A EQUIPE DE ENFERMAGEM VISLUMBRANDO QUALIDADE DE VIDA AOS PORTADORES DE INSUFICIÊNCIA RENAL CRÔNICA¹

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1 A EQUIPE DE ENFERMAGEM VISLUMBRANDO QUALIDADE DE VIDA AOS PORTADORES DE INSUFICIÊNCIA RENAL CRÔNICA¹ FONSECA, Graziele Gorete Portella da²; ZAMBERLAN, Cláudia³; PARCIANELLO, Márcio Kist 4 ; CARMO, Dilce Rejane Peres do 5 1 Trabalho do tipo reflexivo 2 Enfermeira, Especialista em Enfermagem do trabalho. Especializanda em Gestão de Organização Pública em Saúde pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), Santa Maria, RS, Brasil. Membro do Grupo de estudos e Pesquisa: Gerenciamento Ecossistêmico na Enfermagem/Saúde (GEES). 3 Enfermeira, docente do Centro Universitário Franciscano (UNIFRA), Santa Maria, RS, Brasil. Membro do Grupo de estudos e Pesquisa: Gerenciamento Ecossistêmico na Enfermagem/Saúde (GEES). 4 Enfermeiro, Formado pelo Centro Universitário Franciscano (UNIFRA), Santa Maria, RS, Brasil. Membro do Grupo de estudos e Pesquisa: Gerenciamento Ecossistêmico na Enfermagem/Saúde (GEES). 5 Enfermeira, Mestre em Enfermagem pela Universidade Federal de Santa Maria-RS (UFSM), membro do Grupo de Estudo e pesquisa: Gerenciamento Ecossistêmico na Enfermagem/Saúde (GEES). Professora convidada pelo Dep. De Enfermagem-UFSM no Projeto: Centro Regional de Referencia de Enfrentamento ao Crack e outras Drogas- (CRR). ; RESUMO A Insuficiência Renal Crônica (IRC) é uma patologia, considerada um problema de saúde pública, sendo que quanto mais avançada a idade do individuo maior é a chance do mesmo desenvolver esse agravo, principalmente relacionada com a hipertensão arterial e a diabetes mellitus. Diante do exposto o objetivo deste estudo é refletir como o cuidado de enfermagem frente aos portadores de Insuficiencia Renal Crônica, pode promover qualidade de vida aos mesmos. Trata-se de uma pesquisa bibliografica do tipo reflexiva desenvolvido em analogia com autores da área. Nessa conjuntura, é de extrema importância à intervenção da enfermagem através do ensino, apoio e estímulo à adesão ao tratamento e ao enfrentamento das complicações inerentes a doença. Ao final deste estudo, espera-se que o mesmo possa despertar aos profissionais de saúde a reflexão e percepção de como é relevante e necessário avaliar e proporcionar a qualidade de vida dos indivíduos portadores de IRC. Palavras-chave: Enfermagem; Qualidade de vida; Insuficiência renal crônica. 1. INTRODUÇÃO A Insuficiência Renal Crônica (IRC) é uma patologia, considerada um problema de saúde publica, sendo que quanto mais avançada à idade do individuo maior é a chance do mesmo desenvolver esse agravo, principalmente por estar relacionada com a hipertensão arterial e a diabetes mellitus. Como o índice de pessoas idosas está aumentando a tendência é que a incidência de portadores com IRC também aumente, com isso reforça a ideia de que a enfermagem precisa ter subsídios técnicos e científicos, atuando com

2 relevante saber clínico face a esta patologia, pois só assim poderá oferecer cuidados qualificados a esses clientes (CHERCHIGLIA et al, 2010). No entanto, por tratar-se do resultado de lesões irreversíveis aos rins, essa complicação é responsável por um alto índice de mobimortalidade, bem como uma baixa qualidade de vida (QV) de seus portadores (FREITAS; COSMO, 2010). Com isso é necessário um maior conhecimento em relação a estas patologias para que assim os cuidados prestados pela enfermagem, nas diversas fases da IRC, sejam cada vez mais eficazes, propiciando uma integração entre o cliente/usuário e seus cuidadores, criando um vinculo de confiança entre ambos. Nessa perspectiva, o suporte oferecido ao indivíduo renal crônico é extremamente relevante para o desenvolvimento de estratégias que visem à preservação da qualidade de vida, atenuando o sofrimento frente à enfermidade (RIBEIRO et al 2008.; SOUZA et al, 2007). Uma vez que, esse agravo possui relação direta com outras doenças associadas como a hipertensão arterial, e a diabete mellitus, pois, na maioria das vezes ocasiona piora na sua QV, sendo relevante dessa maneira um cuidado sistêmico frente às possíveis complicações decorrentes dela. Por se tratar de uma patologia crônica, de surgimento insidioso, que causa comprometimentos em várias funções vitais, debilitando e impondo restrições tanto físicas como psicológicas, bem como exigindo de seu portador um esforço muito grande para conseguir tolerar e se adaptar as mudanças de vida e a gradual perda de sua qualidade. Em decorrência dos sintomas, e tratamento da doença, os indivíduos se deparam com várias limitações em seu cotidiano, como: restrições alimentares, hídricas, por conta das sessões de hemodiálise ou diálise peritoneal (BEZERRA; SANTOS, 2008). A Sociedade Brasileira de Nefrologia (SBM), afirma que em 2007, pessoas estavam submetidas à diálise e pessoas ao tratamento de hemodiálise, já em março de 2008 cerca de pessoas sofriam de problemas renais e necessitavam de tratamento dialítico, isso somente no Brasil (SESSO et al, 2007, 2008). Diante da problemática apresentada acima, indagou-se o seguinte questionamento, de que forma a equipe de enfermagem pode contribuir para melhorar a QV do indivíduo portador de Insuficiência Renal Crônica? Na tentativa de responder a esse questionamento elencou-se como objetivo deste estudo refletir como o cuidado de enfermagem frente aos portadores de IRC, pode promover QV aos mesmos. 2. METODOLOGIA Trata-se de uma pesquisa bibliográfica do tipo reflexiva desenvolvida em analogia com autores da área. A pesquisa bibliográfica baseia-se em diversas fontes literárias

3 atendendo os objetivos do estudo, sendo necessário estudar de forma ampla o acervo bibliográfico disponível, onde se compara, analisa, critica, interpreta e organiza o próprio pensamento, elaborando um novo texto, que soluciona o problema levantado (FURASTÉ, 2006). Para a realização deste trabalho, buscou-se embasamento científico em livros, e artigos de periódicos nacionais, indexados na biblioteca eletrônica SCIELO Brasil, onde encontrou-se 15 artigos, dos quais utilizou-se 9 para a realização deste trabalho. Para tanto, empregou-se os descritores qualidade de vida, enfermagem e insuficiencia renal crônica. Como critério de inclusão levou-se em conta pesquisas publicadas antes de 2000, e em lingua portuguesa, assim, pesquisas em lingua estrangeira e de publicação anterior ao ano 2000 não foram utilizadas, sendo este o critério de exclusão deste trabalho. O estudo foi desenvolvido no mês de julho de RESULTADOS E DISCUSSÕES A IRC compromete progressivamente e irreversível degradação da função celular dos rins, acarretando em complicações como a uremia causando, nos portadores irritações gastrointestinais, perda de peso, vômitos, diarréia, hipertensão, entre outras complicações (FREITAS; COSMOS, 2010). No entanto, esses indivíduos exigem uma atenção sistêmica dos profissionais cuidadores, quanto ao surgimento de possíveis complicações decorrentes tanto da patologia quanto do tratamento. Assim, a equipe cuidadora deve apoiar, educar e estimulá-los a adesão do tratamento e no enfrentamento das complicações inerentes a doença e ao tratamento. Esta doença causa inúmeros efeitos negativos na vida dos clientes, por ser de difícil tratamento, e com várias complicações físicas, psicológicas tanto para o individuo portador como para sua família, pois o cotidiano desses é alterado. Outro fato agravante desses efeitos indesejáveis é a questão econômica uma vez que na grande maioria as limitações impostas pela doença e pelo seu tratamento acarretam na perda do emprego, vindo a contribuir em seu isolamento social, transtornos emocionais e consequentemente em sua qualidade de vida (MARTINS; CESARINO, 2005). Dessa maneira, esta enfermidade e seu tratamento exigem dos acometidos a adaptação a essas mudanças e debilidades, sendo este acontecimento um longo período de adaptações e constante busca pela QV. O tratamento inicialmente pode ser efetuado por meio de terapêuticas conservadoras, através de controle dietético, medicamentoso e o controle da hipertensão arterial. A indicação da diálise peritoneal e ou da hemodiálise ocorre quando o tratamento conservador não é mais capaz de manter a QV dos mesmos e/ou quando há a ocorrência de sinais e sintomas de uremia (RIBEIRO et al, 2008). Nesse momento, cabe aos familiares

4 e a equipe de enfermagem apoiar o cliente, explicando como será o tratamento, seus riscos, benefícios, para que o mesmo fique ciente de tudo, vindo aderir a terapêutica, contribuindo para a eficácia do projeto terapêutico. Pois, como afirma Furtado et al (2010 p ) O fato de sobreviver com a insuficiência renal crônica, às vezes por longos períodos, não significa viver bem, pois quase sempre há limitações com prejuízos da participação em várias atividades cotidianas. Por isso, é importante abordar junto ao paciente o cuidado, mesmo em uma situação de cronicidade, ser crônico, é preciso estimulá-lo a compreensão do estar crônico, para emergir uma visão saudável em relação à continuidade da vida, não permanecendo na estagnação e passividade da doença. Na IRC, o tratamento basicamente é a diálise peritonial ou a hemodiálise, estas apesar de prolongar a vida, não curam. Somente o transplante renal poderá curar e resolver definitivamente o problema (KUSUMOTO et al, 2008). Desse modo, o cuidado direcionado a esses individuos deve ser assumido como um compromisso, uma responsabilidade de toda equipe cuidadora, promovendo cuidado humanizado, baseado no princípio da integralidade, em todas as etapas da enfermidade, visando à promoção da saúde e sua qualidade de vida. O cuidado, gerenciado pelo enfermeiro deve visar à formação de um vínculo entre cliente e profissional, sendo este um fator importante para a saúde emocional, refletindo diretamente em sua qualidade de vida. É de extrema importância à intervenção da enfermagem através do ensino quanto aos hábitos alimentares sadios, os efeitos da inanição, tanto no funcionamento fisiológico como psicológico. Nessa conjuntura, vislumbra-se que através da difusão das reais necessidades desses clientes/usuários, pode-se celebrar que a ciência é uma estratégia eficaz para que ocorra a relação de vínculo com a comunidade assistida, pois esta subsidia a efetivação desse relacionamento, dentro de um contexto ecossistêmico corroborando dessa forma para a otimização da qualidade de vida das pessoas. 4. CONCLUSÃO Após este estudo percebe-se o quanto é complexa a assistência à saúde, porém mais amplo é o conhecimento que carecemos ter com o ser humano quando debilitado, sendo que esta diversidade de saber merece especial atenção quando as pessoas estão sob os cuidados de enfermagem, pois destes cuidados depende o processo de tratamento e da inserção social do doente. Assim, a enfermagem que possui como objetivo o cuidado, deve transcender a prática curativista, partindo para uma abordagem sistêmica, educando

5 em saúde e valorizando o potencial de conhecimento dos indivíduos visto que, o conhecimento é um processo contínuo e precisa ser compartilhado entre as pessoas para que possa ser assimilado e expandindo. Desse modo, fica evidente que o apoio, a educação e o vínculo estabelecido, os quais auxiliam no bem estar desses indivíduos, são intervenções que devem ser adotadas como premissa e devem fazer parte da assistência de enfermagem, tornando dessa maneira o cuidado efetivo, abrangente, visando o todo e ao mesmo tempo o singular. Ao final deste estudo, espera-se que o mesmo possa despertar os profissionais de saúde a reflexão e perceberem como é relevante e necessário avaliar e proporcionar a qualidade de vida dos indivíduos portadores de IRC, para que este enfermeiro e sua equipe promovam cuidados sistêmicos, educação em saúde visando a otimização do processo de tratamento, bem como de sua recuperação e consequentemente sua QV. REFERÊNCIAS BEZERRA, K. V.; SANTOS, J. L. F. O cotidiano de pessoas com insuficiência renal crônica em tratamento hemodialítico. Rev. Latino-am enferm., v.16, n. 4, Disponível em: Acessado em: KUSUMOTO, L.; MARQUES, S.; HAAS, V.J.; RODRIGUES, R. A. P. Adultos e idosos em hemodiálise: avaliação da qualidade de vida relacionada à saúde. Acta Paul. Enferm., v, 21, Disponível em: Acessado em: FURASTÉ, P. A. Normas técnicas para o trabalho científico: elaboração e formatação. 14. ed. Porto Alegre: Brasil, FURTADO, A. M.; PENNAFORT, V. P. S.; SILVA, L. F.; SILVEIRA, L.C.; FREITAS, M. C.; QUEIROZ, M. V. O. Cuidar permanência: enfermagem 24 horas, nossa maneira de cuidar. Rev. bras. Enferm. Brasília, v.63, n.6, p ,2010. Disponível em: Acessado em: FREITAS, P. P. W.; COSMO, M. Atuação do Psicólogo em Hemodiálise. Rev. SBPH, Rio de Janeiro, v. 13, n. 1, Disponível em Acessado em: CHERCHIGLIA, M. L.; MACHADO, E. L.; SZUSTER, D. A. C.; ANDRADE, E. I. G.; ACÚRCIO, F. A.; CAIAFFA, W. T.; SESSO, R.; JUNIOR, A. A. G.; QUEIROZ, O. V.; GOMES, I. C. Perfil epidemiológico dos pacientes em terapia renal substitutiva no Brasil, Rev. Saúde Pública, São Paulo, v. 44, n. 4, Disponível em: Acessado em:

6 MARTINS, M. R. I.; CESARINO, C. B. Qualidade de vida de pessoas com doença renal crônica em tratamento hemodialítico. Rev. Latino-am Enferm. v.13, n.5, Disponível em: Acessado em: RIBEIRO, R. C. H. M.; OLIVEIRA, G. A. S. A.; RIBEIRO, D. F.; BERTOLIN, D. C.; CESARINO, C. B.; LIMA, L. C. E. Q.; OLIVEIRA, S. M. Caracterização e etiologia da insuficiência renal crônica em unidade de nefrologia do interior do estado de São Paulo. Acta Paul Enferm. v.21, Disponível em: Acessado em: SESSO, R.; LOPES, A. A.; THOMÉ, F.S.; BEVILACQUA, J.L.; JUNIOR, J.E.R.; LUGAN, J. Resultado do censo de diálise da SBN, J. Bras. Nefrol., v. 29, n. 4, Disponível em: Acessado em: SESSO, R.; LOPES, A. A.; THOMÉ, F.S.; BEVILACQUA, J. L.; JUNIOR, J.E.R.; LUGAN, J. Relatório do censo de diálise da SBN, J. Bras. Nefrol., v. 30, n. 4, Disponível em: Acessado em: SOUZA, E. F.; MARTINO, M.MF.; LOPES, M.HBM. Diagnósticos de enfermagem em pacientes com tratamento hemodialítico utilizando o modelo teórico de Imogene King. Rev. esc. enferm. USP. v.41, n.4, Disponível em: Acessado em:

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