CONTRIBUIÇÃO REFERENTE À AUDIÊNCIA PÚBLICA Nº 010/2009 NOME DA INSTITUIÇÃO: COPEL TELECOMUNICAÇÕES S.A.

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1 CONTRIBUIÇÃO REFERENTE À AUDIÊNCIA PÚBLICA Nº 010/2009 NOME DA INSTITUIÇÃO: COPEL TELECOMUNICAÇÕES S.A. AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA ANEEL AUDIÊNCIA PÚBLICA O10/2009 Recebimento de contribuições de 12/03/2009 até 11/05/ :00h Audiência Pública no dia 13/05/ :00 às 18:00h - Auditório da ANEEL Brasilia/DF EMENTA: Regulamenta a utilização das instalações de distribuição de energia elétrica como meio de transporte para a comunicação de sinais.

2 Art. 2º Para os fins desta Resolução são adotadas as seguintes definições: II Cessionário de PLC: toda pessoa jurídica detentora de concessão, autorização ou permissão nos termos da regulamentação da Agência Nacional de Telecomunicações Anatel para a exploração comercial de serviço de telecomunicações utilizando a tecnologia PLC. Art. 2º Para os fins desta Resolução são adotadas as seguintes definições: II Cessionário de PLC: toda pessoa jurídica detentora de autorização ou permissão nos termos da regulamentação da Agência Nacional de Telecomunicações Anatel para a exploração comercial de serviço de telecomunicações, que utilize a tecnologia PLC e que seja controlada ou coligada à distribuidora, ou seja controlada ou coligada à um controlador comum. As únicas concessionárias de serviços de telecomunicações existentes hoje são aquelas que já existiam antes da privatização, que detém o serviço chamado de STFC (Serviço Telefônico Fixo Comutado), que são justamente aquelas que detém o monopólio da rede de acesso telefônico, legado desta privatização das telecomunicações. Estas empresas não compartilham suas atuais redes de acesso o que seria de fundamental importância para a aplicação da tecnologia PLC como uma infra-estrutura básica que venha a promover a inclusão digital e universalização do acesso. De mesma forma, permitir que concessionários de telecom também sejam Cessionários de PLC seria permitir e propiciar o aumento deste monopólio da rede de acesso de telecomunicações, caminhando contrário ao que a tecnologia PLC permite, que é de aumentar a oferta de serviços via novos operadores de telecomunicações. A aplicação da tecnologia PLC integra as funções distribuição de energia com distribuição de serviç os de telecom e isto só é viável se houver uma acentuada proximidade entre concessionária de distribuição de energia com o Cessionário PLC para que, com uma integração em suas áreas de planejamento, operação e manutenção de redes, consigam garantir seus compromissos com o fornecimento e a qualidade de seus serviços. Em todo o Mundo, à semelhança da tecnologia OPGW que uniu as áreas de transmissão de energia com transmissão de telecomunicações e que resultou na criação de novas empresas de telecom para a exploração de novos serviços, no caso do PLC, o emprego e uso desta tecnologia só está sendo feito com sucesso quando existe um empresa de telecomunicaçõescoligada e, na maioria das vezes, derivada das 2 empresas de energia elétrica.

3 Art. 4º O cessionário de PLC poderá se utilizar das instalações de distribuição de energia elétrica para a transmissão analógica ou digital de sinais, e disponibilizar seus serviços de telecomunicação aos seus clientes, de acordo com as normas e padrões técnicos da distribuidora e o disposto nesta Resolução. 1º, 2º, 3º Incluir os seguintes parágrafos: 4º oferta de serviços deverá seguir modelo aberto e abrangente, permitindo o fornecimento de multiserviços e propiciando a inclusão digital do cidadão.. 5º A destinação do uso comum das instalações de distribuição de energia elétrica para o desenvolvimento das atividades com o uso da tecnologia PLC será tratada de forma não discriminatória e a preços livremente negociados entre as partes. A implantação da tecnologia PLC está fisicamente associada a um certo número de consumidores, que para viabilizá -la se torne necessário oferecer e entregar o máximo possível de serviços. Em 2001, a Copel concebeu um modelo de negócios ao qual denominou de A2A (Any to Any) que significa disponibilizar qualquer serviço, de qualquer operador para todo e qualquer cliente. Este modelo é um modelo de complemento de competências que maximiza a oferta de serviços, atende as diversidades de preferência dos clientes e torna economicamente viáveis as implantações de PLC. Outrossim, como as distribuidoras de energia elétrica praticamente já universalizaram a oferta de seus serviços, as aplicações decorrentes do uso do PLC que está associado com energia elétrica, também estariam associadas em igual princípio, neste caso o de universalizar o acesso do cidadão à comunicação e informação, enfim, estar associado à inclusão digital. Em lugar de se abrir para compartilhamento e uso do meio físico da infra-estrutura da rede de cabos de energia elétrica, se abre para compartilhamento e uso do meio lógico e virtual da rede de acesso que a tecnologia PLC propicia. Compartilhar o virtual e não o físico. Transfere responsabilidade da Distribuidora para a Cessionária PLC, no tocante a administrar o compartilhamento, agir de forma não discriminatória e praticar preços livremente negociados. 3

4 Art. 5º A destinação do uso comum das instalações de distribuição de energia elétrica para o desenvolvimento das atividades com o uso da tecnologia PLC será tratada de forma não discriminatória e a preços livremente negociados entre as partes. Suprimir este Artigo e transferir seu texto integral para ser o 5º do Artigo 4º Em lugar de se abrir para compartilhamento e uso do meio físico da infra-estrutura da rede de cabos de energia elétrica, se abre para compartilhamento e uso do meio lógico e virtual da rede de acesso que a tecnologia PLC propicia. Compartilhar o virtual e não o físico. Transfere responsabilidade da Distribuidora para a Cessionária PLC, no tocante a administrar o compartilhamento, agir de forma não discriminatória e praticar preços livremente negociados. 4

5 Toda receita adicional de empresa distribuidora de energia elétrica deve reverter em prol da modicidade tarifária, não sendo necessária sua citação específica no caso da tecnologia PLC. Outrossim, cabe salientar que o emprego e uso desta tecnologia é todo dependente da compreensão das distribuidoras de energia elétrica em como aproveitar uma oportunidade tecnológica de valor adicionado à sua rede de distribuição. Muitas empresas de transmissão de energia souberam como aproveitar a oportunidade tecnológica do cabo óptico pára-raios, OPGW. Art. 14º A apuração das receitas do uso comum das instalações de distribuição nas atividades com o uso do PLC terá reversão em prol da modicidade tarifária de acordo com as normas vigentes. Suprimir este Artigo, Do ponto de vista de mercado, foram desenvolvidas três tecnologias de acesso de alta velocidade, que adicionam valor a redes existentes: ADSL: para utilizar a rede existente de cabos telefônicos. CABLE MODEM: para utilizar a rede existente de cabos de TV. PLC: para utilizar a rede existente de cabos elétricos. Todas elas requerem reforma e adaptação de rede para uma melhor operação das correspondentes tecnologias, o PLC é a que mais requer. Para o ADSL e CABLE MODEM, foram criadas empresas específicas para prestação de serviço de acesso à Internet, autorizadas SCM pela ANATEL, controladas pelas empresas detentores das redes telefônicas e de TV a cabo, que utilizam estas redes e não as remuneram. Realçar de que o PLC deva remunerar é, no mínimo, colocar esta oportunidade tecnológica em desvantagem competitiva com as demais. 5

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