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1 Departamento de Engenharia Informática Licenciatura em Engenharia Informática Elaborado por: i Américo Silva Orientado por: Eng. André Moreira Setembro 2002

2 Departamento de Engenharia Informática Licenciatura em Engenharia Informática Setembro 2002

3 Índice 1 Introdução Clustering Definição Clustering Quem necessita? Clustering Porque é importante? Alta Disponibilidade, quem necessita? Redundância, elasticidade Clustering Outras aplicações Modelos de Clustering Linux Clustering Estrutura Cluster Características Recuperação Cluster API Negociar a morte do cliente Segurança Atribuição de nomes aos nós Serviços recuperáveis Entrega de eventos assíncronos Ferramentas de Clustering em Linux Cluster Server 6 TurboLinux ClusterWorX 2.1 Linux NetworX DataGuard Convolo Cluster

4 5.4 Kimberlite Cluster Mission Critical Linux LifeKeeper para Linux Maui MOSIX Piranha Red Hat Linux Análise das ferramentas Planeamento de manutenção Crash do sistema Falha de comunicações Sistema pendurado Conclusão Bibliografia Glossário

5 Agradecimento A realização deste trabalho de final de licenciatura é considerado como um último esforço para a conclusão do curso e de um objectivo pessoal. Por isso, gostaria de agradecer a todos os que me apoiaram, principalmente à minha esposa Susana, aos meus pais, e aos meus colegas de curso. A todos os que contribuíram directa ou indirectamente o meu Muito Obrigado.

6 1 Introdução O termo clustering refere-se actualmente a um número variado de diferentes tecnologias e configurações. Um cluster é um grupo de servidores e outros recursos que se encontram ligados por hardware, software ou redes e que conduzem a um único sistema. Este sistema obriga a tarefas de administração por vezes bastante complexas. Para simplificar o trabalho dos responsáveis pela implementação e manutenção de um sistema deste tipo, existe hoje em dia, um conjunto de ferramentas destinadas às realização de tarefas em clusters Linux. Tendo em conta o interesse pessoal por este tema resolvi elaborar este trabalho que visa sobretudo dar a conhecer quais são e como funcionam algumas das ferramentas de clustering em Linux existentes. Para tal decidi começar por fazer uma breve introdução ao termo cluster, assim como a sua aplicação e importância nos dias de hoje. Seguidamente será feita uma abordagem um pouco mais profunda acerca do funcionamento de um cluster Linux, estrutura e modelos existentes. O restante do trabalho baseia-se na apresentação das ferramentas escolhidas, características e funcionalidades. Será feita uma análise em jeito de comparação sobre as qualidades mais importantes de cada ferramenta. Portanto, o objectivo deste trabalho é fundamentalmente dar a conhecer quais as opções existentes para este tema, como funcionam e para que servem. Ferramentas para clustering em Linux - Introdução 6

7 2 Clustering 2.1 Definição A cluster is a set of interconnected computers serving a specific need Quando se ouve as palavras clustering ou server cluster, pensa-se em grupos de computadores de alta performance usados para investigação. Todavia, isto é apenas um modo de clustering existente. Para pessoas que necessitam de alta performance, em vez de comprarem grandes servidores (bastante caros) para executarem cada vez mais tarefas, a concentração de muitos computadores baratos resolve bastantes problemas: os computadores trabalham pouco (em paralelo). Nesta base, a ideia é criar um largo número de máquinas individuais que actuem como uma única máquina muito poderosa. Este tipo de cluster destina-se a resolver grandes e complexos problemas que requerem enormes capacidades de computação. Aplicações de previsão de tempo, astronomia e investigação criptográfica são as principais candidatas para clusters de alta performance. O segundo tipo de clustering permite a uma rede de servidores partilhar o tráfego dos seus clientes. Através do balanceamento deste tráfego ao longo de um array de servidores, os tempos de acesso melhoram e a confiança aumenta. Adicionalmente, como existem vários servidores a assegurar o trabalho, uma falha não causará paragens catastróficas. Este tipo de serviço tem um valor importantíssimo para empresas que possuem web sites extremamente Ferramentas para clustering em Linux - Clustering 7

8 visitados. Outro tipo importante de clustering envolve a existência de servidores que actuam como cópias de segurança uns dos outros. Isto é chamado de clustering de alta disponibilidade (HA clustering) ou clustering redundante. Através da constante análise da performance e da estabilidade dos outros servidores, o cluster tende a aumentar os system uptimes. Isto pode ser crucial para os e-business sites de elevado tráfego, assim como, para o de outras aplicações críticas. Os clusters Load Balancing e HA partilham muitos componentes em comum, e alguns fazem uso de ambos os tipos de clustering. A escalabilidade corresponde às necessidades das plataformas flexíveis poderem crescer de acordo com os requisitos de tráfego de uma forma suave e sem reconsideração da arquitectura corrente. A escalabilidade é um assunto bastante importante para a maioria das plataformas de Internet Hosting, uma vez que o número de utilizadores é muito variável e pode aumentar num curto período de tempo. 2.2 Clustering Quem necessita? O clustering destina-se aos utilizadores mais intensos. Tem particular interesse na indústria, investigação / supercomputação: Indústria Automóvel e aéreoespacial: simulações de acidentes; Laboratórios de investigação, indústrias científicas, biologia molecular e previsões de tempo; Ferramentas para clustering em Linux - Clustering 8

9 Gráficos 3D, desenho; Finanças: Análises de riscos. Assim como, na área de Internet Hosting: ISPs, ASPs; Internet e Intranet para grandes contas. 2.3 Clustering Porque é importante? Alta Disponibilidade - 24x7x365 A necessidade de existirem sistemas centrais e os seus concomitantes (companheiros) servidores WEB front-end a correr literalmente a todo o instante significa que a alta disponibilidade impera. É aqui que uma solução de clustering é brilhante. O clustering fornece backups transparentes e tolerância a falhas, criando redundância de sistemas, periféricos e informação. Integração de Servidores - Servidores WEB; - Servidores de aplicações; - Servidores de transacções de informação; - Servidores de Ficheiros; Ferramentas para clustering em Linux - Clustering 9

10 Adicionalmente, um negócio baseado num ambiente WEB, obriga a que as empresas não utilizem uma única máquina gigante para processar toda a informação necessária mesmo que um servidor possa provavelmente ser comprado para armazenar toda a informação da companhia. Muitas aplicações requerem que os recursos do servidor estejam dispostos de diferentes modos para servirem vários propósitos. Na generalidade, existem três classes de cargas de trabalho que requerem diferentes servidores dinâmicos: Servidores WEB: gerem a experiência do utilizador final; Servidores de aplicações: gerem funções de rede específicas; Servidores de transacção de informação: gerem os processos centrais de negócio. Aqui, todas as aplicações que correm nas diferentes classes de cargas de trabalho (as quais, por conseguinte, são provavelmente implementadas em servidores separados) necessitam de aceder, partilhar e actualizar a informação em tempo real. Também é verdade que as funções que têm por tradição estar directamente ligadas a servidores individuais, como ligações de rede e de armazenamento, sendo propositadamente desenvolvidas centralmente no sentido de fornecer uma utilização mais eficiente, facilmente escalonável e de maior flexibilidade. Ferramentas para clustering em Linux - Clustering 10

11 O clustering elegantemente resolve o problema de integrar estes três tipos de servidores com redes centralizadas e recursos de armazenamento. E, desta forma, o clustering permite gerir estes servidores separados como se de um único servidor se tratasse. 2.4 Alta Disponibilidade, quem necessita? A disponibilidade pode ser medida do modo 100% operacional ou sem falhas. Quase toda a gente já ouviu falar dos cinco noves. Um 9 significa 90% activo, dois 9s significa 99%, três 9s significa 99,9%, etc. Quatro 9s deverá significar que o sistema estará pelo menos 1 hora inactivo durante todo o ano. Cinco 9s é considerado o ponto de arranque das soluções consideradas de alta disponibilidade (High Availability). Cinco 9s (que representam 5,39 minutos de inactividade por ano) pode ser considerado o Holy Grail da alta disponibilidade para sistemas distribuídos, de acordo com Ron Anderson, que escreve para a Oses & Network Services. Segundo ele, cinco 9s activo é bastante caro e complexo, mas é bem merecido para companhias que vivem ao segundo, como é o caso da Amazon.com. Uma vez que uma paragem de poucos segundos numa empresa como esta poderia causar graves prejuízos económicos. A tecnologia de cluster fornece disponibilidade e performance ao modelo tradicional de Data Center. Níveis de serviço formalizados dentro das empresas e entre negócios estão-se a tornar uma prática corrente. A disponibilidade, a performance, e a fiabilidade são as principais medidas adoptadas. A disponibilidade contínua num nível técnico tende a reduzir os custos de planeamento do negócio. Isto Ferramentas para clustering em Linux - Clustering 11

12 inclui a disponibilidade aplicacional, batch versus backup, sistemas de suporte à decisão, uso de outros acessórios para executar o que poderia ser feito apenas com disaster recovery e reconstrução pointin-time. Estes aspectos são interessantes na medida em que evitam custos, no entanto, são custos tangíveis que se devem ter em conta. 2.5 Redundância, elasticidade... Visto que um sistema consiste em várias partes, todas elas necessitam de estar presentes para que a totalidade esteja operacional, muito planeamento para alta disponibilidade centra-se nas questões de backup e tolerância a falhas de processamento e no acesso e armazenamento de informação. Para o armazenamento, um array de discos independentes (RAID) é um aproximar. Uma recente aproximação é a Storage Area Network (SAN). Uma SAN é uma rede de alta velocidade que interliga vários tipos de dispositivos de armazenamento com servidores de dados em favor de um largo número de utilizadores da rede. Para obter uma disponibilidade contínua, é necessário mais do que um robusto sistema de disponibilidade. A informação e as aplicações críticas devem também ser resistentes a falhas. As duas devem estar acessíveis ao longo do cluster mesmo quando a máquina responsável pelo recurso falha. Um solução completa é obtida quando a informação e as aplicações críticas são criadas como sendo recursos elásticos e estão sempre disponíveis. A elasticidade dos dados assegura que uma cópia dos dados está sempre acessível para os Ferramentas para clustering em Linux - Clustering 12

13 utilizadores finais do cluster. A elasticidade das aplicações assegura que os serviços fornecidos pela aplicação estão sempre acessíveis aos utilizadores finais do cluster. A elasticidade da aplicação é fornecida através endereços IP. Similarmente, todos os outros pontos de falhas que podem interromper a disponibilidade devem ser eliminados. Então, a redundância é crítica ao longo do sistema, incluindo a rede, a corrente eléctrica e a ligação à Internet. Se ocorrer uma quebra no sistema ou uma perda de um site, as funções fornecidas numa base de dados do sistema de cluster podem ser desviadas para um sistema chamado sistema backup que contém uma cópia corrente (réplica) da aplicação crítica ou que se torna o ponto primário do acesso para o dispositivo elástico que contém essa informação critica. A tolerância a falhas pode ser automática se acontecer uma falha no sistema, ou é possível controlar como e quando a transferência será feita, iniciando manualmente o desvio (switching). Toda esta redundância permite não apenas a tolerância a falhas, mas também tolerância a desvios. Uma tolerância a um desvio ocorre se manualmente o utilizador desviar o acesso de um sistema para outro. Isto é altamente conveniente quando é necessário melhorar o funcionamento do sistema, assim como a aplicação de programas de correcções temporárias (PTFs), instalando uma nova versão, ou executando uma actualização do sistema. Ferramentas para clustering em Linux - Clustering 13

14 2.6 Clustering Outras aplicações Para além da alta disponibilidade existem ainda outras aplicações para um sistema de clustering. Balanceamento O balanceamento resume-se à distribuição do trabalho que um servidor tem de fazer entre dois ou mais computadores para mais rapidamente executar esse mesmo trabalho. O Balanceamento pode ser implementado através de hardware, software, ou uma combinação dos dois, sendo esta uma boa razão que leva à escolha de soluções de clustering. Quando há necessidade de balancear cargas de trabalho que chegam de uma página da WEB, cada pedido é encaminhado para diferentes servidores (diferentes endereços) numa tabela de DNS, estilo Round-Robin. Escalabilidade Na tecnologia de informação, a escalabilidade envolve a habilidade para guardar níveis de performance quando é necessário adicionar suavemente novos componentes ao longo do crescimento do negócio. Parece evidente que a razão que faz com que se adicionem mais processadores e discos para armazenamento é o crescimento do volume de negócios. Mas, hoje em dia, em ambientes de negócio baseado na WEB, os volumes de negócios retirados dos servidores WEB tornam-se rapidamente imensos, que a Ferramentas para clustering em Linux - Clustering 14

15 escalabilidade pode muitas vezes ser resolvida através de um sistema sofisticado de clustering e de técnicas de balanceamento. Isto porque a escalabilidade agora deve suportar grandes pedidos (exigências) e não apenas os pedidos normais. Capacidade de resposta a pedidos Capacity on Demand (CoD), actualmente fornece uma nova forma de escalabilidade horizontal. Neste ambiente, a tecnologia de clustering necessita de estar apta para alocar e desalocar recursos (ex. servidores, discos), com as diferentes cargas de trabalho. Necessita também de estar pronta para rapidamente abraçar um novo serviço, não planeado. Gestão de sistemas A administração simplificada de servidores pode ser melhorada através de clustering. Efectivamente permitindo a gestão de grupos de sistemas como um simples sistema ou uma simples base de dados. Características como a gestão e administração intuitiva, detecção e recuperação por falhas, e a capacidade de adicionar ou eliminar recursos sem uma interrupção de todo o serviço são requeridas em soluções de gestão de sistemas de clusters. Ferramentas para clustering em Linux - Clustering 15

16 Processamento paralelo de alta performance Para muitas aplicações, as instruções de um programa podem ser divididas por múltiplos processadores, reduzindo dramaticamente o tempo total de funcionamento do programa. Em sistemas de multiprocessamento simétrico (SMP) cada processador é igualmente capaz e responsável pela gestão do fluxo de trabalho ao longo do sistema. Os sistemas de processamento paralelo massivo (MPP) fornecem também capacidades de processamento paralelo, este verdadeiramente excede-se quando usado em ambientes que envolvem muitas operações independentes em largas quantidades de informação, como o caso do data mining e das tarefas de inteligência artificial. Todavia, o clustering pode fornecer um processamento de relativo baixo custo para aplicações científicas que concedem elas próprias para operações paralelas (ex. transacções de base de dados, simulação científica e data mining). Ferramentas para clustering em Linux - Clustering 16

17 3 Modelos de Clustering 3.1 Load-Balancing Cluster Com este modelo de clustering, o número de utilizadores (ou o número de transacções) podem ser alocadas (via algoritmo Load- Balancing) ao longo de um número de instâncias para assim aumentar a capacidade transaccional. Este modelo é facilmente redimensionado à medida que o volume de utilizadores e de transacções aumenta. Fig. 1- Modelo Load-Balancing 3.2 High Availability Cluster Este modelo de cluster estende-se ao simples modelo de balanceamento apresentado anteriormente. Este não apenas fornece balanceamento de carga, como também fornece alta disponibilidade através da redundância de aplicações e dados. Este requere pelo menos dois nós um principal e um backup. Ferramentas para clustering em Linux Modelos de Clustering 17

18 Neste modelo, os nós podem ser considerados active-passive ou active-active. No cenário active-active, um servidor faz a maior parte do trabalho enquanto que o outro gasta a maior parte do tempo em operações de replicação. Neste cenário, ambos os servidores executam trabalhos primários e ambos estão replicados que até parecem os mesmos. Como o modelo anterior, este modelo é facilmente escalonável consoante o volume de utilizadores e transacções aumenta. Um aumento no volume implica apenas uma simples replicação, não sendo necessária qualquer alteração nas aplicações. Figura 2 - Modelo High Availability Ferramentas para clustering em Linux Modelos de Clustering 18

19 4 Linux Clustering são: Os objectivos principais de um projecto de infra-estrutura em cluster Fornecer funcionalidades que permitam a coordenação de services arbritários. Fornecer um forte conceito de comunidade, com transições sincronizadas entre estados do cluster quando um novo nó se une ao cluster ou um nó existente morre. O termo imaginário inclui muito do que não é antecipado na implementação inicial. Alguns destes serão programados para futuras implementações. Os serviços de clustering são necessários para favorecer serviços terceiros que não fazem parte do próprio cluster, mas ser-lhes-ão atribuídos certos requisitos em clustering, o que é necessário ter em conta. É particularmente necessário abordar os seguintes aspectos: Escalabilidade, para cima ou para baixo. A criação de um cluster a partir de máquinas 486s por exemplo para serviços WEB de alta disponibilidade num departamento. Ou então, criar um cluster com um grande número de nós (dezenas ou milhares) para processamento paralelo massivo (MPP), como anteriormente abordámos. Sistema de ficheiros de cluster escalonável, em apenas um segmento de cluster, GFS é a maneira usada para se desenvolver um Ferramentas para clustering em Linux Linux Clustering 19

20 sistema de ficheiros de cluster externo, com acesso a discos partilhados sobre dispositivos de cluster partilhados e software de RAID partilhado. No topo disto, é necessário um mecanismo como o AFS ou o CODA para migrar os ficheiros entre os segmentos do cluster: O modelo de discos partilhados não executa o escalonamento correctamente uma vez que envolve a distância dos nós. Providenciar um conjunto de APIs suficientes, sem realmente reforçar a maneira como são usadas, em que ninguém considerará usar alguma outra infra-estrutura de cluster básica para basear as suas soluções de HA (High Availability). 4.1 Estrutura Cluster Os componentes seguintes formam o núcleo da estrutura de cluster: Camada de canal; Camada de ligação; Camada de integração; Camada de recuperação; Existem também quatro serviços chave que são importantes para as APIs básicas de cluster: JDB: guarda Ferramentas para clustering em Linux Linux Clustering 20

21 Camada de Quorum: determina quem é o quorum Serviços de barreira; Camada de Canal É a camada física de comunicação de baixo nível. Esta camada mantém múltiplas interfaces (que podem ser IP, série, SCSI, por exemplo). A descoberta da vizinhança é feita em cada interface via broadcast, e depois de um vizinho ser encontrado, é gerado um handshake que cria um canal ponto-a-ponto para esse vizinho sobre uma dada interface. O canal suporta entrega de dados sequencial, verificação de estado de ligação permanente, e reset controlado em caso de erro. As interfaces são totalmente independentes umas das outras. Se a mesma máquina é encontrada em múltiplas interfaces (ie. Existem múltiplas conexões para aquele host), a conexão na interface é mantida independentemente das outras. Cada canal de baixo nível tem uma métrica que determina o quão bom que um canal é para conduzir tráfego do cluster. Um ligação de baixa performance está definido como tendo métrica negativa: linhas serial devem ter esta propriedade, por exemplo Camada de Ligação Criada na camada de canal, a camada de ligação constrói um mecanismo de comunicação de alto nível que liga todas os canais disponíveis a um dado host. A ligação pode estar num de quatro Ferramentas para clustering em Linux Linux Clustering 21

22 estados a qualquer momento: DOWN: Sem conexão para o host remoto; RESET: Aconteceu um erro e todos e os canais estão a reiniciar; DEGRADED: Pelo menos um canal está em cima, mas a métrica é negativa; UP: Pelo menos um bom canal está em cima e a correr. Quando se constrói um novo estado de cluster, as camadas mais altas usarão uma ligação degradada para executar uma transição limpa excluindo um dos nós nessa ligação do cluster. É possível utilizar a ligação degradada para executar esta acção de uma forma clara, ajustando o quorum de modo a ter em conta a sua partida Camada de Integração Esta camada executa transições por toda a topologia de cluster, juntando clusters vizinhos, excluindo membros mortos ou de mau comportamento e assegurando transições transaccionais entre topologias cluster. É necessário definir muito cuidadosamente o que é um cluster no seu contexto. Um cluster é um acordo entre um conjunto de nós em que esses nós podem comunicar uns com os outros e estão aptos a formar um trabalho conjunto útil. O Cluster não é apenas o conjunto de transições, como a entrada de um novo nó no cluster, são operações atómicas em que todos os nós concordam coma nova topologia do grupo. Estas transições são transaccionais e atómicas. Aqui, um conceito chave é o Cluster ID. O ID é único para uma Ferramentas para clustering em Linux Linux Clustering 22

23 simples encarnação do cluster. Sempre que um cluster se parte em múltiplos bocados, alguns subclusters sobreviventes que têm mais de metade dos votos do cluster antigo ou que guardam o seu cluster ID: todas as outras máquinas são excluídas do cluster e têm que obter um novo cluster ID. Um cluster ID novo é gerado sempre que a máquina entra pela primeira vez na camada de integração. Igualmente a máquina avalia-se a si própria para formar um cluster de nó único. Como resultado, nunca é necessário negociar ao aceder ou à saída do cluster: apenas é necessário negociar com a totalidade dos cluster acedendo ou saindo uns dos outros. O Cluster ID inclui o nome do nó que gerou o ID, e a hora. Isto é feito para gerar um cluster ID que seja único para sempre. Cada cluster contém, também, um número sequencial que é incrementado em cada transição, fornecendo aplicações com um modo simples de votação para potenciais estados de cluster alterados Camada de Recuperação Esta é a camada que integra o coração do cluster com o resto do mundo. O trabalho principal da camada de transição é recuperar do cluster as transições terminadas pela camada de integração. A recuperação constitui uma multidão de operações. Recuperação interna de todos os serviços permanentes Ferramentas para clustering em Linux Linux Clustering 23

24 registados deve ser executada. Isto geralmente envolve a reconstrução do estado global desse serviço baseado num (a) conjunto de nós do novo cluster e nas diferenças entre esse e o conjunto anterior, e (b) no estado deste serviço nesses nós. Recuperação de serviços do utilizador. Estes serviços não necessitam de estar a correr a todo o instante, e não necessitam obrigatoriamente de possuir um estado global interno. Numa transição de cluster, é necessário estar-se apto a permitir serviços de utilizador tenham desaparecido do cluster para serem reinstanciados num novo nó, ou para notificar serviços que estejam a correr sobre a alteração do estado. Mais importante, é necessário gerir a ordem em que estes serviços são reiniciados. A camada de transição deve então conhecer as dependências entre os serviços. As dependências devem estar condicionadas pelo uso dos nomes no Cluster Namespace: O Namespace pode fornecer uma dependência de informação para o gestor das transições se apropriado. Todavia, o namespace por ele próprio não consegue controlo da recuperação: isto é o gestor da transição que permite serviços separados para coordenar a recuperação passo a passo controlada ao longo do cluster. Um trabalho final do gestor da transição é o facto de ele necessitar estar apto para retirar o acesso a alguns serviços do cluster até que a recuperação esteja completa ( com ou sem a cooperação do serviço interessado). É inteiramente possível que uma aplicação possa Ferramentas para clustering em Linux Linux Clustering 24

25 continuar cegamente ao longo da transição do cluster como se nada tivesse acontecido (isto representa a Alta Disponibilidade a funcionar), mas obviamente que quaisquer pedidos dessa aplicação ao sistema de ficheiros do cluster têm de ser deferidos, enquanto esses serviços são ajustados na recuperação JDB Para guardar o estado local é requerida uma base de dados transaccional. Todos os nós com um voto diferente de zero requerem a existência uma JDB no seu local de armazenamento de leitura/escrita em que a camada de quorum pode executar actualizações seguras para simples configuração e informação de estados Camada de Quorum O Quorum é necessário para proteger o cluster na partilha de estados persistentes. É essencial para evitar problema quando existe uma partição de cluster : um possível tipo de falha em que alguns dos membros do cluster perdem as comunicações com os restantes, mas onde os nós, eles próprios continuam a trabalhar. Num cluster particionado, é necessário um mecanismo em que se possa confiar de modo a garantir que pelo menos uma partição tem o direito de Ferramentas para clustering em Linux Linux Clustering 25

26 actualizar o estado do cluster. (Este estado pode ser um disco partilhado, por exemplo). O Quorum é mantido pela atribuição de cluster, e o um número de votos a cada nó. Isto é uma propriedade da configuração do nó. O gestor do quorum guarda dois contadores de votos separados: o cluster votes, que é o somatório de todos os nós que são membros do cluster, e o expected votes, que é o somatório dos votos em todos os nós que foram consultados por qualquer membro votador do cluster (o armazenamento destes registos é a razão pela qual a camada de quorum requer a JDB no seu desenho). O cluster tem quorum se, e só se, possuir mais de metade de votos separados. Isto garante que nós conhecidos que não estejam no cluster não tenham a possibilidade de formar o quorum neles próprios Serviços de Barreira Os serviços de barreira fornecem um básico mecanismo de sincronização para qualquer grupo de processos do cluster. Uma operação de barreira envolve todos os processos cooperantes que esperam na mesma barreira: apenas quando todos eles alcançarem a barreira é que podem prosseguir. A operação de barreira é extensivamente requerida através do código de recuperação para outros serviços, que é o que justifica esta inclusão como serviço central do cluster. Ferramentas para clustering em Linux Linux Clustering 26

27 4.2 Características Na maior parte dos sistemas de cluster existentes, a recuperação é um processo iniciado directamente depois e uma transição com sucesso. É necessário fazer uma clara distinção entre diferentes eventos que possam ocorrer num cluster. Transição: É o evento quando a lista de membros do cluster se altera. Recuperação: É a recuperação iniciada com respeito a essa lista de membros. Recuperação de pares: É a recuperação iniciada com respeito a todos os pares do cluster. Recuperação satélite: É a recuperação iniciada com respeito aos satélites cujo nó é responsável. 4.3 Recuperação Uma vez iniciada a recuperação pelo cluster, é necessário sinalizar os vários daemons para recuperar em qualquer ordem. Obviamente a tarefa de iniciar o cluster em primeiro lugar também obriga a estabelecer os serviços numa ordem, e a ordem neste caso é ditada pelas várias dependências dos serviços. Por outra palavras, o arranque dos serviços do cluster quando um novo nó entra no cluster está relacionado com a recuperação. Ferramentas para clustering em Linux Linux Clustering 27

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