Diretor-Geral do Serviço Florestal Brasileiro Antônio Carlos Hummel

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Diretor-Geral do Serviço Florestal Brasileiro Antônio Carlos Hummel"

Transcrição

1

2

3

4

5 Diretor-Geral do Serviço Florestal Brasileiro Antônio Carlos Hummel Conselho Diretor do Serviço Florestal Brasileiro Antônio Carlos Hummel Cláudia de Barros e Azevedo Ramos Joberto Veloso de Freitas Marcus Vinicius da Silva Alves Thiago Longo Menezes Gerente Executivo de Concessões Florestais Marcelo Arguelles de Souza Gerente Executivo de Monitoramento e Auditorias Florestais José Humberto Chaves Organizadores Anna Fanzeres Chirle Colpini Sergio Miguel Safe de Matos Tobias Baruc Moreira Pinon Colaboradores Leiliane Saraiva Oliveira Marta Aparecida de Souza Pereira Sidney Aurelio Valeriano Ramos Revisão de textos Márcia Gutierrez Aben-Athar Bemerguy

6

7 APRESENTAÇÃO 09 ETAPA 1: PROCEDIMENTOS PARA MEDIÇÃO DE TORAS NAS UNIDADES DE MANEJO DAS CONCESSÕES FLORESTAIS 11 1.CONSIDERAÇÕES TÉCNICAS 13 2.IDENTIFICAÇÃO DE TORAS APÓS TRAÇAMENTO E RETRAÇAMENTO 13 3.MEDIÇÃO DOS DIÂMETROS DAS TORAS 14 4.MEDIÇÃO DO COMPRIMENTO DAS TORAS 17 5.CÁLCULO DE VOLUME 18 ETAPA 2: REGISTRO NO SISTEMA DE CADEIA DE CUSTÓDIA DAS CONCESSÕES FLORESTAIS DAS MEDIÇÕES DE TORAS 19 ETAPA 3: PROCEDIMENTOS PARA MEDIÇÃO NAS UNIDADES DE PROCESSAMENTO 23 6.MEDIÇÃO DE MADEIRA SERRADA/LAMINADA Madeira de tamanhos variados Madeira de tamanho uniforme 28 7.MEDIÇÃO DE MADEIRA BENEFICIADA 29 8.CONSIDERAÇÕES SOBRE A CONFERÊNCIA DO SERVIÇO FLORESTAL BRASILEIRO 30 ETAPA 4: REGISTRO NO SISTEMA DE CADEIA DE CUSTÓDIA DAS CONCESSÕES FLORESTAIS DAS MEDIÇÕES DE SUBPRODUTOS FLORESTAIS 33 ETAPA 5: PROCEDIMENTOS PARA MEDIÇÃO DE RESÍDUOS 37 9.CONCEITUAÇÃO SOBRE RESÍDUOS VOLUME DOS TORETES Fórmula para o cálculo do volume dos toretes LENHA Cálculo do volume da lenha em estéreo 11.2 Cálculo do volume da lenha em metro cúbico BIBLIOGRAFIA 43

8

9 Este guia apresenta orientações quanto aos procedimentos para medições de produtos e subprodutos madeiros provenientes das unidades de manejo florestal das concessões florestais e visa padronizar o método dessas medições para não haver discrepâncias nos resultados obtidos pelos concessionários e pelos agentes responsáveis por monitorar e fiscalizar a cadeia de custódia desses produtos. Os procedimentos estão baseados na Resolução Conama nº 411, de 6 de maio de 2009, no Manual de Fiscalização do Ibama (IBAMA, 2002) e no Manual de Procedimentos de Estocagem, Medição e Fiscalização de Produtos Florestais (MATO GROSSO, 2008). O guia foi dividido em cinco etapas, com o objetivo de facilitar o entendimento do processo de medição e registro no Sistema de Cadeia de Custódia das Concessões. Etapa 1: Procedimentos para medição de toras nas Unidades de Manejo das Concessões Florestais; Etapa 2: Registro no Sistema de Cadeia de Custódia das Concessões Florestais; Etapa 3: Procedimentos para medição na Unidade de Processamento; Etapa 4: Registro no Sistema de Cadeia de custódia das Concessões Florestais; e Etapa 5: Procedimentos para medição de resíduos.

10

11

12

13 1. CONSIDERAÇÕES TÉCNICAS Dentre as variáveis mensuráveis em uma árvore e no povoamento florestal, o diâmetro é a mais importante e, por extensão, a circunferência (MACHADO e FILHO, 2003). A importância básica do diâmetro é ser uma medida direta, a partir da qual se pode calcular a área transversal, a área basal, o volume, o quociente de forma de uma árvore, entre outras grandezas de interesse (SANQUETTA et.al., 2006). Segundo Machado e Filho (2003), a altura constitui-se em outra importante característica da árvore que pode ser medida ou estimada. Ela serve essencialmente para o cálculo do volume e de incrementos em altura e em volume. A estimativa do volume é uma das principais finalidades dos inventários florestais, principalmente quando estes têm fins comerciais. A única medida direta e real do volume é aquela obtida via cubagem rigorosa. Existem vários métodos de cubagem, entre os quais: Smalian, Huber, Newton, Hohenald, FAO, xilômetro, gráfico, etc. (SANQUETTA et.al., 2006). A Resolução CONAMA nº 411, de 6 de maio de 2009, define que a cubagem de madeira em tora deve ser feita por meio do método Smalian. O método utiliza os dados de comprimento e diâmetros da base e do topo da tora. A coleta desses dados deverá ser realizada por um trabalhador treinado, que para tanto fará uso de fita diamétrica ou suta e tinta óleo, observando os aspectos indicados na sequência. 2. IDENTIFICAÇÃO DE TORAS Com base no Sistema de Cadeia de Custódia das Concessões, após o corte da árvore, todas as seções geradas recebem a identificação com o número da árvore-mãe acrescido de letras sequenciais. Uma sugestão de procedimento é que, após o corte das árvores, ainda na floresta, as toras cortadas para arraste recebam somente o número da árvore-mãe. Essas toras deverão ser arrastadas até o pátio, onde então receberão as letras sequenciais (ver figura 1) a partir da primeira tora originada da base da árvore. Figura 1. Traçamento da árvore e identificação das toras.

14 Em casos excepcionais, poderá ocorrer o retraçamento das toras, que deverá ser comunicado previamente à Gerência Executiva de Monitoramento e Auditorias Florestais do Serviço Florestal Brasileiro, para liberação do cadastro no Sistema de Cadeia de Custódia. O retraçamento deve ocorrer a partir das toras geradas e já cadastradas no Sistema de Cadeia de Custódia com letras sequenciais únicas. As toras retraçadas deverão ser identificadas pelo acréscimo de mais uma letra: 10A 10AA e 10AB e 10B 10BA e 10BB (ver figura 2). Figura 2. Retraçamento e identificação da tora. 3. MEDIÇÃO DOS DIÂMETROS DAS TORAS Os diâmetros da base e do topo serão mensurados com auxílio de trena e deverão ter os pontos de medição marcados com tinta óleo. A marcação dos pontos será feita tanto na base quanto no topo da tora, da seguinte forma: O trabalhador posicionará o marcador em formato de cruz (cruzeta) com ângulo de 90 o (ver figura 3), centralizando-o na base ou no topo da tora e tendo como ponto inicial o diâmetro maior da seção, sem considerar a casca, e marcará o ponto de medição com tinta óleo (ver figura 4). Figura 3. Marcador de ponto de medição do diâmetro (cruzeta). Figura 4. Ponto de medição dos diâmetros em toras uniformes.

15 O segundo ponto de medição será o que forma o ângulo de 90 o com o primeiro, indicado no marcador (cruzeta). A tora receberá plaqueta (etiqueta) contendo, no mínimo, informação sobre o número da Unidade de Produção Anual (UPA), o ano de produção (i.e. safra), numeração da árvore acrescida da letra pertinente, com escrita legível e sem rasura, de acordo com a Resolução SFB nº 6, de 7 de outubro de 2010, que institui o Sistema de Cadeia de Custódia das Concessões Florestais. As medidas, específicas de cada tora, serão anotadas em planilhas, com clareza de escrita e sem rasuras. A presença de oco na tora não deve interferir nos procedimentos de medição dos diâmetros, ou seja, o volume ocupado pelo oco não será descontado, exceto no caso de descarte de até 2 metros na base da tora, devidamente autorizado pelo órgão ambiental competente. De acordo com a legislação, é obrigatório realizar o teste para identificar a presença de oco e podridão. 1 No caso de toras não uniformes, ou seja, aquelas que apresentam alguma protuberância (catana ou sapopema), a medida do diâmetro deverá ser realizada de uma das maneiras a seguir descritas, conforme seja o caso. Se a sapopema for de até 1/3 da extensão da tora (ver figura 5a), sua área de influência deverá ser desprezada e a medida considerada da base será a do ponto onde ocorre a uniformidade do diâmetro, excluída a casca. Neste caso, a pintura na base da tora deve ser uma seta, que indicará que o ponto de medição foi realizado onde o diâmetro está uniforme. No ponto de medição, o diâmetro será medido utilizando-se uma fita diamétrica ou suta. Nesse local deve ser feita uma marcação com tinta óleo. Outra possibilidade é projetar na base da tora o diâmetro do ponto onde ocorre a sua uniformidade e marcar com tinta os locais de medição. Neste caso, serão tomadas duas medidas do diâmetro, conforme figura 5b. 1 Excepcionais descartes da parte da árvore com presença de oco devem estar previstos no Plano de Manejo Florestal Sustentável e ser precedidos de autorização do órgão ambiental, desde que permaneçam no interior da floresta juntamente com os demais resíduos da exploração, no limite máximo de 2 metros de comprimento.

16 Figura 5a. Ponto de medição dos diâmetros em toras com sapopema de até 1/3 da extensão da tora. Figura 5b. Outra possibilidade de medição por meio da projeção do diâmetro uniforme.

17 Se a sapopema for maior que 1/3 da extensão da tora (ver figura 6), a medida será realizada na base da tora (incluindo a sapopema) e no topo, como descrito anteriormente. Figura 6. Ponto de medição dos diâmetros em toras com sapopema maior que 1/3 da extensão da tora. 4. MEDIÇÃO DO COMPRIMENTO DAS TORAS Para a medição do comprimento das toras, será utilizada fita métrica, que deverá ser esticada tendo como ponto zero uma das extremidades da tora (topo ou base), considerando toda sua extensão, inclusive nos casos em que a tora apresente sapopemas.

18 5. CÁLCULO DE VOLUME O volume será calculado utilizando a fórmula de Smalian: 2 2 Db * Dt * 4 4 V * L,em que: 2 V = volume em m³; Db = Diâmetro da base da tora em metro (obtido a partir da média dos diâmetros na seção em cruz); L = Comprimento da tora em metro; Dt = Diâmetro do topo da tora em metro (obtido a partir da média dos diâmetros na seção em cruz). Quando da aplicação da fórmula, no caso em que a sapopema for de até 1/3 da extensão da tora, poderá haver apenas uma medida do diâmetro da base e de duas medidas do diâmetro do topo. Já quando a sapopema for maior que 1/3 da extensão da tora, o cálculo deve ser feito normalmente, utilizando as médias dos diâmetros da base e do topo.

19

20

21 O registro das atividades de exploração florestal no Sistema de Cadeia de Custódia das Concessões é iniciado após o corte da árvore. Nos campos apropriados, são registrados o número da árvore e a data de corte, além de informações sobre a equipe de corte. À medida que as árvores vão sendo arrastadas da floresta para os pátios e identificadas (número da árvore + sequencial de letras), novo registro é feito no Sistema de Cadeia de Custódia, para cada uma das toras, com a data dessa atividade, o pátio onde a tora foi depositada e o respectivo volume romaneado. As toras devem sempre estar separadas por espécie.

22

23

24

25 As toras provenientes das concessões florestais devem ser dispostas no pátio da Unidade de Processamento, separadas por espécie das demais fontes de matéria-prima, incluindo madeira advinda de outras concessões ou de concessões de terceiros (ver figura 7). Figura 7. Lote de toras de uma única espécie que serão processados para gerar produtos serrados ou aplainados. O concessionário deverá retirar e guardar as plaquetas de identificação até que todo o volume explorado seja processado e comercializado (ver figuras 8 e 9). Figura 8. Plaquetas de identificação.

26 Figura 9. Plaquetas de um lote processado. 6. MEDIÇÃO DE MADEIRA SERRADA/LAMINADA A madeira processada será contabilizada de duas maneiras: por agrupamento de peças individuais de tamanhos iguais, que podem ou não estar agrupadas em fardos, ou por agrupamento de peças de tamanhos variados (fardos ou pacotes).

27 6.1 Madeira de tamanho uniforme Os fardos (pacotes) uniformes são compostos por peças com as mesmas dimensões (ver foto 1). Para a determinação do volume dos fardos, é necessário conhecer o volume e o número de peças, conforme fórmula a seguir. VP E L C VF VP N, em que: VP= volume da peça em m³; E = espessura; L = largura; C = comprimento; VF= volume do fardo em m³; N = número de peças. A plaqueta de identificação de cada fardo (pacote) deverá ser fixada na parte superior da pilha (ver foto 2) e deverá conter as características do pacote gerado, assim como o número total de peças iguais. Foto 1. Pacotes uniformes agrupados. Foto 2. Identificação do fardo. A contagem do número de peças em cada fardo (pacote) deverá iniciar naquela peça em que a plaqueta se encontra e terminar na última peça antes da próxima plaqueta inferior, conforme foto 3. Foto 3. As setas indicam o início e fim de cada fardo. As plaquetas não podem ser colocadas na lateral do fardo, pois, caso haja outro fardo próximo, a conferência dos dados poderá ser prejudicada. Caso a plaqueta se perca, deve-se escrever o número do pacote com o giz de cera.

28 6.2. Madeira de tamanhos variados Os fardos mistos são compostos por peças com dimensões diferentes (espessura, largura ou comprimento), visando maximizar o aproveitamento das peças geradas ou atender a demandas de mercado (ver foto 4). No mesmo fardo (pacote) pode existir mais de um comprimento de peça declarada. Contudo, essas peças com comprimentos diferentes normalmente formam lastros de comprimentos uniformes (ver foto 5). Foto 4. Pacote de peças mistas. Foto 5. Detalhe da montagem de um pacote misto. O cálculo do volume dos fardos (pacotes) de tamanho variado poderá ser feito das seguintes formas. (1) Quando as peças forem medidas individualmente: VP E L C VF VPs, em que: VP= volume da peça em m³; E = espessura; L = largura; C = comprimento; VF= volume do fardo em m³; VPs = volume das peças. (2) Quando as peças não forem medidas individualmente: VF l lg h e, em que: VF = volume do fardo em m³; h = altura da pilha; l = comprimento da pilha onde ocorre o maior adensamento de madeira; lg = largura de pilha; e = altura do sarrafo (madeira serrada de pequena dimensão colocada nos espaços entre as madeira).

29 7. MEDIÇÃO DE MADEIRA BENEFICIADA É possível encontrar, no pátio da Unidade de Processamento, produtos de madeira que sofreram aparação posterior, constituindo peças aplainadas, prontas para o comércio (ver foto 6). Esses produtos são, necessariamente, confeccionados a partir dos produtos do desdobro primário anteriormente descritos, que foram secos em estufa e depois levados à plaina. A madeira seca e aplainada pode apresentar superfícies lisas nas quatro faces (S4S) ou apenas em dois lados (S2S). Foto 6. Madeira aplainada pronta para comercialização. O cálculo de volume dessas peças será feito da mesma forma descrita na seção 6.

30 8. CONSIDERAÇÕES SOBRE A CONFERÊNCIA DO SERVIÇO FLORESTAL BRASILEIRO Um técnico do Serviço Florestal Brasileiro irá conferir as plaquetas que deram origem a um lote de processamento, que deverão corresponder aos mesmos números existentes nas planilhas de controle ou relatórios do Sistema de Cadeia de Custódia das Concessões. Como não é possível a verificação dos produtos que se encontram na fase de secagem na estufa, o concessionário deverá informar ao técnico do Serviço Florestal Brasileiro o estoque que estiver em estufa. O técnico deverá anotar, na ficha de conferência de campo, os números dos fardos e peças que estão nessa fase. Recomenda-se que o fator de conversão seja efetuado por espécie. Ele deverá ser atestado após o término de elaboração de cada produto final a ser comercializado por lote, pois o produto a ser gerado e a quantidade de desdobro influencia diretamente no rendimento. Após a conferência e verificação dos lotes de madeira serrada ou beneficiada, o técnico do Serviço Florestal Brasileiro deverá preencher o quadro a seguir. Categoria de conferência Dado consistente Não encontrado Beneficiado Na estufa Madeiras diversas Sigla de conferência OK NE BF Estufa MD Nº de observações Total de fardos Nº total de lotes verificados Volume total de toras m³ Madeira serrada 1º desdobro m³ % %

31 Foto 7a. Tábua com 2,8cm. Foto 7b. Tábua com 2,6cm. Foto 7c. Local adequado para medição.

32

33

34

35 Após o processamento primário, o concessionário deverá registrar, em planilhas próprias, até que esteja finalizado o aplicativo do Sistema da Cadeia de Custódia das Concessões para o controle da produção, os dados dos lotes processados e, posteriormente, do reprocessamento ou rearranjo dos fardos de madeira processada. Caso haja pendências na Unidade de Processamento, o lote ou fardo pendente deve permanecer separado até que todos os ajustes necessários sejam providenciados.

36

37

38

39 9. CONCEITUAÇÃO SOBRE RESÍDUOS Todo material orgânico resultante da exploração florestal, com exceção do fuste, é considerado como resíduo florestal, como, por exemplo, sobras de madeira com ou sem casca, galhos finos e grossos, folhas, tocos, raízes, serapilheira e casca (PULITO & ARTHUR JUNIOR, 2009). A exploração de árvores comerciais gera um volume representativo de resíduos. Parte desses resíduos pode ser aproveitada para fabricação de peças de madeira, como móveis rústicos ou pequenos objetos de madeira, na fabricação de carvão ou ainda na utilização da lenha para geração de energia. O contrato de concessão florestal prevê o direito de explorar material lenhoso residual decorrente do destopo das toras exploradas nas Unidades de Manejo Florestal vinculadas às concessões florestais. O destopo das árvores resulta basicamente em duas formas de resíduo da exploração, conforme glossário de produtos de madeira da Resolução Conama n o 411/2009: lenha e toretes. 10. VOLUME DOS TORETES Por definição da Resolução Conama n o 411/2009, os toretes são seções aproveitáveis da árvore originadas a partir da galhada, ou de seções da tora, destinadas à cadeia produtiva da madeira serrada. Dessa forma, a medição deve-se dar semelhantemente à medição da tora, devendo ser estabelecido procedimento de controle da cadeia de custódia. Os toretes podem se apresentar na forma bifurcada (forquilha) e serem destinados ao processamento na serraria para produção de material diverso. Nesse caso, o cálculo do volume é baseado no seccionamento virtual dos toretes. Esse seccionamento pode-se dar em duas ou três seções (ver figura 10).

40 Figura 10. Exemplos de seccionamento virtual do torete bifurcado para aferição do volume Fórmulas para o cálculo do volume dos toretes A medição do volume do torete bifurcado se dará por meio do somatório individual das seções, como observado no esquema anterior e demonstrado nas fórmulas a seguir.

41 Vt= somatório dos volumes de cada seção do toretes bifurcado em m³; V1,V2 e V3 = Volumes de cada uma das seções dos toretes; D1, D2, D3, Dn = Diâmetros externos das seções (obtidos a partir da média dos diâmetros na seção em cruz); D1,D2, D3 = Diâmetros internos das seções (obtidos a partir das projeções das média dos diâmetros na seção em cruz). Obs: a) No caso do seccionamento em quatro ou mais partes, procede-se acrescentando ao somatório o volume da parte correspondente. b) Para a aferição do volume de toretes não bifurcados basta aplicar a forma de volume considerando apenas uma seção, semelhante à medição do volume da tora. c) Para o controle da cadeia de custódia dos toretes, a numeração deverá seguir o número da árvore original, seguida da letras TA, TB, TC, e assim por diante, tantos quantos forem os toretes aproveitados de cada árvore. 11. LENHA 11.1 Cálculo do volume da lenha em estéreo A lenha, que por definição da Resolução n o 411/2009 é a porção de galhos, raízes e troncos de árvores e nós de madeira, normalmente utilizados na queima direta ou produção de carvão vegetal, é, pela praticidade, comercializada com base na medida da madeira empilhada (volume estéreo st). O cálculo do volume estéreo será feito por meio de empilhamento do material lenhoso, adotando-se um padrão de organização das pilhas (ver figura 11), buscando uniformidade em sua largura e altura.

42 Figura 11. Demonstração do empilhamento da lenha para a medição do volume em estéreo. A medição do volume em estéreo consiste em estabelecer o volume da lenha empilhada, considerando, portanto, os espaços vazios existentes na pilha., em que: Vemp: volume de madeira empilhada; L1: largura da pilha de madeira; H: altura da pilha de madeira; L2: comprimento da pilha de madeira Cálculo do volume da lenha em m³ No caso de o concessionário florestal optar pela medição da lenha em m³, será necessário estabelecer o fator de empilhamento do produto para cada UMF. Segundo Scolforo (1998), o fator de empilhamento converte volume sólido de madeira em volume em metro estéreo (volume de madeira empilhada). Esse fator será sempre maior ou igual a 1 e é definido por:, em que: Fe = Fator de empilhamento; Vol. Sólido = volume sólido de madeira (cubagem rigorosa); Vemp = Volume de madeira empilhada (estéreo).

43

44

45 CONAMA. Resolução 411, de 06 de maio de Dispõe sobre procedimentos para inspeção de indústrias consumidoras ou transformadoras de produtos e subprodutos florestais madeireiros de origem nativa, bem como os respectivos padrões de nomenclatura e coeficientes de rendimento volumétricos, inclusive carvão vegetal e resíduos de serraria. Disponível em <http://www.mma.gov.br/port/conama/legiabre.cfm?codlegi=604> Acesso em: 25 jul IBAMA. Manual de Fiscalização. Brasília/DF: p. MACHADO, S. do A. e FIGUEIREDO FILHO, A. Dendrometria. Curitiba: A. Figueiredo Filho, p. MATO GROSSO. Ministério Público do Estado de Mato Grosso. Manual de procedimentos de estocagem, medição e fiscalização de produtos florestais. Cuiabá: p. MMA. Gestão de Florestas Públicas, Lei Nº de 2 de março de Brasília PULITO, A. P.; ARTHUR JÚNIOR, J. C. Manejo de Resíduos Florestais. Revista Opiniões Disponível em: <www.revistaopinioes.com.br/cp/materia.php?id=508>. Acessado em 29/06/2012. SANQUETTA, C.R.; WATZLAWICK, L.F.; DALLA CORTE, A.P.; FERNANDES, L. A. V. Inventários florestais: planejamento e execução. Curitiba: Editora Multi-Graphi, p. SCOLFORO, José Roberto Soares. Biometria Florestal: medição e volumetria das árvores. Lavras: UFLA/FAEPE, 1998.

46

47

48

RESOLUÇÃO N o 411, DE 6 DE MAIO DE 2009 Publicada no DOU nº 86, de 08/05/2009, págs. 93-96

RESOLUÇÃO N o 411, DE 6 DE MAIO DE 2009 Publicada no DOU nº 86, de 08/05/2009, págs. 93-96 RESOLUÇÃO N o 411, DE 6 DE MAIO DE 2009 Publicada no DOU nº 86, de 08/05/2009, págs. 93-96 Correlação Complementa a Resolução nº 379/2006. Resolução alterada pela 474/2016 em seus arts. 6º e 9º e anexos

Leia mais

MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE CONSELHO NACIONAL DO MEIO AMBIENTE RESOLUÇÃO N o 411, DE 06 DE MAIO DE 2009 Dispõe sobre procedimentos para inspeção de

MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE CONSELHO NACIONAL DO MEIO AMBIENTE RESOLUÇÃO N o 411, DE 06 DE MAIO DE 2009 Dispõe sobre procedimentos para inspeção de MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE CONSELHO NACIONAL DO MEIO AMBIENTE RESOLUÇÃO N o 411, DE 06 DE MAIO DE 2009 Dispõe sobre procedimentos para inspeção de indústrias consumidoras ou transformadoras de produtos

Leia mais

UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO ESCOLA SUPERIOR DE AGRICULTURA LUIZ DE QUEIROZ

UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO ESCOLA SUPERIOR DE AGRICULTURA LUIZ DE QUEIROZ UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO ESCOLA SUPERIOR DE AGRICULTURA LUIZ DE QUEIROZ DEPARTAMENTO DE CIÊNCIASFLORESTAIS VIII SIMPÓSIO DE TÉCNICAS DE PLANTIO E MANEJO DE EUCALIPTO PARA USOS MÚLTIPLOS INVENTÁRIO FLORESTAL

Leia mais

AT073 INTRODUÇÃO EIM

AT073 INTRODUÇÃO EIM Engenharia Industrial Madeireira AT073 INTRODUÇÃO EIM MEDIÇÃO DA MADEIRA Prof. Dr. Umberto Klock Objetivo: Os acadêmicos de EIM devem estar aptos a determinar o volume de troncos, pilhas de lenha, de árvores

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 187, DE 10 DE SETEMBRO DE 2008. O PRESIDENTE DO INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS -

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 187, DE 10 DE SETEMBRO DE 2008. O PRESIDENTE DO INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS - INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 187, DE 10 DE SETEMBRO DE 2008. O PRESIDENTE DO INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS - IBAMA, no uso das atribuições que lhe confere o inciso

Leia mais

INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS

INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 187, DE 10 DE SETEMBRO DE 2008: O PRESIDENTE DO INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS

Leia mais

MANUAL DE PROCEDIMENTOS DE ESTOCAGEM, MEDIÇÃO E FISCALIZAÇÃO DE PRODUTOS FLORESTAIS

MANUAL DE PROCEDIMENTOS DE ESTOCAGEM, MEDIÇÃO E FISCALIZAÇÃO DE PRODUTOS FLORESTAIS GOVERNO DO ESTADO DE MATO GROSSO MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DE MATO GROSSO MANUAL DE PROCEDIMENTOS DE ESTOCAGEM, MEDIÇÃO E FISCALIZAÇÃO DE PRODUTOS FLORESTAIS Superintendênia do IBAMA em MT SEMA-MT SEFAZ-MT

Leia mais

Sistema de Monitoramento e Controle Florestal de Mato Grosso: avaliação dos avanços e novos desafios

Sistema de Monitoramento e Controle Florestal de Mato Grosso: avaliação dos avanços e novos desafios Sistema de Monitoramento e Controle Florestal de Mato Grosso: avaliação dos avanços e novos desafios Julio César Bachega Consultor em Gestão Florestal j_bachega@hotmail.com Estrutura da apresentação Resgate

Leia mais

QUESTÕES ACERCA DAS ALTERAÇÕES NOS PROCEDIMENTOS REFERENTES A MADEIREIRAS

QUESTÕES ACERCA DAS ALTERAÇÕES NOS PROCEDIMENTOS REFERENTES A MADEIREIRAS MAIS INFORMAÇÕES SOBRE O ASSUNTO ABAIXO NA SUPERINTENDÊNCIA DE GESTÃO FLORESTAL/SEMA. TEL.: (065) 3613-7200. QUESTÕES ACERCA DAS ALTERAÇÕES NOS PROCEDIMENTOS REFERENTES A MADEIREIRAS Explicação quanto

Leia mais

A BIOMASSA FLORESTAL PRIMARIA

A BIOMASSA FLORESTAL PRIMARIA A BIOMASSA FLORESTAL PRIMARIA Entende-se por biomassa florestal primaria (BFP) a fração biodegradável dos produtos gerados e que são processados com fins energéticos. Nos casos dos reflorestamentos, a

Leia mais

RESUMO. João Luiz Dal Ponte Filho Orientadores: Prof. Ms. Jozébio Esteves Gomes Prof. Dr. José Luiz Stape Eng. Florestal Rildo Moreira e Moreira

RESUMO. João Luiz Dal Ponte Filho Orientadores: Prof. Ms. Jozébio Esteves Gomes Prof. Dr. José Luiz Stape Eng. Florestal Rildo Moreira e Moreira REVISTA CIENTÍFICA ELETRÔNICA DE ENGENHARIA FLORESTAL - ISSN 1678-3867 PUBLICAÇÃO CI ENTÍFICA DA FACULDADE DE AGRONOMIA E ENGENHARIA FLORESTAL DE GARÇA/FAEF ANO IV, NÚMERO, 08, AGOSTO DE 2006. PERIODICIDADE:

Leia mais

MANUAL DO DOCUMENTO DE ORIGEM FLORESTAL DOF

MANUAL DO DOCUMENTO DE ORIGEM FLORESTAL DOF MANUAL DO DOCUMENTO DE ORIGEM FLORESTAL DOF MÓDULO WEB MANUAL OPERACIONAL VERSÃO Nº 01 BRASÍLIA DF Agosto de 2006 Manual para Utilização do Sistema DOF Módulo - Web 1. UTILIZANDO O NOVO INSTRUMENTO DE

Leia mais

NORMA DE EXECUÇÃO N.º 2, DE 26 DE ABRIL DE 2007

NORMA DE EXECUÇÃO N.º 2, DE 26 DE ABRIL DE 2007 INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS DIRETORIA DE FLORESTAS NORMA DE EXECUÇÃO N.º 2, DE 26 DE ABRIL DE 2007 Institui, no âmbito desta Autarquia, o Manual Simplificado

Leia mais

1º RELATÓRIO DE LIMPEZA DO RESERVATÓRIO FOZ DO RIO CLARO

1º RELATÓRIO DE LIMPEZA DO RESERVATÓRIO FOZ DO RIO CLARO 1º RELATÓRIO DE LIMPEZA DO RESERVATÓRIO FOZ DO RIO CLARO Mobilização inicial até 30 de janeiro 2009 CAÇU E SÃO SIMÃO JANEIRO DE 2009 Sumário 1. APRESENTAÇÃO... 3 2. IDENTIFICAÇÃO... 3 2.1. EMPREENDEDOR...

Leia mais

Termo de Referência para Elaboração do Plano de Manejo Florestal Sustentável

Termo de Referência para Elaboração do Plano de Manejo Florestal Sustentável Governo do Estado do Rio Grande do Norte Secretaria de Estado do Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos Termo de Referência para Elaboração do Plano Avenida Nascimento de Castro, 2127 Lagoa Nova Natal RN

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 112, DE 21 DE AGOSTO DE 2006. DOU Nº 162, DE 23 DE AGOSTO

Leia mais

XV COBREAP - CONGRESSO BRASILEIRO DE ENGENHARIA DE AVALIAÇÕES E PERÍCIAS - IBAPE/SP 2009

XV COBREAP - CONGRESSO BRASILEIRO DE ENGENHARIA DE AVALIAÇÕES E PERÍCIAS - IBAPE/SP 2009 XV COBREAP - CONGRESSO BRASILEIRO DE ENGENHARIA DE AVALIAÇÕES E PERÍCIAS - IBAPE/SP 2009 ANÁLISE COMPARATIVA NA AVALIAÇÃO DE FLORESTA PLANTADA DE PINUS PELO MÉTODO DO VALOR ECONÔMICO, UTILIZANDO COMO PARÂMETROS

Leia mais

GREEN NATION FEST. Design e Sustentável Consumo Consciente

GREEN NATION FEST. Design e Sustentável Consumo Consciente GREEN NATION FEST Design e Sustentável Consumo Consciente O trabalho do designer Pedro Petry sempre foi pautado pela busca de alternativas que fomentam a sustentabilidade: Das experiências com objetos

Leia mais

Modelos Hipsométricos Para Genipa americana L. Em Plantio Homogêneo No Estado Da Bahia

Modelos Hipsométricos Para Genipa americana L. Em Plantio Homogêneo No Estado Da Bahia Modelos Hipsométricos Para Genipa americana L. Em Plantio Homogêneo No Estado Da Bahia Celsiane Manfredi (1) ; Thaiana Ferreira Alves (2) ; Patrícia Anjos Bittencourt Barreto (3) (1) Engenheira Florestal,

Leia mais

DITEC SETOR DE CONTROLE DOF Engº Agrº Markus Otto Zerza. markus.zerza@ibama.gov.br

DITEC SETOR DE CONTROLE DOF Engº Agrº Markus Otto Zerza. markus.zerza@ibama.gov.br IBAMA INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS Superintendência de São Paulo DITEC SETOR DE CONTROLE DOF Engº Agrº Markus Otto Zerza Analista Ambiental / Gerente Estadual

Leia mais

6 Exploração florestal ATENÇÃO!

6 Exploração florestal ATENÇÃO! 6 Exploração florestal 6.1 O que depende de autorização ambiental? Uso alternativo do solo Toda intervenção na cobertura vegetal nativa (ou seja, desmatamento com ou sem destoca, raleamento ou brocamento

Leia mais

Sistema de Monitoramento e Controle Florestal de Mato Grosso: Desafios e Soluções 06/06/12

Sistema de Monitoramento e Controle Florestal de Mato Grosso: Desafios e Soluções 06/06/12 Sistema de Monitoramento e Controle Florestal de Mato Grosso: Desafios e Soluções 06/06/12 Os desafios da integração do controle florestal Marcos Alves Diniz Capitão da Policia Militar do Estado de São

Leia mais

Como calcular os metros cúbicos de madeira sólida numa pilha de madeira

Como calcular os metros cúbicos de madeira sólida numa pilha de madeira Nota Técnica Nº 3 Como calcular os metros cúbicos de madeira sólida numa pilha de madeira ENVALMA Máquinas para Madeira Ltda. comercial.envalma@gmail.com Nota Técnica Nº 3 Título: Estimação de Volume Estéreo

Leia mais

APROVEITAMENTO DA BIOMASSA RESIDUAL DE COLHEITA FLORESTAL

APROVEITAMENTO DA BIOMASSA RESIDUAL DE COLHEITA FLORESTAL APROVEITAMENTO DA BIOMASSA RESIDUAL DE COLHEITA FLORESTAL XIV Seminário de Atualização Sobre Sistemas de Colheita de Madeira e Transporte Florestal Curitiba, Agosto 2006 1. Introdução O preço do petróleo

Leia mais

INDÚSTRIA DE MADEIRA QUE SE ABASTEÇA DE FLORESTA PLANTADA

INDÚSTRIA DE MADEIRA QUE SE ABASTEÇA DE FLORESTA PLANTADA Perguntas e Respostas 1 - O que é a Reposição Florestal? A Reposição Florestal caracteriza-se pelo plantio obrigatório de árvores de espécies adequadas ou compatíveis, exigido de pessoas físicas ou jurídicas

Leia mais

Presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva. Vice-Presidente da República José Alencar Gomes da Silva

Presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva. Vice-Presidente da República José Alencar Gomes da Silva Presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva Vice-Presidente da República José Alencar Gomes da Silva Ministra do Meio Ambiente Isabela Mônica Vieira Teixeira Secretário-Executivo do Ministério do

Leia mais

Roteiro para apresentação de documentos administrativos de Planos de Manejo Florestal Sustentável - PMFS

Roteiro para apresentação de documentos administrativos de Planos de Manejo Florestal Sustentável - PMFS Roteiro para apresentação de documentos administrativos de Planos de Manejo Florestal Sustentável - PMFS I t e m Nº. D o c u m e n t o s E x i g i d o s O b s e r v a ç õ e s OK 01 Requerimento padrão

Leia mais

GOVERNO DO ESTADO DO AMAZONAS. Parcela permanente (quando houver), tamanho e localização.

GOVERNO DO ESTADO DO AMAZONAS. Parcela permanente (quando houver), tamanho e localização. TERMO DE REFERÊNCIA PARA ELABORAÇÃO DE PLANO OPERACIONAL DE EXPLORAÇÃO - POE CATEGORIA: MENOR E MAIOR IMPACTO DE EXPLORAÇÃO 1. Informações Gerais 1.1 Identificação Processo Administrativo; Número do Processo;

Leia mais

ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA DISTRIBUIÇÃO

ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA DISTRIBUIÇÃO ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA DISTRIBUIÇÃO CAIXAS PARA EQUIPAMENTOS DE MEDIÇÃO E PROTEÇÃO DE UNIDADES CONSUMIDORAS INDIVIDUAIS OU AGRUPADAS EMISSÃO: JANEIRO /02 REVISÃO: MARÇO /06 FOLHA : 1 / 23 A P R E S E N

Leia mais

PRODUÇÃO DA EXTRAÇÃO VEGETAL E DA SILVICULTURA

PRODUÇÃO DA EXTRAÇÃO VEGETAL E DA SILVICULTURA INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA - IBGE DIRETORIA DE PESQUISAS COORDENAÇÃO DE AGROPECUÁRIA GERÊNCIA DE SILVICULTURA E EXTRAÇÃO VEGETAL PRODUÇÃO DA EXTRAÇÃO VEGETAL E DA SILVICULTURA CONCEITOS

Leia mais

03 de Dezembro de 2015

03 de Dezembro de 2015 Página 1 de 9 Marco Legal pertinente à área florestal no Brasil (1965 ao presente) Data de publicação Ato ou Lei Função 1 1965 Código Florestal Brasileiro Define diretrizes gerais para o uso e conservação

Leia mais

Obtenção e Uso do Carvão Vegetal

Obtenção e Uso do Carvão Vegetal UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ CENTRO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA AGRÍCOLA DISCIPLINA: SEMINÁRIO EM ENGENHARIA AGRÍCOLA Obtenção e Uso do Carvão Vegetal Doutoranda: Teresa Raquel Lima

Leia mais

LEI MUNICIPAL Nº 859/2009, de 16-12-09.

LEI MUNICIPAL Nº 859/2009, de 16-12-09. 1 LEI MUNICIPAL Nº 859/2009, de 16-12-09. INSTITUI AS TAXAS DE SERVIÇOS DE LICENCIAMENTO AMBIENTAL E FLORESTAL, DENTRE OUTROS. LUÍS CARLOS MACHADO PREFEITO MUNICIPAL DE MORMAÇO, Estado do Rio Grande do

Leia mais

Considerando os termos da Resolução CONAMA nº 13, de 06 de dezembro de 1990; e

Considerando os termos da Resolução CONAMA nº 13, de 06 de dezembro de 1990; e INSTRUÇÃO NORMATIVA IBAMA Nº 152, de 17/01/2007 "Estabelece procedimentos para a obtenção de Autorização de Supressão de Vegetação para fins de pesquisa e lavra mineral nas Florestas Nacionais que especifica

Leia mais

QUANTIFICAÇÃO DE BIOMASSA FLORESTAL DE PINUS ELLIOTTII COM SEIS ANOS DE IDADE, EM AUGUSTO PESTANA/RS 1

QUANTIFICAÇÃO DE BIOMASSA FLORESTAL DE PINUS ELLIOTTII COM SEIS ANOS DE IDADE, EM AUGUSTO PESTANA/RS 1 QUANTIFICAÇÃO DE BIOMASSA FLORESTAL DE PINUS ELLIOTTII COM SEIS ANOS DE IDADE, EM AUGUSTO PESTANA/RS 1 Jéssica Smaniotto 2, Osorio Antônio Lucchese 3, Cleusa Adriane Menegassi Bianchi 4, Rafael Pettenon

Leia mais

Oportunidades de Mercado na Visão do Serviço Florestal Brasileiro

Oportunidades de Mercado na Visão do Serviço Florestal Brasileiro Oportunidades de Mercado na Visão do Serviço Florestal Brasileiro - 2º Congresso Florestal do Tocantins - André Luiz Campos de Andrade, Me. Gerente Executivo de Economia e Mercados do Serviço Florestal

Leia mais

A QUALIFICAÇÃO PROFISSIONAL NA ÁREA DE COLHEITA FLORESTAL MECANIZADA

A QUALIFICAÇÃO PROFISSIONAL NA ÁREA DE COLHEITA FLORESTAL MECANIZADA A QUALIFICAÇÃO PROFISSIONAL NA ÁREA DE COLHEITA FLORESTAL MECANIZADA Edna Ap Esquinelato da Silva 1 Eliete Santana 1 Elton Dias da Paz 1 Priscila Alves da Silva 1 RESUMO Colheita Floresta é o processo

Leia mais

REGISTRO DE ATIVIDADES DO PROCESSO - RAP

REGISTRO DE ATIVIDADES DO PROCESSO - RAP 6.2.24.1 Efetuar o carregamento dos tubos Efetuar o carregamento dos tubos. A carroceria deve estar livre de pregos e projeções. O empilhamento dos tubos sobre a carroceria do caminhão deve ser feito,

Leia mais

PORTARIA INTERSETORIAL SDM/FATMA Nº 01, de 05/11/2002

PORTARIA INTERSETORIAL SDM/FATMA Nº 01, de 05/11/2002 PORTARIA INTERSETORIAL SDM/FATMA Nº 01, de 05/11/2002 "Estabelece que a exploração e a supressão de produtos florestais nativos em qualquer modalidade, no Estado de Santa Catarina, dependem da emissão,

Leia mais

ASPECTOS DA LEGALIDADE NA GESTÃO FLORESTAL

ASPECTOS DA LEGALIDADE NA GESTÃO FLORESTAL ASPECTOS DA LEGALIDADE NA GESTÃO FLORESTAL Dezembro, 2011 O Serviço Florestal Brasileiro Lei de Gestão de Florestas Públicas Lei 11.284/2006 Estabelece a forma de gestão de florestas públicas para o uso

Leia mais

Manejo Florestal Sustentável: Dificuldade Computacional e Otimização de Processos

Manejo Florestal Sustentável: Dificuldade Computacional e Otimização de Processos Manejo Florestal Sustentável: Dificuldade Computacional e Otimização de Processos Daniella Rodrigues Bezerra 1, Rosiane de Freitas Rodrigues 12, Ulisses Silva da Cunha 3, Raimundo da Silva Barreto 12 Universidade

Leia mais

Solo e Espaçamento. Sistema Operacional

Solo e Espaçamento. Sistema Operacional Resinagem de Pinus A resinagem é uma atividade de grande significado no contexto econômico-social do Brasil. De importadores até a década de 80, passamos a grandes exportadores a partir de 1989. A importância

Leia mais

Piscina de Bolinhas 1,50m x 1,50m. Manual de instruções

Piscina de Bolinhas 1,50m x 1,50m. Manual de instruções Piscina de Bolinhas 1,50m x 1,50m Manual de instruções Código do produto: 220001 * Esta Piscina de Bolinha é multicolorida e as cores podem variar conforme a fabricação. Parabéns! Você acaba de adquirir

Leia mais

SAD Gestor ERP. Módulo Estoque. Cadastro de Produto Escrita Fiscal. Seja Bem Vindo!

SAD Gestor ERP. Módulo Estoque. Cadastro de Produto Escrita Fiscal. Seja Bem Vindo! SAD Gestor ERP Módulo Estoque Cadastro de Produto Escrita Fiscal Seja Bem Vindo! Introdução O planejamento tributário deve fazer parte do cotidiano da empresa. É uma decisão estratégica que pode determinar

Leia mais

O SOFTWARE SPP Eucalyptus

O SOFTWARE SPP Eucalyptus Rua Raul Soares, 133/201 - Centro - Lavras MG CEP 37200-000 Fone/Fax: 35 3821 6590 O SOFTWARE SPP Eucalyptus 1/7/2008 Inventar GMB Consultoria Ltda Ivonise Silva Andrade INTRODUÇÃO Um dos grandes problemas

Leia mais

DECRETO Nº 35.096, DE 25 DE JANEIRO DE 1994.

DECRETO Nº 35.096, DE 25 DE JANEIRO DE 1994. REVOGADO PELO DECRETO N 41.420/2002 DECRETO Nº 35.096, DE 25 DE JANEIRO DE 1994. Regulamenta o Sistema de Controle para o Transporte de Produto Florestal, através de licenciamento obrigatório, no território

Leia mais

Passo a Passo do Cadastro Produtos no SIGLA Digital

Passo a Passo do Cadastro Produtos no SIGLA Digital Página 1 de 15 Passo a Passo do Cadastro Produtos no SIGLA Digital O cadastro de produtos permite organizar as informações relativas a produtos e serviços, como grupo, marca, peso, unidades e outros, que

Leia mais

Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior- MDIC

Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior- MDIC Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior- MDIC Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial - INMETRO Portaria nº 145, de 30 de dezembro de 1999 O PRESIDENTE

Leia mais

EMPRESA AUDITADA: Bahia Produtos de Madeira SA

EMPRESA AUDITADA: Bahia Produtos de Madeira SA RELATÓRIO DE AUDITORIA CADEIA DE CUSTÓDIA PRINCÍPIOS, CRITÉRIOS E INDICADORES PADRÃO NORMATIVO: NBR 14.790:2011 - CERFLOR EMPRESA AUDITADA: Bahia Produtos de Madeira SA ESCOPO DE CERTIFICAÇÃO: Produção

Leia mais

Treinamento em Cálculos Florestais Diversos Por Meio do Software FlorExcel

Treinamento em Cálculos Florestais Diversos Por Meio do Software FlorExcel Treinamento em Cálculos Florestais Diversos Por Meio do Software FlorExcel Julio Eduardo Arce Professor Adjunto do Departamento de Ciências Florestais Universidade Federal do Paraná Av. Pref. Lothário

Leia mais

SISTEMA DA QUALIDADE Procedimento

SISTEMA DA QUALIDADE Procedimento SISTEMA DA QUALIDADE Procedimento CONTROLE DE PROJETO PR.00 00 1 / 5 1. OBJETIVO Estabelecer as condições, características e responsabilidades para o desenvolvimento de projetos. 2. DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA

Leia mais

PROCEDIMENTOS E ROTINAS INERENTES AO SETOR DE REGISTRO E PROTOCOLO COM RELAÇÃO A PROCESSOS

PROCEDIMENTOS E ROTINAS INERENTES AO SETOR DE REGISTRO E PROTOCOLO COM RELAÇÃO A PROCESSOS PROCEDIMENTOS E INERENTES AO SETOR DE REGISTRO E PROTOCOLO COM RELAÇÃO A PROCESSOS Rotinas para montagem de processos Processo físico O processo físico deverá ser constituído por documentos que pela natureza

Leia mais

RESPOSTA TÉCNICA. Preciso de informações sobre reciclagem de thinner, fabricante de máquinas para reciclagem e viabilidade.

RESPOSTA TÉCNICA. Preciso de informações sobre reciclagem de thinner, fabricante de máquinas para reciclagem e viabilidade. RESPOSTA TÉCNICA Título Reciclagem de Thinner Resumo Informações de como é feita a reciclagem de solventes orgânicos como o thinner, fornecedores de equipamentos para reciclagem dos mesmos e viabilidade

Leia mais

Considerando a solicitação da firma Champion Papel e Celulose Ltda, constante do Processo n.º 52600 001501/00,

Considerando a solicitação da firma Champion Papel e Celulose Ltda, constante do Processo n.º 52600 001501/00, MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR MDIC INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, NORMALIZAÇÃO E QUALIDADE INDUSTRIAL- INMETRO Portaria INMETRO/DIMEL n.º 074, de 30 de maio de 2000 O

Leia mais

PRÁTICAS SILVICULTURAIS

PRÁTICAS SILVICULTURAIS CAPÍTULO 10 PRÁTICAS SILVICULTURAIS 94 Manual para Produção de Madeira na Amazônia APRESENTAÇÃO Um dos objetivos do manejo florestal é garantir a continuidade da produção madeireira através do estímulo

Leia mais

Prof. Jean Cavaleiro. Unidade II MOVIMENTAÇÃO E ARMAZENAGEM

Prof. Jean Cavaleiro. Unidade II MOVIMENTAÇÃO E ARMAZENAGEM Prof. Jean Cavaleiro Unidade II MOVIMENTAÇÃO E ARMAZENAGEM Introdução Vamos abordar aqui meios de armazenagem para melhor aproveitar o Pé direito, equipamentos que facilite movimentação em armazenagem

Leia mais

MATO GROSSO PREFEITURA MUNICIPAL DE LUCAS DO RIO VERDE CONTROLE INTERNO

MATO GROSSO PREFEITURA MUNICIPAL DE LUCAS DO RIO VERDE CONTROLE INTERNO 1/5 1) DOS OBJETIVOS: 1.1) Normatizar os procedimentos de entrada e saída de materiais adquiridos pelo Município; 1.2) Garantir recebimento dos materiais no que se refere a quantidade, qualidade e prazo

Leia mais

QEMM QUADRO DE EQUIPAMENTO DE MONITORAMENTO E MEDIÇÃO

QEMM QUADRO DE EQUIPAMENTO DE MONITORAMENTO E MEDIÇÃO QEMM QUADRO DE EQUIPAMENTO DE MONITORAMENTO E PÁGINA 01 DE 07 Dispositivo: Trena Padrão (30 m) Periodicidade de calibração: A cada dois anos Uso Método de calibração Tolerância Servir de padrão de referência

Leia mais

PROCEDIMENTOS PARA REALIZAÇÃO DE INVENTÁRIO FÍSICO - ESTOQUES

PROCEDIMENTOS PARA REALIZAÇÃO DE INVENTÁRIO FÍSICO - ESTOQUES PROCEDIMENTOS PARA REALIZAÇÃO DE INVENTÁRIO FÍSICO - ESTOQUES I INTRODUÇÃO A finalidade destas instruções é determinar os procedimentos básicos para a contagem de inventário. É necessária sua estrita observância

Leia mais

ESTRUTURA CONSTRUÇÃO COM TÁBUAS CONSTRUÇÃO EM COMPENSADO. 5 32 x 44. 4 32 x 68. 3 Serrado de. 6 Cavernas do meio do barco. 8 44 x 143 1.

ESTRUTURA CONSTRUÇÃO COM TÁBUAS CONSTRUÇÃO EM COMPENSADO. 5 32 x 44. 4 32 x 68. 3 Serrado de. 6 Cavernas do meio do barco. 8 44 x 143 1. ESTRUTURA 17 18 Serrado de 20 x 193 CONSTRUÇÃO COM TÁBUAS 5 32 x 44 14 16 x 143 4 32 x 68 3 Serrado de 32 x 143 3 Cavernas da popa ao meio do barco: 32 x 143 6 Cavernas do meio do barco até proa: 32 x

Leia mais

Produção Assessoria de Comunicação do Serviço Florestal Brasileiro

Produção Assessoria de Comunicação do Serviço Florestal Brasileiro (Perguntas e (Respostas sobre (Concessões (Florestais Presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva Vice-Presidente da República José Alencar Gomes da Silva Ministro do Meio Ambiente Carlos Minc Secretário-Executivo

Leia mais

SISTEMA INFORMATIZADO PARA GERENCIAMENTO DA PRODUÇÃO E QUALIDADE DA MADEIRA EM SERRARIAS

SISTEMA INFORMATIZADO PARA GERENCIAMENTO DA PRODUÇÃO E QUALIDADE DA MADEIRA EM SERRARIAS RELATÓRIO TÉCNICO-CIENTÍFICO FINAL (Observação: as informações prestadas neste relatório poderão, no todo ou em parte, ser publicadas pela FAPESC.) Chamada Pública Universal 03/2006 1.1. N do Contrato:

Leia mais

1.2.1.Nome: Narcizo Lievore 1.2.2.Endereço: Rua 143, nº. 167, Bairro Eldorado, Timóteo-MG. CEP: 35.181-210.

1.2.1.Nome: Narcizo Lievore 1.2.2.Endereço: Rua 143, nº. 167, Bairro Eldorado, Timóteo-MG. CEP: 35.181-210. ANÁLISE QUANTITATIVA DA VEGETAÇÃO ARBÓREA DE UM REMANESCENTE DE FLORESTA ESTACIONAL SEMIDECÍDUA NA FAZENDA ARATACA TIMÓTEO/MG 1 - Informações Gerais 1.1 - Identificação da Propriedade 1.1.1 Denominação:

Leia mais

EFETIVIDADE DO PODER CALORÍFICO DE DOIS TIPOS DISTINTOS DE BIOMASSA UTILIZADA PARA GERAÇÃO DE ENERGIA

EFETIVIDADE DO PODER CALORÍFICO DE DOIS TIPOS DISTINTOS DE BIOMASSA UTILIZADA PARA GERAÇÃO DE ENERGIA EFETIVIDADE DO PODER CALORÍFICO DE DOIS TIPOS DISTINTOS DE BIOMASSA UTILIZADA PARA GERAÇÃO DE ENERGIA Andrica de Faria Mendonça 1 Prof. Dr. Cristiano P. da Silva 2 Prof. Esp. Alberto Antonio Resende de

Leia mais

Como escrever um bom RELATÓRIO

Como escrever um bom RELATÓRIO Como escrever um bom RELATÓRIO Mas o que é uma EXPERIÊNCIA? e um RELATÓRIO? Profa. Ewa W. Cybulska Profa. Márcia R. D. Rodrigues Experiência Relatório Pergunta à Natureza e a procura da Resposta Divulgação

Leia mais

Manual para Análise de Inventário Florestal e Equação de Volume em Projetos de Manejo Florestal Sustentável - PMFS

Manual para Análise de Inventário Florestal e Equação de Volume em Projetos de Manejo Florestal Sustentável - PMFS GOVERNO DO ESTADO DO PARÁ SECRETARIA DE ESTADO DE MEIO AMBIENTE DIRETORIA DE GESTÃO FLORESTAL Manual para Análise de Inventário Florestal e Equação de Volume em Projetos de Manejo Florestal Sustentável

Leia mais

Cadastros. Versão 2.0. Manual destinado à implantadores, técnicos do suporte e usuários finais

Cadastros. Versão 2.0. Manual destinado à implantadores, técnicos do suporte e usuários finais Cadastros Versão 2.0 Manual destinado à implantadores, técnicos do suporte e usuários finais Sumário Cadastro de Grupos de Usuário... 3 Cadastro de Usuários... 4 Cadastro de Clientes... 7 Cadastro de Empresas...

Leia mais

Art. 1º O Cadastro de Exploradores e Consumidores de Produtos Florestais do Estado de Rondônia CEPROF- RO fica subordinado à Gerência Ambiental.

Art. 1º O Cadastro de Exploradores e Consumidores de Produtos Florestais do Estado de Rondônia CEPROF- RO fica subordinado à Gerência Ambiental. PORTARIA N. 0172/2006/GAB/SEDAM Porto Velho 16 de outubro de 2.006 Cria as normas e procedimentos para o Cadastro de Exploradores e Consumidores de Produtos Florestais do Estado de Rondônia CEPROF-RO O

Leia mais

MÓDULOS: 1. CADASTRO TÉCNICO FEDERAL CTF 2. CADASTRO INICIAL DELPHI 3. DOF WEB. Para uso das empresas madeireiras. Versão Setembro/2006.

MÓDULOS: 1. CADASTRO TÉCNICO FEDERAL CTF 2. CADASTRO INICIAL DELPHI 3. DOF WEB. Para uso das empresas madeireiras. Versão Setembro/2006. INSTRUÇÕES PARA USO DO DOCUMENTO DE ORIGEM FLORESTAL - DOF MÓDULOS: 1. CADASTRO TÉCNICO FEDERAL CTF 2. CADASTRO INICIAL DELPHI 3. DOF WEB Para uso das empresas madeireiras. Versão Setembro/2006. SUMÁRIO

Leia mais

Competição Ovo no Alvo

Competição Ovo no Alvo Semana dos Cursos Superiores de Tecnologia do UNISAL CST-UNISAL-Lorena Competição Ovo no Alvo Contribuição e participação especial de alunos dos Cursos de Matemática e de Engenharias do UNISAL Regulamento

Leia mais

C:\Documents and Settings\DISCO_F\MEUS-DOCS\LIVRO_ENF_344\enf344_PDF\CAP_VII_SIST. COLHEITA.doc 109 SISTEMA DE COLHEITA

C:\Documents and Settings\DISCO_F\MEUS-DOCS\LIVRO_ENF_344\enf344_PDF\CAP_VII_SIST. COLHEITA.doc 109 SISTEMA DE COLHEITA C:\Documents and Settings\DISCO_F\MEUS-DOCS\LIVRO_ENF_344\enf344_PDF\CAP_VII_SIST. COLHEITA.doc 109 SISTEMA DE COLHEITA Um plano de manejo florestal envolve, entre outras, atividades relacionadas com os

Leia mais

ESTUDO DE POTENCIAL DE BIOMASSA. SETA AMBIENTAL Rondon do Pará

ESTUDO DE POTENCIAL DE BIOMASSA. SETA AMBIENTAL Rondon do Pará 2012 ESTUDO DE POTENCIAL DE BIOMASSA SETA AMBIENTAL Rondon do Pará ESTUDO Rondon DE POTENCIAL do Pará, Estado do DE Pará BIOMASSA Seta Ambiental ĒĮ ÔÏ ĂĿ Ī ĹĮ ŃÔÏ Ł Rondon do Pará, Estado do Pará Seta

Leia mais

1.5.1 Por formulário de até 14 itens 37,00. 1.5.2 Por formulário adicional 6,00. 2.1 - Criadouro de espécimes da fauna exótica para fins comerciais:

1.5.1 Por formulário de até 14 itens 37,00. 1.5.2 Por formulário adicional 6,00. 2.1 - Criadouro de espécimes da fauna exótica para fins comerciais: ANEXO VII (Anexo à Lei n o 6.938, de 31 de agosto de 1981) TABELA DE PREÇOS DOS SERVIÇOS E PRODUTOS COBRADOS PELO INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS - IBAMA DESCRIÇÃO

Leia mais

ISSN 2176-6797. Anual de. Florestal. Brasília DF Julho de 2014

ISSN 2176-6797. Anual de. Florestal. Brasília DF Julho de 2014 ISSN 2176-6797 Plano Anual de Outorga Florestal 2015 s í n t e s e Brasília DF Julho de 2014 1 Dossel na FLONA de Saracá-Taquera Arquivo de imagens GEMAF/SFB ISSN 2176-6797 Plano Anual de Outorga Florestal

Leia mais

GOVERNO DO ESTADO DA PARAÍBA SUDEMA Superintendência de Administração do Meio Ambiente Divisão de Florestas - DIFLO

GOVERNO DO ESTADO DA PARAÍBA SUDEMA Superintendência de Administração do Meio Ambiente Divisão de Florestas - DIFLO RELAÇÃO DE DOCUMENTOS NECESSARIOS AO CADASTRAMENTO DE PESSOAS JURIDICAS CONSUMIDORAS DE PRODUTOS E SUBPRODUTOS FLORESTAIS 1. Requerimento Atividade Florestal RAF ( anexo); 2. Formulário de cadastro pessoa

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 4, de 08 de setembro de 2009.

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 4, de 08 de setembro de 2009. INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 4, de 08 de setembro de 2009. Dispõe sobre procedimentos técnicos para a utilização da vegetação da Reserva Legal sob regime de manejo florestal sustentável, e dá outras providências.

Leia mais

Workshop MRP CONFIGURAÇÕES... 12 PARAMETROS... 14 GERAÇÃO DE OPS/SCS... 17. Elaborado por : Paulo Bindo - 06/03/2008 Página 1 de 19

Workshop MRP CONFIGURAÇÕES... 12 PARAMETROS... 14 GERAÇÃO DE OPS/SCS... 17. Elaborado por : Paulo Bindo - 06/03/2008 Página 1 de 19 O QUE É MRP... 2 CAMPOS NECESSÁRIOS E SEUS CONCEITOS... 3 ESTRUTURAS... 4 PLANO MESTRE PRODUÇÃO... 5 MATERIAL COM APROPRIAÇÃO INDIRETA... 6 COMO O SISTEMA CALCULA O MRP... 7 PARÂMETROS DO SISTEMA... 8

Leia mais

SECRETARIA DE LOGÍSTICA E TRANSPORTES DEPARTAMENTO DE ESTRADAS DE RODAGEM SUPERINTENDÊNCIA. ANEXO III - Estudo de Viabilidade

SECRETARIA DE LOGÍSTICA E TRANSPORTES DEPARTAMENTO DE ESTRADAS DE RODAGEM SUPERINTENDÊNCIA. ANEXO III - Estudo de Viabilidade ANEXO III - Estudo de Viabilidade 1. OBJETIVO Estabelece requisitos para elaboração e apresentação de Estudo de Viabilidade, em atendimento ao que prevê o Capítulo IV da Norma aprovada. 2. DEFINIÇÃO DE

Leia mais

SISPROF SISTEMA DE CONTROLE E MONITORAMENTO DE PRODUTOS FLORESTAIS Histórico

SISPROF SISTEMA DE CONTROLE E MONITORAMENTO DE PRODUTOS FLORESTAIS Histórico Seminário de Informação em Biodiversidade MMA e Instituições Vinculadas Brasília, 14 e 15 de outubro de 2009 SISPROF SISTEMA DE CONTROLE E MONITORAMENTO DE PRODUTOS FLORESTAIS Histórico Implantação em

Leia mais

Portaria Inmetro nº 528, de 03 de dezembro de 2014.

Portaria Inmetro nº 528, de 03 de dezembro de 2014. MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, QUALIDADE E TECNOLOGIA INMETRO Portaria Inmetro nº 528, de 03 de dezembro de 2014. O PRESIDENTE DO INSTITUTO

Leia mais

MANUAL DE ENGENHARIA

MANUAL DE ENGENHARIA 02.04.2007 1/6 1. OBJETIVO Esta especificação padroniza as dimensões e estabelece as condições gerais e específicas mínimas exigíveis para o fornecimento das cruzetas de concreto armado destinadas ao suporte

Leia mais

Centro de Programas de Uso Sustentável DDS / CBRN ABRIL / 09

Centro de Programas de Uso Sustentável DDS / CBRN ABRIL / 09 Centro de Programas de Uso Sustentável DDS / CBRN ABRIL / 09 Atribuições DDS I - desenvolver, aplicar e avaliar práticas e tecnologias que garantam a utilização sustentável dos recursos naturais e a minimização

Leia mais

RESUMO SUMMARY 1. INTRODUÇÃO

RESUMO SUMMARY 1. INTRODUÇÃO COMPARAÇÃO DA PRECISÃO DE MODELOS HIPSOMÉTRICOS AJUSTADOS COM DADOS OBTIDOS POR MEIO DO USO DE PRANCHETA DENDROMÉTRICA E FITA MÉTRICA EM POVOAMENTOS FLORESTAIS DO GÊNERO EUCALYPTUS NA REGIÃO DO OESTE DO

Leia mais

JÚNIOR JOSÉ MACHADO DIORAMA FERRÉO. Esse projeto contém informações simples e obejtivas com intuito de mostrar parte do meu trabalho e conhecimento.

JÚNIOR JOSÉ MACHADO DIORAMA FERRÉO. Esse projeto contém informações simples e obejtivas com intuito de mostrar parte do meu trabalho e conhecimento. JÚNIOR JOSÉ MACHADO DIORAMA FERRÉO Esse projeto contém informações simples e obejtivas com intuito de mostrar parte do meu trabalho e conhecimento. CONCEITO DO PROJETO Esse projeto a ser apresentado foi

Leia mais

MÉTODO PERT/CPM APLICADO NO MANEJO DE FLORESTAS NATIVAS

MÉTODO PERT/CPM APLICADO NO MANEJO DE FLORESTAS NATIVAS MÉTODO PERT/CPM APLICADO NO MANEJO DE FLORESTAS NATIVAS João Ricardo Vasconcellos Gama Estudante D.S. Agostinho Lopes de Souza Professor Orientador 1. INTRODUÇÃO PERT - Program Evaluation and Review Technique

Leia mais

ÍNDICE. Armazenamento dos rolos 04. Separação de cortes 05. Qualidade da peça confeccionada 06 Diferença de tonalidade na peça confeccionada

ÍNDICE. Armazenamento dos rolos 04. Separação de cortes 05. Qualidade da peça confeccionada 06 Diferença de tonalidade na peça confeccionada ÍNDICE Armazenamento dos rolos 04 Separação de cortes 05 Qualidade da peça confeccionada 06 Diferença de tonalidade na peça confeccionada Padrões Tear Têxtil 07 Composição Largura total Peso Classificação

Leia mais

Portaria n.º 5, de 8 de janeiro de 2013.

Portaria n.º 5, de 8 de janeiro de 2013. Serviço Público Federal MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, QUALIDADE E TECNOLOGIA-INMETRO Portaria n.º 5, de 8 de janeiro de 2013. O PRESIDENTE

Leia mais

Parametrização Básica WMS

Parametrização Básica WMS Parametrização Básica WMS Sumário Definindo Parâmetros Gerais... 4 Parâmetros... 5 Conferência... 6 Integração... 7 Pick / Pack... 8 Tarefa... 10 Etiqueta... 11 Produção... 12 Integração do Produto...

Leia mais

DESENHO DE ARQUITETURA PLANTA BAIXA AULA 01 PROF ALINE FERNANDES

DESENHO DE ARQUITETURA PLANTA BAIXA AULA 01 PROF ALINE FERNANDES DESENHO DE ARQUITETURA PLANTA BAIXA PLANTA BAIXA PLANTA BAIXA PLANTA BAIXA PLANTA BAIXA PLANTA BAIXA PROJETO ARQUITETÔNICO SÍMBOLOS GRÁFICOS PASSOS PARA MONTAGEM DE PLANTA BAIXA: 1. Deve-se estimar o tamanho

Leia mais

NORMA TÉCNICA CRUZETA DE CONCRETO ARMADO DEPARTAMENTO DE PLANEJAMENTO E ENGENHARIA DPE

NORMA TÉCNICA CRUZETA DE CONCRETO ARMADO DEPARTAMENTO DE PLANEJAMENTO E ENGENHARIA DPE NORMA TÉCNICA DEPARTAMENTO DE PLANEJAMENTO E ENGENHARIA DPE 1. OBJETIVO Esta norma padroniza as dimensões e estabelece as condições gerais e específicas mínimas exigíveis para o fornecimento das cruzetas

Leia mais

ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA DISTRIBUIÇÃO

ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA DISTRIBUIÇÃO ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA DISTRIBUIÇÃO ETD - 07 CRUZETA DE CONCRETO ARMADO PARA REDES DE DISTRIBUIÇÃO ESPECIFICAÇÃO E PADRONIZAÇÃO EMISSÃO: julho/2003 REVISÃO: setembro/08 FOLHA : 1 / 6 FURAÇÃO DA CRUZETA

Leia mais

Regulamentação das serrarias portátis. proposta de Instrução Normativa elaborada pelo Projeto Floresta Viva

Regulamentação das serrarias portátis. proposta de Instrução Normativa elaborada pelo Projeto Floresta Viva Regulamentação das serrarias portátis proposta de Instrução Normativa elaborada pelo Projeto Floresta Viva Projeto Floresta Viva - Dezembro de 2006 INDICE Contexto 3 Objetivos perseguidos 3 Dois pontos

Leia mais

GUIA PRÁTICO Mensuração do acervo documental

GUIA PRÁTICO Mensuração do acervo documental GUIA PRÁTICO Mensuração do acervo documental do Ministério Público do Estado do Paraná Curitiba 2015 P223g Paraná. Ministério Público. Departamento de Gestão Documental Guia prático para a mensuração do

Leia mais

Manual Irrigabras para obras de infra-estrutura

Manual Irrigabras para obras de infra-estrutura Manual Irrigabras para obras de infra-estrutura Índice 1. Obras de infra-estrutura... 2 2. Base de concreto do Pivô... 2 3. Base de concreto da motobomba... 3 4. Casa de bombas... 4 5. Valeta da adutora...

Leia mais

Protocolo de instalação de piezômetros em locais com nível freático pouco profundo (áreas sazonalmente encharcadas)

Protocolo de instalação de piezômetros em locais com nível freático pouco profundo (áreas sazonalmente encharcadas) A localização do nível do lençol freático e o conhecimento da sua variação devido às precipitações e outros agentes naturais é de extrema importância para entender a distribuição e abundancia de espécies.

Leia mais

DE CARVÃO VEGETAL EM MS. Pedro Mendes Neto Ass. Jurídico Diretoria de Desenvolvimento Instituto de Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul - IMASUL

DE CARVÃO VEGETAL EM MS. Pedro Mendes Neto Ass. Jurídico Diretoria de Desenvolvimento Instituto de Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul - IMASUL POLÍTICA E LEGISLAÇÃO DA PRODUÇÃO DE CARVÃO VEGETAL EM MS Pedro Mendes Neto Ass. Jurídico Diretoria de Desenvolvimento Instituto de Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul - IMASUL Política e Legislação até

Leia mais

SUMÁRIO MANUAL DE INCLUSÃO DE PESSOA JURÍDICA INSTRUÇÕES GERAIS...2. Bancárias...9 Principais Clientes...9 1. CABEÇALHO...3

SUMÁRIO MANUAL DE INCLUSÃO DE PESSOA JURÍDICA INSTRUÇÕES GERAIS...2. Bancárias...9 Principais Clientes...9 1. CABEÇALHO...3 SUMÁRIO INSTRUÇÕES GERAIS...2 1. CABEÇALHO...3 2. INFORMAÇÕES CADASTRAIS...4 Cliente...4 Contador...5 3. ENDEREÇOS...6 Sede Social...6 Endereço Anterior...6 Endereço Alternativo...6 4. INFORMAÇÕES DOS

Leia mais

Instrução de Trabalho TRATAMENTO ANTI-CORROSIVO E

Instrução de Trabalho TRATAMENTO ANTI-CORROSIVO E PINTURA ELETROSTÁTICA PADRÃO Página: 1/7 Ed. Descrição Data Elaborado Verif. / Aprovado 0 Esta edição cancela e substitui a versão anterior 22/11/2011 Josias Salvador 1. OBJETIVO Instrução de Trabalho

Leia mais

GUIA TÉCNICO DE MONTAGEM

GUIA TÉCNICO DE MONTAGEM TELHAS DE FIBROCIMENTO FIBROTEX - ONDINA - ONDINA PLUS - ONDULADA - COLONIAL ONDA 50 - MAXIPLAC - KALHETA - KALHETA 49 - KALHETÃO 90 GUIA TÉCNICO DE MONTAGEM Indispensável para a montagem correta do telhado.

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 005/2011, de 19 de setembro de 2011.

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 005/2011, de 19 de setembro de 2011. 1 INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 005/2011, de 19 de setembro de 2011. Disciplina o recebimento, a armazenagem, a estocagem e a distribuição de materiais pelos almoxarifados da UDESC. O Pró-Reitor de Administração

Leia mais