Da análise do processo à elaboração de Pareceres e Resoluções

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1 II ENCONTRO ESTADUAL DOS CONSELHOS DE EDUCAÇÃO Regime de colaboração: DESAFIOS E POSSIBILIDADES Conselheiro: João Bosco Argolo Delfino Da análise do processo à elaboração de Pareceres e Resoluções

2 COMPETÊNCIAS DOS CONSELHEIROS Participar da discussão para elaboração das normas e diretrizes que regulamentam o Sistema de Ensino de Sergipe. Apresentar proposituras de temáticas para discussão e aprovação em Plenário, sob forma de deliberação. Apreciar os processos que lhes forem distribuídos e sobre eles manifestar-se, emitindo parecer ou indicação, que será objeto de discussão e deliberação da respectiva Câmara para posterior aprovação pelo Plenário.

3 COMPETÊNCIAS DOS CONSELHEIROS Nos termos da legislação vigente, as manifestações do Conselho têm a forma de: Pareceres Indicações Deliberações.

4 PARECER É a opinião fundamentada e voto do Conselheiro Relator sobre matéria de competência da Câmara ou de Comissão, que será submetido à apreciação dos Pares. O relator que tiver o seu voto rejeitado poderá, quando não convencido pela argumentação da maioria, manter seu voto em separado.

5 PARECER No caso de Comissões especiais, constituídas para exame de um assunto, o Parecer do relator deverá refletir a opinião consensual dos integrantes da comissão especial. A diferença entre os dois casos é sutil, mas relevante. No primeiro, se trata de um entendimento do relator que é discutido e votado. No segundo, não há rigorosamente um entendimento único, mas aquele que se cristalizou nas discussões da comissão especial.

6 PARECER O Parecer conterá um relatório ou exposição da matéria, a conclusão e o voto. O relatório divide-se em Histórico (que deverá ser estritamente descritivo do caso ou assunto a ser examinado) e Apreciação (que é a justificativa ou encaminhamento da conclusão).

7 COMPOSIÇÃO DO PARECER IDENTIFICAÇÃO DO PROCESSO RELATÓRIO: - HISTÓRICO -MÉRITO - CONCLUSÃO VOTO

8 COMPOSIÇÃO DO PARECER IDENTIFICAÇÃO DO PROCESSO: - Interessado - Assunto - Relator/Conselheiro - Câmara - Nº. do Processo - Nº. do Parecer - Data da Aprovação

9 RELATÓRIO: COMPOSIÇÃO DO PARECER a) Histórico - Nome do estabelecimento, endereço, telefone, cursos que oferece, turno de funcionamento, rede que pertence, nome do proprietário ou diretor; - o pedido da Instituição; - justificativa; - se já possui Atos Autorizativos, citar; - citação das peças processuais constantes no processo juntadas pelo interessado; - Relatórios das Assessorias do Conselho.

10 COMPOSIÇÃO DO PARECER b) Mérito - citação e análise da legislação vigente e das peças processuais. c) Conclusão - manifestação detalhada do Conselheiro, em relação ao pedido do interessado, fundamentada na legislação pertinente. VOTO Manifestação objetiva em relação ao pedido do interessado deferimento ou indeferimento da solicitação, recomendações, ressalvas, etc.

11 CRITÉRIOS INDISPENSÁVEIS À ANÁLISE ÉTICA FUNDAMENTAÇÃO LEGAL COERÊNCIA/PERTINÊNCIA CLAREZA / LINGUAGEM ADEQUADA CONCISÃO E OBJETIVIDADE CONHECIMENTO ACERCA DA MATÉRIA A RELATAR QUAIS ASPECTOS IRÁ ABORDAR QUAIS ESTUDOS SERÃO NECESSÁRIOS

12 Os processos são previamente analisados pelos técnicos da respectiva Câmara. Os processos são distribuídos aos Conselheiros. O parecer é elaborado elucidando a situação e conduzindo-a a um desfecho. O Conselheiro procede a análise a partir do que estabelece a legislação pertinente. O parecer é apresentado na respectiva Câmara e, se aprovado, no Plenário. A aprovação pode ocorrer com, ou sem, ressalva.

13 O Conselheiro está passível de questionamentos sobre a matéria relatada. Aprovado o parecer o Conselheiro tem a incumbência de encaminhálo à Assessoria da Câmara para providências de impressão e assinatura. Os pareceres devem ter coerência em situações análogas. Aprovado o parecer é reproduzido em 3 cópias: CEE; DIES; interessado. Sobre o pronunciamento o interessado pode pedir vistas ao parecer. Considerado procedente o pedido, o parecer pode ser revisto.

14 INDICAÇÃO É um documento que deverá refletir uma posição doutrinária sobre assuntos relevantes. Em alguns casos, o texto poderá ser um encaminhamento ou justificativa de alteração de normas vigentes ou de expedição de novas normas. A indicação poderá refletir uma necessidade originária dos diversos segmentos educacionais e sociais, cabendo ao Conselho sua sistematização preservando o interesse público em sua fundamentação.

15 INDICAÇÃO É por meio de Indicações sobre temas relevantes para o sistema de ensino que o Conselho realiza a sua vocação pedagógica de instituição normativa. A abrangência e a solidez das posições doutrinárias do Conselho asseguram coerência nas decisões específicas do Órgão e podem facilitar a continuidade de projetos e iniciativas da Administração Estadual de Ensino, quando for o caso.

16 DELIBERAÇÃO É a edição de novas normas, a modificação das vigentes ou a sua revogação. É claro que modificações ocorridas numa legislação maior poderão até exigir do Conselho um intenso trabalho de produção de novas deliberações. Mas, excluindo essas situações excepcionais, o Conselho deve sempre agir com parcimônia em relação à expedição ou à alteração de normas.

17 O QUE É RESOLUÇÃO? Ato administrativo expedido pelas autoridades do executivo (mas não pelo Chefe do Executivo, que só deve expedir Decretos) ou pelos presidentes de tribunais, órgãos legislativos e colegiados administrativos, para disciplinar matéria de sua competência específica. (Manual de Redação e de Atos Oficiais ANA/2007)

18 O QUE É NECESSÁRIO PARA ELABORAÇÃO DE UMA RESOLUÇÃO? * Conhecer a legislação; * Estrutura da Resolução: Ementa Titulo Preâmbulo Texto Cláusula de vigência Cláusula de revogação Assinatura * Observar as normas de Redação Oficial: construção textual critérios de sistematização dos instrumentos normativos: - estrutura do texto da Resolução - agrupamento do texto da Resolução - formatação

19 Conhecer a legislação Constituição Federal; Constituição Estadual; Lei Orgânica Municipal; Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional LDBEN; Leis Federais específicas (ECA, Acessibilidade, Estatuto do Idoso, etc.); Pareceres e Resoluções do CNE; Resoluções normativas; Portarias.

20 Estrutura da Resolução EMENTA Sintese do Assunto. TÍTULO - RESOLUÇÃO (em maiúsculas). com alinhamento centralizado, seguido de número e data, em maiusculas. PREÂMBULO - Citação das considerações legais ou administrativas, que orientaram ou fundamentaram a tomada de decisão, seguida da palavra resolve.

21 Estrutura da Resolução TEXTO Exposição da matéria a ser disciplinada. CLÁUSULA DE VIGÊNCIA Dispõe sobre a entrada em vigência da Resolução. CLÁUSULA REVOGAÇÃO Somente se admite a cláusula de revogação específica. Assim, é incorreto o uso de cláusula revogatória do tipo Revogam-se as disposições em contrário. ASSINATURA Diretor-Presidente ou unidade oreganizacional delegada.

22 Observar as normas de Redação Oficial A finalidade principal da Redação Oficial é comunicar com impessoalidade e clareza para que a mensagem ali transmitida seja compreendida por todos os cidadãos. Em resumo, a Redação Oficial deve ser: clara concisa impessoal formal e padronizada. (Ler: Novo acordo ortográfico e Manual de Redação da Presidência)

23 Observar as normas de Redação Oficial Estrutura do texto da Resolução Sistematização dos instrumentos normativos Artigo - a unidade básica de articulação será o artigo, indicado pela abreviatura "Art., seguida de numeração ordinal ate nono e cardinal a partir do decimo. Paragrafo - desdobramento de um artigo, para abrir exceções ou completar o comando do artigo. São representados pelo sinal gráfico, seguido de numeral ordinal até o 9º e cardinal a partir do décimo, utilizando-se, quando existir apenas um, a expressão parágrafo único por extenso. Inciso - os incisos serão representados par algarismos romanos.

24 Observar as normas de Redação Oficial Estrutura do texto da Resolução Sistematização dos instrumentos normativos Alínea - desdobramento do inciso grafado com letra minúscula, seguindo a alfabeto e acompanhada de parêntese. Item desdobramento da alínea e deve ser grafado em algarismo arábico, seguido de ponto. Seção ou subseção composta por um conjunto de artigos. Secão composta por subseções. Capítulo composta por um conjunto de seções. Título composto por um conjunto de capítulos

25 1. Margens: superior: 3,0 cm; inferior: 2,0 cm; esquerda: 3,0 cm; direita: 2,0 cm. Configuração da página: 2.. Tamanho do papel: A4 (210 x 294 mm). 1. Fonte: Times New Roman ou Arial nº Tabulação: 2,5 cm. Formatação 1. Espaçamento: Simples entre as linhas e de 6 pontos após cada parágrafo. 1,5 entre artigos e parágrafos.

26 Parte normativa Quando se tratar de artigos e parágrafos Do art. 1º ao 9º: dar dois espaços antes de iniciar o texto; utilizar numeração ordinal; não colocar ponto depois do número; iniciar o texto com letra maiúscula. Do art. 10. em diante: iniciar o texto com letra maiúscula. utilizar numeração cardinal; dar dois espaços antes de iniciar o texto; Colocar ponto após o número (ex. Art. 11.)

27 Parágrafo único: Quando se tratar de parágrafos Colocar ponto após a expressão Parágrafo único dar dois espaços antes de iniciar o texto; iniciar o texto com letra maiúscula; em caso de se desdobrar em incisos, o texto deve terminar em dois pontos (:). 1º e seguintes: Parte normativa não colocar ponto e nenhum sinal; dar dois espaços antes de iniciar o texto; iniciar o texto com letra maiúscula. em caso de se desdobrar em incisos, o texto deve terminar em dois pontos (:).

28 Parte normativa Quando se tratar de incisos Quando se desdobrar em alíneas, o texto deve terminar em dois pontos (:); utilizar algarismos romanos ; Colocar traço após o algarismo (ex: IV -); dar um espaço antes de iniciar o texto; iniciar com letra minúscula salvo se for nome próprio; Termina em ponto e virgula (;) salvo o último, que termina em ponto final; No final do penúltimo inciso, após o ponto e virgula, utilizar a conjunção aditiva e.

29 Parte normativa Quando se tratar de alíneas utilizar letra minúscula seguida de parênteses (Ex: a); b); c) etc; dar um espaço antes de iniciar o texto; iniciar com letra minúscula salvo se for nome próprio; termina em ponto e virgula (;) salvo a última, que termina em ponto final; no final do penúltima, após o ponto e virgula, utilizar a conjunção aditiva e ; Em caso de se desdobrar em itens, o texto deve terminar em dois pontos (:). Quando se tratar de item utilizar a forma cardinal ; Colocar ponto após o número (ex: 1.); Dar um espaço antes de iniciar o texto; Iniciar com letra minúscula, salvo se for nome próprio

30 Parte normativa Quando se tratar de item utilizar a forma cardinal ; Colocar ponto após o número (ex: 1.); Dar um espaço antes de iniciar o texto; Iniciar com letra minúscula, salvo se for nome próprio; termina em ponto e virgula (;) salvo o último, que termina em ponto final; no final do penúltima, após o ponto e virgula, utilizar a conjunção aditiva e ; CAPÍTULO e TÍTULO da RESOLUÇÃO Colocar tudo em letra maiúscula; Não negritar; Utilizar algarismos romanos (ex: CAPÌTULO VI); Identificar o nome do capítulo. Seção e Subseção Primeira letra em maiúsculo (ex: Seção I); Identificar por algarismos romanos.

31 Aumentando-se o poder de decisão das pessoas, aumenta-se o poder de ação, de aprendizagem e de transformação das práticas e, portanto, o poder da educação. Obrigado!

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