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1 dgncid i>i: dlil:lio), ).d., RLATORIO CONT AS, XRCICIO D 214

2 ( ' :f.t AGncui i>c drniio), SD: Rua da Trindade, CHAVS Telf. e Fax: mail: ).Jl. suaruo );> Relatorio de Gestao );> Demonstracao de Resultados );> Imobllizacoes Incorporeas e Corp6reas Anexo ao Balance e Demonstracao de Resultados );> Relatorio e Parecer do Concelho Fiscal );> Certificacao Legal das Contas Contribuinte _ at Cons. Reg. Com. de Chaves cf o n2 77 _Capital Social de 15.

3 Cll f ::S A<:incui i>i: camiio), ).A. SD: Rua da Trindade, CHAVS Telf. e Fax: mail: RLATORIO D GSTAO Introducao Senhores Acionistas, Nos termos das disposicoes legais e estatutarias, o Conselho de Administracao da CAPITAL CABIOS, Agenda de Cambios, S.A., vem submeter a vossa apreciacao e aprovacao, o Relat6rio de Gest:ao, o qual pretende dar a conhecer o desenvolvimento da atividade da nossa Instituicao durante o exerdcio econ6mico de 214, bem como o Balance, Contas com os respectivos anexos e a proposta de Aplicacao de Resultados do exerdcio. Com este documento pretendemos dar uma panoramica geral e fundamentada, da forma como se desenvolveu a nossa atividade ao longo do ano e comentar numa breve analise, o cenario que lhe serviu de plataforma, complementado com um anexo de quadros de indicadores e demonstracoes financeiras. Desenvolvimento da atividade do exercicio A atividade da Agenda teve um aumento significativo, de cerca de 3%, no exerdcio em apreco, relativamente ao exerdcio anterior, em termos de resultados na compra e venda de notas, moedas e cheques, contrariando o perspetivado no ano anterior. ste resultado deveu-se essencialmente as alteracoes econ6micas verificada ao longo do ano, quer ao nfvel da uropa e mundial, que veio alterar a tendencia manifestada no ano anterior nos seus principais aspetos. No que mais especificamente se prende com o nosso neg6cio a moeda D6lar (USD), continua apresentar mais de 7 % do nosso neg6cio global e apresentou ao longo do ano um incremento das operacoes cambiais, ficando-se essencialmente a <lever a forte valorizacao do d6lar ao longo do mesmo, o que levou a que os clientes realizassem operacoes de compra e venda de moeda manifestada pela oportunidade de obter maisvalias, ao contrario do manifestado nos transatos mais pr6ximos. Contribuinte _ at Cons. Reg. Com. de Chaves cf o n" 77 _Capital Social de 15.

4 ial..,.n,!.l i>-,ir.11!1 ) ).. '11111 CABIOS llic '-Ill IC '-11111;;,1 I.11. SD: Rua da Trindade, CHAVS Telf. e Fax: mail: Alan disso a mesma apresentou uma variacao cambial brutal, 14 pontos, apresentando um valor no final do ano que ja nao atingia nos ultimos dez anos. 14 "URIUSD 1, looo 125 1Jan214 1mar21.i 1 rnal 214 1JUI214 1 se121.s 1no112ou Da analise do grafico verifica-se que o d6lar apresentou uma variacao cambial generica, entre 1,36 e 1,22. ]a no que respeita a moeda Franco Sulco (OiF), sendo a nossa segunda moeda de suporte do nosso neg6cio, a situacao apresentada no ano transato, que se manifesta pela continuidade do valor cambial da mesma, depois da intervencao do Banco Central <la Sulca em conter o movimento de apreciacao da divisa, fixando para o efeito um cambio UR-CHF mfnimo de 1,2, o que leva a uma rnonotonia cambial. "UR 'CHI' 1,228 1 :?loo 1 2:? ?1 1 Z5 1 zooo 11an 21 1 m3r Ol4 111'\ jUI21 1 no.-21 Como se pode cornprovar pelo grafico acima apresentado cambio da rnesma variou entre 1,24 e 1,2. Contribuinte _ at Cons. Reg. Com. de Chaves c/ o n!i 77 _Capital Social de 15.

5 W-,ii:L. A '1111 CABIOS &lc:cnc"ul i)i: c.il:lio), ).al. SD: Rua da Trindade, CHAVS Telf. e Fax: mail: sta decisao levou a uma grande diminuicao no volume desta moeda transacionada, por n6s, em virtude de muitos dos nossos clientes, emigrantes naquele pais, terem optado pela movimentacao dos capitais utilizando o sistema bancario atraves de transferencias bancarias em detrimento da moeda em nota. UR I USO UR I CHF UR I CAD UR I GBP UR I BRL edia(s) Alta(s) Baixa(s) janello de 214 fevererro de 214 m1rde 214 ebnl de 214 mtlo de 214 junho de 214 julho de 214 aoosto de 214 1e1embto de 214 outubro de 214 novembro de 214 deiembro de 214 l U S 1236, '.? S J972 1 J725 1 J!:2i ": I l 1.! ! No que as restantes moedas que compoem o nosso neg6cio diz respeito, os valores apresentaram-se signilicativamente inalterados, conforme se pode apreciar na tabela acima apresentada, nao alterando o que tern ocorrido nos ultimos anos. Continuamos a pensar que o nosso neg6cio se mantem estavel, nos valores adaptados a nossa realidade nacional e regional em que estamos inseridos, embora ocorram desvios por vezes significativos, em funcao da economia mundial e nacional, a que a empresa tern sabido dar a resposta, que os nossos acionistas esperam. Previsoes para o proximo exercicio Partimos para um novo exerdcio um pouco rnais aliviados pela crise monetaria mundial assirn como da economia portuguesa, pese embora se anunciem melhorias para o ano econ6mico em curso, nomeadamente corn evolucao da economia americana, embora os sinais que vai dando sejam ainda pouco constantes, que esperemos nao sujeitem os mercados de divisas, a urna grande volatilidade negativa.. principalmente naquelas moedas por n6s comercializ.adas, nomeadamente o Dolar Americano, contrariando o ocorrido do ano anterior, que embora nao perm.ita prever, com rigor, o desenrolar do neg6cio, os parfunetros desse inicio de ano se mantenham de fonna duradoira e constante. Contrlbuinte _ at Cons. Reg. Com. de Chaves c/ o nil 77 _Capital Social de 15.

6 (il :_ AGncui i>c c:ari1:1io), ).A. SD: Rua da Trindade, CHAVS Telf. e Fax: mail: speramos que a valorizacao da rnoeda de D6lar Americano, possa manter-se de forma a perrnitir que rnuitos dos ernigrantes da nossa regiao, ai radicados, visitern a s suas familias, aurnentando a entrada de divisas na nossa regiao e aurnentando o neg6cio na divisa nosso suporte. speramos tambern, ao contrario dos exerdcios anteriores, que a recessao econ6rnica a que ternos estado sujeitos, alivie para promover o consumo privado, perrnitindo que muitos nacionais optern por gozar ferias no estrangeiro, levando tambem por af, a um awnento do nosso negocio. Da nossa parte, tudo faremos, para manter o nivel de neg6cio que ternos obtido nos ultimos exercicios, ainda que estando a alerta para os factores atras referenciados e que deveras podem condicionar ou favorecer o mesmo, como foi rnanifestamente visive! no presente exercicio. Para o resultado lfquido obtido, no montante de 6.13,8, prop6e-se que o mesmo seja aplicado em Reservas Livres. A todos os que connosco colaboraram, o nosso agradecimento. Chaves, 28 de Fevereiro de 215 Contribuinte _ at. Cons. Reg. Com. de Chaves c/ o no 77 _Capital Social de 15.

7 ' e V'l V'l e-.i e-.i.,; '<t N l(l ';;) r- l(l r- C! ::J >< N V'l I) 1-'1 UJ Cl I) " z -e N '<t l(l N r-- "". C! IQ oo co. V'l I) \. Cl ' a :-..).,,; ti.,; ;;:; e,,; "O.; a'o > 5 5.:!'! -c ;;;...,,; B.... u VJ > 5. 'JI V) u.8 en a c..,; < i:! "" a,,; 'B. V) Cl. ;;; c.... I.>! c:.d.s "O < = ].1 VJ v. "O -..; 9 Cl.,,; u. ;:;. a u c: VJ > u s c:,,; ;::.,,. e 8 8 "O :. ;9 :; ;: ;:: ' g Q c:> V> > co..&..j e '() ;; e ce., - x 1i! s "O c "O N ce < c.. ce.d "O c... ;;:; < Q. s v. e c.. "O I- -g_ e. "O u v» ;; '2 < ':).'. - ' c.. s.., :; s VI e..,... e f").d e e :; "O ;> c: 9 I- :. < <.D :. c: ;;.D c, a o u '() '() ::l '2 : e c, ce.d c:: c:: c:: u c,... (al c= : c... o < _; d <"i...; <"i...;..,;.,\.. -o co a: - o- z '. r- l(l l(l -e \ r-; ' ""!...:i..; co.,; -e Cl f") I) = VI -o r- l(l - c N '<t r--? ' u : '<t oo oo.. 'O N f") < ".!::! c fj - QI V'l N r- -41 N N ti i r- - r. r- '1:1 z.. e-.i e-.i..; -.. " c; 'ti - -. ti Cl > ;; ii Cl. ;en : <,... ' N '<t '. :; a:...:,.; <:i.... '<t f") iii < cc N l(l r., > -::: IU..::!,,; v, c l!" - :i) ce 'i!? g >' ;:: L t=.,, > c...d c x :3. t= ':ii -e t= - '-' "Ci ;::. c:. u.. u " "O c: c: > c. VI.., s " <IU i c: - > "O 2 "O ' "O.,.... \:I u c.. a.c - c: c: u ;:: 8 en -ca ::. u.8 "O "O. cc <ii :a. -..,.= - "O... c: Q. "" ' ;'5 "O -...) > ] liigo <ii,,;,g... - > "O.D c. c: 1: u "O,,;. "",,; I.> "O " I.> 8 g g., c...!2 t "..,. f ::.. elj - - ;:; m :) < '.'2. ;::. e- c: ::l I <ii.d g ::l ::J ;::.CJ ' < :: 5: c > :. ;; c.. <> -.::=..,,. ;;> u CJ "" e 5 " C <h ::I,,; c: "".,,. CJ ;::.;, e clj Q = 8,..,.:.. s e ;.,; -,,; a. :,:.. c.. i! :B <.>.D!I) a; :; CJ.f) iii.,..,.cj..j =: I.> I.> e 5- fj I.>.8 a; ::I 'O :; < uu :,g <e <.>. c.. "O.. e f-- c: J'. u co :; CJ c= CJ I.> c: (I) c: ;:: CJ ;:: f;j - '. CJ Vl c. (I "O <.>. :. g 8.. e clj.cj!i).d u CJ ;:; ::l "O >' "O <) : a <.> c: I- ec= :; a '5 ;:: "O "O <.> c "O u J:) :; i5 '2 : u < < u c....r: u u c... u ;:: d _; <"i...;.,.;.::) ;:: _; c-l -.i.,\.. r-: co iii c u :!

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10 '>l DI.. Ru d,1 fnnd.1d;:, in - \11 ;34 < 111\\'l s I el.v },1\1 27tiT l Hl7 hmui]: -.1p1t.1k,1mh1n,(f,,1pu,pt ANXO AO BALAN()O DONSTRA<;AO D RSULTADOS 3. Criterios de Avallacao utilizados: - lrnobilizacoes lncorp6reas- Custo de Aquisicao - Imobilizacoes Corp6reas - Custo de Aquisicao - Reintegracoes - Taxas rnaximas legais - Para conversao de Notas e oedas strangeiras e Divisas foram utilizados os seguintes cambios: oedas D61ar Canada Franco Sulco Libra lnglaterra D6lar UA D61ar Australia Real Brasil Coroa Dinamarquesa Coroa Sueca Yen Japao Coroa Norueguesa Rande - Africa do Sul C. Notas e oedas.65,8 1.2, ,13,1,1,1,7 C. Divisas,65, Trespasse - Refere-se ao valor pago pelo trespasse das instalacoes na cidade de Chaves. Despesas de stabelecimento - referem-se a custos com estudos, escrituras, registos e publicacoes. 27. Saldos das seguintes contas: - Despesas com custo di ferido - Proveitos a receber - Receitas com proveito diferido - Custos a pagar - Gratificacoes a pagar - Ferias e Sub. de Ferias a pagar 42.5, 6.927, ,84 Contribuinte _ at Cons. Reg. Com. de Chaves c/ o nll 77 _Capital Social de

11 p C6i'itdL l'-nr.1 i>-,1r.\5'\ \ 1 - CABIOS a1: \,UI c ' J, J.a. SL\l)l:.1{11.lt.J l'rmdade. 1 :;wo-iii UIAVI.:-. Id. l' Fnx: 27oJ]THJ il: l.1p1tjk-.1mh1w.(11')>jpo.pt 3 I. Natureza e valor dos elementos que integram as rubricas 13 do Ativo e 4 do Passivo 13. Outros Activos 4. Outros Passivos - mprestirno de S6cios - Descoberto DO - IRS- Rendimento Prediais - IRS - Trabalho Dependente - Contribuicoes pl Seguranca Social - IRC a pagar fectivo medic anual de trabalhadores ao service: 2 mpregado 35. Relativamente aos membros da Adrninistracao e Fiscal izacao: - ontante das rernuneracoes atribuidas no exercicio - Gratificacao atribuida aos administradores - Honoraries do ROC ontante global dos elementos do ativo expressos em oeda strangeira e convertidos em uros. Activo - Notas e oedas strangeiras - Cheques sf o strangeiro Passivo - Sem elementos em moeda estrangeira 38. Proveitos registados nas rubricas BI - Juros e Proveitos equiparados Juros de Disponibilidades 82 - Rendimento de Titulos 83 - Comissoes sf vendas de Notas, oedas e Divisas 84 - Lucros em Operacoes Financeiras - Lucros e Diferencas de Reavaliacao de Divisas - Lucros e Diferencas de Reavaliacoes de Notas e oedas 87 - Outros Proveitos de xploracao Contribuinte _at Cons. Reg. Com. de Chaves c/ o ne 77 _Capital Social de

12 C4\i'it4L l'-'"!l i>-, ir.t o\ \ 1 CABIOS ag1\.ui c \oall1;a1,.a. SI DI:. Hu.11lil T1 inl1.11k, lo )411 i)1 <.111\VI S rel e l.1\. 'lih rn rn; l:m.11l. c.1pit.1k;rn1h1n-. u -..11w.pt 39. Principais Componentes das rubricas A - Custos 6. Outros custos de xploracao I I. Perdas xtraordinaries 166 B - Proveitos 7. Outros Proveitos de xploracao Ganhos xtraordinaries - Outros 41. Carga Fiscal Diferenca entre a carga fiscal imputada ao exercicio e aos dois exercicios anteriores ea carga fiscal ja paga ou a pagar com referencia a estes exercicios Carga Fiscal do exerclcio 213 Carga Fiscal do exercicio 2 I I Carga Fiscal do exercicio 2 I Carga Fiscal ja paga Carga Fiscal a Pagar I impasto sobre os lucros incide praticamente a 1% sabre os resultados correntes Nos pontos omissos nada ha a declarar. Chaves, 31 de Dezembro de 214 Tecnico de Contas Contribuinte _at Cons. Reg. Com. de Chaves c/ o no 77 _Capital Social de

13 RLAT6RIO PARCR DO CONSLHO FISCAL Senhores Acionistas, m cumprimento do disposto na lei e no contrato de sociedade, cumpre-nos submeter a Vossa apreciacao o relat6rio da nossa actividade e parecer sobre os documentos de prestacao de contas e relat6rio apresentados pelo Conselho de Adrninistracao da CAPITAL cabios - Agenda de Cambios, S.A., referentes ao ano de 214. Ao longo deste perfodo, acornpanharnos a actividade da mpresa, verificando, com a extensao considerada aconselhavel, os valores patrimoniais, os registos contabilfsticos e documentos que lhes servem de suporte. Como habitualmente, o Conselho de Adminlstracao e os Servlcos prestaram-nos com prontidao os esclarecimentos e lnforrnacoes de que necessltamos. Acornpanharnos igualmente o desenvolvimento dos trabalhos efectuados pela Sociedade de Revisores Oficiais de Contas, membro deste Conselho, e apreciarnos o seu relat6rio anual. ncerrado o exerdcio, analisarnos o relat6rio do Conselho de Administracao, o balance, a dernonstracao dos resultados por naturezas e o respectivo anexo, bem como a certiflcacao legal das contas, cujo teor mereceu a nossa concordancla. Considerando que o relat6rio de gestao explana, com suficiente clareza, a evolucao dos neg6cios sociais e que as demonstracoes financeiras reflectem a correcta situacao patrimonial da mpresa e os resultados das suas operacces, somos de parecer que merecem ser aprovados: 1) o Relat6rio de Gestso, o balance, a demonstracao dos resultados por naturezas e o respetivo anexo, referentes ao exerdcio de 214, apresentados pelo Conselho de Adrnlnistracao: 2) a proposta de aplicaao de resultados constante do mesmo relat6rio. Chaves, 4 de arco de 215 O Conselho Fiscal Presidente R.O.C. -ARANDO AGALHAS, CARLOS SILVA & ASSOCIADOS, SROC, LOA (Ana Cristina Almeida do Nascimento Ribeiro)

14 ARANDO AGALHAS, CARLOS SILVA & ASSOClADOS, SROC, LOA. SOCIDAD D RVISORS OFIOAIS D CONJAS CRTIFICAtAO LGAL DAS CONTAS lntroduao l. xarnlnamos as dernonstracoes financeiras de CAPITAL cabios - Agencia de Cambios, S.A., as quais compreendem o Balanc;o em 31 de Dezembro de 214, (que evidencia um total de euros e um total de capital pr6prio de euros, incluindo um resultado liquido 6 14 euros), a Dernonstracao dos resultados par naturezas, a Oernonstracao das atteracoes no capital pr6prio e a Dernonstracao dos fluxes de caixa do exerdcio findo naquela data, e o correspondente Anexo. Responsabilidades 2. da responsabilidade da Adrnlnlstracao a preparacao de dernonstracoes financeiras que apresentem de forma verdadeira e apropriada a posic;ao financeira da mpresa, o resultado das suas operacoes e os fluxos de caixa bem como a adopcao de polfticas e crlterios contabilisticos adequados ea manutencso de um sistema de controlo interno apropriado. 3. A nossa responsabilidade consiste em expressar uma opiniao profissional e independente, baseada no nosso exame daquelas dernonstracoes financeiras. Ambito 4. exame a que procedemos fol efectuado de acordo com as Normas Tecnicas e as Directrizes de Revisao/Auditoria da Ordem dos Revisores Oficiais de Contas, as quais exigem que o mesmo seja planeado e executado com o objective de obter um grau de seguranc;a aceitavel sabre se as dernonstracoes financeiras estao isentas de distorcoes materialmente relevantes. Para tanto o referido exame incluiu: - a veriflcacao, numa base de amostragem, do suporte das quantias e divulgacoes constantes das dernonstracoes financeiras e a avaliacao das estimativas, baseadas em jufzos e criterios definidos pela Adrninistracao, utilizadas na sua preparacao: - a apreciacao sabre se sao adequadas as pollticas contabilisticas adoptadas e a sua dlvulgacao, tendo em conta as circunstancias: - a verificacao da aplicabilidade do prindpio da continuidade; e d1licio Towl!'f Plitz.:t Via ngl!flheiro d!w C..rdoeo, 23 l:zo D 44().676 VILA NOVA D CAIA Tcl (+351) ll Tim Fo: ( 3.51) ger m PbSO.) Colt<.'tlva S lnscrila na Ordem dat Rll\ isom Oliciais de Conlas com o n lnscrlla 1ui ronat6ria do Rrgisto Conrdal de V. N. Caia C..p<t I Social de 2.

15 ARANDO AGALHAS, CARLOS SILVA & ASSOCIADOS, SROC, LOA. SOCIDAD D RVISORS OFICIAIS D CONTAS - a apreclacao sabre se e adequada, em termos globais, a apresentacao das dernonstracoes financeiras. 5. O nosso exame abrangeu tarnbem a veriflcacao da concordancia da lnforrnacao financeira constante do relat6rio de gestao com as demonstracoes financeiras. 6. ntendemos que o exame efectuado proporciona uma base aceitavel para a expressso da nossa opiniao. Opiniao 7. m nossa opiniao as referidas demcnstracoes financeiras apresentam de forma verdadeira e apropriada, em todos os aspectos materialmente relevantes, a posicao financeira de CAPITAL c:abios - Agencia de Cambios, S.A. em 31 de Dezembro de 214, o resultado das suas operacoes e os fluxos de caixa no exerdcio findo naquela data, em conformidade com os prindpios contabihsticos geralmente aceites em Portugal. Relato sobre outros requisitos legais 8. tambern nossa opiniao que a informacao constante no Relat6rio de Gestao e concordante com as Dernonstracoes Financeiras do exerdcio. Vila Nova de Gaia, 4 de arco de 215 ARANDO AGALHAS, CARLOS SILVA & ASSOCIADOS, SROC, LOA. representada por diffdo Tower Pina V ngcnheiro dpt Cardoso, 23 12' VILA NOVA D CAIA Tri. ( 351) llm Fax: ( 351) 22 J7S 9 24 grr l.,,,...oc.a>m PtsSOil Cole..11va IS3 lnscrita 111 Ordm dos Re'!sores Ofocials de Coot.as com on 25 lnscrila na conservatoria do Rrglsto Comerdal de V. N. Gaia Cap11al Social de 2.

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