Fazeres, Pensares y Sentires sobre a vacinação contra a Pólio e a doença.

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1 Ministério da Saúde Comunicação para o Desenvolvimento Iniciativa para a Erradicação da Pólio RELATORIO DE PESQUISA QUALITATIVA Fazeres, Pensares y Sentires sobre a vacinação contra a Pólio e a doença. Estudo qualitativo com os responsáveis das crianças de 0 até 5 anos de idade não vacinadas contra a Pólio nos municípios de maior risco da Angola. Ana Sánchez Quisbert Consultora internacional de UNICEF Luanda, 2012 Juntos pelas Crianças

2 AUTORES Comunicação para o Desenvolvimento Iniciativa para a erradicação da pólio Fundo das Nações Unidas pela Infância, UNICEF. Angola Equipa Técnica de pesquisa: Faculdade de Ciências Sociais da Universidade Agostinho Neto e UNICEF Província Cabinda: Sede Domingos Marcos (Líder equipa) Esmeralda Zinga Amílcar Pedro Makiese Lusakueno Buco Zau André Sibi (Líder da Turma) Alcides Timóteo Pedro Elizabeth da Flora Nambua NicletaTussamba Apoio e monitoria: Rafael Veraza Voluntário Stop Time 38 Província Luanda: Viana e Cazenga Anacleta Issenguele (Líder equipa) Adelaide Gomes Gracieth Antonio Manuela Kaquel. Cacuaco e Kilamba Kiaxi Henriques Estevão (Líder equipa) Adilson Santos Maria Gomes Monitoria: Heitor Lourenço Oficial Nacional de Comunicação Social de UNICEF Província Zaire: Soyo Tania Hermengarda da Costa Francisco (Líder equipa) Sandra Idalina Monteiro Hebo Lucena Mata Kiala Mbazakongo Adelaide Imilia Nito (Líder equipa) Juliana Monica Manuel Emilia Pinto Doqui Apoio e monitoria: Ericka Acosta Voluntária Stop Time 38 Província Uige: Maquela do Zombo Lucrécia Gizela Zangui Domingos (Líder equipa) Diogo Domingos C. Peres João Osvaldo Pedro Matunga Aires Manuel Poba da Cruz Milunga Edson Matias (Líder equipa) Regina Margarida M. João Adilson Baltazar Gama Ilda Gomes Mateus Apoio e monitoria: Ana Sánchez Quisbert Consultora internacional de UNICEF Juntos pelas Crianças

3 Formação da equipa de pesquisadores e responsável da pesquisa: Ana Sánchez Quisbert Consultora internacional de UNICEF Angola Coordenação: Cipriano Dembi Chefe do Departamento de Comunicação Social da Universidade Agostinho Neto Supervisão: Edna de Fátima Gonçalves Alves do Nascimento Supervisora delegada pelo Gabinete de Promoção da Saúde do Ministério da Saúde Revisão: Patrícia Cervantes, Especialista em C4D Pólio, UNICEF Angola Agradecimentos: Aos Diretores Provinciais de Saúde, Administradores Municipais, Chefes de Repartições e pessoal dos serviços de saúde pelo apoio no desenvolvimento do trabalho de campo. Às pessoas que participaram nas entrevistas em profundidade, grupos focais e reuniões o nosso profundo agradecimento por ter partilhado conosco com sinceridade e paciência os seus fazeres, pensares e sentires sobre a doença da pólio e a vacinação. Reconhecimentos: A Veronique Goblet, Consultora de UNICEF Congo por ter partilhado a metodologia e os avanços do Estudo sobre as razões sociais das crianças não vacinadas nas campanhas contra a pólio na República Democrática do Congo e pela retroalimentação incondicional recebida no decorrer da presente pesquisa. A Cipriano Dembe, Chefe do Departamento de Comunicação da UAN, por ter acreditado na pesquisa, apostado na capacidade dos estudantes da universidade para desenvolver o trabalho e facilitado assim a investigação. Fotos: Ana Sánchez Quisbert UNICEF Rafael Veraza UNICEF Juntos pelas Crianças

4 INDICE Pagina Resumo Executivo 1 Capítulo I. Introdução 1.1Antecedentes A investigação Seleção dos comportamentos a serem pesquisados Enquadramentos conceitual e analítico Objetivos da investigação 13 Capítulo II. Metodologia da Pesquisa 2.1 Tipo de investigação Participantes Principais Facilitadores ou secundários Aliados Âmbitos da investigação Técnicas e instrumentos Colheita da informação 22 Capítulo III. Resultados da investigação 3.1 Comportamentos atuais encontrados Análises do comportamento 47 Juntos pelas Crianças

5 Capítulo IV. Conclusões e recomendações 4.1 Gerais Específicas 57 Biografia 68 Anexos I. Comportamentos ideais II. Ações essenciais III. Resultados in extenso Juntos pelas Crianças

6 Quadros, figuras e gráficos: Figura 1.1 Fases da investigação 9 Figura 1.2 Enquadramento conceitual e analítico dos Fazeres, Pensares y Sentires 13 Figura 2.1 Âmbito geográfico da pesquisa 20 Figura 3.1 Razões da não vacinação 31 Quadro 2.1 Descrição do âmbito da Investigação 21 Quadro 2.2 Trabalho de campo 24 Quadro 3.1 Fontes de Informação 29 Quadro 3.2 Fazeres, Pensares e Sentires dos responsáveis de menores de 5 anos sobre a Pólio e a campanha de vacinação 74 Quadro 3.3 Fazeres, Pensares e Sentires dos responsáveis de menores de 5 anos sobre a vacinação de rotina 83 Quadro 3.4 Resultados dos atores sociais da comunidade 88 Quadro 3.5 Resultados líderes de opinião 103 Quadro 3.6 Resultados de tomadores de decisão 109 Gráfico 3.1 Razões da não vacinação, MI do Grupo CORE 32 Juntos pelas Crianças

7 Siglas: AFP CORE C4D EP FPS GF MI MINSA OMS ONG OV PAV SC RDC UNICEF VPS Paralisia Flácida Aguda Colaboração e Recursos para Saúde Materna Infantil da Comunidade Comunicação para o Desenvolvimento Entrevistas em Profundidade Fazeres, Pensares, Sentires Grupos Focalizados Monitoria Independente Ministério de Saúde Organização Mundial da Saúde Organização não Governamental Observações de Verificação Programa Ampliado de Vacinação Sessões de Concertação República Democrática do Congo Fundo das Nações Unidas pela Infância Pólio Vírus Selvagem Juntos pelas Crianças

8 Resumo Executivo Título: Breve descrição: Fazeres, Pensares y Sentires sobre a vacinação contra a Pólio e a doença. Estudo qualitativo com os responsáveis das crianças de 0 até 5 anos de idade não vacinadas contra a Pólio nos municípios de maior risco da Angola. Esta pesquisa diagnostica de caráter qualitativo e formativo sobre os comportamentos individuais, familiares e comunais na vacinação de crianças menores de 5 anos contra a Pólio, constitui-se na base essencial para a elaboração da Estratégia de Comunicação para o Desenvolvimento de Erradicação da Poliomielite. A pesquisa foi realizada em parceria com a Faculdade de Ciências Sociais da Universidade Agostinho Neto e teve o apoio técnico e financeiro da Fundação Bill e Mellinda Gates por meio do Fundo das Nações Unidas para a Infância, UNICEF, na Angola. Participaram três segmentos espaço populacionais, um primeiro de interlocutores principais, outro dos secundários ou operadores e o terceiro dos aliados. No grupo principal tem se incluído mães, país de crianças de 0 até 5 anos ou qualquer responsável da criança NÂO vacinada, assim como grávidas primigestas com seis meses ou mais de gestação. No segundo segmento estiveram professores e estudantes das escolas, pessoas de grupos organizados como igrejas, jovens, ONG, pessoal de saúde, considerando médicos, enfermeiros, vacinadores ou agentes comunitários e outros. Já no terceiro tem se trabalhado com Líderes locais: Sobas, Pastores de Igrejas, Regedores e também com Tomadores de decisão: Governadores Provinciais e Administradores. O trabalho foi desenvolvido em quatro etapas: Primeira etapa: Revisão da documentação relacionada com a pesquisa e elaboração do protocolo e os instrumentos de investigação. Segunda etapa: Formação teórica e prática de trinta jovens universitários da Faculdade de Ciências Sociais da Universidade Agostinho Neto na metodologia qualitativa de Fazeres, Pensares e Sentires, FPS e as técnicas de pesquisa. Este treinamento foi efetuado no mês de Novembro de 2011, antes de campanha prevista para essa época. Terceira etapa: Imediatamente após a ultima campanha de vacinação do ano, entre o 27 de novembro e o 3 de dezembro de 2011, as oito equipas de pesquisadores formadas efetuaram o trabalho de campo com os diferentes segmentos nas Províncias de Uige, Zaire, Luanda e Cabinda incluindo os Municípios de Maquela do Sombo, Milunga, Soyo, Mbaza Kongo, Viana, Cazenga, Cacuaco, Kilamba Kiaxi, Cabinda Sede e Buko Zau. Quarta etapa: Com a informação recolhida no terreno, no decorrer de três dias, no mês de dezembro de 2011, efetuou - se o ordenamento da 1 Juntos pelas Crianças

9 Objetivos: Metodologia: informação que cada pesquisador trouxe, assim como o controle de qualidade. Logo após, tem se sistematizado e analisado todos os dados qualitativos para concluir no relatório da pesquisa. O objetivo geral foi conhecer imediatamente após da campanha de vacinação efetuada no mês de novembro 2011, os Fazeres, Pensares y Sentires (FPS) dos e das responsáveis das crianças de 0 até 5 anos de idade NÃO VACINADAS contra a Pólio, dos municípios das Províncias de maior risco da Angola: Uige, Zaire, Cabinda e Luanda, assim como de outros atores sociais sobre a Poliomielite e a vacina. Os objetivos específicos procuraram conhecer: Os motivos pelos quais as crianças de 0 até 5 anos de idade não são vacinadas durante as campanhas Os FPS dos responsáveis das crianças de 0 até 5 anos de idade sobre a vacinação de rotina contra a Pólio para completar o cartão de vacinação contra essa doença antes do primeiro ano de vida da criança Os conhecimentos e a valoração das mulheres grávidas pela primeira vez, sobre a Pólio e a vacina Quais são as práticas de prevenção da Pólio que a família tem, ou não As práticas do pessoal de saúde com relação à doença da Pólio e a vacinação de rotina e durante as campanhas A participação e mobilização dos diferentes atores sociais das comunas ou bairros na promoção das medidas de prevenção e erradicação da Pólio. O papel que desenvolvem os líderes de opinião nas comunidades e bairros dos municípios selecionados sobre a prevenção e erradicação da Pólio. O compromisso e as responsabilidades que as autoridades tomadores de decisão das Províncias e Municípios assumem frente à Pólio e a vacina. As formas, os meios de comunicação e os líderes de opinião mais aceitos e de preferência para desenvolver as ações da Estratégia de C4D de erradicação da Pólio. Nesta pesquisa tem se utilizado o enfoque metodológico de Fazeres, Pensares e Sentires, FPS, que permite devassar nos comportamentos atuais dos interlocutores selecionados, fornecendo uma compreensão das razões sociais das praticas investigadas. Facilita o conhecimento e, de alguma maneira, outorga profundidade sobre os aspetos contextuais e emocionais dos comportamentos já que focaliza a sua atenção no universo dos sentimentos que motiva ou impedem a ação. As técnicas qualitativas empregadas foram: 2 Entrevistas em profundidade, EP: principalmente para conhecer os FPS de informantes chave, como os responsáveis de crianças menores de 5 anos, Juntos pelas Crianças

10 num diálogo empático e por meio dum instrumento elaborado para este propósito. Grupos de discussão focalizados ou mini grupos, GF: Tomando em conta os estudantes das escolas, as mulheres grávidas e quando foi possivel responsáveis de crianças não vacinadas, para complementar a informação obtida nas EP. Sessões de concertacões, SC: Aplicadas nos casos específicos com responsáveis de crianças ou mulheres grávidas. Trata se de conversas, quando for necessário, sobre as limitações que estas pessoas podem perceber com relação aos comportamentos que pretendem ser desenvolvidos. Observações de verificação, OV: Somente para serem aplicadas com os responsáveis de crianças menores de 5 anos, com a finalidade de conferir a informação declarada com relação à vacinação (dedo sem marca), lavado de manos e outros assuntos da pesquisa. Esta técnica foi aplicada de forma complementaria e paralela às EP. 3 Os instrumentos da pesquisa foram elaborados para cada uma das técnicas e interlocutores propostos e têm sido testados durante a campanha de vacinação do mês de outubro de As perguntas foram flexíveis e ordenadas segundo os tópicos, objectivos e comportamentos esperados com relação a eliminação da Pólio. O âmbito da pesquisa assegurou uma abordagem das áreas fronteiriças e de maior risco. Os critérios de seleção para a pesquisa foram definidos pela informação obtida nos reportes da Data Updated que semanalmente a OMS oferece, os dados da Monitoria independente do grupo CORE, assim como a priorização de províncias realizada na Estratégia de Barreira da Pólio para as áreas fronteiriças. Estes critérios assinalavam: Tipicidade: Incluíram se pessoas com características típicas de cada segmento selecionado. Procurou se quê os grupos tivessem um perfil homogéneo relacionado com os comportamentos ideais. Províncias, municípios, comunas onde o vírus da Pólio ainda poderia estar circulando e são fronteira com a República Democrática do Congo: - Uige: Municípios Milunga e Makela de Zombo Províncias, municípios, comunas com as maiores proporções de crianças não vacinadas: - Luanda: Municípios Kilamba Kiaxi, Cazenga, Cacuaco e Viana. Províncias, municípios, comunas fronteiriças com a RDC: Juntos pelas Crianças - Zaire: Municípios de Mbanza Kongo e Soyo - Cabinda: Municípios de Buco Zau e Cabinda sede

11 Com esses parâmetros, o trabalho foi feito num total de quatro Províncias, dois Municípios para cada Província e duas comunas por cada Município, fazendo um total de: - 4 Províncias - 10 Municípios - 31 Comunas ou Bairros Ao longo da pesquisa tem - se desenvolvido 256 entrevistas em profundidade, 69 observações de verificação, 35 grupos focalizados e 16 sessões de concertação nas comunas planejadas. A seleção dos participantes foi efetuada considerando: 4 As casas reportadas pelas equipas da monitoria, no último dia de vacinação, como casas com crianças NÃO vacinadas. A técnica Bola de Neve: Toda vez que se encontrava um responsável de criança NÃO vacinada, perguntava se por outra pessoa igual. Lugares de concentração, onde verificou-se a marca da vacinação no dedo das crianças. Responsáveis que vacinaram os filhos pela força. Principais resultados: No processo do planejamento e no trabalho conjunto à saúde identificou se três práticas ideais genéricas e cinco sub comportamentos, assim como algumas ações essenciais para a erradicação da pólio que foram assumidos como insumo principal para iniciar a investigação ora entre os interlocutores principais como são as famílias, ora nos segmentos de operadores e aliados. A seguir uma síntese general dos principais resultados obtidos entre os segmentos principais: No nível do conhecimento: Sobre a vacina: Acreditam que a vacina é importante para evitar doenças. Generalizam: todas as vacinas fazem o mesmo efeito, aquece e da dor de barriga A vacina é conhecida como estrelinha cuia em Luanda Duvidam sobre as idades e as doses que se precisa Sobre a Pólio: Não sabem exatamente o que é a Pólio A doença é mais conhecida como paralisia Juntos pelas Crianças

12 Confundem o nome da doença com a própria vacina (só no interior) Acham que a Pólio não é grave, acreditam que tem cura com medicina tradicional ou nas igrejas (menor proporção em Luanda) Dá Pólio só por não apanhar vacina No nível do comportamento: 1. Razões da não vacinação das crianças de 0 até 5 anos durante a campanha: 5 No caso de Uige, Zaire e Cabinda, em ordem de relevância Os vacinadores não passaram (A metade) Já chega de campanhas Não estava em casa Como é então? Desinformação da campanha No caso de Luanda Os vacinadores não passaram (Pouco mais da metade) Não estava em casa Já chega de campanhas Como é então? Desinformação da campanha 2. Vacinação das crianças contra a Pólio na rotina A prática de levar à criança ao posto de saúde na rotina para que apanhe a vacina, parece ser que ainda não esta entendida, já que a visita ao centro de saúde está relacionada com os sintomas de alguma doença, neste caso da Pólio, para que seja curada. Assim também, embora um parte das participantes na pesquisa reconheçam as vantagens de ir no centro de saúde, assinalam que na casa, não se gasta dinheiro, não se perde o tempo, a criança não se incomoda o que poderia sugerir uma preferência implícita às campanhas de vacinação. No caso das mulheres grávidas, a maioria grávidas não sabe o que é a Pólio, quais sãos as consequências nem como se evita. Sabem que é uma doença mas não sabem explicar. Todas reconhecem que a vacina é boa para a saúde da criança e que beneficia o seu crescimento sadio. Pouco mais d metade das entrevistadas expressaram ter a intenção de fazer vacinar ao seu futuro filho quando nasça. Juntos pelas Crianças

13 3. Ações de prevenção para evitar a Pólio A pratica de lavado de mãos entre os responsáveis de crianças menores de 5 não é adequada, nem em frequência (depois de fazer cocô ou limpar uma criança, antes de preparar os alimentos ou de comer), nem na qualidade da ação (água e sabão, esfregar, enxugar).ter acesso à água não é fácil segundo a percepção das mães porque lhes significa um trabalho esforçado ou gasto de dinheiro (em Luanda compram) e sentem que desperdiçam a água quando se lavam muitas vezes as mãos, embora reconheçam que mão suja provoca doenças. 6 Para a eliminação de excretas, quase todas as entrevistadas tem casa de banho ou latrina. Aquelas que não, fazem no capim, num buraco onde se enterra ou se emprestam do vizinho. O maior beneficio que encontram é a privacidade e comodidade para tomar banho. Algumas latrinas observadas não estavam limpas e na maioria dos casos se viu lixo aos redores do lugar. Poucas vinculam as fezes com as doenças com a diarreia. Os resultados dos segmentos secundários encontram se no capítulo corespondente no documento. Conclusões e Recomendaçõe s Com base aos resultados da pesquisa Fazeres, Pensares e Sentires sobre a vacinação contra a Pólio e a doença de maneira geral pode-se concluir que: A. O contexto e a capacidade estabelecidos para a realização das campanhas e da rotina precisam ser reforçados. Sugere-se: Organizar melhor as campanhas de vacinação (garantir vacinadores locais, qualidade na vacinação, identificar áreas risco) Motivar aos vacinadores para um trabalho de qualidade Fortalecer as capacidades de comunicação interpessoal para trabalhar as rejeições ou razões da não vacinação Gerar instrumentos de apoio para as ações Fortalecer capacidades locais para a mobilização B. As ações de Comunicação e Mobilização Social desenvolvidas para gerar comportamentos favoráveis com relação à prevenção da Pólio têm sido genéricas, dispersas e escassas, pelo que se recomenda no nível da Estratégia e do conteúdo: Focalizar as ações à mudança do comportamento social integral Não ficar só no conhecimento/informação Juntos pelas Crianças

14 Segmentar para cada ação e mensagem Gerar mensagens especificas Reforçar os benefícios percebidos Eliminar as limitações O documento in extenso fornece também conclusões e recomendações específicas em concordância com os resultados. 7 Juntos pelas Crianças

15 Capítulo I. Introdução 1.1Antecedentes 1.2 A investigação 1.3 Seleção dos comportamentos a serem pesquisados 1.4 Enquadramentos conceitual e analítico 1.5 Objetivos da investigação Juntos pelas Crianças

16 1.1 Antecedentes Angola é um dos países no nível mundial classificado como prioridade na erradicação da Poliomielite. A reaparição do pólio vírus selvagem (VPS) produzida no ano 2005 tem persistido mais de cinco anos no país e gerado um dos maiores números de casos na África. O governo do país, em resposta a essa emergência de saúde, desenvolveu com o apoio técnico e financeiro do Comitê Interagencial conformado pela OMS e o UNICEF um plano de imunização para cinco anos ( ), assim como uma estratégia de campanhas complementarias para deter a transmissão da pólio, concentrando as ações inicialmente em 32 municípios e 11 províncias de alto risco, selecionadas pelo número de crianças não vacinadas nas campanhas e na rotina, a existência de casos de pólio e o difícil acesso às comunas e aldeias. 8 Os principais pontos deste plano assinalam o fortalecimento da imunização de rotina; a melhora do sistema da cadeia de frio, o desenvolvimento da vigilância no nível comunitário e a mobilização social com o apoio dos meios de informação e da sociedade civil. Porém, embora tenham se concentrado esses esforços no último quinquênio para alcançar a cobertura total de imunização de crianças de 0 até cinco anos de idade contra a Pólio, em 2010 se registraram 33 casos, devido principalmente à importação procedente da República Democrática do Congo, RDC, e a transmissão nas províncias de Luanda, Benguela, Lunda Norte e Lunda Sul. Já em 2011 foram confirmados 5 casos gerados no Kuando Kubango e Uige e no decorrer de oito campanhas de vacinação nesse ano não se conseguiu atingir o 100% da meta, mantendo em torno ao 10% de crianças menores de 5 anos sem vacinar. 1 As debilidades identificadas apontam à falta de acesso às áreas de risco, ausência das crianças durante as campanhas, inadequada atenção nos postos de saúde, fraco programa de rotina, percepções negativas sobre a vacina, mobilização extemporânea assim como a pouca participação das autoridades e líderes locais, municipais e até nacionais. No presente, com a finalidade de melhorar a imunização e suprimir as fraquezas já reconhecidas se pretende fortalecer a estratégia com a micro planeação nas áreas priorizadas - para que os próprios líderes tenham um maior conhecimento das suas zonas e das necessidades - e facilitar a vacinação sistemática por médio dos serviços de saúde e equipas móveis. A vigilância de possíveis casos também será enfatizada assim como o acesso em um 70 % da população à água tratada e saneamento básico. Da mesma forma, como prioridade está aquilatar as condições envolvendo e mobilizando atempadamente todos os segmentos sociais, incluindo 1 Segundo os dados da Monitoria Independente realizado pelo grupo CORE. Juntos pelas Crianças

17 governadores provinciais, as Forças Armadas, autoridades locais, lideres tradicionais como parteiras e curandeiros, entre outros. Esta última linha de ação tem sido considerado como o pilar central da estratégia de erradicação da pólio, motivo pelo qual esta - se revendo o enfoque atual de trabalho e se projetando algumas mudanças na implementação da mobilização social que vai fortalecer as alianças com grupos organizados como as igrejas, as escolas, entidades de jovens, mulheres e outros segmentos de atuação social nos níveis municipais e comunais, assim como a construção de outras novas parcerias que facilitem a verdadeira participação e apropriação das responsabilidades como sujeitos protagonistas da mudança social. 9 Para atingir esse objetivo a UNICEF em apoio ao Ministério de Saúde, tem reconhecido a necessidade de desenvolver uma investigação social a fim de contar com informação atual com relação à Pólio nos próprios contextos das famílias angolanas e, a partir dos resultados da pesquisa ajustar o planejamento e propor novas estratégias de implementação, supervisão, monitoria e avaliação de ações. O presente documento apresenta os resultados da Investigação Diagnóstica Qualitativa de Fazeres, Pensares e Sentires, FPS, realizada dentro dum processo cíclico e sistemático da C4D, descreve o processo metodológico e fornece dicas dos elementos chaves a serem considerados na formulação e execução da Estratégia em apoio à erradicação da Pólio. 1.2 A investigação Na definição da pesquisa se atravessaram as seguintes quatro etapas sequenciais: ETAPA I: ETAPA II: ETAPA III: ETAPA IV: Revisão Bibliográfica Elaboração do Protocolo Definição do guião dos instrumentos Elaboração dos instrumentos Formação teórica prática de 30 jovens da Universidade Agostinho Neto em pesquisa qualitativa de FPS Validação e ajustes aos instrumentos Trabalho de campo, aplicação de técnicas Sistematizaçã o dos resultados Análise Elaboração do informe Figura 1.1 Fases da Investigação Juntos pelas Crianças

18 Na revisão bibliográfica, não tem se encontrado fontes de investigações na Angola referidos especificamente aos comportamentos dos responsáveis de crianças menores de 5 anos com relação à vacinação contra a Pólio e a própria doença. Entretanto, o Estudo sobre as razões sociais das crianças não vacinadas nas campanhas contra a pólio na República Democrática do Congo efetuada pela consultora internacional de UNICEF Veronique Goblet, foi uma experiência que alimentou especialmente à redação dos instrumentos de pesquisa. De igual maneira, foi um ponto de referência os reportes de monitoria independente que o grupo CORE, Colaboração e Recursos para Saúde Materna Infantil da Comunidade, realiza para cada campanha de vacinação. Assim também, pode-se mencionar o estudo que a empresa SINFIC estava desenvolvendo paralelamente à formulação da presente investigação, denominada Pesquisa Comunitária sobre a Imunização contra a Polio e Eficácia das Acções de Comunicação e Mobilização Social, documento que foi tomado em conta na hora de revisar os resultados obtidos na investigação de FPS. 10 Logo após, se elaborou o protocolo da pesquisa onde a pergunta principal formulada para a investigação foi: Quais são os comportamentos atuais dos e das responsáveis das crianças não vacinadas contra a Pólio de 0 até 5 anos de idade, nos municípios de maior risco da Angola, sobre a vacina da Poliomielites?, além de outros questionamentos que guiaram o estudo. Neste momento, também se realizaram os instrumentos qualitativos que foram revisados tecnicamente pela primeira vez, na campanha de vacinação efetuada em outubro de 2011 e corrigidos com base nos resultados. Com a finalidade de criar capacidades locais em investigação formativa qualitativa e garantir o trabalho de campo, procurou-se uma parceria com a Faculdade de Ciências Sociais da Universidade Agostinho Neto, a traves da Coordenação do Departamento de Comunicação Social, para contarem com trinta jovens, entre mulheres e homens, capazes de recolher a informação nas áreas definidas. O treinamento desses recursos humanos para a Pesquisa Qualitativa de Fazeres, Pensares e Sentires, FPS, sobre a Pólio e a vacinação realizou-se dias prévios à campanha de vacinação prevista para o mês de novembro de A metodologia da formação foi essencialmente refletiva e participativa para conseguir uma boa integração na teoria e na prática. O objetivo foi dotar as equipas participantes de destrezas e capacidades na planificação, aplicação de técnicas e instrumentos, assim como na sistematização de resultados da pesquisa planejada. O conteúdo da formação referiu-se à utilidade e concepção do enfoque Fazeres, Pensares e Sentires, FPS, compreendido como o comportamento; técnicas de investigação: entrevistas em profundidade, sessões de concertação, observações de verificação, grupos focalizados de discussão; perguntas fechadas e abertas; elaboração de guias; Diário de campo; ordenamento e análise da informação. Juntos pelas Crianças

19 Já na terceira etapa, as oito equipas que foram treinadas efetuaram a validação dos instrumentos em terreno e logo dos ajustes iniciaram o trabalho de campo nas quatro províncias definidas. Finalmente, assim que as equipas retornaram com a informação colhida se efetuou o ordenamento, sistematização, análises dos resultados e a elaboração do presente relatório. Os resultados desta pesquisa tem um valor potencial na Comunicação para o Desenvolvimento de Erradicação da Pólio porque traz consigo um sentido de: Conveniência: Toda vez que os resultados obtidos na investigação se tornem como a fonte principal para ajustar a Estratégia atual de Comunicação e Mobilização Social, apontando para uma mudança social que defina ações de resposta imediata à Poliomielite, durante as Jornadas de Vacinação, assim como para a rotina. 11 Relevância social: A informação qualitativa colhida é uma importante forma de compreender sobre os comportamentos dos responsáveis de crianças menores de 5 anos com relação a vacinação e a Pólio e de retroalimentar a informação à própria comunidade toda vez que se partilhem com eles os resultados da pesquisa. Implicações práticas: No caso de gerar mudanças individuais e coletivas por meio das estratégias definidas a partir dos resultados da investigação. 1.3 Seleção dos comportamentos a serem pesquisados Para realizar uma pesquisa com o enfoque selecionado de Fazeres, Pensares e Sentires é preciso contar com uma lista de comportamentos considerados como ideais o condutas corretas, neste caso para evitar a Pólio, estabelecidas pelo setor saúde, a qual orienta o rumo da investigação. Por isso, tem se construído a lista de práticas ou comportamentos ideais (ver Anexo 1) com o apoio dos especialistas em epidemiologia de UNICEF, que abrangeu comportamentos genéricos e subcomportamentos esperados entre o grupo principal da pesquisa e varias ações essenciais entre outros segmentos populacionais. Os três comportamentos genéricos foram: Que os responsáveis de crianças de 0 até 5 anos de idade as protejam contra a Poliomielites mediante as campanhas de vacinação Que os responsáveis de crianças de 0 até 5 anos de idade completem o esquema de vacinação contra a Poliomielite até o primeiro ano de vida da criança Juntos pelas Crianças

20 Que os responsáveis de crianças de 0 até 5 anos de idade apliquem ações de prevenção para evitar a propagação da Pólio. 1.4 Enquadramento conceitual e analítico A investigação está enquadrada conceitual e analiticamente ao modelo dos Fazeres, Pensares e Sentires 2, um enfoque que interpreta os comportamentos dos espaços populacionais do estudo procurando identificar principalmente os factores internos como são as consonâncias e as dissonâncias desses três âmbitos que aborda. Contudo, sendo que as razões sociais que influem num comportamento ora actual, ora novo, podem vir desde o interior da pessoa (internos) ou do ambiente (externo, como por exemplo, a falta de acesso aos serviços ou à vacina), a pesquisa tomou em conta ambos os factores, que se visibilizam nas limitações ou benefícios percebidos pelos informantes. 12 Os FPS propõem que a motivação aos comportamentos favoráveis à saúde não está simplesmente ligado ao conhecimento, mas também à área emocional, capaz de impulsionar à ação ou paralisar. A pesquisa qualitativa de Fazeres, Pensares e Sentires, é um tipo de pesquisa diagnóstica e formativa. Diagnóstica porque permite conhecer os comportamentos atuais do grupo pesquisado. Formativa porque com base nos seus resultados, pode se construir (formar) o processo de Informação, Comunicação e Mobilização Social (ICMS)... Pela sua própria natureza, a pesquisa de FPS trata sobre os aspectos emocionais e contextuais dos comportamentos da pessoa ou do grupo. Pergunta sobre os por quês, inclui informação, aprofunda a compreensão e contextualiza os comportamentos. É interpretativa porque ajuda a esclarecer e compreender cada resposta na sua dimensão humana e cultural. 3 Trabalha incluindo três tipos de comportamentos: Comportamentos ideais: São as normas ou condutas corretas estabelecidas em protocolos de saúde que no caso de serem praticados pode se eliminar o problema de saúde. Comportamentos atuais: São os comportamentos que os diferentes segmentos populacionais praticam a partir das suas crenças, sentimentos, conhecimentos, experiências e cultura. Comportamentos factíveis: São os comportamentos que têm maior probabilidade de serem adotados, seja pela proximidade às práticas atuais ou porque estão dentro do seu contexto social y cultural. É o ponto meio entre o ideal e o atual. 2 A metodologia dos FPS foi apresentada na América Latina, Bolivia, pelo comunicólogo Patricio Barriga no ano 1992 e posteriormente foi adaptada às necessidades de comunicação e saúde pública pelas comunicadoras Gridvia Kuncar e Ana Sánchez Quisbert. 3 Haceres, Pensares y Sentires, HPS. Una guía para comunicación efectiva y afectiva en salud. BASICS II. GridviaKúncar. Bolivia Juntos pelas Crianças

21 Na análise os FPS atuais encontrados no diagnóstico, são cotejados com os FPS ideais para serem submetidos num instrumento chamado balança do comportamento que permite identificar, sobre a base da qualificação de algumas variáveis selecionadas, os FPS factíveis de serem modificados ou fortalecidos com ações de comunicação. Estratégia de C4D para erradicação da pólio 13 ENQUADRAMENTO FPS factíveis CONCEITUAL Análise Fazeres, Pensares Chaves e Sentires (emocionais - comportam FPS Ideais Planeamento Proteger as crianças mediante as campanhas de vacinação Completar o esquema de vacinação da Pólio Aplicar práticas de sobre benefícios e limitações) Analise ACC Situação do Comportamento FPS a Trabalho Va ca Vacin Vaci (pri Lavad Disp e Conceptualização Ana Sánchez Quisbert Figura 1.2 Enquadramento conceitual e analítico dos FPS 1.5 Objetivos da investigação Juntos pelas Crianças

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