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1 Tema de Pesquisa: Construção 30 de Novembro de 2012

2 Revista de Imprensa (PT) - Diário Económico - Finanças Pessoais, 30/11/2012, Portugueses sonham comprar casa 1 2. (PT) - Jornal de Negócios, 30/11/2012, "Mais importante que a caridade é a justiça social" - Entrevista a Rui Pedroto 4 3. (PT) - Jornal de Negócios, 30/11/2012, Vinci corre para ANA sem sócios 5 4. (PT) - Vida Económica, 30/11/2012, Sotecnisol faz negócio de 900 milhões em obra do data center da PT 7 5. (PT) - Diário de Leiria, 29/11/2012, Grupo Lena assina protocolo para a construção de 20 mil casas na Argélia 8 6. (PT) - Revista de Marinha, 01/11/2012, Mais uma amarra em África: agora na Guiné-Conakry 9

3 A1 ID: Finanças Pessoais PARCERIA DECO PROTESTE/DIÁRIO ECONÓMICO Tiragem: Period.: Semanal Pág: 6 Área: 27,11 x 37,93 cm² Corte: 1 de 3 Mail: Telefone: Nota: Este artigo foi publicado na revista Dinheiro&Direitos, nº 114 de Novembro/Dezembro de 2012 IMOBILIÁRIO Portugueses sonham comprar casa Três quartos dos portugueses vivem em casa própria e, apesar da actual crise no sector imobiliário, a maioria dos que arrendam afirma que, se pudesse, também compraria. Ovalor de mercado dos imóveis tem diminuído nos últimos anos. Segundo as Estatísticas da Construção e Habitação 2011, do Instituto Nacional de Estatística (INE), o valor médio dos imóveis transaccionados no ano passado decresceu 20% face a Contudo, comprar (e, como consequência, vender) casa é, nos dias que correm, um objectivo difícil de alcançar, devido às restrições na concessão de empréstimos e ao valor elevado dos spreads (margem financeira no crédito) que os bancos praticam. De acordo com a mesma publicação do INE, em 2011, realizaram-se menos de metade dos contratos com hipoteca do que no ano anterior, enquanto a venda de casas diminuiu 20%. O inquérito da Dinheiro & Direitos a portugueses revela que quase três quartos vivem em casa própria, números confirmados pelos dados provisórios dos Censos Apesar de os proprietários de imóveis terem encargos elevados, da minoria dos inquiridos que vive em casa arrendada, mais de dois terços só não compram porque não podem. Crédito era mais barato Quase dois terços dos inquiridos que moram em casa arrendada pagam menos de 300 euros por mês e apenas um número residual despende mais de 500 euros mensais. Ainda assim, para cerca de um terço dos inquiridos, a renda representa mais de 30% do seu orçamento mensal. Não deixa de ser preocupante que 5% tenham revelado gastar mais de 75% do seu rendimento com este encargo fixo. No caso dos inquiridos que estão a pagar um empréstimo, o spread é de 0,85%, em média. A esta situação não será alheio o facto de a maioria ter comprado a sua casa há mais de cinco anos, altura em que os bancos praticavam margens baixas e facilmente negociáveis, através de contrapartidas como a domiciliação de ordenado e RAZÕES PARA CONTRATAR UMA IMOBILIÁRIA QUESTÕES BUROCRÁTICAS LIDERAM TOP3 Principais razões apontadas pelos inquiridos que recorreram a uma imobiliária Fonte: Dinheiro & Direitos Compradores Vendedores Arrendatários Casa negociada através de imobiliária Ajuda nas questões práticas/burocráticas (registos, escritura, etc.) Ajuda para encontrar casa certa Ajuda para encontrar comprador Ajuda nas questões práticas/burocráticas (registos, escritura, etc.) Imobiliária entrou em contacto comigo Casa negociada através da imobiliária Ajuda para encontrar casa certa Ajuda nas questões práticas/burocráticas (registos, escritura, etc.) 0 8% 11% 27% 74% compraram acasa onde residem 78% dos inquiridos que compraram casa pediram empréstimo bancário 91% do preço do imóvel é pago com recurso ao crédito (média) 30% do orçamento mensal destinase a pagar o crédito (média) 32% 36% 41% 64% 76% 82% subscrição de serviços (seguros, cartões de crédito, etc.). No último estudo sobre crédito à habitação (edição n.º 112, de Julho de 2012), a Dinheiro & Direitos concluiu que, em menos de quatro anos, este produto deixou de interessar aos bancos. Em janeiro de 2012, o spread médio praticado era de 5,26%. Por isso, se não quiser sujeitar-se às regras gravosas que o mercado impõe, a Dinheiro & Direitos aconselha a adiar a compra de casa. Negócio de meses Os inquiridos que compraram casa demoraram, em média, seis meses para assinar a escritura desde que viram o imóvel pela primeira vez. Para encontrarem a sua casa de sonho, visitaram entre cinco e seis habitações. Mas se só tivermos em conta os inquiridos que compraram casa há menos de 10 anos, a média aumenta para sete a oito habitações. Um indício de que os consumidores estão a ficar mais exigentes... ou de que a oferta é maior. Quem vendeu um imóvel nos últimos 10 anos demorou mais de sete meses a consegui-lo, tendo mostrado a propriedade a quatro ou cinco potenciais compradores. Curiosamente, para quem vendeu a casa sozinho, sem recorrer a uma agência imobiliária, o negócio foi mais rápido. Na compra e venda de um imóvel, as partes envolvidas devem agir de boa-fé, o que implica que todas as informações importantes têm de sertransmitidasduranteoprocesso.noinquérito da Dinheiro & Direitos, pouco mais de um décimo dos inquiridos que compraram casa afirmou ter-lhe sido omitida informação importante. A maior razão de queixa prende-se com o facto de terem sido escondidos defeitos não visíveis na habitação e inconformidades nas instalações de água, gás ou electricidade. Mais grave, alguns consumidores indicaram que não lhes foi dito, por exemplo, que a casa estava hipotecada ou penhorada, o que pode implicar dores de cabeça para os potenciais compradores. Para evitar problemas, convém ter alguns cuidados antes de se assinar o contrato promessa de compra e venda (ver Dinheiro & Direitos Aconselha, na página ao lado). Imobiliárias crescem Cerca de um terço dos inquiridos comprou a sua casa directamente ao proprietário, seguindo-se a compra ao vendedor ou construtor (29%) e através de uma imobiliária (26%). Contudo, se tivermos em consideração apenas os inquiridos quecompraramcasahámenosde10anos,verifica-se que as imobiliárias conquistaram clientes (40%). O arrendamento é, em regra, um negócio conduzido pelas partes interessadas. No inquérito da Dinheiro & Direitos, apenas um décimo dos arrendamentos foi feito com recurso à mediação de uma agência imobiliária. Os serviços mais prestados pelas imobiliárias consistem em mostrar a casa e ajudar nas questõesburocráticas,comooscontratos,osregistos, a escritura, etc. No caso da compra e do arrenda- mento, a agência também funciona, muitas vezes, como intermediária na negociação do valor do negócio entre as partes. A ajuda na obtenção de crédito à habitação para quem quer comprar, e a divulgação da casa em vários canais (Internet, jornais, folhetos, etc.) são igualmente serviços habituais dos mediadores. Pela porta do cavalo No geral, os inquiridos manifestaram-se satisfeitos com a actuação das agências imobiliárias e muitos afirmaram que recorreriam à mesma empresa caso voltasse a ser necessário. O serviço que mais lhes agradou foi o apoio na preparação dos contratos. Na opinião dos compradores, a publicidade à casa foi o aspecto menos bem-sucedido das imobiliárias, enquanto os arrendatários avaliaram negativamente as questões relacionadas com a documentação sobre o imóvel. A quem vendeu, o que menos agradou foi o custo do serviço. Quando as imobiliárias exigem o exclusivo da venda dos imóveis, os proprietários não podem vender a casa particularmente ou através Página de ou- 1

4 Tiragem: Pág: 7 Period.: Semanal Área: 27,02 x 37,31 cm² ID: Finanças Pessoais Corte: 2 de 3 Andrea Comas/Reuters CRÉDITO À HABITAÇÃO ENDIVIDAMENTO CRESCE APESAR DO ACESSO DIFÍCIL Fonte: Dinheiro & Direitos Endividamento (percentagem da hipoteca sobre o valor de compra) 93% 91% 76% ANO DE COMPRA DA CASA Inquiridos com dificuldade no acesso ao crédito 27% 33% 39% ANO DE COMPRA DA CASA O ESTUDO DA DINHEIRO & DIREITOS Entre Novembro e Dezembro de 2011, a Dinheiro & Direitos enviou questionários a uma amostra da população portuguesa, entre os 30 e os 65 anos. O mesmo questionário foi enviado também, por correio electrónico, a uma amostra dos associados da Deco. O objectivo era conhecer as experiências dos portugueses com a compra, venda e/ou arrendamento das suas casas, quer o negócio tenha sido conduzido pelas partes, quer através de uma agência imobiliária. A Dinheiro & Direitos obteve respostas. A DINHEIRO & DIREITOS ACONSELHA O difícil acesso ao crédito está a levar muitos portugueses a adiar a decisão de compra de casa. Comprar ou arrendar? Na hora de decidir, tenha em conta os custos, não só relativos à renda ou à mensalidade a pagar ao banco se recorrer ao crédito, mas os referentes a contratos, registos, impostos, seguros e quotas do condomínio, entre outros. Em regra, são mais elevados na compra do que no arrendamento. tras empresas. Caso tal aconteça, a agência com a qual assinaram o contrato de exclusividade poderá exigir o pagamento da comissão que lhe seria devida se tivesse mediado o negócio. Cerca de um terço dos inquiridos entregou o exclusivo da venda da casa a uma imobiliária durante um certo período de tempo. Quase um terço dos inquiridos que venderam a sua casa através de uma agência imobiliária não recebeu factura pelo pagamento dos serviços. É sempre do interesse do consumidor pedi-la, uma vez que, se vender o imóvel, poderá deduzir esta despesa na declaração de IRS, para efeito de cálculo de mais-valias. Além disso, ao obrigar a agência a emitir factura, está a ajudar o Estado a combateraeconomiaparalelaeaevasãofiscal. 52% acreditam que o preço das casas continuará a diminuir nos próximos cinco anos sim, quase metade admitiu que gostaria de mudar. Os consumidores ambicionam, sobretudo, uma casa melhor, maior, mais nova ou com mais equipamentos, como piscina, jardins ou estacionamento. IMOBILIÁRIAS MAIORIA DOS CLIENTES VOLTARIA A USAR Fonte: Dinheiro & Direitos Recorreram a imobiliária Não voltariam a recorrer 50% 40% Quando visitar a casa que pretende comprar, procure eventuais defeitos de construção e, caso se trate de uma habitação em segunda mão, avalie o seu estado de conservação. Sinais de humidade, fissuras nas paredes, a qualidade de portas e janelas ou o estado de conservação da fachada são aspectos visíveis a um olhar mais atento. Antes de comprar, confirme os dados mais importantes referentes à habitação. Peça uma certidão do registo predial para verificar a identificaçãodoproprietárioeaexistênciadeónus (hipoteca, penhora, usufruto). Nas Finanças, pergunte se a habitação está inscrita na matriz e se existem dívidas de natureza fiscal (pagamentos de IMI em atraso, por exemplo). Junto da câmara municipal, procure saber se está tudo regularizado quanto às licenças de construção e habitação. Mudar para melhor A maioria dos inquiridos vive num apartamento. Em média, as habitações têm cerca de 145 m2 e quase dois terços foram construídas há mais de 10 anos. Poucos inquiridos revelaram estar insatisfeitos com a casa e/ou o local onde vivem. Ainda as- 9% Vendedores 11% Compradores 10% 3% Arrendatários Se pretender recorrer a mediação imobiliária, verifique junto do Instituto da Construção e do Imobiliário (InCI) se a empresa tem licença. Leia o contrato proposto pela agência, nomeadamente, quanto aos serviços prestados, se exige exclusividade e qual o montante das comissões a pagar. Página 2

5 ID: Finanças Pessoais Deco faz a análise à tendência dos preços no mercado imobiliário P.VI Tiragem: Period.: Semanal Pág: 1 Área: 5,10 x 2,59 cm² Corte: 3 de 3 Página 3

6 A4 ID: Tiragem: Period.: Diária Pág: 34 Área: 26,96 x 34,88 cm² Corte: 1 de 1 Página 4

7 A5 ID: Tiragem: Period.: Diária Pág: 75 Área: 16,50 x 31,43 cm² Corte: 1 de 2 Página 5

8 ID: Tiragem: Period.: Diária Pág: 2 Área: 10,56 x 5,19 cm² Corte: 2 de 2 Página 6

9 A7 ID: Tiragem: Period.: Semanal Sotecnisol faz negócio de 900 milhões em obra do data center da PT Pág: 23 Área: 13,72 x 20,14 cm² Corte: 1 de 1 MARTA ARAÚJO A Sotecnisol, empresa portuguesa que opera nos setores construção, ambiente e energia, foi selecionada para realizar a empreitada de impermeabilização, isolamento e proteção mecânica dos edifícios e do espelho de água do data center da Portugal Telecom na Covilhã. A obra, no que diz respeito especificamente à empresa Sotecnisol Coberturas & Fachadas, está orçada em 900 mil euros. O negócio foi adjudicado à Sotecnisol Coberturas & Fachadas pelo consórcio ACE constituído pelas empresas Opway e Somangue, responsável pela execução da obra do novo Data Center da PT na Covilhã. A área de intervenção prevista nesta fase é de m2 e deverá estar totalmente concluída no prazo de seis meses. Para José Luís Castro, presidente da Sotecnisol, mais do que uma obra, o data center da PT na Covilhã é, pela natureza do projeto e da obra, um desafio para a Sotecnisol a vários níveis, por esta razão foi com agrado que recebemos a notícia da adjudicação. O mesmo responsável acrescenta que a Sotecnisol conta já com um grande portfólio de obras de coberturas ajardinadas, sendo que esta será, sem dúvida, a mais representativa de todas. Esta cidade-jardim conjuga a ecologia com a sustentabilidade, um projeto da autoria do arquiteto João Luís Carrilho da Graça. A Sotecnisol tem já um grande portfólio de obras de coberturas ajardinadas. A realização desta obra, a primeira, em Portugal, é candidata em simultâneo à classificação Gold para o edifício Data Center e a certificação Platinum para o edifício de Serviços. Estas classificações são respeitantes à certificação LEED, atribuídas pelas suas características no âmbito do ambiente e sustentabilidade. O data center, terá ainda a certificação TIER III do Uptime Institute. Está presente no mercado ibérico, italiano, brasileiro, angolano e argelino. Atualmente, a empresa está organizada por centros de competência e especialização, nomeadamente Sotecnisol Materiais, Sotecnisol Coberturas & Fachadas, Sotecnisol Energia, Sotecnisol Ambiente, Sotecnisol Engenharia e Sotecnisol Revestimentos. Página 7

10 A8 ID: COM UMA EMPRESA ESTATAL ARGELINA Grupo Lena assina protocolo para a construção de 20 mil casas na Argélia PROTOCOLO foi assinado na terça-feira D.R. Tiragem: Period.: Diária Âmbito: Regional O Grupo Lena assinou, na terça-feira, um acordo com uma empresa estatal argelina do Grupo INDJAB, para a criação de uma sociedade mista de longa duração, com o objectivo de construir um projecto de habitação social e de equipamentos públicos na região oeste da Argélia. O documento assinado compreende a construção de duas fábricas, uma de préfabricação de betão e outra de estruturas metálicas, com vista a responder a um programa Pág: 19 Área: 17,01 x 7,89 cm² Corte: 1 de 1 de apartamentos num período de cinco anos. A criação desta empresa mista prevê ainda transferência tecnológica e um programa de formação de quadros argelinos no sector da construção. Este acordo foi assinado no âmbito de um protocolo entre Portugal e Argélia para a criação de sociedades mistas entre empresas de ambos os países, com vista à construção de vários projectos de habitação social e infraestruturas de apoio.l Página 8

11 A9 Revista de Marinha ID: Tiragem: 3000 Period.: Bimestral Âmbito: Outros Assuntos Pág: 32 Área: 19,17 x 23,64 cm² Corte: 1 de 2 Página 9

12 Revista de Marinha ID: Tiragem: 3000 Period.: Bimestral Âmbito: Outros Assuntos Pág: 33 Área: 19,49 x 26,22 cm² Corte: 2 de 2 Página 10

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