Fluxo de produção de dados geográficos para simulador de navegação marítima Projecto SIMNAV

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Fluxo de produção de dados geográficos para simulador de navegação marítima Projecto SIMNAV"

Transcrição

1 Fluxo de produção de dados geográficos para simulador de navegação marítima Projecto SIMNAV NOBRE, Ana; FÉLIX, Inês; PACHECO, Miguel PALAVRAS CHAVE: Simulador de navegação, SIG, navegação, Polaris RESUMO A Marinha Portuguesa dispõe de um simulador de Navegação e Manobra de Navios (marca POLARIS do fabricante Kongsberg) que se encontra instalado e é gerido pelo Centro de Instrução de Táctica Naval (CITAN). Este simulador tem a finalidade de apoiar o treino das unidades navais e formação de militares nas áreas da navegação e marinharia (manobras de atracação, largada, evoluções em formatura e reabastecimento no mar). Esta comunicação descreve o desenvolvimento e implementação de um fluxo de produção de informação geográfica para o simulador, desenvolvido pelo Centro de Dados Técnico Científicos do Instituto Hidrográfico (IH), cujo principal objectivo é gerar novos cenários de particular interesse para o treino. Um dos principais componentes deste simulador de navegação é uma sala onde existe uma reprodução fiel da ponte de um navio, tipo fragata, da classe Vasco da Gama, ou seja, o local a partir de onde o comandante e os oficiais controlam a navegação da plataforma, proporcionando aos militares uma preparação que lhes assegura a capacidade de actuar perante as situações da actividade operacional no mar. O sistema instalado modela e simula diversas condições de tempo, evolução de plataformas (navios, aeronaves e outros) possíveis, através de animações em linha geradas por computador, a partir de uma base de dados geográfica. Presentemente o simulador carece de dados base para a construção de novos cenários. A zona do continente está coberta com informação geográfica de baixa resolução, enquanto dois portos nacionais se encontram modelados com dados de alta resolução. Com o objectivo de contornar esta limitação, o IH encontra-se a desenvolver métodos de produção de dados para a ampliação do conteúdo temático de áreas de interesse e melhoramento do nível de detalhe, dando deste modo um maior realismo visual às actividades de treino. No desenvolvimento deste projecto está a ser usado o Sistema de Informação Geográfica ArcGIS 9.1 e a extensão Site Builder 3D para a construção de cenários do terreno em formato específico, e a aplicação Multigen Creator com componentes plug-in específicos (KMSS), para afinação e integração dos cenários que correm no simulador. A informação a incluir nos cenários comporta modelos digitais de terreno, texturas, fotografias aéreas, fotografias panorâmicas e modelos individualizados de objectos conspícuos relevantes para a navegação costeira (faróis, edifícios característicos, balizas, bóias). Parte dos dados para a parte molhada podem ser importados das cartas electrónicas oficiais de navegação, também produzidas no IH. Para a execução dos primeiros testes foi considerada uma pequena área, no Concelho de Sesimbra, para a qual foi efectuada uma colecta prévia de toda a informação relevante. Os 1

2 testes efectuados permitiram verificar a compatibilidade entre os dados gerados pelas aplicações informáticas referidas e o simulador POLARIS, encontrando-se os trabalhos numa fase de ganho de eficiência processual. Após validação do conceito através do desenvolvimento completo de um protótipo de uma área portuária, será iniciada a produção de modelos para os portos mais importantes e relevantes para as actividades da Marinha. INTRODUÇÂO O presente projecto, desenvolvido no Centro de Dados do Instituto Hidrográfico, tem como objectivo apoiar o Centro de Instrução de Táctica Naval (CITAN) na aquisição de informação geo-espacial para o Simulador de Navegação e Manobra de Navios (modelo POLARIS do fabricante KONGSBERG) através do desenvolvimento e implementação de um workflow de dados. Nos países costeiros, a navegação é uma actividade com grande importância para a sua economia, representando cerca de 90% das transacções comerciais. A necessidade de formar e treinar os intervenientes numa viagem marítima deriva dos riscos associados à actividade e à resposta em tempo às ocorrências. No caso particular dos navegadores militares, existe uma preocupação acrescida no seu treino e formação, em virtude da responsabilidade que desempenham nas operações militares navais, protecção e defesa do património, no auxílio a embarcações em caso de emergência e de acidentes marinhos. Com o desenvolvimento tecnológico a Marinha Portuguesa tem vindo a adquirir alguns simuladores de navegação, tendo como finalidade apoiar o treino, formação e avaliação dos militares. É de salientar que os referidos simuladores não têm como finalidade substituir o treino a bordo, mas sim treinar as operações antes da sua realização no campo e reduzir o tempo de formação com considerável redução de custos. A utilização dos simuladores traz vantagens, nomeadamente: Uniformidade na formação; Possibilidade de treino em situações simuladas de risco e emergência (não são realizadas no mar face aos perigos que representam); Formação em todas as condições ambientais (nevoeiro, chuva) e navegação possíveis; Treino da reacção dos instruendos perante avarias no sistema (programadas pelo instrutor); Os exercícios podem ser repetidos e analisados, até à sua completa interiorização, favorecendo o ensino e a aprendizagem; Em suma, melhor formação ao nível de conhecimentos e maior ganho de experiência no treino proporcionam um aumento de segurança na navegação. Relativamente ao simulador de Navegação e Manobra de Navios, este dispõe de uma base de dados com informação geográfica da costa e margem continental portuguesa, de reduzida resolução espacial, alguns portos/zonas com maior resolução (Lisboa, Setúbal, Sesimbra e Almada). Estes dados foram inicialmente produzidos pelo fabricante do sistema e estavam incluídos nas especificações de fornecimento. Agora que o sistema está implementado, é altamente desejável ampliar as zonas disponíveis com dados de alta resolução, de modo a permitir o treino no acesso a novos portos e áreas de navegação restrita. Este interesse inclui, necessariamente, os portos dos Arquipélagos dos Açores e Madeira. 2

3 FERRAMENTAS DE SOFTWARE UTILIZADAS No desenvolvimento deste projecto estão a ser usados as seguintes aplicações: ArcGIS Desktop Sistema de Informação Geográfica (incluindo a extensão Site Builder 3D para a construção de cenários do terreno em formato específico e a extensão 3D Analyst); O sistema de Informação Geográfica ArcGIS Desktop 9.1 inclui um conjunto de aplicações integradas: o ArcMap, o ArcCatalog e o ArcToolbox. A utilização em conjunto destas três aplicações pressupõe uma série de tarefas que permite a produção de mapas, a gestão de dados, a análise geográfica, a edição de dados e o geoprocessamento. ArcView 3.2 com a extensão DEM para produção de modelos digitais de terreno no formato DEM (USGS), possível de importar para a aplicação Multigen Creator. Multigen Creator - Desenho a 3D (em conjunto com os plug-in específicos (KMSS) para afinação e integração dos cenários que correm no simulador). A ferramenta Multigen Creator é útil para a construção de cenários, a 3D, extremamente realistas. Os cenários são disponibilizados em formato OpenFlight (flt; formato standard de ficheiros 3D). Este formato é lido directamente pelo simulador de navegação POLARIS. CONSTITUIÇÃO DO SIMULADOR O simulador de Navegação e Manobra de Navios é constituído por dois núcleos, o principal localizado no CITAN e outro na Escola Naval (EN). O núcleo do CITAN é composto pelas seguintes salas: A principal que ocupa uma área circular onde são projectados os sistema visuais constituídos por nove projectores que dão uma cobertura total de 270º. No centro desta área circular encontra-se a réplica de uma ponte da fragata, classe Vasco da Gama, com toda a panóplia de equipamentos que a caracterizam, tais como Radar ARPA (Automatic Radar Plotting Aid), ECDIS (Electronic Chart Display System), mesa de cartas e equipamentos de navegação, consolas de propulsão, manobra, entre outros (Figura 1); Duas salas com representações de pontes secundárias de menores dimensões; Sala do Instrutor e Centro de Operações onde são controladas as condições meteorológicas e oceanográficas; Sala de briefing de desenvolvimento e preparação dos exercícios. O núcleo da Escola Naval é formado pelas seguintes salas: Quatro pontes secundárias; 3

4 Sala do instrutor; Sala de briefing. Figura 1 Imagens que ilustram a Sala Principal do Pólo do CITAN (cedidas pelo CITAN) METODOLOGIA DE TRABALHO UTILIZADA Inicialmente foi necessário estudar e definir um fluxo de trabalho a utilizar. Para testar a metodologia foi considerada uma pequena área, nomeadamente do concelho de Sesimbra. Desta zona apenas se dispunha de uma shapefile com dados altimétricos. As várias tarefas realizadas tiveram como objectivo, de um modo geral, a conversão desta shapefile num ficheiro em formato flt (OpenFlight) que é o formato compatível com o simulador POLARIS. As ferramentas disponíveis para este trabalho foram os softwares ArcGIS Desktop 9.1 e ArcView GIS 3.2 e o Multigen Creator. A metodologia de trabalho adoptada foi o seguinte: Em primeiro lugar, utilizou-se a aplicação ArcMap do sistema ArcGIS Desktop 9.1, com recurso à extensão 3D Analyst, para converter a shapefile com dados altimétricos, da zona de Sesimbra, num TIN (Triangular Irregular Network) (ver Figura 2). Para efeitos de utilização consequente na aplicação Multigen Creator, pode ser usado o método de geração de um TIN a partir de pontos isolados, sem recorte da costa. Figura 2 Exemplo ilustrativo da shapefile com informação da altimetria (lado esquerdo) e da sua transformação em TIN (lado direito). 4

5 Em seguida, no sistema de informação geográfica ArcView GIS 3.2, o TIN gerado foi convertido numa GRID (Figura 3). A GRID foi então exportada para o formato USGS DEM (Digital Elevation Model). Figura 3 Exemplo ilustrativo da GRID gerada a partir do TIN O ficheiro em formato DEM foi, então, importado para o software Multigen Creator. No entanto, uma vez que o referido software apenas constrói dados de terreno a partir de ficheiros em formato DED (Digital Elevation Data), foi necessário proceder à conversão do ficheiro DEM com recurso ao plugin DED Builder (Figura 4). Figura 4 PLUGIN Build DED do Multigen Creator (utilizado para construir um Ficheiro em formato DED a partir de um ficheiro em formato DEM) A partir do ficheiro DED construiu-se o terreno da zona em estudo. O qual foi gerado com base no método de triangulação Polymesh e tendo em atenção alguns factores importantes como a origem da base de dados e os níveis de detalhe (LOD) que pemitem melhorar a eficiência visual no sistema. Obteve-se assim terreno sob o formato OpenFlight (flt) (Figura 5). 5

6 Figura 5 Exemplos que ilustram o modo de geração de um ficheiro OpenFlight (lado direito) a partir de um ficheiro em formato DED Finalmente, foram adicionadas ao terreno imagens geo-referenciadas a partir de opções da textura, assim como, fotografias panorâmicas de modo a tornar o cenário o mais realista possível. Estas imagens panorâmicas foram adicionadas ao terreno sob a forma de fitas, como se pode visualizar na Figura 6. Obtendo deste modo o Modelo Digital de Terreno (MDT). Figura 6 Modelo Digital de Terreno da zona de Sesimbra Foram executados testes, no CITAN, para validação da metodologia descrita. Onde se constatou a compatibilidade entre os dados gerados e o simulador POLARIS. Actualmente os modelos digitais de terreno estão a ser construídos, directamente no software Multigen Creator, a partir de ficheiros em formato DTED (Digital Terrain Elevation Data). Uma vez que o Multigen Creator não constrói modelos digitais de terreno a partir de ficheiros DTED é necessário efectuar a conversão destes ficheiros para o formato DED (Digital Elevation Data). De seguida, o modelo digital de terreno é construído com recurso ao método de 6

7 triangulação Delaunay. A escolha deste método de triangulação teve por base uma série de testes realizados com os quatro métodos de triangulação distintos disponibilizados pelo software. Constatou-se que o método de triangulação referido produzia o melhor terreno. CONCLUSÕES Em virtude da maioria dos acidentes marítimos serem causados por erro humano torna-se indispensável o uso de tecnologias de simulação de modo a melhorar a formação e treino de oficiais. De facto, o aumento de conhecimentos e experiência perante condições de navegação, meteorológicas e oceanográficas difíceis ou perante avarias de equipamentos é fundamental para o aumento de segurança da navegação marítima. Assim, face à importância do simulador de Navegação e Manobra de Navios, tornou-se fundamental o aumento da sua operacionalidade através da criação de cenários mais realistas (constituídos por informação de maior resolução). Após a criação de um cenário referente a uma pequena zona no concelho de Sesimbra e a verificação da existência de compatibilidade entre os dados gerados e o Simulador Polaris, trabalhos futuros envolverão a produção de novos modelos para alguns portos (os considerados mais relevantes pela Marinha Portuguesa), novos modelos de navios e a adição directa de edifícios tridimensionais através da extensão SiteBuilder 3D. BIBLIOGRAFIA E REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS (2005) Os Simuladores na Marinha, Revista da Armada, nº 384; DE68?OpenDocument Instituto Hidrográfico Rua das Trinas, LISBOA Tel: (+ 351) Fax: (+ 351)

Instituto Hidrográfico - Marinha. Infra-estrutura de dados geoespaciais sobre o ambiente marinho

Instituto Hidrográfico - Marinha. Infra-estrutura de dados geoespaciais sobre o ambiente marinho Instituto Hidrográfico - Marinha Infra-estrutura de dados geoespaciais sobre o ambiente marinho Sumário Instituto Hidrográfico - Capacidades instaladas A Actividade Capacidades únicas Integração dos sistemas

Leia mais

Desenvolvimento de um sistema de informação de apoio à gestão do domínio público marítimo: uma ferramenta para o ordenamento do litoral.

Desenvolvimento de um sistema de informação de apoio à gestão do domínio público marítimo: uma ferramenta para o ordenamento do litoral. Desenvolvimento de um sistema de informação de apoio à gestão do domínio público marítimo: uma ferramenta para o ordenamento do litoral. Célia Pata celia.pata@hidrografico.pt Sumário As delimitações do

Leia mais

SIARL Sistema de Administração do Recurso Litoral

SIARL Sistema de Administração do Recurso Litoral SIARL Sistema de Administração do Recurso Litoral João HERDEIRO 1, Marisa SILVA 1 e Paulo PATRÍCIO 1 1 Direção-Geral do Território, Portugal (ajherdeiro@dgterritorio.pt; marisas@dgterritorio.pt; ppatricio@dgterritorio.pt)

Leia mais

Contributo da AIA no âmbito da Segurança Marítima

Contributo da AIA no âmbito da Segurança Marítima CNAI 10 4ª Conferência Nacional de Avaliação de Impactes Contributo da AIA no âmbito da Segurança Marítima Victor F. Plácido da Conceição Vila Real Trás-os-Montes, 20 de Outubro de 2010 Agenda 1. O Instituto

Leia mais

MNT: Modelagem Numérica de Terreno

MNT: Modelagem Numérica de Terreno MNT: Modelagem Numérica de Terreno I. 1ntrodução MODELO : Representação da realidade sob a forma material (representação tangível) ou sob a forma simbólica (representação abstrata). MODELO DO TERRENO:

Leia mais

Novembro 2010 Professor de Geopolítica do Instituto de Estudos Superiores Militares

Novembro 2010 Professor de Geopolítica do Instituto de Estudos Superiores Militares Curriculum Vitae Informação pessoal Nome(s) próprio(s) / Apelido(s) Jaime Carlos do Vale Ferreira da Silva Morada(s) Rua das Palmeiras, n.º 249, 2.º B, 2775-347 Parede (Portugal) Telefone(s) 214664714

Leia mais

GEOEXÉRCITO: SISTEMA TÁCTICO-ESTRATÉGICO PARA O EXÉRCITO PORTUGUÊS

GEOEXÉRCITO: SISTEMA TÁCTICO-ESTRATÉGICO PARA O EXÉRCITO PORTUGUÊS GEOEXÉRCITO: SISTEMA TÁCTICO-ESTRATÉGICO PARA O EXÉRCITO PORTUGUÊS 1. Introdução Luis Nunes 1 ; Alberto Silva 2 1 Instituto Geográfico do Exército 2 Instituto Superior Técnico (lnunes@igeoe.pt ; alberto.silva@acm.org)

Leia mais

MINISTÉRIO DA DEFESA NACIONAL - MARINHA

MINISTÉRIO DA DEFESA NACIONAL - MARINHA MINISTÉRIO DA DEFESA NACIONAL - MARINHA Instituto Hidrográfico IH BOLSAS DE INVESTIGAÇÃO CIENTÍFICA FORMULÁRIO DE CANDIDATURA INDIVIDUAL* A preencher pelo candidato Bolsa / Reservado aos Serviços Nome

Leia mais

Análise espacial de servidão aeronáutica e servidão militar terrestre na Base Aérea de Sintra

Análise espacial de servidão aeronáutica e servidão militar terrestre na Base Aérea de Sintra Sessão UNL - ISEGI Análise espacial de servidão aeronáutica e servidão militar terrestre na Base Aérea de Sintra João Henrique Andrade Cardoso 22 de Maio 2014 CONTEÚDO Introdução e objetivos Servidão militar

Leia mais

TERRAMAIS. Serviço on-line de suporte à gestão agro-florestal. Gomes Aires, José Miguel; Dias, Ana Paula; Duarte, Pedro; Coucelo, Carlos RESUMO

TERRAMAIS. Serviço on-line de suporte à gestão agro-florestal. Gomes Aires, José Miguel; Dias, Ana Paula; Duarte, Pedro; Coucelo, Carlos RESUMO TERRAMAIS Serviço on-line de suporte à gestão agro-florestal Gomes Aires, José Miguel; Dias, Ana Paula; Duarte, Pedro; Coucelo, Carlos RESUMO A vantagem na utilização de Sistemas de Informação Geográfica

Leia mais

Software comercial para planeamento da distribuição

Software comercial para planeamento da distribuição Software comercial para planeamento da distribuição Existe uma grande variedade de software comercial para planeamento e análise de sistemas eléctricos de distribuição (ver tabela). Muitas das empresas

Leia mais

Informação Geográfica (SIG) Inês Pinto Instituto de Investigação Cientifica Tropical

Informação Geográfica (SIG) Inês Pinto Instituto de Investigação Cientifica Tropical Introdução aos Sistemas de Informação Geográfica (SIG) Inês Pinto Instituto de Investigação Cientifica Tropical DEFINIÇÃO DE SIG As definições são condicionadas pelo ambiente em que surgem e pela realidade

Leia mais

PADRONIZAÇÃO DE MAPAS AVALIAÇÃO DO ESTADO DE CONSERVAÇÃO DA FAUNA BRASILEIRA

PADRONIZAÇÃO DE MAPAS AVALIAÇÃO DO ESTADO DE CONSERVAÇÃO DA FAUNA BRASILEIRA ANEXO 4 PADRONIZAÇÃO DE MAPAS AVALIAÇÃO DO ESTADO DE CONSERVAÇÃO DA FAUNA BRASILEIRA Este roteiro visa orientar a metodologia para delimitar área de ocorrência/extensão e padronizar a apresentação dos

Leia mais

AS NOSSAS EMBARCAÇÕES

AS NOSSAS EMBARCAÇÕES Trabalho de Projecto AS NOSSAS EMBARCAÇÕES Disciplinas intervenientes: Língua Portuguesa, Língua Estrangeira, História e Geografia de Portugal, Educação Visual e Tecnológica. Tópicos que podem ser tratados

Leia mais

SIARL / Sistema de Administração do recurso Litoral. ajherdeiro@dgterritorio.pt mota.lopes@apambiente.pt

SIARL / Sistema de Administração do recurso Litoral. ajherdeiro@dgterritorio.pt mota.lopes@apambiente.pt SIARL / Sistema de Administração do recurso Litoral Uma Plataforma Colaborativa para apoiar a Gestão do Litoral ajherdeiro@dgterritorio.pt j @ g p mota.lopes@apambiente.pt Lugares comuns de quem lida com

Leia mais

Introdução ao ArcGIS

Introdução ao ArcGIS Introdução ao ArcGIS Maria Cecilia Brandalize Novembro, 2011 Tópicos O que é um SIG? A estrutura do ArcGIS Dados utilizados no ArcGIS Operações básicas com o ArcGIS Edição de dados Combinação de dados

Leia mais

a emergência das tecnologias open source no SIG municipal de guimarães

a emergência das tecnologias open source no SIG municipal de guimarães a emergência das tecnologias open source no SIG municipal de guimarães processo de modernização administrativa prestação de um melhor serviço aos cidadãos utilização mais eficiente dos seus recursos no

Leia mais

Sessão de Esclarecimentos para a Georreferenciação de Processos de Obras Particulares Fevereiro de 2010

Sessão de Esclarecimentos para a Georreferenciação de Processos de Obras Particulares Fevereiro de 2010 Sessão de Esclarecimentos para a Georreferenciação de Processos de Obras Particulares Fevereiro de 2010 Produzido por: DEP () Introdução O recurso a novas tecnologias de informação, nomeadamente no desenvolvimento

Leia mais

Infra-estrutura de dados geo-espaciais sobre o ambiente marinho

Infra-estrutura de dados geo-espaciais sobre o ambiente marinho Infra-estrutura de dados geo-espaciais sobre o ambiente marinho IDAMAR: Objectivos, componentes, desenvolvimento e produtos PACHECO, Miguel PALAVRAS CHAVE: infra-estrutura de dados, SIG, IDAMAR, SIGAMAR,

Leia mais

Implementação do Web SIG para o PGRH

Implementação do Web SIG para o PGRH Implementação do Web SIG para o PGRH ARH Centro, I.P. Requisitos do Sistema Ref.: 30/11/2010 FICHA TÉCNICA Referência: Projecto: Implementação do Web SIG para o PGRH Gestor de Projecto: Miguel Rodrigues

Leia mais

TEMA: PDM Digital Uma metodologia para a conversão analógico-digital e integração em SIG

TEMA: PDM Digital Uma metodologia para a conversão analógico-digital e integração em SIG Autores: Fernando Cruz - E-mail: f2crux@clix.pt Rui Teixeira - E-mail: rtsf@clix.pt Instituição: Câmara Municipal de Salvaterra de Magos Palavras chave: Cartografia digital, PDM, integração em SIG. Sessão

Leia mais

No âmbito do projecto para elaboração

No âmbito do projecto para elaboração >>Boletim do IGeoE N.º 72 Novembro 2010 Levantamento de dados de aeródromos, heliportos e rádio Introdução No âmbito do projecto para elaboração do Manual VFR (Visual Flight Rules), responsabilidade do

Leia mais

SIGRIA. sistema de informação geográfica dos municípios da ria. guião de exploração dos. serviços SIG na web AM RIA. Associação de Municípios da Ria

SIGRIA. sistema de informação geográfica dos municípios da ria. guião de exploração dos. serviços SIG na web AM RIA. Associação de Municípios da Ria SIGRIA. sistema de informação geográfica dos municípios da ria guião de exploração dos serviços SIG na web Associação de Municípios da Ria 02 GUIA WEB ÍNDICE Introdução O que é um SIG? 03 O que é SIGRia?

Leia mais

CAPÍTULO 1. O QUE É O ArcGIS 8.3. O Sistema de Informações Geográficas ArcGIS é constituído de três partes:

CAPÍTULO 1. O QUE É O ArcGIS 8.3. O Sistema de Informações Geográficas ArcGIS é constituído de três partes: CAPÍTULO 1 O QUE É O ArcGIS 8.3 O Sistema de Informações Geográficas ArcGIS é constituído de três partes: O ArcGIS Desktop, uma parte integrada de aplicações avançadas de SIG; O gateway ArcSDE, uma interface

Leia mais

BASE DE DADOS DE AGITAÇÃO MARÍTIMA DA COSTA PORTUGUESA

BASE DE DADOS DE AGITAÇÃO MARÍTIMA DA COSTA PORTUGUESA BASE DE DADOS DE AGITAÇÃO MARÍTIMA DA COSTA PORTUGUESA Marta RIBEIRO Estagiária de Informática, LNEC, Av. do Brasil, 700-066, Lisboa, +35.2.8443756, mribeiro@lnec.pt António GONÇALVES Eng.º Informático,

Leia mais

Business Geo-Intelligence

Business Geo-Intelligence Business Geo-Intelligence Monitorização Reporting Gestão de Frotas Áreas de influência Territórios de Vendas Geomerchandising Marketing Directo GeoMarketing Simulação de implementação Mobilidade web mapping

Leia mais

MINISTÉRIO DA DEFESA NACIONAL - MARINHA

MINISTÉRIO DA DEFESA NACIONAL - MARINHA MINISTÉRIO DA DEFESA NACIONAL - MARINHA Instituto Hidrográfico IH BOLSAS DE INVESTIGAÇÃO CIENTÍFICA FORMULÁRIO DE CANDIDATURA INDIVIDUAL* A preencher pelo candidato Bolsa / Reservado aos Serviços Nome

Leia mais

GeoMob: Solução de Gestão e Controlo de Bens e Recursos Móveis

GeoMob: Solução de Gestão e Controlo de Bens e Recursos Móveis GeoMob: Solução de Gestão e Controlo de Bens e Recursos Móveis Luis Cabral IDC - Mobility & RFID, CCB 26 de Fevereiro de 2008 1 Miguel Setas GeoMob Gestão de Bens e Recursos Móveis Apresentação divida

Leia mais

MODELAGEM DIGITAL DE SUPERFÍCIES

MODELAGEM DIGITAL DE SUPERFÍCIES MODELAGEM DIGITAL DE SUPERFÍCIES Prof. Luciene Delazari Grupo de Pesquisa em Cartografia e SIG da UFPR SIG 2012 Introdução Os modelo digitais de superficie (Digital Surface Model - DSM) são fundamentais

Leia mais

GIBDQA: GESTÃO INTEGRADA DE BASES DE DADOS DA QUALIDADE DA ÁGUA

GIBDQA: GESTÃO INTEGRADA DE BASES DE DADOS DA QUALIDADE DA ÁGUA GIBDQA: GESTÃO INTEGRADA DE BASES DE DADOS DA QUALIDADE DA ÁGUA Sandra CARVALHO 1, Pedro GALVÃO 2, Cátia ALVES 3, Luís ALMEIDA 4 e Adélio SILVA 5 RESUMO As empresas de abastecimento de água gerem diariamente

Leia mais

ASSOCIAÇÃO DOS OFICIAIS DA RESERVA NAVAL PROCLAMAÇÃO DE CASCAIS

ASSOCIAÇÃO DOS OFICIAIS DA RESERVA NAVAL PROCLAMAÇÃO DE CASCAIS ASSOCIAÇÃO DOS OFICIAIS DA RESERVA NAVAL PROCLAMAÇÃO DE CASCAIS Alm. Nuno G. Vieira Matias A nobre Associação dos Oficiais da Reserva Naval convidou-me a reafirmar aqui, hoje, aquilo que, em nove conferências,

Leia mais

Segurança Marítima: Busca e Salvamento

Segurança Marítima: Busca e Salvamento Segurança, condição essencial para a segurança marítima Escola Naval, 30 de Abril de 2014 : Busca e João 05-05-2014 Frade 2 1989 Introdução EXXON VALDEZ 1912 TITANIC CATÁSTROFE 2012 COSTA CONCORDIA 3 Gestão

Leia mais

Bases de Dados Geoespaciais: Conceitos e Tendências. Paulo Costa Paulo.fernando.costa@vale.com

Bases de Dados Geoespaciais: Conceitos e Tendências. Paulo Costa Paulo.fernando.costa@vale.com Paulo Costa Paulo.fernando.costa@vale.com Sumário Dados e informações Base de dados Normatização dos Dados Banco de dados único Interoperabilidade de dados Tendências DADOS E INFORMAÇÕES Dados são observações

Leia mais

Bases para um Esquema de Ordenamento do Território à Escala do Continente

Bases para um Esquema de Ordenamento do Território à Escala do Continente Bases para um Esquema de Ordenamento do Território à Escala do Continente Desenvolvimentos mais recentes SANTOS, Ana Sofia; GASPAR, Rosário; CONDESSA, Beatriz Resumo A documentação e informação existente

Leia mais

HIDRALERTA SISTEMA DE PREVISÃO E ALERTA DE INUNDAÇÕES EM ZONAS COSTEIRAS E PORTUÁRIAS

HIDRALERTA SISTEMA DE PREVISÃO E ALERTA DE INUNDAÇÕES EM ZONAS COSTEIRAS E PORTUÁRIAS HIDRALERTA SISTEMA DE PREVISÃO E ALERTA DE INUNDAÇÕES EM ZONAS COSTEIRAS E PORTUÁRIAS Conceição Juana Fortes Tópicos Motivação do projeto Sistema HIDRALERTA Componentes Metodologia Casos de Aplicação Baía

Leia mais

GeoLoulé: Plataforma SIG da C. M. Loulé. Agenda. Objectivo. Enquadramento. Historial. Equipa. Arquitectura. MuniSIG Web. Casos Práticos.

GeoLoulé: Plataforma SIG da C. M. Loulé. Agenda. Objectivo. Enquadramento. Historial. Equipa. Arquitectura. MuniSIG Web. Casos Práticos. Agenda Objectivo Enquadramento Historial Equipa Arquitectura MuniSIG Web Casos Práticos ArcGIS Mobile Futuro Objectivo Criar uma infra-estrutura de suporte a todas as aplicações de informação geográfica

Leia mais

Um sistema de gestão de frotas que lhe permite o controlo, a localização em tempo real e a comunicação permanente com todos os veículos da sua

Um sistema de gestão de frotas que lhe permite o controlo, a localização em tempo real e a comunicação permanente com todos os veículos da sua Um sistema de gestão de frotas que lhe permite o controlo, a localização em tempo real e a comunicação permanente com todos os veículos da sua empresa. Um sistema que gere e controla toda a actividade

Leia mais

Bolsa de Integração na Investigação

Bolsa de Integração na Investigação Bolsa de Integração na Investigação Avaliação da precisão de um Modelo Digital de Terreno de alta resolução obtido por filtragem de dados LiDAR num povoamento de Eucaliptos: Bruno Baeta Magalhães Baptista

Leia mais

REGISTO DE MARCA NA CHINA CONTINENTAL

REGISTO DE MARCA NA CHINA CONTINENTAL TMT N.º 4/2009 MAIO/JUNHO 2009 REGISTO DE MARCA NA CHINA CONTINENTAL A proteção de propriedade industrial foi caracterizada como a maior preocupação dos investidores estrangeiros no mercado chinês, sendo

Leia mais

O WebSig do Município de Guimarães

O WebSig do Município de Guimarães O WebSig do Município de Guimarães Pedro Pereira A Divisão SIG O SIG do Município de Guimarães Gabinete criado em 1998 (no âmbito do PROSIG) Nos 10 anos seguintes, o SIG serviu de apoio aos diversos serviços

Leia mais

Sistema de Informação Geográfica

Sistema de Informação Geográfica Sistema de Informação Geográfica Conteúdo Apresentação da Empresa Implementação do SIG na Prestiteca, porquê? SIG na Prestiteca Constituição do SIG Vantagens na implementação do SIG Principais dificuldades

Leia mais

Palavras-chave: Dados Geográficos Digitais de Arruamentos e Endereços Postais, BGRI, Censos de 2011

Palavras-chave: Dados Geográficos Digitais de Arruamentos e Endereços Postais, BGRI, Censos de 2011 Recolha de Dados Geográficos Digitais de Arruamentos e Respectivos Endereços Postais, para actualização da Base Geográfica de Referenciação de Informação (BGRI) do Instituto Nacional de Estatística (INE),

Leia mais

2. METODOLOGIA DE TRABALHO

2. METODOLOGIA DE TRABALHO TRAÇADO DE ÁREAS DE PRESERVAÇÃO PERMANENTE (APP) UTILIZANDO FERRAMENTAS DE GEOPROCESSAMENTO COMO TÉCNICA AUXILIAR NA RECUPERAÇÃO AMBIENTAL DE ÁREAS DEGRADADAS Autores: Adriana Gomes de Souza Pesquisadora

Leia mais

Como objectivos específicos do PITVANT são de destacar os seguintes:

Como objectivos específicos do PITVANT são de destacar os seguintes: O Projecto de Investigação e Tecnologia em Veículos Aéreos Não-Tripulados (PITVANT)., aprovado por Sua Excelência o Ministro da Defesa Nacional em 11 de Agosto de 2008, e cuja duração é de sete anos, teve

Leia mais

Câmara Municipal de Matosinhos Plano de Emergência Externo REFINARIA DO PORTO Petrogal

Câmara Municipal de Matosinhos Plano de Emergência Externo REFINARIA DO PORTO Petrogal Câmara Municipal de Matosinhos Plano de Emergência Externo REFINARIA DO PORTO Petrogal MAIO 2011 4. Informação complementar 4.1 Secção I 4.1.1 Mecanismos da estrutura de Protecção Civil Estrutura de Operações

Leia mais

SIG - Sistemas de Informação Geográfica

SIG - Sistemas de Informação Geográfica SIG - Sistemas de Informação Geográfica Gestão da Informação Para gestão das informações relativas ao desenvolvimento e implantação dos Planos Municipais de Conservação e Recuperação da Mata Atlântica

Leia mais

ArcGIS 1: Introdução ao GIS (10.2)

ArcGIS 1: Introdução ao GIS (10.2) ArcGIS 1: Introdução ao GIS (10.2) Duração: 02 dias (16 horas) Versão do ArcGIS: 10.2 Material didático: Português Descrição Este treinamento ensina o que é o GIS e o que você pode realizar com ele. Trabalhando

Leia mais

CFMA CENTRO DE FORMAÇÃO MARITIMA DE ANGOLA. Prospecto do curso 2013/14

CFMA CENTRO DE FORMAÇÃO MARITIMA DE ANGOLA. Prospecto do curso 2013/14 CFMA CENTRO DE FORMAÇÃO MARITIMA DE ANGOLA Prospecto do curso 2013/14 Patrocinado pela: Índice STCW Primeiros Socorros Básicos... 4 STCW Prevenção de Incêndios e Combate a Incêndios... 5 STCW Segurança

Leia mais

Plataforma Integrada de Gestão e Accionamento de Cenários

Plataforma Integrada de Gestão e Accionamento de Cenários , Plataforma Integrada de Gestão e Accionamento de Cenários Cláudia Paixão A Ilha da Madeira apresenta um conjunto de riscos específicos entre os quais se destacam: Movimentação de Massas Cheias Rápidas

Leia mais

GERENCIAMENTO ELETRÔNICO DE DOCUMENTOS SISTEMA DE INFORMAÇÕES GEOGRÁFICAS

GERENCIAMENTO ELETRÔNICO DE DOCUMENTOS SISTEMA DE INFORMAÇÕES GEOGRÁFICAS FERRAMENTAS ELETRÔNICAS NO APRIMORAMENTO DA ADMINISTRAÇÃO TRIBUTÁRIA GERENCIAMENTO ELETRÔNICO DE DOCUMENTOS SISTEMA DE INFORMAÇÕES GEOGRÁFICAS FERRAMENTAS ELETRÔNICAS NO APRIMORAMENTO DA ADMINISTRAÇÃO

Leia mais

A Região Autónoma dos Açores é composta por nove ilhas localizadas no Atlântico Norte, entre a América do Norte e a Europa;

A Região Autónoma dos Açores é composta por nove ilhas localizadas no Atlântico Norte, entre a América do Norte e a Europa; 1 2 A Região Autónoma dos Açores é composta por nove ilhas localizadas no Atlântico Norte, entre a América do Norte e a Europa; As ilhas encontram-se dispersas por uma extensão de 600km, desde Santa Maria

Leia mais

FORMAÇÃO EM TÉCNICAS DE PLANEAMENTO DE REDES PRIMÁRIAS DE FAIXAS DE GESTÃO DE COMBUSTÍVEL FASE II ELABORAÇÃO DE PLANOS DE RPFGC

FORMAÇÃO EM TÉCNICAS DE PLANEAMENTO DE REDES PRIMÁRIAS DE FAIXAS DE GESTÃO DE COMBUSTÍVEL FASE II ELABORAÇÃO DE PLANOS DE RPFGC FORMAÇÃO EM TÉCNICAS DE PLANEAMENTO DE REDES PRIMÁRIAS DE FAIXAS DE GESTÃO DE COMBUSTÍVEL FASE II ELABORAÇÃO DE PLANOS DE RPFGC Tecnologias SIG Sistemas de Informação Geográfica Centro de Operações e Técnicas

Leia mais

Novas tendências para a geração e gerenciamento de dados geográficos desenvolvidas pelo Consórcio Cadic - Dmapas

Novas tendências para a geração e gerenciamento de dados geográficos desenvolvidas pelo Consórcio Cadic - Dmapas Novas tendências para a geração e gerenciamento de dados geográficos desenvolvidas pelo Consórcio Cadic - Dmapas Eng. Ignacio de las Peñas CADIC - DMAPAS Dados básicos das empresas que formam o consórcio

Leia mais

ANALISE TEMPORAL DA EVOLUÇÃO URBANA DO MUNICÍPIO DE NITERÓI RJ, USANDO O PROGRAMA SPRING.

ANALISE TEMPORAL DA EVOLUÇÃO URBANA DO MUNICÍPIO DE NITERÓI RJ, USANDO O PROGRAMA SPRING. ANALISE TEMPORAL DA EVOLUÇÃO URBANA DO MUNICÍPIO DE NITERÓI RJ, USANDO O PROGRAMA SPRING. RODRIGUES, Caroline Gomes 1, COSTA, Bruno Lopes ², CORREIA, Mariana Ribeiro³ 1 Universidade do Estado do Rio de

Leia mais

newsletter Infraestruturas de Dados Espaciais na Era da Mobilidade

newsletter Infraestruturas de Dados Espaciais na Era da Mobilidade newsletter Universal solutions in Geographic Information Systems and Mapping Número 3 Novembro 2009 ÍNDICE Destaques 1 Novageo no Catálogo Nacional de Compras nggeomunicipium Solução Web SIG Municipal

Leia mais

Ribeiro de Araújo. Consultor

Ribeiro de Araújo. Consultor O sub-sistema AIS que integra o Sistema Português de VTS Costeiro Descrição sumária Apresentação preparada por Ribeiro de Araújo 2008 Sistema de Controlo de Tráfego Marítimo Objectivos Objectivo: melhorar

Leia mais

1ªSessão Técnica da Implementação da Directiva Comunitária Inspire na RAA

1ªSessão Técnica da Implementação da Directiva Comunitária Inspire na RAA 1ªSessão Técnica da Implementação da Directiva Comunitária Inspire na RAA 1 Resumo Enquadramento na RAA Directiva INSPIRE Metadados 2 Enquadramento na RAA O DL 362/2007, transfere para a Região as competências

Leia mais

Oficina de Multimédia B. ESEQ 12º i 2009/2010

Oficina de Multimédia B. ESEQ 12º i 2009/2010 Oficina de Multimédia B ESEQ 12º i 2009/2010 Conceitos gerais Multimédia Hipertexto Hipermédia Texto Tipografia Vídeo Áudio Animação Interface Interacção Multimédia: É uma tecnologia digital de comunicação,

Leia mais

Inovação no Planeamento Operacional Florestal

Inovação no Planeamento Operacional Florestal MEIO: WWW.NATURLINK.PT CORES P&B TIRAGEM: ONLINE PÁGINA 01 À 08 R. Castilho 5, 1º andar, Sals 17, 1250-066 LISBOA T. +351 21 153 64 51 PERIODICIDADE: DIÁRIA Nº EDIÇÃO: ONLINE RUBRICA: DESTAQUES DATA: JUNHO

Leia mais

SISTEMA INTEGRADO DE LICENCIAMENTO DO AMBIENTE

SISTEMA INTEGRADO DE LICENCIAMENTO DO AMBIENTE SISTEMA INTEGRADO DE LICENCIAMENTO DO AMBIENTE SILiAmb Felisbina Quadrado (binaq@apambiente.pt) Manuel Lacerda (manuel.lacerda@apambiente.pt) XIII CONFERENCIA DE DIRECTORES IBEROAMERICANOS DEL AGUA Foz

Leia mais

PUBLICAÇÕES: TECNOMETAL n.º 127 (Março/Abril de 2000) KÉRAMICA N.º 251 (Janeiro/Fevereiro 2002)

PUBLICAÇÕES: TECNOMETAL n.º 127 (Março/Abril de 2000) KÉRAMICA N.º 251 (Janeiro/Fevereiro 2002) TÍTULO: Formação e Informação em Segurança, Higiene e Saúde no Trabalho AUTORIA: Paula Mendes PUBLICAÇÕES: TECNOMETAL n.º 127 (Março/Abril de 2000) KÉRAMICA N.º 251 (Janeiro/Fevereiro 2002) 1. INTRODUÇÃO

Leia mais

2010 Unidade: % Total 98,7 94,9 88,1

2010 Unidade: % Total 98,7 94,9 88,1 03 de Novembro 2010 Sociedade da Informação e do Conhecimento Inquérito à Utilização de Tecnologias da Informação e da Comunicação nos Hospitais 2010 96% dos Hospitais que utilizam a Internet dispõem de

Leia mais

ArcGIS for INSPIRE. ArcGIS. ArcGIS for INSPIRE. Discovery. Download. View

ArcGIS for INSPIRE. ArcGIS. ArcGIS for INSPIRE. Discovery. Download. View ArcGIS for INSPIRE Discovery View Download ArcGIS for INSPIRE ArcGIS Agenda ArcGIS for INSPIRE O que está incluído Template de Geodatabase Componentes Desktop Componentes Servidor Outras Novidades Evolução

Leia mais

RELATÓRIO HIGIENE E SEGURANÇA NO TRABALHO

RELATÓRIO HIGIENE E SEGURANÇA NO TRABALHO RELATÓRIO HIGIENE E SEGURANÇA NO TRABALHO Florência Loureiro Setembro de 09 Pág. 1 de 11 INDICE 1 -Introdução. 2.-Caracterização do Municipio de Mondim de Basto 3.-Caracterização dos Empreendimentos 3.1-Princípios

Leia mais

Ciência e Tecnologia de Defesa no 3.º Quartel do Séc. XX A cartografia Militar em PORTUGAL (1950-1975)

Ciência e Tecnologia de Defesa no 3.º Quartel do Séc. XX A cartografia Militar em PORTUGAL (1950-1975) Ciência e Tecnologia de Defesa no 3.º Quartel do Séc. XX A cartografia Militar em PORTUGAL (1950-1975) 1975) A cartografia Militar Resumo histórico do IGeoE Evolução das instalações Produção cartográfica

Leia mais

21º Congresso Quantificar o Futuro. Venture Lounge 23 e 24 de Novembro - CCL

21º Congresso Quantificar o Futuro. Venture Lounge 23 e 24 de Novembro - CCL 21º Congresso Quantificar o Futuro Venture Lounge 23 e 24 de Novembro - CCL Programa Data Hora Actividade 23/Nov. 11:30 Inauguração Oficial Innovation Lounge Visita efectuada ao Venture Lounge por Sua

Leia mais

INSTITUTO NACIONAL DE AVIAÇÃO CIVIL, I.P. C I R C U L A R D E I N F O R M A Ç Ã O A E R O N Á U T I C A PORTUGAL

INSTITUTO NACIONAL DE AVIAÇÃO CIVIL, I.P. C I R C U L A R D E I N F O R M A Ç Ã O A E R O N Á U T I C A PORTUGAL INSTITUTO NACIONAL DE AVIAÇÃO CIVIL, I.P. C I R C U L A R D E I N F O R M A Ç Ã O A E R O N Á U T I C A PORTUGAL INFORMAÇÃO AERONÁUTICA Aeroporto da Portela / 1749-034 Lisboa Telefone: 218423502 / Fax:

Leia mais

ZS Rest. Manual Avançado. Menus. v2011 - Certificado

ZS Rest. Manual Avançado. Menus. v2011 - Certificado Manual Avançado Menus v2011 - Certificado 1 1. Índice 2. Introdução... 2 3. Iniciar o ZSRest... 3 4. Menus... 4 b) Novo Produto:... 5 i. Separador Geral.... 5 ii. Separador Preços e Impostos... 7 iii.

Leia mais

RELATÓRIO TÉCNICO SOBRE O ESTUDO DO LEITO DE CHEIA NUM TROÇO DO RIO MONDEGO

RELATÓRIO TÉCNICO SOBRE O ESTUDO DO LEITO DE CHEIA NUM TROÇO DO RIO MONDEGO RELATÓRIO TÉCNICO SOBRE O ESTUDO DO LEITO DE CHEIA NUM TROÇO DO RIO MONDEGO Instituto da Água - Direcção de Serviços de Recursos Hídricos Sónia Fernandes, Ana Catarina Mariano, Maria Teresa Álvares, Maria

Leia mais

AVALIAÇÃO DA SITUAÇÃO TOPOGRÁFICA DOS VINHEDOS NO VALE DOS VINHEDOS, RIO GRANDE DO SUL, BRASIL

AVALIAÇÃO DA SITUAÇÃO TOPOGRÁFICA DOS VINHEDOS NO VALE DOS VINHEDOS, RIO GRANDE DO SUL, BRASIL AVALIAÇÃO DA SITUAÇÃO TOPOGRÁFICA DOS VINHEDOS NO VALE DOS VINHEDOS, RIO GRANDE DO SUL, BRASIL ELISEU WEBER, ELIANA CASCO SARMENTO, HEINRICH HASENACK Universidade Federal do Rio Grande do Sul, eweber@portoweb.com.br

Leia mais

9 o 25b 00n 39 o 41b 10n 9 o 25b 00n 38 o 40b 40n 9 o 16b 50n 38 o 34b 50n. 9 o 12b 00n 38 o 24b 30n

9 o 25b 00n 39 o 41b 10n 9 o 25b 00n 38 o 40b 40n 9 o 16b 50n 38 o 34b 50n. 9 o 12b 00n 38 o 24b 30n N. o 213 14 de Setembro de 2002 DIÁRIO DA REPÚBLICA I SÉRIE-B 6441 3. o A eficácia da concessão está dependente de prévia sinalização, de acordo com as condições definidas nas Portarias n. os 1103/2000

Leia mais

3 A plataforma Moodle do Centro de Competência Softciências

3 A plataforma Moodle do Centro de Competência Softciências 3 A plataforma Moodle do Centro de Competência Softciências Dar a cana para ensinar a pescar (adágio popular) 3.1 O Centro de Competência O Centro de Competência Softciências, instituição activa desde

Leia mais

Palavras chave Sistema de Informações Geográficas, Banco de Dados, Geoprocessamento

Palavras chave Sistema de Informações Geográficas, Banco de Dados, Geoprocessamento IMPLANTAÇÃO DE UM SISTEMA DE INFORMAÇÕES GEOGRÁFICAS PARA O MUNICÍPIO DE TERESÓPOLIS, EM LABORATÓRIO DO UNIFESO José Roberto de C. Andrade Professor do Centro de Ciências e Tecnologia, UNIFESO Sergio Santrovitsch

Leia mais

Versão Final do Projecto. Versão Final do Projecto ( http://www.vmnf.net/vmnf/ist/meic/cadeiras/12-immi/projecto/ )

Versão Final do Projecto. Versão Final do Projecto ( http://www.vmnf.net/vmnf/ist/meic/cadeiras/12-immi/projecto/ ) Versão Final do Projecto ( http://www.vmnf.net/vmnf/ist/meic/cadeiras/12-immi/projecto/ ) Navegador Multimodal de Imagens (NavMI( NavMI) vmnf@yahoo.com (v3.00-2005/07/11) Agenda Projecto NavMI O que é?

Leia mais

Fotografia aérea e foto-interpretação

Fotografia aérea e foto-interpretação Fotografia aérea e foto-interpretação Fotografias aéreas e foto-interpretação são elementos e técnicas de trabalho fundamentais para um conhecimento aprofundado do território e para a elaboração ou actualização

Leia mais

Sistema Integrado de Operações de Protecção e Socorro (SIOPS)

Sistema Integrado de Operações de Protecção e Socorro (SIOPS) Anteprojecto de decreto-lei Sistema Integrado de Operações de Protecção e Socorro (SIOPS) As acções de protecção civil integram, obrigatoriamente, agentes e serviços que advêm de organismos do Estado,

Leia mais

SNIMar - Informação geográfica integrada para a gestão de águas marinhas e costeiras

SNIMar - Informação geográfica integrada para a gestão de águas marinhas e costeiras SNIMar - Informação geográfica integrada para a gestão de águas marinhas e costeiras Teresa Rafael 11 de março de 2014 Pontos chave: O que é o SNIMar? Quais são os objetivos? Organização e gestão do projeto

Leia mais

Hospitais 2004. Inquérito à Utilização das Tecnologias da Informação e da Comunicação DOCUMENTO METODOLÓGICO

Hospitais 2004. Inquérito à Utilização das Tecnologias da Informação e da Comunicação DOCUMENTO METODOLÓGICO Hospitais 2004 Inquérito à Utilização das Tecnologias da Informação e da Comunicação DOCUMENTO METODOLÓGICO ÍNDICE 1. IDENTIFICAÇÃO E OBJECTIVOS DO PROJECTO... 3 2. RECOLHA E TRATAMENTO DA INFORMAÇÃO...

Leia mais

ISA 2011/2012 Unidades curriculares Geomática e SIGDR Aula prática: Sistemas cartográficos, georreferenciação e mosaicos de imagem

ISA 2011/2012 Unidades curriculares Geomática e SIGDR Aula prática: Sistemas cartográficos, georreferenciação e mosaicos de imagem ISA 2011/2012 Unidades curriculares Geomática e SIGDR Aula prática: Sistemas cartográficos, georreferenciação e mosaicos de imagem Este exercício tem 2 partes. Parte 1 Objectivo: Definição da projecção

Leia mais

Plano Regional Anual e Orçamento 2011 Pescas, Portos e Equipamentos. Senhor Presidente, Senhoras e Senhores deputados

Plano Regional Anual e Orçamento 2011 Pescas, Portos e Equipamentos. Senhor Presidente, Senhoras e Senhores deputados Plano Regional Anual e Orçamento 2011 Pescas, Portos e Equipamentos Senhor Presidente, Senhoras e Senhores deputados A importância sócio económica e cultural da pesca é uma mais-valia para a Região Autónoma

Leia mais

RESUMO. José Rocha. Capítulo 2: Geotecnologias aplicadas à análise e gestão de riscos

RESUMO. José Rocha. Capítulo 2: Geotecnologias aplicadas à análise e gestão de riscos Cartografia Municipal de risco com recurso ao MODEL BUILDER José Rocha Departamento de Geografia, Instituto de Ciências Sociais da Universidade do Minho jmanuelfrocha@sapo.pt RESUMO A cartografia municipal

Leia mais

Mapa índice digital na CPRM: recurso a serviço da disseminação da informação cartográfica

Mapa índice digital na CPRM: recurso a serviço da disseminação da informação cartográfica Powered by TCPDF (www.tcpdf.org) Mapa índice digital na CPRM: recurso a serviço da disseminação da informação cartográfica Isabel Angela dos Santos Matos (CPRM) - isabel.matos@cprm.gov.br Resumo: Este

Leia mais

Geração Expedita de Modelos Virtuais com Base em Infor mação Geográfica 2D

Geração Expedita de Modelos Virtuais com Base em Infor mação Geográfica 2D Geração Expedita de Modelos Virtuais com Base em Infor mação Geográfica 2D Alexandre Valle de Carvalho 1,2 e Luís Cordeiro Bártolo 2 1 Universidade do Porto 2 INESC Porto Resumo: Até recentemente, e no

Leia mais

O Concelho Nacional de Carregadores (CNC) tem por Missão:

O Concelho Nacional de Carregadores (CNC) tem por Missão: 1 O Concelho Nacional de Carregadores (CNC) tem por Missão: O CNC CONSELHO NACIONAL DE CARREGADORES é um Instituto Público que tem por Missão, a coordenação e o controlo das operações de comércio e transporte

Leia mais

APLICAÇÃO SIG NOS PLANOS PRÉVIOS DE INTERVENÇÃO OBJECTO DE ESTUDO A23 E A25

APLICAÇÃO SIG NOS PLANOS PRÉVIOS DE INTERVENÇÃO OBJECTO DE ESTUDO A23 E A25 APLICAÇÃO SIG NOS PLANOS PRÉVIOS DE INTERVENÇÃO OBJECTO DE ESTUDO A23 E A25 Hugo Henrique Neto Rocha Trabalho final para obtenção do Grau de Mestre em Sistemas de Informação Geográfica Análise de Biossistemas

Leia mais

ARTIGO TÉCNICO. Os objectivos do Projecto passam por:

ARTIGO TÉCNICO. Os objectivos do Projecto passam por: A metodologia do Projecto SMART MED PARKS ARTIGO TÉCNICO O Projecto SMART MED PARKS teve o seu início em Fevereiro de 2013, com o objetivo de facultar uma ferramenta analítica de confiança para apoiar

Leia mais

... 1º Período. Metas/Objetivos Descritores Conceitos/Conteúdos Estratégias/Metodologias Avaliação

... 1º Período. Metas/Objetivos Descritores Conceitos/Conteúdos Estratégias/Metodologias Avaliação DEPARTAMENTO DE MATEMÁTICA E INFORMÁTICA DISCIPLINA: TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO PLANIFICAÇÃO DE 8º ANO... 1º Período Domínio COMUNICAÇÃO E COLABORAÇÃO CC8 Conhecimento e utilização adequada

Leia mais

SIGs. Gerais e específicos

SIGs. Gerais e específicos SIGs Gerais e específicos Gerais ArcView É o SIG mais popular do mundo É possível: Usar a informação geográfica para apoiar na tomada de decisão; Visualizar e analisar dados espaciais; Criar e manter conjuntos

Leia mais

O RELACIONAMENTO COM O CIDADÃO A importância do Território

O RELACIONAMENTO COM O CIDADÃO A importância do Território Conferência Ibero-Americana WWW/Internet 2004 7/8 Outubro, Madrid, Espanha O RELACIONAMENTO COM O CIDADÃO A importância do Território Jorge Xavier Aluno de Mestrado DEGEI UA Campus Universitário de Santiago.

Leia mais

Infra-Estrutura Regional de Informação Geográfica IRIGMadeira

Infra-Estrutura Regional de Informação Geográfica IRIGMadeira Infra-Estrutura Regional de Informação Geográfica IRIGMadeira Não necessito saber tudo. Apenas preciso de saber onde encontrar o que me faz falta, no momento em que necessito. (Albert Einstein) Direção

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA - UFBA

UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA - UFBA UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA - UFBA Instituto de Ciências Ambientais e Desenvolvimento Sustentável Prof. Pablo Santos 4 a Aula SISTEMA DE INFORMAÇÃO GEOGRÁFICA - SIG Introdução Definições Necessárias

Leia mais

Programa de Unidade Curricular

Programa de Unidade Curricular Programa de Unidade Curricular Faculdade Arquitectura e Artes Licenciatura Design Unidade Curricular INTRODUÇÃO ÀS TECNOLOGIAS DIGITAIS Semestre: 1 Nº ECTS: 3,0 Regente Sandra de Magalhães Campos, Arq.

Leia mais

MINISTÉRIO DA DEFESA NACIONAL

MINISTÉRIO DA DEFESA NACIONAL MINISTÉRIO DA DEFESA NACIONAL Decreto Lei n.º 142/2015 de 31 de julho O Decreto Lei n.º 296/2009, de 14 de outubro, procedeu à alteração da estrutura do regime remuneratório aplicável aos militares dos

Leia mais

COMISSÃO DE MEIO AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL

COMISSÃO DE MEIO AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL COMISSÃO DE MEIO AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL PROJETO DE DECRETO LEGISLATIVO N o 348, DE 2007 (MENSAGEM N o 437, de 2006) Aprova o texto consolidado da Convenção Internacional para a Prevenção

Leia mais

OS SISTEMAS GEOGRÁFICA DE INFORMAÇÃO NOS NEGÓCIOS INFRA-ESTRUTURA DE INFORMAÇÃO PARA A TERCEIRA GERAÇÃO DE APLICAÇÕES NO INÍCIO DO TERCEIRO MILÉNIO

OS SISTEMAS GEOGRÁFICA DE INFORMAÇÃO NOS NEGÓCIOS INFRA-ESTRUTURA DE INFORMAÇÃO PARA A TERCEIRA GERAÇÃO DE APLICAÇÕES NO INÍCIO DO TERCEIRO MILÉNIO 22 B&S DOSSIER SIG Por Marco Painho, Professor Associado, Director do Instituto Superior de Estatística e Gestão de Informação da Universidade Nova de Lisboa. OS SISTEMAS DE INFORMAÇÃO GEOGRÁFICA NOS NEGÓCIOS

Leia mais

ANEXO 7 FORMAÇÃO PROFISSIONAL

ANEXO 7 FORMAÇÃO PROFISSIONAL ANEXO 7 FORMAÇÃO PROFISSIONAL A profissionalização dos membros da Organização, enquanto factor determinante da sua eficácia na prevenção e no combate aos incêndios florestais, requer a criação de um programa

Leia mais

Direcção Regional de Educação do Algarve

Direcção Regional de Educação do Algarve MÓDULO 1 Folha de Cálculo 1. Introdução à folha de cálculo 1.1. Personalização da folha de cálculo 1.2. Estrutura geral de uma folha de cálculo 1.3. O ambiente de da folha de cálculo 2. Criação de uma

Leia mais

Engenharia de Segurança 2/12

Engenharia de Segurança 2/12 Especialização em Engenharia de Segurança Um Contributo da Ordem dos Engenheiros para a Prevenção de Riscos A. Sérgio Miguel & Pedro Arezes Lisboa, Auditório da OE 27Abril2011 Engenharia de Segurança 2/12

Leia mais

Reabilitação e Reforço de Estruturas

Reabilitação e Reforço de Estruturas Mestrado em Engenharia Civil 2011 / 2012 Reabilitação e Reforço de Estruturas Aula 06: Métodos de inspecção e diagnóstico. 6.2. Aplicação da tecnologia laser scanning à reabilitação do espaço construído.

Leia mais

O Voluntariado e a Protecção Civil. 1. O que é a Protecção Civil

O Voluntariado e a Protecção Civil. 1. O que é a Protecção Civil O Voluntariado e a Protecção Civil 1. O que é a Protecção Civil A 03 de Julho de 2006, a Assembleia da Republica publica a Lei de Bases da Protecção Civil, que no seu artigo 1º dá uma definição de Protecção

Leia mais