PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO

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1 ESTADO DE SANTA CATARINA SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE ESTADO DO DESENVOLVIMENTO REGIONAL 26ª GERÊNCIA DE EDUCAÇÃO DE CANOINHAS ESCOLA DE EDUCAÇÃO BÁSICA PROFESSOR BALDUÍNO CARDOSO PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO PORTO UNIÃO 2013

2 2 ESTADO DE SANTA CATARINA SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE ESTADO DO DESENVOLVIMENTO REGIONAL GERÊNCIA DE EDUCAÇÃO DE CANOINHAS ESCOLA DE EDUCAÇÃO BÁSICA PROFESSOR BALDUÍNO CARDOSO PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO Projeto Político Pedagógico elaborado com a participação do corpo docente, discente, técnico administrativo, pedagógico e comunidade escolar da Escola de Educação Básica Professor Balduíno Cardoso, sob a coordenação da Prof.ª Ms. Rosana Beatriz Ansai, da Prof.ª Márcia Galle e da Prof.ª Evi Pscheidt, Especialistas Educacionais desta unidade escolar. PORTO UNIÃO 2013

3 Para corresponder às esperanças do nosso tempo e pra responder aos imperativos de uma educação autêntica, o educador deve aceitar o risco de introduzir, na continuidade da sua ação educativa, a descontinuidade do tempo. Pierre Furter 3

4 4 SUMÁRIO DADOS DE IDENTIFICAÇÃO DA ESCOLA ATOS OFICIAIS 07 OBJETIVOS E PRINCÍPIOS DA EDUCAÇÃO FINALIDADES FILOSOFIA DA ESCOLA INTRODUÇÃO HISTÓRICO DA ESCOLA BIOGRAFIA DO PROF. BALDUÍNO CARDOSO LETRA DO HINO DA ESCOLA 13 PARTE I: CONCEPÇÕES PEDAGÓGICAS 15 1 FUNÇÃO SOCIAL DA ESCOLA 15 2 EIXOS NORTEADORES 15 3 O TRABALHO PEDAGÓGICO 15 4 CONCEPÇÕES DA ESCOLA DE MUNDO DE SOCIEDADE DE HOMEM DE EDUCAÇÃO 16 5 O QUE ENTENDEMOS POR: CURRÍCULO PLANEJAMENTO OBJETIVOS DO PLANEJAMENTO ATIVIDADES DE PLANEJAMENTO AVALIAÇÃO SERVIÇO DE ATENDIMENTO ESPECIALIZADO DO SAEDE PROGRAMA DE CORREÇÃO DE FLUXO 20 PARTE II : SISTEMA DE ENSINO 22 1 MODALIDADES DE ENSINO, ORGANIZAÇÃO, ESTRUTURA E FUNCIO- 22 NAMENTO DOS CURSOS 1.1 ENSINO FUNDAMENTAL DA FINALIDADE E OBJETIVOS DO ENSINO FUNDAMENTAL AÇÕES PARA OS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL ENSINO FUNDAMENTAL DO 6º AO 9º ANO METAS E AÇÕES PARA O ENSINO FUNDAMENTAL DE ª A 8ª SÉRIE EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS: 5ª A 8ª SÉRIE DA FINALIDADE E OBJETIVOS DA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS - EJA O ENSINO MÉDIO DAS FINALIDADES E OBJETIVOS DO ENSINO MÉDIO CURRICULO MÍNIMO DO ENSINO MÉDIO METAS E AÇÕES PARA O ENSINO MÉDIO CURSO MAGISTÉRIO: HABILITAÇÃO EM NÍVEL MÉDIO EM EDUCAÇÃO 26 INFANTIL E SÉRIES INICIAIS DAS FINALIDADES E OBJETIVOS DO MAGISTÉRIO ORIENTAÇÕES PARA A REALIZAÇÃO DOS ESTÁGIOS DO MAGISTÉRIO AÇÕES PARA O MAGISTÉRIO E OS ESTÁGIOS:BASE LEGAL EDUCAÇÃO ESPECIAL: SAEDE - SERVIÇO DE ATENDIMENTO 29 EDUCACIONAL ESPECIALIZADO: DEFICIENTE AUDITIVO

5 DA FINALIDADE E OBJETIVOS DA EDUCAÇÃO ESPECIAL - SAEDE DA PROPOSTA PEDAGÓGICA DO SAEDE CONTEÚDOS A SEREM TRABALHADOS NO SAEDE AVALIAÇÃO NO SAEDE SUGESTÕES DE ATIVIDADES/ASSUNTOS PARA DESENVOLVER COM AS 31 FAMÍLIAS E ENSINO RELIGIOSO 1.7 CURRÍCULOS CURRÍCULO DO ENSINO FUNDAMENTAL CURRÍCULO E CONTEÚDOS NA TURMA DE CORREÇÃO DE FLUXO AVALIAÇÃO DO PROCESSO ENSINO-APRENDIZAGEM SÃO CONSIDERADOS APROVADOS RECUPERAÇÃO PARALELA DE ESTUDOS DO AVANÇO DOS CURSOS OU SÉRIES AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM NA TURMA DE CORREÇÃO FLUXO NORMAS DE ORGANIZAÇÃO E CONVIVÊNCIA DA COMUNIDADE 40 ESCOLAR NORMAS PARA OS DOCENTES E SEU DESEMPENHO NAS ATIVIDADES 40 PEDAGÓGICAS NORMAS DOS ESTÁGIOS SUPERVISIONADO E PRÁTICA DE ENSINO 44 DAS INSTITUIÇÕES DE ENSINO SUPERIOR NORMAS PARA O CORPO DISCENTE NORMAS DE ORGANIZAÇÃO E CONVIVÊNCIA DO TRABALHO DOS FUN- 48 CIONÁRIOS 1.10 PUNIÇÕES PARA INFRAÇÕES DOS MEMBROS DESTA COMUNIDADE 48 ESCOLAR CASOS OMISSOS REGIME DE FUNCIONAMENTO CALENDÁRIO ESCOLAR MATRÍCULA REQUISITOS PARA INGRESSO E TERMINALIDADE NOS NÍVEIS E 50 MODALIDADES DE ENSINO 1.14 TRANSFERÊNCIA ADAPTAÇÂO DISPENSA E DEPEDENCIA DE DISCIPLINA EXPEDIÇÃO DE DOCUMENTOS ESCOLARES REGISTRO DE FREQÜÊNCIA E APROVEITAMENTO DIPLOMAS E CERTIFICADOS ESCRITURAÇÃO ESCOLAR REGISTRO DOS ATOS ESCOLARES AUTENTICAÇÃO DE DOCUMENTOS ESCOLARES ELABORAÇÃO E ENCAMINHAMENTOS DE PROCESSOS DO SERVIÇO DE 55 ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO SAEDE 1.24 DA INCINERAÇÃO DOS DOCUMENTOS DESTA UNIDADE ESCOLAR PARTE III: DAS FUNÇÕES DOS RECURSOS HUMANOS DA ESCOLA 1 COMPOSIÇÃO DA ORGANIZAÇÃO ESCOLAR ORGANOGRAMA DA ESCOLA FUNÇÃO SOCIAL E PÚBLICA DE CADA INTEGRANTE DA COMUNIDADE 57 ESCOLAR DA DIREÇÃO E DO ASSISTENTE DE DIREÇÃO 57 COMPETE AO DIRETOR E ASSESSOR DE DIREÇÃO DOS ESPECIALISTAS EDUCACIONAIS DO CORPO DOCENTE 58

6 6 COMPETE AO CORPO DOCENTE SEGUNDO PROFESSOR DA TURMA E OU PROFESSOR AUXILIAR PROFESSOR INTÉRPRETE DO ASSISTENTE TECNICO PEDAGÓGICO DO ASSISTENTE DE EDUCAÇÃO- SECRETÁRIA DA ESCOLA PROFESSOR QUE ATUA NA TURMA CORREÇÃO FLUXO COMPETÊNCIAS E RESPONSABILIDADES DE QUEM ATUA NA TURMA 61 1 DE CORREÇÃO DE FLUXO DO BIBLIOTECÁRIO ATRIBUIÇÃO PROFESSORES DA SALA DE TECNOLOGIAS 62 EDUCACIONAIS DA FAMÍLIA DA EQUIPE PEDAGÓGICA DOS SERVIÇOS GERAIS DO CORPO DISCENTE DOS DIREITOS DOS ALUNOS DOS DEVERES DOS ALUNOS DO CONSELHO DELIBERATIVO ESCOLAR COMPETE AO CONSELHO DELIBERATIVO ESCOLAR CONSELHO DE CLASSE: FUNÇÕES O CONSELHO DE CLASSE É O ÓRGÃO QUE POSSIBILITA COMPOSIÇÃO DO CONSELHO DE CLASSE CONSIDERAÇÕES FINAIS SOBRE O CONSELHO DE CLASSE ASSOCIAÇÃO DE PAIS E PROFESSORES - APP ATRIBUIÇÕES DA ASSOCIAÇÃO DE PAIS E PROFESSORES DA ESCOLA E DO CONSELHO TUTELAR GRÊMIO ESTUDANTIL PARTE IV : DIMENSÕES DA ESCOLA 1.1 DIMENSÃO FÍSICA BIBLIOTECA: DO ACERVO SALA INFORMATIZADA E INFORMATIIZAÇÃO DA ESCOLA DIMENSÃO FINANCEIRA DIMENSÃO PEDAGÓGICA - RESULTADOS TABELA DE MATRÍCULA DE 20 A 2008, NÚMEROS DE APROVADOS E 72 REPROVADOS 1.7 MATRIZES CURRICULARES MATRIZ CURRICULAR DO ENSINO FUNDAMENTAL SÉRIES INICIAIS MATRIZ CURRICULAR DO ENSINO FUNDAMENTAL SÉRIES FINAIS MATRIZ CURRICULAR DO ENSINO MÉDIO NÚCLEO COMUM MATRIZ CURRICULAR E EMENTAS DO MAGISTÉRIO EDUCAÇÃO 80 INFANTIL E SÉRIES INICIAIS MATRIZ CURRICULAR E EMENTAS DO MAGISTÉRIO NÚCLEO COMUM MATRIZ CURRICULAR MAGISTÉRIO HABILITAÇAÕ EDUC.ESPECIAL/DM 84 TID. APROVEITAMENTO DE ESPECIAL 1.8 DISPOSIÇÕES GERAIS SOBRE O PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO ANEXOS ANEXO I: NORMAS PARA A UTILIZAÇÃO DA BIBLIOTECA ANEXO II: ESTRUTURA DO PLANEJAMENTO CURRRICULAR DESTA 87 UNIDADE DE ENSINO ANEXO III: PARTITURA DO HINO DA ESCOLA ANEXO IV: ESTATUTO DO CONSELHO DELIBERATIVO ESCOLAR ANEXO V: ESTATUTO DA ASSOCIAÇÃO DE PAIS E MESTRES - APP 91

7 7 DADOS DE IDENTIFICAÇÃO DA ESCOLA MATENEDORA: Nome: Secretaria de Estado de Educação Rede de Ensino a qual pertence: Estadual Endereço: Antônio Luz, n.º 111 Bairro: Centro Município: Florianópolis CEP: Fone: UNIDADE ESCOLAR: Nome: Escola de Educação Básica Professor Balduíno Cardoso Endereço: Av General Bormann, n.º 162 Bairro: Centro Município: Porto União CEP: Fone: (42) Diretor: Prof. Vilmar Schindler (gestão a partir 01 de fevereiro 2011) Assessoras: Prof.ª Rosemari Liesch Prof.ª Carmem Julieta Moreira Branco ATOS OFICIAIS Decreto de Criação Grupo Escolar Prof. Balduíno Cardoso Decreto de transformação para E.B.Prof Balduíno Cardoso Portaria de criação do curso de Pré- Escolar Decreto de Transformação em Colégio Estadual Prof Balduíno Cardoso Reconhecimento do curso de Magistério habilitação em Séries Iniciais Criação do curso Supletivo do Ensino Fundamental de 5ª a 8ª Série Criação do Curso de Magistério Habilitação em Educação Especial na área de Deficiência Mental Decreto n.º 2017 de 19/01/1917 Decreto N SE DE P/E-340 DE P/E 129 DE Portaria n.º 11/97 SEE/SC RESOLUÇÃO N 037/91/CEE/SC P/E-347 DE Parecer n.º 457/08/CEE/SC e Decreto n.º 2791 de 01/12/2009 OBJETIVOS E PRINCÍPIOS DA EDUCAÇÃO O objetivo precípuo deste tradicional educandário é ser um espaço onde o sujeito aprendente pode ter acesso ao saber historicamente construído e sistematizado visando a igualdade de acesso, permanência e sucesso no processo de aprendizagem a partir da obrigatoriedade da Educação Básica e da gratuidade escolar. Pretendemos construir uma escola de qualidade, democrática, participativa e comunitária, constituindo-se um espaço cultural de socialização e desenvolvimento visando a formação de um aluno crítico, autônomo, participativo preparando-o para o exercício pleno da sua cidadania.

8 8 FINALIDADES Buscamos garantir os direitos e deveres preconizados pela constituição da República Federativa do Brasil nos artigos 5.º, 6.º e 14.º, bem como os estabelecidos no Estatuto da Criança e do Adolescente, cap IV, art 53 a 59, visando assim diminuir as diferenças sociais e construir uma sociedade mais humana por meio da oferta do Ensino Fundamental, Ensino Médio, Magistério e Educação Especial. FILOSOFIA DA ESCOLA Desenvolver uma escola democrática e inclusiva que busque um processo de formação de pessoas com capacidade de pensar, agir, conviver e fazer, mediante a apropriação e domínio do conhecimento científico erudito e universal para que se transformem em cidadãos críticos, conscientes, pró ativos e participativos.

9 9 1 INTRODUÇÃO Os processos produtivos nas empresas no século XX, passaram por uma séria fragmentação, visando o aumento de capital e o barateamento da mão de obra. Por isso surgiu uma política de controle onde se perdeu a visão de conjunto: alguns pensam, realizam o trabalho intelectual e a maioria executa, fazendo o trabalho manual ou braçal. Surgiram assim as linhas de montagem, sofisticou-se a tecnologia e ao trabalhador restou submeter-se a tal situação, sem mais participar da totalidade do processo empresarial. Alguns sistemas educacionais adotaram este modelo empresarial, fragmentando o conhecimento na educação, dificultando a visão de conjunto em função da realidade, impossibilitando aos educadores intervir e decidir sobre o processo educacional. É necessário mudar tal situação e implantar a inter-disciplinaridade, onde as várias disciplinas se encontram num poder maior em que se exige de docentes e discentes, uma postura reflexiva e crítica e lhes possibilite ter uma visão global do processo educativo dentro da realidade que vivenciam, pois a postura interdisciplinar nasce de dentro da pessoa e aqui, surge a importância do Projeto Político Pedagógico que vem oportunizar essa mudança de paradigma. Diz a nova LDB, Lei 9.394/96 artigo 1.º A educação abrange os processos formativos que se desenvolvem na vida familiar, na convivência humana no trabalho, nas instituições de ensino e pesquisa nos movimentos sociais e organizações da sociedade civil e nas manifestações culturais. A educação que diz respeito às instituições de ensino, é a educação formal que necessita de uma proposta pedagógica democrática onde se respeite a característica individual do aluno, suas aspirações, liberdade e necessidades, interagindo com a comunidade, pois conforme a Lei 9.394/96 artigo 22 a educação básica tem por finalidades desenvolver o educando, assegurando-lhe a formação indispensável para o exercício da cidadania e fornecer-lhe meios para progredir no trabalho e em estudos posteriores. O Projeto Político Pedagógico é um documento que vem sendo construído desde 1996, sendo que neste ano este documento passou por uma revisão completa na sua estrutura de apresentação. No decorrer destes anos este documento busca propor novos caminhos, para uma escola diferente do que se apresenta até então. Todas as questões que envolvem o fazer pedagógico e as suas relações com o currículo, conhecimento e com a função social da escola, obriga a um pensar e uma reflexão contínua de todos os envolvidos neste processo. Sendo assim, questionamos: que Escola de Educação Básica Prof. Balduíno Cardoso queremos construir? Que conhecimentos serão necessários aos nossos alunos, para de fato exercer a sua cidadania, nesta sociedade tão cheia de conflitos, conflitos estes que estão presentes no espaço escolar, nas relações pessoais, no confronto das idéias, e também do surgimento de novas concepções, das dúvidas e da necessidade do diálogo entre os sujeitos aprendentes? Qual o caminho pedagógico, financeiro e administrativo da gestão escolar que devemos percorrer? As respostas possíveis a estes e outros questionamentos, serão apresentadas no decorrer deste documento, uma vez que ele é o resultado de um esforço conjunto dos profissionais da educação e de toda a comunidade escolar que atuam e compõe esta unidade escolar com o objetivo de respaldar as nossas ações. Ressalte-se que há a consciência por parte da comunidade escolar que construiu este documento que o mesmo se encontra aberto a todo e qualquer tipo de sugestão e encaminhamentos, pois nossa reflexão é contínua uma vez que as relações humanas e a construção do saber também o são. Sabemos que nenhum projeto político pedagógico pode ser dado como pronto e acabado sob pena de se cristalizar no tempo e no espaço correndo o risco de ser atropelado pelo movimento da sociedade. Como bem diz a prof.ª Ilma dos Passos Veiga: o projeto político pedagógico é uma sinfonia aberta. Sinfonia porque o gestor escolar é o grande

10 10 maestro na regência harmônica da grande orquestra chamada E.E.B. Prof. Balduíno Cardoso. 1.1 HISTÓRICO DA ESCOLA O Colégio Estadual Professor Balduíno Cardoso, atualmente denominado Escola de Educação Básica Professor Balduíno Cardoso, tem uma peculiaridade: foi fundado junto com o município de Porto União, no ano de Pelo decreto n.º 2017 de 19 de janeiro de 1917 assinado pelo governador Dr. Adolfo Konder e criado pelo General Felipe Schimidt, foi criada uma escola denominada de Escolas Reunidas Professor Balduíno Antônio da Silva Cardoso que no decorrer dos anos passou por diversas alterações nominativas. A inauguração deste educandário deu-se no dia 28 de setembro de 1918, após ser construída uma casa para abrigá-lo. Mais tarde passou a funcionar em seu prédio próprio, construído em alvenaria, edifício onde funcionou por muito tempo o antigo Fórum de Porto União situado à rua Frei Rogério, onde hoje se encontra o Grupo Escoteiro Iguaçu. Com o crescimento da população portuniense, naturalmente aumentou o número de alunos, tornando-se necessário a construção de um novo prédio, maior e mais moderno. Atendendo às necessidades de expansão física, se iniciou a construção do novo prédio, situado à rua General Bormann, n.º 162, onde até hoje funciona a escola. Nesta época, era diretor do Departamento de Educação o professor Luís Sanches Bezerra da Trindade,sendo o Inspetor Escolar o prof. Germano Wagenfhür e diretor desta escola o prof. Gregório Berkenbrok, sendo que o prefeito Municipal de Porto União nesta época era o senhor Helmuth Muller. Com a denominação de Escolas Reunidas Professor Balduíno Antônio da Silva Cardoso esta unidade escolar teve como primeiro diretor o senhor Antenor Cidade, sendo que os primeiros professores foram os seguintes: Marta Tavares Alves, Eduardo Monteiro, Ernesto Augusto Gomes, Gustavo Gonzaga, Manoel Donato Luz, Estevão Juck, Antônio Gasparello e Alice Araújo. Os professores que exerceram o cargo de Diretor deste tradicional educandário foram os seguintes: Prof. Antenor Cidade (em 1919), seguindo-se a Prof.ª Martha Tavares Alves, Prof.ª Alice Arantes, Prof. Evaldo Monteiro, Prof. Ernesto Araújo Gomes, Prof. Gustavo Gonzaga e Prof. Manoel Donato Luz. Em 1927, esta unidade escolar passou a denominar-se Grupo Escolar Professor Balduíno Cardoso sendo que nesta época foram oferecidas à população estudantil das gêmeas do Iguaçu as quatro primeiras séries do curso primário elementar e quatro séries do Curso Normal Regional denominado de Marcelino Dutra. Por três anos consecutivos, (em 1928,1929 e 1930) o Prof. Estevão Juck esteve à frente dos serviços de Direção deste tradicional educandário. Este grande mestre da disciplina de Língua Portuguesa foi quem traçou, com sua pena de ouro, a letra do Hino do Grupo Escolar Prof. Balduíno Cardoso. Em 1931, foi Diretor o Prof. Antônio Gasparello. Em 1933, assumiu a Direção desta unidade escolar o Prof. Celso Ribas que preparou a primeira turma de professores formandos da Escola. Em 1934, assumiu a Direção o Prof. Gregório Berkenbrock e foi durante a sua gestão que se deu a inauguração das novas instalações desta unidade escolar onde se encontra até os dias de hoje. Em 1943, a professora Jandira Caprillone Domit assume e permanece no cargo de Diretora desta unidade escolar durante quinze anos consecutivos. Somente com a aposentadoria da Prof.ª Jandira e que assumiu a Direção a Prof.ª Araceli Rodrigues Friedrich. Em 1958, a Direção foi passada para a prof.ª Astrogilda de Mattos e desta para a prof.ª Ivone Felippe que ausentou-se por duas vezes, tendo sido substituída, a primeira vez pela prof.ª Vins Pimpão, e a segunda vez, pela prof.ª Astrogilda de Mattos, de 1961 em diante. Em 1963, quando o Grupo Escolar Prof. Balduíno Cardoso completou 25 anos em seu prédio atual e 45 anos de inauguração enquanto unidade escolar, comemorando o seu aniversário dirigia com muita eficiência e amor este educandário, a prof.ª Astrogilda de Mattos.

11 Em 19 a direção desta unidade escolar é gerenciada pela prof.ª Djanira Amim Pasqualin. Quando passou a exercer o cargo de Inspetora Escolar, a prof.ª Astrogilda de Mattos, foi substituída na Direção desta unidade escolar pela Prof.ª Dorotéa Wagenfhür Knipschild que em 1969 transmitiu o cargo à Prof.ª Reitraut Früsting Chapieski que esteve à frente da direção até o ano de 1984, ou seja por 15 anos consecutivos. No período de 1985 a 1994 esteve na Direção a prof.ª de Língua Portuguesa, Marli Andruch Boldori, tendo sido a primeira e única (até o ano de 2010) diretora eleita democraticamente, ou seja pelo voto direto pela comunidade escolar. Em 1986, com a criação do Curso de 2.º Grau, formação para Magistério em séries iniciais este tradicional educandário passou a chamar-se Colégio Estadual Professor Balduíno Cardoso. Em 1994 esta unidade escolar passou a oferecer mais uma modalidade de ensino: o Curso Supletivo das séries finais do Ensino Fundamental que no ano de 2000 passou a denominar-se Educação de Jovens e Adultos. Em 1996 foi implantado o Curso Técnico em Processamento de Dados PROFORT, em parceria com a UnC (Universidade do Contestado), sendo que em 2000 deixou de funcionar pela quebra da parceria. No quadriênio esteve na Direção a prof.ª de Matemática, Ivanirce Barth Canever, sendo substituída em 1997 pelo prof. de Educação Física, Sr. Waldomiro Antonio de Souza, sendo auxiliado pelo Diretor Adjunto prof. de História Aluísio Witiuk. De acordo com a lei vigente este educandário passou neste ano a contar com mais de 750 alunos, tendo portanto, direito de contar com um Diretor Adjunto. No ano de 1998, graças ao projeto da equipe pedagógica que estava sob a Direção da prof.ª Ivanirce Barth Canever, foi implantado o Curso de Magistério no período noturno, primeiro de Porto União e cidades circunvizinhas. No ano 2000, o governo Estadual, com base na nova Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, mudou o nome de todas as escolas e esta passou a denominar-se Escola de Educação Básica Professor Balduíno Cardoso. No período de tempo que compreende os anos de 1999 a 20 esta unidade escolar esteve sob a Direção Geral da prof.ª de Língua portuguesa Maria de Lourdes Zorzo Carbone, sendo a Diretora Adjunta a prof.ª de História Carmem Julieta Moreira Branco. Nesta gestão foram implementados os projetos de salas de aula tematizadas, sendo que foram pintadas várias salas de aula com os seguintes temas, conforme a denominação recebida pela comunidade escolar: Sala Vinícius de Moraes, Sala Cecília Meirelles, sala Fernão Capello Gaivota, Sala Paulo Freire, Sala Maria Lúcia Hassam, esta última contém uma pintura feita pela própria artista portuniense. Outro projeto desta gestão foi o Projeto de Educação Ambiental denominado de PACA feito em parceria com a indústria de papel e celulose RIGESA da cidade de Três Barras. Buscando atender a necessidade das mães em deixar seus filhos em tempo integral na escola, implantou-se também o Projeto Constelação que tinha como objetivo atender as mães trabalhadoras que não tinham com quem deixar seus filhos e a demanda por estágio das magistrandas desta unidade escolar. Sendo assim as magistrandas ficaram encarregadas de aplicar atividades variadas para as crianças de primeira e segunda série do Ensino Fundamental em contraturno. Em parceria com as mães foi também servido almoço para as crianças que freqüentavam este projeto, sendo que elas permaneciam na escola em período integral. Em 2003 assumiram a Direção deste tradicional educandário a Orientadora Educacional Evi Henriquete da Silva Pstcheidt, como Diretora Geral e a Prof.ª de Educação Física Elenice de Lourdes Alves Pigatto como Diretora Adjunta que implantaram a Sala de aula de Informática para os alunos e implementaram o Projeto de Inglês para as séries iniciais do Ensino Fundamental e o projeto do uso da Biblioteca. Em janeiro de 2007 assumiram a Direção deste educandário a Sr.ª Maria de Fátima Bueno de Camargo, Administradora Escolar desta instituição no cargo de Diretora e o prof. Francisco Lotério de Oliveira, professor de Matemática no cargo de Assessor de Direção. 11

12 Em janeiro de 2008 assumiu a Direção da escola a professora de Matemática da escola Cid Gonzaga, Rosana Isabel Caneparo Hobi, estando no cargo de assessora de Direção a prof.ª de Língua Portuguesa da escola Nilo Peçanha, Nerissa Ayres Domit até o fianal do ano de No início de 2010 foi nomeado o professor de Educação Física Vilmar Schlinder para o cargo de assessor de Direção. No ano letivo de 2011 a Direção esteve sob a gestão do prof. de Educação Física Vilmar Schlinder, sendo assessora de direção a prof. Rosimari Liech, professora dos anos iniciais do Ensino Fundamental desta unidade escolar e a prof.ª de matemática da E.E.B. Cid Gonzaga, Rosana Isabel Caneparo Hobi. A Escola de Educação Básica Professor Balduíno Cardoso está situada no Alto da Gloria, centro de Porto União SC., à Avenida General Bormann, n.º 162, a poucos metros de duas grandes escolas particulares, bem como a algumas quadras de uma escola pública estadual de grande porte. Esta localização parece influenciar no nível social da clientela; percebe-se isto quando se observa os alunos do Ensino Fundamental nas séries iniciais: provêm de famílias mais humildes. O mesmo pode-se dizer dos alunos da Educação de Jovens e Adultos (noturno). Já os alunos do Ensino Fundamental das séries finais e do Ensino Médio, tanto diurno quanto noturno, provêm de famílias com melhor poder aquisitivo, embora haja alguns com situação financeira precária, como ocorre em todo estabelecimento de ensino público. Por outro lado, esta instituição escolar constitui um subsistema social de grande importância derivada das especificidades de sua função, dos cursos que oferece à comunidade e pela tradição em educar as gerações dos municípios de Porto União e regiões circunvizinhas. Na Escola de Educação Básica Professor Balduíno Cardoso o processo ensinoaprendizagem, em linhas gerais segue moldes tradicionais, com aulas expositivas. Entretanto em 1999 a Escola começou a trabalhar com diversos projetos e com a operacionalização da Proposta Curricular de Santa Catarina em suas várias versões. Para o ensino dos conteúdos da disciplina de Inglês para o Ensino Fundamental nas séries finais e Ensino Médio foi introduzido o uso de apostilas de exercícios e conversação, denominada Nice to Speak, desde o ano de 2004 até os dias atuais. A Equipe Pedagógica da Escola promove reuniões constantes com todo corpo docente, para incentivar a utilização de novas metodologias de ensino e oportunizar aos docentes que participem de cursos para sua atualização. Hodiernamente a escola apóia e promove iniciativas de pesquisa através dos projetos que desenvolve. Neste contexto sócio-educacional, a Escola de Educação Básica Professor Balduíno Cardoso vem oportunizando aos moradores de Porto União e cidades circunvizinhas ( entre elas, União da Vitória, Bituruna, General Carneiro, Paula Freitas, Porto Vitória, General Carneiro, Cruz Machado, Malet e Paulo Frontin), a opção em se matricular nos seguintes níveis de ensino atualmente: Ensino Fundamental: matutino e vespertino Ensino Fundamental - Educação de Jovens e Adultos de 5.ª a 8.ª serie (noturno). Ensino Médio oferecido na sede da escola e na extensão em convênio com a Prefeitura Municipal de Porto União, na Escola Municipal João Fernando Sobral no Bairro Bela Vista: matutino e noturno. Curso de Magistério com Habilitação em Educação Infantil e Séries Iniciais do Ensino Fundamental: matutino e noturno. Curso de Magistério com Habilitação em Educação Especial na área de Deficiência Mental: matutino e noturno. Educação Especial SAED (alunos surdos): matutino e vespertino. Uma escola tradicional tem no seu passado vitorioso as alicerces da construção de um presente que cada vez mais se entregue aos objetivos da sociedade contemporânea. Com o presente Projeto Político Pedagógico, este educandário pretende dar continuidade e aprimoramento aos objetivos e ações que vem se propondo a alcançar durante os anos da sua existência: a formação de cidadãos conscientes de suas responsabilidades através do respeito de suas características individuais, suas necessidades, suas aspirações e sua liberdade, dentro de uma ótica progressista de educação conforme preconiza a Proposta Curricular de Santa Catarina. 12

13 BIOGRAFIA DO PROFESSOR BALDUÍNO CARDOSO Balduíno da Silva Cardoso nasceu na cidade de Desterro, em 03 de fevereiro de Foi educado no antigo Colégio de Padres Jesuítas que, em tempos remotos, prestou relevantes serviços à mocidade catarinense. O professor Balduíno Cardoso recebeu sólida instrução cívica e religiosa nesse instituto de ensino, onde formou o seu caráter na mais severa moral. Ingressou no magistério como professor particular e foi lecionar em Vila Nova Mirim vindo mais tarde, para São Pedro de Alcântara, onde continuou a exercer sua profissão de Educador. Aos 30 anos de idade, foi nomeado professor público para reger uma escola pública isolada na Capital do estado, educando uma geração do qual sairiam homens ilustres da nossa pátria sendo um deles, um oficial Marechal de nossas Forças Armadas que veio um dia especialmente, visitar seu velho professor de suas primeiras letras. Com a revolução de 1893, foi removido para o Distrito de Santo Antônio na Ilha catarinense e, em seguida, para Laguna onde apenas esteve durante poucos meses. Regressando a Florianópolis, aposentou-se da árdua profissão de educador, da qual fez um verdadeiro sacerdócio. Continuou porém, a ensinar particularmente em sua residência e na escola Paroquial, sendo mais tarde convidado pela diretoria da Liga Operária, para dirigir a Escala Noturna dessa associação. O professor Balduíno Cardoso, pode-se afirmar, passou toda sua existência educando a mocidade e ministrando-lhes fecundos e salutares ensinamentos, percebendo, naqueles tempos, minguados vencimentos que lhe proporcionavam uma vida crivada de dificuldades. Foi um herói, morrendo no seu exercício da docência com a consciência tranqüila de ter cumprido o seu dever com honradez, nobreza e patriotismo. Ótimo chefe de família, era acatado e respeitado por todos que viam naquele respeitável cidadão, o protótipo de todas as virtudes morais e cívicas. Em 21 de junho de 1911 foi ao encontro ao criador, que certamente o recompensou dos benefícios que prestou a uma geração na sua vida terrena, deixando viúva e filhas. 1.3 LETRA DO HINO DA ESCOLA 1 Marcha: COLÉGIO ESTADUAL PROFESSOR BALDUÍNO CARDOSO Letra: DIVA DE OLIVEIRA Música: FELÍCIO DOMIT Cantemos ó mocidade Elevemos a nossa voz O mais sublime ideal Da Pátria vejamos nós Vibrantes num hino ardente Pleno de entusiasmo e amor Celebremos do Brasil A glória imensa e o valor Do estudo sejam os frutos Nosso constante aspirar Do saber serão as armas Que haveremos de terça Vibrantes num hino ardente Pleno de entusiasmo e amor 1 O Brasão da escola se encontra no Anexo III, enquanto que a partitura do Hino da Escola se encontra no Anexo IV deste projeto político pedagógico.

14 14 Vibremos de meu Brasil A glória imensa e o valor Da nossa escola estimada Escola Balduíno Cardoso A Pátria nós almejamos O destino mais formoso Que cresça sempre a instrução Nossos votos fazemos mil Pela ciência que veremos Alcandorar-se o Brasil.

15 15 PARTE I CONCEPÇÕES PEDAGÓGICAS Educar é ser um artesão da personalidade, um poeta da inteligência, um semeador de idéias Augusto Cury 1 FUNÇÃO SOCIAL DA ESCOLA A escola deve ser um veículo humanizador e socializador, além de desenvolver habilidades que possibilitem a construção do conhecimento e dos valores necessários à conquista da cidadania plena. Para que possa realizar tal função, é preciso levar em conta a vida cotidiana daquele que aprende e a daquele que ensina, uma vez que cada um traz consigo elementos extrínsecos à realidade escolar, os quais devem ser relevantes dentro do espaço de criação e recriação das relações que se estabelecem no ambiente escolar. 2 EIXOS NORTEADORES Uma prática participativa, dialógica e democrática, norteadas pelas quatro premissas do processo ensino/aprendizagem: aprender a conhecer, aprender a fazer, aprender a conviver e aprender a ser que, em conjunto, buscam integrar conhecimentos de diferentes componentes curriculares. O mais significativo para a reflexão neste momento é a busca evidente da dimensão social que a aprendizagem cumpre no percurso de construção da cidadania, contribuindo como instrumento de compreensão e intervenção na realidade em que vivem alunos e professores. 3 O TRABALHO PEDAGÓGICO Em diferentes momentos a comunidade desta unidade escolar repensa constantemente o seu papel pedagógico e social, para tanto, se faz necessário refletir sobre a escola que temos para que se possa construir um educandário público onde se ofereça a oportunidade de formação de um cidadão apto a enfrentar os desafios da modernidade. Deste modo acredita-se ser necessário: Estabelecer mecanismos que propiciem maior integração e participação da comunidade escolar; Maximizar os segmentos da escola para que estejam plenamente voltados à completa valorização do educando; Oferecimento contínuo de cursos de formação e qualificação continuada dos profissionais da educação; Reforma total e adequação do espaço físico, visto nossa escola ser a mais velha da região; Oferta de material didático e outros em condições que facilitem o trabalho do professor; Oferta de vagas de alunos em sala de aula condizente com a metragem do ambiente e suas condições de salubridade; Oferta adequada de recursos humanos, pedagógicos e financeiros que atendam a real demanda desta unidade escolar; Cobrança de regras de convivência em grupo para todos os atores que compõem esta unidade escolar; Melhor qualificação profissional e salários compatíveis com os diferentes níveis e funções; Política que oportunize um quadro de professores efetivos em sua maioria. Democracia, autonomia e transparência na gestão escolar. 4 CONCEPÇÕES DA ESCOLA 4.1 DE MUNDO Partimos do princípio de que um mundo melhor é possível a partir da apropriação das novas gerações do múltiplo conjunto de valores, estratégias de ações e conhecimentos, tendo-se como objeto o diálogo. De nossa parte, não temos qualquer dúvida de que a receita para esse mundo melhor precisa obrigatoriamente passar pelo cuidado com o planeta em que vivemos,. Para isso, acreditamos que a escola deva ser um espaço

16 16 favorável de discussões que contribuam para a efetiva mudança de percepções e comportamentos, a partir do fomento a uma cultura da paz e do respeito a todos os seres que vivem em sociedade. 4.2 DE SOCIEDADE Objetivamos contribuir na construção de uma sociedade justa, socialmente eqüitativa e solidária, politicamente democrática, culturalmente pluralista e religiosamente ecumênica, de diálogo interreligioso, pautada pelos princípios éticos, estéticos e políticos, onde todos sejam verdadeiramente reconhecidos e respeitados em sua dignidade humana e em suas diferenças; tenham a possibilidade de desenvolver as suas potencialidades; contribuam para que a autoridade, o saber, os bens naturais e os produzidos pelo esforço comum estejam a serviço do crescimento e sejam partilhados coletivamente; tenham a liberdade e o direito de se associar; onde todos tenham a liberdade de pensamento, de expressão e consciência; tenham acesso ao conhecimento científico historicamente construído e recursos tecnológicos. 4.3 DE HOMEM Acreditamos que o homem é um ser que modifica a si mesmo pela apropriação dos conhecimentos e acontece por meio do movimento dialético que se efetiva do social para o individual uma vez que ele é um ser biopsíquico, econômico, solidário que luta por seus direitos, político, cultural e religioso. 4.4 DE EDUCAÇÃO Optamos por uma educação que propicia a formação nos aspectos biopsíquico, econômico, social, religioso, político e cultural, num processo formativo, cumulativo e contínuo do desenvolvimento humano, avesso à reprodução do saber cristalizado. Portanto há de se observar a construção deste processo fundamentando-se nos quatro pilares da educação para o terceiro milênio: aprender a conhecer, aprender a fazer, aprender a viver juntos e aprender a ser como realização da pessoa na sua totalidade. 5 O QUE ENTENDEMOS POR 5.1 CURRÍCULO A dimensão curricular do Ensino neste projeto político pedagógico como um todo ultrapassa as paredes e os muros da sala de aula e da escola. Nas teorias de currículo a pergunta O que saber? nunca está separada de uma outra pergunta fundamental e precedente: O que os/as estudantes devem ser ou se tornar? Esta concepção de currículo, abrangendo não só o saber e o saber fazer, mas também o ser e o conviver, também está muito bem expressa no último relatório da UNESCO, de 1996, ao se referir aos quatro pilares da educação. Portanto no currículo há, pois, conexões entre saber, identidade e poder. È imprescindível que se resgate os saberes que o aluno traz do seu meio sóciocultural. Portanto, o currículo extrapola o fazer pedagógico abrangendo elementos como matriz curricular, disciplinas, conteúdos e conhecimento. Elencado o objeto do conhecimento, este não deve ser trabalhado de forma superficial e desvinculado da realidade. Está enraizada, em nossa ação pedagógica diária, uma metodologia tradicional que entende o conhecimento como um produto pronto para apenas ser repassado, considerando somente a interação unilateral entre professor e aluno. Todavia, é preciso que o objeto do conhecimento seja tratado por meio de um processo que considere a interação/ mediação entre educador educando como uma via de mão dupla em que as relações de ensino-aprendizagem ocorram dialeticamente. 5.2 PLANEJAMENTO Existem escolas que fazem um único planejamento para todas as turmas da mesma série, sem nem mesmo conhecer a realidade que irá encontrar, sem saber quais as

17 17 dificuldades dos(as) alunos(as), qual a realidade que eles vivenciam, etc., e ainda há aqueles planejamentos que são meras repetições dos anos anteriores. Entendemos que planejamento não é isso, não é apenas preenchimento burocrático de formulários, com um prazo para entregar, contendo objetivos, estratégias, atividades, etc. Planejamento é bem diferente disto. É algo vivo e mais significativo; é um olhar para a frente. Neste sentido entendemos que cada docente que presta seus serviços neste educandário tem competência e deve ser o responsável pela elaboração, revisão e atualização dos seus planejamentos. Planejar é um momento de reflexão sobre a ação, é um momento de PENSAR, para melhor AGIR. É um processo no qual deve ser levado em consideração a realidade concreta e o que nela queremos mudar/transformar para melhor. Para isto é preciso ter uma visão crítica da realidade socio-cultural em que o trabalho estará inserido. O planejamento deve contemplar a possibilidade de um movimento de ação-reflexãoação na busca constante de um processo de ensino-aprendizagem produtivo. Portanto, não cabe mais uma mera lista de conteúdos. Deve-se dar ênfase as atividades pedagógicas; o conteúdo em sala de aula será resultado da discussão e da necessidade manifestada a partir do conhecimento que se tem do próprio aluno. Logo, de posse de alguns dados referentes ao conhecimento internalizado pelo educando, passa-se a reflexão e discussão sobre os conhecimentos historicamente sistematizados. Essa forma permite que professor e aluno avancem em seus conhecimentos e se constituam como sujeitos reflexivos. Grande parte da eficácia do ensino depende da organicidade, coerência e flexibilidade do planejamento, portanto esta unidade escolar não oferece cópias de planejamentos dos anos anteriores aos docentes OBJETIVOS DO PLANEJAMENTO Particularmente nosso objetivo é conhecer o aluno, observar e categorizar as suas necessidades e a partir desta constatação, pensar em um planejamento concreto que faça a relação das vivências para o conhecimento científico ATIVIDADES DE PLANEJAMENTO Entendemos que o planejamento é pessoal, pois cada professor tem uma competência própria ao administrar os conteúdos recomendados para cada série que vai lecionar e assim para auxiliar o professor nesta construção pessoal esta unidade escolar tem as seguintes metas: 1. Estabelecer um prazo de observação para o conhecimento do aluno (2 semanas, após o inicio do ano letivo) é o período de diagnóstico da turma. 2. Reunião por área: Aproximar as disciplinas curriculares, professores, equipe pedagógica, construindo propostas interdisciplinares em diferentes níveis; 3. Organizar momentos no calendário escolar para planejar por série e/ou disciplina. 4.Organizar projetos pedagógicos que envolvam todos os segmentos da escola, com a participação da comunidade. 5. Planejamento por projetos e atividades de ensino. 6. Reunião Geral com periodicidade bimestral, para planejar as questões pedagógicas, administrativas e financeiras. 7. Estabelecimento de uma data de entrega dos planejamentos, ainda no primeiro bimestre. 8. Adequação do planejamento à estrutura eletrônica que foi elaborada pelas Especialistas de Educação desta unidade escolar. 9. Cabe aos professores do Ensino Médio e do Magistério construir seus planejamentos a partir das ementas das disciplinas recomendadas pela SEED/SC. 10. Não serão fornecidas cópias dos planejamentos dos docentes que atuaram nos anos anteriores. 5.3 AVALIAÇÃO A Lei LDB n.º 9.394/96 e a Lei Complementar n.º 170/98 (SEE), atribuem ao processo avaliativo um novo enfoque, no qual o professor e o aluno, numa relação dialética de ensino e de aprendizagem, são sujeitos deste processo de construção do conhecimento. Sendo assim, tanto no aspecto pedagógico como da legalidade, a escola tem proporcionado momentos de estudo e de discussão deste tema, que não se esgotou até o presente momento.

18 18 Na LDB n.º 9.394/96, art. 24, inciso V, letra A observa-se que a avaliação contínua e cumulativa do desempenho do aluno, com prevalência dos aspectos qualitativos sobre quantitativos e dos resultados ao longo do período sobre os de eventuais provas finais. Esta unidade escolar deverá entender a avaliação e a prática avaliativa com base nas diretrizes educacionais da Secretaria de Educação e Desporto que afirma que avalia-se para diagnosticar avanços e entraves, para intervir, agir, problematizando, interferindo e redefinindo os rumos e caminhos a serem percorridos (Avaliação In: Proposta Curricular de Santa Catarina: Temas Multidisciplinares, 1998, p.84). Este entendimento de avaliação deverá possibilitar à esta escola uma reflexão sobre ensino-aprendizagem que desenvolve e, conseqüentemente, sobre sua prática de avaliação. Nesta unidade escolar a avaliação do processo ensino-aprendizagem está estruturada de acordo com o que preconiza a legislação vigente. A Lei Complementar n.º 170/98 CEE no artigo 26 esclarece as seguintes regras: VI - a avaliação do rendimento escolar do educando, resultado de reflexão sobre todos os componentes do processo ensino-aprendizagem, como forma de superar dificuldades, retomando, reavaliando, reorganizando e reeducando os sujeitos nele envolvidos, deve: a) ser investigadora, diagnosticadora e emancipadora, concebendo a educação como a construção histórica, singular e coletiva dos sujeitos; b) ser um processo permanente, contínuo e cumulativo, que respeite as características individuais e sócio-culturais dos sujeitos envolvidos; c) incluir conselhos de classe participativos, envolvendo todos os sujeitos do processo, ou comissões específicas, cabendo-lhes definir encaminhamentos e alternativas; d) considerar a possibilidade de aceleração de estudos para educandos com atraso escolar; e)considerar a possibilidade de avanço em séries ou cursos por educandos com comprovado desempenho; f) considerar o aproveitamento de estudos concluídos com êxito; g) dar prevalência aos aspectos qualitativos sobre os quantitativos e aos resultados do período sobre os de eventuais provas finais. Dentre as dificuldades que se coloca sobre a avaliação, estão presente muitas questões do passado, como: provas, trabalhos, recuperação, apropriação dos conceitos mínimos, o empenho dos alunos no processo, as condições objetivas da prática docente, em relação à correção, critérios, pareceres e a nota como prevê a Resolução do Conselho Estadual de Educação de n.º 158 de 25 de novembro de 2008 e da Portaria n.º 27 de 13 de outubro de Compreendemos que a avaliação deve permear todas as atividades da sala, principalmente na relação do professor com o aluno e no tratamento dos conhecimentos trabalhados neste espaço. O professor deve identificar as diferentes formas de apropriação dos conceitos científicos elaborados pelos alunos e a qualidade da mediação desenvolvida por ele. Nesse sentido, não é possível escolher um momento específico para avaliar, separando o pensar do agir dar aula, explicar, fazer exercício e julgar. A avaliação e o seu resultado não podem ser fragmentados em tempos determinados e em espaços rígidos, deve ser contínua. Deverá orientar as decisões do professor no planejamento cotidiano do seu fazer pedagógico para que possa ir além do nível de desenvolvimento real dos alunos, comprometendo-se com a dinâmica do processo de aprendizagem deste aluno. A prática pedagógica não pode ser reduzida a uma avaliação de resultados e de comportamentos, que muitas vezes discriminam, emudecem e calam. Entendemos que o resultado da avaliação deverá representar a situação em que o aluno se encontra, para que sejam tomadas as decisões necessárias à superação das dificuldades encontradas no processo. A avaliação do rendimento do aluno deverá ser registrada claramente no diário de classe do professor, incluídos os procedimentos avaliativos de recuperação paralela de estudos e de dependência, sempre que houver. Igualmente os critérios de avaliação (normal e paralela) devem estar explicitados claramente no planejamento anual de cada disciplina. A sistemática de avaliação e o registro do seu resultado serão bimestrais.

19 19 Chegando o momento da valorização da atividade desenvolvida, há de se utilizar tanto para o Ensino Fundamental quanto o Médio, os valores numéricos de 1,0 (um) a 10 (dez) com fração de 0,5 e considerar-se-á o aluno como um indivíduo com aspectos sociais, culturais, biológicos e afetivos diferenciados, mas a relevância da avaliação será sobre os seus aspectos cognitivos, sob os conceitos apreendidos. Portanto, os símbolos numéricos (nota expressa em número) deverão representar, no contexto escolar, apenas o resultado de todo processo de avaliação desenvolvido. Nos primeiros, segundos e terceiros anos do ensino fundamental, o registro da avaliação será descritivo, no decorrer do ano letivo sendo que no terceiro ano será transformado em valores numéricos ao final do ano ou quando o aluno se transferir. Ressalta-se que não será utilizado o registro de notas bimestrais em decimais. Se o aluno alcançar no primeiro semestre a nota mínima de aprovação, isto não significa que esteja aprovado ou que tenha concluído o ano letivo. Todo o esforço, tanto do aluno como do professor, devem ser no sentido de alcançar a nota máxima, em todos os bimestres. Cabe a esta unidade escolar encontrar alternativas pedagógicas para solucionar os problemas decorrentes de uma prática de avaliação, que poderiam implicar em processo de revisão dos procedimentos adotados pela escola, a instâncias superiores, por parte dos pais e alunos. Cabe ao Conselho de Classe a decisão final a respeito da avaliação do rendimento do aluno, sendo que a representação desta instância na escola deverá contar com no mínimo 51% dos participantes e o resultado deverá ser registrado em ata. O Conselho de Classe e/ou Conselho Deliberativo Escolar são instrumentos de que a escola dispõe para possibilitar a retomada de decisões quanto ao processo de avaliação efetivado pela escola. Sem prolongar demais o assunto, é importante assinalar, na nova lei, LDB 96, a marcante flexibilização introduzida no ensino básico, como se vê nas disposições contidas nos artigos 23 e 24, um claro rompimento com a ultrapassada cultura de reprovação. O norte do novo diploma legal é a educação como um estimulante processo de permanente crescimento do educando pleno desenvolvimento onde notas, conceitos, créditos ou outras formas de registro acadêmico não deverá ter importância acima do seu real significado. Serão apenas registros passíveis de serem revistos segundo critérios adequados, sempre que foram superados por novas medidas de avaliação, que revelem progresso em comparação a estágio anterior, por meio de avaliação, a ser sempre feita durante e depois de estudos visando à recuperação de alunos com baixo rendimento. (PARECER n.º 12/97 CNE). A recuperação paralela, prevista em lei ajuda a reelaborar os conceitos que por ventura não foram apropriados por alguma razão e assim novas oportunidades de recuperação devem ser oferecidas, não restringindo apenas no sentido de realizar mais uma prova. Estas novas oportunidades deverão estar devidamente registradas no diário de classe e devem ser lembradas por todo educador que é um direito do aluno. Portanto o trabalho do professor é fundamental na condução do processo. É função docente estar atento a esta questão. O entendimento dos professores desta escola em relação a 2ª época, que não será adotada, se contrapõem aquilo que se tem discutido e se colocado como importante no processo ensino aprendizagem no que diz respeito a intervenção significativa do professor nos conteúdos que precisam serem melhores explorados e trabalhados, com resignificação pelo docente. Pontuamos a responsabilidade do educador e do aluno, que deverão ser colaboradores neste processo. Por experiência, a 2ª época da nossa escola, não trouxe qualquer tipo de avanço no processo de aprendizagem por parte dos nossos alunos, basta observar as atas dos conselhos de classe, realizados quando da permanência desta prática. Na segunda parte deste projeto que trata do sistema de ensino encontram-se maiores detalhes do processo de avaliação.

20 SERVIÇO DE ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO SAEDE O Serviço de Atendimento Educacional Especializado SAEDE- atende as peculiaridades educacionais das pessoas com deficiência, com condutas típicas e com altas habilidades, com o objetivo de complementar, apoiar e suplementar o processo de ensino e aprendizagem, não configurando ensino particular ou reforço escolar. Os alunos só podem ser encaminhados ao SAEDE após passar por uma avaliação funcional da área específica, por equipe multifuncional da CAESP que definirá uma proposta inicial de intervenção. As ações do SAEDE estão organizadas para atender as necessidades dos alunos da educação especial, matriculados na rede regular de ensino. Seus objetivos são: 1. Apoiar o professor e o aluno no processo de ensino aprendizagem, tanto nas classes comuns quanto em SAEDE. 2. Complementar o currículo, viabilizando o acesso à base comum nacional (Lei n.º 9394/96). 3. Suplementar, ampliando, aprofundando ou enriquecendo o currículo da base comum nacional (Lei n.º 9394/96). O atendimento em classe AC se caracteriza pela atuação de um professor da área da educação especial, em sala de aula, ou profissional da área da saúde, na escola para tender os alunos da educação especial. O funcionamento do Atendimento em Classe será disponibilizado nas classes da rede regular de ensino, onde haja matrícula de alunos com as seguintes características: Com dependência em atividades da vida prática. Com dificuldades de comunicação e sinalização diferenciada dos demais. Com comportamentos que possam colocar em risco sua integridade física e a dos demais. Com necessidade de procedimentos para a preservação de sua saúde. Com necessidade de auxílio no uso de determinadas ajudas técnicas. Esse atendimento dependerá do grau de comprometimento, do nível de funcionalidade do aluno e não apenas do diagnóstico clínico de deficiência ou de condutas típicas. 5.5 PROGRAMA DE CORREÇÃO DE FLUXO As Gerências Regionais de Educação (GERED) realizaram levantamento do quantitativo de estudantes com mais de 13 anos que frequentam os quintos e sextos anos (séries) na rede estadual de educação de Santa Catarina no ano de A Diretoria de Educação Básica e Profissional (DIEB), de posse destes dados, constatou, então, relevante distorção idade/série decorrente de diversos fatores. Diante disto, a Secretaria de Estado da Educação (SED), através da DIEB e da Gerência de Ensino Fundamental (GEREF), ponderou sobre a necessidade de oferecer atendimento alternativo, com terminalidade para o Ensino Fundamental, para estudantes com distorção idade/série, com vistas ao sucesso escolar no ano de 2012, criando, assim, o Programa de correção do fluxo idade/série: recuperação dos saberes, cujo objetivo é possibilitar o ingresso, em 2013, no Ensino Médio, bem como a permanência com aproveitamento e êxito na aprendizagem. Do ponto de vista de uma fundamentação teórico-metodológica, este Programa aporta-se nos pressupostos da Proposta Curricular do Estado de Santa Catarina (1998) e demais tomos posteriores, bem como, da ótica legal, subsidia-se nos Pareceres CNE/CEB/MEC 07, 11 e 12 de 2010, nas Resoluções CNE/CEB/MEC 04 e 07 de 2010 e demais pareceres e resoluções do Conselho Estadual de Educação que versam sobre o assunto. Convém considerar que a apropriação do conhecimento é um direito social previsto pela Constituição Federal de 1988, Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional/LDBEN 9394/1996, Estatuto da Criança e Adolescente, portanto é responsabilidade do Estado propiciar condições para que este direito seja garantido com qualidade. A correção de fluxo, ou aceleração de estudos para estudantes com distorção idade/série, é garantida no Artigo 24, inciso, V alínea b da LDBEN 9394/1996.

21 Com este entendimento, passa-se a adotar uma postura profissional em que se faz necessário produzir condições específicas para a aprendizagem destes meninos e meninas que têm a singularidade de estarem no limiar da infância e da juventude, que têm dificuldade de se identificarem nas metodologias tradicionais de ensino e aprendizagem e que não concebem os conteúdos escolares como parte integrantes de suas vidas. Desta forma a relação com os saberes exige um novo movimento de tempo-espaço, de metodologia diversificada e de foco num currículo com significado, pois só com estas condições se oportuniza a conclusão do Ensino Fundamental com as competências necessárias a continuidade dos estudos. 21

22 22 PARTE II SISTEMA DE ENSINO 1 MODALIDADES DE ENSINO, ORGANIZAÇÃO, ESTRUTURA E FUNCIONAMENTO DOS CURSOS A escola de Educação Básica Professor Balduíno Cardoso oferece as seguintes modalidades de ensino: 1. Ensino Fundamental Anos Iniciais- 1º. ao 5. º ano: período vespertino. - Anos Finais- 6.º ao 9.º ano: período matutino 2. Educação de Jovens e Adultos (Eja) sem nenhuma turma atualmente. 3. Ensino Médio período Matutino e Noturno. Na sede desta unidade Escolar e na Extensão na Escola municipal João Fernando Sobral situada no bairro Bela Vista período noturno. 4. Magistério com habilitação em nível médio para Educação Infantil e Séries Iniciaisperíodo matutino e noturno e Magistério com Habilitação em Educação Especial Deficiência Mental - período noturno. 5. Educação Especial - Serviço de Atendimento Educacional Especializado SAEDE - deficiência sensorial auditiva período matutino e vespertino. 6. Programa Correção de Fluxo: a Secretaria de Estado da Educação (SED), através da DIEB e da Gerência de Ensino Fundamental (GEREF), ponderou em 2011 sobre a necessidade de oferecer atendimento alternativo, com terminalidade para o Ensino Fundamental, para estudantes com distorção idade/série, com vistas ao sucesso escolar no ano de 2012, criando, assim, o Programa de correção do fluxo idade/série: recuperação dos saberes, cujo objetivo é possibilitar o ingresso dos alunos que freqüentaram este programa, em 2013, no Ensino Médio, bem como a permanência com aproveitamento e êxito na aprendizagem. 1.1 ENSINO FUNDAMENTAL DA FINALIDADE E OBJETIVOS DO ENSINO FUNDAMENTAL De acordo com a legislação vigente (Lei Complementar n.º 170/98; artigos 35 a 38), o ensino fundamental, com duração mínima de 9 (nove) anos, tem por objetivo a formação básica do cidadão, mediante: I o desenvolvimento da capacidade de aprender e de socializar o que aprendeu, tendo como meios básicos o domínio da leitura, da escrita e do cálculo; II a compreensão do ambiente natural e social, dos sistemas políticos e da auto determinação dos povos, dos valores em que se fundamenta a sociedade, da tecnologia e das artes; III o desenvolvimento da capacidade de aprendizagem, tendo em vista a aquisição de conhecimentos e habilidades e a formação de atitudes e valores; IV a formação de consciência crítica e a aquisição de capacidade de organização para formação social; V o fortalecimento dos vínculos de família, dos laços de solidariedade humana e de tolerância recíproca em que se assenta a vida social. A Lei nº /2006 dispõe sobre a duração de 9 (nove) anos para o Ensino Fundamental, com matrícula obrigatória a partir dos 6 (seis) anos de idade. O ensino religioso, de matricula facultativa, constitui disciplina dos horários normais desta unidade escolar no Ensino Fundamental. Na oferta do ensino religioso é assegurado o respeito à diversidade cultural brasileira e da comunidade atendida, vedadas quaisquer formas de proselitismo. A jornada escolar no ensino fundamental garantirá aos alunos, no mínimo, 4 (quatro) horas de trabalho efetivo em sala de aula ou em ambiente equivalentes envolvendo a participação de docentes, devendo ser progressivamente ampliado o período de permanência na escola.

23 23 A 5ª série do EF9 é, agora, parte integrante dos Anos Iniciais (cf. Resolução CNE/CEB n. 03/2005) e, por isso, adota-se a unidocência (cf. Parecer CNE/CEB n 45/2006): [...] nas séries iniciais, agora denominadas anos iniciais, devido à ampliação do Ensino Fundamental para nove anos, é de todo o interesse pedagógico que atue um único professor para que ocorra o tratamento interdisciplinar dos conteúdos [...] (grifo do relator). Assim, a partir de 2011, todas as 5ªs séries do EF9 terão somente 01 (um) professor regente, como vem sendo praticado atualmente, nos moldes dos anos iniciais. Para isso, esse professor deverá ser preferencialmente efetivo, com atuação em 3ª ou em 4ª série, ou aquele que possui o perfil mais adequado. Os conceitos/conteúdos e procedimentos pedagógicos a serem desenvolvidos na 5ª série EF9/2011 serão aqueles previstos nos documento preliminar Currículo para os anos iniciais do EF9 e respectivos documentos dos 07 (sete) pólos de GERED AÇÕES PARA OS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL Hora da leitura: Uma vez por semana a escola pára para ler conforme o calendário do Projeto Hora da leitura. Os alunos e professores devem levar para a sala de aula livros, revistas, jornais e outros para lerem na sala de aula. Biblioteca: agendar semanalmente, visita a biblioteca escolar, para empréstimo de livros que deverão ser levados para leitura em casa com a família. Conselhos de classe: Períodos para planejamentos coletivos e discussão com a equipe pedagógica para levantamento das questões que permeiam a pratica pedagógica e sua eficiência. Intervenção Pedagógica: Projeto em parceria com as alunas do Curso do Magistério sob a orientação das professoras de estágio e de um auxiliar técnico pedagógico oferecidos em horário que atendam as expectativas e necessidades de cada turma, para auxiliar na superação das dificuldades de aprendizagem apresentadas pelas crianças. A escola não dispõe de sala de apoio aos alunos com dificuldades de aprendizagem, cabendo a professora deste grau de ensino recuperar ao máximo seus alunos visando diminuição do fracasso escolar. Desenvolvimento e operacionalização de projetos temáticos a partir de datas comemorativas em parceria com as magistrandas desta unidade escolar. Os professores do primeiro ao quarto ano devem elaborar um parecer individual de avaliação diagnóstica dos alunos bimestralmente de acordo com o que recomenda o roteiro dado por esta unidade escolar. Do primeiro ao quinto ano os alunos poderão fazer uso do laboratório de informática uma vez por semana acompanhadas do(a) prof. (a) regente. Há a obrigatoriedade de encaminhamento por parte dos professores, dos alunos faltosos ao projeto Apóia. a criação de espaços apropriados e materiais didáticos que constituam ambiente compatível com teorias, métodos e técnicas adequadas ao desenvolvimento da criança (Parecer CNE/CEB nº 7/2007) ENSINO FUNDAMENTAL DO 6.º ao 9.º ANO O Ensino Fundamental 6.º ao 9.º ano poderá ser oferecido em outro turno, além daquele que esta escola já oferece, desde que sejam atendidos os critérios do número de alunos estabelecidos no Plano de Matrícula. A escola precisa dispor ainda, de recursos humanos habilitados, de espaço físico e de condições técnico-pedagógicas indispensáveis ao pleno funcionamento dos contraturnos. A autorização para o funcionamento do turno noturno na modalidade Educação de Jovens e Adultos, poderá ser concedida deste que esta escola não deixe de oferecer o ensino diurno, já autorizado, em qualquer das séries em questão. A oferta do ensino

24 24 noturno, não poderá servir, portanto, para restringir ou impedir o funcionamento regular do turno diurno. Conforme Resolução CNE/CEB 03, de 03 de agosto de 2005, e Resolução CEE/SC 110, de 12 de dezembro de 2006, o EF9 constitui-se de 09 (nove) anos civis de escolaridade: 05 anos iniciais enturmando crianças de 06, 07, 08, 09 e 10 anos e 04 anos finais para adolescentes de 11, 12, 13 e 14 anos. Para cada ano civil de escolaridade e faixa etária correspondente, dos 06 aos 14 anos, há um elenco de expectativas de aprendizagens : descritores que ensejam quais habilidades e competências devem ser desenvolvidas pelas crianças/adolescentes em suas faixas etárias ao longo dos 09 anos. Tabela comparativa EF8 e EF9: EF8 08 séries letivas EF9 09 anos civis Séries iniciais Séries finais Anos iniciais Anos finais 04 séries letivas 04 séries letivas 05 anos civis 04 anos civis 1ª, 2ª, 3ª, 4ª séries 5ª, 6ª, 7ª, 8ª séries 06, 07, 08, 09 e 10 anos de idade 11, 12,13 e 14 anos de idade Série letiva caracterizada por um elenco de conteúdos escolares. Foco no ensino reprodutivo Ano civil de escolaridade/faixa etária caracterizado/a por elenco de expectativas de aprendizagem. Foco no ensino produtivo e na qualificação da aprendizagem METAS E AÇÕES PARA O ENSINO FUNDAMENTAL DO 6.º ao 9.º ANO 1. Melhorar as avaliações do IDEB. 2. Não será adiantada nenhuma aula, porém se houver algum professor disponível em hora atividade, o mesmo poderá administrar a sua aula. 3. Obrigatoriedade da Recuperação Paralela. 4. Eliminação da Prova de 2ª Época. 5. Obrigatoriedade da devolução de todas as avaliações aos alunos e em caso de nota muito baixa a cobrança da assinatura dos pais e/ou responsável na prova. 6. As notas bimestrais serão entregues por todos os professores sempre no Conselho de Classe. 7. Há a obrigatoriedade de encaminhamento por parte dos professores, dos alunos faltosos ao projeto Apóia. terá continuidade com novas aquisições e distribuição de obras literárias. 8. Para o Programa de Incentivo a Leitura será realizado, entre outras atividades, ações de incentivo à leitura, tais como: Varais literários; Festivais de Contos e Poesias; Concursos de Redação; Paródias; Parlendas; Interpretações cênicas, com vistas à mobilização dos estudantes para adquirirem o hábito da leitura; 9. Encaminhamento dos alunos que atendam o perfil de alunos que freqüentam a sala de correção de fluxo. Para as turmas de 6.º ao 9.º ano é preciso transpor as questões disciplinares para questões de aprendizagem, discutindo profundamente os processos de ensinar e aprender o que são e quais são os conteúdos significativos e como vivenciar práticas interdisciplinares. Observa-se nos relatos orais e escritos a predominância do caráter mais disciplinador do professores com os seus alunos, situações estas que se justificam pelos inúmeros problemas sociais e que afetam o espaço da sala de aula. Entre eles podemos citar: 1. Ausência das famílias na escola. 2. Violência doméstica. 3. Gravidez na adolescência. 4. Distorção idade série.

25 25 5. Falta de motivação para os estudos. 6. Incertezas políticas, econômicas e sociais. Estudar para quê? 7. Falta de condições materiais, humanas e físicas para garantir o bom funcionamento da unidade escolar. 8. Alunos com necessidades educacionais especiais. 9. Falta de formação e de capacitação dos diferentes profissionais da educação em saber trabalhar com este novo perfil de aluno. Os projetos existentes, são tentativas dos professores em criar novas situações, procurando tornar os temas abordados em sala aula mais atraentes para que se consiga mobilizar os alunos para a aprendizagem. Porém o que se constata nas atas dos conselhos de classes é a necessidade de se repensar constantemente um novo sentido para escola, que inclua professores e alunos, que supere a descrença, o desalento e a falta do desejo de tornar a escola, espaço de construção permanente de novos saberes. 1.3 EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS EJA DAS FINALIDADES E OBJETIVOS DA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS (EJA) A educação de jovens e adultos é gratuita e será destinado àqueles que não tiveram acesso ou continuidade de estudos no Ensino Fundamental nas suas séries finais. Tem a duração de 2 (dois) anos letivos, sendo que os processos de avaliação promoção e correspondente expedição de documentação são de competência desta unidade escolar. No momento não há matrículas para esta modalidade de ensino nesta unidade escolar. 1.4 ENSINO MÉDIO DAS FINALIDADES E OBJETIVOS DO ENSINO MÉDIO O ensino médio, com duração mínima de 03 (três) anos, de acordo com a Lei Complementar n.º 170/98 artigos 39 a 43 legisla como esta modalidade de ensino será organizada. O ensino médio tem como finalidades: - a consolidação e o aprofundamento dos conhecimentos adquiridos no ensino fundamental, possibilitando o prosseguimento de estudos; - a preparação básica para o trabalho e a cidadania do educando, para continuar aprendendo, de modo a ser capaz de adaptar com flexibilidade às novas condições de ocupação ou aperfeiçoamento posteriores; - o aprimoramento do educando como pessoa humana, incluindo a formação política, moral e ética, o desenvolvimento da autonomia intelectual e do pensamento crítico, promovendo a socialização do saber e do poder; - a compreensão dos fundamentos científico-tecnológicos dos processos produtivos, relacionando a teoria com a prática, no ensino de cada profissional. No Ensino Médio, não haverá dissociação entre formação geral e preparação básica para o trabalho, nem esta se confundirá com a formação profissional CURRÍCULO MÍNIMO DO ENSINO MÉDIO O currículo do ensino médio destacará a educação tecnológica básica, a compreensão do significado da ciência, das letras e das artes, das ciências humanas, do processo histórico das transformações sociais e culturais, das conquistas da humanidade, da história brasileira anterior e posterior à chegada dos colonizadores e da língua portuguesa como instrumento de comunicação, acesso ao conhecimento e exercício da cidadania. A Filosofia e a Sociologia constituirão conteúdos obrigatórios do currículo do ensino médio.

26 26 A organização dos conteúdos, das metodologias e das formas de avaliação deverá propiciar ao aluno ao final do ensino médio: I o domínio dos conhecimentos científicos e tecnológicos que presidem a produção moderna e de suas conseqüências culturais e sociais para a humanidade; II o conhecimento das formas contemporâneas de linguagem; III conhecimentos de política, filosofia e sociologia necessários ao exercício da cidadania. Conforme o documento Orientações para a educação básica e profissional da rede pública estadual (2005, p.62) a matriz curricular do Ensino Médio deve se pautar nos seguintes princípios: A) Trabalho como princípio educativo, no sentido de propiciar condições efetivas de reflexão, de se pensar o mundo e as relações sociais de trabalho que se dão na história concreta e de compreender caminhos alternativos de melhoria, de humanização dos sujeitos e das relações. B) Interdisciplinaridade como pressuposto para o desenvolvimento de um trabalho que integre os conteúdos das diversas disciplinas e áreas de conhecimento, em torno de questões centrais e/ou conteúdos que garantam a observância do princípio cognitivo e o caráter mediador do trabalho docente; C) Prática pedagógica reflexiva e propositiva de novas formas de organização do processo ensino-aprendizagem tais como: gestão participativa, trabalhos em grupo, debates, seminários e atividades significativas; D) Contextualização dos conhecimentos como um processo de relacionar a teoria com a prática, de integrar o conteúdo com a vida, valorizando sua importância e aplicação em uma situação real. Os princípios acima, são fundamentados na Proposta Curricular de Santa Catarina, e são referência indispensável para a constituição de um ensino fundamentado na concepção de aprendizagem histórico-cultural, que considera o homem como produtor de novos conhecimentos e agente de mudanças, tanto no interior desta unidade escolar, como nas práticas sociais METAS E AÇÕES PARA O ENSINO MÉDIO 1. Desenvolvimento de projetos voltados para a escolha profissional. 2. Divulgação e matricula no Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM). 3. Acompanhamento dos alunos em dependência. 4. Será evitado adiantar a primeira aula. 5. As adaptações são realizadas na forma de trabalhos e devem ser integralizadas até o ano da formatura. Cabe ao aluno nesta situação procurar o professor da disciplina bem como o Serviço de Orientação/Supervisão escolar, para a ciência dos trabalhos a serem realizados. O cronograma de entrega dos referidos trabalhos deverá ser cumprido conforme as determinações da escola. 6. Eliminação da Prova de 2ª Época. 7. Obrigatoriedade da Recuperação Paralela. 8. Obrigatoriedade da devolução por parte dos professores de todas as avaliações aos alunos dentro do bimestre, antecedendo a data do Conselho de Classe. 9. Há a obrigatoriedade de encaminhamento por parte dos professores, dos alunos faltosos ao projeto Apóia. 10. Melhorar o desempenho dos alunos no ENEM. 1.5 CURSO DE MAGISTÉRIO: HABILITAÇÃO EM NÍVEL MÉDIO PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E SÉRIES INICIAIS Com o objetivo de compreender a importância e a responsabilidade que representam o momento da realização do Estágio Supervisionado, é que se elaborou o documento Diretrizes e Procedimentos para a Realização do Estágio Supervisionado do Curso de Magistério. Inicialmente, apresentam-se os objetivos e a base legal que amparam as diretrizes aqui definidas e, na sequência, as orientações e os procedimentos quanto à organização e ao funcionamento que envolvem o Estágio.

27 27 -O Estágio é obrigatório para a obtenção da certificação com vistas ao exercício do Magistério, no âmbito da Educação Infantil e das Séries/Anos Iniciais do Ensino Fundamental. Envolve estudos e atividades e, especialmente, a aproximação do aluno com as instituições educacionais e com profissionais da área na qual está se formando. O Estágio apresenta, como finalidade, permitir que os alunos estagiários se apropriem de instrumentos teóricos e metodológicos para a compreensão da escola, dos sistemas de ensino e das políticas educacionais; preparar o estagiário para a realização de atividades nas escolas, com os professores nas salas de aula, bem como para o exercício de análise, avaliação e crítica que possibilitem a proposição de projetos de intervenção, a partir dos desafios e dificuldades que a rotina do Estágio nas escolas revela DAS FINALIDADES E OBJETIVOS DO MAGISTÉRIO O Curso do Magistério tem por objetivo formar professores com habilitação em Educação Infantil e Anos Iniciais para atuar como educadores nas escolas. Tem como requisito de escolaridade o ensino médio ou ter concluído a 2ª série do ensino méd Sendo a disciplina de Estágio Curricular dos Anos Iniciais e Educação Infantil, de acordo com a matriz Curricular de Santa Catarina (extraclasse) entendemos que os princípios constantes no Parecer CFE nº 349/72 primeiro situa a Didática para fundamentar a Metodologia do Ensino conduzindo à Prática de Ensino e com ela se identificado sob forma de Estágio. Em segundo lugar, faz referência ao local onde será realizada a Prática do Ensino (nas escolas da comunidade) sob forma de Estágio Supervisionado; deixando claro que escolas da comunidade podem ser da rede oficial ou particular, desde que manifestem seu desejo de receber os estagiários sem distinções. À escola cabe traduzir no seu trabalho as condições que irão viabilizar a aprendizagem do conhecimento e o desenvolvimento necessário a uma inserção social crítica, sendo que o papel do Professor neste contexto será o de mediador no acesso ao conhecimento das relações sociais, as quais não se manifestam explicitamente. O aluno estagiário que já atuar na área da educação, seja no segmento da Educação Infantil ou Séries Iniciais, não poderá realizar os respectivos estágios inerentes ao curso na Unidade Escolar onde trabalha ORIENTAÇÕES PARA A REALIZAÇÃO DOS ESTÁGIOS DO MAGISTÉRIO Com base nas informações contidas na Resolução CNE/CEB Nº 1, de 21 de janeiro de 2004, a qual estabelece Diretrizes Nacionais para a organização de Estágios de alunos da Educação Profissional e do Ensino Médio, com base no documento Diretrizes e Procedimentos para a Realização do Estágio Supervisionado do Curso de Magistério a escola organiza a execução dos estágios do curso do Magistério: CONCEITO DE ESTÁGIO: O estágio é uma atividade prática, curricular obrigatória, componente da formação profissional na busca de aprendizagem e experiência em determinado assunto ou profissão. Dentro do Magistério, o Estágio consiste em trabalho obrigatório de campo, no qual as atividades práticas são exercidas de forma orientada sinalizando o seguinte aspecto: Ser interpretado como um ponto convergente entre a teoria e a prática, percebendo-o como um elo facilitador no ajustamento natural do aluno, no sentido de melhor receber adequação e entendimento do mercado de trabalho no qual terá que amar. (PROPOSTA CURRICULAR DE SC). CAMPO DE ESTÁGIO: Os estágios do Magistério poderão ser realizados em escolas da rede pública ou particular que manifestem interesse em receber os estagiários e que apresentem os requisitos necessários para formação profissional.

28 28 OBJETIVOS DO ESTÁGIO: GERAL: Desenvolver atividades pedagógicas sistematizadas e sujeitas a avaliações segundo critérios de duração e de supervisão subordinadas ao regulamento da E.E.B Professor Balduíno Cardoso. ESPECÍFICOS INTEGRAR o processo de ensino, pesquisa e aprendizagem; PERMITIR ao estagiário contato direto com situações reais que lhes oportunize conhecer procedimentos didáticos pedagógicos e metodológicos; APRIMORAR hábitos e atitudes profissionais; OPORTUNIZAR aos alunos a aplicação de habilidades desenvolvidas dentro do curso; POSSIBILITAR o confronto entre o conhecimento teórico e a prática adotada; PROPORCIONAR segurança ao aluno no início de suas atividades profissionais; VISAR a postura profissional e ética; CONHECER a realidade do mercado de trabalho; PERMITIR um contato real com a criança nos diferentes segmentos de ensino; AVALIAR sua escolha profissional AÇÕES PARA O MAGISTÉRIO E OS ESTÁGIOS: BASE LEGAL A abrangência, definição, carga horária, agendamento, documentação bem como as normas que regulamentam as ações referentes dos estágios do magistério estão experessas em Regulamento próprio elaborado pelas professoras desta área e aprovado pelo Conselho Deliberativo. Segundo a Resolução CNE/CEB N.º 1 de 21 de janeiro de o estágio referente a programas de qualificação profissional com carga Horária mínima de 150 horas, pode ser incluído no respectivo plano de curso da Instituição de Ensino, em consonância com o correspondente perfil profissional de conclusão definido com identidade própria, devendo o plano de curso em questão explicitar a carga horária máxima do estágio profissional supervisionado. - a concepção do estágio como atividade curricular e Ato Educativo intencional da escola implica a necessária orientação e supervisão do mesmo por parte do estabelecimento de ensino, por profissional especialmente designado respeitando-se a proporção exigida entre estagiários e orientador, em decorrência da natureza da ocupação. - o estágio deve ser realizado ao longo do curso, permeando o desenvolvimento dos diversos componentes e não deve ser etapa desvinculada do currículo - observado o prazo limite de cinco ano para a conclusão do curso de educação profissional de nível técnico, em caráter excepcional, quando comprovada a necessidade de realização do estágio obrigatório em etapa posterior aos demais componentes curriculares do curso, o aluno deve estar matriculado e a escola deve orientar e supervisionar o respectivo estágio, o qual deverá ser devidamente registrado - o estágio profissional obrigatório, em função das exigências decorrentes da própria natureza da habilitação ou qualificação profissional, planejado, executado e avaliado à luz do perfil profissional de conclusão do curso. - somente poderão realizar estágio supervisionado os alunos que tiverem, no mínimo, 16 anos completos na data de início de estágio - para quaisquer modalidades de estágio, a Instituição de ensino será obrigada a designar, dentre a sua equipe de trabalho, um ou mais profissionais responsáveis pela orientação e supervisão dos estágios. Compete a esses profissionais, além da articulação com as organizações nas quais os estágios se realizarão, assegurar sua integração com os demais componentes curriculares de cada curso. - o estágio profissional supervisionado, correspondente à prática de formação, no curso normal de nível médio, integra o currículo do referido curso e sua carga horária será computada dentro dos mínimos exigidos, nos termos da legislação específica e das normas vigentes.

29 29 O Estágio Supervisionado é componente curricular obrigatório para a obtenção do diploma de conclusão do Curso de Magistério, com habilitação em Educação Infantil e Séries Iniciais do Ensino Fundamental, conforme Parecer CEE nº 316/97. O Estágio Supervisionado está alicerçado nos seguintes dispositivos legais: Parecer CEE N 316/ Alteração Curricular do Curso de Magistério Educação Infantil e Séries Iniciais do Ensino Fundamental, da rede estadual. Resolução CEB Nº 2, de 19 de abril de Institui Diretrizes Curriculares Nacionais para a Formação de Docentes da Educação Infantil e dos Anos Iniciais do Ensino Fundamental, em nível médio, na modalidade Normal. Resolução CNE/CBE Nº 1, de 21 de Janeiro de Estabelece Diretrizes Nacionais para a organização e a realização de Estágio de alunos da Educação Profissional e do Ensino Médio, inclusive nas modalidades de Educação Especial e de Educação de Jovens e Adultos. 1.6 EDUCAÇÃO ESPECIAL SAEDE SERVIÇO DE ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO: DEFICIENTE AUDITIVO O serviço de SAEDE deverá atender os alunos com deficiência sensorial em sua região. Sendo parte integrante do Plano Político Pedagógico da Escola responsável pelo seu funcionamento. O atendimento oferecido ocorrerá em horário oposto ao de Ensino Regular, através do atendimento coletivo ou individual. O espaço físico onde foi instalado o SAEDE deverá ter no mínimo 2,5 metros quadrados, ser bem ventilada e ter localização adequada. A Educação Especial nos SAEDEs, constitui direito da criança de 0 (zero) a 14 (quatorze) anos, com deficiência auditiva. Na Deficiência Auditiva: poderá freqüentar o SAEDE o educando com diagnóstico de surdez moderada, severa ou profunda bilateral, cuja perda interfira no desenvolvimento da linguagem. Para a sondagem da deficiência auditiva os testes padronizados são instrumentos fundamentais, sendo que a escola deverá ser orientada a utilizar os testes de acuidade auditiva para detectar possíveis sinais indicativos de deficiência sensorial. Detectados os sinais indicativos, a escola (diretor, especialista ou professor) deverá orientar a família encaminhando-a aos recursos da comunidade (otorrinolaringologista ou fonoaudiólogo), onde deverá solicitar a estes profissionais os seguintes dados: diagnóstico do otorrinolaringologista e fonoaudiologia, contendo otoscopia, audiologia e exames complementares. De posse destes dados o Integrador de Educação Especial deverá encaminhar a triagem do educando a GESUD para verificar, junto à equipe técnica do Centro de Estudos ao Atendimento da Deficiência sensorial - CEADS, elegibilidade e atendimento em SAEDE DA FINALIDADE E OBJETIVOS DA EDUCAÇÃO ESPECIAL SAEDE Sabe-se que a educação tem como finalidade promover o desenvolvimento de determinadas competências e a apropriação dos conteúdos da cultura necessários para a futura participação na sociedade [...] (BLANCO, 1998, p. 26); portanto, a proposta de integração tem como objetivo garantir o acesso da pessoa com necessidades especiais às oportunidades sociais, educacionais e profissionais, visando a sua preparação para conviver em sociedade. Para efetivar a inclusão do surdo, os profissionais precisam assumir, ações conjuntas: Educação Especial e Ensino Regular, juntamente com a participação da família. O objetivo do SAEDE é promover um espaço onde ocorre a mediação do processo de apropriação e produção de conhecimento dos alunos com deficiência sensorial, através da utilização de recursos específicos e signos visando a sua integração na sociedade. Mais especificamente pretende:

30 30 I - Oferecer o suporte necessário aos alunos com surdez para o acesso ao conhecimento, e estruturação da linguagem (LIBRAS e Língua Portuguesa); II - Elaborar e executar os planos de atividades, conforme as especificidades dos níveis de atendimento; III - Utilizar todos os recursos existentes no estabelecimento de ensino e na comunidade para enriquecer a aplicação das atividades; IV - Motivar o educando a participar das atividades propostas pelo ensino regular; V - Orientar e subsidiar sistematicamente o professor do ensino regular e a turma na qual o aluno está inserido; VI - Promover palestras, encontros com professores, alunos, pais e comunidade escolar para esclarecer assuntos como: O que é surdez? O que causa a surdez? Como se classifica a surdez? Como prevenir? O que é prótese auditiva? Entre outros; VII - Participar de reuniões e de conselho de classe desenvolvidos na unidade escolar em que o aluno esta incluído; VIII - Nas orientações esclarecer e conscientizar a comunidade escolar em relação aos mitos e preconceitos que pôr ventura existam quanto à pessoa com deficiência; IX - Apresentação da professora do SAEDE para a direção, especialistas e professores do ensino regular DA PROPOSTA PEDAGÓGICA DO SAEDE A proposta pedagógica da Educação Especial desta unidade escolar fundamenta-se na Proposta Curricular de Santa Catarina. A Educação Especial é uma modalidade do Ensino Regular. É um organismo vivo e complexo, para que isto aconteça os profissionais precisam assumir ações conjuntas. As atividades a serem realizadas pelo SAEDE enfatizarão a elaboração dos conceitos fundamentais das diferentes áreas do conhecimento mediante a utilização de um amplo repertório de recursos e/ ou instrumentos adaptados, que possibilita aos alunos apropriarem-se do conhecimento de maneira cada vez mais elaborada. Vale ressaltar que trabalhamos com a Comunicação Total e estamos caminhando para o Bilingüismo. A C.T. 2 não é um método, mas uma filosofia, uma forma de viver que se baseia no respeito à diferença. Nesta filosofia são oferecidos ao surdo vários recursos CONTEÚDOS A SEREM TRABALHADOS NO SAEDE ÁREAS ESPECÍFICAS: Língua Portuguesa Matemática Geografia Ciências Religião Inglês História Educação Física, Filosofia, Biologia, Artes, etc... LIBRAS (Língua Brasileira de Sinais): Estrutura de Linguagem (significado e significante); Leitura Orofacial; Alfabeto Manual; Dramatização, Artes Visuais. GRAMÁTICA: Aquisição da linguagem (oral e escrita); Fixação de vocabulário; Estruturação frasais (frases); Concretização dos conteúdos (textos); Interpretação de textos; Conhecimentos gerais (de mundo); Datas comemorativas (cívicas, religiosas e sociais) AVALIAÇÃO NO SAEDE Antes de questionar como avaliar o educando surdo no processo ensino aprendizagem, é necessário tomar consciência e refletir a respeito de que cidadão a escola pretende formar. A avaliação é um instrumento transformador, pois implica numa reflexão crítica sobre a prática pedagógica, no sentido de identificar dificuldades, avanços e resistências. Compete ao professor utilizar este instrumento para questionar constantemente suas propostas de trabalho. Os alunos serão avaliados de forma contínua e qualitativamente, a fim de se verificar os vários momentos da apropriação e produção de conhecimento. 2 ACT Comunicação Total

31 SUGESTÕES DE ATIVIDADES/ ASSUNTOS PARA DESENVOLVER COM AS FAMÍLIAS E ENSINO REGULAR FAMÍLIA Conhecer seu filho; Esclarecer sobre tipos de deficiência classificação como se ouve (audiometria) aparelho auditivo; Respeito às diferenças; Diferença nos atendimentos: SAEDE ER 3 FONO 4 ; Família assumir seu filho e acreditar na capacidade dele; Filmes para facilitar entendimento sobre a surdez; Experiências vivenciadas na família; Ensino de LIBRAS 5, através de brincadeiras com os alunos e professores. ENSINO REGULAR Apresentação Direção Escola Professora; Objetivo do SAEDE; Responsabilidade Professor do ER com o aluno incluso; SAEDE Suporte no ER; ER Trabalhar com a família; ER também procurar o SAEDE; Professor do SAEDE levar informações para o ER; SAEDE planejar o que vai trabalhar no ER; Ex: Levar para o ER atividades lúdicas (kit, jogos, livros e aplicar com os alunos); SAEDE sugerir para o professor do ER a monitoria do aluno surdo nas atividades. 1.7 CURRÍCULOS Em consonância com a lei Complementar n.º 170/98 CEE e de acordo com a legislação específica, o currículo será analisado pela Secretaria de Estado da Educação e aprovado pelo Conselho Estadual de Educação. Com relação à organização curricular, a escola deverá considerar que o currículo dos cursos dos diferentes níveis e modalidades de ensino terá uma base nacional comum e uma parte diversificada, nos termos da Lei n.º 9.394/96 adaptando-se às características da região em que o indivíduo está inserido e observando-se o que segue: Art. 29 [...] I - devem abranger o estudo da língua portuguesa e da matemática, o conhecimento do mundo físico e natural e da realidade social e política, especialmente do Brasil; II - o ensino da arte constitui disciplina obrigatória nos diversos níveis, integrando artistas, grupos e movimentos culturais locais, de forma a promover os diferentes valores culturais dos alunos; III - a educação física é disciplina obrigatória, ajustando-se às faixas etárias e às condições da população escolar, sendo facultativa para os educandos nos cursos noturnos; IV - o ensino de História dará ênfase à História de Santa Catarina, do Brasil e da América Latina e levará em conta as contribuições das diferentes culturas e etnias na construção e desconstrução da história catarinense, brasileira e latino americana; V - na parte diversificada, será incluído, a partir da 5a. série, o ensino de pelo menos uma língua estrangeira moderna, e de mais uma no nível médio, cuja escolha ficará a cargo da comunidade escolar, dentro das possibilidades da instituição. O Currículo do Ensino Médio sofreu algumas alterações em virtude da Lei n.º 9394/96. Sendo assim, a SED vem desenvolvendo o programa de reforma e expansão do Ensino Médio e, nesta nova perspectiva o currículo destacará a educação tecnológica básica, a compreensão do significado da ciência, das letras e das artes, das ciências humanas, do processo de transformação social e cultural, conquistas da história humana e 3 ER Ensino Regular 4 FONO Atendimento Fonoaudiólogo 5 LIBRAS Língua Brasileira de Sinais

32 32 brasileira, e da língua portuguesa como língua materna, geradora de significação e integradora da organização de mundo e da própria identidade. A base nacional comum dos currículos do Ensino Médio deverá contemplar as três áreas do conhecimento escolar. A área de Linguagens e Códigos e suas Tecnologias que compreende conhecimentos em: Língua Portuguesa; Língua Estrangeira Moderna; Educação Física; Artes; Informática. A área de Ciências Humanas e suas Tecnologias, que compreende conhecimentos em: História; Geografia; Filosofia; Sociologia, Antropologia e Política. A área da Matemática e Ciências da Natureza e suas Tecnologias, que compreende conhecimentos em: Biologia; Física; Química; Matemática. A parte diversificada compreende as demais incorporações do Sistema de Ensino, as prioridades estabelecidas no projeto da escola e a inserção do aluno na construção de seu currículo. As Matrizes Curriculares do Ensino Fundamental e do Ensino Médio ficaram unificadas para as unidades escolares da rede pública estadual. Estão definidas no Parecer n.º 461/98/CEE, aprovado em , e autorizadas pela Portaria E/005/SED, de O referido Parecer contempla as Matrizes Curriculares do Ensino Fundamental de 1ª a 8ª série - turno diurno; do Ensino Fundamental de 5ª a 8ª série turno noturno; do Ensino Médio turnos diurno e noturno. Para o ensino noturno foram elaboradas duas matrizes: uma para as escolas que oferecem a disciplina de Educação Física e outra para aqueles que não a oferecem. No Ensino Médio diurno, a escola pode optar por oferecer a disciplina de Educação Física no horário normal de aula ou em horário extra-classe. Com relação às concepções para o planejamento do currículo, concordamos com Amaral e Delgado (2004, p.15) quando informam que: Coll (1996) admite que as decisões sobre o que incluir no Projeto Curricular estão contempladas nos quatro componentes do currículo: a) o que ensinar, que abrange as intenções educativas nos conteúdos; b) quando ensinar: a organização, a integração e a sequenciação dos conteúdos; c) como ensinar: a metodologia do ensino e a intervenção pedagógica, respeitando-se as diferenças individuais e a pluralidade cultural; d) o quê, como e quando avaliar: com a definição prévia de para que avaliar, considerando as duas funções da avaliação: de permitir o ajuste da intervenção pedagógica às características individuais dos alunos e de determinar o grau de consecução das intenções educativas do projeto pedagógico. Com base no que recomenda a literatura pedagógica e visando agilizar e melhorar a operacionalização e apresentação do planejamento curricular desta unidade escolar propomos desde o ano letivo de 2005 uma estrutura padrão deste documento (vide Anexo III). Anualmente se encontra à disposição dos professores o arquivo do planejamento em formato Word, cabendo aos mesmos adequar seu planejamento a esta estrutura.

33 CURRÍCULO DO ENSINO FUNDAMENTAL No Ensino Fundamental a Lei 9394/96 não altera, fundamentalmente, a estrutura curricular utilizada até então, ou seja, mantém a organização em núcleo comum e parte diversificada. O que ocorreu foi a alteração na denominação de algumas disciplinas. O currículo está organizado em forma de conceitos essenciais para cada disciplina. A elaboração conceitual constitui-se em categorias de compreensão da realidade que, quando elaboradas a partir de fundamentos científicos, possibilitam uma melhor maneira de organizar, interpretar e analisar essa mesma realidade. Portanto cada disciplina elegerá seus conceitos essenciais de trabalho, a partir da compreensão dos campos conceituais, dos conceitos que os mesmos correspondem. Assim temos o seguinte organograma conceitual: FUNÇÃO SOCIAL DA ESCOLA Oportunizar às gerações mais jovens a apropriação e elaboração dos conceitos científicos, como meio de exercício da cidadania CAMPOS CONCEITUAIS RELAÇÕES SÓCIOS-CULTURAIS TEMPO ESPAÇO RELAÇÃO COM A NATUREZA classes sociais papéis sociais conflitos sociais relações de produção relação de poder trabalho cronológico histórico diferentes temporalidades político geográfico cultural religioso econômico educacional... caracterização do meio biótico e abiótico domínio sobre a natureza exploração destrutiva da natureza desenvolvimento sustentável impactos ambientais... Os conceitos científicos são produções histórico-culturais que estabelecem relação entre si, com as disciplinas do currículo, com os temas multidisciplinares e com os conceitos cotidianos. Os conteúdos das disciplinas são meios para a apropriação de conceitos L.P. L.E Matem. Artes Ciências Geografia Ed. Fís. História

34 34 Nesse organograma, é importante observar que os conteúdos a serem trabalhados constituem-se em meios para a apropriação dos conceitos essenciais de cada disciplina, estabelecem uma relação com os conceitos essenciais das demais áreas do conhecimento e com os campos conceituais Relações Sócioculturais, Tempo, Espaço e Relações com a Natureza, numa perspectiva interdisciplinar. É importante ressaltar-se que os conceitos acima selecionados foram elaborados por professores habilitados em suas respectivas áreas de conhecimento e tiveram como pressupostos os campos conceituais que perpassam todas as áreas do conhecimento e os textos da Proposta Curricular do Estado de Santa Catarina Disciplinas Curriculares. Esta forma de encaminhamento metodológico poderá ser utilizada nas classes da Educação Infantil, Ensino Fundamental, Educação de Jovens e Adultos e o Ensino Médio desta unidade escolar CURRICULO E CONTEÚDOS NA TURMA DE CORREÇÃO DE FLUXO O trabalho pedagógico na correção de fluxo focará as habilidades de leitura, produção escrita e oral e cálculo; em outras palavras, as quatro disciplinas constituintes do programa centrarão esforços nesta direção e todas as dinâmicas didático-pedagógicas, articuladamente, ensejarão a complexificação das habilidades em baila. O planejamento deverá ser articulado com e entre os quatro professores discutindo coletivamente a postura e a ação docente mais qualificada para que o estudante aprenda a ler, a falar em diferentes contextos sociais de uso da oralidade, a escrever (em) para os diferentes contextos de uso da escrita e a calcular, isto é, possibilitar a compreensão do ambiente natural e social, do sistema político, da economia, da tecnologia, das artes, da cultura e dos valores que fundamentam a sociedade: consolidação da alfabetização com letramento. É inevitável, portanto, o rompimento com o currículo real centrado em informações descontextualizadas e que visam somente à reprodução de um saber pautado nas verdades que a escola presume elegíveis para a formação do aluno. Para isso, a SED está produzindo um elenco de expectativas de aprendizagem para o estudante do programa de correção de fluxo a ser remetido às GEREDs quando do encontro SED/DIEB/GERED em início de fevereiro de Estas expectativas balizarão o planejamento do trabalho docente e, a partir delas, o grupo de professores produzirá o planejamento coletivo para as atividades pedagógicas no ano de 2012 e, semalmente (nas aulas para planejamento), o plano do trabalho pedagógico semanal. 1.8 AVALIAÇÂO DO PROCESSO ENSINO APRENDIZAGEM A Lei n.º 9.394/96 (LDB) e a Lei Complementar n.º 170/98 (CEE), atribuem ao processo avaliativo um novo enfoque, no qual o professor e o aluno, numa relação dialética de ensino e de aprendizagem, são sujeitos deste processo de construção do conhecimento. De outra forma a avaliação deve possibilitar o aperfeiçoamento do processo ensinoaprendizagem. I. Cabe ao professor da disciplina aferir o desempenho do aluno quanto à apropriação de competências e conhecimentos de estudos e atividades escolares. II. Cabe a Direção aferir o desempenho docente previsto no Projeto Político-Pedagógico do estabelecimento de ensino.

35 35 III. Cabe a Direção aferir as condições físicas e materiais que substanciam o processo ensinoaprendizagem. É necessário que o processo educativo seja entendido na sua totalidade e concebido de forma coletiva. Cabe ressaltar, porém, que a avaliação deve ocorrer durante todo o processo pedagógico, com o envolvimento de todos os sujeitos implicados nessa prática, e não ser percebida como uma ação que se concretiza apenas ao final de cada bimestre e do ano letivo. Esta unidade escolar deverá tomar o cuidado de não fazer momentos específicos para avaliação, deixando de intervir no decorrer do processo ensino-aprendizagem. Para que isso ocorra, é importante a participação da direção, especialistas, professores, pais e alunos no acompanhamento dos procedimentos da avaliação do aproveitamento do aluno durante todo o ano letivo. O resultado do desenvolvimento do processo ensino-aprendizagem, depende do empenho, da vontade e da competência de todos envolvidos. Sendo assim deve-se observar o que segue: I. Avaliação do aproveitamento do aluno será atribuída pelo professor da série ou disciplina, registrada em diário de classe e analisada em Conselho de Classe. II. Quando a avaliação for expressa em conceito descritivo, cabe ao Professor estabelecer a equivalência em notas, caso seja necessário. III. Será garantido minimamente aos discentes, novas oportunidades de avaliação como recuperação paralela antes do fechamento das médias bimestrais, prevalecendo o resultado maior obtido, sendo que em hipótese alguma o professor poderá diminuir a nota da prova do aluno. IV. Será garantido acesso a exame final aos alunos que obtiveram média inferior a 7 (sete), e superior a 3,0 (três) VI. O Conselho de Classe é o definidor da aprovação ou não reprovação dos alunos, portanto é indispensável a presença de cada professor da turma ou série e demais profissionais da escola para análise criteriosa da avaliação do aproveitamento e a apuração da assiduidade, não sendo possível decisões isoladas ou alterações de notas por professores ou outro profissional, sem passar pela decisão lavrada em ata do Conselho de Classe que é soberano. VI. A avaliação como processo não depende de números para aprovação ou reprovação, mas do domínio do conhecimento. O professor que segue os princípios da Proposta Curricular tem uma visão e um trabalho de resgate do aluno durante o percurso e nunca utilizará a avaliação como punição. A Resolução n. 158/2008 nos artigos 2.º, 3.º, 4.º e 5.º esclarece como deverá se proceder legalmente quanto ao processo de avaliação nesta unidade escolar: Art. 2º A avaliação do processo ensino aprendizagem considerará, no seu exercício, os seguintes princípios: I - Aperfeiçoamento do processo ensino aprendizagem. II - Aferição do desempenho do aluno quanto à apropriação de conhecimentos em cada área de estudos e o desenvolvimento de competências. Art. 3º A avaliação do rendimento do aluno será contínua e cumulativa, mediante verificação de aprendizagem de conhecimentos e do desenvolvimento de competências em atividades de classe e extraclasse, incluídos os procedimentos próprios de recuperação paralela. Parágrafo único. O caráter cumulativo não se aplica à avaliação por competências na Educação Profissional. Art. 4º A avaliação do rendimento do aluno será atribuída pelo professor da série/ano, da disciplina ou componente curricular, apreciada pelo Conselho de Classe, nos termos do inciso V, do art. 18. Parágrafo único. Na Educação Profissional, se previsto no Projeto Político Pedagógico da escola, a avaliação de que trata o caput deste artigo poderá ser atribuída pelo orientador de curso ou Conselho de Classe. Art. 5º A verificação do rendimento escolar basear-se-á em avaliação contínua e cumulativa, a ser expresso em notas, conceito descritivo ou outra espécie de menção constante no Projeto Político Pedagógico, com prevalência dos aspectos qualitativos sobre os quantitativos e os resultados obtidos durante o ano letivo preponderarão sobre os de exames finais, caso estes sejam previstos no Projeto Político Pedagógico. 1.º É facultado à unidade escolar proceder o registro em mais de uma das modalidades previstas no caput deste artigo. 2.º O Projeto Político-Pedagógico atenderá às diretrizes emanadas desta Resolução, no tocante a critérios de avaliação e percentual mínimo para aprovação ou obtenção do conceito de competência desenvolvida;

36 36 I - quando a avaliação for expressa em conceito, o Projeto Político-Pedagógico deverá estabelecer a equivalência em notas, para conversão em caso de transferência de séries/anos em curso para unidades de ensino que adotam a nota; 3º Na apreciação dos aspectos qualitativos deverão ser considerados a compreensão e o discernimento dos fatos e a percepção de suas relações; a aplicabilidade dos conhecimentos; as atitudes e os valores, a capacidade de análise e de síntese, além de outras competências comportamentais e intelectivas, e habilidades para atividades práticas; 4o A preponderância dos resultados obtidos durante o ano letivo sobre os de exames finais, quando houver, se dará pela conversão da média anual dos bimestres ou trimestres, multiplicada por 1,7 em pontos, cujo resultado, somado ao resultado da multiplicação da nota do Exame final, multiplicada por 1,3, igualmente convertida em pontos, conforme fórmula a seguir: (Média anual dos bimestres ou trimestres x 1,7) + (Nota do exame final x 1,3) > 14 pontos SÃO CONSIDERADOS APROVADOS Os alunos nesta unidade escolar serão aprovados conforme normas da Portaria n.º 20 de 24 de maio de 2010 e da Resolução 158/2008 que preconiza Art. 7º Ter-se-ão como aprovados, quanto à assiduidade, os alunos de freqüência igual ou superior a 75% (setenta e cinco por cento) das horas de efetivo trabalho escolar. Art. 6º Ter-se-ão como aprovados quanto ao rendimento no Ensino Fundamental e Médio Regular, e nas modalidades de Educação de Jovens e Adultos EJA - presencial [...] de Educação Profissional Técnica de Nível Médio: I - os alunos que alcançarem os níveis de apropriação de conhecimento e de desenvolvimento de competências, em conformidade com o art. 5o, 2o desta Resolução, que no seu registro em notas ou conceito, não seja inferior a 70% (setenta por cento) dos conteúdos efetivamente trabalhados por disciplina, ou parâmetro específico previsto no Projeto Político Pedagógico relativo ao desenvolvimento de competências; II - os alunos com rendimento igual ou superior a nota 3,0 (30 % de aproveitamento) na média anual dos bimestres ou trimestres, e inferior ao previsto no inciso anterior e que, após submetidos a exame final, na forma estabelecida pela Unidade de Ensino, alcançarem 14 (catorze) pontos em cada disciplina ou componente curricular, obedecendo,se, para o cálculo da pontuação final, os termos do art. 5º, 4o. 1º Os estabelecimentos de ensino deverão oferecer, a título de recuperação paralela de estudos, novas oportunidades de aprendizagem, sucedidas de avaliação, sempre que verificado o rendimento insuficiente (inferior a 70%) durante os bimestres ou trimestres, antes do registro das notas bimestrais ou trimestrais. 2º Para atribuição de nota resultante da avaliação das atividades de recuperação paralela de estudos, previsto no parágrafo anterior, deverá ser utilizado o mesmo peso da que originou a necessidade de recuperação, prevalecendo o resultado maior obtido. 3º As atividades referentes ao cumprimento do 2º e do 5º deste artigo deverão ser planejadas pelos professores, juntamente com a coordenação pedagógica (ou equivalente) da escola. 4º O estabelecimento de ensino que optar, em seu Projeto Político-Pedagógico, por oferecer exame final para alunos da Educação Básica e na Educação Profissional Técnica de Nível Médio, deverá oferecer, a título de recuperação de estudos, novas oportunidades de aprendizagem dos conteúdos em que os alunos tiveram rendimento insuficiente durante o ano letivo, e posteriormente, oferecer o exame final que será elaborado tendo por base estes estudos de recuperação. 5o O espaço de tempo entre o resultado final do último bimestre ou trimestre e os exames finais, quando oferecidos pela unidade escolar, deverá ser de, no mínimo cinco dias, com planejamento específico que atenda o disposto no 3o deste artigo. 6o Considerar-se-á não aprovado, quanto ao rendimento, o aluno que não alcançar os mínimos estabelecidos por esta Resolução. 7o O aluno que não alcançar rendimento, conforme incisos I, II e III deste artigo, em até duas disciplinas, terá direito à progressão parcial e fará dependência das mesmas, conforme estabelecido no Projeto Político-Pedagógico e demais normas vigentes. 8o O disposto no parágrafo anterior aplicar-se-á a partir das duas últimas séries/anos do Ensino Fundamental até a última série/ano do Ensino Médio. 9o A escola poderá, a seu critério, e à vista de solicitação do aluno, antecipar as avaliações dos estudos referentes a disciplina ou disciplinas cursadas em regime de dependência, em até 01 (um) semestre letivo, devendo as verificações do rendimento abranger o conteúdo integral dos referidos componentes curriculares. 10 O aluno fará dependência, no estabelecimento que detiver a sua matrícula, excetuando-se os casos de alunos matriculados em unidade escolar que não oferecem a série/ano na qual o aluno deverá cursar disciplina em dependência em outro turno. 11 O Projeto Político Pedagógico deverá prever adequações curriculares e adoção de estratégias, recursos e procedimentos diferenciados, quando necessário, para a avaliação da

37 37 aprendizagem dos alunos com necessidades especiais, em atendimento à Resolução CEE/SC nº 112/ O registro das notas, no Boletim ou equivalente, bem como no Histórico Escolar, deverá especificar a média dos bimestres ou trimestres e a pontuação obtida no Exame Final de acordo com o art. 5º, 4º, juntamente com a observação quanto à situação de aprovado ou reprovado. A avaliação e o seu resultado não podem ser fragmentados em tempos determinados e em espaços rígidos, deve ser contínua. Deverá orientar as decisões do professor no planejamento do seu fazer pedagógico para que possa ir além do nível de desenvolvimento real dos alunos, comprometendo-se com a dinâmica do processo de aprendizagem deste aluno. A UE pode oferecer novas oportunidades de avaliação, sempre que verificado o aproveitamento insuficiente durante os bimestres, assegurando a promoção de recuperação paralela e prevalecerá o resultado maior obtido. Estas decisões cabem ao Conselho de Classe em conjunto com o professor da disciplina. I. O aluno que não for aprovado, em até duas disciplinas, tem direito à progressão parcial e fará dependência das mesmas, esta progressão fica assegurada aos alunos do Ensino Médio e aos alunos da 7.ª e 8.ª série do ensino fundamental. II. Será dada preferência para que o aluno faça a dependência, nesta UE conforme sua matrícula; III. No caso de transferência com a condição de dependência, e a escola não oferecer dependência em horário oposto as aulas, o aluno poderá ser avaliado para fins de reclassificação. IV. Serão aprovados, quanto à assiduidade, os alunos com freqüência igual ou superior à 75% (setenta e cinco por cento) das horas letivas de efetivo trabalho escolar; V. Considerar-se-ão não aprovados, quanto ao aproveitamento de estudos, os alunos que não alcançarem os mínimos estabelecidos pela Resolução n.º158/2008, consubstanciados na legislação em vigor e explicitados neste Projeto Político-Pedagógico; Cabe a UE expedir históricos escolares, declarações de conclusão de série e diplomas e certificados de conclusão de curso, com as especificações cabíveis, com abrangência a todas as modalidades e níveis de ensino praticados por ela RECUPERAÇÃO PARALELA DE ESTUDOS A Lei Complementar n.º 170/98, em seu art. 26, inciso VII, assim determina: as escolas de educação básica devem proporcionar estudos de recuperação, de preferência paralelos ao período letivo, aos educandos que demonstrem aproveitamento insuficiente no decorrer do ano escolar a serem disciplinados em seus programas. Segundo o Parecer n.º 05/97/CNE, Os estudos de recuperação continuam obrigatórios e a escola deverá deslocar a preferência dos mesmos para o decurso do ano letivo. [Desta forma, a recuperação] aperfeiçoa o processo pedagógico uma vez estimula as correções, enquanto o ano letivo se desenvolve, do que resultar apreciável melhoria na progressão dos alunos com dificuldades que se projetam nos passos seguintes. Há conteúdos nos quais certos conhecimentos se revelam muito importantes para aquisição de outros com eles relacionados. Considerando, ainda, o Parecer n.º 12/97/CNE, é indispensável que o alunos sejam alvo de reavaliação, também paralela. Está previsto neste Projeto Político Pedagógico, uma vez que, Em se tratando de alunos com baixo rendimento, só a reavaliação permitirá saber se terá acontecido a recuperação pretendida. E, constatada essa recuperação, dela haverá de decorrer a revisão dos resultados anteriormente anotados nos registros escolares, como estimulo ao compromisso com o processo. Estudo e avaliação devem caminhar juntos, como é sabido, onde está a avaliação é o instrumento indispensável, para permitir que se constate em que medida os objetivos colimados foram alcançados. [...] As notas ou outras formas de registro não deverão ter importância acima de seu real significado. Serão apenas registrados passíveis de serem revistos segundo critérios adequados, sempre que forem superados por novas medidas de avaliação, que relevem progresso em

38 38 comparação a estágio anterior, por meio de avaliação a ser sempre feita durante e depois de estudos visando a recuperação de alunos com baixo rendimento. (Parecer n.º 12/97/CNE). Pelo Parecer n.º 05/97/CNE, anteriormente citado, a escola poderá voltar a oferecer estudos de recuperação, depois de concluído o ano ou o período letivo regular, aos alunos que, a despeito dos estudos paralelos de recuperação, ainda permanecerem com dificuldades. Faz-se, necessário ressaltar que o tempo destinado aos estudos de recuperação não poderá ser computado no mínimo das oitocentas horas anuais que a lei determina, por não se tratar de atividade a que todos os alunos estão obrigados. A recuperação paralela será oportunizada a todos os alunos dando-se ênfase ao resgate do conteúdo não apreendido. Após a aplicação de duas avaliações regulares no bimestre, ocorrerá uma terceira, a título de recuperação, que substituirá a menor nota conforme a resolução 158/2008/CEE/SC explicitados no artigo 6.. As avaliações regulares apontarão os problemas ocorridos parcialmente ao longo do bimestre, que serão recuperados mediante a avaliação de recuperação paralela, como preparação para a atividade final. Para efeito de cumprimento de horário e dia letivo, será considerado dia normal de aula. Ao longo do bimestre cada aluno deverá ter no mínimo 03 (três) notas, sendo obrigatoriamente aplicado pelo professor no mínimo uma avaliação individual escrita, devendo as mesmas estar registradas claramente no livro de chamada do professor DO AVANÇO NOS CURSOS OU SÉRIES A) Aproveitamento de Estudos É o reconhecimento dos estudos feitos (com comprovação) pelo aluno na série e ocorre quando o aluno for reprovado em alguma disciplina em escola que não oferece progressão parcial (dependência). Neste caso, o aluno deverá repetir a série, e a escola considerará o conhecimento e a aprendizagem nas disciplinas em que já logrou êxito. Sendo assim, nas disciplinas em que foi aprovado no ano anterior, não poderá ser reprovado, entendendo-se que o aluno não desaprende. B) Progressão Parcial (dependência) Conforme prevê a legislação, esta escola adota a progressão regular por série para o Ensino Fundamental e Ensino Médio sendo que o aluno avançará para a série seguinte, usando paralelamente disciplinas em que foi reprovado na série anterior. No Ensino Médio e no Magistério, o aluno que não obtiver aproveitamento necessário em até 2 (duas) disciplinas poderá avançar para a série seguinte e fará dependência dessas disciplinas. É importante observar que a dependência é um dispositivo, com amparo legal, criado no sentido de dinamizar o processo de ensino-aprendizagem, oportunizando ao aluno que apresentou problemas quanto ao domínio dos conteúdos de determinada (s) disciplina (s) o alcance de um melhor êxito. O aluno precisa ser preparado para uma melhor responsabilidade e consciência dos seus atos, de modo que compreenda a necessidade da dependência, não como uma alternativa facilitadora ou um paliativo oportuno, mas como uma forma indicativa de que está sendo avaliado, valorizado e incentivado quanto ao que ele possa produzir intelectualmente. Nos casos em que a escola receber alunos com dependência, pode-se observar o que dispõe a Resolução 158/2008/CEE. Cabe ressaltar ainda quanto à progressão parcial (dependência), que na Portaria n. 27/2009, que trata da sistemática de Avaliação do Processo de Ensino Aprendizagem, assim estabelece: Art. 9.º... completar aqui Esclarecemos que a Educação de Jovens e Adultos não oferece progressão parcial (dependências).

39 39 O aluno em dependência deve comparecer em todas as aulas da disciplina que precisa de aprovação. A escola deve organizar o horário e o enturmar o aluno que receberá boletim bimestral com suas médias da dependência em separado. O aluno não poderá ser liberado pela escola para não assistir aulas da disciplina de dependência, justificando que não precisa de freqüência. É responsabilidade da escola administrar esta situação, oferecendo oportunidades a todos os alunos. Quanto ao cumprimento da dependência, a partir do segundo semestre letivo, é possível que o aluno resgate o conteúdo a partir do acompanhamento do seu desempenho pelo professor da disciplina possa ser aprovado na disciplina. C) Classificação Classificar significa posicionar o aluno em série compatível com sua idade, conhecimento e experiências, podendo ser feita: A) por promoção para alunos que cursaram com aproveitamento, na própria escola; B) por transferência para alunos procedentes de outras escolas; C) por avaliação independentemente de comprovação de escolarização anterior, mesmo que não tenha certificação formal, mediante classificação, feita pela escola, que avalia o conhecimento e a experiência do aluno permitindo sua matrícula na série. D) Reclassificação Reclassificar significa reposicionar o aluno na série, diferente daquela indicada em seu histórico escolar, tendo como base as normas curriculares gerais. A oportunidade para a reclassificação se dá na forma das seguintes leis: LDB 9394/96 art 24, inciso II, item C, Lei Complementar n.º 170/98 no seu artigo 26 inciso IV, item E, na Resolução 23/2000 e no CEE artigo 16,17,18 e 19. A reclassificação só poderá ser feita se o aluno estiver matriculado e nas seguintes situações: A) Avanço de séries ou cursos por alunos com comprovado desempenho. Sendo assim esta escola oferece ao aluno a oportunidade de concluir, em menor tempo, séries ou cursos, desde que apresente conhecimento, com comprovado desempenho. B) Transferência entre estabelecimentos situados no país e no exterior, posicionando o aluno na série adequada. A responsabilidade pela operacionalidade da reclassificação e avanços nos cursos e séries dos alunos é desta Unidade Escolar, sendo que a decisão de reclassificação será considerada de caráter essencialmente pedagógico. Para resguardar os direitos dos alunos e os direitos desta escola, sua concretização será atribuição de uma banca examinadora. Esta banca examinadora submeterá o aluno a avaliação de conhecimento e experiência, para definir e comprovar a matrícula na série correspondente. Ressalta-se que a LDB no seu art. 23, ao tratar da reclassificação, valoriza o conhecimento e experiência do aluno, não fazendo referência à freqüência mínima exigida. Portanto, se não for cumprido este mínimo exigido, nada impede que o aluno continue seus estudos no período letivo seguinte. Ainda assim esta Unidade Escolar considera a freqüência às aulas um dos fatores importantes para a aprendizagem do aluno, cabendo a todos os órgãos que compõem esta escola, estimularem a presença do aluno nas aulas, para que seja cumprido o mínimo estabelecido em lei. Caso o aluno não obtenha os setenta e cinco por cento de freqüência mínima exigida, mas tenha suficiente aproveitamento, esta escola pode submetê-lo a um processo de avaliações, conforme já mencionado, o que permitirá a sua matrícula na série subseqüente (reclassificação). É necessário salientar que a reclassificação em decorrência de o aluno não ter a freqüência mínima exigida para a aprovação deve ser entendida como uma situação especial, construída e decidida coletivamente, sem acarretar prejuízo ao aluno. O avanço nos cursos ou séries, por classificação, poderá ocorrer sempre que se constatar apropriação pessoal de conhecimento por parte do aluno e combinado com a idade. Para o trâmite legal da reclassificação observar-se o que segue:

40 40 I. A banca de avaliação, neste caso, será designada pela direção da escola, constituída por membros do corpo docente e de profissionais do serviço de apoio da instituição. II. A iniciativa de propor o avanço nos cursos ou séries cabe à escola após ter ouvido o Conselho de Classe e consultado o aluno, os pais e/ou responsáveis. III. Deverá ser feita uma prova para cada disciplina, onde depois de realizado um Conselho de Classe serão arquivadas na pasta do(a) aluno(a). IV. Neste processo participam o(s) professor(es) da turma, os especialistas e/ou assistente técnico pedagógico e direção. V. Após as provas haverá uma reunião do Conselho Deliberativo para aprovar ou não o(a) aluno(a). VII. Todas as etapas deste processo deverão ser devidamente registradas em atas AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM NA TURMA DE CORREÇÃO DE FLUXO Deve diagnosticar a aprendizagem através de atividades de verificação a fim de levantar dados para, a partir deles, reorganizar o processo pedagógico rumo ao êxito do estudante. Dever ser realizada por todos os envolvidos, incluindo alunos e pais, a partir das atividades realizadas e dos objetivos alcançados. Cabe a GERED e a escola org anizar formas de relatar (registrar) o processo de aprendizagem de cada estudante. O foco se dá no diagnóstico do processo pedagógico para que se tome a(s) decisão(ões) adequada(s) no sentido de que o estudante tenha formação básica ensejada e descritas no planejamento articulado e elaborado pelos professores desta turma. 1.9 NORMAS DE ORGANIZAÇÃO E CONVIVÊNCIA DA COMUNIDADE ESCOLAR Com a finalidade de aprimorar o bom funcionamento dos trabalhos escolares, a articulação dos vários serviços e a interação qualitativa entre diferentes atores que integram o contexto da escola, para o desenvolvimento do presente Projeto Político Pedagógico, fazse necessário estabelecer normas de gestão e convivência voltadas para toda a comunidade escolar, inclusive na extensão do Ensino Médio que funciona na escola João Fernando Sobral localizada no Bairro Bela Vista do município de Porto União. As normas de gestão e convivência visam orientar as relações profissionais e interpessoais que ocorrem no âmbito da escola, bem como as sanções e recursos cabíveis. Estas normas fundamentam-se em princípios de solidariedade, ética, pluralidade cultural, autonomia e gestão democrática e foram e serão elaboradas e reelaboradas com a participação representativa dos envolvidos no processo educativo pais, alunos, funcionários, professores e direção. Deverão estar em consonância com as disposições legais aplicáveis a cada uma das normas estabelecidas no Projeto Político Pedagógico, no Estatuto dos Funcionários Públicos Civis, no Estatuto do Magistério Público do Estado, na consolidação das Leis de Trabalho e no Estatuto da Criança e do Adolescente. Estas normas devem contemplar, entre outros aspectos: os princípios que regem as relações profissionais e interpessoais; os direitos e deveres dos participantes do processo educativo; as formas de acesso e utilização coletiva dos diferentes ambientes escolares; a responsabilidade individual e coletiva na manutenção de equipamentos, materiais, salas de aula e demais ambientes NORMAS PARA OS DOCENTES E SEU DESEMPENHO NAS ATIVIDADES PEDAGÓGICAS Professor, nossa Escola recebe-o com muito carinho e sente-se feliz por poder contar com sua colaboração para o bom andamento da mesma na difícil tarefa de nossa profissão. Para que suas atividades educacionais possam ser melhores realizadas, organizamos algumas normas para que o desempenho dos professores seja dentro de uma linha de trabalho, comum a todos e assim possamos usar uma mesma linguagem no dia a dia.

41 41 A) HORÁRIOS DE FUNCIONAMENTO DESTA UNIDADE ESCOLAR MATUTINO:- início : 7 h 45 min. término 11h 45 min. VESPERTINO:- início: 13 h término 17 h 00 min Ensino Fundamental Cada aula tem duração de 45 min. NOTURNO:- início: 19 h término 22 h 35 min. Cada aula tem duração de 40 min. Em casos de atraso não haverá tolerância e o aluno deverá entrar somente na segunda aula, salvo em casos especiais justificados junto à Direção e ou especialistas. No caso de atraso noturno haverá tolerância de 15 min, mediante apresentação de declaração de trabalho por parte do(a) aluno(a). Alunos que tenham problemas com horário deverão apresentar justificativa por escrito anexando comprovante de residência junto à Direção para a emissão de uma carteirinha de ingresso e/ou saída antecipada de fora do horário. Nenhum aluno pode ser dispensado fora do horário sem o conhecimento prévio da Direção. O Horário das aulas deve ser respeitado integralmente. Não compete ao professor trocar o horário de sua(s) aula(s) com outro professor sem o conhecimento e autorização da Direção/Supervisão da Escola. É de responsabilidade do professor manter com atividades, o aluno em sala de aula. Mesmo nos dias de prova estas devem ser dosadas de tal forma que o aluno não saia da sala, antes de ter passado pelo menos dois terços do horário da aula. Casos terminem a avaliação os alunos não deverão interferir em outras atividades realizadas na escola. C) HORA CÍVICA Em data e horário, com calendário organizado antecipadamente, encontra-se na sala dos professores, a relação das turmas responsáveis pela Hora Cívica que se realiza, semanalmente, em sistema de rodízio. Cabe ao professor Conselheiro e/ou Regente auxiliar na organização e apresentações da sua turma durante a Hora Cívica, devendo o mesmo apresentar alguma atividade que ressaltem as datas comemorativas referentes a data da apresentação da turma. Também o professor conselheiro pode auxiliar a turma a ensaiar o hino estipulado no cronograma bem como providenciar a apresentação de alguma atividade com antecedência. A presença do professor e dos alunos a este ato cívico é imprescindível. Observando-se rodízio dos dias, será cantado o Hino Nacional, o de Santa Catarina e/ou outro hino cívico, bem como apresentações relativas a datas comemorativas. Na medida do possível, os alunos serão incentivados a portar as letras dos hinos cívicos durante esta atividade. O equipamento de som deverá estar devidamente instalado e em bom funcionamento com antecedência. O mesmo deverá ser operado antes, durante e após esta atividade, por um membro habilitado. A hora cívica está incorporada na hora aula, o professor responsável por aquele horário já está em atividade, portanto deve se responsabilizar por sua turma, acompanhando-a junto ao pátio. D) PROJETO HORA DA LEITURA Semanalmente será levado a efeito o Projeto Hora de Leitura, cujo cronograma rotativo é renovado semestralmente e se encontra afixado na sala dos professores, nas salas de aula, na secretaria e murais da escola. Este é um momento de união, em que todas as turmas com seus respectivos professores devem parar para ler. É a grande oportunidade que temos para colocarmos em dia nossa necessidade de atualização, através da leitura.

42 42 A adesão ao cronograma rotativo da Hora da Leitura implica no nível de comprometimento que os profissionais da educação tem com a escola. O aluno deverá ser orientado por todos os envolvidos na unidade escolar para que providencie o material de leitura. O professor comprometido deverá organizar uma forma de cobrança da leitura realizada, bem como providenciar material de reserva, colaborando assim para o bom andamento deste projeto. D) PLANEJAMENTO O professor deve, a cada ano, renovar o planejamento de suas disciplinas, de acordo com as necessidades de sua clientela fundamentado e com base neste projeto político pedagógico, respeitando-se também os parâmetros do currículo da disciplina em questão. Este planejamento deverá ser entregue à supervisão escolar e/ou Direção em data a ser definida na primeira reunião do ano letivo. De outra forma o professor deverá seguir o modelo padrão de Planejamento desta U.E. que se encontra disponível para cópia no Serviço de Supervisão e Orientação Escolar. Cada professor deverá construir o seu planejamento, sendo que os mesmos serão arquivados na Direção para consulta pela comunidade escolar, e não poderão ser retirados desta unidade escolar. O professor que não cumprir o prazo de entrega do planejamento estará sujeito as punições previstas no Estatuto do Servidor Público, sendo encaminhado conforme o caso, ao Conselho Deliberativo para análise da situação e providências cabíveis. No Anexo II deste documento se encontra o modelo de estrutura do planejamento curricular adotado por esta unidade de ensino. O professor que não entregar os seus planejamentos no prazo determinado, receberá as punições previstas na forma da lei e deste documento. E) DIÁRIOS Cada professor recebe seus diários de classe bimestralmente. Os mesmos devem ser mantidos atualizados inclusive com a chamada realizada em todas as aulas diariamente. Ao final de cada bimestre, há o dia estabelecido para entrega e protocolo dos mesmos à Supervisão Escolar, contendo: presenças, faltas, números de aulas dadas de acordo com o calendário escolar, notas bimestrais e assuntos ministrados. Para que não haja atrasos na entrega dos boletins, cada professor deve preencher o mapa de notas que deverá ser entregue no dia do conselho de classe para devido protocolo junto à Direção. Para os alunos desistentes deverá ser colocado o número de faltas e nota 1,0 (um). Para as alunas gestantes em licença deverá ser colocada falta, e caso os exercícios domiciliares e/ou prova solicitado pelos professores não tenham sido atendidos em tempo hábil lançar-se-á nota 1,0 (um). Em hipótese alguma o diário de classe poderá conter rasuras, uma vez que se constitui num documento legal da escola. Em caso de rasuras o professor deverá refazer o diário. Cabe ao professor registrar as formas de avaliação e de recuperação paralela no diário de classe de forma clara, inteligível e sem rasuras por toda a comunidade escolar. O professor que não cumprir os prazos determinados para entrega de diários de classe com notas bimestrais, receberá as punições previstas no Estatuto do Servidor Público mediante o Conselho Deliberativo da Escola. F) CHEGADAS COM ATRASO DO PROFESSOR Conforme a legislação contida no Estatuto dos Servidores do Magistério Público Estadual, lei n.º 6.844/86 será observado o seguinte:

43 43 Art O membro do magistério perderá: I os vencimentos do dia, quando faltar ao serviço sem justificativa válida; II um terço dos vencimentos do dia, quando comparecer ao serviço com atraso máximo de até 30 (trinta) minutos, ou quando se retirar antes de terminado o horário de trabalho, a cada três (03) chegadas atrasadas ou saídas antecipadas. III- [...] Art. 207 O membro do magistério é obrigado a avisar à sua chefia imediata no dia em que por doença ou força maior, não puder comparecer ao serviço. 1.º - As faltas ao serviço por motivo de doença só serão justificadas para fins disciplinares de anotação e assentamento individual e de pagamento, se a impossibilidade de comparecimento fora atestada pelo órgão médico oficial. 2.º - As faltas em serviço por doença em pessoa da família serão analisadas e poderão ser justificadas para os fins previstos no parágrafo anterior. Art. 208 as faltas ao serviço por motivos particulares não serão justificadas para qualquer efeito, computando-se como ausência o sábado e domingo, ou feriado, quando intercalados. G) CONSELHO DE CLASSE O não comparecimento do professor ao Conselho de Classe, prejudica o bom andamento da escola e, ao professor, será atribuída falta caso a justificativa não seja aceita. A falta do professor ao Conselho de Classe não o exime da responsabilidade de entregar o mapa das notas no dia marcado para não prejudicar a operacionalização desta reunião. Nesta data (os dias do conselho) os livros de chamada deverão estar completos no que se refere ao bimestre em questão, e serão entregues após o Conselho, sendo os mesmos protocolados por ocasião da entrega. Caso o professor deixe alguma nota em branco será lançado nota 1,0 (um) pela secretaria. Por ocasião da convocação para a participação no conselho de classe será elaborado um cronograma contendo o horário das turmas que deverá ser respeitado por todos os participantes do conselho. H) CURSOS DE CAPACITAÇÃO DOS PROFESSORES Os Professores participam dos cursos de aperfeiçoamento para que sua atualização possa ser contínua e assim possam corresponder melhor às expectativas da escola em relação ao seu trabalho, mesmo que não tenham necessidades de pontos para acesso. A saída dos professores para freqüentarem cursos se dá na forma da lei. Algumas vezes o professor por falta de opção, precisa assumir uma disciplina para a qual não se sente bem preparado e seguro. Ao aceitar tal situação, este professor deverá procurar a equipe técnico-pedagógica para que lhe forneça orientações metodológicas e indique bibliografias condizentes a fim de que ele possa desempenhar o seu trabalho profissional. I) ESTÁGIÁRIOS DE OUTRAS INSTITUIÇÕES Todos os estagiários devem se apresentar pessoalmente ao S.O.E. portando os papéis de encaminhamento da sua instituição de origem. Será proposto a opção de séries e horários, cabendo ao S.OE, conversar com o professor regente sobre a viabilidade desta atividade. Não será agendado estágio por telefone. Logo após o aceite do estagiário pelo professor regente da disciplina será registrado as horas e os dias de estágio nesta unidade escolar. Será fornecido ao estagiário um papel contendo a disciplina, a carga horária, o nome do professor regente e as datas do estágio que deverá ser entregue ao professor regente. Somente será aceito um estagiário em cada aula e em cada turma, exceto em casos especiais que serão decididos em comum acordo pela direção, professores e especialistas. Será elaborado um quadro dos estagiários que estará à disposição dos professores desta Unidade escolar na sala de Orientação e Supervisão Escolar.

44 44 Ao receber estagiários em sua sala, o professor regente deverá permanecer durante a aula, observando o desempenho dos mesmos e fazendo anotações que se fizerem necessárias conforme ficha que lhe for apresentada. O estagiário que agendar o seu estágio e não comparecer nos dias marcados sem apresentar justificativa consistente perderá a oportunidade de estágio. Somente será assinada a ficha de avaliação e freqüência após o cumprimento de todas as obrigações inerentes ao estágio, inclusive a entrega das notas e avaliações realizadas ao professor regente. Se algum professor desta unidade escolar tiver dificuldade em avaliar o estagiário, o mesmo deve procurar o professor responsável pelo estagiário na instituição de nível superior a que pertence o estagiário. Somente serão recebidos estagiários até o final do mês de outubro. J) ALUMAPE- AMOSTRA LÚDICA DE MATERIAIS PEDAGÓGICOS : realiza-se no 4º bimestre, em forma de exposição e troca de experiências, para participar, cada aluno deve escolher, no mínimo duas atividades realizadas durante os estágios para expor neste evento NORMAS DOS ESTÁGIOS SUPERVISIONADO E PRÁTICA DE ENSINO DAS INSTITUIÇÕES DE ENSINO SUPERIOR O estágio Supervisionado e a Prática de Ensino na Formação de Professores estão pautados na legislação vigente e em especial na Portaria n.º 05 de 17/04/2008. As diretrizes para a realização de Estágio Supervisionado e de Prática de Ensino de cursos de Licenciatura nas EEBs da Rede Pública Estadual têm o intuito de subsidiar os encaminhamentos e definições das ações que permeiam esse processo que, em uma instância mais ampliada, tem a finalidade também de garantir a qualidade da Educação Básica ofertada na Rede Pública Estadual. A relação interinstitucional dar-se-á através de assinatura de Convênios entre a SED, como Concedente, a SDR, como Interveniente e a IES, como Convenente. Atribuições das Instituições de Ensino Superior IES 01. Apresentar à Supervisão de Educação Superior do órgão Regional de Educação, no início de cada semestre letivo, a relação dos acadêmicos de cada licenciatura que estarão em fase de estágio.. Elaborar, no início do semestre, um calendário para a realização do Estágio Supervisionado e da Prática de Ensino, em comum acordo com o órgão Regional de Educação. 03. Apresentar ao órgão regional de Educação e às Unidades de Ensino o coordenador de estágio dos cursos de licenciaturas. 04. Promover a integração e o aperfeiçoamento dos professores das unidades de ensino, campos de estágio, através de cursos, seminários, mostras, eventos e outras atividades. 05. Encaminhar com antecedência, os programas, planos de ensino das disciplinas e projetos de trabalho que serão desenvolvidos no estágio supervisionado e na prática de ensino à Unidade de Ensino, campo de estágio, para ciência e concordância, considerando a Proposta Curricular do Estado de Santa Catarina e o Projeto Pedagógico da Unidade de Ensino. 06. Disponibilizar os relatórios finais do Estágio Supervisionado e da Prática de Ensino às unidades de ensino, campo de estágio. 07. Organizar os acadêmicos, inserindo-os no campo de estágio, de forma que possam conhecer a realidade escolar. 08. Efetuar seguro de acidentes pessoais para o acadêmico e firmar o Termo de Compromisso de Estágio como convenente. 09. Promover seminários para apresentação dos projetos desenvolvidos nas escolas, durante o período do estágio. 10. Disponibilizar, para a formação continuada de professores, os resultados do Estágio Supervisionado e Prática de Ensino, promovendo a integração da IES com a escola pública estadual, objtivando a melhoria da qualidade do processo ensino-aprendizagem. 11. Organizar o Estágio Supervisionado e Prática de Ensino em parceria com o órgão regional de Educação e a Unidade de Ensino.

45 Designar um professor supervisor ou orientador responsável pela disciplina ou modalidade de estágio para acompanhar os acadêmicos na Unidade de Ensino, campo de estágio. 13. Elaborar, no final do semestre, relatório síntese do estágio realizado e apresentar em reunião regional de avaliação juntamente com os Supervisores de Educação Superior e de Educação Básica e Profissional. 14. Emitir certificado de formação em serviço para o professor das unidades de ensino que participar como supervisores de estágio. 15. Indicar um orientador de estágio presencial, em cão de curso de licenciatura oferecido na modalidade presencial e a distância. 16. Propor, a qualquer tempo, rescisão do convênio se ocorrer inadimplemento de qualquer uma das condições. Atribuições das Unidades Escolares campos de Estágios 01. Informar à IES e ao Órgão Regional de Educação o desempenho do acadêmico.. Receber os acadêmicos e facilitar o acesso às informações necessárias à realização e atualização do diagnóstico da realidade escolar. 03. Inserir os acadêmicos nos projetos, trabalhos específicos, considerando as metas previamente estabelecidas nas Unidades de Ensino, supervisionadas pelo órgão Regional de Educação. 04. Orientar e acompanhar os acadêmicos na área de formação pretendida, garantindo professores devidamente habilitados na área de formação do acadêmico. 05. Solicitar à IES a suspensão do acadêmico que por motivo de natureza técnica, administrativa ou disciplinar, não for considerado apto a continuar suas atividades de estágio. 06. Encaminhar o acadêmico ao professor responsável pelo estágio. 07. Apresentar o acadêmico aos segmentos da Unidade de Ensino. 08. Responsabilizar-se pelo acompanhamento do acadêmico pelo professor regente. 09. Acompanhar e avaliar o desempenho do acadêmico. 10. Garantir o cumprimento da carga horária proposta e assinar documentação pertinente. Atribuições dos Acadêmicos Estagiários 01. Assinar o termo de compromisso de estágio e respeitar suas normas.. Apresentar o plano de estágio ao responsável na Unidade de Ensino para aprovação. 03. Respeitar as normas desta unidade de ensino. 04. Comparecer ao local de estágio, pontualmente, nos dias e hora estipulados. 05. Desenvolver atividades com responsabilidade, participação, criatividade e análise crítica. 06. Estabelecer bom nível de relacionamento interpessoal e respeitar a ética profissional. 07. Apresentar à Unidade de Ensino o relatório final de estágio. 08. Informar a Unidade de Ensino sobre possíveis alterações na proposta de estágio. A escola também oferece estágio remunerado pelo CIEE NORMAS PARA O CORPO DISCENTE 01) As aulas têm início às 7h 45 min, 13h e 19h. Após o sinal o portão será fechado. No caso de menor de idade, poderá entrar e ficar no pátio da escola, salvo acompanhado de pais ou responsáveis ou justificativa por escrito. Nos casos omissos, a entrada dar-se-á na 2ª aula. Em caso de atraso nos exames finais, será tolerado o tempo de 10 minutos. O aluno deverá seguir o horário especial estabelecido e afixado nos murais da escola. A cada três chegadas tardias, o aluno será advertido pelo Serviço de Orientação Escolar e os pais e/ou responsáveis serão comunicados em caso de menor de idade. Em horário de aula, o aluno que estiver fora de sala sem o prévio consentimento, será indagado pelos professores, funcionários, equipe pedagógica e/ou pela Direção, sendo que quando necessário será encaminhado para a Direção. ) Os alunos dos períodos matutino e vespertino deverão usar o uniforme escolar. No período noturno seu uso é facultativo, não sendo permitido o uso de roupas inadequadas ao ambiente escolar. (mini-blusa, decotes, short, etc). A obrigatoriedade do uso do uniforme é discutida e aprovada em Assembléia Geral da Associação de Pais e Professores - APP. Os alunos terão um prazo de 30 dias a contar do início do ano letivo para usar o uniforme completo. Caso este prazo não possa ser cumprido o mesmo deverá apresentar uma justificativa por escrito.

46 De acordo com o cronograma da SEED todos os alunos do Ensino Fundamental recebem um kit de material escolar e uniforme. 03) Considerando que o boné e outras vestimentas que cobrem a cabeça é cobertura, ficará a critério do professor regente de cada aula proibir ou permitir o seu uso visando o bom andamento das atividades escolares. 04) Durante as aulas, não será permitido o trânsito de alunos pelos corredores. 05) O telefone público, instalado dentro deste estabelecimento, deverá ser usado somente em casos urgentes e preferencialmente no horário do recreio. 06) As aulas não deverão ser interrompidas para: recados alheios às atividades, entrega de material, flores, etc. 07) Os hinos cívicos serão cantados pela comunidade escolar nos horários previstos em calendário específico conforme as normas previstas no item Hora Cívica deste projeto. 08) A ausência maciça de alunos da mesma turma sem o consentimento da Direção, caracteriza desrespeito à organização escolar e será passível de advertência por escrito. 09) O aluno deverá respeitar o corpo docente, discente e funcionários do educandário. 10) Os casais de alunos que forem encontrados namorando em atitudes desrespeitosas, serão advertidos ou convidados a se retirar do estabelecimento, conforme a gravidade. 11) Para que os alunos realizem qualquer atividade extra-classe que envolva arrecadação de dinheiro ou brindes, deverão solicitar autorização por escrito da direção. As promoções autorizadas pela escola são: cantina, rifas e outras atividades que deverão ser submetidas à avaliação da escola em comum acordo com a Direção, Professores, Conselho Deliberativo e Pais. 12) Será de responsabilidade dos alunos o cuidado com o patrimônio escolar, comprometendo-se cada sala com o ressarcimento de danos, (cortinas rasgadas, carteiras riscadas, etc.) limpeza e reparos bem como das demais dependências, caso o responsável pelo ato não seja identificado. 13) Em hipótese alguma, admitir-se-á o uso do cigarro ou similares em sala de aula ou qualquer dependência da Escola, uma vez que somos um estabelecimento público que deve seguir os preceitos do Decreto Estadual n.º 2535/04. 14) Caso necessite faltar, o aluno deverá justificar as suas faltas por escrito, anexando comprovante. A justificativa deverá ser entregue na Secretaria da escola ou no S.O.E. para visto dentro de 48 horas, caso contrário as faltas serão injustificadas. Deverá também após o visto encaminhar a justificativa por escrito ao professor para que assine o mesmo e tome ciência do ocorrido. Feito isto a justificativa deverá ser entregue à secretaria para o arquivamento na pasta do aluno. 15) O aluno deverá deixar o telefone celular em casa (proibido o uso conforme a Lei Aguiar), bem como outros aparelhos eletrônicos, pois em hipótese alguma o uso destes aparelhos poderá interromper o bom andamento das aulas. Caso o aluno seja pego utilizando qualquer aparelho, o mesmo será retirado, sendo entregue à Direção que devolverá o mesmo somente aos pais ou responsável do aluno (aluno menor de idade). 16) Em caso de falta do aluno em dia de prova ou em qualquer avaliação é de sua responsabilidade procurar o professor na aula seguinte. Deverá apresentar a justificativa de sua falta ao professor no prazo de 48 horas (dois dias letivos), bem como o requerimento de prova, adquirido junto à secretaria da escola. Quando perder provas o aluno deverá apresentar o atestado médico e/ou justificativa consistente com comprovante por escrito para ser anexado ao requerimento para ter direito a uma nova data para a realização da prova. Caso o prazo seja perdido pelo aluno cada caso será analisado em particular, cabendo ao professor a decisão final. 17) O aluno que for pego colando ou cometendo algum ato ilícito em avaliações sofrerá sanções estabelecidas em consenso com o professor da disciplina e a Direção. No ato da infração o professor pode recolher a prova deste ato iiícito, sendo que o mesmo receberá a nota mínima, sem direito a recorrer a uma nova avaliação. 18) Os alunos deverão observar e respeitar as datas para a entrega dos estudos e atividades solicitados pelos professores, pois em caso de atraso deverão procurar o 46

47 professor da disciplina para devida apresentação da justificativa, que poderá receber ou não o estudo, porém com nota inferior ao do dia marcado. 19) O aluno deverá zelar pelo bom nome deste estabelecimento de ensino. 20) O aluno deverá praticar a Educação Física na forma da lei, independente da profissão do credo religioso e de acordo com a Lei n.º de 20 de dezembro de 1988 que dispõe sobre a Educação Física em todos os graus e ramos de ensino (Manual de Legislação Básica, 1999, p. 14) e com a Instrução Normativa n.º 0/99/ SED que orienta quanto ao ensino e prática da Educação Física nas Unidades Escolares da Rede Estadual de Ensino (Manual de Legislação Básica, 1999, p ). 21) É de total responsabilidade dos alunos apresentarem o material escolar necessário para o bom andamento das atividades escolares, inclusive roupa e calçados adequados para as atividades práticas de Educação Física. 22) A entrada e saída dos alunos no período matutino e vespertino dar-se-á pelo portão lateral, sendo que os acompanhantes das crianças deverão deixá-las e apanhá-las neste local. 23) È de responsabilidade do aluno o cuidado e o zelo com o material emprestado da biblioteca, bem como sua devolução no prazo previsto em perfeito estado, inclusive os livros didáticos, conforme o que dispõe a Resolução do MEC n.º 03 de 14 de janeiro de ) Na forma da lei n.º 6.2 de 17 de abril de 1975,. a aluna gestante tem seus direitos garantidos. Para que seus direitos em elaborar estudos domiciliares sejam garantidos, implica-se o dever de algum membro da família procurar apresentar em tempo hábil o atestado médico (48 horas após sua emissão) bem como procurar junto aos professores os trabalhos durante o tempo da vigência do atestado. Cabe a aluna em licença maternidade procurar o Serviço de Orientação Educacional antes da sua licença para receber as devidas orientações quanto aos procedimentos de estudos domiciliares, avaliações e prazos a que tem direito. Estas orientações serão registradas e assinadas pela aluna gestante como forma de garantir os direitos e deveres dos envolvidos neste processo. Para fins de avaliação os estudos deverão ser entregue rigorosamente de acordo com a data marcada pelo professor, sob pena da aluna perder seus direitos. Não existe tratamento diferenciado à aluna gestante quanto à freqüência mínima de 75% (setenta e cinco por cento) exigida para aprovação. O limite de ausência às aulas garantido pela legislação é de 25% (vinte e cinco por cento), o que corresponde, no máximo a 50 (cinqüenta) dias do calendário letivo. Nos casos em que a aluna gestante, em situação especial, ultrapassar percentual mínimo de freqüência, verificar o encaminhamento dado no item reclassificação deste projeto. 25) É vedado ao aluno: Entrar e sair da sala de aula sem autorização prévia do professor. Apresentar-se às aulas ou outras atividades escolares com roupas impróprias (roupas transparentes, excessivamente decotadas ou colantes, capuz que cobre o rosto, etc); Ausentar-se da escola, antes do término das aulas, sem a expressa autorização da Direção. Deixar de assistir às aulas, estando na escola. Ocupar-se durante as aulas, com atividades alheias às da disciplina. Gravar nas paredes, carteiras, mesas e armários ou qualquer parte do prédio escolar, nomes, desenhos e outros sinais. Promover arruaças nas imediações da escola. Aglomerações nas proximidades ou em frente aos portões da escola, tanto na entrada quanto na saída dos horários da escola. Participar de brigas ou incentivá-las na escola e seus arredores. Portar ou produzir material que represente perigo para a segurança da comunidade escolar. 47

48 48 Ingerir bebidas alcoólicas, fumar ou fazer uso de qualquer alucinógeno nas dependências da escola e proximidades (raio de 200metros) da escola. Retirar e/ou utilizar qualquer objeto ou material da escola, sem autorização. Se fazer acompanhar por crianças (filhos) durante as aulas. Agredir verbal ou fisicamente professor, funcionários e/ou colegas. Promover festas em sala de aula, (aniversário, formatura, chá de panela e/ou de fralda, amigo secreto, etc). Freqüentar as aulas ou permanecer nas dependências da escola alcoolizado. O comércio de qualquer tipo de produto em sala de aula NORMAS DE CONVIVÊNCIA E DESEMPENHO DOS FUNCIONÁRIOS 01) Os funcionários deverão cumprir carga horária de trabalho semanal de 44 horas, divididas em 40 horas semanais mais 4 horas em um sábado por mês. Para compensar a carga horária que falta na semana, deverão trabalhar uma hora a mais por dia. ) Sempre que necessário deverão atender as solicitações dos professores e alunos com gentileza e polimento. 03) É obrigatório o uso de avental, luvas e touca para a merendeira e funcionários que auxiliam na produção da merenda escolar. 04) Nas atividades de limpeza externa o funcionário deverá utilizar bota de borracha PUNIÇÕES PARA INFRAÇÕES DOS MEMBROS DESTA COMUNIDADE ESCOLAR Em casos da não observância das normas acima descritas, os membros desta comunidade escolar serão chamados para uma conversa junto à Direção e serão tomadas as seguintes providências: 1.ª) Advertência verbal. 2.ª) Advertência escrita. 3.ª) Comunicado aos pais, em caso de aluno menor de idade, com cumprimento de tarefas na U.E, determinadas em comum acordo pela Direção, Professores e Especialistas. 4.º) Convocação da presença dos pais e/ou responsável para que tomem as devidas providências. 5.º) Suspensão da freqüência às aulas por três dias cumprido na escola. 6.º) Retratação por escrito. 7.º) Mudança de turno, se for o caso. 8.º) Convocação da Diretoria da APP ou Conselho Deliberativo conforme o caso em se tratando do corpo docente, pedagógico, administrativo e funcionários. 9.º) Encaminhamento para apreciação do Conselho Deliberativo e/ou Conselho de Tutelar, em caso de alunos infratores. A aplicação da medida de advertência verbal e escrita, será executada pelo Professor, Pedagogo e/ou pela Direção, conforme o caso e de acordo com a gravidade da infração. Em se tratando de aluno, a medida de suspensão de três dias das aulas normais será aplicada pela Direção e deverá ser cumprida nas dependências da escola com atividades determinadas pela comunidade escolar. Os pais e/ou responsável deverão ser comunicados por escrito para que tomem ciência dos fatos ocorridos. Esgotadas as medidas anteriores, a Direção fará os devidos encaminhamentos ao Conselho Tutelar da Criança e do Adolescente e demais órgãos competentes, conforme o caso, inclusive solicitação de transferência, obedecidas a legislação vigente. As medidas disciplinares aplicadas aos membros desta comunidade escolar não serão registradas em seu Histórico Escolar (em caso de alunos), devendo constar apenas nos assentamentos escolares. No caso do servidor, após esgotadas todas as medidas disciplinares e de diálogos será encaminhado o caso ao órgão superior imediato CASOS OMISSOS

49 49 Os casos de indisciplina por parte dos membros que participam desta comunidade escolar previstos e não previstos neste rol de normas serão apreciados e avaliados pela Direção em conjunto com o Conselho Deliberativo da escola e se necessário, em caso de menor com os pais e/ou responsável, o Conselho Tutelar e/ou Promotoria da Justiça REGIME DE FUNCIONAMENTO Atendendo o disposto na Lei 9394/96 no art. 23 e a Lei Complementar n.º 170/98 em seu art. 24, esta Unidade Escolar adotou a organização curricular em séries anuais. No Ensino Fundamental, Ensino Médio e Magistério considerando a realidade educacional, a organização curricular é seriada. Na Educação de Jovens e Adultos, no Ensino Fundamental de 5ª a 8ª série a organização curricular é semestral para cada série a ser cursada. O regime de funcionamento das aulas da Escola de Educação Básica Prof. Balduíno Cardoso está distribuído nos três turnos: matutino, vespertino e noturno CALENDÁRIO ESCOLAR O calendário escolar será elaborado de acordo com a legislação vigente pela direção, professores e pelo serviço técnico-pedagógico que fixará os dias letivos, dias de trabalho escolar efetivo, dias de estudo, conselhos de classe, recesso escolar e eventos programados devendo-se garantir a participação de toda a comunidade escolar. O início e o término do ano letivo serão fixados pela Secretaria de Estado da Educação e do Desporto. O Calendário escolar deverá adaptar-se às peculiaridades locais, inclusive climáticas e econômicas, a critério do respectivo sistema de ensino, sem com isto reduzir o número de horas prevista na forma da lei. A Educação Básica, nos níveis Fundamental e Médio, será organizada de acordo com as seguintes regras comuns: a carga horária mínima anual será de oitocentas horas, distribuídas por um mínimo de duzentos dias de efetivo trabalho escolar, excluído o tempo reservado aos exames finais, quando houver. Para fins de esclarecimento sobre o dia de efetivo trabalho escolar, o Parecer n.º 271/99/CEE/SC, determina que também [...] deve ser considerado por dia de efetivo trabalho escolar aquele de atividades pedagógicas, isto é, de trabalho efetivo sem sala de aula ou em ambientes equivalentes e que envolva a participação de alunos e professores MATRÍCULA A matrícula vincula o aluno à escola e compreende: a admissão de alunos novos, a admissão de alunos por transferência, a admissão de alunos independente da escolarização anterior; a confirmação pelos pais ou responsáveis para os atuais alunos. A Direção deste educandário é responsável pela divulgação do período e dos critérios para efetivação da matrícula. A partir do ato da matrícula, o aluno, pai ou responsável tomará conhecimento dos dispositivos do Plano Político Pedagógico deste estabelecimento de ensino. Cabe à escola solicitar no ato da matrícula ao aluno (se maior de idade), ou ao pai ou responsável, a apresentação da documentação escolar para a identificação da série e grau de ensino a ser matriculado. Cabe ao aluno (se maior de idade), ou ao pai ou responsável informar a distância existente em metros entre o seu domicílio e a escola, para fins de viabilização do transporte escolar, sendo considerado como critério para a matrícula do aluno o seu endereço e o local de trabalho dos pais sendo que, para este último, deverá apresentar comprovante. Se o aluno estiver impossibilitado de apresentar a documentação escolar, o mesmo contará com um prazo de 30 dias para regulamentar a sua vida escolar. Espirado este prazo e se a matrícula não for regularizada, a mesma fica invalidada, e a escola ficará responsável pelas irregularidades que possam ocorrer na vida escolar do aluno.

50 50 Também no ato da matrícula o aluno (se maior de idade), os pais ou responsável, assinará estar ciente das normas de conduta do corpo discente deste educandário, parte integrante do presente Projeto Pedagógico. Esta Unidade Escolar está impedida de cancelar a matrícula por qualquer motivo, por parte da escola, uma vez que fere os princípios do art. 6.º da Constituição Federal e o Estatuto da Criança e do Adolescente, nos artigos 18 e 53. Porém para a preservação do bem comum, dos direitos e deveres individuais e coletivos, a Escola de Educação Básica Professor Balduíno Cardoso seguirá o que preconiza o art. 6º. do Estatuto da Criança e do Adolescente. No ato da matrícula a escola deve deixar clara a sua organização. O Ensino Religioso é de matrícula facultativa ao aluno, devendo o mesmo optar ou não por ele. Da mesma forma, a prática da Educação Física é facultada ao aluno que comprovar, amparado na legislação vigente (Lei n , de 01/12/03), a impossibilidade de participar das aulas, devendo, no entanto, assisti-las regularmente. A data de ingresso das crianças no Ensino Fundamental é a partir dos 6 (seis) anos de idade, completos ou a completar até o dia 31 de março do ano em que ocorrer a matrícula, conforme as orientações legais e normas estabelecidas pelo CNE na Resolução CNE/CEB nº 3/2005 e nos seguintes Pareceres: CNE/CEB nº 6/2005, nº 18/2005, nº 7/2007, nº 4/2008, nº 22/209, e Resolução CNE/CEB nº 1/2010. A direção desta unidade escolar não poderá recusar matrícula, em nenhuma circunstância (por exemplo, estar fora do período estabelecido para matrícula, ser um educando com deficiências, altas habilidades e condutas típicas, não ter documentação solicitada, ainda que definido neste PPP) cabendo a esta a responsabilidade de encaminhar os alunos que não conseguirem matrícula para as escolas que ainda possuem vaga, obedecendo aos critérios de zoneamento. O cancelamento da matrícula, por qualquer motivo por parte da escola, fere o Art. 6. da Constituição Federal e o Estatuto da Criança e do Adolescente, nos Artigos 18 e 53. A seguinte legislação deve ser observada pela escola no ato da matrícula: Lei Federal n 301, de 13 de julho de 1948 que dispõe sobre matrículas nas escolas primárias para os filhos de artistas de circo; Lei n , de 06 de dezembro de 1968 que dispõe sobre a apresentação e luso de documentos de identificação pessoal; Lei n , de 24 de julho de 1996 que torna obrigatória a administração da vacina contra rubéola em crianças, e dá outra providências; Portaria de n. 597, de 08 de abril de 2004 que institui em todo território nacional, os calendários de vacinação. Anualmente a matrícula deve ser realizada pelos pais e/ou responsável em caso de menor de idade, conforme o calendário de divulgação da SEED REQUISITOS PARA INGRESSO E TERMINALIDADE NOS NÍVEIS E MODALIDADES DE ENSINO Ensino Fundamental : Crianças com, no mínimo, 6 (seis) anos de idade, completados até 31 de março de Somente serão admitidas turmas com número inferior a 15 alunos, nas localidades onde não haja outra escola pública (estadual ou municipal) próxima ou alunos que não possam ser atendidos pelo transporte escolar. Ensino Médio a) Curso de Educação Geral; Cursos de Ensino Médio Integrado à Educação Profissional: alunos egressos do Ensino Fundamental. b) Curso de Magistério: 1ª série: Alunos egressos do Ensino Fundamental; 3ª série: Alunos com 2ª série do Ensino Médio completo ou egresso do Ensino Médio. c) Curso Técnico Subsequente (Pós-médio): Alunos egressos do Ensino Médio ou matriculados na 3ª série. Educação de Jovens e Adultos

51 51 Deverá ser respeitada a idade de 18 (dezoito) anos para a matrícula no Ensino Fundamental e no Ensino Médio. Excetuam-se deste requisito, podendo-se matricular alunos a partir de 15 (quinze) anos no Ensino Fundamental, nos seguintes casos: a) Residentes em zona rural, onde não há oferta de ensino regular e acesso a transporte escolar; b) Alunos com defasagem idade/série superior a 03 (três) anos, em locais onde não há possibilidade de oferta de ensino noturno; c) Alunos de Educação Especial, com significativa defasagem idade/série, após análise da equipe técnica da Fundação Catarinense de Educação Especial/FCEE e da SED; d) Alunos que, comprovadamente, estão trabalhando em sistema de rodízio de turnos; e) Alunos em situações de risco, indicados pelo Ministério Público; f) Alunos egressos do Programa Santa Catarina Alfabetizada; g) Não estar alfabetizado e ter 15 anos ou mais TRANSFERÊNCIA A transferência será concedida e recebida em qualquer época do ano, por solicitação dos pais ou responsável e pelo próprio aluno, se maior de idade. Ao conceder transferência, este estabelecimento de ensino obriga-se a fornecer ao aluno, no menor prazo possível até 30 dias, a documentação comprobatória de sua vida escolar. Para que a documentação seja entregue no prazo determinado é necessário que o aluno tenha toda a sua vida escolar em dia nos seus arquivos da escola. Também cabe aos pais e/ou responsável se de menor e ao aluno de maior idade estar quites com a biblioteca da escola por ocasião da concessão de sua transferência. Para que a transferência seja efetivada, é necessário que o aluno e/ou pais/responsável providenciem o atestado de vaga. De outra forma, cabe o aluno ou aos pais/responsável se de menor, estar quites com a biblioteca da escola por ocasião da concessão da transferência. Ao receber a transferência, cabe a esta escola, através do Conselho de Classe e/ou Conselho Deliberativo elaborar o estudo da documentação escolar apresentada pelo aluno, visando a classificação na série, o aproveitamento de estudos, a reclassificação ou as adaptações curriculares, se for necessário. No caso de alunos com progressão parcial (dependência) a matrícula será feita normalmente. O aluno que não tenha a transferência formal, por motivos diversos e que muitas vezes são impedidos de continuar seus estudos, por não possuírem a documentação exigida, esta unidade escolar poderá valer-se da classificação para determinar a série correspondente a que o aluno tem direito a ser matriculado, conforme o grau de desenvolvimento e experiências do mesmo, observando o que dispõe a Lei n /96, art. 24, inciso II, alínea c. Quando o aluno for reclassificado, serão arquivados em sua pasta o registro das avaliações e os seguintes documentos: atas, provas ou outros trabalhos que venham a ser exigidos e mais as anotações legais que devem constar no histórico escolar. Com relação à Educação de Jovens e Adultos do Ensino Fundamental de 5.ª a 8.ª série na transferência será observado o seguinte: A) A idade mínima requerida para o ingresso em concursos ou exames supletivos; B) A comprovação de ter cursado o mínimo das diretrizes curriculares obrigatórias em âmbito nacional. Nos documentos de transferência da Educação de Jovens e Adultos deverão ser anexadas todas as informações relativas aos estudos realizados, na forma de históricos escolares, inclusive aqueles conteúdos relativos aos conhecimentos regionais, se for o caso. Em caso de transferência de alunos matriculados em séries em que a avaliação é anual a documentação deverá seguir sem nota, caso a transferência seja para o estado de Santa Catarina. Caso contrário deverá ser lançado nota ADAPTAÇÃO

52 52 É o processo de integração do aluno recebido por transferência à nova matriz curricular. A adaptação será realizada mediante estudos especiais programados com vistas à complementação indispensável. O professor e esta escola têm grande responsabilidade ao definir e exercer com competência os processos avaliativos para o aproveitamento de estudos, a reclassificação e a adaptação, uma vez que os extremos da rigidez ou da liberalidade pedagógica precisam ser evitados. Na Educação Básica e no Magistério as formas de adaptação nesta unidade escolar são realizadas por meio de trabalhos, estando o aluno dispensado da freqüência. Cabe ao aluno que se encontra nesta condição providenciar os trabalhos de acordo com o que o professor da disciplina determinar, devendo o mesmo entregá-los nas datas estipuladas. I. A adaptação é restrita aos conteúdos programáticos, e não a freqüência da carga horária previstas; II. A adaptação será desenvolvida sem prejuízo das atividades normais da série em que o aluno se matricular, e tem por finalidades atingir os conteúdos necessários para o prosseguimento do novo currículo e concluída antes do resultado final da avaliação do rendimento escolar. III. A adaptação far-se-á mediante a execução de trabalhos orientados pelo professor, com acompanhamento dos Especialistas em assuntos Educacionais e Direção da Unidade Escolar DISPENSA E DEPENDÊNCIA DE DISCIPLINAS A escola não oferece dispensa de disciplinas. Com relação à dependência a mesma poderá ser de até duas disciplinas e somente oferecida para o Ensino Médio. O curso da dependência deve ser em período contrário ao qual o aluno está matriculado EXPEDIÇÃO DE DOCUMENTO ESCOLAR O artigo 24, VII da Lei n.º 9394/96 concede autonomia à esta Unidade Escolar para certificar os seus atos e expedir os documentos escolares. A validade dos documentos a serem expedidos por esta escola está assegurada pelo ato de sua Criação e autorização. O Parecer n.º 05/97 do Conselho Estadual de Educação CNE corrobora o que a lei federal confere quanto à responsabilidade da escola pela expedição de históricos escolares, declarações de conclusão de série, certificados ou diplomas de conclusão de cursos, todos com as especificações próprias. Este parecer também reafirma que a atribuição é desta escola, não havendo a necessidade de participação direta do poder público na autenticação de tais documentos, sendo que a certificação da situação escolar é de exclusiva responsabilidade deste estabelecimento de ensino, e os dados devem garantir a perfeita informação a ser contida em cada documento REGISTRO DE FREQÜÊNCIA E APROVEITAMENTO Considerando que a partir da Lei n.º 9394/96 e da Lei Complementar n.º 170/98, a freqüência para aprovação dos alunos passa a ser apurada sobre o total da carga horária do período letivo. Para registrar freqüência (presença e faltas), conteúdos ministrados, avaliação do aproveitamento do aluno, recuperação de estudos, o professor deverá utilizar o diário de classe. O registro da freqüência cabe ao professor de turma ou de cada disciplina, utilizandose do diário de classe. O professor é responsável por acompanhar e registrar o aproveitamento de seus alunos em conformidade com este projeto político pedagógico. A escrituração da vida escolar dos alunos está condicionada à entrega das notas pelo professor, na secretaria desta unidade escolar e de acordo com as datas estabelecidas no Calendário Escolar. A escola deve proceder a implantação desses registros no sistema de informação SISGESC para conseqüente emissão de boletins e históricos escolares. O histórico escolar expedido por está unidade escolar, deverá conter todas as séries cursadas pelo aluno. No campo OBSERVAÇÕES devem estar registradas as informações

53 53 referentes a regularização da vida escolar, equivalência de estudo, progressão parcial (dependência), adaptação ou outros que a escola considerar necessário. Quando da expedição do histórico escolar do aluno que tenha, em alguma série, o registro de avaliação diferente do sistema de nota, este deverá ser transcrito em um único documento expedido pela unidade escolar. No caso de transferência no decorrer do ano letivo, o atestado de freqüência e o boletim escolar, até a data da transferência, devem ser anexados ao histórico escolar do aluno. Quando da transferência antes do termino do bimestre, cabe a esta unidade escolar providenciar um registro das notas obtidas nas avaliações realizadas até o momento da transferência. Esta unidade escolar, ao receber um aluno durante o ano letivo, com registro de avaliação diferente do sistema de nota, deverá proceder a conservação para o sistema numérico. Se necessário, efetuar avaliação considerando os direitos já adquiridos pelo aluno. OBSERVAÇÃO: históricos escolares com rasuras ou borrões não têm validade DIPLOMAS E CERTIFICADOS Diploma é o documento legal que atesta a conclusão de um curso e confere uma habilitação profissional. Certificado é o documento legal que certifica a conclusão de um curso sem habilitação ou com habilitação auxiliar, sem conferir titulação profissional. Os Diplomas/Certificados serão pré-impressos, cabendo a está unidade escolar a conferência e a complementação dos dados exigidos. No campo destinado ao ato que autorizou (criou) o estabelecimento (Lei, Decreto ou Portaria), esta escola deverá informar o número do primeiro documento de criação da unidade escolar (há um número para o Ensino Fundamental e outro para o Ensino Médio). Na fundamentação legal do Ensino Fundamental deverá constar ou ser informado o ato de autorização para o funcionamento de 1ª a 4ª Série e de 5ª a 8ª Série, de acordo com o que esta unidade escolar possui, devidamente autorizado. No Ensino Médio, a fundamentação legal estará pré-impressa, cabendo a está unidade escolar informar, no espaço em branco, o número do Parecer do CEE que autorizou o curso concluído pelo aluno. A fundamentação legal, tanto para o diploma quanto para o certificado, é específica para cada curso: Curso de Magistério com Habilitação em Educação Infantil e Séries Iniciais do Ensino Fundamental DIPLOMA: De acordo com o Artigo 24 item VII. Combinado com os Artigos Parágrafo único e 62. Da Lei n.º 9394/96 de dezembro de Parecer n.º 316/97/CEE e Parecer n.º 200/87/1987 do Conselho Estadual de Educação/CEE. No verso do Diploma/Certificado do Ensino Médio estará pré-impressa a Grade Curricular do curso concluído pelo aluno: se, em virtude de transferência, o mesmo possuir alguma disciplina adicional, está unidade escolar deverá acrescentá-la no campo das OBSERVAÇÕES, sob a forma de APOSTILA. Para os Cursos de Ensino Médio, devidamente reconhecidos, é obrigatório o registro do Diploma/Certificado, para tanto, a unidade escolar confeccionará o seu Carimbo de Registro. De acordo com a legislação vigente, não é expedido Diploma para o Curso de Estudos Adicionais a 4ª Série do curso de Magistério (Educação Infantil, ou Pré-escolar ou Maternal). Esta unidade escolar deverá fazer um apostilamento no campo das OBSERVAÇÕES onde constarão as disciplinas com as respectivas cargas horárias, data de realização e conclusão do Curso, e identificação do estabelecimento. Quanto à prática estabelecida do carimbo de registro em Certificados do Ensino Fundamental, esclarece-se o que segue:

54 54 pela Lei n.º 9394/96, art. 24, inciso VII, cabe a está escola expedir a documentação escolar com as especificações cabíveis, não havendo exigência quanto ao registro como forma de garantir a sua validade. O parecer n.º 05/97, do Conselho Nacional de Educação, ressalta que a referida lei não deixa dúvidas quanto a responsabilidade desta escola pela expedição de históricos, declarações, certificados e demais documentos. Reafirma que a atribuição é da escola, à qual o texto credita confiança, não fazendo qualquer menção à necessidade de participação direta do poder público na autenticação de tais documentos e conclui que os documentos para certificação de situação escolar, são da exclusiva responsabilidade da escola, na forma regimental que estabelece e com os dados que garantem a perfeita informação a ser contida em cada documento. Neste sentido, considera-se desnecessária uma orientação geral para confecção do carimbo que, se não fosse pela autonomia assegurada no texto da Lei n.º 9394/96, já teria perdido a sua função pela existência do SÉRIE como um sistema integrado de registro de informações. Isto não exime esta escola da responsabilidade de manter em arquivos a escrituração escolar para que, a qualquer tempo, alunos ou ex-alunos possam a ela recorrer em busca de documentos comprobatórios de sua vida escolar. Considera-se que a validade externa do documento esta suficientemente assegurada pelo ato de autorização que confere a está escola o poder de matricular, aprovar, reprovar, avaliar, atribuir notas e inclusive, expedir documentos. OBSERVAÇÃO: A vida escolar do aluno deve ser observada por esta unidade escolar com muita cautela e responsabilidade, a fim de evitar que surjam problemas para o aluno, sua família e para a própria escola ESCRITURAÇÃO ESCOLAR A escrituração escolar consiste no registro e no arquivamento dos atos escolares e tem como finalidade assegurar, em qualquer tempo, a verificação da autenticidade da vida escolar dos alunos e da documentação da unidade escolar. A documentação escolar organizada consiste em: A) documentação relativa ao Corpo Discente (alunos), que corresponde a) Formulário de matrícula; b) Ficha individual (se esta for adotada); c) Histórico Escolar; d) Certificado de Conclusão e Diploma; e) Boletim Escolar; f) Registro de Freqüência; B) documentação relativa à unidade escolar, que compreende: a) Controle de Ponto; b) Registro de Patrimônio; c) Atas de exames ou processos especiais; d) Atas e resultados de Conselho de Classe; e) Assentamentos individuais de professores e funcionários; f) Avisos e Convocações; g) Legislação de Ensino; h) Documentação legal da unidade escolar; i) Documentação legal da APP e outras associações, quando houver; j) Documentação expedida e recebida REGISTRO DOS ATOS ESCOLARES Os atos escolares devem ser registrados em livros, formulários ou instrumentos informatizados, resguardadas as características imprescindíveis, cabendo sua autenticidade à aposição da assinatura do diretor e do secretário. Devem ser registrados: matrícula anual por série, turma e turno no SÉRIE, contendo dados completos e corretos; todos os resultados do processo de apuração do rendimento escolar no período letivo, tais como: resultado dos exames finais; aprovação, reprovação e promoção dos alunos; recuperação das disciplinas a que o aluno estiver sujeito; faltas e freqüência às aulas; resultados dos exames de adaptação de alunos provenientes de outro estabelecimento; expedição de diplomas e certificados, em livro próprio.

55 55 Os dispositivos sobre o registro dos atos escolares e a documentação de que esta unidade escolar fará uso consta neste Projeto Político Pedagógico, uma vez que legitimam todos os atos pedagógicos e administrativos. A Resolução n.º 55/98/CEE, em seu art. 6.º 3.º cita textualmente que [...] a autenticidade da documentação escolar expedida é da restrita responsabilidade da direção das instituições educacionais [...], regulamentando esta questão, de grande importância para a escola e para o aluno AUTENTICAÇÃO DE DOCUMENTOS ESCOLARES A SED/DIEM dispõe do serviço de Autenticação de Documentos Escolares dos alunos que freqüentam unidades escolares do Ensino Fundamental e do Ensino Médio vinculadas às redes de ensino estadual, municipal, e particular deste Estado. Esta autenticação somente é feita quando solicitada por instituições ou órgãos de ensino, de caráter nacional, ou em caso de transferência do aluno para o exterior, quando esta for exigida. A partir de 1999, iniciou-se o processo de informatização do serviço de Autenticação de Documentos Escolares através da gravação, em CD-Rom, dos Relatórios de Notas das unidades escolares do Ensino Fundamental e do Ensino Médio das diversas redes de ensino do Estado. O Ofício Circular SED/DIEM n.º 14/99, enviado às Coordenadorias Regionais de Educação e repassado às unidades escolares orientam as escolas quanto a elaboração dos Relatórios de Notas ELABORAÇÃO E ENCAMINHAMENTOS DE PROCESSOS DO SERVIÇO DE ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO SAEDE Quando da formação das turmas com matrícula de crianças e/ou alunos com deficiência, condutas típicas a Gerência Regional de Educação GERED, da Secretaria de Desenvolvimento Regional, através do Integrador de Educação Especial e Diversidade deve montar processo junto à unidade escolar, encaminhar a FCEE, para análise e parecer da equipe técnica, contendo: Ofício de encaminhamento pela GERED com parecer sobre o processo em questão, datado e assinado pelo Gerente Regional de Educação, Supervisor de Educação Básica e Profissional e, Integrador de Educação Especial e Diversidade. Ofício da escola, datado e assinado pelo Diretor, com identificação da unidade escolar (código da U.E.) e dados cadastrais do aluno, justificando a necessidade do educando. Laudo diagnóstico do educando, contendo: data, assinatura, e registro no Conselho Regional, do profissional que assina o laudo. Nos casos de transtorno invasivo do desenvolvimento TID, transtorno de déficit de atenção com hiperatividade TDAH e deficiência mental, deve conter, também, laudo psicológico. Relatório pedagógico atualizado, elaborado pelo professor de classe comum e do SAEDE, se o aluno estiver freqüentando o Serviço. Relatório Situação das Turmas na Unidade Escolar indicando a série que o educando irá freqüentar, a Relação dos educandos da turma. Identificação do professor que irá trabalhar no Atendimento em Classe AC, com a devida comprovação da habilitação na área da educação especial e cursos de formação nesta área DA INCINERAÇÃO DOS DOCUMENTOS DESTA UNIDADE ESCOLAR Quanto à incineração de documentos, esclarecemos que todo o documento que perder o seu valor de uso e arquivo deve ser inutilizado através de incineração. A incineração de documentos consiste no ato de queima dos documentos que, após cinco anos, não necessitam mais permanecer no arquivo. 2 Os documentos que compõem o processo devem ser legíveis. Quando se tratar de processo referente ao educando com paralisia cerebral ou cadeirante, anexar a dimensão física da sala. Turma com educando surdocego não poderá ter matrícula de mais educandos com deficiência que requeira contratação de outro professor.

56 56 Poderão ser incinerados os seguintes documentos: provas especiais ou relativas à adaptação ou recuperação, atestados médicos, ofícios e outros que a escola achar necessário, e que não implica na perda da história do estabelecimento de ensino e da vida escolar do aluno. O ato de incineração será lavrado em ata pelo diretor, secretário e demais funcionários presentes. PARTE III DAS FUNÇÕES DOS RECURSOS HUMANOS DA ESCOLA 1 COMPOSIÇÃO DA ORGANIZAÇÃO ESCOLAR 1.1 ORGANOGRAMA DA ESCOLA CONSELHO DELIBERATIVO ASSESSOR DE DIREÇÃO DIREÇÃO GERAL ASSISTENTE TÉCNICO PEDAGÓGICO SECRETARIA DA ESCOLA: ASSISTENTE DE EDUCAÇÃO APP ALUNO PROCESSO ENSINO APRENDIZAGEM PROFESSOR GRÊMIO ESTUDANTIL BIBLIOTECA SUPERVISÃO ESCOLAR ORIENTAÇÃO EDUCACIONAL ADMINISTRAÇÃO ESCOLAR FUNCIONÁRIOS: SERVENTES FONTE: organizado pelas Prof. Evi Pscheidt e Prof.ª Ms. Rosana Beatriz Ansai Orientadoras Educacionais desta unidade escolar

57 57 A organização escolar compreende todos os órgãos necessários ao funcionamento da Unidade Escolar, abrangerá os seguintes serviços: I - Direção Geral II - Assessor de Direção III - Corpo Docente IV - Assistente Técnico Pedagógico V Assistente de Educação VI Especialistas Educacionais- Supervisão Escolar, Orientação Educacional e Administração Escolar. VII Funcionários: Serventes VIII Professor Bibliotecário IXI - Corpo Discente X APP Associação de Pais e Professores XI- Conselho Deliberativo 1.2 FUNÇÃO SOCIAL E PÚBLICA DE CADA INTEGRANTE DA COMUNIDADE ESCOLAR DA DIREÇÃO E ASSISTENTE DE DIREÇÃO A Direção é o órgão que gerencia o funcionamento dos serviços escolares no sentido de garantir o alcance dos objetivos educacionais da Unidade Escolar, definidos neste Projeto Político Pedagógico. A Direção é composta pelo Diretor e pelo seu assessor direto designado, em ato próprio pelo Secretário de Estado da Educação e do Desporto. A Direção é exercida pelo Diretor, escolhido dentre os membros efetivos da categoria do magistério, na forma da lei vigente. COMPETE AO DIRETOR E ASSESSOR DE DIREÇÃO I. Convocar os representantes das Entidades Escolares como: Associação de Pais e Professores - APP, Conselho Deliberativo e Grêmio Estudantil, para participarem do processo de elaboração e execução do Plano Político Pedagógico. II. Coordenar, acompanhar e avaliar a execução do Plano Político Pedagógico da unidade escolar. III. Encaminhar o Regimento Escolar a Secretaria de Estado da Educação e do Desporto para aprovação e garantir o seu cumprimento. IV. Acompanhar o plano de aplicação financeira e a respectiva prestação de contas. V. Coordenar o processo de implementação das diretrizes pedagógicas emanadas da Secretaria de Estado da Educação e do Desporto. VI. Estudar e propor alternativas de solução, quando necessário, as Entidades Escolares, para atender situações emergenciais de ordem pedagógica e administrativa. VII. Participar do Conselho de Classe. VIII. Propor alterações na oferta de serviços de ensino prestados pela escola. IX. Propor aos Serviços Técnico-Pedagógicos e Técnico-Administrativos as estratégias de ensino que serão incorporadas ao Planejamento Anual desta unidade escolar. X. Aplicar normas, procedimentos e medidas administrativas emanadas pela Secretaria de Estado da Educação e do Desporto. XI. Manter o fluxo de informações entre Unidade Escolar e os órgãos da administração estadual de ensino. XII. Coordenar a elaboração do Calendário Escolar e garantir o seu cumprimento. XIII. Cumprir e fazer cumprir a legislação em vigor, comunicando aos órgãos da administração estadual de ensino as irregularidades no âmbito da escola e aplicar medidas saneadoras. XIV. Supervisionar a cantina, onde esta tiver autorização de funcionamento respeitada a lei vigente. XV. Coordenar as solenidades e festas de formatura.

58 58 XVI. Administrar o patrimônio escolar em comunidade com a lei vigente. XVII. Promover a articulação entre Escola, Família e Comunidade. XVIII. Comunicar ao Conselho Tutelar os casos de maus tratos, reiteração de faltas injustificadas e casos de evasão escolar DOS ESPECIALISTAS EDUCACIONAIS Descrição do Cargo de acordo com a Lei n.º de 28 de outubro de 1992 Plano de Cargos, Carreiras e Vencimentos Magistério. Cabe aos Especialistas Educacionais: Garantir que a escola cumpra sua função social e construção do conhecimento; Diagnosticar junto à comunidade (especialistas, professores, pais, alunos) as suas reais necessidades e recursos disponíveis; Participar com a comunidade escolar, na construção do projeto politico-pedagógico. Participar do planejamento curricular; Organizar e distribuir os recursos humanos, físicos e materiais disponíveis na escola; Providenciar junto à administração superior, recursos financeiros, materiais, físicos e humanos necessários à viabilização do projeto politico-pedagógico da escola; Acompanhar a execução do currículo, visando o melhor uso de recursos, bem como a sua permanente manutenção e reposição; Viabilizar aos profissionais da escola oportunidade de aperfeiçoamento, visando o projeto politicopedagógico; Coletar, organizar e atualizar informações e dados estatísticos da escola que possibilite constante avaliação do processo educacional; Coletar, atualizar e socializar a legislação do ensino e de administração de pessoal; Coordenar o processo de elaboração e atualização do Regimento Escolar, garantindo o seu cumprimento; Assegurar a organização, atualização e trâmite legal dos documentos recebidos e expedidos pela escola; Discutir com a comunidade escolar a qualidade, quantidade, preparo, distribuição e aceitação da merenda escolar, tomando providência para que sejam atendidas as necessidades do educando; Contribuir para a criação, organização e funcionamento das diversas Associações Escolares ( APP, Grêmio Estudantil, Conselho Deliberativo, etc.) Acompanhar e avaliar estágio em administração, supervisão e orientação escolar; Buscar atualização permanente; Influir para que todos os funcionários da escola se comprometam com atendimento as reais necessidades dos alunos; Participar dos Conselhos de Classe; Executar outras atividades compatíveis com a função DO CORPO DOCENTE O professor tem uma função mediadora entre o conhecimento historicamente acumulado e o aluno. Para isso o professor precisa ter a apropriação desses conhecimentos. Daí a necessidade de estudar muito, realizar registros das atividades e de sua rotina diária e o encontro constante com a equipe técnica-pedagógica para discutir, avaliar, analisar e procurar caminhos que estejam de acordo com a proposta pedagógica da escola, procurando unir forças com a equipe técnica-pedagógica tendo como meta a Educação de nossos alunos. Cabe ainda ao professor: motivar o aluno para pesquisa, leitura, inovar e atualizar sua prática pedagógica, ter ética e postura profissional. Está no âmbito de sua atuação profissional ensinar e proporcionar ao aluno situações onde ele mostre o que já sabe ou que ele entende, abrindo espaço para que ele duvide, compare, pesquise e estruture um novo conhecimento. O professor precisa buscar novas formas de enriquecer suas aulas utilizando mecanismos criativos que ultrapasse as paredes da sala de aula, seja através da utilização de vídeos, pesquisas de campo, contato com outras instituições, livros e revistas, experimentações etc. COMPETE AO CORPO DOCENTE I. Ministrar aulas e administrar a aprendizagem do aluno de forma ética e competente.

59 59 II. Participar da elaboração, execução e avaliação do Projeto Político Pedagógico desta unidades escolar. III. Participar do processo de análise e seleção dos livros e materiais didáticos em consonância com as diretrizes e critérios emanados pela Secretaria da Educação e do Desporto. IV. Elaborar programas, planejamentos e planos de aula no que for de sua competência de acordo com o Projeto Político Pedagógico desta unidade escolar e entrega-lo no prazo determinado. V. Propiciar aquisição do conhecimento científico, erudito e universal para que os alunos reelaborem os conhecimentos adquiridos e elaborem novos conhecimentos, respeitando os valores culturais, artísticos e históricos próprios do contexto social do educando, garantindo-lhe a liberdade de criação e o acesso às fontes de cultura. VI. Promover uma avaliação contínua acompanhando e enriquecendo o desenvolvimento do trabalho do aluno, elevando-o a uma compreensão cada vez maior sobre o mundo e sobre si mesmo. VII. Avaliar o desempenho dos alunos atribuindo-lhes notas ou conceitos nos prazos fixados e de acordo com as normas fixadas. VIII. Participar de processos coletivos de avaliação do próprio trabalho e da unidade escolar com vistas ao melhor rendimento do processo ensino-aprendizagem, replanejando sempre que necessário. IX. Realizar a recuperação contínua e paralela de estudos com os alunos que, durante o processo ensinoaprendizagem, não dominarem o conteúdo curricular ministrado. X. Participar ativamente do Conselho de Classe e da elaboração do Calendário Escolar. XI. Participar de reuniões de estudo, encontros, cursos, seminários, atividades cívicas, culturais, recreativas e outros eventos, tendo em vista o seu constante aperfeiçoamento e melhoria da qualidade de ensino. XII. Colaborar nas atividades de articulação da escola com a família e a comunidade. XIII. Estabelecer com o apoio dos demais agentes especializados da instituição, estratégias de recuperação de preferência paralela para os alunos de menor rendimento. XIV. Cooperar com os Serviços de Orientação Educação e Supervisão Escolar. XV. Promover aulas e trabalhos de recuperação com alunos que apresentam dificuldades de aprendizagem. XVI. Seguir as diretrizes do ensino emanadas do órgão superior competente SEGUNDO PROFESSOR DE TURMA E/OU PROFESSOR AUXILIAR É o professor com Habilitação em Educação Especial (área 5) que atua com o professor regente nas turmas onde exista matrícula de aluno com deficiência e conduta típica que requeiram dois professores na turma. ATRIBUIÇÕES: 1. Terá as mesmas atribuições do professor regente (planejamento, regência de classe, participação ativa no conselho de classe, etc). 2. Deverá permanecer em classe, desenvolvendo as atividades pedagógicas durante todo o período letivo. 3. Participar de assessorias de SEDE, curso e demais capacitações na área de educação especial. 4. Não compete ao segundo professor de turma, assumir exclusivamente, as Atividades de Vida Diária AVD do aluno, devendo ser compartilhada entre os dois professores. 5. Trabalhar de forma harmônica com o professor regente da turma PROFESSOR INTÉRPRETE É o professor ouvinte com fluência em LIBRAS. ATRIBUIÇÕES: 1. Interpretar em Língua Brasileira de Sinais/Língua Portuguesa, as atividades didáticas pedagógicas e culturais, desenvolvidas nesta instituição de ensino, de forma fiel, sem alterar as informações. 2. Coletar informações sobre o conteúdo a ser trabalhado pelo professor regente, para facilitar a tradução da Libras no momento das aulas e atividades escolares. 3. Planejar antecipadamente com o professor responsável pela disciplina ou série, sua atuação e limites no trabalho a ser executado. 4. Participar de atividades extra-classe, reuniões, encontros, seminários, eventos da área educacional e correlatos em que exercite a atividade como intérprete. 5. Participar da elaboração e avaliação deste projeto político pedagógico. 6. Participar de estudos e pesquisas na sua are de atuação DO ASSISTENTE TECNICO PEDAGÓGICO A descrição do cargo de Assistente Técnico-Pedagógico de que trata o Anexo IV da Lei n.º 1.139, de 1992, passa a vigorar com a redação disposta no Anexo Único desta Lei Complementar. (LC 288/05 (Art. 3º) DO de 10/03/05). 01. Participar de estudos e pesquisas de natureza técnica sobre administração geral e específica, sob orientação;. Participar, estudar e propor aperfeiçoamento e adequação da legislação e normas específicas, bem como métodos e técnicas de trabalho;

60 Realizar programação de trabalho, tendo em vista alterações de normas legais, regulamentares ou recursos; 04. Participar na elaboração de programas para o levantamento, implantação e controle das praticas de pessoal; 05. Selecionar, classificar e arquivar documentação; 06. Participar na execução de programas e projetos educacionais; 07. Prestar auxílio no desenvolvimento de atividades relativas à assistência técnica aos seg-mentos envolvidos diretamente com o processo ensino-aprendizagem; 08. Desenvolver outras atividades afins ao órgão e a sua área de atuação; 09. Participar com a comunidade escolar na construção do projeto político-pedagógico; 10. Auxiliar na distribuição dos recursos humanos, físicos e materiais disponíveis na escola; 11. Participar do planejamento curricular; 12. Auxiliar na coleta e organização de informações, dados estatísticos da escola e documentação; 13. Contribuir para a criação, organização e funcionamento das diversas associações escolares; 14. Comprometer-se com atendimento às reais necessidades escolares; 15. Participar dos conselhos de classe, reuniões pedagógicas e grupos de estudo; 16. Contribuir para o cumprimento do calendário escolar; 17. Participar na elaboração, execução e desenvolvimento de projetos especiais; 18. Administrar e organizar os laboratórios existentes na escola; 19. Auxiliar na administração e organização das bibliotecas escolares; 20. Executar outras atividades de acordo com as necessidades da escola DO ASSISTENTE DE EDUCAÇÃO- SECRETÁRIA DA ESCOLA DECRIÇÃO SUMÁRIA: Executar serviços de organização de arquivo, preservação de documentos, coletânea de leis e escrituração de documentos escolares, registrar e manter atualizados os assentamentos funcionais dos servidores, organizar e preparar a documentação necessária para o encaminhamento de processos diversos. DESCRIÇÃO DETALHADA: 01. Coordenar e executar as tarefas da secretaria escolar;. Organizar e manter em dia o protocolo, o arquivo escolar e o registro de assentamentos dos alunos, de forma a permitir; em qualquer época, a verificação da identidade e regularidade da vida escolar do aluno e a autenticidade dos documentos escolares; 03. Redigir e expedir toda a correspondência oficial da Unidade Escolar; 04. Organizar e manter em dia a coletânea de leis, regulamentos, diretrizes, ordens de serviço, circulares, resoluções e demais documentos; 05. Auxiliar na elaboração de relatórios; 06. Rever todo expediente a ser submetido a despacho do Diretor; 07. Apresentar ao Diretor, em tempo hábil, todos os documentos que devem ser assinados; 08. Coordenar e supervisionar as atividades referentes à matrícula, transferência, adaptação e conclusão de curso; 09. Assinar juntamente com o diretor, os documentos escolares que forem expedidos, inclusive os diplomas e certificados; 10. Preparar e secretariar reuniões, quando convocado pela direção; 11. Zelar pelo uso adequado e conservação dos bens materiais distribuídos à secretaria; 12. Comunicar à direção toda irregularidade que venha a ocorrer na secretaria; 13. Organizar e preparar a documentação necessária para o encaminhamento de processos diversos; 14. Conhecer a estrutura, compreender e viabilizar o funcionamento das instâncias colegiadas na Unidade Escolar; 15. Registrar e manter atualizados os assentamentos funcionais dos servidores. 16. Executar outras atividades compatíveis com o cargo PROFESSOR QUE ATUA NA TURMA DE CORREÇÃO DE FLUXO Os professores que atuarão diretamente com as turmas de correção de fluxo serão licenciados nas seguintes disciplinas de Língua Portuguesa, Matemática, Artes e Educação Física e, preferencialmente efetivos. A escolha por estas disciplinas se deve ao fato de que a escrita e a leitura são aspectos fundamentais da Língua Portuguesa e igualmente importantes para a formação inicial dos educandos possibilitando a compreensão, a interpretação e a apropriação de saberes das áreas do conhecimento. O raciocínio lógico, presente no ensino da Matemática, possibilita a compreensão o entendimento do mundo nos aspectos práticos da vida cotidiana. As disciplinas de Artes e Educação Física permitem o desenvolvimento dos elementos motores e artísticos que facilitam a compreensão e apropriação do conhecimento. É

61 61 importante salientar que, embora estejam previstas estas disciplinas curriculares, os conteúdos deverão ser desenvolvidos a partir da perspectiva interdisciplinar, com planejamento das aulas a partir de Projetos ou Atividades de Aprendizagem que envolvam os conteúdos curriculares para o Ensino Fundamental. Por isso, os professores das demais disciplinas deverão atuar no projeto, especialmente no planejamento COMPETÊNCIAS E RESPONSABILIDADES DE QUEM ATUA NA TURMA DE CORREÇÃO DE FLUXO SED Elaborar e organizar o Programa de correção de fluxo idade/série a ser cumprido por todas as escolas; designar a coordenação do Programa às Gerências Regionais de Educação sob a responsabilidade do Gerente de Educação, do Supervisor de Educação Básica e Profissional e Integrador de Ensino Fundamental; elaborar e coordenar formação centralizada dos professores participantes do programa e demais profissionais envolvidos no processo; elaborar e organizar a produção de materiais didáticos específicos. GEREDs Coordenar a implantação do programa correção de fluxo nas GEREDs; Realizar acompanhamento sistemático do programa correção de fluxo através de reuniões de avaliação, visitas às escolas, participação em conselhos de classe; implementar e acompanhar as orientações e trabalhos pedagógicos emanados do órgão central; participar dos encontros pedagógicos de estudos e avaliação convocados pelo órgão central; encaminhar ao órgão central relatório bimestral avaliativo das turmas de cada escola, por GERED. UNIDADE ESCOLAR Reestruturar seu PPP constando o programa de correção de fluxo idade/serie; desenturmar os estudantes com 13 anos ou mais frequentando o 5º e 6º ano em 2011 e enturmá-los em turma de correção de fluxo; elaborar diagnóstico de cada aluno eletivo à correção de fluxo, tendo por base o currículo descrito no documento Orientação Curricular com foco no que ensinar: Conceitos e Conteúdos para a Educação Básica O relatório avaliativo deve estar pautado nos seguintes itens: a) Quantos dominam a escrita? b) Quantos leem e escrevem? c) Quantos dominam os cálculos? d) Após o diagnóstico dos estudantes elegíveis para o programa a escola organizará a enturmação para que num período de um ano estes concluam o Ensino Fundamental. Viabilizar espaço físico (sala) para o funcionamento da(s) turma(s). COORDENAÇÃO DO PROGRAMA NA ESCOLA SERA EXERCIDA POR: a) Diretor da Escola b) Assistente Técnico Pedagógico (40 horas) c) Orientador/Supervisor/Administrador escolar (Especialista) A coordenação Pedagógica esta a cargo do ATP. Compete a este coordenador assegurar o planejamento coletivo, em que as demais áreas do conhecimento se envolvam e contribuam com textos e materiais que serão à base do trabalho de leitura e escritura desenvolvido com o estudante, articulando todas as disciplinas inerentes ao Ensino Fundamental. O coordenador pedagógico deve organizar estudos sobre avaliação do processo ensino-aprendizagem auxiliando os professores em suas necessidades para o sucesso do projeto DO BIBLIOTECÁRIO O Bibliotecário terá como atividade e planejamento, a ampliação, a organização e o funcionamento da Biblioteca Escolar, em consonância com este Projeto Político Pedagógico. Compete ao Bibliotecário:

62 Elaborar, juntamente com o Serviço Técnico-Pedagógico, o regulamento próprio.. Selecionar, juntamente com Docentes e Especialistas em Assuntos Educacionais, material bibliográfico, adquiri-lo e processá-lo tecnicamente. 03. Catalogar e classificar livros e periódicos; 04. Orientar os usuários sobre o funcionamento e bom uso da Biblioteca Escolar; 05. Colocar a Biblioteca Escolar à disposição da comunidade escolar atendendo à legislação em vigor; 06. Programar atividades para transformar a Biblioteca Escolar num espaço cultural e pedagógico. Garantir que todas as escolas tenham alimentado o Sistema de Controle de Remanejamento e Reserva Técnica/SISCORT (inclusive remanejamento e devolução), para que não haja falta de livros. acordo com a escolha vigente. a corretamente todos os livros, de sensibilizando o estudante para que cuide do mesmo, desde o momento em que o recebe, até o momento da devolução ao final do ano, para que o material esteja em condições de reutilização de acordo com a sua vigência; Garantir que os estudantes com deficiência visual recebam os livros adequados, enviados pelo FNDE, a partir dos dados do censo escolar. Para tanto, todas as escolas que atendem a tais estudantes, deverão ser orientadas a priorizar a escolha das coleções que possuam versão em Braille. Em vista disso, as solicitações para a transcrição de livros em Braille, após análise criteriosa da necessidade, deverão ser encaminhadas à FCEE, conforme orientações dadas por aquela instituição; GERED/escola não receba o livro adequado ao estudante com deficiência. ATENÇÃO: As escolas deverão garantir plantão, durante o mês de janeiro, para receber os livros escolhidos e reserva técnica DAS ATRIBUIÇÕES PROFESSORES SALAS DE TECNOLOGIAS EDUCACIONAIS Resumo das atribuições professores salas de tecnologias educacionais: 1) Manter a Sala de Tecnologias Educacionais aberta e em funcionamento durante todo o seu horário de trabalho compatível com o funcionamento da escola, atendendo prioritariamente: a) turmas regulares de alunos com professores; b) cursos de capacitação promovidos ou autorizados pela SED, GERED ou NTE; c) alunos, professores, servidores individualmente; d) pessoas da comunidade, quando regulamentado pela escola aberta ou outro programa; 2) Seguir as orientações da SED e NTE estando sempre presente nas Sala de Tecnologias Educacionais para acompanhar, orientar e auxiliar os trabalhos dos: a) professores em aula com turmas de alunos, b) alunos individualmente no contra turno, c) professores durante a hora atividade d) outras atividades na Sala de Tecnologias Educacionais.

63 63 3) Zelar e controlar o patrimônio da Sala de Tecnologia Educacional, registrando a utilização e problemas em cada horário no Sistema DIOC/GETEI. 4) Executar pequenos reparos e configurações, orientadas pelo NTE, realizar a supervisão e a fiscalização dos equipamentos para prestar a necessária orientação técnica e providenciar a correção de falhas administrativas e de equipamentos em conjunto com o NTE, sob pena de responsabilidade. 6) Participar das capacitações propostas pela SED e NTE, estimular a participação dos professores e servidores da escola. Além de manter-se atualizado com leituras, realização de outros cursos pertinentes as suas à área de atuação. 7) Articular junto a direção a organização seminários ou mini-cursos para professores, servidores e alunos visando a socialização das experiências e a difusão da cultura tecnológica, sem prejuízo do andamento das aulas, em especial na hora atividade dos professores. 8)Propor alternativas de melhora, supervisão ou correção de eventuais desajustes detectados na Sala de Tecnologia Educacional, juntamente com a direção da escola e do NTE DA FAMÍLIA Na forma da lei e do que preconiza o Estatuto da Criança e do Adolescente, é dever dos pais e/ou responsável legal, acompanhar a vida escolar do aluno, bem como efetuar a matrícula e a rematrícula anualmente, acompanhando o rendimento e a freqüência da vida escolar do menor matriculado nesta unidade escolar. De outra forma é obrigação dos pais e/ou responsável legal, atender aos chamados da escola sempre que solicitados. Os pais poderão agendar um horário apropriado para a visita, uma vez que esta escola atende nos três períodos do dia. Poderão solicitar também um atestado de comparecimento na escola pra fins de justificativa no trabalho. A escola precisa estar alerta à participação da família na educação de seus alunos. Escola e família precisam caminhar juntas. Os pais devem participar das ações escolares (reuniões, conselhos de classe, palestras e outros) e encaminhamentos que fazem necessários para o desenvolvimento dos alunos. A escola participa do programa nacional do livro didático PNLD e com base na Resolução do MEC n. 03 de 14 de janeiro de 2008 é dever dos pais e/ou responsável legal, retirar e devolver no início e término do ano letivo, os livros a que os alunos tem direito em utilizar. Em caso de transferência é dever da família providenciar a devolução dos livros. A escola dispõe do Serviço de Orientação Educacional que está à disposição da família para orientá-los quanto ao rendimento escolar dos nossos alunos DA EQUIPE PEDAGÓGICA A equipe pedagógica é composta pelos especialistas em assuntos educacionais (Orientador Educacional, Supervisor Educacional e Administrador Escolar) e Assistente Técnico-Pedagógico e tem as seguintes atribuições: I. Coordenar e subsidiar a elaboração dos diagnósticos da realidade escolar em vários níveis. II. Coordenar e subsidiar a elaboração, execução e avaliação do planejamento: Projeto Político Pedagógico da Escola, planos de cursos, de turmas, de ensino, etc. III. Incentivar e prover condições para a elaboração de projetos de alfabetização, leitura, visitas, estudos de apoio, orientação profissional, saúde higiene, informática, ética, etc. IV. Compor turmas e horários que favoreçam o processo de ensino e aprendizagem. V. Capacitar em serviço DOS SERVIÇOS GERAIS Os Serviços Gerais têm a seu cargo a manutenção, preservação, segurança da unidade escolar, sendo coordenadas e supervisionadas pela Direção, Administração Escolar, pela APP e pelo Conselho Deliberativo da escola.

64 O corpo de pessoal para os Serviços Gerais será formado por serventes e outros previstos em ato específico da Secretaria de Estado da Educação e do Desporto. São atribuições do Servente I. Efetuar a limpeza e manter em ordem as instalações escolares, providenciando a relação de materiais e produtos necessários; II. Efetuar tarefas correlatas a sua função DO CORPO DISCENTE O Corpo Discente é constituído por todos os alunos regularmente matriculados nos cursos em funcionamento na unidade escolar. Pretende-se a formação de um aluno crítico, autônomo, responsável, participativo, que viva sua cidadania, buscando diminuir as diferenças sociais e humana. O aluno tem na escola o espaço para apropriar-se dos conhecimentos historicamente acumulados, refazer seus próprios conceitos, através da interação constante com os demais membros do grupo, construindo e respeitando regras de forma que possa construir sua autonomia, valores e que isto aumenta a possibilidade de troca e, amplia as suas próprias capacidades individuais. A escola como espaço social tem suas regras e na medida que estas regras são desrespeitadas pelo aluno, o caminho é a busca da resolução do conflito entre as partes envolvidas de forma a buscar soluções práticas, coerentes com a proposta pedagógica administrativa estes conflitos com o bom senso, seriedade, respeito e de acordo com as normas de organização da escola. CONSTITUIRÃO DIREITOS DOS ALUNOS I. Igualdade de condições para o acesso e permanência na escola. II. Aquisição do conhecimento prático necessário III. Tomar conhecimento das disposições do Projeto Político Pedagógico e funcionamento da escolar; IV. Receber informações sobre os diversos serviços oferecidos pela escola; V. Organizar e participar das agremiações estudantis; VI. Fazer uso dos serviços e dependências escolares de acordo com as normas estabelecidas neste Projeto Político Pedagógico e ou estabelecidos pela Direção. VII.Tomar conhecimento do seu rendimento escolar e de sua freqüência, através do boletim ou caderneta escolar; VIII.Contestar critérios avaliativos, podendo recorrer as instâncias escolares superiores; IX. Solicitar revisão de provas no prazo de 48h, a partir da divulgação das notas; X. Requerer transferências ou cancelamento de matrícula por si, quando de maior de idade, ou através do pai ou responsável, quando de menor; XI. Apresentar sugestões relativas aos conteúdos programáticos desenvolvidos pelo professor, com o objetivo de aprimorar o processo ensino-aprendizagem; XII. Reivindicar o cumprimento da carga horária prevista na grade curricular; XIII. Discutir com o serviço de apoio pedagógico ou com os professores regentes os problemas, as dificuldades pessoais e os relacionados ao processo ensino-aprendizagem; propondo soluções; XIV. Indicar representantes do Corpo Discente para compor o Conselho de Classe; XV. Requerer a matrícula por dependência ou dispensa de disciplina, previstas neste documento. CONSTITUEM DEVERES DOS ALUNOS I. Cumprir as disposições deste documento no que lhe couber: II. Atender as determinações dos diversos setores da escola; III. Comparecer pontualmente às aulas e demais atividades escolares; IV. Participar das atividades programadas e desenvolvidas pela escola; V. Cooperar na manutenção da higiene e na conservação das instalações escolares; VI. Manter e promover relações cooperativas com professores, colegas e comunidade; VII. Indenizar o prejuízo, quando produzir danos material à Unidade Escolar e a objetos de propriedade de colegas ou funcionários; VIII. justificar a direção e ao professor, mediante atestado médico ou declaração de pais e responsáveis, a ausência nas provas e entrega de trabalhos na data prevista; IX. Usar uniforme escolar, quando a Unidade Escolar assim o definir, em conformidade com a legislação vigente.

65 O CONSELHO DELIBERATIVO Em conformidade com o Decreto nº 3429 de 08 de dezembro de 1998, encontra-se o seguinte no art. 1º Art. 1º. As atividades Escolares de Educação Básica da Rede Pública Estadual o Conselho Deliberativo Escolar, Órgão Colegiado de caráter consultivo, normativo, deliberativo e avaliativo, que atuará em assuntos referentes à gestão pedagógica, administrativa e financeira da Unidade Escolar. Portanto, o Conselho Deliberativo Escolar, estando vinculado ao corpo diretivo da escola, compor-se-á por representantes de todos os segmentos da comunidade escolar que deverão nortear-se pelos princípios constitucionais e pelos decretos, leis e diretrizes emanadas pelos órgãos do sistema. As atribuições e competências, composição da Diretoria, processo eletivo e as formas de deliberações estão expressas por decreto estadual. O Conselho Deliberativo Escolar, regulamentado pelo Decreto Estadual n.º 3429/98 de 08/12/98, deve ser uma instância de funcionamento permanente, cuja função é garantir a formação e a prática democrática na escola, educando os que dele participam e dependem para a vida democrática. Seu funcionamento, no âmbito da escola, tem um efeito pedagógico concreto e não discursos sobre a prática e a necessidade da democracia. Este Conselho vem favorecer a participação da comunidade na escola e a presença da escola na comunidade. Abre espaço para as reivindicações dos alunos, professores, pais e comunidade, possibilitando que as famílias e os educadores atuem juntos na melhoria do atendimento escolar. Deve ser o balizador da ação coletiva na escola. Não apenas uma instância de natureza administrativa, mas também uma instância de natureza pedagógica e política. Suas funções de caráter consultivo, normativo, deliberativo e avaliativo estão expressas na Portaria n.º 008/99, que fixa normas complementares ao seu funcionamento. O Conselho Deliberativo Escolar deverá elaborar seu próprio estatuto e delegar atribuições às comissões, com a finalidade de dinamizar sua atuação e facilitar a sua organização. A ação do Conselho Deliberativo Escolar tem seus limites, não podendo romper com os objetivos gerais da educação nem com seus princípios legais, colocando em risco a legalidade dos próprios atos escolares. Assim deve estar submetido à legislação, às normas emanadas do Estado, à este Projeto Político Pedagógico da escola e aos interesses e à vontade da comunidade escolar que representa. No Anexo V deste documento encontra-se o Estatuto do Conselho Deliberativo Escolar. COMPETE AO CONSELHO DELIBERATIVO ESCOLAR I. Deliberar sobre as diretrizes e metas do Plano Político Pedagógico da Escola, seus mecanismos de elaboração, aprovação, supervisão e avaliação, que envolvem ações pedagógicas, administrativas e financeiras da Unidade Escolar. II. Propor alternativas de solução, prioridades e procedimentos para melhoria da qualidade do trabalho escolar, respeitando as normas legais vigentes. III. Coordenar e supervisionar com a Direção desta unidade escolar, a elaboração do Projeto Político Pedagógico, calendário letivo, o cumprimento dos dias de efetivo trabalho escolar e horas-aula estabelecidos na respectiva matriz curricular. IV. Apreciar e emitir parecer sobre relatórios anuais da escola, analisando o seu desempenho em face das diretrizes e metas estabelecidas neste projeto político pedagógico. V. Articular-se com outros Conselhos Escolares, criando mecanismos de acompanhamento e execução das políticas educacionais e planos de desenvolvimento da escola. VI. Recorrer a instâncias superiores sobre questões que não se julgar decidir e não previstas na legislação e neste documento. VII. Elaborar o seu Regimento Interno de acordo com a legislação e normas vigentes.

66 CONSELHO DE CLASSE: FUNÇÕES No Conselho de Classe há que se considerar a função mediadora que a avaliação assume conforme a nova LDB. Pode ser interpretado como um espaço educativo de debate, questionamento e análise coletiva sobre o desempenho pedagógico da equipe de profissionais sendo uma instância de natureza consultiva e deliberativa. Ainda que não existam receitas que possam definir como deva ser o Conselho de Classe, a escola, na busca por um processo mais democrático e dialógico, deverá fazer deste espaço escolar um potencial pedagógico. O Conselho de Classe é a instância que analisa, reflete, articula e intervém no processo do trabalho pedagógico. Este momento não deverá centrar-se apenas na verificação e repasse de notas, mas sim, numa reflexão radical, no sentido de ir às raízes das questões. Sobre a Lei 5.692/71 os Conselhos de Classe não eram legalmente instruídos. Foi a partir de pedidos de esclarecimento dessa lei, com relação a avaliação coletiva, que surge o Conselho de Classe instituído pelos novos regimentos elaborados pelas Escolas. Em Santa Catarina, o processo n.º 333/96 do CEE regulamenta os regimentos escolares das Unidades de Ensino, definindo ações e funções do Conselho de Classe e hoje é a resolução n.º 23/2000 CEE que regulamenta o Conselho de Classe em Santa Catarina. São funções do Conselho de Classe a avaliação: do aluno, do processo de ensino, da escola, da gestão institucional e dos projetos pedagógicos alternativos. Todas estas ações deverão ser avaliadas considerando o atual momento histórico, pois só assim não perderemos de vista a função da escola pública contemporânea. O Conselho de Classe tem por objetivo romper com a fragmentação pedagógica, sendo um espaço para o entendimento do que seja o fazer escola, voltando as necessidades reais dos cidadãos, na tentativa de buscar uma avaliação mais profunda acerca das práticas educativas. Desta forma a totalidade social é que define o ato pedagógico. Sob esta ótica os problemas educacionais necessitam serem entendidos como questões sociais, decorrentes das próprias crises contemporâneas que vivenciamos. Desse modo, consideramos que interferir na realidade social de modo a buscar todas as soluções rumo à superação da problemática social é tarefa bastante complexa. Contudo, podemos investir na superação dos entraves pedagógicos e, conseqüentemente, colaborar para a transformação social. É oportuno lembrar que embora o Conselho de Classe seja um espaço para a avaliação e para a tomada de decisões sobre o fazer escolar, na prática, centra-se apenas no aluno e em alguns casos na prática do professor. Portanto, uma abordagem mais efetiva em termos de totalidade sobre o processo educativo escolar é posta em xeque. Destacamos que o Conselho de Classe tem a função deliberativa para redefinir ou redimensionar o fazer escolar, com base neste Projeto Político Pedagógico, incluindo-se aqui a prática de sala de aula, indicando e propondo encaminhamentos sobre o ato de educar. Entendemos que o Conselho de Classe é um momento de participação coletiva e não apenas relatos individuais de notas, implica em que todos assumam a responsabilidade para propor e buscar soluções aos problemas arrolados. É fundamental que as equipes pedagógicas, os professores e até mesmo os alunos, discutam sobre a validade social do Conselho de Classe e que implicações poderão desencadear em favor de um ensino de qualidade e, por conseqüência, na produção de cidadãos críticos e conscientes. Os dados levantados no Conselho de Classe deverão ser considerados como ponto de partida para revisão do final do período letivo como também para o trabalho a ser desenvolvido nos períodos letivos subseqüentes. O CONSELHO DE CLASSE É O ÓRGÃO QUE POSSIBILITA A avaliação dos envolvidos no trabalho educativo e no estabelecimento de ações para a superação das dificuldades. A avaliação do processo ensino-aprendizagem desenvolvido pela escola na implementação das ações propostas e verificação dos resultados. A definição de critérios para a avaliação e sua revisão quando necessária.

67 67 A avaliação da prática docente, enquanto motivação e produção de condições de apropriação do conhecimento, no que se refere: à metodologia, aos conteúdos programáticos e a totalidade das atividades pedagógicas realizadas. COMPOSIÇÃO DO CONSELHO DE CLASSE O Conselho de Classe deverá ser composto obrigatoriamente: Pelos professores da turma. Pela Direção da unidade escolar e pela equipe técnica-pedagógica Por alunos (se assim for deliberado pelo Conselho de Classe). Por pais (se assim for deliberado pelo Conselho de Classe). O Conselho de Classe será realizado, ordinariamente, por turma, nos períodos que acontecem ao registro definitivo do aproveitamento dos alunos no processo de apropriação de consentimentos. Será proponente das ações que visem a melhoria da aprendizagem e o definidor da aprovação ou não reprovação. O Conselho de Classe poderá reunir-se extraordinariamente, convocado pela Direção desta unidade escolar e/ou por 1/3 (um terço) dos professores, e/ou pais e alunos integrantes do Conselho. CONSIDERAÇÕES FINAIS SOBRE O CONSELHO DE CLASSE Cabe ainda ao Conselho de Classe: I. emitir parecer sobre assuntos referentes ao processo ensino-aprendizagem, decidindo pela revisão de nota ou anulação e repetição de testes, provas e trabalhos destinados à avaliação do rendimento escolar em que ocorram irregularidades ou dúvidas por parte dos alunos, pais ou responsáveis, quanto ao resultados obtidos; II. analisar o pedidos de reconsideração dos pareceres emitidos pelo Conselho de Classe nos casos relacionados no inciso anterior e, esgotadas todas as possibilidades de solução para o problema, consultar a instancia superior imediata para a decisão final; III. avaliar as atividades docentes e discentes, possibilitando replanejamento dos objetivos e das estratégias de execução da programação., com vistas à melhoria do processo ensino- aprendizagem; IV. responsabilizar o Professor de cada disciplina, ao término do conselho de Classe, pelo preenchimento do documento de avaliação e freqüência, adotado pelas rede estadual de ensino, a ser entregue na Secretaria da Unidade Escolar; V. propor medidas para a melhoria do aproveitamento escolar, integração e relacionamento dos alunos na turma; VI. estabelecer planos viáveis de recuperação contínua e paralela dos alunos, em consonância com o Plano Político- Pedagógico da escola; VII. assegurar a elaboração e execução dos planos de adaptação de alunos transferidos, quando se fizer necessário, atendendo a legislação específica. 1.5 ASSOCIAÇÕES DE PAIS E PROFESSORES APP A entidade jurídica Associação de Pais e Professores, é o órgão representativo dos Pais e Professores da Escola. É autônoma, podendo exercer direitos e obrigações. No Anexo VII deste projeto encontra-se o estatuto da Associação de Pais e Mestres APP O Decreto n.º 311/3 de 18/12/1986, rege a APP. Cabe ao administrador escolar, ser o elo de ligação entre a Escola e a Diretoria da APP, bem como administrar conforme normas legais, todos os recursos financeiros adquiridos por meio de subvenções, doações ou arrecadações. Conforme decisão da APP solicita-se aos pais uma doação anual, em forma de taxa, para que haja colaboração monetária para o eficiente funcionamento de estabelecimento de ensino, respeitando-se as condições financeiras de cada família. De acordo com decisão da APP e Direção da Escola, é sugerido o uso de uniforme para os alunos, como medida justifica-se pela aparência de organização, economia e segurança dos alunos. O Manual da Associação de Pais e Professores (APP) de Santa Catarina (1996), rege a organização da APP desta Escola do qual destacamos a página 12, uma das atribuições da APP. Participar do processo administrativo, especialmente na aplicação de verbas recebidas pelas escolas, para: Construção, ampliação, reforma e manutenção do espaço físico da escola; aquisição de material de expediente e de limpeza e

68 68 alimentos para a merenda escolar; compra de uniforme e material escolar para atendimento aos alunos carentes; contratações de serventes, merendeiras e vigias, pelo regime da Lei Trabalhista, ou através de convênios com a Secretaria de Estado da Educação, Cultura e Desporto, a qual assumirá o ônus financeiro; gestão administrativa e financeira das Cantinas Escolares, de acordo com a legislação vigente; incentivo à formação do Grêmio Estudantil, possibilitando um trabalho de parceria com a APP. De acordo com o Decreto nº 15792, 07/12/1981, encontra-se o estatuto-padrão para as Associações de Pais e Professores. Art 1º. As Associações de Pais e Professores APP, de existência obrigatória nos estabelecimentos de ensino da Rede Estadual e que deverão ser constituídas no prazo de 60 (sessenta) dias, contados da data do início do ano letivo, reger-se-ão pelo estatuto-padrão, aprovado por este Decreto. A APP é uma sociedade civil, sem fins lucrativos, de duração indeterminada, composta por pais, ou responsável legais por alunos e professores da unidade escolar. Tem a finalidade específica de integrar a escola e comunidade devendo: 1. Estimular a transformação da escola em centro de integração de desenvolvimento comunitário. 2. Promover a aproximação entre professores e pais. 3. Incentivar a promoção de cursos e atividades culturais. 4. Participar na solução de problemas escolares. 5.Cooperar na conservação física do Estabelecimento. 6. Administrar recursos financeiros com a Administração Escolar. ATRIBUIÇÕES DA ASSOCIAÇÃO DE PAIS E PROFESSORES 01. Estimular a formação de comissões de caráter interino para a realização de tarefas especificas e transitórias, orientando quando necessário os trabalhos das mesmas;. Assumir a responsabilidade que lhe cabe na administração do Fundo Escolar; 03. Convocar e presidir reuniões administrativas e gerais; 04. Apresentar ao Serviço Integração Escola Comunidade, à coordenadoria Regional de educação, no final do respectivo mandato, relatório no qual resumirá conforme registros aferidos na alínea j deste artigo, as atividades da associação de Pais e Professores em sua gestão. 05. Elaborar e encaminhar ao conselho fiscal, orçamento de trabalho para o período de no mínimo 6 (seis) meses; 06. Propor ao Conselho Fiscal alterações no orçamento a no programa de trabalho sempre acompanhada de exposição de motivos; 07. Executar o orçamento e o programa de trabalho aprovado pelo conselho fiscal; 08. Realizar despesas e autorizar pagamentos de acordo com as normas estabelecidas no Regimento Interno e de conformidade com o orçamento e programa de trabalho aprovados pelo conselho fiscal. 09. Apresentar, mensalmente ao conselho fiscal, balancete financeiro e orçamentário, na qual se evidencia o cumprimento do que foi programando e os compromissos financeiros, nos livros especiais para este fim; 10. Executar as demais atividades necessárias ao alcance dos objetivos da associação, respeitadas as normas estatutárias ou regimentais. 1.6 DA ESCOLA E CONSELHO TUTELAR Os casos de suspeita e informação de maus tratos contra criança ou adolescente bem como os de faltas injustificadas e/ou evasão escolar serão obrigatoriamente comunicados ao Conselho Tutelar, sem prejuízo de outras providências Legais (Estatuto da Criança e do adolescente). O Conselho Tutelar é órgão não jurisdicional e suas ações caracterizam-se pela responsabilidade de zelar pelo cumprimento dos direitos da criança e do adolescente. Tem suas atribuições definidas no art. 136 da Lei 8.069/90. Dentro de suas atribuições, o Conselho Tutelar tem a competência de realizar junto à escola um trabalho de atender, escutar crianças e adolescentes, seus pais, a sociedade, as organizações encaminhar e acompanhar todos os casos em que os direitos de criança e adolescentes forem ameaçados ou violentados.

69 69 O Artigo 56 do Estatuto da Criança e do adolescente atribuiu aos dirigentes de estabelecimentos de Ensino Fundamental a responsabilidade de comunicar ao Conselho Tutelar o disposto nos indícios: I Maus tratos envolvendo os seus alunos; II reiteração de faltas injustificadas e de evasão escolar, esgotados os recursos escolares; III elevados níveis de repetência. Diante disto, é fundamental que a escola, ao enfrentar as referidas situações no seu cotidiano, primeiramente utilize todos os recursos pedagógicos de sua responsabilidade, buscando soluções que assegurem os direitos da criança e do adolescente, para garantir a sua permanência na escola. Em caso de a direção da escola não conseguir solucionar as questões surgidas, após esgotados todos os procedimentos a ela pertinentes, poderá recorrer ao Conselho Tutelar, considerando que as duas instancias, Escola e Conselho Tutelar, irão juntas unir esforços para a busca de solução das questões. O Conselho Tutelar têm a competência de realizar junto com a escola um trabalho educativo de atendimento, auxilio e aconselhamento aos pais. É necessário ter claro que este e um meio para alcançar os objetivos e não um fim em si mesmo. Cabe, ainda, ao Conselho Tutelar, após constelar fatos que interfiram nos direitos da criança e do adolescente, intervir junto a escola, questionando o diretor a respeito da violação dos direitos dos alunos, procurando auxiliar na, solução dos problemas ocorridos. Quando a escola já tiver esgotado todos os procedimentos pedagógicos para solução de seu problema, poderá recorrer a autoridade judiciária ou Ministério Público, uma vez que cabe a esse órgão zelar pelo cumprimento da Doutrina de Proteção Integral aos direitos da criança e do adolescente estabelecidos no Estatuto. 1.7 GRÊMIO ESTUDANTIL O órgão representativo dos alunos na escola denomina-se Grêmio Estudantil Ayrton Senna e é regido por Estatuto próprio, amparado na lei que dispõe sobre a organização de entidades representativas dos estudantes do Ensino Fundamental e Ensino Médio e dá outras providências. As eleições para a diretoria, acontecem todos os anos no mês de maio, isto é, início do segundo bimestre letivo.

70 70 PARTE IV DIMENSÕES DA ESCOLA 1 DIMENSÃO FÍSICA Em 2012 a escola está passando por uma reforma com ampliação da área física. AREA TOTAL DA ESCOLA: 823,63 M2 Salas de Aula 10 Sala de Direção 01 Quadra Esportiva 01 Sala Professores 01 Biblioteca 01 Sala de Orientação Educacional 01 Secretaria 01 Sala do SAEDE 01 Cozinha 01 Banheiros para os alunos 10 Sala de informática 01 Banheiros para os professores Refeitório 01 Banheiros adaptados Fonte: dados da escola ESPECIFICAÇÃO E DESCRIÇÃO DOS AMBIENTES ESCOLARES ESPECIFICAÇÃO SALAS DE AULA, devidamente equipadas com carteiras, mesa do professor, quadro de giz, armários e coletor de papel. SALAS DE AULA ADAPTADAS, devidamente equipadas com carteiras, mesa do professor, quadro de giz, armários e coletor de papel. QUANTI- OBSER- DADE VAÇÃO sala de informática 03 GABINETE DO DIRETOR, 03 mesas com 03 cadeiras, 03 cadeiras estofadas, arquivo. SECRETARIA, com 07 mesas, 07 cadeiras, 01 armário de MDF com 12 portas 01 horizontais e 05 portas verticais,3 computadores, 3 impressoras e 1 matricial, 3 aparelhos de som. SALA DOS PROFESSORES, 01 armário com 32 portas, 01 armário com 2 portas 01 grandes, 01 mesa grande para reuniões, 08 cadeiras, 01 jogo de sofá, 01 bebedouro elétrico. REFEITÓRIO, 10 mesas com bancos, 01 SALA DE VÍDEO, 01 conjunto multimídia, 35 cadeiras 01 BIBLIOTECA, 10 estantes de ferro com 07 prateleiras, 11 armários de portas, mesa, 01 balcão, 11 banquetas. SALA ALMOXARIFADO, com 01 escrivaninha, 01 armário, 01 armário com 2 portas 01 e 05 prateleiras. COZINHA, 01 fogão industrial de 4 bocas, 01 fogão simples de 4 bocas, 1 pia 01 embutida com 2 cubas, 01 armário grande com 8 portas, 1 forno elétrico, 1 geladeira, 1 freezer, 01 mesa e 4 cadeiras, 01 fogão a lenha. CANTINA, 01 balcão com 4 portas e gavetas, 01 geladeira, 01 microondas, 01 pia 01 com 2 cubas; 4 gavetas e 4 portas, 01 freezer, 03 mesas redondas com 4 cadeiras cada, 01 estufa. DEPENDÊNCIAS PARA A PRÁTICA DE EDUCAÇÃO FÍSICA, quadras completas. SANITÁRIOS PARA ALUNOS, 01 masculino com 06 vasos, chuveiros e 04 pias, 01 feminino com 07 vasos 01 chuveiro e 09 pias. SANITÁRIOS PARA PROFESSORES, 01 masculino com 1 vaso e 1 pia; 01 feminino com 1 vaso e 1 pia. LABORATÓRIO DE INFORMÁTICA com 10 computadores 01 Fonte: dados da escola

71 71 1 BIBLIOTECA - DO ACERVO A Biblioteca da EEB Prof. Balduíno Cardoso visa prestar serviços de informação às atividades de ensino à comunidade escolar contribuindo com a melhoria da qualidade da educação e desenvolvendo nos alunos o gosto pela leitura, pela pesquisa e apoio aos trabalhos escolares. O acervo é de livre acesso à comunidade escolar, sempre orientado por uma pessoa responsável pela biblioteca da escola. Cerca de 3176 exemplares compõe-se nosso acervo. O acervo da Biblioteca é formado por diversas coleções que ficam disponíveis para empréstimos, com exceção dos materiais pertinentes a: a) Coleção Especial b) Arquivo fotográfico Observação: O uso desse material fica restrito ao âmbito da Biblioteca. No Anexo I encontra-se as normas de utilização da Biblioteca desta unidade escolar. 2 SALA INFORMATIZADA E INFORMATIZAÇÃO DA ESCOLA Conta com dez computadores, em bom estado de conservação, dispostos cada um em mesas apropriadas. O local de funcionamento não é adequado à conservação dos equipamentos, pois o mesmo não dispõe de ar condicionado. Para o uso destes equipamentos, a direção deve providenciar a formatação quando necessária, sendo que o software utilizado é o Linux. A secretaria e a sala de professores estão informatizadas com acesso à internet. Como parte da informatização, a escola possui ainda (dois) televisores equipados com videocassete e DVD. 3 DIMENSÃO FINANCEIRA Os recursos financeiros da Escola são geridos por duas situações: a) APP A Associação de Pais e Professores da Escola: gere recursos previstos em seu estatuto que visa atender os objetivos e metas da APP, através de Contribuição dos associados; Convênios; Subvenções; Doações; Promoções diversas; Outras fontes. A contribuição a que se refere a contribuição dos associados será sempre facultativa, de forma espontânea, nunca de forma coativa ou constrangedora, e sem valor estipulado pela Diretoria. O caráter facultativo das contribuições não isenta os associados do dever moral e dentro de suas possibilidades, cooperarem para a constituição do fundo financeiro da Associação. As contribuições serão recolhidas e devidamente registradas pela Diretoria, que procederá o depósito através do Diretor Financeiro, em conta bancária específica. O não pagamento da contribuição da APP, não poderá resultar, sob hipótese alguma, em situação constrangedora ou vexatória para os alunos e seus responsáveis, seja de forma individual ou coletiva. A aplicação dos recursos financeiros constará no Plano Anual de Trabalho da APP. Os recursos oriundos de promoções diversas realizadas pela APP e doações recebidas poderão ser utilizados para a manutenção e conservação da Escola, compra de alimentos e materiais pedagógicos e outros, não podendo ser utilizado para pagamento de recursos humanos. b) Entidade Mantenedora O Estado de Santa Catarina através da Gerência de Educação, Secretaria Regional e Secretaria Estadual são os órgãos que atendem as necessidades financeiras da escola conforme regulamentação legal. Estes recursos chegam

72 72 na escola através de requisições de materiais de expediente e ou reparos, bem como obras solicitados pelas equipe gestora da escola. c) Outros recursos financeiros eventuais: serão destinados de forma legal pela Entidade Mantenedora, dos quais serão feitas as prestações de contas forma conjunta entre a equipe gestora e a APP. 4 DIMENSÃO PEDAGÓGICA RESULTADOS 5.1 TABELA DE MATRÍCULA 20 À APROVAÇÃO E REPROVAÇÃO ANO MATRICULA FINAL APROVADOS REPROVADOS INICIAL inicial Fonte: dados da escola INSERIR DADOS DA AVALIAÇÃO EXTERNA - IDEB 4.2 MATRIZES CURRICULARES Número Mínimo de dias de efetivos trabalho escolar: 200 dias Número Mínimo de Semanas letivas: 40 Número de dias semanais de efetivo trabalho : 05 Carga Horária anual para os alunos: 800 horas Código/ Matriz no SERIE (Anos Iniciais) (Anos Finais) MATRIZ CURRICULAR DO ENSINO FUNDAMENTAL- ANOS INICIAIS ANO: 1º e 2º TURNO-VESP CARGA HORÁRIA-800HS MATRIZ CURRICULAR: 1180 N.º DISCPLINA HORAS AULA LINGUA PORTUGUESA MATEMÁTICA GEOGRAFIA HISTÓRIA EDUCAÇÃO FÍSICA ENSINO RELIGIOSO CIENCIAS ARTES ANO: 3º e 4º TURNO-VESP CARGA HORÁRIA-800HS MATRIZ CURRICULAR: 1180 Nº DISCIPLINA HORAS AULA LINGUA PORTUGUESA MATEMÁTICA GEOGRAFIA HISTÓRIA

73 EDUCAÇÃO FÍSICA ENSINO RELIGIOS CIENCIAS ARTES 03 SÉRIE: SAED TURNO: MAT/VESP CARGA HORÁRIA-160 HS MATRIZ CURRICULAR: 418 Nº DISCIPLINA HORAS AULA 214 ENSINO ESPECIAL MATRIZ CURRICULAR DO ENSINO FUNDAMENTAL- SÉRIES FINAIS SÉRIE: 7.ª a 8.ª TURNO-MATUTINO CARGA HORÁRIA: 832 MATRIZ CURRICULAR: 990 Nº DISCIPLINA HORAS AULA CARGA HORÁRIA LINGUA PORTUGUESA MATEMÁTICA GEOGRFIA HISTÓRIA EDUCAÇÃO FÍSICA LINGUA ESTRANGEIRA ENSINO RELIGIOSO CIENCIAS ARTES OBS: INTERPRETE DE LIBRAS Nº1155 HORA AULA: 20 OBSERVAÇÕES CARGA HORÁRIA: 0 HS Na Matriz Curricular do Ensino Fundamental de 9 anos, de 1ª a 5ª série (Anos Iniciais) não consta divisão de carga horária, pois o professor desenvolve atividades com os conceitos das disciplinas da Base Comum. Nas disciplinas de Educação Física e Arte serão ministradas, nos Anos Iniciais do Ensino Fundamental (1ª a 5ª série), por professores das disciplinas citadas, com carga horária semanal de 03 (três) aulas de educação física e (duas) de Arte. A duração da hora/aula é de 45 minutos e mais 15 minutos de recreio monitorado, com controle de freqüência e sob a responsabilidade direta do corpo docente; Na Parte Diversificada será oferecida a partir da 5ª série dos Anos Iniciais a disciplina Língua Estrangeira em Inglês A escola poderá oferecer a segunda Língua Estrangeira, de forma optativa e em período extraclasse, se a mesma, no seu quadro funcional, tiver professor habilitado, efetivo e com carga horária disponível. A escola organizará o horário para a oferta do Ensino Religioso, conforme Lei nº 9.475/97, garantindo, a matrícula facultativa aos alunos e, Decreto n.º 3.882/ MATRIZ CURRICULAR DO PROGRAMA DE CORREÇÃO DE FLUXO N.º horas para Matemática/2 horas aulas de planejamento coletivo; 10 horas para Língua Portuguesa/2 horas aulas de planejamento coletivo; 03 Artes/2 horas aulas de planejamento coletivo; Educação Física/2 horas aulas de planejamento coletivo Obs: As aulas destinadas ao planejamento coletivo são, como o próprio termo especifica, para planejamento articulado entre os professores da turma, portanto devem acontecer fora do horário das aulas.

74 74 DISCIPLINAS CARGA HORÁRIA ALUNO LÍNGUA PORTUGUESA 10 MATEMÁTICA 10 ARTES 03 EDUCAÇÃO FÍSICA TOTAL 25 Matriz 2256 Matriz Planejamento - Curricular CARGA HORÁRIA PROFESSOR DISCIPLINAS LP MTM EF Artes 08 Simulação de horário escolar: Atenção: Máximo de duas aulas diárias por disciplinas, isto significa dizer, não poderá haver três aulas seguidas ou alternadas da mesma disciplina por dia da semana. 2ª feira 3ª Feira 4ª Feira 5ª Feira 6ª Feira LP MTM Artes MTM MTM LP MTM LP MTM MTM MTM EF LP LP Artes MTM LP MTM LP LP Artes LP MTM EF LP COMPOSIÇÃO DAS TURMAS DE CORREÇÃO DE FLUXO As turmas serão formadas preferencialmente pelos alunos já matriculados na Unidade Escolar. Todos os alunos desenturmados de 5º ou 6º anos, do EF de 09 (nove) anos e dos de 6ª série do EF de 08 (oito) anos formarão uma única turma com terminalidade de Ensino Fundamental, equivalente ao 9º ano, e /ou, 8ª série. Número de alunos por sala Mínimo: 12 Máximo: 25 Idade: 13 anos ou mais para quem estiver no 5º e 6º ano do EF de 09 anos e no 6º série do EF de 08 anos.

75 MATRIZ CURRICULAR DO ENSINO MÉDIO NÚCLEO COMUM 1.ª SÉRIE DO ENSINO MÉDIO NÚCLEO COMUM SÉRIE:1ª TURNO-MATUTINO CARGA HORÁRIA:800 MATRIZ CURRICULAR: 2910 Nº DISCIPLINA HORA AULA CARGA HORÁRIA BIOLOGIA MATEMÁTICA GEOGRAFIA HISTÓRIA EDUCAÇÃO FÍSICA LINGUA ESTRANGEIRA LINGUA PORTUGUESA E LITE. SOCIOLOGIA FÍSICA QUIMÍCA FILOSOFIA ARTES SÉRIE: 1ª TURNO-NOTURNO CARGA HORÁRIA-800 HS MATRIZ CURRICULAR: 2912 Nº DISCIPLINA HOR AULA CARGA HORÁRIA BIOLOGIA MATEMÁTICA GEOGRAFIA HISTÓRIA EDUCAÇÃO FÍSICA LINGUA ESTRANGEIRA LINGUA PORTUGUESA E LIT. SOCIOLOGIA FÍSICA QUIMÍCA FILOSOFIA ARTES A organização curricular do Curso, com a respectiva carga horária e ementas é composta das seguintes disciplinas: Disciplina: Biologia Carga horária: h/a Ementa: A Biologia no primeiro ano do Ensino Médio traz informações relativas as áreas de estudo da Biologia, conhecimentos sobre os seres vivos desde sua origem, composição, tipos de células, tecidos funções biológicas, reprodução e desenvolvimento de um ser vivo. Disciplina: Matemática Carga horária: 96 h/a

76 76 Ementa: Funções, Progressões, Matrizes, Determinantes, Sistemas Lineares, Geometria Plana, Trigonometria, Geometria Analítica, Geometria Espacial e de Posição, Probabilidade. Disciplina: Geografia Carga horária: h/a Ementa: Histórico da Geografia como ciências. Categorias científicas: Lugar. Paisagem, Território, Escala Geográfica, Representação Cartográfica, Espaço Geográfico, Configuração Espacial. Análise espacial: histórica, econômica, cultural das diferentes sociedades nas diferentes escalas geográficas: local, regional nacional e mundial. Disciplina: História Carga horária: h/a Ementa: Conceitos de história e de tempo. A construção histórica das comunidades e sociedades e seus processos de trabalho no tempo. A formação das culturas indígenas, africanas, asiáticas, européias, americanas e do Pacífico e as relações entre as diversas sociedades e culturas. A História do Brasil e regional. A análise de fontes e suas historicidade. Disciplina: Educação Física Carga horária: h/a Ementa: Cultura corporal de movimento. O corpo como determinante da existência ser humano. A ampliação da capacidade cognitiva através do movimento. Ampliação da visão de mundo através da cultura corporal do movimento. Pressupostos do materialismo histórico-dialético que configuram a cultura corporal de movimento em todas as suas manifestações culturais, políticas econômicas e sociais. Disciplina: Língua Estrangeira Carga horária: h/a Ementa: Compreensão leitura-gêneros textuais; atribuir significado a palavras e expressões idiomáticas de uso corrente; identificação das funções gramaticais das palavras;identificação dos aspectos da cultura de comunidades falantes da Língua Estrangeira Moderna. Produção escrita-ortografia, tipologia textual, organização textual;construção do significado.compreensão e produção oral-fonética/fonologia; construções gramaticais; léxico; entonação e variações da tonacidade; relação entre ortografia e pronúncia; níveis de formalidade da fala e suas adquações a contextos específicos; marcadores de coesão e facilitadores da coerência típicos da linguagem oral; procedimentos de iniciar, manter e finalizar a fala. Disciplina: Língua Portuguesa e Literatura Carga horária: 96 h/a Ementa: Concepção de língua e linguagem: princípios básicos da língua num processo de comunicação humana. A língua e os demais sistemas de signos. Estudo da Fonologia; Morfologia; Sintaxe; Semântica; e Literatura Brasileira. Priorização da leitura, escritura, produção e análise de texto. Disciplina: Física Carga horária: h/a Ementa: Conhecimento científico e conhecimento espontâneo da natureza; Física: objeto, método e princípios; Evolução histórica e principais contribuições; Mecânica: o movimento e suas leis; Energia: formas, conservação e transformações: Òptica e física térmica; Eletromagnetismo; Física moderna. Disciplina: Química Carga horária: h/a

77 77 Ementa: A relação Química sociedade tecnologia: Interações e transformações no meio ambiente; - Experimentos; - A química e as transformações na história da produção. Estudo das propriedades específicas dos materiais. Processos de separação e purificação. Estados dos materiais. Átomo e tabela periódica. Transformações químicas e quantidades. Ligações químicas, interações intermoleculares e propriedades dos materiais. Propriedades coligativas. A química das drogas e medicamentos e as funções orgânicas. Disciplina: Filosofia Carga horária: h/a Ementa: A filosofia e a atitude filosófica: definições. A filosofia e outros saberes: senso comum, Ciências, Teologia e Filosofia. As principais disciplinas filosóficas: Metafísica, Ética, Lógica e teoria do conhecimento. Filosofia e a história da filosofia: noções e problemas fundamentais da filosofia. Antiga, Medieval, Contemporânea. Disciplina: Artes Carga horária: h/a Ementa: A disciplina de artes no contexto da escola é uma disciplina regular que pressupõe arte como conhecimento. Conforme a proposta curricular de Santa Catarina, esta trabalha com a linguagem artística-visual, ciências e musical dentro de objetivos e metodologias próprias, com fim de educação critica e cidadã. 2.ª SÉRIE DO ENSINO MÉDIO- NÚCLEO COMUM SÉRIE: 2ª TURNO: MATUTINO CARGA HORÁRIA: 800 H MATRIZ CURRICULAR: 2910 Nº DISCIPLINA HORA AULA CARGA HORÁRIA BIOLOGIA MATEMÁTICA GEOGRAFIA HISTÓRIA EDUCAÇÃO FÍSICA LINGUA ESTRANGEIRA LINGUA PORTUGUESA E LIT. SOCIOLOGIA FÍSICA QUIMÍCA FILOSOFIA ARTES A organização curricular do Curso, com a respectiva carga horária e ementas é composta das seguintes disciplinas: Disciplina: Biologia Carga horária: h/a Ementa: A Biologia no primeiro ano do Ensino Médio traz informações relativas as áreas de estudo da Biologia, conhecimentos sobre os seres vivos desde sua origem, composição, tipos de células, tecidos funções biológicas, reprodução e desenvolvimento de um ser vivo.

78 78 Disciplina: Matemática Carga horária: 96 h/a Ementa: Funções, Progressões, Matrizes, Determinantes, Sistemas Lineares, Geometria Plana, Trigonometria, Geometria Analítica, Geometria Espacial e de Posição, Probabilidade. Disciplina: Geografia Carga horária: h/a Ementa: Histórico da Geografia como ciências. Categorias científicas: Lugar. Paisagem, Território, Escala Geográfica, Representação Cartográfica, Espaço Geográfico, Configuração Espacial. Análise espacial: histórica, econômica, cultural das diferentes sociedades nas diferentes escalas geográficas: local, regional nacional e mundial. Disciplina: História Carga horária: h/a Ementa: Conceitos de história e de tempo. A construção histórica das comunidades e sociedades e seus processos de trabalho no tempo. A formação das culturas indígenas, africanas, asiáticas, européias, americanas e do Pacífico e as relações entre as diversas sociedades e culturas. A História do Brasil e regional. A análise de fontes e suas historicidade. Disciplina: Educação Física Carga horária: h/a Ementa: Cultura corporal de movimento. O corpo como determinante da existência ser humano. A ampliação da capacidade cognitiva através do movimento. Ampliação da visão de mundo através da cultura corporal do movimento. Pressupostos do materialismo histórico-dialético que configuram a cultura corporal de movimento em todas as suas manifestações culturais, políticas econômicas e sociais. Disciplina: Língua Estrangeira Carga horária: h/a Ementa: Compreensão leitura-gêneros textuais; atribuir significado a palavras e expressões idiomáticas de uso corrente; identificação das funções gramaticais das palavras; identificação dos aspectos da cultura de comunidades falantes da Língua Estrangeira Moderna. Produção escrita-ortografia, tipologia textual, organização textual;construção do significado.compreensão e produção oral-fonética/fonologia; construções gramaticais; léxico; entonação e variações da tonacidade; relação entre ortografia e pronúncia; níveis de formalidade da fala e suas adquações a contextos específicos; marcadores de coesão e facilitadores da coerência típicos da linguagem oral; procedimentos de iniciar, manter e finalizar a fala. Disciplina: Língua Portuguesa e Literatura Carga horária: 96 h/a Ementa: Concepção de língua e linguagem: princípios básicos da língua num processo de comunicação humana. A língua e os demais sistemas de signos. Estudo da Fonologia; Morfologia; Sintaxe; Semântica; e Literatura Brasileira. Priorização da leitura, escritura, produção e análise de texto. Disciplina: Sociologia Carga horária: h/a Ementa: O surgimento da sociedade, principais vertentes conceitos básicos de sociologia do desenvolvimento Disciplina: Física Carga horária: h/a

79 79 Ementa: Conhecimento científico e conhecimento espontâneo da natureza; Física: objeto, método e princípios; Evolução histórica e principais contribuições; Mecânica: o movimento e suas leis; Energia: formas, conservação e transformações: Òptica e física térmica; Eletromagnetismo; Física moderna. Disciplina: Química Carga horária: h/a Ementa: A relação Química sociedade tecnologia: Interações e transformações no meio ambiente; - Experimentos; - A química e as transformações na história da produção. Estudo das propriedades específicas dos materiais. Processos de separação e purificação. Estados dos materiais. Átomo e tabela periódica. Transformações químicas e quantidades. Ligações químicas, interações intermoleculares e propriedades dos materiais. Propriedades coligativas. A química das drogas e medicamentos e as funções orgânicas. Disciplina: Filosofia Carga horária: h/a Ementa: A filosofia e a atitude filosófica: definições. A filosofia e outros saberes: senso comum, Ciências, Teologia e Filosofia. As principais disciplinas filosóficas: Metafísica, Ética, Lógica e teoria do conhecimento. Filosofia e a história da filosofia: noções e problemas fundamentais da filosofia. Antiga, Medieval, Contemporânea. Disciplina: Artes Carga horária: h/a Ementa: A disciplina de artes no contexto da escola é uma disciplina regular que pressupõe arte como conhecimento. Conforme a proposta curricular de Santa Catarina, esta trabalha com a linguagem artística-visual, ciências e musical dentro de objetivos e metodologias próprias, com fim de educação critica e cidadã. 3.ª SÉRIE DO ENSINO MÉDIO- NÚCLEO COMUM SÉRIE: 3. ª TURNO: MATUTINO CARGA HORÁRIA: 800 H MATRIZ CURRICULAR: 2910 Nº DISCIPLINA HORA AULA CARGA HORÁRIA BIOLOGIA MATEMÁTICA GEOGRAFIA HISTÓRIA EDUCAÇÃO FÍSICA LINGUA ESTRANGEIRA LINGUA PORTUGUESA e LIT. SOCIOLOGIA FÍSICA QUIMÍCA FILOSOFIA ARTES SÉRIE- 3ª TURNO-NOTURNO CARGA HORÁRIA: 800 H MATRIZ CURRICULAR: 2912 Nº DISCIPLINA HORAS AULA CARGA HORÁRIA BIOLOGIA MATEMÁTICA GEOGRAFIA HISTÓRIA EDUCAÇÃO FÍSICA

80 LINGUA ESTRANGEIRA LINGUA PORTUGUESA E LIT. FILOSOFIA FÍSICA QUIMÍCA ARTES SOCIOLOGIA MATRIZ CURRICULAR E EMENTAS DO MAGISTÉRIO- EDUCAÇÃO INFANTIL E SÉRIES INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL MATRIZ 8500 Número mínimo de dias de efetivo trabalho escolar: 200 Número de Semanas Letivas: 40 diurno 48 noturno Número de dias semanais de efetivo trabalho: 05 DISCIPLINAS DE AULAS SEMANAIS CARGA 1ª 2ª 3ª 4ª HORÁRIA Língua Portuguesa e Literatura Língua Estrangeira - Inglês Artes Educação Física História Geografia Filosofia Sociologia Matemática Química Física Biologia Educação Especial Sociologia da Educação Psicologia da Educação Historia da Educação Filosofia da Educação Educação e Infância Fund. teórico-met. Do ens. de Estágio Curricular de Séries Iniciais Fund. teórico-met. Do ens. de Estágio Curricular de Educação Infantil Fund. teórico-met. de Matemática Didática da Educação Infantil Didática das Séries Iniciais Organização e Legislação Educacional Fund. teórico-met. Do ens. De Alfabetização e letramento Fund. teórico-met. Do ens. De Português e Literatura Infantil Fund. teórico-met. Do ens. De Geografia Fund. teórico-met. Do ens. De Arte Fund. teórico-met. Do ens. De História Fund. teórico-met. Do ens. De Ciências

81 81 Libras Linguagem Brasileira de Sinais Total carga horária 3ª e 4ª MATRIZ CURRICULAR E EMENTAS DO MAGISTÉRIO NÚCLEO COMUM 3.ª SÉRIE DO MAGISTÉRIO NÚCLEO COMUM SÉRIE: 3.ª TURNO: MATUTINO CARGA HORÁRIA: 960 HS MATRIZ CURRICULAR: 1620 Curso: 9970 Nº DISCIPLINA HORAS AULA CARGA HORÁRIA FUND. TEOR. MET DE EDUCAÇÃO FISICA PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO FUND.TEOR.MET. DE ESTÁGIO CURRICULAR SERIES INICIAIS. FUND.TEOR.MET. DE ESTÁGIO CURRICULAR EDUC. INFANTIL FUND.TEOR.MET.DO ENS. DE DIDÁTICA - SÉRIES INICIAIS FUND.TEOR.MET.DO ENS. DE DIDÁTICA -EDUCAÇÃO INFANTIL FUND.TEOR.MET.DO ENS. DE GEOGRAFIA. FUND.TEOR.MET.DO ENS. DE HISTÓRIA FUND.TEOR.MET.DO ENS. DE ALFABETIZAÇÃO. FUND.TEOR.MET.DO ENS. DE PORTUGUES FUND.TEOR.MET.DO ENS. DE CIÊNCIAS. FUND.TEOR.MET.DO ENS. DE MATEMÁTICA FUND.TEOR.MET.DO ENS. DE FILOSOFIA DA EDUCAÇÃO A organização curricular do Curso, com a respectiva carga horária é composta das seguintes disciplinas: Disciplina: Fundamentos Teóricos Metodológicos do Ensino de Educação Física Carga horária: 96 h/a Ementa: Tendências Pedagógicas da Educação Física e suas modalidades educacionais. O Movimento Humano em sua intencionalidade, historicidade, sentido, significado e sua implicação formativa nos conteúdos da Educação Física Escolar: jogo, ginástica, dança e esporte. Experiências didático-pedagógicas com o movimento em situações educativas na Educação Infantil e Séries Iniciais. Estágio Supervisionado (vivência). Disciplina: Psicologia da Educação Carga horária: h/a Ementa: A construção do conhecimento psicológico. As categorias da Psicologia Histórico- Cultural. As categorias da Psicologia da Infância. A construção histórica do processo de interação social na família, na escola e na comunidade Disciplina: Fundamentos Teóricos Metodológicos do Ensino de Estágio Curricular Séries Iniciais Carga horária: 96h/a

82 82 Ementa: Inserção na prática pedagógica escolar. Relação interinstitucional: dimensões ética/pedagógica. Planejamento pedagógico do estágio. Articulação dos processos de observação/registro/estudo e reflexão durante a inserção escolar do estágio. Disciplina: Fundamentos Teóricos Metodológicos do Ensino de Estágio Curricular de Ed. Infantil Carga horária: h/a Ementa: Construção de relatórios e registros. Pesquisa sobre realidade da Educação Infantil no município. Projetos de intervenção em cuidados e educação de crianças em creches e pré-escolas. Pesquisa, análise e intervenção sobre a proposta pedagógica, organização e funcionamentos das creches e pré-escolas. Reflexão, reconstrução e sistematização da prática pedagógica: instrumentos do professor. Trabalho com a família e comunidade. Seminários. Disciplina: Fundamentos Teóricos Metodológicos do Ensino de Geografia Carga horária: 32h/a Ementa: Método e Metodologia de Ensino: considerações preliminares sobre o ensino da Geografia; a geografia e o ensino; o desenvolvimento da noção do espaço e suas relações com a noção de tempo da criança; os conteúdos geográficos: na memória, no cotidiano e vivência profissional; linguagens da representação geográfica; os eixos da abordagem geográfica na atualidade. Disciplina: Fundamentos Teóricos Metodológicos do Ensino de História da Educação Carga horária: h/a Ementa: O processo de produção da Educação Brasileira. Processo de produção histórica das políticas de atendimento das crianças de 0 a 6 anos no Brasil. Aspectos da realidade da Educação Infantil e Séries Iniciais nas escolas brasileiras e catarinenses Disciplina: Fundamentos Teóricos Metodológicos do Ensino da História Carga horária: h/a Ementa: Definição de história, contextualização e historização. As correntes teóricas da ciência-histórica. A História nas propostas curriculares oficiais para o início da escolarização. O ensino de História, realidade e perspectiva adequadas ao ensino de História. Aprendizagem e avaliação no ensino de História. Disciplina: Fundamentos Teóricos Metodológicos do Ensino de Alfabetização Carga horária: h/a Ementa: Histórias e diferentes concepções de alfabetização como produção histórica. Concepções de criança: infância, currículo, conhecimento, aprendizagem e desenvolvimento (com ênfase na compreensão de alfabetização em cada uma destas concepções). Conceito de alfabetização como processo de apropriação de diferentes linguagens. Escrita e não escrita: desenho, gestos; história e função social da alfabetização. Pressupostos Metodológicos: significado e materialidade do código. Sistematização e registro da prática cotidiana; concretização e materialidade da alfabetização. Disciplina: Fundamentos Teóricos Metodológicos do Ensino de Português Carga horária: h/a Ementa: Concepção de língua e linguagem. Modalidades textuais. Encaminhamento metodológicos para leitura, escritura, produção e análise de textos. Estudo da fonologia, morfologia, sintaxe, semântica e literaturas. Disciplina: Fundamentos Teóricos Metodológicos do Ensino de Ciências Carga horária: h/a Ementa: Noções básicas de biologia, física e química. Compreensão da natureza dos seres (inanimados e vivos) e do meio físico (elementos físico-químicos): organização,

83 83 características fundamentais, desenvolvimento e transformações. Distintas concepções sobre a relação ser vivo-meio (e interferência dos elementos físico-químicos)- Criacionismo (construção metafísica)- Vitalismo (construção metafísica)- Mecanicismo (Reducionismo do biológico ao físico-químico)- Lamarckismo. Orientações pedagógico-científicas para o ensino de Ciências e Programas de Saúde. Disciplina: Fundamentos Teóricos Metodológicos do Ensino de Matemática Carga horária: h/a Ementa: Concepção do conhecimento matemático como uma produção histórico-cultural; Fundamentos do Ensino da Matemática; Planejamentos de ensino; Propostas metodológicas e técnicas vigentes do Ensino Fundamental (1º e 2º ciclos); Programas trabalhados nas Escolas de Ensino Fundamental (1º e 2º ciclos); Avaliação da Aprendizagem em Matemática; Leitura, interpretação e discussão de artigos, resenhas, resumos sobre Educação Matemática; Campos Numéricos; Campos Algébricos; Campos Geométricos; Estatística e Probabilidade. Disciplina: Fundamentos de Filosofia da Educação Carga horária: h/a Ementa: A educação como objeto da reflexão filosófica. A educação e os seus problemas filosóficos fundamentais. A filosofia da educação como praxis. Disciplina: Fundamentos Teóricos Metodológicos da Didática da Educ. Infantil Carga horária: 32 h/a Ementa: A didática e seus fundamentos; Re-significação da didática para as demandas contemporâneas; O perfil do Educador nas discussões atuais; A prática docente na educação infantil e a construção do currículo; Educação infantil e diversidade cultural; Propostas para o desenvolvimento integral do educando; Metodologias e práticas docentes para a educação infantil. Disciplina: Fundamentos Teóricos Metodológicos da Didática Séries Iniciais Carga horária: h/a Ementa: A educação é constituída e constituinte das relações sociais; sendo a escolarização uma das práticas sociais de educação, tem na relação pedagógica sua parte nuclear, a qual precisa ser concebida/compreendida e realizada como trabalho social, ou seja, prática interessada, contextual e histórica. A disciplina de Didática, como parte de um currículo, tem a tarefa de discutir, organizar e efetivar os saberes pedagógicos necessários a todos os campos de conhecimento, a todo professor, e como tal, ela traz um objetivo central de estudo: o processo pedagógico. 4.ª SÉRIE DO MAGISTÉRIO SÉRIES INICIAIS E EDUCAÇÃO INFANTIL SÉRIE: 4.ª TURNO: MATUTINO CARGA HORÁRIA: 1120 HS MATRIZ CURRICULAR: 1620 Curso: 9970 Nº DISCIPLINA HORAS AULA CARGA HORÁRIA FUND.TEOR.MET.DO ENS. DE ESTAGIO CURR. SER FUND.TEOR.MET. DO ENS.DE ESTAGIO CURR-EDUC. FUND.TEOR.MET.ENS. DE DIDÁTICA-SÉRIES INI FUND. TEOR. MET. DO ENS. DE DIDÁTICA-EDUC. INI FUND. TEOR. MET. DO ENS. DE ESTR. FUNC. ED. I. S

84 FUND. TEOR. MET. DO ENS. DE GEOGRAFIA FUND. TEOR. MET. DO ENS. DE ARTE FUND. TEOR. MET. DO ENS. DE HISTÓRIA FUND. TEOR. MET. DO ENS. DE ALFABETIZAÇÃO FUND. TEOR. MET. DO.ENS. DE PORTUGUÊS FUND. TEOR. MET. DO ENS. DE CIÊNCIAS FUND. TEOR. MET. DO ENS. DE MATEMÁTICA FUND.TEOR. MET. DO ENS. DE EDUC. FÍSICA FUND. TEOR. MET. DO ENS. DE PSIC. DA EDUCAÇÃO ª SÉRIE DO MAGISTÉRIO HABILITAÇÃO EDUC.ESPECIAL/DM-TID- APROVEITAMENTO DE ESPECIAL SÉRIE: 4.ª TURNO:NOTURNO CARGA HORÁRIA: 960 HS MATRIZ CURRICULAR: 7158 Curso: FTME. ESTÁGIO SUPERVISIONADO FTME. POLÍTICAS DE EDUCAÇÃO ESPECIAL FTME. EDUCAÇÃO FÍSICA ADAPTADA FTME. PESSOAS COM DEFICIÊNCIA MENTAL FTME. PESSOAS COM DEFICIÊNCIA MÚLTIPLA FTME. PES.RANSTORNOS INVASIVOS DE DESENV SEM.ESTUDOS E PESQUISA DEFIC. MENTAL PSICOLOGIA EM EDUCAÇÃO ESPECIAL DISPOSIÇÕES GERAIS SOBRE O PROJETO POLITICO PEDAGÓGICO Este documento será revisado anualmente, visto ser esta a característica da escola que tem uma gestão democrática. Incorporar-se-ão a este Projeto Político Pedagógico, automaticamente, as disposições de lei e instruções ou normas de ensino emanadas de órgãos ou poderes competentes, alterando as disposições que com ela conflitarem. Os casos omissos serão resolvidos pela Direção, à luz da legislação aplicável.

85 85 ANEXO I: NORMAS PARA EMPRÉSTIMOS DA BIBLIOTECA NORMAS PARA EMPRÉSTIMOS DA BIBLIOTECA A) Requisitos para inscrição de usuário. a) pertencer à está Unidade Escolar; b) apresentar carteira de Identidade; c) preencher e assinar o termo de compromisso do leitor; d) comprometer-se a obedecer as normas de empréstimos da biblioteca; e) O aluno deverá identificar-se através da carteirinha nas rotinas de empréstimos da biblioteca; B) Direitos dos usuários inscritos a) empréstimo para todo o material, cujo empréstimo domiciliar é permitido, os leitores têm direito aos seguintes prazos: TIPO DE QUANTIDADE PRAZO DE CATEGORIA DE USUARIO MATERIAL TOTAL EMPRESTIMO Professores Livros dias Alunos, Funcionários Livros dias Corpo Técnico Administrativo Livros dias C) Empréstimos especiais I o material bibliográfico, não disponível para empréstimo domiciliar, poderá eventualmente, ser retirado da Biblioteca, por usuário devidamente cadastrado pelo prazo de 24 horas. II o material bibliográfico, não disponível para empréstimo domiciliar, poderá ser levado às salas aulas, desde que o usuário se responsabilize pelo empréstimo na sua carteirinha de usuário. O material levado para as salas de aula deverá ser devolvido no final da aula. D) Reserva de material Para reservar material que estiver emprestado, o leitor deverá solicitar ao atendente a inclusão de seu nome na lista de reserva. E) A renovação de empréstimos I a renovação do empréstimo deverá ser efetuada pelo usuário, o qual atualizará o empréstimo do material que pretende renovar, junto ao sistema; II não será efetuada a renovação de empréstimo, quando o material já tiver sido renovado 2 vezes para o mesmo usuário; III o usuário deverá trazer a obra ou material que deseja renovar, bem como a carteirinha de usuário; F) Deveres dos usuários No ato da inscrição, o usuário compromete-se : a) comunicar qualquer mudança de endereço; b) devolver o material da Biblioteca dentro do prazo estabelecido; c) atender ao pedido de devolução do material da Biblioteca, quando for por ela solicitado, mesmo antes de terminar o prazo legal do empréstimo; d) atender aos pedidos de comparecimento à Biblioteca quando solicitado; e) pagar débitos referentes a multas, no caso de atraso na devolução de material; f) repor a obra ou pagar o valor da mesma em caso de extravio ou sério dano do material, com rasuras, anotações, falta de páginas, etc.; g) não tomar emprestado em carteirinha de usuário de outrem, nem isentar-se da responsabilidade pelo extravio ou dano do material da Biblioteca, quando for responsável por ele e/ou houver emprestado a colega ou amigos; h) exibir, à saída da Biblioteca, o material escolar que levar consigo; i) manter silêncio, ordem e disciplina em todo o recinto da Biblioteca, em atenção aos demais usuários presentes. G) Penalidades e sanções disciplinares São previstas as seguintes penalidades: 1 dia de atraso MULTA (R$ 0,50 ao dia) - casos especiais serão analisados pela Direção. 2 dias de atraso ou mais SUPENSÃO por (dias) para cada dia de atraso; Mais de um mês de atraso: o aluno deverá providenciar a mesma obra ou outra parecida.

86 86 Se houver reincidência por 3 vezes de atraso, isto é, registro de multas em seu cadastro, o consulente será SUSPENSO por um período de 10 (dez) dias mais as penalidades do item n.º 1. Empréstimo Especial o material emprestado para a consulta no dia, caso não seja entregue, a multa será o dobro do atraso normal. Obs.: Se por algum motivo o consulente não puder devolver o material no dia indicado, o mesmo deverá entrar em contato com a biblioteca para resolver-se o problema da melhor maneira possível. H) EXTRAVIO DE MATERIAL BIBLIOGRÁFICO Em caso de extravio de material bibliográfico pelo consulente, este deverá entrar em contato imediatamente com a biblioteca. O leitor deverá assinar um Termo de Compromisso, através do qual ele se compromete a repor o material, dentro do prazo de 30 (trinta) dias. Caso o material não exista mais no mercado, fica no encargo do bibliotecário ver material de assunto semelhante a ser adquirido. Ressalta-se que qualquer problema com o consulente em relação ao empréstimo e circulação do material bibliográfico, o mesmo deverá sempre procurar pela bibliotecária(o), o Serviço de Orientação Educacional ou ainda as Administradoras da Escola. I) Disposições Gerais do uso da Biblioteca o usuário não poderá realizar novo empréstimo até que tenha devolvido o material atrasado ou extraviado bem como saldado débito referente a multas; por ocasião do desligamento desta Unidade Escolar, os professores deverão saldar seus débitos e empréstimos junto à Biblioteca; os alunos que estiverem em debito com a Biblioteca deverão saldá-lo antes do término do ano letivo, bem como os formandos não poderão retirar o diploma. a consulta de obras de referência, periódica e/ou coleção especiais, deverá ser feita nas dependências da Biblioteca. os professores que quiserem utilizar as dependências da Biblioteca para realizar trabalhos com turmas de alunos, deverão comunicar à Bibliotecária ou Responsável da mesma e solicitar a separação do material com antecedência mínima de 24 horas. É permitido o livre aceso dos usuários às dependências da Biblioteca, sendo obrigatório contudo, deixarem na recepção, sua bolsas, livros etc. Qualquer reclamação sobre os serviços da Biblioteca e sugestões para compra de livros deverá ser encaminhados por escrito à Direção da escola. O horário de Funcionamento da Biblioteca é o seguinte: manhã: 7h 45 min. às 11h 45 min. Tarde: 13 h às 17h min. Noite: 19:00 h às 22h 10 min. Não será efetuada a reserva empréstimo e/ou renovação se o usuário estiver em débito com a Biblioteca. Obs.: Os casos omissos serão submetidos à apreciação da Direção da escola e /ou Conselho de Classe.

87 87 ANEXO II: ESTRUTURA DO PLANEJAMENTO CURICULAR DESTA UNIDADE DE ENSINO ESTADO DE SANTA CATARINA SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇAO ESCOLA DE EDUCAÇÃO BÁSICA PROFESSOR BALDUÍNO CARDOSO TELEFONE/FAX (0XX42) PORTO UNIÃO SANTA CATARINA PLANEJAMENTO DE ENSINO/201_ 1- IDENTIFICAÇÃO CURSO/NÍVEL ENSINO SÉRIE DISCIPLINA ANO LETIVO PROFESSOR(A) Telefone DE 2- EMENTA Sintetiza o conteúdo da disciplina. Resume a matéria tratada antes do texto integral do conteúdo programático. Deve ser concisa, clara, real e factível. Este item do planejamento é somente utilizado no curso do magistério. 3- OBJETIVOS DA DISCIPLINA Nos objetivos, se propõe antecipar resultados e processos desejados, a partir de uma atuação pedagógica que envolva alunos e professor(a). Esses objetivos devem expressar os conhecimentos, as habilidades e os hábitos (a postura) a serem incorporados/assimilados, de acordo com as necessidades e características dos alunos (nível de preparo), da matéria de ensino e do processo de ensino-aprendizagem. Também deve-se adequar os objetivos aos conteúdos trabalhados (e vice-versa), tornando exeqüíveis em função das condições materiais e sócio-culturais atuais. 3.1 OBJETIVO GERAL Se refere ao objetivo que se pretende trabalhar com relação ao conteúdo geral da disciplina. 3.2 OBJETIVOS ESPECÍFICOS Estão diretamente relacionados com os conteúdos discriminados no item 4. 5 CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Descrição do Conteúdo por unidade de ensino e dividido por bimestres. BIMESTRE Primeiro Segundo Terceiro Quarto CONTEÚDO 5- METODOLOGIA DE ENSINO Especificar os métodos (ações docentes pelas quais são organizadas as atividades de ensino-aprendizagem para se atingir os objetivos propostos em relação a cada conteúdo específico), das técnicas e dos recursos disponíveis (dito de outra forma teríamos: estratégias, procedimentos, atividades e recursos) 6- CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO Indicação de como o(a) professor(a) irá proceder para saber em que grau/nível os objetivos foram atingidos. - Uma avaliação escolar tem por tarefa a verificação (onde o(a) professor(a) coleta dados sobre o nível de aproveitamento dos alunos em relação a um conteúdo específico), a qualificação e a apreciação qualitativa (a partir da comprovação dos resultados alcançados e relacionados aos objetivos propostos, o que norteará a ação

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