RELATÓRIO E CONTAS CONSOLIDADAS 2014

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1 RELATÓRIO E CONTAS CONSOLIDADAS 2014 Banco Finantia, S.A. Rua General Firmino Miguel, nº 5 1º Lisboa Matrícula na Conservatória do Registo Comercial de Lisboa e Pessoa Colectiva nº Capital Social: Mediador de Seguros nº Inscrito no Instituto de Seguros de Portugal em 01/02/2008 Agente de Seguros Vida/Não Vida

2 Relatório e Contas Consolidadas 2014 Relatório do Conselho de Administração A Situação Macroeconómica O Enquadramento económico mundial 2014 foi um ano em que a economia mundial evidenciou equilíbrios, por vezes difíceis de compatibilizar, com vários países a tentarem crescer e ao mesmo tempo a procurarem resolver problemas resultantes da crise financeira global, como a dívida e o elevado desemprego. Estima-se que a economia global tenha crescido 3,3% em 2014, o mesmo que em Para 2015, o FMI projeta um crescimento do PIB de 3,5%. A economia mundial deverá beneficiar da baixa de preços do petróleo e da desvalorização do euro e do iene, mas este impulso positivo poderá ser travado por alguns fatores negativos, nomeadamente os níveis persistentemente baixos do investimento. Além disso, o FMI espera que o crescimento global seja desigual e mais específico de país para país, com os EUA a funcionar como driver, a Zona Euro a apresentar fracos níveis de crescimento e os mercados emergentes a transmitirem uma dinâmica mista, com a Índia a crescer fortemente e a Rússia a abrandar significativamente. Prevê-se que a economia brasileira estagne e a chinesa cresça a um ritmo mais lento. Em 2014, e de acordo com o relatório do FMI de janeiro de 2015, estima-se que os EUA tenham crescido 2,4% (2,2% em 2013), refletindo um primeiro trimestre desanimador mas posteriormente compensado pela vitalidade dos três trimestres seguintes. Por seu lado, o crescimento da zona Euro atingiu um impasse no segundo trimestre de 2014, principalmente por conta do baixo nível do investimento e das exportações, ao mesmo tempo que as incertezas sistémicas sobre a desaceleração do crescimento continuaram a persistir. Para a zona Euro, o FMI estima um crescimento de 0,8% para 2014, uma Pag. 1 de 25

3 melhoria em relação a 2013 (-0,5%). A Alemanha, o motor da zona Euro, deverá ter crescido 1,5% em 2014, acima dos 0,2% em 2013, o que reflete contas nacionais equilibradas, níveis de desemprego historicamente baixos e uma situação fiscal sólida. As economias periféricas deram sinais positivos. Portugal, um país periférico que sofreu uma grave crise da dívida e que necessitou de uma intervenção da Troika, registou um crescimento positivo em 2014, ao mesmo tempo que o desemprego começou a afastar-se dos níveis muito elevados de anos anteriores. O FMI, no seu relatório de janeiro de 2015, estimou que Portugal deverá ter crescido 0,8% em 2014, uma importante melhoria relativamente a 2013 (-1,4%). Espanha, outro país periférico que sofreu uma profunda recessão dupla (double-dip), com nove trimestres de crescimento negativo e um forte aumento do desemprego, retomou o crescimento no segundo semestre de 2013, tendência que se manteve em No seu relatório de janeiro de 2015, o FMI estimou para a economia espanhola um crescimento real do PIB de 1,4% em 2014, enquanto em 2013 o crescimento foi negativo (- 1,2%). Para ambos os países, o FMI afirma que a tendência para o mercado de trabalho é de melhoria, que as contas correntes são excedentárias, que os bancos estão mais saudáveis e que as yields soberanas estão aos níveis mais baixos de sempre. Por outro lado, ainda há fatores a dificultar o crescimento económico, tais como a elevada taxa de desemprego, o baixo crescimento da produtividade e a desalavancagem quer pública quer privada resultante dos encargos elevados da dívida. Durante algum tempo, o crescimento económico mundial foi impulsionado pelas economias emergentes e em desenvolvimento, representadas principalmente pelos BRICS. Mas desde 2011 que o crescimento dessas economias tem diminuído, desde o pico de 7,5% em 2010 para 4,4% projetado para Estes resultados refletem o menor crescimento na China, Rússia, Brasil e África do Sul, mitigados em certa medida pelas projeções mais fortes para a Índia. Enquanto na China, o mercado imobiliário, um importante motor de crescimento, tem vindo a registar correções, na Rússia a economia tem sido vítima da forte baixa de preços no petróleo, colocando pressão sobre o rublo e aumentando as tensões geopolíticas. O Brasil, por outro lado, espelha incertezas, que se vêm traduzidas no baixo Pag. 2 de 25

4 investimento, na moderação do consumo, no aperto das condições financeiras e na contínua descida dos índices de confiança tanto nos consumidores como nos empresários. Na África do Sul, o crescimento económico está a ser bloqueado por tensões industriais e atrasos na resolução de problemas de infraestrutura, nomeadamente as restrições de eletricidade. A Índia, por seu lado, tem apresentado uma dinâmica de crescimento assinalável, refletindo a implementação de políticas eficazes e a renovação dos índices de confiança. No seu relatório de janeiro de 2015, o FMI estimou que a Índia tenha crescido 5,8% em 2014, acima dos 5,0% em Nas restantes economias emergentes a tónica foi a desaceleração do crescimento: a China 7,4% (vs.7.8% em 2013), a Rússia 0,6% (vs.1.3% em 2013), o Brasil 0,1% (vs. 2,5% em 2013) e África do Sul 1,4% (vs. 2,2% em 2013). Para 2015, o FMI espera um aumento na atividade global de 3,5%, impulsionado principalmente pelas economias avançadas, refletindo principalmente o declínio do preço do petróleo, sendo que a repercussão dos preços para o utilizador final deverá ser superior à das economias emergentes. No geral, as economias avançadas deverão crescer a um ritmo de cerca de 2,4% em 2015, cerca de 0,6 pontos percentuais a mais do que em Nos EUA, o crescimento deverá ser superior a 3 por cento em , assente numa procura interna apoiada pelos preços mais baixos do petróleo, pela moderação do ajustamento fiscal e por uma política monetária acomodatícia, apesar da projeção de subida gradual das taxas de juros. Por outro lado, a recente valorização do dólar deverá reduzir as exportações líquidas. Na zona Euro, o FMI aponta para um crescimento anual de 1,2% em 2015 e de 1,4% em 2016, suportado pela redução dos preços do petróleo, pela flexibilização da política monetária (já amplamente antecipada nos mercados financeiros através das taxas de juro), por uma política fiscal mais neutra e pela recente desvalorização do euro. Todavia prevê-se que o investimento ainda apresente níveis baixos, refletindo em parte o impacto de um crescimento ténue nas economias emergentes. Relativamente às economias emergentes, o FMI prevê um crescimento relativamente estável: 4,3% em 2015 e 4,7% em 2016, sendo este acréscimo mais fraco do que foi Pag. 3 de 25

5 previsto pelo FMI em outubro de Esta revisão em baixa reflete o menor crescimento na China, com efeitos regionais importantes, a desaceleração na Rússia por conta da descida dos preços do petróleo e as crescentes tensões geopolíticas. Estes fatores negativos poderão ser parcialmente mitigados pelo crescimento económico da Índia (6,3% em 2015, contra 5,8% em 2014). O crescimento da economia chinesa deverá cair de 7,4% em 2014 para 6,8% em 2015, o da economia russa de 0,6% em 2014 para -3% em 2015, enquanto que o Brasil deverá aumentar ligeiramente a sua performance económica de 0,1% em 2014 para 0,3% em No seu conjunto e de acordo com o FMI, as economias emergentes deverão registar um ligeiro decréscimo no crescimento de 4,4% em 2014 para 4,3% em 2015, enquanto na região do CIS se projeta que as respetivas economias registem um crescimento económico negativo de -1,4% em 2015 contra 0,9% em O Enquadramento económico na Península Ibérica No respeitante a Portugal, as projeções vão no sentido do crescimento económico, sendo que há alguma divergência quanto à intensidade desse crescimento. O FMI espera uma aceleração do crescimento económico de 1,2% em 2015 (0,8% em 2014). O Banco de Portugal (BdP) aponta para uma expansão de 1,5 % em 2015 e a Comissão Europeia (CE) projeta um crescimento de 1,7%. O FMI e a CE estimam que em 2015 o principal motor do crescimento será o consumo privado impulsionado pela redução de preços das commodities, sendo que o baixo dinamismo da economia mundial continuará a exercer fatores de resistência ao crescimento das exportações. Por outro lado, o BdP aponta para a uma ligeira desaceleração no consumo privado, para a manutenção de um setor exportador robusto, bem como para o fortalecimento da Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF). O BdP antevê também que a evolução da procura interna ainda continue a ser condicionada pelo nível elevado de endividamento do setor privado e pelo processo de consolidação fiscal. Pag. 4 de 25

6 O dinamismo das exportações irá permitir a manutenção de excedentes na balança de capital, permitindo uma melhoria da posição de investimento internacional. BdP estima que em a taxa de poupança se manterá estável em torno de 10% do rendimento disponível, o que é consistente com o contínuo declínio do endividamento das famílias em percentagem do rendimento disponível (a taxa de poupança das famílias, segundo a CE, será de 9,6 %). O FMI prevê, com base nas políticas atuais, que o défice orçamental se situe em 3,4% do PIB em 2015, após um défice estimado esperado de cerca de 3,9% do PIB (líquido de itens extraordinários) em A CE estima que o défice das administrações públicas tenha atingido 4,6% do PIB em 2014 (estimativa para 2015: 3,2%), com uma execução consistente do orçamento de caixa caracterizada pela cobrança sólida de impostos e pela contenção efetiva de despesas, que mais do que compensou o fraco desempenho de outras receitas. O programa de apoio da Troika a Portugal terminou em junho de 2014 e Portugal regressou aos mercados de dívida soberana, após ter implementado várias iniciativas reformadoras no sentido de eliminar impedimentos estruturais ao crescimento e à criação de emprego. O FMI assinala o facto da economia portuguesa ter retomado o crescimento após uma profunda recessão, realçando a tendência decrescente do desemprego (13,1% no final do 3º trimestre de 2014 contra 17,5% no pico da crise em 2012). A consolidação fiscal foi substancialmente alcançada e o deficit excessivo pré-crise da balança da conta corrente transformou-se num superavit. A estabilidade financeira tem sido mantida apesar dos desafios recentes, nomeadamente na sequência da aplicação de medida de resolução ao Banco Espírito Santo (BES), a criação do banco de transição Novo Banco e a subsequente reestruturação e venda esperada do Novo Banco. As reservas de capital dos bancos foram reforçadas com um rácio CET1 médio de 10,6% e o rácio empréstimos/depósitos reduziu-se do seu pico pré-crise de 140% para 114%. Pag. 5 de 25

7 Em termos globais, o FMI reconhece os progressos que Portugal fez, embora observe que o país continua a enfrentar desafios complexos intensificados por um enquadramento internacional caracterizado pelo crescimento lento. Um sinal das conquistas que Portugal alcançou é o acesso do país aos mercados da dívida a taxas de juro em contínuo declínio. Portugal emitiu cerca de 17 biliões de dívida em 2014, e a reserva de caixa no final de outubro era de 10,5 biliões cobrindo as necessidades de financiamento até meados de Para o futuro, o FMI sublinhou a necessidade de Portugal prosseguir com a consolidação fiscal, havendo sempre espaço para ajustes de estratégia que se justifiquem. Relativamente a Espanha, outro dos países periféricos que tem sido severamente afetado pela crise mundial, o FMI estima que a sua economia cresceu 1,4% em 2014, depois de ter registado um crescimento negativo de -1,2% em Para 2015, o FMI prevê um crescimento ainda mais forte de 2,0%, suportado pela procura externa e pela procura interna, refletindo as condições financeiras favoráveis e uma confiança crescente dos agentes económicos. Atividades Operacionais Embora o crescimento em Portugal e na UE tenha sido ténue, o Banco Finantia beneficiou do regresso destas economias ao crescimento positivo em Também a consolidação do sucesso das emissões soberanas portuguesas nos mercados internacionais de capitais e a abertura gradual dos mercados locais e internacionais às empresas portuguesas representou uma oportunidade para o Banco. Esta oportunidade foi reforçada pela diminuição contínua do crédito concedido às empresas portuguesas pelos grandes bancos comerciais. Este ciclo virtuoso foi perturbado pelo surgimento da crise no BES, no segundo semestre do ano, mas a situação foi-se invertendo nos últimos meses do ano. Neste contexto, todas as áreas chave do Banco expandiram as suas atividades, em particular as áreas de Corporate & Investment Banking e de Mercado de Capitais, que apresentaram um número recorde de mandatos de assessoria financeiro a empresas de Pag. 6 de 25

8 prestígio e um aumento do número de emissões primárias de empresas portuguesas. Tudo isto contribuíu para que o Banco tenha obtido reconhecimento quer local quer internacional, sendo disso exemplo o prémio "Investment Bank of the Year Portugal " que a revista The International Banker atribuíu ao Banco Finantia. A outra área de negócio que manteve um forte crescimento foi a Banca Privada. Com uma estratégia de marketing eficaz em Portugal e em Espanha, bem como um serviço de grande qualidade, a Banca Privada cresceu mais de 19% em Corporate & Investment Banking O Banco Finantia é reconhecido e apreciado como um banco de investimento internacional e independente de base portuguesa, com uma oferta de serviços completa em Corporate e Investment Banking às empresas suas clientes e nos diversos mercados em que opera. O Banco é ativo na promoção de serviços para clientes Corporate no seu Core Market Portugal, Espanha e Brasil - com enfoque em serviços de assessoria financeira e na oferta de produtos de renda fixa. Na área de renda fixa, o enfoque é não apenas junto de investidores de base doméstica mas também e de forma crescente junto de investidores de base internacional, através das suas estruturas em Madrid, Londres, Nova Iorque e São Paulo, contribuindo de forma significativa para a crescente diversificação das respetivas fontes de financiamento. De modo a dar corpo a um desenvolvimento sustentado da atividade desenvolvida, as equipas de Corporate e Investment Banking foram reforçadas em 2014 procurando atrair Pag. 7 de 25

9 talento adicional que permita ao Banco expandir o volume de atividades mantendo uma oferta de qualidade. Em 2014, dando seguimento à estratégia comercial de reaproximação às empresas, a área de Corporate e Investment Banking aumentou significativamente o seu nível de atividade. Foram angariados 14 programas de papel comercial com emitentes de base portuguesa num montante total de 188 milhões e foram realizadas ao longo do ano 48 emissões num montante total de 344 milhões. Esta fonte de financiamento às empresas portuguesas é um dos pilares de desenvolvimento da relação do Banco com as mesmas, permitindo que se evolua para outras plataformas de financiamento, com maior sustentabilidade e profundidade, como seja o mercado obrigacionista, quer doméstico que internacional. O Banco liderou ainda quatro emissões de empréstimos obrigacionistas para emitentes portugueses, num total de 260 milhões e admitidas à cotação nas bolsas do Luxemburgo e Euronext Lisboa, o que coloca o Banco como um dos principais intervenientes neste mercado. As emissões lideradas e organizadas pelo Banco foram colocadas em Portugal e internacionalmente em Espanha, Reino Unido e Suíça. Pag. 8 de 25

10 Ainda em 2014, o Banco participou em Espanha no sindicato de colocação da Copasa ( 30 milhões), na qualidade de Co-Líder, iniciando a sua atividade num novo mercado, o MARF (Mercado Alternativo de Renda Fixa), no qual o Banco pretende vir a assumir posição de relevo. A atividade de mercado primário de renda fixa em 2014 foi significativamente afetada no segundo semestre do ano na sequência da aplicação de medida de resolução ao BES e a insolvência das empresas do GES. Espera-se que durante o primeiro semestre de 2015 se consiga restabelecer a confiança por parte dos investidores institucionais em títulos portugueses de modo a retomar o trajeto iniciado em Ao nível da assessoria financeira, foram desenvolvidos diversos projetos, incluindo entre outros: a assessoria à Fidelidade Seguros (Grupo chinês Fosun) na aquisição da Espírito Santo Saúde, naquela que foi a OPA mais concorrida de sempre na bolsa Portuguesa e que resultou na maior transação em bolsa efetuada em Portugal ( 488 milhões); a assessoria à TCC (consórcio da Moventia e Metro de Barcelona) no âmbito das subconcessões a privados dos sistemas de transportes urbanos da cidade do Porto, STCP e Metro do Porto; e as assessorias à Secil e à Sugal no âmbito dos seus processos de internacionalização. Pag. 9 de 25

11 Na área de ações o Banco esteve envolvido nas principais operações de mercado de capitais executadas em Portugal com posições de relevo, em particular como Co-Líder na Oferta Pública Inicial da ES Saúde, intermediário financeiro na OPA da Fidelidade Seguros à ES Saúde e assessor financeiro da Portugal Telecom SGPS no âmbito da OPA lançada pela Terra Peregrin. Mercado de Capitais A área de Mercado de Capitais do Grupo Banco Finantia manteve como principais áreas de atuação a colocação e o trading de instrumentos de dívida e operações cross-border refletindo a dimensão internacional do Grupo e dos seus clientes. A sua atividade é desenvolvida através de cinco presenças: Lisboa, Madrid, Londres, Nova Iorque e São Paulo. A estratégia delineada tem por base um enfoque cada vez maior na internacionalização com o objetivo de oferecer uma plataforma global de distribuição das operações originadas pelo Grupo. O enquadramento macroeconómico em 2014 foi afetado negativamente pelas tensões geopolíticas na Europa de Leste e o abrandamento do crescimento da China. O final do programa de estímulos à economia americana por parte da Reserva Federal foi mitigado pelo anúncio de políticas monetárias expansionistas por parte do BCE e do Banco Central Pag. 10 de 25

12 do Japão. A nível nacional, a dívida soberana voltou a ter uma performance positiva durante o ano. Neste contexto, a atividade de mercado de capitais do Banco Finantia focou-se no apoio aos emitentes ibéricos na obtenção de fontes alternativas de financiamento através do aumento do número de programas de Papel Comercial e da emissão de Empréstimos Obrigacionistas, em que se destacam operações no setores da saúde e da construção em Portugal assim como participação no Mercado Alternativo de Renda Fixa, plataforma de financiamento para pequenas e médias empresas através da emissão de títulos de renda fixa, lançado em Espanha em novembro de Embora 2014 tenha registado uma redução nos volumes transacionados devido ao contexto nacional e internacional que revelou uma menor liquidez nos mercados secundários de dívida, a área de mercado capitais do Grupo apresentou um crescimento de resultados comparativamente a 2013, resultado da estratégia definida para uma maior internacionalização e através do aumento do número de operações originadas pelo Banco. Empréstimos e Trade Finance A exemplo dos anos anteriores, os negócios da área de Empréstimos e Trade Finance do Banco Finantia foram concentrados na gestão de uma carteira especializada focada na intermediação de ativos financeiros nos mercados secundários e na obtenção de ganhos de capital aproveitando oportunidades de arbitragem. O volume da carteira de empréstimos permaneceu com níveis estáveis durante o ano. O mercado primário de empréstimos sindicados para países emergentes permanece ainda bastante abaixo dos volumes negociados antes da crise financeira que começou em A alta liquidez presente no sistema bancário internacional fez com que os spreads dos ativos de grau de investimento continuassem baixos, o mesmo acontecendo com o volume de papéis oferecidos nos mercados secundários. Esta situação começou a alterar-se no final Pag. 11 de 25

13 do ano com uma mudança negativa na perceção de risco de alguns países emergentes, nomeadamente países do Leste Europeu, afetados pela crise na Ucrânia, bem como países afetados pela queda do preço do petróleo. A atividade principal nesta área, executada pelos escritórios de Londres, São Paulo e Nova Iorque, permaneceu concentrada na compra e venda de emissões de grande porte de emitentes corporativos e financeiros de mercados emergentes, nomeadamente América Latina, Leste Europeu, África e Turquia. Aproveitou-se também a melhoria do risco dos países periféricos da Europa para o desenvolvimento de mais negócios envolvendo emitentes da Península Ibérica. Banca Privada - Finantia Private A Banca Privada (Finantia Private) prosseguiu durante o ano de 2014 a sua estratégia de expansão da atividade na Península Ibérica, com o consequente impacto no alargamento da base de clientes (+11%) e no aumento do volume de ativos sob gestão (+19%). A tendência positiva dos últimos exercícios tem vindo a consolidar a presença do Banco nesta área de negócio. Para esta melhoria convergiram decisivamente vários fatores: (i) uma equipa comercial reforçada, motivada e disponível na ação, proporcionando assim um melhor acompanhamento das necessidades, objetivos e expectativas dos clientes; (ii) a contínua divulgação da marca Finantia Private e dos nossos produtos junto de sites on-line especializados em produtos e serviços financeiros; (iii) a preferência por produtos de baixo risco e inovadores, que corresponderam adequadamente e em cada momento aos objetivos dos clientes; (iv) introdução do homebanking. As economias desenvolvidas devem apresentar uma aceleração do crescimento do PIB em 2015, em particular os EUA. Se a expectativa em relação aos EUA é de uma recuperação robusta, o mesmo não se espera para a Zona Euro e para o Japão, havendo a expectativa Pag. 12 de 25

14 que o BCE e o Banco do Japão adotem estímulos monetários mais agressivos em 2015, para reanimar o crescimento económico e evitar o perigo da deflação. Perante este cenário, o Finantia Private adapta a sua proposta de valor, de modo a proporcionar uma oferta integrada e independente de produtos e serviços de reconhecida excelência e uma adequada gestão do risco face à constante incerteza dos mercados. O Finantia Private continuará a prosseguir ao longo de 2015 objetivos de crescimento do volume de negócios, quer pela captação de novos clientes, quer pela dinamização do grau de envolvimento com os clientes atuais. O nosso serviço desenvolve-se num ambiente de discrição, confidencialidade e independência e com uma preocupação permanente quanto à rentabilidade das carteiras e à proteção do património dos clientes. O Banco oferece serviços de Banca Privada em Portugal (Lisboa e Porto) e em Espanha através do Banco Finantia Sofinloc (Madrid, Barcelona e Valência). Tesouraria A atividade da Tesouraria do Banco no ano de 2014 desenvolveu-se numa conjuntura marcada pela execução de políticas monetárias antagónicas nos dois lados do Atlântico. Na Zona Euro, os baixos níveis de crescimento económico e a crescente preocupação com riscos de deflação, levaram a um reforço das políticas monetárias expansionistas, tendo o BCE reduzido as suas taxas diretoras, e anunciado medidas adicionais de cedência de liquidez com novos programas de aquisição de ativos (Asset Backed Securities e Covered Bonds). Nos EUA, a expansão da economia levou a Reserva Federal a implementar uma política de redução de injeção de liquidez no sistema financeiro. Pag. 13 de 25

15 Em Portugal, o ano foi marcado positivamente pelo fim do Programa de Assistência Financeira, pela melhoria da atividade económica e dos níveis de confiança dos consumidores e pela reabertura dos mercados internacionais às emissões de dívida soberana Portuguesa. Do lado negativo é de salientar a instabilidade causada pela aplicação da medida de resolução ao BES e pela insolvência do GES. O segundo semestre do ano fica ainda marcado pelo agravamento das tensões geopolíticas na Europa de Leste e Médio Oriente, que fez aumentar a volatilidade dos mercados financeiros e o nível de aversão ao risco. Neste contexto desafiante, a atividade da Tesouraria atingiu com sucesso os objetivos traçados quer no reforço da política de diversificação das principais fontes de financiamento, quer no controlo e mitigação dos principais riscos financeiros do Grupo. O aumento registado na captação de depósitos de clientes e de financiamento colateralizado em 16% e 4%, respetivamente, permitiu reforçar a posição de liquidez do Grupo e reduzir em 26,6% o montante utilizado nas operações de refinanciamento do Banco Central Europeu. Este aumento foi acompanhado pelo incremento no número de clientes de depósitos (+11%) e contrapartes ativas no financiamento com colateral (+36%) e pelo aumento do prazo médio e pela redução na taxa média deste tipo de operações. Na perspetiva do controlo dos riscos financeiros, é de salientar o aumento da diversificação da carteira de títulos do Grupo (com um incremento no número de entidades e redução no montante médio por entidade), bem como a execução de diversas operações de cobertura de risco de taxa de juro, nomeadamente através da contratação de instrumentos financeiros derivados. Pag. 14 de 25

16 De destacar ainda o reembolso antecipado (clean-up call) da operação de securitização LTR 6, no início do exercício, no valor de 54 milhões. Já no início de 2015 foi também realizado o reembolso antecipado do LTR7 no valor de 24 milhões. Atividades de Suporte Sistemas de Informação Em 2014, no âmbito do projeto de revisão da arquitetura de sistemas de informação, foi selecionado o package para a implementação da plataforma corporativa de Business Intelligence. Este projeto quando totalmente implementado irá abranger os três vetores considerados essenciais para uma boa gestão de eficiência, nomeadamente estrutura de dados, gestão de ativos e experiência de utilizador. Foram implementados projetos de natureza regulamentar, destacando-se pela sua importância e impacto a segunda fase do Projeto FINREP/COREP, EMIR (Reporting Regulatório de Operações para os Global Trade Repositories), Reporte das Operações e Posições com o exterior (COPES e COL s), Compliance Data Center e Projeto FACTA. Foi concluída a implementação e feito o Go Live do Canal de HomeBanking, permitindo aos clientes do Banco o acesso aos seus ativos e uma nova forma de contacto/interação com a instituição. Foram revistas as áreas de suporte funcional e operacional a meios de pagamento e concluída a migração de Aplicações legacy que existiam. Foi alargada a utilização da Plataforma de CRM ao nível de Contrapartes e da gestão da sua interação, bem como entregues Módulos do novo Enterprise Resource Planning (ERP) de suporte a processos de serviços partilhados (a título de referência Faturação, Economato e Gestão de Frota). Pag. 15 de 25

17 Ao nível de infraestrutura avançou-se com a análise, seleção e substituição de Equipamentos Multifuncionais, Centrais telefónicas, Proxys, Gravadores de Chamadas e Parque Informático. Foi igualmente implementada uma solução de Videoconferência na Sede, otimizadas as Larguras de Banda da WAN e criada redundância de comunicações entre a WAN e o Canal de HomeBanking. Foram revistas as soluções de virtualização, tendo-se dedicado uma nova infraestrutura à plataforma SOA. Relativamente ao Plano de Continuidade de Negócio (PCN), foram atualizadas as Matrizes de Relevância por Processos, Plano de Recursos Humanos associado a cada Processo, assim como as suas Checklists. Em função disso, foram adicionadas novas Aplicações ao Centro de Disaster Recovery, maximizando desta forma a sua abrangência em termos Aplicacionais. Operações Ao nível das Operações, o maior desafio no ano de 2014 centrou-se na operativa de emissões de papel comercial e obrigações nacionais para empresas. Para o efeito, consolidaram-se os procedimentos, desenvolveram-se as aplicações de registo e o Banco retomou a filiação na Interbolsa como intermediário financeiro. O acompanhamento das novas atividades não prejudicou uma performance muito positiva ao nível da eficiência, qualidade e segurança de processamento das operações. De modo a manterem-se elevados padrões de qualidade, procedeu-se à revisão de várias aplicações e reportes às entidades reguladoras. No âmbito de novas obrigações de reporte, destaca-se o trade reporting on OTC Derivatives ao EMIR (European Market Infrastructure Regulation) e o arranque do projeto FATCA (Foreign Account Tax Compliance Act), que obrigaram a análise e desenvolvimentos internos, bem como à acomodação de novos requisitos de informação. Pag. 16 de 25

18 Relativamente aos sistemas de pagamento, há a realçar a operacionalização do serviço de compensação de cheques e afins com a SIBS Processos, que vai permitir maior eficiência e fiabilidade. Em 2015, o Departamento de Operações vai manter a revisão de procedimentos e manuais operacionais e continuar a apostar no reforço de competência das pessoas que constituem as várias equipas, de modo a responder da melhor forma aos desafios do próximo ano. Recursos Humanos No Grupo Banco Finantia reconhecemos e recompensamos a excelência e a qualidade de desempenho dos nossos colaboradores. O capital humano representa o principal ativo do Grupo e estamos conscientes que apenas com colaboradores competentes, motivados e alinhados com a visão e os objetivos da Organização poderemos encarar o futuro com confiança, ambição e determinação. Um dos maiores desafios para qualquer organização consiste na capacidade de se renovar, atraindo novos talentos e retendo o talento existente. O Grupo tem sido consistente nesse âmbito, atraindo e mantendo profissionais capazes de desenvolver funções de elevada exigência funcional e geográfica, em função das atividades internacionais do Grupo. Em 2014, mudaram de departamento ou função cerca de 5% dos colaboradores. A rotação envolveu também a deslocação de colaboradores da sede para os escritórios/filiais no estrangeiro (Espanha, Reino Unido, EUA e Brasil) e em sentido contrário, a vinda de colaboradores provenientes do estrangeiro para a sede do Grupo, em Lisboa, numa ótica de acolhimento, integração e formação. O Plano de Formação do Grupo abrange a formação genérica transversal à empresa e formação específica orientada para as necessidades concretas de cada área ou departamento. O Grupo, em 2014, continuou empenhado na formação dos seus Pag. 17 de 25

19 colaboradores, e manteve igualmente o reforço e aperfeiçoamento das competências consideradas chaves para a Organização. Em termos numéricos, desenvolveram-se 53 ações de formação internas e externas, tendo abrangido cerca de 59% do quadro de efetivos. Em termos de gestão de desempenho manteve-se o mesmo sistema de avaliação anual. Os resultados obtidos nesse processo de avaliação, quer ao nível dos avaliados quer ao nível dos avaliadores, continuam a constituir uma ferramenta essencial para a identificação das necessidades da Organização, bem como para o desenvolvimento de novas competências dos colaboradores. A 31 de dezembro de 2014 trabalhavam no Grupo 251 colaboradores, dos quais 166 em Portugal e 71 em Espanha. A média de idade dos colaboradores é de 42 anos e cerca de 64% são licenciados. Responsabilidade Social, Mecenato e Educação Responsabilidade Social O Banco Finantia consolidou o seu apoio a ações específicas de solidariedade social dirigidas a crianças e jovens desfavorecidos e/ou com necessidades educativas especiais. Deste modo, em 2014 os apoios foram canalizados para: A APSA Associação Portuguesa do Síndrome de Asperger : instituição cuja missão consiste em apoiar os portadores de uma perturbação neurocomportamental específica de base genética; A Raríssimas : associação de ajuda a pessoas portadoras de doenças raras; A Liga dos Amigos do Hospital S. João do Porto : associação de apoio a crianças e idosos carenciados em contexto de internamento; Pag. 18 de 25

20 O Banco do Bebé : associação de ajuda às famílias carenciadas dos bebés que nascem na Maternidade Alfredo da Costa. Mecenato Cultural Sendo mecenas ativo do Palácio Nacional da Ajuda desde 1997, é também com orgulho que o Banco Finantia é membro fundador da Fundação de Serralves (1995) onde tem patrocinado diversos programas culturais e sociais. Educação Em 2014, o Banco Finantia deu continuidade à colaboração que tem mantido há vários anos com o ISEG Instituto Superior de Economia e Gestão da Universidade Técnica de Lisboa, atribuindo um prémio ao melhor aluno do primeiro ano do Mestrado em Economia Internacional e Estudos Europeus. O Banco é também membro fundador da Fundação Económicas Fundação para o Desenvolvimento das Ciências Económicas, Financeiras e Empresariais. Perspetivas Futuras Em 2015, as perspetivas para a economia portuguesa e para o Banco Finantia são positivas. Tanto Portugal como Espanha têm um potencial de crescimento mais consistente do que em Ambas as economias irão beneficiar do aumento do consumo doméstico, do impulso das exportações, do surgimento de novos investimentos empresariais (incluindo importantes investimentos estrangeiros diretos) e do declínio contínuo do desemprego. A taxa de poupança deverá manter-se em níveis saudáveis e os mercados de capitais internacionais tenderão a ser cada vez mais recetivos aos emitentes portugueses. Pag. 19 de 25

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