoria Interna na apuração dos relatos recebidos nesse canal devem acontecer de maneira ad hoc, sempre mediante a solicitação de um comitê de conduta, ética, ou estrutura semelhante. Essa configuração de designação de poderes é observada em 42% das organizações que possuem esse mecanismo. As empresas possuem um canal para reporte dos desvios de conduta e de ética de seus funcionários, fornecedores e clientes? (em %) Amostra total De R$ 100 a 250 milhões De R$ 251 milhões a 500 milhões De R$ 501 milhões a 1 bilhão Acima de R$ 1 bilhão Sim, gerido por uma equipe interna Sim, gerido por um parceiro externo Não 16

17 Avaliações periódicas de desempenho Outro instrumento para a melhoria contínua é a avaliação da função da Auditoria Interna. Essas avaliações são utilizadas para identificar os pontos de melhoria na aderência da prática aos padrões do Instituto de Auditores Internos (IIA) e às melhores práticas de mercado. Para garantir uma maior independência dessas avaliações, algumas organizações optam por realizá-la com equipes externas. Hoje essa rotina de avaliações já está incorporada em 48% das organizações, sendo que somente 17% a realizam com parceiros externos. A periodicidade dela é, na maioria das vezes, anual. Uma forma de obter um feedback quanto ao posicionamento da Auditoria Interna na organização e seu alinhamento com as expectativas da administração é a realização de avaliação individualizada pela área auditada sobre o trabalho efetuado. Essa ferramenta ainda não é plenamente utilizada pelas Auditorias Internas e está presente somente em 41% das empresas. A avaliação das organizações quanto aos trabalhos dos auditores internos São realizadas avaliações periódicas da função de Auditoria Interna? (em % dos respondentes) Qual é a periodicidade da realização das avaliações? (em % dos respondentes) 14 São realizadas avaliações pelas áreas auditadas após cada trabalho realizado? (em % dos respondentes) Sim Não Não são realizadas avaliações da função de Auditoria Interna Sim, a revisão é realizada por recursos internos Sim, a revisão é realizada por recursos externos A cada dois anos Anual Semestral Esporadicamente, sem periodicidade definida Auditoria Interna no Brasil 17

Auditoria Interna no Brasil Função estratégica para a geração de valor nas organizações. Pesquisa 2015

Auditoria Interna no Brasil Função estratégica para a geração de valor nas organizações. Pesquisa 2015 Auditoria Interna no Brasil Função estratégica para a geração de valor nas organizações Pesquisa 2015 Índice Auditoria interna: maturidade e tendências... 3 A transparência como prioridade... 4 Perfil

Leia mais

14º Congresso de Auditoria Interna e Compliance

14º Congresso de Auditoria Interna e Compliance O Compliance e as metodologias para monitorar riscos de não conformidade 14º Congresso de Auditoria Interna e Compliance 11 de novembro 2014 14 horas Agenda Os principais objetivos do nosso encontro 1.

Leia mais

Pessoas no centro da estratégia Soluções para desafios em RH

Pessoas no centro da estratégia Soluções para desafios em RH Pessoas no centro da estratégia Soluções para desafios em RH Os papéis do executivo de RH Pessoas são os principais ativos de uma empresa e o executivo de Recursos Humanos (RH), como responsável por administrar

Leia mais

Transparência em movimento O atual estágio da Governança Corporativa no Brasil

Transparência em movimento O atual estágio da Governança Corporativa no Brasil Transparência em movimento O atual estágio da Governança Corporativa no Brasil Pesquisa 013 A caminho da maturidade A Governança Corporativa é um tema que está cada vez mais presente nas empresas que pretendem

Leia mais

Termômetro tributário 2015 Tendências e desafios do profissional de impostos no Brasil

Termômetro tributário 2015 Tendências e desafios do profissional de impostos no Brasil Termômetro tributário 01 Tendências e desafios do profissional de impostos no Brasil Gestor tributário: aspirações e tendências Esta é mais uma edição do estudo da Deloitte sobre a área tributária no Brasil,

Leia mais

PROGRAMA COMPLIANCE VC

PROGRAMA COMPLIANCE VC Seguir as leis e regulamentos é ótimo para você e para todos. Caro Colega, É com satisfação que compartilho esta cartilha do Programa Compliance VC. Elaborado com base no nosso Código de Conduta, Valores

Leia mais

A Importância do Compliance para a Garantia da Ética e da Governança Corporativa Seminário de Controles Internos e Compliance

A Importância do Compliance para a Garantia da Ética e da Governança Corporativa Seminário de Controles Internos e Compliance A Importância do Compliance para a Garantia da Ética e da Governança Corporativa Seminário de Controles Internos e Compliance 7º CONSEGURO Setembro de 2015 Índice Planejamento para o Evento Painel de Notícias

Leia mais

Termômetro tributário O perfil e as aspirações do profissional de impostos no Brasil. Pesquisa 2014/2015

Termômetro tributário O perfil e as aspirações do profissional de impostos no Brasil. Pesquisa 2014/2015 Termômetro tributário O perfil e as aspirações do profissional de impostos no Brasil Pesquisa 2014/2015 Entre desafios e demandas Um profissional multifacetado, envolvido com complexos aspectos técnicos

Leia mais

Declaração de Posicionamento do IIA: AS TRÊS LINHAS DE DEFESA NO GERENCIAMENTO EFICAZ DE RISCOS E CONTROLES

Declaração de Posicionamento do IIA: AS TRÊS LINHAS DE DEFESA NO GERENCIAMENTO EFICAZ DE RISCOS E CONTROLES Declaração de Posicionamento do IIA: AS TRÊS LINHAS DE DEFESA NO GERENCIAMENTO EFICAZ DE RISCOS E CONTROLES JANEIRO 2013 ÍNDICE DE CONTEÚDOS Introdução...1 Antes das Três Linhas: Supervisão do Gerenciamento

Leia mais

Risco na medida certa

Risco na medida certa Risco na medida certa O mercado sinaliza a necessidade de estruturas mais robustas de gerenciamento dos fatores que André Coutinho, sócio da KPMG no Brasil na área de Risk & Compliance podem ameaçar a

Leia mais

DESAFIOS DO EMPRESARIADO DIANTE DOS NOVOS RUMOS IMPOSTOS PELA LEI ANTICORRUPÇÃO EMPRESARIAL

DESAFIOS DO EMPRESARIADO DIANTE DOS NOVOS RUMOS IMPOSTOS PELA LEI ANTICORRUPÇÃO EMPRESARIAL DOS NOVOS RUMOS IMPOSTOS PELA LEI ANTICORRUPÇÃO EMPRESARIAL Paulo Wanick CFO / Head de Riscos & Compliance ArcelorMittal Brasil - Aços Planos Grupo ArcelorMittal: líder nos mercados mais atraentes do aço

Leia mais

Mídias sociais nas empresas O relacionamento online com o mercado

Mídias sociais nas empresas O relacionamento online com o mercado Mídias sociais nas empresas O relacionamento online com o mercado Maio de 2010 Conteúdo Introdução...4 Principais conclusões...5 Dados adicionais da pesquisa...14 Nossas ofertas de serviços em mídias sociais...21

Leia mais

POLÍTICA DE COMUNICAÇÃO E ENGAJAMENTO COM PÚBLICOS DE INTERESSE DAS EMPRESAS ELETROBRAS

POLÍTICA DE COMUNICAÇÃO E ENGAJAMENTO COM PÚBLICOS DE INTERESSE DAS EMPRESAS ELETROBRAS POLÍTICA DE COMUNICAÇÃO E ENGAJAMENTO COM PÚBLICOS DE INTERESSE DAS Versão 2.0 09/02/2015 Sumário 1 Objetivo... 3 1.1 Objetivos Específicos... 3 2 Conceitos... 4 3 Princípios... 5 4 Diretrizes... 5 4.1

Leia mais

Canal de Denúncia Fortaleça as bases da governança corporativa por meio da transparência

Canal de Denúncia Fortaleça as bases da governança corporativa por meio da transparência Canal de Denúncia Fortaleça as bases da governança corporativa por meio da transparência Desafios para os próximos anos Eventos de fraudes, irregularidades, comportamento antiético e má conduta corporativa

Leia mais

18/08/2015. Governança Corporativa e Regulamentações de Compliance. Gestão e Governança de TI. Governança Corporativa. Governança Corporativa

18/08/2015. Governança Corporativa e Regulamentações de Compliance. Gestão e Governança de TI. Governança Corporativa. Governança Corporativa Gestão e Governança de TI e Regulamentações de Compliance Prof. Marcel Santos Silva A consiste: No sistema pelo qual as sociedades são dirigidas, monitoradas e incentivadas, envolvendo o relacionamento

Leia mais

Auditoria Interna e Governança Corporativa

Auditoria Interna e Governança Corporativa Auditoria Interna e Governança Corporativa Clarissa Schüler Pereira da Silva Gerente de Auditoria Interna TUPY S.A. Programa Governança Corporativa Auditoria Interna Desafios para os profissionais de auditoria

Leia mais

POLÍTICA DE SEGURANÇA, MEIO AMBIENTE E SAÚDE - SMS. Versão Data Histórico Aprovação 00 20/10/09 Emissão de documento Aldo Guedes

POLÍTICA DE SEGURANÇA, MEIO AMBIENTE E SAÚDE - SMS. Versão Data Histórico Aprovação 00 20/10/09 Emissão de documento Aldo Guedes POLÍTICA DE SEGURANÇA, MEIO AMBIENTE E SAÚDE - SMS. Elaboração Luiz Guilherme D CQSMS 10 00 Versão Data Histórico Aprovação 00 20/10/09 Emissão de documento Aldo Guedes Avaliação da Necessidade de Treinamento

Leia mais

A caminho da transparência A evolução dos pilares da governança corporativa. Pesquisa 2015

A caminho da transparência A evolução dos pilares da governança corporativa. Pesquisa 2015 A caminho da transparência A evolução dos pilares da governança corporativa Pesquisa Governança corporativa: um esforço contínuo para a transformação Nenhuma grande transformação ocorre de uma hora para

Leia mais

O Supply Chain Evoluiu?

O Supply Chain Evoluiu? O Supply Chain Evoluiu? Apresentação - 24º Simpósio de Supply Chain & Logística 0 A percepção de estagnação do Supply Chain influenciada pela volatilidade do ambiente econômico nos motivou a entender sua

Leia mais

Metodologia de Auditoria com Foco em Riscos.

Metodologia de Auditoria com Foco em Riscos. Metodologia de Auditoria com Foco em Riscos. 28 de Novembro de 2003 Dados do Projeto Colaboradores: Bancos ABN Amro Real Banco Ficsa Banco Itaú Banco Nossa Caixa Bradesco Caixa Econômica Federal HSBC Febraban

Leia mais

Nossa atuação no setor financeiro

Nossa atuação no setor financeiro Nossa atuação no setor financeiro No mundo No Brasil O porte da equipe de Global Financial Services Industry (GFSI) da Deloitte A força da equipe do GFSI da Deloitte no Brasil 9.300 profissionais;.850

Leia mais

Auditoria Interna no Brasil

Auditoria Interna no Brasil Auditoria Interna no Brasil Um estudo inédito para retratar o atual cenário da auditoria interna no País e auxiliar as empresas a identificar as melhores práticas do segmento Tendências, estratégias e

Leia mais

CFO Program Para uma carreira em constante transformação

CFO Program Para uma carreira em constante transformação CFO Program Para uma carreira em constante transformação A Deloitte refere-se a uma ou mais entidades da Deloitte Touche Tohmatsu Limited, uma sociedade privada, de responsabilidade limitada, estabelecida

Leia mais

Profissionais de sustentabilidade Atuação, projetos e aspirações. Pesquisa 2015

Profissionais de sustentabilidade Atuação, projetos e aspirações. Pesquisa 2015 Profissionais de sustentabilidade Atuação, projetos e aspirações Pesquisa 2015 O agente do crescimento sustentável A Deloitte e a Associação Brasileira dos Profissionais de Sustentabilidade (ABRAPS) apresentam

Leia mais

AUDITORIA PREVENTIVA MONITORAMENTO CONTÍNUO

AUDITORIA PREVENTIVA MONITORAMENTO CONTÍNUO MONITORAMENTO CONTÍNUO VANESSA LOPES {DIRETORA DA AUDITORIA INTERNA CORPORATIVA TAM S/A (HOLDING) Pauta 1 APRESENTAÇÃO 2 OBJETIVO 3 CONTEXTUALIZAÇÃO 4 AS 5 FORÇAS PRIMORDIAS 5 POR ONDE COMEÇAR? 6 TÉCNICAS

Leia mais

POLÍTICA DE GESTÃO DE RISCOS DAS EMPRESAS ELETROBRAS

POLÍTICA DE GESTÃO DE RISCOS DAS EMPRESAS ELETROBRAS POLÍTICA DE GESTÃO DE RISCOS DAS EMPRESAS ELETROBRAS Versão 2.0 30/10/2014 Sumário 1 Objetivo... 3 2 Conceitos... 3 3 Referências... 4 4 Princípios... 4 5 Diretrizes... 5 5.1 Identificação dos riscos...

Leia mais

Gestão e estratégia de TI Conhecimento do negócio aliado à excelência em serviços de tecnologia

Gestão e estratégia de TI Conhecimento do negócio aliado à excelência em serviços de tecnologia Gestão e estratégia de TI Conhecimento do negócio aliado à excelência em serviços de tecnologia Desafios a serem superados Nos últimos anos, executivos de Tecnologia de Informação (TI) esforçaram-se em

Leia mais

Indicadores para Auditoria Contínua

Indicadores para Auditoria Contínua Indicadores para Auditoria Contínua Ronaldo Fragoso Sócio. Deloitte. Agenda Objetivo da auditoria contínua Contexto e evolução da auditoria interna Tendências em auditoria contínua Implementação metodologia

Leia mais

Escolhendo a melhor opção para sua empresa

Escolhendo a melhor opção para sua empresa www.pwc.com.br Escolhendo a melhor opção para sua empresa Auditoria Interna Auditoria Interna - Co-sourcing atende/supera as expectativas da alta administração? A função de Auditoria Interna compreende

Leia mais

RIO 2016 POLÍTICA DE COMPLIANCE

RIO 2016 POLÍTICA DE COMPLIANCE COMITÊ ORGANIZADOR DOS JOGOS OLÍMPICOS RIO 206 RIO 206 POLÍTICA DE 25/02/205 / 2 Sumário. OBJETIVO... 2 2. DEFINIÇÕES... 2 3. ATRIBUIÇÕES E RESPONSABILIDADES... 5 4. DIRETRIZES... 7 4. Programa Geral de...

Leia mais

PERFIL ÉTICO DOS PROFISSIONAIS DAS CORPORAÇÕES BRASILEIRAS RELATÓRIO BIENAL 2010/2012

PERFIL ÉTICO DOS PROFISSIONAIS DAS CORPORAÇÕES BRASILEIRAS RELATÓRIO BIENAL 2010/2012 PERFIL ÉTICO DOS PROFISSIONAIS DAS CORPORAÇÕES BRASILEIRAS RELATÓRIO BIENAL 2010/2012 FRAUDE Vantagem sobre outro por meio de sugestões falsas ou omissão da verdade COMPLIANCE Estar em conformidade e fazer

Leia mais

Soluções completas em tecnologia Convergência natural entre negócios e TI

Soluções completas em tecnologia Convergência natural entre negócios e TI Soluções completas em tecnologia Convergência natural entre negócios e TI Abordagem multidisciplinar e equipe especializada em integração tecnológica A dinâmica e as mudanças dos negócios têm tornado a

Leia mais

Compliance e Gestão de Terceiros A Importância para as Organizações. São Paulo, 22/09/15

Compliance e Gestão de Terceiros A Importância para as Organizações. São Paulo, 22/09/15 Compliance e Gestão de Terceiros A Importância para as Organizações São Paulo, 22/09/15 Nossa Agenda 1. Preocupações atuais no ambiente corporativo 2. Gestão de riscos e controles internos 3. Terceiros

Leia mais

DELOITE TOUCHE TOHMATSU Código PO-SIGA POLITICA CORPORATIVA Revisão 02

DELOITE TOUCHE TOHMATSU Código PO-SIGA POLITICA CORPORATIVA Revisão 02 Pagina 1/6 ÍNDICE 1. OBJETIVO...3 2. ABRANGÊNCIA / APLICAÇÃO...3 3. REFERÊNCIAS...3 4. DEFINIÇÕES...3 5. DIRETRIZES E RESPONSABILIDADES...4 5.1 POLITICAS...4 5.2 COMPROMISSOS...4 5.3 RESPONSABILIDADES...5

Leia mais

Política de Gestão de Riscos

Política de Gestão de Riscos Política de Gestão de Riscos 1 OBJETIVO Fornecer as diretrizes para a Gestão de Riscos da Fibria, assim como conceituar, detalhar e documentar as atividades a ela relacionadas. 2 ABRANGÊNCIA Abrange todas

Leia mais

Governança Corporativa

Governança Corporativa Governança Corporativa POLÍTICA DE INTEGRIDADE A política de integridade (conformidade), parte integrante do programa de governança corporativa. Mais do que nunca as empresas necessitam de estruturas consistentes

Leia mais

CobiT 4.01 OBJETIVOS DE CONTROLE PARA INFORMAÇÃO E TECNOLOGIAS RELACIONADAS

CobiT 4.01 OBJETIVOS DE CONTROLE PARA INFORMAÇÃO E TECNOLOGIAS RELACIONADAS CobiT 4.01 OBJETIVOS DE CONTROLE PARA INFORMAÇÃO E TECNOLOGIAS RELACIONADAS METODOLOGIA DE AUDITORIA PARA AVALIAÇÃO DE CONTROLES E CUMPRIMENTO DE PROCESSOS DE TI NARDON, NASI AUDITORES E CONSULTORES CobiT

Leia mais

RELATÓRIO DE GERENCIAMENTO DO RISCO OPERACIONAL NO BANCO BMG POSIÇAO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2008

RELATÓRIO DE GERENCIAMENTO DO RISCO OPERACIONAL NO BANCO BMG POSIÇAO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2008 SUPERINTENDÊNCIA DE CONTROLE GERÊNCIA DE CONTROLE DE TESOURARIA ANÁLISE DE RISCO OPERACIONAL RELATÓRIO DE GERENCIAMENTO DO RISCO OPERACIONAL NO BANCO BMG POSIÇAO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2008 Belo Horizonte

Leia mais

Visão global, especialização local Consultoria para a indústria financeira

Visão global, especialização local Consultoria para a indústria financeira Visão global, especialização local Consultoria para a indústria financeira Como uma das empresas líderes em serviços profissionais no Brasil, a Deloitte entende de maneira única os desafios enfrentados

Leia mais

Diretrizes de Governança Corporativa

Diretrizes de Governança Corporativa Diretrizes de Governança Corporativa DIRETRIZES DE GOVERNANÇA CORPORATIVA DA BM&FBOVESPA Objetivo do documento: Apresentar, em linguagem simples e de forma concisa, o modelo de governança corporativa da

Leia mais

Pronta para se tornar uma das 20 maiores produtoras de cimento do mundo

Pronta para se tornar uma das 20 maiores produtoras de cimento do mundo 06 Governança TRANSPARÊNCIA 23 Corporativa e Gestão Conselho de Administração O Conselho de Administração da Camargo Corrêa Cimentos é composto de até seis membros, sendo um presidente, três vice-presidentes

Leia mais

TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO. Prof. Leandro Schunk

TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO. Prof. Leandro Schunk TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO Módulo 4 Governança de TI Dinâmica 1 Discutir, em grupos: Por que então não usar as palavras ou termos Controle, Gestão ou Administração? Qual seria a diferença entre os termos:

Leia mais

CobiT: Visão Geral e domínio Monitorar e Avaliar. Daniel Baptista Dias Ernando Eduardo da Silva Leandro Kaoru Sakamoto Paolo Victor Leite e Posso

CobiT: Visão Geral e domínio Monitorar e Avaliar. Daniel Baptista Dias Ernando Eduardo da Silva Leandro Kaoru Sakamoto Paolo Victor Leite e Posso CobiT: Visão Geral e domínio Monitorar e Avaliar Daniel Baptista Dias Ernando Eduardo da Silva Leandro Kaoru Sakamoto Paolo Victor Leite e Posso CobiT O que é? Um framework contendo boas práticas para

Leia mais

Mudança de foco Parceria financeira entre o CFO e as unidades de negócio

Mudança de foco Parceria financeira entre o CFO e as unidades de negócio Mudança de foco Parceria financeira entre o CFO e as unidades de negócio Índice Fora da sombra da área administrativa 3 Como atingir o equilíbrio financeiro 4 O Financeiro encontra várias barreiras até

Leia mais

Sustentabilidade nas instituições financeiras Os novos horizontes da responsabilidade socioambiental

Sustentabilidade nas instituições financeiras Os novos horizontes da responsabilidade socioambiental Sustentabilidade nas instituições financeiras Os novos horizontes da responsabilidade socioambiental O momento certo para incorporar as mudanças A resolução 4.327 do Banco Central dispõe que as instituições

Leia mais

CVRD: Governança Corporativa e Diretrizes Estratégicas

CVRD: Governança Corporativa e Diretrizes Estratégicas CVRD: Governança Corporativa e Diretrizes Estratégicas Rio de Janeiro, 25 de outubro de 2001 - O Conselho de Administração da Companhia Vale do Rio Doce (CVRD) aprovou um novo modelo de governança e diretrizes

Leia mais

Governança de TI. Importância para as áreas de Auditoria e Compliance. Maio de 2011. IT Governance Discussion

Governança de TI. Importância para as áreas de Auditoria e Compliance. Maio de 2011. IT Governance Discussion Governança de TI Importância para as áreas de Auditoria e Compliance Maio de 2011 Page 1 É esperado de TI mais do que deixar o sistema no ar. Page 2 O que mudou o Papel de TI? Aumento de riscos e de expectativas

Leia mais

Resolução 3.721 e Default Management. Setembro de 2010

Resolução 3.721 e Default Management. Setembro de 2010 Resolução 3.721 e Default Management. Setembro de 2010 1 Agenda Parte I Risco de Crédito Parte II Estrutura de Cobrança 2 I. Risco de Crédito Visão Geral de Basiléia II Regulamentação Adequação à Resolução

Leia mais

2013 Inventta Todos os direitos reservados.

2013 Inventta Todos os direitos reservados. Agenda Quem Somos Gerindo a Inovação nas Empresas Estímulos Governamentais à Inovação Resultados da pesquisa FDC/Inventta Conclusões O GRUPO A Inventta é uma consultoria especializada em gestão da inovação,

Leia mais

LEI ANTICORRUPÇÃO FLEXIBILIDADE ÉTICA & RISCOS DE PESSOAS QUAL O PAPEL DO RH? ÉTICA

LEI ANTICORRUPÇÃO FLEXIBILIDADE ÉTICA & RISCOS DE PESSOAS QUAL O PAPEL DO RH? ÉTICA LEI ANTICORRUPÇÃO FLEXIBILIDADE ÉTICA & RISCOS DE PESSOAS QUAL O PAPEL DO RH? 10 REVISTA RI Abril 2014 Dois meses após a entrada em vigor da Lei de Combate à Corrupção (no 12.846), pesquisas de mercado

Leia mais

RELATÓRIO SOBRE A GESTÃO DE RISCO OPERACIONAL NO BANCO BMG

RELATÓRIO SOBRE A GESTÃO DE RISCO OPERACIONAL NO BANCO BMG SUPERINTENDÊNCIA DE CONTROLE GERÊNCIA DE CONTROLE DE TESOURARIA ANÁLISE DE RISCO OPERACIONAL RELATÓRIO SOBRE A GESTÃO DE RISCO OPERACIONAL NO BANCO BMG Belo Horizonte 01 de Julho de 2008 1 SUMÁRIO 1. Introdução...02

Leia mais

Governança de TI com COBIT, ITIL e BSC

Governança de TI com COBIT, ITIL e BSC {aula #2} Parte 1 Governança de TI com melhores práticas COBIT, ITIL e BSC www.etcnologia.com.br Rildo F Santos rildo.santos@etecnologia.com.br twitter: @rildosan (11) 9123-5358 skype: rildo.f.santos (11)

Leia mais

O papel do CFO na estratégia corporativa

O papel do CFO na estratégia corporativa O papel do CFO na estratégia corporativa Paola Sardi Madueño, Diretora de Estratégia da Monitor Deloitte Dezembro 2014 Tendências globais (1/2) Embora com pesos diferentes, existem algumas tendências globais

Leia mais

O futuro da área de finanças Uma visão a ser compartilhada. CFO Program

O futuro da área de finanças Uma visão a ser compartilhada. CFO Program O futuro da área de finanças Uma visão a ser compartilhada CFO Program O futuro da área de finanças Temos o orgulho de compartilhar com vocês nossa visão de como será a área de finanças no futuro. Esta

Leia mais

Trilhas Técnicas SBSI - 2014

Trilhas Técnicas SBSI - 2014 brunoronha@gmail.com, germanofenner@gmail.com, albertosampaio@ufc.br Brito (2012), os escritórios de gerenciamento de projetos são importantes para o fomento de mudanças, bem como para a melhoria da eficiência

Leia mais

Melhores Práticas de Governança

Melhores Práticas de Governança Melhores Práticas de Governança Corporativa Eletros Novembro de 2011 Eliane Lustosa Objetivos Introdução Governança Corporativa (GC) Conceito e princípios básicos Sistema Importância e benefícios Principais

Leia mais

CobiT 4.1 Plan and Organize Manage Projects PO10

CobiT 4.1 Plan and Organize Manage Projects PO10 CobiT 4.1 Plan and Organize Manage Projects PO10 Planejar e Organizar Gerenciar Projetos Pedro Rocha http://rochapedro.wordpress.com RESUMO Este documento trás a tradução do objetivo de controle PO10 (Gerenciamento

Leia mais

ESTRATÉGIA E GESTÃO PATRIMONIAL EMPRESAS FAMILIARES. Domingos A Laudisio São Paulo, 15 de julho de 2014

ESTRATÉGIA E GESTÃO PATRIMONIAL EMPRESAS FAMILIARES. Domingos A Laudisio São Paulo, 15 de julho de 2014 ESTRATÉGIA E GESTÃO PATRIMONIAL EMPRESAS FAMILIARES Domingos A Laudisio São Paulo, 15 de julho de 2014 Existem argumentos pró e contra empresas familiares particularmente no Brasil os argumentos contra

Leia mais

Melhores práticas. Cada vez mais cientes das

Melhores práticas. Cada vez mais cientes das Número de empresas brasileiras que procuram se aprimorar em governança corporativa aumentou na última edição do estudo Melhores práticas Estudo aponta que as empresas investem mais no aprimoramento dos

Leia mais

Western Asset Management Company Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários Limitada. Política de Gerenciamento de Risco Operacional

Western Asset Management Company Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários Limitada. Política de Gerenciamento de Risco Operacional Western Asset Management Company Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários Limitada Política de Gerenciamento de Risco Operacional Ratificada pela Reunião de Diretoria de 29 de abril de 2014 1 Introdução

Leia mais

Risco de Crédito. Estrutura Organizacional

Risco de Crédito. Estrutura Organizacional Risco de Crédito Estrutura Organizacional A estrutura para gestão de riscos do Banco Fidis deverá ser composta de Comitê de Cobrança e Risco, que é o órgão com responsabilidade de gerir o Risco de Crédito,

Leia mais

Tema: Gestão de Riscos Empresariais

Tema: Gestão de Riscos Empresariais Tema: Gestão de Riscos Empresariais Equipe: Alessandro Gratão Marques (alessandro.gratao@yahoo.com.br) Magno Sergio Gomes Pereira (magno.pereira@zf.com) Zhang Jinyi (jinyi.zhang@adm.com) Sumário Gestão

Leia mais

Manual de Gestão de Crises para Relações com Investidores Comunicação e estratégia para a preservação de valor

Manual de Gestão de Crises para Relações com Investidores Comunicação e estratégia para a preservação de valor Manual de Gestão de Crises para Relações com Investidores Comunicação e estratégia para a preservação de valor Sumário 1. Introdução... 2 2. Operação padrão (dia a dia) versus cenários de crise... 2 3.

Leia mais

CobIT. Eduardo Mayer Fagundes. Um framework para a eficiência das organizações de Tecnologia da Informação e Telecomunicações

CobIT. Eduardo Mayer Fagundes. Um framework para a eficiência das organizações de Tecnologia da Informação e Telecomunicações CobIT Um framework para a eficiência das organizações de Tecnologia da Informação e Telecomunicações Eduardo Mayer Fagundes Copyright(c)2008 por Eduardo Mayer Fagundes 1 Agenda 1. Princípio de Gestão Empresarial

Leia mais

Metodologia para Análise de Maturidade de Governança de TI. Soluções em Gestão e TI que adicionam valor aos negócios

Metodologia para Análise de Maturidade de Governança de TI. Soluções em Gestão e TI que adicionam valor aos negócios Metodologia para Análise de Maturidade de Governança de TI Soluções em Gestão e TI que adicionam valor aos negócios Garanta a eficiência e a competitividade da sua empresa Análise de Maturidade de Governança

Leia mais

Seminário O controle interno governamental no Brasil Velhos Desafios, Novas Perspectivas. 14 a 16 de Maio Iguassu Resort Foz do Iguaçu - Paraná

Seminário O controle interno governamental no Brasil Velhos Desafios, Novas Perspectivas. 14 a 16 de Maio Iguassu Resort Foz do Iguaçu - Paraná Seminário O controle interno governamental no Brasil Velhos Desafios, Novas Perspectivas 14 a 16 de Maio Iguassu Resort Foz do Iguaçu - Paraná Controle Interno na visão dos Auditores Externos Situação

Leia mais

Governança, risco e. compliance Chega de redundâncias. 24 KPMG Business Magazine

Governança, risco e. compliance Chega de redundâncias. 24 KPMG Business Magazine Governança, risco e compliance Chega de redundâncias 24 KPMG Business Magazine Programa Risk University transmite aos executivos uma visão abrangente dos negócios A crise financeira de 2008 ensinou algumas

Leia mais

Como estabelecer Valores e Grau de relevância de Riscos de acordo com as Vulnerabilidades do Negócio

Como estabelecer Valores e Grau de relevância de Riscos de acordo com as Vulnerabilidades do Negócio Como estabelecer Valores e Grau de relevância de Riscos de acordo com as Vulnerabilidades do Negócio Paulo Ayres CIA Gerente de Riscos e Auditoria Interna Grupo RBS Como estabelecer Valores e Grau de relevância

Leia mais

Segunda edição da pesquisa Inteligência em Gestão de Riscos

Segunda edição da pesquisa Inteligência em Gestão de Riscos O estágio atual da gestão de riscos Estratégias e ações para o crescimento sustentável Segunda edição da pesquisa Inteligência em Gestão de Riscos 2 Da estratégia ao cotidiano da organização A gestão de

Leia mais

A gestão de risco, no topo da agenda

A gestão de risco, no topo da agenda A gestão de risco, no topo da agenda 4 KPMG Business Magazine Ambiente de incertezas e estagnação econômica traz novos desafios em GRC O gerenciamento de riscos permanece no topo da agenda corporativa

Leia mais

DECLARAÇÃO DE POSICIONAMENTO DO IIA: O PAPEL DA AUDITORIA INTERNA

DECLARAÇÃO DE POSICIONAMENTO DO IIA: O PAPEL DA AUDITORIA INTERNA Permissão obtida junto ao proprietário dos direitos autorais, The Institute of Internal Auditors, 247 Maitland Avenue, Altamonte Springs, Florida 32701-4201, USA, para publicar esta tradução, a qual reflete

Leia mais

Pesquisa realizada com os participantes do 12º Seminário Nacional de Gestão de Projetos. Apresentação

Pesquisa realizada com os participantes do 12º Seminário Nacional de Gestão de Projetos. Apresentação Pesquisa realizada com os participantes do de Apresentação O perfil do profissional de Projetos Pesquisa realizada durante o 12 Seminário Nacional de, ocorrido em 2009, traça um importante perfil do profissional

Leia mais

C O B I T. Gerenciamento dos Riscos Mitigação. Aceitação. Transferência. Evitar/Eliminar.

C O B I T. Gerenciamento dos Riscos Mitigação. Aceitação. Transferência. Evitar/Eliminar. C O B I T Evolução Estratégica A) Provedor de Tecnologia Gerenciamento de Infra-estrutura de TI (ITIM) B) Provedor de Serviços Gerenciamento de Serviços de TI (ITSM) C) Parceiro Estratégico Governança

Leia mais

Estrutura de Governança Corporativa

Estrutura de Governança Corporativa Estrutura de Governança Corporativa Conselho de Administração Composto de nove membros, sendo dois independentes (sem vínculos com os acionistas signatários do acordo de acionistas, na forma da regulamentação

Leia mais

RESUMO FUNÇÃO DO COMPLIANCE

RESUMO FUNÇÃO DO COMPLIANCE RESUMO FUNÇÃO DO COMPLIANCE O foco da Cartilha Função de Compliance é integrar as atividades de compliance com as boas práticas de governança corporativa e de Gestão de Riscos, os quais os bancos têm buscado

Leia mais

Compliance tributário no Brasil As estruturas das empresas para atuar em um ambiente complexo

Compliance tributário no Brasil As estruturas das empresas para atuar em um ambiente complexo Compliance tributário no Brasil As estruturas das empresas para atuar em um ambiente complexo Pesquisa 2013/2014 Existe uma percepção disseminada de que, além do peso de toda a carga tributária, as empresas

Leia mais

Certificações Deloitte Programa de Inteligência em Riscos

Certificações Deloitte Programa de Inteligência em Riscos Certificações Deloitte Programa de Inteligência em Riscos Certificação Deloitte A Deloitte é referência mundial em soluções integradas em todas as indústrias e vem atendendo as demandas corporativas em

Leia mais

Criação de valor em uma nova era de engajamento

Criação de valor em uma nova era de engajamento Governança Corporativa e Relações com Investidores Criação de valor em uma nova era de engajamento Pesquisa 015 O papel do RI na governança das empresas É com grande satisfação que a Deloitte e o Instituto

Leia mais

Compliance e a Valorização da Ética. Brasília, outubro de 2014

Compliance e a Valorização da Ética. Brasília, outubro de 2014 Compliance e a Valorização da Ética Brasília, outubro de 2014 Agenda 1 O Sistema de Gestão e Desenvolvimento da Ética Compliance, Sustentabilidade e Governança 2 Corporativa 2 Agenda 1 O Sistema de Gestão

Leia mais

Financial Services. Precisão competitiva. Metodologias específicas e profissionais especializados na indústria de seguros

Financial Services. Precisão competitiva. Metodologias específicas e profissionais especializados na indústria de seguros Financial Services Precisão competitiva Metodologias específicas e profissionais especializados na indústria de seguros Nossa experiência na indústria de seguros A indústria de seguros vem enfrentando

Leia mais

www.pwc.com.br Gerenciamento de capital e ICAAP

www.pwc.com.br Gerenciamento de capital e ICAAP www.pwc.com.br Gerenciamento de capital e ICAAP Como desenvolver uma abordagem eficaz de gerenciamento de capital e um processo interno de avaliação da adequação de capital (ICAAP) A crise financeira de

Leia mais

1. COMISSÃO EXECUTIVA DE RECURSOS HUMANOS

1. COMISSÃO EXECUTIVA DE RECURSOS HUMANOS Governança Corporativa se faz com Estruturas O Itaú se orgulha de ser um banco essencialmente colegiado. A Diretoria atua de forma integrada e as decisões são tomadas em conjunto, buscando sempre o consenso

Leia mais

Governança de TI: O que é COBIT?

Governança de TI: O que é COBIT? Governança de TI: O que é COBIT? Agenda Governança de TI Metodologia COBIT Relacionamento do COBIT com os modelos de melhores práticas Governança de TI em 2006 Estudo de Caso Referências Governança de

Leia mais

Desenvolvimento e utilização do Painel de Auditoria Contínua Agências pela Auditoria Interna do Banco do Brasil

Desenvolvimento e utilização do Painel de Auditoria Contínua Agências pela Auditoria Interna do Banco do Brasil PRÁTICA 1) TÍTULO Desenvolvimento e utilização do Painel de Auditoria Contínua Agências pela Auditoria Interna do Banco do Brasil 2) DESCRIÇÃO DA PRÁTICA - limite de 8 (oito) páginas: A Auditoria Interna

Leia mais

Alinhamento entre Estratégia e Processos

Alinhamento entre Estratégia e Processos Fabíola Azevedo Grijó Superintendente Estratégia e Governança São Paulo, 05/06/13 Alinhamento entre Estratégia e Processos Agenda Seguros Unimed Modelo de Gestão Integrada Kaplan & Norton Sistema de Gestão

Leia mais

Planejamento Estratégico PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO. Histórico de elaboração Julho 2014

Planejamento Estratégico PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO. Histórico de elaboração Julho 2014 Planejamento Estratégico PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO Histórico de elaboração Julho 2014 Motivações Boa prática de gestão Orientação para objetivos da Direção Executiva Adaptação à mudança de cenários na sociedade

Leia mais

Manual de Gestão de Crises para Relações com Investidores Comunicação e estratégia para a preservação de valor

Manual de Gestão de Crises para Relações com Investidores Comunicação e estratégia para a preservação de valor Manual de Gestão de Crises para Relações com Investidores Comunicação e estratégia para a preservação de valor Sumário Introdução... 02 Operação padrão (dia a dia) versus cenários de crise... 03 A relevância

Leia mais

PUBLICADO EM 01/08/2015 VÁLIDO ATÉ 31/07/2020

PUBLICADO EM 01/08/2015 VÁLIDO ATÉ 31/07/2020 PUBLICADO EM 01/08/2015 VÁLIDO ATÉ 31/07/2020 INDICE POLÍTICA DE RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL 1. Objetivo...2 2. Aplicação...2 3. implementação...2 4. Referência...2 5. Conceitos...2 6. Políticas...3

Leia mais

Módulo 4. Visão geral dos controles do COBIT aplicáveis para implantação da Sarbanes, o papel de TI, a importância dos softwares e exercícios

Módulo 4. Visão geral dos controles do COBIT aplicáveis para implantação da Sarbanes, o papel de TI, a importância dos softwares e exercícios Módulo 4 Visão geral dos controles do COBIT aplicáveis para implantação da Sarbanes, o papel de TI, a importância dos softwares e exercícios Estruturas e Metodologias de controle adotadas na Sarbanes COBIT

Leia mais

O futuro da área de finanças Simplificação, eficiência e produtividade. Othon de Almeida 1 de julho de 2015

O futuro da área de finanças Simplificação, eficiência e produtividade. Othon de Almeida 1 de julho de 2015 O futuro da área de finanças Simplificação, eficiência e produtividade Othon de Almeida 1 de julho de 2015 Os desafios da área de finanças Os desafios da área de finanças em um ambiente competitivo Acompanhamento

Leia mais

Resiliência...dos desafios às oportunidades

Resiliência...dos desafios às oportunidades Resiliência...dos desafios às oportunidades Seminário FEBRABAN sobre Gestão de Continuidade de Negócios Abril de 2010 Agenda... Contextualização Desafios Tratamento abrangente Oportunidades Aprimoramento

Leia mais

Pesquisa Nacional Práticas e Resultados da Educação Corporativa 2009

Pesquisa Nacional Práticas e Resultados da Educação Corporativa 2009 Pesquisa Nacional Práticas e Resultados da Educação Corporativa 2009 Apresentação e discussão dos resultados do Setor Financeiro 1º Congresso Latino-Americano de Educação Financeira São Paulo,21 de outubro

Leia mais

Política de Responsabilidade Socioambiental

Política de Responsabilidade Socioambiental Política de Responsabilidade Socioambiental SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO... 3 2 OBJETIVO... 3 3 DETALHAMENTO... 3 3.1 Definições... 3 3.2 Envolvimento de partes interessadas... 4 3.3 Conformidade com a Legislação

Leia mais

Por que conhecer o COBIT 5

Por que conhecer o COBIT 5 10Minutos Tecnologia da Informação Saiba quais são as novidades da versão 5 do COBIT Por que conhecer o COBIT 5 Destaques A utilização do COBIT 5 como guia de melhores práticas permite alinhar de modo

Leia mais

CONSULTORIA MUDAR NEM SEMPRE É FÁCIL, MAS AS VEZES É NECESSÁRIO

CONSULTORIA MUDAR NEM SEMPRE É FÁCIL, MAS AS VEZES É NECESSÁRIO MUDAR NEM SEMPRE É FÁCIL, MAS AS VEZES É NECESSÁRIO CONTEÚDO 1 APRESENTAÇÃO 2 PÁGINA 4 3 4 PÁGINA 9 PÁGINA 5 PÁGINA 3 APRESENTAÇÃO 1 O cenário de inovação e incertezas do século 21 posiciona o trabalho

Leia mais

POLÍTICA DE GOVERNANÇA COOPERATIVA

POLÍTICA DE GOVERNANÇA COOPERATIVA POLÍTICA DE GOVERNANÇA COOPERATIVA 1 1. APRESENTAÇÃO Esta política estabelece os princípios e práticas de Governança Cooperativa adotadas pelas cooperativas do Sistema Cecred, abordando os aspectos de

Leia mais

Perspectivas sobre consolidação de mercados Estratégia de investimentos e o movimento de fusões e aquisições. Pesquisa 2015

Perspectivas sobre consolidação de mercados Estratégia de investimentos e o movimento de fusões e aquisições. Pesquisa 2015 Perspectivas sobre consolidação de mercados Estratégia de investimentos e o movimento de fusões e aquisições Pesquisa 2015 Índice Momento de superar desafios e criar oportunidades... 3 Alternativas para

Leia mais

O Valor estratégico da sustentabilidade: resultados do Relatório Global da McKinsey

O Valor estratégico da sustentabilidade: resultados do Relatório Global da McKinsey O Valor estratégico da sustentabilidade: resultados do Relatório Global da McKinsey Executivos em todos os níveis consideram que a sustentabilidade tem um papel comercial importante. Porém, quando se trata

Leia mais

Auditoria Interna do Futuro: Você está Preparado? Oswaldo Basile, CIA, CCSA. Presidente IIA Brasil

Auditoria Interna do Futuro: Você está Preparado? Oswaldo Basile, CIA, CCSA. Presidente IIA Brasil Auditoria Interna do Futuro: Você está Preparado? Oswaldo Basile, CIA, CCSA. Presidente IIA Brasil O futuro é (deveria ser) o sucesso Como estar preparado? O que você NÃO verá nesta apresentação Voltar

Leia mais

Relatório da estrutura de gerenciamento de riscos do Sistema de Cooperativas de Crédito do Brasil (Sicoob)

Relatório da estrutura de gerenciamento de riscos do Sistema de Cooperativas de Crédito do Brasil (Sicoob) 1/7 Relatório da estrutura de gerenciamento de riscos do Sistema de Cooperativas de Crédito do Brasil (Sicoob) Módulo I Apresentação 1. Com a finalidade de promover a harmonização, a integração e a racionalização

Leia mais