Construção Civil em 2016: Desempenho e perspectivas

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1 Construção Civil em 2016: Desempenho e perspectivas MINASCON

2 Construção Civil sente os efeitos do cenário macroeconômico No primeiro semestre de 2016, em relação a igual período do ano anterior, a Construção Civil brasileira registrou queda de 4,3% em suas atividades, de acordo com os resultados do Produto Interno Bruto (PIB) divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Destacase que nos últimos dois anos o setor registrou desempenho negativo: em 2014: -0,9% e em 2015: - 7,6%. O mercado de trabalho sente os reflexos desta retração. Nos primeiros sete meses de 2016 a Construção Civil já perdeu, em todo o País, postos de trabalho formais. Neste período foram contabilizadas admissões contra demissões. Em 12 meses (agosto/15-julho/16) o número de trabalhadores com carteira assinada no setor caiu 14%. Este resultado, difícil de compreender para um País em desenvolvimento e que ainda tem muito a construir, é justificado pela recessão econômica caracterizada pela acentuada redução dos investimentos, deterioração fiscal, aumento da inflação, juros elevados, desemprego crescente e crédito mais restrito. Também é preciso considerar a forte crise de confiança instalada no País, diante de um ambiente totalmente conturbado. Diante de um cenário com retração constante, o PIB do 2º trimestre/16 trouxe um certo alento, indicando que a Construção registrou queda menos intensa em seu desempenho nos últimos meses. Apesar das atividades bem abaixo do que é considerado usual, nos últimos meses observa-se que a confiança dos empresários da Construção vem aumentando. 2

3 Desempenho da Construção Civil no Brasil Principais resultados para o PIB da Construção Civil no Brasil nos últimos seis trimestres Taxas % 2015.I 2015.II III IV 2016.I 2016.II Acumulado ao longo do ano/mesmo período do ano anterior -8,3-9,4-8,4-7,6-6,2-4,3 Últimos quatro trimestres/quatro trimestres imediatamente anteriores -5,0-7,2-6,9-7,6-7,1-5,0 Trimestre/mesmo trimestre do ano anterior -8,3-10,6-6,3-5,2-6,2-2,2 Trimestre/trimestre imediatamente anterior -0,1-6,3-0,9 1,9-2,8-0,2 Fonte: Sistema de Contas Nacionais Trimestrais/IBGE. Em qualquer base de comparação observa-se que os resultados do PIB da Construção Civil não são satisfatórios, evidenciando o impacto do cenário macroeconômico em suas atividades. Desde 2014 o setor vem exibindo números negativos em seu desempenho. Os dados mais recentes demonstram redução na intensidade da queda. Particularmente no 2º trimestre/16, em relação aos três primeiros meses do ano, o setor registrou relativa estabilidade (-0,2%). Apesar disso, observa-se facilmente que os números estão longe de serem razoáveis e distantes da necessidade mais imediata de impulsionar o desenvolvimento nacional. 3

4 Resultados do PIB Brasil no 2º trimestre/16 Total de Atividades e Construção Civil Taxa do 2º trimestre/16 em relação ao 1º trimestre/16 : Taxa do 2º trimestre/16 em relação ao mesmo trimestre de 2015 PIB Brasil (Total Atividades): -0,6% PIB Construção Civil: -0,2% Taxa acumulada nos últimos quatro trimestres finalizados em junho/16 (em relação aos quatro trimestres imediatamente anteriores) PIB Brasil (Total Atividades): -4,9% PIB Construção Civil: -5,0% PIB Brasil (Total Atividades): -3,8% PIB Construção Civil: -2,2% Taxa acumulada no primeiro semestre/2016 (em relação igual período do ano anterior) PIB Brasil (Total Atividades):-4,6% PIB Construção Civil: -4,3% Fonte: Contas Nacionais Trimestrais/IBGE. A expressiva redução dos investimentos ajuda a explicar o resultado do setor. No primeiro semestre/16, em comparação ao mesmo período do ano anterior, eles registraram retração de 13,3%. O Brasil precisa reativar, com urgência, as suas atividades produtivas. Para iniciar um novo ciclo de crescimento é indispensável a retomada dos investimentos, sob o risco da economia continuar fora dos trilhos, comprometendo o desenvolvimento futuro. Neste contexto, destaca-se a importância das Concessões e Parcerias Público-Privadas. 4

5 Resumo do desempenho da Construção no Brasil ,2% Queda da Produção Física Industrial insumos típicos da Construção Civil nos últimos 12 meses (ago/15-jul/16). -13,3% Queda no faturamento da indústria de materiais de construção no período de janeiro a julho/ Saldo negativo na geração de vagas com carteira assinada na Construção Civil brasileira nos últimos 12 meses (ago/15- jul/16). -4,3 % Queda do PIB da Construção Civil no 1º semestre/16 em relação igual período do ano anterior. Fonte: IBGE/Abramat/Abecip/Ministério do Trabalho. -48,3% Redução no número de unidades financiadas com recursos da caderneta de poupança no período jan-jul/16 (em relação igual período do ano anterior). 5

6 Resultados do PIB Minas Gerais no 1º trimestre/16 (último resultado disponível) Total de Atividades e Construção Civil Taxa do 1º trimestre/16 em relação ao último trimestre/15: PIB MG (Total Atividades): -0,6% PIB Construção Civil: -1,9% Taxa do 1º trimestre/16 em relação ao mesmo trimestre/15 PIB MG (Total Atividades): -5,6% PIB Construção Civil: -10,4% Taxa acumulada nos últimos quatro trimestres finalizados em março/16 (em relação aos quatro trimestres imediatamente anteriores) PIB MG (Total Atividades): -5,2% PIB Construção Civil: -9,6% Fonte: Fundação João Pinheiro. Em Minas Gerais também se observa forte queda nas atividades da Construção Civil. O País precisa do setor para enfrentar as suas carências mais básicas: infraestrutura, indispensável para a melhoria da produtividade e competitividade, pilares do desenvolvimento, e também o déficit habitacional. Por isso, as atividades da Construção precisam ser estimuladas. 6

7 Desempenho da Construção Civil em Minas Gerais ,6% Queda no PIB da Construção Civil em Minas Gerais nos últimos quatro trimestres finalizados em março/16 (em relação aos quatro trimestres imediatamente anteriores). -14,91% Redução no número de trabalhadores com carteira assinada na Construção mineira no período de 12 meses (ago/15-ju/16) Número de vagas, com carteira assinada, fechadas na Construção Civil mineira no período de janeiro a julho/ Número de trabalhadores com carteira assinada na Construção Civil em Minas Gerais em julho/ admissões demissões Resultados da Construção Civil em Minas Gerais no período de janeiro a julho/16.

8 Mercado de trabalho na Construção Civil Evolução do Saldo do Emprego Formal na Construção Civil Mês Brasil Minas Gerais RM BH Belo Horizonte jan/ fev/ mar/ abr/ mai/ jun/ jul/ ago/ set/ out/ nov/ dez/ Saldo/ jan/ fev/ mar/ abr/ mai/ jun/ jul/ ago/ set/ out/ nov/ dez/ Saldo/ jan/ fev/ mar/ abr/ mai/ jun/ jul/ Saldo/16 (até jul) Fonte: CAGED - Ministério do Trabalho. OBS: Saldo Sem Ajustes. O mercado de trabalho da Construção reflete o baixo ritmo de suas atividades. Desde outubro/14 o setor vem apresentando saldos negativos na geração de emprego, o que significa que o número de demissões supera o número de admissões. De outubro/14 a julho/16 o setor perdeu: Brasil: vagas Minas Gerais: vagas RMBH: vagas BH: vagas 8

9 Mercado de trabalho na Construção Civil Número de Trabalhadores na Construção Civil Mês Brasil Minas Gerais RM BH Belo Horizonte jan/ jul/ dez/ jan/ jul/ dez/ jan/ jul/ Fonte: Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED), Ministério do Trabalho. Em julho/2016 o número de trabalhadores com carteira assinada na Construção, em todo o País, foi de 2,5 milhões, o que representou retração de 14,02% em relação ao observado em igual mês do ano passado (2,929 milhões). Em relação a julho/14 a queda é ainda mais expressiva: 23,18%. Em Minas Gerais o número de trabalhadores formais no setor, em julho/16, foi 286 mil, demonstrando queda de 14,91% na comparação com igual mês do ano anterior. Neste período, a redução de trabalhadores no setor na RMBH foi de 15,85%. 9

10 Faturamento da Indústria de Materiais de Construção Fonte: Abramat. De acordo com dados divulgados pela Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção (Abramat) o faturamento deflacionado das indústrias de materiais de construção apresentou retração de 13,3% nos primeiros sete meses de A reversão desse quadro depende do retorno das atividades da Construção, do incremento do crédito imobiliário e também de uma melhora no mercado de trabalho. 10

11 Vendas de cimento em queda De acordo com informações preliminares divulgadas pelo Sindicato Nacional da Indústria do Cimento (SNIC), as vendas internas de cimento, em julho, totalizaram 5,2 milhões de toneladas, o que representou queda de 11,7% em relação a igual mês do ano anterior. No período janeiro a julho/16 as vendas alcançaram 33,4 milhões de toneladas, correspondendo a redução de 13,1% na comparação com igual período de

12 Financiamento imobiliário com recursos do SBPE Entre janeiro e julho de 2016, os financiamentos imobiliários no Brasil, com recursos da caderneta de poupança, totalizaram R$26,4 bilhões, valor 47,9% inferior ao apurado em igual período de 2015 (R$50,7 bilhões). Foram financiados (janeiro a julho/16) 117,8 mil imóveis, representando recuo de 48,3% em relação ao mesmo período do ano passado, quando 227,9 mil unidades foram objeto de financiamento bancário. 12

13 MERCADO IMOBILIÁRIO DE BELO HORIZONTE E NOVA LIMA No segundo trimestre/16, em relação aos três primeiros meses do ano, observou-se retração de 30,4% nas vendas de imóveis residenciais (novos) no mercado imobiliário de Belo Horizonte e Nova Lima. Neste mesmo período, a queda nos lançamentos foi de 78,9%. Esse resultado demonstra que as vendas foram mais dinâmicas do que os lançamentos o que gerou, como consequência, redução no estoque de imóveis disponíveis para comercialização (-8,6%). 13

14 MERCADO IMOBILIÁRIO DE BELO HORIZONTE E NOVA LIMA PESQUISA DO MERCADO IMOBILIÁRIO BELO HORIZONTE E NOVA LIMA RESUMO DO PRIMEIRO SEMESTRE 2016 RESIDENCIAL COMERCIAL Número de unidades vendidas Velocidade de Vendas (média % mensal) 5,5 5,9 Oferta inicial (junho/16) Oferta atual (junho/16) Número de empreendimentos lançados 25 4 Número de unidades lançadas Preço médio - R$/m² (junho/2016) 7.389, ,00 VGV lançado (R$) R$484 milhões R$118 milhões VGV Vendido (R$) R$852milhões R$140 milhões Fonte: Pesquisa do Mercado Imobiliário BH e Nova Lima. Brain Consultoria. Nos primeiros seis meses de 2016 foram vendidas unidades residenciais em Belo Horizonte e Nova Lima, enquanto os lançamentos totalizaram unidades. Portanto, o número de unidades vendidas foi 54,29% superior ao de lançadas, o que significa 601 unidades vendidas a mais do que os lançamentos. O VGV dos lançamentos residenciais totalizou R$484 milhões, enquanto o correspondente às vendas foi 76,03% superior e alcançou R$852 milhões. 14

15 Empresários da Construção estão menos pessimistas Pts. 55,0 55,0 Índice de Confiança do Empresário da Indústria da Construção do Brasil e de Minas Gerais - janeiro/14 a agosto/16 50,0 49,3 47,5 49,6 45,0 45,1 44,6 44,4 44,9 40,0 35,0 41,3 36,8 39,5 31,7 34,4 35,0 36,4 33,3 35,5 39,3 30,0 25,0 28,1 27,3 29,2 jan/14 mar/14 mai/14 jul/14 set/14 nov/14 jan/15 mar/15 mai/15 jul/15 set/15 nov/15 jan/16 mar/16 mai/16 jul/16 ICEI da Construção - MG ICEI da Construção - Brasil Fonte: Sinduscon-MG, Fiemg e Confederação Nacional da Indústria (CNI). O Índice de Confiança do Empresário da Indústria da Construção Civil (ICEICON) vem registrando incremento nos últimos meses. No Brasil o indicador, calculado pela CNI, já está bem próximo da linha divisória de 50 pontos (que demonstra otimismo). Em agosto/15 ele correspondia a 37,3 pontos e, em agosto/16, subiu para 49,6 pontos. Em Minas Gerais o ICEICON, calculado pela FIEMG com o apoio do Sinduscon-MG, também vem exibindo recuperação, passando de 29,4 pontos em agosto/15 para 44,9 pontos em agosto/16 (alta de 15,5 pontos). O indicador varia de 0 a 100 pontos. Valores acima de 50 pontos indicam otimismo e abaixo indicam pessimismo. A revisão das perspectivas para a economia nacional podem ter contribuído para a redução do pessimismo do empresário construtor. 15

16 Importância socioeconômica da cadeia produtiva da Construção Civil Economia Mineira R$505,57 de renda no próprio setor na forma de salários, rendimentos de autônomos, lucros das empresas, etc. R$214,35 de renda nos setores R$1.000,00 fornecedores de investidos em obras matéria prima Total: R$719,93 de renda direta e indireta adicionada. R$10 milhões investidos em obras 79 empregos na indústria de materiais de construção, serviços e comércio de materiais 312 postos de trabalho nas construtoras Total: 391 novas ocupações Construção Civil = Investimento social + Investimento econômico Fonte: Estudo Cadeia Produtiva CC - MG FIEMG FGV/2013

17 Avaliação final Os mais recentes resultados sobre o desempenho da economia nacional sugerem que efetivamente a crise já atingiu o fundo do poço e que o País está dando os primeiros passos para deixá-la para trás. Dados de queda do PIB para 2016 menos pessimistas (-3,1%) e crescimento em 2017 (estimativas de 1% a 2%) já fazem parte das novas projeções. A sensível melhora nos indicadores de confiança de empresários e consumidores sinaliza que o pior já passou. Mas é preciso ressaltar que para começar um novo ciclo virtuoso de crescimento o País necessita, com urgência, de avançar no seu quadro fiscal. Não se inicia um processo de desenvolvimento sustentado com tamanho desequilíbrio nas contas públicas. Os aguardados resultados positivos podem ser ilusórios se não acontecer nenhum avanço nessa área. É preciso destacar a prioridade da reforma política, fundamental para promover o fortalecimento da estabilidade do País. Outras reformas como a previdenciária, a trabalhista e a tributária são indispensáveis. Existe a necessidade, ainda, de estimular a produção de setores essenciais ao seu desenvolvimento, como a Construção Civil. A precária infraestrutura nacional pede urgência nisso. Neste sentido, avançar nas Parcerias Público-Privadas e também nas Concessões certamente trará resultados positivos. A maior união de agentes públicos e privados resultará no fortalecimento estratégico do aguardado novo ciclo de desenvolvimento nacional. No lado da habitação, sempre é preciso lembrar que o déficit habitacional está concentrado nas famílias com renda de até três salários mínimos. Por isso, programas habitacionais não podem ser tratados como projetos políticos. É necessário consolidá-los como programas de estado. Assim, será possível combater a carência de moradias de forma continuada e organizada. 17

18 Avaliação final Diante de um cenário caracterizado por forte recessão econômica, com juros exorbitantes, inflação elevada, contas públicas totalmente desajustadas, forte retração dos investimentos e mercado de trabalho enfraquecido, a Construção Civil apresenta queda expressiva em suas atividades. Os indicadores de emprego formal, da produção de materiais de construção, do mercado imobiliário e do PIB revelam as dificuldades do setor. As estimativas atuais demonstram que depois de registrar queda 0,9% em seu PIB no ano 2014 e redução de 7,6% em 2015 a Construção deverá encerrar 2016 com queda de 5% em suas atividades. Caso as estimativas deste ano sejam confirmadas, a Construção acumulará retração de 13% no período O desempenho de 2017 está condicionado a velocidade de recuperação da economia brasileira e ao retorno dos investimentos. Sempre é bom lembrar que o setor é essencial para o desenvolvimento nacional, pois é ele que constrói as bases de um crescimento sustentado em qualquer economia, especialmente aquelas em desenvolvimento, como o Brasil. 18

19 Avaliação final A Construção Civil, que vem padecendo com as suas atividades em patamares abaixo do que é usual, não está parada. Está se fortalecendo ainda mais para atender às necessidades do Brasil e também para ser a protagonista do novo ciclo de crescimento. Por isso, entre os dias 7 a 9 de setembro, acontecerá o MinasCon Promovido pela Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (FIEMG), por intermédio da sua Câmara da Indústria da Construção (CIC), e já em sua 13ª edição, este encontro reunirá empresários, profissionais das áreas de engenharia e arquitetura, além de professores e estudantes, para discutir aspectos essenciais ao desenvolvimento setorial. Serão três dias de intensos trabalhos e debates que passam pelo cumprimento da Norma de Desempenho, pela utilização de inovação, de novas tecnologias e pelos ganhos de produtividade, que contribuirão para preparar, ainda mais, a Construção Civil para o novo ciclo de desenvolvimento que está por vir. É uma prova que esperamos 2017 melhor do que 2016 e que acreditamos que 2018 será melhor do que

20 Câmara da Indústria da Construção CIC/FIEMG Setembro/

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