Manual Farmacêutico

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2 anual armacêutico laboração omissão de armácia e erapêutica 4 a edição ite: na seção édicos > Área xclusiva para rofissionais de aúde > anual armacêutico -mail:

3 residente do onselho arcelo acerda oares eto uperintendente xecutivo e peracional aulo asconcellos astian uperintendente ssistencial átima ilvana urtado erolin iretor línico r. arcelo ampaio oordenador da omissão de armácia e erapêutica r. uis dmundo. onseca embros da omissão de armácia e erapêutica r. mérico ourenço uvello eto r. riel ann r. ássio ampello de enezes r. dmundo onseca r. ernando odinho ampieri r. ilberto urcatto r. rª. ylvia aetz iza de ouza r. ladimir ernik nfermeira uciene ristine da ilva errari armacêutica lessandra ineda maral urgel armacêutica amilla ouza ehen armacêutica eresa ristina ortoletto erente uprimentos eonisa brusnik utricionista ylene ontes odrigues aim 3

4 ospital lemão swaldo ruz poio onsultor r. aulo ornelles icon erência de uprimentos eonisa brusnik erência de rojetos ike oberto da osta quipe écnica oordenadora armª lessandra ineda do maral urgel laboração e evisão écnica armª eresa ristina ortoletto olaboradores armª lcione obral eis armª amilla ouza ehen armª íntia ecchies orassi armª ristiane parecida lves armª aniela cavole de ouza armª anielle arto opes assoler armª ernanda. uimarães armª uliana. da osta armª ara.. de. ueno armª arissa aito osta armª ia do éu ardoso armª uciana arques de ouza armª aria arolina inaric armª ariana astagna allacquia armª ichele ami anaka armª atricia oreno ereira arm o ierre aldino armª riscila hoji armª atiane unes de edeiros armª anessa.. dos antos édicos olaboradores ra. driana aria orro r. arlos omsi r. uciano iacaglia r. ui oledo arros r. érgio azima revisão ortográfica ianca liveira revisão técnica armª aria ilecy arbare ornalista responsável aria ugusta de astro ampos : / esigners lberto amataya manda assié rojeto erra à ista. omunicação, arketing e ultura. - epartamento de arketing do ospital lemão swaldo ruz conclusão desta 4ª edição do anual armacêutico do ospital lemão swaldo ruz representa o criterioso e extenso trabalho dos médicos, farmacêuticos, enfermeiros e nutricionistas, que de forma incansável e voluntária contribuem para a constante melhora dos nossos padrões assistenciais. ste manual hoje pela sua excelência de conteúdo se constitui em fonte frequente de consulta e atualização para os profissionais desta instituição honrando o esforço e dedicação dos membros na omissão de armácia e erapêutica. arcelo erraz ampaio iretor línico 4 5

5 ospital lemão swaldo ruz ospital lemão swaldo ruz, como um dos maiores centros hospitalares da mérica atina, adota rígidos padrões internacionais para garantir qualidade e segurança aos seus pacientes. m sua 4ª edição, o anual armacêutico reflete o trabalho baseado em processos claros e objetivos, oferecendo aos profissionais da área da aúde um material prático e facilitador do dia a dia. omos reconhecidos pelas melhores práticas assistenciais e não poupamos esforços para promover iniciativas como esta, que ajudam a oferecer bons resultados nos atendimentos e tratamentos realizados no ospital. speramos que esse manual tenha uma excelente aplicação no seu trabalho. refácio à uarta dição do anual armacêutico sta nova edição do anual armacêutico do ospital lemão swaldo ruz é o resultado da constante atualização do rol de medicamentos padronizados na nstituição, seguindo os mesmos critérios das edições anteriores. m paralelo à evolução da terapêutica médica exige-se uma contínua revisão, com a inclusão de novos princípios ativos e apresentações, assim como a exclusão dos superados ou de baixo consumo a nível hospitalar. esde a implantação deste trabalho de padronização em 2005, partimos de apresentações comerciais, para em 2013 e de 714 princípios para os atuais 743. omo nas edições anteriores, este material é fruto da participação de todos os membros da omissão de armácia e erapêutica e de seus consultores. gradeço novamente pelo seu esforço qualificado, independente de pressões externas, dedicado e voluntário. osso reconhecimento especial à equipe de armacêuticas deste ospital, a quem coube o maior trabalho, incluindo e organizando todas as informações selecionadas, neste texto final. lém desta quarta edição impressa, também disponibilizamos todo o seu conteúdo por meio do acesso ao site do ospital, (http://www.hospitalalemao.org.br, na seção édicos > Área xclusiva para rofissionais de aúde > anual armacêutico). através de ícone na área de trabalho do computadores espalhados pelas sessões do hospital. principal objetivo deste manual é de servir como uma importante ferramenta de consulta ao orpo línico e à nfermagem, auxiliando na prescrição e na administração dos fármacos. aulo asconcellos astian uperintendente xecutivo r. uis dmundo. onseca oordenador da omissão de armácia e erapêutica 6 7

6 ospital lemão swaldo ruz gradecimentos À residência do onselho, à uperintendência xecutiva e peracional e à uperintendência ssistencial, por terem viabilizado o desenvolvimento desta 4ª edição. À iretoria línica, à erência de uprimentos, à erência de rojetos e aos membros da omissão de armácia e erapêutica, por colaborarem no processo contínuo de avaliação e padronização dos medicamentos no ospital lemão swaldo ruz. todos os profissionais de saúde, colaboradores do serviço de farmácia e, em especial aos estagiários: amila iscar ago, arolina anches ertozzo, ristiane parecida lves, ernanda aulino ocha, lávia lise ranck rança, lávia arques da ilva, uliana ima ibeiro e idia yumi itice; que contribuíram com seu esforço e dedicação de forma direta e indireta para a publicação do anual armacêutico Á refácio à uarta dição do anual armacêutico...7 gradecimentos...8 rientações sobre a tilização do anual...11 breviações...12 erviço de armácia...14 omissão de armácia e erapêutica...23 bjetivos...23 ompetências...23 adronização de edicamentos...23 ritérios para adronização de edicamentos...23 ritérios de nclusão de edicamentos...23 ritérios de xclusão de edicamentos...24 rientação para reenchimento do ormulário de nclusão de edicamentos na adronização:...24 rientação de rescrição de edicamentos não adronizados...25 rientação de nclusão na adronização...27 rientação de rescrição de edicamentos da ecretaria da aúde...29 rientação de rescrição de edicamentos mportados...29 rientação de rescrição de edicamento oado pelo abricante...29 lassificação erapêutica de edicamentos...33 lassificação erapêutica dos edicamentos...44 edicamentos adronizados por rdem lfabética de princípio ativo rientação sobre edicamentos dministrados em dosos rientação sobre edicamentos om ajuste de dose para nsuficiência enal rientação sobre edicamentos dministrados com limentos rientação sobre edicamentos ermolábeis rientação sobre edicamentos de lto usto rientação sobre edicamentos de lta igilância rientação sobre edicamentos dministrados ia onda rientações sobre edicamentos ssociados ao isco de ueda abela de prevenção de fatores de risco nos hospitais edicamentos que podem estar associados ao isco de ueda rientação sobre edicamentos ujeitos a ontrole special rientação para ispensação e olicitação de edicamentos ntirretrovirais rientação para ispensação e rescrição de alidomida erviço de erapia da or utrição arenteral utrição arenteral erviço de armácia órmulas adronizadas de utrição arenteral armacovigilância em utrição arenteral omposição nutricional das dietas enterais padronizadas edicamentos ntineoplásicos: juste osológico de acordo com a função renal álculo da epuração de reatinina álculo da Área da uperfície orpórea em dultos e rianças edicamentos para iabetes - nsulinas edicamentos asoativos iluições adronizadas pela adiofármacos licocorticoides: quivalência de oses orrelação de edidas omésticas orrespondência em mq orrespondência ônica orrelação entre ose, otas e ililitros abela de ontrastes adronizados edicamentos de lta igilância edicamentos com fonética, escrita e/ou aparência semelhante edicamentos njetáveis com parência emelhante edicamentos ontrolados com parência emelhante

7 ospital lemão swaldo ruz edicamentos com onética e/ou aparência semelhantes eferências ibliográficas rientações sobre a tilização do anual esta quarta edição, temos a relação de medicamentos padronizados no ospital lemão swaldo ruz. ncontra-se descrita a estrutura funcional da armácia ospitalar, acompanhada de uma breve abordagem de cada setor. xiste no início a classificação terapêutica por ordem alfabética, que tem por finalidade facilitar a consulta dos medicamentos similares ou equivalentes terapêuticos. seguir encontram-se todos os medicamentos padronizados, organizados por ordem alfabética, ações comerciais, posologias, dose na insuficiência renal, preparo e diluição dos injetáveis, cuidados de administração em idosos, via sonda e com alimentos, além da armazenagem, alertas sobre o tipo de receita, alta vigilância e alto custo. manual aborda também orientações sobre aspectos técnicos que estão relacionados com a prática diária, como informações sobre edicamentos sujeitos a ontrole special, iabetes, iagnósticos, álculos écnicos, abela de ajuste osológico conforme unção enal, orientação na utrição arenteral e na erapia da or, entre outros. ste é um meio de facilitar o trabalho da equipe multiprofissional visando assegurar a qualidade no atendimento ao paciente

8 ospital lemão swaldo ruz breviações <: enor >: aior : aior ou igual : enor ou igual : nticoagulante itrato extrose dsv: desivo mp: mpola : gência acional de igilância anitária : cidente ascular erebral is: isnaga : astão c/: com : oncentração lveolar ínima ap: ápsula : entro de nformação sobre edicamento lcr: epuração da reatinina : itomegalovírus olh: olher/olheres p: omprimido is: isco rg: rágea ferv: fervescente nv: nvelope : stados nidos da mérica : ndovenoso ap: rasco mpola : ormas armacêuticas lac: laconete r: rasco g: rama ts: otas h: ora : ospital lemão swaldo ruz : ntramuscular nj: njetável : nternational ormalized atio cal: uilocalorias g: uilograma : itro iof: iofílico anip: anipulado astig: astigável mcg: icrograma mq: iliequivalência mg/dia: iligrama por ia mg/m: iligrama por ililitro g: agnésio mg: iligrama min: inutos m: ililitro /: ão isponível : utrição nteral ebuliz: ebulização : otificação de eceita : otificação de eceita special ft: ftálmico p: otencial idrogeniônico : loreto de olivinila p/: para qsp: uantidade uficiente ara : uimioterapia ev: evestido : eceita édica : ubcutâneo cr: reatinina lasmática eg: egundos er: eringa : oro isiológico : oro licosado : índrome da munodeficiência dquirida : istema ervoso entral ol: olução ubl: ublingual up: upositório : ermo de onsentimento : ermo de sclarecimento : axa de iltração lomerular op: ópico : ermo de esponsabilidade ransd: ransdérmico : nidade ederativa : nidades : nidades nternacionais : nited tates harmacopoeia : ia ral : ia etal ol: olume rp: arope 12 13

9 ospital lemão swaldo ruz erviço de armácia ssistência armacêutica no ospital lemão swaldo ruz serviço de armácia do ospital tem sob sua responsabilidade atividades administrativas e clínico-assistenciais, visando o uso racional de medicamentos para a redução de custos e eventos adversos. farmácia conta com a presença de profissionais qualificados para atingir bons resultados com um planejamento adequado, mecanismos de controle eficientes, recursos humanos e uma política de gestão dos recursos materiais, contando com a visão e propostas atualizadas de trabalho, capazes de detectar e satisfazer as necessidades do ospital em relação à assistência farmacêutica. assistência farmacêutica abrange desde o abastecimento, a conservação, a garantia da qualidade da utilização dos produtos farmacêuticos, a obtenção e a difusão de informações, a educação continuada dos profissionais da saúde e do paciente para assegurar o uso racional de medicamentos. lém disso, a assistência farmacêutica também pode ser evidenciada com a participação dos farmacêuticos nas diversas equipes de saúde como os seguintes grupos de estudo: arro de arada ardíaca, iabetes, ncologia, ransplante, ediatria, erapia utricional, erapia da or, its de adronização de diluição de injetáveis e omitê de edicamentos, assim como a liderança do capítulo de gerenciamento e utilização de medicamentos. quisição de rodutos aquisição de medicamentos e produtos médico-hospitalares é realizada pelo setor de compras a partir de um sistema de cotação entre fornecedores previamente cadastrados e qualificados, garantindo assim a qualidade, a procedência e o melhor preço para os produtos. ualificação de ornecedores qualificação de fornecedores é um programa que tem por finalidade avaliar e qualificar fornecedores para credenciamento, assegurando, desta forma a qualidade dos produtos farmacêuticos adquiridos pelo ospital. - rupo de valiação de ornecedores trabalha sem fins lucrativos, sendo constituído por farmacêuticos hospitalares com interesses comuns no que se refere à avaliação de fornecedores como parte do rograma de ualidade dos hospitais, desde que exista interesse comercial por partes das instituições, as quais os membros do grupo representem. ospital lemão swaldo ruz participa das atividades deste grupo desde seu início em 1994 e nestes 20 anos de trabalho tem acompanhado a realização de auditorias em 331 fornecedores, nos diferentes segmentos do mercado farmacêutico, desde a indústria farmacêutica, distribuidoras, farmácias de manipulação, drogarias e transportadoras. ste rupo de valiação de ornecedores de medicamentos e produtos para saúde estimula e contribui para a melhora da qualidade e cumprimento da legislação vigente. uprimentos o setor de suprimentos, a assistência farmacêutica consiste em orientar o recebimento e armazenagem de todos os produtos médico-hospitalares, adotando como norma as oas ráticas de rmazenagem, com cuidados especiais aos produtos quimioterápicos, termolábeis, fotossensíveis e aqueles sujeitos ao controle especial. ambém é o setor que elabora a programação para a aquisição dos produtos de acordo com o consumo, informando o setor de compras e garantindo assim, as quantidades necessárias para a rotina do ospital. lém disso, possui um sistema informatizado de controle de entrada e saída de produtos que auxilia no controle de estoque, informando as quantidades disponíveis em estoque e o que é dispensado para os demais setores do ospital, sendo responsável pelo cadastramento de códigos de barras atrelados as informações do ospital, utilizando tecnologia bidimensional, possibilitando assim a rastreabilidade de medicamentos na nstituição. nidades de ispensação: entral,, entro irúrgico e uimioterapia dispensação de produtos é realizada pela armácia entral e por 3 unidades satélites:, entro irúrgico e uimioterapia sob supervisão e responsabilidade de um farmacêutico. a armácia entral e nas unidades satélites é feito um controle efetivo de armazenamento e validade dos produtos, havendo constante monitoramento dos processos no sentido de orientar a correta separação e dispensação dos produtos farmacêuticos, de forma a validar todo o processo antes da administração ao paciente. a entral e na a dispensação é realizada de forma individualizada, por horário e por dose, a fim de minimizar erros de dispensação, racionalizar a distribuição e administração de medicamentos, possibilitar o exercício da armacovigilância, diminuir os custos com medicamentos, manter um controle de estoque mais eficiente e aumentar a segurança para o paciente. o entro irúrgico o diferencial é que os materiais e medicamentos são separados por procedimento cirúrgico de acordo com a equipe médica. a uimioterapia, antes da dispensação, todas as prescrições são validadas e os medicamentos são manipulados em área especial antes de serem administrados aos pacientes ambulatoriais e internados. armácia línica serviço de armácia línica teve início em 2004 e vem sendo feito por uma equipe de farmacêuticos que analisa a prescrição médica dos pacientes nas unidades de internações e terapia intensiva, promovendo a validação da prescrição. prescrição médica é feita no sistema igha-asy contendo informações como no nome completo do paciente,, data, horário de administração dos medicamentos prescritos pelo nome genérico, dosagem em sistema métrico (exceto para unidade ), também inclui via e intervalo de administração, inclusive itens se necessário, duração da terapêutica quando pertinente (ex: antibióticos), identificação do profissional (). equipe de farmacêuticos clínicos tem por objetivo detectar possíveis não conformidades na prescrição quanto aos medicamentos, no que se refere à indicação, a dose, via de administração e horários de administração, verificando incompatibilidades e monitorando as interações medicamentosas sinalizadas pelo sistema eletrônico, permitindo maior suporte à enfermagem e aos médicos, com o objetivo maior de garantir a melhor terapêutica ao paciente. entro de nformações sobre edicamentos o a atuação do farmacêutico consiste em disponibilizar e facilitar as informações técnicas, auxiliando na redução de custos pela orientação do uso racional dos medicamentos. ornece informações relacionadas à indicação, prescrição, dispensação e administração de medicamentos, utilizando informações pesquisadas em fontes bibliográficas especializadas, idôneas e atualizadas. romove apoio técnico e científico da seguinte forma: laborando o anual armacêutico institucional; valiando o consumo de medicamentos quanto aos estudos de farmacoeconomia e uso racional; isponibilizando informações técnicas sobre medicamentos na base de dados no istema igha-asy para a prescrição eletrônica, alimentando as interações medicamentosas contraindicadas, as doses limites, as diluições de injetáveis minimizando erros da prescrição médica; ivulgando rientações écnicas e lertas armacêuticos; ornecendo estatísticas sobre o uso de ntimicrobianos, utrição arenteral e erapia da dor; ervindo de suporte à omissão de armácia e erapêutica e ao erviço de ontrole de nfecção ospitalar; entralizando toda a documentação do erviço de armácia referente a treinamentos, manuais de normas e rotinas, processos de melhorias, avaliação de fornecedores, bibliografia para consulta entre outros; 14 15

10 ospital lemão swaldo ruz onitoramento de fármacos novos incluídos na padronização; onitoramento de fármacos sob investigação. egurança no rocesso de edicação squema: rofissional da aúde área de egurança no rocesso de edicação teve início em objetivo é detectar oportunidades de melhorias, analisar e promover ações no processo de medicação, ou seja, toda a cadeia da ssistência armacêutica prezando pela segurança do paciente. atuação da área de egurança no rocesso de edicação compreende: dentifica a suspeita de evento adverso ou queixa técnica; ncaminha à armácia entral a otificação de uspeita de vento dverso e ueixa écnica de edicamentos, devidamente preenchida. armacovigilância; tualizar e analisar mensalmente os indicadores do serviço de farmácia; ivulgar lertas relacionados a segurança do paciente; nalisar as otificações de vento dverso e uase alha, relacionados aos medicamentos e promover medidas de melhorias, juntamente ao erenciamento de isco; nalisar problemas relacionados ao sistema -asy no âmbito da prescrição, aprazamento e dispensação com possibilidade de impacto ao paciente e realizar ordens de serviço para tratativa. armacovigilância armácia nalisa a otificação; ncaminha ao fabricante o comunicado redigido junto com a notificação; ncaminha para a equipe de saúde a resposta do fabricante. ospital conta com o erviço de armacovigilância desde 2004, que, no início, estava vinculado ao e atualmente a egurança do rocesso de edicação. armacovigilância é a ciência que se destina a detecção, avaliação, compreensão e prevenção dos efeitos adversos ou outros problemas relacionados a medicamentos. armacovigilância permite avaliar as questões de segurança dos medicamentos após sua comercialização: elação causa-efeito entre a administração do medicamento e o surgimento de efeitos indesejados ou ausência de ação farmacológica; onitorar o processo de fabricação do mesmo, através de alterações em sua embalagem, conteúdo e/ou produto final (ueixa écnica). armacovigilância influi diretamente nas situações: econhecimento de novas reações adversas; dentificação de fatores predisponentes para as reações adversas; etecção e avaliação de ineficácia ou novas indicações de fármacos não observados anteriormente; esenvolvimento de ações preventivas e de educação continuada; nclusão e/ou alteração de informações na bula dos medicamentos, quanto a: efeitos colaterais, interações medicamentosas, contraindicações e outros; etirada de produtos farmacêuticos do mercado mundial pelos órgãos responsáveis. oms formulário reação adversa / queixa técnica fabricante ecebe o comunicado redigido junto com a notificação; nalisa o conteúdo; mite parecer para a farmácia. anvisa e cvs 16 17

11 ospital lemão swaldo ruz (rescritos ou por automedicação) edicamento * ose iária ia de dm. nício o uso im o uso ose (1ª, 2ª, 3ª) ou eforço (1, 2, 3 ) otivo do uso 3 ÇÕ Ã ÇÃ??? Ó? * / / ÇÃ ÇÃ? Í*?? (,, Ê, Í ) É ÇÃ? Ú? 4 ( ÇÃ Ã ) Ê É *.º * (/ )* - 5 ÇÃ É ( / ÇÃ)* * Ú * * Ê ÇÃ ( * ) reenchimento brigatório odos os dados são confidenciais Á entral de informações de medicamentos

12 ospital lemão swaldo ruz eações adversas apresentadas ( ) nemia ( ) lteração dos glóbulos rancos ( ) lteração de laquetas ( ) ngina ( ) nfarto ( ) nsuficiência ardíaca guda ( ) dema de membros inferiores ( ) dema generalizado (nasarca) istema anguìneo e infático ( ) infadenopatia ( ) pistaxe istema ardiocirculatório ( ) rritmia cardíaca ( ) íncope (colapso, queda súbita) ( ) arada ardíaca ( ) alpitações ( ) aquicardia istema enoso eriférico ( ) utra hemorragia ual? ( ) utros uais? ( ) ianose ( ) ipertensão arterial ( ) ipotensão ( ) hoque ( ) utros ( ) lebite ( ) rombose ( ) dema de extremidades ( ) utros ( ) ispnéia ( ) osse ( ) or torácica ( ) áuseas ( ) ômitos ( ) iarréia ( ) or abdominal ( ) isfagia ( ) oliúria ( ) ligúria ( ) núria ( ) gitação psicomotora ( ) nsiedade ( ) epressão ( ) elírio ( ) oma ( ) or muscular ( ) or óssea ( ) ificuldade na marcha ( ) ritema cutâneo (exantema) ( ) rupcção máculo-papular ( ) rticária istema respiratório ( ) roncoespasmo ( ) hiados/ibilos pulmonares ( ) errame pleural ( ) astrite aguda ( ) epatite ( ) ancreatite ( ) ematêmese ( ) elena parelho igestivo parelho rinário ( ) ematúria ( ) istite ( ) álculo urinário istema ervoso ( ) onfusão mental ( ) onvulsão ( ) onolência ( ) nsônia istema ósteo-muscular ( ) ueda com/sem trauma ( ) ncoordenação motora ( ) ãimbras eações dermatológicas e alérgicas ( ) ongestão nasal ( ) inite alérgica ( ) dema de glote erviço de armácia utubro/2008 ( ) neumonia ( ) ngústia respiratória ( ) utros ( ) bstipação ( ) stomatite ( ) or anal ( ) utros ( ) riapismo ( ) utros ( ) istúrbio da fala ( ) aralisia ( ) arestesia ( ) utros ( ) spasmo muscular ( ) raqueza muscular ( ) utros ( ) hoque anaflático ( ) utros 20 21

13 ospital lemão swaldo ruz omissão de armácia e erapêutica ( ) lcerações de pele ( ) rise asmática ( ) andidíase oral, vaginal, outra ( ) elulite ( ) ecrose/gangrena de pele ( ) traso/descontrole menstrual ( ) ólicas uterinas ( ) efaléia ( ) nxaqueca ( ) ebre ( ) remores, calafrios ( ) al-estar generalizado ( ) iplopia (visão dupla) ( ) onjutivite ( ) emograma ( ) nzimas hepáticas ( ) letrólitos e minerais ( ) ípides ueixas não catalogadas / escrição da reação istúrbios infecciosos / imunológicos ( ) bscesso superficial ( ) bscesso cavitário ( ) erpes zoster ( ) acteremia istúrbios obstétricos e ginecológicos ( ) etro/menorragia ( ) borto ( ) esmaio ( ) uadro gripal ( ) dema de rosto ( ) ipotermia ( ) orte súbita ueixas erais istúrbios oculares ( ) dema de pálpebra ( ) edução de acuidade visual lterações de exames laboratoriais e subsidiários ( ) licemia / glicosúria ( ) ilirrubinas ( ) réia/creatinia ( ) neumonia ( ) hoque séptico ( ) utros ( ) utros ( ) ome intensa ( ) norexia ( ) erda de peso ( ) umento de peso ( ) utros ( ) egueira (unilateral, bilateral) ( ) utros ( ) milase ( ) letrocardiograma ou monitor eletrocardiográfico ( ) utros bjetivos omissão de armácia e erapêutica foi criada com o intuito de assessorar a iretoria línica na implementação das políticas relacionadas à seleção, padronização, aquisição, prescrição e dispensação de medicamentos. ua criação pretende aperfeiçoar continuamente a assistência terapêutica aos pacientes internados e ajudar a reduzir os custos do tratamento hospitalar. É constituída por uma equipe multiprofissional: médicos de diversas especialidades (línica édica, irúrgica,, ncologia, ardiologia, nfectologia) e por farmacêuticos. ompetências mplementar estratégias visando melhorar o uso de medicamentos (incluindo avaliação do uso de medicamentos e a integração com a omissão de ontrole de nfecção ospitalar e a omissão de armacovigilância); companhar estudos e pesquisas de fármacos ou congêneres avaliando aspectos químicos, farmacodinâmicos e farmacocinéticos. mitir parecer técnico sobre sua eficiência terapêutica, para embasar critérios de escolha de produtos padronizados ou novas aquisições; isciplinar a inclusão e/ou exclusão de medicamentos para uso nos pacientes; isciplinar a prescrição médica hospitalar e uniformizar a terapêutica, tendo em vista a melhoria contínua da qualidade dos medicamentos a serem usados pelos pacientes; ontrolar o acesso da indústria farmacêutica, com suas atividades promocionais aos profissionais da nstituição; rientar o corpo clínico do ospital, no que se refere ao gerenciamento de medicamentos e congêneres, tais como qualidade e uso; anter sistema informatizado, com controle de acesso, mantendo registro atualizado sobre os medicamentos e congêneres contendo listagem padrão e dados farmacológicos; romover a divulgação da padronização de medicamentos através da iretoria línica do ospital. adronização de edicamentos ritérios para adronização de edicamentos ados do otificador ome rofissional amal ados do rofissional armacêutico ome rofissional amal erviço de armácia utubro/2008 etor onselho rofissional nº / etor onselho rofissional nº / edicamentos autorizados pela ; rincípios ativos com valor terapêutico comprovado, catalogados pelo princípio ativo conforme a enominação omum rasileira ; ormas armacêuticas que permitam a individualização na distribuição; orma armacêutica, apresentação e dose considerando: comodidade para administração ao paciente; faixa etária; facilidade de cálculo da dose a ser administrada; facilidade no fracionamento ou multiplicação de doses; edicamentos que atentem as necessidades básicas da nstituição em análise conjunta com o corpo clínico; edicamentos que gerem redução de custos da terapêutica, com qualidade, segurança e efetividade; edicamentos que gerem redução de custos operacionais quanto à aquisição, armazenamento, dispensação e controle de estoque. ritérios de nclusão de edicamentos reencher formulário de solicitação com data e assinatura do responsável; onsiderações sobre a ação terapêutica e uso clínico; antagens terapêuticas aos medicamentos similares ou equivalentes aos padronizados; ncaminhamento para omissão de armácia e erapêutica

14 ospital lemão swaldo ruz ritérios de xclusão de edicamentos edicamentos que se mostrarem tóxicos e/ou ineficazes; studo de consumo que não justifique a padronização; rincípios ativos que possam ser substituídos com vantagens, quando outro for incluído; edicamentos que poderão ser substituídos com vantagens, quando outro for incluído; omercialização do medicamento foi proibida ou descontinuada por órgão competente. squema de nclusão de edicamentos na adronização: édico rientação para reenchimento do ormulário de nclusão de edicamentos na adronização: reenchimento do ormulário. reencher os campos com ome enérico; ome omercial; aboratório abricante; oncentração; orma armacêutica e ia de dministração do medicamento. ssinalar se existe o medicamento similar ou equivalente padronizado e informações de eficácia e segurança do medicamento proposto. ustificar as vantagens clínicas do medicamento em relação ao produto equivalente se for o caso. itar referências e/ou anexar trabalhos científicos. armácia (entro de nformações sobre edicamentos) nalisar se os critérios de inclusão foram atendidos erificar aspectos econômicos erificar o consumo nos últimos 6 meses valiar a sugestão de inclusão erificar se o fornecedor é qualificado conforme rograma de ualificação de ornecedor rovidenciar a visita técnica ao fornecedor não qualificado rovidenciar os testes analíticos nformar a omissão sobre a visita e testes - omissão de armácia e erapêutica nálise e emissão de parecer pelo édico onsultor da lasse. aso o parecer seja favorável, avalia-se a necessidade de testes e solicita-se visitas, que são realizadas pela armácia. pós a resposta da armácia analisa-se a aprovação. provação ou ão à nclusão do edicamento na adronização 24 25

15 ospital lemão swaldo ruz rientação de rescrição de edicamentos não adronizados rescrições de medicamentos ão adronizados só poderão ser realizadas através do preenchimento da ustificativa de tilização, a qual se encontra no sistema asy rientação de nclusão na adronização s medicamentos somente serão inclusos na padronização mediante preenchimento de ormulário nclusão de edicamentos na adronização conforme o formulário a seguir: 26 27

16 ospital lemão swaldo ruz rientação de rescrição de edicamentos da ecretaria da aúde edicamentos da ecretaria de aúde serão providenciados mediante a prescrição médica de acordo com a documentação adequada para cada tipo de produto. er ormulário. rientação de rescrição de edicamentos mportados edicamentos sem registro no inistério da aúde à serão padronizados. ara utilização de medicamentos importados, o medicamento deverá ser providenciado pelo ospital e/ou paciente que deverá preencher o ermo de esponsabilidade que segue em ormulário. rientação de rescrição de edicamento oado pelo abricante edicamento oado pelo abricante para ser utilizado pelo paciente precisa estar prescrito pelo médico e o paciente e/ou familiar deverá trazer a ota fiscal de doação do fabricante e preencher o ermo de esponsabilidade, conforme o formulário a seguir

17 ospital lemão swaldo ruz medicamento foi liberado pela ecretaria da aúde. escrição do medicamento: rotocolo da entrega: eceita édica º de lote: alidade: onservação: emperatura ambiente (ax. 25 ) ob refrigeração 2 a 8 nuência do médico responsável no medicamento foi por mim importado. escrição do medicamento: mportadora: rdem de erviço: nvoice (ocumentação de mportação): eceita édica: º de lote: alidade: onservação: emperatura ambiente (ax. 25 ) ob refrigeração 2 a 8 nuência do édico responsável no : medicamento foi doado pelo fabricante. escrição do medicamento: arta de doação: ota fiscal de doação: º de lote: alidade: onservação: emperatura ambiente (ax. 25 ) ob refrigeração 2 a

18 ospital lemão swaldo ruz edicamento de uso próprio 1)escrição, dose e apresentação: uantidade: ote: alidade: onservação: emperatura ambiente (ax. 25 ) ob refrigeração 2 a 8 : 2)escrição, dose e apresentação: uantidade: ote: alidade: onservação: emperatura ambiente (ax. 25 ) ob refrigeração 2 a 8 : 3)escrição, dose e apresentação: uantidade: ote: alidade: onservação: emperatura ambiente (ax. 25 ) ob refrigeração 2 a 8 : 4)escrição, dose e apresentação: uantidade: ote: alidade: onservação: emperatura ambiente (ax. 25 ) ob refrigeração 2 a 8 : 5)escrição, dose e apresentação: uantidade: ote: alidade: onservação: emperatura ambiente (ax. 25 ) ob refrigeração 2 a 8 : lassificação erapêutica de edicamentos classificação agrupa os medicamentos de acordo com seu uso por anatomia, sistemas e ação farmacológica, sendo uma adaptação da classificação do uia de edicamentos que baseou-se na classificação natomical herapeutic hemical. - Á ntifúngico istêmico ntimicrobiano minoglicosídeo ntimicrobiano naeróbico ntimicrobiano nfenicol + Á ntimicrobiano arbapenêmico + Ó É ntimicrobiano efalosporina 1º geração ntimicrobiano efalosporina 2º geração ntimicrobiano efalosporina 3º geração Ó ntimicrobiano efalosporina 4º geração ntimicrobiano licilciclina ntimicrobiano licopeptídeo ntimicrobiano incosamida ntimicrobiano ipopeptídeo ntimicrobiano acrolídeo ntimicrobiano onobactâneo ntimicrobiano itrofurano Í ntimicrobiano xazolidinona ntimicrobiano enicilina + Á + + Á + + Á Â ntimicrobiano olimixina ntimicrobiano uinolona iprofloxacino 32 33

19 ospital lemão swaldo ruz ntimicrobiano ulfa + ntimicrobiano etraciclina ntimicrobiano uberculostático ntineoplásico itotóxico Í ntineoplásico ral É Í ntiparasitario, nti-helmíntico ntiviral ntiviral itotóxico utros - uimioterápicos - aparelho cardiovascular gente nti-hipertensivo + Ó ntianginoso ntianginoso e asodilatador ntiarrítmico etabloqueador loqueador de anal de álcio ardiotônico Í iurético + + Á + stimulante drenérgico stimulante cerebral nibidor da utros - parelho ardiovascular + olução letrolítica para ardioplegia ÇÃ É ensibilizador de cálcio rombolíticos asoconstritores e ipertensores asodilatador eriférico, erebral -, ÇÃ limentação e eposição idroeletrolítica arenteral Á Í ÇÃ Á: Á Ó ntiácido Ó Ó Í + + Ó É É Ó ntidiarréico, epositor da lora ntestinal ntidiarréico e dsorvente ntiemético, ntivertiginoso ntiemético, rocinético 34 35

20 ospital lemão swaldo ruz ntiespasmódico É ntiespasmódico e nalgésico + ntifisético ntisecretor salivar ntisséptico ucal Í + Í + + Ó ntiulceroso É Ó É igestivo Á Ó + + letrólito ral Á Á + Á É epatoprotetor + ipoglicemiante ipolipêmico axante + Ó Ó Á + Ó Á Ó + Ó + Á É Ó Ó + ÇÕ + Ó rexígeno + ÇÃ ÇÕ eposição idroeletrolítica ral Ó itamina e uplemento ineral Á Á + Á Á + Ó + Ô + Ê Á Á Ó (/ 1) utros - parelho igestivo, etabolismo e utrição - Á ntiespasmódico rinário ntisséptico e nalgésico rinário + Í stimulante terino olução para iálise Ó Ó ÇÃ ÇÃ ÓÃ -1 ÇÃ Á: Á ÇÃ Á: Á + Ó + É + Ó + Ó ÇÃ Á: Á + Ó + +É + Ó ÇÃ Á: Ó + Á + ÇÕ ÇÃ Á: Ó ÇÃ Á Á erapêutica rostática ntiinfeccioso inecológico ópico + - Ó ntitussígeno Í roncodilatadores + Ó Ó escongestionante asal Ô + Ó ucolítico Í Í - Ó, Ó Ó nestésico cular Í nestésico ópico Í Í Í + Í ntifúngico ópico 36 37

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