Fedora 12. Notas de Lançamento. Notas de Lançamento para o Fedora 12

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1 Draft Draft Fedora 12 Notas de Lançamento Notas de Lançamento para o Fedora 12 Editado por Do Fedora A Equipa de Documentação Copyright 2009 Red Hat, Inc. and others. The text of and illustrations in this document are licensed by Red Hat under a Creative Commons Attribution Share Alike 3.0 Unported license ("CC-BY-SA"). An explanation of CC-BY-SA is available at The original authors of this document, and Red Hat, designate the Fedora Project as the "Attribution Party" for purposes of CC-BY-SA. In accordance with CC-BY-SA, if you distribute this document or an adaptation of it, you must provide the URL for the original version. Red Hat, as the licensor of this document, waives the right to enforce, and agrees not to assert, Section 4d of CC-BY-SA to the fullest extent permitted by applicable law. Red Hat, Red Hat Enterprise Linux, the Shadowman logo, JBoss, MetaMatrix, Fedora, the Infinity Logo, and RHCE are trademarks of Red Hat, Inc., registered in the United States and other countries. For guidelines on the permitted uses of the Fedora trademarks, refer to https:// fedoraproject.org/wiki/legal:trademark_guidelines. Linux is the registered trademark of Linus Torvalds in the United States and other countries. All other trademarks are the property of their respective owners. Resumo Este documento aprofunda as notas de lançamento para o Fedora Bem-vindo ao Fedora Visão Geral do Fedora Requisitos de Hardware Bem Vindo ao Fedora Bugs Comuns Diga-nos a sua opinião

2 Notas de Lançamento Draft 2. Notas de Instalação Ext4 para partições de boot Notas Específicas da Arquitetura a base 32-bit mudou para i Alterações no Fedora para usuários no modo Gráfico Ambiente de trabalho Fedora Rede Multimédia Alterações no Fedora para Administradores de Sistemas Tempo de Boot do Fedora Segurança Virtualização Samba (Compatibilidade com Windows) Infra-estrutura do Cluster de Alta disponibilidade (HA Cluster) Alterações no Fedora para Programadores Ferramentas Eclipse Alterações no Fedora para Audiências Específicas Quais as novidades em ciência e matemática Automação de Design Eletrônico Design Circuitos Desenvolvimento de Software Embutido What's new for amateur radio operators Todas as alterações no Fedora Divertimentos Aplicações Ambiente de Trabalho-Acessibilidade Desenvolvimento Documentação Sugar-Atividades Ambiente do Sistema Editores de Texto-Ambientes de Desenvolvimento Integrado (IDE) Interface de Usuário A. Informação Legal 300 A.1. Licença A.2. Trademarks A.3. Referências Externas A.4. Exportar A.5. Informação Legal A.6. Mais Informação B. Histórico de Revisões 301 Índice Remissivo Bem-vindo ao Fedora Visão Geral do Fedora 12 Como sempre, o Fedora continua a desenvolver (http://www.fedoraproject.org/wiki/ Red_Hat_contributions) e a integrar o mais recente software livre e aberto (http:// 2

3 Draft Requisitos de Hardware As seguinte seções disponibilizam um breve resumo das maiores alterações do último lançamento do Fedora. Para mais detalhes sobre outras funcionalidades incluídas no Fedora 12 consulte as páginas wiki individuais que detalham funcionalidades, objetivos e progresso: Durante todo o ciclo de lançamento, existem entrevistas com os programadores por trás de características-chave, que nos dão a história: As seguintes são características importantes para o Fedora 12: Suporte melhorado para WebCam Melhores Codecs de Vídeo Melhoramentos Áudio Melhor Gestão de Energia Outras funcionalidades nesta versão incluem: Ferramenta automática para reportar erros. Bluetooth quando necessário Muitos, muitos melhoramentos em virtualização Ainda mais melhoramentos de segurança Funcionalidades do Fedora 12 encontradas na página de funcionalidades: Requisitos de Hardware Requisitos de Processador e Memória para a Arquitectura PPC CPU Mínimo: PowerPC G3 / POWER3 O Fedora 12 suporta a geração "New World" dos Apple Power Macintosh, lançado a partir de 1999 em diante. Embora as máquinas "Old World" possam funcionar, elas necessitam de um gestor de boot especial, que não é incluído na distribuição Fedora. O Fedora também foi instalado e testado em máquinas POWER5 e POWER6. O Fedora 12 suporta pseries e as máquinas Cell Broadband Engine. Fedora 12 também suporta a Sony PlayStation 3 e Genesi Pegasos II e Efika. O Fedora 12 inclui suporte para o novo hardware das máquinas P.A. Semiconductor Electra. Fedora 12 também inclui suporte para estações de trabalho "powerstation" da Terrasoft Solutions. Recomendado para modo de texto: G3 a 233 MHz ou superior, 128MiB RAM. Recomendado para o modo gráfico: G3 a 400 MHz ou superior, 256MiB RAM. 3

4 Notas de Lançamento Draft Requisitos de Processador e Memória para a Arquitectura X86 As seguintes especificações do CPU são referidas em termos de processadores da Intel. Os outros processadores, nomeadamente as ofertas da AMD, Cyrix e VIA, que são compatíveis ou equivalentes aos seguintes processadores da Intel, também poderão ser usados com o Fedora. Fedora 12 requer um processador Intel Pentium ou melhor, e está optimizado para Pentium 4 ou processadores mais recentes. Recomendado para modo de texto: Pentium a 200 MHz ou superior Recomendado para o modo gráfico: Pentium II a 400 MHz ou superior RAM mínima para modo de texto: 128 MiB RAM mínima para modo gráfico: 192 MiB RAM recomendada para o modo gráfico: 256 MiB Requisitos de Processador e Memória para a Arquitetura x86_64 RAM mínima para modo de texto: 256 MiB RAM mínima para o modo gráfico: 384 MiB RAM recomendada para modo gráfico: 512 MiB Requisitos de espaço em disco para todas as arquiteturas Uma instalação total pode ocupar mais de 9 GiB de espaço de disco. O espaço final é inteiramente determinado pelo suporte de instalação escolhido (spin) e pelos pacotes selecionados durante a instalação. É necessário espaço de disco adicional durante a instalação para o próprio ambiente de instalação. Este espaço adicional corresponde ao tamanho do arquivo /Fedora/base/stage2.img (disponível no Disco 1 de instalação) mais o tamanho dos ficheiros existentes em /var/lib/rpm do sistema instalado. Em termos práticos, os requisitos de espaço adicionais poderão ir desde 90 MiB, para uma instalação mínima, até 175 MiB adicionais para uma instalação mais completa. Também é necessário espaço adicional para os dados do usuário, assim como pelo menos 5% de espaço livre, para o correto funcionamento do sistema Bem Vindo ao Fedora O Fedora é um sistema operacional baseado em Linux que mostra a mais recente tecnologia em software livre e de código aberto. Fedora é sempre livre para qualquer pessoa utilizar, modificar e distribuir. É desenvolvido por pessoas à volta do mundo, que trabalham juntas como uma comunidade: O Projeto Fedora é aberto e qualquer pessoa é bem-vinda para participar. O Projeto Fedora está muito à frente, liderando o desenvolvimento de software livre e aberto e conteúdos. Nota Visite para ver as últimas notas do lançamento do Fedora, especialmente se estiver a fazer uma atualização. Se está migrando de uma versão do Fedora mais antiga que a imediatamente anterior, deve consultar as notas de lançamentos mais antigas para mais informação. 4

5 Draft Bugs Comuns Você Pode ajudar a comunidade do Projecto Fedora a continuar o melhoramento do Fedora, se enviar relatórios de erros e pedidos de melhorias. Consulte em Bugs_and_feature_requests mais informações sobre o envio de relatórios de erros e pedidos de funcionalidades. Obrigado pela sua participação. Para descobrir mais informações gerais sobre o Fedora, veja as seguintes páginas Web: Visão Geral do Fedora (http://fedoraproject.org/wiki/overview) FAQ do Fedora (http://fedoraproject.org/wiki/faq) Ajuda e Discussões (http://fedoraproject.org/wiki/communicate) Participe no Projecto Fedora (http://fedoraproject.org/wiki/join) 1.4. Bugs Comuns A maioria do software complexo contém erros. Uma das características do software livre e aberto é a capacidade de poder reportar erros, ajudando a corrigir ou a melhorar o software que utiliza. A lista dos erros mais comuns, mantida para cada versão pelo Projecto Fedora, é um bom ponto de partida quando está a ter algum problema que pode ser um erro de software: https://fedoraproject.org/wiki/common_f12_bugs 1.5. Diga-nos a sua opinião Obrigado pelo seu tempo a enviar os seus comentários, sugestões e relatórios de erros à comunidade do Fedora. Isto ajuda a melhorar o estado do Fedora, do Linux e do Software Livre em todo o mundo. A lista dos erros e problemas mais comuns reportados para este lançamento está disponível em Nós precisamos de seu comentário Se você encontrar erro ortográfico neste manual, ou se você tem uma sugestão para melhoramento deste manual, nós gostaríamos muito de ouvir sua opinião! Por favor submita um relatório em Bugzilla:http://bugzilla.redhat.com/bugzilla/ 1 contra o produto Fedora.. Uma vez submetendo um relatório de bug, por favor mencione a identificação do manual:release_notes. Se você tiver uma sugestão para o melhoramento deste documento, por favor tente ser o mais específico possível em sua descrição. Caso você tenha encontrado um erro, por favor inclua o número da seção e alguns detalhes a respeito do texto para a nossa melhor identificação Outras formas de nos deixar a sua opinião Poderá aprender mais sobre o processo Bugzilla em Bugs_and_feature_requests. No entanto, se não se sentir confortável em deixar feedback através do Bugzilla, também poderá: Se tiver uma conta Fedora, edite o conteúdo diretamente em Documentation_Beats. 1 bugzilla/ 5

6 Notas de Lançamento Draft Notas de Instalação Nota Para aprender como instalar o Fedora, consulte o Guia de Instalação Rápido do Fedora disponível em ou o Guia de Instalação do Fedora disponível em Se encontrar algum problema ou tiver alguma dúvida durante a instalação, que não esteja referida nestas notas de lançamento, consulte 4 e 5. O Anaconda é o nome do Instalador do Fedora. Esta seção destaca questões relacionadas com o Anaconda e a instalação do Fedora Ext4 para partições de boot Apesar do ext4 ser o sistema de arquivos por padrão no Fedora 11, a versão do GRUB incluída no Fedora 11 não conseguia ler partições do Fedora 11, necessitando dessa forma uma partição ext3 separada para o boot. A versão do GRUB incluída no Fedora 12 agora suporta ext4, assim, o anaconda agora permite que você coloque o /boot numa partição ext4. 3. Notas Específicas da Arquitetura Esta seção fornece notas específicas sobre as arquiteturas de hardware suportadas pelo Fedora a base 32-bit mudou para i686 O Fedora 11 tem i586 como base para arquitecturas 32-bit x86. Para o Fedora 12, estamos mudando para a arquitectura i686 como base (incluindo CMOV), e optimizados para processadores Atom. Isto significa que nós deixaremos de suportar as seguintes famílias de CPU: Intel i586 (todos) Processadores National Semiconductor Geode VIA C3 (Ezra e Samuel Cores) AMD Geode GX AMD Geode LX (como utilizado no portátil OLPC XO) e processadores Geode NX posteriores devem ainda funcionar. Os interessados são, como é evidente, bem vindos para criar uma arquitectura secundária para processadores mais antigos Benefícios: Binários mais rápidos em arquitecturas comuns (Pentium M, Via C7, todas as versões 64-bits, Atom) Realisticamente, nós não suportamos i586 na prática. Forçar isto mais logicamente. 6

7 Draft Alterações no Fedora para usuários no modo Gráfico Menos compilações do kernel 4. Alterações no Fedora para usuários no modo Gráfico 4.1. Ambiente de trabalho Fedora Ambiente de Trabalho em Múltiplos Monitores Na versão mais recente do "Xorg", incluída neste lançamento, se tiver dois monitores, o seu ambiente de trabalho vai estender-se ao longo deles em vez de criar, por padrão, imagens clone. Este comportamento é similar a outros sistemas operativos Suporte webcam melhorado A funcionalidade para melhor suportar webcam em Fedora 10 fez muito para melhorar o suporte de webcam em Linux. Agora temos uma biblioteca (libv4l) para descodificar vários formatos de vídeo proprietários no espaço de usuário, e quase todas as aplicações que utilizam webcam foram modificadas para utilizar esta biblioteca. O Fedora 12 é um segundo fôlego para melhorar o suporte a webcam, consistindo em três partes: Muitos testes, correções de erros, e melhoramento de controladores existentes internos ao kernel. Adição de processamento de vídeo à biblioteca libv4l para melhor qualidade de vídeo em câmaras sem o seguinte em hardware: Balanceamento de brancos Correção gamma Ajuste automático de exposição (ganho) Reconhece câmaras de portáteis que se sabem serem instaladas de pés para o ar e roda a imagem 180 graus em software Limpa controladores existentes "fora-da-árvore". movendo a descompressão para a libv4l quando necessário e junta tudo no sistema principal, especificamente as seguintes: qc-usb: câmaras baseadas em stv0600 (e similares), principalmente a Logitech QuickCam Express (feito desde o kernel ) ov51x-jpeg: ov511(+) e ov518(+) controlador (feito desde o kernel rc1, libv4l-0.6.0) qc-usb-messenger: câmaras baseadas em st6422 principalmente os modelos Logitech QuickCam Messenger (feito desde o kernel rc1) sn9c20x: câmaras baseadas em sn9c20x, muitas câmaras novas e baratas (feito desde o kernel rc2) ABRT A ferramenta automática de reportar erros ABRT substitui o bug-buddy e o kerneloops no Fedora 12. A ABRT tem uma arquitetura extensível e pode, não só apanhar e reportar falhas de memória ("segmentation faults") e erros de kernel ("kernel oops"), mas também pilhas de execução 7

8 Notas de Lançamento Draft ("backtraces") do python. Em contraste com o bug-buddy, pode apanhar "segmentation faults" em qualquer binário, não apenas aplicações GTK+. Se, anteriormente, modificou manualmente as configurações do GConf para o módulo GTK+ do bugbuddy, pode obter, em aplicações GTK+, mensagens de aviso como as seguintes: Gtk-Message: Falhou o carregamento do módulo "gnomebreakpad": libgnomebreakpad.so: não é possível abrir o arquivo compartilhado: Ficheiro ou diretório inexistente Para parar estas mensagens, execute o seguinte comando no console dentro da sua sessão: gconftool-2 --type bool --set /apps/gnome_settings_daemon/gtk-modules/ gnomebreakpad false GNOME 2.28 A versão GNOME 2.28 é parte deste lançamento, e é o ambiente por padrão utilizado na imagem Fedora Desktop Live. A imagem Fedora Desktop Live é um CD, disponível para descarregar, que pode utilizar para testar o novo ambiente GNOME, instalando-o, ou não. A imagem pode ser gravada em CD, ou num Pen Drive USB; para instruções, consulte https://fedoraproject.org/wiki/ FedoraLiveCD/USBHowTo Ícones em menus e botões Ícones em menus e botões não são mostrados, por padrão, no GNOME Para obter a antiga, mais rica, aparência de volta, selecione Sistema Preferências Aparência, carregue no separador Interface e ative a opção Mostrar ícones nos menus. Não existe, no entanto, nenhuma interface para ativar os ícones para os botões. Alternativamente, para definir as chaves GConf correspondente para ícones em menus e botões: gconftool-2 --type boolean --set /desktop/gnome/interface/ buttons_have_icons true gconftool-2 --type boolean --set /desktop/gnome/interface/menus_have_icons true Gnote O Gnote é instalado por padrão no GNOME neste lançamento substituindo o Tomboy. O Gnote foi portado do Tomboy do Mono para C++ e consome menos recursos. O Gnote é tanto um applet que pode colocar-se no painel do GNOME como uma aplicação individual que pode ser executada noutros ambientes gráficos. O CD Fedora Desktop Live desde o lançamento do Fedora 10 excluiu o Mono, e portanto, todas as aplicações baseadas em Mono, como o Tomboy, devido a falta de espaço. O Gnote irá ser instalado por padrão no CD Live, bem como neste lançamento do Fedora. O Tomboy continua disponível como uma alternativa. Se você estiver atualizando da versão anterior não será migrado para o Gnote e continuará a ter o Tomboy. Os usuários do Tomboy podem migrar facilmente para o Gnote pois estes partilham o formato do arquivo e um plugin está disponível no Gnote que irá importar automaticamente as notas do Tomboy na primeira execução. Muitos dos plugins do Tomboy foram portados para o Gnote. Os seguintes plugins estão disponíveis como parte do Gnote: Links Bugzilla 8

9 Draft Ambiente de trabalho Fedora Importador Tomboy Largura Fixa Inserir Data e Hora Exportar para HTML Suporte a Impressão Importador de notas do Sticky Notes Backlinks Você pode copiar as notas do Tomboy para o Gnote utilizando o seguinte comando no seu diretório pessoal: cp -r.tomboy.gnote O applet sticky notes já não é incluído, uma vez que, o Gnote permite uma melhor forma de tirar notas e está disponível por padrão neste lançamento Preferências de Som As preferências de som do GNOME agora suportam a troca de perfis Empathy O Empathy substitui o Pidgin como programa de mensagens instantâneas, por padrão, no GNOME. O Empathy integra-se melhor no GNOME e fornece funcionalidades áudio e vídeo para os usuários do XMPP (Extensible Messaging and Presence Protocol), antigo Jabbler, com mais melhoramento planejados. O Empathy suporta a importação de contas do Pidgin no primeiro boot, para que possa migrar mais facilmente. Se está atualizando de uma versão anterior, continuará a ter o Pidgin por padrão. O Pidgin continua a estar disponível no repositório e é mantido ativamente. As maiores vantagens e desvantagens do Empathy são: Vantagens Melhor integração GNOME. As senhas são guardadas no chaveiro em vez de arquivo de texto como no Pidgin Chat de voz com o GoogleTalk. Chat de voz requer codecs gstreamer adicionais e reconfiguração manual da firewall e o Pidgin agora utiliza também a mesma framework. Suporte a migração de contas do Pidgin foi adicionado ao Empathy. Suporte para colaboração com o Abiword e outros programas Localização Geográfica (funcionalidade muito recente) Desvantagens Inexistência de um sistema de plugins, por isso, muitas das funcionalidades extras disponíveis para o Pidgin (como encriptação) não estão disponíveis para o Empathy 9

10 Notas de Lançamento Draft Sem suporte a proxy Totem O Totem agora só suporta o sistema gstreamer. O componente totem-xine foi removido completamente Epiphany O Epiphany neste lançamento está a utilizar o motor WebKit em vez do motor Gecko do Firefox Console GNOME Previsão do GNOME 3 Uma versão embrionária da Console GNOME está agora disponível no repositório. A Consola GNOME é uma parte fundamental do GNOME 3 e está em activo desenvolvimento com a forte participação de programadores Fedora e interação de designers. Uma forma simples de experimentar a Console GNOME é instalando o pacote desktop-effects: yum install desktop-effects gnome-shell Então, selecione Sistema Preferências Efeitos do Ambiente de Trabalho se você deseja configurá-lo manualmente, execute mkdir ~/.config/autostart ln -s /usr/share/applications/gnome-shell.desktop ~/.config/autostart Você também pode executar o seguinte para o invocar diretamente. gnome-shell --replace & KDE 4.3 O KDE 4.3 é parte deste lançamento e é o ambiente por padrão do spin Fedora KDE Desktop Live. O spin KDE Desktop Live é um CD que pode ser descarregado e que pode utilizar para testar o novo ambiente KDE, instalando ou não. Pode gravar a imagem ISO num CD ou Pen Drive USB. KDE 4.3 é o mais recente lançamento do KDE 4, com muitos melhoramentos e novas funcionalidades. O Plasma tem um novo aspecto, de nome Air, gestão de tarefas e notificação melhorados e atalhos de teclado completamente configuráveis. Existem também novas widgets Plasma e as existentes foram melhoradas. O KWin está otimizado para uma melhor performance e traz novos efeitos ao ambiente de trabalho KDE. O KDE agora tem uma nova ferramenta para reportar erros, tornando mais fácil reportar erros aos programadores do KDE. O sistema gstreamer Phonon é agora o sistema pré-definido. 10

11 Draft Rede 4.2. Rede NetworkManager com gestão de ligações gerais do sistema e suporte melhorado a Internet móvel de banda larga O NetworkManager agora pode criar e editar conexões de rede do sistema em /etc/sysconfig. O NetworkManager já conseguia ler informação acerca de conexões de rede do sistema a partir de /etc/sysconfig. Agora foi adicionada a capacidade total de leitura e escrita das conexões do sistema. A capacidade de criar ou modificar novas conexões de rede do sistema será controlada pelas politicas do PolicyKit. Inicialmente, apenas conexões com fios e sem fios serão suportadas. Mais tarde, seguirão conexões vpn. Para conexões que exijam segredos, estes serão gravados em arquivos.keys em /etc/sysconfig. Ao fornecer uma base de dados de fornecedores pré-configurados de Internet móvel de banda larga, ao suportar mais hardware, ao permitir a detecção de redes GSM, O NetworkManager torna a utilização de Internet móvel de banda larga muito mais fácil. O seu fornecedor de Internet móvel de banda larga será automaticamente reconhecido pelo NetworkManager e tornará fácil a tarefa de ligar o dispositivo USB e ficar ligado à Internet, em minutos Foi melhorado o suporte a IPv6 no NetworkManager Para usuário do console, e para aqueles que utilizam os arquivos ifcfg diretamente, o NetworkManager deve levantar corretamente s interface com conectividade IPv6 no boot. Não devem ser necessárias modificações nos arquivos ifcfg. Para os usuários em modo gráfico (GUI), uma nova guia IPv6 irá aparecer no editor de conexões que vai permitir controlar as configurações IPv6 de modo similar ao que já era feito para as configurações IPv4. Depois de selecionar o método de configuração (auto é o valor pré-definido, o qual honra configurações publicadas pelo router ("router-advertisements") e tenta obter informação de DNS com DHCPv6 em modo exclusivo) e inserir configurações adicionais que pretendam utilizar, e depois gravando a conexão, ativando essa conexão deve configurar o interface totalmente com IPv6 tal como pedido pelo usuário Gestão do Interface de Rede Configurando as interfaces de rede numa máquina para cenários moderadamente complicados, mas comuns, geralmente só está acessível a usuários avançados, e muito mal suportados pelas ferramentas existentes. Esses cenários incluem criar uma bridge e associar "(enslaving") uma NIC física a esta, ou configurar dois interfaces NIC em "bonding", adicionar um interface VLAN ao "bond" e associar este a uma bridge. Configurações complicadas de bridge são normalmente necessárias em servidores de virtualização, e muitas vezes são executadas remotamente por ferramentas de gestão de alto nível, ao invés de um usuário humano. Este recurso atenta estas necessidades, fornecendo uma biblioteca de configuração de rede generalista (netcf) e adições à API libvirt para expor a API local netcf através das facilidades remotas do libvirt. Com o netcf, uma interface de rede lógica (por exemplo, uma bridge e seus slaves) é descrita como uma unidade, e o netcf assume a tradução dessa descrição num arquivo de configuração ifcfg- * apropriado. Para garantir a feliz coexistência do netcf com outros utilitários de configuração de 11

12 Notas de Lançamento Draft rede, incluindo o vi, o netcf é bidireccional: ele modifica os arquivos de configuração ifcfg-* baseado na descrição do interface netcf, man também lê os arquivos ifcfg-* para gerar essa descrição. É, portanto, possível utilizar o netcf lado a lado com outro método qualquer de alteração da configuração de rede, e evitam-se muitas das desvantagens de tentativas anteriores de conseguir isto por exemplo, os scripts de rede do Xen. Está planejado mudar o NetworkManager para o netcf num futuro lançamento, como o backend para configuração da rede do sistema; embora não seja parte desta característica, vai unificar ainda mais a experiência do usuário em torno da configuração de rede. Do mesmo modo, está previsto expor a funcionalidade de configuração da rede numa versão futura do virt-manager Serviço Bluetooth Quando Necessário A fim de oferecer suporte a dispositivos Bluetooth, o serviço de background do Bluetooth foi iniciado por padrão em versões anteriores do Fedora. Neste lançamento, o serviço de Bluetooth é iniciado sob pedido quando necessário e pára automaticamente 30 segundos após a utilização do último dispositivo. Isto reduz o tempo de boot e poupa recursos Multimédia Thusnelda Em favor da cultura livre, da web aberta e para reduzir a espera de proprietários por patentes de codecs, a Red Hat tem patrocinado melhoramentos na implementação do codec de vídeo aberto Ogg Theora, com nome de código Thusnelda, através de Christopher Montgomery (xiphmont), que criou o formato e cujo trabalho resultou em melhoramentos drásticos no codec. Este lançamento traz este codec de próxima geração que, comparado com libtheora 1.0, o novo codificador pode produzir codificações de qualidade comparável a uma taxa inferior de bitrate, ou melhor qualidade na mesma bitrate. Todas as aplicações que usam a biblioteca libtheora incluindo as aplicações GStreamer tirarão automaticamente e transparentemente vantagem dos melhoramentos. Melhoramentos Pulse Audio Os programadores Fedora fizeram melhoramentos ao sistema PulseAudio. Mais detalhes estão disponíveis em Estes incluem os seguintes: novo mixer logic Suporte Servidor Multimédia UPnP Suporte melhorado para hotplug suporte a som surround para sons de eventos Fedora Studio Estúdio Fedora é um pacote opcional que define um menu multimédia que permite aos usuárioss terem as aplicações de áudio e vídeo classificadas no menu do ambiente de trabalho. Em versões anteriores do Fedora, todas as aplicações multimédia estavam num grande grupo. Este pacote torna mais fácil a navegação pelas aplicações áudio e vídeo. 12

13 Draft Alterações no Fedora para Administradores de Sistemas 5. Alterações no Fedora para Administradores de Sistemas 5.1. Tempo de Boot do Fedora GRUB com suporte a ext4 Fedora 9 originalmente incluía suporte experimental para ext4 e o Fedora 11 incluía ext4 por padrão. Contudo, o GRUB nessa versão ainda não suportava ext4, e assim, era necessário uma partição de boot separada formatada como ext3 ou ext2. O Fedora 12 agora inclui uma versão actualizada do GRUB com suporte para ext4. O Anaconda (o instalador do Fedora) também permite isto Dracut novo sistema de boot Até ao Fedora 10, o sistema de boot (disco ram inicial ou initrd) utilizado para iniciar o Fedora era monolítico, muito dependente da distribuição e não permitia muita flexibilidade. Este sistema será substituído pelo Dracut, um disco ram inicial com uma framework baseada em eventos e desenhada para ser independente da distribuição. Este sistema também foi adotada pelo projecto OLPC, derivado do Fedora, para o sistema operativo XO. Módulos OLPC para o Dracut estão disponíveis no repositório do Fedora. São bem vindos comentários e testes, quanto mais cedo melhor Boot gráfico mais rápido e fluido Kernel Mode Setting (KMS) está agora também activo por padrão em sistemas NVIDIA, através do controlador Nouveau. Fedora 10 originalmente incluiu suporte para KMS, mas apenas para algumas placas ATI. No Fedora 11, isto foi estendido também a placas Intel. Neste lançamento isto foi estendido ainda mais para suportar também placas NVIDIA. Como resultado deste melhoramento, você vai ter um boot gráfico mais rápido e suave em quase todos os sistemas, graças ao sistema de arranque gráfico plymouth, desenvolvido no seio do Fedora Segurança Esta secção destaca vários itens de segurança do Fedora Menores capacidades de processo Os serviços que são executados como root foram revistos e modificados para o fazerem com menores capacidades. Isto reduz a tentação de serem utilizados para escalada de privilégios. Adicionalmente, as permissões do arquivo shadow foram alteradas para 000 e vários diretórios em $PATH foram alterados para 555 para impedir que serviços sem DAC_OVERRIDE possam acessar o arquivo shadow ou escrever nos diretórios $PATH. Quando alguém ataca um sistema, normalmente não podem fazer muito, a não ser que consigam escalar privilégios. Esta característica reduz o número de alvos que podem ser utilizados para escalar privilégios. Se os processos de root não têm todas as capacidades, eles serão mais difíceis de utilizar para subverter o sistema. Processos com o uid de root ainda podem danificar o sistema, porque eles podem escrever literalmente em todos os arquivos, e claro, ler o arquivo /etc/shadow file. Contudo, se o sistema for fortificado para que o root necessite da capacidade DAC_OVERRIDE, então apenas um número limitado de processos pode danificar o sistema. Isto não irá afetar nenhuma capacidade de 13

14 Notas de Lançamento Draft administração porque eles recebem sempre privilégios totais, o que inclui DAC_OVERRIDE. Portanto, mesmo que alguém consiga atacar um processo de root com sucesso, agora está protegido para que eles possam tirar partido deste ataque. Um sistema protegido teria permissões como: 555 /bin, 555 /lib, 000 /etc/shadow e assim por diante. O âmbito corrente é abranger os diretórios variáveis em $PATH, diretórios de bibliotecas, / boot, e /root. Este esquema não afeta o SELinux de nenhuma forma e complementa-o, uma vez que estas capacidades são controles DAC e têm direito ao primeiro voto na permissão de acessos Virtualização A virtualização no Fedora 12 inclui grandes mudanças e novas funcionalidades, que continuará a suportar KVM, Xen e muitas outras plataformas de máquinas virtuais. O KVM e o QEMU ganharam imensas novas funcionalidades neste lançamento. A utilização e performance da memória em máquinas virtuais KVM foi melhorada pela adição do KSM e Memória KVM "Huge Page Backed". A performance do formato de imagem qcow2 foi grandemente melhorada. Foi adicionado suporte, tanto para SR-IOV, como para "hotplug" de NICs. Finalmente, o gpxe é agora utilizado em vez do etherboot para boot de máquinas virtuais PXE. Quanto à libvirt, foram adicionadas APIs para gestão de armazenamento e gestão da interface de rede. A libvirt agora também executa os processos QEMU sem privilégios. A nova biblioteca (libguestfs) e uma ferramenta interativa (guestfish) já está disponível para acessar e modificar imagens de disco de máquinas virtuais "Kernel Same Page Merging" e Utilização Reduzida de Memória nas Máquinas Virtuais (Guest) "Kernel SamePage Merging" (KSM) permite que páginas idênticas de memória sejam empacotadas pelo kernel numa única página compartilhada por um ou mais processos. Esta funcionalidade é potenciada pelo KVM para permitir que múltiplas, similares, máquinas virtuais tenham uma utilização de memória reduzida. Como a memória é compartilhada, a utilização combinada desta pelas máquinas virtuais é reduzida. Para mais detalhes consulte e Articles/306704/ Memória KVM "Huge Page Backed" Configure as máquinas virtuais KVM para utilizar memória "huge page backed" de modo a reduzir o consumo de memória e melhorar a performance reduzindo a pressão sobre a cache. Usuários de máquinas virtuais utilizando memória "huge page backed" devem notar performance melhorada com alguma poupança no consumo de memória do servidor. O benefício na performance depende da carga da máquina. Utilizar memória "huge page backed" tem, contudo, uma desvantagem - nunca mais poderá trocar nem dimensionar a memória das máquinas virtuais. Para mais detalhes consulte: KVM_Huge_Page_Backed_Memory NIC Hotplug em KVM Interfaces de rede podem agora ser adicionados a uma máquina virtual KVM utilizando libvirt/virtmanager sem a necessidade de reiniciar a máquina virtual. 14

15 Draft Virtualização Para mais detalhes consulte: Performance KVM qcow2 O formato nativo das imagens de disco do qemu é qcow2. O qcow2 tem funcionalidades melhoradas, quando comparado com imagens raw, incluindo: imagens base, snapshots, compressão, e cifra. Usuários querendo proteger as suas máquinas virtuais contra crashes do servidor, normalmente desativam a cache de escrita no servidor. Antes, isto provocava uma pobre performance para as máquinas virtuais em imagens qcow2. A performance de I/O das imagens de disco qcow2 foi grandemente melhorada. Usuários que não utilizavam qcow2 por causa da fraca performance devem reconsiderar e tirar partido das funcionalidades adicionais que o formato apresenta sobre imagens de disco raw. Para mais detalhes consulte: e KVM Guest ABI Estável Para as máquinas virtuais KVM é apresentado um plataforma de hardware emulada ou um interface de aplicativo binário (ABI - application binary interface) que inclui, por exemplo, um modelo de CPU, APIC, PIT, tabelas ACPI, IDE/USB/controladores VGA, NICs, etc. Quando o QEMU é atualizado para uma nova versão, alguns aspectos desta plataforma podem mudar, quando novas capacidades de hardware são adicionadas. Isto é problemático para máquinas virtuais Windows onde uma mudança de ABI pode requerer uma reinstalação. As máquinas virtuais a partir de agora terão acesso sempre à mesma ABI entre atualizações do QEMU. For further details refer to: e fedoraproject.org/wiki/kvm_stable_guest_abi_design_notes Biblioteca libguestfs para Manipulação de Máquinas Virtuais Adicionado tardiamente ao ciclo de desenvolvimento do Fedora 11, libguestfs é agora uma característica oficial no Fedora 12. libguestfs é uma biblioteca para acessar e modificar imagens de máquinas virtuais. Usando o kernel do Linux e código qemu, libguestfs consegue acessar aos mesmos tipos de sistema de arquivos de máquinas virtuais que o Linux e o QEMU. As seguintes ferramentas são disponibilizadas ou aumentadas pela libguestfs: Bindings para as linguagens de programação OCaml, Perl, Python, Ruby, e Java. guestfish - Fornece uma shell interativa para edição de sistemas de arquivos de máquinas virtuais e execução de comandos no contexto da máquina virtual. virt-df - Mostra espaço livre nos sistemas de arquivos de máquinas virtuais virt-inspector - Mostra a versão do SO, kernel, drivers, pontos de montagem, aplicações, etc. de uma máquina virtual. Para mais detalhes consulte: 15

16 Notas de Lançamento Draft Gestão do Interface de Rede As configurações normais de rede de equipamentos, como bridges, bonds, VLANs e combinações menos usuais, podem agora ser criadas utilizando a biblioteca de configuração de rede de uso geral, netcf. As melhorias da API do libvirt expoem esta nova funcionalidade a equipamentos de administração remota com olibvirtd Para mais detalhes consulte: Raiz Única de Virtualização de I/O Raiz Única de Virtualização de I/O é uma funcionalidade PCI que permite a criação de funções virtuais (VF) que compartilham os recursos de uma função física (PF). Os dispositivos VF são atribuídos a máquinas virtuais e aparecem internamente como dispositivos físicos. Porque a máquina virtual está na realidade gerenciando diretamente o hardware, a performance do I/O equipara-se à performance do equipamento físico. Para mais detalhes consulte: gpxe padrão para Máquinas Virtuais As máquinas virtuais QEMU utilizam agora o gpxe que é mais moderno e atualmente mantido, em vez da obsoleta ferramenta ethertool para o boot PXE. Para mais detalhes consulte: Privilégios Virt Foram feitas alterações às máquinas virtuais QEMU/KVM para melhorar a segurança do servidor no evento de uma falha no binário do QEMU. As permissões em /dev/kvm foram atualizadas para permitir que usuários não privilegiados possam utilizar hardware de aceleração. Os processos QEMU criados pelo virt-manager num ambiente de trabalho local são executados agora com os privilégios do usuário. Os processos QEMU criados pelo serviço privilegiado libvirtd são executados agora como uma conta sem privilégios, usuário 'qemu', grupo 'qemu'. libvirtd irá alterar no boot o proprietário de qualquer disco atribuído a uma máquina virtual, para usuário 'qemu' e grupo 'qemu'. Excepção para discos apenas de leitura ou compartilhados. 16

17 Draft Virtualização Para reverter ao comportamento anterior do Fedora de executar todas as instancias do QEMU como 'root', foram introduzidos dois parâmetros de configuração em /etc/libvirt/qemu.conf. Não é recomendado que se alterem. Para mais detalhes consulte: Gestão de Armazenamento Virt A Virtualização de ID N_Port do Canal de Fibra ou NPIV permite a criação de múltiplos N_Ports virtuais num único adaptador de bus do equipamento físico. As APIs dos nós do libvirt foram extendidos para criar e destruir adaptadores virtuais utilizando o NPIV. As APIs que permitem a descoberta de armazenamento e a criação de grupos foram extendidas para descobrir e re-examinar armazenamento por servidor SCSI. Os administradores podem agora descobrir, configurar e aprovisionar armazenamento para máquinas virtuais sem a necessidade de múltiplas ferramentas. Para mais detalhes consulte: Outros Melhoramentos Kit de Compatibilidade da Tecnologia Libvirt O Fedora inclui agora o kit de compatibilidade tecnológica libvirt (TCK). O TCK é uma suíte de testes funcionais que providencia informações detalhadas das funcionalidades disponíveis em cada driver libvirt e pode ser utilizada para identificar falhas ou regressões no desenvolvimento de funcionalidades de virtualização do Fedora. Para mais detalhes consulte: Repositório Preview de Tecnologia de Virtualização O Repositório Preview de Tecnologia de Virtualização foi criado para pessoas que gostariam de testar os pacotes mais recentes relacionados com virtualização. Este repositório tem como objetivo principal ajudar a testar e permitir novas experimentações. Não é destinado a ambientes de produção. Para mais detalhes consulte: Suporte Kernel Xen O pacote kernel no Fedora 12 suporta o boot como domu (máquina virtual), mas não irá funcionar como dom0 (máquina física) até que esse suporte seja disponibilizado "upstream". Os trabalhos estão em curso e espera-se que esse suporte seja incluído no kernel e Fedora

18 Notas de Lançamento Draft O lançamento mais recente do Fedora com suporte para dom0 é o Fedora 8. Bootar uma máquina virtual Xen domu dentro do Fedora 12 requer o xenner baseado no KVM. O xenner executa o kernel da máquina virtual e um pequeno emulador Xen em conjunto com a máquina virtual KVM. O KVM requer funcionalidades de virtualização de hardware no servidor físico. Sistemas sem virtualização em hardware não suporta neste momento máquinas virtuais Xen. Para mais detalhes consulte: Samba (Compatibilidade com Windows) Esta seção contém informações relacionadas com o Samba, o conjunto de aplicações que o Fedora utiliza para interagir com sistemas Microsoft Windows. Cluster Samba com GFS2 Com a disponibilidade da base de dados em 'cluster' para o Samba, as múltiplas instâncias do smbd nos diferentes nós de um cluster podem partilhar o estado. É agora possível exportar um sistema de arquivos gfs2 através de um ou mais nós no cluster numa configuração ativa/passiva ou ativa/ativa para providenciar um serviço Samba de alta disponibilidade Infra-estrutura do Cluster de Alta disponibilidade (HA Cluster) Esta seção destaca as alterações e adições às ferramentas de clustering no Fedora Alterações no Fedora para Programadores 6.1. Ferramentas Fedora 12 inclui um rico conjunto de ferramentas para desenvolvimento, incluindo todas linguagens populares de programação, as melhores e mais novas IDEs, e uma extenso conjunto de bibliotecas. Essa seção mostras as maiores mudanças do Fedora 12. Para uma completa lista das centenas de atualizações de desenvolvimento de componentes, veja a tabela no final deste documento. emacs emacs foi atualizado para a versão 23. Emacs 23 tem uma variedade de novas funcionalidades, incluindo: Suporte melhorado para Unicode Renderização de fontes com o Fontconfig e Xft. 18

19 Draft Eclipse Suporte para utilizar telas de X e terminais de texto na mesma sessão, assim como executar como serviço. Suporte para submissões de múltiplos arquivos em sistemas de controle de versões distribuídos (VC-dir). Novo modo e pacote para visualização de arquivos PDF e postscript (Doc-view mode), conectando para processo através do D-Bus (dbus), conectando para o GNU Privacy Guard (EasyPG), editando documento XML (nxml mode), editando programas Ruby (Ruby mode), e mais. mercurial Versão do mercurial agora inclui suporte experimental para sub-repositórios. php O Fedora 12 inclui a versão do php. Isto inclui um número significativo de novas características incluindo suporte para "namespaces", "late binding", arredondamento de números de vírgula flutuante mais consistente, assim como um número de melhorias na performance. Para detalhes completos veja Eclipse O Eclipse teve uma grande atualização para a versão 3.5 (Galileo). Os usuáruis devem ler a página de Eclipse & Notas Dignas de Destaque disponível em R /eclipse-news-all.html para ler as notas de lançamento desta versão. O Fedora agora inclui mais plug-ins do Eclipse do que nunca, com a nova inclusão da Integração Doxygen (eclipse-eclox), o Explorador Remoto do Sistema (eclipse-rse) e um Editor Verilog/VHDL (eclipse-veditor). Outras grandes alterações nos plug-ins do Eclipse incluem a "Data Tools Platform" que contém a base de dados completa IDE de desenvolvimento (eclipse-dtp), a "Dynamic Language Toolkit" que agora inclui integração com Explorador Remoto do Sistema (eclipse-dltk-rse) e o componente "Eclipse Modelling Framework SDO" que, por se encontrar obsoleto, foi removido (eclipse-emf-sdo). 7. Alterações no Fedora para Audiências Específicas 7.1. Quais as novidades em ciência e matemática Fedora 12 inclui uma séria de pacotes para ciência e matemática. Os seguintes pacotes foram atualizados para o Fedora 12. R fet R e muitos dos seus sub-pacotes foram atualizados para as últimas versões. Existe um número enorme de novas funcionalidades que são descritas em detalhes na lista de do projeto: https://stat.ethz.ch/pipermail/r-announce/2009/thread.html. fet é um programa para horários de escolas e universidades. Além de um grande número de correções de erros e melhoramentos na performance, fet permite marcações de eventos fixos, permite a colocação de restrições em horas para professores, permite bloquear 19

20 Notas de Lançamento Draft e desbloquear atividades, e definir horas de início e salas preferidas. Os detalhes podem ser encontrados nas notícias do fet em Um grande número de outros pacotes sofreram pequenas alterações ou correções de erros. Consulte as tabelas no final deste documentos para detalhes Automação de Design Eletrônico Esta seção descreve mudanças no Fedora Electronic Lab para o Fedora 12. Atente que um número de softwares no Fedora tem aplicação para um número de comunidade. Essas aplicações específicas são descritas no Circuit Design (que inclui simulação e layout PCB) e seção de desenvolvimento embutido dessas notas Revisão Colaborativa de Código Uma das muitas faces do projeto de hardware digital acarreta muitos arquivos de rastreamento para ser consumido por várias ferramentas EDA. Esses relatórios de eventuais ou netlists são cuidadosamente analisados e logados como parte da metodologia sign-off. Cada companhia gerencia esses arquivos de projetos dependentes sob uma certa estrutura de diretório e sob um certo sistema de controle de revisão de sua escolha. Nos incluímos um eficiente e confiável solução de revisão de código na coleção Fedora. Essa solução, baseada em trac, ajudará também na criação de links e construção de referências entre bugs, tarefas, conjuntos de mudanças e arquivos. Coordenando o projeto teremos uma visão mais realística do que está acontecendo no projeto e rastrear o progresso de forma mais simples, respeitando diferentes milestones e deadlines IDE Eclipse por padrão Com a ajuda e suporte do time Eclipse do Fedora, o Eclipse torná-se a melhor IDE do Fedora para desenvolvimento e documentação de HDL IP. Essa adoção é para manter uma verdadeira interoperabilidade entre ferramentas que oferecidas por diferentes softwares embutidos por fornecedores Os seguintes plugins, disponibilizados por padrão no Laboratório Eletrônico Fedora, vão melhorar : Design do interface auto-geração de documentação e manutenção profissional de dados em folhas de cálculo Scripting Perl/Tcl (Módulos Perl presentes desde FEL10) projetos controlados por versionamento Pacote eclipse-veditor eclipse-eclox Descrição Ajuda designers IC/designers FPGA a desenvolver código Verilog/ VHDL no Eclipse. Fornece avisos e notificações de erros de digitação, falta de sinais, sinais desnecessários, etc, em tempo real. Se o código do vhdl implica em um estilo de comentário doxygen, um pdf pode ser gerado automaticamente e usado tanto durante reuniões internas como enviando para o cliente. 20

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