DESAFIOS PARA GARANTIR O TRABALHO DECENTE PARA OS/AS JOVENS, COM ESPECIAL ATENÇÃO ÀS QUESTÕES DE GÊNERO E RAÇA

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1 DESAFIOS PARA GARANTIR O TRABALHO DECENTE PARA OS/AS JOVENS, COM ESPECIAL ATENÇÃO ÀS QUESTÕES DE GÊNERO E RAÇA FORUM NACIONAL TRABALHO DECENTE PARA OS JOVENS: FORTALECENDO A AGENDA NACIONAL DE TRABALHO DECENTE PARA A JUVENTUDE Laís Abramo Diretora do Escritório da OIT no Brasil Brasília, 3 de maio de 2012

2 Alguns pontos de partida da ANTDJ 1. A juventude brasileira é uma juventude trabalhadora Em 2009, mais de 34 milhões de adolescentes e jovens entre 15 e 29 anos trabalhavam ou procuravam trabalho Taxa de participação (trabalhando ou buscando ativamente um trabalho): 15 a 29 anos: 69,6% 15 a 17 anos: 36,0% 18 a 24 anos: 74,7% 25 a 29 anos: 83,6% 15 a 19: 47,4% 20 a 24: 78,4% 2

3 2. A ampliação da presença dos jovens na escola não eliminou a experiência do trabalho Os efeitos do aumento dos anos de escolarização ainda são relativos no que se refere ao momento de ingresso ao mercado de trabalho: Principal efeito: reduzir o trabalho na adolescência (15 a 17 anos); ainda assim 36% está na PEA Não implicou uma redução da participação na PEA a partir dos 18 anos É elevada a porcentagem de jovens que busca conciliar escola e trabalho Jovens entre 18 e 24 anos de idade: só estudam: 14,7% trabalham e estudam: 15, 6% só trabalham: 46,7% 3

4 3. A idade de entrada no mercado de trabalho é fortemente marcada pelas desigualdades sociais É no trabalho realizado na adolescência que mais se evidencia o forte peso das desigualdades sociais muito mais intenso entre os jovens das famílias mais pobres. poucas vezes ele se exerce nas condições protegidas pela Lei de Aprendizagem muitas vezes equivale às piores formas de trabalho infantil e adolescente (proibidas até os 18 anos) A partir dos 18 anos, a diferença principal não está na disposição para o trabalho, mas sim nas chances de encontrálo e nas condições em que ele se exerce Jovens de baixa renda: mais afetados pelo desemprego e piores condições de trabalho, muitas vezes sem completar o Ensino Fundamental Jovens com renda mais alta: tendem a ser menos afetados pelo desemprego e encontrar melhores empregos 4

5 4. Trabalho permanece central e apresenta diversidade de sentidos Depende do perfil sócio econômico e da trajetória profissional e educacional, mas em geral: a necessidade ainda é o sentido mais forte, especialmente entre jovens pobres mas também estão presentes outras dimensões: busca de independência e autonomia, realização pessoal, direito. Jovens de mais baixa renda: expectativa de qualificação e trabalho no presente para melhor reinserção no futuro (um verdadeiro trabalho ). 5

6 5. O desemprego e a informalidade não atingem apenas os jovens de baixa renda ainda que esses fenômenos estejam fortemente marcados pelas desigualdades sociais, de gênero e de raça/cor 6

7 Prioridade 1 da ANTDJ: Mais e melhor educação Emprego formal: uma aproximação ao trabalho decente O ensino médio completo é condição fundamental para aumentar as oportunidades de acesso a um melhor trabalho 70% dos novos empregos formais gerados em 2010 foram ocupados por pessoas com Ensino Médio Completo 23% da PEA juvenil (16 a 29 anos) não completou nem o Ensino Fundamental entre os jovens de 15 a 17 anos essa proporção é de 44% e 15% deles está fora da escola 7

8 Por que uma agenda de trabalho decente para a juventude brasileira? Elevadas taxas de desemprego e informalidade entre jovens mesmo em momentos como o atual, de crescimento dos empregos formais importância da ANTDJ neste contexto: crescimento econômico importante mas não suficiente Desemprego/ informalidade não atinge apenas jovens de baixa escolaridade. Mais educação: importante, mas não suficiente Desemprego e informalidade: persistem marcas das desigualdades de origem social, sexo e cor/ raça. Desemprego: forte componente de gênero Informalidade: forte componente de raça

9 OPORTUNIDADES DE EMPREGO Desemprego juvenil (PNAD 2009, 15 a 24 anos) Desemprego juvenil é muito superior à taxa média de desemprego Desemprego das mulheres é significativamente superior ao dos homens Total BRASIL Jovens Total 8,4 17,8 Homens 6,2 13,9 Mulheres 11,1 23,1 9

10 OPORTUNIDADES DE EMPREGO Desemprego juvenil e desemprego total (15 a 24 anos, PNAD 2009, porcentagens) TOTAL JOVENS Total 8,4 17,8 Homens 6,2 13,9 Mulheres 11,1 23,1 Brancos 7,3 16,6 Negros 9,4 18,8 Mulheres negras 12,8 25,3

11 OPORTUNIDADES DE EMPREGO Jovens que não estudam e não trabalham (15-24 anos, 2009, porcentagens) BRASIL Total 18,4 Homens 12,1 Mulheres Brancos 16,1 Negros 20,4 Mulheres negras 28,2 24,8 *mais que o dobro

12 Jovens que não estudam e nem trabalham Em alguns estados brasileiros a porcentagem de jovens mulheres negras nessa situação é superior a 33% Pernambuco: 36,7% Rio Grande do Norte: 36% Alagoas: 34,9% Pará: 33,7% Evidencia a importância da prioridade atribuída na ANTDJ à conciliação entre estudos, trabalho e vida familiar (17% dos jovens são pessoas responsáveis pelo domicílio) 12

13 Necessário qualificar melhor a inatividade juvenil Diversidade de situações: Jovens que deixaram de procurar trabalho devido ao desalento, mas que aceitariam trabalhar caso tivessem oportunidade Jovens que estão em um período de trânsito ou espera entre determinadas situações Jovens que trabalham em atividades não remuneradas (muitas vezes no âmbito familiar) Jovens que se dedicam às tarefas domésticas (cuidado de filhos, irmãos, parentes idosos) 13

14 A inatividade juvenil Forte componente de gênero, raça e origem social: mulheres negras de mais baixa renda Dificuldades de conciliação entre trabalho, estudos e vida familiar Maior atenção em geral aos jovens de baixa escolaridade, porém: Atenção também aos jovens com ensino médio completo que não estudam, não trabalham e não buscam trabalho: poucas perspectivas e falta de apoio após ensino médio 14

15 As políticas públicas para os jovens no campo do trabalho Ausência de uma política estrutural de emprego para jovens Foco central dos programas: ações de elevação de escolaridade e qualificação profissional importante, mas não suficiente Baixa execução da ação de subsídio do Programa Primeiro Emprego : encerramento da ação sem avaliação clara Necessidade de construir outras saídas no campo da demanda por trabalho 15

16 Prioridades 3 ANTDJ: Inserção digna e ativa no mundo do trabalho Alguns dos temas tratados: ampliação das oportunidades de emprego assalariado e melhoria de sua qualidade promoção das condições de saúde e segurança no local de trabalho acesso à terra, trabalho e renda no campo melhorias na qualidade dos empregos, com ampliação das oportunidades no campo dos empregos verdes geração de trabalho e renda através da economia popular e solidária, associativismo rural e empreendedorismo 16

17 Alguns elementos da discussão internacional (CIT, 2012) Para enfrentar a crise de emprego dos jovens, e seu ciclo vicioso de desemprego, pobreza, desigualdade, precaridade e baixo estímulo para a qualificação, é necessário adotar um novo marco de políticas públicas para os jovens. As políticas terão que responder às demandas e necessidades dos jovens, considerando sua diversidade. Devem conter uma abordagem integrada e coerente que combine intervenções macroeconômicas e microeconômicas, tanto pelo lado da oferta quanto da demanda de emprego, considerando tanto a sua quantidade quanto a sua qualidade 17

18 Alguns elementos da discussão internacional (CIT, 2012) São poucos os marcos de política para a juventude com uma definição clara e integrada de prioridades; Em geral os recursos alocados para a sua execução são insuficientes; A maior parte das intervenções de dá pelo lado da oferta de força de trabalho (escolarização e qualificação) com pouca atenção para o lado da demanda; Importância das políticas ativas de mercado de trabalho (Sistema Público de Emprego, Trabalho e Renda): podem ser chaves na transição escola/trabalho, mas necessitam um olhar específico para os e as jovens (sensibilidade, capacitação e recursos humanos e materiais) 18

19 Alguns elementos da discussão internacional (CIT, 2012) Necessidade de ampliar os esquemas de proteção social para os/as jovens, inlcusive nos momentos iniciais de inserção no mercado de trabalho Importância de manter o respeito aos direitos no trabalho: Convenções da OIT/legislação trabalhista/rede de proteção são marcos fundamentais Importância de ter uma institucionalidade adequada Importância crucial do diálogo social 19

20 Muito Obrigada! Escritório da OIT no Brasil: 20

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