Ação, prevenção e educação contra as infecções

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1 Controle de Infecção Hospitalar Ação, prevenção e educação contra as infecções 96 Revista do Hospital Um mal que está sempre à espreita, a infecção hospitalar é algo que se espera que as equipes de Controle combatam ininterruptamente. No HC da UFPR, a primeira Comissão de Controle de Infecção Hospitalar foi criada em Faziam parte da equipe, então, um Diretor Clínico, quatro médicos representantes das clínicas, um enfermeiro e um microbiologista. As atividades desse grupo eram a de padronização de desinfetantes e controle da qualidade dos treinamentos para zeladoria, dedetização e desratização, padronização de limpeza e o controle, também, de qualidade da esterilização. Em 1982, houve a constituição do Grupo Executivo (Serviço), com dedicação integral, composto por um médico e duas enfermeiras. Hoje, os serviços oferecidos são a Vigilância Epidemiológica das Infecções Hospitalares, Educação Continuada em Controle de Infecções Hospitalares e o monitoramento do uso racional de drogas antimicrobianas. Paralelamente, também realizam assessoria aos Serviços de apoio assistenciais (CME, Higiene e Limpeza, Farmácia, SND). A equipe responsável por todas essas atividades é enxuta: os serviços são desenvolvidos pelo chamado grupo executivo, constituído por dois médicos, quatro enfermeiros e um farmacêutico, com avaliação sistemática da CCIH, subordinados ao Diretor do Corpo Clínico e Direção Geral. No dia-a-dia, cabe a eles a busca ativa de casos de infecções hospitalares, atividades de prevenção e controle, análise epidemiológica e estatística dos eventos identifica-

2 dos, discussões de prescrição de drogas antimicrobianas, análise de relatórios e indicadores assistenciais, educação continuada, planejamento de ações e planos para controle de surtos, reuniões internas e externas. Como se trata de uma tarefa que visa a garantir a segurança de todos no hospital, a interação do Controle de Infecção Hospitalar com as diversas áreas é grande. A parceria é contínua com as equipes assistenciais e de apoio, para que o desempenho no controle e prevenção das infecções hospitalares apresente eficácia declara a equipe do Serviço. Para melhorar a qualidade desse monitoramento e as ações preventivas, e considerando-se que se trata de serviço específico cujo trabalho é norteado para a epidemiologia e estatística hospitalar, foram adotados softwares próprios, que processan os dados informados, facilitando relatórios e conclusões para planos de ações de prevenção e controle. O serviço de Controle de Infecção Hospitalar é fundamental na cadeia dos processos da assistência médica hospitalar, promovendo segurança e qualidade com a prevenção e controle do evento adverso, denominado infecção relacionada aos Serviços de Saúde. A adoção do softwares auxiliam no processamento de dados, facilitando relatórios e conclusões para planos de ações de prevenção e controle de infecção hospitalar Para otimizar o trabalho, o SCIH realiza reciclagem contínua, comunicação efetiva com todos os envolvidos nos processos assistenciais, atuação multiprofissional, estratificação de tarefas, interação e integração da equipe. Como diferenciais de sua equipe, no HC, ela destaca a dedicação integral do grupo executivo no desenvolvimento das ações de prevenção e controle das infecções hospitalares, apoio institucional e apoio técnico de laboratório de microbiologia confiável. Para os 50 anos do HC, a mensagem é breve e sincera: Fazemos parte desta história com muito orgulho.

3 Epidemiologia 98 Revista do Hospital O valor do monitoramento constante Um serviço criado, não para atender diretamente os pacientes do HC, mas de suma importância para a população do estado em geral. Esse é serviço de Epidemiologia hospitalar, que realiza atividades de vigilância epidemiológica, captando, diariamente, casos que dão entrada no hospital e são de interesse da saúde pública (os chamados agravos de notificação compulsória), para que se possa, adequadamente, controlar e prevenir o aparecimento de mais casos. Damos apoio a todos os setores do HC nesta área e realizamos a notificação e investigação, com posterior digitação no Sistema Nacional de Informação de Agravos de Notificação. Também realizamos atividades de bloqueio de doenças infectocontagiosas, necessárias no âmbito hospitalar, explica a Dra. Suzana Dal Ri Moreira, responsável pelo Serviço. No Registro Hospitalar de Câncer, são realizadas as anotações de todos os casos de câncer atendidos no HC. Além disso, o Serviço coordena o Comitê de Câncer e envia os dados, anualmente, para o Instituto Nacional de Câncer (INCA) e Secretaria Estadual da Saúde do Paraná. Na área de Estatísticas Vitais, a Dra. Suzana e sua equipe analisam as declarações de óbito e as de nascimentos, assim como participam das comissões de óbito de morte materna, infantil e geral do HC. Todos esses trabalhos são efetuados, desde outubro de 2003, no 4º andar do prédio central, embora a inauguração oficial da unidade tenha ocorrido em 12 de março de Na página eletrônica, são incluídas todas as novidades na área, estatísticas mais recentes da vigilância, boletins, manuais, aulas e trabalhos que estão disponíveis às comunidades interna e externa A sala, inicialmente, tinha cerca de 15 m², com cinco funcionários, dois computadores, uma grande mesa de trabalho, arquivos e estantes. Hoje, o serviço está dividido em quatro grandes núcleos: o Vigilância Epidemiológica, de Registro Hospitalar de Câncer, de Estatísticas Vitais e de Pesquisas. O serviço é subordinado à Diretoria do Corpo Clínico do HC e está situado temporariamente no Anexo G, na área construída para radioterapia, que tem aproximadamente 30m² e uma sala de apoio para os alunos. Cinco computadores ligados ao Sistema Informatizado Hospitalar (SIH) do HC dão apoio às atividades diárias de vigilância e a estrutura necessária para o desenvolvimento do trabalho. Em 2009, com a pandemia de influenza H1N1, foi efetuado um intenso trabalho de organização e orientação para as ações de vigilância e controle das doenças respiratórias em todas as áreas do HC e também, apoio às secretarias Municipal (SMS) e

4 Estadual da Saúde (SESA). Desde aquele momento seguimos com a vigilância das doenças respiratórias para a detecção e monitoramento deste agravo, relata a Dra. Suzana. As atividades são efetuadas por uma equipe constituída por oito funcionários permanentes, sendo três enfermeiras, um auxiliar de enfermagem, duas médicas, uma colaboradora administrativa e uma registradora de câncer. Também atuam na área dois estagiários de nível médio, que permanecem de um a dois anos e três bolsistas de extensão do 5º ou 6º período da graduação de medicina, que realizam atividades por 12 horas semanais. A Dra. Suzana explica que, de acordo com a demanda, alunos do último período da enfermagem realizam estágio e monografia de fim de curso, permanecendo por quatro meses no serviço (cumprindo 20 horas semanais). Já os residentes da infectopediatria realizam estágio por duas semanas no Serviço. A Epidemiologia também é campo de estágio de alunos da graduação da medicina e enfermagem, recebendo, em média, por semestre, 25 alunos da medicina (que passam de três a quatro semanas) e seis da enfermagem (dois dias por semana, por quatro meses). A coordenadora da Epidemiologia garante que o serviço no HC tem a estrutura necessária para seu funcionamento e é considerado como referência nacional, sendo visitado por técnicos de todo o Brasil. Internamente, sua interação com as outras unidades do Hospital se dá através de visitas às diversas clínicas de atendimento, da participação no Conselho Diretor da Instituição semanalmente, com a realização de seminários e cursos e através do site do Serviço, que está na página do HC. Na página eletrônica, são incluídas todas as novidades na área, estatísticas mais recentes da vigilância, boletins, manuais, aulas e trabalhos que estão disponíveis às comunidades interna e externa. Já em relação às instâncias governamentais, é mantida comunicação direta e diária com a Secretaria Municipal da Saúde, para repasse de informação dos casos de notificação imediata e outras situações de interesse. Sempre que necessário, esses contatos também são feitos com o Estado e Ministério da Saúde. Os profissionais do serviço também participam de reuniões para Núcleos Hospitalares e dão apoio técnico ao Ministério da Saúde (MS). As maiores dificuldades enfrentadas pela Epidemiologia dizem respeito aos recursos humanos, uma vez que a quantidade de colaboradores torna-se insuficiente pela necessidade de incremento da vigilância e das tarefas usuais de avaliação epidemiológica dos serviços do HC. O serviço tem três grandes missões no HC: detectar oportunamente casos de interesse de saúde pública, servindo de ponte direta com as SMS, SESA e MS; apoiar na análise do perfil de morbi-mortalidade do HC; e capacitar os profissionais de saúde na área de vigilância, principalmente por ser um Hospital Universitário. Ao pensar na história recente da Epidemiologia inserida no histórico bem mais extenso do HC, a Dra. Suzana considera que houve um enorme avanço, considerando-se que o serviço tem apenas sete anos de criação e muito cresceu neste período. Hoje, a Epidemiologia participa do Conselho Diretor e apoia na acreditação hospitalar. E a boa avaliação parte também dos futuros profissionais, pois a área foi classificada pelos alunos de graduação em Medicina, como vital para a formação acadêmica. E, por isso, a partir de 2011, passará a ser estágio obrigatório na graduação. Muito fizemos, porém, muito temos por fazer. Contem conosco sempre, para cada vez oferecer um melhor serviço à população, diz a Dra. Suzana em sua mensagem final. 99 Revista do Hospital

5 Serviço de Voluntários VOLUNTARIADO E SUA CONTRIBUIÇÃO NO AMBIENTE HOSPITALAR Ser voluntário é ter a vontade de assumir livremente uma atitude responsável, criativa, comprometida, prazerosa e transformadora perante o mundo. (Centro de Ação Voluntária de Curitiba) Trabalhar pelo próximo, doando seu tempo, conhecimentos e realizando ações movidas por um impulso solidário, vem se tornando uma prática cada vez mais frequente nas instituições de saúde. No Serviço de Voluntários do HC, implantado em 1990 pela Assistente Social Iwonka Maria W. Blasi, este crescimento é percebido através do número de voluntários e dos projetos que vem sendo desenvolvidos para os usuários da instituição. 100 Revista do Hospital

6 O Serviço de Voluntários zela pela qualidade no atendimento e segurança aos voluntários e usuários da Instituição Além disso, vale ressaltar que o objetivo deste trabalho é, sobretudo, proporcionar um acolhimento diferenciado ao paciente, promovendo a integração entre a comunidade externa e o Hospital, abrindo espaço para o exercício da cidadania. A equipe administrativa do Serviço afirma que, hoje, o Hospital conta com 430 voluntários, sendo 168 colaboradores sociais que realizam diferentes atividades, como a condução de usuários a consultas e exames, serviço de cabeleireiro, de manutenção, recreação entre outras; e mais 268 voluntários parceiros pertencentes a: APACN (Associação de Apoio a Criança com Neoplasia), Instituto História Viva, Associação Viva e Deixe Viver, Cuidado com Arte e Alegria, Trupe da Saúde, SóRir, Shalon, Agência Bicicleta, ProCura, Mãos Sem Fronteiras e Capelania. Com esses projetos, busca-se atingir a comunidade hospitalar como um todo, proporcionando ao usuário atenção, carinho e auxiliando de forma efetiva no acolhimento, dando agilidade aos fluxos de atendimento. Por tratar-se de um ambiente hospitalar, com todas suas especificidades, as ações são planejadas e organizadas com o intuito de integrar os projetos às necessidades da instituição, sendo continuamente monitoradas pelo Serviço. Com base nessas necessidades, são organizados treinamentos específicos para a atuação e orientações relevantes à área da saúde, visando à integração do voluntário e os cuidados com a segurança pessoal e do paciente. Este cuidado se inicia já na recepção de novos voluntários, quando são fornecidas informações e orientações iniciais sobre a realidade hospitalar, dando a eles subsídios para fortalecer sua decisão. Segundo a coordenadora do Serviço, Sirlei Kleina, o comprometimento do Voluntário Social com a instituição é uma parceria duradoura e de qualidade, uma verdadeira atitude de amor construída ao longo desses 50 anos, que deve ser fortalecida e ampliada, pois eles fazem a diferença no HC.

7 Capelania Hospitalar Conforto espiritual e ecumênico 102 Revista do Hospital Tão importante quanto cuidar do corpo, é o cuidar da alma. Essa preocupação sempre esteve presente na história do HC e duas pessoas explicam a maneira como o Hospital busca oferecer conforto espiritual por meio do Serviço de Capelania: Padre Ramiro Pastore, Capelão Camiliano do HC UFPR, e a Irmã Glacy Krupeizaki, Capelã Vicentina, fundadora e responsável pelo Grupo de Voluntários do Mãos sem Fronteira (MSF) no HC UFPR. Padre Ramiro conta que a história do Serviço funde-se com a do Hospital. Em 19/12/1959, foi inaugurado o con- junto de edifícios do HC, no 47º ano da UFPR, pelos então: Ministro da Educação e Cultura Clovis Salgado da Gama; Governador do Estado Moyses Lupion; Reitor da UFPR Flávio Suplicy de Lacerda; e Professor Dr. Milton de Macedo Munhoz, Diretor de instalação. Foi em vista dos reiterados pedidos do Sr. Arcebispo Dom Manoel da Silveira Dell Beau, juntamente com o pedido do Magnífico Reitor da UFPR, dirigido à Congregação das Irmãs Filhas da Caridade de S. Vicente de Paulo - Ir. Josephina Fiúza, então Visitadora Provincial, que foi atendido o pedido da instalação da Capelania, em

8 atenção às necessidades emergentes e urgentes dos pobres enfermos e necessitados, aos quais as Irmãs se dedicariam, rememora o sacerdote. Em 1960, as Irmãs Vicentinas começaram a contribuir com a organização do Hospital de Clínicas, e enfrentaram inúmeras dificuldades próprias de uma obra ainda em fase de construção final e início de organização para o funcionamento. Durante os seis primeiros meses, elas residiam na Casa Provincial de onde vinham trabalhar diariamente. Após esse tempo, em 27 de junho de 1961, ficaram morando no HC, onde ocuparam os postos chaves do Hospital a Irmã Gertrude de Wisniewska Superiora; Irmã Maria Regina Magrin, Chefia da Maternidade; Irmã Verônica Tartas, Chefia Geral; Irmã Eregy Magrin, Direção do Centro Cirúrgico. Devido ao grande número de doentes, que aumentava dia a dia, foi necessário um reforço de pessoal em que a equipe passou a ter 22 Irmãs para melhor atendimento da enfermagem e da parte espiritual dos enfermos e acompanhantes. Outro fato relevante estimulou a criação do serviço: no ano de 1960, a cidade de Curitiba sediou o Congresso Eucarístico Nacional, alargou suas portas e recebeu um número incontável de peregrinos vindos dos quatro cantos do Brasil. O Hospital de Clínicas, então recentemente construído e já organizado pelas Irmãs Vicentinas, hospedou os bispos de todo o Brasil. Hóspedes de honra reclinaram por primeiro nas várias camas do Hospital caprichosamente preparadas. Isso aconteceu antes de abrigar a multidão de pobres e doentes de todas as categorias, comenta o Padre Ramiro. A fase técnica na trajetória organizacional dos trabalhos das Irmãs no HC UFPR durou 27 anos, de 1960, um ano antes da inauguração do Hospital, até Neste período deram ênfase na preparação do Corpo de Enfermagem e, portanto, foram ao HC de São Paulo onde fizeram seis meses de treinamento; e mais seis meses para a organização e funcionamento do trabalho como tal, explica a Irmã Glacy. As Irmãs recrutaram mais outras enfermeiras vindas de diversos pontos do Brasil, auxiliares religiosas e leigas, profissionais leigos indicados pelos médicos com capacidade e dom para a enfermagem, os quais foram sendo capacitados pelas enfermeiras para o exercício da profissão. O preparo do pessoal foi de tal forma realizado que o reconhecimento da estrutura de enfermagem foi considerado muito bom, forte e exigente dentro do Hospital. As Irmãs, com o Corpo de Enfermagem, trabalharam no planejamento, na organização das Unidades, na confecção de normas e rotinas, na seleção e capacitação de pessoal. Havia grande preocupação com a eficiência na relação entre produção de atividade e custos; organização racional dos recursos pela consolidação do saber centrado no Hospital; grandes investimentos em formação, capacitação, organização e reprodução de modelos bem sucedidos como no HC de São Paulo, de onde vieram algumas enfermeiras e funcionários. A Irmã Glacy conta que houve preocupação com assistência humanizada, comprovada e demonstrada pelos horários de visita, preocupação com o bem-estar do paciente e seus familiares que recebiam, além do tratamento específico, a visita das Irmãs para o entretenimento espiritual. Havia a possibilidade de assistir a bons filmes, hilariantes para a alegria de muitos e a melhora dos ânimos deprimidos; coral das crianças e do pessoal da enfermagem, diz. Ela garante que a assistência religiosa se esmerava por levar a todos o que havia de melhor, sem nenhuma distinção de raça ou credo religioso. Todos eram amados e atendidos igual- 103 Revista do Hospital

9 mente. O Serviço de Capelania Hospitalar do HC UFPR se fez então necessário e, por isso foi criado por iniciativa do Hospital, da Reitoria, da Direção e solicitação das Irmãs Vicentinas, para assistência e conforto espiritual dos doentes, dos acompanhantes, e também dos funcionários. O serviço foi constituído, a partir de 1962, pela Província Camiliana Brasileira, especializada neste tipo de pastoral que assumiu até o presente momento. Respeito a todas as crenças Apesar de ser um Serviço, ainda hoje, prestado voluntariamente pelos religiosos camilianos e por uma Irmã Vicentina, ultimamente vem sendo cuidado por uma Capelania Ecumênica, composta pelas confissões: Católica, Luterana e Batista, compreendendo Capelães e visitadores (as) voluntários. A esta Capelania estão adidos os Voluntários da organização Mãos Sem Fronteiras. O Padre Ramiro explica que o Serviço de Capelania é pautado por um Regimento (Estatuto) de caráter ecumênico, aprovado pela administração do HC-UFPR em 07 de junho de 2004, que atua a partir dos valores de fé e de religião das pessoas atendidas, pacientes, familiares e servidores. Na prática, o Serviço consiste em visitas de conforto aos pacientes; a promoção de atendimento religioso e espiritual a quem o solicitar; realização de Cultos Confessionais e Ecumênicos; zelo pela Capela, como local de oração e de cultos; estágio de cursistas de Capelania Hospitalar; integração do Comitê de Ética em pesquisas nos seres humanos (CEP-HC); e atendimento psico-espiritual dos servidores e familiares. Costuma-se atender a todos os pacientes em geral: internados, ambulatoriais, servidores e visitantes, sejam eles adultos ou crianças, de ambos os sexos. Quando questionado sobre se a receptividade ao serviço é a mesma num hospital público ligado a uma universidade em relação ao que ocorre nos ligados a instituições religiosas, o Padre Ramiro é categórico: Certamente. As Instituições Religiosas dão grande importância ao Serviço de Capelania, mas os Hospitais Públicos que compreendem que o serviço religioso é um fator importante na vivência da hospitalização, demonstram interesse crescente pelo Serviço Religioso-Espiritual, pelo bem-estar que promove. Somos muito bem acolhidos.

10 Há oito anos teve início no HC o Curso de Mãos Sem Fronteiras MSF visando capacitar pessoas para aplicação das Técnicas de Saúde que promovem o bem-estar, melhoram a qualidade de vida, acalmam os pacientes à espera de cirurgias e acalentam a inquietude de todos que buscam os benefícios destas técnicas. Especificamente em maio de 2005, teve início, no HC, a reunião de um grupo de pessoas já capacitadas nos diversos níveis de conhecimento e prática das Técnicas MSF e, a partir disso, foi estabelecida a Equipe de voluntários para aplicação dessas técnicas. Os atendimentos são realizados todas as terças-feiras em dois turnos, manhã e tarde, na Capela do 2º andar e nas enfermarias solicitantes. Os voluntários, identificados com crachá do Hospital e avental branco com logotipo do MSF, acolhem a todos com carinho e atenção, enquanto lhes aplicam o tratamento. Ao longo dos cinco anos de atuação, em torno de 45mil aplicações foram realizadas, beneficiando mais de 11mil pessoas, conforme relatório mensal apresentado em gráficos ao Setor de Coordenação de Voluntariado do HC-UFPR. Entre as novidades recentes, ligadas ao Serviço de Capelania do HC, o Padre Ramiro e a Irmã Glacy destacam a melhoria da área física da Capela e da Sacristia com uma reforma que envolveu o piso, a confecção de altares em mármore, lixamento e envernizamento dos bancos, pintura geral das paredes e teto, restauração do vitral da janela principal, instalação de quatro novos vitrais característicos na porta de entrada da Capela. Tais benfeitorias foram promovidas por Bernadete Ribas, voluntária; Adroaldo Lenzi, vitrais; e Renato Vardânega, altares de mármore. Há pouco tempo, também houve homenagem aos dois religiosos, Irmã Glacy e Padre Ramiro, pelos seus Jubileus de Diamante e de Ouro e pelos 18 anos de serviço dedicado ao HC da UFPR. Em sua mensagem pelo aniversário do HC, conciliam as questões práticas do mundo físico às espirituais: Que o HC- -UFPR continue buscando sua finalidade de Ensino, Pesquisa e Atendimento, tendo sempre o ser humano como sua razão de ser e servir, em todas as suas dimensões. E que em todas as suas atividades o Espírito Cristão continue presente, pois onde há o Amor e a Caridade, Deus aí está.

11 Ouvidoria Atenção À Voz Da Clientela Do Hospital 106 Revista do Hospital Ter uma interface de contato para ouvir os elogios ou críticas dos clientes/usuários de um serviço é um dos indícios da excelência em atendimento de uma instituição. Atento a isso, o Hospital de Clínicas da Universidade Federal do Paraná criou seu serviço de Ouvidoria em 24 de abril de 1998, constituindo-se no primeiro hospital de Curitiba a fazê-lo. A iniciativa foi na época do Reitor da UFPR, Professor José Henrique de Faria, Diretor Geral do HC, Prof. Antonio Carlos Ligocki Campos, Diretor de Corpo Clínico, Prof. Niazy Ramos Filho, Diretor de Serviços Médicos, Dr. Ricardo Moreira, Diretor de Administração e Adm. José Clóvis Pereira Borges. Rosiley Milani Anacleto Marques, Secretária da Ouvidoria, explica que o que motivou a criação do órgão pela necessidade de ouvir os usuários e atender as suas reclamações/sugestões, buscando uma ferramenta de co-gestão, como instrumento de interação por atuar entre paciente e Direção do Hospital e demais Unidades. Constituindo-se um canal de apoio, comunicação e orientação ao público externo e interno, junto às Diretorias, Gerências, Unidades e Serviços, explica Rosiley.

12 A Ouvidoria, atualmente, comandada por Rosangela Aparecida Almeida Fitz, visa colaborar para aprimorar a qualidade da assistência prestada à clientela. Sendo uma instância mediadora do relacionamento do cliente com a instituição Atualmente, como Ouvidora do Hospital, Rosangela Aparecida Almeida Fitz visa colaborar para aprimorar a qualidade da assistência prestada à clientela, seu papel é receber e encaminhar todas as formas de expressão do cliente, reclamações, sugestões, críticas e elogios, Buscando mediação para as questões levantadas pelos usuários/ pacientes. A Ouvidoria como uma instância mediadora do relacionamento do cliente com a instituição, tem ainda, como propósito, perceber o grau de satisfação do usuário. Hoje, são utilizados dois canais de atendimento: pessoalmente ou por . As principais reclamações recebidas pela ouvidora são pela demora para os agendamentos de consultas e exames. Assim que recebe as queixas, elas são encaminhadas à Unidade responsável. A Ouvidoria tem participação atuante no Comitê de Humanização e Conselho Diretivo/Colegiado Gestor. E, para aprimorar o atendimento, tem investido nos treinamentos da equipe para melhor atuação junto aos usuários, informatização dos formulários de atendimento e implementação de relatórios para Unidades e Direção. Além disso, a Ouvidoria buscou junto a Secretaria Especial de Corregedoria e Ouvidoria Geral do Paraná parceria para implantação do Sistema OUV. O programa permite que seja feito o registro e o encaminhamento das solicitações, reclamações, sugestões, denúncias e elogios relatados pela população e, ainda, catalogar telefones, endereços e s de outras instituições, além de possibilitar a geração de relatórios estatísticos para as Unidades e a Direção do Hospital. O Serviço vai ficar ouvindo o parabéns pelos 50 anos do HC com orgulho de fazer parte deste hospital, afirma a secretária do serviço. Ela avalia que o objetivo da Ouvidoria é participar da gestão da Instituição como mediadora de conflitos entre os usuários/pacientes e as unidades e serviços do hospital. Fundamental para garantir que o HC seja cada vez melhor no decorrer dos próximos anos. 107 Revista do Hospital

13 Comitê de Humanização HUMANIZAÇÃO um processo coletivo de produção de saúde no HC 108 Revista do Hospital A trajetória da Humanização no HC iniciou-se em 2000 com o projeto Humanizando a Prática de Enfermagem. No ano seguinte, o HC passou a ser multiplicador do Programa Nacional de Humanização da Assistência Hospitalar PNHAH, sendo então, constituído um grupo com 16 membros, denominado Fórum de Humanização, o qual deu início à realização de um levantamento referente às ações já existentes na linha da Humanização para, então, trabalhar novas propostas e polarizar o programa. A oficialização do Grupo de Trabalho de Humanização Hospitalar se deu em 2002 através de portaria da Direção Geral. Na sequência, foi instituída uma política - a Política Nacional de Humanização do Ministério da Saúde (PNH), com a finalidade de traçar diretrizes a serem trabalhadas nas instituições de saúde do país. O grupo foi então reorganizado com uma equipe multiprofissional, passando a se chamar Comitê de Humanização, tendo seu Regimento Interno aprovado em Em 2006, o Comitê, com o apoio do Conselho Diretivo, buscou disseminar a PNH de uma forma diferenciada e instituiu as Metas de Humanização para as Unidades Gerenciais. Os resultados dessa proposta podem ser observados para a melhoria dos processos de trabalho e de atendimento, e comprovados por intermédio da pesquisa de satisfação dos usuários internos e externos. Segundo Sirlei Corssetti Kleina, atual coordenadora do Comitê, hoje, além dessas metas, trabalha com Grupos de Trabalho de Humanização (GTHs) - definidos de acordo com as demandas da comunidade do HC, cujo objetivo é envolver todos os sujeitos na busca de estratégias para proporcionar uma melhor qualidade no trabalho e no atendimento, incentivando dessa forma soluções coletivas. São Grupos de Trabalho de Humanização, atuantes no hospital:

14 Tanatologia Constrói reflexões, estudos e ações sobre a morte e os fenômenos a ela associados, no cotidiano das relações dos profissionais de saúde, das famílias, das pessoas doentes e da comunidade com a instituição hospitalar. Metas Tem como função o apoio: Assessorando, analisando e avaliando a construção das metas de humanização que serão trabalhadas pelas Unidades Gerenciais. Científico Espaço de reflexões sobre a PNH para desenvolver estudo sobre temas que serão trabalhados na instituição. Eventos Organiza e apoia os eventos organizados pelo comitê. Amigos da Leitura/Recreação Desenvolver ações que proporcionem entretenimento, momentos de lazer e conhecimento por meio da leitura com o empréstimo e a distribuição de livros e revistas aos pacientes e funcionários. Acolhimento Constrói projetos e ações estratégicas para implementar os dispositivos de acolhimento e visita aberta. Programa de Escolarização Hospitalar: Disponibiliza professores, através de convênio com Estado e o Município para ministrar aulas às crianças e adolescentes internados, por um longo período de tratamento. Além dos grupos, Sirlei destaca que existem ações consolidadas que são trabalhadas continuamente pelas Unidades Gerenciais e Serviços do HC, tais como: Acolhimento com Classificação de Risco no Pronto Atendimento; Acolhimento das famílias enlutadas; Acolhimento ao luto; Acolhimento Familiar na Pediatria e Unidade de Urgência e Emergência; Projeto Posso Ajudar; Rodas de conversa e várias ações de valorização do trabalho e do trabalhador em diversas Unidades Gerenciais. Em 2010, o Comitê investiu na disseminação e definição das metas de humanização embasadas nas diretrizes e dispositivos da PNH e na ampliação das rodas de conversa para Unidades Gerenciais. A próxima etapa será a avaliação das metas, a construção Projeto de Capacitação para Apoiadores da Roda de Conversa e a construção do Projeto de Ampliação dos Trabalhos em Cuidados Paliativos. Vale lembrar que, embora exis- Incentivar a busca de soluções coletivas para a melhoria da atenção da saúde para trabalhadores e usuários é a proposta do Comitê de Humanização do HC ta uma portaria que define os representantes do Comitê, as reuniões quinzenais são abertas a toda a comunidade interna. Na humanização, os momentos críticos são considerados analisadores por promoverem abertura de diálogo e a busca da construção de soluções coletivas - movimentos esses necessários para as mudanças que a PNH propõe, uma vez que trabalhados de forma participativa, estes movimentos mobilizam atores que se engajem na proposta, transformando-os em agentes multiplicadores. Ressalta-se que, quando as ações estão consolidadas e incorporadas ao comportamento das equipes, elas promovem análise continua dos fluxos de trabalho resultando em transformações significativas para as equipes e usuários. Nesse sentido, o modelo de gestão, através dos colegiados das unidades funcionais, é uma importante ferramenta que desenvolve as parcerias entre as Unidades e fortalece a participação dos funcionários nas decisões de gestão. Que a equipe de profissionais do HC abra espaço para novos saberes, dialogando com a própria experiência, refletindo sobre sua prática, recorrendo à memória e à capacidade de criação. Acreditando em si, em seu próprio valor, acolhendo-se. Experimentando e descobrindo novas formas de construir as relações. Esta é a mensagem dos membros do Comitê de Humanização ao HC em seu cinquentenário. 109 Revista do Hospital

15 Comissão de Gerenciamento de Resíduos Descarte correto de materiais é cada vez 110 Revista do Hospital mais importante O Hospital de Clínicas possui uma Comissão de Gerenciamento de Resíduos multiprofissional desde 2003, instituída por Portaria e com regimento aprovado. Lidia Lima, Presidente, esclarece que é um órgão de assessoria da Diretoria de Corpo Clínico e tem por finalidade a definição das ações que visem à implantação, implementação e manutenção do Programa de Gerenciamento de Resíduos de Serviço de Saúde (PGRSS). Nesse panorama, os resíduos são geridos de modo a reduzir a sua produção, visando à preservação e proteção da saúde pública, dos recursos naturais e do trabalhador. Como Hospital de alta complexidade e devido ao grande fluxo de pessoas, a quantidade e diversidade de resíduos gerados no HC, torna imprescindível uma gestão ambiental eficiente. Até 2005, o Hospital participava do programa municipal de coleta de Resíduos de Servi-

16 ços de Saúde (RSS), sendo que os materiais eram depositados em Vala Séptica, sem ônus. Com a previsão do fechamento da Vala Séptica, realizou-se a licitação e contratação de uma empresa para tratamento e disposição dos resíduos infectantes e perfurocortantes. Esta coleta teve início em abril de 2005, época em que não havia dados concretos do volume de resíduos gerados no Hospital. A implantação do PGRSS constitui-se numa efetiva ferramenta de gestão sócio-ambiental, avalia Lidia. Hoje, o Hospital está em busca da certificação de qualidade através do Programa de Acreditação Hospitalar e o correto gerenciamento dos resíduos faz parte dos itens de avaliação, sendo fator importante no processo de certificação. No início da implantação do PGRSS, as principais dificuldades estavam relacionadas à falta de sacos nas cores e tamanhos corretos, de lixeiras adequadas e condições inadequadas do abrigo externo de resíduos. Além dos problemas operacionais, o início do programa enfrentou resistências às mudanças intrínsecas dos trabalhadores, mesmo após a identificação das lixeiras e treinamento, a falta de sacos nas cores adequadas gerava dúvidas quanto ao descarte, além de dificultar o processo de coleta interna dos resíduos. Método utilizado no PGRSS A base do método desenvolvido, atualmente, teve sua gênese no projeto piloto do Serviço de Análises Clínicas, implantado em 2002, que efetivamente constitui-se de um projeto de coleta seletiva, envolvendo 250 funcionários. Lidia conta que, no primeiro ano, os indicadores mostraram redução dos resíduos infectantes e aumento dos resíduos comuns e recicláveis. O projeto foi, então, encaminhado para a Escola Nacional de Administração Pública, tendo alcançado premiação no 8 Concurso Nacional de Inovação na Gestão Pública. A partir desta experiência bem sucedida e visando melhorias ambientais, a Direção do HC nomeou, em 2003, uma equipe multiprofissional para o gerenciamento dos resíduos e gestão ambiental de todo o Hospital. Inicialmente, a Comissão realizou avaliação da situação ambiental do Hospital e normatização referente à segregação dos resíduos. O processo de mudança e aplicação das normas foi apoiado e aplicado pelo Serviço de Higiene e Resíduos Hospitalares. O Hospital foi mapeado, para levantamento do número de lixeiras necessárias e a necessidade real de sacos de lixo nas diversas cores e tamanhos. Com intuito de facilitar a segregação dos resíduos, as lixeiras existentes foram identificadas conforme a classificação do resíduo em infectante, comum e reciclável. O processo de sensibilização da Direção foi apoiado com os números do lixo, ou seja, os altos custos com tratamentos dos resíduos os quais poderiam ser reduzidos com recursos básicos e investimentos na questão ambiental. O processo educativo teve várias abordagens, sendo elaborado um manual de segregação entregue a cada funcionário e servidor juntamente com o contracheque, revela Lidia. Através de um convênio com a Universidade, a Comissão teve estagiários do curso de Enfermagem e com recursos do Fundo de Desenvolvimento Acadêmico foram confeccionados banners educativos, distribuídos em locais de maior circulação. A sensibilização dos funcionários, principalmente da equipe de assistência, foi realizada in loco. Foram levadas lixeiras identificadas, com sacos nas cores adequadas e uma caixa para descarte de resíduos perfurocortantes, distribuídos materiais representando vários tipos de resíduos às pessoas, que os descartavam conforme seu entendimento nas lixeiras, a equipe de treinamento retirava os resíduos e juntos discutiam se estava certo ou não aquele descarte. 111 Revista do Hospital

17 112 Revista do Hospital Comissão de Gerenciamento de Resíduos Outras formas de abordagem utilizadas foram palestras com apresentação em multimídia da situação dos resíduos no país e localmente, o histórico ambiental do Hospital, legislações vigentes e fotos do dia a dia contendo situações de falhas e exemplos corretos. Entre capacitações e aulas, a CGR levou informação sobre o gerenciamento de resíduos para um total de pessoas ligadas ao HC somente em 2009, atingindo 97% dos locais de trabalho. Foram ministrados cursos de 04 e 08 horas de duração, nos quais foi abordada a questão ambiental com maior abrangência de conteúdo, além de uma visita técnica em todo o Hospital, visualizando o fluxo do resíduo, desde a geração, coleta, armazenamento temporário e abrigo externo. De forma lúdica, a equipe apresentou peças teatrais, encenadas pela própria Comissão e funcionários participantes dos cursos, causando um grande envolvimento do Hospital. Estas apresentações ocorreram em vários momentos, como no aniversário da instituição, Semana Interna de Prevenção de Acidentes de Trabalho e encerramento de cursos, ressalta Lidia. Entre capacitações e aulas, a CGR levou informação sobre o gerenciamento de resíduos para um total de pessoas ligadas ao HC somente em 2009, atingindo 97% dos locais de trabalho Com base no projeto piloto, foi instituída, em 2006, a Ronda de Resíduos, na qual as lixeiras dos serviços eram avaliadas por uma equipe do Serviço de Higiene e Resíduos Hospitalares, que encaminhava os problemas para a Comissão. Com este trabalho, foi possível atender os casos mais urgentes com maior eficiência. Posteriormente, a responsabilidade das rondas foi transferida para as unidades ou serviços, que enviam, por via eletrônica, relatório para a Comissão, que também realiza rondas oficiais de monitoramento. Em 2008, como educação ampliada, foi realizado o I Encontro de Resíduos do Hospital, ocasião em que foram apresentadas as tecnologias de tratamento dos resíduos e a realidade da associação de catadores para onde são doados os materiais recicláveis, havendo grande adesão, principalmente da equipe de Higienização e Manutenção, além de representantes dos diversos serviços. Já em relação aos resíduos químicos, foram rastreados os passivos e encaminhados para tratamento por incineração. Esse trabalho, inicialmente, era feito em São Paulo, mas, depois, houve contratação de uma empresa local através de processo de licitação, sendo mantido atualizado o contrato para tratamento de químicos, evitando o acúmulo dos mesmos e reduzindo riscos ocupacionais e para o meio ambiente, com geração média ativa de 13 toneladas ao ano. Os resíduos infectantes são coletados, diariamente, pela empresa contratada, sofrem tratamento por autoclavação. A empresa deixa bombonas vazias e limpas e leva as cheias, trazendo melhorias quanto ao aspecto e cheiro do abrigo de resíduos. Por fim, os resíduos comuns são coletados uma vez ao dia, por empresa contratada através de processo de licitação e depositados no Aterro Sanitário da Essencis. Os resíduos recicláveis são segregados, organizados internamente e doados a uma Cooperativa de Catadores, atendendo o Decreto Federal n /2006. E os resultados aparecem Com a sensibilização da Direção do Hospital quanto à necessidade de mudanças relativas ao fornecimento de insumos básicos para a segregação dos RSS, a primeira solução foi relacionada ao abastecimento e fornecimento contínuo de sacos. Em 2007, foi aprovado pelo Estado um projeto de segregação dos resíduos no HC, com doação entre 2008 e 2010 de lixeiras e 102

18 carros coletores, para armazenamento temporário dos resíduos nos andares do Hospital. O abrigo externo de resíduos foi reformado e ampliado em 2009 com construção de espaço para guarda de materiais recicláveis, faltando, ainda, a construção do abrigo de resíduos químicos e algumas adequações nos espaços atuais. A presidente da comissão ressalta a evolução do gerenciamento dos resíduos no Hospital (vide gráfico), cujos indicadores demonstraram queda no volume dos resíduos infectantes e perfurocortantes de 2006 a 2010, com análise realizada de janeiro a dezembro. Em 2006, foram encaminhados o equivalente a 455,5 toneladas de resíduos infectantes e perfurocortantes para tratamento, com média diária de 1,25 tonelada, com gastos anuais de R$ No ano seguinte, a geração diária de resíduos diminuiu para 934,10 kg; em 2008, 542 kg/dia; 2009, 447 kg/dia e em 2010, 450 kg/dia, com gasto, em 2009, de R$ ,51, valor que deve ser mantido em Comparativo da quantidade, em quilos, de resíduos infectantes e perfurocortantes de 2006 a 2010: , , , , , , , , , ,00 0,00 Janeiro Fevereiro Março Abril Maio Junho Julho Agosto Setembro Outubro Novembro Dezembro Com a melhoria da segregação na fonte geradora, houve aumento na geração dos resíduos comuns e recicláveis. Em 2006, eram encaminhados litros/dia de resíduos comuns para o aterro sanitário e em 2010 o número subiu para litros/dia. Os resíduos recicláveis passaram de 67 kg/dia em 2006 para 350 kg/ dia em 2010, sendo encaminhados para reciclagem 93 toneladas de materiais de janeiro a setembro de A segregação efetiva dos resíduos no Hospital gera, além de redução nos custos de tratamento, também, benefícios ambientais e sociais. A doação de materiais nobres, do ponto de vista da reciclagem, à associação de catadores contribui, por exemplo, para que tenham um trabalho mais seguro e rentável, analisa Lidia. A evolução no gerenciamento de resíduos do Hospital mostrou que resultados positivos podem ser conquistados com persistência e abordagens variadas de educação continuada. A redução do volume de resíduos encaminhados para tratamento reflete que os funcionários e servidores incorporaram a prática da correta segregação dos resíduos e passaram a ver a questão ambiental no Hospital como parte do seu dia a dia. Já a redução de 65% no volume dos resíduos com necessidade de tratamento pode ser atribuída à continuidade das políticas de gestão ambiental adotadas pela Direção do Hospital que, de maneira relativamente simples, implementaram sem descontinuidades a distribuição de sacos nas cores corretas e mantiveram os treinamentos constantes. Mas, segundo Lidia, o ponto alto se deve à adesão da comunidade interna do Hospital e à motivação e colaboração da equipe do Serviço de Higiene e Resíduos Hospitalares que operacionaliza o fluxo interno dos resíduos. E com isso, todos ganham: comunidades internas do HC, o meio ambiente e a sociedade paranaense em geral. 113 Revista do Hospital

19 Comitê de Ética em Pesquisa em Seres Humanos Comitê do HC pioneiro no país 114 Revista do Hospital Garantir campo para a pesquisa é um dos objetivos que permeiam a missão do HC, em sua condição de hospital-escola e a atuação nesta área, bem como o excelente trabalho realizado pelos pesquisadores que o levam a ser um dos hospitais brasileiros mais procurados para o desenvolvimento de projetos multicêntricos. O Comitê de Ética em Pesquisa em Seres Humanos do HC (CEP) foi um dos primeiros do país. O coordenador do Comitê, o médico Renato Tâmbara Filho, lembra que o CEP foi criado em 18 de junho de 1997, logo em seguida a lei 196/96 que regulamentou toda a prática de pesquisa no país. Este feito foi somente possível devido às qualidades de grande centro médico que o HC resguarda. O CEP é formado por um grupo de relatores, composto por especialistas de diversas áreas e pessoas da comunidade. É responsável pela análise das pesquisas e defesa dos interesses dos sujeitos do estudo, em sua integridade e dignidade, contribuindo para o desenvolvimento do mesmo dentro dos padrões éticos. Outra função do Comitê é desenvolver atividades educativas para a comunidade, como cursos, oficinas de trabalho para aperfeiçoamento dos membros e planejamento de encontros com outros comitês de pesquisa para troca de conhecimento. Em 2010, o Comitê realizou análise e aprovação de 574 projetos de vários Departamentos da UFPR, Serviços do HC e, também, de outros centros externos. Os projetos envolveram pesquisa de doenças como Artrite Reumatóide, O Comitê de Ética oferta anualmente Câncer Colorretal, Influenza (gripe sazonal), Fungos, esta disciplina para todos os alunos de Artrite Idiopática Juvenil, pós graduação da UFPR e interessados Tromboembolismo, Paralisia Cerebral em Crianças, Alergias, Pneumonias, Leptospirose, Psoríase, Estenoses Uretrais, Tireóide, Câncer de Mama, Doença de Crohn, Células-Tronco, Leucemias, HIV-1, Câncer de Próstata, Candidíase, entre outras, resultando em contribuição na assistência ao paciente. Foram realizados cursos de Responsabilidade Ética Legal e de Bioética em Pesquisa para alunos da pós-graduação, mestrado, doutorado, entre outros, contando com 63 participantes no ano de 2010.

20 115 Revista do Hospital

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