SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM INDUSTRIAL Departamento Regional de Pernambuco FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAI PERNAMBUCO UNIDADE SANTO AMARO

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1 SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM INDUSTRIAL Departamento Regional de Pernambuco FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAI PERNAMBUCO UNIDADE SANTO AMARO PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM MECATRÔNICA INDUSTRIAL Recife

2 Item SUMÁRIO Pág. 1. TÍTULO DO CURSO JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS DO CURSO REQUISITOS DE ACESSO PERFIL PROFISSIONAL DE CONCLUSÃO ORGANIZAÇÃO CURRICULAR Itinerário Formativo Módulos com Respectivas Competências e Unidades Curriculares Metodologia, Procedimentos e Estratégias Pedagógicos Ementas, Objetivos, Bibliografia Básica e Bibliografia Complementar das Unidades Curriculares Estágio Supervisionado Projeto de Conclusão de Curso Organização das Turmas Correlação entre as Unidades de Competência e as Unidades Curriculares CRITÉRIOS DE APROVEITAMENTO DE CONHECIMENTOS E EXPERIÊNCIAS ANTERIORES PARA O INGRESSO NO PROCESSO FORMATIVO CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM CORPO DOCENTE AMBIENTES PEDAGÓGICOS Equipamentos que Estão Sendo Adquiridos em A BIBLIOTECA SEU ACERVO E AMBIENTES DE ESTUDO CERTIFICADOS E DIPLOMAS REFERÊNCIA ANEXO I: COMITÊ TÉCNICO SETORIAL

3 PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO 1. TÍTULO DO CURSO Curso: CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM MECATRÔNICA INDUSTRIAL Ocupação: TECNÓLOGO Modalidade: MECATRÔNICA INDUSTRIAL 2. JUSTIFICATIVA E OBJETIVO DO CURSO JUSTIFICATIVA Desde que a Escola SENAI Santo Amaro - Manoel de Brito foi fundada em 1959 que ela tem tido a preocupação permanente de acompanhar, com seus cursos, os processos de expansão e de diversificação da economia regional e nacional, e as mudanças equivalentes em termos de tecnologias de produção. As ações governamentais dos últimos anos indicam grandes investimentos no Complexo Portuário de Suape, no estado de Pernambuco, como por exemplo, a montagem de um estaleiro, de uma refinaria, de uma planta de resina PET e de um terminal de exportação de minérios. Esses empreendimentos estão fortemente relacionados e geram uma enorme gama de investimentos em diversas áreas. As áreas mais vinculadas aos serviços de construção e sustentação destas indústrias são: a área de automação, controle e otimização de processos e equipamentos industriais; a área de componentes eletromecânicos; a área de mecânica computacional; a área de polímeros, entre outras. Dentro deste contexto e com base em três questões: 1) de como enfrentar os desafios trazidos pela influência de novas tecnologias, como a mecatrônica, a robótica e o comando numérico, entre outras; 2) de como manter um aprendizado permanente e flexível de forma a absorver o dinamismo com que surgem as novas tecnologias e 3) de como formar recursos humanos especializados, capazes de aprender continuamente e de decidir diante de situações novas e imprevistas; é que o Projeto de Implantação do CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM MECATRÔNICA INDUSTRIAL foi desenvolvido. O mercado estadual e regional absorverá o tecnólogo em mecatrônica industrial nos mais diferenciados segmentos da sociedade, tais como: O Complexo Industrial e Portuário de Suape é uma das principais estruturas logísticas do Estado de Pernambuco, contando com 40 escalas mensais de navios, sendo 25 de longo curso e 15 de cabotagem. O complexo concentra investimentos privados e da Petrobras de cerca de US$ 1,7 bilhão. Devido a tais investimentos, esse complexo representa, hoje, um dos ambientes mais dinâmicos da economia pernambucana, com novas empresas já em funcionamento, como a Mossi & Ghisolfi, e a próxima instalação de outras, como a Refinaria Abreu e Lima e o Estaleiro Atlântico Sul, já mencionadas; O Pólo Médico do Recife surgiu no final da década de 70 e início dos anos 80 e emprega 34,7 mil pessoas de forma direta, vinculadas a 3 mil estabelecimentos na área de saúde, além de outras atividades complementares, como as de informática e software, vendas de produtos farmacêuticos, manutenção de equipamentos, organizações educacionais e de pesquisa, associações profissionais, empresariais e de classe. No entanto existem uma demanda e uma carência de profissionais trabalhando na interface homem-máquina para restaurar o controle motor em doentes com deficiências 3

4 graves, tais como, lesão de medula, paralisia cerebral e acidente vascular cerebral; O estado de Pernambuco tem a presença de cadeias produtivas bem estruturadas, oferecendo uma infraestrutura que o torna competitivo para atrair outros investimentos tanto de empresas nacionais quanto multinacionais; O segmento de bebidas possui 150 unidades industriais de cervejas, refrigerantes, vinhos, sucos, destilados, aguardentes e água mineral, formando uma cadeia que está entre as mais bem organizadas da nação e que conta com o suporte industrial de vidros, latas, rolhas metálicas, rótulos, caixas e unidades de importação de matéria-prima, como o malte de cevada; O bairro do Recife Antigo possui infraestrutura adequada para a instalação de empresas de Tecnologia da Informática e Comunicação (TIC). Em 100 hectares, são 8 Km de fibra ótica instalados e 26Km de dutos, tornando a região uma das mais modernas do país. Com sete anos de existência, o projeto de desenvolvimento econômico da região compõe um sistema local de inovação. Os números atestam o vigor do empreendimento: atualmente, há cerca de 100 instituições instaladas entre empresas, serviços especializados e órgãos de fomento, constituindo o denominado Porto Digital. Gera três mil empregos e, sozinho, corresponde a 3,5% do PIB (Produto Interno Bruto) do estado de Pernambuco; O segmento eletro-metal-mecânico da indústria pernambucana se constitui num dos mais importantes em nível local e regional, tanto pela sua história, quanto por sua atual estrutura e desempenho. Historicamente, Pernambuco tem a atividade metal-mecânica como uma das mais tradicionais do seu setor industrial, com seu desenvolvimento explicado pela demanda do setor agro-industrial, particularmente do álcool e do açúcar, este se constituindo, ainda hoje, num dos segmentos básicos da economia estadual. Dando uma idéia dessa importância, registra-se que a primeira fundição do Brasil surgiu no Recife, em 1829, destinada a atender as necessidades de equipamentos mecânicos para a indústria. Por essa razão, Pernambuco se tornou num ponto de referência da indústria metal-mecânica regional, razão por que foi local ideal para instalação de importantes empreendimentos hoje em funcionamento. Pela possível constituição de pequenas empresas de base local, para o fornecimento de diversos serviços na área de Mecatrônica Industrial, que em se tornando realidade, trará evidentes benefícios econômicos e sociais para o nosso estado e região. Decorrente do exposto, o Conselho Regional do SENAI/PE aprovou que a instituição se credencie para atuar no nível superior da Educação Profissional, estágio que consolidará a trajetória evolutiva deste Departamento Regional na prestação de serviços educacionais. O nosso esforço visa, portanto, possibilitar que as vagas surgidas a partir dos novos empreendimentos ou nas empresas já instaladas, em processo de modernização, sejam ocupadas, preferencialmente, pelos pernambucanos, devidamente capacitados para assumilas, o que contribuirá, sem dúvida, para a melhoria da qualidade de vida das pessoas e da sociedade, em seu conjunto. OBJETIVOS Objetivo Geral O objetivo geral do Curso é o de capacitar pessoas para desenvolver atividades de automação e otimização dos processos industriais discretos, atuando em projetos; instalação, manutenção e integração desses processos, além da gestão de pessoas e de processos. Para isso o Tecnólogo em Mecatrônica Industrial deverá fazer uso de tecnologias, 4

5 tais como: robótica; comando numérico computadorizado (CNC); sistemas flexíveis de manufatura (SFM); desenho auxiliado por computador (CAD); manufatura auxiliada por computador (CAM); planejamento de processo auxiliado por computador (CAPP); interface homem-máquina; entre outras. Objetivos Específicos: Formar recursos humanos necessários ao aumento da competitividade do setor produtivo regional; Garantir ao estudante sólidos conhecimentos científicos e tecnológicos na área de mecatrônica industrial, de forma que o futuro trabalhador tenha ampla compreensão do processo tecnológico no qual irá atuar, com crescente grau de autonomia intelectual; Suprir as necessidades e demandas da sociedade na agilidade e qualidade da formação de tecnólogos em mecatrônica industrial, numa conexão direta com o mercado de trabalho; Possibilitar ao tecnólogo em mecatrônica industrial uma formação flexível, com uma base adequada à atualização permanente demandada pelas constantes e dinâmicas mudanças do mundo atual e Ampliar a atratividade de novos empreendimentos. 5

6 3. REQUISITOS DE ACESSO O acesso ao Curso Superior de Tecnologia em Mecatrônica Industrial dar-se-á por meio de processo seletivo para os portadores de certificado de conclusão do ensino médio ou equivalente, além dos pré-requisitos constantes do edital, de forma a assegurar a igualdade de oportunidades e de critérios de classificação. O processo seletivo será normalizado por edital e manual do candidato, elaborados de acordo com a legislação vigente, explicitando todas as condições de classificação e de ingresso. A nota do ENEM deverá ser levada em consideração no cômputo da classificação do candidato, tendo peso a ser fixado no edital de seleção. Os candidatos aprovados e classificados no processo seletivo serão chamados à matrícula até o limite das vagas existentes no Curso. Na hipótese de não preenchimento das vagas fixadas, por candidatos aprovados e convocados em primeira chamada, serão realizadas novas chamadas, obedecendo à ordem de classificação dos candidatos aprovados. A classificação obtida é válida para a matrícula no período letivo para o qual se realizou a seleção, tornando-se nulo seu efeito se o candidato classificado deixar de requerê-la ou, em o fazendo, não apresentar a totalidade da documentação exigida, dentro dos prazos fixados em edital. Transferências oriundas de outras instituições de ensino, exceto as previstas em lei, serão condicionadas à existência de vagas, análise curricular e às adaptações necessárias. A matrícula no Curso é por semestre e a sua renovação deverá ser requerida pelo estudante ou por seu procurador, devendo efetuar-se de acordo com as normas e prazos estipulados pela direção da Faculdade, observando o calendário escolar e a documentação solicitada pela secretaria acadêmica. A Faculdade de Tecnologia SENAI Pernambuco, Unidade Santo Amaro, oferecerá para o Curso Superior de Tecnologia em Mecatrônica Industrial 40 vagas por semestre. O Curso que inicia no primeiro semestre do ano será noturno e o do segundo semestre será vespertino. 6

7 4. PERFIL PROFISSIONAL DE CONCLUSÃO O perfil do formando de um curso de tecnologia é o do desenvolvimento de competências capazes de permitir aos egressos, o planejamento, a operação e a gestão de processos de produção de bens e serviços em sistemas flexíveis de manufatura e o desenvolvimento de aptidões para a pesquisa tecnológica e para a disseminação de conhecimentos tecnológicos. O perfil profissional do Tecnólogo em Mecatrônica Industrial, formado pela Faculdade de Tecnologia SENAI Pernambuco - Unidade Santo Amaro SENAI/PE, estará adequado às necessidades da sociedade local, regional e global que se manifestam no contexto atual pela constante busca de modernização e implementação de melhoria nos processos produtivos. Será um perfil arrojado, de um profissional com sólida formação multidisciplinar, apto a desenvolver suas competências profissionais fundamentadas na ciência, na tecnologia e na ética de forma responsável, consciente, criativa e crítica. Para que esse perfil seja desenvolvido, os futuros tecnólogos precisarão estar dotados de competências a serem construídas ao longo do Curso. Estas competências foram discutidas e definidas pelo Comitê Técnico Setorial de acordo com a Metodologia de Formação por Competência do SENAI/DN e são as seguintes: O referido comitê é um fórum constituído pelo SENAI/PE, no qual estão representados profissionais vinculados aos segmentos empresarial e educacional, com a missão de definir o perfil de competências atribuídas ao Tecnólogo em Mecatrônica Industrial, conforme apresentado a seguir. COMPETÊNCIA GERAL Planejar, executar e manter processos industriais discretos em sistemas de manufatura flexíveis, automatizando-os, otimizando-os, integrando-os, coordenando equipes, programando e parametrizando sistemas e dispositivos, implementando estratégias de controle com vistas à sua funcionalidade e em sintonia com o requisitos da gestão integrada. RELAÇÃO DAS UNIDADES DE COMPETÊNCIA 1. Planejar processos industriais discretos em sistemas flexíveis de manufatura; 2. Executar projetos de automação mecatrônica; 3. Manter processos e equipamentos automatizados; 4. Programar sistemas e dispositivos mecatrônicos; 5. Coordenar equipe técnica na execução de projetos e serviço. UNIDADE DE COMPETÊNCIA N O 1: Planejar processos industriais discretos em sistemas flexíveis de manufatura Elementos de Competência Padrões de Desempenho 1.1 Ler e interpretar normas técnicas relaciona Aplicando os padrões e recomendações das das; normas técnicas. 1.2 Participar da elaboração de projetos mecatrô Listando as etapas relacionadas ao projeto; nicos; Sugerindo melhorias nos processos 1.3 Orçar e avaliar os recursos para a execução de serviços; Conhecendo e detalhando o serviço a ser executado, bem como as ferramentas disponíveis para sua execução. 1.4 Programar etapas de execução de serviços Utilizando de maneira adequada os recursos disponíveis, tais como: financeiros, humanos e insumos. 7

8 UNIDADE DE COMPETÊNCIA N O 2: Executar projetos de automação mecatrônica Elementos de Competência Padrões de Desempenho 2.1 Ler e interpretar projetos de automação Descrevendo tecnicamente todo seu funcionamento mecatrônicos; 2.2 Definir procedimentos para execução de Elaborando de forma lógica a seqüência de atividades; tarefas a serem executadas. 2.3 Atuar em conformidade com as normas Utilizando os padrões e recomendações das técnicas relacionadas; normas técnicas na execução dos projetos. 2.4 Executar serviços de integração, otimização e Escolhendo e aplicando as tecnologias mais manutenção de equipamentos e processos de adequadas e compatíveis com as demais já manufatura flexível; presentes nos processos. 2.5 Utilizar máquinas, equipamentos, instrumentos e ferramentas adequadamente; Operando-os de forma correta e segura Implementado estratégias de controle. UNIDADE DE COMPETÊNCIA N O 3: Manter processos e equipamentos automatizados Elementos de Competência Padrões de Desempenho 3.1 Participar da elaboração do programa de Listando e utilizando as ferramentas manutenção dos processos e equipamentos adequadas na preparação e execução da automatizados; manutenção de acordo com as diretrizes da empresa e as normas técnicas pertinentes. 3.2 Executar o plano de manutenção; Cumprindo prazos e metas da manutenção. 3.3 Melhorar continuamente o programa de manutenção; 3.4 Cumprir todas as normas de segurança pertinentes ao processo; 3.5 Administrar os recursos materiais para execução do serviço de manutenção Minimizando o tempo de manutenção Propondo ações que eliminem as manutenções corretivas Garantindo a proteção individual, coletiva e do meio ambiente Comparando os custos previstos com os realizados. UNIDADE DE COMPETÊNCIA N O 4: Programar sistemas e dispositivos mecatrônicos. Elementos de Competência Padrões de Desempenho 4.1 Ler e interpretar linguagens de programação Desenvolvendo programas lógicos de dos dispositivos e equipamentos; controle. 4.2 Analisar preventivamente o funcionamento do Conhecendo a interação de cada um dos sistema; componentes do sistema. 4.3 Parametrizar sistemas e dispositivos mecatrô Definindo e otimizando parâmetros operacionicos; nais. 4.4 Simular a operação do sistema Utilizando softwares apropriados ou operando o sistema em vazio 8

9 UNIDADE DE COMPETÊNCIA N O 5: Coordenar equipe técnica na execução de projetos e serviços. Elementos de Competência Padrões de Desempenho 5.1 Avaliar o grau de competência técnica, habilidade e atitudes da equipe; Compreendendo as diferentes formas de comportamento das pessoas que compõem a equipe. 5.2 Alocar os recursos humanos na execução dos Distribuindo os trabalhos entre os membros projetos e serviços; da equipe e acompanhando o seu desenvolvimento. 5.3 Orientar a equipe quanto ao cumprimento das Observando se as normas técnicas e normas técnicas e procedimentos necessários; procedimentos estão sendo respeitados. 5.4 Motivar equipe no desenvolvimento das Acompanhando o nível de satisfação das atividades e no aperfeiçoamento profissional; pessoas que compõem a equipe. 5.5 Monitorar o desempenho das equipes no Verificando o cumprimento de metas, prazos desenvolvimento das atividades; e nível de satisfação dos clientes. 5.6 Promover sinergia para a gestão participativa Criando e implementando ações que estimulem a participação e reconheçam o desempenho dos componentes da equipe Motivando a equipe no desenvolvimento das atividades e no aperfeiçoamento profissional. 9

10 5. ORGANIZAÇÃO CURRICULAR A Mecatrônica é um conjunto de processos onde, de uma forma integrada, estão aplicadas as tecnologias da mecânica, eletrônica e da informática para fornecer produtos, sistemas e processos melhorados, sendo uma das áreas mais novas da engenharia e da tecnologia em todo o mundo. A aplicação integrada dessas diversas tecnologias é o que se pode chamar de Sistemas Mecatrônicos. Enquanto disciplina independente ela enfatiza o gerenciamento e o controle da complexidade dos processos industriais modernos que exigem ferramentas sofisticadas para gerir em tempo real seus diversos processos integrados. A mecatrônica é a junção da mecânica com a eletrônica com um controle inteligente por computador, ou seja, é uma máquina que tem tanto partes mecânicas como partes elétricas e sensores que captam informações e as repassam para as partes mecânicas capazes de nos fornecer processos, sistemas e produtos mais eficientes. A tecnologia mecatrônica funciona como uma espécie de futuro das tecnologias. A Matriz Curricular do Curso Superior de Tecnologia em Mecatrônica Industrial da Faculdade de Tecnologia SENAI Pernambuco, apresentada na tabela 1, está dividida, conforme as diferentes áreas de conhecimento, em sete módulos distintos mostrados na figura 1. Tabela 1 - Pré e Có requisitos das Unidades Curriculares. Código Unidades Curriculares: Carga Requisitos: Horária (h) TMI-01 CÁLCULO TMI-02 FÍSICA APLICADA TMI-03 DESENHO TÉCNICO 80 - TMI-04 INGLÊS INSTRUMENTAL 80 - TMI-05 METROLOGIA 80 - TMI-06 LINGUAGEM DE PROGRAMAÇÃO I 80 - TMI-07 ELETRICIDADE E ANÁLISE DE CIRCUITOS 80 Có: TMI-02 TMI-08 TECNOLOGIA DOS MATERIAIS 80 - TMI-09 MECÂNICA APLICADA 80 Có: TMI-02 TMI-10 LINGUAGEM DE PROGRAMAÇÃO II 80 Pré TMI-06 TMI-11 ELEMENTOS DE MÁQUINAS 80 Có: TMI-09 TMI-12 ELETRÔNICA ANALÓGICA 80 Pré: TMI-07 TMI-13 HIDRÁULICA 80 - TMI-14 TÉCNICAS DIGITAIS 80 Có: TMI-12 TMI-15 ELETRÔNICA DE POTÊNCIA 80 Pré: TMI-12 TMI-14 10

11 Continuação: (Tabela 1 - Pré e Có requisitos das Unidades Curriculares). TMI-16 PROCESSOS DE USINAGEM 80 Có: TMI-03 TMI-05 TMI-08 TMI-17 PNEUMÁTICA 80 - TMI-18 DESENHO AUXILIADO POR 80 Pré: COMPUTADOR: CAD TMI-03 TMI-19 MICROCONTROLADORES 80 Pré: TM-14 Có: TMI-10 TMI-20 LINGUAGENS DE PROGRAMAÇÃO III 80 Pré: TMI-10 TMI-21 ROBÓTICA 120 Pré: TMI-11 Có: TMI-10 TMI-22 INFORMÁTICA INDUSTRIAL 80 Pré: TMI-19 TMI-23 COMANDO NUMÉRICO 80 Có: TMI-16 TMI-24 QUALIDADE E MEIO AMBIENTE 40 - TMI-25 CONTROLADOR LÓGICO PROGRAMÁVEL: 80 Pré: CLP TMI-26 MANUFATURA AUXILIADA POR COMPU- TADOR: CAM TMI Có: TMI-18 TIM-23 TMI-27 SISTEMAS FLEXÍVEIS DE MANUFATURA 80 Có: TMI-21 TMI-22 TMI-28 GESTÃO DA PRODUÇÃO 40 - TMI-29 GESTÃO DE PESSOAS 40 - TMI-30 METODOLOGIA DA PESQUISA 40 Có: TMI-04 TMI-31 TÓPICOS ESPECIAIS EM MECATRÔNICA 40 - TMI-32 ESTÁGIO SUPERVISIONADO TMI-33 PROJETO DE CONCLUSÃO DE CURSO 40 Pré: TMI-05 CARGA HORÁRIA TOTAL 2560 h 11

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13 5.1 ITINERÁRIO FORMATIVO Ao longo do desenvolvimento dos seis semestres do Curso, as unidades curriculares estão distribuídas em três módulos: Módulo de BASE CIENTÍFICA; Módulo de MECATRÔNICA BÁSICA e módulo de MECATRÔNICA AVANÇADA; de forma tal que, os alunos venham a desenvolver simultaneamente as competências nas diferentes áreas de conhecimento, conforme pode ser evidenciado na figura 2 e tabela 2, apresentadas a seguir. Figura 2 Módulos do Curso superior em mecatrônica industrial, conforme o itinerário formativo. 13

14 TABELA 2 - UNIDADES CURRICULARES DISTRIBUÍDAS POR SEMESTRES MÓDULO I: BASE CIENTÍFICA (400 h) PRIMEIRO SEMESTRE Código Unidades Curriculares: Carga Horária TMI-01 CÁLCULO 120 TMI-02 FÍSICA APLICADA 120 TMI-03 DESENHO TÉCNICO 80 TMI-04 INGLÊS INSTRUMENTAL 80 CARGA HORÁRIA DO PRIMEIRO SEMESTRE 400 MÓDULO II (2º, 3º E 4º Semestre): MECATRÔNICA BÁSICA (1200 h) SEGUNDO SEMESTRE Código Unidades Curriculares: Carga Horária TMI-05 METROLOGIA 80 TMI-06 LINGUAGEM DE PROGRAMAÇÃO I 80 TMI-07 ELETRICIDADE E ANÁLISE DE CIRCUITOS 80 TMI-08 TECNOLOGIA DOS MATERIAIS 80 TMI-09 MECÂNICA APLICADA 80 CARGA HORÁRIA DO SEGUNDO SEMESTRE 400 TERCEIRO SEMESTRE Código Unidades Curriculares: Carga Horária TMI-10 LINGUAGEM DE PROGRAMAÇÃO II 80 TMI-11 ELEMENTOS DE MÁQUINAS 80 TMI-12 ELETRÔNICA ANALÓGICA 80 TMI-13 HIDRÁULICA 80 TMI-14 TÉCNICAS DIGITAIS 80 CARGA HORÁRIA DO TERCEIRO SEMESTRE 400 QUARTO SEMESTRE Código Unidades Curriculares: Carga Horária TMI-15 ELETRÔNICA DE POTÊNCIA 80 TMI-16 PROCESSOS DE USINAGEM 80 TMI-17 PNEUMÁTICA 80 TMI-18 DESENHO AUXILIADO POR COMPUTADOR: CAD 80 TMI-19 MICROCONTROLADORES 80 CARGA HORÁRIA DO QUARTO SEMESTRE 400 CARGA HORÁRIA DO MÓDULO I + MÓDULO II = 1600 horas. CERTIFICAÇÃO INTERMEDIÁRIA: QUALIFICAÇÃO TECNOLÓGICA EM AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL 14

15 TABELA 2 - UNIDADES CURRICULARES DISTRIBUÍDAS POR SEMESTRES. (CONTINUAÇÃO) MÓDULO III (5º e 6º Semestre): MECATRÔNICA AVANÇADA QUINTO SEMESTRE Código Unidades Curriculares: Carga Horária TMI-20 LINGUAGENS DE PROGRAMAÇÃO III 80 TMI-21 ROBÓTICA 120 TMI-22 INFORMÁTICA INDUSTRIAL 80 TMI-23 COMANDO NUMÉRICO 80 TMI-24 QUALIDADE E MEIO AMBIENTE 40 CARGA HORÁRIA DO QUINTO SEMESTRE 400 SEXTO SEMESTRE Código Unidades Curriculares: Carga Horária TMI-25 CONTROLADOR LÓGICO PROGRAMÁVEL: CLP 80 TMI-26 MANUFATURA AUXILIADA POR COMPUTADOR: CAM 80 TMI-27 SISTEMAS FLEXÍVEIS DE MANUFATURA 80 TMI-28 GESTÃO DA PRODUÇÃO 40 TMI-29 GESTÃO DE PESSOAS 40 TMI-30 METODOLOGIA DA PESQUISA 40 TMI-31 TÓPICOS ESPECIAIS EM MECATRÔNICA 40 TMI-32 ESTÁGIO SUPERVISIONADO 120 TMI-33 PROJETO DE CONCLUSÃO DE CURSO 40 CARGA HORÁRIA DO SEXTO SEMESTRE 560 CARGA HORÁRIA DO MÓDULO III: 960 horas. CARGA HORÁRIA TOTAL DO CURSO (MÓDULO I + MÓDULO II + MÓDULO III): 2560 HORAS APROVAÇÃO EM TODAS AS UNIDADES CURRICULARES + ESTÁGIO SUPERVISIONADO + PROJETO DE CONCLUSÃO DE CURSO = DIPLOMA DE TECNÓLOGO EM MECATRÔNICA INDUSTRIAL 15

16 5.2. MÓDULOS COM RESPECTIVAS COMPETÊNCIAS E UNIDADES CURRICULARES O primeiro módulo é o Módulo de BASE CIENTÍFICA (veja figura 2, item 5.1), o qual englobará as unidades curriculares de: Cálculo (120 h); Física Aplicada (120 h); Desenho Técnico (80 h) e Inglês Instrumental (80 h). Este primeiro módulo, que tem um total de 400 h, corresponde ao primeiro semestre do Curso. As unidades curriculares do módulo básico, como o nome do módulo indica, envolvem conhecimentos básicos, a serem utilizados ao longo de todo o Curso e durante a vida profissional do futuro Tecnólogo. O segundo módulo é o módulo de MECATRÔNICA BÁSICA, o qual engloba as unidades curriculares do segundo, terceiro e quarto semestre, tendo cada semestre 400 horas e o Módulo II completo 1200 h. No segundo semestre serão oferecidas as seguintes unidades curriculares: Metrologia (80 h); Linguagem de Programação I (80 h); Eletricidade e Análise de Circuitos (80h); Técnicas Digitais (80 h); e Mecânica Aplicada (80 h). No terceiro semestre serão oferecidas as seguintes unidades curriculares: Tecnologia dos Materiais (80h); Elementos de Máquinas (80 h); Eletrônica Analógica (80 h); Hidráulica (80 h) e Microcontroladores (80 h). No quarto semestre serão oferecidas as seguintes unidades curriculares: Linguagem de Programação II (80 h); Processos de Usinagem (80 h); Pneumática (80 h); Desenho Auxiliado por Computador: CAD (80 h); e Controlador Lógico Programável: CLP (80 h). Ao término do módulo II e tendo sido aprovado em todas as unidades curriculares dos quatros primeiros semestres, o estudante terá uma carga horária parcial de 1600 horas e deverá ter adquiridos as seguintes Competências Profissionais: - Executar projetos de automação mecatrônica e - Manter processos e equipamentos automatizados. Com estas competências será concedida ao estudante a certificação intermediária de: QUALIFICAÇÃO TECNOLÓGICA EM AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL. O terceiro módulo é o módulo da MECATRÔNICA AVANÇADA, o qual engloba as unidades curriculares do quinto e sexto semestre, tendo cada semestre 400 horas e o Módulo III completo 800 h. No quinto semestre serão oferecidas as seguintes unidades curriculares: Linguagem de Programação III (80 h); Robótica (120 h); Eletrônica de Potência (80 h); Comando Numérico (80 h); e Qualidade e Meio Ambiente (40 h). No sexto semestre serão oferecidas as seguintes unidades curriculares: Informática Industrial (80 h); Manufatura Auxiliada por Computador: CAM (80 h); Sistemas Flexíveis de Manufatura (80 h); Gestão da Produção (40h); Gestão de Pessoas (40 h); Metodologia da Pesquisa (40 h) e Tópicos Especiais em Mecatrônica (40h). Ao término do terceiro módulo o estudante deverá, tendo sido aprovado em todas as unidades curriculares e já tendo a certificação de automação industrial (o que garante que o estudante já cursou e foi aprovado em todas as unidades curriculares do primeiro, segundo e terceiro módulo), ter desenvolvido as seguintes competências profissionais: - Planejar processos industriais discretos em sistemas flexíveis de manufatura; - Executar projetos de automação mecatrônica; - Manter processos e equipamentos automatizados. - Programar sistemas e dispositivos mecatrônicos e - Coordenar equipe técnica na execução de projetos e serviço. Com estas competências o estudante terá concluído o módulo de: MECATRÔNICA AVANÇADA. 16

17 O Estágio Curricular pode ser iniciado desde o primeiro semestre do Curso, deve ter um mínimo de 120 horas, e será concluído quando da aprovação do relatório correspondente pelo docente coordenador. O Projeto de Conclusão de Curso pode ser iniciado a partir do terceiro semestre e sua memória escrita será defendida pelo aluno em uma apresentação pública com banca examinadora, ao final do Curso depois de ter concluído todas as Unidades Curriculares. Após aprovação do relatório de estágio, da apresentação e defesa do Projeto de Conclusão de Curso, suas eventuais correções, solicitadas pela banca examinadora, e tendo sido aprovado com êxito em todas as unidades curriculares o estudante deverá ter adquirido todas as competências profissionais do Curso e estará apto a exercer a profissão com ética e proficiência nas atribuições e prerrogativas que lhe são prescritas por meio da legislação específica, revelando domínio de conteúdos adequados às diferentes áreas de atuação, localizadas predominantemente no segmento industrial, contudo alcançando também instituições de pesquisa, segmentos ambientais e de serviços. Não tendo mais nenhuma outra pendência com a Faculdade de Tecnologia SENAI Pernambuco lhe será concedido o diploma de: TECNÓLOGO EM MECATRÔNICA INDUSTRIAL. Observações: A duração efetiva do Curso Superior de Tecnologia em Mecatrônica Industrial da Faculdade de Tecnologia SENAI Pernambuco Unidade Santo Amaro - depende: a) do perfil profissional de conclusão que se pretende; b) de competências profissionais já constituídas em outros cursos superiores de graduação ou de pós-graduação; c) de competências profissionais já desenvolvidas no próprio mercado de trabalho; d) de competências adquiridas por outras formas, como em cursos técnicos, em cursos seqüenciais na área do saber, de diferentes níveis de abrangência, e mesmo no trabalho. As competências profissionais previamente constituídas, desenvolvidas ou adquiridas (letras b, c e d dessa observação) só gerarão dispensa de unidades curriculares após criteriosa avaliação a ser feita pela Faculdade, observando o que fixa o seu Regimento. 17

18 5.3 METODOLOGIA, PROCEDIMENTOS E ESTRATÉGIAS PEDAGÓGICOS. Do ponto de vista legal, este programa reger-se-á pelo que preconiza a Lei Federal 9394/96 de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, pela Resolução CNE/CP No 3, de 18 de dezembro de 2002, que institui as Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais para a organização e o funcionamento dos cursos superiores de tecnologia, pela Portaria No de 25 de novembro de 1999 que dispõe sobre o credenciamento de centros de educação tecnológica e a autorização de cursos de nível tecnológico da educação profissional, pelo Decreto No 2.406, de 27 de novembro de 1997 que dispõe sobre os Centros de Educação Tecnológica, pelos demais Decretos, Portarias e Resoluções que alteram os dispositivos das Leis acima citadas e pelo Regimento da Faculdade de Tecnologia SENAI Pernambuco. A organização curricular deste programa fundamentado em módulos tem pressupostos e peculiaridades que lhe imprimem uma dinâmica própria, a saber: Flexibilização e personalização do processo formativo: ao estudante é propiciada a oportunidade de estruturar o seu percurso de formação, de acordo com seus interesses e necessidades adequando também a variável tempo, que passa a não ser rígido e linear. Aproveitamento de estudos: enseja ao estudante validar conhecimentos / experiências anteriormente adquiridos, através de correspondente avaliação. Cada módulo, entendido como unidade pedagógica autônoma e completa em si mesma, conterá elementos curriculares que permitem ao estudante adquirir / desenvolver competências, conceituadas como conjugação harmoniosa e integrada de conhecimentos (saberes), habilidades (saber fazer) e atitudes (saber ser e saber agir). Cada percurso estruturado permite ao estudante a obtenção de um certificado de qualificação profissional e a conseqüente saída de saída do sistema de formação e da habilitação de tecnólogo. ESTRATÉGIAS PEDAGÓGICAS As Estratégias Pedagógicas, do Curso Superior de Tecnologia em Mecatrônica Industrial da Faculdade de Tecnologia SENAI Pernambuco Unidade Santo Amaro, são as seguintes: - Avaliação diagnóstica que identifica os conhecimentos já dominados pelos estudantes possibilitando-o a tomada de consciência sobre sua posição frente aos projetos de formação; - Identificação de avanços ou dificuldades do estudante no campo da aprendizagem para auxiliá-lo a buscar novos patamares de crescimento; - Avaliação formativa que deverá ocorrer durante todo o desenvolvimento da UC, módulo e o Curso de forma predominantemente qualitativa; - Avaliação final do desempenho alcançado pelo estudante, subsidiando decisões de ingresso no mercado ou de prosseguimento de estudos e - Participação, proatividade, compromisso, execução de situações-problema, por meio da metodologia de projetos, atuação nas atividades práticas e no estágio curricular, uso de tecnologias adequadas e elaboração de relatório de estágio. As especificidades do processo de avaliação da aprendizagem, bem como suas formas de notação e registros serão detalhadas no Regimento do Curso. 18

19 5.4 EMENTAS, OBJETIVOS, BIBLIOGRAFIA BÁSICA E BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR DAS UNIDADES CURRICULARES. UNIDADE CURRICULAR: TMI01 CÁLCULO Ementa: Funções; Limites; Derivadas; Integrais; Rotacionais; Divergentes; Determinantes e Matrizes; Noções de Geometria; Espaços Vetoriais e Transformações Lineares. Objetivo: Aplicar os conceitos matemáticos referente ao Cálculo, Geometria e Álgebra Linear, proporcionando uma visão integrada dos conceitos e suas aplicações, associando as futuras disciplinas da área de Mecatrônica Industrial. 1. C. A. Calliole, H. Domingos e R. C. F. Costa, Álgebra Linear e Aplicações, Sesta Edição, Atual Editora, Ribeirão Preto, 2003; 2. CHRIS Anton, H, R. Álgebra Linear com aplicações. Porto Alegre, BOOKMAN, 2004;; 3 GUINDORIZE, Hamilton Luiz: Um Curso de Cálculo, Vol. 3. Rio de Janeiro: ed. LTC, Geraldo Ávila, Funções de uma Variável, Editora: LCT São Paulo, 2003; 2. ATON, H. &BIVENS, I.&DAVIS, S.: Cálculo 8. V.1 Porto Alegre: Ed. Bookman, 2007.; 3. STEWART, J.: Cálculo. 5. V.1. São Paulo. Ed. Thomsom Pioneira, HOFFMANN, LD.: Calculo: Um curso moderno e suas aplicações 7. V. I. ed. Rio de Janeiro: LTC, WINTERLE,P. Vetores e Geometria Analítica. São Paulo: Makron BOOKS, Infraestrutura necessária: Sala de aula e livros específicos disponíveis na biblioteca. UNIDADE CURRICULAR: TMI02 FÍSICA APLICADA Ementa: Vetores; Leis de Newton; Trabalho e Potência; Dinâmica dos Fluidos; Equilíbrio da Partícula; Equilíbrio do Corpo Rígido; Momento de Inércia; Estática dos Fluidos;. Escala Termométrica; Dilatação Térmica; Processos de Transmissão de Calor; Lei de Coulomb;. Lei de Gauss; Potencial Elétrico; Capacitância; Corrente Elétrica; Resistência Elétrica; Lei de Ampere; Lei de Faraday; Indutância; Oscilações Eletromagnéticas; Noções de: Polarização, Interferência e Difração; Atrito. Objetivo: Discutir as leis da Física com ênfase nas aplicações em mecatrônica, para planejar processos e dispositivos mecânicos, avaliar problemas decorrentes de condições físicas, e manter sistemas de acordo com suas especificidades. 19

20 1. TIPLER, P. A; MOSCA, G. Física para Cientistas e Engenheiros, Vol. 1 e 2, Editora LTC, Rio de Janeiro. 5ª edição, SEARS, F.; ZEMANSKY, M.: Fisica, Vol.1, 3 e 4, Editora Addison Wesley BRA, São Paulo. 10ª edição, HALLIDAY, D; WALKER, J.; RESNICK, S., Fundamentos da Física, Vol. 1, 3 e 4, Editora LTC, Rio de Janeiro, 7ª edição, CHAVES, A.: Física Básica: Mecânica, Termologia, Óptica e Eletromagnetismo, Rio de Janeiro, Editora LTC, 1ª edição, NUSSENZVEIG, H. Moysés: Curso de Física Básica, Editora Edgard Blucher, São Paulo, Volumes 1, 2, 3 e 4, 4ª edição, JEWETT, Jr. John W.; SERWAY, Raymond A.: Princípios de Física, Editora Thomson Pioneira, São Paulo, Volumes 1, 2, 3 e 4, 1ª edição, FEYNMAN, Richard P., LEIGHTON, Robert B.: Lições de Física de Feynman, Edição definitiva, Editora Bookman, Porto Alegre, CAMPOS, Agostinho Aurélio; ALVES, Elmo Salomão, SPEZIALI, Nivaldo Lúcio: Física Experimental na Universidade, Editora UFMG, Belo Horizonte, 2ª edição, Infraestrutura necessária: Laboratório de Ciências; equipamentos para medida de grandezas físicas mecânicas, térmicas, ópticas e elétricas; computadores para simulação de fenômenos físicos; sala de aula, quadro branco, pincel atômico e projetor multimídia. UNIDADE CURRICULAR: TMI03 DESENHO TÉCNICO Ementa: Introdução ao Desenho como Linguagem Técnica Formal; Traços, Retas, Letreiros e Papel; Tipos de Representação (esquema, croqui e desenho); Legendas, Escalas; Normas Técnicas; Projeções de Peças: Vistas Principais; Vistas auxiliares; Projeções a Partir de Perspectiva; Projeções a Partir de Modelos; Cotagem; Cotas; Tolerâncias e ajustes; Cortes; Desenho de Conjunto; Desenho de Detalhes; Elementos Mecânicos: Chavetas, Eixos e Árvores, Polias e Rodas Dentadas, Mancais de Deslizamento e de Rolamento, Anéis Elásticos e Engrenagens. Objetivo: Utilizar o Desenho Técnico como linguagem normalizada de representação e comunicação; aplicar os principais tipos, fases, meios e técnicas de realização de um Desenho de Construções Mecânicas; e executar desenhos de conjunto simples a mão livre e usando sistemas CAD. 20

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