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1 Museu do Café inaugura a exposição Internacional do Café 6 Mostra temporária revela a trajetória da instituição e a importância para o mercado cafeeiro O Museu do Café - instituição da Secretaria de Estado da Cultura inaugurou, com o apoio do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, a exposição 50 anos da Organização Internacional do Café. A mostra, que teve sua abertura no dia 10 de dezembro deste ano e fica em cartaz até o dia 31 de março de 2014, tem como objetivo destacar a importância e a trajetória da entidade ao longo dos anos. Na cerimônia de abertura da exposição, estavam presentes exportadores e produtores de café, e diversas autoridades políticas. Robério Silva, diretor executivo da Organização Internacional do Café, e Jânio Zeferino da Silva, que na ocasião representou o Ministro da Agricultura Antônio Andrade ressaltaram a importância da exposição para o setor cafeei-

2 50 anos da Organização 7 Descerramento da faixa inaugural ro e agradeceram a iniciativa do Museu do Café. Nestes últimos 50 anos, a Organização Internacional do Café (OIC) se tornou um órgão de cooperação entre países produtores e consumidores de café, com grande representatividade no cenário mundial. Desenvolveu papel fundamental na estabilidade do mercado, por meio da administração dos Convênios Internacionais do Café. Hoje, trabalha com o objetivo de fortalecer o setor cafeeiro global e promover sua expansão sustentável, oferecendo melhores condições aos participantes do agronegócio e atuando inclusive em prol de pequenos produtores de países em desenvolvimento. Robério Silva destacou que a OIC adota um Plano de Ação Estratégico orientado por quatro objetivos: servir como fórum para o desenvolvimento de políticas e soluções para fortalecer o setor cafeeiro global; criar maior transparência no mercado cafeeiro; incentivar a divulgação de conhecimentos; e promover o desenvolvimento de um setor cafeeiro sustentável em escala global. Enfatizou que a Organização está prestes a embarcar no mais ambicioso plano de reforma dos 50 anos transcorridos desde sua criação, sempre com o objetivo explícito de atender melhor às necessidades de seus Membros e da comunidade cafeeira global. A exposição traz itens que estão diretamente relacionados com CRÉDITOS: Rê Sarmento e Tadeu Nascimento

3 a atuação da indústria cafeeira, como sacas de café de diversos países e convênios assinados por representantes de várias nações. A mostra também disponibiliza trechos de entrevistas do projeto de história oral do Museu, em áudio e vídeo, de personalidades ligadas à corretagem e exportação e, como destaque, o depoimento do ex-ministro Delfim Neto. Complementando o discurso narrativo, imagens de marcos históricos - como a quebra da Bolsa em 1929, propagandas do Instituto Brasileiro do Café, Guerra do Vietnã, entre outros - contextualizam pelo viés político e econômico, a trajetória da OIC no século XX. A exposição evidencia o percurso e papel do café nas negociações geopolíticas mundiais, de 1963 até 2013, explica Marília Bonas, presidente executiva do Museu do Café (foto). Ainda de acordo com Marília, o público pode conhecer a história da OIC por uma imersão nos contextos em que ela se desdobrou, de sua criação aos tempos do café em livre mercado, acesso global, sustentabilidade e saúde. Jogos Educativos Na ocasião, a historiadora Sônia Maria de Freitas lançou o livro Vida e Obra do Comendador Montenegro; um lousanense visionário no Brasil, um português, que fundou no século XIX, no Brasil, uma fazenda com mão de obra livre rejeitando a escravatura. Natural da Lousã, distrito de Coimbra, João Elisário de Carvalho Montenegro, chegou ao Brasil em 1867, acompanhado de 29 conterrâneos com as quais fundou a colónia Nova Louzã, no município de Espírito Santo do Pinhal, arredores de São Paulo, que produzia sobretudo café. A obra também aborda a origem e o desenvolvimento da cafeicultura na região de Espírito Santo do Pinhal, região histórica e de destaque no cenário da cafeicultura nacional. Sônia Freitas é doutorada em História Social, trabalhou como investigadora e curadora no Museu da Imagem e do Som e no Museu da Imigração, em São Paulo. É membro do Instituto Histórico e Geográfico de São Paulo. Os pequenos visitantes poderão aprender mais sobre o mercado e os benefícios do café por meio de ações educativas, que fazem parte da exposição. O jogo Fazenda Sustentável trata, de forma lúdica, sobre questões relativas à cafeicultura sustentável e aos selos de certificação, que são a garantia de que foram cumpridos normas e métodos específicos que agregam valor ao grão. O objetivo de cada jogador é conseguir o certificado de café sustentável, para isso ele deverá operar sua fazenda cumprindo as exigências de Dimensão Social, Dimensão Ambiental e Dimensão Econômica. Já o Mundo do Café mostra de forma divertida quais são os principais países exportadores e importadores do produto. Nele as crianças recebem dicas para enumerar em um painel com um mapa-múndi, quais são os cinco maiores países produtores e compradores do produto. Para completar, no jogo Mercado do Café o público infantil pode aprender como o grão é negociado, tanto na compra como na venda. O objetivo da brincadeira é vender suas safras pelo melhor preço possível. Cada participante começa com cinco safras e tem 10 rodadas para vendê-las. A cotação do café dependerá da situação do mercado, podendo aumentar ou diminuir o valor. Cabe ao jogador decidir qual o melhor momento para vender o seu café. O jogo educativo Fazenda Sustentável

4 Os fundamentos da Exposição Há um ano o setor de Pesquisa e Curadoria do Museu do Café aceitou o desafio de transpor para a linguagem museológica a história cinquentenária da Organização Internacional do Café. Partimos então em busca de uma chave interpretativa, uma linha que explicasse a urgência dos Acordos e a existência da instituição. Começamos a desenrolar essa linha ao concentrarmo-nos na justificativa econômica da criação da organização, baseada na estabilidade de preço que as cotas de exportação e outras medidas dos Acordos buscavam. Seu objetivo era garantir o fornecimento de café aos países importadores a preços justos aos produtores. A OIC nasceu em 1963, durante uma das épocas mais tensas da Guerra Fria e o medo do comunismo pautou as decisões político-econômicas internacionais do flanco ocidental. Ficou claro para esses países que a estabilidade econômica e condições de vida razoáveis para as populações dos países sob sua influência era uma maneira de precaver a expansão do comunismo. Tal contexto fez os Estados Unidos, que até então era reticente em relação a um acordo que regulasse o preço do café, ceder. Logo, ao vislumbrarmos a história da organização, nos deparamos com dois níveis de discurso entrelaçados: um interno, referente ao cotidiano do mercado de café propriamente dito, em que os Acordos são os protagonistas; e um externo, macroeconômico, em que os países ocidentais utilizaram o mercado de café como sustentáculo de uma política de relações internacionais. A clareza dessa divisão se refletiu na exposição. Para o discurso interno, referente à instituição e seus acordos, resolvemos buscar na história do Brasil e do café o pêndulo de intervenção/ liberação do mercado. Até a assinatura do primeiro Acordo, o Brasil passou por diversas fases desse pêndulo, com criação de institutos estatais, políticas específicas e acordos econômicos internacionais sem a amplitude necessária para garantir a estabilidade nos preços. Depois de apresentarmos ao público a história do mercado brasileiro de café sob o prisma liberalismo/controle, chegamos às premissas que culminaram nos Acordos Internacionais e na criação da Organização Internacional do Café. A ligação histórica entre OIC e Guerra Fria não se sustenta apenas pelo contexto de criação da organização, mas o Muro de Berlim e as cláusulas que determinam as cotas de venda do café caem praticamente juntos. O neoliberalismo econômico professado pelo economista Milton Friedman e adotado como principal política de Ronald Reagan e Margaret Thatcher para a desconstrução do Estado de Bem Estar Social a partir do inicio dos anos 1980 atingiu vários mercados regulados, inclusive o do café. O café faz parte dessa história do Ocidente não apenas como símbolo ou produto, mas também como distribuidor de ganhos para países que dependiam de suas divisas. É nessa chave que a OIC se destacou - uma organização que contribuiu para a estabilidade econômica e política de vários países, por meio da cooperação internacional, função que a organização mantém até hoje. 9 Roberto Paulo, Ronaldo Taboada, Nathan Herszkowicz, Jânio Zeferino, Robério Silva, Marília Bonas, Luiz Hafers, Marcela Calixto, Alessandra Almeida e Eduardo Carvalhaes CRÉDITOS: Rê Sarmento e Tadeu Nascimento

5 10 CRÉDITOS: Rê Sarmento e Tadeu Nascimento

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