TIPOLOGIAS ESTRATÉGICAS CONCORRENTES: UM TESTE EMPÍRICO NA INDÚSTRIA BRASILEIRA DE SEGUROS

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1 TIPOLOGIAS ESTRATÉGICAS CONCORRENTES: UM TESTE EMPÍRICO NA INDÚSTRIA BRASILEIRA DE SEGUROS Autores: Jorge Ferrera da Slva e Mara Angela Campelo de Melo RESUMO O objetvo deste trabalho é comparar os poderes explanatóros das tpologas estratégcas de Porter e Mntzberg na ndústra braslera de seguros. Com base em extensa revsão bblográfca, compreendendo estratégas, ambente e desempenho, é proposto um modelo teórco com 22 varáves observáves e 4 varáves latentes, atendendo ao propósto da pesqusa. É, então, desenvolvdo um teste empírco do modelo na ndústra braslera de seguros, abrangendo o período de 1993 a Foram envados questonáros para todas as empresas da ndústra e obtdos índces de resposta de 58,3% com relação ao total do unverso e de 76,9%, em méda, sobre os prêmos. Os dados foram avalados estatstcamente empregando-se análse multvarável (fator, cluster, ANOVA e MANOVA), de forma a permtr a geração da nformação de coalnhamento estratégco, varável exógena do modelo teórco. Tal modelo fo, então, exerctado medante a utlzação de análse de estruturas de covarâncas-modelo do camnho crítco, para determnação das cargas e dos erros / perturbações das varáves observáves e latentes. A tpologa de Porter apresentou poder explanatóro superor a de Mntzberg na modelagem em questão. VISÃO GERAL Mntzberg (1990) dentfcou dez escolas de pensamento sobre gerênca estratégca: três prescrtvas, tratando o processo de formação de estratégas como projeto concetual de planejamento formal e posconamento analítco e sete descrtvas, entre as quas destacam-se a escola empreendedora (formação de estratégas como um processo vsonáro) e a escola do aprendzado (processo emergente). Sob uma ótca taxonômca dstnta, Melo (1987) stua as dversas escolas entre dos extremos, o essencalmente prescrtvo da abordagem raconal compreensva e a sua antítese, conhecda por ncrementalsmo dsjunto. Tal pluralsmo é envolvdo, anda, pela dscussão sobre as lnhas báscas que devem nfluencar a pesqusa estratégca. Por exemplo, Foss (1996) analsa a questão a partr de uma posção de equlíbro entre a clássca economa ndustral e a nova geração de modelos econômcos representados pela contrbução evoluconára e por aquela baseada em recursos (resource-based). Dentro desse complexo, este trabalho está, bascamente, contextualzado na escola do posconamento analítco, e será desenvolvdo, mas especfcamente, a partr das contrbuções de Porter (1980, 1985, 1990). A escola do posconamento analítco, conforme proposta por Porter (1980) a partr da teora básca de economa ndustral (Ban, 1956), busca explcar o desempenho das empresas a partr das suas posturas estratégcas e das nfluêncas que tas posturas possam ter sobre o ambente compettvo da ndústra hospedera. Desde os trabalhos poneros de Hunt (1972), a quem é devdo o conceto de grupo estratégco, e do própro Porter (1973), números estudos foram desenvolvdos sobre o tema, alguns nclundo testes empírcos em dversos tpos de ndústra. Novas concetuações sobre ambente se somaram às cnco forças de Porter (1980), com destaque para a abordagem neo-austríaca de Hll e Deeds (1996), fundamental para as formulações da escola baseada na vsão de recursos da empresa. Dferentes tpologas para caracterzação de grupos estratégcos foram propostas em adção à de Porter (1980, 1985). Algumas contrapondo-se à orgnal, como a proposta de Mntzberg (1988) ou a baseada nos 1

2 recursos da empresa de Wernerfelt (1984). Outras, na essênca, neo-porteranas, como Chrsman et al (1988), Hll (1988) e Mller e Dess (1993). OBJETIVOS Nesse contexto subordnado é que está enquadrado o propósto prncpal deste trabalho, que é contrbur para a pesqusa dos efetos das estratégas compettvas sobre o ambente compettvo e sobre o desempenho das ndústras, avalando, em conexão, os efetos dretos solados das estratégas compettvas, a partr de duas tpologas alternatvas: Porter e Mntzberg. Tal propósto pode ser melhor delneado a partr dos seguntes objetvos: 1. Identfcar grupos estratégcos dstntos com base em concetos defndos a pror e a partr de duas tpologas alternatvas; 2. Desenvolver um modelo teórco, relaconando grupos estratégcos, ambente e desempenho. 3. Testar o modelo usando técncas estatístcas apropradas para obtenção e análse dos dados. CONSIDERAÇÕES SOBRE A BIBLIOGRAFIA A revsão bblográfca sobre grupos estratégcos, ambente e suas lgações com o desempenho das empresas aponta dversas defcêncas, conforme sntetzado a segur: GRUPOS ESTRATÉGICOS Dvergênca nas abordagens para desenvolvmento de grupos estratégcos, confrontando a abordagem a pror, quando os grupos são especfcados teorcamente, com a abordagem a posteror, na qual os grupos são dervados com base em um emprsmo ngênuo; Dversdade na seleção das dmensões adotadas para operaconalzar as dversas tpologas; Falta de convergênca das tpologas utlzadas para dentfcar grupos estratégcos; Incongruênca de crtéros quanto ao número de dmensões (estreta x ampla) e às técncas de mensuração (estratégas ntenconas x estratégas realzadas); e Inconsstênca resultante de utlzação de técncas estatístcas dferentes. AMBIENTE Falta de convergênca das teoras que fundamentam as defnções de ambente (p.ex, neoclásscos x neo-austríacos); Falta de modelos teórcos relaconando grupos estratégcos ambente- desempenho; e Inconsstênca na operaconalzação das varáves que representam o ambente, ndependentemente da teora básca adotada. DESEMPENHO Dscordânca sobre a maor ou menor adequabldade de crtéros un-dmensonas ou mult-dmensonas, com predomnânca de meddas fnanceras ou de ndcadores mas subjetvos (desempenho superor, satsfação dos stakeholders); Dvergênca na seleção de varáves para representar o desempenho; e Inexstênca de modelos teórcos, sufcentemente geras, que explquem as relações entre grupos estratégcos - desempenho. Esses resultados parecem sugerr a falta de uma estrutura teórca básca no estudo das relações grupos estratégcos- ambente -desempenho. Adconalmente, embora város trabalhos tenham abordado aspectos dessas lgações, a ampltude da concetuação, a operaconalzação das númeras dmensões envolvdas e a dversdade de técncas adotadas para pesqusa e análse de dados podem ter desvrtuado as descobertas mas relevantes. 2

3 As dversas crítcas são endereçadas respectvamente nos ítens de formulação teórca e metodologa da pesqusa, conforme sumarado a segur. No que se refere a GRUPOS ESTRATÉGICOS, optou-se pela abordagem a pror, multdmensonal, enquadrada na Categora III da taxonoma de Thomas e Venkatraman (1988), como forma de evtar a natureza heurístca de alguns algortmos de análse multvarável, especfcamente a análse de cluster. As tpologas seleconadas foram as de Porter e Mntzberg, em função do grande número de testes empírcos prévos realzados e, portanto, da maor facldade de seleção das dmensões para operaconalzação. Tal seleção pode, então, tomar partdo das pesqusas prévas de Mller e Dess (1993) e Kotha e Vadlaman (1995). Optou-se, no AMBIENTE, pelo modelo neo-clássco ortodoxo na versão de Porter (1980) como forma de preservar a referênca a pesqusas anterores, o que sera mpossível caso fosse utlzada a abordagem neo-austríaca. A operaconalzação, pelo mesmo motvo, observou as cnco forças orgnas de Porter (1980). Fnalmente, o DESEMPENHO fo operaconalzado multdmensonalmente por meo de um mx de meddas fnanceras, de marketng e geras, de natureza objetva e subjetva. Tas meddas, dervadas de extenso levantamento em pesqusas prévas, superam os problemas de dvergêncas de crtéros apontados na lteratura. FORMULAÇÃO TEÓRICA DEFINIÇÕES E MODELO TEÓRICO Antes de desenvolver a formulação teórca para nvestgar as relações entre grupos estratégcos, ambente e desempenho é oportuno extrar da revsão bblográfca as defnções de alguns termos báscos, conforme segue: Indústra- Conforme Porter (1980), é um grupo de empresas fabrcantes de produtos que são substtutos bastante aproxmados entre s. Notar que o termo produto deve ser entenddo como bem ou servço e que a própra defnção drecona a análse estratégca para, no máxmo, o nível de undade de negóco (Kotha e Orne, 1989). Ambente Compettvo- Será entenddo, na vsão de Porter (1980), como o conjunto das cnco forças (ameaça de novos entrantes, poder de negocação do fornecedores, poder de negocação dos compradores, rvaldade e ameaça de substtutos) externas e fora do controle das empresas que determnam a ntensdade da concorrênca e a rentabldade da ndústra. Grupo Estratégco- Segundo Hunt (1972), é um conjunto de empresas em uma mesma ndústra com comportamentos smlares em algumas dmensões estratégcas julgadas relevantes. Tas grupos fcam caracterzados pelas dversas tpologas, quase nunca congruentes (p.ex., Porter, 1980; Mntzberg, 1988). Alguns autores, como Kotha e Vadlaman (1995), assocam o termo estratéga genérca bunvocamente a grupo estratégco. Métodos Compettvos ou Estratégas Compettvas- De acordo com Dess e Davs (1984), Robnson e Pearce (1988) e Kotha e Vadlaman (1995), são os componentes que detalham as estratégas genércas ou grupos estratégcos (buldng blocks of generc strateges). Em verdade, são as varáves observáves que permtem dentfcar uma estratéga genérca. Coalnhamento- Na defnção de Venkatraman e Prescott (1990), é o grau de aderênca a um perfl deal especfcado para um dado ambente. A mplcação básca é que uma undade de desvo do perfl deal reflete em uma undade de desalnhamento, causando mpacto negatvo sobre o desempenho. O coalnhamento é usualmente operaconalzado como dstâncas eucldeanas em relação ao perfl deal, consderadas as varáves relevantes para o estudo específco. A partr dessas defnções, pode ser proposto o modelo teórco a ser nvestgado, conforme lustração da Fgura 1. 3

4 Grupos Estratégcos Relação I Relação Coalnhamento II Ambente Compettvo da Indústra Relação III Desempenho dos Grupos Estratégcos Fgura 1: Modelo Teórco Proposto O grupo estratégco com empresas mas próxmas do perfl teórco deal, portanto com melhores ndcadores de coalnhamento (relação I), fca melhor posconado no ambente (relação II), expermentando, então, desempenho superor (relação III). CONSTITUIÇÃO DE GRUPOS ESTRATÉGICOS A revsão bblográfca encontra dversas tpologas descrtvas de grupos estratégcos, destacando-se: Porter (1980, 1985), Mntzberg (1988), Mles et al (1978), a Tpologa baseada nos recursos da empresa, proposta orgnalmente por Wernerfelt (1984), Chrsman et al (1988), Hll (1988) e Mller e Dess (1993). Dentre essas, a mas testada nas ndústras amercanas e européas fo a de Porter (1980, 1985), notando-se, contudo, que poucos expermentos foram desenvolvdos em outras economas (Km e Lm, 1988). Tal consderação determna a sua escolha como uma das tpologas a serem utlzadas para teste do modelo teórco proposto. Alternatvamente, será também exerctada a tpologa de Mntzberg (1988), por ser o contraponto natural da opção anteror e por sugerr, dada sua maor complexdade, um maor poder explanatóro, conforme avalado por Kotha e Vadlaman (1995). No entanto, embora o teste do modelo teórco esteja lmtado a Porter (1980,1985) e Mntzberg (1988), a escolha das estratégas compettvas será pautada nos prncípos da unversaldade e parcmonaldade, buscando endereçar as crítcas sobre a dversdade na seleção de métodos compettvos e tentanto garantr o seu uso para, no mínmo, testes de tpologas neo-porteranas. As estratégas compettvas seleconadas para detalhar as estratégas genércas de Porter (1980) e Mntzberg (1988) são dervadas das pesqusas de Dess e Davs (1984) e Kotha e Vadlaman (1995). No prmero estudo, 21 métodos compettvos foram submetdos a um panel de especalstas para avalação, com base em escala Lkert (1-5), da sua conexão com cada uma das estratégas genércas de Porter. No segundo caso, a avalação fo repetda por outro panel de especalstas, objetvando a defnção das lgações com a tpologa de Mntzberg. Kotha e Vadlaman (1995) realzaram, anda, pesqusa de campo complementar para testar o poder explanatóro das duas tpologas em ndústras do tpo montadoras (dscrete manufacturng ndustres). Dess e Davs (1984) lmtaram-se a testar o poder explanatóro da tpologa de Porter na ndústra químca (tntas). Objetvando gerar um conjunto de estratégas compettvas que possam caracterzar as duas tpologas em pesqusas mas genércas, nclundo, por exemplo, as ndústras de servços, e consderando, anda, os resultados fnas obtdos por Kotha e Vadlaman (1995), os 21 métodos foram reduzdos a 11, a saber: abrangênca de atuação, ampltude da oferta, capacdade de prestação de servços adconas, controle da dstrbução, custo, escala, dentfcação de marca, preço, propaganda, qualdade da oferta, trenamento de pessoal. Observe-se, adconalmente, que a defnção de níves na assocação das estratégas compettvas aos grupos estratégcos, conforme as Tabelas 1 e 2, é sufcente para atrbur 4

5 uma personaldade únca a cada estratéga genérca, especalmente se o nível das estratégas compettvas não ncluídas na especfcação teórca de cada grupo estratégco for consderado rrelevante. Tabela 1: Tpologa de Porter GRUPO ESTRATÉGICO LIDERANÇA DE CUSTO TOTAL DIFERENCIAÇÃO ENFOQUE BASEADO EM CUSTO ENFOQUE BASEADO EM DIFERENCIAÇÃO Tabela 2: Tpologa de Mntzberg GRUPO ESTRATÉGICO DIFERENCIAÇÃO POR PREÇO DIFERENCIAÇÃO POR IMAGEM DIFERENCIAÇÃO POR SUPORTE DIFERENCIAÇÃO POR QUALIDADE DIFERENCIAÇÃO POR PROJETO ESTRATÉGIAS COMPETITIVAS Ampltude da oferta: numerosa ou muto numerosa Custo: muto ou extremamente mportante Escala: volume grande ou muto grande de transações Preço: muto ou extremamente mportante Controle da dstrbução: muto ou extremamente mportante Identfcação de marca: muto ou extremamente mportante Preço: pouco ou muto pouco mportante Propaganda: volume grande ou muto grande de veculações Qualdade da oferta: muto ou extremamente mportante Trenamento de pessoal: muto ou extremamente mportante Abrangênca de atuação: focada ou muto focada Ampltude da oferta: numerosa ou muto numerosa Custo: muto ou extremamente mportante Preço: muto ou extremamente mportante Abrangênca de atuação: focada ou muto focada Capacdade de prestação de servços adconas: muto ou extremamente mportante Identfcação de marca: muto ou extremamente mportante Preço: pouco ou muto pouco mportante Qualdade da oferta: muto ou extremamente mportante Trenamento de pessoal: muto ou extremamente mportante ESTRATÉGIAS COMPETITIVAS Controle da dstrbução: muto ou extremamente mportante Custo: muto ou extremamente mportante Escala: volume grande ou muto grande de transações Controle da dstrbução: muto ou extremamente mportante Identfcação de marca: muto ou extremamente mportante Propaganda: volume grande ou muto grande de veculações Ampltude da oferta: numerosa ou muto numerosa Capacdade de prestação de servços adconas: muto ou extremamente mportante Qualdade da oferta: muto ou extremamente mportante Capacdade de prestação de servços adconas: muto ou extremamente mportante Qualdade da oferta: muto ou extremamente mportante Trenamento de pessoal: muto ou extremamente mportante Identfcação de marca: muto ou extremamente mportante Preço: pouco ou muto pouco mportante Trenamento de pessoal: muto ou extremamente mportante AMBIENTE COMPETITIVO Em função do caráter mas geral emprestado às pesqusas que utlzaram dretamente o modelo das 5 forças e com base nas recomendações da lteratura sobre barreras de mobldade (Caves e Porter, 1977; Caves, 1984) e da lteratura sobre estrutura de mercado (McGee e Thomas, 1986), que demonstram que empresas em grupos estratégcos tendem a reduzr, em maor ou menor grau, dependendo da estrutura de barreras de mobldade, a ameaça de novos entrantes, o poder de negocação de fornecedores e compradores, a rvaldade e a ameaça de substtutos, decdu-se adotar o modelo das 5 forças, no seu formato orgnal, para operaconalzação do ambente compettvo. 5

6 Resumem-se, a segur, as dmensões a serem utlzadas e suas defnções sucntas, conforme Porter (1980): Ameaça de novos entrantes ou barreras de entrada: grau de dfculdade para a entrada de novos competdores na ndústra, nclusve como resultado de fusão ou aqusção. Ameaça de produtos substtutos: grau de facldade ou dfculdade de substtução dos bens ou servços oferecdos pela ndústra. Poder de barganha dos compradores: grau em que os clentes efetvamente conseguem redução de preços, prolongamento de prazos de pagamento ou outras condções especas. Poder de barganha dos fornecedores: grau em que os prncpas fornecedores conseguem efetuar aumentos reas de preço, redução de prazos de pagamento ou redução do nível de servços, de modo a aumentar a própra rentabldade. Rvaldade entre os concorrentes: ntensdade da concorrênca, podendo ser baseada em preços, campanhas de propaganda, ntrodução de novos produtos ou em outras dmensões. DETERMINANTES DE DESEMPENHO Um grupo estratégco com grau de ajustamento razoável entre suas estratégas compettvas nfluenca as ameaças de novos entrantes e substtutos, os poderes de negocação dos fornecedores e compradores e a rvaldade entre os concorrentes, determnando, então, um ambente compettvo da ndústra mas favorável e obtendo, em consequênca, um melhor desempenho (relação III da Fgura 1). Fcou evdente da revsão bblográfca a mportânca da assocação entre grupos estratégcos e desempenho, conforme destacado especalmente por Thomas e Venkatraman (1988). Um número sgnfcatvo de pesqusas, com destaque para as mas recentes de Copeland et al (1990), Conant et al (1990), Powell (1992), Mller e Dess (1993) e Boubakr e Cosset (1996), prvlegou ndcadores fnanceros para operaconalzação de desempenho. É claro que tas decsões de projeto foram nfluencadas pela facldade de mensuração objetva dos ndcadores em pauta, tanto dretamente, nas empresas, como através de fontes secundáras, embora exsta sustentação (Dess e Robnson, 1984; Venkatraman e Ramanujam, 1986) para a tese de consstênca entre ndcadores meddos objetva e subjetvamente. Um fato é a mportânca do ROI - retorno sobre os nvestmentos comparado aos demas ndcadores, seja por apresentar frequênca de uso amplamente superor, seja porque é fortemente correlaconado com outros ndcadores, como, por exemplo, o ROS - retorno sobre vendas (Venkatraman e Prescott, 1990). Observe-se, adconalmente, que o MS - partcpação de mercado também tem alta frequênca de uso, além de ser ndcador básco de bancos de dados da mportânca do PIMS. Por outro lado, e para amplar o caráter genérco e o poder de prevsão do estudo, é convenente, conforme recomenda Chakravarthy (1986), adotar meddas mult-dmensonas, não exclusvamente fnanceras, o que reforça o papel do MS. Ele sugere, anda, a adoção de um ndcador mensurável somente no nível subjetvo, tal como satsfação dos stakeholders. Dessa forma, a Tabela 3 apresenta os ndcadores defndos para operaconalzação do desempenho: Tabela 3: Varáves Representatvas de Desempenho DIMENSÕES Fnancero Marketng Satsfação dos Stakeholders ITENS Retorno sobre o nvestmento Partcpação de mercado Aconstas Clentes Comundade Funconáros 6

7 METODOLOGIA DA PESQUISA Com base na taxonoma proposta por Thomas e Venkatraman (1988) e nos estudos de Dess e Davs (1984) e Kotha e Vadlaman (1995), e endereçando, anda, os comentáros crítcos anterores, foram tomadas as seguntes decsões de projeto: Abordagem para desenvolvmento de grupos: a pror Mensuração das estratégas: ntenconal Mensuração do ambente: subjetva Mensuração do desempenho: objetva e subjetva Operaconalzação das estratégas : holístca (multvarável) Undade de mensuração: undade de negóco em uma mesma ndústra. O dagrama metodológco da fgura 2 lustra, em grandes blocos, como os objetvos são atenddos. ANÁLISE ESTATÍSTICA DOS DADOS QUALIDADE DA AMOSTRA Índces de resposta, qualfcação dos respondentes Normaldade das varáves observáves tpologas não explíctas Análse Fatoral tpologas explíctas Exploratóra Análse Fatoral Confrmatóra Espaços Estratégcos Completos Avalação da Convenênca de Redução das Dmensões dos Espaços de Ambente e Desempenho Espaços Estratégcos Reduzdos Grupos Estratégcos análse de cluster (matrz-alvo de grupos estratégcos pré-especfcada) comparação com a matrz fnal manova, anova INFORMAÇÃO DE CLUSTER Ambente compettvo médas manova, anova Desempenho médas manova, anova Coalnhamento Dstâncas eucldanas às matrzes-alvo de grupos estratégcos x1 7

8 ANÁLISE DE ESTRUTURAS DE COVARIÂNCIAS (Modelo do Camnho Crítco) E3 E7 8 E... E E1 X 1 β 11 COALINHAMENTO F 1 X 3... X 7 X 8... X13 λ λ 72 λ83... λ133 β AMBIENTE F 2 β DESEMPENHO F 3 D1 D2 D3 F (=1,2,3) - varáves latentes D (=1,2,3) - perturbações das varáves latentes β j (,j=1,1; 2,1; 3,2) - cargas das varáves latentes X E λ j (=1,3..,13) - varáves observáves =1 - modelo reduzdo; =2 - modelo completo (=1,3,..,13) - resíduos das varáves observáves (=3,..13 ; j=2,3) - cargas das varáves observáves DETALHAMENTO DA METODOLOGIA Fgura 2: Dagrama Metodológco Teste com Estudo Empírco: Amostragem É consderada a ndústra de seguros para suportar o estudo empírco. Tal escolha torna mas fácl o processo de coleta de dados, sem volar a defnção ortodoxa de ndústra (Porter, 1980), além de permtr explorar as tpologas alternatvas no setor de servços, lacuna observada nos trabalhos precursores de Dess e Davs (1984) e Kotha e Vadlaman (1995). O nstrumento de pesqusa é um questonáro onde cada uma das varáves observáves é medda em uma escala LIKERT de 5 pontos. Os valores da escala para as categoras de resposta foram baseados no estudo de Spector (1976) relatvos a propredades de ntervalo em escalas dessa natureza. Note-se que o questonáro delmta o período de observação para o ntervalo de 1993 a 1995 e mplementa as adaptações necessáras em função das especfcdades da ndústra em pauta (bascamente na defnção das forças ambentas). O questonáro tem ses págnas e requer aproxmadamente 15 mnutos para ser preenchdo. Fo pré-testado com cnco profssonas da ndústra, o que determnou, a bem da compreensão, algumas pequenas alterações. As varáves observáves objetvas são retradas dos balanços das nsttuções pesqusadas, obtdos por meo da Gazeta Mercantl para o balanço de 1993 e da SUSEP para aqueles de 1994 e Teste com Estudo Empírco: Análse Estatístca dos Dados Os procedmentos descrtos a segur utlzam o SPSS, na versão 6.0, com exceção da análse de estrutura de covarâncas, desenvolvda com a versão 6.04 do Procedure CALIS do SAS. QUALIDADE DA AMOSTRA No prmero passo, são computados os índces de respostas com relação ao total da população e da receta de prêmos retdos (seguradoras). Adconalmente, é feta uma análse da qualfcação dos respondentes e dos tpos de nsttuções. A normaldade das varáves observáves é analsada através das suas dstrbuções de frequênca, caracterzadas pelos gráfcos stem and leaf, médas, medanas, assmetra e curtose. ANÁLISE FATORIAL EXPLORATÓRIA E CONFIRMATÓRIA A análse fatoral exploratóra é utlzada para avalação da convenênca de redução das dmensões dos espaços (Km e Muller, 1978 e Aaker et al, 1995). Para verfcação da possbldade de expressar os espaços por meo de um número reduzdo de fatores, é adotado o método dos componentes prncpas, sem rotação e com rotação ortogonal, sem prejuízo da caracterzação das tpologas em teste. 8

9 Os fatores são extraídos com base no crtéro do auto-valor maor do que 1 e são geradas, para os espaços reduzdos, as matrzes de fatores relaconando as dmensões orgnas com os fatores extraídos. Caso essas matrzes evdencem uma ou outra das tpologas testadas, os espaços reduzdos passarão a ser utlzados na análse subsequente das tpologas. Caso contráro, para não perder a capacdade explanatóra, serão consderadas as dmensões orgnas. GRUPOS ESTRATÉGICOS: Análse de Cluster Conforme Aaker et al (1995), a análse de cluster é utlzada para grupar objetos smlares, medndo dstâncas, coefcentes de correlação ou coefcentes de assocação. O algortmo do SPSS utlza dstâncas eucldanas e o procedmento de K-Means Cluster Analyss do SPSS aplca, especfcamente, o algortmo da escolha do centróde mas próxmo (Anderberg, 1973). A análse do espaço de estratégas compettvas observa tal procedmento, sendo a matrz-alvo dos centródes dos clusters ncas pré-fxada em função das tpologas em teste, conforme Tabelas 4 e 5. Tabela 4: Matrz-alvo para a Tpologa de Porter no Espaço de Estratégas Compettvas ESTRATÉGIA COMPETITIVA Abrangênca de atuação Ampltude da oferta Capacdade de prestação de servços adconas GRUPO ESTRATÉGICO LCT (1) DIF (2) ENF CUSTO (3) Q 3 Q 3 Q 3 ENF DIF (4) Q 3 Q 3 S/POS (5) Controle da dstrbução Q 3 Custo Q 3 Q 3 Escala Q 3 Identfcação de marca Q 3 Q 3 Preço Q 3 Q 1 Q 3 Q 1 Propaganda Q 3 Qualdade da oferta Q 3 Q 3 Trenamento de pessoal Q 3 Q 3 (1) Lderança em Custo Total; (2) Dferencação; (3) Enfoque baseado em Custo Total; (4) Enfoque baseado em Dferencação; (5) Sem posconamento. OBS: Q é o quartl superor (75%) da dstrbução de frequêncas da estratéga compettva (=1,..., 11) / 3 Q é o quartl nferor (25%) 1 da dstrbução de frequêncas da estratéga compettva (=1,..., 11) / é a méda amostral da estratéga compettva (=1,, 11) 9

10 Tabela 5: Matrz-alvo para a Tpologa de Mntzberg no Espaço de Estratégas Compettvas ESTRATÉGIA COMPETITIVA PREÇO (1) IMA GEM (2) SUPOR TE (3) QUALI DADE (4) PRO JETO (5) S/ POS (6) Abrangênca de atuação Ampltude da oferta Q 3 Capacdade de prestação de servços adconas Q 3 Q 3 Controle da dstrbução Q 3 Q 3 Q Custo 3 Escala Q 3 Identfcação de marca Q 3 Preço Q 3 Q Propaganda 1 Q 3 Qualdade da oferta Q 3 Q 3 Trenamento de pessoal Q 3 Q 3 (1) Dferencação por Preço; (2) Dferencação por Imagem; (3) Dferencação por Suporte; (4) Dferencação por Qualdade; (5) Dferencação por Projeto; (6) Sem posconamento. OBS: Q é o quartl superor (75%) da dstrbução de frequêncas da estratéga compettva (=1,..., 11) / 3 Q é o quartl nferor (25%) 1 GRUPO ESTRATÉGICO da dstrbução de frequêncas da estratéga compettva (=1,..., 11) / é a méda amostral da estratéga compettva (=1,, 11) Observa-se, então, que, no tpo estratégco testado, as estratégas compettvas com coordenadas Q 3 são enfatzadas, ao contráro daquelas com coordenadas Q 1. As médas amostras são utlzadas para expressar a ndferença da estratéga genérca com relação à decsão de estratéga compettva específca. Analogamente, as empresas sem posconamento fcam em um cluster de centróde com coordenadas nas médas amostras, caracterzando ndferença estratégca à luz das tpologas testadas, conforme recomendado na abordagem a pror para desenvolvmento de grupos estratégcos (Venkatraman e Prescott, 1990). Adconalmente, é feta a análse da varânca (ANOVA) das estratégas compettvas com base nas coordenadas dos centródes, objetvando verfcar se a varabldade é devda às dferenças entre os centródes ou ao erro aleatóro. Em seguda é desenvolvda análse múltpla da varânca (MANOVA), utlzando-se como varáves dependentes as estratégas compettvas e, como fator, as nformações de membros de clusters geradas a partr da análse de cluster, para testar a hpótese nula Ho: as coordenadas dos centródes são guas, com o teste T 2 de Hotellng (Sncch, 1996). Fnalmente, a avalação do afastamento entre a matrz fnal e a matrz-alvo permte a verfcação das hpóteses sobre o poder explanatóro das tpologas. 10

11 COALINHAMENTO: Varáves Exógenas para Análse de Estruturas de Covarânca Na perspectva deste trabalho, o coalnhamento das estratégas compettvas determna um melhor posconamento no ambente, causando mpacto postvo sobre o desempenho das empresas. Tal coalnhamento é meddo pelas dstâncas eucldanas entre as observações e o centróde especfcado na matrz-alvo de estratégas compettvas para o grupo estratégco onde a observação fo posconada, conforme nformações de membros de clusters. Esta é a varável exógena X 1 do modelo do camnho crítco. ANÁLISE DE ESTRUTURAS DE COVARIÂNCIAS: Modelo do Camnho Crítco Conforme Long (1983) e Bollen (1989), os modelos para análse de estruturas de covarânca tentam explcar as relações entre um conjunto de varáves observáves e outro conjunto de varáves latentes. As relações entre as varáves observáves são caracterzadas pela sua matrz de covarâncas (ou correlações), que é decomposta pelo modelo a partr da premssa que as varáves latentes estão gerando a estrutura entre as varáves observáves. Usando, então, um modelo de meddas que lgue as varáves observáves às latentes e um modelo estrutural defnndo as relações entre as varáves latentes, é desenvolvda uma análse da matrz de covarânca, objetvando estmar fatores que mnmzem, sob algum crtéro, os erros entre as matrzes de covarânca real e estmada pelo modelo. Long (1983) cta dversos algortmos alternatvos para análse de estruturas de covarâncas, como, por exemplo, o LISREL, de Jöreskog e Sörbom e o RAM, de McDonald. Na aplcação em pauta, optou-se pelo Procedure CALIS, versão 6.04, dsponível sob o SAS, em detrmento do LISREL 7, oferecdo pelo SPSS, em vrtude deste prvlegar modelos com equações estruturas especfcadas preferencalmente com varáves latentes, quando, no caso específco, e conforme Fgura 2, é necessáro utlzar varáves observaconas. Com base no modelo do camnho crítco descrto na Fgura 2, são especfcadas as equações, conforme Tabelas 6 e 7, a segur: TABELA 6: Modelo de meddas X 1= E 1 Dstâncas à matrz-alvo de estratégas compettvas Ameaça de novos entrantes 3 λ Poder de barganha dos fornecedores 4 λ Poder de barganha dos compradores 5 λ Rvaldade entre os concorrentes 6 λ Ameaça de produtos substtutos 7 λ Satsfação dos aconstas 8 λ Satsfação dos clentes 9 λ X = λ F + E X = λ F + E MS 12= λ ROI 13 λ X F E Satsfação da comundade Satsfação dos funconáros 11

12 TABELA 7: Modelo estrutural F 1=β χ D 1 Coalnhamento Ambente F 2=β 21F1 +D 2 Desempenho F 3=β 32F 2 +D 3 Perturbações das varáves latentes D( =12,, 3 ) Cargas das varáves latentes β ( = 12,, 3; j= 12, ) j Resíduos das varáves observáves E( =1,..., 13 ) Cargas das varáves observáves λ ( = 3,..., 13; j= 2, 3 ) j O Procedure CALIS, com base no método de estmação da máxma verossmlhança, estma as cargas das varáves latentes e observáves e os seus níves de sgnfcânca, além de 2 realzar o teste χ de goodness-of-ft do modelo especfcado versus a alternatva de que os dados provêem de uma dstrbução normal multvarada com matrz de covarânca sem restrções (Bollen, 1989). RESULTADOS A dentfcação de grupos estratégcos dstntos com base em concetos defndos a pror, a partr das tpologas de Porter e Mntzberg, trou partdo das pesqusas precursoras de Dess e Davs (1984) e Kotha e Vadlaman (1995), ratfcando um conjunto básco de métodos compettvos capazes de operaconalzar as estratégas genércas e amplando o escopo dos trabalhos anterores, ao avalar os mpactos no desempenho decorrentes das opções estratégcas. Para tanto, contrbuu o modelo teórco que, apoado no conceto de coalnhamento (Venkatraman e Prescott, 1990) aplcado a uma matrz-alvo de centródes de estratégas genércas defndos com base nas tpologas em estudo, permte avalar como as dversas opções estratégcas das empresas da ndústra de seguros do Brasl determnam os seus posconamentos no ambente e nfluencam, em últma nstânca, os seus desempenhos. Analsando os resultados, das tabelas 8 e 9, observa-se que os dos modelos tveram bom ajuste com Goodness of Ft Indexes (GFI) melhores do que 80%, com o por 2 χ gual a 78,08, para 2 P χ = 0,096. Os erros-padrão, por seu turno, apresentaram um comportamento heterogêneo pelos parâmetros, atngndo seus pores valores nos parâmetros das varáves latentes, o que recomenda cautela nas conclusões. TABELA 8: Parâmetros do modelo Porter 2 GFI = 83,42% χ = 78,0758 P χ = 2 0,0956 PARÂMETRO CARGA VALOR - t ERRO PADRÃO β 11 1, β 0,7587 5,0994 0, β -0,5819-3,3384 0, λ 32-0,0508-0,3411 0,1490 λ 4 2 0,2864 2,0409 0,1403 λ 52-0,2720-1,9281 0,1411 λ 6 2-0,0565-0,3796 0,1490 λ 7 2 0,4275 3,2169 0,1329 λ 8 3 0,4922 4,6979 0,1048 λ 0, ,0440 0,

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