MODELO. Geografia SETOR G 11. Módulo 07 CARTOGRAFIA II: ESCALA E CURVAS DE NÍVEL G 11 - GEOGRAFIA. Curvas de nível

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1 CARTOGRAFIA II: ESCALA E CURVAS DE NÍVEL Curvas de nível Módulo 07 A curva de nível é uma maneira de se representar graficamente as irregularidades, ou o relevo, de um terreno. São linhas que, num mapa, unem pontos de mesma altitude. A curva de nível constitui uma linha imaginária no terreno, em que todos os pontos da referida linha têm a mesma altitude, acima ou abaixo de uma determinada superfície de referência, geralmente o nível médio do mar. É por excelência, um dos melhores métodos para representar o relevo terrestre. Pois, permite ao observador, ter um valor aproximado da altitude em qualquer parte da carta. Devido a isso, com as curvas de nível são construídos os mapas topográficos e sua correta representação e a capacidade de as interpretar, permite ter uma visão tridimensional do relevo. Sendo assim, as curvas de nível são uma forma inteligente de transformar uma representação bidimensional em tridimensional. Uma curva de nível refere se a curvas altimétricas ou linhas isoípsas, linhas que ligam pontos de mesma altitude. Essa é a mais eficiente maneira de representar as irregularidades da superfície terrestre (relevo). SETOR G 11 Para uma completa interpretação, alguns conceitos devem ficar bem claros. Ponto Cotado é a projeção de um ponto do terreno no plano da carta com a sua indicação de altitude. Equidistância Vertical é a separação vertical entre as linhas representadas pelas curvas de nível. Curvas Mestras são as curvas de níveis mais grossas e numeradas que ocorrem nas representações, geralmente de 5 em 5 curvas. Características Básicas das Curvas de Nível Quanto maior a inclinação do terreno, mais próximas umas das outras estarão as curvas; O espaçamento entre as curvas é constante nas encostas de inclinação uniforme; As curvas de nível são perpendiculares a linha de inclinação do terreno; As curvas de nível nunca se cruzam nem se juntam com as vizinhas, exceto em superfícies verticais. Fique atento ao observar o formato do terreno no mapa topográfico, pois podem aparecer elevações e depressões. Elevação é quando as curvas de nível de menor valor envolvem as de maior valor, e depressão é observada quando as curvas de valor maior envolvem as curvas de valor menor. G 11 - GEOGRAFIA Página 1 G AULAS - PRIMEIRA SÉRIE - Vol Página 1

2 ESCALA onde: E = escala D = distância real do terreno Para reproduzirmos a Terra ou parte dela em d = distância medida no mapa uma mapa, é necessário diminuir o tamanho da área a ser representada. Para este fim é que dispomos das Como problemática sobre as escala podem ser escalas. Ela demonstra quantas vezes o objeto real foi aludidas as seguintes determinações: reduzido no mapa. Distância real Distância no mapa Escala é a relação matemática entre as Escala do mapa dimensões do mapa e as dimensões reais da área ou objeto de nossa representação. Ou melhor, a Grandeza escalar razão entre a distância, ou comprimento no mapa, e a distância real correspondente a Terra. Quanto menor o denominador, maior será a escala, devido ao fato que menor será a redução da As escalas podem ser de duas espécies: área. Desse modo, haverá grandeza de detalhes. ESCALA NUMÉRICA - é representada por uma mapas em pequena escala (acima de fração ordinária ou uma proporção. Onde o numerador 1: ) proporcionam uma visão geral é a unidade e representa uma parte no mapa e o de um grande espaço, como um país ou denominador representa a dimensão real, ou ainda um continente. Apresenta grau de detalhe quantas vezes a realidade foi reduzida para ser reduzido. representada. mapas em média escala (entre 1: à 1: ) proporcionam um detalhamento Exemplo: razoável, utilizado para representação de uma região. Os mapas representados por 1 : ou 1/ um por quinhentos esse tipo de escala são mais usados para mil. Isso significa que cada unidade de distância elaboração de cartas topográficas. no mapa (por exemplo 1cm) corresponde a mapas em grande escala (até 1: ) unidades ( cm, no caso) no terreno. fornecem elevado grau de detalhamento de um espaço geográfico de dimensões ESCALA GRÁFICA - na sua representação, regionais ou locais. utiliza-se uma linha reta, dividida em partes, na qual encontramos diretamente os valores, como se fosse uma régua. Exemplo: Nesse caso, a reta foi seccionada em quatro partes iguais, cada uma medindo 1 cm. Isso significa que cada uma dessas partes (1 cm) no mapa Ainda quanto a escala cartográficas os mapas corresponde a 200 km no terreno (na realidade). podem ser classificados em: Para estabelecer a distância real entre duas áreas representadas num mapa, aplica-se de forma 1. GEOGRÁFICO: acima de 1: da escala: 2. COROGRÁFICO: de 1: a 1: TOPOGRÁTICO: de 1: a 1: CADASTRAL: de 1: a 1:1.000 Página 2 G AULAS - PRIMEIRA SÉRIE - Vol Página 2

3 Exercícios de Aula 01. (UEPG-PSS) Se, em determinado mapa, a distância de 250 km entre duas cidades é representada com 10 cm, qual é a escala desse mapa? a) 1: b) 1: c) 1: d) 1: e) 1: (Unicanto) A cartografia pode ser entendida como uma disciplina que abrange o desenvolvimento científico e a melhoria das técnicas usadas na comunicação dos dados relacionados espacialmente. (SMALL, J.;WITHERICK, M. Dicionário de ) Sobre cartografia, julgue os itens abaixo: a) ( ) A indicação da escala utilizada é indispensável para a leitura adequada de produtos cartográficos. b) ( ) Na escala 1:20.000, 1 cm no mapa corresponde a 200 km na dimensão real. c) ( ) A escala 1:1 é denominada escala natural, porque a dimensão no desenho é a mesma da realidade. d) ( ) Quanto menor a escala de uma representação cartográfica, maiores e mais visíveis serão os detalhes de cada fenômeno representado. 03. (UEM) Os mapas ou cartas são formas de representação cartográfica da superfície terrestre e dos diversos aspectos naturais, econômicos, demográficos, sociais que nela ocorrem, elaborados em diversas escalas. Sobre esse tema, é correto afirmar que 01) um mapa elaborado na escala 1: é considerado d e g rande e scala, porque possibilita o detalhamento das informações. 02) as curvas de nível ou isoípsas, representadas em mapas, são linhas que unem pontos de igual altitude. 04) o mapa que representa a geologia é considerado um mapa ou carta base e o que representa a densidade demográfica é um mapa temático. 08) o mapa topográfico é uma representação planimétrica e altimétrica da superfície terrestre. 16) a escala do mapa indica a relação entre o tamanho representado e o tamanho real na superfície terrestre. 04. (UFPE) Observe o gráfico e, a seguir, apresente a soma das alternativas corretas. 01) As curvas de nível apresentam eqüidistância de 20m. 02) A aproximação das curvas de nível indica maior declividade do terreno. 04) A curva de 200m representa a parte mais elevada do relevo. 08) Cada curva de nível é formada por pontos de idêntica cota altimétrica. G 11 - GEOGRAFIA Página 3 G AULAS - PRIMEIRA SÉRIE - Vol Página 3

4 16) A partir de um conjunto de curvas de nível, pode-se obter um perfil topográfico. Exercícios Obrigatórios 01. DE OLHO NA INTERDISCIPLINARIDADE. (UEM) Em um mapa na escala 1: , três cidades brasileiras são representadas pelos pontos A, B e C. A distância do ponto A ao ponto B, localizado a leste de A, é 6 cm. Ao norte de A, localiza-se o ponto C, a uma distância de 8 cm. Assinale o que for correto. 01) A distância real entre as cidades representadas pelos pontos B e C é 100 km. 02) A distância real entre as cidades representadas pelos pontos A e B é 6 km. 04) As cidades representadas pelos pontos A e B se localizam em zonas climáticas distintas. 08) Se o clima na cidade em A é subtropical e o clima na cidade em C é tropical, então o Trópico de Capricórnio se localiza entre essas cidades. 16) As cidades representadas pelos pontos A e C estão localizadas entre meridianos distintos. 02. Como será representada uma estrada com 8 m de largura às escalas 1 / 100, 1 / 500, 1 / 1000, 1 / 10000, 1 / 25000, 1 / e 1 / ? 03. (Ufpr) Com base na carta esquemática a seguir, pode-se afirmar que: 01) A ocupação humana ocorre na porção mais baixa da região. 02) Caso ocorra vento de NO, o povoado ficará abrigado por estar situado na encosta do morro Azul. 04) De acordo com as coordenadas geográficas representadas na carta, a região localiza-se no hemisfério austral. 08) Tanto o povoado como a área de plantação de arroz estão localizados na margem direita do rio Verde. 16) O relevo representado a oeste do rio Verde é mais acidentado que o da porção leste. Página 4 G AULAS - PRIMEIRA SÉRIE - Vol Página 4

5 Módulos 08 e 09 CARTOGRAFIA III: Fusos horários Como isso é possível? Por causa do movimento de rotação, a Terra apresenta dias e noites. Como consequência, vários pontos da superfície do planeta apresentam diferença de horários. Principalmente as embarcações marítimas encontravam grande dificuldade pela diversidade dos horários portuários. Sendo o comércio inglês de grande poderio na época, a maioria das embarcações utilizavam o fuso horário do meridiano de Greenwich para cumprir seus prazos. No Brasil utilizava-se o meridiano do Observatório de Castello, no Rio de Janeiro. Como medida de sanar o problema, a Conferência Internacional do Meridiano, realizada em 1884 em Washington (EUA), propôs as regiões situadas num mesmo fuso adotam o mesmo horário. Nessa conferência, foi também adotado o meridiano de Greenwich como linha de referência, o fuso inicial oficial. Para determinação dos fusos, dividiram-se os 360º da Terra pelas 24 horas de duração do movimento de rotação, resultando em 15 graus. Logo, a cada 15 graus que a Terra gira, passa-se uma hora. A cada uma das 24 divisões se deu o nome de fuso. 360º / 24 horas = 15º Logo, 15º é igual a 1 hora Pode-se afirmar também que: 1º = 4 minutos G 11 - GEOGRAFIA Página 5 G AULAS - PRIMEIRA SÉRIE - Vol Página 5

6 Já sabemos que a Terra gira em torno de seu próprio eixo de oeste para leste. Portanto, todos os locais situados a leste de um ponto qualquer verão o Sol nascer antes, e os que estiverem a oeste verão o Sol nascer depois, o que nos permite concluir que: OESTE HORA LESTE + (diminuem) (aumentam) COMO RESOLVER? Para resolver qualquer problema de fuso horário, você deve seguir alguns passos: 1. Quando as longitudes estão em hemisfério opostos, devem ser somadas. Se forem longitudes em mesmo hemisfério, devem ser subtraídas. Por exemplo: hemisférios diferentes HEM. OESTE + HEM. LESTE hemisférios iguais HEM. OESTE HEM. OESTE ou HEM. LESTE HEM. LESTE 2. O resultado obtido deve ser dividido por 15º, o que permitirá descobrir a diferença horária entre os dois locais. 3. A diferença horária deverá ser somada à hora conhecida, caso o local que deseja saber a hora, estiver situado a leste daquele horário que já sabemos. Ou então, se o local que deseja saber a hora estiver a oeste daquele já conhecido, a diferença deverá ser subtraída da hora conhecida. Exemplo: PONTO A LESTE: hora conhecida + diferença horária = hora do local pedido no problema PONTO A OESTE: hora conhecida - diferença horária = hora do local pedido no problema Na cidade X, situada a 60º de longitude oeste são 08:00 horas. Que horas serão na cidade Y situada a 90º de longitude leste? Resolução: X 60º de longitude oeste = 08.00h Y - 90º de longitude leste =? 01. Como as longitudes são opostas. Os valores devem ser somados: 60º oeste + 90º leste = 150º 02. Divide-se o valor encontrado por 15º 150º / 15º = 10 horas ou 10 fusos A diferença horária entre as duas cidades é de 10 horas. 03. Desejamos saber a hora em Y. Como Y está a leste de X, significa que devemos somar os valores. Assim: 08:00 horas + 10:00 horas = 18:00 horas Resposta: em X, serão 18:00 horas E lembre-se!!! Se houver resto na divisão, deveremos multiplicar esse resto por 4 (quatro), para transformálo em minutos, porque a cada quatro minutos a Terra gira 1º em torno de seu eixo. Página 6 G AULAS - PRIMEIRA SÉRIE - Vol Página 6

7 Veja isso: Linha Internacional de Data A LID ou Linha Internacional de Data, foi convencionada para estabelecer o início de um novo dia. Foi escolhido o meridiano de 180 (o antimeridiano) ou linha internacional da data, para marcar as mudanças de datas. Seu percurso no Oceano Pacífico apresenta diversos desvios, para não passar por espaços humanizados. Esta trajetória inicia-se no Estreito de Bering, a leste da península de Kamtchatka, avançando em seguida, entre as ilhas Aleutas e Samoa e daí até o polo Sul. Meia-noite de sexta-feira, aqui no navio, é meia-noite de quinta-feira na ilha. Se da América para a Ásia viajas, perdes um dia; se, no sentido contrário viajas, ganhas um dia: eis o motivo por que o navio Daphne percorreu o caminho da Ásia, e vós, estúpidos, o caminho da América. Tu és agora um dia mais velho do que eu! Não é engraçado? Umberto Eco. A Ilha do Dia Anterior, A LID é uma linha imaginária na superfície terrestre que implica uma mudança de data obrigatória ao cruzá-la. Ao cruzar a linha de data de leste para oeste soma-se um dia e ao passar de oeste para leste subtrai-se um dia no calendário. HORÁRIO DE VERÃO: Como funciona? O princípio do horário de verão continua o mesmo: adaptar nossas atividades diárias à luz do Sol. Nos meses de verão o Sol nasce antes que boa parte da população tenha iniciado seu ciclo de trabalho. Assim, se os relógios forem adiantados durante esse período, a luz do dia será melhor aproveitada e as pessoas passarão a consumir energia em melhor acordo com a luz solar. Hoje, aproximadamente 30 países utilizam o horário de verão em pelo menos parte de seu território. E muito embora o nome faça referência a uma estação do ano, as datas de início e fim do horário de verão não são definidas por critérios astronômicos. É então um recurso adotado tanto por países do hemisfério Norte (de março a outubro) quanto do Hemisfério Sul (outubro a março). Boa parte das porções continentais do planeta está no hemisfério norte. Ali o inverno costuma ser rigoroso e o Sol se põe bem cedo, levantando-se timidamente durante o dia. No verão ocorre o contrário: é comum ainda haver claridade por volta das 20 ou até 22 horas. É por isso que nesses lugares o horário de verão faz muita diferença. No Brasil, os relógios são adiantados em 1 hora, mas isso pode variar de acordo com o país. G 11 - GEOGRAFIA (Texto extraído do site de astronomia Zênite. Disponível em: ) Página 7 G AULAS - PRIMEIRA SÉRIE - Vol Página 7

8 Exercícios de Aula 01. Na cidade X, situada a 60º de longitude oeste são 08:00 horas. Que horas serão na cidade Y situada a 90º de longitude leste? a) 14:00 horas b) 15:00 horas c) 16:00 horas d) 17:00 horas e) 18:00 horas 02. (UFPR) Sobre fusos horários e hora legal, é correto afirmar: a) O meridiano de Greenwich passa pela Inglaterra devido à posição estratégica desse país quanto à incidência da luz solar. b) No Brasil, a hora legal está adiantada em relação à hora legal dos países do Oriente. c) Os fusos horários são definidos em relação a um fuso inicial que marca permanentemente 12 horas (meio-dia). d) O fator que determina a hora legal é o comprimento do meridiano pelo qual passa o fuso horário. e) Nem sempre os limites teóricos dos fusos são aplicados. Por vezes e por conveniência, como no caso brasileiro, consideram-se as fronteiras políticas. 03. (ENEM) O sistema de fusos horários foi proposto na Conferência Internacional do Meridiano, realizada em Washington, em Cada fuso corresponde a uma faixa de 15º entre dois meridianos. O meridiano de Greenwich foi escolhido para ser a linha mediana do fuso zero. Passando-se um meridiano pela linha mediana de cada fuso, enumeram-se 12 fusos para leste e 12 fusos para oeste do fuso zero, obtendose, assim, os 24 fusos e o sistema de zonas de horas. Para cada fuso a leste do fuso zero, somase 1 hora, e, para cada fuso a oeste do fuso zero, subtrai-se 1 hora. A partir da Lei n /2008, o Brasil, que fica a oeste de Greenwich e tinha quatro fusos, passa a ter somente 3 fusos horários. Em relação ao fuso zero, o Brasil abrange os fusos 2, 3 e 4. Por exemplo, Fernando de Noronha está no fuso 2, o estado do Amapá está no fuso 3 e o Acre, no fuso 4. A cidade de Pequim, que sediou os XXIX Jogos Olímpicos de Verão, fica a leste de Greenwich, no fuso 8. Considerando-se que a cerimônia de abertura dos jogos tenha ocorrido às 20h 8min, no horário de Pequim, do dia 8 de agosto de 2008, a que horas os brasileiros que moram no estado do Amapá devem ter ligado seus televisores para assistir ao início da cerimônia de abertura? a) 9 h 8 min, do dia 8 de agosto. b) 12 h 8 min, do dia 8 de agosto. c) 15 h 8 min, do dia 8 de agosto. d) 1 h 8 min, do dia 9 de agosto. e) 4 h 8 min, do dia 9 de agosto. 04. (UNICANTO) Duas cidades separadas por 120 de longitude têm uma distância de: a) Quatorze fusos horários b) Onze fusos horários c) Doze fusos horários d) Oito fusos horários Página 8 G AULAS - PRIMEIRA SÉRIE - Vol Página 8

9 05. (UEG) Um avião decolou do aeroporto da cidade A (45 W) às 7 horas com destino à cidade B (120 W). O vôo tem duração de oito horas. Que horas serão na cidade B quando o avião pousar? a) 11h b) 10 h c) 9 h d) 8 h e) 2 h Exercícios Obrigatórios 01. (UFSM) A viagem de um empresário de Santiago (Chile) a Roma (Itália) está organizada da seguinte forma: Sai de Santiago (75 de longitude oeste) às 6 horas do dia 2 de janeiro de 2005 e faz escala em São Paulo (45 de longitude oeste), no Brasil, após quatro horas de viagem. Depois de uma escala de 2 horas, decola com destino a Roma (15 de longitude leste), durando 10 horas a viagem. Apresente a soma das alternativas corretas: 01) O avião chega a São Paulo às 14 horas do dia 2 de janeiro de ) O avião chega a Roma às 6 horas do dia 3 de janeiro de ) A diferença de horário entre Santiago e Roma é de 6 horas. 08) A diferença de horário entre Santiago e São Paulo é de 2 horas. 16) É impossível prever a hora de chegada em Roma. 02. (UFPR) Se na efetivação de uma ligação telefônica entre duas cidades brasileiras, aqui denominadas A e B, forem 21 horas na cidade A e 23 horas na cidade B no dia 20 de novembro de 2001, é correto afirmar: 01) As duas cidades têm um afastamento de, no máximo, 10 graus de longitude. 02) As duas cidades estão necessariamente na mesma latitude. 04) O fuso horário que passa pela cidade A tem valor menor que o que passa pela cidade B. 08) A cidade A é, obrigatoriamente, litorânea e está localizada junto ao Oceano Atlântico. 16) A diferença horária entre as duas cidades deve-se ao horário de verão; portanto, quando o horário de verão for suspenso, os horários nas duas cidades coincidirão. 32) As duas cidades têm as mesmas coordenadas geográficas. 64) A diferença de altitude entre as duas cidades é o fator determinante da diferença horária existente entre as mesmas. 03. (UFPR) Leia o texto abaixo: São 19 horas em Kyoto no Japão, cidade localizada a 135º leste de Greenwich, e a televisão japonesa anuncia em rede a ocorrência de um terremoto. Várias localidades do mundo recebem simultaneamente a notícia, dentre elas as cidades de Varsóvia, na Polônia, localizada a 21º leste, e Vancouver, no Canadá, localizada a 123º oeste. Com base no texto, determine as horas de recebimento da notícia nas duas cidades. Varsóvia = Vancouver = 04. Um navio emitiu um S.O.S. às 16 horas, hora local. O S.O.S. foi captado num porto onde os relógios marcavam 21 horas. Nesse exato momento em Londres eram 11 horas. Pergunta-se: a) Qual a longitude do navio, no momento em que emitiu o S.O.S.? b) Qual a longitude do porto que captou o S.O.S.? c) Qual a posição do navio em relação ao porto? G 11 - GEOGRAFIA Página 9 G AULAS - PRIMEIRA SÉRIE - Vol Página 9

10 A DINÂMICA DA CROSTA TERRESTRE I Introdução O que é a Terra? Do que ela é feita? A curiosidade científica já pôde ser verificada por Tales de Mileto, que imaginava uma Terra plana como um disco flutuando na água. Anaximandro, a imaginava como um cilindro, habitado tanto em cima como em baixo. No entanto, foi com Pitágoras, por volta de 530 a.c., que surgiu a primeira ideia de uma Terra esférica. Parmênides, um dos mais famosos discípulos de Pitágoras, publicou por volta de 490 a.c., uma tese onde admitia a concepção de uma Terra esférica e também a existência do Sol como uma enorme bola de fogo. Este, responsável pela iluminação tanto da Terra como da Lua, explicando assim a existência dos dias e das noites como também a ocorrência das fases lunares. Eratóstenes, sábio grego, notável pelos seus conhecimentos em matemática, astronomia, história e geografia entre outras, teve a ideia de calcular a circunferência da Terra medindo apenas um trecho, isto é, o comprimento de um arco de círculo entre dois pontos, chegando ao tamanho aproximado da circunferência terrestre. Conhecidos a forma e o tamanho da Terra restava agora conhecer sua composição, sua natureza interna Litosfera Módulos 10 e 11 e externa. No decorrer de muitos séculos, como o homem não possuía o domínio sobre a cartografia, ele não se aventurava para muito longe do mar Mediterrâneo, considerado o centro do mundo. Somente no final do século XV e início do século XVI período dos grandes descobrimentos que homens como Cristóvão Colombo e Vasco da Gama conseguiram realizar viagens de circunavegação, chegando a uma visão completa sobre o planeta. Assim, com a descoberta de novas terras, o homem passou a interessar-se também pela sua constituição, surgindo os primeiros estudos de mineralogia voltados para o conhecimento do interior da Terra. O interesse pelos minerais, fornecedores de metais era um conhecimento antigo, mas o estudo sistemático de suas propriedades físicas e químicas só veio a desenvolver-se durante o século XVIII, surgindo o termo GEOLOGIA, que mais tarde se transformaria na ciência encarregada de estudar a origem e a formação física da Terra. As perguntas, o que é a Terra? Do que ela é feita? Assumem agora um novo sentido: saber qual a sua estrutura física e como ela se originou. Estrutura da Terra A estrutura da Terra é composta por elementos sólidos (litosfera), gasosos (atmosfera) e líquidos (hidrosfera). Nas suas interfaces formou-se a biosfera. A massa sólida é representada pela CROSTA TERRESTRE ou LITOSFERA, a qual deu origem aos continentes e ilhas, bem como o leito dos rios e o fundo dos mares e oceanos. Compreende cerca de 0,4% da massa total da Terra, e é a camada de maior importância para o homem, pois Página 10 G AULAS - PRIMEIRA SÉRIE - Vol Página 10

11 é a região de ocorrência de todos os fenômenos que nos envolvem. A litosfera é composta por rochas que se formam por agregações naturais de minerais. Os minerais podem ser entendidos como: um elemento ou composto químico resultante, em geral, de processos inorgânicos, de composição química definida e, encontrado naturalmente na crosta terrestre. Abaixo da Litosfera ou crosta terrestre, vamos encontrar o manto superior ou magma pastoso que vai até a profundidade de 1.200km; o manto inferior ou camada intermediária que atinge até os km, para em seguida encontrarmos o nife ou núcleo que estende até os km. Crosta: é constituída por sílica e alumínio (Sial) na parte superior e, sílica e magnésio (Sima) na parte inferior. A temperatura pode chegar a 1000ºC. Manto: composto, basicamente, por silicatos de ferro e de magnésio, entre vários outros elementos. Núcleo: É constituído de Ferro e Níquel (Nife). Subdivide-se em duas sub-camadas: núcleo externo, com temperaturas de aproximadamente 3000ºC, em estado líquido; e núcleo interno, temperaturas próximas de 5000ºC. Supõe-se que esteja no estado sólido. Até o momento o homem conseguiu chegar próximo dos 14 km de profundidade. Já o estudo do restante do interior da Terra é realizado de forma indireta, analisando as informações que chegam à superfície, vindas do interior, tais como: A propagação das ondas sísmicas de um terremoto; O fluxo de calor dos vulcões; O campo geomagnético, estudado através do eletromagnetismo; O campo gravitacional; Os acontecimentos do passado, estudados através de fósseis, minerais e rochas. Para calcular a temperatura interna da Terra, observa-se o Grau geotérmico, que é o aumento da temperatura, à medida que uma perfuração encaminha-se para o interior da Terra, na proporção média de 1ºC a cada 30 ou 40 metros de profundidade. Já a densidade das camadas interiores é calculada a partir da Propagação das ondas de um terremoto, indicando o tipo de estrutura que esta atravessar. Quanto mais densa for a camada, maior será a velocidade de propagação das ondas. A idade geológica da Terra Da maneira como dividimos a nossa vida em etapas (infância, juventude, maturidade e velhice), da mesma maneira como a história da humanidade se acha dividida em Idades Antiga, Média, Moderna e Contemporânea, a história da Terra também pode ser dividida em vários momentos. A estes momentos ou divisões da história da Terra, damos o nome de eras geológicas. Cada era geológica está dividida em períodos, e estes, por sua vez em épocas, e estas podem ser subdivididas em idades. A história da Terra foi dividida, segundo a geologia, em quatro eras geológicas. Podemos representá-las no quadro resumo a seguir. Ao estudar o quadro, observe que a era geológica mais antiga está representada na parte inferior do quadro e a mais recente, que é a atual, está representada na parte superior. Tal colocação fundamenta-se no princípio da geologia de que os sedimentos que formam as camadas ou estratos de rochas sedimentares que estão mais profundas são mais antigas e as que estão localizadas mais na superfície são as mais recentes. G 11 - GEOGRAFIA Página 11 G AULAS - PRIMEIRA SÉRIE - Vol Página 11

12 Assim, as eras geológicas são representadas dessa forma: Perto de 4,6 bilhões de anos, a massa terrestre em estado de fusão inicia o resfriamento do magma formando os primeiros escudos da superfície da Terra. As modificações ocorridas ao longo deste tempo, da disposição das terras, do desenvolvimento da vida vegetal e animal, são estudados através de três elementos, que permitem estabelecer a evolução da Terra, através das Eras Geológicas: 1. ROCHAS - pela sua disposição e natureza informam fatos relativos à formação da crosta, sendo que as sedimentares contêm fósseis. 2. FÓSSEIS - restos de animais e vegetais, ou simplesmente vestígios deixados por eles, e que nos informam sobre a evolução da vida em nosso planeta. 3. DATADORES - os processos radioativos e químicos que permitem datar fósseis e rochas, como C14 - carbono radioativo - usado para datar fósseis até uns 100 mil anos. Página 12 G AULAS - PRIMEIRA SÉRIE - Vol Página 12

13 A DERIVA DOS CONTINENTES E A TECTÔNICA DE PLACAS Desde que o homem conseguiu desenhar mapas da Terra com certa precisão, ele percebeu, que o contorno deles é, de certa forma complementar um ao outro, ou seja, encaixam-se como um quebra-cabeça. Desde meados do século XIX um pesquisador, Antonio Pellegrini, a partir dessas observações chegou a conceber a idéia de que os continentes eram unidos e, posteriormente foram separados. Em 1912, o cientista alemão Alfred Lothar Wegener, retomou as idéias de Pellegrini lançando uma hipótese mais fundamentada a Teoria da Deriva Continental que já não era baseada apenas na configuração do mapamúndi, mas em constatações geológicas e físicas de caráter mais científico. Assim, Wegener supôs a existência de uma única massa continental (Pangéia), ilhada por um único oceano (Téthis) até a era Paleozóica. Durante a era Mesozóica, teve início o processo de separação dessa grande massa continental. Aprofundando e continuando a tese de Wegener, um grupo de cientistas apresentou em 1967 a Teoria das Placas Tectônicas, na qual a litosfera é formada por sete grandes placas limitadas por grandes cadeias montanhosas de grande instabilidade (abalos sísmicos e vulcões). Essas placas movem-se umas em relação às outras, provocando movimentos da crosta. Essa teoria considera que a crosta terrestre está dividida em sete grandes placas, sendo que os limites dos continentes não coincidem com os das placas. G 11 - GEOGRAFIA Página 13 G AULAS - PRIMEIRA SÉRIE - Vol Página 13

14 O deslocamento horizontal dessas placas provoca, nas suas bordas, deformações e fenômenos, como dobramentos, falhas geológicas, vulcanismos e terremotos. Assim, as áreas geologicamente instáveis da crosta terrestre como os Andes, o Himalaia, as Rochosas, os Alpes etc., nada mais são que os locais onde ocorrem os choques ou as rupturas das placas. Desse modo, ao observarmos um mapa-múndi físico, constataremos que a geografia das cordilheiras e das áreas vulcânica não é casual, pelo contrário obedece a uma lógica. Exercícios de Aula 01. Sobre a deriva continental, assinale a(s) alternativa(s) correta(s): 01) Um dos principais defensores dessa idéia foi Alfred Lothar Wegener. 02) Os atuais continentes formaram no passado um único bloco, denominado Pangéia. 04) A deriva está associada à tectônica de placas. 08) Uma formação do relevo terrestre se dá apenas por movimentos horizontais dinamizadas pelas placas tectônicas 16) Uma das principais comprovações da migração dos continentes é a ordem de poucos centímetros por ano, onde as rochas são mais jovens do que aquelas que formam os continentes. 02. (PUC-PR) A Terra se formou provavelmente a partir de gigantesca massa gasosa pela condensação e decantação progressivas da matéria, produto da ação de forças gravitacionais e de diversos processos de transformação energética. I. A idade da Terra é estimada em 4,6 bilhões de anos. II. A idade da Terra está dividida em eras, períodos, épocas e idades. III. O Homo sapiens surgiu no intervalo de tempo de menor duração chamado Pré- Cambriano. IV. Os períodos Triássico, Jurássico e Cretáceo constituem a era Cenozóica. Assinale a afirmação ou afirmações corretas. a) apenas I. b) apenas I e II. c) apenas I, II e III. d) apenas III e IV. e) apenas IV. 03. (UEPG-ADAP.) Com relação à constituição interna da Terra, suas camadas e características gerais, assinale o que for correto. 01) A crosta sólida ou litosfera é a fina camada superficial. 02) O núcleo interno, constituído principalmente de ferro e níquel, encontra-se em estado sólido devido às altas pressões ali reinantes. 04) A camada sólida e externa da Terra é chamada de litosfera ou crosta terrestre. Subdivide-se em Sial e Sima. 08) A astenosfera, porção do manto dotada de plasticidade, é a sede das correntes de convecção que movimentam as placas litosféricas. Página 14 G AULAS - PRIMEIRA SÉRIE - Vol Página 14

15 04. (UEM) A história da vida está intimamente ligada à história geológica da Terra. Ao longo da existência de nosso planeta, diversos eventos geológicos alteraram os ambientes terrestres, definindo os rumos da evolução biológica. Nesse contexto, assinale o que for correto. 01) A formação das grandes cadeias de montanha, como os Andes e os Alpes, ocorreu em consequência da movimentação e do choque das placas tectônicas. 02) O aparecimento dos seres fotossintetizantes, que expelem gás oxigênio, alterou profundamente a composição da atmosfera terrestre. 04) O petróleo e o gás, formados a partir do soterramento de restos orgânicos depositados em mares e em lagos, ficaram retidos em reservatórios subterrâneos. 08) Os fósseis são registros de formas biológicas que viveram há milhões de anos e que foram preservados em rochas sedimentares. 16) No final da era Mesozóica, ocorreu a extinção em massa de diversas espécies de plantas e de animais, entre elas, a maioria dos dinossauros. Exercícios Obrigatórios 01. (UNICAMP) A seqüência de mapas representada a seguir indica a posição das placas tectônicas em diferentes períodos geológicos, evidenciando uma dinâmica constante, ora de formação de supercontinentes, ora de continentes fragmentados separados por oceanos. A partir da análise dos mapas, responda: a) P o r q u e a s p l a c a s t e c t ô n i c a s s e movimentam? b) O território brasileiro é caracterizado pela ausência de processos vulcânicos atuais, embora haja evidências de antigos vulcões e extensos campos de lavas eruptivas. Por que houve a ocorrência de vulcões e de campos de lavas eruptivas? c) Como a dinâmica das placas tectônicas pode interferir na distribuição biogeográfica de animais terrestres? 02. (UFRS) Com base nos estudos dos fósseis e da dinâmica terrestre, os geocientistas procuram compreender as transformações do ambiente, organizadas em uma ordem cronológica expressa na escala de tempo geológico. Associe adequadamente as características apresentadas no bloco inferior com os intervalos de tempo geológico do bloco superior. 1 - Mesozóico 2 - Paleozóico 3 - Cenozóico 4 - Pré-Cambriano ( ) Surgimento das primeiras formas de vida. ( ) Formação das cadeias de montanhas atuais, como os Alpes, o Himalaia e os Andes. ( ) Início da fragmentação do continente primitivo (Pangea), dando origem a duas massas continentais: Gondwana e Laurásia. A seqüência correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é: a) b) c) d) e) G 11 - GEOGRAFIA Página 15 G AULAS - PRIMEIRA SÉRIE - Vol Página 15

16 03. (ENEM) Considerando o esquema anterior, assinale a opção correta. a) Quando os primeiros hominídeos apareceram na Terra, os répteis já existiam há mais de 500 milhões de anos. b) Quando a espécie Homo sapiens surgiu no planeta, América do Sul e África estavam fisicamente unidas. c) No Pré-Cambriano, surgiram, em meio líquido, os primeiros vestígios de vida no planeta. d) A fragmentação da Pangéia ocasionou o desaparecimento dos dinossauros. e) A Era Mesozóica durou menos que a Cenozóica. Página 16 G AULAS - PRIMEIRA SÉRIE - Vol Página 16

17 Módulo 12 A DINÂMICA DA CROSTA TERRESTRE II Minerais e rochas A crosta terrestre é constituída por muitos tipos diferentes de rochas e minerais. oxigênio, silício, alumínio, ferro, magnésio, cálcio, potássio e sódio são alguns dos principais componentes encontrados na litosfera. Os diferentes arranjos cristalinos e combinações químicas destes elementos produzem a diversidade de rochas e minerais. Existe um processo constante de transformação. A Terra tem 4,5 bilhões de anos, mas as rochas mais antigas apenas 3,9 bilhões de anos, pois as anteriores foram recicladas em novas rochas. Os minerais podem ser entendidos como: um elemento ou composto químico resultante, em geral, de processos inorgânicos, de composição química definida e, encontrado naturalmente na crosta terrestre. As rochas são o material que compõe a porção sólida da superfície terrestre, constituídas pela agregação de um ou mais minerais. São classificadas em ígneas, sedimentares e metamórficas, de acordo com o processo de formação. G 11 - GEOGRAFIA Página 17 G AULAS - PRIMEIRA SÉRIE - Vol Página 17

18 1) ROCHAS ÍGNEAS OU MAGMÁTICAS: São rochas que resultam do resfriamento de materiais primitivos no estado de fusão, ou seja, do magma. Dependendo do local e das condições onde sofrem o resfriamento se subdividem em: Intrusivas, plutônicas ou abissais - quando o resfriamento ocorre em camadas inferiores da crosta terrestre, resfriando lentamente e favorecendo o crescimento de cristais. Podem originar grandes formações rochosas como: dioritos, granitos, sienitos, etc. Extrusivas, efusivas ou vulcânicas - o resfriamento é rápido pois ocorre na superfície terrestre, formando os edifícios vulcânicos ou estendendo-se por grandes áreas (derrames). Apresentam cristais pequenos, exemplificada pelo basalto, riolito, etc. 2) ROCHAS SEDIMENTARES: São rochas resultantes da desintegração da crosta terrestre, sendo formadas por partículas de outros materiais, que sofrem a ação das águas, dos ventos e das variações de temperatura, agregando-se ou não aos restos de seres vivos. Acumulam em depósitos, formando as camadas sedimentares. São subdivididas em: Detríticas ou Clásticas - resultantes de sedimentos de outras rochas. Ex.: arenito, cascalho, argilito, etc. Orgânicas - quando se compõem, sobretudo de restos de seres vivos, como o calcário, turfa, hulha, etc. Químicas - quando se originaram de reações químicas, tais como o sal gema, a dolomita, as estalactites e os salitres. 3) ROCHAS METAMÓRFICAS: As elevadas temperaturas e pressões a que são submetidas às rochas provocam alterações em sua estrutura, dando origem às rochas metamórficas. Assim, o arenito pode dar origem ao quartzito; o calcário ao mármore e o granito ao gnaisse. Os recursos minerais A sociedade de modo geral necessita muito dos bens minerais. Os bens minerais têm uma importância tão significativa que uma das formas de se dividir as fases de evolução da humanidade é em função dos tipos de minerais utilizados como: idades da pedra, do bronze, do ferro, etc. Os minerais estão diretamente relacionados ao dia-dia da população, seja quanto as necessidades básicas do ser humano - alimentação, moradia e vestuário, ou para o desenvolvimento máquinas, fontes de energia, entre outros. Os minerais são extraídos da natureza, mais precisamente do subsolo. Após essa etapa, que recebe o nome de extrativismo mineral, os minérios seguem para as siderúrgicas onde são forjados ou beneficiados, para então serem transformados em bens de consumo, como carros, motos, jóias, eletrodomésticos e muitos outros, além de serem úteis na construção civil. Os recursos minerais possuem composições físicas e químicas distintas, fato que os classifica em: Metálicos: Como ferro, alumínio, manganês, magnésio, cobre, mercúrio, chumbo, estanho, ouro, prata e urânio, que detêm em sua composição física e química elementos de metal, o que favorece a condução de eletricidade. Não-metálicos: Como cloreto de sódio, enxofre, fosfatos, nitratos, areia, argila, cascalho, amianto, água, petróleo e carvão mineral. Minerais desprovidos em sua composição física e química de elemento metálico. De modo popular entre os minerais, existem aqueles de origem orgânica, como os minérios fósseis que possuem boa capacidade de combustão: gás natural, carvão mineral e o petróleo. Na verdade não são minerais e sim mineralóides, uma vez que é formado por processo orgânico. Os recursos minerais servem de apoio para o desenvolvimento de um país. Os minérios não estão distribuídos de forma igual na superfície terrestre. Países como o Japão, a Itália e os Tigres Asiáticos são paupérrimos desses recursos, enquanto nações como a África do Sul, Austrália, Brasil, o Canadá e os Estados Unidos foram muito beneficiados pelo acaso. Fonte: IBGE, 1999; e Almananque Abril, 2002 A concentração da produção é particularmente elevada em alguns minerais: por exemplo, os cinco principais produtores de ferro reúnem 72% da produção Página 18 G AULAS - PRIMEIRA SÉRIE - Vol Página 18

19 mundial; o mesmo acontece com o ouro (70%), o níquel (70%) e a prata (65%). Os percentuais diminuem para o cobre (59%), o zinco (58%) e o chumbo (50%). Mas deve-se levar em consideração que nem sempre, o país detentor do minério é o que mais se beneficia com seu uso econômico. Exemplificando esse caso, alguns países desprovidos de capital, tecnologia e indústrias de base, acabam por simplesmente fornecer matéria-prima aos países desenvolvidos que, a partir de então, buscam controlar essas reservas. Os países subdesenvolvidos são detentores de uma grande quantidade das jazidas mundiais de minério. No entanto, esses produtos são adquiridos e controlados quase que em sua totalidade por companhias multinacionais e consumidos em países desenvolvidos. Desse modo, é fácil afirmar que os recursos minerais são causa de conflitos permanentes em países miseráveis, como em Serra Leoa, na África negra, que tem no diamante a razão de sua guerrilha longínqua. Entre os minérios de grande importância para o mundo atual, podem ser citados: * mineralóides Impactos ambientais e sociais Todo mineral metálico é finito, pois não se podem repor pela natureza ou possuem um ciclo de reposição muito lento. Desse modo, a exploração irracional e excessiva leva ao seu esgotamento. Dejetos do processamento dos minérios podem contaminar o lençol freático e os mananciais (rios e lagos usados para o abastecimento de água). A área de extração após seu esgotamento apresenta-se extremamente degradada, muitas vezes sem perspectiva de recuperação. G 11 - GEOGRAFIA Página 19 G AULAS - PRIMEIRA SÉRIE - Vol Página 19

20 A produção mineral do chumbo, mercúrio, zinco, cobre e prata pode resultar na liberação de enxofre na forma de SO 2 para a atmosfera, causando chuva ácida. A abertura de mina a céu aberto ocasiona a retirada da vegetação nativa e os materiais desagregados do processo de extração acabam sendo levados aos rios e lagos. Isso provoca o assoreamento, que obstrui, com areia ou outros sedimentos, rios e canais, em conseqüência da redução da correnteza. O pó suspenso no ar causa, nas pessoas que têm contato permanente com ele, doenças respiratórias gravíssimas. Mas a extração mineral pode causar inúmeros impactos sociais, além dos ambientais. A garimpagem do ouro que utiliza mercúrio e, após o uso, o mercúrio acaba indo para a água dos rios e junto à lama. Outro exemplo é a maior ocorrência de câncer nas áreas de extração de manganês na Serra do Navio (AP) que é cinco vezes maior que a média brasileira. Sem contar com a as condições de vida as quais são submetidas os trabalhadores. Outro problema pode ser visto ao município que abriga a mineração. Quando a atividade se esgota (e ela sempre se esgotará, mesmo que demore muitos anos), a cidade e sua população podem ficar sem alternativas. Para continuidade dessas atividades, exigese uma ação imediata de contenção dos danos ambientais. A intensa demanda desses produtos, associado ao valor de mercado acabam por suprir simplesmente aos interesses econômicos. Apesar de toda a mudança proposta pela idéia do desenvolvimento sustentado, ainda se faz necessário pensar em soluções tecnológicas adequadas. Em alguns países mais desenvolvidos, ou em busca do desenvolvimento, a realidade está mudando, principalmente por efeito de uma fiscalização ambiental cada vez mais eficiente e priorizada pelo poder público, bem como pela disponibilidade de tecnologias de controle e recuperação ambiental mais adequada às necessidades da indústria mineral. JAZIDA, MINA OU LAVRA? O depósito mineral é conhecido como jazida e quando ele é explorado é chamado de mina. A exploração da mina é chamada de lavra. A lavra pode ocorrer na forma de garimpagem, quando se utilizam métodos rudimentares e em jazidas em que não foram realizados estudos prévios. No período colonial, o termo garimpagem se relacionava à exploração do diamante e o termo faiscagem, à exploração do ouro. Atualmente a palavra garimpagem pode ser utilizada para designar a extração, geralmente manual, de ouro, cassiterita, diamante, esmeralda, topázio etc. Quando a lavra ocorre em grande escala e com métodos modernos, geralmente é chamada de indústria extrativa mineral ou extração mecanizada. Luiz Carlos Parejo. UOL Educação. Disponível em extracao-mineral.jhtm Exercícios de Aula 01. Em relação à litosfera é correto afirmar: 01) As rochas magmáticas podem ser intrusivas e extrusivas. 02) O arenito é um exemplo de rocha sedimentar química. 04) O calcário é uma rocha sedimentar orgânica. 08) As rochas metamórficas podem ter origem a partir das rochas magmáticas e também das sedimentares. 16) A litosfera é a parte sólida na superfície do planeta. 02. (UEM) Assinale a alternativa correta sobre os minerais e sobre as rochas. a) O arenito é uma rocha metamórfica, formada pela compactação das areias. Página 20 G AULAS - PRIMEIRA SÉRIE - Vol Página 20

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