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1 NM/2001 vrsão brana RÇÃO prsguiria o stilo d vida britânio,tria rspondido: (...) a Grã-rtanha prisou d mtad dos rursos do planta para alançar sua prospridad; quantos plantas não sriam nssários para qu um país omo a Índia alançass o msmo patamar? sabdoria d Gandhi indiava qu os modlos d dsnvolvimnto prisam mudar. O planta é um problma pssoal snvolvimnto sustntávl. uma oisa tmos rtza: a trra não prtn ao homm brano; o homm brano é qu prtn à trra. isso tmos rtza. Todas as oisas stão rlaionadas omo o sangu qu un uma família. Tudo stá assoiado. O qu fr a trra, fr também os filhos da trra. O homm não t a tia da vida; é ants um d sus fios. O qu qur qu faça a ssa tia, faz a si próprio. ontr a dstruição das florstas s tornou uma prioridad mundial, não apnas um problma brasiliro. (...) Rstam hoj, m todo o planta, apnas 22% da obrtura florstal original. uropa Oidntal prdu 99,7% d suas florstas primárias; a Ásia, 94%; a Áfria, 92%; a Oania, 78%; a méria do Nort, 66%; a méria do Sul, 54%. ra d 45% das florstas tropiais, qu obriam originalmnt 14 milhõs d km quadrados (1,4 bilhão d htars), dsaparram nas últimas déadas. No aso da mazônia rasilira, o dsmatamnto da rgião, qu até 1970 ra d apnas 1%, saltou para quas 15% m Uma ára do tamanho da França dsmatada m apnas 30 anos. hga. Paulo dário, oordnador da ampanha da mazônia do Grnpa. mbora os paíss do Hmisfério Nort possuam apnas um quinto da população do planta, ls dtêm quatro quintos dos rndimntos mundiais onsomm 70% da nrgia, 75% dos mtais 85% da produção d madira mundial. (...) onta-s qu Mahatma Gandhi, ao sr prguntado s, dpois da indpndênia, a Índia Trho d uma das várias vrsõs d arta atribuída ao hf Sattl, da tribo Suquamish. arta tria sido ndrçada ao prsidnt nort-amriano, Franklin Pir, m 1854, a propósito d uma ofrta d ompra do trritório da tribo fita plo govrno dos stados Unidos. PINSKY, Jaim outros (Org.). História da méria através d txtos. 3ª d. São Paulo: ontxto, stou indignado om a fras do prsidnt dos stados Unidos, Gorg ush. Somos os maiors poluidors do mundo, mas s for priso poluirmos mais para vitar uma rssão na onomia amriana. R. K., Ourinhos, SP. (arta nviada à sção orrio da Rvista Galilu. no 10, junho d 2001). om bas na litura dos quadrinhos dos txtos, rdija um txto dissrtativo-argumntativo sobr o tma: snvolvimnto prsrvação ambintal: omo oniliar os intrsss m onflito? o dsnvolvr o tma proposto, prour utilizar os onhimntos adquiridos as rflxõs fitas ao longo d sua formação. Slion, organiz rlaion argumntos, fatos opiniõs para dfndr o su ponto d vista, laborando propostas para a solução do problma disutido m su txto. Suas propostas dvm dmonstrar rspito aos diritos humanos. OJTIVO 1 NM gosto/2001

2 Obsrvaçõs: Lmbr-s d qu a situação d produção d su txto rqur o uso da modalidad srita ulta da língua. O txto não dv sr srito m forma d poma (vrsos) ou narrativa. O txto dvrá tr no mínimo 15 (quinz) linhas sritas. rdação dvrá sr aprsntada a tinta dsnvolvida na folha própria. O rasunho podrá sr fito na última página dst adrno. OMNTÁRIO RÇÃO xmplo d xams antriors, propôs-s a rdação d um txto dissrtativo-argumntativo sobr tma momntoso: snvolvimnto prsrvação ambintal: omo oniliar os intrsss m onflito? Ofrram-s, omo subsídios à produção do andidato, uma história m quadrinhos quatro fragmntos, xtraídos d divrsas fonts publiados m difrnts époas. Para além do alrta ara d uma dsnfrada dvastação ambintal m urso, promovida m nom do dsnvolvimnto, os txtos fornidos pla ana ontêm, m omum, uma spéi d dsalnto ant a onstatação inquívoa da intransigênia humana no qu diz rspito à nssidad d prsrvar o ambint. omo xmplo laro, os dados onstants d rlatório do Grnpa rvlam qu rstam hoj, m todo o planta, apnas 22% da obrtura florstal original qu, no aso da mazônia rasilira, o dsmatamnto da rgião saltou para quas 15% m Outro xmplo d intransigênia foi protagonizado pla maior potênia mundial, os stados Unidos, qu s assumm omo os maiors poluidors do planta, dsd qu isso assgur a stabilidad da onomia amriana. O andidato qu fz uma litura atnta dos subsídios dv tr prbido qu os prinipais rsponsávis plo dsquilíbrio ológio são os paíss dsnvolvidos paradoxalmnt os maiors onsumidors da nrgia, dos mtais da produção d madira mundial. ssim, abria obsrvar qu qualqur disussão séria sobr a prsrvação ambintal dvria impliar um ompromisso, por part d todos os paíss lidrados plos industrializados, d dar prioridad às mdidas d aprovitamnto raional dos rursos naturais, além d invstimnto na rupração do mio ambint. rusa m oniliar intrsss onflitants rsultaria, omo foi ilustrado na harg, no dsaparimnto da palmira, sguido pla xtinção do sabiá, das flors, das strlas... 1 O trho a sguir é part do poma Moidad mort, do pota romântio astro lvs: Oh! u quro vivr, bbr prfums Na flor silvstr, qu mbalsama os ars; Vr minh alma adjar plo infinito, Qual brana vla n amplidão dos mars. No sio da mulhr há tanto aroma... Nos sus bijos d fogo há tanta vida... Árab rrant, vou dormir à tard À sombra frsa da palmira rguida. Mas uma voz rspond-m sombria: Trás o sono sob a lája fria. LVS, astro. Os mlhors pomas d astro lvs. Slção d Lêdo Ivo. São Paulo: Global, ss poma, omo o próprio título sugr, aborda o inonformismo do pota om a antvisão da mort prmatura, ainda na juvntud. imagm da mort apar na palavra a) mbalsama. b) infinito. ) amplidão. d) dormir. ) sono. assoiação ntr a imagm da mort o sono, bastant onvnional, é rforçada, no dístio d astro lvs, pla xprssão sob a lája fria, prífras ufmístia d túmulo. O vrbo dormir, qu também pod sr assoiado à imagm da mort, não tm qualqur onotação fúnbr nos vrsos: Árab rrant, vou dormir à tard / À sombra frsa da palmira rguida, qu sugrm o dsanso rparador do aminhant do dsrto qu hga a um oásis. 2 onsidr os sguints aontimntos oorridos no rasil: Goiás, 1987 Um quipamnto ontndo ésio radioativo, utilizado m mdiina nular, foi nontrado m um dpósito d suatas abrto por pssoa qu dsonhia o su ontúdo. Rsultado: morts onsqüênias ambintais sntidas até hoj. istrito Fdral, 1999 ilindros ontndo loro, gás batriida utilizado m tratamnto d água, nontrados m um dpósito d suatas, foram abrtos por pssoa qu dsonhia o su ontúdo. Rsultado: morts, intoxiaçõs onsqüênias ambintais sntidas por várias horas. OJTIVO 2 NM gosto/2001

3 Para vitar qu novos aontimntos dssa naturza vnham a oorrr, foram fitas as sguints propostas para a atuação do stado: I. Proibir o uso d matriais radioativos gass tóxios. II. ontrolar rigorosamnt a ompra, uso dstino d matriais radioativos d ripints ontndo gass tóxios. III. Instruir usuários sobr a utilização dsart dsts matriais. IV. Ralizar ampanhas d slarimntos à população sobr os risos da radiação da toxiidad d dtrminadas substânias. ssas propostas, são adquadas apnas a) I ll. b) I lll. ) II lll. d) I, III IV. ) II, III IV. ontrolar a ompra o uso d matriais radioativos tóxios; instruir ou slarr usuários a população sobr os risos da radiação nular são propostas qu aplam ao bom snso são nssárias para diminuir as possibilidads d oorrr um outro aidnt. altrnativa I é inviávl, pois os matriais radioativos outros tóxios rprsntam um important papl nas psquisas d mdiina nular, na ára d tnologia, no tratamnto da água ou no dsnvolvimnto da produção industrial. 3 b O onsumo total d nrgia nas rsidênias brasiliras nvolv divrsas fonts, omo ltriidad, gás d ozinha, lnha, t. O gráfio mostra a volução do onsumo d nrgia létria rsidnial, omparada om o onsumo total d nrgia rsidnial, d 1970 a Vrifia-s qu a partiipação prntual da nrgia létria no total d nrgia gasto nas rsidênias brasiliras rsu ntr , passando, aproximadamnt, d a) 10% para 40%. b) 10% para 60%. ) 20% para 60%. d) 25% para 35%. ) 40% para 80%. Utilizando-s os dados aprsntados no gráfio, vrifia-s qu m 1970 tmos um onsumo d nrgia létria d aproximadamnt 2, tp, m um OJTIVO 3 total d tp, o qu gra uma partiipação prntual d 2, tp = 0,1 = 10% tp m 1995, tmos um onsumo d nrgia létria d tp, m um total d tp, aproximadamnt, o qu gra uma partiipação prntual d tp 0,59 60% tp 4 d Sgundo um spialista m ptrólo (stado d S. Paulo, 5 d março d 2000), o onsumo total d nrgia mundial foi stimado m 8,3 bilhõs d tonladas quivalnts d ptrólo (tp) para porntagm das divrsas fonts da nrgia onsumida no globo é rprsntada no gráfio. Sgundo as informaçõs aprsntadas, para substituir a nrgia nular utilizada é nssário, por xmplo, aumntar a nrgia provnint do gás natural m ra d a) 10%. b) 18%. ) 25%. d) 33%. ) 50%. sala aprsntada não prmit uma litura prisa dos prntuais d nrgia. Pod-s obsrvar, ntrtanto, qu a nrgia provnint do gás é um pouo mais d 20% do total a nrgia nular um pouo mais d 5%. Pod-s obsrvar, ainda, qu a oluna orrspondnt à nrgia nular é aproximadamnt um trço da oluna orrspondnt da nrgia provnint d gás. Logo, a quantidad d gás produzido dv aumntar m 33% para substituir a nrgia nular utilizada. 5 b O problma nfrntado plo migrant o sntido da xprssão sustança xprssos nos quadrinhos, podm sr, rsptivamnt, rlaionados a NM gosto/2001

4 a) rjição / alimntos básios. b) disriminação / força d trabalho. ) falta d omprnsão / matérias-primas. d) pronito / vstuário. ) lgitimidad / sobrvivênia. o sr xpulso da ity do propritário, o trabalhador idntifiado omo imigrant nordstino plo hapéu pla intrjição apois stá nfrntando o problma da disriminação qu o vitima num grand ntro do sul do país, omo São Paulo. o rtirar da ity a sua sustança (outro lmnto do dialto nordstino), o trabalhador stá tomando d volta a sua força d trabalho, qu rguu aquls prédios qu agora dsabam, abraçados plo propritário. 6 Os dados da tabla mostram uma tndênia d diminuição, no rasil, do númro d filhos por mulhr. volução das Taxas d Fundidad Époa Séulo XIX Númro d filhos por mulhr Font: IG, ontagm do população d ntr as altrnativas, a qu mlhor xplia ssa tndênia é: a) fiiênia da polítia dmográfia ofiial por mio d ampanhas publiitárias. b) Introdução d lgislaçõs spífias qu dsstimulam asamntos pros. ) Mudança na lgislação qu normaliza as rlaçõs d trabalho, suspndndo inntivos para trabalhadoras om mais d dois filhos. d) umnto signifiativo d strilidad dorrnt d fators ambintais. ) Maior slarimnto da população maior partiipação fminina no mrado d trabalho até 1996 o númro d filhos por muhr rduziu d 6,2 para 2,3. ssa signifiativa rdução da taxa d fundidad stá dirtamnt rlaionada à urbanização da população. população urbana tm maior asso aos mios d informação, onsqüntmnt, é mlhor slarida quanto aos métodos d ontrapção. É também no ontxto da idad qu a mulhr mais partiipa do mrado d trabalho qu, d rta forma, impõ rstriçõs ao afastamnto dos mprgados, inlusiv para mãs qu dvm amamntar os filhos rém-nasidos. 7 6,2 4,01 2,9 2,32 7 b Nas últimas liçõs prsidniais d um dtrminado país, ond 9% dos litors votaram m brano 11% anularam o voto, o vndor obtv 51% dos votos válidos. Não são onsidrados válidos os votos m brano nulos. Pod-s afirmar qu o vndor, d fato, obtv d todos os litors um prntual d votos da ordm d a) 38%. b) 41%. ) 44%. d) 47%. ) 50%. 1) Total d votos válidos = 100% 9% 11% = 80% 2) O vndor obtv 51% dos votos válidos, ou sja, 51 51%. 80% =. 80% = 40,8% 41% Plas normas vignts, o litro do álool hidratado qu abast os víulos dv sr onstituído d 96% d álool puro 4% d água (m volum). s dnsidads dsss omponnts são dadas na tabla. Substânia Água Álool Um ténio d um órgão d dfsa do onsumidor inspionou ino postos suspitos d vndrm álool hidratado fora das normas. olhu uma amostra do produto m ada posto, mdiu a dnsidad d ada uma, obtndo: Posto I II III IV V partir dsss dados, o ténio pôd onluir qu stavam om o ombustívl adquado somnt os postos a) l ll. b) I III. ) II IV. d) lii V. ) IV V. dmitindo 1L d álool hidratado, trmos 0,96L d álool (96%) 0,04L d água (4%). álulo da massa d álool: d álool = 800g/L = m álool V álool m álool 0,96L } nsidad (g/l) nsidad (g/l) m álool = 768g OJTIVO 4 NM gosto/2001

5 álulo da massa d água: m d água = água } V água m água = 40g m 1000g/L = água 0,04L álulo da dnsidad da mistura (álool hidratado): d álool hidratado = d álool hidratado = omparando o valor da dnsidad do álool hidratado (96%) om as amostras, apnas IV V aprsntam uma porntagm d água mnor ou igual a 4% O squma rprsnta o ilo do nxofr na naturza, sm onsidrar a intrvnção humana. daptado d RIMLOM, P. ir omposition and hmistry. ambridg. ambridg Univrsity Prss, O ilo rprsntado mostra qu a atmosfra, a litosfra, a hidrosfra a biosfra, naturalmnt, I. são poluídas por ompostos d nxofr. II. são dstinos d ompostos d nxofr. III. transportam ompostos d nxofr. IV. são fonts d ompostos d nxofr. ssas afirmaçõs, stão orrtas, apnas, a) I II. b) I III. ) II IV. d) I,II lll. ) II,III IV. OJTIVO m álool hidratado V álool hidratado 768g + 40g 1L d álool hidratado = 808g/L 5 aordo om o gabarito ofiial, hga-s à onlusão d qu o autor da qustão não onsidra omo poluição fnômnos naturais omo atividad vulânia. poluição rprsnta qualqur altração no quilíbrio do mio ambint. lguns dos primiros poluidors do nosso planta foram as plantas vrds qu, através da fotossínts, passaram a produzir gás oxigênio, altrando o quilíbrio rinant liminando os srs anaróbios qu prdominavam. onlui-s qu o oxigênio foi um polunt nss príodo. atividad vulânia também altra o quilíbrio rinant, sndo portanto uma poluição natural. Sgundo o autor da qustão, tmos: I) rrada. (vria sr onsidrada orrta) II) III) IV) 10 orrta. atmosfra, hidrosfra, litosfra biosfra são dstinos d ompostos d nxofr. orrta. s quatro sfras transportam ompostos d nxofr. orrta. O autor onsidra omo font no ilo o loal d partida do omposto d nxofr para outro loal. (O iníio da flha). a lgumas atividads humanas intrfriram signifiativamnt no ilo natural do nxofr, altrando as quantidads das substânias indiadas no squma. inda hoj isso oorr, apsar do grand ontrol por lgislação. Pod-s afirmar qu duas dssas intrfrênias são rsultants da a) quima d ombustívis m víulos psados da produção d mtais a partir d sulftos mtálios. b) produção d mtais a partir d óxidos mtálios da vulanização da borraha. ) quima d ombustívis m víulos lvs da produção d mtais a partir d óxidos mtálios. d) quima d ombustívis m indústria da obtnção d matérias-primas a partir da água do mar. ) vulanização da borraha da obtnção d matériasprimas a partir da água do mar. Os ombustívis fóssis, arvão drivados do ptrólo, aprsntam nxofr omo impurza. Quando st é quimado, SO 2, dióxido d nxofr, é lançado na atmosfra. ustulação d minérios ontndo nxofr (sulftos mtálios), omo por xmplo a pirita (FS 2 ), também produz SO Um fabriant d brinqudos rbu o projto d uma aixa qu dvrá ontr ino pqunos sólidos, oloados na aixa por uma abrtura m sua tampa. figura rprsnta a planifiação da aixa, om as mdidas dadas m ntímtros. NM gosto/2001

6 mnto d aidz da água do mananial provoar a mort d pixs. II. pripitação na rgião rural podria ausar aumnto d aidz do solo xigir prodimntos orrtivos, omo a alagm. III. pripitação na rgião rural, mbora áida, não aftaria o ossistma, pois a transpiração dos vgtais nutralizaria o xsso d áido. ssas possibilidads, Os sólidos são fabriados nas formas d I. um on rto d altura 1 m raio da bas 1,5 m. II. um ubo d arsta 2 m. III. uma sfra d raio 1,5 m. IV. um parallpípdo rtangular rto, d dimnsõs 2 m, 3 m 4 m. V. um ilindro rto d altura 3 m raio da bas 1 m. O fabriant não aitou o projto, pois prbu qu, pla abrtura dssa aixa, só podria oloar os sólidos dos tipos a) I, II III. b) I, II V. ) I, II, IV V. d) II, III, IV V. ) III, IV V. aixa tm o formato d um parallpípdo rto-rtângulo d dimnsõs: 15m x 10m x 5m. abrtura m sua tampa é um rtângulo d dimnsõs 3m x 2m. ssim, dos sólidos qu são fabriados, só não passa por ssa abrtura a sfra d raio 1,5m (sólido III). 12 Uma rgião industrial lança ao ar gass omo o dióxido d nxofr óxidos d nitrogênio, ausadors da huva áida. figura mostra a disprsão dsss gass polunts. onsidrando o ilo da água a disprsão dos gass, analis as sguints possibilidads: I. s águas d soamnto suprfiial d pripitação qu atingm o mananial podriam ausar au- OJTIVO 6 a) pod oorrr apnas a I. b) pod oorrr apnas a II. ) podm oorrr tanto a I quanto a II. d) podm oorrr tanto a I quanto a III. ) podm oorrr tanto a II quanto a III. possibilidad III stá inorrta porqu a huva áida afta o ossistma rural, rduzindo o ph do solo. transpiração dos vgtais é a liminação d água no stado d vapor, onsqüntmnt, não nutraliza o xsso d áido. 13 d Várias stratégias stão sndo onsidradas para a rupração da divrsidad biológia d um ambint dgradado, dntr las, a riação d vrtbrados m ativiro. om ss objtivo, a iniiativa mais adquada, dntr as altrnativas abaixo, sria riar a) mahos d umas spéis fêmas d outras, para possibilitar o aasalamnto ntr las o surgimnto d novas spéis. b) muitos indivíduos da spéi mais rprsntativa, d forma a mantr a idntidad a divrsidad do ossistma. ) muitos indivíduos d uma únia spéi, para garantir uma população gntiamnt htrogêna mais rsistnt. d) um númro sufiint d indivíduos, do maior númro d spéis, qu garanta a divrsidad gnétia d ada uma dlas. ) vários indivíduos d pouas spéis, d modo a garantir, para ada spéi, uma população gntiamnt homogêna. iniiativa mais adquada é utilizar um númro sufiint d indivíduos, do maior númro d spéis difrnts, para garantir a rupração da biodivrsidad. 14 a O mundo é grand O mundo é grand ab Nsta janla sobr o mar. O mar é grand ab Na ama no olhão d amar. O amor é grand ab No brv spaço d bijar. NR, arlos rummond d. Posia prosa. Rio d Janiro: Nova guilar, NM gosto/2001

7 Nst poma, o pota ralizou uma opção stilístia: a ritração d dtrminadas onstruçõs xprssõs lingüístias, omo o uso da msma onjunção para stablr a rlação ntr as frass. ssa onjunção stabl, ntr as idéias rlaionadas, um sntido d a) oposição. b) omparação. ) onlusão. d) altrnânia. ) finalidad. ada oração introduzida pla onjunção stá m rlação d oposição om a oração qu a antd. Obsrv-s, ontudo, qu não é a onjunção qu stabl ssa rlação, onform propõ o nuniado da qustão, pois a oposição dorr do sntido das oraçõs m onfronto. 15 Um ngnhiro, para alular a ára d uma idad, opiou sua planta numa folha d papl d boa qualidad, rortou psou numa balança d prisão, obtndo 40g. m sguida, rortou, do msmo dsnho, uma praça d dimnsõs rais 100m x 100m, psou o rort na msma balança obtv 0,08g. om sss dados foi possívl dizr qu a ára da idad, m mtros quadrados, é d, aproximadamnt, Áido sulfúrio onntrado fluiu para um urso d água não poluído, ausando: I. mortandad dos pixs no loal do drram suas proximidads, pois é um áido fort qu diminui o ph da água. II. variação do ph, pois o áido onntrado fluiu sofru diluição ao longo do urso d água (quanto mais diluída uma solução áida, maior o ph). Portanto, quanto maior a distânia do loal do drram, maior o ph. III. danos não prmannts, pois é água orrnt, ss áido srá diluído om o passar do tmpo. IV. aumnto momntâno da tmpratura da água no loal, pois a dissolução d áido sulfúrio m água é um prosso xotérmio. 17 Um oprário dsnrola o aram, o outro o ndirita, um triro orta, um quarto o afia nas pontas para a oloação da abça do alfint; para fazr a abça do alfint rqurm-s 3 ou 4 opraçõs difrnts; SMITH, dam. Riquza das Naçõs. Invstigação sobr a sua Naturza suas ausas. Vol I. São Paulo: Nova ultural, a) 800. b) ) d) ) planta da ára da idad psou 40g. praça tm dimnsõs 100m por 100m. ára é d m 2 o rort da planta psou 0,08g. Logo, a ára da idad é d m 2, pois = = ,08 16 d Numa rodovia pavimntada, oorru o tombamnto d um aminhão qu transportava áido sulfúrio onntrado. Part da sua arga fluiu para um urso d água não poluído qu dv tr sofrido, omo onsqüênia, I. mortandad d pixs aima da normal no loal do drram d áido m suas proximidads. II. variação do ph m função da distânia da dirção da orrnt d água. III. danos prmannts na qualidad d suas águas. IV. aumnto momntâno da tmpratura da água no loal do drram. É orrto afirmar qu, dssas onsqüênias, apnas podm oorrr a) I II. b) li III. ) II IV. d) I, II IV. ) II, III IV. OJTIVO 7 rspito do txto do quadrinho são fitas as sguints afirmaçõs: I. mbos rtratam a intnsa divisão do trabalho, à qual são submtidos os oprários. II. O txto rfr-s à produção informatizada o quadrinho, à produção artsanal. III. mbos ontêm a idéia d qu o produto da atividad industrial não dpnd do onhimnto d todo o prosso por part do oprário. ntr ssas afirmaçõs, apnas a) I stá orrta. b) II stá orrta. ) III stá orrta. d) I II stão orrtas. ) I III stão orrtas. O txto d dam Smith (séulo XVIII) data do iníio da Rvolução Industrial, na qual a divisão do trabalho tria norm importânia para aumntar a produtividad. ssa tndênia atingiu su aug na atualidad, pois a spialização do trabalhador dntro da linha d montagm o xlui d um onhimnto mais amplo do prosso d qu l faz part. 18 (No gabarito ofiial, por rro d rvisão, a qustão 18 da vrsão brana rbu a rsposta, m vz d, qu é a orrta) Uma mprsa d alimntos imprimiu m suas mbalagns um artão d apostas do sguint tipo: NM gosto/2001

8 ada artão d apostas possui 7 figuras d bolas d futbol 8 sinais d X distribuídos ntr os 15 spaços possívis, d tal forma qu a probabilidad d um lint ganhar o prêmio nuna sja igual a zro. m dtrminado artão xistm duas bolas na linha 4 duas bolas na linha 5. om ss artão, a probabilidad d o lint ganhar o prêmio é a) 1/27. b) 1/36. ) 1/54. d) 1/72. ) 1/108. omo só trá dirito ao prêmio s o lint nontrar uma bola m ada uma das linhas, plo fato d havr 2 bolas na linha 4, 2 bolas na linha 5, a únia possibilidad é d qu haja uma bola m ada uma das 3 primiras linhas. Portanto, a probabilidad d o lint ganhar o prêmio é d = figura aprsnta as frontiras ntr os paíss nvolvidos na Qustão Palstina um ort, no mapa, da ára indiada. ) habitada, majoritariamnt, por olônias isralnss. d) qu garant a hgmonia isralns sobr o mar Mditrrâno. ) stratgiamnt situada dvido ao rlvo aos rursos hídrios. isjordânia, rgião oupada por Isral m 1967 durant a Gurra dos Sis ias, é ssnialmnt árida onstitui um baixo platô sobr o qual s tm uma posição stratégia m rlação à planíi ostira a la adjant às águas do Rio Jordão part do Mar Morto, qu ofrm rursos para a xploração da atividad agríola loal. 20 a tualmnt, sistmas d purifiação d missõs poluidoras stão sndo xigidos por li m um númro ada vz maior d paíss. O ontrol das missõs d dióxido d nxofr gasoso, provnints da quima d arvão qu ontém nxofr, pod sr fito pla ração dss gás om uma suspnsão d hidróxido d álio m água, sndo formado um produto não poluidor do ar. quima do nxofr a ração do dióxido d nxofr om o hidróxido d álio, bm omo as massas d algumas das substânias nvolvidas nssas raçõs, podm sr assim rprsntadas: nxofr (32 g) + oxigênio (32 g) dióxido d nxofr (64 g) dióxido d nxofr (64 g) + hidróxido d álio (74 g) produto não poluidor ssa forma, para absorvr todo o dióxido d nxofr produzido pla quima d uma tonlada d arvão (ontndo 1% d nxofr), é sufiint a utilização d uma massa d hidróxido d álio d, aproximadamnt, a) 23 kg. b) 43 kg. ) 64 kg. d) 74kg. ) 138 kg. álulo da massa d nxofr prsnt m uma tonlada d arvão (10 6 g): 10 6 g 100% x 1% x = 10 4 g d nxofr om bas na anális dssa figura onsidrando o onflito ntr árabs isralnss, pod-s afirmar qu, para Isral, é important mantr oupada a ára litigiosa por tratar-s d uma rgião a) d planíi, propíia à atividad agropuária. b) stratégia, dado qu abrang as duas margns do rio Jordão. OJTIVO 8 Plos dados fornidos, ada 32g d nxofr quimado produzm 64g d dióxido d nxofr, qu onsomm 74g d hidróxido d álio. álulo da massa d hidróxido d álio nssário: 32g d nxofr 74g d hidróxido d álio 10 4 g d nxofr y y 2, g = 23 kg d hidróxido d álio NM gosto/2001

9 21 b Os provérbios onstitum um produto da sabdoria popular, m gral, prtndm transmitir um nsinamnto. altrnativa m qu os dois provérbios rmtm a nsinamntos smlhants é: a) Qum diz o qu qur, ouv o qu não qur Qum ama o fio, bonito lh par. b) vagar s vai ao long grão m grão, a galinha nh o papo. ) Mais val um pássaro na mão do qu dois voando Não s dv atirar pérolas aos poros. d) Qum asa qur asa Santo d asa não faz milagr. ) Qum om frro fr, om frro srá frido asa d frriro, spto d pau. Os provérbios qu rmtm ao msmo nsinamnto são vagar s vai ao long grão m grão, a galinha nh o papo, pois ambos aonslham omportamnto paint prsistnt. 22 b m muitas rgiõs do stado do mazonas, o volum d madira d uma árvor ortada é avaliado d aordo om uma prátia dssas rgiõs: I. á-s uma volta omplta m torno do trono om um barbant. II. O barbant é dobrado duas vzs pla ponta, m sguida, su omprimnto é mdido om fita métria. III. O valor obtido om ssa mdida é multipliado por l msmo dpois multipliado plo omprimnto do trono. ss é o volum stimado d madira. Outra stimativa pod sr obtida plo álulo formal do volum do trono, onsidrando-o um ilindro prfito. difrnça ntr ssas mdidas é pratiamnt quivalnt às prdas d madira no prosso d ort para omrialização. Pod-s afirmar qu ssas prdas são da ordm d a) 30%. b) 22%. ) 15%. d) 12%. ) 5%. Sndo R o raio do trono, V o volum do trono, onsidrando-o um ilindro prfito, V o volum do trono, alulado d aordo om ssa prátia rgimntal, tm-s: 1º) V = π R 2 h 2π R 2π R π 2º) V =.. h = 2 R 2 h ssim: V V V π = 1 = 1 1 0,78 = 0,22 = 22% V V 4 possívl sassz d água é uma das maiors proupaçõs da atualidad, onsidrada por alguns spialistas omo o dsafio maior do novo séulo. No ntanto, tão important quanto aumntar a ofrta é invstir na prsrvação da qualidad no raprovitamnto da água d qu dispomos hoj. 23 ação humana tm provoado algumas altraçõs quantitativas qualitativas da água: I. ontaminação d lnçóis frátios. II. iminuição da umidad do solo. III. nhnts inundaçõs. Pod-s afirmar qu as prinipais açõs humanas assoiadas às altraçõs I, II III são, rsptivamnt, a) uso d frtilizants atrros sanitários/lançamnto d gass polunts/analização d órrgos rios. b) lançamnto d gass polunts/lançamnto d lixo nas ruas/onstrução d atrros sanitários. ) uso d frtilizants atrros sanitários/dsmatamnto/imprmabilização do solo urbano. d) lançamnto d lixo nas ruas/uso d frtilizants/onstrução d atrros sanitários. ) onstrução d barragns/uso d frtilizants/onstrução d atrros sanitários. água onstitui um rurso natural d grand importânia para a sobrvivênia humana d outras spéis animais vgtais. sua ofrta no planta stá vinulada a um manjo adquado para aumntar a ofrta, mais do qu isso, à prsrvação d sua qualidad a um mlhor aprovitamnto. O problma vinulado à água tornou-s um grand dsafio do novo séulo, pois, sgundo os spialistas, a ação antrópia tm provoado altraçõs quantitativas qualitativas. Foram itados: I. ontaminação d lnçóis frátios qu pod vir a oorrr om o uso d frtilizants om os atrros sanitários. II. iminuição da umidad do solo uja ausa prinipal é o dsmatamnto, qu não prmit maior absorção da água plo solo; o soamnto s antua OJTIVO 9 NM gosto/2001

10 provoa rosão, além d rmovr a amada orgânia. O solo sofr lixiviação (prosso d lavagm plas nxurradas). III. nhnts inundaçõs dvido à imprmabilização do solo urbano, pois o onrto o asfalto não prmitm a infiltração da água la soa gralmnt para as áras baixas, inundando-as. 24 lgumas mdidas podm sr propostas om rlação aos problmas da água: I. Rprsamnto d rios órrgos próximo às idads d maior port. II. ontrol da oupação urbana, spialmnt m torno dos mananiais. III. Proibição do dspjo d sgoto industrial doméstio sm tratamnto nos rios rprsas. IV. Transfrênia d volum d água ntr baias hidrográfias para atndr as idads qu já aprsntam alto grau d poluição m sus mananiais. s duas açõs qu dvm sr tratadas omo prioridads para a prsrvação da qualidad dos rursos hídrios são a) I II. b) I IV. ) II III. d) II IV. ) III IV. O problma rlativo à água pod sr rsolvido om algumas propostas qu viabilizm a prsrvação da sua qualidad o su uso. Podmos itar omo possívis mdidas para soluionar tais problmas: o ontrol da oupação urbana, spialmnt m torno dos mananiais (rprsas, rsrvatórios, nasnts d rios); a proibição do dspjo do sgoto industrial doméstio sm tratamnto nos rios rprsas, vitando a sua ontaminação. 25 a Murilo Mnds, m um d sus pomas, dialoga om a arta d Pro Vaz d aminha: trra é mui graiosa, Tão fértil u nuna vi. gnt vai passar, No hão spta um aniço, No dia sguint nas ngala d astão d oiro. Tm goiabas, mlanias, anana qu nm huhu. Quanto aos bihos, tm-nos muito, plumagns mui vistosas. Tm maao até dmais iamants tm à vontad smralda é para os trouxas. Rforçai, Snhor, a ara, ruzados não faltarão, Vossa prna nanaris, Salvo o dvido rspito. Fiari muito saudoso S for mbora daqui. MNS, Murilo. Murilo Mnds posia omplta prosa. Rio d Janiro: Nova guilar, raísmos trmos oloquiais misturam-s nss poma, riando um fito d ontrast, omo oorr m: a) trra é mui graiosa / Tm maao até dmais b) Salvo o dvido rspito / Rforçai, Snhor, a ara ) gnt vai passar / Fiari muito saudoso d) plumagns mui vistosas / ngala d astão d oiro ) No hão spta um aniço / iamants tm à vontad m trra é mui graiosa, a forma apoopada do advérbio muito foi, impropriamnt, onsidrada omo araísmo, mbora su uso sja até hoj orrnt, ainda qu não frqünt. m Tm maao até dmais, tanto o mprgo d tm por há, quanto o da loução advrbial até dmais, orrspondm ao rgistro oloquial da língua portugusa do rasil. 26 O stor rsidnial brasiliro é, dpois da indústria, o qu mais onsom nrgia létria. partiipação do stor rsidnial no onsumo total d nrgia rsu d forma bastant alrada nos últimos anos. ss rsimnto pod sr xpliado I. plo prosso d urbanização no país, om a migração da população rural para as idads. II. pla busa por mlhor qualidad d vida, om a maior utilização d sistmas d rfrigração, iluminação aquimnto. III. pla substituição d dtrminadas fonts d nrgia a lnha, por xmplo pla nrgia létria. ntr as xpliaçõs aprsntadas a) apnas III é orrta. b) apnas I II são orrtas. ) apnas I III são orrtas. d) apnas II III são orrtas. ) I, II III são orrtas. qustão aborda o onsumo d nrgia létria no país, om dstaqu para o aumnto do onsumo no stor rsidnial. s afirmativas I III stão orrtas, pois assoiam o aumnto ao prosso d urbanização vrifiado no país nas últimas déadas, om a substituição da lnha por nrgia létria, ao êxodo rural. afirmativa II também stá orrta, pois s rfr à mlhoria na qualidad d vida da população brasilira m gral onsqünt aumnto no onsumo. OJTIVO 10 NM gosto/2001

11 27 b Um muniípio d 628 km 2 é atndido por duas missoras d rádio ujas antnas alançam um raio d 10 km do muniípio, onform mostra a figura: Para orçar um ontrato publiitário, uma agênia prisa avaliar a probabilidad qu um morador tm d, irulando livrmnt plo muniípio, nontrar-s na ára d alan d plo mnos uma das missoras. ssa probabilidad é d, aproximadamnt, a) 20%. b) 25%. ) 30%. d) 35%. ) 40%. ára d alan d plo mnos uma das missoras é π = 157km 2. probabilidad d um morador nontrar-s na ára d alan d plo mnos uma das missoras é = 25% a O hmograma é um xam laboratorial qu informa o númro d hmáias, glóbulos branos plaqutas prsnts no sangu. tabla aprsnta os valors onsidrados normais para adultos. Os gráfios mostram os rsultados do hmograma d 5 studants adultos. Todos os rsultados são xprssos m númro d lmntos por mm 3 d sangu. Podm star oorrndo dfiiênia no sistma d dfsa do organismo, prjuízos no transport d gass rspiratórios altraçõs no prosso d oagulação sanguína, rsptivamnt, om os studants a) Maria, José Robrto. b) Robrto, José bl. ) Maria, Luísa Robrto. d) Robrto, Maria Luísa. ) Luísa, Robrto bl. oorrênia d dfiiênia no sistma d dfsa do organismo, prjuízos no transport d gass rspiratórios altraçõs no prosso d oagulação sangüína stão rlaionados, rsptivamnt, à diminuição do númro d glóbulos branos (Maria), à diminuição do númro d hmáias (José) à trombopnia, ou sja, à diminuição do númro d plaqutas (Robrto). distribuição média, por tipo d quipamnto, do onsumo d nrgia létria nas rsidênias no rasil é aprsntada no gráfio. 29 m assoiação om os dados do gráfio, onsidr as variávis: I. Potênia do quipamnto. II. Horas d funionamnto. III. Númro d quipamntos. O valor das fraçõs prntuais do onsumo d nrgia dpnd d a) I, apnas. b) II, apnas. ) I II, apnas. d) II III, apnas. ) I, II III. Para vrifiarmos a fração prntual do onsumo d nrgia létria, para ada tipo d quipamnto, fazmos o sguint álulo: nrgia létria onsumida plo quipamnto x 100% nrgia létria total onsumida Para alularmos a nrgia létria onsumida por um tipo d quipamnto (), dvmos fazr o produto: númro d quipamntos (n) x potênia do quipamnto (P) x tmpo d utilização ( t). OJTIVO 11 NM gosto/2001

12 30 omo mdida d onomia, m uma rsidênia om 4 moradors, o onsumo mnsal médio d nrgia létria foi rduzido para 300 kwh. S ssa rsidênia obd à distribuição dada no gráfio, s nla há um únio huviro d 5000 W, pod-s onluir qu o banho diário d ada morador passou a tr uma duração média, m minutos, d a) 2,5. b) 5,0. ) 7,5. d) 10,0. ) 12,0. urant um mês o huviro létrio onsom 25% do onsumo mnsal total, qu é d 300kWh. Portanto, tmos: l = 25%. 300kWh l = 75kWh Sndo P = 5 000W = 5kW a potênia létria do huviro t o intrvalo d tmpo d utilização plos quatro moradors, num mês, rsulta: l = P. t 75 = 5. t t = 15h 15h m um dia, o tmpo d utilização é d = 0,5h = = 30min. 30 Logo, o banho diário d ada morador tm duração d: 30min = 7,5mim = n. P. t O franisano Rogr aon foi ondnado, ntr , por dirigir ataqus aos tólogos, por uma suposta rnça na alquimia, na astrologia no método xprimntal, também por introduzir, no nsino, as idéias d ristótls. m 1260, Rogr aon srvu: Pod sr qu s fabriqum máquinas graças às quais os maiors navios, dirigidos por um únio homm, s dsloqum mais dprssa do qu s fossm hios d rmadors; qu s onstruam arros qu avanm a uma vloidad inrívl sm a ajuda d animais; qu s fabriqum máquinas voadoras nas quais um homm ( ) bata o ar om asas omo um pássaro. ( ) Máquinas qu prmitam ir ao fundo dos mars dos rios. (apud RUL, Frnand. ivilização matrial, onomia apitalismo: séulos XV-XVIII, São Paulo: Martins Fonts, 1996, vol. 3.). onsidrando a dinâmia do prosso histório, pods afirmar qu as idéias d Rogr aon a) insriam-s plnamnt no spírito da Idad Média ao privilgiarm a rnça m us omo o prinipal mio para antipar as dsobrtas da humanidad. b) stavam m atraso om rlação ao su tmpo ao dsonsidrarm os instrumntos intltuais ofridos pla Igrja para a avanço intífio da humanidad. ) opunham-s ao dsnadamnto da Primira Rvolução Industrial, ao rjitarm a apliação da matmátia do método xprimntal nas invnçõs industriais. d) ram fundamntalmnt voltadas para o passado, pois não apnas sguiam ristótls, omo também basavam-s na tradição na tologia. ) insriam-s num movimnto qu onvrgiria mais tard para o Rnasimnto, ao ontmplarm a possibilidad d o sr humano ontrolar a naturza por mio das invnçõs. No ontxto mdival vignt no Oidnt uropu, dominado plo tontrismo, plo mistiismo plo dogmatismo, o pnsamnto d Rogr aon afiguravas ralmnt subvrsivo rvoluionário mormnt tndo-s m vista qu l vivu no séulo XIII, antrior até msmo ao Pré-Rnasimnto. O txto d aon vidnia uma tndênia intltual qu ganharia orpo nos séulos sguints dsmboaria no pnsamnto da Rnasnça (séulos XV-XVI), om su spírito rítio raionalista, ontrário à mntalidad da Idad Média. Obs.1 Rogr aon ra franisano, isto é, mmbro d uma ordm mndiant fundada no séulo XIII om o objtivo d imprimir um novo rumo ao lro atólio. Isso d rta forma xpliaria sua posição ontstadora, srvida por um intlto indisutivlmnt xpional. Obs. 2 qustão pa ao usar a xprssão ontrolar a naturza (si, om iniial minúsula), já qu aon somnt imagina novos mios d transport o qu não implia ontrol sobr a Naturza. Os próprios rnasntistas naravam a Naturza apnas omo a font ond s nontrariam as xpliaçõs dos fnômnos. Foi o séulo XIX, om su intifiismo, qu oloou ftivamnt m qustão a possibilidad d ontrolar a Naturza. 32 a Os progrssos da mdiina ondiionaram a sobrvivênia d númro ada vz maior d indivíduos om onstituçõs gnétias qu só prmitm o bm-star quando sus fitos são dvidamnt ontrolados através d drogas ou prodimntos trapêutios. São xmplos os diabétios os hmofílios, qu só sobrvivm lvam vida rlativamnt normal ao rbrm suplmntação d insulina ou do fator VIII da oagulação sanguína. SLZNO, M. Franiso. iênia Hoj. SP: 21(125),1996. ssas afirmaçõs apontam para asptos importants qu podm sr rlaionados à volução humana. Pods afirmar qu, nos trmos do txto, a) os avanços da mdiina minimizam os fitos da OJTIVO 12 NM gosto/2001

13 slção natural sobr as populaçõs. b) os usos da insulina do fator VIII da oagulação sanguína funionam omo agnts modifiadors do gnoma humano. ) as drogas mdiamntosas impdm a transfrênia do matrial gnétio dfituoso ao longo das graçõs. d) os prodimntos trapêutios normalizam o gnótipo dos hmofílios diabétios. ) as intrvnçõs ralizadas pla mdiina intrrompm a volução biológia do sr humano. Os avanços da mdiina minimizam os fitos da slção natural sobr as populaçõs, prmitindo qu indivíduos portadors d donças, x. diabts hmofilia, tnham uma vida rlativamnt normal. 33 b Oxímoro (ou paradoxo) é uma onstrução txtual qu agrupa signifiados qu s xlum mutuamnt. Para Garfild, a fras d saudação d Jon (tirinha abaixo) xprssa o maior d todos os oxímoros. Nas altrnativas abaixo, stão transritos vrsos rtirados do poma O oprário m onstrução. Pod-s afirmar qu oorr um oxímoro m a) ra l qu rguia asas Ond ants só havia hão. b) a asa qu l fazia Sndo a sua librdad ra a sua sravidão. ) Naqula asa vazia Qu l msmo lvantara Um mundo novo nasia qu squr suspitava. ( librdad sravidão ), o qu onstitui a figura d linguagm hamada oxímoro. m nnhuma das dmais altrnativas oorr a msma strutura d signifiação. 34 b Nas onvrsas diárias, utiliza-s frqüntmnt a palavra próprio la s ajusta a várias situaçõs. Lia os xmplos d diálogos: I Vra s vst difrnt! É msmo, é qu la tm um stilo próprio. II Lna já viu ss film uma dzna d vzs! u não onsigo vr o qu l tm d tão maravilhoso assim. É qu l é próprio para adolsnt. III ora, o qu u faço? ndo tão proupada om o Fabinho! Mu filho stá impossívl! Rlaxa, Tânia! É próprio da idad. om o tmpo, l s aomoda. Nas oorrênias I, II III, próprio é sinônimo d, rsptivamnt, a) adquado, partiular, típio. b) puliar, adquado, aratrístio. ) onvnint, adquado, partiular. d) adquado, xlusivo, onvnint. ) puliar, xlusivo, aratrístio. Os sinônimos propostos na altrnativa b são prisamnt adquados aos três ontxtos m qu s mprgou o adjtivo próprio: stilo próprio é stilo puliar ; próprio para adolsnt quival a adquado a adolsnt, próprio da idad signifia aratrístio da idad. 35 Um produtor d larvas aquátias para alimntação d pixs ornamntais usou vnno para ombatr parasitas, mas suspndu o uso do produto quando os ustos s rvlaram antionômios. O gráfio rgistra a volução das populaçõs d larvas parasitas. d) o oprário faz a oisa a oisa faz o oprário. ) l, um humild oprário Um oprário qu sabia xrr a profissão. MORS, Víníius d. ntologia Poétia. São Paulo: ompanhia das Ltras, Nos vrsos transritos na altrnativa b, o sujito asa rb dois prdiativos qu s ontradizm xlum O aspto biológio, rssaltado a partir da litura do gráfio, qu pod sr onsidrado o mlhor argumnto para qu o produtor não rtom o uso do vnno é: a) dnsidad populaional das larvas dos parasitas OJTIVO 13 NM gosto/2001

14 não é aftada plo uso do vnno. b) população d larvas não onsgu s stabilizar durant o uso do vnno. ) s populaçõs mudam o tipo d intração stablida ao longo do tmpo. d) s populaçõs assoiadas mantêm um omportamnto stávl durant todo o príodo. ) Os fitos das intraçõs ngativas diminum ao longo do tmpo, stabilizando as populaçõs. O gráfio mostra qu a apliação do vnno é antionômia, pois as intraçõs ngativas diminuíram ao longo do tmpo, stabilizando as populaçõs. 36 d Num dtrminado bairro há duas mprsas d ônibus, NM OMPSSlO, qu fazm o trajto lvando trazndo passagiros do subúrbio ao ntro da idad. Um ônibus d ada uma dssas mprsas part do trminal a ada 30 minutos, nos horários indiados na tabla. NM 6h00min 6h30min 7h00min 7h30min HORÁRIO OS ÔNIUS OMPSSIO arlos mora próximo ao trminal d ônibus trabalha na idad. omo não tm hora rta para hgar ao trabalho nm prfrênia por qualqur das mprsas, toma smpr o primiro ônibus qu sai do trminal. Nssa situação, pod-s afirmar qu a probabilidad d arlos viajar num ônibus da mprsa NM é a) um quarto da probabilidad d l viajar num ônibus da mprsa OMPSSIO. b) um trço da probabilidad d l viajar num ônibus da mprsa OMPSSIO. ) mtad da probabilidad d l viajar num ônibus da mprsa OMPSSIO. d) duas vzs maior do qu a probabilidad d l viajar num ônibus da mprsa OMPSSIO. ) três vzs maior do qu a probabilidad d l viajar num ônibus da mprsa OMPSSIO. S arlos hgar ao trminal dpois das 6h ants das 6h10min ou dpois das 6h30min ants das 6h40min, l tomará o ônibus da mprsa OMPS- SIO. S arlos hgar ao trminal dpois das 6h10min ants das 6h30min ou dpois das 6h40min ants das 7h, l tomará o ônibus da mprsa NM. Logo, a probabilidad d arlos viajar num ônibus da mprsa NM é duas vzs a probabilida- 6h10min 6h40min 7h10min 7h40min d d l viajar num ônibus da mprsa OMPS- SIO. dmitindo-s qu duas vzs maior é duas vzs, a rsposta é d. I Para o filósofo inglês Thomas Hobbs ( ), o stado d naturza é um stado d gurra univrsal prpétua. ontraposto ao stado d naturza, ntndido omo stado d gurra, o stado d paz é a soidad ivilizada. ntr outras tndênias qu dialogam om as idéias d Hobbs, dstaa-s a dfinida plo txto abaixo. II Nm todas as gurras são injustas orrlativamnt, nm toda paz é justa, razão pla qual a gurra nm smpr é um dsvalor, a paz nm smpr um valor. OIO, N. MTTUI, N PSQUINO, G. iionário d Polítia, 5ª d. rasília: Univrsidad d rasília; São Paulo: Imprnsa Ofiial do stado, b omparando as idéias d Hobbs (txto I) om a tndênia itada no txto II, pod-s afirmar qu a) m ambos, a gurra é ntndida omo invitávl injusta. b) para Hobbs, a paz é inrnt à ivilização, sgundo o txto II, la não é um valor absoluto. ) d aordo om Hobbs, a gurra é um valor absoluto, sgundo o txto II, a paz é smpr mlhor qu a gurra. d) m ambos, a gurra ou a paz são boas quando o fim é justo. ) para Hobbs, a paz liga-s à naturza, d aordo om o txto II, à ivilização. Hobbs, omo dfnsor do absolutismo m su livro Lviatã, onsidra qu o stado, rsultant do ontrato soial fito plos homns primitivos, daria à soidad stabilidad sgurança ou sja, a paz, onsidrada omo o suprmo objtivo soial. Já obbio sus olaboradors stablm um juízo valorativo qu rlativiza os onitos d gurra paz, dntro d uma prsptiva étia (ou sja, tomando omo rfrnial dtrminados valors morais). 38 d Tropas da liança do Tratado do tlântio Nort (OTN) invadiram o Iraqu m 1991 ataaram a Sérvia m Para rspondr aos rítios dssas açõs, a OTN usaria, possivlmnt, argumntos basados a) na toria da gurra prpétua d Hobbs. b) tanto na toria d Hobbs omo na tndênia xprssa no txto II. ) no fato d qu as rgiõs ataadas não possuíam soidads ivilizadas. OJTIVO 14 NM gosto/2001

15 d) na toria d qu a gurra pod sr justa quando o fim é justo. ) na nssidad d pôr fim à gurra ntr os dois paíss itados. Tanto a Gurra do Golfo ontra o Iraqu omo a Gurra d Kosovo ontra a Iugoslávia (da qual a Sérvia faz part) foram travadas plas forças da OTN sob o argumnto d qu visavam orrigir açõs ondnávis intrnaionalmnt: no aso do Iraqu, a invasão do Kuwait; no aso d Kosovo, a prsguição dsnadada plo ditador sérvio Milosvi à população d tnia albansa. Todavia, é nssário lmbrar qu os onitos d justo injusto ou d rto rrado m polítia intrnaional variam sgundo a óptia d ada part nvolvida. 39 xistm difrnts formas d rprsntação plana da suprfíi da Trra (planisfério). Os planisférios d Mrator d Ptrs são atualmnt os mais utilizados. 40 b Numa rgião, originalmnt oupada por Mata tlântia, havia, no passado, ino spéis d pássaros d um msmo gênro. Nos dias atuais, ssa rgião s rduz a uma rsrva d florsta primária, ond ainda oorrm as ino spéis, a fragmntos d florsta dgradada, ond só s nontram duas das ino spéis. O dsaparimnto das três spéis nas rgiõs dgradadas pod sr xpliado plo fato d qu, nssas rgiõs, oorru a) aumnto do volum da frqüênia das huvas. b) diminuição do númro da divrsidad d hábitats. ) diminuição da tmpratura média anual. d) aumnto dos nívis d gás arbônio d oxigênio na atmosfra. ) aumnto do grau d isolamnto rprodutivo intrspífio. O dsaparimnto das três spéis nas rgiõs dgradadas pod sr xpliado plo fato d qu nssas rgiõs oorru uma diminuição do númro da divrsidad d hábitats, onsqüntmnt, uma diminuição dos nihos ológios, oupados por ssas spéis d pássaros. Mrator Ptrs psar d usarm projçõs, rsptivamnt, onform quivalnt, ambas utilizam omo bas da projção o modlo: 41 d...o rasil tm potnial para produzir plo mnos 15 mil mgawatts por hora d nrgia a partir d fonts altrnativas. Somnt nos stados da rgião Sul, o potnial d gração d nrgia por intrmédio das sobras agríolas florstais é d mgawatts por hora. Para s tr uma idéia do qu isso rprsnta, a usina hidrlétria d Ita, uma das maiors do país, na divisa ntr o Rio Grand do Sul Santa atarina, gra mgawatts d nrgia por hora. ss txto, transrito d um jornal d grand irulação, ontém, plo mnos, um rro onitual ao aprsntar valors d produção d potnial d gração d nrgia. ss rro onsist m s duas projçõs, Mrator Ptrs, utilizaram um ilindro para dsnhar a Trra. projção d Mrator é mais antiga foi riada plo artógrafo Grard Kramr no séulo XVI. Nla, mantêm-s as formas dos ontinnts, ontudo as áras surgm distoridas, prinipalmnt na proximidad dos pólos. projção d Ptrs, riada m 1972, proura orrigir as áras, ntrtanto, aaba por distorr as formas dos trritórios, qu, por vzs, aparm ahatadas ou alongadas. a) aprsntar valors muito altos para a grandza nrgia. b) usar unidad mgawatt para xprssar os valors d potênia. ) usar unidads létrias para biomassa. d) fazr uso da unidad inorrta mgawatt por hora. ) aprsntar valors numérios inompatívis om as unidads. nrgia pod sr mdida omo o produto da potênia plo tmpo. Portanto, s mdirmos a potênia m mgawatts o tmpo m horas, a nrgia podrá sr mdida na unidad OJTIVO 15 NM gosto/2001

16 mgawatts x hora (MWh) unidad d nrgia foi indiada d modo inorrto nas xprssõs: 42 a 15 mil mgawatts por h (MW/h) 5000 mgawatts por h (MW/h) 1450 mgawatts (MW) psa não prdatória prssupõ qu ada pix rtirado d su hábitat já tnha proriado, plo mnos uma vz. Para algumas spéis, isso oorr dpois dos pixs aprsntarm a máxima variação anual d su pso. O ontrol d psa no Pantanal é fito om bas no pso d ada spéi. tabla forn o pso do pau, uma dssas spéis, m ada ano. onsidrando sss dados, a psa do pau dv sr autorizada para spéims om pso d, no mínimo, a) 4 kg. b) 5kg. ) 7 kg. d) 9 kg. ) 11 kg. psa do pau só dv sr autorizada para spéims om pso d, no mínimo, 4kg, porqu a maior variação anual foi na idad d 3 para 4 anos, quando atingiu 1,3kg, passando d 2,6 a 3,9kg. 43 Idad (anos) Pso (kg) d rfrigração o onglamnto d alimntos são rsponsávis por uma part signifiativa do onsumo d nrgia létria numa rsidênia típia. Para diminuir as prdas térmias d uma gladira, podm sr tomados alguns uidados opraionais: I. istribuir os alimntos nas pratliras dixando spaços vazios ntr ls, para qu oorra a irulação do ar frio para baixo do qunt para ima. II. Mantr as pards do onglador om amada bm spssa d glo, para qu o aumnto da massa d glo aumnt a troa d alor no onglador. III. Limpar o radiador ( grad na part d trás) priodiamnt, para qu a gordura a poira qu nl s dpositam não rduzam a transfrênia d alor para o ambint. Para uma gladira tradiional é orrto indiar, apnas, a) a opração I. b) a opração II. ) as opraçõs I II. d) as opraçõs I III. ) as opraçõs II III. I) Vrdadira ,1 1,7 2,6 3,9 5,1 6,1 7 7,8 8,5 8,9 9,1 9,3 9, II) III) 44 O rsfriamnto dos alimntos oorr prinipalmnt dvido à onvção do ar qu irula no intrior da gladira. O ar qunt (mnos dnso) sob até o onglador o ar frio (mais dnso) ds até os alimntos. ixando os spaços vazios, a onvção do ar é failitada. Falsa O glo qu s forma nas pards do onglador funiona omo matrial isolant, difiultando as troas d alor om o ar aquido plos alimntos. Vrdadira nrgia térmia rtirada do intrior da gladira é irradiada para o intrior da ozinha através da srpntina xistnt na part trasira. poira a gordura qu, om o tmpo, são dpositadas na grad qu fia atrás da gladira formam uma plíula qu difiulta ssa irradiação. ssim, a limpza priódia dssa grad lvaria à onomia d nrgia. padronização insufiint a ausênia d ontrol na fabriação podm também rsultar m prdas signifiativas d nrgia através das pards da gladira. ssas prdas, m função da spssura das pards, para gladiras ondiçõs d uso típias, são aprsntadas na tabla. spssura das pards (m) Prda térmia mnsal (kwh) onsidrando uma família típia, om onsumo médio mnsal d 200 kwh, a prda térmia plas pards d uma gladira om 4 m d spssura, rlativamnt a outra d 10 m, orrspond a uma porntagm do onsumo total d ltriidad da ordm d a) 30%. b) 20%. ) 10%. d) 5%. ) 1%. Para a família uja gladira tm pards om 4 m d spssura, a prda térmia mnsal é d 35kWh, o qu orrspond a um prntual p 1 do total d nrgia onsumida no mês (200kWh). 35 p 1 = x 100% p 1 = 17,5% 200 Para a família uja gladira tm pards om 10 m d spssura, a prda térmia mnsal é d 15kWh, o qu orrspond a um prntual p 2 do total d nrgia onsumida no mês (200kWh). 15 p 2 = x 100% p 2 = 7,5% 200 Sndo p o prntual adiional d onsumo da OJTIVO 16 NM gosto/2001

17 gladira om pards d spssura 4 m m rlação à gladira om pards d spssura 10 m, tm-s qu: p = p 1 p 2 p = 17,5 7,5 (%) 45 a p = 10% figura mostra o tubo d imagns dos aparlhos d tlvisão usado para produzir as imagns sobr a tla. Os létrons do fix mitido plo anhão ltrônio são alrados por uma tnsão d milhars d volts passam por um spaço ntr bobinas ond são dfltidos por ampos magnétios variávis, d forma a fazrm a varrdura da tla. Nos manuais qu aompanham os tlvisors é omum nontrar, ntr outras, as sguints romndaçõs: I. Nuna abra o gabint ou toqu as pças no intrior do tlvisor. II. Não oloqu su tlvisor próximo d aparlhos doméstios om motors létrios ou ímãs. stas romndaçõs stão assoiadas, rsptivamnt, aos asptos d a) risos pssoais por alta tnsão / prturbação ou dformação d imagm por ampos xtrnos. b) protção dos iruitos ontra manipulação indvida / prturbação ou dformação d imagm por ampos xtrnos. ) risos pssoais por alta tnsão / sobrarga dos iruitos intrnos por açõs xtrnas. d) protção dos iruitos ontra a manipulação indvida / sobrarga da rd por fuga d orrnt. ) protção dos iruitos ontra manipulação indvida / sobrarga dos iruitos intrnos por ação xtrna. omo o fix d létrons é alrado por tnsão d milhars d volts, não s dv toar nas pças intrnas do tlvisor, para vitarm-s risos d hoqus dvidos à alta tnsão. Por outro lado, os ampos magnétios grados por ímãs ou aparlhos doméstios om motors létrios intrfrm nas trajtórias dos létrons dformando a imagm na tla. 46 tabla aprsnta a taxa d dsmprgo dos jovns ntr anos stratifiada om bas m difrnts atgorias. Rgião Nort Nordst ntro-ost Sul Sudst Grau d Instrução Mnos d 1 ano 1 a 3 anos 4 a 7 anos 8 a 10 anos 11 a 14 anos Mais d 15 anos Font: PN/IG, 1998 onsidrando apnas os dados aima analisando as aratrístias d andidatos a mprgo, é possívl onluir qu triam mnor han d onsgui-lo, a) mulhrs, onluints do nsino médio, moradoras da idad d São Paulo. b) mulhrs, onluints d urso suprior, moradoras da idad do Rio d Janiro. ) homns, om urso d pós-graduação, moradors d Manaus. d) homns, om dois anos do nsino fundamntal, moradors d Rif. ) mulhrs, om nsino médio inomplto, moradoras d lo Horizont. om bas nos dados da tabla, pod-s onluir qu a taxa d dsmprgo onra prinipalmnt: a população fminina do Sudst, 25,7% om solaridad d 8 a 10 anos, 27,8%. Portanto, pod-s onluir qu a mnor han d onsguir mprgo é das mulhrs om nsino médio inomplto (pois, para onluí-lo, o tmpo mínimo é d 11 anos) habitant d lo Horizont. 47 Homns 15,3 10,7 13,3 11,6 16,9 7,4 8,9 15,1 17,8 12,6 11,0 Mulhrs 23,8 18,8 20,6 19,4 25,7 16,1 16,4 22,8 27,8 19,6 7,3 m um olégio, 40% da arradação das mnsalidads orrspondm ao pagamnto dos salários dos sus profssors. mtad dos alunos dss olégio é d studants arnts, qu pagam mnsalidads rduzidas. O dirtor propôs um aumnto d 5% nas mnsalidads d todos os alunos para obrir os gastos grados por rajust d 5% na folha d pagamnto dos profssors. assoiação d pais mstrs onorda om o aumnto nas mnsalidads mas não om o índi proposto. Pod-s afirmar qu a) o dirtor fz um álulo inorrto o rajust proposto nas mnsalidads não é sufiint para obrir os OJTIVO 17 NM gosto/2001

18 gastos adiionais. b) o dirtor fz os álulos orrtamnt o rajust nas mnsalidads qu l propõ obrirá xatamnt os gastos adiionais. ) a assoiação stá orrta m não onordar om o índi proposto plo dirtor, pois a arradação adiional basada nss índi supraria m muito os gastos adiionais. d) a assoiação, ao rusar o índi d rajust proposto plo dirtor, não lvou m onta o fato d alunos arnts pagarm mnsalidads rduzidas. ) o dirtor dvria tr proposto um rajust maior nas mnsalidads, basado no fato d qu a mtad dos alunos paga mnsalidads rduzidas. Sndo m a arradação iniial das mnsalidads p o porntual d aumnto nssário para obrir o aumnto d 5% nos salários dos profssors, tm-s: 5%. 40%m = p % m p = 2% Portanto, um aumnto d 5% nas mnsalidads stá aima do nssário para obrir os gastos adiionais. 48 Mata tlântia, qu originalmnt s stndia por todo o litoral brasiliro, do ará ao Rio Grand do Sul, ostnta hoj o trist título d uma das florstas mais dvastadas do mundo. om mais d 1 milhão d quilômtros quadrados, hoj rstam apnas 5% da vgtação original, omo mostram as figuras. onsidrando as aratrístias histório-gográfias do rasil a partir da anális das figuras é orrto afirmar qu a) as transformaçõs limátias, spialmnt na Rgião Nordst, intrfriram fortmnt na diminuição dssa florsta úmida. b) nas três últimas déadas, o grau d dsnvolvimnto rgional impdiu qu a dvastação da Mata tlântia foss maior do qu a rgistrada. ) as atividads agríolas, aliadas ao xtrativismo vgtal, têm s onstituído, dsd o príodo olonial, na prinipal ausa da dvastação da Mata tlântia. d) a taxa d dvastação dssa florsta tm sguido o sntido oposto ao do rsimnto populaional d ada uma das Rgiõs aftadas. ) o rsimnto industrial, na déada d 50, foi o prinipal fator d rdução da obrtura vgtal na faixa litorâna do rasil, spialmnt da rgião Nordst. Mata Tropial tlântia tv qu nfrntar, dsd o iníio da olonização brasilira, um intnso prosso d dvastação. Iniialmnt, foi a xploração do pau-brasil. Logo a sguir, a ultura da ana, assoiada à utilização da madira para onstrução, lnha naixotamnto d açúar, dstruiu grand part da florsta no litoral orintal do Nordst. Na rgião Sudst, a intnsifiação da dstruição s dá a partir do séulo XIX, quando da xpansão da afiultura. No séulo XX, ss prosso assoiou-s ao rsimnto urbano populaional. Hoj m dia, as pouas rsrvas xistnts são amaçadas pla xtração irrgular d madira, palmito inêndios, alguns dls propositais. 49 O quadro aprsnta as 10 idads mais populosas do mundo m 1900 os rsultados d projçõs das populaçõs para Londrs Nova York Paris rlim hiago Vina Tóquio Wuhan, hina Filadélfia São Ptrsburgo Pop.* 6,6 3,4 2,7 1,9 1,7 1,7 1,5 1,5 1,3 1, Tóquio idad do Méxio São Paulo ombaim Nova York Xangai Los ngls Lagos, Nigéria alutá unos irs Pop.* Tóquio ombaim Lagos, Nigéria São Paulo Karahi, Paquistão aar, angladsh idad do Méxio Xangai Nova York alutá Pop.* * m milhõs d habitants Rvista Vja, 26 d janiro d s variaçõs populaionais aprsntadas no quadro prmitm obsrvar qu a) as maiors idads do mundo atual dvm rsr mais nos primiros 15 anos dst séulo do qu rsram m todo o séulo XX. b) atualmnt as idads mais populosas do mundo prtnm aos paíss subdsnvolvidos. ) Tóquio, qu hoj é a maior idad do mundo, no iníio do séulo XX ainda não ra onsidrada uma grand idad. d) no iníio do séulo XX, as idads om mais d 1 milhão d habitants stavam loalizadas m paíss qu hoj são dsnvolvidos. ) o rsimnto populaional das grands idads, nas primiras déadas do séulo XXI, oorrrá prinipalmnt nos paíss hoj subdsnvolvidos. No iníio do séulo XX, as maiors idads do mundo prtniam prinipalmnt aos paíss industrializados OJTIVO 18 NM gosto/2001

19 ssas idads diminuíram su ritmo d rsimnto populaional ao longo do séulo XX. Por outro lado, prinipalmnt no pós-ii Gurra Mundial, alguns paíss subdsnvolvidos passaram a aprsntar xprssivos ritmos d rsimnto populaional. Fators omo a quda dos índis d mortalidad, ombinados om o prosso d êxodo rural, justifiam tal fnômno. adas as ondiçõs normalmnt dsiguais d rsimnto onômio oorrido m paíss subdsnvolvidos, podmos xpliar a onntração populaional m algumas idads m dtrimnto d outras áras mnos dinâmias dsss próprios paíss. 50 ados do nso rasiliro 2000 mostram qu, na última déada, o númro d favlas tm rsido onsidravlmnt, om signifiativa altração na sua distribuição plas rgiõs do País. onsidrando a dinâmia migratória do príodo, pods afirmar qu ss prosso stá rlaionado a) ao dlínio antuado da industrialização no Sudst, qu dsloou grands parlas da população urbana para outras rgiõs do país. b) à ampliação do númro d zonas franas d omério m grands mtrópols, o qu atraiu a população rural para ssas áras. ) ao dsloamnto das orrnts migratórias rurais para os inturõs vrds riados m torno dos ntros urbanos. d) à instalação, na Rgião Nordst, d inúmras mprsas d alta tnologia, atraindo d volta a população qu migrara para o Sudst. ) à mudança no dstino das orrnts migratórias, qu passaram a busar as idads d médio grand ports, além d São Paulo Rio d Janiro. O prosso d onntração d trras m urso no rasil ontinua xpulsando do ampo parlas onsidrávis d migrants qu s dirigm para as idads brasiliras. té por volta da déada d 80 do séulo XX, sss ontingnts dirigiam-s para as grands mtrópols brasiliras, notadamnt no Sudst. s mudanças onômias oorridas nssas mtrópols, omo o prosso d dsntralização industrial (induzido ou não), a informatização dos srviços vntuais riss onômias, rduziram a ofrta d mprgo dsss grands ntros. ssim, part dos ontingnts qu originalmnt s dirionava para São Paulo Rio d Janiro passou a s dirionar para outras loalidads do rasil, d port médio ou grand. 51 O txto foi xtraído da pça Tróilo réssida d William Shakspar, srita, provavlmnt, m Os próprios éus, os plantas, st ntro ronhm graus, prioridad, lass, onstânia, marha, distânia, stação, forma, função rgularidad, smpr iguais; is porqu o glorioso astro Sol stá m nobr minênia ntronizado ntralizado no mio dos outros, o su olhar bnfazjo orrig os maus asptos dos plantas malfazjos,, qual ri qu omanda, ordna sm ntravs aos bons aos maus. (prsonagm Ulysss, to I, na III). SHKSPR, W. Tróilo réssida: Porto: Lllo & Irmão, dsrição fita plo dramaturgo rnasntista inglês s aproxima da toria a) goêntria do grgo laudius Ptolomu. b) da rflxão da luz do árab lhazn. ) hlioêntria do polonês Niolau opérnio. d) da rotação trrstr do italiano Galilu Galili. ) da gravitação univrsal do inglês Isaa Nwton. omo autor rnasntista afinado om o pnsamnto d su tmpo, Shakspar oloa o Sol omo ntro do sistma plantário m onsonânia om a toria hlioêntria d opérnio. toria astronômia aita antriormnt inlusiv ndossada pla Igrja ra o gontrismo, qu posiionava a Trra omo ntro d todo o Univrso. 52 SU OLHR (Gilbrto Gil, 1984) Na trnidad u quisra tr Tantos anos-luz Quantos foss prisar Pra ruzar o túnl o tmpo do su olhar Gilbrto Gil usa na ltra da músia a palavra omposta anos-iuz. O sntido prátio, m gral, não é obrigatoriamnt o msmo qu na iênia. Na Físia, um ano luz é uma mdida qu rlaiona a vloidad da luz o tmpo d um ano qu, portanto, s rfr a a) tmpo. b) alração. ) distânia. d) vloidad. ) luminosidad. O ano-luz é a distânia prorrida pla luz, no váuo, m um ano. Portanto, ano-luz é uma unidad d distânia qu orrspond aproximadamnt a m. fato: s = V t 1 ano-luz = (m) 1 ano-luz = m OJTIVO 19 NM gosto/2001

20 53 O gráfio mostra a porntagm da força d trabalho brasilira m 40 anos, om rlação aos stors agríola, d srviços industrial/minral. a) a ação II, apnas. b) as açõs I II, apnas. ) as açõs I III, apnas. d) as açõs II III, apnas. ) as açõs I, II III. ombatr a prolifração do mosquito transmissor intnsifiar a vainação são mdidas ftivas possívis d srm implmntadas. O xtrmínio dos animais qu srvm d rsrvatório do vírus é impratiávl. 55 a No trho abaixo, o narrador, ao dsrvr a prsonagm, ritia sutilmnt um outro stilo d époa: o romantismo. litura do gráfio prmit onstatar qu: a) m 40 anos, o rasil dixou d sr ssnialmnt agríola para s tornar uma soidad quas qu xlusivamnt industrial. b) variação da força d trabalho agríola foi mais antuada no príodo d 1940 a ) Por volta d 1970, a força d trabalho agríola tornous quivalnt à industrial d minração. d) m 1980, mtad dos trabalhadors brasiliros onstituía a força d trabalho do stor agríola. ) 1960 a 1980, foi quivalnt o rsimnto prntual d trabalhadors nos stors industrial/minral d srviços. obsrvação do gráfio qu mostra a porntagm da força-d-trabalho brasilira m 40 anos, rlaionando os stors agríola, d srviços industrial/minral, prmit onstatar qu, d 1960 a 1980, foi quivalnt o rsimnto prntual d trabalhadors nos stors industrial/minral d srviços. 54 d partir do primiro smstr d 2000, a oorrênia d asos humanos d fbr amarla silvstr xtrapolou as áras ndêmias, om rgistro d asos m São Paulo na ahia, ond os últimos asos tinham oorrido m Para ontrolar a fbr amarla silvstr prvnir o riso d uma rurbanização da donça, foram propostas as sguints açõs: I. xtrminar os animais qu srvm d rsrvatório do vírus ausador da donça. II. ombatr a prolifração do mosquito transmissor. III. Intnsifiar a vainação nas áras ond a fbr amarla é ndêmia m suas rgiõs limítrofs. É ftiva possívl d sr implmntada uma stratégia nvolvndo Naqul tmpo ontava apnas uns quinz ou dzssis anos; ra talvz a mais atrvida riatura da nossa raça,, om rtza, a mais voluntariosa. Não digo qu já lh oubss a primazia da blza, ntr as moinhas do tmpo, porqu isto não é roman, m qu o autor sobrdoura a ralidad fha os olhos às sardas spinhas; mas também não digo qu lh maulass o rosto nnhuma sarda ou spinha, não. ra bonita, frsa, saía das mãos da naturza, hia daqul fitiço, prário trno, qu o indivíduo passa a outro indivíduo, para os fins srtos da riação. SSIS, Mahado d. Mmórias Póstumas d rás ubas. Rio d Janiro: Jakson,1957. fras do txto m qu s prb a rítia do narrador ao romantismo stá transrita na altrnativa: a)... o autor sobrdoura a ralidad fha os olhos às sardas spinhas... b)... ra talvz a mais atrvida riatura da nossa raça... ) ra bonita, frsa, saía das mãos da naturza, hia daqul fitiço, prário trno,... d) Naqul tmpo ontava apnas uns quinz ou dzssis anos... )... o indivíduo passa a outro indivíduo, para os fins srtos da riação. O narrador afasta-s da idalização sntimntal do Romantismo quando afirma qu o txto qu srv não sobrdoura a ralidad não fha os olhos às sardas spinhas. Fia patnt, portanto, qu o narrador vai rgistrar também asptos qu ontrariam qualqur idalização asptos ralistas, aos quais os autors romântios fhariam os olhos. 56 oa part da água utilizada nas mais divrsas atividads humanas não rtorna ao ambint om qualidad para sr novamnt onsumida. O gráfio mostra alguns dados sobr ss fato, m trmos dos stors d onsumo. OJTIVO 20 NM gosto/2001

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